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	<title>Diário As Beiras</title>
	
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	<description>O meu jornal, a minha região</description>
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		<title>Banda Desenhada – O apagar da memória</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 10:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Opiniao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Miguel Lameiras]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Rugas-DR.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-82424" alt="Rugas DR" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Rugas-DR-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Depois de ter lançado <strong>recentemente</strong> algumas <strong>Bandas Desenhadas</strong> importantes, como “<strong>Persepolis</strong>”, de Marjane Satrapi e “<strong>Fun Home</strong>” de Alison Bechdel, (e outras nem tanto, como os “Pequenos Prazeres”, de Arthur De Pins…) através do seu selo, Contraponto, a editora <strong>Bertrand</strong> regressa à edição de BD com selo próprio, com “<strong>Rugas</strong>”, do espanhol <strong>Paco Roca</strong>.</p>
<p>Para além da importância simbólica do regresso de uma editora com largas tradições no género, tendo sido responsável pela edição da versão portuguesa da revista Tintin e pela estreia em álbum no nosso país de autores como Hugo Pratt, Tardi, ou Comés, este lançamento é importante pelo livro que assinala o regresso. Uma belíssima reflexão sobre um tema delicado e cruel, a doença de Alzheimer, contada com um rigor que não se revela incompatível com a delicadeza e o humor.</p>
<p>Embora praticamente desconhecido em Portugal, Paco Roca é um dos mais interessantes autores de BD espanhóis da nova geração, como demonstrou em “El Juego Lúgubre”, o seu livro de estreia, em que a personagem e a obra de Salvador Dali servem de ponto de partida para uma história policial com contornos (naturalmente) surrealistas. Mas foi este “Rugas”, editado originalmente em França pela Delcourt em 2007, que o lançou internacionalmente, tendo arrebatado diversos prémios, sido editado em vários países e adaptado ao cinema numa longa-metragem de animação que venceu dois prémios Goya (os Óscares espanhóis) e que deverá estrear comercialmente em Portugal durante este ano.</p>
<p>Na origem de “Rugas” está a velhice dos pais de Paco Roca e a descoberta que Emílio, o pai de um dos seus melhores amigos, tinha Alzheimer. O assistir à rápida degeneração intelectual de uma pessoa culta e muito inteligente como Emílio, levou-o a investigar a doença e a visitar vários lares, onde colheu vários episódios verídicos, que acabou por incorporar na sua história, como a personagem de Rosário, que se imaginava num comboio em direcção a Istambul, ou Carmencita, que nunca ficava sozinha, com medo de ser raptada pelos marcianos. E “Rugas”, para além da história pessoal de Emílio, um bancário reformado que é metido num lar quando a doença já não lhe permite manter-se autónomo, é um retrato simultaneamente terno e cruel da vida num lar de idosos, em que a maioria das pessoas vegeta, num dia a dia sempre igual, marcado pelo horário das refeições e pela televisão que lhes embala o sono.</p>
<p>Optando por um registo clássico, com cores suaves e um traço semi-caricatural, muito próximo da “linha clara” franco-belga, que confere grande legibilidade à história e ajuda a atenuar a carga dramática do tema, Paco Roca concilia esse “classicismo” gráfico, com algumas soluções narrativas brilhantes. Veja-se a forma como as feições de Miguel, o melhor amigo de Emílio, se vão esbatendo, à medida que Emílio vai deixando de o reconhecer, ou a belíssima ilustração da capa, em que as principais personagens viajam no comboio do sonho de Rosário e as memórias de Emílio que a doença vai inexoravelmente apagando, surgem representadas por velhas fotografias a preto e branco que o vento leva da sua cabeça aberta, numa solução gráfica que me recordou “Le Voyage”, de Baudoin.</p>
<p>Depois de “Pílulas Azuis”, de Frederik Peeters, em relação à SIDA, este “Rugas” mostra uma vez mais a capacidade da Banda Desenhada de tratar temas delicados de uma forma única. Basta que os autores tenham o talento que não falta a Paco Roca.</p>
<p><b>(“Rugas”, de Paco Roca, Bertrand edições, 106 pags,16,60 €)</b></p>
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		<title>Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha vence prémio Kenneth Hudson</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 18:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lídia Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
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		<category><![CDATA[prémio]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os finalistas para o prémio europeu estão o o Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha e o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/mccb_entrada_novo_41.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82413" alt="mccb_entrada_novo_4" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/mccb_entrada_novo_41-300x125.jpg" width="300" height="125" /></a></p>
<p>A agência Lusa veio corrigir a informação divulgada há alguns minutos, precisando que o <strong>Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha</strong> venceu este sábado o <strong>Prémio Kenneth Hudson</strong> do <strong>Fórum Europeu dos Museus</strong> (European Museum Forum &#8211; EMF) e não o prémio Museu Europeu do Ano, de acordo com a listagem publicada pela organização.</p>
<p>O Prémio Museu Europeu do Ano será ainda anunciado na cerimónia que está a realizar-se em Tongeren, na Bélgica, no último dia da Assembleia Geral da organização, que coincide com o Dia Internacional dos Museus.</p>
<p>O Prémio Kenneth Hudson é divulgado durante a cerimónia da atribuição do Prémio Europeu, a par das menções honrosas dos Fórum Europeu dos Museus.</p>
<p>Entre os finalistas para o prémio europeu estão o o Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha, Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, também o Museu de Arte Clássica, em Mougins, França, o Museu Marítimo, em Kotka, na Finlândia, o Museu de História Natural, em Veneza, Itália, o Museu Alpino, em Berna, na Suíça, o Museu Etnográfico da Eslovénia, o Museu de História Natural de Barcelona, em Espanha, e o Museu do Mosaico, em Gaziantep, na Turquia.</p>
<p>Agência Lusa</p>
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		<title>Museus abertos até à meia noite e com entradas gratuitas para todos</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lídia Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[ Não há como perder a oportunidade para ficar a conhecer um património arquitetónico, histórico e artístico ímpar, que faz de Coimbra uma cidade única em riqueza e diversidade museológica]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/ULTIMA-CEIA-Hodart.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82404" alt="ULTIMA-CEIA Hodart" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/ULTIMA-CEIA-Hodart-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Assinalados este ano em <strong>Coimbra</strong> sob o signo do trabalho em rede, o <strong>Dia Internacional</strong> e a <strong>Noite dos Museus</strong> – a coincidirem este sábado, 18 de maio –, abrem as portas a inúmeras <strong>atividades</strong> em praticamente todos os espaços museológicos da cidade, num <strong>horário</strong> prolongado <strong>até às 24H00</strong>. As propostas são para todos os gostos, todas as idades e os museus oferecem todos entradas gratuitas aos seus visitantes. Não há, pois, como perder a oportunidade para ficar a conhecer um património arquitetónico, histórico e artístico ímpar, que faz de Coimbra uma cidade única em riqueza e diversidade museológica.</p>
<p>Recém constituída, é já no âmbito de Coimbra Rede de Museus – a reunir a Casa Museu Bissaya Barreto, o Memorial Irmã Lúcia, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, o Museu Académico, Museu da Água, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, o Museu da Santa Casa da Misericórdia, o Museu Nacional de Machado de Castro, o Museu Municipal de Coimbra e o Paço das Escolas –, que é possível, até 31 de maio, ficar a conhecer sob um outro prisma peças emblemáticas que, nesta Exposição em Rede, são objeto de troca simbólica entre os diversos espaços.</p>
<p>Outra proposta a não perder é aquela feita pelo Museu Nacional de Machado de Castro – reaberto ao público na sua totalidade em dezembro último, depois de encerrado para obras profundas de requalificação desde 2009 –, que hoje mesmo ficará a saber se irá ser-lhe atribuído o Prémio Museu Europeu do Ano 2013 (para o qual está nomeado, com outro projeto português, o da Batalha, entre os 28 finalistas).</p>
<p>Ostentando já o Prémio APOM 2012 – conferido à intervenção realizada no magnífico conjunto escultórico “Última ceia”, de Hodart –, o Museu Nacional de Machado de Castro abre as suas portas, mostrando a todos os seus admiráveis espaços e espólios, mas também as inúmeras atividades promovidas pela sua criativa liga de amigos (AMIC).</p>
<p>Também o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha – mais um projeto patrimonial e museológico de Coimbra que mereceu o prémio Melhor Museu Português  APOM 2010 –, oferece visitas animadas pelas figuras célebres a que dá guarida – Rainha Santa Isabel, freira Hilária, hortelão Gregório – e ainda uma sugestiva Noite Branca (das 22H00 às 24H00), visita guiada à luz da tocha, que é uma recriação da expedição do arqueólogo Filipe Simões ao mosteiro medieval da margem esquerda do Mondego no século XIX.</p>
<p>O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra é outra proposta irrecusável para adultos e crianças. Entre as 15H00 e as 24H00, para além das suas exposições, oferece ainda, no âmbito da iniciativa “A Matemática do Planeta Terra”, atividades interativas e demonstrações de ciência: com “marinheiro por um dia” – construção de quadrante, nocturlábio, calendário astronómico, astrolábio e relógio de sol –, a possibilidade de “espreitar o céu” (observações astronómicas) e ficar a conhecer o mais recente trabalho do documentarista Daniel Pinheiro – “Entre o céu e as marés” – que estará no Laboratorio Chimico.</p>
<p>No Museu da Água e Museu Municipal de Coimbra – Edifício Chiado e Torre de Almedina –, entre as diversas atividades, destaque para a inauguração da exposição “As pontes de Coimbra que se afogaram no rio”, pesquisa de Jorge de Alarcão e desenhos de José Luís Madeira.</p>
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		<title>Oito desalojados em fogo na rua Figueira da Foz</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2013/05/oito-desalojados-em-fogo-na-rua-figueira-da-foz/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 10:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lídia Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[desalojados]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>

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		<description><![CDATA[No combate ao incêndio – extinto cerca das 20H00 – estiveram cinco veículos e 20 elementos das três corporações de bombeiros, o INEM, a PSP e a Proteção Civil]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Incendio-cjm_net.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82400" alt="Incendio cjm_net" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Incendio-cjm_net-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p><strong>Oito</strong> <strong>desalojados</strong> resultaram ontem de um <strong>incêndio</strong> que praticamente<strong> destruiu</strong> um <strong>apartamento</strong>, na <strong>ladeira da Forca</strong>, no <strong>cruzamento</strong> das<strong> ruas de Aveiro e da Figueira da Foz</strong>. Fonte dos Sapadores de Coimbra, que combateram o sinistro com os Bombeiros Voluntários de Coimbra e de Brasfemes, disse que o alerta foi dado às 18H10 de ontem.</p>
<p>O aparato registado no local com as operações de combate ao incêndio, bem como questões de segurança para quem circulava na via, determinaram o corte daquelas ruas, das mais movimentadas da cidade àquela hora do dia.</p>
<p>O incêndio deflagrou no n.º 8, um T0 apenas habitado por um homem, de 54 anos, que ficou visivelmente perturbado, tendo sido assistido pelo INEM, tal como uma vizinha, que inalou fumos e apresentava sinais de ansiedade.</p>
<p> Texto na íntegra  na edição impressa</p>
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		<title>“Pode haver novas derrocadas de prédios na Baixa de Coimbra”</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 08:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista a Carlos Clemente, presidente da Junta de Freguesia de São Bartolomeu]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/clemente.jpg"><img class="size-medium wp-image-82389 aligncenter" alt="clemente" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/clemente-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Se lhe <strong>perguntassem</strong> o que <strong>faz</strong> falta à freguesia, o que <strong>responderia</strong>?<br />
Faz <strong>falta</strong>, fundamentalmente, <strong>pessoas</strong> a habitarem na <strong>Baixa</strong>, faz falta o <strong>comércio</strong> <strong>tradicional</strong> ter outro <strong>dinamismo</strong> e faz falta, <strong>obviamente</strong>, criar <strong>cultura</strong> permanente na <strong>Baixa</strong>, dando-lhe maior <strong>qualidade</strong> de vida. Com estes três <strong>vetores</strong>, estou <strong>convencido</strong> que a <strong>Baixa</strong> seria um polo de <strong>atração</strong> a quem nela <strong>habita</strong> e a quem nos <strong>visita</strong>.</p>
<p>E vai deixar a junta sem conseguir resolver estes problemas?<br />
É uma das minhas mágoas, enquanto presidente da junta. Gostaria de ter visto avançar a reabilitação urbana da Baixa. Há uns anos atrás, houve a requalificação da zona pedonal, mas depois não avançou para a parte habitacional. Temos um parque muito degradado, muito por culpa dos proprietários que entendem ser mais fácil deixar cair os imóveis. Depois, temos na “Praça 8 de Maio” gente que demora a responder às solicitações, levando mesmo alguns proprietários ao desespero com tanta exigência, burocracia e fiscalização. Tudo isto leva a que a Baixa não seja atrativa para os investidores.</p>
<p>Que comentário lhe merece o estado atual do Bota-Abaixo?<br />
Uma vergonha. Sempre pensei que o projeto do Metro Mondego fosse uma realidade para Coimbra. Fui das pessoas que acompanhei o processo desde início, mas agora fico desgostoso com o estado de abandono em que aquela zona se encontra. Pensava que a câmara e a Metro Mondego pudessem, no mínimo, criar ali algo que não fosse apenas um tapume e uma imagem de abandono no coração da Baixa de Coimbra.</p>
<p>A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) deveria ter apresentado mais trabalho?<br />
Muito se fala nessa sociedade. Aliás, há alguns anos atrás, perguntei numa Assembleia Municipal se SRU era alguma marca de refrigerante. As pessoas entenderam o que quis dizer. Penso que a sociedade só começará a funcionar a partir de agora, porque até esta altura nada tem feito. É uma situação crítica.</p>
<p>A crise ajuda a explicar a atual situação?<br />
Hoje, a crise é desculpa para tudo: ineficácia, inoperância, desleixo. A crise existe, é bem visível, infelizmente, na minha freguesia. A junta a que presido tenta inverter a situação, mas não conseguimos resolver as coisas.</p>
<p>A Baixa vive um clima de crise social?<br />
Em todas as áreas. Hoje, a crise na Baixa é geral. Há um grupo de pessoas com vontade de inverter a situação, mas somos poucos. Quem tem a responsabilidade social da cidade refugia-se nos gabinetes e não traz para o exterior algumas soluções. Estou à vontade para o dizer. Nós, Junta de Freguesia, somos muito pequenos para ajudar a ultrapassar estas questões. Pena é que me vá embora desta freguesia e deixe, pela negativa, um trabalho que não contou com o apoio de quem está acima de nós. Por exemplo, no último ano e meio, nunca assinei tanto atestado de pessoas com carências económicas.</p>
<p><strong>(ler entrevista integral na edição impressa deste sábado do DIÁRIO AS BEIRAS)</strong></p>
<p>António Alves<br />
antonio.alves@asbeiras.pt</p>
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		<title>Opinião – Reguladores</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 06:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Opiniao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Serrasqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
		<category><![CDATA[sistema económico]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Serrasqueiro - Deputado PS]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/FERNANDO-SERRASQUEIRO.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-82415" alt="FERNANDO SERRASQUEIRO" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/FERNANDO-SERRASQUEIRO.jpg" width="236" height="124" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="text-decoration: underline;">Fernando Serrasqueir</span>o</em></p>
<p>Sou defensor dum<strong> sistema</strong> <strong>económico</strong> assente numa <strong>economia</strong> de mercado em que a intervenção do<strong> Estado</strong> se resume à promoção do equilíbrio das relações entre as partes porque a <strong>regulação</strong> o substitui. Daí a necessidade duma regulação forte, independente e que promova uma concertação de modo a que os mercados funcionem em ambiente concorrencial leal.</p>
<p>Assim o enquadramento institucional da regulação é uma peça central do sistema económico pelo que uma lei-quadro dessa área será um instrumento fundamental de orientação para a construção dum espaço económico, competitivo e equilibrado.</p>
<p>O governo apresentou recentemente na Assembleia da República uma iniciativa legislativa orientadora dos reguladores. No entanto em vez de fixar as áreas económicas específicas a regular o executivo optou por listar os reguladores, confirmando os atuais, redenominados ou reestruturados e sem inclusão do BP e da Entidade Reguladora da Comunicação Social.</p>
<p>Esse projeto tem uma excessiva componente administrativa, fraca ambição, pouco inovador e com grandes lacunas. Tem uma componente sectorial e só a Autoridade da Concorrência é transversal.</p>
<p>Tendo em conta a experiência adquirida e a evolução dos diferentes sectores inovar-se-ia com a criação de regulador de redes, por ser hoje uma atividade própria autónoma da produção. A inclusão num só regulador uniformizaria e daria coerência às redes e fixaria regras comuns de acesso.</p>
<p>É tempo de o governo se ir afastando destas instituições e possibilitar maior intervenção da Assembleia da República, não mitigada, como constante deste projeto, em que só intervém na audição dos indigitados gestores e em que só o presidente pode falar com a AR.</p>
<p>A questão tarifária, importante na regulação, não é abordada, nem sequer para dizer quais os reguladores que tem ou não essa competência. Hoje são variadas e múltiplas as ações de fixação das tarifas.</p>
<p>Não compreendemos que só no estatuto, a aprovar posteriormente pelo governo, se defina ou não a existência de Conselhos Tarifários e Conselhos Consultivos, com representantes dos consumidores. Ao procurar o equilíbrio entre a procura e a oferta a regulação não pode cingir-se ao espaço interoperadores e afastar os interesses dos consumidores, totalmente omissos nesta legislação.</p>
<p>O projeto governativo entrado na AR é recauchutado, tímido, centralizador e conservador. Tecnicamente apresenta deficiente clarificação e extensão das atribuições e poderes, e necessita de uniformizar conceitos.</p>
<p>Quando se esperava um documento de opções políticas surge um administrativo mais preocupado com a nomeação, composição, funções e remuneração da administração, estatuto do pessoal, financiamento, etc.</p>
<p>Era preciso ir mais longe. Será que a discussão na especialidade produzirá melhorias?</p>
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		<title>Opinião – Mais desemprego</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 06:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Opiniao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Valente]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>

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		<description><![CDATA[Joaquim Valente, Presidente da Câmara Municipal da Guarda]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a style="font-size: 13px; line-height: 19px;" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/JOAQUIM-VALENTE.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-82420" alt="JOAQUIM VALENTE" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/JOAQUIM-VALENTE.jpg" width="236" height="124" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><em>Joaquim Valente</em></span></p>
<p>No passado dia 1 de Maio, <strong>Dia do Trabalhador</strong>, relembramos <strong>Maio</strong> de 1886, quando em Chicago 500 mil <strong>trabalhadores</strong> saíram à rua pacificamente exigindo 8 horas de trabalho diário numa sociedade onde os<strong> direitos</strong> laborais eram equacionados a favor dos mais “fortes”.</p>
<p>A perseguição e a repressão sobre os manifestantes foi implacável e brutal, mas a união e a solidariedade dos trabalhadores foi forte mas os direitos aos poucos foram sendo adquiridos.</p>
<p>Em Portugal os trabalhadores comemoram-no com várias atividades, mas este ano as manifestações tiveram outra significância, dado que a tónica foi no combate ao desemprego que devia ser neste momento o motivo essencial para uma grande mobilização social.</p>
<p>O desemprego em Portugal não pára de aumentar, perante a indiferença do Governo que até hoje foi incapaz de apresentar uma única medida económica para o evitar, antes pelo contrário adota políticas que têm provocado mais e mais desemprego destruindo nos últimos dois anos a economia.</p>
<p>O desemprego e a instabilidade no mundo do trabalho tornou-se a preocupação dominante das famílias um drama pessoal cujo alcance social e económico é difícil de equacionar, e que decerto levará os portugueses a culpar os actuais governantes, pelo estado ruinoso do país.</p>
<p>Actualmente em Portugal a maior causa do desemprego deve-se à retração da economia, à falta de crescimento real do PIB que desde 2011 tem registado forte contração o que torna impossível a dinamização de mercado de trabalho, numa visão política de empobrecimento deliberado.</p>
<p>Até final do ano com as medidas de corte na despesa anunciadas para a administração pública prevê-se que a taxa de desemprego ainda venha a aumentar mais e é cada vez maior o número de pessoas que se dirigem às instituições de solidariedade social para se alimentarem, porque a fome já faz parte do seu quotidiano, e são pessoas que têm qualificações profissionais para terem uma vida digna.</p>
<p>A crise com que nos deparamos e que se prevê duradoura e catastrófica, se o governo persistir nos erros das suas políticas vão destruir o País e abrir caminhos para bloqueios políticos perigosos.</p>
<p>Um dos males provocados pelo desemprego são os efeitos psicológicos, porque a pessoa que quer trabalhar e não tem trabalho, sente-se inútil, não sabe como ocupar o tempo, perde autoestima, entra em depressão e é “chamariz” fácil para os extremismos políticos e sociais.</p>
<p>O recente “DEO &#8211; Documento de Estratégia Orçamental” não contém nenhuma medida que vise o incentivo ao emprego, ou o combate ao desemprego, ou medidas para o incremento económico de Portugal, sem perspetivas para o futuro dos portugueses, só impostos e impostos disfarçados.</p>
<p>Assistimos aos poucos à destruição da nossa economia, ao desmoronamento das várias estruturas do Estado ao empobrecimento da maioria dos Portugueses, ao descrédito do próprio governo e por isso sabemos, pela política de proximidade, que os Portugueses cada vez mais, estão a distanciar-se dos políticos e a suportar com muitas dificuldades e muita raiva todas estas medidas sem senso e sem consenso.</p>
<p>Até quando, mais do mesmo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Miranda do Corvo lança concurso para restaurar igreja matriz</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2013/05/miranda-do-corvo-lanca-concurso-para-restaurar-igreja-matriz/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda do Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[restauro]]></category>
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		<description><![CDATA[O município de Miranda do Corvo lançou, em Diário da República, o concurso público para o restauro da igreja matriz, nomeadamente a conservação e restauro do Altar-mor, altares laterais, púlpito e esculturas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82376" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Miranda.jpg"><img class="size-medium wp-image-82376" alt="Foto: autocaravanista.blogspot.com" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/Miranda-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: autocaravanista.blogspot.com</p></div>
<p>O <strong>município</strong> de <strong>Miranda do Corvo</strong> lançou, em <strong>Diário</strong> da República, o <strong>concurso</strong> <strong>público</strong> para o <strong>restauro</strong> da igreja <strong>matriz</strong>, nomeadamente a <strong>conservação</strong> e <strong>restauro</strong> do Altar-mor,<strong> altares laterais</strong>, púlpito e <strong>esculturas</strong>.</p>
<p>O preço base do concurso é de 67.463 euros, com um prazo de execução de 150 dias após a consignação dos trabalhos.</p>
<p>Segundo o vice-presidente da Câmara, Reinaldo Couceiro, a obra insere-se numa candidatura do município à Rede Urbana dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego.</p>
<p>Construída em 1786, a atual igreja matriz deverá ser a terceira desde que D. Afonso Henriques concedeu foral à povoação, em 19 de novembro de 1136.</p>
<p>Segundo o historiador Belisário Pimenta, a primeira terá sido construída dentro das muralhas do antigo castelo medieval, quando da sua reconstrução.</p>
<p>Um segundo templo terá sido erguido, também dentro do castelo, por volta do ano 1400, mas a sua construção não terá sido feita com a devida solidez, porque passado menos de 300 anos já se falava em edificar uma nova igreja.</p>
<p>Ainda de acordo com o historiador, o rei D. Pedro II chegou a autorizar que fosse utilizada a pedra das muralhas (já em franca derrocada) para a sua construção, que só avançou em finais do século XVIII.</p>
<p>Entretanto, a autarquia de Miranda do Corvo já consignou a empreitada de requalificação da zona envolvente à igreja matriz de Miranda do Corvo, conhecida pelo Calvário.</p>
<p>De acordo com o executivo municipal, a intervenção vai incidir sobre a requalificação e criação de condições de visitação e acessibilidade à ladeira do Calvário, torre sineira e percursos de ligação, recuperação e requalificação dos painéis de azulejos que representam a via-sacra, das infraestruturas elétricas, iluminação e escoamento de águas pluviais e tratamento paisagístico.</p>
<p>A zona do Calvário, para além dos edifícios de caráter religioso, dos remanescentes do antigo castelo e da necrópole descoberta recentemente, dispõe ainda de uma coleção de painéis de gravuras representativas da via-sacra, da autoria de Monsenhor Nunes Pereira, que serão restauradas e valorizadas através de nova colocação.</p>
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		<title>Oleiros: Três alojamentos adaptados para bicicletas</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2013/05/oleiros-tres-alojamentos-adaptados-para-bicicletas/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cast. Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bicilcleta]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Oleiros]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Três unidades de alojamento turístico do concelho de Oleiros vão passar a integrar a rede nacional de espaços especialmente preparados para acolher visitantes que viajam de bicicleta]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/oleiros2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82372 aligncenter" alt="oleiros2" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/oleiros2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Três <strong>unidades</strong> de alojamento <strong>turístico</strong> do concelho de <strong>Oleiros</strong> vão passar a <strong>integrar</strong> a rede <strong>nacional</strong> de espaços <strong>especialmente</strong> preparados para <strong>acolher</strong> visitantes que <strong>viajam</strong> de <strong>bicicleta</strong>.</p>
<p>A rede de Bikotels (designação criada juntando a palavra inglesa bike, que significa bicicleta, e a palavra hotel) está descrita em www.bikotels.com.</p>
<p>Em Oleiros, passam a integrar este grupo de alojamentos os espaços da Casa dos Hospitalários (Aldeia do Xisto de Álvaro), a unidade S. Torcato Moradal (Estreito) e o Vilar dos Condes (Madeirã).</p>
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		<title>Guarda: Alteração ao trânsito na zona do Bonfim</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Bonfim]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O trânsito na zona do Bonfim, na cidade da Guarda, vai sofrer alterações a partir de segunda-feira, anunciou  a Câmara Municipal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/bonfim2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82368 aligncenter" alt="bonfim2" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/bonfim2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>O <strong>trânsito</strong> na zona do <strong>Bonfim</strong>, na cidade da <strong>Guarda</strong>, vai sofrer <strong>alterações</strong> a partir de <strong>segunda-feira</strong>, anunciou a <strong>Câmara</strong> Municipal.</p>
<p>Segundo a autarquia, no âmbito da conclusão das obras de &#8220;Requalificação Urbana e Paisagística da Rede Viária Estruturante do bairro do Bonfim &#8211; rua Almeida Garrett&#8221;, a partir daquele dia a rua Álvaro Gil Cabral fica apenas com sentido descendente, na direção Alfarazes, Bairro Nossa Senhora dos Remédios ou Via de Cintura Externa &#8211; VICEG.</p>
<p>A rua Almeida Garrett fica apenas com sentido ascendente, mas com duas faixas de rodagem na direção do centro da cidade, indica.</p>
<p>&#8220;A partir desta data está proibida a circulação a todo o trânsito de pesados de mercadorias e passageiros, exceto viaturas de recolha de resíduos&#8221;, acrescenta a nota.</p>
<p>A autarquia também alerta que &#8220;apesar de a obra se encontrar na sua fase final, pontualmente, poderão ocorrer pequenos constrangimentos na circulação&#8221; rodoviária naquela zona da cidade.</p>
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