<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258</id><updated>2024-11-01T04:34:00.784-03:00</updated><category term="Informações Gerais"/><category term="Fisioterapia"/><category term="Reflexão"/><category term="Livros e Publicações"/><category term="Sintomatologia"/><category term="Alimentação"/><category term="Genética"/><category term="Ataxias"/><category term="Farmacologia"/><category term="Outras Terapias"/><category term="Depoimentos"/><category term="Dicas Diversas"/><title type='text'>Ataxia Net</title><subtitle type='html'>Ataxianet é um site desenvolvido para pacientes com ataxia (desordem neurológica que afeta o equilíbrio e a coordenação muscular), seus familiares e amigos, para auxiliá-los a conviver e enfrentar a ataxia, mantendo a qualidade de vida. Contém informações atualizadas, inclusive com links de grupos e organizações nacionais e internacionais que tratam do assunto.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>201</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8710324855281597547</id><published>2013-02-28T21:53:00.002-03:00</published><updated>2013-02-28T21:53:38.075-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>ATAXIA PROVOCA DISTROFIA MUSCULAR?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;O que é distrofia muscular?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O termo distrofia muscular Refere-se a um grupo de mais de 30 doenças gnéticas que causam fraqueza progressiva e degeneração dos músculos&lt;br /&gt;
esqueléticos usados durante o movimento voluntário. Essas doenças variam em&lt;br /&gt;
idade do aparecimento, gravidade e padrões dos músculos afetados. Todas as formas de distrofia&lt;br /&gt;
muscular ficam piores à medida que os músculos degeneram progressivamente e enfraquecem. A maioria dos pacientes acaba perdendo a capacidade de caminhar.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Alguns tipos de distrofia muscular também afetam o coração, sistema gastrintestinal, glândulas endócrinas, espinha, olhos, cérebro e outros&lt;br /&gt;
órgãos. Doenças respiratórias e cardíacas são comuns, e alguns pacientes podem desenvolver problemas para engolir.&lt;br /&gt;
Distrofia muscular não é contagiosa e não pode ser adquirida através de lesão ou alguma atividade.&lt;br /&gt;
Causa da distrofia muscular.&lt;br /&gt;
Todos os tipos de distrofia muscular são herdados e envolvem a mutação de um dos milhares de genes que programam as proteínas, as quais são críticas para a integridade muscular. As células do organismo não funcionam apropriadamente quando as proteínas são afetadas ou produzidas em quantidades insuficientes. Muitos casos de distrofia muscular ocorrem em decorrência de mutação espontânea, que não é encontrada nos genes de nenhum dos pais, e esse&lt;br /&gt;
defeito pode ser passado à próxima geração. Genes contêm mensagens codificadas que determinam as características de uma pessoa e estão arrumados em 23 pares de cromossomos com metade de cada par herdada de cada pai.&lt;br /&gt;
Distrofia muscular pode ser herdada de três formas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Herança autossômica dominante ocorre quando a criança recebe um gene normal de uma pai e eu defeituoso do outro. Chama-se &quot;dominante&quot; porque&lt;br /&gt;
apenas um dos pais precisa passar um gene anormal para produzir a distrofia muscular. Em famílias onde um dos pais carrega um gene defeituoso dominante, cada criança tem 50% de probabilidade de herdá-lo, e desta forma desenvolver distrofia muscular. Homens e mulheres têm risco igual e a gravidade da doença&lt;br /&gt;
varia de pessoa para pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Herança autossômica recessiva significa que ambos os pais precisam carregar e passar o gene defeituoso. Cada pai tem um gene defeituoso, porém não desenvolvem distrofia muscular. Crianças nessas famílias têm 25% de chances de&lt;br /&gt;
herdar ambas as cópias do gene defeituoso e assim desenvolver a doença, e 50% de chances de herdar apenas um gene e desta forma não desenvolver distrofiamuscular mas ser capaz de passar esse gene defeituoso à próxima geração.&lt;br /&gt;
Crianças de ambos os sexos podem ser afetadas por esse padrão de herança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Herança recessiva ligada ao sexo ocorre quando a mãe carrega o gene afetado em um dos dois cromossomos X e o passa ao filho homem&lt;br /&gt;
(homens sempre herdam o cromossomo X da mãe e Y do pai, enquanto mulheres herdam o cromossomo X de ambos os pais). Homens filhos de mães portadores têm 50% de chances de herdar a doença. Mulheres filhas de mães portadoras têm 50% de chances de herdar o gene defeituoso mas geralmente não desenvolvem a doença desde que o cromossomo X que herdou do pai possa compensar o defeituoso.&lt;br /&gt;
Mulheres portadoras do gene defeituoso ocasionalmente podem exibir sintomas leves de distrofia muscular.&lt;br /&gt;
Tratamento para distrofia muscular&lt;br /&gt;
Não há tratamento específico que possa parar ou reverter a progressão de qualquer tipo de distrofia muscular. Todas as formas de distrofia&lt;br /&gt;
muscular são genéticas e não podem ser prevenidas. O tratamento para distrofia muscular visa manter o paciente independente o maior tempo possível e prevenir complicações resultantes da fraqueza, diminuição de mobilidade e dificuldades cardíacas e respiratórias. O tratamento pode envolver uma combinação de ações como fisioterapia, remédios e cirurgia. Ventilação assistida é muitas vezes necessária para tratar a fraqueza respiratória que acompanha muitas formas de distrofia muscular, especialmente nos últimos estágios. A terapia com remédios pode ser receitada para adiar a degeneração muscular. Porém, os remédios podem ter efeitos colaterais como ganho de peso e fragilidade óssea que podem ser problemáticos especialmente para crianças. Antibióticos podem ser usados para tratar infecçõesn &amp;nbsp;respiratórias.&lt;br /&gt;
Fisioterapia pode ajudar a prevenir ddeformidades, melhorar a movimentação e manter os músculos o mais flexíveis e fortes possível. A fisioterapia deve começar o mais cedo possível depois do diagnóstico, antes que ocorra rigidez da musculatura e articulações.&lt;br /&gt;
Mudanças na dieta não mostraram efeito na diminuição da progressão da distrofia muscular. Porém, alimentação apropriada é essencial&lt;br /&gt;
para a saúde geral. A limitação de mobilidade resultante da fraqueza muscular pode contribuir para obesidade, desidrataçãoe constipação. Uma dieta com poucos carboidratose rica em fibrase proteínas, combinada com ingestão apropriada de fluidos, pode ajudar. Zacientes com distrofia&lt;br /&gt;
muscular com problemas para engolir ou respirar, e aqueles que perderam a capacidade de caminhar independentemente, devem ser monitorados para sinais de mal nutrição.&lt;br /&gt;
Terapia ocupacional pode ajudar alguns pacientes a lidar com a fraqueza progressiva e perda de mobilidade. Algumas pessoas podem precisar&lt;br /&gt;
aprender novos trabalhos e outras formas de realizar tarefas, enquanto outras precisam trocar de emprego. Ajuda tecnológica pode incluir modificações na arrumação de casa e trabalho, assim como uso de cadeira de rodas motorizada, acessórios para cadeira de rodas utensílios adaptados. Cirurgia corretiva é&lt;br /&gt;
muitas vezes feita para aliviar as complicações decorrentes da distrofia muscular.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8710324855281597547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/ataxia-provoca-distrofia-muscular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8710324855281597547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8710324855281597547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/ataxia-provoca-distrofia-muscular.html' title='ATAXIA PROVOCA DISTROFIA MUSCULAR?'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-1434610571865857283</id><published>2013-02-26T20:45:00.000-03:00</published><updated>2013-02-26T20:49:36.893-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>CADEIRANTE SUBAQUATICA</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma.
Não tenha medo de errar, pois
você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro.&quot;&lt;br /&gt;
Franklin Delano Roosevelt(1882- 1945)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/IPh533ht5AU&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/1434610571865857283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/cadeirante-subaquatica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1434610571865857283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1434610571865857283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/cadeirante-subaquatica.html' title='CADEIRANTE SUBAQUATICA'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/IPh533ht5AU/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-4214884995341829268</id><published>2013-02-26T20:17:00.000-03:00</published><updated>2013-02-26T20:19:26.548-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Quem gosta de um cafezinho aí?</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Modificando a progressão da doença Machado-Joseph por meio do bloqueio de cafeína nos receptores de adenosina A2A.&lt;br /&gt;
Tradução: Eduardo LIIMA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doença Machado-Joseph ou ataxia espinocerebelar tipo 3 (MJD/SCA3) é um mal neurodegenerativo genético originalmente descrito em pessoas de ascendência portuguesa. Trata-se da mais comum das ataxias geradas de modo dominante em todo o mundo. A MJD se associa com a expansão do número de CAGs presentes na região codificadora do causador -- o MJD1/ATXN3. A repetição excessiva e anormal do trinucleotídeo CAG é expressa em um trato da poliglutamina expandida (polyQ) com a ataxina 3 (Atax3), uma proteína envolvida na desubiquitinação, o que resulta em manifestações clínicas graves, que invariavelmente levam a óbito. Não se encontra disponível nenhum tratamento. Nós e outros já demonstramos que a patogênese da MJD se associa à proteólise mediada pela calpaína na ataxina 3 mutante (Haacke et al 2006, Koch et al 2011, Simões et al 2012 revista Brain). As calpaínas são ativadas pelo cálcio cujos níveis nos neurônios se elevam ao se dar a excitação dos receptores. Já que a cafeína (sabidamente um antagonista não-seletivo de receptores de adenosina) bloqueia os receptores de adenosina A2A (A2AR),além de modular a excitação excessiva glutamergênica, propomo-nos a investigar o uso da cafeína no alívio da MJD4141414141414141. Nossos dados preliminares sugerem que a inativação do A2AR combinado à cafeína como recém-descoberta meta terapêutica para administrar a MJD, uma abordagem que pode ser levada aos pacientes a curto prazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PESQUISA COMANDADA POR LUIS DE ALMEIDA (UNIV.DE COIMBRA) E GANHADORA DE BOLSA DO NAF (NATIONAL ATAXIA FOUNDATION – EUA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE: ABAHE&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/4214884995341829268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/quem-gosta-de-um-cafezinho-ai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4214884995341829268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4214884995341829268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2013/02/quem-gosta-de-um-cafezinho-ai.html' title='Quem gosta de um cafezinho aí?'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Belém - PA, República Federativa do Brasil</georss:featurename><georss:point>-1.4550205 -48.502368199999978</georss:point><georss:box>-1.9630040000000002 -49.147815199999975 -0.947037 -47.856921199999981</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-619568397075707659</id><published>2012-11-13T00:33:00.000-03:00</published><updated>2012-11-13T00:33:36.036-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Genética"/><title type='text'> Seleção genética ajuda bebês a nascerem com saúde perfeita</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Objetivo é evitar transmissão de doenças hereditárias. No Brasil, seleção genética segue normas rígidas determinadas pelo Conselho Federal de Medicina.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Veja em:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/8gzx7bp&quot;&gt;http://tinyurl.com/8gzx7bp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Edição do dia 21/10/2012 do progama fantástico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/619568397075707659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/11/selecao-genetica-ajuda-bebes-nascerem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/619568397075707659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/619568397075707659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/11/selecao-genetica-ajuda-bebes-nascerem.html' title=' Seleção genética ajuda bebês a nascerem com saúde perfeita'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-2329423249897277186</id><published>2012-10-24T22:04:00.000-03:00</published><updated>2012-10-24T22:04:31.988-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fisioterapia"/><title type='text'>EXEMPLO DE FISIOTERAPIIA</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/axxyDe8M3Ho&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/2329423249897277186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/10/exemplo-de-fisioterapiia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/2329423249897277186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/2329423249897277186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/10/exemplo-de-fisioterapiia.html' title='EXEMPLO DE FISIOTERAPIIA'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/axxyDe8M3Ho/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-4987948460038115147</id><published>2012-05-01T13:30:00.000-03:00</published><updated>2012-05-01T13:32:53.377-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Proteína retarda doença cerebral degenerativa</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Uma proteína que promove crescimento dos neurônios e vasos sanguíneos pode parar a progressão de uma doença genética degenerativa no cerebelo, de acordo com uma nova pesquisa pré-clínica realizada na Universidade Northwestern e publicada na revista Nature Medicine.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doença, ataxia espinocerebelar tipo 1, ataca principalmente na faixa dos 30 e 40 anos e causa degeneração no cerebelo, área do cérebro que ajuda a coordenar movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Com a progressão da doença de 10 a 20 anos os pacientes morrem de aspiração ou pneumonia infecciosa.&lt;br /&gt;
A doença é causada pela mutação da proteína chamada ataxin-1, que tem papel de regular a proteína chamada fator de crescimento endotelial vascular ou VEGF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os cientistas reabasteceram de VEGF o cérebro de um rato que tinha a doença, estava com o cerebelo atrofiado, ele começou a ficar normal e houve aumento nas conexões entre os neurônios. Os camundongos também tiveram melhorias no equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Punnet Opal, professor de neurologia e biologia celular e molecular da Escola de Medicina da Universidade Northwestern, se o VEGF for administrado no início da doença ele impede a degeneração. A pesquisa aponta que o uso da substância aumenta os vasos sanguíneos no cérebro e também impede os neurônios de morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo fornece novas informações sobre a doença degenerativa, pois os pacientes já nascem com a doença, mas só a desenvolvem quando passam a envelhecer. &quot;Pode haver uma conexão entre a mutação genética dos pacientes com seus vasos sanguíneos não se manterem à medida que eles envelhecem&quot;, explica Opal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o líder do estudo, assim que o VEGF foi entregue aos ratos, os vasos sanguíneos foram aumentados e a doença parou de progredir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte:·Uol&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/4987948460038115147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/05/uma-proteina-que-promove-crescimento.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4987948460038115147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4987948460038115147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2012/05/uma-proteina-que-promove-crescimento.html' title='Proteína retarda doença cerebral degenerativa'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-6525244235248828411</id><published>2011-12-21T01:33:00.002-03:00</published><updated>2011-12-21T01:40:13.187-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Depoimentos"/><title type='text'>MINHA VIDA COM ATAXIA</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por Arlindo Assada&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Ataxia, na acepção que aparece no dicionário Aurélio, refere-se à &amp;nbsp;incapacidade de coordenação dos movimentos musculares voluntários e que pode &amp;nbsp;fazer parte do quadro clínico de numerosas doenças do sistema nervoso. &amp;nbsp;Trata-se, portanto, de um sintoma que, em um sentido amplo, pode estar &amp;nbsp;presente em vários tipos de patologias (como nos AVCs - ou derrames -, na &amp;nbsp;esclerose múltipla, na intoxicação alcoólica, deficiência de vitamina b12, &amp;nbsp;entre outras).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se, de forma didática, considerar que as ataxias podem ser de causa &amp;nbsp;&quot;genética&quot; (ataxias hereditárias) ou adquiridas (decorrentes, por exemplo, de &amp;nbsp;efeitos ambientais, tumores, doenças neuroimunológicas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto não é transmissível entre pessoas, como outros tipos de doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Trabalhei &amp;nbsp;como executivo de multinacionais por muitos anos, mas em &amp;nbsp;2.005 a minha vida mudou, comecei sentir a mudança no equilíbrio, quando fui &amp;nbsp;convidado para uma partida de futebol de salão não consegui correr, e também &amp;nbsp;comecei notar a dificuldade na escrita, por causa do &amp;nbsp;músculo enrijecido, &amp;nbsp;e &amp;nbsp;articulação &amp;nbsp;travada, sentia muita dor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 apresentava muita dificuldade na marcha, na fala, coordenação e &amp;nbsp;engasgo ao tomar água, até com saliva, quase não dava para me locomover &amp;nbsp;sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consultei vários médicos neurologista, diagnosticavam como labirintite. &amp;nbsp;Após vários testes e exames deram o resultado de Ataxia, uma doença incurável &amp;nbsp;atualmente. Essa noticia me deixou sem o chão, fiquei desesperado sem saber o &amp;nbsp;que fazer, senti que meu mundo tinha acabado, sem emprego e sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente faço as consultas na assistência médica, e no Hospital São &amp;nbsp;Paulo (USP), com Dr. Helio Barsotti, Dr José Luiz e Dr. Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiz vários exames para identificar que tipo de SCA estou sofrendo, mas até agora não foi diagnosticado o tipo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como esta doença ainda não tem cura, para melhorar e sofrer menos, para &amp;nbsp;ter qualidade de vida um pouco melhor, comecei fazer pesquisa na internet, e &amp;nbsp;me servindo de cobaia, encontrei alguns produtos que me tem ajudado &amp;nbsp;muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não deixar evoluir e manter a doença é um grande passo, se melhorar mesmo &amp;nbsp;que seja um pouco é uma grande vitória!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Travesseiro magnetico, pulseira com holagrama, camiseta com titanium. &amp;nbsp;Com estes produtos senti pequena melhora.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cloreto de magnésio: eliminou a muita dores musculares que me &amp;nbsp;atormentava, nem a acupuntura nem a massagem resolvia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Proteinato de cálcio de 23%: Eliminou as câimbras horriveis que sentia &amp;nbsp;a qualquer hora.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cloridrato de bupropiona: ajuda um pouco no equilibrio.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Resveratrol – Polygonum cuspidatum – melhorou um pouco a marcha, a &amp;nbsp;fala, o equilíbrio, engasgo, e o raciocínio voltou quase &amp;nbsp;como era &amp;nbsp;antes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Albumina, Maltodextrina e Creatina: tem &amp;nbsp;fortalecido os músculos &amp;nbsp;, ajudando na locomoção e na marcha.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além destes produtos , para melhorar a disposição, tomo omega3, &amp;nbsp;vitamina E, energéticos homeopáticos e colágeno.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Frequento a academia de ginástica uma hora por dia, utilizando mais de &amp;nbsp;10 aparelhos, para fortalecer músculos das pernas, braços e tronco.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;
No inicio da ataxia até alguns meses atrás não conseguia locomover direito e nem dirigir o carro, não tinha segurança, mas agora voltei a dirigir normalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje levo a minha vida sozinho quase normal.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/6525244235248828411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/12/minha-vida-com-ataxia.html#comment-form' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6525244235248828411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6525244235248828411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/12/minha-vida-com-ataxia.html' title='MINHA VIDA COM ATAXIA'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8139158100669208778</id><published>2011-08-04T13:27:00.001-03:00</published><updated>2011-08-04T13:28:56.743-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Variação nos cromossomos de neurônios é nova dificuldade para terapias com células-tronco</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/fotos/2011/06/07/07_MHB_celulatronco.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://oglobo.globo.com/fotos/2011/06/07/07_MHB_celulatronco.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;RIO - Aprendemos na escola que todas as células humanas (com exceção dos espermatozoides e óvulos) têm 23 pares de cromossomos, 46 deles no total. Isso, no entanto, não é verdade para os neurônios, que podem acabar com mais ou menos deles em sua gênese, seja ela natural ou proveniente de células-tronco, mostram estudos realizados por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicados no periódico científico online &quot;PLoS ONE&quot;. Segundo Stevens Rehen, professor titular do instituto e um dos autores dos artigos, isso cria uma identidade cerebral que torna cada indivíduo ainda mais único.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Somos mais diferentes do que imaginávamos - conta Rehen. - Como essa perda ou ganho de cromossomos acontece no momento da diferenciação das células-tronco em neurônios, ela não é uma característica herdada. Essa variação poderia explicar, por exemplo, as diferenças de comportamento de gêmeos idênticos.&lt;br /&gt;
Um terço dos neurônios não tem 46 cromossomos&lt;br /&gt;
Conhecido como aneuploidia, o fenômeno também estaria por trás do maior risco de algumas pessoas desenvolverem doenças degenerativas como o mal de Alzheimer. Neste caso, explica Rehen, já foi verificado que pessoas que têm muitos neurônios com três cópias do cromossomo 21 no seu cérebro são mais propensas a sofrerem do mal.&lt;br /&gt;
- O cérebro é como um mosaico - diz o pesquisador. - Pelo menos um terço dos neurônios do cérebro de um adulto não têm 46 cromossomos. Isso altera completamente a expressão gênica dos neurônios, levando as redes neurais a terem um repertório de respostas diferente a um estímulo ou na cognição. Entender como esse mosaico é formado poderia ajudar a explicar a suscetibilidade a algumas doenças degenerativas.&lt;br /&gt;
A variação no número de cromossomos nos neurônios também cria mais um problema para o desenvolvimento de terapias com células-tronco, considera Rehen. De acordo com ele, todas as pesquisas e testes clínicos feitos até o momento analisam apenas o cariótipo (conjunto de cromossomos) das células-tronco originais, sejam elas embrionárias ou de pluripotência induzida (iPS), e não o das células resultantes de sua diferenciação.&lt;br /&gt;
- Ninguém olha o cariótipo da célula-tronco quando ela já está diferenciada. - aponta ele. - É uma observação inédita e surpreendente, e nosso trabalho apresenta um novo nível de complexidade ao estudo de neurônios produzidos em laboratório visando transplantes ou terapia celular.&lt;br /&gt;
Rehen, no entanto, admite que ainda serão necessários muitos estudos para saber se esta variação dos cromossomos é benéfica, prejudicial ou neutra para a criação de futuros tratamentos.&lt;br /&gt;
- Não sabemos se o número de cromossomos vai interferir nos tratamentos - diz. - Estamos abrindo uma nova frente de trabalho e cabe à comunidade científica internacional usar essa informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/06/07/variacao-nos-cromossomos-de-neuronios-nova-dificuldade-para-terapias-com-celulas-tronco-924630007.asp#ixzz1U4uAc2WQ &lt;br /&gt;
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8139158100669208778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/08/variacao-nos-cromossomos-de-neuronios-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8139158100669208778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8139158100669208778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/08/variacao-nos-cromossomos-de-neuronios-e.html' title='Variação nos cromossomos de neurônios é nova dificuldade para terapias com células-tronco'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8753304352817502871</id><published>2011-08-04T12:12:00.000-03:00</published><updated>2011-08-04T12:12:10.663-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>ATAXIA: QUANDO HÁ PROBLEMAS NA LIGAÇÃO ENTRE O CÉREBRO E OS MÚSCULOS</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sintoma pode indicar diversas doenças difíceis de diagnosticar com precisão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://abahe.org.br/artigo/img/foto000170.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://abahe.org.br/artigo/img/foto000170.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Priscila Fonseca descobriu os&lt;br /&gt;
primeiros sintomas aos&amp;nbsp;26 anos&lt;br /&gt;
e fundou a ABAHE (Foto: Divulgação)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O corpo humano é considerado por muitos cientistas uma máquina perfeita. Os estudos do alemão Norbert Wiener, de certa forma, comprovaram a analogia quando ele demonstrou que, assim como as máquinas, o funcionamento do sistema nervoso central dos homens depende da troca circular de informações: do cérebro para os músculos, depois para os órgãos, os sentidos, etc. Se por acaso houver uma falha de comunicação interna, surgem os problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Um deles é quando o comando do cérebro não é &quot;ouvido&quot; pelo resto do corpo. Esta falha é causada pela ataxia: a incapacidade de coordenação motora. A pessoa portadora desta doença, seja de que tipo for, tem andar cambaleante, perda de equilíbrio, falta de coordenação motora, dificuldade na fala e na deglutição.&lt;br /&gt;
“O que ocorre na ataxia é que o cérebro manda a ordem corretamente, mas o grande intermediador, o cerebelo, não funciona corretamente e isso causa a falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários”, explica Priscila Fonseca, Presidente da Associação Brasileira de Ataxias Hereditárias e Adquiridas (ABAHE).&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8753304352817502871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/08/ataxia-quando-ha-problemas-na-ligacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8753304352817502871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8753304352817502871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/08/ataxia-quando-ha-problemas-na-ligacao.html' title='ATAXIA: QUANDO HÁ PROBLEMAS NA LIGAÇÃO ENTRE O CÉREBRO E OS MÚSCULOS'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-7408346111770134547</id><published>2011-03-25T16:33:00.000-03:00</published><updated>2011-03-25T16:33:44.336-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reflexão"/><title type='text'>Nick Vujicic - Um Exemplo de Vida</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;cecnter&quot;&gt;&lt;iframe title=&quot;YouTube video player&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;349&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/_gJiWJf4dMI?rel=0&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/7408346111770134547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/03/nick-vujicic-um-exemplo-de-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7408346111770134547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7408346111770134547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/03/nick-vujicic-um-exemplo-de-vida.html' title='Nick Vujicic - Um Exemplo de Vida'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/_gJiWJf4dMI/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-6828560011058341322</id><published>2011-02-28T18:50:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T18:50:24.792-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Empréstimo: Camas hospitalares e cadeiras de rodas</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Gratuito e EM TODO BRASIL!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Um ser humano muito especial, chamado Aroldo Mendonça, integrante do Rotary Clube, formou um banco de leitos hospitalares e cadeiras de rodas e os empresta, sem cobrar nada, só pedindo em troca a sua devolução, quando não é mais necessária. Ele é um anjo da guarda para muita gente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Atualmente, o banco, conta com mais de 600 leitos espalhados por todo o Brasil, já que o Sr. Aroldo conserta e aceita doações das camas hospitalares e cadeiras de roda, mesmo quebradas, ele retira no local e leva para a sua oficina que é especializada nesse tipo de conserto; As doações são as propulsoras dos empréstimos e ajudam a mais e mais pessoas, todos os dias e em todos os pontos do país, sem pedir nada em troca..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O frete dos empréstimos fica por conta da pessoa interessada que faz uma espécie de contrato com o Sr. Aroldo por seis meses, sendo renovável por mais tempo, mediante a necessidade do prolongamento do uso do equipamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso precise, ligue para o Sr. Aroldo Mendonça: (21) 2266-2501 (21) 2266-2501 ou (21) 9636-8000 (21) 9636-8000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale divulgar, não é mesmo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passe para sua lista de contatos, de modo a chegar a quem precisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém conhecer pessoas ligadas a hospitais divulguem também. Acredito que se você não precisa e pode ajudar, vai aí uma ótima causa!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/6828560011058341322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/emprestimo-camas-hospitalares-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6828560011058341322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6828560011058341322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/emprestimo-camas-hospitalares-e.html' title='Empréstimo: Camas hospitalares e cadeiras de rodas'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-1220436736908517664</id><published>2011-02-28T18:31:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T18:31:58.196-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Lista de Remédios Gratuitos do Governo Federal</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Abaixo a lista dos medicamentos que o governo fornecerá gratuitamente após 16 de Fevereiro para todos que necessitarem. Basta levar a receita e seu &lt;b&gt;CPF&lt;/b&gt; mais &lt;b&gt;Identidade&lt;/b&gt; a qualquer &lt;b&gt;Farmácia Popular&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Remédio para anticoncepção, asma, diabetes, doença de Parkinson, glaucoma,&amp;nbsp;hipertensão, osteoporose, rinite e outros estão disponíveis à toda&amp;nbsp;população. Clique abaixo para conferir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://xa.yimg.com/kq/groups/24634409/1880292741/name/Medicamentos&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/1220436736908517664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/lista-de-remedios-gratuitos-do-governo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1220436736908517664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1220436736908517664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/lista-de-remedios-gratuitos-do-governo.html' title='Lista de Remédios Gratuitos do Governo Federal'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/s72-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8643141624691702432</id><published>2011-02-28T18:22:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T18:22:59.116-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Expectativa de paciente pode alterar efeito do analgésico</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Uma pesquisa recém-divulgada sugere que as expectativas de pacientes podem tanto potencializar os efeitos de um analgésico como neutralizá-los por completo. Pesquisadores britânicos e alemães aplicaram calor nos pés de 22 pacientes, que em seguida tiveram de quantificar o grau de dor sentida em uma escala de 0 a 100.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Simultaneamente, os pacientes eram submetidos a um scâner cerebral, que exibia as condições das diferentes regiões do cérebro enquanto os testes eram realizados. Após a aplicação do calor, o nível médio de dor sinalizado por eles foi de 66. Os pacientes que estavam também conectados a um dispositivo intravenoso pelo qual poderiam receber doses de medicamentos sem ser informados, recebiam, então, um poderoso analgésico chamado remifentanil. Depois disso, eles passaram a sinalizar 55 como sendo seu índice de dor. Os pesquisadores informaram-nos, em seguida, que eles estavam sendo medicados com um analgésico, e a nota dada por eles caiu para 39. Então, mantendo a mesma dose, eles foram informados de que a aplicação do analgésico havia sido suspensa e que eles provavelmente sentiriam dor. Com isso, a nota subiu para 64.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, apesar de eles estarem recebendo remifentanil, relataram estar sentindo o mesmo nível de dor indicado quando não estavam recebendo qualquer analgésico. &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8643141624691702432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/expectativa-de-paciente-pode-alterar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8643141624691702432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8643141624691702432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/expectativa-de-paciente-pode-alterar.html' title='Expectativa de paciente pode alterar efeito do analgésico'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-7111403978000280097</id><published>2011-02-18T13:59:00.000-03:00</published><updated>2011-02-18T13:59:21.497-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Genética"/><title type='text'>Kits de ciência mais próximos da realidade</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;postConteudo&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/genetica/files/2011/02/labo1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/genetica/files/2011/02/labo1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Vi a reportagem no Estado de São Paulo sobre o impacto de testes geneticos e gostaria de saber sua opinião a respeito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Obrigada &lt;/strong&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;(Natássia Vieira)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Testes&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/testes-geneticos-em-farmacias/&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #ebae00; font-weight: bold; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;genéticos em farmácia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/genes-para-tracos-comuns-ou-genes-da-futilidade/&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #ebae00; font-weight: bold; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;genes de “futilidade”&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;já falei disso em colunas anteriores. &amp;nbsp;Esse mês a prestigiosa revista&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;New England Journal of Medicine&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(12 de janeiro de 2011) publica um artigo acerca do possível impacto – ou efeito-&amp;nbsp; desses testes nos consumidores – comentado no jornal&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;( 25 de janeiro).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Os autores analisaram os efeitos psicológicos, comportamentais e clínicos em 2.037 pessoas que se submeteram a testes que estimam os riscos genéticos de desenvolver entre 20 e 40 doenças comuns (como diabetes, câncer de mama, câncer de próstata, aumento de colesterol, risco de cardiopatia &amp;nbsp;entre outros). Segundo eles a validade desses testes e sua capacidade de estimar riscos são muito questionáveis, mas o objetivo da pesquisa foi o de verificar o impacto dos resultados nos consumidores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Os testes podem ser comprados pela Internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O custo é de 400 a 2.000 dólares&amp;nbsp; e &amp;nbsp;não há pré-requisito. Qualquer pessoa pode mandar sua amostra de DNA para análise. Entre 3.639 pessoas que se submeteram ao exame de DNA, 2.037 (56%) completaram o questionário aplicado pelos autores dessa pesquisa, entre 3 e 12 meses após o teste (média 5.6&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;+&lt;/span&gt;&amp;nbsp;2.4 meses). Esse questionário&lt;span style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;analisou alterações no nível de ansiedade, consumo de gorduras ou atividade física.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Quais foram os resultados?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;A primeira análise mostrou que não houve efeito significativo em nenhum dos três parâmetros: ansiedade, consumo de gordura&amp;nbsp; ou exercícios físicos. Ou seja, os autores concluem que a informação acerca dos resultados desses testes genéticos não teve efeito psicológico, comportamental ou clínico, pelo menos, a curto prazo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Chamam também a atenção para o fato de que, apesar dos indivíduos analisados representarem aqueles que decidem se submeter ao teste, eles não representam a população como um todo, no caso a dos Estados Unidos. É notável também que 44% dos indivíduos não se interessaram em responder o questionário.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Consultas genéticas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Também é digno de nota que só 10% dos entrevistados relatam que conversaram com um geneticista acerca dos resultados, apesar do serviço de Aconselhamento genético ter sido oferecido sem custos. Por outro lado, 26% relatam que informaram seus médicos acerca dos resultados. Entretanto, uma pesquisa recente mostrou que só 10% dos médicos possuem conhecimento suficiente para interpretar resultados genéticos ou usá-los para tratar pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Os testes não são confiáveis&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Os autores também reforçam que os resultados dos testes não são confiáveis e que diferentes laboratórios produzem resultados discrepantes. O mesmo teste pode revelar risco aumentado em um laboratório e diminuído em outro. Portanto é um alívio saber que não produziram impacto nos consumidores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;A minha pergunta é: se você não pretende mudar de hábitos, para que submeter-se a um exame genético? Ou, se você tivesse certeza acerca da confiabilidade do teste, mudaria de hábitos de acordo com o resultado do teste?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;i style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Por &lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/genetica/&quot;&gt;Mayana Zatz&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/7111403978000280097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/kits-de-ciencia-mais-proximos-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7111403978000280097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7111403978000280097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/kits-de-ciencia-mais-proximos-da.html' title='Kits de ciência mais próximos da realidade'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-6067776928739266292</id><published>2011-02-18T13:43:00.000-03:00</published><updated>2011-02-18T13:43:53.131-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Outras Terapias"/><title type='text'>Estudo de Caso: A Equoterapia no Tratamento de um Paciente Adulto Portador de Ataxia Cerebelar</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Está disponível através desse link&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2010/RN1803/407%20relato%20de%20caso.pdf&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/6067776928739266292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/estudo-de-caso-equoterapia-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6067776928739266292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/6067776928739266292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/estudo-de-caso-equoterapia-no.html' title='Estudo de Caso: A Equoterapia no Tratamento de um Paciente Adulto Portador de Ataxia Cerebelar'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/s72-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-5324222120541728407</id><published>2011-02-14T21:10:00.000-03:00</published><updated>2011-02-14T21:10:07.694-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reflexão"/><title type='text'>LIMITE É COISA QUE NÃO EXISTE</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;390&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/RmDO-112Iak?rel=0&quot; title=&quot;YouTube video player&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/5324222120541728407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/limite-e-coisa-que-nao-existe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5324222120541728407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5324222120541728407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/limite-e-coisa-que-nao-existe.html' title='LIMITE É COISA QUE NÃO EXISTE'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/RmDO-112Iak/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-7274459553832072934</id><published>2011-02-14T21:06:00.001-03:00</published><updated>2011-02-14T21:07:12.974-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reflexão"/><title type='text'>Ser Humano</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; 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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://sites.google.com/site/ataxianet/artgiofono/INTERVEN%C3%87%C3%83OFONOAUDIOL%C3%93GICAUMINDIV%C3%8DDUOPORTADOR0ADEATROFIAOLIVOPONTOCEREBELAR.pdf?attredirects=0&amp;d=1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/4822374133170508747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/intervencao-fonoaudiologica-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4822374133170508747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/4822374133170508747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/intervencao-fonoaudiologica-um.html' title='INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA UM INDIVÍDUO PORTADOR DE ATROFIA OLIVOPONTOCEREBELAR'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/s72-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-7444942871135303429</id><published>2011-02-12T21:59:00.000-03:00</published><updated>2011-02-12T21:59:35.432-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fisioterapia"/><title type='text'>Ataxia e fisioterapia</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Já que o assunto é o resultados das eleições, aproveito para comentar o resultado de uma enquete que fiz há algum tempo atrás para saber quais informações mais interessam aos leitores do blog. A mais votada foi &quot;postagens sobre tratamento fisioterapêutico&quot;, seguida de &quot;artigos traduzidos&quot;, em terceiro lugar ficou &quot;provas comentadas&quot; e por último (porém com uma votação significativa) &quot;postagens sobre o que bem me desse na telha&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pois bem, hoje deixo algumas informações importantes sobre ataxia, e no final algumas reflexões sobre o tratamento. Espero que seja útil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 21px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;ATAXIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A ataxia é um distúrbio do movimento caracterizado pela incoordenação dos movimentos e controle postural insuficiente.&lt;br /&gt;
Etimologia: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, do grego = não, negação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Taxia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; = do grego “táxis”, ordem.&lt;br /&gt;
Desta forma, ataxia, literalmente significa sem ordem, incoordenação. Neste momento, é importante salientar que a ataxia é um sintoma, e não uma doença ou um diagnóstico específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ataxia pode surgir como resultado de um AVE, de um TCE ou de lesão das vias sensoriais em seu trajeto pela medula devido a fraturas vertebrais. Outras causas incluem hipóxia, abuso de álcool ou drogas, infartos cerebelares, disfunção vestibular além de causas hereditárias e congênitas. Obviamente é importante conhecer a etiologia da ataxia para o tratamento da causa subjacente, no entanto, para o fisioterapeuta o objetivo de tratamento é sempre o de alcançar o melhor resultado funcional possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ataxias podem ser classificadas em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# 1 - Ataxia Cerebelar,&lt;br /&gt;
É causada por comprometimento do cerebelo e de suas projeções aferentes e eferentes (vias cerebelares). De forma geral, o paciente apresenta falta de coordenação dos movimentos voluntários, por erros na força, direção ou extensão do movimento. Importante lembrar que lesões no cerebelo não causam paralisia, paresia ou qualquer déficit sensitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# 2 - Ataxia Sensitiva, também denominada ataxia de sensibilidade proprioceptiva.&lt;br /&gt;
É causada por comprometimento das vias de sensibilidade profunda (fascículos grácil e cuneiforme), que regem o sentido das posições e dos deslocamentos segmentares (sensibilidade cinético postural)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# 3 - Ataxia Vestibular, também denominada ataxia labiríntica.&lt;br /&gt;
É causada por disfunção do sistema vestibular e de existência controversa. Cursa com comprometimento do equilíbrio, sem alteração da coordenação motora e dos movimentos apendiculares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# 4 - Ataxia Frontal, uma forma rara de ataxia com comprometimento do córtex frontal (via cerebelo-frontal - responsável pelo planejamento do ato motor), podendo ser causada por infartos subcorticais frontais múltiplos; tumores frontais; hematomas subdurais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais detalhes sobre as lesões do cerebelo, resultando em problemas de fala, incoordenação motora, ataxia e aprendizagem motora, vale a pena sair da frente do computador, se deslocar até a biblioteca da faculdade e consultar o livro Fisioterapia, Avaliação, Tratamento e Procedimento 4ª Edição. O&#39;Sullivan, Susan B. O&#39;Sullivan, Thomas J. Schmitz.&lt;/div&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5524594898993409666&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8eDpVenZ_x3whF7lDAXAqbLbaQAqD2e3blIF5O02SKBU7g4VO4mrfbPXl97A_9FmGsS7Ocofn5DsGY9I5rob2MxjVHgdPhdR9NqDpNYEfNKAKocZoP6ZwQnHEdmHyW3Y_MlQOD-ZrtM/s400/trapezista.jpg&quot; style=&quot;display: block; height: 295px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TRATAMENTO &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na ataxia o paciente apresenta tremores, incoordenação, distúrbios de equilíbrio, postura e marcha. O atendimento de fisioterapia deve ser planejado de forma a promover a estabilidade postural, estimular precisão de movimentos dos membros (sem perder a estabilidade ! ), além do treino de marcha. A estabilidade postural pode ser melhorada com foco no controle da postura estática em várias posições diferentes, como por exemplo na posição de puppy (deitado com apoio nos cotovelos), sentado, quatro apoios, de joelhos, semi-ajoelhado e de pé. Esta progressão de posturas mais baixas para mais altas é usada para aumentar a demanda muscular por meio da variação da base de apoio, variação do centro de massa do corpo do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, é legal promover atividades de mobilidade controlada (deslocamento de peso, balanço, entrar e sair de posturas ou transições de movimento) como por exemplo, pedir ao paciente para realizar tarefas como alcançar um objeto com a mão enquanto mantém a postura estável, como semi-ajoelhado ou mesmo de pé. (os gringos chamam isso de mobility on stability, ou seja: a capacidade de movimentar os segmentos corporais mantendo uma boa postura estática)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe, eu gosto de pensar que eu faço meio que treinamento circense com meus pacientes. É meio estranho de explicar, mas imagine o seguinte: A princípio, todos nós temos o potencial para nos tornar trapezistas ou malabaristas. O que nos falta é coordenação motora. Se treinarmos bastante, podemos superar o nosso nível basal de habilidade e coordenação, e quem sabe até conseguir trabalhar num circo. Com o paciente atáxico é mais ou menos a mesma coisa, só que o ponto de partida não é o nível de habilidade basal, mas sim o prejuízo na coordenação causado pela ataxia. O paciente será treinado para se tornar um &quot;malabarista atáxico&quot; (no caso desenvolvendo sua coordenação motora, até o mais próximo possível dos níveis de uma pessoa considerada normal)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um importante objetivo da terapia é promover o equilíbrio seguro e funcional. Exercícios terapêuticos são capazes de ensinar o paciente com ataxia a reduzir a oscilação postural (freqüência e amplitude) e melhorar o controle da posição e do alinhamento corporal.&lt;br /&gt;
Ao longo do tratamento, pode-se utilizar bolas suíças para desafiar o controle postural do paciente em uma superfície instável (mas isso só se faz em uma fase adiantada de reabilitação !!!! )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exercícios de Frenkel devem ser realizados lentamente, com o paciente utilizando o feedback visual para orientar o movimento correto. Os exercícios feitos corretamente exigem um alto grau de concentração mental. &lt;br /&gt;
Algumas vezes, a aplicação de pesos leves (eu disse LEVES!!!!) pode ser utilizada para fornecer um input proprioceptivo. Alguns trabalhos descrevem o uso de cintos ou mesmo jaquetas de pesos, com o objetivo de diminuir a dismetria e tremores de membros e tronco. &lt;br /&gt;
A piscina é um importante meio terapêutico para praticar o controle postural estático e dinâmico. A água oferece resistência graduada que retarda o movimento do paciente atáxico e pode ajudá-lo na recuperação da coordenação e controle dos movimentos.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/7444942871135303429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/ataxia-e-fisioterapia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7444942871135303429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/7444942871135303429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/ataxia-e-fisioterapia.html' title='Ataxia e fisioterapia'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8eDpVenZ_x3whF7lDAXAqbLbaQAqD2e3blIF5O02SKBU7g4VO4mrfbPXl97A_9FmGsS7Ocofn5DsGY9I5rob2MxjVHgdPhdR9NqDpNYEfNKAKocZoP6ZwQnHEdmHyW3Y_MlQOD-ZrtM/s72-c/trapezista.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-5611553558280705562</id><published>2011-02-12T19:14:00.001-03:00</published><updated>2011-02-12T19:14:51.529-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Dr. Pet ensina cachorro a ajudar seu dono deficiente físico</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Marcos Rossi possui deficiência física, é vocalista de uma banda, palestrante, praticante de mergulho e integrante de uma bateria de escola de samba. O rapaz é dono de Thor, um cachorro da raça husky siberiano e pediu ajuda ao Dr. Pet para adestrar seu cão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;O objetivo é ganhar ajuda do seu bicho de estimação para algumas atividades, como abrir a porta e ainda ser mais obediente para facilitar suas atividades do dia a dia. A história é um exemplo de amor e cumplicidade entre o cão e seu dono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assista ao vídeo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?play=true&amp;amp;idMedia=d938a8ee674f2622ef19ad3c81ce316f&amp;amp;video=http%3A%2F%2Fwebcast.sambatech.com.br%2F000482%2Faccount%2F8%2F3%2Fd938a8ee674f2622ef19ad3c81ce316f%2FER7_RE_HD_DRPET_452kbps_2011-02-09.mp4%3Fc593e66de0e460110dd967262e551f8e46fa359b8f2a93de9359377621aeca62b92f5cd1a61b314536cc5a478ba897433549851de261daf2d3e5bdb60e5982474cda82fcea7d4eb4679587a3af669398&amp;amp;linkCallback=http%3A%2F%2Fnoticias.r7.com%2Fvideos%2Fdr-pet-treina-cao-para-ajudar-deficiente-fisico-%2Fidmedia%2Fd938a8ee674f2622ef19ad3c81ce316f.html&amp;amp;thumbnail=http%3A%2F%2Fwebcast.sambatech.com.br%2F000482%2Faccount%2F8%2F3%2Fthumbnail%2Fmedia%2Fd938a8ee674f2622ef19ad3c81ce316f%2FER7_RE_HD_DRPET_452kbps_2011-02-090.09555047145113349.jpg%3Fc593e66de0e460110dd9672728551f8e0b39f1fa8e06087f2309086b933f205a117ddcc71683b4a38657bc783cdbf5aa21fd24b9f80b79b34522fbe64a583cec3de89a44740cb6e66407538c880d1ec877903eb39082a3d6555542bb24b150e9&amp;amp;idCategory=77&quot; width=&quot;445&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: R7&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/5611553558280705562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/dr-pet-ensina-cachorro-ajudar-seu-dono.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5611553558280705562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5611553558280705562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/dr-pet-ensina-cachorro-ajudar-seu-dono.html' title='Dr. Pet ensina cachorro a ajudar seu dono deficiente físico'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8633996317543086088</id><published>2011-02-08T19:58:00.004-03:00</published><updated>2011-02-28T18:25:16.789-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Outras Terapias"/><title type='text'>ANÁLISE E TREINAMENTO DO EQUILÍBRIO DE PORTADORES DE ATAXIA CEREBELAR E SENSITIVA ATRAVÉS DO CYBEX REACTOR® - ESTUDO DE CASO</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Está disponível através desse link&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2009/anais/arquivos/0735_1079_01.pdf&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8633996317543086088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/nalise-e-treinamento-do-equilibrio-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8633996317543086088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8633996317543086088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/nalise-e-treinamento-do-equilibrio-de.html' title='ANÁLISE E TREINAMENTO DO EQUILÍBRIO DE PORTADORES DE ATAXIA CEREBELAR E SENSITIVA ATRAVÉS DO CYBEX REACTOR® - ESTUDO DE CASO'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/s72-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-1908037755978757119</id><published>2011-02-08T19:41:00.002-03:00</published><updated>2011-02-08T19:49:18.768-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Outras Terapias"/><title type='text'>Fonoaudiologia</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.communicfono.com.br/images/index_12.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.communicfono.com.br/images/index_12.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A &lt;span class=&quot;no-conversion&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonoaudiologia&lt;/b&gt; &lt;sup&gt;(português brasileiro)&lt;/sup&gt; ou &lt;b&gt;Foniatria&lt;/b&gt; &lt;sup&gt;(português europeu)&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; , antes denominada &lt;b&gt;logopédia&lt;/b&gt;, é a ciência  que tem como objeto de estudo a comunicação humana, não apenas os  distúrbios da linguagem são do interesse da fonoaudiologia, como também o  modo de comunicação  sadio e eficaz. &quot;A fonoaudiologia é a ciência que tem como objeto de  estudo a comunicação humana, no que se refere ao seu desenvolvimento,  aperfeiçoamento, distúrbios e diferenças, em relação aos aspectos  envolvidos na função auditiva periférica e central, na função  vestibular, na função cognitiva, na linguagem oral e escrita, na fala,  na fluência, na voz, nas funções orofaciais e na deglutição.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O fonoaudiólogo (em Portugal,  terapeuta da Fala) é um profissional da saúde e atua em pesquisa,  prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológica na área da comunicação  oral e escrita, voz, audição/sistema nervoso e musculatura facial. Pode  atuar sozinho ou em conjunto com outros profissionais de saúde em  clínicas, creches, escolas (comuns e especiais) e comunidades, incluindo  o Programa de Saúde da Família, unidades básicas de saúde, hospitais, emissoras de rádio e televisão, teatro, home care (atendimento domiciliar), empresas de próteses auditivas, indústrias, centros de reabilitação, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 24px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;editsection&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 24px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Fonoaudiologia_no_Brasil&quot;&gt;Fonoaudiologia no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, existem 114 cursos de Fonoaudiologia cadastrados pelo MEC.  O curso denominado Fonoaudiologia tem duração média de quatro anos  contendo as disciplinas básicas da área de Medicina, Psicologia e Pedagogia, além de matérias específicas da área de Física e aulas de Fonética e Lingüística.&amp;nbsp;Há no Brasil,  diversas instituições de ensino superior que oferecem o curso de  Fonoaudiologia. Para saber quais são, é aconselhável a visitar o site do  Conselho Federal de Fonoaudiologia no Brasil, que os mantem atualizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lei que rege a profissão de Fonoaudiólogo no Brasil é a Lei nº 6.965, sancionada em 9 de Dezembro de 1981, tendo a mesma sido regulamentada pelo Decreto nº 87.218, de 31 de maio de 1982.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referida legislação, além de determinar a competência do fonoaudiólogo, criou o Conselho Federal de Fonoaudiologia  (CFFa) e os conselhos regionais de Fonoaudiologia (CRFa), órgãos e  entidades que possuem como principal finalidade e função a fiscalização,  controle e avaliação do exercício profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A profissão possuí seu Código de Ética, que elenca e disciplina os  direitos, deveres e responsabilidades do Fonoaudiólogo, inerentes às  relações estabelecidas em função de sua atividade profissional. De  acordo com o código de Ética da Fonoadiologia, no Brasil, constituem  direitos gerais dos Fonoaudiólogios inscritos nos Conselhos Regionais de  Fonoaudiologia, nos limites de sua competência e atribuições:&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;&lt;li&gt;exercício da atividade sem ser discriminado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;exercício da atividade com ampla autonomia e liberdade de convicção;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;avaliação, solicitação, elaboração e realização de exame,  diagnóstico, tratamento e pesquisa, emissão de parecer, laudo e/ou  relatório, docência, responsabilidade técnica, assessoramento,  consultoria, coordenação, administração, orientação, realização de  perícia e demais procedimentos necessários ao exercício pleno da  atividade;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;liberdade na realização de estudos e pesquisas, resguardados os direitos dos indivíduos ou grupos envolvidos em seus trabalhos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;liberdade de opinião e de manifestação de movimentos que visem a defesa da classe;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;requisição de desagravo junto ao Conselho Regional de Fonoaudiologia  da sua jurisdição, quando atingido no exercício da atividade  profissional;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;consulta ao Conselho de Fonoaudiologia de sua jurisdição quando  houver dúvidas a respeito da observância e aplicação deste Código, ou em  casos omissos.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;Conforme normas oficial, pode atuar em cinco áreas distintas:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;Audiologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;Realiza exames audiológicos para verificar se a audição dos pacientes  está boa ou não; seleciona e adapta aparelhos de surdez e pode  habilitar ou reabilitar deficientes auditivos. Caso uma pessoa desconfie  de alguma doença auditiva, pode solicitar ao Profissional a avaliação  da capacidade auditiva, baixa audição é as vezes sinal de algo errado,  daí a necessidade de consultar um especialista em audiologia, de  preferência quando bebê, pois desde o quinto mês de gestação, os bebês  já são capazes de reconhecer a voz da mãe. Também atua em pacientes com  labirintite e junto com o Otorrinolaringologista participa da cirurgia  de implante cóclear fazendo exames antes e depois do implante pra saber  se o aparelho reagiu bem ao paciente além de indicar ao Otorrino aonde  colocar o aparelho na orelha do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;Linguagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;Estuda problemas relacionados com o aprendizado da língua, habilita  crianças com atraso ou deficiência de linguagem ou pacientes que  adquiriram a linguagem mas a perderam por algum motivo, a exemplo de  quem sofreu derrame cerebral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os problemas podem ser retardo na fala ou emissões das primeiras  palavras (demora para falar e expressar-se), deficiência na formação de  frases - (fala frases de forma incompleta ou mal consegue terminá-las);  omissões e acréscimos de sons na fala (pula palavras ou frases  inteiras); troca de fonemas (Troca palavras)&amp;nbsp;; gagueira (pode ser de  origem nervosa, psicológica ou motora), entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;Motricidade Orofacial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
É a área que estuda a musculatura da face, boca e língua.  Soluciona problemas relacionados á: sucção, mastigação, deglutição,  respiração, posicionamento da língua de modo errado, dificuldade ou  impossibilidade de deglutir alimentos de forma segura que são chamadas  de disfagias, trata também do mau alinhamento dentário quando a  músculatura é flacida também tratando de pacientes com bruxismo. Também  faz exercícios de face para que o paciente com derrame possa voltar os  movimentos faciais após uma lesão de paralisia. Ensinar exercícios  respiratórios para quem respira pela boca. Também atua na área de  estética para quem quer um rosto mais redondo ou mais quadrado ou  músculoso e quem tem rugas no canto dos olhos e em outras partes do  rosto através de exercicios músculares.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;Voz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;O profissional que atua nessa área pode não só prevenir os distúrbios  da voz como melhora-la. Como quando se torna áspera, rouca ou de  difícil emissão. Também trabalhar com idosos, ensinando-lhe exercícios  para estimular e tonificar a musculatura facial, qualidade da voz e o  uso adequado da respiração ao falar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ensinar técnicas que auxiliam a correta postura e seu uso quanto a  respiração e impostação vocal por exemplo para quem trabalha na área de  telemarketing e em meios de comunicação oral.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Sa.C3.BAde_Coletiva&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Sa.C3.BAde_Coletiva&quot;&gt;Saúde Coletiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Sa.C3.BAde_Coletiva&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O profissional que atua nessa área tem como foco a atuação  fonoaudiológica no setor público e privado, voltado para uma população  específica. É necessário domínio de Epidemiologia, Gestão Pública e Privada, além dos conhecimentos específicos na área da Fonoaudiologia.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/1908037755978757119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/fonoaudiologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1908037755978757119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/1908037755978757119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/fonoaudiologia.html' title='Fonoaudiologia'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-5875625719612015745</id><published>2011-02-08T19:08:00.000-03:00</published><updated>2011-02-08T19:08:49.787-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros e Publicações"/><title type='text'>Cartilha para cuidadores</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Está disponível através desse link&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://sites.google.com/site/ataxianet/manualcuidaderes/Cartilha_neuro.pdf?attredirects=0&amp;d=1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/5875625719612015745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/cartilha-para-cuidadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5875625719612015745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/5875625719612015745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/cartilha-para-cuidadores.html' title='Cartilha para cuidadores'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEEShW-n_Uv98gklIehQDJDgNFStz5uWDKhgNMWl0x4XPVMtnIkqtmC22zgMF9aJXr9MTG8al3M0luK0KVVewQYc9oP3SSz8uDK7pQeuV4Wfj-z2BOyWpPD9q3I6SP2HcBY_4RkJLSlo8/s72-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-695230885367959362</id><published>2011-02-08T19:01:00.002-03:00</published><updated>2011-02-14T20:59:14.109-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>E os cuidadores?</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Muitas são as lutas que temos travado diariamente por oportunidades e   istrumentos que nos garantam a melhoria da qualidade de vida e até   mesmo a expectativa de vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As demandas, no entanto, não cessam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na  verdade, quanto mais vitórias alcançamos, mais e melhor vivemos.  Que  bom! Mas tudo na vida tem um preço. E com nossa longevidade não é   diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Apesar das pequenas melhorias, muitos de nós – portadores de  patologias progressivas e degenerativas -&amp;nbsp; chegamos a  um estágio em  nossas doenças que necessitamos auxílio para as tarefas  mais  corriqueiras, como higiêne pessoal, alimentação, locomoção e   deslocamentos, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, precisamos contar com a presença  constante e ininterrupta de um &lt;strong&gt;cuidador&lt;/strong&gt;  que, no caso dos mais abastados,  pode ser um ou mais profissionais  contratados. Mas, na grande maioria  dos casos, é mesmo um familiar que  desempenha esta função.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ocorre  que, esse familar, ao longo do tempo, vê-se obrigado à  difícil escolha  de abdicar dos estudos, da carreira profissional,  emprego, enfim, de  tudo, para dedicar-se ao portador da patologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é raro  verificar casos em que, anos depois, quando o parente  portador já não se  encontar mais entre nós e sua minguada aposentadoria  por invalidez  (quando há) cessa, aquele cuidador, já em idade  avançada, que abriu mão  de sua capacitação e vida profissional, passa,  ele próprio, à condição  de dependente de outros, por não ter mais como  recomeçar a vida num  mercado de trabalho tão competitivo quanto o  brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa  forma, é urgente que o Brasil acorde para a necessidade de uma &lt;strong&gt;política  pública para os cuidadores&lt;/strong&gt;, como a que já existe, há muito tempo, em  vários países da Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou acrescenta-se um percentual à  aposentadoria do portador (quando  houver) destinado ao sustento do  cuidador, ou cria-se um programa  específico nos moldes do Bolsa Família,  acrescido inclusive de plano de  saúde ao qual o cuidador continuará  fazendo juz em caso de falecimento  do portador, ou determina-se um  salário-cuidador, mesmo, pago pelo  estado e com direitos  previdenciários. Para aqueles que já estavam  empregados antes de  tornarem-se cuidadores, poderia haver uma lei que  lhes garantisse  afastamento do trabalho com vencimentos e direitos  integrais, enquanto  persistir a necessidade do portador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que possa  parecer inicialmente, esse tipo de  política não atende apenas aos  interesses dos portadores de patologias  progressivas e incapacitantes e  seus familiares, mas a toda a  sociedade, na medida em que um paciente  cuidado em casa onera menos o  já deficitário serviço público de saúde e,  consequentemente, o bolso de  todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É hora, portanto, de nos  unirmos em torno de mais esta bandeira. O  momento me parece bem oportuno  já que, a cada novo governo, renovam-se  as esperanças de novos olhares,  posturas e ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://adonems.wordpress.com/&quot;&gt;Blog da Adone&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/695230885367959362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/e-os-cuidadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/695230885367959362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/695230885367959362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/e-os-cuidadores.html' title='E os cuidadores?'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-987274369446034258.post-8092905300138798352</id><published>2011-02-05T17:24:00.001-03:00</published><updated>2011-02-05T17:25:52.104-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informações Gerais"/><title type='text'>Carnaval 2011: pessoas com deficiência tem 50% de desconto no ingresso</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;As pessoas com deficiência têm mais um motivo para acompanhar o desfile das escolas de samba de 2011, em São Paulo: pagarão meia-entrada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ter direito ao benefício, os interessados deverão comparecer à ouvidoria da SPTuris até o dia 15 de fevereiro, das 9h às 18h. Para se cadastrarem os documentos necessários são: RG, duas fotos 3x4 e laudo médico. Após essa fase, os cadastrados receberão uma carteirinha especial que, ao comprar o ingresso na bilheteria do Anhembi, garantirá 50% de desconto na entrada. Os acompanhantes não estão inclusos no benefício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;As carteirinhas terão validade por dois anos com a opção de serem substituídas em 2012 por modelos com chip. Aqueles que não realizarem o cadastro no prazo poderão adquirir os ingressos sem o desconto fornecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os cadeirantes haverá 70 lugares com acompanhante (um por cadeirante), distribuídos entre os setores A, B, D, E, F e G. O transporte ficará sob responsabilidade do ATENDE, programa de transporte especial da Prefeitura de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data: 2 a 15 de fevereiro&lt;br /&gt;
Local: Arena Anhembi&lt;br /&gt;
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana- Zona Norte - São Paulo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber o valor dos ingressos:&lt;br /&gt;
E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:ouvidoria@spturis.com&quot;&gt;ouvidoria@spturis.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Telefone: (11) 2226-0646&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ataxianet.blogspot.com/feeds/8092905300138798352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/carnaval-2011-pessoas-com-deficiencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8092905300138798352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/987274369446034258/posts/default/8092905300138798352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ataxianet.blogspot.com/2011/02/carnaval-2011-pessoas-com-deficiencia.html' title='Carnaval 2011: pessoas com deficiência tem 50% de desconto no ingresso'/><author><name>Eduardo de Araújo Corrêa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11705203906192096644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGggl-xNQLuiTMkrUUgo9WMM82w5Dk3OWWh22zSur463u5K8p_GlWfe8sy8IgaiVSfKMbGReB05JBdS_N5mJHMfyDskm1cDrDo7S_QHg3y8dezbJrnwCyo5MLmNjhrA//'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>