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	<title>Ativar Sentidos</title>
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	<description>Deixe a energia fluir</description>
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		<title>Músicas de 2017 que não saem da minha playlist</title>
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				<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 19:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Edvando Junior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[AUDIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores Músicas]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Tenho achado as modernidades do mundo um tanto chatas ultimamente e venho mergulhando em coisas retrô, principalmente músicas antigas que nunca deixo de escutar. Mas resolvi fazer um exercício e descobrir algumas coisinhas novas. Nessa busca, encontrei várias músicas de 2017 que são maravilhosas. Na minha lista de músicas tem algumas curiosidades, reflexões e boas [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho achado as modernidades do mundo um tanto chatas ultimamente e venho mergulhando em coisas retrô, principalmente músicas antigas que nunca deixo de escutar. Mas resolvi fazer um exercício e descobrir algumas coisinhas novas. Nessa busca, encontrei várias músicas de 2017 que são maravilhosas.</p>
<p><img class=" td-post-image-full-and-grid aligncenter wp-image-11823 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque.jpg" alt="Músicas de 2017 que não saem da minha playlist." width="880" height="500" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque.jpg 880w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque-768x436.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque-739x420.jpg 739w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque-640x364.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/11/musica_em_destaque-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /></p>
<p>Na minha lista de músicas tem algumas curiosidades, reflexões e boas histórias. Acho que muitos vão se identificar com a variedade de estilos e tudo mais. Não deixem de comentar sobre suas preferências, espero que gostem.</p>
<p><strong>Se liga no som!</strong></p>
<h3>Nossa Toca &#8211; Não Temos Tempo</h3>
<p><iframe title="Nossa Toca - Não Temos Tempo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EtueAk9ZAT8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Giba Moojen / Vitor Kley)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Nossa Toca é um projeto maravilhoso que conheci no finalzinho de 2017. Criado pelo produtor musical Giba Moojen, o projeto reúne uma galera bem talentosa de diferentes estilos e faz covers de músicas já conhecidas, mas também cria suas próprias canções. Eu escolhi essa aqui que é muito alto astral pra começar a playlist numa vibe positiva.</p></blockquote>
<h3>Major Lazer &amp; DJ Maphorisa &#8211; Particula</h3>
<p><iframe title="Major Lazer &amp; DJ Maphorisa - Particula (ft. Nasty C, Ice Prince, Patoranking &amp; Jidenna)(Music Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CtEHrcA8dKc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Jr. Blender / DJ Mariphosa / Pentz / Jidenna / T. Mobisson / Okorie / &#8230;)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>“Particula” é uma música bem dançante e ficou muito bom mais essa parceria do Major Lazer. Os caras são fazedores de hits e parece que tudo que toca viraliza. Curte aí a pedrada!</p></blockquote>
<h3>Vitor Kley &#8211; O Sol</h3>
<p><iframe title="Vitor Kley  - O Sol  (Videoclipe Oficial)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YVJijQIualA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Vitor Kley)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Vitor é um jovem cantor e compositor que vem se destacando nos últimos anos. Ele lançou este single em 2017, explodiu em todo Brasil e segue seu caminho na música junto ao produtor Rick Bonadio. Pra quem já ouviu a primeira música sabe que ele também fez parte do Nossa Toca. Segue o Kley!</p></blockquote>
<h3>Incubus &#8211; Nimble Bastard</h3>
<p><iframe title="Incubus - Nimble Bastard" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/GlA_rQ2JfCA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Brandon Boyd / Michael Einziger / Jose Pasillas II / C. Kilmore / B. Kenney)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Essa banda dispensa apresentações. Os caras são fantásticos e o vocal do Brandon é de outro mundo. Em 2017, eles lançaram seu 8° álbum e eu pirei o cabeção com esse vídeo. Dizem que é uma crítica a política atual dos EUA, mas eu só me lembrei dos seriados japoneses, tipo Changeman e Flashman (risos).</p></blockquote>
<h3>Marina Peralta &#8211; Ela Encanta</h3>
<p><iframe title="Marina Peralta - Ela Encanta (Vídeo Clipe)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/G6O4AvtX51Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Marina Peralta)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Marina e sua canção foi uma bela surpresa pra mim. Sua música é forte, bem marcada, de letra consciente e real. Pra quem ainda não conhece, aproveita minha deixa sobre a Peralta.</p></blockquote>
<h3>Five Finger Death Punch &#8211; Gone Away</h3>
<p><iframe title="Five Finger Death Punch - Gone Away (Official Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BIQK4-9YFW0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Dexter Holland)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Essa música é um cover da banda The Offspring. “<a href="https://youtu.be/40V9_1PMUGM" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gone Away</a>” foi lançada originalmente em 1997, no álbum Ixnay on the Hombre. Daí me deparei com esse baita clipe e foi só a deixa pra voltar a escutar a versão original dessa música. Licença poética da playlist!</p></blockquote>
<h3>Luísa Sonza &#8211; Olhos Castanhos</h3>
<p><iframe title="Luísa Sonza - Olhos Castanhos" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oOFRTjiT2q8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Luísa Sonza)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Ela tá causando um reboliço por aí com sua salada musical e tal&#8230; Mas eu escolhi essa música porque achei que caiu muito bem na voz dela e a composição é bem bakana.</p></blockquote>
<h3>Shawn Mendes &#8211; There&#8217;s Nothing Holdin&#8217; Me Back</h3>
<p><iframe title="Shawn Mendes - There&#039;s Nothing Holdin&#039; Me Back" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/dT2owtxkU8k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Shawn Mendes / Teddy Geiger / Geoff Warburton / Scott Harris)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Faz um tempinho que esse rapaz já é o queridinho das meninas ao redor do mundo, mas confesso que só escutei suas músicas ano passado e gostei, o cara tem talento. Daí acabei escolhendo essa aqui pra compor minha lista das Top 20 &#8211; Músicas de 2017.</p></blockquote>
<h3>Plutão Já Foi Planeta &#8211; O Ficar e o Ir da Gente</h3>
<p><iframe title="Plutão Já Foi Planeta - O Ficar e o Ir da Gente [Lyric Video]" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KlNcJ6uBN9g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Plutão Já Foi Planeta)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Essa banda eu conheci no programa Superstar em 2016. Curti muito o estilo musical e a presença de palco deles, cheia de vitalidade e uma pitada de delicadeza com a vocalista Natália. Do novo disco lançado em 2017, eu escolhi essa que veio como primeiro single do álbum.</p></blockquote>
<h3>Linkin Park &#8211; One More Light</h3>
<p><iframe title="One More Light (Official Video) - Linkin Park" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Tm8LGxTLtQk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Mike Shinoda / Francis &#8220;Eg&#8221; White)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>A banda Linkin Park marcou minha transição entre a adolescência e a fase adulta, fez parte de muitas histórias até aqui. Chester, nunca vou te esquecer brother. Saudades eternas da energia que você emanava com a voz. Descanse em paz!</p></blockquote>
<h3>Tassia Holsbach &#8211; Tão Bem</h3>
<p><iframe title="Tassia Holsbach - Tão Bem" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vWdU-_8t-Bk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Tassia Holsbach)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Tassia foi outra das boas surpresas musicais que 2017 me trouxe. Uma cantora segura de si, marcante e de voz encantadora. Ela é musicalmente encantada. Confere aí e me diz o que acha!</p></blockquote>
<h3>Rag&#8217;n&#8217;Bone Man &#8211; Human</h3>
<p><iframe title="Rag&#039;n&#039;Bone Man - Human (Official Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/L3wKzyIN1yk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Jamie Hartman / Rory Graham)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Rory Graham é um baaaita cantor que domina o palco apenas com a voz. O cara nem precisa ser performático pra levar grandes plateias ao delírio com suas músicas. “Human” é a prova cabal de sua qualidade como cantor e compositor. E apesar de ter sido lançada em 2016, eu vou utilizar minha licença poética pra colocar mais essa na playlist.</p></blockquote>
<h3>Gustavo Mioto &#8211; Meu Coração Está Amando</h3>
<p><iframe title="Gustavo Mioto - Meu Coração Está Amando" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DYvP6is9Sz8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Gustavo Mioto)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Um cara da nova geração que eu gosto, faz um sertanejo meio pop, diferente e a voz dele tem um drive bom de se ouvir. Eu já havia incluído uma música dele na minha <a href="http://ativarsentidos.com.br/audicao/musicas-2016" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lista de 2016</a>. Confere aí&#8230;</p></blockquote>
<h3>SOJA &#8211; Bad News</h3>
<p><iframe title="SOJA - Bad News (Official Lyric Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/v2Rnf1Wfqtw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Soldiers of Jah Army)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Uma das bandas de reggae que eu mais gosto atualmente é o SOJA. Os caras são muito bons no que fazem e essa música foi minha escolha dentre as boas canções que eles lançaram em 2017.</p></blockquote>
<h3>Rincon Sapiência &#8211; Ponta de Lança</h3>
<p><iframe title="Rincon Sapiência - Ponta de Lança (Verso Livre)" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/vau8mq3KcRw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Rincon Sapiência)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Esse é o rap do Brasil. Pra quem achava que o rap nacional tava meio apagado, se liga porque tem uma nova onda boa vindo aí. Sapiência representa!!!</p></blockquote>
<h3>Calum Scott &#8211; You Are The Reason</h3>
<p><iframe title="Calum Scott - You Are The Reason (Lyric Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JcC5VGOx8I8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Calum Scott / Corey Sanders / Jon Maguire)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>O inglês Calum Scott se popularizou após participar do Britain&#8217;s Got Talent. Logo extrapolou as fronteiras de seu país com a regravação de “Dancing On My Own” e sua participação cantando o tema oficial dos Jogos Paralímpicos de 2016, junto com Ivete Sangalo. Sua proximidade com o público brasileiro até fez ele lançar um <a href="https://youtu.be/vAZZJwcI1F0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lyric Video em português</a> desta belíssima canção. Vale conferir!</p></blockquote>
<h3>IZA &#8211; Pesadão (part. Marcelo Falcão)</h3>
<p><iframe title="IZA - Pesadão (Participação especial Marcelo Falcão)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/g8psa0UBZKA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: IZA / Marcelo Falcão)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Com toda certeza IZA foi um furacão que passou em 2017 e provocou tempestades que prometem durar por muitos ciclos adiante. Seu som é feroz, vibrante, dominante. E sua beleza reluz derretendo retinas alheias. Quebra tudo, IZA!!!</p></blockquote>
<h3>HAIM &#8211; Want You Back</h3>
<p><iframe title="HAIM - Want You Back (Official Music Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yPQfcG-eimk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Danielle Haim / Este Haim / Alana Haim / Ariel Rechtshaid)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Aí você junta duas irmãs nascidas nos anos 80, adiciona uma terceira irmã que nasceu no início dos anos 90, descola umas roupitchas vintage, mistura uma pitada de Cindy Lauper, bass, guitarras, sintetizadores e as minas fazem um dos sons mais irados dos últimos anos. As irmãs HAIM são demaaais! Love you girls!!!</p></blockquote>
<h3>Anavitória &#8211; Trevo (Tu) ft. Diogo Piçarra</h3>
<p><iframe title="ANAVITÓRIA - Trevo (Tu) ft. Diogo Piçarra" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6Gh5YvNKAmA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Ana Caetano / Tiago Iorc)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Essa dupla já é presença constante em minhas <a href="http://ativarsentidos.com.br/audicao/melhores-musicas-de-2015">listas das melhores do ano</a>. Não tem como deixar essa música de fora porque eu amei demais a letra, o arranjo, a delicadeza, e essa versão com o Diogo também ficou excelente. Ana e Vitória são maravilhosas!</p></blockquote>
<h3>Ed Sheeran &#8211; Shape of You</h3>
<p><iframe title="Ed Sheeran - Shape of You [Official Video]" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JGwWNGJdvx8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>(Composição: Ed Sheeran / Steve Mac / McDaid / Kandi Buruss / Tiny / She&#8217;kspere)</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Pra mim essa foi a melhor música de 2017 e vai demorar muito tempo pra “Shape of You” sair da minha playlist. Três álbuns lançados e um hit após o outro. Cá pra nós, meu xará arrebenta!</p></blockquote>
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		<title>Guerra do velho</title>
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				<pubDate>Wed, 23 May 2018 19:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sarabólica]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[VISÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>“Guerra do Velho, primeiro livro da série homônima escrita por John Scalzi – um dos maiores nomes da ficção científica contemporânea e vencedor dos prêmios Hugo e Locus – traz algumas características que o torna perfeito para os fãs do gênero: uma viagem ao espaço rica em detalhes, grande variedade de espécies alienígenas, apoio à [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Guerra do Velho, primeiro livro da série homônima escrita por John Scalzi – um dos maiores nomes da ficção científica contemporânea e vencedor dos prêmios Hugo e Locus – traz algumas características que o torna perfeito para os fãs do gênero: uma viagem ao espaço rica em detalhes, grande variedade de espécies alienígenas, apoio à diversidade, discussões sobre relações pessoais, militarismo e muita ação.</em></p>
<p><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide.jpg"><img class=" td-post-image-full-and-grid td-modal-image aligncenter wp-image-11826 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide.jpg" alt="O livro Guerra do velho." width="740" height="420" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide.jpg 740w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide-640x363.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/05/guerra_do_velho-slide-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></a></p>
<p>A história se passa em um futuro próximo, no qual os humanos são capazes de realizar viagens interestelares. O universo, entretanto, não é um ambiente amigável, pois diversas formas de vida disputam por meio das guerras os poucos planetas habitáveis. O peso de proteger a humanidade concentra-se nas mãos das Forças Coloniais de Defesa (FCD). Os membros desse exército são os únicos que conhecem o que acontece no espaço porém é preciso ter pelo menos 75 anos para se alistar. E é exatamente isso que o viúvo John Perry, protagonista do romance, faz.</p>
<p>Apesar de se inspirar no clássico da ficção científica militar Tropas Estelares, de Robert Heinlein, a obra tem tudo para alcançar todo tipo de leitor. Scalzi explora discussões que pertencem a todos nós, sobre as relações pessoais, a hierarquia, casamento, amizade, questões individuais e o que nos torna realmente humanos.” (<a href="http://www.editoraaleph.com.br/guerra-do-velho/p" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora Aleph</a>)</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>O livro <strong>Guerra do velho</strong>, foi um dos livros que me surpreendeu quando li. Não esperava o humor e a criatividade presentes na história, mesmo que tenha sido publicado por uma editora tão boa quanto a Aleph*. No primeiro capítulo, o personagem principal, John Perry, narra sua visita ao túmulo de sua mulher, Kathy. Neste ponto da história, Perry faz vários questionamentos indiretos a respeito do culto ao corpo e também sobre visitas a túmulos. É uma boa narrativa, porque deixou o assunto leve, sem o peso e luto que os respectivos assuntos geralmente carregam:</p>
<p><em>“Quando eu era (muito) mais jovem, costumava perguntar a Kathy de que isso adiantava. Uma pilha de carne e ossos apodrecendo. A pessoa havia partido &#8211; para o céu, para o inferno, para qualquer lugar ou lugar nenhum. A gente podia também visitar uma peça de acém. Quando envelhecemos, percebemos que esse sentimento não muda. Só não damos importância. É o que temos.”</em></p>
<p>Este trecho me fez lembrar de como odeio visitar túmulos e de que também, odeio academia. Simplesmente não vejo muita utilidade (no caso das visitas a túmulos) e morro de preguiça (no caso da academia). Mas claro que os argumentos na história de Scalzi são muito melhores e mais cortezes, que os meus.<br />
No mesmo capítulo em que narra a visita ao túmulo de Kathy, John inicia a narrativa de sua vida militar em um exército (Forças Coloniais de Defesa) que, além de recrutar indivíduos jovens, recruta indivíduos considerados velhos. No caso de John Perry, a idade é setenta e cinco anos.<br />
Uma das cláusulas contratuais para ingresso nas Forças Coloniais de Defesa, é abdicação total da vida na Terra. Perry assinou.</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>É um inferno dizer adeus a uma vida inteira.</p></blockquote>
<p>Já no capítulo dois, o autor apresenta os novos personagens e o início da jornada militar do personagem principal. Novamente aborda temas de cunho existencialista, como estabilidade da vida, envelhecimento, rotina, vontade de ousar, de fazer diferente… Com abordagem bem humorada e realista, neste capítulo Scalzi dá ao leitor uma ideia inicial dos motivos pelos quais as pessoas se alistam nas FCD. E não estou falando de patriotismo, hein!?</p>
<p>De uma história em que o meio de transporte mais seguro é um Pé-de-Feijão, utilizado como elevador, não se pode esperar muita ranzinzice, não é mesmo!? Apesar de transcrever falas científicas, trata-se de uma narrativa sarcástica, ficcional e moralmente realista. Um dos pontos da história em que se nota tais características, é o ponto em que John Perry passa por avaliação médica antes de ser oficialmente aceito nas FCD. Um câncer em um de seus testículos é detectado pelo mapeamento físico feito pelo médico militar Dr. Russel, que explica a Perry sobre como a medicina das FCD é avançada, mencionando um ataque cardíaco:</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>[&#8230;] provavelmente teríamos removido a formação de placa das artérias e administrado um composto fortalecedor das paredes arteriais para impedir rupturas. É o nosso tratamento mais comum.</p></blockquote>
<p><em>“Certamente, ‘um composto fortalecedor’ seria muito útil na Terra.”</em> Foi o que pensei enquanto lia esse capítulo, mas então me lembrei de que de nada adiantaria, se o “restante” do corpo não fosse tão jovem quanto os corpos dos recrutas das FCD se tornam após o alistamento.</p>
<p>Outros assuntos são abordados pelo autor, através do narrador-personagem** John Perry. E um dos que mais gosto de encontrar nas histórias dos livros que leio, é sobre a importância da amizade. É aparentemente clichê, ou até mesmo piegas, mas é um tema pelo qual tenho muito gosto em ler e escrever.<br />
Durante sua vida militar, principalmente no início dela, Perry faz alguns amigos. Amizades sólidas, que ao longo da história, se mostram imprescindíveis para que todos lutem com dignidade e esperança, enquanto estão nas FCD. Os amigos se intitularam de <em>“Velharias”</em>, e o grupo é formado por Alan, Harry, Jesse, John, Susan e Thomas. Cada um com sua “função” na narrativa, mas todos com a mesma importância. Aliás, é bom ressaltar que o autor NÃO faz distinção entre funções masculinas e femininas: homens e mulheres possuem a mesma importância, e a homofobia (principalmente no ambiente militar) também é discutida e recriminada.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Apesar de ser ficcional, a verossimilhança com nossa realidade científica é, no mínimo, notável. No capítulo em que Perry narra sua própria geneterapia clonada, fiquei um pouco estarrecida com as possibilidades científicas existentes no mundo. Tão estarrecida quanto fiquei, ao assistir o terceiro episódio*** da série Black Mirror.</p>
<p>Dr. Russel: <em>“[&#8230;] Tudo o que o corpo humano faz quando fica mais velho é envelhecer. Então, vamos nos livrar dele. Vamos nos livrar dele inteiro. A única parte que vamos salvar é a única parte sua que não se degenerou&#8230; sua mente, sua consciência, sua noção de ‘eu’.”<br />
[&#8230;]</em></p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>Do outro lado, os coloniais entraram de novo. Um deles estava empurrando uma cadeira de rodas com alguém nela. Estiquei o pescoço para olhar. E comecei a tremer.<br />
Era eu.<br />
De cinquenta anos antes.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Eu poderia continuar escrevendo por páginas e mais páginas, sobre as maravilhosas discussões que a história de <em>Guerra do velho</em> aborda, mas achei melhor deixar por conta do leitor do <em>Ativar Sentidos</em>, os comentários sobre elas. É um livro fácil de ler, com texto dinâmico, bem humorado e coerente. Os personagens possuem características marcantes e fazem com que o leitor se vincule a eles.<br />
Entre medicina moderna, amizade, auto-questionamento, supervalorização do corpo e desvalorização da velhice, Scalzi me proporcionou vários momentos de reflexão sobre realmente ser um ser humano melhor e mais útil.</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>A diversidade é a chave para a sobrevivência.</p></blockquote>
<p><em>*Editora Aleph: “especializada” em publicações de ficção científica. Na mesma página em que credita as funções de edição de cada publicação, também menciona os nomes de TODOS os funcionários, de TODOS os departamentos da editora.</em></p>
<p><em>**<a href="http://m.brasilescola.uol.com.br/redacao/narracao-tipos-narrador.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Narrador-personagem</a>: “conta na 1ª pessoa a história da qual participa também como personagem.”</em></p>
<p><em>***<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/26/cultura/1477475621_736580.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terceiro episódio da série Black Mirror</a>: série de ficção científica sobre tecnologia e telecomunicação, exibida on line pela empresa Netflix. No episódio mencionado, “Um microchip em nossa mente grava todas as nossas lembranças para que as repitamos reiteradamente. um conceito original e simples que se torna um pesadelo de infidelidades, ciúmes e um casamento prestes a explodir. [&#8230;]”</em></p>
<p><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y18/guerra_do_velho-capa_livro.jpg"><img class=" td-post-image-left td-modal-image alignleft" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y18/guerra_do_velho-capa_livro.jpg" alt="Capa do livro Guerra do Velho." width="249" height="360" /></a></p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Título: Guerra do velho<br />
Título original: Old man’s war<br />
Autor: John Scalzi<br />
Tradução: Petê Rissati<br />
Editora: <a href="http://www.editoraaleph.com.br/guerra-do-velho/p" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aleph</a><br />
Lançamento: 2016</p>
<p>Nº de Páginas: 368<br />
Gênero: Ficção norte-americana<br />
Acabamento: Brochura<br />
ISBN: 978-85-7657-299-2<br />
Valor: r$ 39,90<br />
Nota: ? ? ? ? ?</p>
<p>Colaboração: Ludymilla Duarte Borges</p>
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		<title>Uma vida interrompida</title>
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				<pubDate>Sun, 18 Mar 2018 20:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sarabólica]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[VISÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>[&#8230;] mas Lindsey estava viva, e os vivos também mereciam atenção. “Mas a narradora da história tem apenas 14 anos e sonhava ser fotógrafa enquanto ainda tinha toda a vida pela frente. A saga de Susie Salmon tem como ponto de partida o dia em que foi estuprada e morta. Alice Sebold constrói uma narrativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>[&#8230;] mas Lindsey estava viva, e os vivos também mereciam atenção.</p></blockquote>
<p>“Mas a narradora da história tem apenas 14 anos e sonhava ser fotógrafa enquanto ainda tinha toda a vida pela frente. A saga de Susie Salmon tem como ponto de partida o dia em que foi estuprada e morta.<br />
Alice Sebold constrói uma narrativa ousada ao levar Susie para o céu, de onde passa a observar a vida na terra e contar a história de sua família traumatizada. Por estar inconformada com sua morte precoce, e entediada com a vida no céu, a garota decide então acompanhar como seus parentes, amigos e o próprio assassino continuaram suas vidas após a tragédia.<br />
A história tem boas doses de humor e esperança. [&#8230;]<br />
A inspiração da história tem a ver com a vida da própria autora. Alice Sebold foi estuprada em um beco do campus da universidade onde estava no primeiro ano e sonhava ser poeta, aos 19 anos.<br />
Ao chegar à delegacia, machucada, assustada e não mais virgem, ouviu de um dos investigadores que várias mulheres haviam sido estupradas e mortas no mesmo beco antes dela. [&#8230;]” (<a href="http://livraria.folha.com.br/livros/estados-unidos/vida-interrompida-alice-sebold-1143977.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livraria da Folha</a>)</p>
<p style="text-align: center;">*****</p>
<p>Descobri o livro <strong>Uma vida interrompida</strong> em 2016. Alguns anos depois de assistir o filme, que tem o título bem diferente: Um olhar do paraíso. Mesmo tendo assistido à versão dublada, fiquei completamente apaixonada pela história de Susie Salmon “[&#8230;] salmão, igual ao peixe [&#8230;]”.</p>
<p>Uma personagem forte, leve e bem-humorada, mesmo enquanto narra sua morte e fala sobre seu assassino, que segundo ela tem um jeito “calafrio de olhar”. Mas calafrio mesmo foi o que me deu, lendo a narrativa dela sobre como ela foi estuprada e morta pelo sr. Harvey (não é spoiler, eu juro!). O vizinho que “ensinou” que ser excêntrico é diferente de ser esquisito.</p>
<figure id="attachment_11850" aria-describedby="caption-attachment-11850" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide.jpg"><img class=" td-modal-image wp-image-11850 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide.jpg" alt="O livro Uma vida interrompida." width="960" height="545" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide.jpg 960w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide-768x436.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide-740x420.jpg 740w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide-640x363.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2018/03/uma_vida_interrompida-slide-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11850" class="wp-caption-text">Foto do blog Entrelinhas Fantásticas.</figcaption></figure>
<p>Talvez Susie Salmon seja uma das personagens que mais me emocionaram. A sensibilidade com que ela narra a relação dela com o pai, foi algo que me tocou profundamente, além de me deixar com certa inveja, principalmente, ao comparar a beleza do sorriso da filha com a beleza de estrelas explodindo.</p>
<p>No segundo capítulo há um trecho do qual eu gosto muito, e que me fez reproduzir todas aquelas “onomatopéias” que expressam fofurência. O inspetor Len Fenerman encontrou o que pensou ser uma pista sobre o desaparecimento de Susie: um livro cujo título era <em>“Não matem a cotovia”</em> (tradução livre para o título “To kill a mockingbird”), que em português foi publicado como <em>“O sol é para todos”</em>, (seguramente, é meu livro preferido), e foi imediatamente falar com a sra. Stead, que tinha um filho no colégio, na mesma série que Susie.</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>A sra. Dewitt gosta de modular sua lista de leitura, e logo antes do Natal dá um grande estirão com Shakespeare. Depois dá Harper Lee*** como recompensa.</p></blockquote>
<p>Não posso deixar de mencionar outra personagem de extrema importância: vovó Lynn. Acho que ela é a avó menos parecida com uma avó, que já “conheci”. Mas é ela! Com sua praticidade, seu bom humor e amor, que mantém a família Salmon unida após a morte de Susie. A forma como ela ajuda a família a contornar luto, é algo muito verdadeiro.<br />
Na verdade, a família toda tem papel muito importante no desenrolar e desfecho da história. Desde Susie até seu irmão mais novo, Buckley. Lindsey, sua irmã do meio, externaliza sua dor de forma dura e prática. Penso que seja porque a morte de sua irmã mais velha ocorreu na época em que ela (Lindsey) estava se descobrindo emocional e sexualmente. Aliás, Susie faz comentários sobre a vida sexual de sua irmã do meio, enquanto narra sua morte. Esses comentários, colaboram para a anulação da carga negativa que a história carregaria.<br />
Com um pai transtornado, uma mãe completamente abalada emocionalmente, avó bêbada e o irmão mais novo que enfia uma pedra no nariz e quase morre, a narrativa onisciente** de Alice Sebold, fez com que eu me apaixonasse ainda mais por cada frase da história de Susie Salmon.</p>
<p>Me surpreendeu positivamente, como a autora alterna a narrativa entre momentos fofos e dramáticos, de forma tão natural. Ela conduz a trama de uma maneira que me fez rir, prender a respiração e repensar a vida. Através da personagem principal, ela descreve os personagens de forma dinâmica e convincente. As características de todos eles são marcantes, o que aguçou minha curiosidade.</p>
<p>Alguém me disse ter achado esse livro perturbador, porque mostra toda a devastação que uma família sofre após uma perda como essa, mas prefiro pensar em como uma família e uma comunidade pode se unir e se ajudar em situações tão delicadas quanto a morte de uma adolescente. Mesmo porque, a narrativa tem pitadas de humor. Às vezes humor negro, mas é inteligente, direto e bom.<br />
Em toda a história, notei certo otimismo. Uma perspectiva diferente do que é considerada comum ao lidar com uma tragédia como a descrita por Sebold. Mas acredito que leitura seja isso, né!? Uma questão de perspectiva, de sentimentos despertados em cada leitor. Especialmente em um livro como esse, com mais de cem milhões de leitores.</p>
<p>Susie, foi estuprada e morta aos 14 anos. Mas narra a sua história (enquanto está no seu céu) e de sua família, após a sua morte como se fosse uma Pollyanna: com esperança e bom humor.</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>Vocês não percebem os mortos indo embora quando eles decidem abandoná-los de verdade.</p></blockquote>
<p><em>* Em alguns sites esse livro consta como esgotado. O meu comprei no início de 2016, na Leitura Pátio Savassi (Belo Horizonte.</em></p>
<p><em>** Narrativa onisciente: tipo de narrativa em que o narrador é quem conhece toda a história, inclusive os pensamentos dos personagens.</em></p>
<p><em>*** Harper Lee é autora do livro inglês “To Kill a mockingbird”.</em></p>
<p><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y18/uma_vida_interrompida-capa_livro.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-left alignleft" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y18/uma_vida_interrompida-capa_livro.jpg" alt="Capa do livro Uma Vida Interrompida." width="227" height="310" /></a></p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Título: Uma vida interrompida<br />
Título original: The lovely bones<br />
Autor: Alice Sebold<br />
Tradução: Fernanda Abreu<br />
Prefácio: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/teteribeiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teté Ribeiro</a><br />
Editora: Agir<br />
Lançamento: 2003<br />
Nº de Páginas: 308<br />
Formato: 15,5 x 23 cm<br />
Gênero: Romance<br />
ISBN: 978-85-220-3087-3<br />
Nota: ? ? ? ? ?</p>
<p>Colaboração: Ludymilla Duarte Borges</p>
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		<title>Performances da mente feminina captadas através da fotografia</title>
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				<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 19:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luciane Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[VISÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Beleza Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Slide]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Nós mulheres sabemos quantas e quantas vezes nos pegamos contemplando aquelas pessoas perfeitas estampadas em postagens do Instagram, nas revistas e portais mais famosos do mundo. As celebridades não medem esforços para parecerem incríveis em cada uma de suas aparições públicas, enquanto a publicidade vende padrões quase inatingíveis de beleza. Fomentar o desespero e a [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Nós mulheres sabemos quantas e quantas vezes nos pegamos contemplando aquelas pessoas perfeitas estampadas em postagens do Instagram, nas revistas e portais mais famosos do mundo.</p>
<figure id="attachment_11852" aria-describedby="caption-attachment-11852" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-full-and-grid wp-image-11852 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01.jpg" alt="Fotografia artística - Ensaio de Luh Pires." width="810" height="460" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01.jpg 810w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01-768x436.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01-740x420.jpg 740w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01-640x363.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/12/foto_arte-luh_pires_01-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 810px) 100vw, 810px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11852" class="wp-caption-text">Ensaio Mãe Terra.</figcaption></figure>
<p>As celebridades não medem esforços para parecerem incríveis em cada uma de suas aparições públicas, enquanto a publicidade vende padrões quase inatingíveis de beleza. Fomentar o desespero e a frustração feminina poderia até mesmo ser considerada uma das táticas do diabo para dominar o mundo. Assim, toda indústria do caos se movimenta, desde as drogas farmacológicas, a indústria dos cosméticos, a moda, a alimentação e os procedimentos estéticos. Enquanto muitas mulheres ficam preocupadas com aquilo que não compreendem que já são &#8211; empoderadas &#8211; falta-lhes coragem de, muitas vezes ir à luta.</p>
<p>Assim sendo, mulheres de todas as idades acabam muito precocemente sofrendo desta, que é uma verdadeira epidemia mundial: a baixa autoestima. Não é fácil rasgar o véu das expectativas.</p>
<p>Por receio daquilo que pode &#8211; por elas mesmas &#8211; ser considerado imperfeições em seus corpos, como estrias, celulites, gordurinhas ou até mesmo envelhecimento, muitas mulheres se encolhem em uma concha, quando não se submetem a perigosas e muitas vezes desastrosas intervenções cirúrgicas para tentar moldar aquilo que já é perfeito por natureza: o corpo em plenitude.</p>
<p>Pensando em resgatar a autoestima feminina com um olhar sublime e artístico, os fotógrafos Josi Chocho e Jorge Luiz Pinto (<a href="www.instagram.com/josichocho" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a>), desenvolveram um estilo todo próprio de chamar atenção para a singularidade de cada pessoa.</p>
<p>Foi buscando as inspirações internas do que cada mulher vislumbra em seu inconsciente como sendo o símbolo​ de imagem ideal, que eles​ passaram a desenvolver captações de imagens que misturam o sensual, contemporâneo e até místico cenário dos sonhos para materializar aquele arquétipo que habita dentro de cada mulher.</p>
<p>​Os aspectos de gênero e seus comportamentos são moldados por crenças que vão sendo construídas ao longo de nossas vidas, tendo como base, primeiramente pela família​. Os homens acabam sendo conduzidos a serem machões, pegadores, fortes, espertos e másculos. Já, as meninas, são estimuladas a serem princesas, bonecas, fadas e símbolos da plenitude, conquista e leveza&#8230;</p>
<figure style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/foto_arte-ensaio_2_f1.jpg"><img class=" td-modal-image" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/foto_arte-ensaio_2_f1.jpg" alt="Foto: Josi Chocho" width="960" height="640" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Ensaio Sensualizando.</figcaption></figure>
<p>Nos tempos de ensino fundamental e médio, o reforço da sociedade para padrões e estereótipos reforçam na nossa cabeça aquele avatar de referência que aprisiona os sentidos de gênero. Hoje, um forte movimento busca desconstruir esses paradigmas e deixar claro que somos o que quisermos ser.</p>
<p>A quebra desses padrões rompe barreiras e traz para fora mulheres que raspam seus cabelos, deixam que fiquem brancos, etc. Outras, que sempre se sentiram com vontade de representar performances diferentes da expectativa <em>&#8220;bela, recatada e do lar&#8221;</em> rasgam a camisa de força da contenção social e resolvem experimentar o lado mais ousado de sua atuação como mulher, nunca antes externadas. Isso também é terapia, isso também é cura pois é mais fácil desconstruir aquilo que se pode materializar, trazer à tona, tornar presente.</p>
<p>A fotografia tem o dom de materializar o subconsciente de uma pessoa. A foto é amoral, ela não julga, não questiona, não nega. A foto simplesmente interpreta e expressa o que há de mais latente no âmago de cada pessoa. Playmates, fadas, super-heroínas&#8230;</p>
<p>A ideia não é reforçar padrões, até porque, impor que esses personagens míticos de sedução, beleza e leveza não sejam expressos, é não permitir mais uma vez que haja escolha feminina individual na manifestação da vontade causando confusão entre ego e alter ego, muitas vezes, ocasionando crises de identidade. Portanto, só cabe ao fotógrafo tornar atitude em arte, tirar do inconsciente as amarras da opressão e soltar a atitude que já existe lá dentro. O que há por trás dessas performances são mais que padrões, são significados assimilados pela própria identidade como reflexo de um alter ego doutrinador e intransitivo que bomba como representatividade na mente de cada uma e que, através da fotografia, ganha formas, cores e significados para fazerem com eles o que quiser.</p>
<p>A fotografia artística quando contemplada como uma busca pela alma pode nivelar os nossos sentidos, aquilo que somos, aquilo que sonhamos e aquilo que somos impostos a ser. O resultado surpreendente vem arrancando suspiros da mulherada que acaba tendo a percepção real daquilo que habita em si e da perfeição que sempre foram, mas estava oculto dentro de si mesmas.</p>
<p>Confira o resultado:</p>

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		<title>Eu também já fui enganada por um fake</title>
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				<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 20:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Petit Gabi]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[6º SENTIDO]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção e Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Slide]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Recentemente a Internet foi surpreendida com a história de Eduardo Martins. O surfista bonitão e fotógrafo que registrava alguns dos conflitos em regiões que estavam em guerra. Eduardo tinha um perfil com mais de 100 mil seguidores no Instagram e postava diariamente fotos de sua rotina e das viagens que fazia pelo mundo. Eduardo até [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a Internet foi surpreendida com a história de Eduardo Martins. O surfista bonitão e fotógrafo que registrava alguns dos conflitos em regiões que estavam em guerra. Eduardo tinha um perfil com mais de 100 mil seguidores no Instagram e postava diariamente fotos de sua rotina e das viagens que fazia pelo mundo. Eduardo até existia, mas não era exatamente o que ou quem dizia ser. E ele enganou muita gente, inclusive de grandes veículos de comunicação nacional e internacional.</p>
<figure id="attachment_11855" aria-describedby="caption-attachment-11855" style="width: 880px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" td-post-image-full-and-grid wp-image-11855 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news.jpg" alt="Fake news ou notícias falsas." width="880" height="500" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news.jpg 880w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news-768x436.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news-739x420.jpg 739w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news-640x364.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/fake_news-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /><figcaption id="caption-attachment-11855" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>Agora, imaginem que o cara investiu dois anos de sua vida pra criar e manter um fake. Quando a gente para pra pensar seriamente nisso, não faz o menor sentido, não é? Bom, a questão é que fiquei muito impactada e curiosa com pelo desfecho desse caso porque eu também já fui enganada por um fake. E hoje vou contar essa história pra vocês.</p>
<p>Pois é galera, por incrível que pareça eu também já tive um Eduardo em minha história. Eu o “conheci” no final de 2008 através do finado Orkut. Me mandou uma solicitação de amizade e eu, que tava na maior bad porque tinha levado um pé na bunda recente, aceitei. O cara era bonito, um loiro cabeludo, com cara de nerd charmoso. Ele falou que era psicólogo e morava na Alemanha. Eduardo também fazia parte de uma banda, gostava de rock, leite com canela, tocava saxofone e violino. Segundo contou, trabalhava em uma multinacional e seu trabalho exigia algumas viagens mundo a fora, tipo pra França, Londres e às vezes Brasil.</p>
<p>Esse cara que, assim como o Eduardo do começo do texto, obviamente existia. Mas até hoje eu nunca tive certeza do grau de envolvimento dele na teia de mentiras que eu caí. <strong>Ele era basicamente perfeito, tudo que eu queria, <em>ou achava que queria</em></strong>. Dizia as coisas certas, no momento certo, me entendia, gostava do que eu gostava, entre outros detalhes muito convenientes que se eu fosse mais espertinha teria sacado.</p>
<p>Além disso, a gente só se falava por e-mail <em>(quem nessa Terra tem um romance exclusivamente via e-mail?)</em>, raramente ele estava online no MSN ou Google Talk, telefone ou mensagem de voz, nunca&#8230; Sinais e mais sinais. Quando lembro me sinto meio “Caralho, Blue Ivy”.</p>
<p>Bom, o cara tinha poucos amigos, poucas fotos e poucos <em>scraps</em>. Sinais que não prestei atenção. Eu até questionei algumas coisas no começo, tipo “que comunidade ele me encontrou?”, tendo em vista que ele surgiu do nada. Mas acho que parei as especulações por aí. Naquela época eu não estava atenta aos perigos dos sedutores da Internet (rindo de nervoso).</p>
<p>A nossa troca de e-mails era diária, mas ele contava bem menos coisas da vida dele do que eu da minha. Eu queria vê-lo ao menos por vídeo, mas ele se esquivava por “não se relacionar bem com tecnologia” (ata). Depois de um tempo ele contou que o seu perfil no Orkut tinha sido fruto do seu TCC, um experimento social, digamos assim. Daí a justificativa para tão poucos amigos adicionados. Achei estranho, mas acreditei. Ah e a comunidade que segundo ele tinha me encontrado era uma do disco <strong>OK Computer</strong>, do Radiohead. Tudo bem meio costurado porque eu realmente fazia parte dela.</p>
<p>Em um dado momento de nossa troca de e-mails ele resolveu “se abrir” mais. Eduardo me falou que tinha 26 anos, era órfão de mãe e estava se recuperando de um recente câncer (pelo visto os fakes amam essa doença) é que ele quase já tinha casado.</p>
<p>Essa troca de e-mails deve ter durado uns seis meses mas um dia ele simplesmente sumiu. Eu fiquei desolada porque não conseguia entender como algo que parecia ser tão intenso de repente se tornar tão etéreo.</p>
<p>Depois disso eu fiz um pequeno esforço pra seguir a vida porque naquele ano tava beirando uma depressão. Pra vocês terem uma ideia eu assisti <a href="http://ativarsentidos.com.br/visao/saga-crepusculo-amanhecer-parte-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Crepúsculo</a> 8 vezes, sendo que minhas distrações eram os livros da saga e os discos dos Los Hermanos que não tirava do repeat.</p>
<p>Em alguns momentos eu ainda pensava naquele cara que eu passei a chamar carinhosamente de Duda. Mas aí, do nada fui surpreendida. Um amigo me procurou e me contou algo que me fez sentir a pessoa mais ingênua do mundo e questionar minha fé na humanidade. Eduardo era na verdade uma moça. Sim, é isso mesmo. <strong>Eu fiquei tipo “what?”</strong>. Ele me explicou: a moça em questão admitiu ter criado o perfil pra me conhecer e saber se eu ainda tinha pretensão de voltar a namorar a pessoa que namorava com ela até então. Eu pensei “não tô acreditando que alguém tenha dedicado tanto tempo de sua vida pra isso”. Mas sim, foi o que aconteceu.</p>
<p>Minha primeira ação foi responder a um dos últimos e-mails de Eduardo me direcionando a ela, chamando-a pelo nome. Lembro que na época passava Caminho das Índias e lá tinha uma personagem dissimulada chamada Ivone e eu a comparei a ela. Para minha completa desolação, a moça respondeu admitindo a farsa e, de certa forma, se justificando que ela era insegura e precisava ter certeza de que não perderia seu então amor pra mim. Por isso tinha criado toda aquela rede de mentiras. E pior, segundo ela o verdadeiro Eduardo havia emprestado o perfil pra ela fazer isso. Cara, que tipo de gente faz isso?</p>
<p>Depois de um tempo eu percebi que o mesmo Eduardo estava trocando scraps com uma outra menina no Orkut. Fiz uma breve pesquisa e descobri que a menina era amiga do noivo da “falsa Eduardo”. Ou seja, essa era uma tática dela para sondar pessoas que poderiam ameaçar (na cabeça dela) seus relacionamentos. Apenas desejei poder indicar um psicólogo a ela. Mas só alertei a nova vítima porque ninguém mais merecia ser enganada como fui. Detalhe: o Eduardo mandou um e-mail pra mim (dizendo ser o verdadeiro) falando que era ele não ela que estava usando o perfil. Aham!</p>
<p>Pra mim a história acabou ali. Mas acreditem, apesar de ter achado aquilo muito pesado pra lidar eu aceitei a solicitação de amizade dela quando entro no Facebook. Eu achava que era uma boa monitorar pra ver se ela aprontaria com mais alguém. Mas depois de um tempo larguei mão.</p>
<p>Até hoje não sei quem é o Eduardo real. Confesso que tive vontade de conhecer, mas depois achei isso tudo tão macabro que acabei desistindo. Na época eu fiquei tão envergonhada por ter sido ingênua daquela forma que decidi esquecer e fingir que nada daquilo tinha realmente acontecido. Lembro de contar pra três amigas e só. Segui com a vida.</p>
<p>Esse mês quando li a <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/como-ruiu-a-historia-do-falso-fotografo-da-onu-que-enganou-jornalistas-mulheres-e-120-mil-seguidores-no-instagram.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">história cinematográfica de Eduardo Martins</a>, não pude deixar de relembrar o meu episódio com o Eduardo fake. É bizarro saber que ninguém está livre de ser enganado por alguém na Internet. E o quanto existem pessoas dispostas a deixar de viver suas próprias vidas pra se lançar em uma vida de mentiras e ilusões. Tá aí, algo que nunca vou entender.</p>
<p><strong>Pra finalizar, fica a dica: cuidado com os sedutores da Internet.</strong></p>
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		<title>Alimentação viva, a maior aliada da juventude e beleza</title>
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				<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 19:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luciane Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[PALADAR]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação Saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Slide]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Peeling, botox, ácido hialurônico, cauterização capilar, dieta; esses são alguns dos inúmeros recursos utilizados pelas mulheres &#8211; e até mesmo pelos homens &#8211; para tornar a aparência mais jovial. Porém, o que a maioria das pessoas desconhece é o fato de que somos naturalmente programados para promover a renovação do corpo sem precisarmos de recursos [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Peeling, botox, ácido hialurônico, cauterização capilar, dieta; esses são alguns dos inúmeros recursos utilizados pelas mulheres &#8211; e até mesmo pelos homens &#8211; para tornar a aparência mais jovial. Porém, o que a maioria das pessoas desconhece é o fato de que somos naturalmente programados para promover a renovação do corpo sem precisarmos de recursos artificiais. De fato, nosso organismo trabalha incessantemente para que as células se reproduzam de maneira saudável desde que haja oxigenação e equilíbrio do Ph alcalino atuando no núcleo da vida celular.</p>
<figure id="attachment_11863" aria-describedby="caption-attachment-11863" style="width: 740px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-full-and-grid wp-image-11863 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva.jpg" alt="Alimentação viva ou alimentação crudivera, isto é, crua." width="740" height="420" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva.jpg 740w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva-300x170.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva-640x363.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/cozinha_viva-681x387.jpg 681w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11863" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>Quando isso não acontece, o organismo se torna intoxicado e acaba desencadeando deformidades na pele, unhas, cabelos, músculos, tecidos ósseos e adiposos. O resultado é uma expressão pesada, bolsas embaixo dos olhos, pálpebras caídas, papada, ressecamento de pele, rugas, linha de expressão, retenção de líquido, sobrepeso, unhas e cabelos quebradiços e mau hálito. Isso é sinal de que o corpo está intoxicado e um dos principais fatores é a alimentação.</p>
<p>Não é novidade para que ninguém que os alimentos processados são verdadeiros venenos para a saúde, beleza e o prolongamento da juventude; mas pouco se propaga sobre a perda nutricional da alimentação cozida, frita, assada ou grelhada que diminui em até 80% os compostos vitamínicos do que comemos, ao passo em que a <strong>alimentação crudivera, isto é, <em>crua</em></strong>, mantém 100% das enzimas do insumo, o que o torna uma bomba de absorção proteica.</p>
<p>Outro agente nocivo à saúde, tanto quanto os produtos processados, o sódio e o açúcar, são as carnes e os lactos de todos os tipos que vêm carregados de produtos químicos e enzimas capazes de entupir os vasos sanguíneos e se manter putrefatos durante longos períodos no estômago; o que acelera os radicais livres e a inflamação celular. Sendo assim, cada vez mais, nutrólogos e nutricionistas recomendam a <a href="http://ativarsentidos.com.br/paladar/empreendedorismo-vegano" target="_blank" rel="noopener noreferrer">alimentação funcional</a> como papel preventivo e de tratamento ao envelhecimento precoce e doenças crônicas.</p>
<p>Nas academias e redes sociais, a onda natural são os energéticos e barrinhas de cereais pré e pós treino, como os “Smoothies” – aqueles shakes deliciosos de frutas, grãos, cereais, legumes e verduras que valem por 5 anos de botox. Quanto mais ingredientes naturais e menos lactose, mais efeito rejuvenescedor possui.</p>
<p>Esqueça o estereótipo natureba magricela, não se engane quem pensa em perda de massa muscular, dá para manter e até aumentar a musculatura com uma dieta totalmente natural bem planeada e balanceada; isto porque a proteína está em todos os lugares: nos vegetais, nas oleaginosas como castanhas e nos grãos. Um exemplo disso é que a lista dos “crudis” famosos e de corpos esculturais só aumenta, como a tenista número 1 do mundo e halterofilista norte-americana Selena Williams e diversos outros atletas: o jogador de defesa do Chicago Bears, David Carter; o fisiculturista Robert Cheeke; a maratonista Fiona Oakes e o atual homem mais forte do mundo, Patrik Baboumian – competidor de força.</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p><em><strong>“O que acontece é que, quando passamos a consumir alimentos vivos, o corpo para de gastar energia na eliminação de toxinas e as células passam a receber integralmente tudo aquilo que precisam para ficarem nutridas, bonitas e viçosas; isto acaba refletindo em questão de 21 dias na estética, no campo emocional e comportamental. A pessoa se torna mais alegre, feliz e cheia de energia, uma vez que o organismo não está mais inflamado e passa a funcionar adequadamente o processo de regeneração celular.”</strong></em>, diz a naturopata e chef crudivegana Márcia Unfer, acostumada a preparar cocktails para eventos totalmente crus consultorias e palestras sobre alimentação viva.</p></blockquote>
<figure style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/cozinha_viva-marcia_unfer.jpg"><img class=" td-modal-image" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/cozinha_viva-marcia_unfer.jpg" alt="Receitas do livro Cozinha Viva, da chef crudivegana Márcia Unfer." width="720" height="555" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>O mais impressionante é que, além de possuírem aparência e aromas maravilhosos, que deixam os convidados de “boca-aberta” ao descobrirem do que se trata, os cardápios de alimentação viva são infinitos e envolvem docinhos, massas, quitutes, pastas, pãezinhos, sopas, saladas e toda uma variedade de pratos criativos, deliciosos e fáceis de preparar.</p>
<p>Ao invés de gastar rios de dinheiro em estética, whey protein e produtos tóxicos e sintéticos para mascarar problemas decorrentes de uma má alimentação, experimente ao menos um ou dois dias na semana, mudar o padrão de cozinhar o seu alimento para <strong><em>“cruzinhar”</em> &#8211; a arte de germinar e praticar a alimentação viva</strong>, esta que promete ser a fonte da juventude.</p>
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		<title>A Invenção das Asas</title>
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				<pubDate>Sat, 09 Sep 2017 18:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sarabólica]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[VISÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Poder de liberdade. É sobre isso que a autora Sue Monk Kidd fala ao leitor, através da história de Sarah Grimké e Hetty “Encrenca” Grimké. Duas meninas separadas e unidas pela sociedade. Sarah Grimké, filha de aristocratas, que no seu aniversário de 11 anos, recebe de presente a escrava Hetty “Encrenca” Grimké, que até então, [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Poder de liberdade. É sobre isso que a autora Sue Monk Kidd fala ao leitor, através da história de Sarah Grimké e Hetty “Encrenca” Grimké. Duas meninas separadas e unidas pela sociedade. <em>Sarah Grimké</em>, filha de aristocratas, que no seu aniversário de 11 anos, recebe de presente a escrava <em>Hetty “Encrenca” Grimké</em>, que até então, nem poderia se atrever a entrar na Casa Grande.</p>
<p><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-full-and-grid aligncenter wp-image-11866 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide.jpg" alt="Frase do livro A Invenção das Asas, de Sue Monk Kidd." width="960" height="540" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide.jpg 960w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide-300x169.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide-768x432.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide-747x420.jpg 747w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide-640x360.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/invencao_das_asas-slide-681x383.jpg 681w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p>Na primeira parte, período de novembro de 1803 a fevereiro de 1805, já é possível notar as personalidades das duas personagens principais. Ambas cientes de sua diferença social, mas com a mesma vontade de viver em uma sociedade mais justa. Os capítulos são intercalados entre as narrativas de Encrenca e Sarah, o que facilita identificar a evolução das duas personagens.</p>
<p>Os capítulos iniciais me deram a má impressão de que seria mais um livro explorando negativamente a escravidão. Afastei minha má impressão ao lembrar do nome da autora e da maneira que ela aborda o tema preconceito racial em sua obra adaptada para o cinema, <strong>A vida secreta das abelhas</strong>: com responsabilidade.</p>
<p>“A autora ainda vivia na cidade de Charleston (Carolina do Sul – EUA), em 2007, ano em que a obra de arte <a href="http://arteseanp.blogspot.com.br/2010/03/judy-chicago-dinner-party.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Dinner Party</a> estava exposta no Brooklyn Museum. A obra que [&#8230;] celebra as conquistas femininas na civilização ocidental, representa o banquete de Chicago, no qual os pratos homenageiam trinta e nove convidadas de honra [&#8230;], está sobre um chão de azulejos de porcelana com os nomes de novecentos e noventa e nove mulheres que fizeram importantes contribuições para a história.”. Entre quase mil nomes, a autora se deparou com os nomes de Sarah e Angelina Grimké, que viveram na mesma cidade em que ela vivia na época da visita à exposição.</p>
<p>Apesar de estar no meio da escrita de sua biografia, Traveling with Pomegranates, Kidd já pensava a respeito de seu próximo livro. Segundo ela, quando fez a viagem para visitar a obra de arte <em>The Dinner Party</em>, tinha em mente apenas que seu desejo era escrever sobre duas irmãs. Qual seria a história, ainda era a dúvida que foi sanada posteriormente à referida visita. Após seu retorno à Charleston, deu início à exploração das vidas das irmãs Grimké, e pôde se certificar que havia encontrado as irmãs sobre as quais gostaria de escrever.</p>
<p>A autora faz uso da linguagem comum nas senzalas, ao mesmo tempo em que aplica no texto a linguagem da comunidade aristocrática. As duas formas de escrita podem ser notadas em todos os capítulos, pois estes se alternam entre a narrativa das personagens Hetty “Encrenca” e Sarah Grimké. No entanto, é possível observar certa dificuldade da autora em manter a linguagem dos escravos, quando utiliza a linguagem aristocrática nas falas dos personagens escravos, como é possível notar no trecho a seguir, na fala da personagem escrava Tia-Irmã: <em>“Que cês tão olhando? Voltem ao trabalho de limpeza, deem um lustre completo no quarto delas. Quando os gatos saem&#8230; não deixem para amanhã o que podem fazer hoje.”</em>. Também notei que os parágrafos não são sinalizados por travessões, apenas por aspas. O que ocorre também na edição publicada na língua original.</p>
<p>Apesar dos aspectos mencionados, a <a href="http://ativarsentidos.com.br/visao/a-balada-de-adam-henry">leitura</a> da obra ocorre de maneira fluida, de modo a despertar no leitor o anseio pela próxima página. Durante a leitura, o leitor facilmente notará a evolução e o amadurecimento dos personagens, pois a estrutura utilizada por Kidd, não o deixa desnorteado com o avançar dos capítulos, mesmo que estes em sua maioria, apresentem novos personagens.</p>
<p>O período escravagista narrado (e pesquisado) pela autora, refere-se ao início do século XIX. É facilmente notável a riqueza de detalhes nos aspectos político, histórico e cenográfico que ela descreve em toda a obra.</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>As senhoritas Grimké fazem discursos, escrevem panfletos e exibem-se em público de maneiras não femininas há um tempo, mas não encontraram maridos. Por que todas as solteironas são abolicionistas? Por não serem capazes de arrumar maridos, pensam que podem ter chance com um negro, se ao menos conseguirem colocar a miscigenação em moda&#8230;</p></blockquote>
<p>Como é possível notar no trecho acima, além de tratar sobre a escravidão, Kidd também trata sobre outro tema: liberdade feminina, que começa a ser abordada quando Sarah Grimké ainda é criança e foi repreendida por seu pai, ao expressar seu desejo de ser juíza. Quando se torna adulta, Sarah e Angelina Grimké se tornam duas notáveis figuras na luta contra a escravidão e a favor da liberdade, sendo “caçadas” pelas comunidades de inúmeras cidades (inclusive de Charleston). Lançando mão de um misto de sarcasmo, ironia e precisão, a autora parece amenizar todo o sofrimento que o separatismo causa à vida das personagens, que são muito bem desenvolvidas. O que é muito importante ressaltar, tendo em vista que a maioria delas são reais.</p>
<p>As duas personagens principais (Encrenca e Sarah) foram muito expostas. Suas personalidades fortes e peculiares (para a época) ficam muito evidentes desde o início, quando ambas ainda são crianças. Outra personagem muito marcante, bem desenvolvido e exposto é <em>Dinamarca Vesey</em>, que coloca sua vida em risco, ao dar início a uma revolução em defesa dos escravos, e cuja figura torna-se de suma importância para a vida de Encrenca.</p>
<p>O leitor terá facilidade em visualizar a casa dos Grimké, a senzala onde Mamã dormiu com Encrenca (até que ela foi dada de presente para Sarah Grimké), o quartinho em que posteriormente foram dormir dentro da casa grande; a casa de tortura que fica na cidade&#8230; sempre com detalhamento preciso e sem delongas.</p>
<p>A autora desenvolve a trama de maneira em que os únicos questionamentos a serem feitos pelo leitor, referem-se à exclusão racial e feminina. Ainda que os temas abordados não sejam inéditos, esse livro tem papel importante na literatura. Desafia as convenções ao falar da solidez e importância tanto do negro quanto da mulher, que, guardadas as devidas proporções, seguem sendo contestadas por parte da sociedade. Ao narrar o cotidiano de Encrenca e Sarah, Kidd faz com que o leitor note como a essa mesma sociedade subjugava, e ainda o faz, esses mesmos negros e essas mesmas mulheres.<br />
Como disse anteriormente, a autora lança mão de um vocabulário irônico, sarcástico e até mesmo divertido. A narrativa de Encrenca é marcada por seu humor-negro, sarcasmo e sua ironia. Gradativamente, a personagem conta sua história e sua família, ao mesmo tempo em que a entrelaça os acontecimentos do presente. Sua história é tocante e com muitos elementos históricos: criança, negra, escrava, início do século XIX. Um trechos em que se pode notar isso, é na fala em que ela questiona a entrada e a saída do bacon:</p>
<blockquote class="td_pull_quote td_pull_center"><p>A sinhá ralhou com Tomfry, disse que fizessem silêncio, uma dama não precisa saber de onde vem seu bacon. Quando ouvimos isso, eu disse para Tia-Irmã que a sinhá não sabia por qual lado o seu bacon entrava e por qual lado ele saía. A Tia-Irmã me deu um tapa tão grande que eu fui parar no dia anterior.</p></blockquote>
<p>Com um vocabulário tão democrático e temas indiscutivelmente atuais, a obra A invenção das asas pode facilmente ser indicada como literatura escolar, de lazer para indivíduos da terceira idade, a título de conhecimento aos universitários, àqueles que necessitam apenas de uma boa leitura, mas principalmente àqueles que vêm trazendo com eles as idéias machistas e racistas, e que ainda não se curvaram à necessidade de tratar a todos com respeito, amor e empatia.</p>
<blockquote class="td_quote_box td_box_center"><p>Um romance extraordinário que me mostrou o que é ser mulher – escrava ou livre. Para qualquer uma que já teve dificuldade em encontrar seu poder ou sua voz&#8230; É impossível ler este livro e não terminá-lo pensando de forma diferente sobre a situação da mulher e sobre todas as heroínas desconhecidas que foram essenciais para chegarmos até aqui. (WINFREY, Oprah. 2014. O, The Oprah Magazine)</p></blockquote>
<p><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/invencao_das_asas-capa_livro.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-left alignleft" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/invencao_das_asas-capa_livro.jpg" alt="Capa do livro A Invenção das Asas, de Sue Monk Kidd." width="262" height="379" /></a><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Título: A invenção das asas<br />
Título original: The invention of wings<br />
Autor: Sue Monk Kidd<br />
Tradução: Flávia Yacubian<br />
Editora: <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13606" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Companhia das Letras</a><br />
Lançamento: 2014<br />
Gênero: Romance</p>
<p>Nº de Páginas: 328<br />
Formato: 16 x 23 cm<br />
Acabamento: Brochura<br />
ISBN: 978-85-65530-48-4<br />
Valor: r$ 34,90<br />
Nota: ? ? ? ? ?</p>
<p>Colaboração: <a href="https://www.facebook.com/lduarteborges" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ludymilla Duarte Borges</a></p>
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		<title>A Torre Negra</title>
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				<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 19:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luciane Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[VISÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Com direção de Nikolaj Arcel, roteiro de Akiva Goldsman e Nikolaj, A Torre Negra é o formato adaptado para o cinema e TV que engloba um multiverso de livros do autor Stephen King, como Dança da Morte e A Hora do Vampiro, em realidades infinitas que conecta fantasia, faroeste, magia, física quântica e robôs; tudo [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Com direção de Nikolaj Arcel, roteiro de Akiva Goldsman e Nikolaj, <strong>A Torre Negra</strong> é o formato adaptado para o cinema e TV que engloba um multiverso de livros do autor Stephen King, como Dança da Morte e A Hora do Vampiro, em realidades infinitas que conecta fantasia, faroeste, magia, física quântica e robôs; tudo para dar vida aos mundos de Roland de Eld para as telas.</p>
<figure id="attachment_11869" aria-describedby="caption-attachment-11869" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-full-and-grid wp-image-11869 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores.jpg" alt="Idris Elba no papel de Roland, o Pistoleiro, e Matthew McConaughey no filme A Torre Negra." width="800" height="450" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores.jpg 800w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores-300x169.jpg 300w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores-768x432.jpg 768w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores-747x420.jpg 747w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores-640x360.jpg 640w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/09/dark_tower-atores-681x383.jpg 681w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11869" class="wp-caption-text">Idris Elba e Matthew McConaughey no filme A Torre Negra. © Sony Pictures</figcaption></figure>
<p>Para quem assiste o trailer e espera encontrar um roteiro semelhante a Matrix, o filme desaponta sem definir um estilo específico confundindo-se com nuances que parecem terem sido resgatadas de épicos como Avatar, Piratas do Caribe e até mesmo Independence Day.</p>
<p>O filme conta a história de <em>Jake</em> interpretado por <strong>Tom Taylor</strong>, um menino de 13 anos que possui características sensoriais especiais capazes de captar o universo paralelo e interagir com criaturas e demônios de outros mundos. No entanto, o ator parece estar desconectado o tempo todo das narrativas uma vez que suas expressões são plácidas e não carregam emoção alguma, até mesmo diante de criaturas infernais que surgem repentinamente.</p>
<p>Estrelando <strong>Idris Elba</strong> no papel de <em>Roland, o Pistoleiro</em>, e <strong>Matthew McConaughey</strong> como seu arque-inimigo &#8211; o <em>Homem de Preto</em> &#8211; a narrativa corre em torno de portais que fazem passagem entre a Terra (Mundo-Médio) e a torre que sustenta energia para o todo o universo. Se ela cair, todos os mundos debaixo de sua proteção vão junto.</p>
<p><a href="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/dark_tower-poster.jpg"><img class="td-modal-image td-post-image-left alignleft" src="http://img.ativarsentidos.com.br/y17/dark_tower-poster.jpg" alt="Poster do filme A Torre Negra (The Dark Tower poster)." width="268" height="379"></a><strong>Informações Técnicas</strong></p>
<p>Título Original: The Dark Tower<br />
Título no Brasil: A Torre Negra<br />
País de Origem: Estados Unidos<br />
Gênero: Ação / Fantasia<br />
Duração: 95 min<br />
Ano de Lançamento: 2017<br />
Estreou no Brasil: 24 de agosto de 2017<br />
Direção: Nikolaj Arcel<br />
Roteiro: Akiva Goldsman <em>(baseado no livro homônimo de Stephen King)</em><br />
Música: James Newton Howard<br />
Estúdio: Media Rights Capital<br />
Distribuição: Sony Pictures Entertainment<br />
Site Oficial: <a href="http://www.thedarktower-movie.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.thedarktower-movie.com</a></p>
<p>Com orçamento de sessenta milhões de dólares, seus personagens rasos e multidimensionais não impressionam. Na tentativa de criar um formato mainstream compreensível para todos os tipos de público, a narrativa se perde justamente por não fisgar público nenhum, já que o telespectador demora a compreender a estrutura do filme, uma vez que as ideias principais são apresentadas pouco-a-pouco.</p>
<p>Para contrabalançar o enredo cansativo, o filme apresenta um show de animações em criaturas bizarras e assustadoras e efeitos especiais em slow motion em que, Rolan, o Pistoreiro distribui headshots e dispara tiros com um revólver estranhamente antigo e grande, do qual ele recarrega suas balas umas 300 vezes por segundo.</p>
<p><iframe title="A Torre Negra | Trailer 2 Dublado | 24 de agosto nos cinemas" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KBG_vNPZeSw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mas nem assim o filme parece agradar, não passando de um aglomerado de efeitos especiais dignos de um filme de super-herói classe B, deixando apenas a impressão de que foi feito por admiradores da obra de Stephen King, porém, ironicamente usado como jargão do próprio Pistoleiro, ter esquecido a face de seu pai.</p>
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		<title>7 anos transformando sonhos em realidade</title>
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				<pubDate>Sat, 19 Aug 2017 20:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Edvando Junior]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ATIVIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos e Planos]]></category>
		<category><![CDATA[Ativações Múltiplas]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Tudo começou com um sonho. Hoje, olho para trás e vejo o caminho que percorremos até aqui. Um bonito caminho inspirando pessoas dos mais diversos pensamentos, das mais variadas formas de agir, seja com expansividade ou introspecção, somos fruto da união. Formamos amigos, muito mais do que apenas colaboradores (aos quais apelidei carinhosamente de Ativadores). [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou com um sonho. Hoje, olho para trás e vejo o caminho que percorremos até aqui. Um bonito caminho inspirando pessoas dos mais diversos pensamentos, das mais variadas formas de agir, seja com expansividade ou introspecção, somos fruto da união. Formamos amigos, muito mais do que apenas colaboradores <em>(aos quais apelidei carinhosamente de Ativadores)</em>. Todos foram importantes no suporte a este projeto chamado Ativar Sentidos.</p>
<p>Saímos de um quartinho em Salvador &#8211; Bahia, para ganhar a grande rede mundial de computadores. Durante estes 7 anos de atividade pensei em parar algumas vezes, mas aí uma garota chamada <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/petitgabi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gabriela</a> me estendeu a mão e juntos seguimos. Quando não tínhamos nada que falasse diretamente ao coração surgiu uma garota chamada <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/laila_guedes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Laila</a> e nos abraçou. E quando precisávamos falar “bah guri”, encontramos gauchas como a <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/mariah_znuk" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mariah</a> e a <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/luh_pires" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Luh</a>, que nos completaram. Devagarinho começamos a trafegar de norte a sul do Brasil, encontrando pessoas que deram sua contribuição especial, como a <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/sarabolica" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sara</a>, Ana Amélia, Elvis, Frida, Brisa, Angela, Bruno, Elis, Larissa e tantos outros de vários lugares.</p>
<p>De repente, fomos parar em Portugal, através das lindas palavras da <a href="http://ativarsentidos.com.br/author/analuisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ana Luísa</a>, nossa amiga lusitana. Não dá pra negar que esse sonho tornou-se realidade e se uniu a vários sonhos espalhados por aí. E foi através das palavras de tanta gente bacana que crescemos e evoluímos ao longo de todo esse tempo.</p>
<blockquote><p>Gratidão, senhoras e senhores&#8230; GRATIDÃO!</p></blockquote>
<p>A você que ajudou a construir nossas bases. A você que aprecia uma boa leitura. A você que continua lapidando nosso cristal. A todos vocês, meu muito obrigado!</p>
<p><strong>Hoje completamos 7 anos de vida e desejamos mais.</strong></p>
<p><strong>Essa história ainda não acabou!</strong></p>
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		<title>Comidas que você não sabia que eram chinesas</title>
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				<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 19:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Equipe ATIVAR]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[PALADAR]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Slide]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>As contribuições gastronômicas que os chineses deram ao mundo não se restringem apenas ao sushi, como já até falamos aqui, ou aos rolinhos primavera e os biscoitinhos da sorte que você geralmente pede no seu restaurante favorito. Inúmeros alimentos conhecidos e consumidos em todo o planeta possuem suas raízes históricas ligadas ao povo asiático. Ketchup [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>As contribuições gastronômicas que os chineses deram ao mundo não se restringem apenas ao sushi, como já até falamos <a href="http://ativarsentidos.com.br/paladar/origem-do-sushi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>, ou aos rolinhos primavera e os biscoitinhos da sorte que você geralmente <a href="https://www.pedidosja.com.br/comidas/comida-chinesa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pede no seu restaurante favorito</a>. Inúmeros alimentos conhecidos e consumidos em todo o planeta possuem suas raízes históricas ligadas ao povo asiático.</p>
<figure id="attachment_11877" aria-describedby="caption-attachment-11877" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" td-post-image-full wp-image-11877 size-full" src="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/08/china_lantern2.jpg" alt="china lanterns." width="500" height="332" srcset="https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/08/china_lantern2.jpg 500w, https://imgs.ativarsentidos.com.br/2017/08/china_lantern2-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-11877" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<h3><strong>Ketchup</strong></h3>
<p>Você pode achar que é coisa de americano, mas ele surgiu na China – com um forte molho condimentado com peixe – e ganhou o tomate no Reino Unido e o vinagre e o açúcar que o caracteriza nos EUA. Hoje o mundo todo consome e adora.</p>
<h3><strong>Sorvete</strong></h3>
<p>Os italianos se tornaram os grandes conhecedores do assunto, mas também foram os asiáticos que o inventaram ao misturar leite ao gelo e saboreá-lo com frutas ou oleaginosas.</p>
<h3><strong>Macarrão</strong></h3>
<p>Outra comida de origem chinesa que surpreende muitos desavisados. Os italianos, mais uma vez, inventaram mil maneiras de consumi-lo, mas os chineses já o saboreavam há mais de 4 mil anos &#8211; conforme estudos arqueológicos confirmaram. Impressionante!</p>
<h3><strong>Kiwi</strong></h3>
<p>O nome foi dado pelos neozelandeses, mas sua origem é chinesa &#8211; bem como os pêssegos e as laranjas. Com um sabor único, eles se tornaram mais conhecidos após o fim da Guerra Fria, quando um trabalho de marketing específico popularizou a fruta em todo o planeta.</p>
<h3><strong>Missô</strong></h3>
<p>Popularmente difundida pelos restaurantes japoneses, a massa de soja cozida – saborizada por trigo, milho ou outro cereal – também tem origem na terra da Grande Muralha. Presente tanto em pratos salgados como nos doces, o alimento pode ser encontrado pré-cozido em lojas asiáticas.</p>
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