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	<title>Atlas de Biografia</title>
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		<title>ELCANO (JUAN SEBASTIÁN)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ELCANO (JUAN SEBASTIÁN) (Guetaria, Guipuzcoa, h.1475-océano Pacífico, 1526) Navegador espanhol. Membro de uma família de navegadores bascos, o seu êxito estriba em ser o primeiro e circum-navegar a Terra, demonstrando a sua esfericidade, ao mesmo tempo que se abriam novas rotas para posteriores descobertas. Em 1519 conheceu Magalhães em Sevilha, com o qual embarcou na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-247" title="elcano1" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/elcano1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ELCANO (JUAN SEBASTIÁN)</strong></p>
<p>(Guetaria, Guipuzcoa, h.1475-océano Pacífico, 1526) Navegador espanhol. Membro de uma família de navegadores bascos, o seu êxito estriba em ser o primeiro e circum-navegar a Terra, demonstrando  a sua esfericidade, ao mesmo tempo que se abriam novas rotas para posteriores descobertas. Em 1519 conheceu Magalhães em Sevilha, com o qual  embarcou na expedição para o sueste asiático em busca da ilha das especiarias. Depois de uma acidentada viagem chegaram às  Filipinas, onde morreu Magalhães, e ocupou o comando da expedição López Carballo. Este prosseguiu a viagem até  Mindanao e Bornéu, onde uma rebelião dos marinheiros tirou-lhe o comando e entregaram-no a Espinosa. Depois de alguns homens abandonarem a expedição, os navegadores prosseguiram a viagem até às  ilhas Molucas, objectivo da expedição. Um confronto com os nativos dizimou a tripulação. Juan Sebastián Elcano ocupou o comando e decidiu regressar a Espanha pela rota que os portugueses tinham aberto. Em 1522 chegou finalmente ao porto de Sanlúcar de Barrameda. As novas terras e as riquezas que viu nesta longa viagem levaram-no  a organizar uma nova expedição em 1525, juntamente com García Jofré de Loaisa. Completada a circum-navegação de África, os dois morreram numa tempestade perto do estreito de Magalhães. A casualidade fez que Elcano se tornasse num modelo pelos navegadores, quando apenas a sorte e o grande valor que possuía levaram-no a dar a primeira volta ao mundo. Do seu caderno de anotações puderam os marinheiros posteriores extrair a informação necessária para abrir novas metas transoceânicas.</p>
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		<title>DE FOREST (LEE)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 18:59:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DE FOREST (LEE) (Council Bluffs, 1873 &#8211; Hollywood, 1961). Inventor norte-americano. Estudou na Universidade de Yale e se formou em física em 1899, contudo ainda antes do seu doutoramento havia realizado já alguns trabalhos com o telégrafo recém inventado por Marconi. A sua invenção mais importante teve lugar, sem dúvida, quando lhe ocorreu introduzir uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-244" title="deForest" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/deForest-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DE FOREST (LEE)</strong></p>
<p>(Council Bluffs, 1873 &#8211; Hollywood, 1961). Inventor norte-americano. Estudou na Universidade de Yale e se formou em física em 1899, contudo ainda antes do seu doutoramento havia realizado já alguns trabalhos com o telégrafo recém inventado por Marconi. A sua invenção mais importante teve lugar, sem dúvida, quando lhe ocorreu introduzir uma terceira placa (ou rede) ao díodo que pouco tempo antes tinha inventado J. A. Fleming, com o qual conseguiu uma válvula, o tríodo -que ele inicialmente chamou áudio, com a qual se conseguiu construir potentes amplificadores que permitiram o desenvolvimento rápido das emissoras de rádio, deslocando a radiotelegrafia em favor da radiofonia. Como muitos científicos e inventores, De Forest não era um homem de negócios habilidoso, o que fez que, com a sua  ânsia de tirar proveito do seu invento, meteu-se numa quantidade de questões e problemas que o levaram, no fim, a vender a patente por uma valor insignificativo se considerarmos os milhares de milhões que gerou até que a sua válvula fosse trocada pelos semicondutores. Depois desta descoberta fundamental, De Forest dedicou todas as suas energias a estudar as possibilidades do cinema sonoro, desenvolvendo um procedimento óptico de registo do som sobre as películas conhecido como filme sonoro.</p>
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		<title>DE CHOMÓN (SEGUNDO)</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 14:15:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DE CHOMÓN (SEGUNDO) (Teruel, 1881 &#8211; Paris, 1929). Pioneiro do cinema espanhol. Foi o inventor de uma série de truques cinematográficos que despertaram o interesse de Phaté, que o contratou para trabalhar no seu estúdio e mostrar a sua competência a Meliés no seu terreno favorito: a fantasia. Foi o primeiro a colorir películas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-240" title="Segundo-de-chomon" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/Segundo-de-chomon.jpg" alt="" width="150" height="134" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DE CHOMÓN (SEGUNDO)</strong></p>
<p>(Teruel, 1881 &#8211; Paris, 1929). Pioneiro do cinema espanhol. Foi o inventor de uma série de truques cinematográficos que despertaram o interesse de Phaté, que o contratou para trabalhar no seu estúdio e mostrar a sua competência a Meliés no seu terreno favorito: a fantasia. Foi o primeiro a colorir películas com moldes de estresir, fotograma após fotograma, e no Hotel eléctrico (1905) utilizou a tomada de imagens uma a uma. É considerado o iniciador da zarzuela cinematográfica, já que realizou, sempre por encomenda de Phaté, películas «do género espanhol», como Os galãs, As tentações de Santo  António, O ramo de rosas, Prisões (todas rodadas em 1910), e também o sainete A pobre Valbuena. Não obstante, trabalhou todos os géneros da época: o documental (Os lugares do Chile, 1905), a comédia (Os rapazes do parque, 1905; Um porteiro modelo, 1911; Fleuma inglesa, 1911) e o folhetim (A  fatalidade, A filha do guarda-costas, A ponte da morte). O seu domínio da técnica e a sua capacidade para encontrar soluções às questões mais difíceis ficou reflectido nos filmes como La légende du  fantôme (1907), Voyage vers le planète Jupiter (1907), Cuisine magnétique (1908), Fabrique d&#8217;argent (1908) e Voyage dans la lune (1909). A partir de 1912 trabalharia na Itália, onde rodou, no ano 1912, Tigres e Pai. É lhe atribuída a primeira utilização do travelling em estúdio.</p>
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		<title>DE AMICIS (EDMONDO)</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 14:12:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DE AMICIS (EDMONDO) (Oneglia, 1846 &#8211; Bordighera, 1908). Escritor italiano. La vita militare (1868),o seu primeiro grande êxito literário, deu-lhe ânimo para abandonar a carreira das armas e dedicar-se plenamente à escrita. Foi um infatigável viajante e percorreu numerosos países, deixando explanadas as suas experiências e impressões numa série de reportagens documentais: Spagna (1872), Olanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-237" title="deamicis" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/deamicis-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DE AMICIS (EDMONDO)</strong></p>
<p>(Oneglia, 1846 &#8211; Bordighera, 1908). Escritor italiano. La vita militare (1868),o  seu primeiro grande êxito literário, deu-lhe ânimo para abandonar a carreira das armas e dedicar-se plenamente à escrita. Foi um infatigável viajante e percorreu numerosos países, deixando explanadas as suas experiências e impressões numa série de reportagens documentais: Spagna (1872), Olanda (1874), Marocco (1876) e Constantinopoli (1878). De convicções socialistas, propagou as suas ideias através de numerosas charlas e conferências, recolhidas em Questione sociale (1894). Também realizou colaborações regulares no jornal Grido del Popolo, de Turim. Seus romances Romanzo di un maestro (1890) e Lotte civile (1901) revelam o impulso sentimental e humanista que animou seu ideário. Mas a parte da sua obra que reveste maior interesse centra-se nos seus relatos de intenção moralista e didáctica, nos quais são  frequentes  personagens infantis e adolescentes e um ambiente popular: Gli amici (1883), Cuore (1886) -o seu romance mais popular- e La carrozza di tutti (1899). Publicou um livro, Ritratti letterari (1881), no qual  mostrou a sua admiração por Alphonse Daudet e Emile Zola.</p>
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		<title>AFONSO XIII</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 22:10:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[AFONSO XIII (Madrid, 1886-Roma, 1941). rei de Espanha (1886-1931). filho póstumo de Afonso XII, Afonso XIII foi proclamado rei no momento do seu nascimento, encarregando-se da regência do governo durante a sua minoria de idade a sua mãe, María Cristina. Na idade de dezasseis anos o novo monarca jurou a Constituição, e em diferencia com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-234" title="rxafon13" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/rxafon13-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>AFONSO XIII</strong></p>
<p>(Madrid, 1886-Roma, 1941). rei de Espanha (1886-1931). filho póstumo de Afonso XII, Afonso XIII foi proclamado rei no momento do seu nascimento, encarregando-se da regência do governo durante a sua minoria de idade a sua mãe, María Cristina. Na idade de dezasseis anos o novo monarca jurou a Constituição, e em diferencia com o pai, a partir desse momento tentou centralizar na sua pessoa a vida política do país. O seu reinado esteve influenciado por graves problemas, entre os quais destacam a questão nacional no País Basco e na Catalunha, a guerra de Marrocos e, sobre tudo, o a perca dos partidos políticos, que tinham sido a base do sistema de Cánovas, pela aparição das organizações operárias. Afonso XIII casou em 1906 com a princesa Victoria Eugenia de Battenberg, na saída do qual se deu o atentado protagonizado por Mateo Morral. Em 1909 teve lugar a Semana Trágica de Barcelona e esse mesmo ano, no processo de Montjuich, foram condenados a morte Ferrer e Guardia, facto que teve como consequência uma muitas protestas na Europa contra Antonio Maura, presidente do governo no momento. Em 1923 se deu o golpe de Estado pelo general Miguel Primo de Rivera, naquela altura capitão geral da Catalunha, quem se manteve durante sete anos (1923-1930) ao frente de um governo ditatorial que resolveu o problema de Marrocos e que adiantou a construção de obras públicas, mas que foi incapaz de criar um sistema duradouro. Perante esta situação, nas eleições municipais celebradas no de 12 de Abril de 1931, resolvidas com uma ampla maioria da coalizão republicana nas capitais de província, demonstrou-se o apoio múltiplo à República, pelo que o rei, sem o favor do exército, decidiu abandonar Espanha. Após as sucessivas renuncias dos seus filhos Afonso e Jaime, Afonso XIII abdicou antes de morrer no seu filho Juan.</p>
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		<title>HENRIQUE II</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 22:08:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[HENRIQUE II (Sevilha, 1333-Santo Domingo de la Calzada, 1379). Rei de Castela. Filho bastardo de Afonso XI e Leonor de Gusmão, chamado também conde de Trastamara, o Fratricida e o das Mercedes. Ajudado por Duguesclin, destronou o seu irmão Dom Pedro o Cruel, que matou numa luta pessoal em Montiel (1369). Submeteu depois os partidários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-231" title="henriqueII" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/henriqueII-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>HENRIQUE II</strong></p>
<p>(Sevilha, 1333-Santo Domingo de la Calzada, 1379). Rei de Castela. Filho bastardo de Afonso XI e Leonor de Gusmão, chamado também conde de Trastamara, o Fratricida e o das Mercedes. Ajudado por Duguesclin, destronou o seu irmão Dom Pedro o Cruel, que matou numa luta pessoal em Montiel (1369). Submeteu depois os partidários daquele, venceu Portugal, ajudou os franceses na sua luta contra os ingleses, que foram vencidos na Rochela (1372), e finalmente derrotou Carlos o Mau, rei de Navarra (1379). Foi proverbial a sua prodigalidade com os seus favorecedores.</p>
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		<title>AFONSO VI</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 19:43:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-227" title="ph_afonso6b" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/ph_afonso6b-183x300.jpg" alt="" width="183" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>AFONSO VI</strong></p>
<p>(n. 1040-m. 1109). Rei de Leão (1065-1109) e Castela (1072-1109). Segundo filho de Fernando I e da sua esposa Sancha, Afonso foi nomeado pelo pai rei de Leão. Seus irmãos, Sancho e García, ficaram, respectivamente, com o reino de Castela e com o da Galiza, embora Sancho não estivesse de acordo com a divisão realizada pelo pai e lutou contra o seu irmão Afonso, a quem venceu em Llantada em 1068, embora conservasse o seu reino. Três anos depois, os dois irmãos concordaram em tirar o reino da Galiza ao seu irmão e reparti-lo entre eles, mas atacado de novo por Sancho, Afonso, vencido na batalha de Golpejera (1072), foi despojado do reino de Leão, refugiando-se em Toledo graças à intervenção da sua irmã Urraca. uma vez feita de novo a composição dos reinos, Afonso ocupou a Rioja em luta com Sancho IV de Navarra, cuja morte teve como consequência a ocupação, aliás, de Alava, Biscaia e Guipúzcoa. a rendição de Toledo, que suponha a queda de tudo o território muçulmano existente até o rio Tejo, em 1085, impulsionou os desejos imperialistas de Afonso, que se intitulou «Imperador das duas religiões» e conquistou a praça muçulmana de Valência. Embora, os reis de taifas tivessem pedido ajuda ao emir dos almorávides, quem, com um grande exército, chegou à Península pelo porto de Algeciras. Derrotado pelos almorávides em Sagrajas, o dia 23 de Outubro de 1086, Afonso, que véu o perigo que corria a sua influência conseguida sobre os territórios muçulmanos, se reconciliou com o Cid, cujas relações de amizade quebraram-se na altura das lutas castelhano-leoneses, e lhe encomendou a defesa das costas levantinas. Em Maio do ano 1108, Afonso e as suas tropas foram vencidos de novo em Uclés, perdendo também Consuegra e Cuenca, embora conservasse Toledo. Mas as constantes derrotas ante os almorávides derrotaram totalmente o sentimento imperialista do rei castelhano, quem -perante a falta de um filho, morto na batalha de Uclés, e a constante ajuda de nobres francos na hora de defender os seus reinos- casou a sua filha Urraca com Raimundo de Borgonha e a sua filha Teresa com Henrique de Borgonha. os primeiros seriam os pais de Afonso VII o Imperador, e os segundos de Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.</p>
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		<title>OHM (GEORG SIMON)</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:15:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[OHM (GEORG SIMON) (Erlangen, 1789-Munique, 1854). Físico alemão. Em pequeno trabalhou na serralharia do seu pai, do qual recebeu uma formação mecânica que chegaria a ser fundamental nas experiências que iria empreender. Chega a destacar-se na física depois de seguir os estudos na universidade da sua cidade natal, donde obteve o doutoramento em 1811. Toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-223" title="georg_simon_ohm" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/georg_simon_ohm-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>OHM (GEORG SIMON)</strong></p>
<p>(Erlangen, 1789-Munique, 1854). Físico alemão. Em pequeno trabalhou na serralharia do seu pai, do qual recebeu uma formação mecânica que chegaria a ser fundamental nas experiências que iria empreender. Chega a destacar-se na física depois de seguir os estudos na universidade da sua cidade natal, donde obteve o doutoramento em 1811. Toda a sua vida foi dedicada ao ensino, e assim, entre 1817 e 1826 foi professor de matemáticas e física no colégio dos jesuítas de Colónia e numa escola militar de Berlim, depois foi professor de física na Escola Politécnica de Nuremberga e, por último, na Universidade de Munique, onde permaneceu desde 1849 até à sua morte. Utilizando os conhecimentos adquiridos com o seu pai, começou as suas investigações fabricando ele mesmo os elementos necessários, já que não tinha dinheiro suficiente  para os comprar. Em 1826 descobriu a lei que rege as correntes eléctricas, que leva o seu nome, e que desenvolveu nos seu Tratamento matemático da cadeia galvânica (1827), definindo os conceitos de quantidade e intensidade de energia eléctrica, conseguindo quantificar o valor da resistência eléctrica -cuja unidade de medida chama-se em sua honra, ohm-, e esboçando o processo de polarização que experimentam as pilhas. Embora a sua fama maior deve-se aos estudos realizados com os fenómenos eléctricos, abordou também outros campos da física, e assim, em 1843 afirmou que o ouvido humano reconhece unicamente as ondas sinusoidais como tons puros, e posteriormente efectuou análises matemáticas do fenómeno sonoro. Realizou também importantes estudos sobre o fenómeno da interferência nos cristais uniaxiais. Depois de sofrer durante muitos anos a reticência dos ambientes científicos europeus, o tempo e os factos têm  dado o merecido valor às suas descobertas</p>
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		<title>QUESNAY (FRANÇOIS)</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 11:19:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[QUESNAY (FRANÇOIS) (Méré, 1694-Versalles, 1774). Economista e médico francês. Filho de uma família acomodada, estudou medicina em Paris, destacando-se neste campo graças a uma série de trabalhos sobre o sistema circulatório que lhe valeram a nomeação, em 1737, secretário perpétuo da Real Academia de Cirurgia. Em 1752 é nomeado médico pessoal de Luís XV, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-217" title="quesnay2" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/quesnay2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></div>
<div style="text-align: center;"><strong>QUESNAY (FRANÇOIS)</strong></div>
<div id="_mcePaste">(Méré, 1694-Versalles, 1774). Economista e médico francês. Filho de uma família acomodada, estudou medicina em Paris, destacando-se neste campo graças a uma série de trabalhos sobre o sistema circulatório que lhe valeram a nomeação, em 1737, secretário perpétuo da Real Academia de Cirurgia. Em 1752 é nomeado médico pessoal de Luís XV, o que lhe permite frequentar a corte e entrar em contacto com diversos membros do Iluminismo, que despertam nele novos interesses, de tal forma que, quando em 1756  é levada a cabo a realização da famosa Encyclopédie, é encarregado de dois artigos, mas não referentes à medicina, mas à economia. De facto, é neste segundo campo onde Quesnay chega a tornar-se mais famoso, já que realizou uma análise global do processo económico focando-o do ponto de vista da produção e introduzindo um novo conceito de trabalho a diferenciar este entre estéril e produtivo em função dos excedentes produzidos -que ele chamou produit net- necessários para que o tornar socialmente rentável. Como exemplo de tal teoria expunha a função do agricultor, diferenciando entre o que trabalhava unicamente para subsistir e o que, graças ao seu trabalho, depois de obter a colheita necessária para alimentar-se e aproveitar as sementes obtinha um excedente que podia comercializar. Para além das suas famosas Tableau économique (1758), nas quais quantificava a circulação de excedentes entre as distintas classes sociais, é autor também de Maximes générales du governement économique d&#8217;un royaume agricole (1760).</div>
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		<title>SÁBATO (ERNESTO)</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 11:17:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SÁBATO (ERNESTO) (n. Rojas, Buenos, Aires, 1911). Ensaísta, novelista e científico argentino. É um dos escritores mais comprometidos com a realidade política argentina. A partir de uma visão subjectiva desenvolve uma profunda meditação da problemática do século xx a partir dos acontecimentos que se desenvolveram no país. Estudou Física na Universidade de La Plata, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-214" title="isabato001p1" src="http://www.atlasbiografia.com/imagem/2010/10/sabato-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>SÁBATO (ERNESTO)</strong></p>
<p>(n. Rojas, Buenos, Aires, 1911). Ensaísta, novelista e científico argentino. É um dos escritores mais comprometidos com a realidade política argentina. A partir de uma visão subjectiva desenvolve uma profunda meditação da problemática do século xx a partir dos acontecimentos que se desenvolveram no país. Estudou Física na Universidade de La Plata, e aumentou os estudos em Paris (1938) e em Massachusetts (1939). De volta para a Argentina, exerceu como engenheiro e foi professor de Física na mesma universidade onde tinha estudado. Em 1945 cessou por motivos políticos. Com o seu primeiro livro, Uno y el Universo (1945), obteve o Prémio Municipal de Produção Filosófica e Científica (1946). Dirigiu Mundo Argentino (1955) e colaborou com diversas publicações doo seu país, da Europa e de outros países latino-americanos. Escreveu diversos ensaios de interesse político: El caso Sábato: torturas y libertad de prensa; Carta abierta al general Aramburu (1956); El otro rostro del peronismo: Carta abierta a Mario Amadeo (1956), e de interesse literário: Hombres y engranajes: reflexiones sobre el dinero, la razón y el derrumbe de nuestro tiempo (1951); Heterodoxia (1953); Tango, canção de Buenos Aires (1962); Los fantasmas de Flaubert (1967); Sartre contra Sartre (La misión trascendente da novela) (1968). Como narrador escreveu uma importante trilogia: El túnel (1948), que em 1962 foi apresentado como filme nos ecrãs; Sobre héroes y tumbas (1962), e Abaddón el exterminador (1974). Trata-se de obras que testemunharam o resultado de proféticas sobre a situação argentina.</p>
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