<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>A Bacia das Almas</title>
	
	<link>http://www.baciadasalmas.com</link>
	<description>ONDE AS IDÉIAS NÃO DESCANSAM</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Nov 2009 11:45:14 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<image><link>http://www.baciadasalmas.com</link><url>http://img213.imageshack.us/img213/3772/socksod2.jpg</url><title>Onde as idéias não descansam</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/baciadasalmas" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>baciadasalmas</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
		<title>Três juntos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/xurDS1sqMQw/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/tres-juntos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[caligrafia]]></category>
		<category><![CDATA[painter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2116</guid>
		<description><![CDATA[Mais caligrafia para a campanha em andamento do Banco Santander. Clique para ampliar.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais caligrafia para a campanha em andamento do Banco Santander. Clique para ampliar.</p>
<p align="center"><a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/3juntos-b.jpg"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/3juntos.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=xurDS1sqMQw:0Ta4hSLUBZg:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=xurDS1sqMQw:0Ta4hSLUBZg:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=xurDS1sqMQw:0Ta4hSLUBZg:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/xurDS1sqMQw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/tres-juntos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/tres-juntos/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A árvore que chora</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/OM6Ino45uns/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-arvore-que-chora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2115</guid>
		<description><![CDATA[Na Amazônia ela era conhecida como “a árvore que chora”, o sangue branco da floresta, e por gerações os índios haviam retalhado o seu tronco, deixando o látex gotejar em folhas, de onde podia ser moldado à mão na forma de vasos e lâminas impermeáveis à chuva. Colombo encontrou índios arauacãs jogando com estranhas bolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/bits/arvore-que-chora-b.jpg"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/bits/arvore-que-chora.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<p>Na Amazônia ela era conhecida como “a árvore que chora”, o sangue branco da floresta, e por gerações os índios haviam retalhado o seu tronco, deixando o látex gotejar em folhas, de onde podia ser moldado à mão na forma de vasos e lâminas impermeáveis à chuva. Colombo encontrou índios arauacãs jogando com estranhas bolas que quicavam e voavam. Thomas Jefferson e Benjamin Franklin descobriram que o material era ideal para apagar anotações à lápis. Devido à crença generalizada de que se originava nas Índias Ocidentais, a substância era chamada de<em> India rubber</em>. Na verdade o produto vinha do Brasil, onde o rei de Portugal já havia estabelecido uma ativa indústria que produzia sapatos, capas e bolsas de borracha.</p>
<p>Todos esses produtos, no entanto, tinham uma grande falha. No frio a borracha tornava-se tão quebradiça que rachava como porcelana. No verão uma capa de borracha reduzia-se a um manto viscoso. Então, em 1839, <span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: 'IM FELL English PRO Italic', georgia, times new roman, serif; font-size:1.7em; line-height: 1.3em">Cada um deles precisava de borracha, e a única fonte era a Amazônia.</span>Charles Goodyear descobriu (inteiramente por acidente) a vulcanização, um processo que torna a borracha resistente aos elementos, transformando-a assim de curiosidade num ingrediente essencial da Era Industrial. Em 1888 John Dunlop inventou os pneus infláveis de borracha para que o seu filho pudesse ganhar uma corrida de triciclo em Belfast. Sete anos mais tarde os irmãos Michelin deixaram a crítica boquiaberta ao introduzirem pneus removíveis no rally Paris-Bordeaux. Na virada do século havia cinqüenta fábricas de automóveis nos Estados Unidos. A Oldsmobile, a mais bem sucedida, vendeu 425 carros só em 1901. Menos de uma década depois os primeiros 15 milhões de Modelos T deslizaram para fora da linha de produção de Henry Ford. Cada um deles precisava de borracha, e a única fonte era a Amazônia.</p>
<p>O repente de riqueza foi hipnotizante. Em Londres e Nova Iorque homens jogavam moedas para decidir se sairiam em busca de ouro no Klondike ou borracha no Brasil. No pico da corrida 5.000 aventureiros chegavam à Amazônia por semana. Em 1909 os negociantes estavam despachando rio abaixo 500 toneladas de borracha a cada dez dias. Em 1910 a borracha representava 40 por cento das exportações brasileiras. Um ano depois a produção atingia o seu pico máximo de 44.296 toneladas. Isso valia, numa estimativa conservadora, mais de 200 milhões de dólares. Em Pittsburgh o magnata do aço Andrew Carnegie lamentava: “eu deveria ter escolhido a borracha”.</p>
<p>Manaus, situada no coração do comércio brasileiro de borracha, transformou-se em poucos anos de um modesto vilarejo à beira do rio numa próspera cidade cuja opulência atingia níveis bizarros.<span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: 'IM FELL English PRO Italic', georgia, times new roman, serif; font-size:1.7em; line-height: 1.3em">Os barões da borracha acendiam charutos com notas de 100 dólares.</span> Os barões da borracha acendiam charutos com notas de 100 dólares e saciavam a sede dos seus cavalos em baldes de prata cheios de champagne francesa gelada. Suas esposas, desdenhosas das águas barrentas do Amazonas, mandavam seus linhos a Portugal para serem lavados. Prostitutas de Tangiers e de São Petesburgo chegavam a ganhar 8.000 dólares por uma noite de trabalho, tarifas que eram freqüentemente pagas em tiaras e jóias; em 1907 os cidadãos de Manaus eram os maiores consumidores <em>per capita</em> de diamantes do mundo.</p>
<p>Ao longo do território do Amazonas o comércio da borracha desencadeou um reino de terror a que não se via igual desde a consquista espanhola. No fim o que salvou a população nativa foi um ato da política imperial britânica. Em 1877 sementes de borracha trazidas pelos ingleses das florestas do Brasil chegaram à Malaia, uma terra tropical de clima similar à Amazônia, mas intocada pela praga da folha. Aqui não era necessário que as árvores crescessem tão separadas umas das outras; plantações densas e eficientes eram possíveis. Em 1909 mais de 40 milhões de pés de seringueira haviam sido plantados na Malaia (hoje em dia parte da Malásia), em intervalos de apenas seis metros, em fileiras regulares que permitiam que um único trabalhador sulcasse 400 árvores por dia. A produção dobrava a cada doze meses.</p>
<p>Com o sucesso das plantações, o boom da borracha da Amazônia implodiu. Em 1910 o Brasil produzia cerca de metade do consumo mundial; em 1918 a cifra caía para 20 por cento. Em 1940 o Brasil era responsável por apenas 1.3 por cento da produção mundial de borracha, e a nação havia se tornado importadora inveterada do produto que havia dado ao mundo.</p>
<p align="right">
<small>Wade Davis, <strong>Shadows In The Sun</strong> (1998)</small></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug041.gif"></p>
<div class='series_toc'><h3>O Brasil e os brasileiros</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-brasil-e-os-brasileiros/' title='O Brasil e os brasileiros'>O Brasil e os brasileiros</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/prodigiosa/' title='Prodigiosa'>Prodigiosa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/dois-dolares/' title='Dois dólares'>Dois dólares</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/vara-de-condao/' title='Vara de condão'>Vara de condão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-camara-dos-deputados/' title='A Câmara dos Deputados'>A Câmara dos Deputados</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/essa-pobreza/' title='Essa pobreza'>Essa pobreza</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-especie-de-luxo/' title='&#8220;Uma espécie de luxo&#8230;&#8221;'>&#8220;Uma espécie de luxo&#8230;&#8221;</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-provavelmente-verdade/' title='É provavelmente verdade'>É provavelmente verdade</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-casa-da-supplicacao/' title='A casa da supplicação'>A casa da supplicação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/perdidos-para-o-mundo/' title='Perdidos para o mundo'>Perdidos para o mundo</a></li><li>A árvore que chora</li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=OM6Ino45uns:muoeP2o_ylk:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=OM6Ino45uns:muoeP2o_ylk:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=OM6Ino45uns:muoeP2o_ylk:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/OM6Ino45uns" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-arvore-que-chora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-arvore-que-chora/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Uma rosa do Paraíso</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/nJjsM-54pQM/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-rosa-do-paraiso/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 08:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pormenor]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2114</guid>
		<description><![CDATA[Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na página da Bacia na internet.
O amor é à primeira vista na ópera Der Rosenkavalier (O cavaleiro da rosa) de Richard Strauss, numa passagem de uma beleza devastadora.
Wie himmlische, nicht irdische, wie Rosen vom hochheiligen Paradies.
«Tão celestial, não desta Terra; tal qual uma rosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="color:#B0B0A0"><small>Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na <a href="http://www.baciadasalmas.com">página da Bacia</a> na internet.</small></span></p>
<p>O amor é à primeira vista na ópera <em>Der Rosenkavalier</em> (O cavaleiro da rosa) de Richard Strauss, numa passagem de uma beleza devastadora.</p>
<blockquote><p>Wie himmlische, nicht irdische, wie Rosen vom hochheiligen Paradies.</p></blockquote>
<p>«Tão celestial, não desta Terra; tal qual uma rosa do Paraíso.» Está se falando, naturalmente, da música de Strauss.</p>
<p>Por todos os santos, assista até o final. Você pode nunca ter ouvido algo deste calibre antes.</p>
<p align="center"><span style="color:#B0B0A0">Para assistir em tela inteira clique o botão apropriado (&nbsp;<img src="http://www.baciadasalmas.com/images/fullscree-button.png">&nbsp;) na barra de reprodução.</span></p>
<table border="0" height="640" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p><span style="color: #b0b0a0;"><small>Se a imagem estiver incompleta <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-rosa-do-paraiso">tente aqui</a>.</span></small></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=nJjsM-54pQM:4VD0mdSeEeQ:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=nJjsM-54pQM:4VD0mdSeEeQ:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=nJjsM-54pQM:4VD0mdSeEeQ:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/nJjsM-54pQM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-rosa-do-paraiso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-rosa-do-paraiso/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Circulação</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/kUshcC3YWXQ/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/2113/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[os livros da bacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2113</guid>
		<description><![CDATA[É tarde demais: o livro da Bacia já está começando a popular as livrarias, e pode ser comprado pela internet no sáite da editora. Agora é só descansar sobre os louros e comprar aquela villa na Toscana.

Leia também:
Sobre o livro da Bacia
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10721&#038;cod_categoria=150"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/livros/bacia-livro.jpg" alt="A bacia das almas, o livro" /></a></p>
<p>É tarde demais: o livro da Bacia já está começando a popular as livrarias, e pode ser comprado pela internet <a href="http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10721&#038;cod_categoria=150">no sáite da editora</a>. Agora é só descansar sobre os louros e comprar aquela <em>villa</em> na Toscana.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug042.gif"></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/sobre-o-livro-da-bacia/">Sobre o livro da Bacia</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=kUshcC3YWXQ:g3M_xh0V3R4:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=kUshcC3YWXQ:g3M_xh0V3R4:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=kUshcC3YWXQ:g3M_xh0V3R4:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/kUshcC3YWXQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/2113/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/2113/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Uma ousada e intransigente demanda</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/uTqbf4c4uuw/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-ousada-e-intransigente-demanda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Goiabas Roubadas]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[wells]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2112</guid>
		<description><![CDATA[Uma das consequências de termos, ao longo dos séculos, restringido a ameaça de Jesus com o enforcador da erudição cristã está em que aqueles que enxergam com verdadeira limpidez as desconcertantes exigências do ensino de Jesus encontram-se, regra geral, fora das portas dos arraiais cristãos. São agnósticos e ateus, que residem numa terrível esfera de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das consequências de termos, ao longo dos séculos, restringido a ameaça de Jesus com o enforcador da <a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/morte-aos-comentaristas/">erudição cristã</a> está em que aqueles que enxergam com verdadeira limpidez as desconcertantes exigências do ensino de Jesus encontram-se, regra geral, fora das portas dos arraiais cristãos. São agnósticos e ateus, que residem numa terrível esfera de lucidez em que o efeito domesticador da ortodoxia cristã não tem o poder de impedi-los de enxergar o que está de fato acontecendo nos evangelhos.</p>
<p>Dentre esses está o inquieto e irascível <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H._g._wells">H. G. Wells</a> (1886-1946), celebrado autor de ficção científica (bastará citar <em>O Homem Invisível</em> e <em>A Máquina do Tempo</em>, que não são nem mesmo suas melhores histórias), divulgador incansável de ciência e de história, socialista, pacifista, ardente defensor da teoria da evolução, consistentemente hostil ao cristianismo institucional e gravemente agnóstico com relação a essas coisas de religião. Em sua <em>Breve História do Tempo</em>, no capítulo sobre o ensino de Jesus, espreita uma passagem que me faz estremecer todas as vezes que recorro a ela e à qual, como verá o impenitente leitor, estou condenado a voltar inúmeras vezes:</p>
<blockquote><p>A doutrina do Reino do céu, em que consistia o principal ensino de Jesus, foi certamente uma das mais revolucionárias doutrinas a já terem desafiado e alterado o pensamento humano. Não é de se admirar que o mundo tenha deixado de captar o seu significado completo, e recuado em horror diante até mesmo da apreensão parcial dos seus tremendos desafios aos hábitos e instituições estabelecidos da humanidade. Pois a doutrina do Reino do céu, como Jesus parece tê-la pregado, era nada mais nada menos do que uma ousada e intransigente demanda por uma completa mudança e purificação de nossa arquejante raça: uma purificação total, interior e exterior.</p></blockquote>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug043.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=uTqbf4c4uuw:YNdkRSBKHWI:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=uTqbf4c4uuw:YNdkRSBKHWI:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=uTqbf4c4uuw:YNdkRSBKHWI:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/uTqbf4c4uuw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-ousada-e-intransigente-demanda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/uma-ousada-e-intransigente-demanda/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O esquecimento dos sonhos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/H3i1mcUe3lM/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-esquecimento-dos-sonhos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 10:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2111</guid>
		<description><![CDATA[A última coisa que ele me disse foi que, se quisesse de fato esquecer o sonho, não deveria fazer como a maioria e cortá-lo em retalhos perpendiculares, como quem talha um pão de forma, pois nesse caso (entendi depois) fatias inteiras do sonho passariam por entre as barras da vigília e o sonho poderia ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última coisa que ele me disse foi que, se quisesse de fato esquecer o sonho, não deveria fazer como a maioria e cortá-lo em retalhos perpendiculares, como quem talha um pão de forma, pois nesse caso (entendi depois) fatias inteiras do sonho passariam por entre as barras da vigília e o sonho poderia ser reconstruído mais tarde, pelo menos em parte. Era necessário cortá-lo em fatias transversais, oblíquas, que ficariam presas em ângulo no crivo da consciência e deixariam o segredo do sonho seguro para sempre.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug043.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=H3i1mcUe3lM:AG2TwRzIPgM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=H3i1mcUe3lM:AG2TwRzIPgM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=H3i1mcUe3lM:AG2TwRzIPgM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/H3i1mcUe3lM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-esquecimento-dos-sonhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-esquecimento-dos-sonhos/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Da universalidade das generalizações</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/3yTUuupHncU/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/da-universalidade-das-generalizacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 08:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2110</guid>
		<description><![CDATA[De todas as ressalvas e desqualificações levantadas contra o que escrevo, nenhuma pode ser mais frequente do que esta: a de que sou culpado de generalizações. &#8220;Neste trecho [ou neste texto]&#8220;, observam consistentemente meus observadores, &#8220;o Brabo está fazendo uma generalização&#8221;. Alguns, mais atentos e redundantes, chegaram a constatar que não escrevo senão por generalizações.
Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as ressalvas e desqualificações levantadas contra o que escrevo, nenhuma pode ser mais frequente do que esta: a de que sou culpado de generalizações. &#8220;Neste trecho [ou neste texto]&#8220;, observam consistentemente meus observadores, &#8220;o Brabo está fazendo uma generalização&#8221;. Alguns, mais atentos e redundantes, chegaram a constatar que não escrevo senão por generalizações.</p>
<p>Não me incomodaria se os que procuram me contradizer fizessem o mais fácil, que seria denunciar a invariável imprecisão dos meus argumentos; porém não tenho como esconder minha irritação quando um detrator<span style="float:right; text-align:right; width:50%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">Não existem generalizações.</span> se satisfaz em me acusar de estar &#8220;generalizando&#8221;. </p>
<p>Este não tem como não ser o mais raso e rasteiro dos contra-argumentos. Os que explicam que estou generalizando estão pedindo, muito literalmente, que se reconheça que aquilo que estou dizendo não se aplica a 100% dos casos; exigem que eu me dobre à evidência de que há exceções numerosas ou notáveis àquilo que minha afirmação restringe tão categoricamente. Numa palavra, não abalam ou atingem o meu argumento, do qual na verdade não se ocupam; limitam-se a negar o seu alcance, como se isso alterasse por completo ou produzisse a perfeita negação do que estou dizendo. Reconhecem que estou certo, mas insistem que são incapazes de reconhecê-lo.</p>
<p>O fato primordial é que não há nível de detalhamento que não dependa de generalizações ou não recorra a elas. A mais pulverizada das análises não independe de simplificações e da estilização de tendências. Na verdade, como já foi amplamente observado, provavelmente <em>só somos capaz de pensar</em> graças à nossa capacidade de entabular generalizações, e de cometê-las quando parecem mais improváveis.</p>
<p>A maior generalização a que todos nos submetemos será, sem qualquer dúvida, a de <a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/sobre-dar-nomes-a-primatas">darmos nomes às coisas</a> e nos rebaixarmos à linguagem. Dito de outra forma, não existem generalizações, só frases, palavras e – na melhor das hipóteses – idéias.</p>
<p>E, como alguém não demorará a opinar, devemos celebrar que não existam generalizações, porque todas as generalizações são relativistas.</p>
<p><span style="float:right; text-align:right; width:50%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">Tudo que existe são generalizações.</span>E <a href="http://www.baciadasalmas.com/2005/campanha-de-desopinionizacao">nada é mais tendencioso do que uma opinião</a>.</p>
<p>Ou, se você prefere assim: tudo que existe são generalizações. Faria mais sentido, e me causaria maior constrangimento, acusar-me de insistir em falar através de palavras.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug044.gif"></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2005/campanha-de-desopinionizacao">Campanha de desopinionização</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/sobre-dar-nomes-a-primatas">Sobre dar nomes a primatas</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/38-maneiras">38 maneiras de se vencer uma argumentação</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=3yTUuupHncU:0PPmo_jnDdA:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=3yTUuupHncU:0PPmo_jnDdA:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=3yTUuupHncU:0PPmo_jnDdA:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/3yTUuupHncU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/da-universalidade-das-generalizacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/da-universalidade-das-generalizacoes/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Este cosmos desolado, parte 2</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/b0KnD0V_g5I/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 21:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[lovecraft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2109</guid>
		<description><![CDATA[Criar um grande mito popular é criar um ritual pelo qual o leitor aguarda impacientemente e ao qual pode retornar com prazer crescente, seduzido cada uma das vezes pela repetição de diferentes termos, imperceptivelmente alterados a fim de permitir que ele experimente uma nova intensidade de experiência.
Colocadas dessa forma as coisas parecem quase simples, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criar um grande mito popular é criar um ritual pelo qual o leitor aguarda impacientemente e ao qual pode retornar com prazer crescente, seduzido cada uma das vezes pela repetição de diferentes termos, imperceptivelmente alterados a fim de permitir que ele experimente uma nova intensidade de experiência.</p>
<p>Colocadas dessa forma as coisas parecem quase simples, mas são raros os sucessos deste gênero na história da literatura. Na verdade, não é mais fácil criar-se uma nova religião.</p>
<p>Para demonstrar claramente o que está em jogo, seria necessário experimentar pessoalmente o clima de frustração que invadiu a Inglaterra diante da morte de Sherlock Holmes. Conan Doyle não teve escolha além de ressuscitar o seu herói. Lovecraft, que admirava Conan Doyle, teve êxito em criar um mito igualmente popular, vívido e irresistível.</p>
<p>As histórias de Sherlock Holmes giram ao redor de um personagem, enquanto em<span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">«A literatura não é atividade adequada a um cavalheiro.»</span> Lovecraft não se encontra nenhum espécime verdadeiramente humano. Naturalmente esta é uma distinção importante, mas não verdadeiramente essencial, comparável à que separa religiões teístas de ateístas. A característica fundamental que as une, seu caráter religioso, é de resto difícil de definir e de se elucidar diretamente.</p>
<p>Outra pequena distinção que pode ser feita – mínima para a história literária, trágica para o indivíduo – é que Conan Doyle teve abundante oportunidade de perceber que estava criando uma mitologia essencial. Lovecraft não. No momento de sua morte ele tinha a clara impressão de que sua obra criativa mergulharia na obscuridade juntamente com ele.</p>
<p>Não obstante, ele já tinha discípulos – mas não que pensasse neles assim. Lovecraft correspondia-se com jovens autores (Bloch, Belknap Long e outros), porém não necessariamente os aconselhava a assumirem a mesma trilha que havia assumido.</p>
<p>Não se apresentava como mestre ou como modelo. Saudava as primeiras aventuras dos principiantes com delicadeza e modéstia exemplares. Era cortês, atencioso e gentil, mostrando-se seu verdadeiro amigo e nunca professor. Absolutamente incapaz de deixar uma carta sem responder, abstendo-se de exigir pagamento quando seu trabalho de revisão literária deixava de ser reembolsado, sistematicamente subestimando sua contribuição a histórias que sem sua intervenção jamais viriam à luz, Lovecraft portou-se como um autêntico cavalheiro ao longo de toda a sua vida.</p>
<p>Ele, naturalmente, gostava da idéia de tornar-se escritor, porém não apegava-se a esse sonho em detrimento de todo o resto. Em 1925, num momento de desânimo, confessava: &#8220;Estou muito perto de tomar a resolução de não escrever mais histórias, mas meramente sonhá-las quando der por bem, jamais rebaixando-me a algo tão vulgar quanto colocar o sonho por escrito em benefício de um público porcino. Cheguei à conclusão de que a literatura não é atividade adequada a um cavalheiro, e que escrever nunca deve ser considerado mais do que um empreendimento elegante ao qual se deve ceder apenas com infrequência e com critério.&#8221;</p>
<p>Felizmente Lovecraft continuou a escrever, e suas melhores histórias foram escritas depois dessa carta. Porém permaneceu até o fim, como gostava ele mesmo de descrever-se, um velho e gentil cavalheiro de Providence. Nunca, jamais, um escritor profissional.</p>
<p>Paradoxalmente, a personalidade de Lovecraft permanece fascinante em parte porque seus valores são tão diametralmente opostos aos nossos. Fundamentalmente racista, abertamente reacionário, Lovecraft glorificava as inibições puritanas e, obviamente, considerava repulsivas todas as &#8220;manifestações eróticas diretas&#8221;. Decididamente anticomercial, desprezava o dinheiro, considerava a democracia uma tolice e o progresso uma ilusão. A palavra &#8220;liberdade&#8221;, tão apreciada pelos americanos, inspirava-lhe apenas uma gargalhada triste e sarcástica. Ao longo de toda vida Lovecraft sustentou uma postura tipicamente aristocrática, desdenhosa com relação à humanidade em geral e extremamente generosa com relação aos indivíduos em particular.</p>
<p>Qualquer que fosse o caso, todos que de alguma forma se relacionavam com Lovecraft como indivíduo sentiram imensa tristeza quando souberam de seu falecimento. Robert Bloch disse que se tivesse sabido do verdadeiro estado da saúde física do amigo teria se arrastado de joelhos até Providence para vê-lo. August Derleth dedicou o restante de sua existência a reunir, compilar e publicar os fragmentos póstumos de seu amigo falecido.</p>
<p>E é graças a Derleth e alguns outros (porém principalmente Derleth) que o corpo da obra de Lovecraft acabou impactando o mundo. Hoje sua obra ergue-se diante de nós como imponente estrutura barroca, seus elevados estratos içando-se em inúmeros círculos concêntricos superimpostos, ostentando cada um largo e suntuoso patamar – sendo que o todo circunda um vértice de horror puro e absoluto assombro. </p>
<p>> O primeiro círculo, o mais exterior, corresponde a sua correspondência e seus poemas. Estes permanecem apenas em parte publicados, e ainda mais parcialmente traduzidos. A correspondência é particularmente vertiginosa: quase 100.000 cartas, algumas das quais chegam a 30 ou 40 páginas. Quando aos poemas, uma estimativa presente da sua quantidade não existe. </p>
<p>> Um segundo círculo conteria as histórias das quais Lovecraft participou – seja as que foram concebidas dede o primeiro momento como colaborações (como as histórias que escreveu com Kenneth Starling e Robert Barlow, por exemplo) ou as demais, cujos autores podem ter se beneficiado das revisões de Lovecraft (há dentro dessa categoria um número extremamente grande de casos; o teor da colaboração de Lovecraft variava, e algumas vezes representava uma reelaboração completa do texto). A essas podemos acrescentar ainda as histórias escritas por Derleth com base nas notas e fragmentos deixados por Lovecraft.</p>
<p>> No terceiro círculo chegamos às histórias escritas na prática por Howard Phillips Lovecraft. Neste caso, naturalmente, cada palavra conta; todas foram publicadas em francês e não devemos esperar que seu número total chegue a aumentar.</p>
<p>> Finalmente, podemos delinear muito distintamente um quarto círculo, o absoluto cerne da mitologia de Lovecraft, que contém aquilo que os mais apaixonados lovecraftianos continuam a chamar, a despeito de si mesmo, de &#8220;grandes textos&#8221;. Devo citá-los pelo prazer puro e simples de fazê-lo, juntamente com a data de sua composição:</p>
<ul>
<li>O chamado de Cthulhu &#8211; <em>The Call of Cthulhu</em> (1926)</li>
<li>A cor que caiu do espaço &#8211; <em>The Colour Out of Space</em> (1927)</li>
<li>O horror de Dunwich &#8211; <em>The Dunwich Horror</em> (1928)</li>
<li>Um sussurro nas trevas &#8211; <em>The Whisperer in Darkness</em> (1930)</li>
<li>Nas montanhas da loucura &#8211; <em>At the Mountains of Madness</em> (1931)</li>
<li>Os sonhos da Casa das Bruxas &#8211; <em>The Dreams in the Witch House</em> (1932)</li>
<li>Uma sombra sobre Innsmouth &#8211; <em>The Shadow Over Innsmouth</em> (1932)</li>
<li>Sombras perdidas no tempo &#8211; <em>The Shadow Out of Time</em> (1934)</li>
</ul>
<p>Além disso, suspensa sobre o castelo da obra de Lovecraft, como uma névoa espessa e instável, paira a insólita sombra de sua própria personalidade.<span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">É natural que se erga um culto ao redor de figura que obsequia com tamanhos benefícios.</span> É possível que alguém ache um tanto exagerada, ou mesmo mórbida, a atmosfera de culto construída ao redor de sua pessoa, de seus gestos e atividades e até mesmo do mais insignificante de seus fragmentos escritos. Posso no entanto garantir que essa opinião estará fatalmente destinada a uma revisão depois de um mergulho nos seus &#8220;grandes textos&#8221;. É natural que se erga um culto ao redor de figura que obsequia com tamanhos benefícios.</p>
<p>E foi o que fizeram sucessivas gerações de lovecraftianos. Como sempre acontece, &#8220;o recluso de Providence&#8221; tornou-se agora figura quase tão mítica quando uma de suas criações. E o que é mais surpreendente é que todas as tentativas de desmistificá-lo fracassaram. Nenhum grau de detalhamento biográfico foi capaz de dissipar a aura peculiar de páthos que cerca seu pessoa.</p>
<p>A obra de Lovecraft pode ser comparada a uma ciclópica máquina de sonhos, de alcance e eficácia estarrecedores. Não há nada de tranquilo ou discreto em seus textos. Seu impacto na mente do leitor é selvagemente e assustadoramente brutal, bem como perigosamente vagarosa para dissipar-se. A releitura não produz nenhuma alteração notável nessa impressão, até que acabamos nos perguntando: como ele consegue?</p>
<p>No caso específico de H. P. Lovecraft não há nada de ridículo ou ofensivo nessa pergunta. Na verdade, o que há de distintivo em sua obra em relação a uma obra &#8220;normal&#8221; de literatura é que seus discípulos podem sentir-se capazes, pelo menos em teoria, através do uso judicioso dos mesmos ingredientes indicados pelo mestre, de obter resultados de qualidade comparável ou superior.</p>
<p>Ninguém jamais considerou seriamente a idéia de dar continuidade à obra de Proust, mas a obra de Lovecraft sim. E não se tratam de obras secundárias apresentadas como homenagem, nem tampouco de paródias: representam verdadeira continuação, e portanto caso único na história da literatura contemporânea.</p>
<p>Não apenas isso: o papel de gerador de sonhos assumido por Lovecraft não se limita apenas à literatura. Sua obra, pelo menos na mesma medida em que a de Robert E. Howard (embora de modo menos evidente), tem sido fator preponderante na renascença da ilustração de fantasia. Até mesmo a música rock, normalmente tão suspeitosa de tudo que é literário, fez questão de prestar-lhe homenagem – homenagem, pode-se dizer, prestada de um grande poder a outro, de uma a outra mitologia. Quanto às implicações da obra de Lovecraft nos domínios da arquitetura e do cinema, estas serão imediamente aparentes para o leitor atento. Trata-se da construção de um novo mundo.</p>
<p>Daí a importância dos materiais e das técnicas de construção: a fim de prolongar o impacto.</p>
<p align="right"><small><strong>Michel Houellebecq<br />
</strong><em>H. P. Lovecraft: Against the World, Against Life</small></em></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/o-horror-de-argila/">O horror de argila</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/post-mortem/">Post mortem</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/o-depoimento-de-randolph-carter/">O depoimento de Randolph Carter</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2008/a-fraternidade-das-letras/">A fraternidade das letras</a></p>
<div class='series_toc'><h3>Lovecraft contra o tempo</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/o-bloco-amarelo/' title='O bloco amarelo'>O bloco amarelo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/benjamin-franklin-em-1935/' title='Benjamin Franklin em 1935'>Benjamin Franklin em 1935</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado/' title='Este cosmos desolado'>Este cosmos desolado</a></li><li>Este cosmos desolado, <small>parte 2</small></li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b0KnD0V_g5I:Vm--PGtmqXU:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b0KnD0V_g5I:Vm--PGtmqXU:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b0KnD0V_g5I:Vm--PGtmqXU:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/b0KnD0V_g5I" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado-2/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>San Pellegrino delle Alpi</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/oXoCAjhsS_Q/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/san-pellegrino-delle-alpi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Offline]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/san-pellegrino-delle-alpi/</guid>
		<description><![CDATA[   

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.23hq.com/paulobrabo/photo/5044231"><br />
   <img src="http://www.23hq.com/23666/5044231_8a0dc239661d2600946f630b558806fe_standard.jpg" title="Clique para ampliar"height="460" width="345" /><br />
</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oXoCAjhsS_Q:bXKruXU5yQM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oXoCAjhsS_Q:bXKruXU5yQM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oXoCAjhsS_Q:bXKruXU5yQM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/oXoCAjhsS_Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/san-pellegrino-delle-alpi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/san-pellegrino-delle-alpi/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Não se eu puder evitar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/tkvORk-wpk0/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-se-eu-puder-evitar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[coreldraw]]></category>
		<category><![CDATA[painter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2107</guid>
		<description />
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/natal-magico-b.jpg"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/natal-magico.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=tkvORk-wpk0:ESKfP5Iilus:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=tkvORk-wpk0:ESKfP5Iilus:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=tkvORk-wpk0:ESKfP5Iilus:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/tkvORk-wpk0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-se-eu-puder-evitar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-se-eu-puder-evitar/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Verdadeiramente limpo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/05vUCy0euF8/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/verdadeiramente-limpo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pormenor]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2106</guid>
		<description><![CDATA[Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na página da Bacia na internet.
Os conselhos que nos deixou Bruno Aleixo. E olhe que aquilo ainda é caro.
Se a imagem estiver incompleta tente aqui.



[Visite a Bacia para ver o filme]



&#160;



[Visite a Bacia para ver o filme]



&#160;



[Visite a Bacia para ver o filme]



&#160;



[Visite a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="color:#B0B0A0"><small>Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na <a href="http://www.baciadasalmas.com">página da Bacia</a> na internet.</small></span></p>
<p>Os conselhos que nos deixou Bruno Aleixo. E olhe que aquilo ainda é caro.</p>
<p><span style="color: #b0b0a0;"><small>Se a imagem estiver incompleta <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/verdadeiramente-limpo/">tente aqui</a>.</span></small></p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="640" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" height="500" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p>Veja também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/o-programa-do-aleixo">O programa do Aleixo</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=05vUCy0euF8:zR_kITfmZbY:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=05vUCy0euF8:zR_kITfmZbY:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=05vUCy0euF8:zR_kITfmZbY:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/05vUCy0euF8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/verdadeiramente-limpo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/verdadeiramente-limpo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Este cosmos desolado</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/LMKN2KzqBFk/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Goiabas Roubadas]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[lovecraft]]></category>
		<category><![CDATA[pessimismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2105</guid>
		<description><![CDATA[A vida é uma coisa pavorosa, e por trás do pano de fundo daquilo que conhecemos dela espreitam indicações demoníacas de realidade que tornam-na por vezes mil vezes mais horrenda. A ciência, já opressiva em suas traumáticas revelações, representará talvez o algoz último da espécie humana – se é que chegamos a ser uma espécie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A vida é uma coisa pavorosa, e por trás do pano de fundo daquilo que conhecemos dela espreitam indicações demoníacas de realidade que tornam-na por vezes mil vezes mais horrenda. A ciência, já opressiva em suas traumáticas revelações, representará talvez o algoz último da espécie humana – se é que chegamos a ser uma espécie distinta, – pois seus horrores inimaginados, se lançados à solta no mundo, não poderiam ser suportados por cérebros mortais. Se soubéssemos o que somos, faríamos o que fez Sir Arthur Jermyn, e Arthur Jermyn certa noite banhou-se em gasolina e atiçou fogo em suas próprias roupas. Ninguém depositou os restos carbonizados numa urna ou destinou um memorial àquele que havia sido, pois certos papéis e um certo objeto encaixotado foram encontrados que levaram os homens a desejar esquecer. Alguns que o conheceram recusam-se a admitir que tenha existido.<br />
<br />
H. P. Lovecraft, Facts Concerning the Late Arthur Jermyn and His Family (1920)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eis, agora, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937): &#8220;Encontro-me tão brutalmente fatigado da humanidade e do mundo que nada chega a me interessar a não ser que tenha dois assassinatos por página ou trate dos horrores inomináveis e incontáveis que espreitam além dos universos exteriores&#8221;.</p>
<p>Os que amam a vida não lêem livros. Também não vão ao cinema, para falar a verdade. Não importa o que se diga, o acesso ao universo artístico está mais ou menos confinado àqueles que se sentem um tanto indignados com o mundo.</p>
<p>Quanto a Lovecraft, esse sentia-se mais do que um tanto indignado. Em 1908, <span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">Os que amam a vida não lêem livros.</span>com 18 anos de idade, sofreu o que foi descrito como um &#8220;colapso nervoso&#8221;, e mergulhou numa letargia que durou cerca de dez anos. Numa idade em que seus antigos colegas de classe davam de bom grado as costas à infância e abraçavam a vida como quem mergulha numa aventura maravilhosa e sem censura, Lovecraft se enclausurava em sua em casa, falando apenas com sua mãe, recusando-se a levantar o dia inteiro e perambulando a noite toda de roupão.</p>
<p>E o que é pior, nem mesmo escrevendo estava.</p>
<p>O que ele fazia? Lia um pouco, talvez. Nem mesmo isso sabemos ao certo. Na verdade, seus biográfos são obrigados a admitir que não sabem muita coisa daquele período, e que, a julgar pelas aparências – pelo menos entre os 18 e os 23 anos de idade – Lovecraft não fez absolutamente nada.</p>
<p>Então, entre 1913 e 1918, muito lentamente, a situação foi melhorando. Gradualmente ele começou a retomar o contato com a raça humana. Não foi fácil. Em maio de 1918 Lovecraft escreveu a Alfred Galpin: &#8220;Estou vivo somente cerca de pela metade; uma enorme parte das minhas forças é consumida em coisas como sentar ou caminhar. Meu sistema nervoso é uma pilha em frangalhos e vivo em absoluto tédio e apatia a não ser quando me deparo com alguma coisa que me interessa particularmente&#8221;.</p>
<p>É definitivamente supérfluo tentar empreender uma reconstrução psicológica ou dramática, porque Lovecraft é um homem lúcido, inteligente e sincero. Uma espécie de terror letárgico desceu sobre ele quando completou 18 anos, e ele sabia muito bem a razão. Numa carta de 1920 ele revisita detalhadamente a infância: a pequena ferrovia cujos vagões eram feitos de caixas de embalagem, a estrebaria onde instalou seu teatro de marionetes e, mais tarde, o jardim que ele mesmo projetou, desenhando cada um de seus percursos. Era irrigado por um sistema de canais que ele mesmo escavara, suas saliências delimitadas por um pequeno gramado no centro do qual erguia-se um relógio de sol. Aquele era, segundo ele mesmo, &#8220;o paraíso de meus anos de adolescência&#8221;.</p>
<p>Vem então esta passagem que conclui a carta: &#8220;Percebi então, com horror, que estava ficando velho demais para sentir prazer. O implacável Tempo cravara em mim suas garras, e eu tinha 17 anos de idade. Meninos crescidos não brincam com casas de brinquedo ou com maquetes de jardim, pelo que fui tristemente obrigado a transferir meu mundo a outro menino mais jovem que morava do outro lado do terreno. Desde aquele tempo não mexo com a terra nem abro caminhos ou traço percursos. Há uma recordação tremendamente melancólica nesse procedimento, pois a alegria efêmera da infância nunca pode ser recapturada. A idade adulta é o inferno.&#8221;</p>
<p><em>A idade adulta é o inferno.</em> Diante de posicionamento tão incisivo, os &#8220;moralistas&#8221; dos nossos dias irão proferir vagos murmúrios ultrajados enquanto aguardam uma chance de atacar com suas obscenas insinuações. Talvez Lovecraft fosse realmente incapaz de tornar-se adulto; o certo é que ele não o queria. E, dados os valores que governam o mundo adulto, como argumentar com ele? O princípio da realidade, o princípio do prazer, a competitividade, os desafios permanentes, sexo e status – são poucos os motivos de regozijo.</p>
<p>Lovecraft, por sua vez, sabia que não tinha nada a ver com este mundo. A cada esquina jogava com cartas perdidas, na teoria e na prática. Perdera sua infância e perdera também a fé. O mundo o enojava, e ele não via motivo para acreditar que olhando para as coisas de modo positivo elas lhe pareceriam diferentes do que são. Via as religiões como ilusões açúcaradas que o progresso da ciência tornara obsoletas. Por vezes, quando numa disposição de ânimo especialmente boa, falava do círculo encantado da crença religiosa, mas tratava-se de um círculo do qual ele de qualquer forma sentia-se banido.</p>
<p>Poucos seres já sentiram-se dessa forma impregnados, atravessados no coração, pela convicção da absoluta futilidade da aspiração humana. O universo nada é além do arranjo de partículas elementares, um grandeza matemática numa transição em direção ao caos. É isso o que, no final, irá prevalecer. A raça humana desaparecerá. Outras raças se levantarão e por sua vez desaparecerão. Os céus se tornarão glaciais e vazios, atravessados pela luz débil de estrelas meio mortas. Essas também desaparecerão. Tudo desaparecerá. As ações humanas são tão livres e desprovidas de significado quanto o movimento desregrado das partículas elementares. Bem? Mal? Moralidade? Sentimentos? Puras &#8220;ficções vitorianas&#8221;. Tudo que existe é egotismo. Frio, intacto e radiante.</p>
<p>Lovecraft estava plenamente consciente da natureza deprimente de suas conclusões. Como escreveu em 1918, &#8220;todo racionalismo tende a minimizar o valor e a importância da vida e a diminuir a soma total da felicidade humana. Em alguns casos a verdade é capaz de causar uma depressão suicida ou quase suicida&#8221;.</p>
<p>Ele permaneceu consistente em seu materialismo e seu ateísmo. Carta após carta voltava a suas convicções com deleite nitidamente masoquista.</p>
<p>A vida, naturalmente, não tem sentido. Mas tampouco a morte, e essa é outra coisa que faz gelar o sangue de quem descobre o universo de Lovecraft. As mortes de seus heróis não têm sentido. A morte não traz qualquer senso de conciliação. Em nenhum sentido ela permite que a narrativa encontre uma resolução. Implacavelmente, Lovecraft destrói seus personagens, evocando o desmembramento de marionetes. Indiferente a essas vicissitudes patéticas, o medo cósmico continua a expandir-se. Avoluma-se e toma forma. O Grande Cthulhu emerge de sua letargia.</p>
<p>O que é o Grande Cthulhu? Um amontoado de elétrons, como nós. O terror de Lovecraft é rigorosamente material. Porém é inteiramente possível, devido à livre interação entre as forças cósmicas, que o Grande Cthulhu possua habilidades e poderes para agir que superem em muito os nossos. O que, a priori, não tem nada de reconfortante.</p>
<p>De sua viagem aos mundos penumbrais do impronunciável Lovecraft não voltou tranzendo boas novas. Talvez, confirmava ele, algo esteja oculto por trás da cortina da realidade, algo que por vezes se permite ser percebido. Algo verdadeiramente perverso, na verdade.</p>
<p>É possível, na verdade, que além do limitado alcance de nossa percepção outras entidades existam. Outras criaturas, outras raças, outros conceitos e outras mentes. Dentre essas entidades, algumas são provavelmente muito superiores a nós em inteligência e em conhecimento – mas isso não é necessariamente uma notícia boa para nós. O que nos faz pensar que essas criaturas, diferentes de nós como são, exibirão qualquer tipo de natureza espiritual? Nada sugere que exista uma transgressão das leis universais do egoísmo e da maldade. É ridículo imaginar que, na orla do cosmos, outros seres sábios e bem-intencionados aguardem para nos guiar rumo a alguma sorte de harmonia. A fim de imaginar como nos tratariam caso entrassem em contato conosco, melhor seria lembrar como nós mesmos tratamos &#8220;inteligências inferiores&#8221; como coelhos e sapos. No melhor dos casos, esses nos servem de alimento; outras vezes, e na realidade com frequência, nós os matamos pelo simples prazer de matar. Este, alertava Lovecraft, seria o verdadeiro quadro de nosso relacionamento futuro com esses outros seres inteligentes. Talvez alguns dos mais belos espécimes de humanidade fossem honrados e acabassem numa mesa de dissecação – mas isso é tudo.</p>
<p>E, mais uma vez, nada disso faz sentido.</p>
<p>Este cosmos desolado é absolutamente nosso. Este universo abjeto em que o medo acumula-se <span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">Este cosmos desolado é sem sombra de dúvida nosso universo mental.</span>em círculos concêntricos, camada após camada, até que o inominável seja revelado, este universo em que nosso único destino concebível é ser pulverizado e devorado, devemos reconhecer como sendo sem sombra de dúvida nosso universo mental. E para qualquer um disposto a conhecer esse estado mental coletivo através de uma rápida e acurada sondagem, o próprio sucesso de Lovecraft é um sintoma. Hoje em dia, ainda mais do que outrora, podemos proferir como nossa a declaração de princípios com que começa a história de Arthur Jermyn: &#8220;A vida é uma coisa pavorosa, e por trás do pano de fundo daquilo que conhecemos dela espreitam indicações demoníacas de realidade que tornam-na por vezes mil vezes mais horrenda&#8221;.</p>
<p>O paradoxo, no entanto, está em que preferimos esse universo, horrendo como é, a nossa própria realidade. E nisso somos precisamente os leitores que Lovecraft antecipava. Lemos seus contos com precisamente a mesma disposição que levou-o a escrevê-los. Satanás ou Nyarlathotep, qualquer um dos dois irá servir, mas não toleraremos sequer um momento a mais de realismo. E, verdade seja dita, dada à sua prolongada familiaridade com as deploráveis reviravoltas de nossos pecados ordinários, o valor cambial de Satanás tem caído sensivelmente no mercado. Melhor que seja Nyarlathotep, inteiramente frio, perverso e não-humano.</p>
<p>Está claro porque ler Lovecraft é paradoxalmente reconfortante para as almas que se encontram enfadadas da vida. Na verdade, sua leitura talvez devesse ser prescrita para todos que, por uma razão ou por outra, chegaram a sentir verdadeira aversão pela vida em todas as suas formas. Em alguns casos o choque nos nervos diante da primeira leitura é incomensurável. O leitor pode acabar sorrindo para si mesmo ou cantarolando uma canção de algum musical. Toda uma perspectiva a respeito da existência é, numa palavra, alterada.</p>
<p>Desde que o vírus de Lovecraft foi introduzido na França por Jacques Bergier, o aumento de número de seus leitores tem sido substancial. Como a maior parte dos contaminados, conheci Lovecraft aos 16 anos de idade pela intermediação de um &#8220;amigo&#8221;. Chamar de choque meu contato com a sua obra seria atenuar a verdade. Eu não sabia que a literatura era capaz disso. E, digo mais, ainda não tenho certeza de que seja. Há algo na obra de Lovecraft que não é realmente literário. </p>
<p>Em favor dessa idéia, devemos considerar o fato de que cerca de quinze autores (Belknap Long, Robert Bloch, Lin Carter, Fred Chappell, August Derleth e Donald Wandrei, só para mencionar alguns) consagraram parte ou o todo de suas carreiras a desenvolver e enriquecer os mitos criados por Lovecraft. E não de maneira furtiva, não às escondidas, mas do modo mais declarado. Essa linhagem filial é ainda mais sistematicamente reforçada pelo uso consistente das mesmas precisas palavras, que passam a assumir o valor de fórmulas encantatórias – as colinas selvagens a oeste de Arkham, a Universidade de Miskatonic, a cidade de Irem com seus mil pilares, R&#8217;lyeh, Sarnath, Dagon, Nyarlathotep e, acima, de tudo, o inominável e blasfemo Necronomicon, cujo nome só pode ser proferido num sussurro.</p>
<p>Numa época que exalta a originalidade como valor supremo na arte, esse fenômeno deve ser certamente encarado como motivo de surpresa. Na verdade, conforme apontado oportunamente por Francis Lacassin, nada semelhante foi registrado desde o tempo de Homero e da poesia épica medieval. Devemos humildemente reconhecer que estamos lidando aqui com o que deve ser reconhecido como uma &#8220;mitologia fundadora&#8221;.</p>
<p align="right"><small><strong>Michel Houellebecq</strong></small></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/o-horror-de-argila/">O horror de argila</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/post-mortem/">Post mortem</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/o-depoimento-de-randolph-carter/">O depoimento de Randolph Carter</a><br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2008/ode-ao-pessimismo/">Ode ao pessimismo</a></p>
<div class='series_toc'><h3>Lovecraft contra o tempo</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/o-bloco-amarelo/' title='O bloco amarelo'>O bloco amarelo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/benjamin-franklin-em-1935/' title='Benjamin Franklin em 1935'>Benjamin Franklin em 1935</a></li><li>Este cosmos desolado</li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado-2/' title='Este cosmos desolado, parte 2'>Este cosmos desolado, <small>parte 2</small></a></li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=LMKN2KzqBFk:0Qen9Fbytuo:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=LMKN2KzqBFk:0Qen9Fbytuo:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=LMKN2KzqBFk:0Qen9Fbytuo:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/LMKN2KzqBFk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/este-cosmos-desolado/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Profissão de fé</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/sQ8zT2WKzvI/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/profissao-de-fe/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 11:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/profissao-de-fe/</guid>
		<description><![CDATA[A capacidade de aceitar carinho dos outros e a capacidade de fazer carinho nos outros são confortos que com frequência se recuperam simultaneamente, visto que correspondem a ausências que normalmente andam juntas. Para se oferecer carinho requer-se um grau de maturidade e autoestima quase tão grande quanto requer-se para aceitá-lo. A indicação mais inequívoca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A capacidade de aceitar carinho dos outros e a capacidade de fazer carinho nos outros são confortos que com frequência se recuperam simultaneamente, visto que correspondem a ausências que normalmente andam juntas. Para se oferecer carinho requer-se um grau de maturidade e autoestima quase tão grande quanto requer-se para aceitá-lo. A indicação mais inequívoca de que o discípulo amado e a mulher pecadora se embrenhavam sem volta no caminho da salvação está em que o primeiro reclinava a cabeça sobre o peito de Jesus e a segunda massageava-lhe os pés com essência perfumada – e faziam-no publicamente, sem receios, sem rodeios e sem subterfúgios. Naquele sacrossanto momento não apenas Jesus lhes bastava, mas bastavam-se a si mesmos; ousaram acreditar que seu toque corresponderia a menos que uma ofensa, e essa sua terna conformidade à gentileza e à graciosidade lhes foi contada como profissão de fé.</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=sQ8zT2WKzvI:83uenl3CMxM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=sQ8zT2WKzvI:83uenl3CMxM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=sQ8zT2WKzvI:83uenl3CMxM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/sQ8zT2WKzvI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/profissao-de-fe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/profissao-de-fe/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Tudo começa com uma carta roubada</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/b5PdzJX2Fn8/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/tudo-comeca-com-uma-carta-roubada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 08:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[os livros da bacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/tudo-comeca-com-uma-carta-roubada/</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto isso, deixo-vos na sala de espera com uma prévia do lançamento de novembro.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto isso, deixo-vos na sala de espera com <a href="http://issuu.com/mundocristao/docs/a_bacia_das_almas_issuu?mode=embed&#038;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&#038;backgroundColor=0000">uma prévia</a> do <a href="http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10721&#038;cod_categoria=150">lançamento de novembro</a>.</p>
<p align="center"><a href="http://issuu.com/mundocristao/docs/a_bacia_das_almas_issuu?mode=embed&#038;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&#038;backgroundColor=0000"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/livros/mc-issuu.jpg" title="Como tudo começa" /></a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b5PdzJX2Fn8:3ug7Vj8fFMM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b5PdzJX2Fn8:3ug7Vj8fFMM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=b5PdzJX2Fn8:3ug7Vj8fFMM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/b5PdzJX2Fn8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/tudo-comeca-com-uma-carta-roubada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/tudo-comeca-com-uma-carta-roubada/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Número ordinal</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/oLGcyU9Uag8/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/numero-ordinal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gírias e Falares]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2102</guid>
		<description><![CDATA[Em italiano &#8220;cristianismo&#8221; é cristianesimo, o que me faz rir todas as vezes, naturalmente, porque ouvido em português parece reduzir o cristianismo a número ordinal com conotação especial para o exagero ou para o tédio:
&#8211; Você é a cristianésima pessoa a me dizer a mesma coisa.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em italiano &#8220;cristianismo&#8221; é <em>cristianesimo</em>, o que me faz rir todas as vezes, naturalmente, porque ouvido em português parece reduzir o cristianismo a número ordinal com conotação especial para o exagero ou para o tédio:</p>
<p>&#8211; Você é a <em>cristianésima</em> pessoa a me dizer a mesma coisa.</p>
<p align="center"><img src="http://web.newsguy.com/carpen/images/orna065.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oLGcyU9Uag8:ngnD-DDySCI:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oLGcyU9Uag8:ngnD-DDySCI:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oLGcyU9Uag8:ngnD-DDySCI:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/oLGcyU9Uag8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/numero-ordinal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/numero-ordinal/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Confronto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/FPXCQNIf8lI/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/confronto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2101</guid>
		<description><![CDATA[   

Photo: Ramperto
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.23hq.com/paulobrabo/photo/5011255"><br />
   <img src="http://www.23hq.com/23666/5011255_60309b079c571731e06d28129b5dbf03_standard.jpg" height="306" width="460" title="Brabo faces the Old World and the Old World faces him back"><br />
</a></center></p>
<p align="right"><small>Photo: Ramperto</small></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=FPXCQNIf8lI:G3kPjD6hOGo:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=FPXCQNIf8lI:G3kPjD6hOGo:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=FPXCQNIf8lI:G3kPjD6hOGo:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/FPXCQNIf8lI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/confronto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/confronto/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O oráculo de José</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/rRve_a5v_CM/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-oraculo-de-jose/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/o-oraculo-de-jose/</guid>
		<description><![CDATA[A todos que o buscavam ele fornecia a mesma profecia, e a reação de cada um a esse mesmo conteúdo determinava que tipo de pessoa era, no fim das contas, esse que o buscava.
E ele dizia:
De cada mil problemas, novecentos se resolverão por si mesmos.
Dos cem que restam, noventa e nove não serão resolvidos mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A todos que o buscavam ele fornecia a mesma profecia, e a reação de cada um a esse mesmo conteúdo determinava que tipo de pessoa era, no fim das contas, esse que o buscava.</p>
<p>E ele dizia:</p>
<blockquote><p>De cada mil problemas, novecentos se resolverão por si mesmos.</p>
<p>Dos cem que restam, noventa e nove não serão resolvidos mesmo que você invista neles cem por cento dos seus recursos.</p>
<p>O milésimo problema, que não se resolverá por si mesmo e que poderia ser resolvido pela sua intervenção, nunca lhe será dado saber qual é.</p></blockquote>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=rRve_a5v_CM:tMedZ01RjQU:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=rRve_a5v_CM:tMedZ01RjQU:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=rRve_a5v_CM:tMedZ01RjQU:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/rRve_a5v_CM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-oraculo-de-jose/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-oraculo-de-jose/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Tra sempre</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/DLabicqoA1s/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/tra-sempre/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 06:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/tra-sempre/</guid>
		<description><![CDATA[c&#8217;é la luna sul Siena
e la sua luce non la ho vista mai
e sua luz é a que tenho visto desde sempre
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>c&#8217;é la luna sul Siena<br />
e la sua luce non la ho vista mai<br />
e sua luz é a que tenho visto desde sempre</p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=DLabicqoA1s:KNSTEbO6sAw:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=DLabicqoA1s:KNSTEbO6sAw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=DLabicqoA1s:KNSTEbO6sAw:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/DLabicqoA1s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/tra-sempre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/tra-sempre/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A Regra do Argueiro da Fé</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/T8mnFBJxuxI/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-regra-do-argueiro-da-fe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 09:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/a-regra-do-argueiro-da-fe/</guid>
		<description><![CDATA[Ao contrário de nós, Jesus não tinha medo de que as pessoas se recusassem a ter fé em Deus: o que ele temia era a conduta dos que afirmavam ter. A falta de fé só deve ser lamentada quando não há evidência de fé em quem afirma que a tem.
Certa vez, numa conversa à beira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário de nós, Jesus não tinha medo de que as pessoas se recusassem a ter fé em Deus: o que ele temia era a conduta dos que afirmavam ter. A falta de fé só deve ser lamentada quando não há evidência de fé em quem afirma que a tem.</p>
<p>Certa vez, numa conversa à beira do Jordão, Tomé articulou a coisa da seguinte forma (e imediatamente dei a essa sua fórmula o nome de &#8220;Regra do Argueiro da Fé&#8221;): <em>Não lamente a falta de fé dos outros: lamente a sua própria conduta.</em></p>
<p><small><strong>Fragmentos do Segundo Evangelho de Pedro</strong>, XII, 3-5</small></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug045.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=T8mnFBJxuxI:GKBohv4eONM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=T8mnFBJxuxI:GKBohv4eONM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=T8mnFBJxuxI:GKBohv4eONM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/T8mnFBJxuxI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-regra-do-argueiro-da-fe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/a-regra-do-argueiro-da-fe/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Foi mais ou menos nessa época</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/pNP7ROYV7dg/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/foi-mais-ou-menos-nessa-epoca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 10:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[teologia narrativa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2009/foi-mais-ou-menos-nessa-epoca/</guid>
		<description><![CDATA[86
Foi mais ou menos nessa época, um ou dois anos antes de ser remetido para a faculdade, que fui atingido no peito por um texto implacável em forma e conteúdo: a curta novela A fera na selva, de Henry James.
O protagonista de A fera na selva é um sujeito que vive uma existência de tédio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>86</p>
<p>Foi mais ou menos nessa época, um ou dois anos antes de ser remetido para a faculdade, que fui atingido no peito por um texto implacável em forma e conteúdo: a curta novela <em>A fera na selva</em>, de Henry James.</p>
<p>O protagonista de <em>A fera na selva</em> é um sujeito que vive uma existência de tédio e frivolidade na expectativa de um grande evento ou fatalidade que, ele sente, irá quando ocorrer defini-lo e justificá-lo para sempre. O protagonista não sabe dizer o que será ou quando será, mas com o passar dos anos pressente cada vez mais nitidamente a aproximação desse acontecimento terrível ou redentor, essa &#8220;fera na selva&#8221; que espreita na beira do seu caminho para lançar-se sobre ele no momento oportuno.</p>
<p>Naturalmente, nada jamais acontece ao protagonista de <em>A fera na selva</em>, e eis seu aguardado evento e sua contradição. Tudo que lhe é conferido experimentar, sua única e degradante aventura, é sua própria vaidade e sua infértil expectativa.</p>
<p>Mesmo naqueles dias entendi que o livro servia como metáfora inversa de mim mesmo. O protagonista do livro dedicara sua vida à busca de sua fera na selva; eu sabia que gastaria a minha tentando esquivar-me dela.</p>
<p>Foi necessária uma vida inteira para que eu descobrisse que não há diferença.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug047.gif"></p>
<div class='series_toc'><h3>Nasce um homem</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-1/' title='Era uma vez'>Era uma vez</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-2/' title='Adão era'>Adão era</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-3/' title='A teoria literária'>A teoria literária</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nasce-um-homem-4/' title='Para mim'>Para mim</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/se-havia-improvavel-graca/' title='Se havia improvável graça'>Se havia improvável graça</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-conflito-que-anima-uma-historia/' title='O conflito que anima uma história'>O conflito que anima uma história</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-primeira-blasfemia/' title='A primeira blasfêmia'>A primeira blasfêmia</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/eu-sentia-ser-minha-obrigacao/' title='Eu sentia ser minha obrigação'>Eu sentia ser minha obrigação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/como-demonstrado-exemplarmente-por-jesus/' title='Como demonstrado exemplarmente por Jesus'>Como demonstrado exemplarmente por Jesus</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/de-todos-os-detalhes/' title='De todos os detalhes'>De todos os detalhes</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-distincao-mais-antiga/' title='A distinção mais antiga'>A distinção mais antiga</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-homem-em-pe-no-centro/' title='O homem em pé no centro'>O homem em pé no centro</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/quando-levantei-me-do-lugar/' title='Quando levantei-me do lugar'>Quando levantei-me do lugar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/ele-tinha-o-mundo-natural-aos-seus-pes/' title='Ele tinha o mundo natural aos seus pés'>Ele tinha o mundo natural aos seus pés</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/dois-ou-tres-personagens-nao-bastam/' title='Dois ou três personagens não bastam'>Dois ou três personagens não bastam</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-proibicao-extrai-seu-poder/' title='A proibição extrai seu poder'>A proibição extrai seu poder</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/para-caracterizar-uma-tragedia/' title='Para caracterizar uma tragédia'>Para caracterizar uma tragédia</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/pisei-no-andar-terreo/' title='Pisei no andar térreo'>Pisei no andar térreo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/voce-pode-comer/' title='Você pode comer'>Você pode comer</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/um-professor-errante-depara-se-com-um-homem-cego/' title='Um professor errante depara-se com um homem cego'>Um professor errante depara-se com um homem cego</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nenhum-outro-elemento-da-trama/' title='Nenhum outro elemento da trama'>Nenhum outro elemento da trama</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/toda-historia-sobre-transgressao/' title='Toda história sobre transgressão'>Toda história sobre transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/de-todos-os-sonhos-de-que-me-recordo/' title='De todos os sonhos de que me recordo'>De todos os sonhos de que me recordo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nao-devemos-deixar/' title='Não devemos deixar'>Não devemos deixar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-chave-obviamente/' title='A chave, obviamente'>A chave, obviamente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-curioso-notar/' title='É curioso notar'>É curioso notar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/para-comecar/' title='Para começar'>Para começar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/neste-ponto/' title='Neste ponto'>Neste ponto</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/com-a-entrada-da-serpente/' title='Com a entrada da serpente'>Com a entrada da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/dos-enigmas-da-serpente/' title='Dos enigmas da serpente'>Dos enigmas da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/porem-quando-percebo/' title='Porém quando percebo'>Porém quando percebo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-serpente-e-astuta/' title='A serpente é astuta'>A serpente é astuta</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-narrativa-e-limpida/' title='A narrativa é límpida'>A narrativa é límpida</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-serpente-permanece-um-enigma/' title='A serpente permanece um enigma'>A serpente permanece um enigma</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/quando-olho-tempo-suficiente/' title='Quando olho tempo suficiente'>Quando olho tempo suficiente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-silencio-da-historia/' title='O silêncio da história'>O silêncio da história</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/outro-resultado/' title='Outro resultado'>Outro resultado</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/individuacao/' title='Individuação'>Individuação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-o-momento-decisivo/' title='É o momento decisivo'>É o momento decisivo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-ausencia-divina/' title='A ausência divina'>A ausência divina</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-uma-pista-falsa/' title='É uma pista falsa'>É uma pista falsa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nao-se-trata/' title='Não se trata'>Não se trata</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/uma-donzela-encontra-na-floresta-uma-perigosa-serpente/' title='Uma donzela encontra na floresta uma perigosa serpente'>Uma donzela encontra na floresta uma perigosa serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-hora-e-agora/' title='A hora é agora'>A hora é agora</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/porque-e-ignoro-quantas-vezes/' title='Porque &#8211; e ignoro quantas vezes terei de voltar'>Porque &#8211; e ignoro quantas vezes terei de voltar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/alcancar-a-individuacao/' title='Alcançar a individuação'>Alcançar a individuação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/eva-recua/' title='Eva recua'>Eva recua</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/deus-sabe/' title='Deus sabe'>Deus sabe</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-motor-do-conflito/' title='O motor do conflito'>O motor do conflito</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-grande-revelacao/' title='A grande revelação'>A grande revelação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/transgredir/' title='Transgredir'>Transgredir</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-obra-da-serpente/' title='A obra da serpente'>A obra da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/onde-esta-a-maldade/' title='Onde está a maldade'>Onde está a maldade</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-que-me-faz-lembrar/' title='O que me faz lembrar'>O que me faz lembrar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-transfiguracao-do-conflito/' title='A transfiguração do conflito'>A transfiguração do conflito</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/que-sao-a-imitacao-e-o-jogo-de-espelhos/' title='Que são a imitação e o jogo de espelhos'>Que são a imitação e o jogo de espelhos</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-que-esta-historia-existe-para-mostrar/' title='O que esta história existe para mostrar'>O que esta história existe para mostrar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-por-isso/' title='É por isso'>É por isso</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-o-ultimo-momento/' title='É o último momento'>É o último momento</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/quando-volto-a-recordacao/' title='Quando volto à recordação'>Quando volto à recordação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-efeito-imediato/' title='O efeito imediato'>O efeito imediato</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/como-numa-comedia-de-erros/' title='Como numa comédia de erros'>Como numa comédia de erros</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/minha-primeira-transgressao/' title='Minha primeira transgressão'>Minha primeira transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-so-do-lado-de-ca/' title='É só do lado de cá'>É só do lado de cá</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-esse-principio/' title='A esse princípio'>A esse princípio</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-nos-devera/' title='Não nos deverá'>Não nos deverá</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-coisa-boa/' title='A coisa boa'>A coisa boa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/se-o-conflito-e-a-graca/' title='Se o conflito é a graça'>Se o conflito é a graça</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-transgressao-original/' title='A transgressão original'>A transgressão original</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/transgredir-e-escolher/' title='Transgredir é escolher'>Transgredir é escolher</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/no-espaco-recem-aberto-da-minha-transgressao/' title='No espaço recém-aberto da minha transgressão'>No espaço recém-aberto da minha transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/em-si-mesmo-nada-ha-de-terrivel/' title='Em si mesmo nada há de terrível'>Em si mesmo nada há de terrível</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-conceito-teologico/' title='O conceito teológico'>O conceito teológico</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/bastaria-a-morte/' title='Bastaria a morte'>Bastaria a morte</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-ambivalencia-do-poder/' title='A ambivalência do poder'>A ambivalência do poder</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-maldicao-do-po/' title='A maldição do pó'>A maldição do pó</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/ha-algo-de-terrivel-na-autodeterminacao/' title='Há algo de terrível na autodeterminação'>Há algo de terrível na autodeterminação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/minha-disciplina-pessoal-mais-antiga/' title='Minha disciplina pessoal mais antiga'>Minha disciplina pessoal mais antiga</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/essa-crueza/' title='Essa crueza'>Essa crueza</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-e-completa/' title='Não é completa'>Não é completa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/essas-historias/' title='Essas histórias'>Essas histórias</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/na-noite-de-ontem-para-hoje/' title='Na noite de ontem para hoje'>Na noite de ontem para hoje</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-outro-simbolo-universal/' title='O outro símbolo universal'>O outro símbolo universal</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-serpente-e-mentirosa/' title='A serpente é mentirosa'>A serpente é mentirosa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-primeiro-desdobramento/' title='O primeiro desdobramento'>O primeiro desdobramento</a></li><li>Foi mais ou menos nessa época</li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=pNP7ROYV7dg:jfWLqUXplVg:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=pNP7ROYV7dg:jfWLqUXplVg:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=pNP7ROYV7dg:jfWLqUXplVg:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/pNP7ROYV7dg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/foi-mais-ou-menos-nessa-epoca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/foi-mais-ou-menos-nessa-epoca/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Tibagi</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/0Uc4rv6Y-LQ/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/tibagi/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 15:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[coreldraw]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2096</guid>
		<description><![CDATA[Sede do canyon Guartelá e outras distrações da natureza.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sede do <a href="http://tibagi.pr.gov.br/fotos/guartela/">canyon Guartelá</a> e outras distrações da natureza.</p>
<p align="center"<a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/mapa-tibagi-b.jpg"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/mapa-tibagi.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=0Uc4rv6Y-LQ:9UBI3SfaRtY:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=0Uc4rv6Y-LQ:9UBI3SfaRtY:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=0Uc4rv6Y-LQ:9UBI3SfaRtY:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/0Uc4rv6Y-LQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/tibagi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/tibagi/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Imperdível, imperdoável</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/HUcO7He2zCM/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/imperdivel-imperdoavel/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2095</guid>
		<description><![CDATA[Inteligência e poesia nunca deveriam andar juntas, sob pena de demolirem rancores estabelecidos e despertarem os mais transtornadores afetos do espírito.
No que me diz respeito o lançamento mais esperado do ano era Salvos da perfeição &#8211; Mais humanos e mais perto de Deus, de Elienai Cabral Jr., que corre as prateleiras há alguns meses mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/salvos.jpg"></p>
<p>Inteligência e poesia nunca deveriam andar juntas, sob pena de demolirem rancores estabelecidos e despertarem os mais transtornadores afetos do espírito.</p>
<p>No que me diz respeito o lançamento mais esperado do ano era <em><strong>Salvos da perfeição</strong> &#8211; Mais humanos e mais perto de Deus</em>, de Elienai Cabral Jr., que corre as prateleiras há alguns meses mas só chegou-me às mãos nesta segunda-feira pela mão do autor. É evidentemente o primeiro livro de que encontro a última capa desde <a href="http://www.baciadasalmas.com/2007/pedir-demais">Uma ortodoxia generosa</a>.</p>
<p>Elienai, tudo o que tenho a dizer é que nenhum outro livro que me ofereça a memória foi capaz de levar-me a lágrimas da mais desconjuntada emoção <em>a cada capítulo</em>. Meus advogados devem entrar em contato com você em breve, propondo um valor que consideramos justo para você me ressarcir deste embaraço.</p>
<p>Salvos da perfeição <a href="http://ultimato.com.br/blogs/salvos_perfeicao/">aqui</a> e em todo lugar.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug048.gif"></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://elienaijr.wordpress.com/">Blog do Elienai</a><br />
<a href="http://amarelofosco.wordpress.com/">Alysson Amorim</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=HUcO7He2zCM:SaQ7RMPXI5Q:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=HUcO7He2zCM:SaQ7RMPXI5Q:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=HUcO7He2zCM:SaQ7RMPXI5Q:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/HUcO7He2zCM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/imperdivel-imperdoavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/imperdivel-imperdoavel/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Benditas horas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/di1RgbrJBO4/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/benditas-horas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 18:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pormenor]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[os livros da bacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2094</guid>
		<description><![CDATA[O encanto se desfez. Fotos foram tiradas e abraços foram trocados.
Tendo sido superado em honra pela gentileza de cada um dos presentes, só me resta repreender com um beijo terno a todos que se lançaram na tremendamente desfavorável noite paulistana para pisar comigo, ontem, o chão da sede provisória do Monastério. Vocês sabem que vocês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O encanto se desfez. Fotos <a href="http://pavablog.blogspot.com/2009/09/bem-longe-do-monasterio.html">foram tiradas</a> e <a href="http://alexfajardo.wordpress.com/2009/10/05/paulo-brabo-em-sao-paulo">abraços foram trocados</a>.</p>
<p>Tendo sido superado em honra pela gentileza de cada um dos presentes, só me resta repreender com um beijo terno a todos que se lançaram na tremendamente desfavorável noite paulistana para pisar comigo, ontem, o chão da sede provisória do Monastério. Vocês sabem que vocês são.</p>
<p>Que não se repita.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug049.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=di1RgbrJBO4:2IWDWPAD7QM:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=di1RgbrJBO4:2IWDWPAD7QM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=di1RgbrJBO4:2IWDWPAD7QM:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/di1RgbrJBO4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/benditas-horas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/benditas-horas/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Em Seis Passos: O LIVRO</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/oR8IoTqsy50/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/em-seis-passos-o-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[os livros da bacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/2007/em-seis-passos-o-livro/</guid>
		<description><![CDATA[Agora sim: Em 6 passos o que faria Jesus foi lançado em setembro de 2009 pelos impenitentes da Garimpo EditorialSe não encontrar o livro na livraria mais suspeita ou mais próxima, você pode comprá-lo online no sáite da Garimpo.
O último capítulo, que deve amarrar todo o conteúdo anterior (para quem acha esse tipo de coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/livros/6-passos-inedito.png" alt="" /></p>
<p><span style="float:left;width:30%;font-family:calibri,arial,serif;font-size:1.3em;font-weight:bold;margin:0px 20px 0px 0px;">Agora sim: <em>Em 6 passos o que faria Jesus</em> foi lançado em setembro de 2009 pelos impenitentes da <a href="http://www.garimpoeditorial.com.br">Garimpo Editorial</a></span>Se não encontrar o livro na livraria mais suspeita ou mais próxima, você pode <a href="http://www.garimpoeditorial.com.br/espiritualidade.html">comprá-lo online no sáite da Garimpo</a>.</p>
<p>O último capítulo, que deve amarrar todo o conteúdo anterior (para quem acha esse tipo de coisa necessária), estará disponível apenas na edição em papel; chama-se <em>Além da memória</em> e foi instigado por uma sacada do insubmisso Rondinelly Gomes de Medeiros.</p>
<p>O livro não tem capa, mas com conteúdo tão precário quem precisa dessas definitudes? Partamos sem entraves <a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/seis-teaser-b.jpg">para as entranhas</a>.</p>
<p align="center"><a href="http://www.garimpoeditorial.com.br/espiritualidade.html"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/em-6-passos-promo.jpg" title="Em seis passos o que faria Jesus" /></a></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug044.gif"></p>
<div class='series_toc'><h3>Em seis passos que faria Jesus</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2006/1-viva-a-intolerancia/' title='PRIMEIRO PASSO: Viva a intolerância contra os religiosos'>PRIMEIRO PASSO: Viva a intolerância contra os religiosos</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2006/2-faca-o-que-os-outros-nao-esperam/' title='SEGUNDO PASSO: Faça o que os outros não esperam'>SEGUNDO PASSO: Faça o que os outros não esperam</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2006/terceiro-passo-desfrute-sem-possuir/' title='TERCEIRO PASSO: Desfrute sem possuir'>TERCEIRO PASSO: Desfrute sem possuir</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2006/quarto-passo-viva-inteiramente-inserido-no-seu-mundo/' title='QUARTO PASSO: Viva inteiramente inserido no seu mundo'>QUARTO PASSO: Viva inteiramente inserido no seu mundo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/quinto-passo-permaneca-disponivel-para-o-momento/' title='QUINTO PASSO: Permaneça disponível para o momento'>QUINTO PASSO: Permaneça disponível para o momento</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/sexto-passo-sensualize-a-sua-espiritualidade/' title='SEXTO PASSO: Sensualize a sua espiritualidade'>SEXTO PASSO: Sensualize a sua espiritualidade</a></li><li>Em Seis Passos: O LIVRO</li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oR8IoTqsy50:5EeIJvsaHgU:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oR8IoTqsy50:5EeIJvsaHgU:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=oR8IoTqsy50:5EeIJvsaHgU:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/oR8IoTqsy50" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/em-seis-passos-o-livro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/em-seis-passos-o-livro/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Conversa de um filho da Terra com um filho do capitalismo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/BtY-F_yH2GY/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/conversa-de-um-filho-da-terra-com-um-filho-do-capitalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 09:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Goiabas Roubadas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2093</guid>
		<description><![CDATA[Os nossos tupinambás muito se admiram dos franceses e outros estrangeiros se darem o trabalho de ir buscar o seu arabutan. Uma vez um velho perguntou-me:
&#8211; Por que vêm vocês, mairs e perôs (franceses e portugueses) buscar lenha de tão longe para se aquecerem? Vocês não tem madeira na sua terra?«E vocês por acaso precisam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os nossos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tupinamb%C3%A1">tupinambás</a> muito se admiram dos franceses e outros estrangeiros se darem o trabalho de ir buscar o seu <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caesalpinia_echinata">arabutan</a></em>. Uma vez um velho perguntou-me:</p>
<p>&#8211; Por que vêm vocês, <em>mairs</em> e <em>perôs</em> (franceses e portugueses) buscar lenha de tão longe para se aquecerem? Vocês não tem madeira na sua terra?<span style="float:right; text-align:right; width:35%; color:#7c836d; margin:12px 0 12px 12px; font-family: georgia, times new roman, serif; font-variant:small-caps; font-size:1.6em; line-height: 1.3em">«E vocês por acaso precisam de muita?»</span></p>
<p>Respondi que tínhamos muita mas não daquela qualidade, e que não a queimávamos, como ele o supunha, mas extraíamos dela tinta para tingir, tal o qual eles faziam com os seus cordões de algodão e suas plumas.</p>
<p>Retrucou o velho imediatamente:</p>
<p>&#8211; E vocês por acaso precisam de muita?</p>
<p>&#8211; Sim &#8211; respondi-lhe &#8211; pois no nosso país existem negociantes que possuem mais panos, facas, tesouras, espelhos e outras mercadorias do que vocês podem imaginar, e um só deles compra todo o pau-brasil com que muitos navios voltam carregados.</p>
<p>&#8211; Ah! &#8211; retrucou o selvagem &#8211; É assombroso o que você me conta.</p>
<p>E acrescentou, depois de compreender bem o que eu lhe dissera:</p>
<p>&#8211; Mas esse homem rico de quem você me fala não morre?</p>
<p>&#8211; Sim &#8211; disse eu &#8211; morre como os outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><small>O missionário calvinista <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_de_l%C3%A9ry">Jean de Léry</a></strong> tenta explicar <a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/a-teologia-do-capital/">o espírito do capitalismo</a> a um tupinambá, durante sua permanência <s>no Brasil</s> na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a_Ant%C3%A1rtica">França Antártica</a> em 1557.<br />
<strong>Histoire d&#8217;un Voyage Fait en la Terre du Brésil</strong>, 1578</small></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug050.gif"></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://www.baciadasalmas.com/2004/a-integridade-das-coisas/">A integridade das coisas</a></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=BtY-F_yH2GY:s6__JMNaRyw:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=BtY-F_yH2GY:s6__JMNaRyw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=BtY-F_yH2GY:s6__JMNaRyw:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/BtY-F_yH2GY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/conversa-de-um-filho-da-terra-com-um-filho-do-capitalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/conversa-de-um-filho-da-terra-com-um-filho-do-capitalismo/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Novo Brabofolio em e-brabo.com</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/KxqZl4Dxc-c/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/novo-brabofolio-em-e-brabo-com/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 03:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[e-brabo.com]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2092</guid>
		<description><![CDATA[Nunca é tarde para lembrar que o Brabo está com um novo portfolio virtual em e-brabo.com. Se você quiser ajudar a sustentar o meu modo de vida decadente ocidental, com direito a piscinas cravejadas de diamantes1, deve tornar-se um capitalista obscenamente bem-sucedido e contratar a preços exorbitantes os meus serviços para emprestar credibilidade à sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é tarde para lembrar que o Brabo está com um novo portfolio virtual em <a href="http://www.e-brabo.com">e-brabo.com</a>. Se você quiser ajudar a sustentar o meu modo de vida decadente ocidental, com direito a piscinas cravejadas de diamantes<sup>1</sup>, deve tornar-se um capitalista obscenamente bem-sucedido e contratar a preços exorbitantes os meus serviços para emprestar credibilidade à sua propaganda.</p>
<p>Pensando bem, provavelmente <em>sua única chance</em> de tornar-se um capitalista obscenamente bem-sucedido está em recorrer aos meus serviços a preços exorbitantes antes de qualquer outra coisa. Contrate-me <a href="http://www.e-brabo.com">agora mesmo</a>.</p>
<p align="center"><a href="http://www.e-brabo.com"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/brabofolio.jpg" title="Novo Brabofolio em e-brabo.com" /></a></p>
<b><small>NOTAS</small></b><ol class="footnotes"><li id="footnote_0_2092" class="footnote">Essas coisas <a href="http://www.baciadasalmas.com/2006/nao-baixe-esta-cancao">não nascem em árvores</a>.</li></ol><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=KxqZl4Dxc-c:-zWuFcKsXZ8:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=KxqZl4Dxc-c:-zWuFcKsXZ8:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=KxqZl4Dxc-c:-zWuFcKsXZ8:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/KxqZl4Dxc-c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/novo-brabofolio-em-e-brabo-com/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/novo-brabofolio-em-e-brabo-com/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Loved by Mary Lane</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/vIgOMgEdxls/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/loved-by-mary-lane/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 09:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2090</guid>
		<description><![CDATA[Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na página da Bacia na internet.
A adorável Kristen Bell, de Veronica Mars, é Mary Lane na versão musical, de 2005, do cult Reefer Madness, filme &#8220;educativo&#8221; (e absolutamente trash) de 1936 sobre os supostos perigos do consumo de maconha (em que ficamos sabendo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="color:#B0B0A0"><small>Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na <a href="http://www.baciadasalmas.com">página da Bacia</a> na internet.</small></span></p>
<p>A adorável Kristen Bell, de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Veronica_mars">Veronica Mars</a>, é Mary Lane na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reefer_Madness_%282005_film%29">versão musical</a>, de 2005, do <em>cult</em> <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-6696582420128930236">Reefer Madness</a>, filme &#8220;educativo&#8221; (e absolutamente <em>trash</em>) de 1936 sobre os supostos perigos do consumo de maconha (em que ficamos sabendo que &#8220;a marijuana causa mais dependência do que a heroína&#8221;).</p>
<p>Esta versão de <em>Reefer Madness</em> sugou a estética, o senso de humor e até a sonoridade de <a href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=EAA24B3DB645F0DB">A Pequena Loja dos Horrores</a> (1986), ele mesmo versão musical de um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Little_Shop_of_Horrors">filme anterior</a> de orçamento inexistente.</p>
<p>O que curto nesta sequência é que é ainda é a metade do filme e em determinado momento todos os personagens &#8211; vilões e heróis, caretas e drogados,  Jesus, o diabo e Joana d&#8217;Arc &#8211; param o que estão fazendo para celebrar um amor que se mostrará efêmero, sangrento e trágico.</p>
<p>&#8220;Jimmy, o que você está fazendo aqui no meio da noite? São quase 21h00!&#8221;</p>
<p align="center"><span style="color:#B0B0A0">Para assistir em tela inteira clique o botão apropriado (&nbsp;<img src="http://www.baciadasalmas.com/images/fullscree-button.png">&nbsp;) na barra de reprodução.</span></p>
<table border="0" height="640" width="570" align="center" bordercolorlight="White" bordercolordark="White" bgcolor="Black" bordercolor="Black" >
<tr>
<td>
[Visite a Bacia para ver o filme]
</td>
</tr>
</table>
<p><span style="color: #b0b0a0;"><small>Se a imagem estiver incompleta <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/loved-by-mary-lane/">tente aqui</a>.</span></small></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=vIgOMgEdxls:Fks8l_54adg:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=vIgOMgEdxls:Fks8l_54adg:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=vIgOMgEdxls:Fks8l_54adg:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/vIgOMgEdxls" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/loved-by-mary-lane/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/loved-by-mary-lane/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O primeiro desdobramento</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/q6uDpmz7Tss/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-primeiro-desdobramento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 03:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos]]></category>
		<category><![CDATA[teologia narrativa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2089</guid>
		<description><![CDATA[85
O primeiro desdobramento da transgressão divina &#8211; o primeiro de tantíssimos, talvez infinitos desdobramentos &#8211; é a transgressão humana, e ao final deste brevíssimo primeiro ato Deus já está em maus lençóis.
O problema da contribuição humana não reside na transgressão em si, ela mesmo embutida na narrativa e portanto esperada; desde o princípio o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.23hq.com/paulobrabo/photo/4969912/original"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2562/3951468146_4ccc78cc24_b.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<p>85</p>
<p>O primeiro desdobramento da transgressão divina &#8211; o primeiro de tantíssimos, talvez infinitos desdobramentos &#8211; é a transgressão humana, e ao final deste brevíssimo primeiro ato Deus já está em maus lençóis.</p>
<p>O problema da contribuição humana não reside na transgressão em si, ela mesmo embutida na narrativa e portanto esperada; desde o princípio o que estava em jogo não era <em>se</em>, mas <em>com qual peso de graça</em> o homem pisaria o terreno sagrado da transgressão. E, para embaraço de sua herança, o homem transgredira sem delicadeza, sem cavalheirismo, pela intermediação da serpente, que urdira com a má caneta da acusação a lei do pecado.</p>
<p>Deus transgredira sem pecar; porém o homem, a fim de transgredir, <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/a-transfiguracao-do-conflito/">vestira a máscara da acusação</a> e conhecera nessa transação o pecado. Nessa manobra toda Deus saíra ileso, mas no rigor da sua integridade está embutido seu novo problema.</p>
<p>Até aqui o pecado não tem reflexo em Deus porque Deus não acusa, mas nessa vantagem estratégica reside seu calcanhar de Aquiles e a semente de um conflito inteiramente novo. Ao rebaixar-se à acusação o homem abrira mão da singularidade divina, mas sua imprundência (como em todas as histórias) não atingira apenas sua própria esfera. Sua autonomia lançara estilhaços profundos sobre a pele incólume de Deus.</p>
<p>O novo dilema está em que, diante do pecado e do fato de que o homem se tornara claramente digno de reprovação, como Deus pode manter-se livre, ele mesmo, de acusar o homem? <em>Como deixar de empunhar</em> a máscara da acusação, que Adão deixara cair tão convenientemente aos seus pés? Se não, <em>como empunhá-la</em> sem conceder à acusação e ao pecado o poder de destruir todas as relações futuras entre seres autônomos, para sempre?</p>
<p>Ao final deste primeiro ato resta ao protagonista este formidável impasse. Ao manter-se íntegro Deus tornara-se superior e criara &#8211; mesmo que inadvertidamente e pela via torta e formidável da liberdade de outro &#8211; a injustiça e seu abismo. Seu monólogo interior diante das árvores gêmeas encontra eco no ventre das eras que estão para nascer. Será possível manter-se superior sem esmagar o inferior? Será possível restaurar sem acusar? Pela via da transgressão o homem se tornara &#8220;como um de nós&#8221;, conhecendo as complicações e ambivalências da autonomia. Seria possível reparar-lhe a honra? Seria possível restaurar a honra divina? Seria possível restaurar uma sem a outra? Se Deus encontrara ele mesmo problemas para gerenciar a sua abundância, com que recurso se poderia ensinar o homem a calibrar a sua?</p>
<p>Para alguém que fundara o universo e moldara o homem a fim de demonstrar que tipo de pessoa era, neste momento Deus parece sozinho e muito longe de poder alcançar a individuação.</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug051.gif"></p>
<div class='series_toc'><h3>Nasce um homem</h3><ol><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-1/' title='Era uma vez'>Era uma vez</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-2/' title='Adão era'>Adão era</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2007/nasce-um-homem-3/' title='A teoria literária'>A teoria literária</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nasce-um-homem-4/' title='Para mim'>Para mim</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/se-havia-improvavel-graca/' title='Se havia improvável graça'>Se havia improvável graça</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-conflito-que-anima-uma-historia/' title='O conflito que anima uma história'>O conflito que anima uma história</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-primeira-blasfemia/' title='A primeira blasfêmia'>A primeira blasfêmia</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/eu-sentia-ser-minha-obrigacao/' title='Eu sentia ser minha obrigação'>Eu sentia ser minha obrigação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/como-demonstrado-exemplarmente-por-jesus/' title='Como demonstrado exemplarmente por Jesus'>Como demonstrado exemplarmente por Jesus</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/de-todos-os-detalhes/' title='De todos os detalhes'>De todos os detalhes</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-distincao-mais-antiga/' title='A distinção mais antiga'>A distinção mais antiga</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-homem-em-pe-no-centro/' title='O homem em pé no centro'>O homem em pé no centro</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/quando-levantei-me-do-lugar/' title='Quando levantei-me do lugar'>Quando levantei-me do lugar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/ele-tinha-o-mundo-natural-aos-seus-pes/' title='Ele tinha o mundo natural aos seus pés'>Ele tinha o mundo natural aos seus pés</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/dois-ou-tres-personagens-nao-bastam/' title='Dois ou três personagens não bastam'>Dois ou três personagens não bastam</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-proibicao-extrai-seu-poder/' title='A proibição extrai seu poder'>A proibição extrai seu poder</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/para-caracterizar-uma-tragedia/' title='Para caracterizar uma tragédia'>Para caracterizar uma tragédia</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/pisei-no-andar-terreo/' title='Pisei no andar térreo'>Pisei no andar térreo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/voce-pode-comer/' title='Você pode comer'>Você pode comer</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/um-professor-errante-depara-se-com-um-homem-cego/' title='Um professor errante depara-se com um homem cego'>Um professor errante depara-se com um homem cego</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nenhum-outro-elemento-da-trama/' title='Nenhum outro elemento da trama'>Nenhum outro elemento da trama</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/toda-historia-sobre-transgressao/' title='Toda história sobre transgressão'>Toda história sobre transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/de-todos-os-sonhos-de-que-me-recordo/' title='De todos os sonhos de que me recordo'>De todos os sonhos de que me recordo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nao-devemos-deixar/' title='Não devemos deixar'>Não devemos deixar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-chave-obviamente/' title='A chave, obviamente'>A chave, obviamente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-curioso-notar/' title='É curioso notar'>É curioso notar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/para-comecar/' title='Para começar'>Para começar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/neste-ponto/' title='Neste ponto'>Neste ponto</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/com-a-entrada-da-serpente/' title='Com a entrada da serpente'>Com a entrada da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/dos-enigmas-da-serpente/' title='Dos enigmas da serpente'>Dos enigmas da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/porem-quando-percebo/' title='Porém quando percebo'>Porém quando percebo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-serpente-e-astuta/' title='A serpente é astuta'>A serpente é astuta</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-narrativa-e-limpida/' title='A narrativa é límpida'>A narrativa é límpida</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-serpente-permanece-um-enigma/' title='A serpente permanece um enigma'>A serpente permanece um enigma</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/quando-olho-tempo-suficiente/' title='Quando olho tempo suficiente'>Quando olho tempo suficiente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/o-silencio-da-historia/' title='O silêncio da história'>O silêncio da história</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/outro-resultado/' title='Outro resultado'>Outro resultado</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/individuacao/' title='Individuação'>Individuação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-o-momento-decisivo/' title='É o momento decisivo'>É o momento decisivo</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-ausencia-divina/' title='A ausência divina'>A ausência divina</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/e-uma-pista-falsa/' title='É uma pista falsa'>É uma pista falsa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/nao-se-trata/' title='Não se trata'>Não se trata</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/uma-donzela-encontra-na-floresta-uma-perigosa-serpente/' title='Uma donzela encontra na floresta uma perigosa serpente'>Uma donzela encontra na floresta uma perigosa serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/a-hora-e-agora/' title='A hora é agora'>A hora é agora</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/porque-e-ignoro-quantas-vezes/' title='Porque &#8211; e ignoro quantas vezes terei de voltar'>Porque &#8211; e ignoro quantas vezes terei de voltar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/alcancar-a-individuacao/' title='Alcançar a individuação'>Alcançar a individuação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/eva-recua/' title='Eva recua'>Eva recua</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2008/deus-sabe/' title='Deus sabe'>Deus sabe</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-motor-do-conflito/' title='O motor do conflito'>O motor do conflito</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-grande-revelacao/' title='A grande revelação'>A grande revelação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/transgredir/' title='Transgredir'>Transgredir</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-obra-da-serpente/' title='A obra da serpente'>A obra da serpente</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/onde-esta-a-maldade/' title='Onde está a maldade'>Onde está a maldade</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-que-me-faz-lembrar/' title='O que me faz lembrar'>O que me faz lembrar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-transfiguracao-do-conflito/' title='A transfiguração do conflito'>A transfiguração do conflito</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/que-sao-a-imitacao-e-o-jogo-de-espelhos/' title='Que são a imitação e o jogo de espelhos'>Que são a imitação e o jogo de espelhos</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-que-esta-historia-existe-para-mostrar/' title='O que esta história existe para mostrar'>O que esta história existe para mostrar</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-por-isso/' title='É por isso'>É por isso</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-o-ultimo-momento/' title='É o último momento'>É o último momento</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/quando-volto-a-recordacao/' title='Quando volto à recordação'>Quando volto à recordação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-efeito-imediato/' title='O efeito imediato'>O efeito imediato</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/como-numa-comedia-de-erros/' title='Como numa comédia de erros'>Como numa comédia de erros</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/minha-primeira-transgressao/' title='Minha primeira transgressão'>Minha primeira transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/e-so-do-lado-de-ca/' title='É só do lado de cá'>É só do lado de cá</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-esse-principio/' title='A esse princípio'>A esse princípio</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-nos-devera/' title='Não nos deverá'>Não nos deverá</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-coisa-boa/' title='A coisa boa'>A coisa boa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/se-o-conflito-e-a-graca/' title='Se o conflito é a graça'>Se o conflito é a graça</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-transgressao-original/' title='A transgressão original'>A transgressão original</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/transgredir-e-escolher/' title='Transgredir é escolher'>Transgredir é escolher</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/no-espaco-recem-aberto-da-minha-transgressao/' title='No espaço recém-aberto da minha transgressão'>No espaço recém-aberto da minha transgressão</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/em-si-mesmo-nada-ha-de-terrivel/' title='Em si mesmo nada há de terrível'>Em si mesmo nada há de terrível</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-conceito-teologico/' title='O conceito teológico'>O conceito teológico</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/bastaria-a-morte/' title='Bastaria a morte'>Bastaria a morte</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-ambivalencia-do-poder/' title='A ambivalência do poder'>A ambivalência do poder</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-maldicao-do-po/' title='A maldição do pó'>A maldição do pó</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/ha-algo-de-terrivel-na-autodeterminacao/' title='Há algo de terrível na autodeterminação'>Há algo de terrível na autodeterminação</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/minha-disciplina-pessoal-mais-antiga/' title='Minha disciplina pessoal mais antiga'>Minha disciplina pessoal mais antiga</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/essa-crueza/' title='Essa crueza'>Essa crueza</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/nao-e-completa/' title='Não é completa'>Não é completa</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/essas-historias/' title='Essas histórias'>Essas histórias</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/na-noite-de-ontem-para-hoje/' title='Na noite de ontem para hoje'>Na noite de ontem para hoje</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/o-outro-simbolo-universal/' title='O outro símbolo universal'>O outro símbolo universal</a></li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/a-serpente-e-mentirosa/' title='A serpente é mentirosa'>A serpente é mentirosa</a></li><li>O primeiro desdobramento</li><li><a href='http://www.baciadasalmas.com/2009/foi-mais-ou-menos-nessa-epoca/' title='Foi mais ou menos nessa época'>Foi mais ou menos nessa época</a></li></ol></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=q6uDpmz7Tss:NYab61x3IGQ:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=q6uDpmz7Tss:NYab61x3IGQ:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=q6uDpmz7Tss:NYab61x3IGQ:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/q6uDpmz7Tss" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-primeiro-desdobramento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/o-primeiro-desdobramento/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Panorama do litoral do Paraná</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/YfgnyK844l8/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/panorama-do-litoral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 15:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[painter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2088</guid>
		<description><![CDATA[Tive de fazer a toque de caixa uma amostra de ilustração para um atlas do Paraná que pode ou não sair nos próximos meses. A topografia de superfície está mais ou menos correta, mas a geologia é inteiramente arbitrária. ISTO É UM TESTE. Em hipótese nenhuma anexar ao seu trabalho de Geografia.
Clique para ampliar.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive de fazer a toque de caixa uma amostra de ilustração para um atlas do Paraná que pode ou não sair nos próximos meses. A topografia de superfície está mais ou menos correta, mas a geologia é inteiramente arbitrária. ISTO É UM TESTE. Em hipótese nenhuma anexar ao seu trabalho de Geografia.</p>
<p>Clique para ampliar.</p>
<p align="center"><a href="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/serra-do-mar-b.jpg"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/serra-do-mar.jpg" title="Clique para ampliar" /></a></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug052.gif"></p>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=YfgnyK844l8:hAgDwbDXp68:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=YfgnyK844l8:hAgDwbDXp68:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=YfgnyK844l8:hAgDwbDXp68:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/YfgnyK844l8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/panorama-do-litoral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/panorama-do-litoral/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Bendita hora</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/baciadasalmas/~3/Z4VddEN3Wq0/</link>
		<comments>http://www.baciadasalmas.com/2009/bendita-hora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 15:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Brabo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Irmãos Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[os livros da bacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.baciadasalmas.com/?p=2087</guid>
		<description><![CDATA[Nos capítulos anteriores de A Bacia das Almas:

Brabo anuncia o livro da Bacia
Brabo fala sobre o livro da Bacia
Brabo anuncia a publicação de Em 6 passos o que faria Jesus

Meus editores, como eu ia dizendo, acreditaram tanto na relevância do que escrevi quanto na disposição de meus leitores efetivos e potenciais a pagarem para ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos capítulos anteriores de <em>A Bacia das Almas:</em></p>
<ul>
<li><a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/quem-precisa-de-arvores">Brabo anuncia o livro da Bacia</a></li>
<li><a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/sobre-o-livro-da-bacia">Brabo fala sobre o livro da Bacia</a></li>
<li><a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/quem-precisa-de-capas">Brabo anuncia a publicação de <em>Em 6 passos o que faria Jesus</em></a></li>
</ul>
<p>Meus editores, como eu ia dizendo, acreditaram tanto na relevância do que escrevi quanto na disposição de meus leitores efetivos e potenciais a pagarem para ter acesso ao que podem ler de graça, em sua maior parte, aqui mesmo na Bacia<sup>1</sup>. Como se vê, a fé deles é maior do que a minha.</p>
<p>De qualquer forma, contratos foram assinados e todos os envolvidos devem cumprir suas embaraçosas obrigações. Se você quer ser testemunha ocular dos primeiros passos dessa degradação, pode querer estar presente no lançamento de <em>Em 6 passos o que faria Jesus</em> pela <em>Garimpo Editorial</em>, nesta segunda-feira, <a href="http://www.garimpoeditorial.com.br/paulobrabo/lanca_6passos/infos.html">28 de setembro de 2009</a>, a partir das 19h30, na pizzaria <a href="http://www.benditahora.com.br/">Bendita Hora</a> do bairro de Perdizes, São Paulo<sup>2</sup>. Será sem qualquer dúvida a primeira estação no processo de sequestramento da imagem de Paulo Brabo pelos grandes conglomerados e da anulação completa de sua mensagem pela ação inclemente da dissonância cognitiva.</p>
<p>Se tudo der certo eu mesmo estarei lá: eu não perderia essa indignidade por nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/2009/em-6-passos-2.png" title="A unção dos 12 apóstolos" /></p>
<p align="center"><img src="http://www.baciadasalmas.com/images/bugs/bug053.gif"></p>
<b><small>NOTAS</small></b><ol class="footnotes"><li id="footnote_0_2087" class="footnote">Na tentativa de corrigir esse deslize escrevi um capítulo inédito tanto para <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/sobre-o-livro-da-bacia">A Bacia das Almas</a> quanto para <a href="http://www.baciadasalmas.com/2009/quem-precisa-de-capas">Em 6 passos o que faria Jesus</a>. Essas precauções podem, no entanto, ter se mostrado desnecessárias. Como observou recentemente Paul Graham, e ao contrário do que normalmente se pensa, o público leitor está habituado a <a href="http://www.paulgraham.com/publishing.html">pagar pela forma e não pelo conteúdo</a>. É por isso que nos mostramos dispostos a pagar mais por um mau livro de capa dura do que pela brochura de um bom autor.</li><li id="footnote_1_2087" class="footnote"><strong>Bendita Hora Pizza e Arte</strong>, Rua Wanderley, 795, São Paulo, SP, [11] 3862-0622</li></ol><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=Z4VddEN3Wq0:EwRN0M8RnKQ:I9og5sOYxJI"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=I9og5sOYxJI" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=Z4VddEN3Wq0:EwRN0M8RnKQ:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?a=Z4VddEN3Wq0:EwRN0M8RnKQ:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/baciadasalmas?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baciadasalmas/~4/Z4VddEN3Wq0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.baciadasalmas.com/2009/bendita-hora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.baciadasalmas.com/2009/bendita-hora/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss>
