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		<title>A Bela e a Fera outra vez</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E aí, é 2012, fim do mundo se aproximando, aquele caos desse bendito Carnaval que parece nunca ter fim, mesmo depois que acaba, e o mundo do faz de conta e do “felizes para sempre” ressuscita um clássico: A Bela e a Fera. Mas, com um detalhezinho: Em 3D. Isso aí: A Disney pegou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>E aí, é 2012, fim do mundo se aproximando, aquele caos desse bendito <strong>Carnaval</strong> que parece nunca ter fim, mesmo depois que acaba, e o mundo do faz de conta e do “felizes para sempre” ressuscita um clássico: <strong>A Bela e a Fera</strong>. Mas, com um detalhezinho: Em <strong>3D</strong>. Isso aí: A <strong>Disney</strong> pegou um dos desenhos mais clássicos e queridos pelas meninas de vinte e poucos anos que assistiram o desenho quando eram meninas mesmo, e trouxe pros dias de hoje. Saindo da tela, já que né? 3D. Enfim.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/disney-a-bela-e-a-fera-3d-poster-brasil.jpg" alt="" title="disney-a-bela-e-a-fera-3d-poster-brasil" width="576" height="754" class="aligncenter size-full wp-image-54195" /><span id="more-54194"></span></p>
<p>Depois de trazer de volta <strong>O Rei Leão</strong> e fazer muito marmanjo chorar de novo com a morte do <strong>Mufasa</strong> (Não me diz que é spoiler, ok? Ok.), foi a vez de fazer as princesas saltarem na cara da sociedade. E é claaaro que eu, amante assumida da Disney e de seus filmes magia, tinha que ir assistir. Eu, e as crianças, é claro.</p>
<p>Não conhece a história? Vou contar até dez e explicar por cima, pra você que vive numa bolha: <strong>Bela</strong> é uma moça ~diferente~ dos demais habitantes da sua aldeia. Curte ler, é tida como louca, filha de um inventor mais louco ainda. Mas de louca, essa gente não tem nada. Ae, tem o ~vilão~ da história que, obviamente, é apaixonado pela mocinha: <strong>Gaston</strong>. Forte e robusto, como ele mesmo se descreve, o cara faz de tudo pra casar com a Bela. Mas em vão, porque a mina não quer. O pai da moça, numa de suas invenções infalíveis, vai até a cidade pra levar sua engenhoca. Mas se perde no meio do caminho, e vai parar num castelo encantado – ou amaldiçoado. E é aí que entra a <strong>Fera</strong>. A Fera, na verdade, era um príncipe mimado, egoísta, grosseiro (Palavras do começo do desenho, não me julguem). Numa noite de inverno, uma velhinha lhe ofereceu uma rosa em troca de um abrigo para o frio. O príncipe riu da velha e mandou ela embora. Só que ela era uma fada, que o transformou num monstro. E o feitiço era o seguinte: Se ele aprendesse a amar alguém, e esse alguém o amasse de volta até que a última pétala caísse, a maldição acabava. Mas, se isso não acontecesse, ele e o castelo estariam condenados pra sempre. É aí que entra a Bela.</p>
<p>A mocinha foi atrás de seu pai, que virou prisioneiro da Fera. E foi feita a troca: A moça passou a viver no castelo em troca da liberdade de seu pai. E aí começa o mimimi todo, já que a Fera amansa, e a Bela começa a ver ~algo a mais~ na criatura peluda. Porém, todo conto de fadas tem um porém. E a bruxa da vez em forma de galanteador, Gaston, descobre que existe mesmo uma fera e decide que vai matar o bichano. E aí acontece o que? Amor, minha gente. A partir daí, tu tem que assistir, se é que não assistiu.</p>
<p>Eu lembro de quando eu vi pela primeira vez. Minha mãe me levou pra assistir, e eu tinha medo, porque né? Ia ter uma fera. Mas como toda criança corajosa <s>#not</s>, encarei o medo e fui. E, mais uma vez trazendo sua magia, a Disney trouxe minha infância de volta, através da infância de um monte de outras crianças. Impagável ouvir aquela garotada perguntando pros pais se a Fera era mesmo má, e ouvir a menina do meu lado dizer “ela vai ficar bem, mamãe?”, quando a gente vê a luta final entre a Fera e Gaston, o pretendente da Bela.</p>
<p>Trazer de volta clássicos, com a mesma magia e ~pureza~ de antigamente, adaptando às tecnologias de hoje, mas mantendo o roteiro, as vozes, as músicas, a essência de outrora, deixa tudo mais mágico ainda. Pra quem curte, claro.</p>
<p>Clássico é clássico, e não tem discussão. Hoje, é difícil de aceitar um mundo de magia e encanto. A criançada curte sangue, zumbi, romancinho adolescente antes mesmo de aprender a ler e a escrever. E ae tu vê um monte de crianças acompanhada dos pais indo ver aquilo que você viu quando tinha a idade deles. E ae tu pensa: é, <strong>Geração Restart</strong>. Tu ainda tem salvação.</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QS2U93JQZpBb1UIUNfe9j15R2qQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QS2U93JQZpBb1UIUNfe9j15R2qQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QS2U93JQZpBb1UIUNfe9j15R2qQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QS2U93JQZpBb1UIUNfe9j15R2qQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/iIpozT9sWDE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Vida de…</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>secolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQs]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - HQs]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Atendente]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Gordo]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida de Suporte]]></category>
		<category><![CDATA[Webcomics]]></category>

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		<description><![CDATA[Quadrinhos baseados em fatos reais ou quase...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Se tem uma sessão que eu aguardo nos blogs e sites de variedades e humor que costumo acessar, é a das <strong>tiras da semana</strong>, reunidas de forma eclética e diversificada. Apesar de ter várias tiras e artistas repetidos, sempre é possível encontrar algumas boas novidades.</p>
<p>Dentre as webcomics que passei a acompanhar nos últimos meses estão duas co-irmãs quadrinisticas: <a target='blank' href="http://vidadesuporte.com.br"><strong>Vida de Suporte</strong></a> e <a target='blank' href="http://vidadeprogramador.com.br/"><strong>Vida de Programador</strong></a>. Ambas trabalham o mesmo tema: A vida dos profissionais de informática.<span id="more-54215"></span></p>
<p>O interessante em ambos são que as tiras em sua maioria são baseadas em fatos reais (Ou quase), narrando o dia-a-dia de atendentes de suporte e de programadores espalhados pelos quatro cantos do país.</p>
<p>O pai de todas as webcomics “vida de” é o pernambucano <strong>André Farias de Oliveira</strong>, criador do Vida de Suporte. Ele mesmo conta que a idéia de criar a webcomic surgiu de situações bizarras vividas por ele em seu trabalho como atendente e analista de sistema.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/vida-de-suporte.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O site surgiu em agosto de 2009 e o objetivo inicial de André era usar o mesmo como portfólio, mas o destino bateu em sua porta com uma situação engraçada ocorrida em seu trabalho, o que o levou a desenhar a primeira tirinha, que teve uma excelente aceitação.</p>
<p>De lá pra cá ele vem criando diariamente uma nova história contando com a colaboração de vários atendentes que mandam suas histórias. As tiras contam também com personagens recorrentes como o <strong>Gerson</strong>, o <strong>Mauro</strong> e o <strong>Estagiário</strong>, que são baseados em pessoas reais, dando uma maior verossimilhança as histórias.</p>
<p>Já Vida de Programador é criação de outro André: <strong>André Noel</strong>, morador de Maringá, e programador de profissão e que após acompanhar as desventuras da webcomics Vida de Suporte resolveu enveredar os fatos pitorescos da programação como fez seu xará por meio de tirinhas.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/vida-de-programador.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Ambos os autores admitem que não são desenhistas, por isso seus traços são simples e limpos, sendo o humor basicamente presente no texto. É claro que algumas tiras exigem um certo conhecimento do leitor, já que por vez ou outra aparecem termos técnicos não tão conhecidos, mas que não dificultam o entendimento da história.</p>
<p>Mas esses dias atrás fui surpreendido ao acessar o Vida de Suporte e ver Oliveira citar que vários autores se basearam em sua webcomic para criar suas próprias &#8220;Vida de&#8230;&#8221;; entre elas: <strong><a target='blank' href="http://vidadeatendente.com">Vida de Atendente</a></strong>, criada por <strong>André Filipe</strong> e retrata as desventuras de um atendente de lan house, profissão esta exercida pelo autor, e também são histórias baseadas em fatos reais; <strong><a target='blank' href="http://www.vidadegordo.com.br">Vida de Gordo</a></strong>, que já não tem a ver com informática mas que mesmo assim revela o dia-a-dia de gordinhos.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/vida-de-atedente.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Agora resta ver se no futuro aparecerá novos &#8220;Vida de&#8230;&#8221; ligado a profissões ou simplesmente ao cotidiano de todos nós.</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ss1VXmwllLTqzfggfylKuIoPNuk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ss1VXmwllLTqzfggfylKuIoPNuk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ss1VXmwllLTqzfggfylKuIoPNuk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ss1VXmwllLTqzfggfylKuIoPNuk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/zMXuzFnu1q8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ganhe uma camiseta do filme A Mulher de Preto</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 18:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Mulher de Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tou fazendo promoção demais, cês vão ficar mal acostumados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Cê já leu <a href="http://www.baconfrito.com/a-mulher-de-preto-the-woman-in-black.html">o que eu acho do filme <strong>A Mulher de Preto</strong></a>, certo? Pois bem, se você quer ganhar uma camiseta [Só tem uma, tamanho G. É promoção relâmpago], é muito simples:<span id="more-54301"></span></p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/cabine.jpg" class="centro" alt=" " />A camiseta é igual a essa na mão da moça, só que lacrada.<br />
E pra você que se pergunta como é uma exibição de filme pra imprensa [AKA cabine], é assim.</div>
<p>Deixe um comentário [Com um e-mail válido, senão como eu vou entrar em contato se você ganhar?] fazendo a melhor [Ou pior] piada sobre o <strong>Harry Potter</strong> estar num filme de suspense. Ou qualquer piada com o Harry Potter em outro filme, tanto faz. A melhor leva a camiseta. A comissão julgadora será composta por <strong>Pizurk</strong>, ou seja, eu. Membros do site não podem participar. Ex-membros podem, se me mandarem um texto. Não gostou, <a href="http://youtu.be/H8tjxmNmr0Q">deita na BR</a>.</p>
<p>Cês tem até quinta que vem, dia 1 de março, pra participar. E não, eu não vou anunciar o vencedor nas estreias da semana, o vencedor será anunciado aqui mesmo. Se o escolhido não responder o e-mail em 24h, eu vou pegar o segundo melhor, e assim vai. Que comecem as piadas ruins.</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DQOSvUiY_gVTVNwYKC9kMriVOsk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DQOSvUiY_gVTVNwYKC9kMriVOsk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DQOSvUiY_gVTVNwYKC9kMriVOsk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DQOSvUiY_gVTVNwYKC9kMriVOsk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/gsP8CPPCa1I" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Estréias da semana – 24/02</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 17:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ah, o carnaval...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/extremely-loud-and-incredibly-close.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Tão Forte e Tão Perto</strong> (<em>Extremely Loud and Incredibly Close</em>)<br />
<em>Com: Tom Hanks, Sandra Bullock, John Goodman, Max von Sydow, James Gandolfini, Jeffrey Wright, Viola Davis, Thomas Horn</em><br />
Com 11 anos, Oskar Schell é um pequeno prodígio: Inventor semi-profissional [Amador é o caralho], gosta de cultura francesa, pacifista<s>, vegetariano e gosta de meninos</s>. Seu pai, que morreu nos ataques de 11 de setembro, lhe deixa uma chave misteriosa, e pra descobrir o que ela abre ele terá que dar um rolê pelas cinco regiões de Nova Iorque.<br />
Chave misteriosa do pai morto&#8230; Isso me soa familiar. Mas relaxem, é só um drama bobinho.<span id="more-54259"></span></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/the-woman-in-black.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong><a href="http://www.baconfrito.com/a-mulher-de-preto-the-woman-in-black.html">A Mulher de Preto</a></strong> (<em>The Woman in Black</em>)<br />
<em>Com: Daniel Radcliffe, Janet McTeer, Ciarán Hinds, David Burke, Shaun Dooley, Alisa Khazanova, Sidney Johnston, Mary Stockley, Alexia Osborne</em><br />
O jovem <s>Harry Potter</s> advogado londrino Arthur Kipps deixa seu filho com uma babá em casa e vai para o vilarejo de Crythin Gifford, por conta da situação da Casa Eel Marsh, já que sua dona morreu. Tudo fica mais estranho quando ele começa a ver uma mulher toda de preto que não deveria estar lá.<br />
Clichê atrás de clichê, menos no final. O que não é uma coisa boa nesse caso, na minha opinião.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/albert-nobbs.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Albert Nobbs</strong><br />
<em>Com: Glenn Close, Mia Wasikowska, Aaron Johnson, Jonathan Rhys Meyers, Brendan Gleeson, Maria Doyle Kennedy, John Light, Janet McTeer, Pauline Collins</em><br />
Irlanda, século XIX. Uma mulher tem de se travestir de homem pra trabalhar e poder sobreviver. A ironia é: Trinta anos depois de começar com essa putaria, ele foi parar numa prisão que ela mesma criou.<br />
Parece bacana mas aposto que vai ser considerado coisa de indie. Ou hipster. Sei lá como esses jovens modernos chamam.</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TAYRBnckq60XzVuI8br1eYk-3h0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TAYRBnckq60XzVuI8br1eYk-3h0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TAYRBnckq60XzVuI8br1eYk-3h0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TAYRBnckq60XzVuI8br1eYk-3h0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/kNdOWdo_pMU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A Mulher de Preto (The Woman in Black)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 17:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A Mulher de Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquele ator do Harry Potter, o... O... Harry Potter.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/the-woman-in-black.jpg" class="direita" alt=" " /><em>A trama acompanha um jovem advogado (Daniel Radcliffe), que lida com um caso perturbador em uma pequena cidade do Reino Unido. Enviado para o povoado para lidar com a documentação de um cliente que faleceu recentemente, o homem se instala na casa do falecido. Porém, nada será fácil, quando acontecimentos sobrenaturais começam a acontecer na propriedade. Tudo isso devido à &#8220;mulher de preto&#8221; retratada no título da produção, um fantasma de uma senhora rejeitada, que resolve buscar por vingança contra o pequeno município.</em></p>
<p>Eu vi o trailer dessa bagaça e logo pensei: Eu quero ver essa joça. Ledo engano. Eu não queria ver essa bagaça. Eu queria ver o filme que me venderam, mas na realidade o filme que me venderam não existe. O que existe é um amontoado de clichês com um final fora do comum. Eu devia ter me tocado de que chamar algo de &#8220;joça&#8221; não é um bom sinal, mas eu sou teimoso. E lembrem-se, crianças: O que não é comum é considerado esquisito, e na maior parte das vezes isso não é um elogio.<span id="more-54288"></span></p>
<p>Pois bem, o filme trata do <strong>Harry Potter</strong>, que é de Londres, indo pro interior resolver a papelada de véia que morreu. Considerando que ele trabalha pra um escritório de advocacia, faz sentido. Ah, é. Não é Harry Potter, é <strong>Arthur <s>Weasley</s> Kipps</strong>. Digo, é o mesmo ator, mas não é o mesmo personagem. Mas fica difícil destrelar [Mesmo eu nunca tendo visto nenhum filme], ainda mais quando ele continua fazendo papéis relacionados à coisas sobrenaturais, místicas e outras putarias dessa.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/the-woman-in-black-01.jpg" class="centro" alt=" " />Machado? Porra Harry, usa a varinha!</div>
<p>Pois bem, a mulher morreu, e lá vai Har&#8230; Arthur verificar a papelada, porque tem uma porrada de entulho na mansão <strong>Eel Marsh</strong>, que fica longe da vila <strong>Crythin Gifford</strong>, que já é longe pra caralho da civilização. Ou seja, local apropriado para aparições de criaturas sobrenaturais de outro mundo. Só que ninguém da vila quer que ele fique fuçando <em>nas parada</em>, já que toda vez que a mulher de preto [O título do filme não tái a toa, gênio] foi vista, deu merda.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/the-woman-in-black-02.jpg" class="centro" alt=" " />Não essa mulher de preto, outra.</div>
<p>Mas como todo protagonista, ele ignora os avisos, ameaças e o caralho a quatro e vai lá se enfurnar na mansão. O problema é que ele pensou que seria um serviço rápido, já que não contava com espíritos e aldeões apavorados. E seu filho, que tinha ficado em Londres com uma babá, está a caminho do lugar no fim de semana. Mas porra, quem quer uma criança no meio de uma situação com um fantasma sangue <em>nozóio</em>? Então Ha&#8230; Arthur larga a papelada e vai virar caça-fantasma. E porra, o filme é montado em cima de clichês. Não que eles não me deem calafrios, mas por mais que meu corpo se sentisse incomodado com a situação, meu cérebro sabia mais ou menos o que aconteceria. E isso é ruim pra um filme desse tipo. Muito ruim.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/the-woman-in-black-03.jpg" class="centro" alt=" " />Aqui jaz a criatividade.</div>
<p>A única coisa que foge aos clichês é o final, e mesmo isso deixa a desejar. Talvez por eu estar acostumado com o final-padrão de filme de <strong>Hollywood</strong>, onde tudo se resolve perfeitamente e todos saem felizes pra sempre, mas puta que pariu. Que final ruim. Talvez eu não tivesse sido tão exigente se o final colaborasse, mas porra, fodeu todo o esquema. Não pode matar as <em>quiança</em>.</p>
<div class="nota-4">
<div class="critica">
<h3>A Mulher de Preto</h3>
<p><strong>The Woman in Black</strong> (95 minutos &#8211; Suspense)<br />
<strong>Lançamento:</strong> Canadá, Suécia, Reino Unido, 2012<br />
<strong>Direção:</strong> James Watkins<br />
<strong>Roteiro:</strong> Jane Goldman, baseado no livro de Susan Hill<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Radcliffe, Janet McTeer, Ciarán Hinds, David Burke, Shaun Dooley, Alisa Khazanova, Sidney Johnston, Mary Stockley, Alexia Osborne</div>
</div>
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		<title>O Nome do Vento (Patrick Rothfuss)</title>
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		<comments>http://www.baconfrito.com/o-nome-do-vento-patrick-rothfuss.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Crônica do Matador de Rei]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas - Livros]]></category>
		<category><![CDATA[O Nome do Vento]]></category>

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		<description><![CDATA["Lembre-se de que há três coisas que todo sábio teme: O mar na tormenta, uma noite sem luar e a ira de um homem gentil."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Depois de uma enxurrada de lançamentos de livros e filmes &#8211; <strong>Harry Potter</strong>, <strong>Crepúsculo</strong>, <strong>Percy Jackson</strong> &#8211; e até mesmo da repaginada dos clássicos da literatura &#8211; <strong>Senhor dos Anéis</strong> e <strong>Nárnia</strong> &#8211; dedicados ao público infanto-juvenil, era mais do que hora de dar ao público adulto o mesmo tipo de diversão: <s>Luzinhas mágicas voando pra todo lado</s> A ficção fantástica, impulsionada principalmente pelas adaptações cinematográficas dos maiores sucessos literários.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/patrick-rothfuss.jpg" class="centro" alt=" " />ALO</div>
<p><span id="more-54108"></span></p>
<p>A série <strong>As Crônicas do Matador de Rei</strong> é forte candidata a herdeira (Insira mãozinha de trocadilho aqui) do sucesso de <strong>Guerra dos Tronos</strong> &#8211; série antiga, apesar de ter estourado mundialmente há pouco tempo. Talvez não tão adulta quanto a atual dona do pedaço, mas, ainda assim, tendo carga sombria suficiente pra animar o tempo de qualquer tiozão por aí.</p>
<p>Acompanhamos a história de <strong>Kvothe</strong> (Pronuncia-se <em>kuote</em>), um cara conhecido por <s>ter um metro e oitenta de altura, olhos verdes e cabelo ruivo</s> ter feito uma série de merdas cabeludas ao longo da vida. Nascido no meio dos <strong>Edena Ruh</strong>, uma família de <s>hippies</s> artistas nômades famosos pelo mundo, seu cotidiano era estruturado e bonitinho. Seus pais se amavam, não faltavam brinquedos e instrumentos musicais e a trupe amava o garoto, tão talentoso e inteligente.</p>
<p>Ah, sim, sobre o <strong>Kvothe</strong>: Ele é um gênio. Não do tipo que resolve o cubo mágico em um minuto, mas do tipo que monta um novo tipo de cubo mágico, já que o tradicional de seis cores não é difícil o suficiente. Isso sem falar no talento musical e no carisma inegável.</p>
<p>Um dia, a trupe resolve dar abrigo a <strong>Abenthy</strong>. Já que as estradas eram perigosas, viajantes solitários se uniam a trupes de artes, oferecendo seus serviços em troca de proteção e abrigo. E o viajante recolhido era um arcanista especialista em <strong>Simpatia</strong>, uma espécia de magia que une dois objetos por sua similaridade física.</p>
<p>Ele e nosso protagonista viram bastante amigos. O mestre cativa o menino por ser extremamente interessante, carregar um porrilhão de livros dentro da carroça, e, o menino, bem, era um gênio e, provavelmente, a única pessoa disposta a ouvir um velho barbudo com cara de mendigo falar sobre magia barata e estudos &#8211; o sonho de Kvothe é entrar na <strong>Universidade</strong>.</p>
<p>Papo vai, papo vem, os diretores da compania, pais da criança, resolvem usar um tema bastante polêmico na próxima peça: O <strong>Chandriano</strong>, um grupo de assassinos relegados a histórias infantis. Um grupo que todos temem apesar de não acreditarem em sua existência. A maldita organização comete crimes dos mais bárbaros, deixando por onde passa uma chama azulada.</p>
<p>Um dia a trupe toda é assassinada, e só Kvothe sobrevive. Ele se encontra com o Chandriano, que resolve poupá-lo pra que ele espalhe pelo mundo a existência do grupo, e incute o terror até nas terras mais felizes e povoadas por unicórnios saltitantes.</p>
<p>Aí a história se desenrola. Kvothe foi pedinte, andarilho, apanhou de policiais, dormiu na floresta, ingressou na Universidade, e seguiu até então. Ficou conhecido por feitos inacreditáveis, tanto bons quanto ruins. E sumiu do mundo. A história é contada pelo próprio, que agora é apenas dono de uma pousada qualquer, sob o nome de <strong>Kote</strong>, para não ser reconhecido por ninguém (E você reclamava do óculos do <strong>Clark Kent</strong>). Vivendo pateticamente, seu único resquício da fodicidade que teve um dia é seu aluno e empregado.</p>
<p>Enfim, ta aí o basicão. Temos um livro divertido, jovial e engraçadinho na medida certa. Há vários coadjuvantes, e, por incrível que pareça, todos têm seu espaço e importância &#8211; mesmo que alguns apareçam em apenas três ou quatro páginas. Ponto positivo. Os vilões também são show de bola. Claro, o principal, no primeiro livro, te dá dor de cabeça por ser um babacão filho de papai mimado. Mas como estamos num cenário repleto de adolescentes, é perfeito pro caso.</p>
<p>Ah, sim. Kvothe entra na Universidade com uns quinze anos. Um completo idiota em matéria de meninas. O fato se agrava ainda mais pelo fato de ele ser bonito e simpático, o que gera um sem fim de piadas referentes à lerdeza de todo homem adolescente. Aos que se perguntam que tipo de situação pode ser tão engraçada, Kvothe recusa o convite de uma garota pra entrar no quarto dela. Ela, basicamente, para na porta, vestida apenas com uma toalha, e pede pro garoto entrar. Ele, empolgado com uma descoberta feita no porão da Universidade, dá as costas e sai correndo afobado.</p>
<p>É. Nesse nível.</p>
<p>Por fim, é uma história com bastante base e dá margem pra um desenvolvimento fantástico. Daria pra mais de três livros, mas parece que o autor é curto e grosso. Não sei avaliar até onde isso é bom, evitando enrolação, ou se é ruim, acarretando em pontas mal amarradas e desperdício de um enredo tão bom.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>O Nome do Vento</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/ONomedovento.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>The Name of The Wind</strong><br />
<strong>Ano de Edição:</strong> 2007<br />
<strong>Autor:</strong> Patrick Rothfuss<br />
<strong>Número de Páginas:</strong> 656<br />
<strong>Editora:</strong> Sextante</div>
</div>
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		<title>Super perguntas cretinas #2</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQs]]></category>
		<category><![CDATA[Asa Noturna]]></category>
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		<category><![CDATA[Quarteto Fantástico]]></category>
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		<category><![CDATA[Tim Drake]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, talvez não tão cretinas assim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Olha só, quando eu penso que eu sou besta, vocês me surpreende e me levam a sério. Semana passada eu selecionei algumas perguntas que me fizeram ao longo da semana, e, por incrível que pareça, recebi alguns poucos e-mails e recados com mais perguntas. Algumas cretinas, outras interessantes. Vamos respondê-las:<span id="more-54181"></span></p>
<h3>Se o Reed Richards gozar dentro da esposa dele, enquanto ela tá invisível, dá pra ver a porra?</h3>
<p>O sexo dos heróis é algo que gera muitas dúvidas. Sim, é possível enxergar, já que ela pode ficar invisível. Outra coisa curiosa sobre esse casal é que, devido ao seu poder de criar campos de força, eles não precisam usar camisinha. O <strong>Senhor Fantástico</strong>, embora elástico, consegue manter relações sexuais perfeitamente, diferente do <strong>Homem-Borracha</strong>, que em sua última tentativa apagou o cu da sua parceira acidentalmente (Um <em><a href="http://instantrimshot.com/">badunts</a></em> aqui, por favor).</p>
<h3>O Robin não envelhece?</h3>
<p>Fico feliz de poder esclarecer essa dúvida. Bom, não só o <strong>Robin</strong>, mas todos os heróis praticamente não envelhecem. Muitos foram criados nos anos 40, 50 e 60 e permanecem até hoje jovens e saudáveis. Os heróis adultos podem usar uma desculpa de que envelheceram um pouco e não mudaram muito, mas o Robin é um adolescente, justamente aquela fase de mudanças bem rápidas e visíveis. O que acontece então? O segredo que muita gente não sabe é que já existiram vários Robins. Cinco, para ser mais exato. Tudo começou com <strong>Dick Grayson</strong>, que envelheceu (Sim, envelheceu, virou adulto) e virou o <strong>Asa Noturna</strong>. Depois disso foi a vez do pobre <strong>Jason Todd</strong>, que foi assassinado brutalmente pelo <strong>Coringa</strong>. <strong>Tim Drake</strong> foi o terceiro Robin, depois cresceu e virou <strong>Red Robin</strong>. Em um breve momento, Tim desistiu da “carreira” e <strong>Stephanie Brown</strong>, a <strong>Salteadora</strong>, virou Robin. Por último, temos o pequeno demônio <strong>Damian Wayne</strong>, filho de <strong>Bruce Wayne</strong>, como Robin. Por isso o Robin sempre aparenta ser um jovem de 12 anos. Mas ok, isso só é valido para a DC antes da reformulação.</p>
<h3>Se o Penadinho tem aquela forma como fantasma, como ele era quando estava vivo?</h3>
<p>Muito possivelmente ele era o <strong>Zé Gotinha</strong>.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/ze_gotinha_familia.jpg" class="centro" alt=" " />Penadinho e sua família.</div>
<h3>Homem-Aranha Azul, Demolidor Amarelo, Hulk Cinza&#8230; Qual o problema do Jeph Loeb e do Tim Sale com títulos?</h3>
<p>Olha, não sei, mas creio que o problema deles não é daltonismo, se não essas obras seriam bem zuadas.</p>
<h3>Por que as mulheres sempre são gostosas e os homens sempre são musculosos?</h3>
<p>Porque desenhar gordo é díficil e ocupa muito espaço.</p>
<h3>Batcinto, batcarro, batnave, batrangue, batlancha, batsinal, pra quem trabalha nas sombras e não quer ser visto, o Batman não dá muita bandeira?</h3>
<p>Eu tava pensando nisso esses dias. O <strong>Batman</strong> deixa muitas provas da sua presença com esses instrumentos e nomes, fica tudo muito evidente. Para um cara que faz várias operações secretas e não quer ser visto, é contraditório ter tantas ferramentas tão características como essas. Por outro lado, apesar de viver nas sombras, o Batman quer que saibam que ele existe, talvez por isso tudo é caracterizado, para saberem que foi ele e que ele existe, mesmo não sendo visto. Isso fortalece a &#8220;lenda do Batman&#8221;.</p>
<p>Por hoje é isso, se você tem suas perguntas cretinas (Ou não) sobre quadrinhos, tire suas dúvidas aqui. Envie pra <strong><a href="mailto:ricardus@baconfrito.com">ricardus@baconfrito.com</a></strong> e seja tão besta quanto eu.</p>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ACaKLovNSd8xS-mK7KB5mGg7ccg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ACaKLovNSd8xS-mK7KB5mGg7ccg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/Znc-Dj2YjrE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Invenção de Hugo Cabret (Hugo)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[A invenção de Hugo Cabret]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Méliès]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[E não é que esse tal de 3D nem é tão ruim assim?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo.jpg" class="direita" alt=" " /><em>A Invenção de Hugo Cabret conta a história de um órfão vivendo uma vida secreta nas paredes de uma estação de trem em Paris. Com a ajuda de uma garota excêntrica, ele busca a resposta para um mistério que liga o pai que ele perdeu recentemente, o mal humorado dono de uma loja de brinquedos que vive abaixo dele e uma fechadura em forma de coração, aparentemente sem chave.</em></p>
<p>Essas sinopses <s>semi</s> oficiais tão cada vez mais vagabundas, hein? Mas enfim, eu escolho copiá-las, eu assumo a culpa. Mas enfim, de novo, <strong>A Invenção de Hugo Cabret</strong> é muito maior do que isso. Sim, depois de uns trailers bem ruinzinhos, eu passei a considerá-lo a maior incógnita do ano. Mas claro que o <strong>Martin Scorsese</strong> tinha que reafirmar a sua genialidade. De novo. E do modo mais difícil possível, mostrando que o maldito <strong>3D</strong> não precisa ser algo maligno e terrível. É só não estar nas mãos de pessoas malignas e terríveis.<span id="more-54129"></span></p>
<p>Não que eu saiba do que eu tou falando, esse foi o único filme em 3D que eu já vi. Mas eu achei legal bagarai, principalmente os efeitos da neve/poeira/fumaça. Mas também, isso só acontece porque o 3D tá a serviço da história, e não o contrário. Mas partimos do principio. Nos anos 30, <strong>Hugo</strong> vivia com seu pai (<strong>Jude Law</strong>), um relojoeiro que gostava de consertar coisas no tempo livre. Um dia, ele trouxe pra casa um autômato quebrado que ele achou num museu, aparentemente &#8220;programado&#8221; pra escrever uma mensagem. Noutro dia nem tão alegre, ele morreu num incêndio. E é aí que o pobre Hugo vai viver com seu tio bêbado numa estação em Paris. Só que o tal tio desaparece e o garoto continua a viver clandestinamente na estação, ajustando os relógios do lugar.</p>
<p>Até aí, nada de mais. Mas entre roubar algo pra comer e se esconder do inspetor da estação (<strong>Sacha Baron Cohen</strong>), ele ocupa o tempo tentando consertar o autômato, pra manter viva a memória do pai e toda aquela coisa. E pra isso, ele precisa de peças. Que ele rouba da loja de brinquedos do <strong>Papa Georges</strong> (<strong>Ben Kingsley</strong>). Depois de altas confusões, ele acaba descobrindo que <strong>Isabelle</strong>, neta de Georges, tem a chave que ele precisa pra fazer o autômato funcionar. E os dois partem numa aventura pra descobrir as ligações entre seus respectivos responsáveis e a tal máquina de escrever com rosto.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/rsz_hugo_movie_photo.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Eu tava aqui pensando em qual seria o ponto alto do filme: Tem as atuações, todas muito boas. O visual, igualmente sensacional. Mas acima de tudo, é um filme de aventura como eu não via há um bom tempo (Tirando o <strong>Tintim</strong><s>, que é uma releitura do <strong>Indiana Jones</strong></s>). Ok, num certo momento esse clima se perde, mas é pra dar lugar a algo ainda mais legal. O verdadeiro proposito do filme, uma grande homenagem aos primórdios do cinema. A coisa realmente engrena quando descobre-se que Papa Georges na verdade é <strong>Georges Méliès</strong>, um dos primeiros grandes cineastas da história, com mais de 500 filmes no currículo, e praticamente o pai da ficção científica nas telas.</p>
<p>A partir daí, o filme se transforma num belo resgate da obra de Méliès e dos pioneiros da sétima arte. E o mais fantástico é que essa redescoberta ocorre simultaneamente para os personagens e o espectador. Por exemplo, eu só tinha visto o <strong>Viagem à Lua</strong> do cara. Que é a única obra que sobreviveu à guerra no filme, a princípio. Depois dessa descoberta começa-se a desvendar a carreira do diretor. E o mais genial, através de tudo o que a tecnologia atual tem a oferecer.</p>
<p>Mas essa ode não se restringe ao cinema fantástico do Méliès, como se pode ver na emocionante cena de Hugo e Isabelle no cinema, e principalmente na própria estação. Há momentos em que Hugo é quase um espectador, acompanhando a vida das pessoas de dentro das paredes do lugar, como que do interior de uma sala de projeção.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo-movie-image.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>E o Scorsese não para por aí: A coisa beira a perfeição em todos os aspectos. A performance do Ben Kingsley, de <strong>Helen McCrory</strong> (A esposa do Méliès), Sacha Baron Cohen e a pequena participação do <strong>Christopher Lee</strong> tão sensacionais. Assim como alguns pequenos detalhes, como as referencias literárias de Isabelle, os momentos humorísticos na estação e essa revigorante visão da tecnologia como algo libertador, ao contrário do que temos visto ultimamente. A única coisa que deixou a desejar foi uma exploração emocional maior na motivação de Hugo. Talvez uns flashbacks a mais mostrando a convivência dele com o pai nos desse uma conexão maior com o personagem.</p>
<p>Mas o que mais me surpreende ainda é o visual. Eu nunca imaginaria que o uso do 3D pudesse ser tão apropriado. Como nas experimentações de Méliès, nas mãos de Scorsese ele passa de um mero modo de arrancar dinheiro do público, pra se tornar mais uma engrenagem na máquina de construir sonhos que é o cinema.</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>A Invenção de Hugo Cabret</h3>
<p><strong>Hugo</strong> (126 minutos &#8211; Aventura)<br />
<strong>Lançamento:</strong> Estados Unidos, 2011<br />
<strong>Direção:</strong> Martin Scorsese<br />
<strong>Roteiro:</strong> John Logan, baseado no livro de Brian Selznick<br />
<strong>Elenco:</strong> Asa Butterfield, Chloë Moretz, Sacha Baron Cohen, Jude Law, Christopher Lee, Helen McCrory</div>
</div>
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		<title>Ajude o Bacon, seja escrevendo ou não</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 17:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feijoada</dc:creator>
				<category><![CDATA[baconfrito]]></category>
		<category><![CDATA[Bacon Frito]]></category>

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		<description><![CDATA[Tá fácio pa ninguém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Você, <s>frequentador</s> <s>usuário</s> leitor assíduo, já se pegou pensando: &#8220;Oh meu senhor Jesus lorde e salvador, esse <s>blog</s> site é muito legal, como eu poderia ajudá-lo a ser melhor ainda?&#8221; Se nunca aconteceu, parabéns, você é uma pessoa normal. Mas se agora, graças à minha generosa lembrança, você está pensando nisso, a hora é essa!<span id="more-48881"></span></p>
<h3>Seja um membro da equipe!</h3>
<p>Tá vendo essa coluna ali do seu lado direito embaixo do &#8220;Quem?&#8221; [Se você não sabe qual é o lado direito saia já daqui!]? Pois bem, todos eles ali presentes já foram leitores. Sem excessão. Então, se o <strong>Yuri</strong> pode, você também pode! Mas não pense que é só alegria, pergunte à quem já tá aqui dentro: Eu sou chato, fico cobrando texto toda hora, por toda e qualquer via disponível, e exijo um nível acima da média. Por que se for pra ser na média, cê pode ir visitar o <a href="http://mediano.net/">mediano.net</a>, tranquilo? Mas eu acho que essa estratégia de primeiro assustar os possíveis interessados e depois falar dos benefícios não dá muito certo. Farei a seguir a lista dos benefícios, então:</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/bacon.jpg" class="centro" alt=" " />Melhor que <strong>Omelete</strong>.</div>
<p>Pronto. Agora as exigências:</p>
<p>- Mínimo de conhecimento do português, principalmente interpretação de texto [Por que se não tivesse leitura nem tava aqui]. Ironia e sarcasmo desejáveis. Quanto menos trabalho eu tiver pra revisar, melhor ainda.</p>
<p>- Exclusividade. Não que você não possa depois compartilhar seus textos em outros lugares, mas a ideia é que você os escreva pensando nisso aqui. Se for pra kibar alguém, eu kibo nego que é sucesso garantido.</p>
<p>- Comprometimento. De que adianta prometer deixar um texto pronto por semana e fazer um por mês? Além de encher o seu saco [O que automaticamente já ME deixa de saco cheio], cobranças costumam diminuir a qualidade da produção.</p>
<p>- Opinião. Sério, eu quero a sua opinião. Mas você tem que ter uma opinião contundente, não quero meias palavras. Você tem que me convencer de que aquilo é bom, não presta ou seja lá o que for que você tá falando.</p>
<p>Preencheu todos os requisitos? Maravilha, escreva seu texto sobre cinema, TV, música, jogos, quadrinhos ou literatura [Se fugir disso, não vou ler o texto e ainda vou te xingar] e mande para <strong>pizurk@baconfrito.com</strong> e eu avaliarei. Eu leio todos os e-mails, juro.</p>
<p>Agora, se o seu problema é o comprometimento, nós temos a solução:</p>
<h3>Mande um texto sem compromisso!</h3>
<p>Genial, não? Foi pra isso que eu criei a sessão <strong>Feijoada</strong>: Os leitores mandam seus textos, e se o texto for razoável, eu publico. Claro que a expectativa é a mesma com relação à textos de colaboradores ou leitores, a única diferença é que não há cobrança em relação a tempo: Cê pode mandar um texto na vida, um por mês ou quinze em uma semana, é uma escolha que só depende de você e da sua inspiração.</p>
<p>Mas ai tem aquelas pessoas que tem muita preguiça pra escrever um texto belo e garboso. Não se apoquente, todos foram lembrados nessa hora.</p>
<h3>Responda ao questionário abaixo!</h3>
<p>Se você não sabe/quer/pode escrever, pelo menos responde ae. Não leva mais do que 3 minutos [A menos que você leia muito lentamente], não dói e vai colaborar pra direcionar o nosso conteúdo à você e seus interesses [Mentira, o conteúdo vai continuar sendo produzido do mesmo jeito].</p>
<p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheet/embeddedform?formkey=dG80NGI1QzgxejZRNzZQREExRzVsNHc6MQ" width="650" height="2000" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0">Espera só um pouquinho ae&#8230;</iframe></p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3J5siLJWim9rSxGU6gdl7d8Lgjo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3J5siLJWim9rSxGU6gdl7d8Lgjo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3J5siLJWim9rSxGU6gdl7d8Lgjo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3J5siLJWim9rSxGU6gdl7d8Lgjo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/MjnHB5nMK1Y" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>1984 (George Orwell)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feijoada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas - Livros]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>

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		<description><![CDATA[VIVA A REVOLUÇÃO! ABAIXO O GRANDE IRMÃO!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Bom, essa é a minha primeira resenha/opinião aqui no <strong>Bacon</strong>. É uma resenha porque vou falar de um livro, mas é também opinião/devaneio porque eu fiquei pensando muito depois que li o livro e queria compartilhar isso com alguém. Espero que entendam que esse é o meu ponto de vista sobre o livro. O que quer dizer que vai ser diferente da opinião de muita gente, o que não quer dizer que a minha opinião seja melhor ou pior que a de ninguém (É, estou tentando não ser muito xingada nos comentários, se é que isso aqui vai ter algum).</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/1984-01.jpg" class="centro" alt=" " />A capinha do livro (Dá pra ter uma ideia do esperar por esses olhos todos).</div>
<p><span id="more-53891"></span></p>
<p>Enfim, começando sobre o que eu realmente vim escrever: O clássico <strong>1984</strong>, de <strong>George Orwell</strong>. Já fizeram <a href="http://www.baconfrito.com/paralelo-1984-george-orwell-x-admiravel-mundo-novo-aldous-huxley.html">uma comparação aqui no Bacon</a> entre 1984 e outro clássico, <strong>Admirável Mundo Novo</strong>, de <strong>Aldous Huxley</strong>. Ambos falam sobre regimes totalitários dominando o povo graças a um tipo de lavagem cerebral. Um usa a dor e a tortura para conseguir obediência absoluta, o outro usa o amor e um tipo de desapego para alcançar o mesmo objetivo. A minha resenha é apenas sobre 1984 e o que significou pra mim. O mundo é então dividido em três super nações: Lestásia, Eurásia e Oceânia, a qual pertence Londres e onde a história se passa. A Oceânia é completamente controlada pelo <strong>Partido</strong> e por sua figura simbólica chamada de <strong>Grande Irmão</strong>. Todos são controlados, de todos os modos possíveis e imagináveis. Teletelas (Uma espécie de tv) existem em praticamente todos os lugares. Essas teletelas recebiam e transmitiam informações. Até quando dormia a pessoa era vigiada. Quando comia, quando trabalhava, quando andava pela rua, quando fazia compras. Cada mínima ação, cada movimento, cada mudança de fisionomia, era detectado por essas teletelas.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/1984-02.jpg" class="centro" alt=" " />Cartazes como esse eram espalhados em todos os cantos do país, para lembrar ao povo que sempre estariam sendo vigiados.</div>
<p>Somos apresentados ao protagonista do livro: <strong>Winston Smith</strong>. Um cara de meia idade, trabalhador do Partido, sem muitas perspectivas de vida, como todo mundo. Mas a diferença dele para todo o resto é que ele sente que há algo errado, vive angustiado no meio da sociedade opressora em que vive. Nesse ponto o leitor já percebeu que existe algo de muito errado com o governo. As pessoas são condicionadas a amar incondicionalmente o Partido e o tal Grande Irmão, os casamentos tem que ser aprovados por uma comissão do governo, e o que pra mim foi o horror: Aceitam sem questionar todas as notícias veiculadas e toda e qualquer decisão do governo. A população tem uma fé e um amor cegos e doentios pelos dogmas do governo. Além do que, o Partido manipulava, além da mente das pessoas, o passado. Inclusive somos apresentados a essa faceta do governo porque o protagonista trabalha justamente com falsificações de registros. Ele altera, de acordo com instruções, qualquer registro, sobre qualquer assunto, de qualquer pessoa, em qualquer época da história. As pessoas poderiam até mesmo deixar de existir, se essa fosse a vontade do Partido.</p>
<p>Bem, Winston está realmente achando tudo esquisito, por dentro ele começa a se rebelar contra o governo, começa a ter certeza que tudo o que o Partido fala é uma grande mentira e que na verdade, todos são manipulados e levados até mesmo a pensar da forma que o governo quer. Ele acaba por se envolver com <strong>Julia</strong>, uma colega de trabalho, e que também discorda dos lemas e de toda a loucura e manipulação da sociedade que vive. Em sua busca pela verdade e pela liberdade, ainda que escondida, Winston e Julia entram em contato com uma organização revolucionária. Decidem fazer parte dela, mas pouco tempo depois os dois são descobertos e presos.</p>
<p>A melhor parte do livro na minha opinião (E a maior parte das minhas reflexões) começa aqui. Winston e Julia são separados e presos. Winston é torturado e acaba por confessar &#8220;crimes&#8221; que cometeu e outros que não cometeu. Entrega todo mundo em vista de tanta tortura. Coloquei crimes entre aspas porque tudo quanto é coisa era considerado crime: Existia até mesmo pensamentos-crime. Pensar de modo diferente do partido em qualquer assunto era crime. Ter certos objetos, como um peso de papel ou um tinteiro era crime. Até mesmo falar enquanto dormia, dependendo do que você dissesse, era crime. Ter uma mente livre para achar o que quisesse, para questionar e discordar do que quisesse era crime gravíssimo. As punições eram extremamente severas: Quem não vivia de acordo com as loucas e obsessivas leis e tinha qualquer propensão a se rebelar (Eles sempre arrumavam um modo de descobrir o que você tinha de errado, usando as tais teletelas para vigiar cada mínimo movimento) era preso, torturado até se confessar e então nunca mais se ouvia nem via você, nem sequer uma lembrança de você existiria. Você era apagado dos registros e era como se nunca tivesse existido. Enfim, ele é preso, torturado e confessa seus &#8220;crimes&#8221;. Fim. Leiam pra saber como as coisas acontecem.</p>
<p>Aqui começam meus devaneios a respeito do livro. Minhas reflexões sobre o livro começaram quando eu entendi todo o sistema de governo do Partido. Obediência cega, amor aos princípios do governo, cegueira quanto ao absurdo que era toda a manipulação. Meu primeiro pensamento foi que as pessoas não poderiam ser tão manipuladas assim e achar tudo lindo e normal. Logo em seguida me lembrei de <strong>Hitler</strong> e de seus discursos sobre uma sociedade perfeita, discursos que levaram milhões a se alistar no exército alemão e cometer barbáries contra outros seres humanos. Li muito sobre o nazismo e Hitler fazia com que as pessoas, da mesma forma que o governo no livro, odiassem o que deviam odiar e amassem o que deviam amar, sem perguntas, sem questionamentos. Ele era um orador tão carismático que as pessoas o idolatravam, achavam mesmo que todo aquele horror dos campos de concentração era normal e &#8220;merecido&#8221; pelas pessoas que ali estavam. E acho que Orwell queria nos alertar sobre isso. Sobre como seria perigoso alguém ter muito poder, ter muita persuasão e então existirem pessoas de mente e personalidade fracas o suficiente para se deixar manipular. De como seria perigoso uma sociedade controlada em excesso por uma ou mais pessoas com uma mente doentia, megalomaníaca e preconceituosa.</p>
<p>Pensei bastante também em como hoje, em pleno século 21, com tanta informação, com tanta liberdade, as pessoas ainda são levadas a acreditar em coisas sem ao menos pararem e se questionarem o porque acreditam nisso ou naquilo. As pessoas veem televisão, ouvem rádio, leem jornais, mas quantos questionam: Será que é isso mesmo que está acontecendo? Será que nada é alterado nem maquiado nas notícias? É claro que existem pessoas que pensam isso, que veem que as coisas não são bem isso que é apresentado. O que falta nas pessoas hoje, na minha opinião, é conseguir pensar por elas mesmas, ver ou ouvir alguma coisa e não acreditar sem antes questionar se o que estão ouvindo é mesmo a verdade. Revistas e canais de televisão (Não preciso citar nomes, preciso?) manipulam as informações como querem e existem pessoas que simplesmente acreditam. Falta contestação nas pessoas e principalmente nos jovens, que parecem só se importar quando algo ameaça seu &#8220;mundinho&#8221;.</p>
<p>Outro ponto que eu pensei muito é na parte que Winston é torturado. O objetivo era que ele confessasse seus crimes. Confessar que fez o que ele realmente fez não seria fraqueza. Seria reconhecer que realmente se rebelou contra algo que acreditava ser errado, e que lutou por aquilo que achava ser o certo. Nada é mais digno que isso. Fiquei pensando numa passagem do livro, antes dele ser preso, logo depois dele ler uma parte do livro da tal organização rebelde, que Winston chega à seguinte conclusão (Vou colocar palavra por palavra):</p>
<blockquote><p>O fato de ser uma minoria, mesmo uma minoria de um, não significava que você fosse louco. Havia verdade e havia inverdade, e se você se agarrasse à verdade, mesmo que o mundo inteiro o contradissesse, não estaria louco.</p></blockquote>
<p>Lembrando disso é que eu refleti, enquanto lia Winston virando as costas para tudo o que antes ele descobrira ser a verdade, apenas para que o membro do Partido parasse de torturá-lo, se as pessoas podem ser íntegras mesmo em face da pior tortura. Me dei conta de que sim, elas podem. Muitos foram mortos na época do nazismo ou até mesmo na época da ditadura aqui no Brasil, ou por terem sua religião, ou suas convicções políticas, enfim, terem opiniões divergentes do que se esperava que tivessem. Muitos, mesmo tendo a oportunidade de desistirem do que acreditavam em troca de não serem mais torturados e ganhar a liberdade, não o fizeram. Preferiram morrer, e milhões realmente morreram, a trair suas convicções e sua integridade. O único defeito do livro, a meu ver, foi esse. Ter construído um personagem do ponto que ele desconfiava daquilo tudo, se rebelar contra o governo, ter a certeza que aquilo estava errado, se envolver com uma organização rebelde, e depois de decidir no íntimo que não seria vencido pelo Partido, para então ele se curvar diante da tortura imposta. Depois de tanto sofrer, de tanto lutar contra a própria ignorância, o personagem desiste. Eu sei que muitos realmente o fazem, traem suas crenças para sobreviver, mas de que adianta então acreditar em algo, se, quando se é questionado sobre isso, você se acovarda? É fácil afirmar que é isso ou que acredita naquilo quando se está livre para isso, mas e em face de perseguição? De prisão, de tortura? Aí é que está a diferença de pessoas íntegras para pessoas covardes. Elas jamais se curvam, jamais desistem de sua integridade, jamais viram as costas para o que acreditam. Também acho que isso falta nas pessoas hoje. Acreditar em algo e lutar até o fim por um ideal. Mas hoje, basta uma pressão para alguns desistirem do que são, de como se vestem e do que acreditam para ser aceitos e fazer parte de um grupinho de adolescentes acéfalos. Falta convicção e coragem para defender aquilo que realmente acreditam.</p>
<p>Concluindo isso tudo eu realmente recomendo que leiam o livro. Por esse resumo extremamente bem feito (Aham, tá&#8230;) o livro não parece nem de longe tão bom quanto realmente é. Me fez pensar muito (Como deu pra perceber) sobre o que eu mesma faria numa sociedade opressora e totalitária como a que Orwell criou. Então saiam logo da internet, parem de ler só suas atualizações do <strong><a target='blank' href="http://www.facebook.com/baconfrito">Facebook</a></strong> e vão ler algo que preste e que exija um pouco desses neurônios atrofiados de vocês!</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/02/1984-03.jpg" class="centro" alt=" " />Os lemas do Partido. Leiam o livro e entendam o porquê.</div>
<p><em><strong>Aline Freitas</strong> é uma leitora vinda direto do século XIX, quando as pessoas tinham garbo, porte e sangue revolucionário nas veias. Quer ter seu texto publicado aqui também? <strong><a href="http://www.baconfrito.com/ajude-o-bacon-seja-escrevendo-ou-nao.html">É muito simples!</a></strong></em></p>
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