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	<title>Guia de turismo e viagem de Salvador, Bahia e Nordeste</title>
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	<description>Bahia.ws - Guia de turismo e viagem do nordeste, Salvador e Bahia com hotéis e pousadas, dicas de viagem e praias no nordeste, Salvador e Bahia</description>
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	<title>Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</title>
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		<title>História da Catedral de São Sebastião em Ilhéus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Costa do Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Catedral de São Sebastião]]></category>
		<category><![CDATA[Ilhéus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>História da Catedral de São Sebastião em Ilhéus — arquitetura, cronologia e significado O projeto da Catedral de São Sebastião é atribuído ao arquiteto Salomão da Silveira, em estilo eclético. Em 1931, o bispo recém‑chegado Dom Frei Eduardo José Herberhold abençoou o terreno destinado à construção e as obras começaram, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-de-sao-sebastiao-em-ilheus/">História da Catedral de São Sebastião em Ilhéus</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>História da <strong>Catedral de São Sebastião em Ilhéus</strong> — arquitetura, cronologia e significado</h2>
<p>O projeto da <strong>Catedral de São Sebastião</strong> é atribuído ao arquiteto Salomão da Silveira, em <strong>estilo eclético</strong>.</p>
<p>Em 1931, o bispo recém‑chegado Dom Frei Eduardo José Herberhold abençoou o terreno destinado à construção e as obras começaram, embora logo tenham sido paralisadas.</p>
<p>Houve intensa discussão sobre o estilo arquitetônico e a localização do templo. Para resolver o impasse, o prefeito Eusínio Lavigne consultou o diretor da Escola de Belas‑Artes do Rio de Janeiro, o professor Arquimedes Memória.</p>
<p>Este imponente templo representou o sonho da comunidade ilheense por mais de trinta anos.</p>
<p>A <strong>Catedral de São Sebastião</strong> simboliza o ideal do bispo que iniciou as obras, Dom Eduardo, que foi sepultado na própria igreja — gesto que o tornou figura de grande devoção local, embora não tenha sido canonizado.</p>
<p>A <strong>Catedral de São Sebastião</strong> foi inaugurada em 1967, concluindo um processo construtivo que durou mais de três décadas. Sua abóbada principal atinge aproximadamente 48 metros de altura, dimensão que impressiona visitantes e moradores.</p>
<p>Embora muitos não a considerem um primor arquitetônico, a <strong>Catedral de São Sebastião</strong> possui enorme valor cultural para a sociedade local e exerce papel relevante no turismo do município. Relatos da época afirmam que “a maravilha das maravilhas foi a sua inauguração”: a cidade foi tomada por bispos e cardeais, e até o Núncio Apostólico Dom Sebastião Baggio esteve presente.</p>
<p>Na solenidade de inauguração, o coral da professora Maria de Lurdes Abreu interpretou trechos de O Messias, de Händel. A cerimônia teve tal pompa e beleza que foi descrita por cronistas como um “Vaticano em miniatura”.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-de-sao-sebastiao-em-ilheus/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png" width="400" /></a></p>
<p>Hoje, a <strong>Catedral de São Sebastião de estilo eclético</strong> é, sem dúvida, o símbolo da cidade de São Jorge dos Ilhéus e um dos principais pontos de atração turística.</p>
<h3>Estilo eclético — definição e características</h3>
<p>Estilo eclético é uma prática arquitetônica (e estética) que combina elementos de diferentes estilos históricos e correntes artísticas, escolhidos conforme critérios funcionais, simbólicos ou decorativos, em vez de seguir uma única tradição.</p>
<h4>Principais características</h4>
<ul>
<li>Mistura de referências: neoclássico, gótico, renascentista, barroco, art nouveau etc.</li>
<li>Liberdade compositiva: combinação livre de elementos (colunas, frontões, arcos, ornamentos).</li>
<li>Ecletismo decorativo: fachadas ricas, variação de materiais e detalhes ornamentais.</li>
<li>Funcionalismo atrelado à estética: adaptação de soluções técnicas modernas incorporando linguagem histórica.</li>
</ul>
<h4>Contexto histórico</h4>
<ul>
<li>Muito comum no século XIX e início do XX, especialmente em cidades em expansão que buscavam prestígio arquitetônico.</li>
<li>Frequentemente usado em edifícios públicos, igrejas, palácios e residências urbanas.</li>
</ul>
<h4>Exemplo prático</h4>
<ul>
<li>Uma catedral em estilo eclético pode reunir colunas neoclássicas, vitrais de inspiração gótica e detalhes decorativos renascentistas — resultado de escolhas estéticas e históricas variadas para criar um conjunto harmonioso.</li>
</ul>
<figure id="attachment_105033" aria-describedby="caption-attachment-105033" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-105033" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-105033" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105037" aria-describedby="caption-attachment-105037" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-105037" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-105037" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105036" aria-describedby="caption-attachment-105036" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-105036" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-105036" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105035" aria-describedby="caption-attachment-105035" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105035" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105035" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-de-sao-sebastiao-em-ilheus/">História da Catedral de São Sebastião em Ilhéus</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Ilhéus (BA) — praias, história e fazendas de cacau</title>
		<link>https://bahia.ws/ilheus-ba-praias-historia-e-fazendas-de-cacau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Costa do Cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Ilhéus: cultura, história e belezas naturais no sul da Bahia Ilhéus, no sul da Bahia, é famosa pelos romances de Jorge Amado (como Gabriela, Cravo e Canela e Terras do Sem Fim). Rica em patrimônio histórico, fazendas de cacau e praias, a cidade atrai turistas brasileiros e estrangeiros em busca [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/ilheus-ba-praias-historia-e-fazendas-de-cacau/">Ilhéus (BA) — praias, história e fazendas de cacau</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h1>Ilhéus: cultura, história e belezas naturais no sul da Bahia</h1>
<p><strong>Ilhéus</strong>, no sul da Bahia, é famosa pelos romances de <strong>Jorge Amado</strong> (como <em>Gabriela, Cravo e Canela</em> e <em>Terras do Sem Fim</em>). Rica em patrimônio histórico, fazendas de cacau e praias, a cidade atrai turistas brasileiros e estrangeiros em busca de cultura, sol e ecoturismo.</p>
<figure id="attachment_105028" aria-describedby="caption-attachment-105028" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105028" title="Enseada do Pontal em Ilhéus BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA.png" alt="Enseada do Pontal em Ilhéus BA" width="1500" height="857" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA.png 1660w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-300x171.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-1024x585.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-768x439.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-96x55.png 96w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-1536x877.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Enseada-do-Pontal-em-Ilheus-BA-800x457.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105028" class="wp-caption-text">Enseada do Pontal em Ilhéus BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105050" aria-describedby="caption-attachment-105050" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105050" title="Ilhéus na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia.png" alt="Ilhéus na Bahia" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Ilheus-na-Bahia-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105050" class="wp-caption-text">Ilhéus na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105053" aria-describedby="caption-attachment-105053" style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105053" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="973" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4.png 2044w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-300x195.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-1024x664.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-768x498.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-1536x996.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-4-800x519.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105053" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105027" aria-describedby="caption-attachment-105027" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105027" title="Mapa de Ilhéus na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-scaled.png" alt="Mapa de Ilhéus na Bahia" width="1500" height="1144" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-scaled.png 2720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-1024x781.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-768x586.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-1536x1172.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-2048x1563.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Mapa-de-Ilheus-na-Bahia-800x610.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105027" class="wp-caption-text">Mapa de Ilhéus na Bahia</figcaption></figure>
<h3>Vídeo sobre Atrações Turísticas de Ilhéus</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/ilheus-ba-praias-historia-e-fazendas-de-cacau/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-de-Cururupe.jpeg" width="400" /></a></p>
<h2>100 km de praias e opções de aventura</h2>
<p>Com cerca de <strong>100 km de litoral</strong>, Ilhéus oferece praias para todos os perfis: família, surfistas e quem procura trechos mais selvagens. Além do litoral, há trilhas, rios, cachoeiras e atividades como rapel, pesca esportiva e surf.</p>
<ul>
<li><strong>Praia dos Milionários</strong> — infra-estrutura e ideal para famílias.</li>
<li><strong>Praia de Cururupe</strong> — encontro do rio com o mar, ótima paisagem.</li>
<li><strong>Praia de Olivença</strong> — praia com vida local e boas ondas para surf. Olivença é um distrito de Ilhéus.</li>
</ul>
<figure id="attachment_105051" aria-describedby="caption-attachment-105051" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-105051" title="Praia dos Milionários em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus.png" alt="Praia dos Milionários em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-dos-Milionarios-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-105051" class="wp-caption-text">Praia dos Milionários</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105029" aria-describedby="caption-attachment-105029" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105029" title="Praia de Cururupe em Ilhéus BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA.png" alt="Praia de Cururupe em Ilhéus BA" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105029" class="wp-caption-text">Praia de Cururupe</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105030" aria-describedby="caption-attachment-105030" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105030" title="Praia de Cururupe em Ilhéus BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1.png" alt="Praia de Cururupe em Ilhéus BA" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Praia-de-Cururupe-em-Ilheus-BA-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105030" class="wp-caption-text">Praia de Cururupe</figcaption></figure>
<h2>Patrimônio histórico e literário</h2>
<p>O centro histórico de Ilhéus remete aos cenários dos livros de Jorge Amado. A Praça Dom Eduardo concentra pontos turísticos imperdíveis.</p>
<ul>
<li> <strong>Bar Vesúvio</strong> — referência literária de Jorge Amado, presente em Gabriela, Cravo e Canela.</li>
<li><strong>Bataclan</strong> — antigo cabaré restaurado, hoje centro cultural.</li>
<li><strong>Teatro Municipal</strong>, <strong>Catedral de São Sebastião</strong> e <strong>Igreja Matriz de São Jorge</strong> (século XVII).</li>
</ul>
<figure id="attachment_105039" aria-describedby="caption-attachment-105039" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105039" title="Estátua do escritor Jorque Amado em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus.png" alt="Estátua do escritor Jorque Amado em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Estatua-do-escritor-Jorque-Amado-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105039" class="wp-caption-text">Estátua do escritor Jorque Amado em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105038" aria-describedby="caption-attachment-105038" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105038" title="Bar Vesúvio em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus.png" alt="Bar Vesúvio em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bar-Vesuvio-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105038" class="wp-caption-text">Bar Vesúvio</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105047" aria-describedby="caption-attachment-105047" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png"><img decoding="async" class="wp-image-105047" title="O Bar do Vesúvio fica próximo à catedral São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png" alt="O Bar do Vesúvio fica próximo à catedral São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="999" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/O-Bar-do-Vesuvio-fica-proximo-a-catedral-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105047" class="wp-caption-text">O Bar do Vesúvio fica próximo à catedral São Sebastião</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105033" aria-describedby="caption-attachment-105033" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105033" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105033" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105035" aria-describedby="caption-attachment-105035" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105035" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105035" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105036" aria-describedby="caption-attachment-105036" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105036" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105036" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105037" aria-describedby="caption-attachment-105037" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105037" title="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3.png" alt="Catedral de São Sebastião em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Catedral-de-Sao-Sebastiao-em-Ilheus-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105037" class="wp-caption-text">Catedral de São Sebastião em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105041" aria-describedby="caption-attachment-105041" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105041" title="Bataclan em Ilheús" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus.png" alt="Bataclan em Ilheús" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Bataclan-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105041" class="wp-caption-text">Bataclan em Ilheús</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105042" aria-describedby="caption-attachment-105042" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105042" title="Teatro Municipal de Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-scaled.png" alt="Teatro Municipal de Ilhéus" width="1500" height="1125" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-scaled.png 2720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-2048x1536.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Teatro-Municipal-de-Ilheus-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105042" class="wp-caption-text">Teatro Municipal de Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105045" aria-describedby="caption-attachment-105045" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105045" title="Casa de Cultura Jorge Amado em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus.png" alt="Casa de Cultura Jorge Amado em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Casa-de-Cultura-Jorge-Amado-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105045" class="wp-caption-text">Casa de Cultura Jorge Amado em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105049" aria-describedby="caption-attachment-105049" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105049" title="Capela de Nossa Senhora da Piedade em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus.png" alt="Capela de Nossa Senhora da Piedade em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Capela-de-Nossa-Senhora-da-Piedade-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105049" class="wp-caption-text">Capela de Nossa Senhora da Piedade em Ilhéus</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105054" aria-describedby="caption-attachment-105054" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-105054" title="Igreja Matriz de São Jorge em Ilhéus, Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia.png" alt="Igreja Matriz de São Jorge em Ilhéus, Bahia" width="1500" height="1386" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia.png 1662w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-300x277.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-1024x946.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-768x710.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-60x55.png 60w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-1536x1420.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Igreja-Matriz-de-Sao-Jorge-em-Ilheus-Bahia-800x739.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption id="caption-attachment-105054" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de São Jorge em Ilhéus, Bahia</figcaption></figure>
<h2>A era do cacau: auge, crise e reinvenção</h2>
<p>No século XX Ilhéus foi grande exportadora de <strong>cacau</strong>, gerando palacetes e riqueza. A partir da década de 1980, a <strong>vassoura-de-bruxa</strong> e a volatilidade dos preços causaram forte crise. Atualmente há iniciativas de recuperação — mudas clonadas resistentes e diversificação econômica, incluindo tecnologia e turismo.</p>
<h2>Eventos e infraestrutura turística</h2>
<p>Ilhéus tem eventos o ano todo: cruzeiros, torneios de pesca, feiras e competições esportivas. O distrito de <strong>Olivença</strong> oferece boa estrutura turística e é porta de entrada para praias e trilhas.</p>
<h2>Atrações turísticas principais</h2>
<ol>
<li>Tesouros culturais e históricos</li>
<li>Passeios ecológicos</li>
<li>Fazendas de cacau</li>
<li>Povoados e distritos</li>
<li>Praias</li>
</ol>
<h3>1. Tesouros culturais e históricos</h3>
<ul>
<li><strong>Catedral de São Sebastião</strong> — obra eclética de Salomão da Silveira, abóbada de 48 m.</li>
<li><strong>Bar Vesúvio</strong> — fundado em 1919, ícone cultural.</li>
<li><strong>Praça do Cacau</strong> — jardim temático com variedades de cacaueiro.</li>
<li><strong>Museu Regional do Cacau</strong> — acervo sobre o ciclo do cacau.</li>
<li><strong>Capela de Nossa Senhora da Piedade</strong> — neogótico, vitrais relevantes.</li>
<li><strong>Igreja Matriz de São Jorge</strong> — monumento do século XVII e Museu de Arte Sacra.</li>
<li><strong>Outeiro de São Sebastião</strong> — mirante com vista histórica.</li>
<li><strong>Bataclan</strong> — restaurado, oferece exposições e restaurante temático.</li>
<li><strong>Teatro Municipal</strong> — centro cultural com programação variada.</li>
<li><strong>Casa de Cultura Jorge Amado</strong> — residência histórica e acervo do autor.</li>
<li><strong>Palácio do Paranaguá</strong> — sede histórica da prefeitura, estilo neoclássico.</li>
<li><strong>Fábrica de chocolate</strong> — tours e degustações.</li>
</ul>
<h3>2. Passeios ecológicos</h3>
<ul>
<li><strong>Estrada Parque Ilhéus–Itacaré</strong> — 65 km de mirantes, praias e trilhas.</li>
<li><strong>Lagoa Encantada</strong> — área de preservação na Mata Atlântica, ilhas flutuantes e piscinas naturais.</li>
<li><strong>Centro de Recuperação do Bicho-Preguiça</strong> — visita educativa ideal para famílias.</li>
</ul>
<h3>3. Fazendas de cacau</h3>
<p>Visitas guiadas às fazendas aproximam do processo do cacau, com história, trilhas e degustações.</p>
<ul>
<li>Fazenda Yrerê — trilhas, casa-grande e forrós em junho.</li>
<li>Fazenda Primavera — acervo histórico e shows regionais.</li>
<li>Fazenda Renascer — cachoeiras e natureza exuberante.</li>
<li>Distrito de Rio do Braço — ruínas históricas e Parque Temático Jorge Amado.</li>
</ul>
<figure id="attachment_105040" aria-describedby="caption-attachment-105040" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105040" title="Cacau" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau.png" alt="Cacau" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Cacau-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105040" class="wp-caption-text">Cacau</figcaption></figure>
<figure id="attachment_105032" aria-describedby="caption-attachment-105032" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-105032" title="Fazenda Yrerê em Ilhéus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus.png" alt="Fazenda Yrerê em Ilhéus" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/04/Fazenda-Yrere-em-Ilheus-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-105032" class="wp-caption-text">Fazenda Yrerê em Ilhéus</figcaption></figure>
<h3>4. Povoados e distritos</h3>
<ul>
<li><strong>Olivença</strong> — praias, surf, Balneário de Tororomba e eventos locais (Puxada de Mastro).</li>
<li><strong>Rio do Engenho</strong> — patrimônios rurais, capela histórica e gastronomia típica (moqueca de pitu, catado de siri).</li>
</ul>
<h3>5. Praias de Ilhéus — guia rápido</h3>
<p>O litoral reúne desde trechos preservados até praias com boa infraestrutura.</p>
<h4>Praias selvagens</h4>
<ul>
<li><strong>Praia do Norte</strong> — extensa e ideal para pesca e surf.</li>
<li><strong>Pé de Serra e Ponta do Ramo</strong> — trechos paradisíacos.</li>
</ul>
<h4>Praias urbanas / estruturadas</h4>
<ul>
<li><strong>Praia dos Milionários</strong> — a mais popular, com quiosques e hospedagem.</li>
<li><strong>Praia da Concha</strong> — tranquila, piscinas naturais entre rochas.</li>
<li><strong>Praia do Marciano</strong>, <strong>Praia do Cristo</strong> — opções para esportes náuticos e lazer.</li>
</ul>
<h4>Praias para surf / ondas fortes</h4>
<ul>
<li><strong>Back Door</strong>, <strong>Batuba</strong> — preferidas por surfistas, com ondas potentes.</li>
</ul>
<h2>Dicas práticas</h2>
<ul>
<li>Melhor época: setembro a março para praias; maio a novembro para campeonatos de surf.</li>
<li>Transporte: alugue carro para explorar praias e fazendas; há passeios guiados para quem não dirige.</li>
<li>Segurança: siga orientações locais sobre trechos impróprios para banho.</li>
<li>Gastronomia: prove pratos à base de frutos do mar e as iguarias locais (moqueca, catado, doces de cacau).</li>
</ul>
<p>Ilhéus combina literatura, história, ecoturismo e sol — um destino completo no litoral sul da Bahia.</p>
<p><a title="Costa do Cacau" href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/mapa-costa-do-cacau5.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Veja o mapa Costa do Cacau</strong></a> e o <a title="Mapa Ilhéus" href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/mapa_ilheus.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>mapa de Ilhéus</strong></a></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/ilheus-ba-praias-historia-e-fazendas-de-cacau/">Ilhéus (BA) — praias, história e fazendas de cacau</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A história da Capela Dourada e da Ordem Terceira do Recife</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-da-capela-dourada-e-da-ordem-terceira-do-recife/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 10:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[CAPELA DOURADA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Olinda foi o berço do franciscanismo na América portuguesa e ponto de partida para a expansão dos conventos em Pernambuco.A história da Capela Dourada nasce das transformações econômicas e sociais do Recife no século XVII, que elevaram o protagonismo dos mercadores conhecidos como “mascates”. História da Capela Dourada em Recife [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-capela-dourada-e-da-ordem-terceira-do-recife/">A história da Capela Dourada e da Ordem Terceira do Recife</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<section class="post-content">Olinda foi o berço do franciscanismo na América portuguesa e ponto de partida para a expansão dos conventos em Pernambuco.A história da Capela Dourada nasce das transformações econômicas e sociais do Recife no século XVII, que elevaram o protagonismo dos mercadores conhecidos como “mascates”.</section>
<section>
<figure id="attachment_100188" aria-describedby="caption-attachment-100188" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100188" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="794" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17.png 1908w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-300x199.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-1024x678.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-768x508.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-1536x1017.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-17-800x530.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100188" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
</section>
<section class="post-content">
<h2>História da Capela Dourada em Recife</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-da-capela-dourada-e-da-ordem-terceira-do-recife/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<h3>1. Os primórdios do franciscanismo em Pernambuco</h3>
<p>Na donataria de Pernambuco governava Jorge de Albuquerque Coelho (1578–1597), que, em 1585, recebeu a missão liderada por Frei Melchior de Santa Catharina.</p>
<p>O franciscano trouxe consigo outros seis religiosos para iniciar a catequização e a fundação de conventos. Os missionários capuchos fundaram o primeiro convento erguido nas terras brasileiras.</p>
<p>Nesse período, a vila fundada por Duarte Coelho Pereira em 1537, a “Olinda dos Marins”, já refletia a prosperidade do cultivo da cana‑de‑açúcar.</p>
<p>Maria Rosa, viúva de Pedro Leitão, doou aos frades uma capela dedicada a Nossa Senhora das Neves; sobre esse sítio foi erguido o convento de São Francisco, cuja construção começou em outubro de 1585.</p>
<h3>2. A fundação do convento do Recife</h3>
<p>Frei Santa Maria de Jaboatão relata que, em 28 de outubro de 1606, os frades reunidos em Olinda decidiram erguer um convento no “Arrecife dos Navios” (povoação ao sul da vila), para atender mareantes e pescadores.</p>
<p>Sétimo entre as fundações franciscanas na América e quarto dedicado a Santo Antônio, o convento do Recife foi erguido em terreno doado por Marcos André, na ponta da “ilha de Antônio Vaz”. Para Frei Jaboatão, o sítio era “alegre, vistoso, divertido e aprazível”.</p>
<p>A construção consolidou o Recife como entreposto comercial da elite olindense.</p>
<h3>3. A ocupação holandesa e suas consequências</h3>
<p>Antes da ocupação holandesa (1630–1654), Pernambuco era o principal centro açucareiro colonial.</p>
<p>Em 1606 havia cerca de cem engenhos em Pernambuco, segundo Frei Vicente do Salvador.</p>
<p>A ocupação holandesa transformou o Recife em Mauritsstad, capital do domínio nassoviano; Olinda foi incendiada em 1631 e vários conventos foram desativados ou profanados. Após a expulsão dos holandeses (1654) e as subsequentes disputas administrativas, Olinda voltou a ser capital (1657), mas estava economicamente fragilizada.</p>
<h3>4. O crescimento econômico do Recife e o surgimento dos “mascates”</h3>
<p>O Recife herdou da presença holandesa infraestrutura urbana e posição hegemônica como centro comercial.</p>
<p>Com a expulsão dos flamengos e da comunidade judaica, redes comerciais foram ocupadas por reinóis, sobretudo do norte de Portugal. No início do século XVIII estimava‑se cerca de 1.200 fogos e 15 mil habitantes.</p>
<p>Forasteiros de baixa condição social, através do “mascatear”, enriqueceram no comércio de grosso trato, tráfico de escravos e financiamento das safras de açúcar.</p>
<p>Esses mercadores almejavam prestígio, cargos e controle das atividades portuárias — pretensões barradas pela “nobreza da terra” de Olinda, que monopolizava a câmara municipal.</p>
<h3>5. Confrarias religiosas e legitimação social</h3>
<p>Buscando legitimação social, os mercadores recifenses formaram confrarias e ordens leigas ricas que também funcionavam como fontes de crédito.</p>
<p>Ao fim do século XVII, as principais irmandades do Recife eram a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz do Corpo Santo, a Ordem Terceira do Carmo e a Ordem Terceira de São Francisco, compostas majoritariamente por “homens de negócio”.</p>
<p>A congregação do Oratório também se afirmou como instituição ligada à riqueza local.</p>
<h3>6. Criação canônica da Venerável Ordem Terceira do Recife</h3>
<p>A Venerável Ordem Terceira da Penitência do Padre Seráfico de São Francisco do Recife foi fundada canonicamente em 12 de junho de 1695.</p>
<p>A oposição da Ordem Terceira de Olinda atrasou a criação, mas a intervenção do custódio Frei Jácome da Purificação junto à Congregação na Bahia e ao Conselho Ultramarino em Lisboa viabilizou a instituição da Ordem no Recife.</p>
<p>Em 26 de novembro de 1695 o Capítulo na Bahia confirmou a ereção e nomeou Frei Jerônimo da Ressurreição comissário.</p>
<p>Entre 12 de junho e 31 de dezembro de 1695, 138 irmãos e 38 irmãs tomaram o hábito.</p>
<h3>7. Construção da capela dos Terceiros e financiamento</h3>
<p>Em 1696 foi lavrada a escritura de doação do terreno para a capela dos Terceiros.</p>
<p>A bênção da pedra fundamental ocorreu em 13 de maio de 1696, com Frei Jácome, o bispo D. Francisco Lima e o governador Caetano de Mello e Castro presentes.</p>
<p>A obra ficou a cargo de Antônio Fernandes de Mattos e foi concluída rapidamente (1696–1697), sendo inaugurada em 15 de setembro de 1697.</p>
<p>O financiamento provém largamente dos recursos dos “mascates”: jóias da Mesa, esmolas e doações de irmãos como Joaquim de Almeida e Luís Cardoso, além de serviços oferecidos pelo próprio Mattos.</p>
<h3>8. Perfis dos fundadores</h3>
<h4>1. Luís Cardoso</h4>
<p>Pouco documentado nos tratados genealógicos, Luís Cardoso foi um homem de cor parda que começou como escravo (registro em 1664), comprou a alforria trabalhando como caixeiro e tornou‑se rico exportador de açúcar.</p>
<p>Faleceu em 1724, deixando mais de trinta contos de réis à Ordem Terceira.</p>
<p>Sua condição de pardo e o estigma do trabalho manual provavelmente impediram sua eleição para cargos de destaque, embora a riqueza tenha permitido flexibilizações nas regras de admissão.</p>
<h4>2. Joaquim de Almeida</h4>
<p>Natural de Vila Nova de Gaia, Joaquim de Almeida chegou ao Recife nos anos 1670 e ascendeu de criado a comerciante de grosso trato.</p>
<p>Dispensado dos “defeitos mecânicos” pelo rei em 1689, ocupou cargos públicos locais, serviu como capitão de ordenanças, juiz e ouvidor, financiou o “partido do Recife” e foi o primeiro vereador na instalação da câmara (fevereiro de 1710).</p>
<p>Foi o primeiro irmão inscrito na Ordem Terceira do Recife e exerceu o cargo de ministro em vários mandatos, liderando a resistência do partido mercantil nas sedições políticas.</p>
<h4>3. Antônio Fernandes de Mattos</h4>
<p>Nascido em 1640 no Minho, Mattos chegou como mestre pedreiro e tornou‑se construtor, contratador de obras públicas, cobrador de impostos, capitão de fortaleza, financista e comerciante.</p>
<p>Projetou e edificou obras públicas importantes (Casa da Moeda, pontes, molhe do porto, fortaleza da barra) e foi grande benfeitor de igrejas e conventos do Recife.</p>
<p>Admitido na irmandade franciscana em 1695, recebeu o hábito da Ordem de Cristo e foi ministro sucessivamente até sua morte em 24 de agosto de 1701.</p>
<p>Seu testamento beneficiou amplamente a Ordem Terceira, que passou a arrecadar dízimos e a financiar missas por sua alma por décadas.</p>
<h3>9. Decoração, artistas e adições posteriores</h3>
<p>Entre 1697 e 1700 iniciaram‑se intervenções que transformaram a capela numa das jóias do patrimônio colonial: talha, ornatos e painéis foram executados por artistas locais e contratados como Luís Machado, Antônio M. Santiago e José Pinhão de Matos.</p>
<p>Compras de cedro, folhas de ouro, painéis e entalhadores ocorreram entre 1699 e 1700; obras decorativas continuaram até pelo menos 1724, com destaque para azulejos de Antônio Pereira (1704) e pinturas de mártires franciscanos (1707–1710).</p>
<p>Vários ofícios participaram das obras; alguns artífices tornaram‑se irmãos da Ordem.</p>
<h3>10. A “Capela Dourada” e o seu significado</h3>
<p>A capela, conhecida como “Capela Dourada” pelo abundante ouro aplicado na talha, foi erguida antes da elevação do povoado à vila (fevereiro de 1710).</p>
<p>Constitui expressão do poder econômico e simbólico da comunidade mercantil do Recife: simboliza a estratégia política (Joaquim de Almeida) e a grandeza magnânima (Antônio Fernandes de Mattos) dos “mascates” em ascensão na sociedade colonial.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A Capela Dourada da Ordem Terceira do Recife é testemunho material e simbólico da ascensão dos “homens de negócio” no Recife colonial — sua construção, financiamento e decoração expressam a mobilidade social obtida por mercadores reinóis e seus vínculos com a restauração da fé católica e com as disputas políticas entre Recife e Olinda.</p>
<figure id="attachment_100187" aria-describedby="caption-attachment-100187" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100187" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="901" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16.png 1719w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-1024x769.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-768x577.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-1536x1154.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-16-800x601.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100187" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100169" aria-describedby="caption-attachment-100169" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100169" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100169" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100170" aria-describedby="caption-attachment-100170" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100170" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100170" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100171" aria-describedby="caption-attachment-100171" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100171" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100171" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100173" aria-describedby="caption-attachment-100173" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100173" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100173" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100174" aria-describedby="caption-attachment-100174" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100174" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-4-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100174" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100175" aria-describedby="caption-attachment-100175" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100175" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-5-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100175" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100176" aria-describedby="caption-attachment-100176" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100176" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-6-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100176" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100177" aria-describedby="caption-attachment-100177" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100177" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-7-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100177" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100179" aria-describedby="caption-attachment-100179" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100179" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-8-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100179" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100180" aria-describedby="caption-attachment-100180" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100180" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-9-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100180" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100181" aria-describedby="caption-attachment-100181" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100181" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-10-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100181" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100182" aria-describedby="caption-attachment-100182" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100182" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-11-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100182" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100183" aria-describedby="caption-attachment-100183" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100183" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-12-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100183" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100184" aria-describedby="caption-attachment-100184" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100184" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-13-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100184" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100185" aria-describedby="caption-attachment-100185" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100185" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-14-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100185" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100186" aria-describedby="caption-attachment-100186" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100186" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15.png" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-15-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100186" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure>
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<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-capela-dourada-e-da-ordem-terceira-do-recife/">A história da Capela Dourada e da Ordem Terceira do Recife</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cânion do Xingó — Passeios, Como Chegar e Hospedagem</title>
		<link>https://bahia.ws/canion-do-xingo-passeios-como-chegar-e-hospedagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 00:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Cânion do Xingó: Uma Maravilha Natural entre Sergipe e Alagoas O Cânion do Xingó, na divisa entre Sergipe e Alagoas, é um dos maiores cânions navegáveis do mundo. Localizado a cerca de 200 km de Aracaju, o destino impressiona por seus paredões rochosos e pelas águas esverdeadas do Rio São [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/canion-do-xingo-passeios-como-chegar-e-hospedagem/">Cânion do Xingó — Passeios, Como Chegar e Hospedagem</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><!-- Title (set in WP editor): Cânion do Xingó — Guia Completo --></p>
<h2>Cânion do Xingó: Uma Maravilha Natural entre Sergipe e Alagoas</h2>
<p>O <strong>Cânion do Xingó</strong>, na divisa entre <strong>Sergipe</strong> e <strong>Alagoas</strong>, é um dos maiores cânions navegáveis do mundo. Localizado a cerca de <strong>200 km de Aracaju</strong>, o destino impressiona por seus paredões rochosos e pelas águas esverdeadas do <strong>Rio São Francisco</strong>.</p>
<figure id="attachment_103190" aria-describedby="caption-attachment-103190" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103190" title="Cânion do Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1.png" alt="Cânion do Xingó" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103190" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103191" aria-describedby="caption-attachment-103191" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103191" title="Cânion do Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2.png" alt="Cânion do Xingó" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103191" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103192" aria-describedby="caption-attachment-103192" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103192" title="Cânion do Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3.png" alt="Cânion do Xingó" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103192" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103193" aria-describedby="caption-attachment-103193" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103193" title="Cânion do Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4.png" alt="Cânion do Xingó" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-4-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103193" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó — paredões rochosos e Rio São Francisco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103194" aria-describedby="caption-attachment-103194" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103194" title="Cânion do Xingó — paredões rochosos e Rio São Francisco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco.png" alt="Cânion do Xingó — paredões rochosos e Rio São Francisco" width="1500" height="999" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco.png 1950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-paredoes-rochosos-e-Rio-Sao-Francisco-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103194" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó — paredões rochosos e Rio São Francisco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103195" aria-describedby="caption-attachment-103195" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103195" title="Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco.png" alt="Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103195" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103196" aria-describedby="caption-attachment-103196" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103196" title="Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1.png" alt="Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-—-banho-no-Rio-Rio-Sao-Francisco-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103196" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó — banho no Rio Rio São Francisco</figcaption></figure>
<h2><span style="color: #222222;">Passeios no Cânion do Xingó</span></h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/canion-do-xingo-passeios-como-chegar-e-hospedagem/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/sergipe/canion-do-xingo.jpg?token=DX6g3Tjh85yxL-YoTvI19w&amp;expires=1775913997" width="400" /></a></p>
<article class="post-content">
<h3>Saídas e acessos</h3>
<ul>
<li><strong>Principais portos de embarque:</strong> Porto Karrancas (Canindé de São Francisco, SE) e porto de Piranhas (Piranhas, AL).</li>
<li><strong>Pontos de partida por via terrestre:</strong> Canindé de São Francisco (SE) e Piranhas (AL) — ambos com opções de transfer, agências locais e estacionamentos.</li>
<li><strong>Chegadas por avião:</strong> aeroportos mais próximos: Aracaju (SE) e Maceió (AL); de lá seguem-se transfers ou carro (2,5–5 horas, conforme origem).</li>
</ul>
<h3>Detalhes do passeio</h3>
<ul>
<li><strong>Embarcações:</strong> catamarã e escuna percorrem a área represada do Rio São Francisco.</li>
<li><strong>Duração:</strong> navegação até os cânions cerca de 1 hora (ida), com paradas para fotos e, dependendo do roteiro, banho em piscinas naturais.</li>
<li><strong>Reserva:</strong> muitos passeios partem em horários programados; verifique o ponto de embarque exato no voucher (Canindé ou Piranhas).</li>
</ul>
<h3>Atrações principais</h3>
<ul>
<li><strong>Cânion do Xingó:</strong> paredões rochosos impressionantes e trechos navegáveis com águas esverdeadas.</li>
<li><strong>Gruta do Talhado:</strong> formação rochosa acessível durante o passeio de barco, ótima para fotos.</li>
<li><strong>Piscinas naturais:</strong> paradas para banho em trechos de água calma e transparente.</li>
<li><strong>Museu de Arqueologia de Xingó (MAX):</strong> acervo arqueológico em Canindé de São Francisco, complemento cultural ao passeio.</li>
<li><strong>Usina Hidrelétrica de Xingó:</strong> ponto de interesse regional; visitas técnicas exigem agendamento com a concessionária.</li>
</ul>
</article>
<figure id="attachment_103197" aria-describedby="caption-attachment-103197" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103197" title="Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX.png" alt="Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103197" class="wp-caption-text">Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103198" aria-describedby="caption-attachment-103198" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103198" title="Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1.png" alt="Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Museu-de-Arqueologia-de-Xingo-MAX-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103198" class="wp-caption-text">Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103201" aria-describedby="caption-attachment-103201" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103201" title="Usina Hidrelétrica de Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo.png" alt="Usina Hidrelétrica de Xingó" width="1500" height="899" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-300x180.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-1024x614.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-768x461.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-92x55.png 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-1536x921.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Usina-Hidreletrica-de-Xingo-800x480.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103201" class="wp-caption-text">Usina Hidrelétrica de Xingó</figcaption></figure>
<h2>Melhor época e clima</h2>
<p>O clima é semiárido. Os meses de <strong>junho a setembro</strong> apresentam menor probabilidade de chuva e são ideais para passeios de barco.</p>
<p>Consulte operadoras sobre níveis de água e disponibilidade.</p>
<h2>Roteiro sugerido de 1 dia</h2>
<ol>
<li>Saída cedo de Aracaju ou pernoite em Canindé de São Francisco.</li>
<li>Check-in no Porto Karrancas e embarque no catamarã (trajeto ~1h).</li>
<li>Visita ao cânion, fotos e parada na piscina natural.</li>
<li>Retorno e, se houver tempo, visita ao Museu MAX ou à prainha local.</li>
</ol>
<h2>Onde se hospedar</h2>
<p>Prefira pousadas e hotéis próximos ao rio e com opção de transfer para o Porto Karrancas, facilitando o embarque para o passeio.</p>
<h2>Perguntas frequentes (FAQ)</h2>
<h3>Qual é o melhor acesso para os Passeios no Cânion do Xingó?</h3>
<ul>
<li>Porto Karrancas (Canindé de São Francisco, SE): melhor infraestrutura de visita ao cânion (mais agências, estrutura de embarque, proximidade do Museu de Arqueologia de Xingó) e costuma ser opção mais prática para quem vem de Aracaju. Ideal se busca logística mais direta ao passeio.</li>
<li>Porto de Piranhas (Piranhas, AL): embarque em cidade charmosa com centro histórico, boa opção se você pernoita em Piranhas ou quer combinar passeio pelo cânion com turismo local. Pode ser mais conveniente para quem vem de Maceió/AL.</li>
</ul>
<p>Observações finais: tempo de navegação e roteiro são semelhantes. Confirme sempre o ponto de embarque ao reservar — o mesmo operador pode usar um ou outro porto — e escolha conforme seu ponto de chegada/estadia.</p>
<figure id="attachment_103199" aria-describedby="caption-attachment-103199" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103199" title="Piranhas em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas.png" alt="Piranhas em Alagoas" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103199" class="wp-caption-text">Piranhas em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103200" aria-describedby="caption-attachment-103200" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103200" title="Piranhas em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1.png" alt="Piranhas em Alagoas" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Piranhas-em-Alagoas-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103200" class="wp-caption-text">Piranhas em Alagoas</figcaption></figure>
<h3><span style="color: #222222;">Posso nadar no Cânion do Xingó?</span></h3>
<div class="faq-item">
<p>Sim — em pontos autorizados e durante paradas em piscinas naturais; siga sempre as orientações da equipe do barco.</p>
</div>
<div class="faq-item">
<h3>Quanto tempo dura o passeio de barco?</h3>
<p>O trajeto até os cânions leva cerca de 1 hora; o passeio total costuma durar entre 2 e 4 horas, conforme o roteiro.</p>
</div>
<div class="faq-item">
<h3>Qual a melhor época para visitar?</h3>
<p>Junho a setembro, devido à menor chance de chuva e melhor visibilidade para fotos e navegação.</p>
</div>
<div class="faq-item">
<h3>Há estrutura turística em Canindé de São Francisco?</h3>
<p>Sim. A cidade dispõe de hotéis, pousadas, restaurantes e agências que organizam passeios ao cânion.</p>
</div>
<h2>Reserve seu passeio</h2>
<p>Planejando a visita? Reserve seu passeio ou consulte pacotes com transporte e hospedagem para garantir a melhor experiência no Cânion do Xingó.</p>
<p><!-- Internal links recomendados --></p>
<p style="font-size: 0.9em; color: #666;">Links sugeridos: <strong><a href="https://bahia.ws/aracaju-se-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener">Aracaju</a> e</strong> <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-do-vale-do-sao-francisco/" target="_blank" rel="noopener">Rio São Francisco</a></strong>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 lugares exóticos no Nordeste para sua próxima viagem</title>
		<link>https://bahia.ws/5-lugares-exoticos-no-nordeste-para-sua-proxima-viagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 22:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico do Nordeste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=103063</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Nordeste brasileiro guarda destinos surpreendentes e pouco convencionais. Conheça 5 lugares exóticos no Nordeste que valem a viagem 1. Lençóis Maranhenses Parque de dunas brancas intercaladas por lagoas cristalinas. Quando ir: maio a setembro. O que fazer: passeios de 4&#215;4, banho nas lagoas e pôr do sol nas dunas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Nordeste brasileiro guarda destinos surpreendentes e pouco convencionais.</p>
<h2>Conheça 5 lugares exóticos no Nordeste que valem a viagem</h2>
<article>
<header><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/5-lugares-exoticos-no-nordeste-para-sua-proxima-viagem/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1.png" width="400" /></a></p></p>
<h3>1. Lençóis Maranhenses</h3>
<p>Parque de dunas brancas intercaladas por lagoas cristalinas.</p>
<ul>
<li><strong>Quando ir:</strong> maio a setembro.</li>
<li><strong>O que fazer:</strong> passeios de 4&#215;4, banho nas lagoas e pôr do sol nas dunas.</li>
<li><strong>Como chegar:</strong> voos para São Luís + transfer para Barreirinhas.</li>
</ul>
<figure id="attachment_100485" aria-describedby="caption-attachment-100485" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100485" title="Praia de Caburé nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1.png" alt="Praia de Caburé nos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Praia-de-Cabure-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100485" class="wp-caption-text">Praia de Caburé nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103066" aria-describedby="caption-attachment-103066" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103066" title="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png" alt="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103066" class="wp-caption-text">Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_71232" aria-describedby="caption-attachment-71232" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-71232" title="Atins nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg" alt="Atins nos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-1024x576.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-1536x864.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-2048x1152.jpeg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-800x450.jpeg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71232" class="wp-caption-text">Atins nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103067" aria-describedby="caption-attachment-103067" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103067" title="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1.png" alt="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1.png 2480w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-2048x1366.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103067" class="wp-caption-text">Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103068" aria-describedby="caption-attachment-103068" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103068" title="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses.png" alt="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103068" class="wp-caption-text">Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103069" aria-describedby="caption-attachment-103069" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103069" title="Mapa do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png" alt="Mapa do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="1110" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.png 2100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-300x222.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1024x758.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-768x568.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-74x55.png 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1536x1137.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-2048x1516.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-do-Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-800x592.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103069" class="wp-caption-text">Mapa do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<h3>2. Arquipélago Fernando de Noronha</h3>
<p>Arquipélago preservado com praias de águas translúcidas e rica vida marinha.</p>
<ul>
<li><strong>Quando ir:</strong> todo o ano (melhor para mergulho: setembro a março).</li>
<li><strong>O que fazer:</strong> mergulho, trilhas e ver golfinhos na Baía dos Golfinhos.</li>
<li><strong>Como chegar:</strong> voos diretos de Recife ou Natal para Noronha.</li>
</ul>
<figure id="attachment_98389" aria-describedby="caption-attachment-98389" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98389" title="Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha" width="1500" height="968" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-1024x660.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-768x495.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-1536x991.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-2048x1321.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-800x516.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98389" class="wp-caption-text">Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98390" aria-describedby="caption-attachment-98390" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98390" title="Baía dos Porcos em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Baía dos Porcos em Fernando de Noronha" width="1500" height="1001" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-2048x1367.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98390" class="wp-caption-text">Baía dos Porcos em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98388" aria-describedby="caption-attachment-98388" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98388" title="Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98388" class="wp-caption-text">Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98184" aria-describedby="caption-attachment-98184" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98184" title="Praia do Cachorro em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha.jpg" alt="Praia do Cachorro em Fernando de Noronha" width="1500" height="996" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha.jpg 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-1536x1020.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-2048x1360.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98184" class="wp-caption-text">Praia do Cachorro em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98174" aria-describedby="caption-attachment-98174" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98174" title="Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg" alt="Surf na praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98174" class="wp-caption-text">Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>3. Praia do Patacho em Alagoas</h3>
<p>Praia quase intocada com piscinas naturais e coqueirais.</p>
<ul>
<li><strong>Quando ir:</strong> abril a novembro (mar mais calmo).</li>
<li><strong>O que fazer:</strong> relaxar nas piscinas naturais, passeios de jangada e trilhas curtas.</li>
<li><strong>Como chegar:</strong> voos para Maceió + transfer para Porto de Pedras/Maragogi.</li>
</ul>
<figure id="attachment_103071" aria-describedby="caption-attachment-103071" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103071" title="Praia do Patacho em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas.png" alt="Praia do Patacho em Alagoas" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103071" class="wp-caption-text">Praia do Patacho em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103072" aria-describedby="caption-attachment-103072" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103072" title="Praia do Patacho em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1.png" alt="Praia do Patacho em Alagoas" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103072" class="wp-caption-text">Praia do Patacho em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103074" aria-describedby="caption-attachment-103074" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103074" title="Praia do Patacho em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2.png" alt="Praia do Patacho em Alagoas" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Patacho-em-Alagoas-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103074" class="wp-caption-text">Praia do Patacho em Alagoas</figcaption></figure>
<h3>4. Cânion do Xingó (Sergipe e Alagoas)</h3>
<p>Desfiladeiro impressionante no Rio São Francisco com águas esverdeadas.</p>
<ul>
<li><strong>Quando ir:</strong> o ano todo.</li>
<li><strong>O que fazer:</strong> passeios de catamarã pelo cânion, banho em praias fluviais e visitas a cidades históricas próximas.</li>
<li><strong>Como chegar:</strong> voos para Aracaju ou Maceió + transfer para Canindé de São Francisco.</li>
</ul>
<figure id="attachment_103078" aria-describedby="caption-attachment-103078" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103078" title="Canion do Xingó em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.png" alt="Canion do Xingó em Sergipe" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-2048x1365.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103078" class="wp-caption-text">Canion do Xingó em Sergipe</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103079" aria-describedby="caption-attachment-103079" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103079" title="Cânion do Xingó em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1.png" alt="Cânion do Xingó em Sergipe" width="1500" height="999" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1.png 1700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-768x511.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103079" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó em Sergipe</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103080" aria-describedby="caption-attachment-103080" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103080" title="Cânion do Xingó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo.png" alt="Cânion do Xingó" width="1500" height="898" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-300x180.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1024x613.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-768x460.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-92x55.png 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-1536x920.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canion-do-Xingo-800x479.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103080" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103081" aria-describedby="caption-attachment-103081" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103081" title="Mapa Cânion do Xingó SE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE.png" alt="Mapa Cânion do Xingó SE" width="1500" height="1658" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-271x300.png 271w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-926x1024.png 926w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-768x849.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-50x55.png 50w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-1389x1536.png 1389w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Mapa-Canion-do-Xingo-SE-800x884.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103081" class="wp-caption-text">Mapa Cânion do Xingó SE</figcaption></figure>
<h3>5. Jericoacoara no Ceará</h3>
<p>Vila entre dunas e lagoas, conhecida pelo vento e esportes náuticos.</p>
<ul>
<li><strong>Quando ir:</strong> julho a dezembro (vento constante).</li>
<li><strong>O que fazer:</strong> kitesurf, caminhada até a Pedra Furada e pôr do sol na Duna do Pôr do Sol.</li>
<li><strong>Como chegar:</strong> voos para Fortaleza + transfer 4&#215;4 até Jijoca/Jericoacoara.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99911" aria-describedby="caption-attachment-99911" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99911" title="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" alt="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99911" class="wp-caption-text">Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98557" aria-describedby="caption-attachment-98557" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98557" title="Jericoacoara - Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png" alt="Jericoacoara - Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf" width="1500" height="1278" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png 1960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-300x256.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-1024x872.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-768x654.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-65x55.png 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-1536x1309.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-800x682.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98557" class="wp-caption-text">Jericoacoara &#8211; Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103083" aria-describedby="caption-attachment-103083" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103083" title="Pedra Furada em Jericoacoara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara.png" alt="Pedra Furada em Jericoacoara" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara.png 2000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-1024x577.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-1536x865.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103083" class="wp-caption-text">Pedra Furada em Jericoacoara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_103082" aria-describedby="caption-attachment-103082" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-103082" title="Jericoacoara no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara.png" alt="Jericoacoara no Ceará" width="1500" height="1001" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara.png 1988w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Jericoacoara-no-Ceara-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-103082" class="wp-caption-text">Jericoacoara no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_22337" aria-describedby="caption-attachment-22337" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22337" title="Jericoacoara no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara.jpg" alt="Jericoacoara no Ceará" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara.jpg 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jericoacoara-no-Ceara-620x350.jpg 620w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22337" class="wp-caption-text">Jericoacoara no Ceará</figcaption></figure>
<p>Planeje a visita conforme a melhor época para aproveitar lagoas, mergulhos e esportes.</p>
<p>Reserve passeios com guias locais e respeite áreas protegidas para manter esses lugares exóticos preservados.</p>
</header>
</article>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/5-lugares-exoticos-no-nordeste-para-sua-proxima-viagem/">5 lugares exóticos no Nordeste para sua próxima viagem</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Turismo no Nordeste — destinos imperdíveis para viajar em 2026</title>
		<link>https://bahia.ws/turismo-no-nordeste-destinos-imperdiveis-para-viajar-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico do Nordeste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=102841</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Turismo no Nordeste é um dos mais desejados do Brasil, e não é à toa: a região reúne praias paradisíacas, natureza exuberante, cidades históricas e uma cultura riquíssima. Se você está planejando uma viagem em 2026, confira estes destinos que não podem ficar de fora do seu roteiro. 1. Porto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Turismo no Nordeste é um dos mais desejados do Brasil, e não é à toa: a região reúne praias paradisíacas, natureza exuberante, cidades históricas e uma cultura riquíssima.</p>
<p>Se você está planejando uma viagem em 2026, confira estes destinos que não podem ficar de fora do seu roteiro.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/turismo-no-nordeste-destinos-imperdiveis-para-viajar-em-2026/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" width="400" /></a></p>
<h2>1. Porto de Galinhas (PE) — piscinas naturais e praias paradisíacas</h2>
<p>Localizado em Ipojuca, a cerca de 60 km de Recife, <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-porto-de-galinhas-pe/" target="_blank" rel="noopener">Porto de Galinhas</a></strong> é um dos destinos mais famosos do turismo no Nordeste e aparece com frequência entre as praias mais bonitas do Brasil.</p>
<p>As grandes atrações são as piscinas naturais de águas cristalinas e mornas, cheias de peixes coloridos, que se formam na maré baixa. O passeio de jangada até os recifes é imperdível e rende fotos de cartão-postal.</p>
<p>A praia principal oferece ótima infraestrutura, com barracas que servem petiscos regionais e bebidas geladas. Para os amantes do mar, Porto de Galinhas é ideal para mergulho, snorkel, stand up paddle e surf.</p>
<p>Se você quer começar 2026 com o pé na areia, Porto de Galinhas é uma escolha certeira para casais, famílias e grupos de amigo</p>
<figure id="attachment_102843" aria-describedby="caption-attachment-102843" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102843" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102843" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102844" aria-describedby="caption-attachment-102844" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102844" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102844" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102846" aria-describedby="caption-attachment-102846" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102846" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102846" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102851" aria-describedby="caption-attachment-102851" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102851" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102851" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102852" aria-describedby="caption-attachment-102852" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102852" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-4-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102852" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<h2>2. Maceió (AL) — praias verdes e gastronomia praiana</h2>
<p>Maceió, capital de Alagoas, é um dos cenários mais encantadores do litoral brasileiro e destaque absoluto no turismo no Nordeste.</p>
<p>Com mar verde-esmeralda, coqueirais e clima quente o ano inteiro, a cidade conquista tanto brasileiros quanto estrangeiros.</p>
<p>Entre as praias mais famosas estão a Praia do Francês, a Praia do Carro Quebrado e a Praia de Pajuçara, todas com águas calmas e quentes, ideais para banho e esportes aquáticos. As piscinas naturais de Pajuçara, acessadas por jangadas, são perfeitas para quem quer ver de perto a vida marinha.</p>
<p>A capital alagoana também se destaca pela excelente infraestrutura turística: hotéis, resorts, pousadas charmosas e restaurantes especializados em frutos do mar, como peixes, camarões e lagostas.</p>
<p>Para quem busca um destino completo, com praias lindas, boa gastronomia e clima relaxante, <strong><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/" target="_blank" rel="noopener">Maceió</a></strong> é parada obrigatória no Nordeste.</p>
<figure id="attachment_97428" aria-describedby="caption-attachment-97428" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97428" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97428" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102855" aria-describedby="caption-attachment-102855" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102855" title="Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antônio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL.png" alt="Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antônio" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102855" class="wp-caption-text">Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antônio</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102856" aria-describedby="caption-attachment-102856" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102856" title="Praia de Carro Quebrado – AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1.png" alt="Praia de Carro Quebrado – AL" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102856" class="wp-caption-text">Praia de Carro Quebrado – AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102857" aria-describedby="caption-attachment-102857" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102857" title="Praia de Carro Quebrado – AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2.png" alt="Praia de Carro Quebrado – AL" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Carro-Quebrado-–-AL-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102857" class="wp-caption-text">Praia de Carro Quebrado – AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102861" aria-describedby="caption-attachment-102861" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102861" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1.png" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102861" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102862" aria-describedby="caption-attachment-102862" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102862" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.png" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102862" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102863" aria-describedby="caption-attachment-102863" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102863" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2.png" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102863" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<h2>3. Jericoacoara (CE) — dunas, lagoas e pôr do sol inesquecível</h2>
<p><strong><a href="https://bahia.ws/jericoacoara-ceara-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener">Jericoacoara</a></strong>, ou simplesmente Jeri, é um dos destinos mais cobiçados do Nordeste. Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a cerca de 300 km de Fortaleza, fica dentro de um parque nacional e conserva o clima rústico de antiga vila de pescadores: ruas de areia, pousadas charmosas e um astral único.</p>
<p>As paisagens são de cartão-postal: dunas enormes, mar azul, pôr do sol inesquecível visto da Duna do Pôr do Sol e lagoas de água cristalina, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, perfeitas para relaxar em redes dentro d’água.</p>
<p>Para quem gosta de aventura, não faltam programas: passeios de buggy pelas dunas, visita à famosa Pedra Furada, caminhadas pela orla e esportes como kitesurf e windsurf, favorecidos pelos ventos fortes da região. À noite, o charme continua em bares e restaurantes que servem frutos do mar frescos e pratos típicos nordestinos.</p>
<p>Se você está montando a lista de destinos paradisíacos para 2026, Jericoacoara merece um lugar especial no seu roteiro pelo Ceará.</p>
<figure id="attachment_46282" aria-describedby="caption-attachment-46282" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46282" title="Praia da Malhada em Jericoacoara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-scaled.jpg" alt="Praia da Malhada em Jericoacoara" width="1500" height="762" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-300x152.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-1024x520.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-768x390.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-108x55.jpg 108w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-1536x781.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-2048x1041.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Praia-da-Malhada-em-Jericoacoara-800x407.jpg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46282" class="wp-caption-text">Praia da Malhada em Jericoacoara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98557" aria-describedby="caption-attachment-98557" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98557" title="Jericoacoara - Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png" alt="Jericoacoara - Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf" width="1500" height="1278" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44.png 1960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-300x256.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-1024x872.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-768x654.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-65x55.png 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-1536x1309.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/12/Untitled-design-44-800x682.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98557" class="wp-caption-text">Jericoacoara &#8211; Um Paraíso para Kitesurf e Windsurf</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99911" aria-describedby="caption-attachment-99911" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99911" title="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" alt="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99911" class="wp-caption-text">Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_45909" aria-describedby="caption-attachment-45909" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45909" title="Pedra Furada em Jericoacoara no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara.jpg" alt="Pedra Furada em Jericoacoara no Ceará" width="1200" height="674" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-1536x863.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Pedra-Furada-em-Jericoacoara-no-Ceara-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45909" class="wp-caption-text">Pedra Furada em Jericoacoara no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_45905" aria-describedby="caption-attachment-45905" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45905" title="mapa de Jericoacoara no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri.jpg" alt="mapa de Jericoacoara no Ceará" width="1500" height="938" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri.jpg 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-1024x640.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-768x480.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-88x55.jpg 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-1536x960.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-jeri-800x500.jpg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45905" class="wp-caption-text">mapa de Jericoacoara no Ceará</figcaption></figure>
<h2>4. Salvador (BA) — história, cultura afro e praias urbanas</h2>
<p>Salvador é uma das cidades mais vibrantes do Brasil e um clássico do turismo no Nordeste. A capital baiana une história, cultura, música, gastronomia e praias lindas em um só lugar.</p>
<p>O <strong><a href="https://bahia.ws/pelourinho-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Pelourinho</a></strong>, com suas ruas de paralelepípedo e casarões coloniais coloridos, é um mergulho na história e na cultura afro-brasileira, além de palco de manifestações culturais e apresentações de capoeira.</p>
<p>O Elevador Lacerda oferece uma vista incrível da Baía de Todos-os-Santos e liga a cidade alta ao Mercado Modelo, ótimo para comprar artesanato e provar pratos típicos. Experimentar um autêntico acarajé é obrigatório.</p>
<p>Nas praias, destaque para Porto da Barra, com águas calmas, e para trechos mais tranquilos como Stella Maris e Flamengo. Para um passeio especial, as Ilhas de Itaparica e dos Frades oferecem mar azul-turquesa e muito sossego.</p>
<figure id="attachment_99979" aria-describedby="caption-attachment-99979" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99979" title="Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" alt="Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia" width="1500" height="1125" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99979" class="wp-caption-text">Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99909" aria-describedby="caption-attachment-99909" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99909" title="Pelourinho em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png" alt="Pelourinho em Salvador" width="1500" height="922" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png 1800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-300x184.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-1024x629.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-768x472.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-90x55.png 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-1536x944.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-800x492.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99909" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99808" aria-describedby="caption-attachment-99808" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99808" title="Carnaval de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png" alt="Carnaval de Salvador" width="1500" height="1125" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png 1860w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99808" class="wp-caption-text">Carnaval de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99805" aria-describedby="caption-attachment-99805" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99805" title="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png" alt="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99805" class="wp-caption-text">Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97972" aria-describedby="caption-attachment-97972" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97972" title="Farol da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" alt="Farol da Barra em Salvador" width="1500" height="908" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png 1988w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-300x182.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x620.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-768x465.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-91x55.png 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-1536x929.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-800x484.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97972" class="wp-caption-text">Farol da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<h2>5. Fernando de Noronha (PE) — santuário ecológico e mergulho de classe mundial</h2>
<p><strong><a href="https://bahia.ws/historia-geografia-arquipelago-de-fernando-de-noronha/" target="_blank" rel="noopener">Fernando de Noronha</a></strong> é um dos destinos mais icônicos do <strong>turismo no Nordeste</strong>. O arquipélago de 21 ilhas é um santuário ecológico com acesso controlado, o que mantém as praias preservadas e a natureza intacta.</p>
<p>A Praia do Sancho, frequentemente eleita uma das mais bonitas do mundo, encanta com suas águas azul-turquesa, falésias e vida marinha abundante. A Baía dos Porcos, com piscinas naturais e vista para o Morro Dois Irmãos, é outro cenário inesquecível.</p>
<p>Noronha é um dos melhores destinos para mergulho no Brasil: tartarugas, golfinhos, arraias e tubarões-lixa fazem parte do espetáculo subaquático.</p>
<p>Além das trilhas e das praias, a ilha oferece excelentes restaurantes focados em frutos do mar. Para quem busca um destino exclusivo e sustentável, Fernando de Noronha é uma escolha perfeita.</p>
<figure id="attachment_98389" aria-describedby="caption-attachment-98389" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98389" title="Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha" width="1500" height="968" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-1024x660.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-768x495.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-1536x991.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-2048x1321.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-da-Quixabinha-em-Fernando-de-Noronha-800x516.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98389" class="wp-caption-text">Praia da Quixabinha em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98388" aria-describedby="caption-attachment-98388" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98388" title="Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baia-e-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98388" class="wp-caption-text">Baía e Porto de Santo Antônio em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98187" aria-describedby="caption-attachment-98187" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98187" title="Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png 2000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1024x577.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1536x865.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98187" class="wp-caption-text">Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98174" aria-describedby="caption-attachment-98174" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98174" title="Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg" alt="Surf na praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98174" class="wp-caption-text">Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<figure id="attachment_61410" aria-describedby="caption-attachment-61410" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-61410" title="Vila dos Remédios em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha.jpg" alt="Vila dos Remédios em Fernando de Noronha" width="1500" height="996" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha.jpg 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-1536x1020.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-2048x1360.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Vila-dos-Remedios-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-61410" class="wp-caption-text">Vila dos Remédios em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h2>6. Natal (RN) — dunas, buggy e praias cinematográficas</h2>
<p><strong><a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-natal-rn/" target="_blank" rel="noopener">Natal</a></strong> é conhecida por praias lindas, dunas cinematográficas e clima de verão o ano todo, sendo destaque no turismo no Nordeste. A capital potiguar agrada tanto quem busca descanso quanto aventura.</p>
<p>A Praia de Ponta Negra, com o Morro do Careca ao fundo, é o principal cartão-postal. A orla reúne bares, restaurantes e opções para esportes aquáticos, além de pratos típicos como carne de sol com macaxeira e ginga com tapioca.</p>
<p>O passeio de buggy pelas dunas de Genipabu é clássico — há roteiros “com emoção” ou “sem emoção” — e o local também oferece passeios de dromedário.</p>
<p>Outro destaque é Maracajaú, o “Caribe brasileiro”, com águas cristalinas e parrachos ideais para mergulho.</p>
<figure id="attachment_102867" aria-describedby="caption-attachment-102867" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102867" title="Morro do Careca em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-scaled.png" alt="Morro do Careca em Natal RN" width="1500" height="933" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-300x187.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-1024x637.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-768x478.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-1536x955.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-2048x1274.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Morro-do-Careca-em-Natal-RN-800x498.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102867" class="wp-caption-text">Morro do Careca em Natal RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_46562" aria-describedby="caption-attachment-46562" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46562" title="Praia dos Artistas em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN.jpg" alt="Praia dos Artistas em Natal RN" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN.jpg 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-dos-Artistas-em-Natal-RN-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46562" class="wp-caption-text">Praia dos Artistas em Natal RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102869" aria-describedby="caption-attachment-102869" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102869" title="Praia do Forte em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN.png" alt="Praia do Forte em Natal RN" width="1200" height="801" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Forte-em-Natal-RN-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102869" class="wp-caption-text">Praia do Forte em Natal RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102868" aria-describedby="caption-attachment-102868" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102868" title="Forte dos Reis Magos em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.png" alt="Forte dos Reis Magos em Natal RN" width="1500" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.png 1800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102868" class="wp-caption-text">Forte dos Reis Magos em Natal RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102870" aria-describedby="caption-attachment-102870" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102870" title="Natal no RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN.png" alt="Natal no RN" width="1500" height="1173" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN.png 1818w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-300x235.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-1024x801.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-768x601.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-70x55.png 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-1536x1201.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Natal-no-RN-800x626.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102870" class="wp-caption-text">Natal no RN</figcaption></figure>
<h2>7. Canoa Quebrada (CE) — falésias vermelhas, esportes e vida noturna</h2>
<p><strong><a href="https://bahia.ws/canoa-quebrada-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Canoa Quebrada</a></strong>, a cerca de 160 km de Fortaleza, é uma das vilas mais charmosas do turismo no Nordeste. As falésias avermelhadas em contraste com o mar azul criam um cenário inesquecível.</p>
<p>A praia principal é ideal para relaxar, tomar banho de mar e aproveitar as barracas à beira-mar, que servem frutos do mar frescos e petiscos regionais.</p>
<p>Para os aventureiros, Canoa Quebrada oferece kitesurf, parapente e sandboard nas dunas. À noite, a famosa “Broadway” reúne bares, lojinhas e restaurantes com clima descontraído.</p>
<figure id="attachment_71903" aria-describedby="caption-attachment-71903" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-71903" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-scaled.jpg" alt="Canoa Quebrada em Aracati" width="2560" height="1439" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-1536x863.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-2048x1151.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/08/Canoa-Quebrada-em-Aracati-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71903" class="wp-caption-text">Canoa Quebrada em Aracati</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102872" aria-describedby="caption-attachment-102872" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102872" title="Canoa Quebrada no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara.png" alt="Canoa Quebrada no Ceará" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102872" class="wp-caption-text">Canoa Quebrada no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102873" aria-describedby="caption-attachment-102873" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102873" title="Canoa Quebrada no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1.png" alt="Canoa Quebrada no Ceará" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102873" class="wp-caption-text">Canoa Quebrada no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102875" aria-describedby="caption-attachment-102875" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102875" title="Canoa Quebrada no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2.png" alt="Canoa Quebrada no Ceará" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Canoa-Quebrada-no-Ceara-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102875" class="wp-caption-text">Canoa Quebrada no Ceará</figcaption></figure>
<h2>8. João Pessoa (PB) — orlas tranquilas e piscinas naturais</h2>
<p><strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-joao-pessoa-paraiba/" target="_blank" rel="noopener">João Pessoa</a></strong> é uma das capitais mais agradáveis para quem busca turismo no Nordeste com bom custo‑benefício. Menos lotada que outras capitais, a cidade é organizada, verde e muito acolhedora.</p>
<p>A Praia de Tambaú é destaque, com mar azul, águas mornas e uma feirinha de artesanato. Em frente à orla, o recife de Picãozinho forma piscinas naturais ideais para snorkel.</p>
<p>Na Praia do Cabo Branco fica o Farol do Cabo Branco, no ponto mais oriental das Américas, onde o sol nasce primeiro no Brasil — um espetáculo imperdível.</p>
<p>Com praias bonitas, clima tranquilo e boa gastronomia, João Pessoa é ótima para quem quer relaxar sem abrir mão de bons passeios.</p>
<figure id="attachment_102877" aria-describedby="caption-attachment-102877" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102877" title="Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba.png" alt="Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102877" class="wp-caption-text">Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102878" aria-describedby="caption-attachment-102878" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102878" title="Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1.png" alt="Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102878" class="wp-caption-text">Centro Histórico de João Pessoa na Paraíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102879" aria-describedby="caption-attachment-102879" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-102879" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo.png" alt="Ilha da Areia Vermelha no município de Cabedelo" width="2560" height="1440" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Ilha-da-Areia-Vermelha-no-municipio-de-Cabedelo-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102879" class="wp-caption-text">Ilha da Areia Vermelha no município de Cabedelo (perto de João Pessoa)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102880" aria-describedby="caption-attachment-102880" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102880" title="piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa.png" alt="piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102880" class="wp-caption-text">piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102881" aria-describedby="caption-attachment-102881" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102881" title="piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1.png" alt="piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-de-picaozinho-em-Joao-Pessoa-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102881" class="wp-caption-text">piscinas naturais de picãozinho em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102883" aria-describedby="caption-attachment-102883" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102883" title="piscinas naturais do Seixas em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa.png" alt="piscinas naturais do Seixas em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102883" class="wp-caption-text">piscinas naturais do Seixas em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102884" aria-describedby="caption-attachment-102884" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102884" title="piscinas naturais do Seixas em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1.png" alt="piscinas naturais do Seixas em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/piscinas-naturais-do-Seixas-em-Joao-Pessoa-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102884" class="wp-caption-text">piscinas naturais do Seixas em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102885" aria-describedby="caption-attachment-102885" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102885" title="Praia do Cabo Branco em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco.png" alt="Praia do Cabo Branco em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-do-Cabo-Branco-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102885" class="wp-caption-text">Praia do Cabo Branco em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102886" aria-describedby="caption-attachment-102886" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102886" title="Praia de Tambaú em João Pessoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau.png" alt="Praia de Tambaú em João Pessoa" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Praia-de-Tambau-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102886" class="wp-caption-text">Praia de Tambaú em João Pessoa</figcaption></figure>
<h2>9. Lençóis Maranhenses (MA) — dunas brancas e lagoas cristalinas</h2>
<p>Os <strong><a href="https://bahia.ws/lencois-maranhenses-maranhao/" target="_blank" rel="noopener">Lençóis Maranhenses</a></strong> são um dos cenários mais impressionantes do turismo no Nordeste. Dunas de areia branca e lagoas de águas cristalinas formam um visual único no mundo.</p>
<p>O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem mais de 1.500 km² e é ideal para quem busca contato direto com a natureza. A melhor época para visitar é entre junho e setembro, quando as lagoas estão cheias.</p>
<p>Lagoas como a Azul e a Bonita são verdadeiros oásis no meio das dunas, perfeitas para banho e contemplação. Barreirinhas é a principal porta de entrada para o parque, de onde saem passeios de 4&#215;4, lancha e voos panorâmicos.</p>
<p>A culinária maranhense também é um atrativo, com pratos como arroz de cuxá, peixes grelhados e tiquira, a aguardente típica feita de mandioca.</p>
<figure id="attachment_100465" aria-describedby="caption-attachment-100465" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100465" title="Caburé nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1.png" alt="Caburé nos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="1003" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-1024x685.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-768x514.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-1536x1027.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-800x535.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Cabure-nos-Lencois-Maranhenses-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100465" class="wp-caption-text">Caburé nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_71232" aria-describedby="caption-attachment-71232" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-71232" title="Atins nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg" alt="Atins nos Lençóis Maranhenses" width="1500" height="844" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses.jpeg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-1024x576.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-1536x864.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-2048x1152.jpeg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-nos-Lencois-Maranhenses-800x450.jpeg 800w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71232" class="wp-caption-text">Atins nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100467" aria-describedby="caption-attachment-100467" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100467" title="Mapa dos Lençois Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.png" alt="Mapa dos Lençois Maranhenses" width="1500" height="996" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-300x199.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-1024x680.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-768x510.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-1536x1020.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-2048x1359.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-800x531.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100467" class="wp-caption-text">Mapa dos Lençois Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_46798" aria-describedby="caption-attachment-46798" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46798 size-full" title="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.webp" alt="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" width="1280" height="720" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.webp 1280w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46798" class="wp-caption-text">Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O turismo no Nordeste reúne opções para todos os gostos — praias paradisíacas, cidades históricas, natureza única e uma cultura vibrante. Seja para aventura, descanso ou imersão cultural, os destinos apresentados garantem experiências inesquecíveis em 2026.</p>
<p>Planeje com antecedência, respeite o meio ambiente e aproveite o melhor que a região tem a oferecer.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/turismo-no-nordeste-destinos-imperdiveis-para-viajar-em-2026/">Turismo no Nordeste — destinos imperdíveis para viajar em 2026</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>História da Catedral Basílica de Salvador</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-da-catedral-basilica-de-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 17:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Depois da expulsão dos jesuítas, a igreja do antigo Colégio da Companhia de Jesus tornou-se a Catedral Basílica de Salvador, substituindo a antiga Sé, ameaçada de desabamento. (1) Os jesuítas foram expulsos pela Carta Régia de 28 de agosto de 1759. Em 1765, por Provisão Régia de 26 de outubro, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-basilica-de-salvador/">História da Catedral Basílica de Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<section>Depois da expulsão dos jesuítas, a igreja do antigo Colégio da Companhia de Jesus tornou-se a Catedral Basílica de Salvador, substituindo a antiga Sé, ameaçada de desabamento.</section>
<section></section>
<section></section>
<section><strong>(1)</strong> Os jesuítas foram expulsos pela Carta Régia de 28 de agosto de 1759. Em 1765, por Provisão Régia de 26 de outubro, o templo foi cedido ao arcebispado, cujo titular era o frei D. Manuel de Santa Inês.</section>
<section><strong>(2)</strong> A antiga Sé foi destruída em 1933 para abrir passagem aos trilhos de bonde; foi também demolido um quarteirão de edificações para permitir o alargamento urbano. O espaço aberto passou a ser chamado Praça da Sé.</section>
<section>
<aside>
<figure id="attachment_101736" aria-describedby="caption-attachment-101736" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101736" title="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png" alt="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" width="1200" height="809" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-300x202.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-1024x690.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-768x517.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-1536x1035.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-800x539.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101736" class="wp-caption-text">Catedral Basílica de Salvador, Bahia</figcaption></figure>
</aside>
<aside class="info">
<h3>Vídeo &#8211; História e Arquitetura Colonial da Catedral Basílica de Salvador</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-basilica-de-salvador/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4.jpg" width="400" /></a></p>
<p><strong>Veja também todas as <a href="https://bahia.ws/igrejas-em-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">igrejas em Salvador da Bahia</a></strong></p>
<h2>Fundação e Primeiros Anos</h2>
<p>Os primeiros jesuítas que vieram com o governador-geral Tomé de Souza, em 1549, instalaram-se numa capela de Nossa Senhora da Ajuda, dentro dos muros da cidade.</p>
<p>Posteriormente receberam a doação de um terreno fora dos muros, onde construíram o Terreiro de Jesus e atraíram indígenas para ensino de ofícios, leitura, escrita e catequese, sob coordenação do irmão Vicente Rodrigues.</p>
<p>Em 1550 surgiu o Colégio dos Meninos, elevado a Colégio Canônico em 1556.</p>
<h2>Crescimento Urbano e Fundação do Colégio</h2>
<p>O padre Manuel da Nóbrega destacou a importância do terreiro para a expansão de Salvador. O Colégio dos Jesuítas foi fundado formalmente em 1564, recebendo esmolas reais que permitiram manter cerca de 60 religiosos.</p>
<h2>Construção da Igreja Atual</h2>
<p>A atual igreja é a quarta construção no local. Erguida conforme as normas do Concílio de Trento, teve a pedra fundamental lançada em 1657 e sua estrutura concluída em 1672.</p>
<p>O frontispício foi quase terminado em 1679; as duas torres foram erguidas em 1694.</p>
<p>A fachada reúne elementos de transição entre o renascimento e o barroco e, em 1746, ostentava imagens de Santo Inácio de Loyola, São Francisco Xavier e São Francisco de Borja.</p>
<h2>Materiais e Ornamentação</h2>
<p>O revestimento interno e externo é em pedra lioz (então chamada “mármore da Itália”), trazida de Portugal como lastro de navios e encomendada em Lisboa pelo padre Antônio Vaz.</p>
<p>O irmão Francisco Dias aparece citado como arquiteto por intervenção do visitador Cristóvão de Gouveia.</p>
<h2>Arquitetura Colonial e Planta Interna</h2>
<h3>Nave e Disposição Interna</h3>
<p>Conforme as normas tridentinas, a igreja tem nave única, capela-mor profunda, duas capelas colaterais, duas capelas no transepto e capelas laterais.</p>
<p>Os altares variam em estilo conforme patrocinadores e épocas; destacam-se, por unidade, os altares de Santa Úrsula, São Francisco Xavier e Santo Inácio de Loyola.</p>
<h3>Altar-mor e Camarim</h3>
<p>O altar-mor foi executado entre 1665 e 1670 pelo irmão João Correia, com talha dourada sustentada por colunas dóricas de transição renascentista-barroca.</p>
<p>O camarim superior, aberto em 1670, traz painéis atribuídos ao irmão Domingos Rodrigues. O</p>
<p>conjunto de pinturas da capela-mor, em estilo próximo ao maneirismo, contém 18 quadros sobre a vida de Jesus, também atribuídos a Domingos Rodrigues.</p>
<h3>Patrocínios e Enterramentos</h3>
<p>A construção contou com a participação de mecenas locais. O capitão Francisco Gil de Araújo patrocinou a capela-mor e obteve direito de sepultura na igreja; sua família custeou várias obras.</p>
<h3>Artistas e Ofícios</h3>
<p>Entre autores citados por fontes históricas destacam-se os entalhadores João Correia, Luís Manuel Trigueiros e Domingos Trigueiros; os pintores Domingos Rodrigues e Eusébio de Mattos também aparecem nas fontes, embora muitas obras sejam anônimas.</p>
<h2>Capelas, Relicários e Objetos</h2>
<p>A capela do Santíssimo Sacramento recebeu peças provenientes da antiga Sé após a expulsão dos jesuítas, incluindo sacrários e talhas em prata (século XVII).</p>
<p>No transepto, encontram-se dois altares barrocos relevantes: São Francisco Xavier (lado da Epístola) e Santo Inácio de Loyola (lado do Evangelho), montados em 1754 por autores anônimos. São Francisco Xavier foi proclamado padroeiro da cidade em 1686.</p>
<p>O acervo inclui imagens de influência espanhola, como o busto relicário de São Francisco Xavier e a imagem de Nossa Senhora das Maravilhas.</p>
<p>Imagens seiscentistas com interior em madeira e revestimento externo em lâmina de prata compõem parte do patrimônio e estão em exposição no Museu de Arte Sacra.</p>
<p>O último altar do lado direito é dedicado às Onze Mil Virgens, renovado no século XVIII e contendo bustos e a figura de Santa Úrsula.</p>
<p>Dois altares do lado esquerdo abrigavam relicários de mártires (datados de 1581) adaptados entre 1657 e 1672; essas peças foram restauradas e permanecem no Museu da Arte Sacra por limitações estruturais.</p>
<figure id="attachment_101747" aria-describedby="caption-attachment-101747" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101747" title="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" alt="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101747" class="wp-caption-text">Teto da Nave &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101749" aria-describedby="caption-attachment-101749" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101749" title="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101749" class="wp-caption-text">Altares Laterias &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101751" aria-describedby="caption-attachment-101751" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101751" title="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101751" class="wp-caption-text">Altares Laterias &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101759" aria-describedby="caption-attachment-101759" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101759" title="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="788" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x197.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x672.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x504.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1008.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x525.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101759" class="wp-caption-text">Capela do transepto &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101775" aria-describedby="caption-attachment-101775" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101775" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="807" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x202.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x689.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1033.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x538.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101775" class="wp-caption-text">Bustos relicários &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<h2>Forro, iconografia e painéis</h2>
<p>O teto foi iniciado em 1696 e concluído em 1700, com o sol central ostentando a sigla IHS (Iesus Hominum Salvator). Nos cantos figuram o Leão, o Touro, a Águia e o Homem — símbolos dos quatro evangelistas.</p>
<p>A armação do forro é atribuída ao irmão Luís Manuel. Restaurações de 1998 revelaram que a cor original do forro era creme, recuperando elementos da iconografia jesuítica.</p>
<figure id="attachment_101796" aria-describedby="caption-attachment-101796" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101796" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="695" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png 1900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-300x174.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1024x593.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-768x445.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-95x55.png 95w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1536x889.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-800x463.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101796" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101797" aria-describedby="caption-attachment-101797" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101797" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101797" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101788" aria-describedby="caption-attachment-101788" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101788" title="A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" alt="A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="776" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1024x662.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-768x496.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1536x993.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-800x517.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101788" class="wp-caption-text">A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<h2>Batistério</h2>
<p>Próximo à entrada, do lado esquerdo, o batistério tem pia trabalhada em um único bloco de lioz, historicamente usada para batismos por imersão.</p>
<h2>Sacristia</h2>
<p>A sacristia é grandiosa e sóbria, com três altares em mármores multicoloridos de origem italiana e imagens barrocas do século XVIII, destacando-se Nossa Senhora da Fé e um Cristo Crucificado barroco possivelmente originário do altar-mor do século XVIII.</p>
<p>Há um lavabo em pedras semelhantes marcado com o emblema jesuítico IHS.</p>
<figure id="attachment_101782" aria-describedby="caption-attachment-101782" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101782" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101782" class="wp-caption-text">Sacristia &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101783" aria-describedby="caption-attachment-101783" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101783" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" alt="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101783" class="wp-caption-text">Sacristia &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<h3>Mobiliário e Arcaz</h3>
<p>Um grande arcaz de jacarandá, ornamentado com casco de tartaruga e marfim, ocupa toda a parede entre sacristia e igreja.</p>
<p>Datado de 1701, com espaldar alto e catorze lâminas de cobre pintadas, foi confeccionado nas oficinas da Companhia em 1683, sob coordenação do irmão Luís Manuel de Matosinhos.</p>
<p>As lâminas são atribuídas a Gerardo Della Notte e retratam passagens da vida da Virgem Maria.</p>
<figure id="attachment_101785" aria-describedby="caption-attachment-101785" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101785" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" alt="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101785" class="wp-caption-text">Sacristia &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101781" aria-describedby="caption-attachment-101781" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101781" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101781" class="wp-caption-text">Sacristia &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<h3>Teto e Pinturas</h3>
<p>O teto da sacristia é composto por caixotões com 21 figuras pintadas a têmpera (1673–1683).</p>
<p>Ao centro figura Santo Inácio de Loyola, acompanhando mártires do Brasil, do Japão e primeiros apóstolos jesuítas, identificados por inscrições.</p>
<p>As molduras têm caráter renascentista e os painéis exibem motivos barrocos.</p>
<h2>Livraria e Museu</h2>
<p>A antiga livraria do colégio, sobre a sacristia, tem escadaria com azulejaria portuguesa do século XVIII e forro em pintura de quadratura barroca representando a Alegoria da Sabedoria sobre o Tempo e a Fortuna, atribuída por Luís de Moura Sobral a Antônio Simões Ribeiro. Atualmente abriga o Museu da Catedral.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A CATEDRAL BASÍLICA DE SALVADOR reúne significativos testemunhos da arquitetura colonial, do trabalho de artesãos jesuítas e de artistas europeus, preservando acervos móveis e imateriais que documentam séculos de devoção e intervenção artística no centro histórico de Salvador.</p>
</aside>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-catedral-basilica-de-salvador/">História da Catedral Basílica de Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Catedral Basílica de Salvador: História, Arte Sacra e Patrimônio</title>
		<link>https://bahia.ws/catedral-basilica-de-salvador-historia-arte-sacra-e-patrimonio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 21:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Catedral Basílica de Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Catedral Basílica de Salvador, localizada no coração do Pelourinho, é uma das mais importantes construções sacras do Brasil colonial. Além de testemunho da história e do catolicismo no país, o templo preserva telas seiscentistas, móveis em jacarandá e objetos sacros em ouro e prata. Histórico e arquitetura Erguida pelos [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/catedral-basilica-de-salvador-historia-arte-sacra-e-patrimonio/">Catedral Basílica de Salvador: História, Arte Sacra e Patrimônio</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Catedral Basílica de Salvador, localizada no coração do Pelourinho, é uma das mais importantes construções sacras do Brasil colonial.</p>
<p>Além de testemunho da história e do catolicismo no país, o templo preserva telas seiscentistas, móveis em jacarandá e objetos sacros em ouro e prata.</p>
<figure id="attachment_101736" aria-describedby="caption-attachment-101736" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101736" title="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png" alt="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" width="1200" height="809" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-300x202.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-1024x690.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-768x517.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-1536x1035.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-800x539.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101736" class="wp-caption-text">Catedral Basílica de Salvador, Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101737" aria-describedby="caption-attachment-101737" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador.png"><img decoding="async" class="wp-image-101737" title="Catedral Basílica de Salvador - “Apesar de ter sido construída durante o período barroco, a arquitetura da Catedral tem um estilo geral maneirista … o interior é de pedra de lioz importada de Portugal expressamente para a construção”. Opinião de uma arquiteta das obras, que se percebe influências indígenas e até orientais, e que além do estilo barroco, há também o rococó, o neoclássico, especificando que cada retábulo tem um estilo diferente." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Catedral Basílica de Salvador - “Apesar de ter sido construída durante o período barroco, a arquitetura da Catedral tem um estilo geral maneirista … o interior é de pedra de lioz importada de Portugal expressamente para a construção”. Opinião de uma arquiteta das obras, que se percebe influências indígenas e até orientais, e que além do estilo barroco, há também o rococó, o neoclássico, especificando que cada retábulo tem um estilo diferente." width="1200" height="774" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x660.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-768x495.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x991.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-800x516.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101737" class="wp-caption-text">Catedral Basílica de Salvador &#8211; “Apesar de ter sido construída durante o período barroco, a arquitetura da Catedral tem um estilo geral maneirista … o interior é de pedra de lioz importada de Portugal expressamente para a construção”. Opinião de uma arquiteta das obras, que se percebe influências indígenas e até orientais, e que além do estilo barroco, há também o rococó, o neoclássico, especificando que cada retábulo tem um estilo diferente.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101738" aria-describedby="caption-attachment-101738" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101738" title="A única nave possui uma capela-mor ladeada de duas pequenas capelas, mais duas capelas no transepto e outras ao longo da nave - Catedral Basílica de Salvador." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="A única nave possui uma capela-mor ladeada de duas pequenas capelas, mais duas capelas no transepto e outras ao longo da nave - Catedral Basílica de Salvador." width="1200" height="806" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x687.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1031.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x537.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101738" class="wp-caption-text">A única nave possui uma capela-mor ladeada de duas pequenas capelas, mais duas capelas no transepto e outras ao longo da nave &#8211; Catedral Basílica de Salvador.</figcaption></figure>
<section id="historico-e-arquitetura">
<h3>Histórico e arquitetura</h3>
<p>Erguida pelos jesuítas entre meados do século XVII (1652–1672), a atual igreja foi o quarto templo da ordem na capital baiana e é o último remanescente do conjunto do Colégio de Jesus. A obra, atribuída ao irmão Francisco Dias, segue normas do Concílio de Trento e apresenta elementos renascentistas e barrocos.</p>
<ul>
<li>Período de construção principal: 1657–1672; frontispício e torres finalizados em 1694.</li>
<li>Fachada em pedras de lioz importadas de Portugal, com nichos de santos jesuítas.</li>
<li>Planta de nave única com capelas laterais, altares variados, talha dourada e revestimentos em mármore lioz.</li>
</ul>
</section>
<section id="transformacoes-e-protecao">
<h3>Transformações e proteção</h3>
<p>Após a expulsão dos jesuítas em 1759, o edifício foi adaptado como hospital militar e abrigou a primeira Escola de Medicina do Brasil (1833). Em 1938 a igreja foi tombada pelo IPHAN, com proteção estendida a seu acervo.</p>
<h3>Vídeo &#8211; História e Arquitetura Colonial da Catedral Basílica de Salvador</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/catedral-basilica-de-salvador-historia-arte-sacra-e-patrimonio/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4.jpg" width="400" /></a></p>
<p><strong>Veja também todas as <a href="https://bahia.ws/igrejas-em-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">igrejas em Salvador da Bahia</a></strong></p>
</section>
<section id="principais-elementos">
<h2>Principais elementos e acervo da Catedral Basílica de Salvador</h2>
<h3 id="altar-mor">1. Altar-mor</h3>
<p>Datado de 1665–1670, executado pelo irmão João Correia e auxiliares, é uma das raras talhas maneiristas do Brasil, ricamente dourada. Em 1670 foi aberto um camarim superior com painéis de Santo Inácio e São Francisco Xavier, pintados por Domingos Rodrigues.</p>
<figure id="attachment_101739" aria-describedby="caption-attachment-101739" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101739" title="Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="785" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x196.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x669.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x502.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1004.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x523.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101739" class="wp-caption-text">Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101740" aria-describedby="caption-attachment-101740" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101740" title="Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" alt="Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="1875" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png 1248w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-192x300.png 192w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-655x1024.png 655w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-768x1200.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-35x55.png 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-983x1536.png 983w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-3-800x1250.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101740" class="wp-caption-text">Altar-mor da Catedral Basílica de Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101741" aria-describedby="caption-attachment-101741" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101741" title="92 cabeças de anjos estão encravadas nas paredes de ouro - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" alt="92 cabeças de anjos estão encravadas nas paredes de ouro - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="756" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1024x645.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-768x484.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-87x55.png 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1536x968.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-4-800x504.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101741" class="wp-caption-text">92 cabeças de anjos estão encravadas nas paredes de ouro &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101743" aria-describedby="caption-attachment-101743" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101743" title="Em 1746 foi instalada uma imagem de Cristo Salvador em um nicho sobre o arco do cruzeiro - Catedral Basílica de Salvador." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" alt="Em 1746 foi instalada uma imagem de Cristo Salvador em um nicho sobre o arco do cruzeiro - Catedral Basílica de Salvador." width="1200" height="803" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1024x685.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-768x514.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1536x1027.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-800x535.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-5-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101743" class="wp-caption-text">Em 1746 foi instalada uma imagem de Cristo Salvador em um nicho sobre o arco do cruzeiro &#8211; Catedral Basílica de Salvador.</figcaption></figure>
<h3 id="teto-da-nave">2. Teto da nave</h3>
<p>Decorado em talha com símbolos jesuíticos; no centro há um grande medalhão radiante com o monograma IHS (Iesus Hominum Salvator).</p>
<figure id="attachment_101745" aria-describedby="caption-attachment-101745" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101745" title="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" alt="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-6-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101745" class="wp-caption-text">Teto da Nave &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101746" aria-describedby="caption-attachment-101746" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101746" title="Medalhão radiante com o monograma IHS (Iesus Hominum Salvator – Jesus Salvador dos Homens), o símbolo da Companhia de Jesus. Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" alt="Medalhão radiante com o monograma IHS (Iesus Hominum Salvator – Jesus Salvador dos Homens), o símbolo da Companhia de Jesus. Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador." width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-7-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101746" class="wp-caption-text">Medalhão radiante com o monograma IHS (Iesus Hominum Salvator – Jesus Salvador dos Homens), o símbolo da Companhia de Jesus. Teto da Nave &#8211; Catedral Basílica de Salvador.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101747" aria-describedby="caption-attachment-101747" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101747" title="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" alt="Teto da Nave - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Catedral-Basilica-de-Salvador-8-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101747" class="wp-caption-text">Teto da Nave &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<h3 id="altares-laterais">3. Altares laterais</h3>
<p>A capela à direita do altar-mor (atual Nossa Senhora das Dores) conserva talhas e estátuas, ainda que o fundo tenha sido alterado.</p>
<p>À esquerda está a capela do Santíssimo, que recebeu alfaias da antiga Sé, incluindo relicário cravejado de diamantes, credências e palmas de prata. As capelas do transepto possuem altares barrocos monumentais (1754) dedicados a São Francisco Xavier e Santo Inácio.</p>
<figure id="attachment_101749" aria-describedby="caption-attachment-101749" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101749" title="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101749" class="wp-caption-text">Altares Laterias &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101750" aria-describedby="caption-attachment-101750" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101750" title="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101750" class="wp-caption-text">Altares Laterias &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101751" aria-describedby="caption-attachment-101751" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101751" title="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Altares Laterias - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altares-Laterias-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101751" class="wp-caption-text">Altares Laterias &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101752" aria-describedby="caption-attachment-101752" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101752" title="Capela do lado direito do altar-mor - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Capela do lado direito do altar-mor - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101752" class="wp-caption-text">Capela do lado direito do altar-mor &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101754" aria-describedby="caption-attachment-101754" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101754" title="Capela do lado direito do altar-mor - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Capela do lado direito do altar-mor - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="1587" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1452w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-227x300.png 227w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-774x1024.png 774w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x1016.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1162x1536.png 1162w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-lado-direito-do-altar-mor-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x1058.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101754" class="wp-caption-text">Capela do lado direito do altar-mor &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101756" aria-describedby="caption-attachment-101756" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101756" title="Altar do Santíssimo Sacramento - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Altar do Santíssimo Sacramento - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="1703" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1353w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-211x300.png 211w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-722x1024.png 722w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x1090.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-1082x1536.png 1082w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Altar-do-Santissimo-Sacramento-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x1135.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101756" class="wp-caption-text">Altar do Santíssimo Sacramento &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101757" aria-describedby="caption-attachment-101757" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101757" title="Duas capelas do transepto - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Duas capelas do transepto - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Duas-capelas-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101757" class="wp-caption-text">Duas capelas do transepto &#8211; Catedral Basílica de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101759" aria-describedby="caption-attachment-101759" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101759" title="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="788" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x197.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x672.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x504.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1008.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x525.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101759" class="wp-caption-text">Capela do transepto</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101760" aria-describedby="caption-attachment-101760" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101760" title="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101760" class="wp-caption-text">Capela do transepto</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101761" aria-describedby="caption-attachment-101761" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101761" title="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Capela do transepto - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capela-do-transepto-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101761" class="wp-caption-text">Capela do transepto</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101762" aria-describedby="caption-attachment-101762" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101762" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101762" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101764" aria-describedby="caption-attachment-101764" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101764" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101764" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101765" aria-describedby="caption-attachment-101765" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101765" title="Santa Úrsula - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Santa Úrsula - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Santa-Ursula-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101765" class="wp-caption-text">Santa Úrsula</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101767" aria-describedby="caption-attachment-101767" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101767" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101767" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101768" aria-describedby="caption-attachment-101768" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101768" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="688" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-300x172.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1024x587.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-768x440.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-96x55.png 96w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1536x880.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-800x458.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101768" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101769" aria-describedby="caption-attachment-101769" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101769" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101769" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101770" aria-describedby="caption-attachment-101770" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101770" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101770" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101771" aria-describedby="caption-attachment-101771" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101771" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101771" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101772" aria-describedby="caption-attachment-101772" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101772" title="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" alt="Obras de arte sacra - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="695" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png 1900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-300x174.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1024x593.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-768x445.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-95x55.png 95w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1536x889.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Obras-de-arte-sacra-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-800x463.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101772" class="wp-caption-text">Obras de arte sacra</figcaption></figure>
<h3 id="bustos-relicarios">4. Bustos relicários</h3>
<p>Dois altares exibem, cada um, quinze nichos com bustos relicários — peças de terracota do século XVII representando mártires, retornadas ao templo após período no Museu de Arte Sacra da Bahia.</p>
<figure id="attachment_101774" aria-describedby="caption-attachment-101774" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101774" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101774" class="wp-caption-text">Bustos relicários</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101775" aria-describedby="caption-attachment-101775" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101775" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="807" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x202.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x689.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1033.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x538.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101775" class="wp-caption-text">Bustos relicários</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101776" aria-describedby="caption-attachment-101776" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101776" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101776" class="wp-caption-text">Bustos relicários</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101777" aria-describedby="caption-attachment-101777" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101777" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="806" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1024x687.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1536x1031.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-800x537.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101777" class="wp-caption-text">Bustos relicários</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101778" aria-describedby="caption-attachment-101778" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101778" title="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" alt="Bustos relicários - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Bustos-relicarios-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101778" class="wp-caption-text">Bustos relicários</figcaption></figure>
<h3 id="sacristia-e-batisterio">5. Sacristia e Batistério</h3>
<p>No batistério há uma pia entalhada em um único bloco de lioz.</p>
<p>A ampla sacristia contém três altares barrocos em mármore multicolorido italiano, estátuas, pinturas de grande porte, e um arcaz de jacarandá com incrustações de marfim e casco de tartaruga, entalhado por Luís Manuel de Matosinhos e Cristóvão de Aguiar.</p>
<p>Pinturas de Gherardo delle Notti decoram o móvel; o teto em caixotões apresenta mártires e apóstolos jesuítas. As paredes são revestidas até meia-altura por azulejos portugueses.</p>
<figure id="attachment_101780" aria-describedby="caption-attachment-101780" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101780" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador.png" alt="Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="795" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-300x199.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1024x678.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-768x509.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1536x1018.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-800x530.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101780" class="wp-caption-text">Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101781" aria-describedby="caption-attachment-101781" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101781" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png" alt="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101781" class="wp-caption-text">Sacristia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101782" aria-describedby="caption-attachment-101782" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101782" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png" alt="Pedra de lioz - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101782" class="wp-caption-text">Pedra de lioz</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101783" aria-describedby="caption-attachment-101783" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101783" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png" alt="Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-3-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101783" class="wp-caption-text">Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101784" aria-describedby="caption-attachment-101784" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101784" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png" alt="Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-4-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101784" class="wp-caption-text">Altar barroco de mármore multicolorido proveniente da Itália</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101785" aria-describedby="caption-attachment-101785" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101785" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png" alt="Na parede sobre o arcaz existe uma série de grandes pinturas sobre o Antigo Testamento - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-5-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101785" class="wp-caption-text">Na parede sobre o arcaz existe uma série de grandes pinturas sobre o Antigo Testamento</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101786" aria-describedby="caption-attachment-101786" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101786" title="Sacristia - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png" alt="Na parede sobre o arcaz existe uma série de grandes pinturas sobre o Antigo Testamento - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-6-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101786" class="wp-caption-text">Na parede sobre o arcaz existe uma série de grandes pinturas sobre o Antigo Testamento</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101787" aria-describedby="caption-attachment-101787" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101787 size-full" title="Sacristia da Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png" alt="O teto é decorado com pintura em caixotões, mostrando mártires e apóstolos jesuítas junto com motivos florais em estilo maneirista - Catedral Basílica de Salvador" width="1600" height="1066" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-7-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101787" class="wp-caption-text">O teto é decorado com pintura em caixotões, mostrando mártires e apóstolos jesuítas junto com motivos florais em estilo maneirista</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101788" aria-describedby="caption-attachment-101788" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101788" title="A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística - Catedral Basílica de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png" alt="A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística - Catedral Basílica de Salvador" width="1200" height="776" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1024x662.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-768x496.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-1536x993.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Sacristia-Catedral-Basilica-de-Salvador-8-800x517.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101788" class="wp-caption-text">A Catedral e todo o seu acervo foram tombados pelo Iphan em 1938 pela sua grande importância histórica e artística</figcaption></figure>
<h3 id="detalhes-interiores">6. Detalhes interiores</h3>
<p>A catedral conserva pinturas atribuídas a jesuítas (como Domingos Rodrigues), esculturas barrocas e relíquias — entre elas um busto-relicário de Santo Inácio revestido de prata, a imagem prateada de Nossa Senhora das Maravilhas e bustos de Santa Úrsula e outras santas.</p>
<p>Diversos elementos foram transferidos ao Museu de Arte Sacra ao longo do tempo.</p>
<figure id="attachment_101789" aria-describedby="caption-attachment-101789" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101789" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="1745" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-206x300.png 206w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-704x1024.png 704w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-768x1117.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1056x1536.png 1056w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-800x1164.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101789" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101790" aria-describedby="caption-attachment-101790" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101790" title="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png" alt="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="801" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101790" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101791" aria-describedby="caption-attachment-101791" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101791" title="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png" alt="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101791" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101792" aria-describedby="caption-attachment-101792" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101792" title="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" alt="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101792" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101793" aria-describedby="caption-attachment-101793" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101793" title="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" alt="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="788" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-300x197.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1024x672.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-768x504.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1536x1008.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-800x525.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101793" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101794" aria-describedby="caption-attachment-101794" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101794" title="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png" alt="Detalhes do interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-do-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101794" class="wp-caption-text">Detalhes do interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101795" aria-describedby="caption-attachment-101795" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101795" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-1-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101795" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101796" aria-describedby="caption-attachment-101796" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101796" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="695" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2.png 1900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-300x174.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1024x593.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-768x445.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-95x55.png 95w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-1536x889.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-2-800x463.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101796" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101797" aria-describedby="caption-attachment-101797" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101797" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-3-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101797" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101798" aria-describedby="caption-attachment-101798" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101798" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="798" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-1024x681.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-768x511.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-1536x1021.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-800x532.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-4-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101798" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101799" aria-describedby="caption-attachment-101799" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101799" title="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5.png" alt="Detalhes dos altares e o interior da Catedral Basílica de Salvador BA" width="1200" height="792" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-300x198.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-1024x676.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-768x507.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-1536x1014.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Detalhes-dos-altares-e-o-interior-da-Catedral-Basilica-de-Salvador-BA-5-800x528.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101799" class="wp-caption-text">Detalhes dos altares e o interior</figcaption></figure>
</section>
<footer class="entry-footer">
<p class="conclusao"><strong>Importância:</strong> A Catedral Basílica de Salvador é um dos mais relevantes exemplares da arquitetura religiosa do Brasil colonial, reunindo valor arquitetônico, artístico e histórico.</p>
</footer>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/catedral-basilica-de-salvador-historia-arte-sacra-e-patrimonio/">Catedral Basílica de Salvador: História, Arte Sacra e Patrimônio</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Praia de Boa Viagem (Recife) — Guia Completo para Visitantes</title>
		<link>https://bahia.ws/praia-de-boa-viagem-recife-guia-completo-para-visitantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Boa Viagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=101369</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Praia de Boa Viagem é a principal praia urbana do Recife, com extensa orla, quiosques, hotéis e arrecifes que formam piscinas naturais na maré baixa. Este guia reúne informações práticas, atrações, cuidados de segurança e dicas para aproveitar sua visita. Onde fica e como chegar Localização: Zona Sul do [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-de-boa-viagem-recife-guia-completo-para-visitantes/">Praia de Boa Viagem (Recife) — Guia Completo para Visitantes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Praia de Boa Viagem é a principal praia urbana do Recife, com extensa orla, quiosques, hotéis e arrecifes que formam piscinas naturais na maré baixa.</p>
<p>Este guia reúne informações práticas, atrações, cuidados de segurança e dicas para aproveitar sua visita.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/praia-de-boa-viagem-recife-guia-completo-para-visitantes/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" width="400" /></a></p>
<h3>Onde fica e como chegar</h3>
<ul>
<li><strong>Localização:</strong> Zona Sul do Recife, bairro Boa Viagem.</li>
<li><strong>Acesso:</strong> táxi, aplicativos (Uber/99), ônibus urbanos e carro.</li>
<li><strong>Proximidade:</strong> perto do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes.</li>
<li><strong>Estacionamento:</strong> opções públicas e privadas; prefira locais com segurança.</li>
</ul>
<h3>Melhor época para visitar</h3>
<p>Clima tropical — prefira primavera e verão para sol e mar mais favoráveis. Para ver as piscinas naturais, consulte a tábua de marés e planeje ir na maré baixa.</p>
<figure id="attachment_101284" aria-describedby="caption-attachment-101284" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101284" title="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" alt="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101284" class="wp-caption-text">Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101283" aria-describedby="caption-attachment-101283" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101283" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101283" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101282" aria-describedby="caption-attachment-101282" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101282" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101282" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101285" aria-describedby="caption-attachment-101285" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101285" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101285" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101286" aria-describedby="caption-attachment-101286" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101286" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101286" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<h3>O que fazer</h3>
<ul>
<li>Banho nas piscinas naturais na maré baixa.</li>
<li>Caminhadas e exercícios no calçadão e ciclovia.</li>
<li>Provar frutos do mar nos quiosques e restaurantes da orla.</li>
<li>Passeios ao Recife Antigo e outros pontos turísticos próximos.</li>
</ul>
<figure id="attachment_101372" aria-describedby="caption-attachment-101372" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101372" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-5-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101372" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101373" aria-describedby="caption-attachment-101373" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101373" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-4-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101373" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101374" aria-describedby="caption-attachment-101374" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101374" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101374" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101375" aria-describedby="caption-attachment-101375" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101375" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101375" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101376" aria-describedby="caption-attachment-101376" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101376" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101376" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101377" aria-describedby="caption-attachment-101377" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101377" title="Centro Histórico de Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE.png" alt="Centro Histórico de Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Centro-Historico-de-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101377" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Recife PE</figcaption></figure>
<h3>Segurança e cuidados</h3>
<ul>
<li>Observe placas e sinalização: nem toda faixa é própria para banho.</li>
<li>Houve ocorrências históricas de ataques de tubarão na região; siga as orientações de guarda‑vidas e órgãos locais.</li>
<li>Cuide de pertences e evite deixar objetos de valor na areia.</li>
<li>Use protetor solar e hidrate‑se; evite exposição prolongada nos horários de pico.</li>
</ul>
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li>Use calçado apropriado ao explorar piscinas naturais para proteger os pés.</li>
<li>Verifique a tábua de marés antes de ir.</li>
<li>Prefira estabelecimentos bem avaliados e confirme preços.</li>
<li>Se for com crianças, escolha trechos com salva‑vidas.</li>
</ul>
<h3>Sugestão de roteiro (meio dia)</h3>
<ol>
<li>Manhã: caminhada no calçadão e banho nas piscinas naturais (maré baixa).</li>
<li>Almoço: quiosque/restaurante na orla (frutos do mar).</li>
<li>Tarde: descanso na orla ou visita ao Recife Antigo.</li>
</ol>
<footer>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A Praia de Boa Viagem oferece infraestrutura urbana e as famosas piscinas naturais na maré baixa. Planeje com antecedência, respeite a sinalização e aproveite a visita com responsabilidade.</p>
</footer>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-de-boa-viagem-recife-guia-completo-para-visitantes/">Praia de Boa Viagem (Recife) — Guia Completo para Visitantes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Melhores praias de Pernambuco — roteiro de 5 dias</title>
		<link>https://bahia.ws/melhores-praias-de-pernambuco-roteiro-de-5-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 23:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral Sul de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Galinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Boa Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Calhetas]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Muro Alto]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Cupe]]></category>
		<category><![CDATA[Praia dos Carneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=101279</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Roteiro de 5 dias — Praias de Pernambuco Explore o litoral de Pernambuco em um roteiro de 5 dias que reúne praias imperdíveis, paisagens exuberantes e passeios ideais para todos os gostos. Partindo de Recife, você vai conhecer desde a agitação urbana de Boa Viagem até as piscinas naturais de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-pernambuco-roteiro-de-5-dias/">Melhores praias de Pernambuco — roteiro de 5 dias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Roteiro de 5 dias — Praias de Pernambuco</h2>
<p>Explore o litoral de Pernambuco em um roteiro de 5 dias que reúne praias imperdíveis, paisagens exuberantes e passeios ideais para todos os gostos.</p>
<p>Partindo de Recife, você vai conhecer desde a agitação urbana de Boa Viagem até as piscinas naturais de Porto de Galinhas, as águas calmas de Muro Alto, a charmosa igrejinha de Carneiros e as falésias de Calhetas.</p>
<p>O roteiro traz sugestões de deslocamento, melhores horários (conforme a maré) e dicas práticas para aproveitar cada parada com conforto e segurança.</p>
<p>Ideal para quem quer um equilíbrio entre descanso à beira-mar e experiências locais autênticas.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-pernambuco-roteiro-de-5-dias/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png" width="400" /></a></p>
<h3>Dia 1 — Chegada em Recife + Praia de Boa Viagem</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã:</strong> Chegada e check-in em hotel/pousada em Boa Viagem.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Caminhada pelo calçadão; banho nas áreas sinalizadas; visita ao Recife Antigo se houver tempo.</li>
<li><strong>Noite:</strong> Jantar em restaurantes de frutos do mar.</li>
<li><em>Dica:</em> Leve protetor solar e atente às áreas com recifes.</li>
</ul>
<figure id="attachment_101285" aria-describedby="caption-attachment-101285" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101285" title="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png" alt="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-2-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101285" class="wp-caption-text">Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101286" aria-describedby="caption-attachment-101286" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101286" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-3-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101286" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101282" aria-describedby="caption-attachment-101282" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101282" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101282" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101283" aria-describedby="caption-attachment-101283" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101283" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101283" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101284" aria-describedby="caption-attachment-101284" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101284" title="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png" alt="Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Calcadao-da-Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101284" class="wp-caption-text">Calçadão da Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<p>Atualizei as seções do Dia 2 e Dia 3 no HTML, incluindo a explicação sobre por que separei as atividades (marés, ritmo, logística). Substitua as atuais por estas:</p>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 2 — Porto de Galinhas (bate-volta ou pernoite)</span></h3>
<article id="dia-2"><em>Observação:</em> Esta etapa foca na vila de Porto de Galinhas e no passeio de jangada às piscinas naturais — atividade dependente da maré e geralmente feita pela manhã. Separar o dia ajuda a evitar conflito de horários e dá flexibilidade para pernoitar na vila ou retornar a Recife.</p>
<ul>
<li><strong>Transporte:</strong> Saída cedo — 1h–1h30 de carro/transfer desde Recife.</li>
<li><strong>Manhã:</strong> Passeio de jangada às piscinas naturais (maré baixa): snorkel e fotos.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Passeio pelo vilarejo, lojas de artesanato e trecho central da Praia de Porto de Galinhas.</li>
<li><strong>Noite:</strong> Se pernoitar, aproveite a vila; se voltar a Recife, saída no final da tarde.</li>
<li><em>Dica:</em> Agende o passeio de jangada conforme a tabela de marés; leve dinheiro trocado.</li>
</ul>
<figure id="attachment_101022" aria-describedby="caption-attachment-101022" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101022" title="Praia da Vila de Porto de Galinhas PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE.png" alt="Praia da Vila de Porto de Galinhas PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-da-Vila-de-Porto-de-Galinhas-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101022" class="wp-caption-text">Praia da Vila de Porto de Galinhas PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_100922" aria-describedby="caption-attachment-100922" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100922" title="Porto de Galinhas em Ipojuca PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1.png" alt="Porto de Galinhas em Ipojuca PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Porto-de-Galinhas-em-Ipojuca-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100922" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Ipojuca PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99914" aria-describedby="caption-attachment-99914" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99914 size-full" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="2560" height="1440" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99914" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — Praia de Muro Alto + Praia do Cupe (Ipojuca)</h3>
<p><em>Observação:</em> Este dia foca em trechos vizinhos com apelo diferente (Muro Alto e Cupe). Separar dos passeios de jangada garante melhor aproveitamento conforme marés, permite almoço tranquilo e facilita combinar atividades como buggy, stand-up ou surf.</p>
<ul>
<li><strong>Manhã:</strong> Muro Alto — grande piscina natural protegida por arrecifes, ideal para famílias e stand-up paddle.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Almoço em barraca local e visita à Praia do Cupe; opção de buggy para explorar a costa.</li>
<li><em>Dica:</em> Combine horários do Dia 2 e Dia 3 se pernoitar em Porto de Galinhas para otimizar passeios conforme marés e clima.</li>
</ul>
<figure id="attachment_101020" aria-describedby="caption-attachment-101020" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101020" title="Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png" alt="Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101020" class="wp-caption-text">Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101288" aria-describedby="caption-attachment-101288" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101288" title="Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png" alt="Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE.png 2000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Muro-Alto-em-Porto-de-Galinhas-PE-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101288" class="wp-caption-text">Praia de Muro Alto em Porto de Galinhas PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101290" aria-describedby="caption-attachment-101290" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101290" title="Praia do Cupe em Ipojuca PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE.png" alt="Praia do Cupe em Ipojuca PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101290" class="wp-caption-text">Praia do Cupe em Ipojuca PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101291" aria-describedby="caption-attachment-101291" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101291" title="Praia do Cupe em Ipojuca PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1.png" alt="Praia do Cupe em Ipojuca PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-do-Cupe-em-Ipojuca-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101291" class="wp-caption-text">Praia do Cupe em Ipojuca PE</figcaption></figure>
<h3>Dia 4 — Praia dos Carneiros (Tamandaré)</h3>
<ul>
<li><strong>Transporte:</strong> 1h30–2h de carro desde Recife/Porto de Galinhas.</li>
<li><strong>Manhã:</strong> Passeio de barco/gamboa às piscinas e manguezais; foto na igrejinha de São Benedito.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Relaxar sob coqueiros; restaurante à beira-mar.</li>
<li><em>Dica:</em> Evite fins de semana lotados; combine passeio com guia local.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99438" aria-describedby="caption-attachment-99438" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99438" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99438" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_47155" aria-describedby="caption-attachment-47155" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47155" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.jpg" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.jpg 2300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47155" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99437" aria-describedby="caption-attachment-99437" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99437" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99437" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<h3>Dia 5 — Praia de Calhetas (Cabo de Santo Agostinho) + retorno</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã:</strong> Calhetas — enseada com falésias, bom para fotos e snorkel.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Parada rápida em Gaibu se houver tempo; retorno a Recife para partida.</li>
<li><em>Dica:</em> Planeje o tempo para deslocamento até aeroporto/rodoviária.</li>
</ul>
<figure id="attachment_101292" aria-describedby="caption-attachment-101292" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101292" title="Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE.png" alt="Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101292" class="wp-caption-text">Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101293" aria-describedby="caption-attachment-101293" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101293" title="Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1.png" alt="Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Praia-de-Calhetas-em-Cabo-de-Santo-Agostinho-PE-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101293" class="wp-caption-text">Praia de Calhetas em Cabo de Santo Agostinho PE</figcaption></figure>
<h4>Sugestões práticas</h4>
<ul>
<li><strong>Base recomendada:</strong> 2–3 noites em Porto de Galinhas/Recife e 1–2 noites em Tamandaré para ritmo mais tranquilo.</li>
<li><strong>Transporte:</strong> Carro alugado para flexibilidade; transfers regulares disponíveis.</li>
<li><strong>Marés:</strong> Verifique a tabela de marés para Porto de Galinhas e Carneiros (piscinas naturais melhores na maré baixa).</li>
<li><strong>Saúde/segurança:</strong> Hidratação, protetor solar, cuidado com pertences em praias lotadas.</li>
<li><strong>Itens:</strong> Roupa de banho, chinelos, snorkel simples, capa à prova d&#8217;água para celular.</li>
</ul>
</article>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-pernambuco-roteiro-de-5-dias/">Melhores praias de Pernambuco — roteiro de 5 dias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capitanias Hereditárias do Brasil (1534–1536) — Donatários e Limites</title>
		<link>https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-do-brasil-1534-1536-donatarios-e-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 14:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capitanias Hereditárias]]></category>
		<category><![CDATA[capitanias hereditárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Capitanias Hereditárias criadas entre 1534 e 1536 Dando execução ao plano anunciado a Martim Afonso de Sousa desde 1532, D. João III criou, apenas entre 1534 e 1536, quatorze capitanias hereditárias no Brasil, subdivididas em quinze lotes e distribuídas a doze donatários. Situadas ao longo do litoral, do Maranhão a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-do-brasil-1534-1536-donatarios-e-limites/">Capitanias Hereditárias do Brasil (1534–1536) — Donatários e Limites</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
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<div class="capitanias-1534-1536">
<h2>Capitanias Hereditárias criadas entre 1534 e 1536</h2>
<p>Dando execução ao plano anunciado a Martim Afonso de Sousa desde 1532, D. João III criou, apenas entre 1534 e 1536, quatorze capitanias hereditárias no Brasil, subdivididas em quinze lotes e distribuídas a doze donatários.</p>
<p>Situadas ao longo do litoral, do Maranhão a Santa Catarina, estendiam‑se para o sertão, onde deveriam atingir os limites não demarcados previamente fixados pelo Tratado de Tordesilhas (1494).</p>
<h3>Capitanias e lotes (do norte para o sul)</h3>
<ol>
<li><strong>Maranhão (primeira)</strong> — 50 léguas de costa, entre a Abra de Diogo Leite e o Cabo de Todos os Santos; doada a Aires da Cunha, que se associou a João de Barros, feitor e tesoureiro da Casa da Índia.</li>
<li><strong>Maranhão (segunda)</strong> — 75 léguas, entre o Cabo de Todos os Santos e o Rio da Cruz; concedida a Fernando Álvares de Andrade, Tesoureiro‑Mor do Reino.</li>
<li><strong>Ceará</strong> — 40 léguas, entre o Rio da Cruz (Camocim) e a Angra dos Negros; doada a Antônio Cardoso de Barros.</li>
<li><strong>Rio Grande</strong> — 100 léguas, entre a Angra dos Negros e a Baía da Traição; concedida a João de Barros.</li>
<li><strong>Itamaracá</strong> — 30 léguas, entre a Baía da Traição e o Rio Igaraçu; doada a Pero Lopes de Sousa.</li>
<li><strong>Pernambuco (Nova Lusitânia)</strong> — 60 léguas de litoral, entre os rios Igaraçu e São Francisco; outorgada a Duarte Coelho.</li>
<li><strong>Bahia de Todos os Santos</strong> — 50 léguas, entre o Rio São Francisco e a Ponta do Padrão; doada a Francisco Pereira Coutinho.</li>
<li><strong>Ilhéus</strong> — 50 léguas, entre a Bahia de Todos os Santos e o Rio Santo Antônio; doada a Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da Fazenda.</li>
<li><strong>Porto Seguro</strong> — 50 léguas de costa, entre os rios Santo Antônio e Mucuri; concedida a Pero do Campo Tourinho.</li>
<li><strong>Espírito Santo</strong> — 50 léguas, entre os rios Mucuri e Itapemirim; outorgada a Vasco Fernandes Coutinho.</li>
<li><strong>São Tomé</strong> — 30 léguas de costa, entre os baixos de Pargos (Itapemirim) e o Rio Macaé; doada a Pero de Góis, companheiro de Martim Afonso de Sousa na expedição de 1530–1532. (Grafia alternativa: São Tomé.</li>
<li><strong>São Vicente</strong> — 100 léguas de costa, em dois lotes: primeiro, entre os rios Macaé e Curupá (ou Juqueriquerê), com 55 léguas; segundo, do Rio de São Vicente à Ilha do Mel, à entrada da Baía de Paranaguá, com 45 léguas; doada a Martim Afonso de Sousa.</li>
<li><strong>Santo Amaro</strong> — 10 léguas, enclavada na capitania anterior, entre os rios Curupá e São Vicente; concedida a Pero Lopes de Sousa.</li>
<li><strong>Santana</strong> — 40 léguas, da Ilha do Mel até 28°20&#8242; de latitude sul (próximo a Laguna); também doada a Pero Lopes de Sousa.</li>
</ol>
<figure id="attachment_101229" aria-describedby="caption-attachment-101229" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101229" title="Capitanias Hereditárias criadas entre 1534 e 1536" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536.png" alt="Capitanias Hereditárias criadas entre 1534 e 1536" width="1200" height="1513" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536.png 1624w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-238x300.png 238w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-812x1024.png 812w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-768x969.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-44x55.png 44w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-1218x1536.png 1218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-criadas-entre-1534-e-1536-800x1009.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101229" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias criadas entre 1534 e 1536</figcaption></figure>
<figure id="attachment_101231" aria-describedby="caption-attachment-101231" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101231 size-full" title="Mapa do Brasil de 1656 com as 14 capitanias hereditárias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-scaled.jpg" alt="Sanson's important map of the Portuguese possessions in Brazil. The coastal regions were divided by the Portuguese Crown into fourteen Capitaineries, or hereditary harbor offices. The holders of these grants, called donees (donatários), were responsible for their defense and development. The largely unknown interior is conveniently covered by the decorative floral title cartouche. Published by Pierre Mariette and engraved by J. Somer. &quot;Le Bresil, dont la Coste est Possedee par les Portugais et Divisee en Quatorze Capitanieries...&quot;, Sanson/Mariette" width="2560" height="1908" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-1024x763.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-768x573.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-1536x1145.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-2048x1527.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Mapa-do-Brasil-de-1656-com-as-14-capitanias-hereditarias-800x596.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101231" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1656 com as 14 capitanias hereditárias &#8211; Importante mapa de Sanson das possessões portuguesas no Brasil. As regiões costeiras foram divididas pela Coroa Portuguesa em catorze Capitanias, ou escritórios portuários hereditários. Os detentores dessas concessões, chamados donatários, eram responsáveis pela sua defesa e desenvolvimento. O interior, em grande parte desconhecido, é convenientemente coberto pela cartela decorativa com motivos florais. Publicado por Pierre Mariette e gravado por J. Somer.</figcaption></figure>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-do-brasil-1534-1536-donatarios-e-limites/">Capitanias Hereditárias do Brasil (1534–1536) — Donatários e Limites</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A primeira capitania hereditária do Brasil: Fernando de Noronha</title>
		<link>https://bahia.ws/a-primeira-capitania-hereditaria-do-brasil-fernando-de-noronha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 15:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capitanias Hereditárias]]></category>
		<category><![CDATA[capitania hereditária]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando de Noronha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Para o povoamento das ilhas desertas do Oceano Atlântico descobertas ao longo do século XV — como Madeira, Porto Santo, Açores, Cabo Verde e São Tomé — Portugal adotou o sistema de concedê-las aos seus descobridores, a fidalgos ou a outras pessoas interessadas e capazes de explorá-las, sob a forma [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-primeira-capitania-hereditaria-do-brasil-fernando-de-noronha/">A primeira capitania hereditária do Brasil: Fernando de Noronha</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Para o povoamento das ilhas desertas do Oceano Atlântico descobertas ao longo do século XV — como Madeira, Porto Santo, Açores, Cabo Verde e São Tomé — Portugal adotou o sistema de concedê-las aos seus descobridores, a fidalgos ou a outras pessoas interessadas e capazes de explorá-las, sob a forma de capitanias hereditárias.</p>
<figure id="attachment_101063" aria-describedby="caption-attachment-101063" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-101063" title="Primeira capitania hereditária do Brasil - Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha.png" alt="Primeira capitania hereditária do Brasil - Fernando de Noronha" width="1200" height="643" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha.png 1976w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-300x161.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-1024x548.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-768x411.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-103x55.png 103w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-1536x822.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Primeira-capitania-hereditaria-do-Brasil-Fernando-de-Noronha-800x428.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101063" class="wp-caption-text">Primeira capitania hereditária do Brasil &#8211; Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>Aplicação no Brasil</h3>
<p>O mesmo método de colonização foi aplicado no Brasil em 1504, quando Dom Manuel I doou a ilha de São João (ou da Quaresma), então recentemente descoberta, ao armador Fernão de Noronha — cujo nome, modernizado, acabou por designar o arquipélago situado a cinquenta léguas da costa nordeste do país.</p>
<h3>Confirmação régia (1522)</h3>
<p>Em 1522, o novo rei D. João III confirmou a doação “a fim de que o donatário na ilha lançasse gado e a rompesse e aproveitasse, segundo lhe aprouvesse, obrigando‑se ao tributo do quarto e dízimo”.</p>
<h3>Nova confirmação e povoamento (1559 — século XVII)</h3>
<p>Em 1559, durante a regência da rainha D. Catarina, na menoridade de D. Sebastião, a doação foi novamente confirmada em favor de outro Fernão de Noronha, neto do primeiro.</p>
<p>Não há registro, porém, de que esse donatário — assim como seu antecessor e sucessores — tenham mandado colonos para a ilha ou ali investido capitais; anos depois ela ainda estava deserta, e apenas no século XVII surgem notícias de seu escasso povoamento.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-primeira-capitania-hereditaria-do-brasil-fernando-de-noronha/">A primeira capitania hereditária do Brasil: Fernando de Noronha</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Características do sistema das Capitanias Donatárias</title>
		<link>https://bahia.ws/sistema-das-capitanias-donatarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 11:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capitanias Hereditárias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema das Capitanias Donatárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Contexto e controvérsia Contestando interpretações que comparam as Capitanias Hereditárias ao feudalismo medieval, vários autores debateram semelhanças e diferenças. Queirós Lima reconheceu traços de analogia, mas negou a equivalência. 1. Argumento: não houve feudalismo nas Capitanias Hereditárias 1.1 Autores contrários à analogia feudal Varnhagen, João Francisco Lisboa, Oliveira Martins, Martins [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/sistema-das-capitanias-donatarias/">Características do sistema das Capitanias Donatárias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h3>Contexto e controvérsia</h3>
<p>Contestando interpretações que comparam as Capitanias Hereditárias ao feudalismo medieval, vários autores debateram semelhanças e diferenças. Queirós Lima reconheceu traços de analogia, mas negou a equivalência.</p>
<figure id="attachment_100894" aria-describedby="caption-attachment-100894" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100894" title="Características do sistema das Capitanias Donatárias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-scaled.jpg" alt="Características do sistema das Capitanias Donatárias" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Caracteristicas-do-sistema-das-Capitanias-Donatarias-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100894" class="wp-caption-text">Características do sistema das Capitanias Donatárias</figcaption></figure>
<h3>1. Argumento: não houve feudalismo nas Capitanias Hereditárias</h3>
<h4>1.1 Autores contrários à analogia feudal</h4>
<p>Varnhagen, João Francisco Lisboa, Oliveira Martins, Martins Júnior, Sílvio Romero e outros viram semelhanças; Queirós Lima e mais tarde Roberto Cochrane Simonsen contestaram essa visão.</p>
<h4>1.2 Semelhanças apontadas</h4>
<ul>
<li>Capitanias representavam dignidades individuais, transmissíveis por herança;</li>
<li>Existência de hierarquia territorial (Rei → donatário → sesmeiro/colono);</li>
<li>Donatários exerciam funções de governo e judiciais;</li>
<li>Inicialmente, terras sob certa autonomia em relação às justiças da Coroa.</li>
</ul>
<h4>1.3 Refutação: diferenças essenciais</h4>
<p>Queirós Lima argumenta que as semelhanças são superficiais: a propriedade não era estratificada como no feudalismo, os sesmeiros tinham propriedade plena (sujeita só ao dízimo) e não havia laços pessoais de dependência típicos do feudalismo. As Capitanias eram concessões do Estado com poderes delegados, sem divisão da soberania.</p>
<h4>1.4 Visão econômica</h4>
<p>Roberto Cochrane Simonsen destacou o caráter econômico capitalista das donatárias, afastando a ideia de medievalismo.</p>
<h3>2. Características do regime das Capitanias</h3>
<h4>2.1 Objetivo da Coroa</h4>
<p>Ao ceder direitos régios (ministrar justiça, distribuir sesmarias, arrecadar dízimos, fundar povoações), a Coroa esperava que os donatários povoassem o litoral e impedissem entrepostos estrangeiros.</p>
<h4>2.2 Disposições das cartas de doação</h4>
<p>Os donatários eram senhores de juro e herdade; possuíam jurisdição civil e criminal (com limites de alçada); podiam fundar vilas; eram senhores de ilhas adjacentes; nomeavam ouvidores e tabeliães; podiam conceder sesmarias (com exceções); recebiam rendas e privilégios diversos, como parte do pau‑brasil, dízimas e receitas de engenhos e moendas.</p>
<h5>O que eram as sesmarias?</h5>
<p>As sesmarias eram lotes de terra concedidos pelo rei ou por donatários a particulares com a finalidade de serem cultivados e povoados. Eram um instrumento de colonização e organização fundiária.</p>
<h3>Principais características</h3>
<ul>
<li>Concessões reais destinadas à promoção da agricultura e do povoamento; exigia-se aproveitamento da terra.</li>
<li>O beneficiário (sesmeiro) recebia o direito de usar e explorar a terra; terras incultas podiam reverter ao poder concedente.</li>
<li>Em muitos casos a posse podia ser transmitida e originar propriedade plena, mas vinha acompanhada de tributos ou obrigações (como o pagamento do dízimo).</li>
<li>No Brasil colonial, as sesmarias foram o principal instrumento de distribuição de terras nas Capitanias Hereditárias.</li>
</ul>
<h4>2.3 Sucessão e dispensa da Lei Mental</h4>
<p>Os titulares das donatarias foram dispensados do cumprimento da Lei Mental, facilitando a transmissão hereditária.</p>
<p>A Lei Mental era a norma que tornava inalienável o património da Coroa: proibía a venda, hipoteca ou doação perpétua dos bens reais, garantindo que os domínios e rendas do rei permanecessem integrados ao património da monarquia e fossem transmitidos à sucessão.</p>
<p><strong>Finalidade:</strong> proteger o patrimônio dinástico, evitar a diluição dos recursos régios e assegurar meios financeiros e políticos para a continuidade do Estado.</p>
<p><strong>Efeito prático:</strong> limitava a capacidade dos monarcas de desfazer-se de terras, senhorios e rendas, favorecendo a conservação dos bens públicos da Coroa.</p>
<h4>2.4 Conteúdo dos forais</h4>
<ul>
<li>Sesmarias sujeitas apenas ao dízimo ao Mestrado de Cristo;</li>
<li>Permissão para explorar minas (com o quinto real);</li>
<li>Aproveitamento e exportação controlada do pau‑brasil e outras drogas valiosas;</li>
<li>Direitos preferenciais contra concorrência estrangeira;</li>
<li>Entrada livre de mantimentos e munições; liberdade de comunicação entre Capitanias.</li>
</ul>
<p>Forais eram documentos ou cartas régias que concediam direitos, privilégios e normas a localidades (villas, concelhos ou pessoas), regulando impostos, usos da terra, juízo e organização administrativa — instrumento para fixar direitos e atrair povoamento.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capitanias Hereditárias no século XVI — Formação do Brasil Colonial</title>
		<link>https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-no-seculo-xvi-formacao-do-brasil-colonial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 15:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capitanias Hereditárias]]></category>
		<category><![CDATA[capitanias hereditárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Antecedentes da criação das Capitanias hereditárias Portugal, um país pequeno e com poucos recursos, destacou-se nas grandes navegações e nas explorações do século XV. No século seguinte foi chamado a colonizar territórios na Ásia e na América — além das ações já realizadas na África [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-no-seculo-xvi-formacao-do-brasil-colonial/">Capitanias Hereditárias no século XVI — Formação do Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Antecedentes da criação das Capitanias hereditárias</h2>
<p>Portugal, um país pequeno e com poucos recursos, destacou-se nas grandes navegações e nas explorações do século XV.</p>
<p>No século seguinte foi chamado a colonizar territórios na Ásia e na América — além das ações já realizadas na África — tarefa que excedia sua capacidade financeira.</p>
<p>Como o Tesouro real não tinha meios para arcar com os altos custos da colonização, optou-se por aplicar no Brasil o sistema de capitanias hereditárias: conceder terras a particulares que assumissem os investimentos e os riscos da ocupação.</p>
<figure id="attachment_100657" aria-describedby="caption-attachment-100657" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100657" title="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Antecedentes da criação das Capitanias hereditárias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-scaled.jpg" alt="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Antecedentes da criação das Capitanias hereditárias" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100657" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Antecedentes da criação das Capitanias hereditárias</figcaption></figure>
<h3>1. Motivações para a concessão a particulares</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-no-seculo-xvi-formacao-do-brasil-colonial/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-da-criacao-das-Capitanias-hereditarias.webp" width="400" /></a></p>
<p>Para evitar perder as novas terras para outras potências interessadas, o governo português decidiu apoiar-se na iniciativa privada.</p>
<p>Concedeu capitanias a particulares — como militares experientes, marinheiros, altos funcionários e fidalgos — que aceitassem assumir os riscos e custos da colonização.</p>
<p>Ao transferir essa responsabilidade, o Estado economizava recursos públicos e estimulava investimentos e esforços individuais para povoar e defender o território.</p>
<figure id="attachment_100658" aria-describedby="caption-attachment-100658" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100658" title="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Motivações para a concessão a particulares" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-scaled.jpg" alt="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Motivações para a concessão a particulares" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Motivacoes-para-a-concessao-a-particulares-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100658" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Motivações para a concessão a particulares</figcaption></figure>
<h3>2. Antecedentes insulares e adaptação do sistema</h3>
<p>A aplicação das capitanias hereditárias ao Brasil não foi uma inovação absoluta em Portugal.</p>
<p>Desde o século XV já se usava, nas ilhas do Atlântico, um sistema semelhante: a Coroa doava terras a particulares para promover povoamento e fortalecimento territorial.</p>
<p>Exemplos são Madeira, Porto Santo, Açores, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.</p>
<p>Em 1504 o rei Dom Manuel I havia criado a capitania da Ilha de São João (atual Fernando de Noronha).</p>
<p>Frequentemente, os próprios descobridores tornavam-se os primeiros donatários, seguidos por membros da Casa Real, fidalgos e colonos comuns — modelo que foi transferido e ampliado para o continente americano.</p>
<figure id="attachment_100665" aria-describedby="caption-attachment-100665" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100665" title="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Antecedentes insulares e adaptação do sistema" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-scaled.jpg" alt="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Antecedentes insulares e adaptação do sistema" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Antecedentes-insulares-e-adaptacao-do-sistema-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100665" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Antecedentes insulares e adaptação do sistema</figcaption></figure>
<h3>3. Sugestões de particulares e apoio de autoridades</h3>
<p>Além das experiências com capitanias nas ilhas (como Fernando de Noronha), houve propostas de particulares para aplicar o mesmo sistema no Brasil.</p>
<p>Cristóvão Jaques, ex-comandante de esquadras de guarda-costas, e João de Melo da Câmara, filho de famílias colonizadoras da Madeira, Açores e São Tomé, ofereceram-se a Dom João III para levar povoadores ao território brasileiro.</p>
<p>A ideia contou também com o apoio de portugueses influentes no exterior — como o estudioso Diogo de Gouveia (na França) e Simão Afonso (em Sevilha) — que entendiam os riscos da posse lusitana.</p>
<p>Internamente, figuras como o secretário de Estado Pero de Alcáçova Carneiro e Dom Antônio de Ataíde, Conde da Castanheira, também favoreceram a proposta. Com base nessas recomendações práticas e políticas, decidiu-se enviar ao Brasil a expedição de Martim Afonso de Sousa.</p>
<figure id="attachment_100666" aria-describedby="caption-attachment-100666" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100666" title="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Sugestões de particulares e apoio de autoridades" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-scaled.jpg" alt="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Sugestões de particulares e apoio de autoridades" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Sugestoes-de-particulares-e-apoio-de-autoridades-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100666" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Sugestões de particulares e apoio de autoridades</figcaption></figure>
<h3>4. Decisão final de aplicar o sistema no continente</h3>
<p>Como as frotas enviadas em 1530–1532 não foram suficientes para povoar toda a costa brasileira, o rei decidiu naquele ano estender ao continente o sistema de capitanias hereditárias, já testado com sucesso nas ilhas do Atlântico.</p>
<figure id="attachment_100667" aria-describedby="caption-attachment-100667" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100667" title="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Decisão final de aplicar o sistema no continente" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-scaled.jpg" alt="Capitanias Hereditárias no Século XVI - Decisão final de aplicar o sistema no continente" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/12/Capitanias-Hereditarias-no-Seculo-XVI-Decisao-final-de-aplicar-o-sistema-no-continente-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100667" class="wp-caption-text">Capitanias Hereditárias no Século XVI &#8211; Decisão final de aplicar o sistema no continente</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/capitanias-hereditarias-no-seculo-xvi-formacao-do-brasil-colonial/">Capitanias Hereditárias no século XVI — Formação do Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Martim Afonso</title>
		<link>https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-regresso-de-martim-afonso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expedição de Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Afonso de Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Regresso de Martim Afonso de Sousa a Portugal Breve relato do retorno de Martim Afonso após sua atuação em São Vicente, abordando decisões reais, nomeações e a viagem de regresso a Portugal. 1. Contexto em São Vicente Em São Vicente, Martim Afonso prosseguia sua obra colonizadora. Além de preocupar‑se com [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-regresso-de-martim-afonso/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Martim Afonso</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Regresso de Martim Afonso de Sousa a Portugal</h2>
<p>Breve relato do retorno de Martim Afonso após sua atuação em São Vicente, abordando decisões reais, nomeações e a viagem de regresso a Portugal.</p>
<figure id="attachment_100328" aria-describedby="caption-attachment-100328" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100328" title="Regresso de Martim Afonso de Sousa a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-scaled.jpg" alt="Regresso de Martim Afonso de Sousa a Portugal" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Regresso-de-Martim-Afonso-de-Sousa-a-Portugal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100328" class="wp-caption-text">Regresso de Martim Afonso de Sousa a Portugal</figcaption></figure>
<h3>1. Contexto em São Vicente</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-regresso-de-martim-afonso/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<p>Em São Vicente, Martim Afonso prosseguia sua obra colonizadora. Além de preocupar‑se com a exploração da terra, enviou ao sertão mais uma expedição à procura da anterior, da qual nunca se recebeu notícia.</p>
<figure id="attachment_100329" aria-describedby="caption-attachment-100329" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-scaled.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-100329" title="Em São Vicente, Martim Afonso prosseguia sua obra colonizadora" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-scaled.jpg" alt="Em São Vicente, Martim Afonso prosseguia sua obra colonizadora" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Em-Sao-Vicente-Martim-Afonso-prosseguia-sua-obra-colonizadora-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100329" class="wp-caption-text">Em São Vicente, Martim Afonso prosseguia sua obra colonizadora</figcaption></figure>
<h3>2. Carta de Dom João III</h3>
<p>Em setembro de 1532, Dom João III lhe escreveu uma carta, trazida por João de Sousa, na qual deixava à sua escolha permanecer na nova terra ou voltar a Portugal, onde já se providenciava a divisão do Brasil em capitanias hereditárias.</p>
<figure id="attachment_100330" aria-describedby="caption-attachment-100330" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100330" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Carta de Dom João III" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Carta de Dom João III" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Carta-de-Dom-Joao-III-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100330" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Carta de Dom João III</figcaption></figure>
<h3>3. Decisão e Nomeações</h3>
<p>Martim Afonso de Sousa resolveu regressar a Portugal, deixando a cargo do padre Gonçalo Monteiro o governo da Vila de São Vicente e nomeando João Ramalho “capitão‑mor da borda e além do Campo”.</p>
<figure id="attachment_100331" aria-describedby="caption-attachment-100331" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100331" title="Martim Afonso de Sousa resolveu regressar a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-scaled.jpg" alt="Martim Afonso de Sousa resolveu regressar a Portugal" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Martim-Afonso-de-Sousa-resolveu-regressar-a-Portugal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100331" class="wp-caption-text">Martim Afonso de Sousa resolveu regressar a Portugal</figcaption></figure>
<h3>4.  Viagem de regresso a Portugal</h3>
<p>Partiu em março de 1533; sabe‑se apenas que, depois de aportar nos Açores, chegou a Lisboa talvez em agosto do mesmo ano, após mais de dois anos e meio no exato cumprimento da missão de guarda‑costa, exploração e colonização de que fora incumbido.</p>
<figure id="attachment_100332" aria-describedby="caption-attachment-100332" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100332" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem de regresso a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem de regresso a Portugal" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-de-regresso-a-Portugal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100332" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem de regresso a Portugal</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-regresso-de-martim-afonso/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Martim Afonso</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Viagem de Martim Afonso ao Brasil — Regresso de Pero Lopes</title>
		<link>https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-regresso-de-pero-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expedição de Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Afonso de Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Pero Lopes a Portugal A expedição de Martim Afonso de Sousa ao Brasil (1530–1532) inaugurou a colonização regular portuguesa, com missões de reconhecimento, ocupação e exploração do pau‑brasil, além da organização administrativa das capitanias. Martim Afonso permaneceu em São Vicente [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-regresso-de-pero-lopes/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil — Regresso de Pero Lopes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Pero Lopes a Portugal</h2>
<p>A expedição de Martim Afonso de Sousa ao Brasil (1530–1532) inaugurou a colonização regular portuguesa, com missões de reconhecimento, ocupação e exploração do pau‑brasil, além da organização administrativa das capitanias.</p>
<p>Martim Afonso permaneceu em São Vicente para consolidar a presença lusa e aguardar as forças enviadas ao sertão. Em maio de 1532, Pero Lopes de Sousa partiu rumo a Portugal no galeão São Vicente, levando informações e cargas da costa.</p>
<p>No percurso ocorreram confrontos com embarcações francesas, apreensões e a captura de prisioneiros; as naus apreendidas chegaram a Faro entre o fim de 1532 e o início de 1533.</p>
<figure id="attachment_100280" aria-describedby="caption-attachment-100280" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100280" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Pero Lopes a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Pero Lopes a Portugal" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Regresso-de-Pero-Lopes-a-Portugal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100280" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Regresso de Pero Lopes a Portugal</figcaption></figure>
<h3>1. Tomada da feitoria por franceses (março de 1532)</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-regresso-de-pero-lopes/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<p>A feitoria portuguesa de Pernambuco foi atacada e ocupada pela nau francesa <em>La Pèlerine</em>, que a substituiu por um fortim bem guarnecido.</p>
<h4>O que é Fortim e Feitoria?</h4>
<ul>
<li>Fortim: pequeno forte de caráter temporário.</li>
<li>Feitoria: estabelecimento comercial e administrativo colonial.</li>
</ul>
<figure id="attachment_100276" aria-describedby="caption-attachment-100276" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100276" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Tomada da feitoria e estabelecimento do fortim" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-scaled.png" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Tomada da feitoria e estabelecimento do fortim" width="1200" height="980" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-300x245.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-1024x836.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-768x627.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-67x55.png 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-1536x1254.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-2048x1672.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Tomada-da-feitoria-e-estabelecimento-do-fortim-800x653.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100276" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) &#8211; Tomada da feitoria e estabelecimento do fortim</figcaption></figure>
<h3>2. Partida de Pero Lopes de Sousa para Portugal (maio de 1532)</h3>
<p>Permanecendo Martim Afonso em São Vicente — entre outros motivos para aguardar o regresso dos entradistas que havia enviado de Cananéia ao sertão em busca das esperadas riquezas — Pero Lopes de Sousa partiu rumo a Portugal no galeão <em>São Vicente</em> em maio de 1532.</p>
<figure id="attachment_100273" aria-describedby="caption-attachment-100273" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100273" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Retorno de Pero Lopes a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal.png" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Retorno de Pero Lopes a Portugal" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Retorno-de-Pero-Lopes-a-Portugal-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100273" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Retorno de Pero Lopes a Portugal</figcaption></figure>
<h3>3. Viagem e escalas (junho–julho de 1532)</h3>
<p>Na escala do Rio de Janeiro juntou‑se-lhes a nau <em>Nossa Senhora das Candeias</em>.</p>
<p>Em julho fizeram nova parada na Baía de Todos os Santos para reabastecimento e, em seguida, os dois navios prosseguiram rumo ao norte.</p>
<figure id="attachment_100274" aria-describedby="caption-attachment-100274" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100274" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem e escalas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem e escalas" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Viagem-e-escalas-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100274" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Viagem e escalas</figcaption></figure>
<h3>4. Encontros e combates na costa pernambucana (agosto–setembro de 1532)</h3>
<p>À vista da ilha de Santo Aleixo encontraram e apreenderam uma nau francesa, apesar das lacunas no Diário da Navegação.</p>
<p>Fizeram o mesmo com outra embarcação que trazia munições para o fortim francês erguido no lugar da feitoria portuguesa durante a ausência de Martim Afonso e de Pero Lopes.</p>
<figure id="attachment_100275" aria-describedby="caption-attachment-100275" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100275" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Encontros e combates na costa pernambucana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Encontros e combates na costa pernambucana" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-—-Encontros-e-combates-na-costa-pernambucana-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100275" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — Encontros e combates na costa pernambucana</figcaption></figure>
<h3>5. Apreensões simultâneas e repressão (mesmo período)</h3>
<p>Quase ao mesmo tempo, outra nau francesa — que voltava carregada de pau‑brasil, algum algodão, papagaios, macacos etc. — fora apreendida ao largo de Málaga por uma esquadra portuguesa no Mediterrâneo.</p>
<p>Ao atacar a guarnição do fortim em Pernambuco, Pero Lopes teria condenado à morte vinte e um dos seus defensores e levado cerca de trinta prisioneiros para Portugal, segundo documentação francesa sobre o episódio.</p>
<figure id="attachment_100277" aria-describedby="caption-attachment-100277" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100277" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Apreensões simultâneas e repressão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Apreensões simultâneas e repressão" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Apreensoes-simultaneas-e-repressao-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100277" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) &#8211; Apreensões simultâneas e repressão</figcaption></figure>
<h3>6. Chegada a Portugal (fim de 1532 / início de 1533)</h3>
<p>Depois desses acontecimentos, o galeão e as naus apreendidas chegaram a Faro, em Portugal, nos últimos dias de 1532 ou nos primeiros de 1533.</p>
<figure id="attachment_100278" aria-describedby="caption-attachment-100278" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100278" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Chegada a Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-scaled.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) - Chegada a Portugal" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-Chegada-a-Portugal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100278" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) &#8211; Chegada a Portugal</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-regresso-de-pero-lopes/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil — Regresso de Pero Lopes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações</title>
		<link>https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-principais-realizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 20:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expedição de Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=99713</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A viagem de Martim Afonso de Sousa constituiu uma expedição marítima com objetivos militares, exploratórios e colonizadores ao longo da costa do Brasil e do Prata. Entre dezembro de 1530 e janeiro de 1532 a frota navegou pelas ilhas atlânticas, combateu corsários, estabeleceu contatos com indígenas (inclusive reencontrando o português [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-principais-realizacoes/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A viagem de Martim Afonso de Sousa constituiu uma expedição marítima com objetivos militares, exploratórios e colonizadores ao longo da costa do Brasil e do Prata.</p>
<figure id="attachment_99715" aria-describedby="caption-attachment-99715" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99715" title="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-1024x573.jpg" alt="Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Viagem-de-Martim-Afonso-1530–1532-exploracao-e-povoamento-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99715" class="wp-caption-text">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações</figcaption></figure>
<p>Entre dezembro de 1530 e janeiro de 1532 a frota navegou pelas ilhas atlânticas, combateu corsários, estabeleceu contatos com indígenas (inclusive reencontrando o português Diogo Álvares, o Caramuru), realizou explorações terrestres em busca de riquezas minerais, enfrentou perdas navais e firmou posse de terras portuguesas no estuário do Paraná — culminando no retorno e no povoamento definitivo de São Vicente.</p>
<figure id="attachment_99733" aria-describedby="caption-attachment-99733" style="width: 786px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99733 size-large" title="Mapa da viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-786x1024.png" alt="Mapa da viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532)" width="786" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-786x1024.png 786w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-230x300.png 230w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-768x1000.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-1180x1536.png 1180w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-1573x2048.png 1573w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532-800x1042.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-da-viagem-de-Martim-Afonso-ao-Brasil-1530–1532.png 1704w" sizes="(max-width: 786px) 100vw, 786px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99733" class="wp-caption-text">Mapa da viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532)</figcaption></figure>
<h3>1. Partida e primeiras ações (dezembro 1530 – janeiro 1531)</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-principais-realizacoes/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<p>No mês da partida, dezembro de 1530, a esquadra passou pelas Canárias e pelas ilhas de Cabo Verde, chegando à costa pernambucana no fim de janeiro seguinte.</p>
<p>Começou então a cumprir sua missão de guarda‑costas, capturando três navios franceses encontrados na região.</p>
<p>Soube‑se que, pouco antes, um galeão francês havia saqueado a feitoria portuguesa em Pernambuco.</p>
<figure id="attachment_99717" aria-describedby="caption-attachment-99717" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99717" title="Expedição de Martim Afonso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-scaled.png" alt="Expedição de Martim Afonso - Partida e primeiras ações (dezembro 1530 – janeiro 1531)" width="1200" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-300x157.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-1024x535.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-768x401.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-105x55.png 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-1536x802.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-2048x1069.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Partida-e-primeiras-acoes-dezembro-1530-–-janeiro-1531-800x418.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99717" class="wp-caption-text">Expedição de Martim Afonso &#8211; Partida e primeiras ações (dezembro 1530 – janeiro 1531)</figcaption></figure>
<h3>2. Decisões de Martim Afonso durante a expedição</h3>
<p>Martim Afonso mandou para Portugal, carregada de pau‑brasil, uma das naus tomadas aos entrelopes; incorporou outra à expedição com o nome de <em>Nossa Senhora das Candeias</em> e mandou queimar a terceira.</p>
<p>Apesar de uma nau ter se desgarrado em São Miguel, ordenou que as caravelas <em>Rosa</em> e <em>Princesa</em>, comandadas por Diogo Leite, fossem ao “Rio do Maranhão” em missão de exploração.</p>
<figure id="attachment_99718" aria-describedby="caption-attachment-99718" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99718" title="Decisões de Martim Afonso durante a expedição" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-scaled.png" alt="Decisões de Martim Afonso durante a expedição" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Medidas-de-Martim-Afonso-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99718" class="wp-caption-text">Decisões de Martim Afonso durante a expedição</figcaption></figure>
<h3>3. Baía de Todos os Santos e encontro com Caramuru (março–abril 1531)</h3>
<p>Em março de 1531 partiram duas naus e o galeão restante para a Baía de Todos os Santos.</p>
<p>Ali foi encontrado, vivendo entre os indígenas, o português Diogo Álvares, o Caramuru, que estava na região havia vinte e dois anos, como náufrago ou degredado.</p>
<p>A Pero Lopes pareceram muito brancos e bem dispostos os naturais da terra, e muito formosas as mulheres, “que não hão nenhuma inveja às da Rua Nova de Lisboa”.</p>
<p>Festejados e providos de mantimentos, os expedicionários deixaram na Baía dois homens com sementes para “fazerem experiência do que a terra dava”.</p>
<figure id="attachment_99719" aria-describedby="caption-attachment-99719" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99719" title="Baía de Todos os Santos e encontro com Caramuru" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-scaled.jpg" alt="Baía de Todos os Santos e encontro com Caramuru" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-de-Todos-os-Santos-e-encontro-com-Caramuru-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99719" class="wp-caption-text">Baía de Todos os Santos e encontro com Caramuru</figcaption></figure>
<h3>4. Rio de Janeiro e exploração interior (abril–agosto 1531)</h3>
<p>Prosseguindo para o sul, a expedição incorporou a caravela <em>Santa Maria do Cabo</em>, em viagem para Sofala. No fim de abril alcançaram o Rio de Janeiro, onde permaneceram três meses.</p>
<p>Desembarcando sua gente — bem recebida pelos indígenas — o Capitão‑Mor mandou abrigá‑la numa casa‑forte cercada de paliçada, então construída. Em terra instalaram uma ferraria e construíram dois bergantins de 15 bancos.</p>
<p>Enquanto se obtinham mantimentos para um ano, destinados a quatrocentas pessoas, quatro homens foram enviados ao interior em exploração. Em dois meses percorreram 115 léguas, por montanhas e campos; trouxeram um chefe indígena e a notícia da existência de ouro e prata num certo rio “de Peraguay”.</p>
<figure id="attachment_99728" aria-describedby="caption-attachment-99728" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99728" title="Rio de Janeiro e exploração interior (abril–agosto 1531)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1.png" alt="Rio de Janeiro e exploração interior (abril–agosto 1531)" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1.png 1614w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rio-de-Janeiro-e-exploracao-interior-abril–agosto-1531-1-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99728" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro e exploração interior (abril–agosto 1531)</figcaption></figure>
<h3>5. Cananéia e a expedição perdida (agosto 1531)</h3>
<p>Em agosto houve nova escala na Ilha do Bom Abrigo, perto da atual Cananéia (sul paulista).</p>
<p>Nesse local encontraram Francisco de Chaves — apelidado de &#8216;língua&#8217; por atuar como intérprete — um bacharel que havia sido degredado para aquela região há trinta anos, além de cinco ou seis homens de origem espanhola.</p>
<p>Francisco de Chaves informou sobre supostas riquezas de prata e ouro no interior e acompanhou uma expedição de busca comandada por Pero Lôbo.</p>
<p>A força tinha cerca de 80 homens, formada por besteiros (soldados armados com bestas) e espingardeiros (soldados com armas de fogo portáteis).</p>
<p>Só mais tarde soube‑se que essa expedição foi atacada e quase toda aniquilada por indígenas entre os rios Iguaçu e Paraná.</p>
<figure id="attachment_99731" aria-describedby="caption-attachment-99731" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99731" title="Cananéia e a expedição perdida (agosto 1531)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1.png" alt="Cananéia e a expedição perdida (agosto 1531)" width="1200" height="1019" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1.png 2162w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-300x255.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-1024x870.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-768x652.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-65x55.png 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-1536x1304.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-2048x1739.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Cananeia-e-a-expedicao-perdida-agosto-1531-1-800x679.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99731" class="wp-caption-text">Cananéia e a expedição perdida (agosto 1531)</figcaption></figure>
<h3>6. Rumo ao Rio da Prata e perda da nau capitânia (outubro–dezembro 1531)</h3>
<p>Deixada a região de Cananéia, os navios rumaram às Ilhas das Onças e ao Cabo de Santa Maria, na entrada do rio que se chama hoje Rio da Prata.</p>
<p>Em outubro, próximo da atual Punta del Este (Maldonado), a nau capitânia perdeu‑se num temporal e foi lançada à costa; Martim Afonso e a maior parte da tripulação salvaram‑se, mas sete homens morreram.</p>
<figure id="attachment_99722" aria-describedby="caption-attachment-99722" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99722" title="Rumo ao Rio da Prata e perda da nau capitânia (outubro–dezembro 1531)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-scaled.jpg" alt="Rumo ao Rio da Prata e perda da nau capitânia (outubro–dezembro 1531)" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Rumo-ao-Rio-da-Prata-e-perda-da-nau-capitania-outubro–dezembro-1531-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99722" class="wp-caption-text">Rumo ao Rio da Prata e perda da nau capitânia (outubro–dezembro 1531)</figcaption></figure>
<h3>7. Exploração do Rio Paraná e posse (novembro–dezembro 1531)</h3>
<p>O Capitão‑Mor determinou que apenas Pero Lopes prosseguisse a exploração do grande rio num dos bergantins, com trinta homens.</p>
<p>Em novembro e dezembro de 1531 alcançou‑se o delta do Paraná e subiu‑se até o Esteiro dos Carandins, perto da atual San Pedro (Argentina).</p>
<p>Cravaram-se dois marcos com o emblema real e, assim, tomou‑se formalmente posse da terra em nome de Portugal.</p>
<p>Depois, Pero Lopes reuniu‑se aos três navios restantes — a nau <em>Nossa Senhora das Candeias</em>, o galeão <em>São Vicente</em> e a caravela <em>Santa Maria do Cabo</em>.</p>
<figure id="attachment_99723" aria-describedby="caption-attachment-99723" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99723" title="Exploração do Rio Paraná e posse (novembro–dezembro 1531)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-scaled.jpg" alt="Exploração do Rio Paraná e posse (novembro–dezembro 1531)" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracao-do-Rio-Parana-e-posse-novembro–dezembro-1531-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99723" class="wp-caption-text">Exploração do Rio Paraná e posse (novembro–dezembro 1531)</figcaption></figure>
<h3>8. Retorno à costa brasileira e povoamento de São Vicente (janeiro de 1532)</h3>
<p>Tendo cumprido a missão na região platina, Martim Afonso decidiu regressar à costa do Brasil em janeiro de 1532.</p>
<p>Ordenou que a caravela recolhesse, no Porto dos Patos (na atual costa de Santa Catarina), os tripulantes do bergantim ali perdidos.</p>
<p>A Santa Maria do Cabo trouxe ainda alguns castelhanos que relataram novas notícias sobre riquezas minerais no sertão.</p>
<p>Ao ancorar no Porto de São Vicente, o Capitão‑Mor determinou o povoamento definitivo do local e mandou de volta a Portugal, sob o comando de Pero Lopes, os dois navios que ainda estavam em condições de navegar — a nau e o galeão.</p>
<figure id="attachment_99724" aria-describedby="caption-attachment-99724" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99724" title="Retorno à costa brasileira e povoamento de São Vicente (janeiro de 1532)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-scaled.jpg" alt="Retorno à costa brasileira e povoamento de São Vicente (janeiro de 1532)" width="1200" height="672" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Retorno-a-costa-brasileira-e-povoamento-de-Sao-Vicente-janeiro-de-1532-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99724" class="wp-caption-text">Retorno à costa brasileira e povoamento de São Vicente (janeiro de 1532)</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/viagem-de-martim-afonso-ao-brasil-1530-1532-principais-realizacoes/">Viagem de Martim Afonso ao Brasil (1530–1532) — principais realizações</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Praia de Sibaúma — refúgio rústico do litoral sul potiguar</title>
		<link>https://bahia.ws/praia-de-sibauma-refugio-rustico-do-litoral-sul-potiguar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 10:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral Sul do RN]]></category>
		<category><![CDATA[praia de Sibaúma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=99687</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A poucos quilômetros entre Pipa e Baía Formosa, Sibaúma é uma vila litorânea preservada do Rio Grande do Norte, perfeita para quem busca sossego, contato com a natureza e paisagens costeiras autênticas. Destaques Atmosfera: tranquila e pouco urbanizada. Paisagem: areias claras, dunas, trechos de restinga, coqueirais e falésias baixas. Piscinas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-de-sibauma-refugio-rustico-do-litoral-sul-potiguar/">Praia de Sibaúma — refúgio rústico do litoral sul potiguar</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A poucos quilômetros entre Pipa e Baía Formosa, Sibaúma é uma vila litorânea preservada do Rio Grande do Norte, perfeita para quem busca sossego, contato com a natureza e paisagens costeiras autênticas.</p>
<h3>Destaques</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/praia-de-sibauma-refugio-rustico-do-litoral-sul-potiguar/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN.jpg" width="400" /></a></p>
<ul>
<li><strong>Atmosfera:</strong> tranquila e pouco urbanizada.</li>
<li><strong>Paisagem:</strong> areias claras, dunas, trechos de restinga, coqueirais e falésias baixas.</li>
<li><strong>Piscinas naturais:</strong> formam-se na maré baixa — ótimas para banho e observação da vida marinha.</li>
<li><strong>Comunidade:</strong> ligada à pesca artesanal e à gastronomia à base de frutos do mar.</li>
</ul>
<h3>O que fazer</h3>
<ul>
<li>Visitar as piscinas naturais (consultar a tábua de marés).</li>
<li>Caminhadas pela orla e fotografia do pôr do sol sobre as falésias.</li>
<li>Passeios de buggy ou quadriciclo para praias vizinhas (Pipa, Camurupim, Barra de Tabatinga).</li>
<li>Observar aves e pequenas trilhas em áreas de restinga.</li>
<li>Experimentar pratos locais em bares e restaurantes da vila.</li>
</ul>
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li><strong>Acesso:</strong> carro é recomendado; a rota mais comum parte de Natal pela BR‑101 e estradas locais (verificar condições em dias de chuva).</li>
<li><strong>Estrutura:</strong> pousadas e serviços simples — leve itens essenciais (água, protetor solar, repelente).</li>
<li><strong>Segurança:</strong> poucas equipes de salva-vidas — tenha atenção a correntes e pontos mais fundos.</li>
<li><strong>Melhor época:</strong> meses mais secos (setembro a março) para mar mais calmo e céu mais azul.</li>
</ul>
<h3>Como chegar</h3>
<p>Saindo de Natal: cerca de 1h30 a 2h de carro dependendo do trajeto; seguir BR‑101 sentido sul e acessar vias locais para Nísia Floresta/Sibaúma.</p>
<p><strong>Transporte:</strong> carro particular ou transfers; verifique empresas locais para passeios combinados desde Pipa ou Natal.</p>
<h3>Onde ficar</h3>
<p>Pousadas e hospedagens simples na vila e arredores. Para mais opções e conforto, considerar base em Pipa ou Nísia Floresta.</p>
<figure id="attachment_99482" aria-describedby="caption-attachment-99482" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99482 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99482" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99481" aria-describedby="caption-attachment-99481" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99481 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99481" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99480" aria-describedby="caption-attachment-99480" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99480 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99480" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99479" aria-describedby="caption-attachment-99479" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99479 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99479" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_14821" aria-describedby="caption-attachment-14821" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-14821 size-full" title="Mapa do Litoral do Rio Grande do Norte" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn.jpg" alt="Mapa do Litoral do Rio Grande do Norte" width="800" height="1316" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn-182x300.jpg 182w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn-768x1263.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn-622x1024.jpg 622w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/mapa_litoral_rn-33x55.jpg 33w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14821" class="wp-caption-text">Mapa do Litoral do Rio Grande do Norte</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-de-sibauma-refugio-rustico-do-litoral-sul-potiguar/">Praia de Sibaúma — refúgio rústico do litoral sul potiguar</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Praia dos Carneiros eleita uma das praias mais bonitas do Nordeste</title>
		<link>https://bahia.ws/praia-dos-carneiros-guia-de-passeios-hospedagem-e-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 17:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral Sul de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Praia dos Carneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Praia dos Carneiros, charme fotogênico a cerca de 1 hora de Recife. A poucos quilômetros de Recife, a Praia dos Carneiros (Tamandaré, PE) é um refúgio de mar cristalino, coqueiros à beira-mar e paisagens perfeitas para fotos. O cartão-postal é a pitoresca Igreja de São Benedito, encostada à areia. Por [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-dos-carneiros-guia-de-passeios-hospedagem-e-dicas/">Praia dos Carneiros eleita uma das praias mais bonitas do Nordeste</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Praia dos Carneiros, charme fotogênico a cerca de 1 hora de Recife.</h2>
<p class="lead">A poucos quilômetros de Recife, a Praia dos Carneiros (Tamandaré, PE) é um refúgio de mar cristalino, coqueiros à beira-mar e paisagens perfeitas para fotos. O cartão-postal é a pitoresca Igreja de São Benedito, encostada à areia.</p>
<figure id="attachment_99435" aria-describedby="caption-attachment-99435" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99435" title="Igreja de São Benedito na praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3.png 1920w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99435" class="wp-caption-text">Igreja de São Benedito na praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<h2>Por que amar</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/praia-dos-carneiros-guia-de-passeios-hospedagem-e-dicas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/pernambuco/Tamandare.jpg?token=emVN8PmmwAPzxnWl-HGzGg&amp;expires=1775913998" width="400" /></a></p>
<ul>
<li><strong>Cenário icônico:</strong> coqueiros à beira-mar, piscinas naturais na maré baixa e a charmosa Igreja de São Benedito.</li>
<li><strong>Atmosfera tranquila:</strong> pousadas boutique e resorts discretos, com controle de som e público de perfil exigente.</li>
<li><strong>Acesso prático:</strong> cerca de 1h–1h30 de carro saindo de Recife (PE-060/AL-101).</li>
</ul>
<section id="destaques">
<h2>Destaques para o hóspede</h2>
<ul>
<li><strong>Passeios de catamarã:</strong> trajetos costeiros e paradas nas piscinas naturais na maré baixa — ideais para mergulho raso e fotos.</li>
<li><strong>Gastronomia:</strong> restaurantes de alto nível que combinam culinária regional com toques contemporâneos.</li>
<li><strong>Hospedagem:</strong> pousadas e resorts com serviço personalizado, spa e experiências privativas para casais e celebrações.</li>
</ul>
<h2>Informações importantes</h2>
<ul>
<li><strong>Capela de São Benedito:</strong> obra histórica (século XVIII) e principal cartão-postal; muito procurada para fotos e casamentos.</li>
<li><strong>Marés:</strong> as piscinas naturais aparecem apenas na maré baixa — consulte a tábua de marés antes de agendar passeios.</li>
<li><strong>Melhor época:</strong> meses menos chuvosos e com mar calmo costumam ser de setembro a março; dezembro a fevereiro é alta temporada.</li>
<li><strong>Acesso e logística:</strong> cerca de 1–1h30 de carro desde Recife via PE-060/AL-101; muitas pousadas oferecem transfers e agências locais vendem passeios e estacionamento.</li>
<li><strong>Atividades:</strong> catamarã, lanchas, stand-up paddle, caiaque e passeios por manguezais; roteiros podem incluir praias vizinhas como Guadalupe.</li>
<li><strong>Gastronomia e reservas:</strong> foco em frutos do mar e pratos regionais; reserve restaurantes e passeios com antecedência, especialmente fins de semana e alta temporada.</li>
<li><strong>Conservação:</strong> evite pisar em corais, leve seu lixo e respeite manguezais e a vegetação local — a área recebe manejo ambiental.</li>
<li><strong>Eventos e casamentos:</strong> local muito procurado para cerimônias; verifique normas e autorizações locais com antecedência.</li>
<li><strong>Infraestrutura:</strong> comércio local limitado fora das pousadas; leve itens básicos e cheque antecipadamente formas de pagamento (cartões nem sempre são aceitos).</li>
<li><strong>Segurança e saúde:</strong> sol forte e poucas áreas sombreadas em trechos da praia — use protetor solar, água e proteção contra insetos em áreas de mangue.</li>
<li><strong>Fotografia e pôr do sol:</strong> cenário altamente fotogênico, especialmente com a capela e coqueirais; o pôr do sol é um dos destaques.</li>
</ul>
<h2>Dica prática</h2>
<p>Consulte a tábua de marés para programar o passeio às piscinas naturais. Reserve restaurantes, passeios e hospedagem com antecedência — a região é pequena e muito procurada.</p>
<p>Pronto para reservar? A Praia dos Carneiros oferece o equilíbrio perfeito entre beleza natural e conforto sofisticado.</p>
<figure id="attachment_100880" aria-describedby="caption-attachment-100880" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100880" title="mapa das praias de Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco.png" alt="mapa das praias de Pernambuco" width="1200" height="577" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco.png 1252w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco-300x144.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco-1024x492.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco-768x369.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco-114x55.png 114w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/mapa-das-praias-de-Pernambuco-800x385.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100880" class="wp-caption-text">mapa das praias de Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99434" aria-describedby="caption-attachment-99434" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99434" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2.png 1920w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99434" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99437" aria-describedby="caption-attachment-99437" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99437" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png 1920w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99437" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99438" aria-describedby="caption-attachment-99438" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99438" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png 1920w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99438" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99439" aria-describedby="caption-attachment-99439" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99439" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7.png 1920w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99439" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
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<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praia-dos-carneiros-guia-de-passeios-hospedagem-e-dicas/">Praia dos Carneiros eleita uma das praias mais bonitas do Nordeste</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>As 3 melhores praias do Nordeste para relaxar com conforto</title>
		<link>https://bahia.ws/as-3-melhores-praias-do-nordeste-para-relaxar-com-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 15:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Pipa]]></category>
		<category><![CDATA[praia de Sibaúma]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Forte]]></category>
		<category><![CDATA[Praia dos Carneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Vilarejo de Pipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Melhores praias do Nordeste para relaxar: conheça 3 refúgios perfeitos com paisagens deslumbrantes, hospedagem de alto padrão e sossego. Se você procura cenários de cartão-postal, hospedagem de alto padrão sem agito de música alta e acesso fácil de carro partindo de uma capital nordestina, selecionamos três praias que unem tudo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Melhores praias do Nordeste para relaxar: conheça 3 refúgios perfeitos com paisagens deslumbrantes, hospedagem de alto padrão e sossego.</h2>
<p>Se você procura cenários de cartão-postal, hospedagem de alto padrão sem agito de música alta e acesso fácil de carro partindo de uma capital nordestina, selecionamos três praias que unem tudo isso. Perfeitas para casais, famílias exigentes e viajantes que valorizam conforto e natureza.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/as-3-melhores-praias-do-nordeste-para-relaxar-com-conforto/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-2025.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Praia dos Carneiros (Tamandaré, PE) — charme fotogênico a 1 hora de Recife</h3>
<p><strong>Por que amar</strong></p>
<ul>
<li>Cenário icônico: coqueiros à beira-mar, piscinas naturais e a charmosa Igreja de São Benedito.</li>
<li>Atmosfera tranquila: pousadas boutique e resorts com perfil reservado, controle de som e hóspedes de padrão alto.</li>
<li>Acesso prático: cerca de 1h–1h30 de carro desde Recife pela PE-060/AL-101.</li>
</ul>
<p><strong>Destaques para o hóspede</strong></p>
<ul>
<li>Passeios de catamarã e piscinas naturais na maré baixa.</li>
<li>Restaurantes de alto nível com culinária regional e pratos contemporâneos.</li>
<li>Hospedagem com serviço personalizado, spa e experiências privativas.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99439" aria-describedby="caption-attachment-99439" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99439 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-7.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99439" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99438" aria-describedby="caption-attachment-99438" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99438 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-6.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99438" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99437" aria-describedby="caption-attachment-99437" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99437 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-5.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99437" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99435" aria-describedby="caption-attachment-99435" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99435 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-3.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99435" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99434" aria-describedby="caption-attachment-99434" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99434 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99434" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99433" aria-describedby="caption-attachment-99433" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99433 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99433" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99432" aria-describedby="caption-attachment-99432" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99432 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1024x576.png" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99432" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<h3>2. Praia do Forte (Mata de São João, BA) — conforto e infraestrutura a menos de 2 horas de Salvador</h3>
<p><strong>Por que amar</strong></p>
<ul>
<li>Tourism premium: resorts, hotéis-boutique e uma vila charmosa com ritmo sossegado.</li>
<li>Natureza e responsabilidade: projeto Tamar de proteção às tartarugas e praias preservadas.</li>
<li>Acesso fácil: cerca de 1h20–1h40 pela Estrada do Coco (BA-099) saindo de Salvador.</li>
</ul>
<p><strong>Destaques para o hóspede</strong></p>
<ul>
<li>Resorts com piscinas, restaurantes gourmet e serviços de spa.</li>
<li>Passeios culturais, gastronomia de alto nível e lojas de artesanato sofisticado.</li>
<li>Áreas hoteleiras planejadas que respeitam o silêncio e o conforto dos hóspedes.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99448" aria-describedby="caption-attachment-99448" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99448 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-5.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99448" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99445" aria-describedby="caption-attachment-99445" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99445 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-3.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99445" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99449" aria-describedby="caption-attachment-99449" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99449 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-6.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99449" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99450" aria-describedby="caption-attachment-99450" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99450 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-7.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99450" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99442" aria-describedby="caption-attachment-99442" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99442 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-BA.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99442" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99444" aria-describedby="caption-attachment-99444" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99444 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99444" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99446" aria-describedby="caption-attachment-99446" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99446 size-large" title="Projeto Tamar - Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--1024x576.png" alt="Projeto Tamar - Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia--800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99446" class="wp-caption-text">Projeto Tamar &#8211; Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99451" aria-describedby="caption-attachment-99451" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99451 size-large" title="Projeto Tamar - Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-1024x576.png" alt="Projeto Tamar - Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Projeto-Tamar-Praia-do-Forte-na-Bahia-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99451" class="wp-caption-text">Projeto Tamar &#8211; Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99447" aria-describedby="caption-attachment-99447" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99447 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-1024x576.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Forte-na-Bahia-4.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99447" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. O vilarejo de Pipa (mais turístico) e a praia de Sibaúma (mais tranquila), ambos em Tibau do Sul, a cerca de 1h de Natal.</h3>
<p>As Praias de Pipa e Sibaúma estão a poucos minutos uma da outra,</p>
<p><strong>Por que amar</strong></p>
<ul>
<li>Paisagem dramática: falésias, mirantes, lagoas e praias de visual impressionante.</li>
<li>Seleção refinada de pousadas e hotéis com atendimento intimista e regras de convivência discretas.</li>
<li>Acesso simples: cerca de 1h–1h20 de carro desde Natal via BR-101/BR-406.</li>
</ul>
<p><strong>Destaques para o hóspede</strong></p>
<ul>
<li>Trilhas panorâmicas, passeios de buggy em caráter privado e observação de golfinhos.</li>
<li>Restaurantes com menus contemporâneos e opções de experiências gastronômicas reservadas.</li>
<li>Áreas de hospedagem afastadas da avenida central, perfeitas para quem busca silêncio.</li>
</ul>
<h3>Por que escolher estas praias</h3>
<ul>
<li>Paisagens de tirar o fôlego, mas com estrutura hoteleira que privilegia conforto e discrição.</li>
<li>Público de perfil mais exigente e normas locais que minimizam eventos ruidosos.</li>
<li>Roteiros curtos e viáveis de carro saindo das capitais Recife, Salvador e Natal — ideal para quem não quer logística complexa.</li>
</ul>
<h3>Dicas rápidas antes de partir</h3>
<ul>
<li>Reserve hospedagem em hotéis boutique ou resorts com política de silêncio; confirme regras sobre música e eventos.</li>
<li>Planeje a viagem fora de feriados e alta temporada para máxima tranquilidade.</li>
<li>Alugue carro com antecedência e consulte condições da estrada em trechos locais.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99471" aria-describedby="caption-attachment-99471" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99471 size-large" title="Vilarejo de Pipa no RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-1024x576.png" alt="Vilarejo de Pipa no RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-3.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99471" class="wp-caption-text">Vilarejo de Pipa no RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99470" aria-describedby="caption-attachment-99470" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99470 size-large" title="Vilarejo de Pipa no RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-1024x576.png" alt="Vilarejo de Pipa no RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-4.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99470" class="wp-caption-text">Vilarejo de Pipa no RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99472" aria-describedby="caption-attachment-99472" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99472 size-large" title="Vilarejo de Pipa no RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-1024x576.png" alt="Vilarejo de Pipa no RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Vilarejo-de-Pipa-no-RN-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99472" class="wp-caption-text">Vilarejo de Pipa no RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_46516" aria-describedby="caption-attachment-46516" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46516" title="Praia do Centro em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN.jpg" alt="Praia do Centro em Pipa RN" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Centro-em-Pipa-RN-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46516" class="wp-caption-text">Praia do Centro em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99466" aria-describedby="caption-attachment-99466" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99466 size-large" title="Falésias de Cacimbinhas em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-1024x576.png" alt="Falésias de Cacimbinhas em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Falesias-de-Cacimbinhas.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99466" class="wp-caption-text">Falésias de Cacimbinhas em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99467" aria-describedby="caption-attachment-99467" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99467 size-large" title="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1024x576.png" alt="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99467" class="wp-caption-text">Baía dos Golfinhos em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99460" aria-describedby="caption-attachment-99460" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99460 size-large" title="Praia do Amor em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-1024x576.png" alt="Praia do Amor em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Amor-em-Pipa-RN-4.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99460" class="wp-caption-text">Praia do Amor em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99462" aria-describedby="caption-attachment-99462" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99462 size-large" title="Praia do Madeiro em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-1024x576.png" alt="Praia do Madeiro em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-do-Madeiro-em-Pipa-RN-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99462" class="wp-caption-text">Praia do Madeiro em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99469" aria-describedby="caption-attachment-99469" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99469 size-large" title="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-1024x576.png" alt="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99469" class="wp-caption-text">Baía dos Golfinhos em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99467" aria-describedby="caption-attachment-99467" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99467 size-large" title="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1024x576.png" alt="Baía dos Golfinhos em Pipa RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-RN-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99467" class="wp-caption-text">Baía dos Golfinhos em Pipa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99482" aria-describedby="caption-attachment-99482" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99482 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99482" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99481" aria-describedby="caption-attachment-99481" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99481 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99481" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99480" aria-describedby="caption-attachment-99480" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99480 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-3.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99480" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_99479" aria-describedby="caption-attachment-99479" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99479 size-large" title="Praia de Sibaúma - Natal - RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1024x576.png" alt="Praia de Sibaúma - Natal - RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Praia-de-Sibauma-Natal-RN-4.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99479" class="wp-caption-text">Praia de Sibaúma &#8211; Natal &#8211; RN</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>História do Frevo: Memória, Espaço Urbano e Identidade</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-do-frevo-memoria-espaco-urbano-e-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores e Ritmos Nordestinos]]></category>
		<category><![CDATA[História do Frevo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=99376</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Compreender o frevo é, em grande parte, reconstituir a história das camadas populares e a própria formação urbana do Recife, entre o final do século XIX e o início do século XX. Nascido no meio do povo, o frevo rapidamente se afirmou como traço marcante da fisionomia da cidade. 1. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-frevo-memoria-espaco-urbano-e-identidade/">História do Frevo: Memória, Espaço Urbano e Identidade</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Compreender o frevo é, em grande parte, reconstituir a história das camadas populares e a própria formação urbana do Recife, entre o final do século XIX e o início do século XX. Nascido no meio do povo, o frevo rapidamente se afirmou como traço marcante da fisionomia da cidade.</p>
<figure id="attachment_99384" aria-describedby="caption-attachment-99384" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99384 size-large" title="História do frevo - territórios e lugares — memória, espaço e identidade" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-1024x573.jpg" alt="História do frevo - territórios e lugares — memória, espaço e identidade" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-frevo-territorios-e-lugares-—-memoria-espaco-e-identidade-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99384" class="wp-caption-text">História do Frevo: Memória, Espaço Urbano e Identidade</figcaption></figure>
<h3>1. Papel do Espaço Urbano e da Autoridade Pública</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-frevo-memoria-espaco-urbano-e-identidade/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Frevo-ritmo-musical.jpeg" width="400" /></a></p>
<p>Desde meados do século XIX, com intensificação a partir de 1870, as manifestações carnavalescas passaram a ocupar preferencialmente — embora não exclusivamente — os espaços públicos e ao ar livre.</p>
<p>Esses espaços não foram meros palcos: tornaram-se protagonistas de um processo em que o poder público atuou como mediador, controlando, regulamentando e fiscalizando seu uso.</p>
<p>Esse papel das autoridades ajuda a entender a trajetória do frevo na construção da identidade territorial e na reorganização do espaço urbano.</p>
<figure id="attachment_99378" aria-describedby="caption-attachment-99378" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99378 size-large" title="História do Frevo - Papel do espaço urbano e da autoridade pública" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-1024x573.jpg" alt="História do Frevo - Papel do espaço urbano e da autoridade pública" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Papel-do-espaco-urbano-e-da-autoridade-publica-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99378" class="wp-caption-text">História do Frevo &#8211; Papel do espaço urbano e da autoridade pública</figcaption></figure>
<h3>2. Bairro São José: um Palco Principal</h3>
<p>O bairro de São José é um dos palcos históricos do frevo. Rua da Concórdia, Pátio do Terço, Rua Direita, Rua da Horta e Pátio de São Pedro lembram carnavais em que todo o bairro se vestia de festa.</p>
<p>Blocos como Batutas de São José, Donzelos, Traquinas de São José, Prato Misterioso e Pão Duro, clubes carnavalescos (Clube das Pás Douradas, Clube dos Vasculhadores, Clube Vassourinhas — apelidado “Camelo de São José”), o Samba Saberé e a Escola de Samba Estudantes de São José compunham um amplo universo festivo local cujos ensaios atraíam multidões às ruas.</p>
<figure id="attachment_99379" aria-describedby="caption-attachment-99379" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99379 size-large" title="História do Frevo - Bairro São José - um palco principal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-1024x573.jpg" alt="História do Frevo - Bairro São José - um palco principal" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Bairro-Sao-Jose-um-palco-principal-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99379" class="wp-caption-text">História do Frevo &#8211; Bairro São José &#8211; um palco principal</figcaption></figure>
<h3>3. Carnaval de Diferentes Classes</h3>
<p>Originalmente, as classes mais abastadas celebravam o carnaval em salões e teatros com grandes bailes — as Mascaradas — e, posteriormente, nas ruas por meio de clubes de Alegorias e Críticas e do desfile do Corso.</p>
<p>Aos poucos, o “povaréu” também foi ocupando o espaço público para brincar, desanuviar do trabalho ou provocar, apesar de proibições e intervenções policiais.</p>
<figure id="attachment_99380" aria-describedby="caption-attachment-99380" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99380 size-large" title="História do Frevo - Carnaval de diferentes classes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-1024x573.jpg" alt="História do Frevo - Carnaval de diferentes classes" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Carnaval-de-diferentes-classes-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99380" class="wp-caption-text">História do Frevo &#8211; Carnaval de diferentes classes</figcaption></figure>
<h3>4. Espaços de Vivência, Memória e Conflito</h3>
<p>Ruas, praças e bairros do Recife e de Olinda serviram como percursos intensos do frevo.</p>
<p>Em ladeiras históricas e ruas estreitas, pessoas e grupos se avolumavam; os logradouros, além de locais de trabalho, eram espaços de ócio, mendicância, brigas, prisões e lazer — um espaço urbano pleno de vida, memória, símbolos e significados para quem o frequentava.</p>
<figure id="attachment_99381" aria-describedby="caption-attachment-99381" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99381 size-large" title="História do Frevo - Espaços de vivência, memória e conflito" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-1024x573.jpg" alt="História do Frevo - Espaços de vivência, memória e conflito" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Espacos-de-vivencia-memoria-e-conflito-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99381" class="wp-caption-text">História do Frevo &#8211; Espaços de vivência, memória e conflito</figcaption></figure>
<h3>5. Centralidade, Marginalidade e Circulação Cultural</h3>
<p>Ao analisar o frevo, é fundamental considerar sua relação estreita com o meio urbano recifense, tanto no espaço de ação quanto na percepção e vivência do território, incluindo áreas menos visíveis.</p>
<p>Nesse território — simultaneamente lugar da memória e palco da vida cotidiana — desenrolam-se divergências e transgressões, relações e práticas socioculturais que permitem aos brincantes e grupos de frevo deslocarem-se, situarem-se e interagirem no espaço urbano.</p>
<figure id="attachment_99382" aria-describedby="caption-attachment-99382" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99382 size-large" title="História do Frevo - Centralidade, marginalidade e circulação cultural" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-1024x573.jpg" alt="História do Frevo - Centralidade, marginalidade e circulação cultural" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99382" class="wp-caption-text">História do Frevo &#8211; Centralidade, marginalidade e circulação cultural</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-frevo-memoria-espaco-urbano-e-identidade/">História do Frevo: Memória, Espaço Urbano e Identidade</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A História do Frevo: Origens, Evolução, Ritmos e Estilos</title>
		<link>https://bahia.ws/a-historia-do-frevo-origens-evolucao-ritmos-e-estilos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 00:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores e Ritmos Nordestinos]]></category>
		<category><![CDATA[História do Frevo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=99284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Segundo muitos estudiosos, música e dança acompanham o povo brasileiro desde sua constituição social, funcionando como forma de amenizar tensões geradas pela diversidade de atores envolvidos nesse processo e como facilitador na adaptação de um modelo social europeu ao contexto tropical. Vinculado ao Carnaval, o frevo retrata conflitos e embates [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-historia-do-frevo-origens-evolucao-ritmos-e-estilos/">A História do Frevo: Origens, Evolução, Ritmos e Estilos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Segundo muitos estudiosos, música e dança acompanham o povo brasileiro desde sua constituição social, funcionando como forma de amenizar tensões geradas pela diversidade de atores envolvidos nesse processo e como facilitador na adaptação de um modelo social europeu ao contexto tropical.</p>
<p>Vinculado ao Carnaval, o frevo retrata conflitos e embates vividos desde a segunda metade do século XIX, o que ajuda a compreender seus múltiplos sentidos históricos e sociais.</p>
<figure id="attachment_99310" aria-describedby="caption-attachment-99310" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99310 size-large" title="Frevo: história, identidades e manifestações culturais" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-1024x573.jpg" alt="Frevo: história, identidades e manifestações culturais" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-historia-identidades-e-manifestacoes-culturais-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99310" class="wp-caption-text">Frevo: história, identidades e manifestações culturais.</figcaption></figure>
<h3>1. O entrudo: Raiz dos Festejos Carnavalescos</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/a-historia-do-frevo-origens-evolucao-ritmos-e-estilos/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Historia-do-Frevo-Centralidade-marginalidade-e-circulacao-cultural-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p>O entrudo é a forma mais antiga do carnaval popular na Península Ibérica e nas colônias (séculos XVI–XIX). Era uma festa de rua em que pessoas brincavam lançando água, lama, farinha, ovos e, por vezes, objetos sujos umas às outras.</p>
<p>Caracterizava‑se pelo anonimato, pela desordem festiva e pela inversão de normas sociais: homens e mulheres misturavam‑se, usavam máscaras e participavam de brincadeiras que podiam tornar‑se agressivas.</p>
<p>Trazido por portugueses ao Brasil, o entrudo influenciou as origens do Carnaval local. Inicialmente consistia num jogo de arremesso de limão‑de‑cheiro entre grupos ou indivíduos, acompanhado de gracejos e comidas. Registros do início do século XIX mostram que a prática estava bem enraizada na vida colonial.</p>
<p>Ao longo do tempo, porém, o divertimento degenerou: o limão foi substituído por urina, frutas podres, lama e outros dejetos, e as brincadeiras passaram a marcar e a segregar espaços urbanos, gerando problemas de ordem pública e de saúde. Esses excessos levaram, no século XIX, a proibições e regulações que abriram caminho para formas carnavalescas mais organizadas.</p>
<figure id="attachment_99311" aria-describedby="caption-attachment-99311" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99311 size-large" title="O entrudo - raiz dos festejos carnavalescos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-1024x573.jpg" alt="O entrudo - raiz dos festejos carnavalescos" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-entrudo-raiz-dos-festejos-carnavalescos-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99311" class="wp-caption-text">O entrudo &#8211; raiz dos festejos carnavalescos</figcaption></figure>
<h3>2. Recife e a Formação do Frevo</h3>
<p>Na cidade de Recife, esse percurso culminou no esboço do frevo. Inicialmente menos frenético, o frevo ganhou forma a partir das bandas marciais e fanfarras e pela presença dos capoeiras — grupos de homens, negros ou mestiços — que, à frente das bandas, disputavam interesses diversos, inclusive políticos.</p>
<p>A destreza nas lutas e os novos saltos criados pelos capoeiras, ao som das bandas, influenciaram diretamente a criação dos passos do frevo de rua.</p>
<figure id="attachment_99312" aria-describedby="caption-attachment-99312" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99312 size-large" title="Recife e a formação do frevo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-1024x573.jpg" alt="Recife e a formação do frevo" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Recife-e-a-formacao-do-frevo-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99312" class="wp-caption-text">Recife e a formação do frevo</figcaption></figure>
<h3>3. Da Luta à Coreografia</h3>
<p>A repressão policial aos capoeiras fez com que golpes fossem camuflados em movimentos coreográficos, dando origem a nomes próprios para os passos: <strong>dobradiça</strong>, <strong>parafuso</strong>, <strong>tesoura</strong>, <strong>tramela</strong>, <strong>alicate</strong> — termos emprestados do universo do trabalho.</p>
<p>Esses nomes também batizaram os primeiros agrupamentos de frevo, como os clubes pedestres (hoje clubes de frevo).</p>
<figure id="attachment_99314" aria-describedby="caption-attachment-99314" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99314 size-large" title="Frevo da luta à coreografia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-1024x573.jpg" alt="Frevo da luta à coreografia" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Da-luta-a-coreografia-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99314" class="wp-caption-text">Frevo da luta à coreografia</figcaption></figure>
<h3>4. Perfil dos Agrupamentos Iniciais</h3>
<p>Os clubes pedestres surgiam, em geral, do cais do porto e da estiva.</p>
<p>Seus integrantes eram negros forros, prestadores de serviço dos bairros de São José e Santo Antônio, marinheiros e prostitutas — gente simples que buscava distração, lazer ou confronto.</p>
<p>Em contraste, a elite promovia grandes bailes chamados mascaradas, e desfiles como os clubes de Alegorias e Críticas e o Corso.</p>
<figure id="attachment_99315" aria-describedby="caption-attachment-99315" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99315 size-large" title="Freno - Perfil dos agrupamentos iniciais" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-1024x573.jpg" alt="Freno - Perfil dos agrupamentos iniciais" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Freno-Perfil-dos-agrupamentos-iniciais-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99315" class="wp-caption-text">Freno &#8211; Perfil dos agrupamentos iniciais</figcaption></figure>
<h3>5. Expansão Social: Chegada à Classe Média</h3>
<p>O frevo, nascido no meio proletário, alcançou a classe média por volta de 1920 com o bloco carnavalesco misto, espécie de agremiação semelhante aos ranchos natalinos, formada por famílias da pequena burguesia e com maior participação feminina (inclusive em corais).</p>
<p>As orquestras desses blocos — “pau e cordas” — tocavam inicialmente tangos, choros e árias; aos poucos incorporaram frevos, com melodias que transitavam entre o lirismo, a saudade e a homenagem a personalidades do gênero.</p>
<figure id="attachment_99316" aria-describedby="caption-attachment-99316" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99316 size-large" title="Frevo - Expansão social - chegada à classe média" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-1024x573.jpg" alt="Frevo - Expansão social - chegada à classe média" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Expansao-social-chegada-a-classe-media-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99316" class="wp-caption-text">Frevo &#8211; Expansão social &#8211; chegada à classe média</figcaption></figure>
<h3>6. Participação Feminina e Nomes Populares</h3>
<p>Os clubes pedestres, pilares das agremiações, eram inicialmente masculinos; a presença feminina foi-se incorporando gradualmente por meio de grupos identificados por ofícios (Quitandeiras, Engomadeiras, Verdureiras) ou por reputação marginal, como as <em>Ciganas Revoltosas</em> — frequentadoras de ruas centrais do Recife (Rua do Fogo, Rua da Guia, Beco do Veado, Rua das Águas Verdes).</p>
<figure id="attachment_99317" aria-describedby="caption-attachment-99317" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99317 size-large" title="Frevo - Participação feminina e nomes populares" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-1024x573.jpg" alt="Frevo - Participação feminina e nomes populares" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Participacao-feminina-e-nomes-populares-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99317" class="wp-caption-text">Frevo &#8211; Participação feminina e nomes populares</figcaption></figure>
<h3>7. Troças e Clubes de Bonecos</h3>
<p>Troças são agrupamentos populares carnavalescos tradicionais, principalmente no Nordeste do Brasil, que desfilam em ruas e bairros com caráter festivo, muitas vezes improvisado.</p>
<p>Além dos clubes pedestres e dos blocos mistos, o sistema carnavalesco do frevo incluía troças (vindas de vários bairros e periferias, organizadas ou improvisadas) e clubes de bonecos, geralmente nomeados em homenagem a carnavalescos, personagens ou fundadores.</p>
<figure id="attachment_99318" aria-describedby="caption-attachment-99318" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99318 size-large" title="Frevo - Troças e clubes de bonecos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-1024x573.jpg" alt="Frevo - Troças e clubes de bonecos" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frevo-Trocas-e-clubes-de-bonecos-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99318" class="wp-caption-text">Frevo &#8211; Troças e clubes de bonecos</figcaption></figure>
<h3>8. Considerações Finais</h3>
<p>O frevo permanece em construção: imprevisível e transgressor, erudito e popular, entre tradição e contemporaneidade.</p>
<p>Sua pluralidade e singularidade o constituem como patrimônio cultural imaterial.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-historia-do-frevo-origens-evolucao-ritmos-e-estilos/">A História do Frevo: Origens, Evolução, Ritmos e Estilos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>A Expedição de Martim Afonso de Sousa</title>
		<link>https://bahia.ws/a-expedicao-de-martim-afonso-de-sousa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 10:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expedição de Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=99277</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Expedição de Martim Afonso de Sousa &#8211; Rumo à Colonização do Brasil Martim Afonso de Sousa pertencia a uma das famílias mais notáveis de Portugal. Ele era descendente, por bastardia, de Dom Afonso III — isto é, tinha vínculo de sangue com a família real por um antepassado nascido [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-martim-afonso-de-sousa/">A Expedição de Martim Afonso de Sousa</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>A Expedição de Martim Afonso de Sousa &#8211; Rumo à Colonização do Brasil</h2>
<p>Martim Afonso de Sousa pertencia a uma das famílias mais notáveis de Portugal.</p>
<p>Ele era descendente, por bastardia, de Dom Afonso III — isto é, tinha vínculo de sangue com a família real por um antepassado nascido fora de casamento legítimo, sem plenos direitos dinásticos.</p>
<p>O pai de Martim Afonso de Sousa era Lopo de Sousa, que serviu à Casa de Bragança. Mais tarde Martim Afonso de Sousa entrou ao serviço do príncipe Dom João (o futuro rei Dom João III), que, ao subir ao trono, encarregou‑o dessa missão.</p>
<figure id="attachment_99279" aria-describedby="caption-attachment-99279" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99279 size-large" title="A Expedição de Martim Afonso de Sousa - Rumo à Colonização do Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-1024x573.jpg" alt="A Expedição de Martim Afonso de Sousa - Rumo à Colonização do Brasil" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99279" class="wp-caption-text">A Expedição de Martim Afonso de Sousa &#8211; Rumo à Colonização do Brasil</figcaption></figure>
<h3>1. Composição da Frota de Navios</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-martim-afonso-de-sousa/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-—-Rumo-a-Colonizacao-do-Brasil-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p>Para desempenhar a expedição partiu de Lisboa com uma frota composta por cinco navios.</p>
<p>Martim Afonso de Sousa comandava a <strong>nau capitânia</strong>, de 150 toneladas, seu irmão Pero Lopes de Sousa, que seria o narrador da expedição, relatando‑a no precioso <em>Diário da Navegação</em>, em Portugal descoberto pelo historiador brasileiro Francisco Adolfo de Varnhagen, visconde de Porto Seguro.</p>
<p>Outra nau, a <strong>São Miguel</strong>, de 125 toneladas, tinha o comando de Heitor de Sousa; um galeão, o <strong>São Vicente</strong>, da mesma tonelagem, foi confiado a Pero Lôbo Pinheiro. Duas caravelas, a <strong>Rosa</strong> e a <strong>Princesa</strong>, eram comandadas, respectivamente, por Diogo Leite e Baltasar Gonçalves.</p>
<figure id="attachment_99280" aria-describedby="caption-attachment-99280" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99280 size-large" title="A Expedição de Martim Afonso de Sousa - Composição da frota de navios" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-1024x573.jpg" alt="A Expedição de Martim Afonso de Sousa - Composição da frota de navios" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Composicao-da-frota-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99280" class="wp-caption-text">A Expedição de Martim Afonso de Sousa &#8211; Composição da frota de navios</figcaption></figure>
<h3>2. Tripulação e Futuros Colonos</h3>
<p>Entre os quatrocentos tripulantes e passageiros embarcados na frota merecem referência alguns fidalgos e futuros povoadores do Brasil, como Pero de Cóis, depois donatário de São Tomé e capitão‑mor da costa; seus irmãos Luís e Gabriel de Góis; Rui e Francisco Pinto; Domingos Leitão; Jorge Pires; o padre Gonçalo Monteiro e outros.</p>
<p>Conhecedores da nova terra — e, sem dúvida, informantes a seu respeito — vieram Enrique Montes, Pero Capico e o já citado Diogo Leite, antigo companheiro de Cristóvão Jaques. Vicente Lourenço era o piloto‑mor; Pedro Anes exercia a função de língua (intérprete dos indígenas brasileiros) e também atuava como piloto.</p>
<p>Atendendo ao objetivo colonizador da expedição ao Brasil, trouxe‑a sementes, plantas e animais domésticos.</p>
<figure id="attachment_99281" aria-describedby="caption-attachment-99281" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99281 size-large" title="A Expedição de Martim - Afonso de Sousa - Tripulação e Futuros Colonos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-1024x573.jpg" alt="A Expedição de Martim - Afonso de Sousa - Tripulação e Futuros Colonos" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/A-Expedicao-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Tripulacao-e-Futuros-Colonos-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99281" class="wp-caption-text">A Expedição de Martim &#8211; Afonso de Sousa &#8211; Tripulação e Futuros Colonos</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-martim-afonso-de-sousa/">A Expedição de Martim Afonso de Sousa</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa</title>
		<link>https://bahia.ws/expedicao-colonizadora-de-martim-afonso-de-sousa-ao-brasil-em-1530/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expedição de Martim Afonso de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Afonso de Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa, enviada pelo rei de Portugal em 1530, foi a primeira iniciativa oficial de ocupação permanente do território que viria a ser o Brasil. Composta por navios, soldados, colonos e técnicos, teve como objetivos combater os entrepostos franceses, explorar o litoral entre o [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expedicao-colonizadora-de-martim-afonso-de-sousa-ao-brasil-em-1530/">Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa, enviada pelo rei de Portugal em 1530, foi a primeira iniciativa oficial de ocupação permanente do território que viria a ser o Brasil.</p>
<p>Composta por navios, soldados, colonos e técnicos, teve como objetivos combater os entrepostos franceses, explorar o litoral entre o Maranhão e o Rio da Prata e estabelecer núcleos de povoamento com função política e administrativa.</p>
<p>A missão resultou na fundação de povoados — entre eles São Vicente em 1532 — e marcou o início da colonização organizada portuguesa na América Portuguesa.</p>
<figure id="attachment_99229" aria-describedby="caption-attachment-99229" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99229 size-large" title="Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-1024x573.jpg" alt="Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99229" class="wp-caption-text">Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil</figcaption></figure>
<h3>1. Contexto e Causa</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expedicao-colonizadora-de-martim-afonso-de-sousa-ao-brasil-em-1530/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-ao-Brasil-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p>A frequência, no litoral brasileiro, de entrepostos franceses que se entregavam ao comércio clandestino do pau‑brasil com os indígenas determinou a formação, ainda no reinado de Dom Manuel, de armadas de guarda‑costa destinadas a reprimi‑los.</p>
<p>Apesar do vigor com que atuaram, principalmente nos primeiros anos do governo de Dom João III, não puderam impedir a continuidade desse tráfico ilícito.</p>
<figure id="attachment_99223" aria-describedby="caption-attachment-99223" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99223 size-large" title="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Contexto e causa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-1024x573.jpg" alt="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Contexto e causa" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Contexto-e-causa-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99223" class="wp-caption-text">Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil &#8211; Contexto e causa</figcaption></figure>
<h3>2. Propostas e Decisão Real</h3>
<p>Cristóvão Jacques, um dos seus comandantes, sugeriu o povoamento imediato da terra como meio eficaz de dificultar a continuação da ocupação e da exploração por entrepostos franceses.</p>
<p>Outra proposta no mesmo sentido foi feita por João de Melo da Câmara, descendente de colonizadores das ilhas atlânticas (Açores e Madeira).</p>
<p>A ideia, apoiada também pelos eminentes portugueses residentes no estrangeiro — o sábio Diogo de Gouveia e o doutor Simão Afonso — foi adotada pelo rei em 1530, que enviou ao Brasil a expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa.</p>
<figure id="attachment_99224" aria-describedby="caption-attachment-99224" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99224 size-large" title="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Propostas e decisão real" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-1024x573.jpg" alt="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Propostas e decisão real" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Propostas-e-decisao-real-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99224" class="wp-caption-text">Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil &#8211; Propostas e decisão real</figcaption></figure>
<h3>3. Objetivos da Expedição ao Brasil</h3>
<p><strong>A expedição teve, de fato, uma tríplice incumbência:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Combater</strong> os entrepostos franceses na chamada “costa do pau‑brasil”.</li>
<li><strong>Explorar</strong> o litoral entre o Maranhão e o Rio da Prata.</li>
<li><strong>Estabelecer</strong> núcleos de povoamento mais estáveis do que as anteriores feitorias de extração de madeira, conferindo‑lhes caráter político e administrativo.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99225" aria-describedby="caption-attachment-99225" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99225 size-large" title="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Objetivos da expedição" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-1024x573.jpg" alt="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Objetivos da expedição" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Objetivos-da-expedicao-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99225" class="wp-caption-text">Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil &#8211; Objetivos da expedição</figcaption></figure>
<h3>4. Poderes e Atribuições de Martim Afonso</h3>
<p>Para cumprir a missão, Martim Afonso de Sousa recebeu amplos poderes do rei.</p>
<p>Pela primeira das três cartas‑régias — isto é, pelo primeiro dos decretos reais destinados à expedição, assinado em Castro Verde em 20 de novembro de 1530 — foi nomeado Capitão‑Mor não só da armada, mas também de todas as terras que encontrasse ou descobrisse.</p>
<p>Martim Afonso recebeu plena jurisdição sobre as pessoas que o acompanhassem — já presentes ou que depois ali viessem — com poder e alçada, exercendo o mero e misto império nas esferas criminal e civil, podendo aplicar sentenças até a pena capital, sem possibilidade de apelo.</p>
<p>Poderia ainda assentar padrões nas terras descobertas dentro da área de conquista e demarcação do Tratado de Tordesilhas, tomar posse delas e nomear, em seu nome, capitães e governadores, delegando‑lhes os respectivos poderes.</p>
<p>Pela segunda carta‑régia foram‑lhe conferidos poderes para criar e nomear tabeliães e demais oficiais de justiça necessários, tanto para a tomada de posse das terras quanto para os assuntos de justiça e governança do Brasil.</p>
<p>Na terceira carta‑régia foi consignado o poder de conceder <strong>sesmarias</strong> às pessoas que levasse e a outras que na terra quisessem viver, segundo seus merecimentos, serviços e qualidades, para que as aproveitassem e povoassem.</p>
<h4>O que eram as Sesmarias?</h4>
<p>Sesmarias eram concessões de terra feitas pela Coroa (cartas‑régias) para promover o povoamento e a exploração agrícola.</p>
<h5>Características principais</h5>
<ul>
<li><strong>Finalidade:</strong> incentivar o cultivo, o aproveitamento e a ocupação efetiva de terras vacantes.</li>
<li><strong>Beneficiários:</strong> particulares — navegadores, colonos, militares, parentes de fidalgos etc. — escolhidos segundo merecimentos, serviços ou capacidade de investir.</li>
<li><strong>Obrigações:</strong> o donatário devia cultivar, cercar ou melhorar a terra dentro de prazos determinados; o não cumprimento podia acarretar perda da sesmaria.</li>
<li><strong>Regime jurídico:</strong> não constituíam inicialmente propriedade absoluta — eram concessões reais com limites e condições estabelecidos pela Coroa.</li>
<li><strong>Contexto brasileiro:</strong> instrumento central da colonização portuguesa, que contribuiu para a formação de latifúndios e a organização da ocupação territorial.</li>
<li><strong>Evolução:</strong> ao longo do tempo o regime foi adaptado e, no século XIX, foi substituído por novas regras fundiárias — destacando‑se a Lei de Terras de 1850 — que reorganizaram distribuição e reconhecimento de propriedade.</li>
</ul>
<figure id="attachment_99226" aria-describedby="caption-attachment-99226" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99226 size-large" title="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Poderes e atribuições de Martim Afonso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-1024x573.jpg" alt="Missão colonizadora de Martim Afonso de Sousa - Poderes e atribuições de Martim Afonso" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Missao-colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Sousa-Poderes-e-atribuicoes-de-Martim-Afonso-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99226" class="wp-caption-text">Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa ao Brasil &#8211; Poderes e atribuições de Martim Afonso</figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Presença espanhola e navegações no litoral brasileiro no século XVI</title>
		<link>https://bahia.ws/presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-xvi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeiras explorações do litoral brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Entre o início do século XVI e meados da mesma centúria, a costa brasileira foi palco de frequentes passagens e incursões de navegadores espanhóis — quer em rotas para as Antilhas e a Venezuela, quer na busca de uma passagem para o Pacífico e as Molucas. As Molucas (atualmente arquipélago [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Entre o início do século XVI e meados da mesma centúria, a costa brasileira foi palco de frequentes passagens e incursões de navegadores espanhóis — quer em rotas para as Antilhas e a Venezuela, quer na busca de uma passagem para o Pacífico e as Molucas.</p>
<p>As Molucas (atualmente arquipélago das Maluku, na Indonésia) são um grupo de ilhas no leste da Indonésia.</p>
<p>Historicamente ficaram conhecidas como as “Ilhas das Especiarias” (Spice Islands) porque eram a principal origem de especiarias muito valorizadas na Europa — especialmente cravo‑da‑índia, noz‑moscada e macis.</p>
<figure id="attachment_98962" aria-describedby="caption-attachment-98962" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98962 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1024x670.jpg" alt="Map of the Western Hemisphere from 1623 - This scarce and important map of the Americas and the Pacific Ocean is based on the manuscript charts of Juan Lopez de Velasco. It depicts the Papal line of demarcation between the Portuguese and Spanish spheres of influence. Being Spanish in origin, the map places the Philippines and Moluccas some 40 degrees too far east. There are both Latin and German script notations in the South Pacific. Johann Theodore de Bry continued his father's Grands Voyages with his publication of the twelfth part, which was an edition of Antonio de Herrera y Tordesillas' collection of voyages. &quot;Descripcion de las Indias Ocidentalis&quot;, Bry, Johann Theodore de" width="800" height="523" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1024x670.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-768x503.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1536x1006.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-2048x1341.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-800x524.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98962" class="wp-caption-text">Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623 &#8211; Este raro e importante mapa das Américas e do Oceano Pacífico baseia-se nos mapas manuscritos de Juan Lopez de Velasco. Ele retrata a linha papal de demarcação entre as esferas de influência portuguesa e espanhola. Sendo de origem espanhola, o mapa coloca as Filipinas e as Molucas cerca de 40 graus a leste demais.</figcaption></figure>
<p>Essas presenças na costa brasileira, ora apenas de reconhecimento costeiro, ora associadas a incidentes, naufrágios e contrabando, influenciaram a cartografia, as reivindicações territoriais e as rotas comerciais da região, contribuindo para a posterior expansão espanhola na bacia platina, apesar da precedência portuguesa no descobrimento.</p>
<figure id="attachment_98953" aria-describedby="caption-attachment-98953" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98953 size-large" title="Presença espanhola e navegações no litoral brasileiro no século XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-1024x573.jpg" alt="Presença espanhola e navegações no litoral brasileiro no século XVI" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98953" class="wp-caption-text">Presença espanhola e navegações no litoral brasileiro no século XVI</figcaption></figure>
<h3>1. Antecedentes e primeiras passagens</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-xvi/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-XVI-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p>Após a passagem de Vicente Yánez Pinzón e Diogo de Lepe pela costa do Nordeste e Norte do Brasil — anterior ao “descobrimento” português por Pedro Álvares Cabral — outras frotas espanholas, a caminho da Venezuela e das Antilhas, também navegaram ao largo dessa mesma região, sem consequências maiores além do reconhecimento da existência do Mar Dulce, isto é, da foz do Amazonas.</p>
<figure id="attachment_98954" aria-describedby="caption-attachment-98954" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98954 size-large" title="Antecedentes e primeiras passagens" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-1024x573.jpg" alt="Antecedentes e primeiras passagens" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Antecedentes-e-primeiras-passagens-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98954" class="wp-caption-text">Antecedentes e primeiras passagens</figcaption></figure>
<h3>2. Ventos, correntes e incidentes de 1518</h3>
<p>Como o regime de ventos e correntes, em parte do ano, na costa brasileira do Nordeste e Norte — então chamada Leste-Oeste — levava os navios com maior facilidade às Antilhas, ocorreu, em 1518, o aprisionamento por espanhóis, nas Antilhas, de uma embarcação portuguesa comandada por Rodrigo Álvares.</p>
<p>Em carta a Dom Manuel I, um de seus tripulantes, Estêvão Fróis, alegou a prioridade da navegação portuguesa no litoral que vai do Rio Grande do Norte ao Maranhão e além.</p>
<p>Mencionou viagens anteriores àquela região, “há vinte anos e mais”, de certo João Coelho, da Porta da Cruz, em Lisboa, e a presença ali de um Diogo Ribeiro, um oficial de armas e mensageiro da coroa, morto pelos indígenas.</p>
<p>Confirmando isso, um mapa de 1519, de Lopo Homem, colocou a bandeira portuguesa defronte da grande embocadura amazônica, registrando inúmeros topônimos costeiros.</p>
<figure id="attachment_98955" aria-describedby="caption-attachment-98955" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98955 size-large" title="Ventos, correntes e incidentes de 1518" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-1024x573.jpg" alt="Ventos, correntes e incidentes de 1518" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Ventos-correntes-e-incidentes-de-1518-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98955" class="wp-caption-text">Ventos, correntes e incidentes de 1518</figcaption></figure>
<h3>3. Explorações na costa sul do Brasil</h3>
<p>Da mesma forma, na costa Sul, por volta de 1514, tendo como piloto João de Lisboa, dois navios portugueses, armados por Dom Nuno Manuel e Cristóvão de Haro — mencionados na Nova Gazeta da Terra do Brasil, uma informação manuscrita depois publicada na Alemanha — teriam chegado, pela primeira vez ou novamente, ao Cabo de Santa Maria e ao Rio da Prata.</p>
<figure id="attachment_98956" aria-describedby="caption-attachment-98956" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98956 size-large" title="Explorações na costa sul do Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--1024x573.jpg" alt="Explorações na costa sul do Brasil" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Exploracoes-na-costa-sul-da-America-Latina--800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98956" class="wp-caption-text">Explorações na costa sul do Brasil</figcaption></figure>
<h3>4. Busca pela rota para as Molucas e Solís em 1516</h3>
<p>Com a descoberta do Oceano Pacífico, então chamado Mar do Sul, no atual Panamá, surgiu a ideia de que as ricas Ilhas Molucas poderiam ser alcançadas por uma passagem marítima sul-americana.</p>
<p>Tentou encontrá‑la, em 1516, o navegador João Díaz de Solís, a serviço da Espanha, redescobrindo então, oficialmente, o Rio da Prata; foi, porém, morto pelos indígenas da margem esquerda.</p>
<p>Alguns de seus companheiros, bem como outros navegantes espanhóis naufragados ou chegados à costa leste do Brasil, entregaram‑se várias vezes ao tráfico ilícito do pau‑brasil.</p>
<figure id="attachment_98957" aria-describedby="caption-attachment-98957" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98957 size-large" title="Busca pela rota para as Molucas e Solís em 1516" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-1024x573.jpg" alt="Busca pela rota para as Molucas e Solís em 1516" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Busca-pela-rota-para-as-Molucas-e-Solis-em-1516-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98957" class="wp-caption-text">Busca pela rota para as Molucas e Solís em 1516</figcaption></figure>
<h3>5. Fernão de Magalhães e a passagem em 1520</h3>
<p>Insistindo no projeto de Solís, realizou‑o o português Fernão de Magalhães, também a serviço da Espanha, ao descobrir, em 1520, o estreito que hoje leva seu nome, entre os oceanos Atlântico e Pacífico, e ao comandar grande parte da primeira viagem de circum‑navegação.</p>
<figure id="attachment_98958" aria-describedby="caption-attachment-98958" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98958 size-large" title="Fernão de Magalhães e a passagem de 1520" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-1024x573.jpg" alt="Fernão de Magalhães e a passagem de 1520" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Fernao-de-Magalhaes-e-a-passagem-de-1520-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98958" class="wp-caption-text">Fernão de Magalhães e a passagem de 1520</figcaption></figure>
<figure id="attachment_98963" aria-describedby="caption-attachment-98963" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98963 size-large" title="Mapa do Estreito de Magalhães de 1694" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-1024x807.jpg" alt="Map of Strait of Magellan from 1694In 1670, John Narborough was the first Englishman to sail through the Strait of Magellan in both directions; thus demonstrating the falsity of the accepted wisdom that the wind and currents would prevent any eastward passage of the strait. He had been commissioned by James, Duke of York (later James II), to sail to South America to investigate potential trade possibilities. Narborough's expedition proved that a profitable trade with South America was possible, and this set the course of Britain's foreign policy for the next half century. Narborough first published his journal of the voyage in An Account of Several Late Voyages… in 1694, edited by Tancred Robinson and printed by Sam Smith and Benjamin Walford. The book included this map of the Strait of Magellan as well as a map of the region around the North Pole. Narborough's map provides a detailed view of the tortuous course of the strait with soundings and safe anchorages carefully noted. There are several notations along the coasts describing the countryside, and a lettered key at bottom right identifies numerous islands found within the strait. A large inset map shows Patagonia and Tierra del Fuego. The map is handsomely adorned with two large compass roses and a title cartouche held aloft by putti and supporting a dedication to Sam Pepys Esquire. Narborough's book was again republished in 1711, with the dedication cartouche on this map changed to Robert Earle of Oxford. Narborough's description of the Strait of Magellan provided the basis for British charts of the strait until the time of Captain Cook. Both the original Narborough map and the Thornton re-issues are extremely scarce. We have only found one record of the first state of Narborough's map being on the market in the past 25 years. First Edition of Narborough's Scarce Map of the Strait of Magellan &quot;To the Honble. Sam: Pepys Esqr. This Mapp of the Streights of Magellan Drawn by Sr Ion. Narbrough...&quot;, Narbrough, John" width="800" height="630" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-1024x807.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-768x605.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-1536x1210.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-2048x1614.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Estreito-de-Magalhaes-de-1694-800x630.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98963" class="wp-caption-text">Mapa do Estreito de Magalhães de 1694 &#8211; Em 1670, John Narborough foi o primeiro inglês a navegar pelo Estreito de Magalhães em ambas as direções, demonstrando assim a falsidade da crença popular de que o vento e as correntes impediriam qualquer passagem para o leste do estreito. Ele havia sido contratado por James, Duque de York (mais tarde James II), para navegar até a América do Sul a fim de investigar possíveis oportunidades comerciais. A expedição de Narborough provou que era possível um comércio lucrativo com a América do Sul, e isso definiu o rumo da política externa britânica para o meio século seguinte.</figcaption></figure>
<h3>6. Consequências e presença espanhola na região platina</h3>
<p>Em consequência, os espanhóis continuaram a frequentar a rota que passava ao longo daquele litoral brasileiro, com escalas em alguns portos, embora se dirigissem principalmente à exploração dos rios da Prata, Paraná e Uruguai no decênio seguinte, como fizeram Sebastião Caboto e Diogo García.</p>
<p>Disto resultou, e da primeira fundação de Buenos Aires em 1536, a posse espanhola daquela região platina, apesar da precedência portuguesa no seu descobrimento.</p>
<figure id="attachment_98959" aria-describedby="caption-attachment-98959" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98959 size-large" title="Consequências e presença espanhola na região platina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-1024x573.jpg" alt="Consequências e presença espanhola na região platina" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Consequencias-e-presenca-espanhola-na-regiao-platina-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98959" class="wp-caption-text">Consequências e presença espanhola na região platina</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/presenca-espanhola-e-navegacoes-no-litoral-brasileiro-no-seculo-xvi/">Presença espanhola e navegações no litoral brasileiro no século XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tráfico do pau‑brasil e presença europeia no litoral brasileiro</title>
		<link>https://bahia.ws/trafico-do-pau%e2%80%91brasil-e-presenca-europeia-no-litoral-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeiras explorações do litoral brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos pelo Pau‑Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[pau‑brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico do pau‑brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Interesse europeu e conflitos pelo pau‑brasil nos séculos XVI e XVII Este capítulo examina a exploração e o comércio do pau‑brasil ao longo da costa brasileira nos primeiros séculos da colonização, destacando as práticas comerciais portuguesas, a intensa presença de armadores franceses e as medidas de repressão tomadas por Portugal. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/trafico-do-pau%e2%80%91brasil-e-presenca-europeia-no-litoral-brasileiro/">Tráfico do pau‑brasil e presença europeia no litoral brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<section>
<h2>Interesse europeu e conflitos pelo pau‑brasil nos séculos XVI e XVII</h2>
<p>Este capítulo examina a exploração e o comércio do pau‑brasil ao longo da costa brasileira nos primeiros séculos da colonização, destacando as práticas comerciais portuguesas, a intensa presença de armadores franceses e as medidas de repressão tomadas por Portugal.</p>
<p>Aborda a instalação de feitorias, as relações com os povos indígenas, o contrabando francês e as armadas de guarda‑costa organizadas para proteger o monopólio lusitano, bem como a resposta diplomática e militar da Coroa portuguesa.</p>
<figure id="attachment_98912" aria-describedby="caption-attachment-98912" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98912 size-large" title="O tráfico do pau‑brasil e a frequência ao litoral brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-1024x573.jpg" alt="O tráfico do pau‑brasil e a frequência ao litoral brasileiro" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98912" class="wp-caption-text">O tráfico do pau‑brasil e a frequência ao litoral brasileiro</figcaption></figure>
<h3>1. Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/trafico-do-pau%e2%80%91brasil-e-presenca-europeia-no-litoral-brasileiro/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/O-trafico-do-pau‑brasil-e-a-frequencia-ao-litoral-brasileiro-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p>Conforme mencionado, em 1502 foi arrendada a alguns mercadores de Lisboa — entre eles o cristão‑novo Fernão de Noronha — a exploração do pau‑brasil nos domínios portugueses na América.</p>
<p>Esses arrematantes comprometeram‑se a enviar anualmente frotas de seis navios para explorar até trezentas léguas de costa da nova terra, construir feitorias fortificadas nas regiões adequadas e conservá‑las por três anos.</p>
<p>Parece que esse regime foi observado pelos navios da segunda expedição exploradora, que carregaram madeira em Cabo Frio, segundo a narrativa atribuída a Américo Vespúcio.</p>
<p>Vários documentos demonstram a continuidade desse tráfico do Brasil para o Reino nos anos seguintes.</p>
<p>Estabeleceram‑se feitorias litorâneas, inclusive no Rio de Janeiro e em Pernambuco, e talvez em Santa Cruz (Porto Seguro) e na Ilha de Santo Aleixo, além da de Cabo Frio.</p>
<p>Essas feitorias facilitaram o comércio com os indígenas e deram início ao escasso povoamento da extensa costa.</p>
<p>Temos notícia de navios que se dedicavam isoladamente a esse comércio, como a nau <em>Bretoa</em>, que em 1511 veio carregar madeira em Cabo Frio, levando também alguns indígenas escravizados, aves e pequenos animais.</p>
<p>Além desses navios de comércio, desde o primeiro decênio do século XVI começaram a frequentar o litoral brasileiro diversas frotas portuguesas destinadas ao Oriente.</p>
<figure id="attachment_98913" aria-describedby="caption-attachment-98913" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98913 size-large" title="Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-1024x573.jpg" alt="Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-portugueses-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98913" class="wp-caption-text">Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro</figcaption></figure>
<h3>2. Pelos franceses</h3>
<p>Conhecida na Europa a existência, na terra de Santa Cruz, de madeira útil à indústria de tintas da época, navios de armadores franceses começaram a frequentar o litoral, entregando‑se ao comércio clandestino com os indígenas.</p>
<p>Já em 1504 esteve aqui Binot Paulmier de Gonneville, na Ilha de São Francisco, e em outros dois pontos entre esta e a Bahia.</p>
<p>Outras referências confirmam vindas de entrepostos procedentes de Dieppe, Honfleur, Saint‑Malo, Rouen e outros portos franceses, inclusive à Bahia e a Pernambuco.</p>
<p>Tão numerosas foram as viagens dos franceses ao Brasil que os indígenas logo aprenderam a distingui‑los dos portugueses, chamando‑os <strong>mair</strong> — isto é, “os transformadores” — e aos portugueses <strong>peró</strong>, isto é, “tubarões” ou “os que vêm pelo mar”.</p>
<p>Aos franceses também chamavam <strong>ayurujuba</strong>, “papagaio amarelo”, por serem geralmente loiros, ruivos ou faladores.</p>
<p>Contra essa frequência reclamou Dom Manuel I junto aos governos de Luís XII e Francisco I.</p>
<p>O mesmo fez seu sucessor, Dom João III, também sem resultado.</p>
<p>Os soberanos franceses não reconheciam o monopólio comercial que os portugueses, segundo as ideias da época, julgavam pertencer somente à sua Coroa, nem estavam dispostos a abandonar um comércio lucrativo.</p>
<figure id="attachment_98914" aria-describedby="caption-attachment-98914" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98914 size-large" title="Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-1024x573.jpg" alt="Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Frequencia-ao-litoral-brasileiro-pelos-franceses-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98914" class="wp-caption-text">Frequência com que os portugueses visitavam o litoral brasileiro</figcaption></figure>
<h3>3. As armadas portuguesas de guarda‑costa</h3>
<p>Verificando a inutilidade das reclamações dirigidas à França, os reis portugueses resolveram agir com energia, organizando armadas ditas de guarda‑costa para combater os contrabandistas no Brasil e impedir a continuação do tráfico ilícito.</p>
<p>Destacou‑se no comando Cristóvão Jaques, que esteve aqui entre 1516 e 1519 e de 1526 a 1528, navegando entre Pernambuco e o Rio da Prata, combatendo, vencendo e aprisionando numerosos entrepostos franceses.</p>
<p>Entre essas viagens, é possível que ao menos outra expedição portuguesa de guarda‑costa tenha vindo ao Brasil, entre 1521 e 1528.</p>
<p>Apesar da repressão enérgica, os franceses continuaram a contrabandear no litoral, o que suscitou novas providências diplomáticas e militares de Dom João III — as mencionadas no capítulo relativo ao Ciclo do pau‑brasil — e medidas confiadas à importante expedição de Martim Afonso de Sousa, também tratada em unidade especial.</p>
<figure id="attachment_98915" aria-describedby="caption-attachment-98915" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98915 size-large" title="As armadas portuguesas de guarda‑costa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-1024x573.jpg" alt="As armadas portuguesas de guarda‑costa" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/armadas-de-guarda‑costa-portugueses-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98915" class="wp-caption-text">As armadas portuguesas de guarda‑costa</figcaption></figure>
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<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/trafico-do-pau%e2%80%91brasil-e-presenca-europeia-no-litoral-brasileiro/">Tráfico do pau‑brasil e presença europeia no litoral brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Expedição Portuguesa ao Brasil de 1503</title>
		<link>https://bahia.ws/expedicao-portuguesa-ao-brasil-de-1503/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 13:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeiras explorações do litoral brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expedição Portuguesa ao Brasil de 1503]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Expedição portuguesa ao Brasil de 1503: descobertas, controvérsias e desdobramentos Várias fontes impressas e manuscritas do início do século XVI — muitas atribuídas a Américo Vespúcio — descrevem uma segunda expedição portuguesa ao Brasil, entre 1503 e 1504, na qual o navegador florentino teria participado. Essas narrativas foram aceitas por [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expedicao-portuguesa-ao-brasil-de-1503/">Expedição Portuguesa ao Brasil de 1503</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Expedição portuguesa ao Brasil de 1503: descobertas, controvérsias e desdobramentos</h2>
<p>Várias fontes impressas e manuscritas do início do século XVI — muitas atribuídas a Américo Vespúcio — descrevem uma segunda expedição portuguesa ao Brasil, entre 1503 e 1504, na qual o navegador florentino teria participado.</p>
<p>Essas narrativas foram aceitas por diversos historiadores, mas nem todas são consensuais.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expedicao-portuguesa-ao-brasil-de-1503/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. A Duvidosa Lettera a Soderini</h3>
<p>A &#8220;Lettera a Soderini&#8221; é uma carta atribuída a Vespúcio, dirigida a Piero Soderini, que descreve viagens ao Novo Mundo. Sua veracidade é duvidosa, por isso os historiadores a utilizam com cautela.</p>
<p>Segundo essa carta, seis navios partiram de Lisboa em 10 de junho de 1503 e, dois meses depois, chegaram a uma ilha hoje identificada como Fernando de Noronha.</p>
<p>A nau‑capitânia perdeu‑se e dois navios separaram‑se da frota.</p>
<p>Esses dois, comandados por Vespúcio, teriam seguido à Baía de Todos os Santos e ao Cabo Frio, onde carregaram pau‑brasil e instalaram uma feitoria fortificada para trocar a madeira por mercadorias com os indígenas.</p>
<p>Deixaram 24 homens e, após breve exploração do interior, regressaram a Portugal no ano seguinte.</p>
<figure id="attachment_98889" aria-describedby="caption-attachment-98889" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98889 size-large" title="Mapa do Brasil de 1698" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-1024x802.jpg" alt="Map of Brazil from 1698.This splendid map of the Brazil, including portions of neighboring countries, was one of 23 maps from this rare account of the Dutch-Portuguese colonial war. Written by Joao José de Santa Teresa, and known among bibliophiles as the Santa Teresa, it is considered one of the most sumptuous 17th century works on Brazil. Santa Teresa, a Portuguese Carmelite spent twelve years in the Jesuit missions of South America and then returned to Europe where he became librarian of the college of the Jesuits in Rome. His account was heavily subsidized by Pedro II of Portugal, and some of the period's leading artists and engravers, including Antonio Horacio Andreas, were engaged to work on the project. It was published by Giacomo Giovanni Rossi. The map itself is beautifully drawn and provides excellent detail of the coastlines of Brazil, Argentina, Uruguay, French Guiana, Suriname and Guyana from Rio de la Plata in the south to beyond the mouth of the Amazon river in the north. Despite what little was known of the interior of Brazil during the time period, the interior is filled with mountains, rivers and the fictitious Porto dos Reis in Brazil and Lake Parime in Guyana. A large compass rose orients the map with north to the right. The map is elaborately adorned with two cartouches, a vignette of cannibalism, and an allegorical scene with Brazil's royal coat of arms at top with two putti holding chains restraining Hippolyta, the Amazonian Queen, and Medusa. A Rare Map of Brazil from the &quot;Santa Teresa&quot; &quot;Il Regno del Brasile parte nobilisima del Mondo nuouo…&quot;, Horatius, Andreas Antonius. Publication: Istoria delle Guerre del Regno del Brasile." width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-1024x802.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-768x601.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-1536x1203.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-2048x1604.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1698-800x626.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98889" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1698 &#8211; O mapa em si é lindamente desenhado e fornece excelentes detalhes das costas do Brasil, Argentina, Uruguai, Guiana Francesa, Suriname e Guiana, desde o Rio da Prata, no sul, até além da foz do rio Amazonas, no norte. Apesar do pouco que se sabia sobre o interior do Brasil durante o período, o interior está repleto de montanhas, rios e o fictício Porto dos Reis, no Brasil, e o Lago Parime, na Guiana.</figcaption></figure>
<h3>2. Outras versões e comando da expedição</h3>
<p>Outras fontes apontam Gonçalo Coelho, escrivão da Fazenda Real, como comandante da expedição.</p>
<p>Segundo algumas interpretações históricas, os navios restantes teriam chegado ao Rio de Janeiro, onde uma feitoria primitiva de comércio de pau‑brasil pode ter sido estabelecida, antes do regresso ao Reino.</p>
<h3>3. Documentação e certezas</h3>
<p>A participação direta de Vespúcio nessa viagem não está documentada. É sabido, porém, que relatos do período frequentemente sofreram alterações e embelezamentos, motivados pelo grande interesse público nas narrativas de viagem.</p>
<h3>4. Arrendamento do pau‑brasil e atuação de Fernão de Noronha</h3>
<p>Na exploração entre 1501 e 1502 constatou‑se a existência de pau‑brasil.</p>
<p>Em razão de seu uso na indústria de tintas, Portugal arrendou a extração a comerciantes de Lisboa, que também se encarregaram de explorar o litoral da Terra de Santa Cruz (nome que Dom Manuel I deu à região antes chamada Vera Cruz), fundando feitorias fortificadas.</p>
<p>Um dos arrendatários, o rico cristão‑novo Fernão de Noronha (ou Loronha), organizou uma frota que veio ao Brasil em 1503, por sua conta ou em parceria com outros mercadores.</p>
<p>Detalhes como o número de navios, datas precisas de partida e chegada, porto de desembarque e eventos específicos permanecem incertos.</p>
<p>Sabe‑se, contudo, que em consequência dessa viagem Dom Manuel I doou a Fernão de Noronha, em 16 de janeiro de 1504, a ilha de São João — descrita como “achada e descoberta cinquenta léguas no mar da nossa terra de Santa Cruz”.</p>
<p>Hoje a ilha de São João é conhecida como Fernando de Noronha — a ilha principal do arquipélago que leva esse nome.</p>
<p>Essa doação originou a primeira capitania hereditária do Brasil, que passou a ser identificada pelo nome do donatário.</p>
<figure id="attachment_98888" aria-describedby="caption-attachment-98888" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98888 size-large" title="Expedição portuguesa ao Brasil de 1503 - descobertas, controvérsias e desdobramentos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-1024x573.jpg" alt="Expedição portuguesa ao Brasil de 1503 - descobertas, controvérsias e desdobramentos" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-portuguesa-ao-Brasil-de-1503-descobertas-controversias-e-desdobramentos-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98888" class="wp-caption-text">Expedição portuguesa ao Brasil de 1503 &#8211; descobertas, controvérsias e desdobramentos</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expedicao-portuguesa-ao-brasil-de-1503/">Expedição Portuguesa ao Brasil de 1503</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Expedição de 1501: exploração, rotas e relatos sobre o litoral brasileiro</title>
		<link>https://bahia.ws/a-expedicao-de-1501-exploracao-rotas-e-relatos-sobre-o-litoral-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 20:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeiras explorações do litoral brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expedição de 1501]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O conselho dos capitães da frota de Pedro Álvares Cabral sugeriu enviar uma expedição para explorar melhor a nova terra. Em 1501, atendendo à proposta, o rei Dom Manuel organizou três navios para essa missão. O objetivo principal foi explorar mais detalhadamente a nova terra descoberta — reconhecer e mapear [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-1501-exploracao-rotas-e-relatos-sobre-o-litoral-brasileiro/">A Expedição de 1501: exploração, rotas e relatos sobre o litoral brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O conselho dos capitães da frota de Pedro Álvares Cabral sugeriu enviar uma expedição para explorar melhor a nova terra. Em 1501, atendendo à proposta, o rei Dom Manuel organizou três navios para essa missão.</p>
<p>O objetivo principal foi explorar mais detalhadamente a nova terra descoberta — reconhecer e mapear a costa, identificar portos e acidentes geográficos, colher informações sobre os habitantes e recursos (como o pau‑brasil) e consolidar a posse/rotas para futuro comércio e navegação.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-1501-exploracao-rotas-e-relatos-sobre-o-litoral-brasileiro/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Comando da expedição</h3>
<p>Não se sabe com certeza a quem coube o comando da flotilha. Vamhagen apresentou o nome do armador Dom Nuno Manuel e Cândido Mendes de Almeida o de André Gonçalves.</p>
<p>Este, por algum tempo aceito por João Capistrano de Abreu e pelo Barão do Rio Branco, foi depois descartado, visto que seu nome foi excluído de várias listas dos comandantes de Cabral.</p>
<p>O historiador português Duarte Leite opinou que o comandante teria sido Fernão de Noronha e que a expedição teria caráter particular, organizada pelo negociante florentino Bartolomeu Marchioni — hipótese considerada inaceitável.</p>
<p>Também se sugeriu o nome de Gonçalo Coelho. Por maior probabilidade, é mais aceita a hipótese de que o comando coube a Gaspar de Lemos, o mesmo capitão de Cabral que levou a notícia do descobrimento.</p>
<h3>2. Participantes e fontes</h3>
<p>Da expedição participou o florentino Américo Vespúcio, também indevidamente apontado como comandante. Dele provém o maior número de informações sobre essa viagem.</p>
<p>Confrontando seus relatos com os topônimos registrados nos mapas da época — sobretudo no chamado mapa de Cantino — e com o ato notarial de Valentim Fernandes (tabelião dos negociantes alemães de Lisboa), obtêm‑se dados confiáveis sobre a exploração e o batismo de acidentes geográficos da costa leste do Brasil.</p>
<h3>3. Rota e pontos avistados</h3>
<figure id="attachment_98860" aria-describedby="caption-attachment-98860" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98860 size-large" title="Mapa do Brasil de 1597" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-1024x864.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1597 - Este mapa antigo, que retrata as áreas costeiras do Brasil, faz parte do primeiro atlas impresso dedicado exclusivamente às Américas. Há nomes de lugares ao longo da costa, enquanto o interior permanece inexplorado. A cartela com motivos decorativos repousa sobre o Trópico de Capricórnio. &quot;Brasilia&quot;, Wytfliet, Cornelis" width="800" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-1024x864.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-300x253.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-768x648.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-1536x1297.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-2048x1729.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Mapa-do-Brasil-de-1597-800x675.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98860" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1597 &#8211; Este mapa antigo, que retrata as áreas costeiras do Brasil, faz parte do primeiro atlas impresso dedicado exclusivamente às Américas. Há nomes de lugares ao longo da costa, enquanto o interior permanece inexplorado. A cartela com motivos decorativos repousa sobre o Trópico de Capricórnio. &#8220;Brasilia&#8221;, Wytfliet, Cornelis</figcaption></figure>
<p>Partindo de Lisboa em maio de 1501, em Bezeguiche (perto do Cabo Verde), a flotilha encontrou parte da esquadra de Cabral retornando da Índia.</p>
<p>Atravessou o Atlântico em 67 dias — 44 deles em tempestades — e alcançou terra nas proximidades do atual Rio Grande do Norte, iniciando a exploração.</p>
<p>Foram sucessivamente avistados e denominados, segundo os santos do dia e o calendário religioso da época:</p>
<ul>
<li>16 de agosto de 1501: Cabo de São Roque</li>
<li>28 de agosto de 1501: Cabo de Santo Agostinho</li>
<li>29 de setembro de 1501: Rio São Miguel</li>
<li>4 de outubro de 1501: Rio São Francisco</li>
<li>1º de novembro de 1501: Baía de Todos-os-Santos</li>
<li>21 de dezembro de 1501: Cabo de São Tomé</li>
<li>1º de janeiro de 1502: Rio de Janeiro</li>
<li>6 de janeiro de 1502: Angra dos Reis</li>
<li>20 de janeiro de 1502: Ilha de São Sebastião</li>
<li>22 de janeiro de 1502: Porto de São Vicente</li>
</ul>
<h3>4. Possíveis escalas posteriores</h3>
<p>Vamhagen sugeriu que, depois desse ponto, a frota pode ter tocado em Cananéia e no Cabo de Santa Maria (entrada do rio depois denominado da Prata), locais também assinalados em mapas antigos.</p>
<h3>5. Relato de Valentim Fernandes de 1508</h3>
<p>Segundo o ato notarial de Valentim Fernandes (1508), que confirma e amplia Vespúcio, a armada “tendo seguido o litoral daquela terra por quase 760 léguas, encontrou nos povos uma só língua, batizou a muitos e, avançando para o sul, chegou até à altura do polo antártico, a 58 graus, e, tendo encontrado grandes frios no mar, voltou para a pátria” — ainda em 1502.</p>
<p>Esses dados provêm da narrativa de dois homens que residiram ali por vinte meses, possivelmente os degredados deixados por Pedro Álvares Cabral.</p>
<h3>6. Observações finais sobre os relatos de Vespúcio</h3>
<p>Desprezando‑se as cartas apócrifas intituladas <em>Mundus Novus</em> e <em>Lettera a Soderini</em> e preferindo‑se a carta dirigida a Lourenço de Médici (Lisboa, 1502), copiada no Códice Riccardiano (Florença), destacam‑se nos relatos de Vespúcio: o clima ameno da terra, costumes dos habitantes (incluindo a antropofagia) e a presença ali do pau‑brasil.</p>
<figure id="attachment_98859" aria-describedby="caption-attachment-98859" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98859 size-large" title=" Expedição de 1501 ao litoral brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-1024x573.jpg" alt=" Expedição de 1501 ao litoral brasileiro" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/11/Expedicao-de-1501-ao-litoral-brasileiro-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98859" class="wp-caption-text">Expedição de 1501 ao litoral brasileiro</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expedicao-de-1501-exploracao-rotas-e-relatos-sobre-o-litoral-brasileiro/">A Expedição de 1501: exploração, rotas e relatos sobre o litoral brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Prioridade e intencionalidade no descobrimento do Brasil de 1500</title>
		<link>https://bahia.ws/prioridade-e-intencionalidade-no-descobrimento-do-brasil-de-1500/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 00:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrimento do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[descobrimento do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A prioridade portuguesa e a intencionalidade no descobrimento cabralino do Brasil Discutem alguns historiadores se marinheiros espanhóis foram os primeiros a avistar terras do Brasil, ou se portugueses os precederam no descobrimento. Escritores franceses chegaram a alegar, sem apoio documental, uma precedência francesa relativa à viagem de certo Jean Cousin, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/prioridade-e-intencionalidade-no-descobrimento-do-brasil-de-1500/">Prioridade e intencionalidade no descobrimento do Brasil de 1500</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>A prioridade portuguesa e a intencionalidade no descobrimento cabralino do Brasil</h2>
<p>Discutem alguns historiadores se marinheiros <strong>espanhóis</strong> foram os primeiros a avistar terras do <strong>Brasil</strong>, ou se <strong>portugueses</strong> os precederam no descobrimento.</p>
<p>Escritores <strong>franceses</strong> chegaram a alegar, sem apoio documental, uma precedência francesa relativa à viagem de certo <strong>Jean Cousin</strong>, em 1488.</p>
<p>Mas seus argumentos foram cabalmente inutilizados pelos brasileiros <strong>Ramiz Galvão</strong> e <strong>Capistrano de Abreu</strong>.</p>
<p>Também se discute se o descobrimento <strong>cabralino</strong> foi ocasional ou proposital, isto é, se ocorreu por <strong>acaso</strong> ou <strong>intencionalmente</strong>. Na última alternativa, teria em vista apenas a posse oficial de uma terra de que já havia conhecimento prévio por parte dos <strong>portugueses</strong>.</p>
<p>Antes de analisar os argumentos relativos à hipotética <strong>prioridade portuguesa</strong> no descobrimento e à questão da <strong>intencionalidade</strong> na vinda de <strong>Cabral</strong>, convém estabelecer a seguinte preliminar:</p>
<p>No quadro geral da história dos descobrimentos marítimos do final do <strong>século XV</strong>, a chegada de <strong>espanhóis</strong> e <strong>portugueses</strong> ao território hoje brasileiro, no ano de <strong>1500</strong>, constitui, no primeiro caso, simples episódio da fase em que estavam de exploração do continente americano; e, no segundo, constitui o aproveitamento, à margem da exploração do recém-devassado caminho da <strong>Índia</strong>, da concessão propositadamente obtida nas negociações do anterior <strong>Tratado de Tordesilhas</strong>.</p>
<p>Quer isto dizer que, quando <strong>Vicente Yáñez Pinzón</strong> e <strong>Diogo de Lepe</strong> alcançaram, nos primeiros meses daquele ano, o litoral nordestino, apenas acidentalmente o fizeram.</p>
<p>E, quando, em abril, <strong>Pedro Álvares Cabral</strong>, tendo atingido a suposta <strong>Ilha da Vera Cruz</strong>, dela tomou posse e o comunicou ao rei <strong>Dom Manuel I</strong> — estava pondo em execução um ponto essencial da política expansionista lusitana, isto é, assegurando ao seu país o direito a uma parte do <strong>Novo Mundo</strong>.</p>
<p>Esta é a significação positiva dos fatos, sem discussões sobre a ilegitimidade da antecipação dos <strong>castelhanos</strong> e a prioridade, intencionalidade ou acaso do descobrimento português.</p>
<figure id="attachment_98655" aria-describedby="caption-attachment-98655" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98655 size-large" title="A prioridade portuguesa e a intencionalidade no descobrimento cabralino do Brasil." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-1024x573.png" alt="A prioridade portuguesa e a intencionalidade no descobrimento cabralino do Brasil -Cena histórica e evocativa, estilo pintura a óleo realista com iluminação dramática: na esquerda, uma esquadra portuguesa do século XV com caravelas e na proa uma nau principal com bandeira de Portugal; ao centro, Pedro Álvares Cabral em traje de capitão, erguendo um estandarte e fazendo ato oficial de posse na praia de um litoral tropical (areia dourada, vegetação de Mata Atlântica ao fundo); à direita, pequenas figuras de marinheiros e nativos observando; ao fundo, no horizonte, uma nau espanhola distante e outra francesa apenas sugerida, simbolizando a controvérsia sobre prioridade; no céu, mapas antigos e fragmentos do Tratado de Tordesilhas semi-translúcidos sobrepostos como se flutuassem (mostrando linhas de demarcação) e uma bússola náutica iluminada próxima a Cabral; incluir detalhes históricos: instrumentos de navegação (astrolábio, mapas), aves marinhas voando; paleta de cores quentes e oceânicas, textura de pincel visível, composição equilibrada em três planos (mar, praia, mapa simbólico), atmosfera de descoberta, ambiguidade entre acaso e intenção. Texto opcional pequeno e discreto no rodapé: &quot;1500 — prioridade e intencionalidade no descobrimento cabralino&quot;." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98655" class="wp-caption-text">A prioridade portuguesa e a intencionalidade no descobrimento cabralino do Brasil &#8211; Cena histórica e evocativa, estilo pintura a óleo realista com iluminação dramática: na esquerda, uma esquadra portuguesa do século XV com caravelas e na proa uma nau principal com bandeira de Portugal; ao centro, Pedro Álvares Cabral em traje de capitão, erguendo um estandarte e fazendo ato oficial de posse na praia de um litoral tropical (areia dourada, vegetação de Mata Atlântica ao fundo); à direita, pequenas figuras de marinheiros e nativos observando; ao fundo, no horizonte, uma nau espanhola distante e outra francesa apenas sugerida, simbolizando a controvérsia sobre prioridade; no céu, mapas antigos e fragmentos do Tratado de Tordesilhas semi-translúcidos sobrepostos como se flutuassem (mostrando linhas de demarcação) e uma bússola náutica iluminada próxima a Cabral; incluir detalhes históricos: instrumentos de navegação (astrolábio, mapas), aves marinhas voando; paleta de cores quentes e oceânicas, textura de pincel visível, composição equilibrada em três planos (mar, praia, mapa simbólico), atmosfera de descoberta, ambiguidade entre acaso e intenção.</figcaption></figure>
<h3>1. A questão da prioridade</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/prioridade-e-intencionalidade-no-descobrimento-do-brasil-de-1500/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-prioridade-portuguesa-e-a-intencionalidade-no-descobrimento-cabralino-do-Brasil-scaled.png" width="400" /></a></p>
<p>Em <strong>1852</strong>, no <strong>Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro</strong>, lançou <strong>Joaquim Norberto de Sousa e Silva</strong> a hipótese de que o descobrimento cabralino não fora devido a um mero acaso, mas consequência de um prévio conhecimento da existência do <strong>Brasil</strong> por parte dos <strong>portugueses</strong>.</p>
<p>Baseava-se, principalmente, em obscuro trecho da carta que de <strong>Porto Seguro</strong> escreveu o bacharel mestre <strong>João</strong> ao rei <strong>Dom Manuel I</strong>, no qual dizia o físico e cirurgião de Sua Alteza: “Quanto, Senhor, ao sítio desta terra, mande Vossa Alteza trazer um mapa-múndi que tem <strong>Pêro Vaz Bisagudo</strong> e por aí poderá ver Vossa Alteza o sítio desta terra; mas aquele mapa-múndi não certifica esta terra ser habitada ou não; é mapa-múndi antigo, e ali achará Vossa Alteza escrita também a <strong>Mina</strong>.”</p>
<p>Infelizmente, nunca foi encontrado o referido mapa.</p>
<p>Contestado depois por <strong>Antônio Gonçalves Dias</strong>, este sustentou a tese do <strong>acaso</strong>, baseando-se na carta em que <strong>Dom Manuel</strong> comunicou o descobrimento, que declarou “<strong>milagrosamente feito</strong>”, aos reis da <strong>Espanha</strong>.</p>
<p>Nesta missiva, entretanto, foi dito que <strong>Cabral</strong> “chegou a uma terra que <strong>novamente descobriu</strong>” e a expressão tem sido interpretada como indicativa de que já era conhecida anteriormente, embora, à época, “novamente” significasse apenas <strong>recentemente</strong>, há pouco tempo, e não de novo, outra vez.</p>
<p>Outro argumento apareceu na discussão, igualmente oferecendo apoio à hipótese da vinda de <strong>portugueses</strong> ao <strong>Brasil</strong> antes de <strong>Cabral</strong>.</p>
<p>No <strong>Esmeraldo de Situ Orbis</strong>, de <strong>Duarte Pacheco Pereira</strong>, escrito de <strong>1505</strong> a <strong>1508</strong>, consta que no terceiro ano do reinado de <strong>Dom Manuel</strong> (portanto em <strong>1498</strong>) mandou-o o rei “descobrir a parte ocidental, passando além a grandeza do mar <strong>Oceano</strong>, onde é achada e navegada uma tão grande terra firme, com muitas e grandes ilhas adjacentes a ela”, que se estende-se do Equador até o paralelo de 70° Norte e, em sentido oposto, até o paralelo de 28° Sul; e nesta última parte era achado “muito e fino <strong>brasil</strong>”.</p>
<figure id="attachment_98660" aria-describedby="caption-attachment-98660" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98660 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-1024x766.jpg" alt="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579" width="800" height="598" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-1024x766.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-1536x1149.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-2048x1532.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1579-800x599.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98660" class="wp-caption-text">Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579</figcaption></figure>
<p>Estudando o caso, concluiu <strong>Capistrano de Abreu</strong> que o primeiro trecho refere-se a uma viagem ao hemisfério Norte, sendo provável que <strong>Duarte Pacheco</strong> tenha ido com um dos irmãos <strong>Corte-Real</strong> ao <strong>Canadá</strong> e <strong>Terra Nova</strong>.</p>
<p>Quanto à continentalidade da <strong>América</strong> e à existência de <strong>pau-brasil</strong> ao sul da linha equatorial, já eram dados conhecidos à época em que foi escrito o <strong>Esmeraldo</strong>.</p>
<p>À vista da incerteza desses dados, limitou-se o historiador português <strong>Abel Fontoura da Costa</strong> a admitir que, antes da viagem de <strong>Cabral</strong>, <strong>Dom Manuel</strong> e os seus técnicos já estavam na suspeição da existência de uma <strong>terra firme</strong> a ocidente do <strong>Atlântico Austral</strong>.</p>
<p>Ela devia mesmo vir de <strong>Dom João II</strong>, que a teria conhecido pouco antes de arrancar aos <strong>Reis Católicos</strong> o famoso <strong>Tratado de Tordesilhas</strong>.</p>
<p>Realmente, se assim não fosse, não teriam os <strong>portugueses</strong> aceitado a cláusula da possibilidade de ficarem para a <strong>Espanha</strong> terras situadas <strong>250 léguas</strong> além das <strong>Ilhas de Cabo Verde</strong>, caso <strong>Colombo</strong> as atingisse antes de <strong>20 de junho de 1494</strong>.</p>
<p>A aceitação da condição importava no conhecimento prévio de que ela não iria prejudicar as pretensões portuguesas. E isto só seria possível com o conhecimento, mesmo aproximado, das distâncias em que se encontravam as terras da <strong>América</strong>.</p>
<figure id="attachment_98656" aria-describedby="caption-attachment-98656" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98656 size-large" title="A questão da prioridade — 1852" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-1024x573.png" alt="A questão da prioridade — 1852 - Cena histórica e simbólica, estilo ilustração a tinta e aquarela com textura de papel antigo — composição em camadas mostrando: à esquerda, uma sessão do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1852, homens em trajes do século XIX examinando uma carta antiga (etiquetada “Joaquim Norberto de Sousa e Silva”); ao centro, em primeiro plano, a carta de Porto Seguro aberta com trecho destacado em caligrafia antiga e um mapa-múndi envelhecido com uma área em branco onde faltaria o mapa de Pêro Vaz Bisagudo (marcas de dobra, manchas de água, selo apagado); sobre esse mapa, uma sobreposição translúcida mostrando a linha do Tratado de Tordesilhas e uma régua/escala indicando “250 léguas”; à direita, figuras históricas semi-translúcidas: Duarte Pacheco Pereira com um exemplar do Esmeraldo, e, atrás dele, silhuetas de navios dos irmãos Corte-Real navegando rumo ao Norte (Canadá/Terra Nova); elementos adicionais: astrolábio, bússola, fragmentos de manuscritos com a frase “muito e fino brasil”, aves marinhas no horizonte e um selo dourado com as palavras “sigilo / suspeita”; paleta sépia e oceânica, contrastes suaves, iluminação focal sobre o mapa em branco para enfatizar o mistério da ausência do documento, atmosfera de investigação histórica e dúvida sobre prioridade. Texto discreto opcional no rodapé: “A questão da prioridade — 1852”." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-prioridade-—-1852-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98656" class="wp-caption-text">Cena histórica e simbólica, estilo ilustração a tinta e aquarela com textura de papel antigo — composição em camadas mostrando: à esquerda, uma sessão do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1852, homens em trajes do século XIX examinando uma carta antiga (etiquetada “Joaquim Norberto de Sousa e Silva”); ao centro, em primeiro plano, a carta de Porto Seguro aberta com trecho destacado em caligrafia antiga e um mapa-múndi envelhecido com uma área em branco onde faltaria o mapa de Pêro Vaz Bisagudo (marcas de dobra, manchas de água, selo apagado); sobre esse mapa, uma sobreposição translúcida mostrando a linha do Tratado de Tordesilhas e uma régua/escala indicando “250 léguas”; à direita, figuras históricas semi-translúcidas: Duarte Pacheco Pereira com um exemplar do Esmeraldo, e, atrás dele, silhuetas de navios dos irmãos Corte-Real navegando rumo ao Norte (Canadá/Terra Nova); elementos adicionais: astrolábio, bússola, fragmentos de manuscritos com a frase “muito e fino brasil”, aves marinhas no horizonte e um selo dourado com as palavras “sigilo / suspeita”; paleta sépia e oceânica, contrastes suaves, iluminação focal sobre o mapa em branco para enfatizar o mistério da ausência do documento, atmosfera de investigação histórica e dúvida sobre prioridade. Texto discreto opcional no rodapé: “A questão da prioridade — 1852”.</figcaption></figure>
<h3>2. A questão da intencionalidade</h3>
<p>Quanto à <strong>intencionalidade</strong> da vinda de <strong>Cabral</strong> ao <strong>Brasil</strong>, decorrente do conhecimento anterior, porém até então secreto, por parte dos <strong>portugueses</strong>, convém notar, preliminarmente, que a hipótese não é baseada em qualquer referência das <strong>Instruções</strong> trazidas pelo <strong>capitão-mor</strong>, nem no texto da carta de <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong> ou de outras fontes contemporâneas.</p>
<p>É verdade que as referidas <strong>Instruções</strong> haviam recomendado que, nas alturas da <strong>Guiné</strong>, a frota cabralina deveria afastar-se da <strong>África</strong> quanto pudesse, a fim de evitar suas conhecidas <strong>calmarias</strong>.</p>
<p>Mas a obediência a esta simples indicação não importaria no descobrimento do <strong>Brasil</strong>, cujas costas não haviam sido avistadas pelo próprio <strong>Vasco da Gama</strong>, que, entretanto, estando a dezenove dias de viagem das <strong>Ilhas de Cabo Verde</strong>, avistou “muitas aves feitas como garções, e quando veio a noite tiravam contra su-sueste muito rijas, como aves que iam para terra”.</p>
<p>Sabendo-se que algumas ilhas do grupo dos <strong>Açores</strong> haviam sido descobertas por terem os navegantes acompanhado o voo de certas <strong>aves marinhas</strong>, segue-se que o mesmo poderia ter ocorrido com <strong>Gama</strong> no <strong>Brasil</strong>, se quisesse desviar-se um pouco de sua rota.</p>
<p>O fato, se não trouxe certeza quanto ao conhecimento pré-cabralino de nossa terra, contribuiu, pelo menos, para fortificar aquela suspeita, e foi mencionado por <strong>Camões</strong>, nos <strong>Lusíadas</strong>, a propósito daquela primeira viagem direta à <strong>Índia</strong>.</p>
<p>Na carta de <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong>, apenas um argumento foi encontrado, aparentemente favorável à tese da <strong>intencionalidade</strong>.</p>
<p>É quando diz, depois de mencionar o desaparecimento da nau de <strong>Vasco de Ataíde</strong>: “E assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo”.</p>
<p>Os historiadores portugueses <strong>Rafael Eduardo de Azevedo Basto</strong> e <strong>Faustino da Fonseca</strong> aí quiseram ver uma prova de que os navegantes conheciam o rumo do <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Conheciam, certamente, a rota para a <strong>Índia</strong>, que passava ao largo das costas brasileiras, pois não se navegava mais ao acaso.</p>
<p>Mas daquela simples indicação não se pode inferir que a frota estivesse propositadamente rumando para o <strong>Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Duarte Pacheco Pereira</strong>, no <strong>Esmeraldo de Situ Orbis</strong>, explicou a navegação “<strong>de longo</strong>” nos seguintes termos: “Todo o navio que estiver em <strong>Cabo Verde</strong> e houver de ir para a <strong>Índia</strong>, se o vento servir-lhe a seu prazer, deve fazer o caminho do sul <strong>seiscentas léguas</strong>, no fim das quais, se verdadeiramente as tiver andadas, será em <strong>dezenove graus</strong> de ladeza do círculo equinocial contra o <strong>pólo antártico</strong>; e haverá de tal nau ao <strong>Cabo de Boa Esperança</strong> oitocentas e cinquenta léguas.”</p>
<p>Sabe-se que a frota de <strong>Cabral</strong>, pelos cálculos de seus pilotos, navegou, de <strong>Cabo Verde</strong> a <strong>Porto Seguro</strong>, <strong>660 ou 670 léguas</strong>, encontrando-se então a <strong>17° de latitude sul</strong>, aproximadamente.</p>
<p>Quaisquer argumentos pela <strong>intencionalidade</strong>, baseados na carta de <strong>Caminha</strong>, vão de encontro à surpresa revelada na notícia da reunião do conselho dos capitães com o <strong>capitão-mor</strong>, a fim de deliberar quanto à volta de um dos navios para <strong>Portugal</strong>, o desembarque de <strong>degredados</strong>, etc. Tudo isso mostra que os recém-chegados nada sabiam da nova terra.</p>
<p>Em suma, embora haja indícios de <strong>intencionalidade</strong> no descobrimento <strong>cabralino</strong>, baseados principalmente na probabilidade de um conhecimento ou suspeita anterior da existência de terras à margem do <strong>Atlântico Sul</strong> — até agora não existem provas suficientes, tanto da alegada <strong>prioridade</strong> de um descobrimento <strong>português</strong> do <strong>Brasil</strong> como da <strong>intencionalidade</strong> da viagem de <strong>1500</strong>.</p>
<p>Esta afirmação não implica, entretanto, na aceitação da tese já obsoleta de que o simples <strong>acaso</strong> houvesse presidido ao descobrimento, oficialmente válido, do <strong>Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Pedro Àlvares Cabral</strong> não veio ter ao nosso país trazido por um simples desvio de rota.</p>
<p>Em sua época já se não navegava sem <strong>rumos prefixados</strong>.</p>
<p>Existiam, no caso, estudos anteriores, embarcações e instrumentos adequados, além de pessoal marítimo experiente, e, portanto, não pode ser admitida a hipótese de <strong>erro</strong> tão grosseiro.</p>
<figure id="attachment_98657" aria-describedby="caption-attachment-98657" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98657 size-large" title="A questão da intencionalidade — 1500" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-1024x573.png" alt="A questão da intencionalidade — 1500 - Cena narrativa e simbólica, estilo pintura histórica realista com leve granulação de tela: em primeiro plano, a nau-mãe da frota de Cabral navegando em mar aberto com velas cheias — à proa um piloto consultando um astrolábio e mapas com traçados de rota (“caminho de longo”); à esquerda, uma folha de Instruções parcialmente visível sobre uma mesa de navegação, sem menção clara ao Brasil; no céu, um bando de aves marinhas voando em direção ao sul, sugerindo possível sinal de terra; ao fundo, outra embarcação (Vasco da Gama) em distância média, e silhuetas de navios no horizonte; em um plano médio-direito, cena sobreposta em transparência de uma reunião de capitães em convés, expressões surpresas enquanto deliberam (retorno de nau, desembarque de degredados), para indicar desconhecimento da nova terra; detalhes: bússola, cartas náuticas com léguas e latitudes, trecho manuscrito com a frase destacada “E assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo”; paleta de azuis oceânicos e ocres, luz dourada baixa (amanhecer/tarde), atmosfera ambígua entre intenção e acaso. Texto pequeno opcional no rodapé: “A questão da intencionalidade — 1500”." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-questao-da-intencionalidade-—-1500-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98657" class="wp-caption-text">A questão da intencionalidade — 1500 &#8211; Cena narrativa e simbólica, estilo pintura histórica realista com leve granulação de tela: em primeiro plano, a nau-mãe da frota de Cabral navegando em mar aberto com velas cheias — à proa um piloto consultando um astrolábio e mapas com traçados de rota (“caminho de longo”); à esquerda, uma folha de Instruções parcialmente visível sobre uma mesa de navegação, sem menção clara ao Brasil; no céu, um bando de aves marinhas voando em direção ao sul, sugerindo possível sinal de terra; ao fundo, outra embarcação (Vasco da Gama) em distância média, e silhuetas de navios no horizonte; em um plano médio-direito, cena sobreposta em transparência de uma reunião de capitães em convés, expressões surpresas enquanto deliberam (retorno de nau, desembarque de degredados), para indicar desconhecimento da nova terra; detalhes: bússola, cartas náuticas com léguas e latitudes, trecho manuscrito com a frase destacada “E assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo”; paleta de azuis oceânicos e ocres, luz dourada baixa (amanhecer/tarde), atmosfera ambígua entre intenção e acaso.</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/prioridade-e-intencionalidade-no-descobrimento-do-brasil-de-1500/">Prioridade e intencionalidade no descobrimento do Brasil de 1500</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: A Viagem</title>
		<link>https://bahia.ws/descobrimento-do-brasil-por-pedro-alvares-cabral-a-viagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 02:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrimento do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[descobrimento do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Embora a prioridade no descobrimento do Brasil caiba ao navegador espanhol Vicente Yánez Pinzón, o descobrimento oficialmente válido, de acordo com o Tratado de Tordesilhas, é o do português Pedro Álvares Cabral, cuja viagem passamos a estudar. 1. A Expedição Recebida, pelo rei Dom Manuel I, a notícia dos bons [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/descobrimento-do-brasil-por-pedro-alvares-cabral-a-viagem/">Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: A Viagem</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Embora a prioridade no <strong>descobrimento do Brasil</strong> caiba ao navegador espanhol <strong>Vicente Yánez Pinzón</strong>, o descobrimento oficialmente válido, de acordo com o <strong>Tratado de Tordesilhas</strong>, é o do português <strong>Pedro Álvares Cabral</strong>, cuja viagem passamos a estudar.</p>
<figure id="attachment_98340" aria-describedby="caption-attachment-98340" style="width: 2291px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98340" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554.jpg" alt="Map of the New World from 1554 &quot;Mundo Novo&quot;, De Medina, Pedro Period: 1554 (circa) Publication: L'Arte del Navegar This extremely rare map was issued in the Italian edition of Medina’s &quot;Art of Navigation,&quot; which is considered to be the first practical book on the science of navigation. Medina traveled to the New World with Cortes, so the map is based in part upon his own knowledge and observation. First published in 1545 in a slightly larger version, Medina's map was the first to depict the Papal Line of Demarcation, which runs prominently down the middle of the map. The Line was a result of the Treaty of Tordesillas in 1494 by which all lands to the west of the line belonged to Spain (including most of the Americas) and all lands to its east to Portugal (including a portion of eastern Brazil). Medina's map was also the first to depict the Rio Spiritu Santo (R. Spi. San.) in Texas. Geographically, the region around Central America is reasonably well depicted including the Isthmus of Panama, although the Yucatan peninsula has reverted to an insular form. In South America, a prominent Amazon River flows northwest nearly reaching Panama. Most of the details along the eastern shore of North America are not easily distinguishable, although a distinct Gulf of St. Lawrence appears based on the explorations of Jacques Cartier. The land to the west of Mexico stretches in a southwesterly direction and is labeled Nova Spagna. Surrounding a large compass rose is a series of sailing ships indicating the navigational routes to and from Spain to the New World." width="2291" height="1754" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554.jpg 2291w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-1024x784.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-768x588.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-1536x1176.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-2048x1568.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-800x612.jpg 800w" sizes="(max-width: 2291px) 100vw, 2291px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98340" class="wp-caption-text">Este mapa extremamente raro foi publicado na edição italiana da obra «A Arte da Navegação», de Medina, considerada o primeiro livro prático sobre a ciência da navegação. Medina viajou para o Novo Mundo com Cortés, pelo que o mapa se baseia, em parte, nos seus próprios conhecimentos e observações. Publicado pela primeira vez em 1545 numa versão ligeiramente maior, o mapa de Medina foi o primeiro a representar a Linha Papal de Demarcação, que se estende de forma proeminente pelo meio do mapa. A Linha foi resultado do Tratado de Tordesilhas, de 1494, pelo qual todas as terras a oeste da linha pertenciam à Espanha (incluindo a maior parte das Américas) e todas as terras a leste pertenciam a Portugal (incluindo uma parte do leste do Brasil). O mapa de Medina também foi o primeiro a retratar o Rio Spiritu Santo (R. Spi. San.) no Texas.</figcaption></figure>
<h3>1. A Expedição</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/descobrimento-do-brasil-por-pedro-alvares-cabral-a-viagem/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-scaled.png" width="400" /></a></p>
<p>Recebida, pelo rei Dom Manuel I, a notícia dos bons resultados da viagem de <strong>Vasco da Gama</strong> à <strong>Índia</strong>, cuidou-se logo, em Portugal, da preparação de outra armada mais poderosa que, aproveitando-se da experiência fornecida pela anterior, pusesse em prática os planos de estabelecimento de intensas relações políticas e mercantis entre o reino peninsular e o Oriente.</p>
<p>Em oito meses aprestou-se a frota que, em março de 1500, estava pronta a partir de Lisboa. Compunham-na treze navios de diferentes tonelagens, na sua maior parte naus, incluindo-se algumas caravelas e duas embarcações financiadas por particulares.</p>
<p>Para capitão-mor da esquadra foi nomeado o fidalgo <strong>Pedro Álvares Cabral</strong>, alcaide-mor de Azurara e senhor de Belmonte, descendente de navegadores. Para desempenho de sua missão diplomática, comercial e, eventualmente, militar, foram-lhe dadas minuciosas instruções.</p>
<p>Acompanhavam-no alguns dos mais notáveis navegantes portugueses da época, dentre os quais <strong>Bartolomeu Dias</strong>, o descobridor do Cabo da Boa Esperança, e seu irmão Diogo; <strong>Nicolau Coelho</strong>, como este, participante da expedição de Gama. Como subcomandante, Sancho de Tovar; como piloto principal, Pêro Escolar.</p>
<p>Outros comandantes eram Simão de Miranda, Pedro de Ataíde, por alcunha “Inferno” (da nau São Pedro), Nuno Leitão da Cunha (da Anunciada), Vasco de Ataíde, Luís Pires, Aires Gomes da Silva, Simão de Pina e <strong>Gaspar de Lemos</strong>.</p>
<p>O bacharel mestre João, físico, isto é, médico e cirurgião de Sua Alteza, também vinha na frota.</p>
<p>Funcionários destinados à feitoria a ser fundada em Calecute — entre os quais o feitor Aires Correia e o escrivão <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong>; frades franciscanos — chefiados por <strong>Frei Henrique de Coimbra</strong>; malabares trazidos da Índia pelo Gama; o judeu Gaspar, intérprete — completavam, com marinheiros, soldados, padres seculares, mercadores e degredados, a importante expedição de 1.200 participantes.</p>
<figure id="attachment_98571" aria-describedby="caption-attachment-98571" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98571 size-large" title="Expedição de Pedro Ávares Cabral em 1500" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-1024x573.png" alt="Expedição de Pedro Ávares Cabral em 1500 — frota portuguesa ancorada num porto ao amanhecer, pronta para zarpar; treze navios de diferentes tonelagens (naus robustas com velas quadradas, algumas caravelas com velas latinas), cordame detalhado, velas arriadas parcialmente, mastros altos e bandeiras de Portugal tremulando. No convés da nau capitânia, destaque para Pedro Álvares Cabral em postura de comando — traje nobre do início do século XVI (gola alta, gibão, capa curta, espada e elmo ao lado), recebendo mapas e instruções de oficiais; ao redor, marinheiros, soldados armados com arcabuzes e espadas, frades franciscanos com hábito simples, o bacharel-mestre médico com instrumentos, mercadores e o escrivão Pêro Vaz de Caminha com pergaminhos. Presença de navegadores notáveis (Bartolomeu Dias e irmão, Nicolau Coelho) em trajes de marinheiro de época conversando com o piloto Pêro Escolar e o subcomandante Sancho de Tovar. Em segundo plano, oficiais organizando suprimentos — barris, cordas, mercadorias e malabares exóticos trazidos da Índia; pequenas embarcações de apoio na água. Atmosfera: alvorada quente, névoa leve sobre o mar, luz dourada iluminando rostos e madeiras envelhecidas, sensação de expectativa e grandeza histórica." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Expedicao-de-Pedro-Avares-Cabral-em-1500-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98571" class="wp-caption-text">Expedição de Pedro Ávares Cabral em 1500 — frota portuguesa ancorada num porto ao amanhecer, pronta para zarpar; treze navios de diferentes tonelagens (naus robustas com velas quadradas, algumas caravelas com velas latinas), cordame detalhado, velas arriadas parcialmente, mastros altos e bandeiras de Portugal tremulando. No convés da nau capitânia, destaque para Pedro Álvares Cabral em postura de comando — traje nobre do início do século XVI (gola alta, gibão, capa curta, espada e elmo ao lado), recebendo mapas e instruções de oficiais; ao redor, marinheiros, soldados armados com arcabuzes e espadas, frades franciscanos com hábito simples, o bacharel-mestre médico com instrumentos, mercadores e o escrivão Pêro Vaz de Caminha com pergaminhos. Presença de navegadores notáveis (Bartolomeu Dias e irmão, Nicolau Coelho) em trajes de marinheiro de época conversando com o piloto Pêro Escolar e o subcomandante Sancho de Tovar. Em segundo plano, oficiais organizando suprimentos — barris, cordas, mercadorias e malabares exóticos trazidos da Índia; pequenas embarcações de apoio na água. Atmosfera: alvorada quente, névoa leve sobre o mar, luz dourada iluminando rostos e madeiras envelhecidas, sensação de expectativa e grandeza histórica.</figcaption></figure>
<h3>2. A Viagem de Pedro Ávares Cabral</h3>
<p>Ouvida missa solene na Ermida do Restelo, em Belém, com a presença do rei Dom Manuel, a 8 de março de 1500 embarcaram no Tejo os expedicionários.</p>
<p>Zarpando no dia seguinte, a 9 do mesmo mês, a 14 de março avisaram uma das Ilhas Canárias; a 22 de março passaram por São Nicolau, no grupo de Cabo Verde; a 23 de março ocorreu o primeiro incidente: tresmalhou-se a nau de Vasco de Ataíde, sem que repetidas buscas lograssem encontrá-la.</p>
<p>Navegando no rumo de sudoeste “por este mar, de longo”, na expressão de <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong>, insubstituível cronista do acontecimento, atravessou a expedição a linha equatorial e o Atlântico, de modo a aproximar-se do Brasil, nas alturas da costa sul do atual estado da Bahia.</p>
<p>A 21 de abril surgiram os primeiros sinais de terra próxima: ervas compridas, boiando, “a que os marcantes chamam botelho, assim como outras a que dão o nome de rabo-de-asno”. E na manhã seguinte, “aves, a que chamam fura-buchos”.</p>
<p>À tarde do mesmo dia, quarta-feira, 22 de abril, foi visto, primeiramente, “um grande monte, muito alto e redondo”, ao qual pôs o capitão-mor o nome de <strong>Monte Pascoal</strong>, por estarem então na Páscoa; “e outras terras mais baixas, ao sul dele”; e “terra chã com grandes arvoredos”, a que denominaram <strong>Vera Cruz</strong>.</p>
<p>Singrando em sua direção, tiveram de fundear, sem alcançá-la, ao cair da noite.</p>
<figure id="attachment_98572" aria-describedby="caption-attachment-98572" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98572 size-large" title="Viagem de Pedro Ávares Cabral" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-1024x573.png" alt="Viagem de Pedro Ávares Cabral — sequência visual em uma única imagem ou painel dividido em cenas conectadas. Primeiro plano esquerdo: missa solene na Ermida do Restelo em Belém ao amanhecer — clero, fidalgo e reis em trajes do início do século XVI, procissão, velas e barcos no Tejo prestes a zarpar; embarque de marinheiros e estiva de provisões. Centro: a frota em mar aberto sob céu amplo — naus e caravelas com velas desfraldadas, cordame, bandeiras de Portugal; destaque para uma nau em dificuldade (a nau de Vasco de Ataíde) com velas danificadas e marujos à deriva buscando-na, sugerindo perda. Sequência de navegação: pequenas vinhetas integradas — ilhas canárias avistadas, o arquipélago de Cabo Verde passando ao longe, mapa náutico com rota marcada rumo ao sudoeste, cruzando a linha equatorial (sutileza: latitudes/estrelas). Em destaque narrativo à direita: sinais de terra — ervas compridas boiando ('botelho'), aves exóticas no céu ('fura-buchos'), e ao fundo o relevo marcante do 'Monte Pascoal' — monte alto e redondo iluminado pela luz dourada da manhã de Páscoa; mais ao sul, terra chã com grandes arvoredos rotulada 'Vera Cruz'. Na base, convés com marinheiros observando, Pêro Vaz de Caminha escrevendo em seu pergaminho, pilotos conferindo instrumentos, atmosfera de tensão e esperança." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Viagem-de-Pedro-Avares-Cabral-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98572" class="wp-caption-text">Viagem de Pedro Ávares Cabral — sequência visual em uma única imagem ou painel dividido em cenas conectadas. Primeiro plano esquerdo: missa solene na Ermida do Restelo em Belém ao amanhecer — clero, fidalgo e reis em trajes do início do século XVI, procissão, velas e barcos no Tejo prestes a zarpar; embarque de marinheiros e estiva de provisões. Centro: a frota em mar aberto sob céu amplo — naus e caravelas com velas desfraldadas, cordame, bandeiras de Portugal; destaque para uma nau em dificuldade (a nau de Vasco de Ataíde) com velas danificadas e marujos à deriva buscando-na, sugerindo perda. Sequência de navegação: pequenas vinhetas integradas — ilhas canárias avistadas, o arquipélago de Cabo Verde passando ao longe, mapa náutico com rota marcada rumo ao sudoeste, cruzando a linha equatorial (sutileza: latitudes/estrelas). Em destaque narrativo à direita: sinais de terra — ervas compridas boiando (&#8216;botelho&#8217;), aves exóticas no céu (&#8216;fura-buchos&#8217;), e ao fundo o relevo marcante do &#8216;Monte Pascoal&#8217; — monte alto e redondo iluminado pela luz dourada da manhã de Páscoa; mais ao sul, terra chã com grandes arvoredos rotulada &#8216;Vera Cruz&#8217;. Na base, convés com marinheiros observando, Pêro Vaz de Caminha escrevendo em seu pergaminho, pilotos conferindo instrumentos, atmosfera de tensão e esperança.</figcaption></figure>
<h3>3. O Descobrimento do Brasil</h3>
<p>No dia seguinte, 23 de abril, aproximou-se mais a esquadra, a fim de tomar conhecimento da nova terra descoberta. Reunidos os comandantes na capitania, coube depois a um deles, <strong>Nicolau Coelho</strong>, o primeiro contato com os indígenas, cuja existência foi então verificada.</p>
<p>A 24 de abril velejou a frota ao longo da costa, por dez léguas, para o norte, à procura de melhor abrigo. Encontrou-o, quase fechado por um recife, e neste <strong>Porto Seguro</strong>, então assim denominado — hoje a Baía Cabrália — estacionou por toda uma semana. Novamente foi mandado à terra Nicolau Coelho e, com ele, Bartolomeu Dias, no sábado, dia 25 de Abril.</p>
<p>Asseguradas as boas relações com os indígenas, alguns dos quais haviam sido levados a bordo da capitânia e aí cordialmente tratados, decidiu o capitão-mor que fosse celebrada missa no dia seguinte, domingo da Pascoela, no ilhéu hoje chamado da Coroa Vermelha.</p>
<p>Rezou-a <strong>Frei Henrique de Coimbra</strong>, que depois pregou sobre o descobrimento da nova terra, dedicada à Cruz de Cristo, sob cuja bandeira vinham todos. À distância, na praia, acompanharam os indígenas a cerimônia religiosa.</p>
<p>Depois da missa houve conselho dos comandantes a bordo da capitânia e resolveu-se que se mandaria um emissário ao reino, levando a notícia do achamento, para que o rei mandasse explorar a nova terra, melhor do que se podia fazer então. Também foi decidido que não se tomariam indígenas à força para serem enviados a Portugal.</p>
<p>Mas, para colher informações sobre a terra, aprendendo a língua de seus naturais, aqui ficariam alguns dos degredados que vinham na esquadra.</p>
<p>Para levar aquela notícia foi escolhido o navio de mantimentos, comandado por <strong>Gaspar de Lemos</strong>.</p>
<p>A distribuição dos gêneros nele contidos pelos demais navios ocupou os dias seguintes. Nisto, como no carregamento de água doce e lenha, então feitos, de boa vontade auxiliaram os indígenas aos marinheiros.</p>
<p>A 27 de abril foi cortado um grande madeiro, com o qual se preparou a cruz que, com as armas e a divisa reais, assinalaria a posse da nova terra para a coroa portuguesa. Erguida solenemente em terra firme, próximo à foz do Mutari, celebrou-se outra missa a 1º de maio, novamente pregando <strong>Frei Henrique de Coimbra</strong>.</p>
<p>No dia imediato partiu a frota a seu destino e o navio dos mantimentos para Portugal. Aqui ficaram dois degredados e, talvez, também dois grumetes que na noite anterior haviam fugido de bordo.</p>
<figure id="attachment_98575" aria-describedby="caption-attachment-98575" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-scaled.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98575" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-scaled.png" alt="O Descobrimento do Brasil — Abril–Maio de 1500 — praia do Porto Seguro ao amanhecer, enseada quase fechada por recife; na areia, celebração da missa presidida por Frei Henrique de Coimbra com padres franciscanos, cavalheiros e marinheiros reunidos em torno de uma cruz recém-cortada de grande madeiro; indígenas observando à distância, curiosos e respeitosos. Em primeiro plano, Nicolau Coelho e Bartolomeu Dias desembarcando, cumprimentando nativos e trocando presentes simples (tecidos, objetos metálicos), enquanto alguns indígenas sobem a bordo da nau-capitânia e são tratados com cordialidade. Ao lado, Pêro Vaz de Caminha escrevendo em seu pergaminho e o feitor Aires Correia e o escrivão arrumando documentos; degredados selecionados conversando com nativos, aprendendo palavras. Cena da elevação da cruz com as armas e a divisa reais — bandeira de Portugal hasteada próxima à cruz; fanfarra contida de marinheiros e gestos cerimoniais. Em plano médio, operação de abastecimento: corte de lenha, enchimento de barris de água, distribuição de mantimentos, indígenas ajudando; ao fundo, a frota ancorada na baía, aparecendo o navio de mantimentos prestes a zarpar (com Gaspar de Lemos no convés) rumo a Portugal." width="2560" height="1434" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Descobrimento-do-Brasil-em-Maio-de-1500-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98575" class="wp-caption-text">O Descobrimento do Brasil — Abril–Maio de 1500 — praia do Porto Seguro ao amanhecer, enseada quase fechada por recife; na areia, celebração da missa presidida por Frei Henrique de Coimbra com padres franciscanos, cavalheiros e marinheiros reunidos em torno de uma cruz recém-cortada de grande madeiro; indígenas observando à distância, curiosos e respeitosos. Em primeiro plano, Nicolau Coelho e Bartolomeu Dias desembarcando, cumprimentando nativos e trocando presentes simples (tecidos, objetos metálicos), enquanto alguns indígenas sobem a bordo da nau-capitânia e são tratados com cordialidade. Ao lado, Pêro Vaz de Caminha escrevendo em seu pergaminho e o feitor Aires Correia e o escrivão arrumando documentos; degredados selecionados conversando com nativos, aprendendo palavras. Cena da elevação da cruz com as armas e a divisa reais — bandeira de Portugal hasteada próxima à cruz; fanfarra contida de marinheiros e gestos cerimoniais. Em plano médio, operação de abastecimento: corte de lenha, enchimento de barris de água, distribuição de mantimentos, indígenas ajudando; ao fundo, a frota ancorada na baía, aparecendo o navio de mantimentos prestes a zarpar (com Gaspar de Lemos no convés) rumo a Portugal.</figcaption></figure>
<h3>4. A carta de <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong></h3>
<p>O descobrimento do Brasil teve um narrador à altura do acontecimento: o escrivão <strong>Pêro Vaz de Caminha</strong>, que, em carta dirigida ao rei Dom Manuel, datada de <strong>Porto Seguro</strong> da Ilha da <strong>Vera Cruz</strong>, a 1º de maio de 1500, deu resumida conta da viagem, fazendo, porém, minucioso relato do ocorrido durante os nove dias em que permaneceu a esquadra à vista da nova terra.</p>
<figure id="attachment_98617" aria-describedby="caption-attachment-98617" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98617 size-large" title="Movimentação da Frota de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-1024x952.png" alt="Movimentação da Frota de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro" width="800" height="744" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-1024x952.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-300x279.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-768x714.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-59x55.png 59w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-1536x1428.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-800x744.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Movimentacao-da-Frota-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro.png 1942w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98617" class="wp-caption-text">Movimentação da Frota de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro.</figcaption></figure>
<p>Forneceu-nos, assim, precioso e insubstituível documento histórico, de fidelidade certamente inatacável, valendo por verdadeiro “auto do nascimento do Brasil” ou sua “certidão de batismo”, escrita por testemunha dotada de amplos recursos de observação.</p>
<p>Em suas vinte e sete páginas de texto não se encontra informação que possa ser considerada supérflua.</p>
<p>Entre todas, avultam as que dizem respeito aos indígenas. Numerosas e minudentes, não deixam sem registro os menores gestos dos habitantes da nova terra, quer em sua atitude em relação aos europeus que viam pela primeira vez, quer entre eles.</p>
<p>O contato de civilizados e selvagens, sempre objeto de curiosidade, encontra na carta de Caminha interessantíssimo depoimento. A boa vontade recíproca, as atenções do capitão-mor, a alegria comunicativa dos marinheiros — são aspectos que nobremente singularizam esse primeiro encontro entre portugueses e indígenas do Brasil.</p>
<p>Acima de tudo, constituem farto manancial de estudo etnográfico os esclarecimentos oferecidos pela completa descrição ali contida.</p>
<p>Pormenores corográficos, que permitem a identificação do local do desembarque de <strong>Cabral</strong> e seus companheiros, aliam-se, no precioso documento, a alguns dados proveitosos ao estudo da avifauna e da botânica regionais.</p>
<p>Incidentes do período de permanência da frota em <strong>Porto Seguro</strong>, as cerimônias religiosas então realizadas, a tentativa de acomodação dos degredados com os “selvagens”, foram minuciosamente computados na carta do escrivão da feitoria de Calecute.</p>
<p>Nem faltou à carta de Caminha a previsão do futuro aproveitamento agrícola da nova terra, ou, no mais próximo, de escala na navegação para a <strong>Índia</strong>.</p>
<p>“Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente”, isto é, os indígenas — acrescentou como bom cristão, salientando que “esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza nela deve lançar”.</p>
<figure id="attachment_98576" aria-describedby="caption-attachment-98576" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98576 size-large" title="A Carta de Pêro Vaz de Caminha — 1º de maio de 1500" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-1024x573.png" alt="A Carta de Pêro Vaz de Caminha — 1º de maio de 1500 — foco central no escrivão Pêro Vaz de Caminha sentado à mesa rústica na nau-capitânia ou em abrigo simples na praia de Porto Seguro, escrevendo com pena de metal e tinta sobre pergaminho largo; expressão concentrada, traços refinados de um homem culto do início do século XVI, vestes modestas de escrivão, ao lado tinteiro, mapas enrolados, instrumentos de navegação (astrolábio, bússola), relatos e sementes/fragmentos botânicos recolhidos." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/A-Carta-de-Pero-Vaz-de-Caminha-—-1o-de-maio-de-1500-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98576" class="wp-caption-text">A Carta de Pêro Vaz de Caminha — 1º de maio de 1500 — foco central no escrivão Pêro Vaz de Caminha sentado à mesa rústica na nau-capitânia ou em abrigo simples na praia de Porto Seguro, escrevendo com pena de metal e tinta sobre pergaminho largo; expressão concentrada, traços refinados de um homem culto do início do século XVI, vestes modestas de escrivão, ao lado tinteiro, mapas enrolados, instrumentos de navegação (astrolábio, bússola), relatos e sementes/fragmentos botânicos recolhidos.</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/descobrimento-do-brasil-por-pedro-alvares-cabral-a-viagem/">Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: A Viagem</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Primeiros contatos espanhóis com o litoral brasileiro entre 1499 e 1500</title>
		<link>https://bahia.ws/primeiros-contatos-espanhois-com-o-litoral-brasileiro-entre-1499-e-1500/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 23:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrimento do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[descobrimento do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo de Lepe]]></category>
		<category><![CDATA[Ojeda]]></category>
		<category><![CDATA[Pinzón]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=98534</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Explorações espanholas no litoral sul‑americano entre 1499e 1500: Ojeda, Pinzón e Diogo de Lepe Com a descoberta da América pelo genovês Cristóvão Colombo, a serviço dos Reinos de Castela e Leão, iniciou‑se uma série de explorações marítimas do Novo Mundo. Cristóvão Colombo foi, sem saber, o primeiro a avistar terras [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/primeiros-contatos-espanhois-com-o-litoral-brasileiro-entre-1499-e-1500/">Primeiros contatos espanhóis com o litoral brasileiro entre 1499 e 1500</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<section class="descobrimento-brasil">
<h2>Explorações espanholas no litoral sul‑americano entre 1499e 1500: Ojeda, Pinzón e Diogo de Lepe</h2>
<p>Com a descoberta da <strong>América</strong> pelo genovês <strong>Cristóvão Colombo</strong>, a serviço dos Reinos de <strong>Castela e Leão</strong>, iniciou‑se uma série de explorações marítimas do <strong>Novo Mundo</strong>.</p>
<p><strong>Cristóvão Colombo</strong> foi, sem saber, o primeiro a avistar terras do norte da América do Sul em <strong>1498</strong>, durante sua terceira viagem às então chamadas <strong>Índias Ocidentais</strong>.</p>
<p>Pouco depois, navegadores espanhóis tocaram em território que hoje pertence ao <strong>Brasil</strong>, antes dos portugueses; entre eles destacam‑se <strong>Alonso de Ojeda</strong>, <strong>Vicente Yánez Pinzón</strong> e <strong>Diogo de Lepe</strong>.</p>
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<h3>1. Viagem de Alonso de Ojeda</h3>
<p><strong>Alonso de Ojeda</strong> partiu da <strong>Espanha</strong> em meados de <strong>1499</strong> com o objetivo de continuar as explorações de Colombo na região de <strong>Paria</strong> (atual <strong>Venezuela</strong>).</p>
<p>Seguiam com ele o cartógrafo <strong>Juan de la Cosa</strong> e o florentino <strong>Américo Vespúcio</strong>. Segundo Vespúcio, teriam atingido, em <strong>27 de junho</strong> daquele ano, terras situadas a <strong>5° de latitude sul</strong> — portanto, já no Brasil.</p>
<p>Contudo, o próprio comandante afirmou que o ponto alcançado situava‑se a <strong>4,5° de latitude norte</strong>, fora do atual território brasileiro.</p>
<p>Quanto à localização do desembarque, há divergências: <strong>Varnhagen</strong> (seguido por <strong>Rodolfo Garcia</strong>) situa‑o junto à <strong>foz do Açu</strong>, no <strong>Rio Grande do Norte</strong>; <strong>Vignaud</strong>, biógrafo de Vespúcio, propõe perto do <strong>Cabo de São Roque</strong>.</p>
<p>No entanto, para <strong>Joaquim Caetano da Silva</strong>, <strong>Capistrano de Abreu</strong> e o <strong>Barão do Rio Branco</strong> — posições consideradas mais bem fundamentadas — Ojeda teria atingido a costa sul‑americana cerca de <strong>200 léguas</strong> ao sul da Península de Paria, portanto fora do território brasileiro.</p>
<p>A Península de Paria fica no nordeste da Venezuela.</p>
<h3>2. Viagem de Vicente Yánez Pinzón</h3>
<p>Outra expedição espanhola, comandada por <strong>Vicente Yánez Pinzón</strong>, partiu no fim de <strong>1499</strong> rumo à América do Sul.</p>
<p>Saindo de uma das ilhas de <strong>Cabo Verde</strong>, seguiu rumo sudoeste e, após cruzar a linha do <strong>Equador</strong>, em <strong>26 de janeiro de 1500</strong> alcançou um cabo que chamou <strong>Santa Maria de la Consolación</strong>.</p>
<p>Desde o século XVI esse ponto tem sido identificado com o <strong>Cabo de Santo Agostinho</strong> (atual <strong>Pernambuco</strong>), embora <strong>Varnhagen</strong> tenha sugerido a <strong>Ponta de Mucuripe</strong> (<strong>Ceará</strong>) e, mais recentemente, <strong>Thomaz Pompeu Sobrinho</strong> tenha indicado a <strong>Ponta Grossa</strong> ou da <strong>Ponta da Jabarana</strong> no <strong>Ceará</strong>.</p>
<p>Ao chegar ao cabo, <strong>Pinzón</strong> tomou posse das terras em nome da <strong>Espanha</strong>, navegou para o norte, encontrou resistência indígena, descobriu o chamado <strong>“Mar Dulce”</strong> (geralmente associado à <strong>foz do Amazonas</strong>), atingiu o <strong>Cabo de São Vicente</strong> — hoje conhecido como <strong>Cape Orange</strong>, junto ao rio chamado <strong>Vicente Pinzón</strong> (o atual <strong>Oiapoque</strong>) — e, ultrapassando esse limite, prosseguiu pelas <strong>Guianas</strong> e <strong>Venezuela</strong> até a ilha <strong>Hispaniola (Haiti)</strong>.</p>
<p>Apesar de dúvidas sobre detalhes da viagem, a expedição de <strong>Pinzón</strong> é considerada, com base nas pesquisas históricas até agora apuradas, o primeiro achamento comprovado do litoral brasileiro por navegadores estrangeiros.</p>
<p>Apenas <strong>Duarte Leite</strong> contestou essa prioridade, sem muitos seguidores.</p>
<p>Quanto à data da chegada ao litoral, além de <strong>26 de janeiro</strong> foi sugerida a data de <strong>2 de fevereiro</strong>, dia dedicado a <strong>Santa Maria</strong> pela Igreja.</p>
<h3>3. Viagem de Diogo de Lepe</h3>
<p>Quase na esteira de <strong>Pinzón</strong>, ainda em <strong>1499</strong>, partiu da <strong>Espanha</strong> outra pequena expedição comandada por <strong>Diogo de Lepe</strong>.</p>
<p>Também ele alcançou o <strong>Cabo de Santo Agostinho</strong>, mas, ao contrário de Pinzón, explorou inicialmente a costa rumo ao sul; só depois retomou o rumo para o norte, passando pelo <strong>Cabo do Rostro Hermoso</strong> (identificado por muitos com o <strong>Cabo de São Roque</strong>, embora <strong>Varnhagen</strong> tenha sugerido a <strong>Ponta de Jericoacoara</strong>, no <strong>Ceará</strong>) até alcançar as <strong>Antilhas</strong>.</p>
<p>É provável que <strong>Lepe</strong> tenha mudado de rumo ao perceber que, mais ao sul, encontrava‑se em águas sob domínio da <strong>Coroa portuguesa</strong>, onde a exploração ou tomada de posse por espanhóis seria indevida.</p>
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		<title>Naturismo na Praia de Tambaba: Paraíso Para os Naturistas</title>
		<link>https://bahia.ws/naturismo-na-praia-de-tambaba-paraiso-para-os-naturistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 23:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Litoral da Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[naturismo]]></category>
		<category><![CDATA[praia de Tambabá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Naturismo na Praia de Tambaba: Uma Experiência Única A Praia de Tambaba, localizada no município de Conde, na Paraíba, é um dos destinos mais emblemáticos do Brasil para aqueles que buscam uma experiência de naturismo, situada a aproximadamente 30 km ao sul de João Pessoa, a capital da Paraíba. Reconhecida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Naturismo na Praia de Tambaba: Uma Experiência Única</h2>
<p>A Praia de Tambaba, localizada no município de Conde, na Paraíba, é um dos destinos mais emblemáticos do Brasil para aqueles que buscam uma experiência de naturismo, situada a aproximadamente 30 km ao sul de João Pessoa, a capital da Paraíba.</p>
<p>Reconhecida como uma das primeiras praias de nudismo do país, Tambaba atrai visitantes de diversas partes, oferecendo não apenas beleza natural, mas também uma atmosfera de liberdade e respeito.</p>
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<h3>Características da Praia de Tambaba</h3>
<ul>
<li><strong>Beleza Natural:</strong> A praia é famosa por suas falésias coloridas e areia clara, complementadas por águas cristalinas que se tornam ainda mais encantadoras durante os dias ensolarados. A vegetação nativa ao redor contribui para uma paisagem deslumbrante, ideal para quem busca relaxamento e contato com a natureza.</li>
<li><strong>Divisão do Espaço:</strong> Tambaba é dividida em duas áreas: uma parte naturista e outra têxtil. A área naturista permite que os visitantes desfrutem da experiência do nudismo em um ambiente acolhedor, enquanto a parte têxtil é destinada àqueles que preferem usar trajes de banho.</li>
</ul>
<figure id="attachment_98508" aria-describedby="caption-attachment-98508" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98508 size-large" title="Praia de Tambaba, na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-1024x682.png" alt="Praia de Tambaba, na Paraíba, tem duas áreas divididas por uma formação rochosa com vegetação: uma destinada ao naturismo e outra onde é obrigatório usar roupa." width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-768x511.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-1536x1022.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-2048x1363.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-PB-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98508" class="wp-caption-text">Praia de Tambaba, na Paraíba, tem duas áreas divididas por uma formação rochosa com vegetação: uma destinada ao naturismo e outra onde é obrigatório usar roupa.</figcaption></figure>
<h3>O Público e o Naturismo</h3>
<p>Na Praia de Tambaba, a presença do público tende a ser predominantemente masculina, especialmente na área naturista.</p>
<p>Muitos homens frequentam a praia em busca da liberdade que o naturismo proporciona.</p>
<p>No entanto, a participação de mulheres e casais também é significativa, refletindo um crescente interesse pelo naturismo em um ambiente que valoriza o respeito e a cordialidade.</p>
<figure id="attachment_98507" aria-describedby="caption-attachment-98507" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98507 size-large" title="Praia de Tambaba no município do Conde na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-1024x673.png" alt="Praia de Tambaba no município do Conde na Paraíba" width="800" height="526" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-1024x673.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-300x197.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-768x505.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-1536x1010.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba-800x526.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Tambaba-no-municipio-do-Conde-na-Paraiba.png 1563w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98507" class="wp-caption-text">Praia de Tambaba no município do Conde na Paraíba</figcaption></figure>
<h3>Infraestrutura e Acesso</h3>
<p>A infraestrutura na Praia de Tambaba é simples, mas atende às necessidades básicas dos visitantes.</p>
<p>Existem barracas que oferecem comidas e bebidas típicas da região, mas é aconselhável levar itens essenciais, como água e protetor solar.</p>
<p>O acesso à praia é feito através de uma trilha que, embora possa ser um desafio para alguns, é uma experiência agradável que permite a conexão com a natureza.</p>
<figure id="attachment_46927" aria-describedby="caption-attachment-46927" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46927 size-large" title="Mapa das praias da Costa do Conde no Litoral Sul da Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-1024x418.jpg" alt="Mapa das praias da Costa do Conde no Litoral Sul da Paraíba" width="800" height="327" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-1024x418.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-300x123.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-768x314.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-135x55.jpg 135w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-1536x628.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-2048x837.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/07/Praias-da-Costa-do-Conde-no-Litoral-Sul-da-Paraiba-800x327.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46927" class="wp-caption-text">Mapa das praias da Costa do Conde no Litoral Sul da Paraíba</figcaption></figure>
<h3>Atividades e Dicas</h3>
<p>A Praia de Tambaba é ideal para a prática de esportes aquáticos, como surf e stand-up paddle, além de ser um ótimo local para nadar.</p>
<p>Para aqueles que visitam pela primeira vez, é recomendável informar-se sobre as regras do naturismo e o comportamento adequado, como a proibição de fotografias na área naturista para garantir a privacidade de todos.</p>
<h3>Considerações Finais</h3>
<p>O naturismo na Praia de Tambaba oferece uma experiência única de liberdade e respeito, permitindo que os visitantes se desconectem das convenções sociais e se conectem com a natureza de maneira mais íntima.</p>
<p>Embora a praia possa ficar cheia durante a alta temporada, a beleza cênica e o ambiente acolhedor continuam a atrair pessoas de todas as idades.</p>
<p>Se você está em busca de um lugar para relaxar e viver o naturismo de forma autêntica, a Praia de Tambaba é, sem dúvida, um destino imperdível. Aproveite para visitar e descobrir tudo o que esse paraíso tem a oferecer!</p>
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		<title>Partilha das Terras Descobertas – Demarcação do Meridiano de Tordesilhas</title>
		<link>https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-demarcacao-do-meridiano-de-tordesilhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 23:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Partilha das Terras Descobertas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Tentativas de demarcação do meridiano do Tratado de Tordesilhas 1. Contexto e disposição do Tratado Determinava o Tratado de Tordesilhas que a demarcação das 370 léguas a oeste de Cabo Verde seria feita por pilotos, &#8220;astrólogos&#8221; e marinheiros das duas partes interessadas, que, dentro dos dez meses seguintes à assinatura, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-demarcacao-do-meridiano-de-tordesilhas/">Partilha das Terras Descobertas &#8211; Demarcação do Meridiano de Tordesilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<section>
<h2>Tentativas de demarcação do meridiano do Tratado de Tordesilhas</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-demarcacao-do-meridiano-de-tordesilhas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Contexto e disposição do Tratado</h3>
<p>Determinava o Tratado de Tordesilhas que a demarcação das 370 léguas a oeste de Cabo Verde seria feita por pilotos, &#8220;astrólogos&#8221; e marinheiros das duas partes interessadas, que, dentro dos dez meses seguintes à assinatura, fossem às ilhas e partissem, em duas ou quatro caravelas, até ao ponto desejado, assinalado por graus de sol ou de norte, ou por singradura de léguas.</p>
<figure id="attachment_98454" aria-describedby="caption-attachment-98454" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98454 size-large" title="Mapa da África de 1554" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-1024x800.jpg" alt="Map of Africa, 1554 - Sebastian Munster (1489 - 1552) was one of the three most renowned cartographers of the sixteenth century, along with Mercator and Ortelius. Munster's Geographia and Cosmographia Universalis were two of the most widely read and influential books of the period. His editions of Ptolemy's Geographia, published between 1540 and 1552, were illustrated with 48 woodcut maps, the standard 27 Ptolemaic maps supplemented by 21 new maps. These new maps included a separate map of each of the known continents and marked the development of regional cartography in Central Europe. The antique geography was a prelude to Munster's major work, the Cosmographia, which was published in nearly 30 editions in six languages between 1544 and 1578 and then was revised and reissued by Sebastian Petri from 1588 to 1628. The Cosmographia was a geographical as well as historical and ethnographic description of the world. It contained the maps from the Geographia plus additional regional maps and city views with nearly 500 illustrations which made it one of the most popular pictorial encyclopedias of the sixteen century. This woodcut map is one of the earliest maps of the African continent that is obtainable by the collector today. It was issued in an early German edition of Cosmographia that also appears in the 1540 Ptolemy edition with Latin text. The Ptolemaic geography, with large rivers and convoluted mountains, is augmented from Portuguese and Arabic sources. From the Portuguese comes Caput Bonespei (Cape of Good Hope) and a small group of islands off the eastern coast named Zaphala Aurifodina that were supposedly the region from which King Solomon imported gold and silver. The Arab kingdoms of Quiola and Melinde appear in eastern Africa and Hamarich, the capital of the mythical Christian king Pester John, is shown at the confluence of the twin sources of the Nile. Crowns and scepters identify the locations of African kingdoms throughout the continent. Noticeably lacking is the island of Madagascar off the southeast coast of Africa. Forests, parrots, an elephant, a Cyclops (Monoculi) and a large galleon under full sail embellish the map. The strapwork cartouche contains a Latin description of the European discovery of the continent, while the Latin title is located above the map. &quot;Totius Africae Tabula, &amp; Descriptio Universalis, Etiam Ultra Ptolemaei Limites Extensa&quot;, Munster, Sebastian Publication: Cosmographiae Universalis" width="800" height="625" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-1024x800.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-300x234.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-768x600.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-1536x1200.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-2048x1600.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Map-of-Africa-1554-800x625.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98454" class="wp-caption-text">Mapa da África, 1554 &#8211; Este mapa em xilogravura é um dos primeiros mapas do continente africano.</figcaption></figure>
<h3>2. Atrasos e interesses das monarquias</h3>
<p>Embora representantes de Portugal e Espanha fossem nomeados para a missão, a partida foi adiada, o prazo foi alterado e prorrogado, e a obrigação acabou esquecida por conveniência de ambas as coroas:</p>
<ul>
<li>primeiro a Espanha, interessada nas Molucas e Filipinas;</li>
<li>depois Portugal, preocupado em não perder territórios brasileiros além da linha proposta.</li>
</ul>
<p>A união das Coroas ibéricas, vigente por sessenta anos, também evitou conflitos diretos sobre fronteiras.</p>
<figure id="attachment_98455" aria-describedby="caption-attachment-98455" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98455 size-full" title="Mapa das Molucas, Indonésia, 1675" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-scaled.jpg" alt="Map of the Moluccas, Indonesia, 1675 (circa) - The famous Spice Islands, the cornerstone of the Dutch trading empire in the East Indies throughout the 17th Century, is the focus of this exquisite map. Similar to Blaeu's map, except that it extends further south to include the island of Bachian. The very decorative title cartouche is supported by two sea monsters, and another cartouche contains the scale of miles. It is further embellished with various sailing vessels, sea monsters, two elaborate compass roses with north oriented to the right, and a native couple displaying the costumes and weapons of the region. &quot;Insularum Moluccarum Nova Descriptio&quot;, Jansson, Jan" width="2560" height="2099" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-300x246.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-1024x839.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-768x630.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-1536x1259.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-2048x1679.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilhas-Molucas-800x656.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98455" class="wp-caption-text">Mapa das Molucas, Indonésia, 1675 (aproximadamente) &#8211; As famosas Ilhas das Especiarias, pedra angular do império comercial holandês nas Índias Orientais ao longo do século XVII.</figcaption></figure>
<h3>3. Divergência sobre o ponto de partida em Cabo Verde</h3>
<p>A primeira discussão versou sobre de qual ilha de Cabo Verde partiria a contagem das léguas. O arquipélago tem quatorze ilhas principais, distribuídas em Barlavento e Sotavento.</p>
<p>Em 1495 Jaime Ferrer propôs partir da Ilha do Fogo (a mais central); outros cosmógrafos defenderam a Ilha de Santo Antão (a mais ocidental de Barlavento).</p>
<p>O mapa Cantino de 1502 adotou uma linha mais oriental, favorecendo Portugal nas ilhas das especiarias em vez do Brasil, projetando a linha um pouco além do delta do rio Parnaíba, no Maranhão.</p>
<p>As &#8220;ilhas das especiarias&#8221; referem-se às Ilhas Molucas (Maluku), arquipélago do leste da Indonésia.</p>
<p>Outras cartas portuguesas reproduziram essa orientação.</p>
<figure id="attachment_98456" aria-describedby="caption-attachment-98456" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98456 size-full" title="Map of Western Africa and Cape Verde Islands, 1699" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-scaled.jpg" alt="Map of Western Africa and Cape Verde Islands, 1699 - This is an attractive map of the important Cape Verde Islands and the opposite African coast from Cap Blanc to Sierra Leone. There is a lot of detail along the African coastline, with numerous cities, capes, rivers, and more identified. A fancy decorative title cartouche adorns the bottom of the map. Sanson's small maps from his L'Afrique en Plusieurs Cartes..., first published in 1656 and engraved by A. Peyrounin, were copied several times by various map publishers. Johann David Zunners made copies of Sanson's maps for his German translation of Die Gantze Erd-Kugel in 1679. Johannes Ribbius and Simon de Vries published copies in 1682 and 1683, with new maps engraved by Antoine d'Winter. The plates were later sold to Francois Halma, who used them in 1699 and then again in 1705 with the titles re-engraved in Dutch. The titles on the d'Winter plates were re-engraved back into French, and then used by Nicholas Chemereau in 1715 and by Henri du Sauzet in 1738. &quot;Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd...&quot;, Sanson, Nicolas" width="2560" height="1670" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-1024x668.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-768x501.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-1536x1002.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-2048x1336.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-Africa-Ocidental-e-Ilhas-de-Cabo-Verde-de-1699-800x522.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98456" class="wp-caption-text">Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde, 1699 &#8211; Este é um mapa atraente das importantes Ilhas de Cabo Verde e da costa africana oposta, de Cap Blanc à Serra Leoa.</figcaption></figure>
<h3>4. Esforços de correção e posicionamentos posteriores</h3>
<p>Duarte Pacheco Pereira, no Esmeraldo de Situ Orbis (começado em 1505), apresentou um posicionamento que aproximava melhor a realidade, situando o território português desde Marajó até a Ilha de Santa Catarina.</p>
<p>Apesar disso, no segundo decênio do século XVI defendia-se que as Molucas cabiam à Espanha; navegadores como João Dias de Solís e Fernão de Magalhães foram defensores dessa ideia, ambos morrendo antes de concluir suas missões.</p>
<h3>5. Mapas e reivindicações na costa brasileira</h3>
<p>Já se conhecia ampla parte da costa brasileira: o mapa de Lopo Homem (1519) marca muitos acidentes geográficos da foz do Amazonas ao rio da Prata, com bandeiras portuguesas assinalando pretensões.</p>
<p>O geógrafo Enciso, por sua vez, traçou a linha de Tordesilhas mais a oeste, entre os rios Turi-Açu e Gurupi, no Maranhão.</p>
<h3>6. Negociações e capitulações sobre as Molucas</h3>
<p>A viagem de Magalhães reacendeu dúvidas sobre a posse das Molucas.</p>
<p>Representantes de Portugal e Espanha reuniram-se na fronteira entre Évora e Badajoz em 1524, sem solução definitiva quanto ao ponto de partida da contagem em Cabo Verde.</p>
<p>Posteriormente, por dificuldades financeiras da Espanha, Carlos V negociou com D. João III a Capitulação de Saragoça (1529), cedendo à Espanha eventuais direitos às Molucas mediante pagamento de 350.000 ducados de ouro.</p>
<h3>7. Novas propostas cartográficas</h3>
<p>Em 1529 Diogo Ribeiro fixou a linha de demarcação um pouco mais a leste, sobre a Ilha de Marajó.</p>
<p>Em 1531 Pêro Lopes de Sousa colocou um marco lusitano no Esteiro dos Carandins (baixo Paraná), além do rio da Prata, gesto que levou os espanhóis a reforçarem sua presença na região e a fundarem Buenos Aires em 1536.</p>
<figure id="attachment_98459" aria-describedby="caption-attachment-98459" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98459 size-full" title="Mapa da América do Sul e das Caraíbas, 1596" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-scaled.jpg" alt="Map of South America &amp; Caribbean,1596 - This is one of the most striking and decorative maps of South America and is an important early record of the continent. The map is oriented with north to the right and includes Florida and the West Indies. The Straits of Magellan are depicted with Terra del Fuego shown as a part of the great southern landmass. The coastlines are well defined and densely engraved with place names. The interior is filled with fictional mountains, rivers and vignettes of Patagonian giants, Brazilian cannibals and numerous strange animals, including a lion-like creature with a striped tail and human face. Other embellishments include large elaborate cartouches with descriptions of the region in both Latin and Dutch, sea monsters, galleons and a beautiful compass rose. Engraved by Arnold van Langren from Portuguese and Spanish sources that Linschoten gathered while living for six years under the patronage of the Catholic archbishop in Goa. &quot;Delineatio Omnium Orarum Totius Australis Partis Americae, Dictae Peruvianae, a R. de la Plata, Brasiliam, Pariam, &amp; Castellam Auream...&quot;, Linschoten/Langren. Publication: Itinerario…" width="2560" height="1961" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-1024x784.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-768x588.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-1536x1177.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-2048x1569.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-America-do-Sul-e-Caribe-de-1596-800x613.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98459" class="wp-caption-text">Mapa da América do Sul e das Caraíbas, 1596 &#8211; Este é um dos mapas mais impressionantes e decorativos da América do Sul e é um importante registo antigo do continente.</figcaption></figure>
<h3>8. Limites propostos por Pedro Nunes</h3>
<p>Em 1537 Pedro Nunes, Cosmógrafo-Mor de Portugal, traçou um limite das 370 léguas que cortaria o Brasil próximo à foz do Oiapoque e seguiria pelo sertão até além da Baía de São Matias, estendendo ao máximo as pretensões portuguesas no continente.</p>
<figure id="attachment_98449" aria-describedby="caption-attachment-98449" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-scaled.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98449" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-scaled.png" alt="Pontos da costa norte do Brasil por onde deveria passar a linha de demarcação previamente fixada no Tratado de Tordesilhas, de acordo com as interpretações de Ferrer (1495), Cantino (1502), Enciso (1518), dos peritos de Badajoz (1524), Diogo Ribeiro (1529) e Oviedo (1545). (Apud H. Harrisse — The Diplomatic History of America, Londres, 1897)." width="2560" height="1578" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-300x185.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-1024x631.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-768x473.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-1536x947.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-2048x1262.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Linhas-fixadas-pelo-Tratado-de-Tordesilhas-800x493.png 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98449" class="wp-caption-text">Pontos da costa norte do Brasil por onde deveria passar a linha de demarcação previamente fixada no Tratado de Tordesilhas, de acordo com as interpretações de Ferrer (1495), Cantino (1502), Enciso (1518), dos peritos de Badajoz (1524), Diogo Ribeiro (1529) e Oviedo (1545). (Apud H. Harrisse — The Diplomatic History of America, Londres, 1897).</figcaption></figure>
<h3>9. Estagnação e retomadas da questão</h3>
<p>Após essas tentativas não se registraram novas demarcações precisas do meridiano; sabia‑se apenas que a medição caía aproximadamente entre Belém do Pará, ao norte, e Laguna, ao sul.</p>
<p>A união das Coroas adiou o tema por sessenta anos. Com a paz em 1668, Espanha e Portugal não definiram limites ultramarinos naquele momento, mas a fundação da Colônia do Sacramento de 1680 reabriu as disputas.</p>
<p>O Tratado de Madrid de 1750 anulou Tordesilhas; o Acordo de Pardo de 1761 o revigorou temporariamente, e só o Tratado de Santo Ildefonso de 1777 pôs fim definitivo à Capitulação da partição do mar Oceano de 1494.</p>
<figure id="attachment_98452" aria-describedby="caption-attachment-98452" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98452 size-large" title="Tentativas de demarcação do meridiano do Tratado de Tordesilhas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-1024x573.png" alt="Cena histórica realista, estilo pintura a óleo do século XVI com iluminação dramática: um convívio tenso entre embaixadores portugueses e espanhóis reunidos numa enseada de Cabo Verde ao entardecer — duas caravelas ancoradas ao fundo, mar calmo e bandeiras de ambos os reinos; cartógrafos e pilotos agrupados em primeiro plano segurando astrolábios, quadrantes, réguas e pergaminhos com cálculos (sem mapas visíveis); um cosmógrafo apontando para a linha do horizonte com um bastão, outro consultando estrelas num pequeno astrolábio portátil; vestimentas detalhadas da corte ibérica, cores ricas (vermelho, dourado, azul-marinho), expressões tensas e concentradas; atmosfera de debate científico e diplomático." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pintura-a-oleo-do-seculo-XVI-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98452" class="wp-caption-text">Cena histórica realista, estilo pintura a óleo do século XVI com iluminação dramática: um convívio tenso entre embaixadores portugueses e espanhóis reunidos numa enseada de Cabo Verde ao entardecer — duas caravelas ancoradas ao fundo, mar calmo e bandeiras de ambos os reinos; cartógrafos e pilotos agrupados em primeiro plano segurando astrolábios, quadrantes, réguas e pergaminhos com cálculos; um cosmógrafo apontando para a linha do horizonte com um bastão, outro consultando estrelas num pequeno astrolábio portátil; vestimentas detalhadas da corte ibérica.</figcaption></figure>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-demarcacao-do-meridiano-de-tordesilhas/">Partilha das Terras Descobertas &#8211; Demarcação do Meridiano de Tordesilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Partilha das Terras Descobertas – Tratado de Tordesilhas</title>
		<link>https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-tratado-de-tordesilhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 22:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Partilha das Terras Descobertas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Tratado de Tordesilhas — Partilha dos Domínios Ultramarinos de 1494 1. Contexto Diante da injustiça das bulas de Alexandre VI, Dom João II protestou junto à cúria romana e aos reis vizinhos, por elas beneficiados. Enviou agentes à Espanha propondo uma nova linha divisória dos domínios ultramarinos, menos prejudicial que [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-tratado-de-tordesilhas/">Partilha das Terras Descobertas &#8211; Tratado de Tordesilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Tratado de Tordesilhas — Partilha dos Domínios Ultramarinos de 1494</h2>
<h3>1. Contexto</h3>
<p>Diante da injustiça das bulas de <strong>Alexandre VI</strong>, <strong>Dom João II</strong> protestou junto à cúria romana e aos reis vizinhos, por elas beneficiados.</p>
<p>Enviou agentes à Espanha propondo uma nova linha divisória dos domínios ultramarinos, menos prejudicial que a da <strong>Inter caetera</strong>.</p>
<p>Sugeriu que, em vez de um meridiano, fosse adotado como limite um paralelo que, a partir das <strong>Ilhas Canárias</strong> para o norte, separasse as terras portuguesas das pertencentes aos reinos unidos de Castela, Leão e Aragão.</p>
<p>Assim reservava-se, além de grande parte do hemisfério Sul ainda desconhecido, a maior parte das <strong>Índias</strong> e as ilhas das <strong>especiarias</strong> almejadas.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-tratado-de-tordesilhas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-scaled.png" width="400" /></a></p>
<h3>2. Negociações e ameaças</h3>
<p>Malogradas as primeiras negociações, <strong>Dom João II</strong> cogitou recorrer à força ou à ameaça: mandou preparar uma armada sob o comando de <strong>Dom Francisco de Almeida</strong> para ocupar as terras descobertas por <strong>Colombo</strong> ou decidir a questão militarmente.</p>
<p>Temendo o conflito — e já influenciados pelas dificuldades políticas italianas de Fernando de Aragão — os reis espanhóis enviaram emissários conciliatórios, suspendendo preparativos de guerra e acertando novos ajustes sobre a partilha ultramarina.</p>
<p>Chegou-se a cogitar a reforma ou emenda da bula papal.</p>
<h3>3. Assinatura do tratado</h3>
<p>O acordo resultante foi assinado em <strong>Tordesilhas</strong>, a <strong>7 de junho de 1494</strong>, e intitulado originalmente “Capitulação da partição do mar Oceano”.</p>
<p>Por Portugal assinaram <strong>Rui de Sousa</strong>, senhor de Sagres; <strong>João de Sousa</strong>; e o licenciado <strong>Aires de Almada</strong>.</p>
<p><strong>Duarte Pacheco Pereira</strong>, contínuo da casa do rei, assinou como testemunha.</p>
<h3>4. Cláusulas principais</h3>
<p>Os reis de Portugal e Espanha convencionaram uma linha reta de pólo a pólo traçada a <strong>370 léguas</strong> a oeste das <strong>Ilhas de Cabo Verde</strong>, pela qual tudo o que já fora descoberto ou viesse a ser descoberto por navios portugueses, desde essa linha para o oriente, pertenceria a Portugal e aos seus sucessores para sempre.</p>
<p>Ficou também estipulado que, se <strong>Colombo</strong> descobrisse outras terras até <strong>20 de junho</strong> situadas a mais de <strong>250 léguas</strong> de Cabo Verde, essas ficariam para a Espanha — cláusula que sugere que os portugueses já tinham alguma noção das terras americanas.</p>
<h3>5. Defeitos e consequências</h3>
<p>O tratado deixou pontos essenciais em aberto: não indicou qual ilha de <strong>Cabo Verde</strong> seria o ponto de partida das 370 léguas nem definiu quantas léguas equivaleriam a um grau (havia divergência sobre a medida).</p>
<p>Esses vazios geraram futuras controvérsias, mas, independentemente da opção, Portugal assegurou para si parte do continente americano.</p>
<p>A política de <strong>Dom João II</strong> garantiu a manutenção do exclusivo das Índias e a futura posse do <strong>Brasil</strong>.</p>
<h3>6. Ratificações e confirmações</h3>
<p>O tratado foi assinado em <strong>Arévalo</strong> a <strong>2 de julho</strong> e ratificado pelos reis de Espanha a <strong>2 de agosto</strong>; o soberano português confirmou-o em <strong>Setúbal</strong> a <strong>5 de setembro de 1494</strong>.</p>
<p>Somente em <strong>1506</strong>, por solicitação de <strong>Dom Manuel I</strong>, o papa <strong>Júlio II</strong>, pela bula <em><strong>Ea quae pro bono pacis</strong></em>, autorizou o arcebispo de Braga e o bispo de Viseu a ratificar o convênio pela Santa Sé.</p>
<p>Em <strong>1514</strong>, o papa <strong>Leão X</strong>, pela bula <em><strong>Precelso et devotionis</strong></em>, renovou as concessões feitas a Portugal, inclusive terras tomadas aos infiéis, não só até às Índias, mas em qualquer outra região.</p>
<h3>7. Legado</h3>
<p>Aprovado pelos papas posteriores, o <strong>Tratado de Tordesilhas</strong> representou um grande esforço português para atenuar o impacto das bulas de <strong>Alexandre VI</strong> sobre a expansão marítima, de conquista e comércio.</p>
<p>Até <strong>1750</strong>, quando foi revogado pelo <strong>Tratado de Madrid</strong>, foi considerada a peça mais importante da história diplomática portuguesa.</p>
<figure id="attachment_98361" aria-describedby="caption-attachment-98361" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98361 size-large" title="Cena histórica da assinatura do Tratado de Tordesilhas em 1494." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-1024x573.png" alt="Cena histórica detalhada: assinatura do Tratado de Tordesilhas (1494). No centro, uma mesa de madeira antiga coberta por pergaminhos e um grande mapa náutico do Atlântico mostrando as Ilhas de Cabo Verde; alguns homens vestidos em trajes finais do século XV — representantes portugueses (incluindo Dom João II em traje régio discreto) e espanhóis." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-1024x573.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-1536x860.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-2048x1147.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Assinatura-do-Tratado-de-Tordesilhas-em-1494-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98361" class="wp-caption-text">Cena histórica detalhada: assinatura do Tratado de Tordesilhas (1494). No centro, uma mesa de madeira antiga coberta por pergaminhos e um grande mapa náutico do Atlântico mostrando as Ilhas de Cabo Verde; alguns homens vestidos em trajes finais do século XV — representantes portugueses (incluindo Dom João II em traje régio discreto) e espanhóis.</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-tratado-de-tordesilhas/">Partilha das Terras Descobertas &#8211; Tratado de Tordesilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Partilha das Terras Descobertas – As bulas de Alexandre VI</title>
		<link>https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-as-bulas-de-alexandre-vi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 16:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Partilha das Terras Descobertas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As bulas de Alexandre VI e a disputa hispano‑portuguesa sobre as novas terras (1493) Este texto explica as bulas papais emitidas por Alexandre VI em 1493 — especialmente a Inter caetera, Eximie devotionis e Dudum siquidem — e como elas influenciaram a disputa entre Espanha e Portugal sobre as novas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>As bulas de Alexandre VI e a disputa hispano‑portuguesa sobre as novas terras (1493)</h2>
<p>Este texto explica as <strong>bulas</strong> papais emitidas por <strong>Alexandre VI</strong> em 1493 — especialmente a <strong>Inter caetera</strong>, <strong>Eximie devotionis</strong> e <strong>Dudum siquidem</strong> — e como elas influenciaram a disputa entre <strong>Espanha</strong> e <strong>Portugal</strong> sobre as novas terras descobertas no Atlântico e nas Américas.</p>
<p>O objetivo oficial das bulas era favorecer a expansão do <strong>cristianismo</strong>, mas, na prática, atribuíram direitos territoriais e comerciais aos <strong>Reis Católicos</strong>, gerando conflito com Portugal, problemas de demarcação e debates jurídicos sobre a autoridade papal.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-as-bulas-de-alexandre-vi/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<h3>1. Contexto político</h3>
<p>Os papas <strong>Sisto IV</strong> e <strong>Inocêncio VIII</strong> mantiveram relações tensas com o <strong>rei Fernando de Aragão</strong> — casado com a <strong>rainha Isabel</strong> — e, como era comum entre os papas, interessavam‑se pela política italiana. Fernando trabalhou para eleger um papa favorável, o que se confirmou com a eleição, em 1492, do cardeal aragonês <strong>Rodrigo Bórgia</strong> — <strong>Alexandre VI</strong>.</p>
<figure id="attachment_43394" aria-describedby="caption-attachment-43394" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43394 size-large" title="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp" alt="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43394" class="wp-caption-text">Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado</figcaption></figure>
<h3>2. A viagem de Colombo e a resposta portuguesa</h3>
<p>Na mesma época, <strong>Cristóvão Colombo</strong>, a serviço dos reis de Castela e Leão, realizou a viagem que acreditava abrir um novo caminho para as <strong>Índias</strong>.</p>
<p>Ao retornar a Lisboa, em março de 1493, foi recebido por <strong>Dom João II</strong>, que alegou que as ilhas descobertas pertenciam à <strong>Coroa portuguesa</strong>, com base em concessões papais anteriores.</p>
<p>Colombo afirmou ter obedecido instruções recebidas antes da partida e não ter navegado em águas de jurisdição portuguesa.</p>
<h3>3. As bulas papais: Inter caetera e a “bula da partição”</h3>
<p>Os <strong>Reis Católicos</strong> recorreram ao prestígio na <strong>Cúria Romana</strong>. Pelo cardeal <strong>Carvajal</strong>, <strong>Alexandre VI</strong> expediu, em 3 de maio de 1493, a bula <strong>Inter caetera</strong>, concedendo a <strong>Fernando</strong> e <strong>Isabel</strong> — e a seus sucessores — “todas e cada uma” das terras e ilhas desconhecidas que viessem a ser encontradas, desde que não estivessem sob domínio temporal de príncipes cristãos, justificando‑se pela missão de propagar o <strong>cristianismo</strong>.</p>
<p>Outra <strong>Inter caetera</strong> (datada de 4 de maio, expedida em 28 de junho) traçou uma linha meridiana a partir de qualquer das ilhas chamadas <strong>Açores</strong> ou <strong>Cabo Verde</strong>, a cem léguas para o Ocidente e o Meio‑Dia; todas as terras a oeste dessa linha seriam atribuídas aos reis de Castela, Leão e Aragão — a chamada “<strong>bula da partição</strong>”.</p>
<figure id="attachment_98340" aria-describedby="caption-attachment-98340" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98340 size-large" title="Mapa do Novo Mundo de 1554" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-1024x784.jpg" alt="Map of the New World from 1554 &quot;Mundo Novo&quot;, De Medina, Pedro Period: 1554 (circa) Publication: L'Arte del Navegar This extremely rare map was issued in the Italian edition of Medina’s &quot;Art of Navigation,&quot; which is considered to be the first practical book on the science of navigation. Medina traveled to the New World with Cortes, so the map is based in part upon his own knowledge and observation. First published in 1545 in a slightly larger version, Medina's map was the first to depict the Papal Line of Demarcation, which runs prominently down the middle of the map. The Line was a result of the Treaty of Tordesillas in 1494 by which all lands to the west of the line belonged to Spain (including most of the Americas) and all lands to its east to Portugal (including a portion of eastern Brazil). Medina's map was also the first to depict the Rio Spiritu Santo (R. Spi. San.) in Texas. Geographically, the region around Central America is reasonably well depicted including the Isthmus of Panama, although the Yucatan peninsula has reverted to an insular form. In South America, a prominent Amazon River flows northwest nearly reaching Panama. Most of the details along the eastern shore of North America are not easily distinguishable, although a distinct Gulf of St. Lawrence appears based on the explorations of Jacques Cartier. The land to the west of Mexico stretches in a southwesterly direction and is labeled Nova Spagna. Surrounding a large compass rose is a series of sailing ships indicating the navigational routes to and from Spain to the New World." width="800" height="613" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-1024x784.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-768x588.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-1536x1176.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-2048x1568.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mundo-Novo-De-Medina-Pedro-1554-800x612.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98340" class="wp-caption-text">Mapa do Novo Mundo de 1554</figcaption></figure>
<h3>4. Eximie devotionis e a equiparação de privilégios</h3>
<p>Pela bula <strong>Eximie devotionis</strong> (3 de maio, expedida em julho), <strong>Alexandre VI</strong> estendeu aos reis espanhóis os mesmos privilégios já concedidos aos reis de <strong>Portugal</strong> — liberdades, imunidades, indultos e demais favores apostólicos — permitindo que usufruíssem dessas prerrogativas nas ilhas recentemente descobertas ou a descobrir.</p>
<h3>5. Dudum siquidem e a revogação parcial</h3>
<p><strong>Portugal</strong> contestou as bulas.</p>
<p>Como a <strong>Eximie devotionis</strong> omitia concessões feitas à <strong>Ordem de Cristo</strong>, o papa (ou seus conselheiros) revogou implicitamente essas menções na bula <strong>Dudum siquidem</strong> (25 de setembro de 1493).</p>
<p>A bula qualificou como “incertas” terras então não possuídas por “Infantes e Milícias” — alusão a <strong>Dom Henrique</strong> e à Ordem de Cristo — e afirmou que terras encontradas por capitães espanhóis navegando para o Ocidente e Meio‑Dia pertenceriam aos reis de Castela, Leão e Aragão. <strong>Capistrano de Abreu</strong> considerou que essa bula revogou garantias antes asseguradas a Portugal por Alexandre VI.</p>
<h3>6. Parcialidade e problemas de interpretação</h3>
<p>As quatro bulas revelaram parcialidade: mais do que premiar a Espanha pelo descobrimento, transferiram a Espanha concessões destinadas a <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>Havia problemas práticos: a segunda <strong>Inter caetera</strong> fixava um meridiano “cem léguas a oeste de qualquer das ilhas dos Açores e Cabo Verde”, mas os arquipélagos estão em longitudes diferentes, tornando a demarcação incoerente.</p>
<p>A expressão “para o Ocidente e o Meio‑Dia” (oeste e sul) era vaga, e traçar a linha a partir de “qualquer” das ilhas dificultava ainda mais a definição precisa.</p>
<h3>7. Reações e debates jurídicos</h3>
<p><strong>Francisco Adolfo de Varnhagen</strong> assinalou a falta de clareza das bulas e o desrespeito às concessões portuguesas.</p>
<p>Houve defensores da partilha, mas críticos influentes também se pronunciaram: <strong>Francisco de Vitoria</strong> sustentou que o papa não detinha domínio temporal sobre todo o mundo — sua autoridade seria espiritual e não sobre índios e infiéis —, logo, as bulas delimitavam áreas de ação missionária, não uma partilha territorial absoluta.</p>
<p>Um século depois, <strong>Hugo Grotius</strong> ligou a questão à liberdade dos mares e do comércio, contestando monopólios papais. Em resposta, <strong>Frei Serafim de Freitas</strong> defendeu o valor dos descobrimentos e das concessões papais em <em>De Justo Imperio Lusitanorum Asiatico</em> (1625).</p>
<figure id="attachment_98337" aria-describedby="caption-attachment-98337" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98337 size-large" title="As bulas de Alexandre VI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-1024x573.jpg" alt="Ilustração histórica, estilo pintura a óleo realista, cena composta: ao centro um grande mapa náutico renascentista aberto sobre uma mesa de madeira — nele uma linha meridiana traçada a partir dos Açores/Cabo Verde e marcas de ‘100 léguas’. À esquerda, figura do Papa Alexandre VI em trajes papais ricos, segurando uma bula selada; à direita, dois monarcas espanhóis (Fernando e Isabel) em vestes régias, e ao fundo à esquerda, D. João II ou um embaixador português indignado. Em primeiro plano, um globo antigo, instrumentos náuticos (astrolábio, compasso) e uma caravela com velas desfraldadas vista por uma janela. Iluminação dramática tipo chiaroscuro, cores quentes e textura de pintura antiga, alta resolução, composição simétrica, atmosfera solene e tensa, detalhes históricos fiéis ao século XV." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1-800x448.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/PAPAAL1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98337" class="wp-caption-text">À esquerda, figura do Papa Alexandre VI em trajes papais ricos, segurando uma bula selada; à direita, dois monarcas espanhóis (Fernando e Isabel) em vestes régias, e ao fundo à esquerda, D. João II ou um embaixador português indignado.</figcaption></figure>
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		<title>Praias de Fernando de Noronha que Você Precisa Visitar</title>
		<link>https://bahia.ws/praias-de-fernando-de-noronha-que-voce-precisa-visitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 18:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquipélago Fernando de Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Baía do Sancho]]></category>
		<category><![CDATA[Baía dos Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Baía dos Porcos]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando de Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Biboca]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Cacimba do Padre]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia do Porto de Santo Antonio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Explore as praias de Fernando de Noronha com um guia prático: informações de acesso, trilhas, melhores pontos para snorkel e surf, além de orientações de conservação e dicas locais para aproveitar a ilha com segurança e respeito à natureza. Vídeo sobre as praias de Fernando de Noronha Mapa das praias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Explore as praias de Fernando de Noronha com um guia prático: informações de acesso, trilhas, melhores pontos para snorkel e surf, além de orientações de conservação e dicas locais para aproveitar a ilha com segurança e respeito à natureza.</p>
<figure id="attachment_98165" aria-describedby="caption-attachment-98165" style="width: 1995px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98165" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha.jpg" alt="Mapa Turístico de Fernando de Noronha" width="1995" height="1673" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha.jpg 1995w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-300x252.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-1024x859.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-768x644.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-66x55.jpg 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-1536x1288.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Fernando-de-Noronha-800x671.jpg 800w" sizes="(max-width: 1995px) 100vw, 1995px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98165" class="wp-caption-text">Mapa Turístico de Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>Vídeo sobre as praias de Fernando de Noronha</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/praias-de-fernando-de-noronha-que-voce-precisa-visitar/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-scaled.png" width="400" /></a></p>
<h3 style="text-align: left;">Mapa das praias do Mar de Dentro de Fernando de Noronha</h3>
<figure id="attachment_98206" aria-describedby="caption-attachment-98206" style="width: 2235px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98206" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha.png" alt="Mapa das praias de Fernando de Noronha" width="2235" height="906" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha.png 2235w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-300x122.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-1024x415.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-768x311.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-136x55.png 136w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-1536x623.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-2048x830.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-800x324.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-praias-de-Fernando-de-Noronha-1360x550.png 1360w" sizes="(max-width: 2235px) 100vw, 2235px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98206" class="wp-caption-text">Mapa das praias do Mar de Dentro de Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>1. Baía dos Porcos</h3>
<figure id="attachment_98167" aria-describedby="caption-attachment-98167" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98167 size-large" title="Baía dos Porcos em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.png" alt="Baía dos Porcos em Fernando de Noronha" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Porcos-em-Fernando-de-Noronha-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98167" class="wp-caption-text">Baía dos Porcos em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Baía dos Porcos é uma pequena enseada em Fernando de Noronha conhecida pela vista espetacular das formações rochosas, incluindo o Morro Dois Irmãos, e pela água cristalina que forma piscinas naturais em maré baixa.</p>
<p>É ponto famoso para fotografia e observação de vida marinha em snorkeling quando o mar está calmo.</p>
<h4>Acesso</h4>
<ul>
<li>Acesso por trilha curta a partir da estrada/próximo ao Mirante dos Dois Irmãos; há escadas e trechos rochosos.</li>
<li>Também é possível chegar de barco em condições favoráveis.</li>
<li>O local tem acesso relativamente fácil, mas o percurso pode ser íngreme em partes.</li>
</ul>
<h3>2. Praia da Cacimba do Padre</h3>
<section id="cacimba-do-padre" class="fn-praia">
<figure id="attachment_98173" aria-describedby="caption-attachment-98173" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98173 size-large" title="Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.png" alt="Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-2048x1364.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98173" class="wp-caption-text">Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p><!-- <img decoding="async" src="URL_DA_IMAGEM" alt="Cacimba do Padre"/> --></p>
<h4>Areia extensa e ondas fortes</h4>
<p>A Cacimba do Padre é famosa pelo surfe — com picos melhores no inverno — e fica próxima à trilha que leva à Baía dos Porcos.</p>
<h4>Acesso e cenário</h4>
<p>É possível chegar de carro até as imediações; há estacionamento e uma curta caminhada até a praia. Em frente ergue-se o Morro Dois Irmãos, um dos cartões‑postais de Fernando de Noronha.</p>
<h4>Trilha para a Baía dos Porcos</h4>
<p>No canto esquerdo da Cacimba começa uma trilha curta, com trechos rochosos, que leva à Baía dos Porcos. O percurso é mais seguro em maré baixa. A baía, pequena e protegida, é muito procurada para fotos, snorkel e mergulho livre.</p>
<h4>Surfe e temporada</h4>
<p>A Cacimba do Padre é o principal point de surfe da ilha, sobretudo no primeiro semestre, quando as ondas ficam melhores, atraindo muitos surfistas e visitantes.</p>
<figure id="attachment_98174" aria-describedby="caption-attachment-98174" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98174 size-large" title="Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.jpg" alt="Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Surf-na-praia-da-Cacimba-do-Padre-em-Fernando-de-Noronha.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98174" class="wp-caption-text">Surf na Praia da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
</section>
<section id="praia-do-leao" class="fn-praia">
<h3>3. Praia do Bode</h3>
<figure id="attachment_98176" aria-describedby="caption-attachment-98176" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98176 size-large" title="Praia do Bode em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-1024x684.png" alt="Praia do Bode em Fernando de Noronha" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-2048x1367.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bode-em-Fernando-de-Noronha-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98176" class="wp-caption-text">Praia do Bode em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Bode é uma enseada pequena e pouco conhecida em Fernando de Noronha, valorizada pela paisagem tranquila e pelo ambiente preservado. Caracteriza‑se por faixa de areia reduzida, trechos rochosos e águas geralmente claras, favorecendo o mergulho livre e o snorkel quando a maré está baixa.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>O acesso costuma ser feito por trilha a partir de vias secundárias da ilha; não há estrutura turística (banheiros, quiosques ou salva‑vidas), portanto é recomendável levar água, proteção solar e calçado apropriado para caminhada em trechos íngremes ou rochosos.</p>
<h3>4. Praia do Americano</h3>
<figure id="attachment_98178" aria-describedby="caption-attachment-98178" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98178 size-large" title="Praia do Americano em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-1024x664.png" alt="Praia do Americano em Fernando de Noronha" width="800" height="519" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-1024x664.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-300x195.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-768x498.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-1536x996.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-2048x1329.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Americano-em-Fernando-de-Noronha-800x519.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98178" class="wp-caption-text">Praia do Americano em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Americano é uma enseada tranquila em Fernando de Noronha, com faixa de areia média a estreita, trechos rochosos e águas claras.</p>
<p>É menos movimentada que as praias mais famosas, oferecendo ambiente mais reservado e boa visibilidade para snorkel quando a maré está baixa.Acesso</p>
<p>O acesso é feito por trilhas e caminhos laterais a partir de vias próximas ao vilarejo e à pista; não há estrutura de quiosques ou salva‑vidas. Recomenda‑se calçado adequado para trechos íngremes/rochosos.</p>
<h3>5. Praia do Boldró</h3>
<figure id="attachment_98179" aria-describedby="caption-attachment-98179" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98179 size-large" title="Praia do Boldró em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-1024x742.png" alt="Praia do Boldró em Fernando de Noronha" width="800" height="580" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-1024x742.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-300x218.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-768x557.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-1536x1114.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-2048x1485.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Boldro-em-Fernando-de-Noronha-800x580.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98179" class="wp-caption-text">Praia do Boldró em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Boldró é uma enseada pequena em Fernando de Noronha, conhecida pelo visual do Morro do Pico e por ser ponto privilegiado para observar o pôr do sol.</p>
<p>Tem faixa de areia curta, trechos rochosos e águas claras, com boas condições para banho e snorkel em maré baixa.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Fácil acesso por estrada e curta caminhada desde a área do Boldró; há mirante e pontos de acostamento próximos, além de acesso à trilha que segue para outras praias da costa sul.</p>
<h3>6. Praia da Conceição</h3>
<figure id="attachment_98182" aria-describedby="caption-attachment-98182" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98182 size-large" title="Praia da Conceição em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.png" alt="Praia da Conceição em Fernando de Noronha" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-2048x1365.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98182" class="wp-caption-text">Praia da Conceição em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia da Conceição, em Fernando de Noronha, é uma das mais tradicionais da ilha: extensa faixa de areia clara, mar de tons esmeralda e boas condições para banho quando o mar está calmo.</p>
<p>Fica próxima ao vilarejo e à pista do aeroporto, com fácil acesso por estrada e estacionamento nas imediações.</p>
<h3 style="text-align: left;">Mapa das praias do Mar de Dentro de Fernando de Noronha</h3>
<figure id="attachment_98210" aria-describedby="caption-attachment-98210" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98210 size-large" title="Mapa das Praias de Fernando Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1024x348.png" alt="Mapa das Praias de Fernando Noronha" width="800" height="272" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1024x348.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-300x102.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-768x261.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-162x55.png 162w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1536x522.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-800x272.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1.png 1941w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98210" class="wp-caption-text">Mapa das praias do Mar de Dentro de Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>7. Praia do Meio</h3>
<figure id="attachment_98183" aria-describedby="caption-attachment-98183" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98183 size-large" title="Praia do Meio em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-1024x676.jpg" alt="Praia do Meio em Fernando de Noronha" width="800" height="528" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-1024x676.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-300x198.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-768x507.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-1536x1014.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-2048x1352.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meio-em-Fernando-de-Noronha-800x528.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98183" class="wp-caption-text">Praia do Meio em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Meio, em Fernando de Noronha, é uma enseada pequena entre a Praia da Conceição e a Praia do Cachorro, com faixa de areia curta e mar de tom esmeralda.</p>
<p>Fica bem próxima ao centro e à pista do aeroporto, com fácil acesso a pé a partir do vilarejo.</p>
<h3>8. Praia do Cachorro</h3>
<figure id="attachment_98184" aria-describedby="caption-attachment-98184" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98184 size-large" title="Praia do Cachorro em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg" alt="Praia do Cachorro em Fernando de Noronha" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-1536x1020.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-2048x1360.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Cachorro-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98184" class="wp-caption-text">Praia do Cachorro em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Cachorro é uma das praias centrais de Fernando de Noronha, pequena e urbana, localizada próxima ao vilarejo e à pista do aeroporto. Tem faixa de areia curta, trechos rochosos e águas normalmente calmas em dias favoráveis.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Acesso muito fácil a pé desde o centro; há escadaria de acesso direto à praia. Próxima à Praia da Conceição e à Praia do Meio.</p>
<h3>9. Praia da Biboca</h3>
<figure id="attachment_98186" aria-describedby="caption-attachment-98186" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98186 size-large" title="Praia da Biboca em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-1024x384.png" alt="Praia da Biboca em Fernando de Noronha" width="800" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-1024x384.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-300x113.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-768x288.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-147x55.png 147w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-1536x576.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha-800x300.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Biboca-em-Fernando-de-Noronha.png 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98186" class="wp-caption-text">Praia da Biboca em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia da Biboca é uma enseada pequena e pouco conhecida em Fernando de Noronha, com faixa de areia reduzida e trechos rochosos.</p>
<p>Geralmente tem água clara e formações de piscinas naturais em maré baixa, favorecendo o snorkel e a observação de fauna marinha quando o mar está calmo.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Normalmente o acesso é feito por trilha ou caminho secundário — não há infraestrutura formal (banheiros, quiosques ou salva‑vidas) — então recomenda‑se calçado adequado e levar água/proteção solar.</p>
<h3>10. Praia do Porto de Santo Antonio</h3>
<figure id="attachment_98187" aria-describedby="caption-attachment-98187" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98187 size-large" title="Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1024x577.png" alt="Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha" width="800" height="451" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1024x577.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-1536x865.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Porto-de-Santo-Antonio-em-Fernando-de-Noronha.png 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98187" class="wp-caption-text">Praia do Porto de Santo Antonio em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Porto de Santo Antônio (às vezes chamada apenas Porto) fica na parte norte de Fernando de Noronha, próxima ao Porto de Santo Antônio, área de atracação de embarcações e com acesso por estrada.</p>
<p>É enseada de areia média a estreita, com trechos rochosos e mar geralmente agitado dependendo das condições. Água clara e boa visibilidade em dias calmos.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Acesso por via pavimentada/estrada local próxima ao porto; fácil chegada de carro ou a pé a partir de pontos próximos. Pode haver movimentação de embarcações e estrutura portuária nas imediações..</p>
<h3 style="text-align: left;">Mapa das praias do Mar de Fora de Fernando de Noronha</h3>
<figure id="attachment_98212" aria-describedby="caption-attachment-98212" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-scaled.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-98212" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-scaled.png" alt="Mapa das Praias de Fernando Noronha" width="2560" height="1121" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-scaled.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-300x131.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-1024x448.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-768x336.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-126x55.png 126w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-1536x672.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-2048x896.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-das-Praias-de-Fernando-Noronha-1-1-800x350.png 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98212" class="wp-caption-text">Mapa das praias do Mar de Fora de Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<h3>11. Praia do Atalaia</h3>
<figure id="attachment_98188" aria-describedby="caption-attachment-98188" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98188 size-large" title="Praia do Atalaia em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-1024x640.png" alt="Praia do Atalaia em Fernando de Noronha" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-1024x640.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-768x480.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-1536x960.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha-800x500.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Atalaia-em-Fernando-de-Noronha.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98188" class="wp-caption-text">Praia do Atalaia em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Atalaia (Piscinas do Atalaia) é um dos cartões‑postais de Fernando de Noronha: piscina natural formada em área rochosa com água cristalina, rica em vida marinha (peixes, corais, ouriços, às vezes tartarugas) e excelente visibilidade para snorkel e fotografia.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>O acesso é controlado e só é permitido por visita monitorada/agendada — há limite diário de visitantes e cobrança de taxa de visita (regulado por ICMBio/autoridades do parque).</p>
<p>A chegada é feita por trilha/escadaria a partir da estrada; recomenda‑se chegar pontualmente ao ponto de encontro da visita guiada.</p>
<h3>12. Praia do Sueste</h3>
<figure id="attachment_98191" aria-describedby="caption-attachment-98191" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98191 size-large" title="Praia do Sueste em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg" alt="Praia do Sueste em Fernando de Noronha" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-1536x1020.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-2048x1360.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Sueste-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98191" class="wp-caption-text">Praia do Sueste em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Sueste fica na costa sudeste de Fernando de Noronha e é conhecida por suas águas calmas em dias favoráveis, excelentes pontos de snorkel e pela frequência de tartarugas marinhas nas proximidades.</p>
<p>É também porta de entrada para mergulhos e observação de fauna marinha em áreas rochosas e recifes.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Acesso por estrada com estacionamento próximo; é possível chegar a pé a partir de pontos centrais. Há trilhas curtas que levam à faixa de areia e aos pontos de observação.</p>
<h3>13. Praia do Leão</h3>
<figure id="attachment_98190" aria-describedby="caption-attachment-98190" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98190 size-large" title="Praia do Leão em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-1024x498.png" alt="Praia do Leão em Fernando de Noronha" width="800" height="389" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-1024x498.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-300x146.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-768x373.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-113x55.png 113w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-1536x747.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha-800x389.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Leao-em-Fernando-de-Noronha.png 2016w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98190" class="wp-caption-text">Praia do Leão em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Praia do Leão é uma das maiores e mais preservadas praias de Fernando de Noronha, com extensa faixa de areia dourada, falésias nas extremidades e mar que pode variar de calmo a bastante agitado.</p>
<p>É conhecida por ser área importante para desova de tartarugas marinhas e por sua paisagem selvagem.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Acesso por estrada com estacionamento próximo; trilha curta até a praia. Em épocas específicas (período reprodutivo de tartarugas) o acesso pode ser controlado ou restrito pelo Parque Nacional Marinho.</p>
<h3>14. Baía dos Golfinhos</h3>
<figure id="attachment_98192" aria-describedby="caption-attachment-98192" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98192 size-large" title="Baía dos Golfinhos em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg" alt="Baía dos Golfinhos em Fernando de Noronha" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-1024x680.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-1536x1020.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-2048x1360.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-dos-Golfinhos-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98192" class="wp-caption-text">Baía dos Golfinhos em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>A Baía dos Golfinhos, em Fernando de Noronha, é uma enseada de areias brancas e falésias verdes famosa pelo avistamento de golfinhos‑rotadores que costumam passar perto da costa, especialmente ao amanhecer.</p>
<p>O local oferece um mirante natural com trilha curta e rampa de acesso — o ponto ideal para observação e fotografia.</p>
<p>Por ser área protegida, o contato direto com os animais é proibido: é preciso manter distância e silêncio para não perturbá‑los.</p>
<p>O acesso à praia é restrito em determinados períodos para preservar a fauna e a flora; informe‑se antes de ir.</p>
<p>A baía impressiona pela beleza cenográfica e pelo encontro frequente com dezenas de golfinhos em ambiente praticamente intocado.</p>
<h3>15. Baía do Sancho</h3>
<figure id="attachment_98164" aria-describedby="caption-attachment-98164" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98164 size-large" title="Baía do Sancho em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.jpg" alt="Baía do Sancho em Fernando de Noronha" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-1536x1023.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-2048x1364.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Baia-do-Sancho-em-Fernando-de-Noronha-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98164" class="wp-caption-text">Baía do Sancho em Fernando de Noronha</figcaption></figure>
<p>Baía do Sancho é frequentemente considerada uma das mais belas praias do mundo: enseada protegida por falésias, areia clara e mar translúcido com excelente visibilidade, rica em vida marinha (peixes, tartarugas, corais) e ideal para fotografia subaquática.</p>
<h4>Acesso</h4>
<p>Acesso principal pelo topo das falésias seguido por descida por uma escadaria íngreme entre paredes de pedra (trecho com degraus e passarela metálica).</p>
<p><strong>Alternativa:</strong> desembarque por barco quando o mar está calmo (operado por embarcações autorizadas). O acesso pode ser controlado pelo Parque Nacional Marinho; siga sinalizações e orientações.</p>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/praias-de-fernando-de-noronha-que-voce-precisa-visitar/">Praias de Fernando de Noronha que Você Precisa Visitar</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Partilha das Terras Descobertas – Ratificações da expansão portuguesa pela Santa Sé</title>
		<link>https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-ratificacoes-da-expansao-portuguesa-pela-santa-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 11:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Partilha das Terras Descobertas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=98139</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>1 — Ratificações da expansão portuguesa pela Santa Sé 1. Contexto e autoridade da Santa Sé Na Idade Média e no início da Idade Moderna, a Santa Sé ocupava posição superior às demais nações cristãs. Como autoridade supranacional, sua influência moral era reconhecida e reafirmada — inclusive por tributos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>1 — Ratificações da expansão portuguesa pela Santa Sé</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/partilha-das-terras-descobertas-ratificacoes-da-expansao-portuguesa-pela-santa-se/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
<h3>1. Contexto e autoridade da Santa Sé</h3>
<p>Na Idade Média e no início da Idade Moderna, a Santa Sé ocupava posição superior às demais nações cristãs. Como autoridade supranacional, sua influência moral era reconhecida e reafirmada — inclusive por tributos e embaixadas de submissão.</p>
<p>Admitia‑se que cabia à Cúria Romana repartir entre príncipes católicos a missão de cristianização, por meios pacíficos ou violentos, nas ilhas e terras dos não cristãos. Tal atribuição implicava o reconhecimento da soberania dos príncipes sobre as áreas que conquistassem.</p>
<h3>2. Pedidos régios e primeiras reivindicações (século XIV)</h3>
<p>Ainda no século XIV, prenunciando a futura expansão marítima portuguesa, Dom Afonso IV recorreu ao papa Clemente VI para reivindicar direitos sobre as Ilhas Afortunadas (Canárias).</p>
<h3>3. A conquista de Ceuta e a bula de cruzada (1418)</h3>
<p>Com a tomada de Ceuta começou a ação ultramarina do reino. Em 1418, o papa Martinho V concedeu a Dom João I, pela bula <em>Sane charissimus</em>, o caráter de cruzada à empresa marroquina, com todas as implicações legais e religiosas daí decorrentes.</p>
<h3>4. Rex Regum e a legitimação das conquistas (1436)</h3>
<p>Para prosseguir a ação, Dom Duarte também buscou a aprovação papal. Em 1436, Eugénio IV, pela bula <em>Rex Regum</em>, declarou que “ficariam sujeitas a Dom Duarte e seus sucessores as terras por ele conquistadas aos infiéis”, legitimando a posse das terras conquistadas.</p>
<h3>5. A Ordem de Cristo e a expansão atlântica (1442)</h3>
<p>O Infante Dom Henrique e a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo assumiram papel central na expansão rumo às Índias.</p>
<p>Em 1442, pela bula <em>Etsi suscepti</em>, Dom Henrique foi autorizado a reter, administrar e legar terras (portuguesas ou não) doadas à Ordem, bem como ilhas do Oceano.</p>
<p>Essa autorização favoreceu o povoamento e a exploração da Madeira, Porto Santo, Açores e Cabo Verde.</p>
<h3>6. Modelos de colonização e práticas econômicas</h3>
<p>A atuação da Ordem de Cristo nesses arquipélagos serviu de modelo inicial para a colonização do Brasil: implantação do regime de capitanias hereditárias, cultivo de cana‑de‑açúcar e uso de trabalho escravo.</p>
<h3>7. Limitações papais e reivindicações de Castela (1443)</h3>
<p>Em 1443, nova versão da bula <em>Rex Regum</em> reservou exceções em favor de Castela e Leão, atendendo reivindicações de Dom João II de Castela sobre terras que, segundo ele, pertenciam a seus antecessores. Essas áreas seriam excluídas das conquistas consideradas tomadas “aos infiéis”.</p>
<h3>8. Ampliação de privilégios e jurisdição espiritual (1454–1456)</h3>
<p>A Ordem de Cristo obteve novas confirmações papais. Em 1454, Nicolau V, pela bula <em>Romanus Pontifex</em>, concedeu‑lhe jurisdição espiritual sobre territórios desde o Cabo do Não (também referido como Cabo Bojador), ao longo da costa da Guiné, e até às Índias.</p>
<p>Em 1456, Calisto III, pela bula <em>Inter Caetera</em>, consolidou essas reivindicações, citando ilhas do Oceano, áreas desde os Cabos Bojador e Não, por toda a Guiné e “até os Indos”.</p>
<h3>9. Tratado de Alcáçovas e a posse das Canárias (1479)</h3>
<p>A exceção ligada a Castela foi formalizada no Tratado de Alcáçovas (1479), após guerra que marcou o fim do reinado de Dom Afonso V. Portugal reconheceu a posse das Canárias por Castela, sem, porém, comprometer a continuidade da expansão ultramarina portuguesa.</p>
<h3>10. Confirmações finais e estímulo aos descobrimentos (1481–1486)</h3>
<p>Em 1481, o papa Sisto IV aprovou essas disposições pela bula <em>Sæterni Regis</em>. Em 1486, Inocêncio VIII, pela bula <em>Orthodoxæ fidei</em>, incentivou Dom João II a prosseguir os descobrimentos portugueses.</p>
<figure id="attachment_98140" aria-describedby="caption-attachment-98140" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98140 size-large" title="Partilha das Terras Descobertas - Ratificações da expansão portuguesa pela Santa Sé" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-1024x573.jpg" alt="Cena histórica simbólica da expansão portuguesa do século XV: à esquerda, um mapa náutico antigo sobre uma mesa de madeira com bússola, astrolábio e cartas, selos de cera e duas bulas papais abertas com inscrições latinas; ao centro, uma caravela portuguesa ancorada sob vela desfraldada no mar dourado ao pôr-do-sol; à direita, figura do Infante Dom Henrique em trajes de nobre medieval com a cruz da Ordem de Cristo visível no manto, olhando para o horizonte; ao fundo, silhuetas de ilhas (Madeira, Açores) e navios menores; atmosferas de autoridade religiosa e desafio marítimo; composição com profundidade, textura rica, leve granulação de pintura antiga, foco nítido nos objetos do primeiro plano, luz quente incidindo em papéis e rosto do Infante, tom épico e documental." width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-1536x860.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-2048x1147.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Partilha-das-Terras-Descobertas-—-A-Santa-Se-e-a-Expansao-Portuguesa-800x448.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98140" class="wp-caption-text">Cena histórica simbólica da expansão portuguesa do século XV</figcaption></figure>
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		<title>As 15 praias mais visitadas e conhecidas da Bahia e suas atrações</title>
		<link>https://bahia.ws/as-15-praias-mais-visitadas-e-conhecidas-da-bahia-e-suas-atracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 19:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Boipeba]]></category>
		<category><![CDATA[Morro de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Concha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Seleção das 15 praias mais visitadas e conhecidas da Bahia, reunindo informações essenciais sobre características (banho, surf, piscinas naturais, falésias), infraestrutura (quiosques, pousadas, vida noturna), acessos e dicas práticas sobre movimento na alta temporada — ideal para escolher entre opções turísticas, rústicas ou de ecoturismo. 1. Praia do Porto da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Seleção das 15 praias mais visitadas e conhecidas da Bahia, reunindo informações essenciais sobre características (banho, surf, piscinas naturais, falésias), infraestrutura (quiosques, pousadas, vida noturna), acessos e dicas práticas sobre movimento na alta temporada — ideal para escolher entre opções turísticas, rústicas ou de ecoturismo.</p>
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<h3>1. Praia do Porto da Barra em Salvador</h3>
<p>A Praia do Porto da Barra é  uma pequena enseada urbana de águas calmas e rasas, popular para banho e famílias, com faixa de areia curta, quiosques e boa infraestrutura; ponto tradicional para o pôr‑do‑sol e com fácil acesso a atrações históricas e transporte.</p>
<figure id="attachment_92152" aria-describedby="caption-attachment-92152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92152 size-large" title="Praia do Porto da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1024x683.jpg" alt="Praia do Porto da Barra em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92152" class="wp-caption-text">Praia do Porto da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<h3>2. Praia do Farol da Barra em Salvador</h3>
<p>A Praia do Farol da Barra esta junto ao Farol e Forte de Santo Antônio, cartão‑postal da cidade. Areia clara, ondas moderadas (banho e surf em pontos), calçadão com quiosques e bares, pôr‑do‑sol cenográfico; atenção a correntes e marés.</p>
<figure id="attachment_98097" aria-describedby="caption-attachment-98097" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98097 size-large" title="Praia do Farol da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x570.png" alt="Praia do Farol da Barra em Salvador" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x570.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-300x167.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-768x427.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-99x55.png 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-1536x854.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-2048x1139.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Farol-da-Barra-em-Salvador-800x445.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98097" class="wp-caption-text">Praia do Farol da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97972" aria-describedby="caption-attachment-97972" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97972 size-large" title="Farol da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x620.png" alt="Farol da Barra em Salvador" width="800" height="484" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x620.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-300x182.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-768x465.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-91x55.png 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-1536x929.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador-800x484.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png 1988w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97972" class="wp-caption-text">Farol da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<h3>3. Praia do Forte na Mata de São João</h3>
<p>A Praia do Forte é um vilarejo turístico com praias de areia clara e recifes que formam piscinas naturais, boa infraestrutura de pousadas e restaurantes, o Projeto Tamar e proximidade às ruínas do Castelo Garcia D’Ávila.</p>
<figure id="attachment_97973" aria-describedby="caption-attachment-97973" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97973 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x512.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x512.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-300x150.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-768x384.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-110x55.png 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-1536x768.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-2048x1024.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Forte-na-Bahia-800x400.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97973" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<h3>4. Ilha de Boipeba em Cairu</h3>
<p>A Ilha de Boipeba é um paraíso de ecoturismo com praias quase intocadas, coqueirais, rios e manguezais; vila rústica com pousadas e restaurantes, sem carros em boa parte da ilha — ideal para caminhadas, passeios de barco, mergulho e observação de fauna. Acesso por barco/lancha desde Valença ou via Morro de São Paulo.</p>
<figure id="attachment_97999" aria-describedby="caption-attachment-97999" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97999 size-large" title="Ilha de Boipeba em Cairu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-1024x682.png" alt="Ilha de Boipeba em Cairu" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-768x511.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu-360x240.png 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Ilha-de-Boipeba-em-Cairu.png 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97999" class="wp-caption-text">Ilha de Boipeba em Cairu</figcaption></figure>
<h3>5. Morro de São Paulo na Ilha de Tinharé</h3>
<p>O povoado de Morro de São Paulo é um povoado‑ilha turístico famoso pelas praias numeradas (1ªa 5ª), piscinas naturais, vida noturna animada, pousadas e restaurantes; acesso por barco/lancha ou catamarã desde Salvador e Valença.</p>
<figure id="attachment_97974" aria-describedby="caption-attachment-97974" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97974 size-large" title="Povoado de Morro de São Paulo na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-1024x576.jpg" alt="Povoado de Morro de São Paulo" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-2048x1152.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Povoado-de-Morro-de-Sao-Paulo-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97974" class="wp-caption-text">Povoado de Morro de São Paulo na Bahia</figcaption></figure>
<h3>6. O Quadrado em Trancoso</h3>
<p>O Quadrado é uma praça histórica com casinhas coloridas hoje pousadas, lojas e restaurantes, Igreja de São João Batista, vistas para falésias e mar — ponto central de pôr‑do‑sol e vida cultural.</p>
<figure id="attachment_97975" aria-describedby="caption-attachment-97975" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97975 size-large" title="Quadrado em Trancoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-1024x640.png" alt="Quadrado em Trancoso" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-1024x640.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-768x480.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-1536x960.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-2048x1280.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Quadrado-em-Trancoso-800x500.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97975" class="wp-caption-text">O Quadrado em Trancoso</figcaption></figure>
<h3>7. Praia dos Nativos em Trancoso</h3>
<p>Praia dos Nativos é uma enseada de areias claras e água morna, recifes que formam piscinas naturais na maré baixa, faixa larga, coqueirais, quiosques rústicos; bom banho e pôr‑do‑sol, próxima ao Quadrado e acessível a pé ou de carro.</p>
<figure id="attachment_97989" aria-describedby="caption-attachment-97989" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-scaled.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97989 size-large" title="Praia dos Nativos em Trancoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-1024x427.png" alt="Praia dos Nativos em Trancoso" width="800" height="334" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-1024x427.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-300x125.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-768x320.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-132x55.png 132w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-1536x640.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-2048x853.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Nativos-em-Trancoso-1-800x333.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97989" class="wp-caption-text">Praia dos Nativos em Trancoso</figcaption></figure>
<h3>8. Praia dos Coqueiros em Trancoso</h3>
<p>Praia dos Coqueiros tem uma longa faixa de areia com coqueirais, tranquila e menos turística; águas calmas em trechos protegidos por recifes, quiosques rústicos, boa para banho, caminhada e pôr‑do‑sol; próxima ao Quadrado e acessível a pé, carro ou buggy.</p>
<figure id="attachment_97988" aria-describedby="caption-attachment-97988" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97988 size-large" title="Praia dos Coqueiros em Trancoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-1024x576.png" alt="Praia dos Coqueiros em Trancoso" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-dos-Coqueiros-em-Trancoso-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97988" class="wp-caption-text">Praia dos Coqueiros em Trancoso</figcaption></figure>
<h3>9. Praia do Espelho em Trancoso</h3>
<p>Praia do Espelho é famosa por águas cristalinas que, com mar calmo e recifes, formam piscinas naturais azul‑esverdeadas; falésias, coqueirais, bares e pousadas charmosas à beira, ambiente rústico‑chic — ideal para banho, mergulho raso e fotos. Acesso por estrada de terra desde Trancoso ou por barco; infraestrutura e estacionamento limitados na alta temporada.</p>
<figure id="attachment_97997" aria-describedby="caption-attachment-97997" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97997 size-large" title="Praia do Espelho em Trancoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-1024x768.png" alt="Praia do Espelho em Trancoso" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-800x600.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Espelho-em-Trancoso.png 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97997" class="wp-caption-text">Praia do Espelho em Trancoso</figcaption></figure>
<h3>10. Praia de Taperapuã em Porto Seguro</h3>
<p>Praia de Taperapuã tem praia extensa e turística, famosa pelos grandes complexos de barracas (Axé Moi, Tôa Tôa), música ao vivo, ampla estrutura para turistas (cadeiras, restaurantes, esportes náuticos) e vida noturna animada; areia clara, mar geralmente calmo em trechos com recifes — ideal para banho e famílias, com fácil acesso do centro e grande movimento na alta temporada.</p>
<figure id="attachment_97994" aria-describedby="caption-attachment-97994" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97994 size-large" title="Praia de Taperapuã em Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-1024x640.png" alt="Praia de Taperapuã em Porto Seguro" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-1024x640.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-768x480.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-1536x960.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-2048x1280.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-800x500.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97994" class="wp-caption-text">Praia de Taperapuã em Porto Seguro</figcaption></figure>
<h3>11. Praia do Mundaí em Porto Seguro</h3>
<p>Praia do Mundaí tem um trecho mais tranquilo e residencial com coqueirais, mar geralmente calmo em trechos e pontos de pesca artesanal; indicado para banho, caminhadas e contato com a comunidade, com infraestrutura e quiosques.</p>
<figure id="attachment_97995" aria-describedby="caption-attachment-97995" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97995 size-large" title="Praia do Mundaí em Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-1024x576.png" alt="Praia do Mundaí em Porto Seguro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mundai-em-Porto-Seguro-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97995" class="wp-caption-text">Praia do Mundaí em Porto Seguro</figcaption></figure>
<h3>12. Praia da Pitinga em Arraial d’Ajuda</h3>
<p>Praia da Pitinga tem falésias coloridas, piscinas naturais na maré baixa e águas claras; larga faixa de areia com coqueiros, acesso por escadaria do mirante/estacionamento, quiosques rústicos e boa estrutura para banho, fotos e caminhadas — em pontos há ondas para bodyboard; ambiente cenográfico e familiar com fácil acesso ao centro.</p>
<figure id="attachment_97990" aria-describedby="caption-attachment-97990" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97990 size-large" title="Praia da Pitinga em Arraial d'Ajuda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-1024x683.png" alt="Praia da Pitinga em Arraial d'Ajuda" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda-360x240.png 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Pitinga-em-Arraial-dAjuda.png 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97990" class="wp-caption-text">Praia da Pitinga em Arraial d&#8217;Ajuda</figcaption></figure>
<h3>13. Praia da Concha em Itacaré</h3>
<p>Praia da Concha é pequena enseada central de águas calmas e rasas, protegida por arrecifes — ideal para banho em família e stand up.</p>
<p>Orla com quiosques, bares e restaurantes, fácil acesso a pé do Centro Histórico e boa infraestrutura turística. Ponto prático para iniciar passeios de barco e trilhas às praias vizinhas; costuma ficar movimentada na alta temporada.</p>
<figure id="attachment_97991" aria-describedby="caption-attachment-97991" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97991 size-large" title="Praia da Concha em Itacaré" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-1024x576.png" alt="Praia da Concha em Itacaré" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare-800x450.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Concha-em-Itacare.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97991" class="wp-caption-text">Praia da Concha em Itacaré</figcaption></figure>
<h3>14. Praia de Tiririca em Itacaré</h3>
<p>Praia de Tiririca é uma das mais famosas praia da cidade, conhecida por boas ondas e ponto popular entre surfistas; faixa de areia larga com coqueiros, quiosques sazonais, escolas e aluguel de pranchas.</p>
<figure id="attachment_97992" aria-describedby="caption-attachment-97992" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97992 size-large" title="Praia da Tiririca em Itacaré" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-1024x569.png" alt="Praia da Tiririca em Itacaré" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-1024x569.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-300x167.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-768x427.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-99x55.png 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-1536x853.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-2048x1138.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Tiririca-em-Itacare-800x444.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97992" class="wp-caption-text">Praia da Tiririca em Itacaré</figcaption></figure>
<h3>15. Praia do Resende em Itacaré</h3>
<p>Praia do Resende é uma praia de fácil acesso, com faixa de areia larga, coqueiros e trechos de mar que alternam entre águas calmas e pontos com ondas moderadas.</p>
<figure id="attachment_97993" aria-describedby="caption-attachment-97993" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97993 size-large" title="Praia do Resende em Itacaré" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-1024x575.png" alt="Praia do Resende em Itacaré" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-1024x575.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-768x431.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-1536x863.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare-800x449.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Resende-em-Itacare.png 2003w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97993" class="wp-caption-text">Praia do Resende em Itacaré</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/as-15-praias-mais-visitadas-e-conhecidas-da-bahia-e-suas-atracoes/">As 15 praias mais visitadas e conhecidas da Bahia e suas atrações</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Opções de hospedagem em João Pessoa: guia útil</title>
		<link>https://bahia.ws/opcoes-de-hospedagem-em-joao-pessoa-bairros-praias-e-pros-e-contras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 21:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Altiplano]]></category>
		<category><![CDATA[Bessa]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Intermares]]></category>
		<category><![CDATA[Jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Manaíra]]></category>
		<category><![CDATA[Tambaú]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=97872</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Opções de hospedagem em João Pessoa: bairros, praias e prós e contras João Pessoa na Paraíba oferece hospedagem para todos os gostos — desde hotéis e pousadas à beira-mar até apartamentos em bairros residenciais. Neste guia você encontrará uma visão geral dos principais bairros e praias da cidade, com os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Opções de hospedagem em João Pessoa: bairros, praias e prós e contras</h2>
<p><strong>João Pessoa na Paraíba</strong> oferece hospedagem para todos os gostos — desde hotéis e pousadas à beira-mar até apartamentos em bairros residenciais.</p>
<p>Neste guia você encontrará uma visão geral dos principais bairros e praias da cidade, com os prós e contras de cada localização para facilitar sua escolha: proximidade das atrações, segurança, oferta gastronômica, transporte e estilo de praia (mais tranquila ou mais agitada).</p>
<figure id="attachment_97880" aria-describedby="caption-attachment-97880" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97880 size-large" title="Mapa Turístico de João Pessoa na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-1024x608.png" alt="Mapa Turístico de João Pessoa na Paraíba" width="800" height="475" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-1024x608.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-300x178.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-768x456.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-93x55.png 93w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5-800x475.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-5.png 1051w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97880" class="wp-caption-text">Mapa Turístico de João Pessoa na Paraíba</figcaption></figure>
<p>Use as informações para alinhar a hospedagem ao seu perfil de viagem — descanso, turismo cultural, vida noturna ou surf — e aproveitar melhor sua estada na capital paraibana.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/opcoes-de-hospedagem-em-joao-pessoa-bairros-praias-e-pros-e-contras/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/03/Centro-Historico-de-Joao-Pessoa-na-Paraiba-1.png" width="400" /></a></p>
<h3>1. Bairro de Tambaú</h3>
<p>Tambaú é um bairro (bairro/costa) de João Pessoa, localizado na orla e conhecido pela Praia de Tambaú, calçadão, feirinha e grande oferta de hotéis e serviços.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Praia de Tambaú</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Praia urbana central; calçadão e feirinha</li>
<li>Muitos restaurantes, bares e serviços</li>
<li>Boa oferta de hotéis e transporte</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Movimento e barulho na alta temporada</li>
<li>Preços podem ser mais altos</li>
<li>Estacionamento limitado</li>
</ul>
<h3>2. Bairro de Cabo Branco</h3>
<p>O bairro de Cabo Branco é conhecido pela Praia de Cabo Branco, proximidade da Ponta do Seixas (o ponto mais oriental das Américas), boa infraestrutura turística (hotéis, pousadas, restaurantes) e fácil acesso ao calçadão e atrações próximas.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Praia de Cabo Branco (próxima à Ponta do Seixas)</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Praias boas para banho</li>
<li>Opções de hotéis/pousadas à beira-mar</li>
<li>Um pouco mais tranquilo que Tambaú; boa infraestrutura</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Pode ser caro em frente à praia</li>
<li>Menos vida noturna que Tambaú</li>
<li>Movimento na alta estação</li>
</ul>
<h3>3. Bairro de Manaíra</h3>
<p>Manaíra é um bairro de João Pessoa, na orla, conhecido pelo comércio (shoppings, mercados), boa oferta de hospedagem e serviços, acesso à Praia de Manaíra e fácil mobilidade pela cidade.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Praia de Manaíra</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Ótimo comércio (shoppings, mercados, restaurantes)</li>
<li>Hospedagem variada</li>
<li>Boa mobilidade</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Praia menos expressiva que Tambaú/Cabo Branco</li>
<li>Trânsito em horários de pico</li>
<li>Menos “vibe de praia”</li>
</ul>
<h3>4. Bairro do Bessa</h3>
<p>Bessa é um bairro de João Pessoa, localizado na orla norte. É conhecido pela Praia do Bessa, perfil mais residencial, opções de apartamentos para temporada, ambiente mais calmo e familiar, e comércio local (mercearias, restaurantes). Fica um pouco mais afastado do Centro e das áreas mais turísticas como Tambaú/Cabo Branco.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Praia do Bessa</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Praias mais calmas e menos lotadas</li>
<li>Bom para famílias</li>
<li>Boas opções de apartamentos</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Menos comércio e vida noturna</li>
<li>Mais afastado das atrações centrais</li>
<li>Transporte público com menor frequência</li>
</ul>
<h3>5. Bairro do Altiplano</h3>
<p>Altiplano (ou Altiplano Cabo Branco) é um bairro nobre de João Pessoa, de alto padrão, com condomínios, apartamentos de luxo, boa oferta de serviços, vista para a orla e fácil acesso a outros bairros como Cabo Branco e Tambaú.</p>
<p><strong>Praia:</strong> (próximo a) Praia de Cabo Branco / faixa costeira do Altiplano — não é um bairro com praia urbana extensa como Tambaú</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Área nobre e segura</li>
<li>Prédios com infraestrutura (academia, segurança)</li>
<li>Boas vistas em alguns pontos</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Distante das praias populares a pé</li>
<li>Menos opções turísticas imediatas</li>
<li>Hospedagem tende a ser mais cara</li>
</ul>
<h3>6. Bairro do Jacaré</h3>
<p>Jacaré é um bairro de João Pessoa, famoso pelo pôr do sol nas margens do Rio Paraíba e pelo espetáculo do Bolero de Ravel tocado por músicos locais na orla.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Orla do Rio Paraíba — Praia do Jacaré (não é praia de banho; ponto de pôr do sol)</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Melhor lugar para ver o pôr do sol ao som do Bolero</li>
<li>Atmosfera cultural</li>
<li>Bares ribeirinhos</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Não é praia para banho</li>
<li>Infraestrutura de hospedagem limitada</li>
<li>Mais passeio pontual</li>
</ul>
<h3>7. Bairro de Intermares</h3>
<p>Intermares é um bairro de Cabedelo (Grande João Pessoa), situado na orla com praias populares para surf e pesca, perfil residencial e turístico.</p>
<p><strong>Praia:</strong> Praia de Intermares</p>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li>Praias mais naturais e com menos movimento</li>
<li>Preços geralmente mais baixos</li>
</ul>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li>Mais afastado do centro</li>
<li>Menos infraestrutura turística e serviços</li>
<li>Melhor visitar com carro</li>
</ul>
<figure id="attachment_97879" aria-describedby="caption-attachment-97879" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97879 size-large" title="Mapa de João Pessoa na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-1024x847.png" alt="Mapa de João Pessoa na Paraíba" width="800" height="662" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-1024x847.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-300x248.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-768x635.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-66x55.png 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4-800x662.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-4.png 1240w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97879" class="wp-caption-text">Mapa de João Pessoa na Paraíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97881" aria-describedby="caption-attachment-97881" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97881 size-large" title="Praia de Tambaú em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-1024x576.png" alt="Praia de Tambaú em João Pessoa PB" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-1536x863.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-2048x1151.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-tambau-em-Joao-Pessoa-PB-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97881" class="wp-caption-text">Praia de Tambaú em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97883" aria-describedby="caption-attachment-97883" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97883 size-large" title="Praia de Cabo Branco em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-1024x576.png" alt="Praia de Cabo Branco em João Pessoa PB" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-1536x863.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-2048x1151.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-7-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97883" class="wp-caption-text">Praia de Cabo Branco em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97888" aria-describedby="caption-attachment-97888" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97888 size-large" title="Praia de Manaíra em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-1024x652.png" alt="Praia de Manaíra em João Pessoa PB" width="800" height="509" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-1024x652.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-300x191.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-768x489.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-86x55.png 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-1536x978.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-2048x1304.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-8-800x509.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97888" class="wp-caption-text">Praia de Manaíra em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97890" aria-describedby="caption-attachment-97890" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97890 size-large" title="Praia do Bessa em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-1024x767.jpg" alt="Praia do Bessa em João Pessoa PB" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-1536x1150.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-2048x1534.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Bessa-em-Joao-Pessoa-PB-800x599.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97890" class="wp-caption-text">Praia do Bessa em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97892" aria-describedby="caption-attachment-97892" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97892 size-large" title="Bairro do Altiplano em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-1024x474.png" alt="Bairro do Altiplano em João Pessoa PB" width="800" height="370" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-1024x474.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-300x139.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-768x356.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-119x55.png 119w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-1536x712.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-2048x949.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-9-800x371.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97892" class="wp-caption-text">Bairro do Altiplano em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97898" aria-describedby="caption-attachment-97898" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97898" title="Bairro do Jacaré em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13.png" alt="Bairro do Jacaré em João Pessoa PB" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13.png 938w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13-300x168.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13-768x430.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Untitled-design-13-800x448.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97898" class="wp-caption-text">Bairro do Jacaré em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97900" aria-describedby="caption-attachment-97900" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97900 size-large" title="Bairro de Intermares em Cabedelo PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-1024x600.png" alt="Bairro de Intermares em Cabedelo PB" width="800" height="469" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-1024x600.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-300x176.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-768x450.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-94x55.png 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-1536x900.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2-800x469.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Intermares-em-Cabedelo-PB-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97900" class="wp-caption-text">Bairro de Intermares em Cabedelo PB</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/opcoes-de-hospedagem-em-joao-pessoa-bairros-praias-e-pros-e-contras/">Opções de hospedagem em João Pessoa: guia útil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Navios utilizados pelos navegadores portugueses nos Séculos XV e XVI</title>
		<link>https://bahia.ws/navios-utilizados-pelos-navegadores-portugueses-nos-seculos-xv-e-xvi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Caravela]]></category>
		<category><![CDATA[Galeões]]></category>
		<category><![CDATA[Gales]]></category>
		<category><![CDATA[Nau]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Este texto reúne e compara as principais tipologias navais usadas pelos navegadores portugueses nos séculos XV e XVI — nau, caravela (e suas variantes) e galeão — destacando características construtivas, tipos de vela, funções operacionais e utilizações em exploração, comércio e guerra. A leitura permite entender por que cada embarcação [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/navios-utilizados-pelos-navegadores-portugueses-nos-seculos-xv-e-xvi/">Navios utilizados pelos navegadores portugueses nos Séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Este texto reúne e compara as principais tipologias navais usadas pelos navegadores portugueses nos séculos XV e XVI — nau, caravela (e suas variantes) e galeão — destacando características construtivas, tipos de vela, funções operacionais e utilizações em exploração, comércio e guerra.</p>
<p>A leitura permite entender por que cada embarcação foi escolhida para missões específicas, desde viagens oceânicas de carga até reconhecimento costeiro e escolta armada.</p>
<h2>1. Diferença entre Nau, Caravela e Gales (ou &#8220;Galeões&#8221;)</h2>
<p>Este texto apresenta, de forma clara e sucinta, as principais diferenças entre a nau, a caravela e os gales (ou &#8220;galeões&#8221;), três tipos de embarcações que marcaram a era das navegações.</p>
<p>Serão abordadas suas características construtivas, usos predominantes e funções na exploração, no comércio e na guerra marítima, permitindo compreender por que cada modelo foi escolhido para missões específicas.</p>
<h3>1. Nau</h3>
<ul>
<li>Embarcação maior e mais robusta.</li>
<li>Projetada para longas viagens e transporte de carga.</li>
<li>Casco mais largo e profundo, ideal para carga de mercadorias.</li>
<li>Utilizava velas redondas e latinas.</li>
<li>Ideal para navegação em alto-mar.</li>
</ul>
<p>A nau portuguesa era um tipo de embarcação utilizada principalmente durante os séculos XV e XVI, época das Grandes Navegações.</p>
<p>Caracterizava-se por seu casco robusto e grande capacidade de carga, sendo ideal para longas viagens oceânicas. As naus eram dotadas de vela latina e, posteriormente, de velas redondas, permitindo melhor navegação em diferentes ventos.</p>
<p>Essas embarcações foram fundamentais para o comércio e a exploração marítima portuguesa, transportando mercadorias, pessoas e, em muitos casos, também escravizados.</p>
<h3>2. Caravela</h3>
<ul>
<li>Embarcação menor e mais ágil.</li>
<li>Projetada para exploração e navegação costeira.</li>
<li>Casco mais leve e estreito, facilitando manobras.</li>
<li>Usava principalmente velas latinas (triangulares).</li>
<li>Ideal para navegação em águas rasas e exploração de novas rotas.</li>
</ul>
<h3>3. Galeão (Gales, ou &#8220;Galeões&#8221;)</h3>
<ul>
<li>Embarcação de grande porte, mistura de navio de carga e de guerra.</li>
<li>Equipado principalmente com velas (geralmente quadradas) como fonte de propulsão.</li>
<li>Também podia dispor de remos — usados para maior manobrabilidade, manobras em portos e movimentação em combate quando o vento era fraco ou desfavorável.</li>
<li>Artilhado e apropriado para longas rotas e escolta de frotas.</li>
</ul>
<style>.simple-box {  max-width: 800px;  margin: 16px auto;  padding: 14px;  border: 1px solid #ccc;  border-radius: 6px;  background: #fff;  font-family: inherit;  color: inherit;}</style>
<div class="simple-box">
<h4>Diferença entre Velas Redondas e Velas Latinas</h4>
<p>Velas redondas e velas latinas são dois tipos distintos de velas usadas historicamente em embarcações, com formas e funções diferentes:</p>
<h4>1. Velas redondas (ou quadradas)</h4>
<ul>
<li><strong>Forma:</strong> retangular ou quadrada.</li>
<li><strong>Posicionamento:</strong> montadas em vergas horizontais perpendiculares ao casco.</li>
<li><strong>Uso:</strong> comuns em naus e grandes embarcações transoceânicas.</li>
<li><strong>Vantagem:</strong> eficientes com vento de popa, boas para longas travessias e fáceis de reduzir em tempestades.</li>
<li><strong>Limitação:</strong> pouco eficientes para navegar contra o vento ou em ângulos fechados ao vento.</li>
</ul>
<h4>2. Velas latinas</h4>
<ul>
<li><strong>Forma:</strong> triangular (lateen).</li>
<li><strong>Posicionamento:</strong> fixadas em vergas diagonais.</li>
<li><strong>Uso:</strong> comuns em caravelas e embarcações mediterrâneas e costeiras.</li>
<li><strong>Vantagem:</strong> permitem navegar mais próximo do vento (melhor rumo upwind) e oferecem maior manobrabilidade.</li>
<li><strong>Limitação:</strong> menos potentes com vento de popa e exigem manobra mais cuidadosa em mastros grandes.</li>
</ul>
<p>Em resumo: velas redondas são ótimas para velocidade com vento a favor e transporte em alto-mar; velas latinas favorecem manobra e navegação em ventos variáveis e águas costeiras.</p>
</div>
<h2>2. Navios utilizados pelos navegadores portugueses nos Séculos XV e XVI</h2>
<h3>1. Barca</h3>
<p>Embarcação de pequeno porte, utilizada nas primeiras viagens de exploração marítima. Terá sido a bordo de uma embarcação semelhante que Gil Eanes passou pela primeira vez o cabo Bojador, em 1434.</p>
<figure id="attachment_97515" aria-describedby="caption-attachment-97515" style="width: 805px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97515 size-full" title="Barca - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1.png" alt="Barca - Embarcação de pequeno porte, utilizada nas primeiras viagens de exploração marítima. Terá sido a bordo de uma embarcação semelhante que Gil Eanes passou pela primeira vez o cabo Bojador, em 1434. Barca - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI" width="805" height="787" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1.png 805w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1-300x293.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1-768x751.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1-56x55.png 56w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/1-800x782.png 800w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97515" class="wp-caption-text">Barca &#8211; Embarcação de pequeno porte, utilizada nas primeiras viagens de exploração marítima. Terá sido a bordo de uma embarcação semelhante que Gil Eanes passou pela primeira vez o cabo Bojador, em 1434. Barca &#8211; Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>2. &#8220;Caravelão&#8221;</h3>
<p>A caracterização deste tipo de navio não é muito fácil face à escassez de elementos sobre o mesmo.</p>
<p>As fontes existentes indiciam que se tratava de uma embarcação de apoio, com armação latina, bastante semelhante à caravela latina. Os textos apontam também para que o caravelão teria geralmente dimensões inferiores às da caravela.</p>
<figure id="attachment_97516" aria-describedby="caption-attachment-97516" style="width: 469px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-060859.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97516 size-full" title="&quot;Caravelão&quot; - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-060859.png" alt="&quot;Caravelão&quot; - A caracterização deste tipo de navio não é muito fácil face à escassez de elementos sobre o mesmo. As fontes existentes indiciam que se tratava de uma embarcação de apoio, com armação latina, bastante semelhante à caravela latina. Os textos apontam também para que o caravelão teria geralmente dimensões inferiores às da caravela. &quot;Caravelão&quot; - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="469" height="789" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-060859.png 469w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-060859-178x300.png 178w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-060859-33x55.png 33w" sizes="(max-width: 469px) 100vw, 469px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97516" class="wp-caption-text">&#8220;Caravelão&#8221; &#8211; A caracterização deste tipo de navio não é muito fácil face à escassez de elementos sobre o mesmo. As fontes existentes indiciam que se tratava de uma embarcação de apoio, com armação latina, bastante semelhante à caravela latina. Os textos apontam também para que o caravelão teria geralmente dimensões inferiores às da caravela. &#8220;Caravelão&#8221; &#8211; Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>3. Barca Pescareza</h3>
<p>Pequena embarcação de pesca costeira e que serviu para as primeiras viagens de exploração marítima. Nas crónicas antigas, esta embarcação é também referida como &#8220;caravela pescareza&#8221;.</p>
<figure id="attachment_97517" aria-describedby="caption-attachment-97517" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061334.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97517 size-full" title="Barca Pescareza - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061334.png" alt="Barca Pescareza - Pequena embarcação de pesca costeira e que serviu para as primeiras viagens de exploração marítima. Nas crónicas antigas, esta embarcação é também referida como &quot;caravela pescareza&quot;. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="509" height="826" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061334.png 509w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061334-185x300.png 185w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061334-34x55.png 34w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97517" class="wp-caption-text">Barca Pescareza &#8211; Pequena embarcação de pesca costeira e que serviu para as primeiras viagens de exploração marítima. Nas crónicas antigas, esta embarcação é também referida como &#8220;caravela pescareza&#8221;. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>4. Caravela latina de 3 mastros</h3>
<p>Resulta da evolução da caravela de 2 mastros, tendo surgido no final do século XV.</p>
<figure id="attachment_97518" aria-describedby="caption-attachment-97518" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061747.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97518 size-full" title="Caravela latina de 3 mastros - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061747.png" alt="Caravela latina de 3 mastros - Resulta da evolução da caravela de 2 mastros, tendo surgido no final do século XV. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="613" height="814" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061747.png 613w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061747-226x300.png 226w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-061747-41x55.png 41w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97518" class="wp-caption-text">Caravela latina de 3 mastros &#8211; Resulta da evolução da caravela de 2 mastros, tendo surgido no final do século XV. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>5. Caravela redonda do século XVI</h3>
<p>As caravelas redondas, ou &#8220;caravelas da armada&#8221;, eram navios que acompanhavam geralmente as armadas. Tinham três ou quatro mastros, armando pano redondo no traquete e pano latino nos restantes.</p>
<p>O pano redondo permitia-lhes ter um desempenho semelhante aos restantes navios da armada, quando navegavam em rota corrida, aproveitando os ventos predominantes, enquanto o pano latino permitia manter as características das caravelas latinas, com possibilidade de navegar à bolina e, portanto, com maior capacidade de manobra.</p>
<figure id="attachment_97519" aria-describedby="caption-attachment-97519" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97519" title="Caravela redonda do século XVI - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425.png" alt="Caravela redonda do século XVI - As caravelas redondas, ou &quot;caravelas da armada&quot;, eram navios que acompanhavam geralmente as armadas. Tinham três ou quatro mastros, armando pano redondo no traquete e pano latino nos restantes. O pano redondo permitia-lhes ter um desempenho semelhante aos restantes navios da armada, quando navegavam em rota corrida, aproveitando os ventos predominantes, enquanto o pano latino permitia manter as características das caravelas latinas, com possibilidade de navegar à bolina e, portanto, com maior capacidade de manobra. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="800" height="695" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425.png 909w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425-300x261.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425-768x667.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425-63x55.png 63w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062425-800x695.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97519" class="wp-caption-text">Caravela redonda do século XVI &#8211; As caravelas redondas, ou &#8220;caravelas da armada&#8221;, eram navios que acompanhavam geralmente as armadas. Tinham três ou quatro mastros, armando pano redondo no traquete e pano latino nos restantes. O pano redondo permitia-lhes ter um desempenho semelhante aos restantes navios da armada, quando navegavam em rota corrida, aproveitando os ventos predominantes, enquanto o pano latino permitia manter as características das caravelas latinas, com possibilidade de navegar à bolina e, portanto, com maior capacidade de manobra. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>6. Nau &#8220;São Gabriel&#8221;</h3>
<p>A nau &#8220;São Gabriel&#8221; era um dos quatro navios da armada que, em 1497, iniciou a primeira viagem com destino à Índia, pelo Cabo da Boa Esperança, levando Vasco da Gama, como capitão-mor.</p>
<figure id="attachment_97520" aria-describedby="caption-attachment-97520" style="width: 559px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062732.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97520 size-full" title="Nau &quot;São Gabriel&quot; - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062732.png" alt="Nau &quot;São Gabriel&quot; - A nau &quot;São Gabriel&quot; era um dos quatro navios da armada que, em 1497, iniciou a primeira viagem com destino à Índia, pelo Cabo da Boa Esperança, levando Vasco da Gama, como capitão-mor. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="559" height="658" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062732.png 559w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062732-255x300.png 255w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-062732-47x55.png 47w" sizes="(max-width: 559px) 100vw, 559px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97520" class="wp-caption-text">Nau &#8220;São Gabriel&#8221; &#8211; A nau &#8220;São Gabriel&#8221; era um dos quatro navios da armada que, em 1497, iniciou a primeira viagem com destino à Índia, pelo Cabo da Boa Esperança, levando Vasco da Gama, como capitão-mor. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>7. Galeão</h3>
<p>O galeão é um navio de vela especialmente concebido para a guerra, que surge no início do século XVI. Destinava-se à proteção das naus de viagem, assim como ações militares de manuntenção ou imposição de soberania portuguesa, tanto no Atlântico como no Índico.</p>
<figure id="attachment_97521" aria-describedby="caption-attachment-97521" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97521" title="Galeão - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105.png" alt="Galeão - O galeão é um navio de vela especialmente concebido para a guerra, que surge no início do século XVI. Destinava-se à proteção das naus de viagem, assim como ações militares de manuntenção ou imposição de soberania portuguesa, tanto no Atlântico como no Índico. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="800" height="630" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105.png 976w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105-300x236.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105-768x605.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105-70x55.png 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063105-800x630.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97521" class="wp-caption-text">Galeão &#8211; O galeão é um navio de vela especialmente concebido para a guerra, que surge no início do século XVI. Destinava-se à proteção das naus de viagem, assim como ações militares de manuntenção ou imposição de soberania portuguesa, tanto no Atlântico como no Índico. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<h3>8. Nau Taforeia</h3>
<p>A &#8220;Taforeia&#8221; é um navio destinado ao transporte de cavalos, sendo referida em diversa documentação d século XV que relata as ações de guerra no norte de África. No século XVI, as taforeias, de dimensões e características semelhantes às naus, são também utilizadas no Índico como navios de guerra.</p>
<figure id="attachment_97523" aria-describedby="caption-attachment-97523" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97523" title="Nau Taforeia - Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458.png" alt="Nau Taforeia - A &quot;Taforeia&quot; é um navio destinado ao transporte de cavalos, sendo referida em diversa documentação d século XV que relata as ações de guerra no norte de África. No século XVI, as taforeias, de dimensões e características semelhantes às naus, são também utilizadas no Índico como navios de guerra. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI." width="800" height="607" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458.png 1016w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458-300x228.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458-768x583.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-03-063458-800x607.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97523" class="wp-caption-text">Nau Taforeia &#8211; A &#8220;Taforeia&#8221; é um navio destinado ao transporte de cavalos, sendo referida em diversa documentação d século XV que relata as ações de guerra no norte de África. No século XVI, as taforeias, de dimensões e características semelhantes às naus, são também utilizadas no Índico como navios de guerra. Navios dos Descobrimentos Portugueses dos Séculos XV e XVI.</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/navios-utilizados-pelos-navegadores-portugueses-nos-seculos-xv-e-xvi/">Navios utilizados pelos navegadores portugueses nos Séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Opções de hospedagem em Fortaleza: melhores bairros e praias</title>
		<link>https://bahia.ws/opcoes-para-se-hospedar-em-fortaleza-melhores-bairros-e-praias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 05:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeota]]></category>
		<category><![CDATA[aquiraz]]></category>
		<category><![CDATA[Caucaia]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Mucuripe]]></category>
		<category><![CDATA[Porto das Dunas]]></category>
		<category><![CDATA[praia de Iracema]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Varjota]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=97667</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Opções de hospedagem em Fortaleza — prós e contras de cada bairro Se você procura opções para se hospedar em Fortaleza, esta lista mostra bairros e praias ideais para diferentes perfis — desde quem quer vida noturna até famílias que preferem infraestrutura. Abaixo estão os principais locais, com prós, contras [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/opcoes-para-se-hospedar-em-fortaleza-melhores-bairros-e-praias/">Opções de hospedagem em Fortaleza: melhores bairros e praias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Opções de hospedagem em Fortaleza — prós e contras de cada bairro</h2>
<p><strong>Se você procura opções para se hospedar em Fortaleza</strong>, esta lista mostra bairros e praias ideais para diferentes perfis — desde quem quer vida noturna até famílias que preferem infraestrutura.</p>
<figure id="attachment_97718" aria-describedby="caption-attachment-97718" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97718 size-large" title="Fortaleza no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-1024x349.jpg" alt="Fortaleza no Ceará" width="800" height="273" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-1024x349.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-300x102.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-768x262.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-161x55.jpg 161w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-1536x524.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-2048x699.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Fortaleza-no-Ceara-2-800x273.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97718" class="wp-caption-text">Fortaleza no Ceará</figcaption></figure>
<p>Abaixo estão os principais locais, com prós, contras e a distância aproximada até a Praia do Meireles (Beira Mar), em km e tempo de carro sem trânsito. Distâncias e tempos são estimativas.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/opcoes-para-se-hospedar-em-fortaleza-melhores-bairros-e-praias/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza.jpeg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Praia do Futuro</h3>
<p>Praia do Futuro é a maior e mais famosa praia de Fortaleza, localizada a leste do centro. Conhecida por seu extenso areal e forte ondulação, atrai surfistas e banhistas — com precaução por correntes.</p>
<p>O diferencial são as numerosas barracas de praia (restaurantes à beira-mar) que oferecem estrutura completa (mesas, duchas, estacionamento) e frutos do mar frescos.</p>
<p>É ponto popular para banho, lazer em família, eventos e vida noturna informal; fica a curta distância de carro do centro e da Av. Beira-Mar.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> areal largo; trechos próprios para banho; muitas barracas estruturadas (restaurante/piscina); ótima para família, surf e esportes.</li>
<li><strong>Contras:</strong> mais distante do centro turístico e da vida noturna; exige transporte (carro/táxi/ride-share).</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~9–12 km — 20–30 min (sem trânsito).</li>
</ul>
<h3>2. Praia do Meireles / Beira-Mar</h3>
<p>Praia do Meireles é o trecho de orla associado à Avenida Beira-Mar, situado ao norte da Praia de Iracema. É famosa pelo calçadão amplo, quiosques e hotéis, além da movimentada Feirinha da Beira-Mar (artesanato e lembranças).</p>
<p>A orla oferece pista de caminhada, ciclovia, espaços para esportes e bons pontos para apreciar o pôr do sol. Área turística com fácil acesso a restaurantes, bares e serviços.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> orla urbana com hotéis, feirinha, restaurantes; ótima opção para turismo.</li>
<li><strong>Contras:</strong> praia urbana com movimento e alguns trechos menos indicados para banho; preços podem ser mais altos.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> 0 km — 0 min.</li>
</ul>
<h3>3. Praia de Iracema</h3>
<p>Praia de Iracema é um dos cartões-postais de Fortaleza, situada ao sul de Meireles e junto ao centro.</p>
<p>Originalmente porto e reduto de pescadores, hoje mistura lazer, cultura e vida noturna, com calçadão, bares, restaurantes e espaços culturais como a Ponte dos Ingleses (pontal) e o Centro Dragão do Mar.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> vida cultural e noturna; bares, eventos e proximidade ao centro.</li>
<li><strong>Contras:</strong> faixa de areia mais estreita; alguns trechos desaconselhados para banho; movimento noturno variável conforme a área.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~1–2 km — 5–10 min.</li>
</ul>
<h3>4. Praia do Mucuripe (praia junto ao porto)</h3>
<p>O bairro do Mucuripe está situado entre Iracema e Meireles e é conhecido pelo Porto do Mucuripe, intensa atividade pesqueira, mercado de peixes e restaurantes de frutos do mar.</p>
<p>Possui calçadão, marinas e áreas de pesca, mas a faixa de areia é irregular, com quebra-mares e trechos nem sempre recomendados para banho.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> restaurantes de frutos do mar; ambiente autêntico; bom acesso à orla turística.</li>
<li><strong>Contras:</strong> nem sempre ideal para banho; menor oferta de barracas turísticas.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~1–3 km — 5–10 min.</li>
</ul>
<h3>5. Bairro Aldeota</h3>
<p>Aldeota é um dos bairros mais tradicionais e nobres de Fortaleza, próximo a Meireles e Varjota.</p>
<p>Predominantemente residencial e comercial, reúne prédios de alto padrão, shoppings, supermercados, clínicas e muitos restaurantes.</p>
<p>É um polo de serviços e compras, com boa oferta de hotéis e apartamentos para estadias mais longas.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> ampla oferta de serviços, lojas e bons restaurantes; opções para estadias mais longas.</li>
<li><strong>Contras:</strong> não é pé na areia; tráfego em horários de pico.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~3–5 km — 10–15 min.</li>
</ul>
<h3>6. Bairro Varjota</h3>
<p>Varjota é um bairro central vizinho à Aldeota, conhecido como polo gastronômico, com muitos bares e restaurantes modernos e opções de alta cozinha.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> excelente para quem prioriza gastronomia e vida noturna de qualidade.</li>
<li><strong>Contras:</strong> sem praia; opções podem ser mais caras.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~3–4 km — 10–15 min.</li>
</ul>
<h3>7. Centro</h3>
<p>O Centro de Fortaleza é a área histórica e comercial, concentrando comércio popular, serviços públicos e pontos turísticos como o Mercado Central e o Theatro José de Alencar.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> opções econômicas, transporte público e comércio tradicional.</li>
<li><strong>Contras:</strong> menos atrativo à noite em alguns trechos; segurança variável dependendo da área.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~1–3 km — 5–10 min.</li>
</ul>
<h3>8. Cumbuco (fora de Fortaleza)</h3>
<p>Cumbuco é uma vila litorânea no município de Caucaia, a cerca de 30–40 km a noroeste de Fortaleza.</p>
<p>Famosa pelo vento constante, é um dos principais destinos do Brasil para kitesurf e windsurf.</p>
<p>Destacam-se dunas, lagoas internas (para passeios de buggy/quadriciclo), praias com piscinas naturais na maré baixa, pousadas e escolas de esportes náuticos. Melhor época para vento forte: normalmente de agosto a janeiro.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> ótimas condições para kitesurf/windsurf; opções de passeios e pousadas.</li>
<li><strong>Contras:</strong> fora de Fortaleza; requer deslocamento.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~30–40 km — 40–60 min.</li>
</ul>
<h3>9. Praia Porto das Dunas / Aquiraz (inclui Beach Park)</h3>
<p>Porto das Dunas é um distrito do município de Aquiraz, a cerca de 25–35 km a leste de Fortaleza, conhecido pelo complexo Beach Park.</p>
<p>A praia tem faixa de areia larga e infraestrutura turística com resorts, bares e restaurantes, sendo boa opção para famílias.</p>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> infraestrutura para famílias, parques aquáticos e resorts.</li>
<li><strong>Contras:</strong> distante do centro urbano; pouca vida noturna urbana.</li>
<li><strong>Distância até Meireles:</strong> ~25–35 km — 30–50 min.</li>
</ul>
<figure id="attachment_97720" aria-describedby="caption-attachment-97720" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97720 size-large" title="Mapa da Região Metropolitana de Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-1024x737.jpg" alt="Mapa da Região Metropolitana de Fortaleza" width="800" height="576" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-1024x737.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-300x216.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-768x553.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-1536x1106.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza-800x576.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-da-regiao-metropolitana-de-Fortaleza.jpg 1700w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97720" class="wp-caption-text">Mapa da Região Metropolitana de Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_8128" aria-describedby="caption-attachment-8128" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-8128 size-full" title="Mapa das Praias de Fortaleza CE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg" alt="Mapa das Praias de Fortaleza CE" width="620" height="459" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias-74x55.jpg 74w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8128" class="wp-caption-text">Mapa das Praias de Fortaleza CE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97710" aria-describedby="caption-attachment-97710" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97710 size-large" title="Praia do Futuro em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1024x726.jpg" alt="Praia do Futuro em Fortaleza" width="800" height="567" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1024x726.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-300x213.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-768x545.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1536x1090.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-2048x1453.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-800x568.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97710" class="wp-caption-text">Praia do Futuro em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97704" aria-describedby="caption-attachment-97704" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97704 size-large" title="Praia do Meireles em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-1024x576.jpg" alt="Praia do Meireles em Fortaleza" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97704" class="wp-caption-text">Praia do Meireles em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97703" aria-describedby="caption-attachment-97703" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97703 size-large" title="Praia de Iracema em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-1024x480.jpg" alt="Praia de Iracema em Fortaleza" width="800" height="375" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-1024x480.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-300x141.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-768x360.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-117x55.jpg 117w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-800x375.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza.jpg 1536w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97703" class="wp-caption-text">Praia de Iracema em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97711" aria-describedby="caption-attachment-97711" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97711 size-large" title="Praia do Mucuripe em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-1024x569.jpg" alt="Praia do Mucuripe em Fortaleza" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-1024x569.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-300x167.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-768x427.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-99x55.jpg 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-1536x853.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza-800x444.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Mucuripe-em-Fortaleza.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97711" class="wp-caption-text">Praia do Mucuripe em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97702" aria-describedby="caption-attachment-97702" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97702 size-large" title="Bairro Aldeota em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-1024x605.jpg" alt="Bairro Aldeota em Fortaleza" width="800" height="473" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-1024x605.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-300x177.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-768x454.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-93x55.jpg 93w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-1536x908.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1-800x473.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Vista-aerea-do-bairro-Aldeota-em-Fortaleza-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97702" class="wp-caption-text">Bairro Aldeota em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97712" aria-describedby="caption-attachment-97712" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97712 size-large" title="Bairro Varjota em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-1024x475.jpg" alt="Bairro Varjota em Fortaleza" width="800" height="371" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-1024x475.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-300x139.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-768x356.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-119x55.jpg 119w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-1536x713.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-2048x950.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-Varjota-em-Fortaleza-800x371.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97712" class="wp-caption-text">Bairro Varjota em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97713" aria-describedby="caption-attachment-97713" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97713 size-large" title="Cumbuco no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-1024x615.jpg" alt="Cumbuco no Ceará" width="800" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-1024x615.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-300x180.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-768x461.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-92x55.jpg 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara-800x480.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cumbuco-no-Ceara.jpg 1356w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97713" class="wp-caption-text">Cumbuco no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97715" aria-describedby="caption-attachment-97715" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97715 size-large" title="Praia Porto das Dunas no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-1024x620.jpg" alt="Praia Porto das Dunas no Ceará" width="800" height="484" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-1024x620.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-300x182.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-768x465.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-91x55.jpg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-1536x930.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara-800x484.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-Porto-das-Dunas-no-Ceara.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97715" class="wp-caption-text">Praia Porto das Dunas no Ceará</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/opcoes-para-se-hospedar-em-fortaleza-melhores-bairros-e-praias/">Opções de hospedagem em Fortaleza: melhores bairros e praias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Melhores Praias de Alagoas: Um Guia Completo</title>
		<link>https://bahia.ws/melhores-praias-de-alagoas-um-guia-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[praia de Pajuçara]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Ponta Verde]]></category>
		<category><![CDATA[praia do Carro Quebrado]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Francês]]></category>
		<category><![CDATA[praia do Gunga]]></category>
		<category><![CDATA[São Miguel dos Milagres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=97579</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Conheça praias imperdíveis do litoral alagoano, organizadas em ordem crescente de distância a partir de Maceió (referência: Praça Dois Leões / Ponta Verde). Opções que vão da comodidade urbana às paisagens rústicas e piscinas naturais — escolha conforme tempo disponível e preferência por conforto, passeios ou contemplação. Conheça as melhores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Conheça praias imperdíveis do litoral alagoano, organizadas em ordem crescente de distância a partir de Maceió (referência: Praça Dois Leões / Ponta Verde).</p>
<p>Opções que vão da comodidade urbana às paisagens rústicas e piscinas naturais — escolha conforme tempo disponível e preferência por conforto, passeios ou contemplação.</p>
<h2>Conheça as melhores praias de Alagoas</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-alagoas-um-guia-completo/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Praia de Ponta Verde</h3>
<p>Orla urbanizada com calçadão, quiosques e piscinas naturais na maré baixa. Ideal para quem quer infraestrutura e passeio à beira-mar.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~0–3 km (5–15 min de carro a partir da Praça Dois Leões / Ponta Verde).</p>
<h3>2. Praia de Pajuçara</h3>
<p>Jangadas para piscinas naturais, feirinha de artesanato e boa gastronomia. Ótima para passeio de jangada e conveniência urbana.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~1–3 km (5–15 min de carro).</p>
<h3>3. Praia do Francês (Marechal Deodoro)</h3>
<p>Boa estrutura turística, mar com trechos de ondas e piscinas naturais em dias de maré baixa. Popular entre famílias e praticantes de surf iniciante.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~18–22 km (25–40 min de carro).</p>
<h3>4. Praia do Gunga (Roteiro)</h3>
<p>Coqueirais e falésias, com opções de passeios de buggy e mirantes. Excelente para fotos e atividades ao ar livre.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~25–35 km (35–50 min de carro).</p>
<h3>5. Praia do Carro Quebrado (Barra de Santo Antônio)</h3>
<p>Falésias avermelhadas e piscinas naturais; acesso por estrada de terra no trecho final. Recomenda-se passeio 4&#215;4 ou veículo com boa suspensão.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~45–60 km (50–75 min de carro).</p>
<h3>6. Praia de Antunes (Maragogi)</h3>
<p>Areias branquinhas e águas cristalinas; Antunes é mais tranquila que as piscinas naturais das Galés. Excelente para snorkeling em maré baixa.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~120–130 km (≈1h45–2h30 de carro).</p>
<h3>7. Praias de São Miguel dos Milagres</h3>
<p>Litoral rústico com pousadas charmosas, praias tranquilas e piscinas naturais; ótima opção para quem busca sossego e contato com a natureza.</p>
<p><strong>Distância:</strong> ~90–130 km (≈1h30–2h45 de carro).</p>
<h3>Dicas e observações gerais</h3>
<ul>
<li>Confirme as condições das marés antes de planejar passeios às piscinas naturais (p. ex. Galés, Antunes, Pajuçara).</li>
<li>Tempos e distâncias variam bastante com trânsito, obras e rota escolhida (AL-101, AL-104 etc.).</li>
<li>Algumas praias têm acesso final por estrada de terra ou areia — verifique a necessidade de veículo alto/4&#215;4 ou serviço de traslado local.</li>
<li>Para as piscinas naturais, contrate jangadeiros/autorizados e siga orientações de segurança locais.</li>
</ul>
<figure id="attachment_21574" aria-describedby="caption-attachment-21574" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21574 size-large" title="mapa da Costa dos Corais em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas-1024x724.jpg" alt="mapa da Costa dos Corais em Alagoas" width="800" height="566" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas-1024x724.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas-300x212.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas-768x543.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Costa-dos-Corais-em-Alagoas.jpg 1068w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21574" class="wp-caption-text">mapa da Costa dos Corais em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20641" aria-describedby="caption-attachment-20641" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20641" title="mapa do litoral sul de Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg" alt="mapa do litoral sul de Alagoas" width="800" height="413" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg 940w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-300x155.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-768x396.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-107x55.jpg 107w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20641" class="wp-caption-text">mapa do litoral sul de Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20595" aria-describedby="caption-attachment-20595" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20595 size-full" title="Praia de Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg" alt="Praia de Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-620x350.jpg 620w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20595" class="wp-caption-text">Praia de Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97456" aria-describedby="caption-attachment-97456" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97456 size-large" title="Praia de Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1024x576.jpg" alt="Praia de Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97456" class="wp-caption-text">Praia de Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97448" aria-describedby="caption-attachment-97448" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97448 size-large" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97448" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_64782" aria-describedby="caption-attachment-64782" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-64782 size-large" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64782" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23205" aria-describedby="caption-attachment-23205" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23205" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro AL" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23205" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97428" aria-describedby="caption-attachment-97428" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97428 size-large" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1024x576.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97428" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97453" aria-describedby="caption-attachment-97453" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97453 size-large" title="Praia do Gunga no município de Roteiro - Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-1024x576.jpg" alt="Praia do Gunga no município de Roteiro - Alagoas" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97453" class="wp-caption-text">Praia do Gunga no município de Roteiro &#8211; Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97423" aria-describedby="caption-attachment-97423" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97423 size-large" title="Praia do Gunga no município de Roteiro - Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-1024x576.jpg" alt="Praia do Gunga no município de Roteiro - Alagoas" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Gunga-no-municipio-de-Roteiro-Alagoas-3.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97423" class="wp-caption-text">Praia do Gunga no município de Roteiro &#8211; Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23208" aria-describedby="caption-attachment-23208" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23208 size-full" title="Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antonio AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado.jpg" alt="Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antonio AL" width="800" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado-300x174.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado-768x446.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-de-Carro-Quebrado-95x55.jpg 95w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23208" class="wp-caption-text">Praia de Carro Quebrado em Barra de Santo Antonio AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_67445" aria-describedby="caption-attachment-67445" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-67445 size-large" title="Praia de Antunes – AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-1024x564.jpg" alt="Praia de Antunes – AL" width="800" height="441" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-1024x564.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-300x165.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-768x423.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-100x55.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1-800x441.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Antunes-–-AL-1.jpg 1140w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-67445" class="wp-caption-text">Praia de Antunes – AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_64777" aria-describedby="caption-attachment-64777" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-64777 size-full" title="Praia do Patacho em São Miguel dos Milagres" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres.jpg" alt="Praia do Patacho em São Miguel dos Milagres" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-do-Patacho-em-Sao-Miguel-dos-Milagres-98x55.jpg 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64777" class="wp-caption-text">Praia do Patacho em São Miguel dos Milagres</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-alagoas-um-guia-completo/">Melhores Praias de Alagoas: Um Guia Completo</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Expansão Marítima de Portugal – A navegação nos séculos XV e XVI</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-a-navegacao-nos-seculos-xv-e-xvi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=97413</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A era dos descobrimentos transformou Portugal numa potência marítima cujo saber náutico marcou profundamente a história mundial. Este texto examina os avanços técnicos e científicos — instrumentos de navegação, cartas, roteiros, cosmógrafos e tipos de embarcações — que tornaram possível a travessia de oceanos e a exploração de novas rotas. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-a-navegacao-nos-seculos-xv-e-xvi/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; A navegação nos séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A era dos descobrimentos transformou Portugal numa potência marítima cujo saber náutico marcou profundamente a história mundial.</p>
<p>Este texto examina os avanços técnicos e científicos — instrumentos de navegação, cartas, roteiros, cosmógrafos e tipos de embarcações — que tornaram possível a travessia de oceanos e a exploração de novas rotas.</p>
<p>Ao destacar as inovações e os protagonistas dessa trajetória, pretende‑se mostrar como a arte de navegar evoluiu de práticas empíricas para um conhecimento sistematizado, alicerçando a expansão marítima portuguesa nos séculos XV e XVI.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-a-navegacao-nos-seculos-xv-e-xvi/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Portugals-Maritime-Expansion-Navigation-in-the-15th-and-16th-Centuries-1-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>A navegação nos séculos XV e XVI</h2>
<p>Para que Portugal realizasse a expansão marítima nos séculos XV e XVI, foi necessário aperfeiçoar a navegação, tornando‑a transoceânica e não apenas costeira.</p>
<h3>1. Instrumentos e orientação</h3>
<p>Nos primórdios dos descobrimentos já se conheciam as agulhas de marear e, entre os instrumentos de observação, a balestilha, o astrolábio e o quadrante.</p>
<p>No hemisfério Norte os navegadores se orientavam pela Estrela Polar; ao cruzarem o Equador passaram a usar também o Cruzeiro do Sul.</p>
<h3>2. Tábuas, regimentos, cartas e roteiros</h3>
<p>Para calcular latitudes pela altura do sol foram elaboradas tábuas de declinação. Muitos regimentos facilitaram o uso do quadrante e do astrolábio.</p>
<p>As cartas de marear, levadas a bordo, aperfeiçoaram os antigos portulanos, reunindo as observações dos pilotos registradas nos arquivos reais.</p>
<p>Posteriormente surgiram os roteiros, com todas as indicações práticas para a navegação.</p>
<h3>3. Cosmógrafos e obras principais</h3>
<p>Destacam‑se Jácome de Maiorca, auxiliar do Infante Dom Henrique; e, ao tempo de Dom João II, os cosmógrafos José Vizinho, Rodrigo e Dom Diogo Ortiz (bispo de Ceuta e de Viseu).</p>
<p>Entre os grandes nomes também está Duarte Pacheco Pereira, autor do <em>Esmeraldo de Situ Orbis</em>.</p>
<h3>4. O cargo de cosmógrafo‑mor</h3>
<p>Em 1529 criou‑se o cargo de cosmógrafo‑mor de Portugal, ocupado primeiro por Pedro Nunes.</p>
<p>Até o fim do século XVII seguiram‑no mais oito cosmógrafos, entre eles João Baptista Lavanha, Dom Manuel de Meneses, Antônio de Mariz Carneiro, Luís Serrão Pimentel e Manuel Pimentel — estes últimos autores de roteiros, inclusive para a rota de Portugal ao Brasil.</p>
<h3>5. Tipos de Embarcações</h3>
<ul>
<li><strong>Caravela</strong>: De origem moura, com velas latinas ou triangulares, ágil e própria para explorações. Foi uma das primeiras embarcações utilizadas pelos navegadores portugueses nas Grandes Navegações.</li>
<li><strong>Nau: </strong>Após a caravela, surgiu a nau, que era maior e equipada com velas quadradas. Essa embarcação era indicada para rotas conhecidas e se tornou importante na história colonial, funcionando como navio misto de guerra e transporte, artilhado e com porões para carga.</li>
<li><strong>Galeão:</strong> Combinava características de navios de carga e de guerra. Era equipado com velas grandes e quadradas, que eram a principal fonte de propulsão, permitindo navegação em alto-mar. No entanto, o galeão também tinha remos, que ofereciam maior manobrabilidade em águas rasas e durante a entrada ou saída de portos, além de permitir movimento rápido em situações de combate, mesmo quando as velas não eram adequadas.</li>
<li><strong>Navio Redondo: </strong>Chamava-se navio redondo o cujo comprimento não excedesse três ou quatro vezes a largura.</li>
<li><strong>Bergantim:</strong> No Brasil, para navegação costeira, usou-se o bergantim, em que remavam prisioneiros.</li>
</ul>
<h3>6. Marinharia e legado</h3>
<p>Segundo Fontoura da Costa, a marinharia se desenvolve desde o tempo do Infante Dom Henrique até meados do século XVI.</p>
<p>Nessa época começa a arte de navegar, que só no início do século XIX cede lugar à ciência náutica.</p>
<p>Em todas as fases, a contribuição portuguesa foi notável, especialmente durante os descobrimentos.</p>
<h3>7. Citação final</h3>
<p>Como disse Pedro Nunes, os portugueses “descobriram novas ilhas, novas terras, novos mares, novos povos; e o que mais é: novo céu, novas estreias”.</p>
<figure id="attachment_97528" aria-describedby="caption-attachment-97528" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97528" title="A nau portuguesa utilizada principalmente durante os séculos XV e XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau.jpg" alt="A nau portuguesa era um tipo de embarcação utilizada principalmente durante os séculos XV e XVI, época das Grandes Navegações. Caracterizava-se por seu casco robusto e grande capacidade de carga, sendo ideal para longas viagens oceânicas. As naus eram dotadas de vela latina e, posteriormente, de velas redondas, permitindo melhor navegação em diferentes ventos. Essas embarcações foram fundamentais para o comércio e a exploração marítima portuguesa, transportando mercadorias, pessoas e, em muitos casos, também escravizados." width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Nau-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97528" class="wp-caption-text">A nau portuguesa era um tipo de embarcação utilizada principalmente durante os séculos XV e XVI, época das Grandes Navegações. Caracterizava-se por seu casco robusto e grande capacidade de carga, sendo ideal para longas viagens oceânicas. As naus eram dotadas de vela latina e, posteriormente, de velas redondas, permitindo melhor navegação em diferentes ventos. Essas embarcações foram fundamentais para o comércio e a exploração marítima portuguesa, transportando mercadorias, pessoas e, em muitos casos, também escravizados.</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-a-navegacao-nos-seculos-xv-e-xvi/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; A navegação nos séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Onde se hospedar em Maceió: Dicas e Opções</title>
		<link>https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-maceio-dicas-e-opcoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Se você procura onde se hospedar em Maceió, saiba que a praia mais famosa da cidade é Pajuçara, conhecida pelas jangadas que levam às piscinas naturais, feirinha de artesanato, localização central e grande oferta de hotéis e restaurantes. A escolha do melhor local para se hospedar depende do que você [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-maceio-dicas-e-opcoes/">Onde se hospedar em Maceió: Dicas e Opções</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Se você procura onde se hospedar em Maceió, saiba que a praia mais famosa da cidade é Pajuçara, conhecida pelas jangadas que levam às piscinas naturais, feirinha de artesanato, localização central e grande oferta de hotéis e restaurantes.</p>
<p>A escolha do melhor local para se hospedar depende do que você quer: proximidade de passeios, sossego, infraestrutura turística ou economia.</p>
<p><strong>Para mais informações turísticas sobre Maceió, <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/" target="_blank" rel="noopener">confira o Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores</a>.</strong></p>
<h2 style="text-align: left;">Onde se hospedar em Maceió — bairros e praias: prós e contras</h2>
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<p>Se você procura onde se hospedar em Maceió, saiba que a praia mais famosa da cidade é Pajuçara, conhecida pelas jangadas que levam às piscinas naturais, feirinha de artesanato, localização central e grande oferta de hotéis e restaurantes.</p>
<p>A escolha do melhor local para se hospedar depende do que você quer: proximidade de passeios, sossego, infraestrutura turística ou economia.</p>
<p>Maceió tem praias e bairros com perfis bem distintos — desde orlas urbanas com vida noturna até trechos mais tranquilos e resorts.</p>
<h3>1. Praia de Pajuçara</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> localização central; ponto de saída das jangadas para as piscinas naturais (passeios diurnos muito procurados); feira de artesanato; grande oferta de hotéis e transportes.</li>
<li><strong>Contras:</strong> praia com trecho mais agitado e menos ideal para banho em mar aberto; muito movimentada/turística.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> 0 km</li>
<li><strong>Observação (marcação):</strong> A praia mais famosa de Maceió é a Praia de Pajuçara. Ponta Verde também é extremamente conhecida e muito visitada — Pajuçara costuma ser a referência turística principal.</li>
</ul>
<h3>2. Praia de Ponta Verde</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias bonitas e estruturadas; calçadão agradável; vida noturna; muitos restaurantes e comércio; acesso rápido às piscinas naturais via jangada desde Pajuçara.</li>
<li><strong>Contras:</strong> hospedagem e restaurantes geralmente mais caros; pode ficar cheio na alta temporada.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~1–2 km</li>
</ul>
<h3>3. Praia de Jatiúca</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> ambiente mais residencial e relativamente tranquilo; boa oferta de bares e restaurantes; orla urbana.</li>
<li><strong>Contras:</strong> trechos mais comerciais/ruidosos; menos opções de luxo que Ponta Verde.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~2–4 km</li>
</ul>
<h3>4. Praia de Ipioca</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias mais tranquilas e limpas; resorts e pousadas com maior contato com a natureza; boas opções para quem busca sossego.</li>
<li><strong>Contras:</strong> exigem carro/transfer para chegar; menos comércio e vida noturna imediata.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~18–25 km (varia conforme local exato)</li>
</ul>
<h3>5. Praia do Pontal da Barra</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> bairro histórico e típico; ambiente mais calmo; pontos turísticos locais (mirante, artesanato).</li>
<li><strong>Contras:</strong> praias nem sempre ideais para banho; infraestrutura turística mais limitada.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~3–5 km</li>
</ul>
<h3>6. Praia de Cruz das Almas</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> residencial, serviços locais e preços geralmente mais baixos; acesso razoável ao centro e orla.</li>
<li><strong>Contras:</strong> menos foco em turismo de praia; ambiente mais local.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~2–3 km</li>
</ul>
<h3>7. Praia do Francês em Marechal Deodoro</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias muito bonitas e bem estruturadas; ótimas para mar aberto; boas opções de pousadas e resorts.</li>
<li><strong>Contras:</strong> fora da cidade — necessário carro/transfer; ficam cheias na alta temporada.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~20–30 km (dependendo do trajeto)</li>
</ul>
<h3>8. Praia de Paripueira em Paripueira</h3>
<ul>
<li><strong>Observação:</strong> Paripueira é um município vizinho ao norte de Maceió — não fica dentro do município de Maceió, embora seja comum incluí-la em passeios a partir da cidade.</li>
<li><strong>Prós:</strong> piscinas naturais e praias calmas, muito procuradas por passeios de um dia.</li>
<li><strong>Contras:</strong> não é uma opção para &#8220;onde se hospedar em Maceió&#8221; por ficar fora do município; requer deslocamento.</li>
<li><strong>Distância até Pajuçara:</strong> ~25–35 km (dependendo do ponto)</li>
</ul>
<p><em>Observação:</em> distâncias são aproximadas e podem variar conforme o ponto exato no bairro e a rota escolhida.</p>
<figure id="attachment_13924" aria-describedby="caption-attachment-13924" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13924" title="Mapa das praias de Maceió em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al.jpg" alt="Mapa de Maceió" width="800" height="538" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al-768x517.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/04/mapa-maceio-al-82x55.jpg 82w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-13924" class="wp-caption-text">Mapa das praias de Maceió em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_64782" aria-describedby="caption-attachment-64782" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-64782 size-large" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/05/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64782" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97447" aria-describedby="caption-attachment-97447" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97447 size-large" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-1024x576.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97447" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97448" aria-describedby="caption-attachment-97448" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97448 size-large" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97448" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97457" aria-describedby="caption-attachment-97457" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97457 size-large" title="Praia de Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia de Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97457" class="wp-caption-text">Praia de Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97456" aria-describedby="caption-attachment-97456" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97456 size-large" title="Praia de Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1024x576.jpg" alt="Praia de Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceio-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97456" class="wp-caption-text">Praia de Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97438" aria-describedby="caption-attachment-97438" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97438 size-large" title="Farol da Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Farol da Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Ponta-Verde-em-Maceio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97438" class="wp-caption-text">Farol da Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97435" aria-describedby="caption-attachment-97435" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97435 size-large" title="Marco dos Corais em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-1024x576.jpg" alt="Marco dos Corais em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Marco-dos-Corais-em-Maceio-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97435" class="wp-caption-text">Marco dos Corais em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_15867" aria-describedby="caption-attachment-15867" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-15867 size-large" title="Praia de Jatiúca em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-1024x768.jpg" alt="Praia de Jatiúca em Maceió" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Jatiúca.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-15867" class="wp-caption-text">Praia de Jatiúca em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_69147" aria-describedby="caption-attachment-69147" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-69147 size-large" title="Praia de Ipioca em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1024x576.webp" alt="Praia de Ipioca em Alagoas" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1536x864.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-2048x1152.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69147" class="wp-caption-text">Praia de Ipioca em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97429" aria-describedby="caption-attachment-97429" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97429 size-large" title="Praia de Ipioca em Maceió - Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-1024x576.jpg" alt="Praia de Ipioca em Maceió - Alagoas" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Ipioca-em-Pratagy-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97429" class="wp-caption-text">Praia de Ipioca em Maceió &#8211; Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97444" aria-describedby="caption-attachment-97444" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97444 size-large" title="Praia do Pontal da Barra em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-1024x576.jpg" alt="Praia do Pontal da Barra em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-3.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97444" class="wp-caption-text">Praia do Pontal da Barra em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97445" aria-describedby="caption-attachment-97445" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97445 size-large" title="Praia de Cruz das Almas em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-1024x667.jpg" alt="Praia de Cruz das Almas em Maceió" width="800" height="521" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-1024x667.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-300x195.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-768x500.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3-800x521.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-de-Cruz-das-Almas-em-Maceio-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97445" class="wp-caption-text">Praia de Cruz das Almas em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97428" aria-describedby="caption-attachment-97428" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97428 size-large" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1024x576.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-do-Frances-em-Marechal-Deodoro.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97428" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23205" aria-describedby="caption-attachment-23205" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23205" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro AL" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23205" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_75272" aria-describedby="caption-attachment-75272" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-75272 size-large" title="Praia de Paripueira em Paripueira" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-1024x576.jpg" alt="Praia de Paripueira em Paripueira" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-2048x1152.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Praia-de-Paripueira-em-Paripueira-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75272" class="wp-caption-text">Praia de Paripueira em Paripueira</figcaption></figure>
<figure id="attachment_69152" aria-describedby="caption-attachment-69152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-69152 size-large" title="Praia de Paripueira em Paripueira" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-1024x683.jpg" alt="Praia de Paripueira em Alagoas" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Paripueira-em-Alagoas-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69152" class="wp-caption-text">Praia de Paripueira em Alagoas</figcaption></figure>
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		<title>Onde se hospedar em Salvador: Dicas Essenciais</title>
		<link>https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-salvador-dicas-essenciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Histórico]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Itapuã]]></category>
		<category><![CDATA[Ondina]]></category>
		<category><![CDATA[Pelourinho]]></category>
		<category><![CDATA[Pituaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Stella Maris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Opções de hospedagem em Salvador, Bahia Ao planejar sua estadia em Salvador, escolher o bairro certo faz toda a diferença para aproveitar ao máximo a cidade. Neste guia rápido você vai descobrir quais bairros combinam mais com quem busca praia, imersão cultural ou vida noturna — e receberá dicas práticas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-salvador-dicas-essenciais/">Onde se hospedar em Salvador: Dicas Essenciais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Opções de hospedagem em Salvador, Bahia</h2>
<p>Ao planejar sua estadia em Salvador, escolher o bairro certo faz toda a diferença para aproveitar ao máximo a cidade.</p>
<figure id="attachment_97350" aria-describedby="caption-attachment-97350" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97350" title="Mapa Turístico de Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia.webp" alt="Mapa Turístico de Salvador da Bahia" width="800" height="523" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia-300x196.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia-768x503.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia-84x55.webp 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-Turistico-de-Salvador-da-Bahia-800x523.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97350" class="wp-caption-text">Mapa Turístico de Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<p>Neste guia rápido você vai descobrir quais bairros combinam mais com quem busca praia, imersão cultural ou vida noturna — e receberá dicas práticas sobre localização, transporte e segurança para facilitar a escolha.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-salvador-dicas-essenciais/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" width="400" /></a></p>
<h3>1. Pelourinho (Centro Histórico)</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> rica oferta cultural (museus, igrejas, música ao vivo); arquitetura colonial; proximidade de atrações turísticas; experiência autêntica.</li>
<li><strong>Contras:</strong> ruas de pedra e íngremes; pode ser barulhento à noite; segurança variável em algumas áreas; pouca proximidade de praia.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> 0 km — você já está lá.</li>
</ul>
<h3>2. Barra</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias (Porto da Barra), pôr do sol no Farol da Barra; muitos bares e restaurantes; boa infraestrutura turística; ótimo para famílias; perto do circuito do Carnaval.</li>
<li><strong>Contras:</strong> caro/cheio na alta temporada; trânsito e estacionamento complicados; áreas barulhentas à noite.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~6 km — 15–25 min.</li>
</ul>
<h3>3. Ondina</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias, acesso ao calçadão, boa oferta de hotéis; próximo à Barra; bom para famílias e turismo.</li>
<li><strong>Contras:</strong> pode ser barulhento em trechos turísticos; estacionamento limitado.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~5 km — 15–20 min.</li>
</ul>
<h3>4. Rio Vermelho</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> vida noturna intensa, bares e restaurantes renomados; ambiente boêmio.</li>
<li><strong>Contras:</strong> barulho à noite; menos praias próprias para banho em comparação com Barra; trânsito/estacionamento limitado.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~8–10 km — 20–30 min.</li>
</ul>
<h3>5. Itapuã</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias mais calmas e menos turísticas; ambiente tranquilo e contato com a natureza.</li>
<li><strong>Contras:</strong> mais afastado do centro e atrações; menos serviços e vida noturna; deslocamento mais longo.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~14–16 km — 30–45 min.</li>
</ul>
<h3>6. Stella Maris</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> praias e infraestrutura para quem busca sossego; ambiente residencial.</li>
<li><strong>Contras:</strong> distante do centro histórico; menos opções culturais e gastronômicas; transporte público mais limitado.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~18–20 km — 35–50 min.</li>
</ul>
<h3>7. Pituaçu / Costa Azul</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> resorts e hotéis com estrutura (piscinas, áreas de lazer); bom para famílias que buscam conforto.</li>
<li><strong>Contras:</strong> mais distante do Pelourinho; poucas atrações culturais a curta distância; transporte público limitado.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~10–12 km — 25–35 min.</li>
</ul>
<h3>8. Comércio / Cidade Baixa</h3>
<ul>
<li><strong>Prós:</strong> localização central e funcional; proximidade de serviços, comércios e transporte (terminal marítimo/ferry); bom para quem vem a trabalho.</li>
<li><strong>Contras:</strong> área mais urbana e menos charmosa; pode ser movimentada e barulhenta; distante das praias mais bonitas a pé.</li>
<li><strong>Distância até o Pelourinho:</strong> ~1–3 km — 5–15 min (a pé ~10–25 min dependendo do ponto).</li>
</ul>
<figure id="attachment_97351" aria-describedby="caption-attachment-97351" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97351 size-large" title="Mapa dos bairros de Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-1024x967.png" alt="Mapa dos bairros de Salvador da Bahia" width="800" height="755" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-1024x967.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-300x283.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-768x725.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-58x55.png 58w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-1536x1450.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia-800x755.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Mapa-dos-bairros-de-Salvador-da-Bahia.png 1994w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97351" class="wp-caption-text">Mapa dos bairros de Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97340" aria-describedby="caption-attachment-97340" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97340" title="Pelourinho em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador.jpg" alt="Pelourinho em Salvador" width="800" height="492" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador-300x184.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador-768x472.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Pelourinho-em-Salvador-800x492.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97340" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97342" aria-describedby="caption-attachment-97342" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97342 size-large" title="Bairro da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-1024x748.jpg" alt="Bairro da Barra em Salvador" width="800" height="584" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-1024x748.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-300x219.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-768x561.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador-800x585.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-da-Barra-em-Salvador.jpg 1400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97342" class="wp-caption-text">Bairro da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97343" aria-describedby="caption-attachment-97343" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97343" title="Orla do bairro de Ondina em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador.jpg" alt="Orla do bairro de Ondina em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Orla-do-bairro-de-Ondina-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97343" class="wp-caption-text">Orla do bairro de Ondina em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23522" aria-describedby="caption-attachment-23522" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23522 size-full" title="Bairro do Rio Vermelho em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA.jpg" alt="Bairro Rio Vermelho em Salvador BA" width="770" height="353" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA.jpg 770w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA-300x138.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA-768x352.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/08/Bairro-Rio-Vermelho-em-Salvador-BA-120x55.jpg 120w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23522" class="wp-caption-text">Bairro do Rio Vermelho em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97344" aria-describedby="caption-attachment-97344" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97344 size-large" title="Bairro de Itapuã em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-1024x683.webp" alt="Bairro de Itapuã em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/bairro-de-Itapua-em-Salvador.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97344" class="wp-caption-text">Bairro de Itapuã em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97345" aria-describedby="caption-attachment-97345" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97345 size-full" title="Bairro de Stella Maris em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador.jpg" alt="Bairro de Stella Maris em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Stella-Maris-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97345" class="wp-caption-text">Bairro de Stella Maris em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97346" aria-describedby="caption-attachment-97346" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97346 size-large" title="Bairro de Pituaçu em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-1024x746.jpg" alt="Bairro de Pituaçu em Salvador" width="800" height="583" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-1024x746.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-300x219.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-768x560.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador-800x583.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Bairro-de-Pituacu-em-Salvador.jpg 1282w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97346" class="wp-caption-text">Bairro de Pituaçu em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97347" aria-describedby="caption-attachment-97347" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97347 size-large" title="Cidade Baixa em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-1024x576.jpg" alt="Cidade Baixa em Salvador" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Cidade-Baixa-em-Salvador.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97347" class="wp-caption-text">Cidade Baixa em Salvador</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/onde-se-hospedar-em-salvador-dicas-essenciais/">Onde se hospedar em Salvador: Dicas Essenciais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expansão Marítima de Portugal – Os Portugueses na América do Norte</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-os-portugueses-na-america-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 07:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os Portugueses na América do Norte A presença portuguesa na América do Norte remonta aos séculos XV e XVI, um período marcado por intensas explorações marítimas. Motivados pela busca de novas rotas comerciais e pelo desejo de expandir o conhecimento geográfico, os navegadores portugueses foram pioneiros em diversas áreas do [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-os-portugueses-na-america-do-norte/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Os Portugueses na América do Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Os Portugueses na América do Norte</h2>
<p>A presença portuguesa na América do Norte remonta aos séculos XV e XVI, um período marcado por intensas explorações marítimas.</p>
<p>Motivados pela busca de novas rotas comerciais e pelo desejo de expandir o conhecimento geográfico, os navegadores portugueses foram pioneiros em diversas áreas do continente.</p>
<p>Neste texto, exploramos as principais expedições realizadas por portugueses na região, destacando seus feitos e as contribuições significativas para a história da exploração marítima.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-os-portugueses-na-america-do-norte/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Portugals-Maritime-Expansion-The-Portuguese-in-North-America-1-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Explorações Iniciais</h3>
<p>As explorações marítimas portuguesas também chegaram à América do Norte.</p>
<p>Em 1474, João Vaz Côrte-Real e Álvaro Martins Homem foram recompensados por suas viagens à Terra do Bacalhau, que corresponde à Ilha da Terra Nova, provavelmente acompanhados por navegadores dinamarqueses.</p>
<p>Hoje, a Ilha da Terra Nova é conhecida como Ilha de Newfoundland, que faz parte da província de Newfoundland e Labrador, no Canadá.</p>
<h3>2. Viagens Antes de Colombo</h3>
<p>No início de 1492, antes de Cristóvão Colombo, partiram o açoriano João Fernandes, conhecido como Lavrador, e Pedro de Barcelos, em uma jornada de três anos que os levou à Groenlândia.</p>
<h3>3. Cronologia das Explorações Portuguesas</h3>
<ul>
<li><strong>1474</strong>: João Vaz Côrte-Real e Álvaro Martins Homem são recompensados por suas viagens à Terra do Bacalhau, a Ilha da Terra Nova ou seja a Ilha de Newfoundland.</li>
<li><strong>1492</strong>: João Fernandes e Pedro de Barcelos partem em uma jornada que os leva à Groenlândia.</li>
<li><strong>1497</strong>: João Caboto realiza sua expedição a serviço da Inglaterra, chegando à costa da Terra Nova.</li>
<li><strong>1500</strong>: Gaspar Côrte-Real, autorizado por D. Manuel I, explora a região da Terra Nova e Labrador.</li>
<li><strong>1502</strong>: Gaspar Côrte-Real retoma suas explorações, mas tanto ele quanto seu irmão Miguel não regressam.</li>
<li><strong>1520</strong>: João Álvares Fagundes explora terras do Canadá.</li>
<li><strong>1525</strong>: Estêvão Gomes visita as costas do nordeste dos atuais Estados Unidos.</li>
<li><strong>1542</strong>: João Rodrigues Cabrilho descobre as costas da Califórnia, a serviço da Espanha.</li>
</ul>
<h3>4. Gaspar Côrte-Real e suas Explorações</h3>
<p>Em 1500, autorizado por D. Manuel I, Gaspar Côrte-Real explorou a mesma região, retornando no ano seguinte e alcançando o que hoje conhecemos como Lavrador e Terra Nova.</p>
<p>As explorações foram retomadas em 1502, mas tanto Gaspar quanto seu irmão Miguel não regressaram.</p>
<h3>5. Outras Explorações Portuguesas</h3>
<p>Mais tarde, outros navegadores portugueses também deixaram sua marca na América do Norte.</p>
<p>João Álvares Fagundes explorou terras do Canadá; Estêvão Gomes visitou as costas do nordeste dos atuais Estados Unidos; e João Rodrigues Cabrilho, um português a serviço da Espanha, descobriu as costas da Califórnia, no oceano Pacífico.</p>
<p>Essa sequência de expedições não apenas ampliou o conhecimento geográfico da época, mas também estabeleceu laços duradouros entre Portugal e as terras do Novo Mundo.</p>
<figure id="attachment_97306" aria-describedby="caption-attachment-97306" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97306 size-large" title="Mapa da América do Norte de 1593" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-1024x748.jpg" alt="Map of North America from 1593 - This very rare map is the second printed map of the North American continent, following the smaller Forlani map of 1565. It was issued in Cornelis de Jode's Speculum Orbis Terrae in 1593, which was a revised edition of an earlier atlas published by his father Gerard in 1578. The present map was one of the several new engravings in Cornelis' work. While the atlas did not have much commercial success, de Jode's maps are often regarded as superior in both design and cartographic detail to his more successful competitor, Abraham Ortelius. Cartographically, the map is based upon Petrus Plancius' eighteen sheet world map of 1592 for the outline of North America. With only a few exceptions, the place names also directly follow Plancius' work. The map is notable for incorporating some of the concepts published in Theodore de Bry's Grand Voyages from 1590, including maps by John White and Jacques Le Moyne. Despite this new information, the Chesapeake Bay is placed too far north at a latitude equivalent to present-day Boston, while Virginia is north of C. de las Arenas (Cape Cod). These misplacements pushed the entire coastline too far to the north, and Norombega (New England) extends in an east-west direction between Chesepoc Sinus and the St. Lawrence River. To the north of the North American landmass is a prominent depiction of a Northwest Passage with a large mythical Lago de Conibas emptying into it. In the southwest, the seven cities of Cibola are situated next to an unnamed lake along with a note about Marcus Niza. The map is beautifully embellished with de Jode's distinct style, and is further decorated by a cartouche featuring six Virginia natives (per John White) and a vignette depicting the attack on Martin Frobisher's ship. Dedication to Theodor Echter at top left. There was only one edition of the Speculum produced, making this map quite rare on the market. The present example has a blank verso, and Burden notes that de Jode was selling this map both in the atlas and as a separate sheet. Wagner also states that examples occur without text. Publication: Speculum Orbis Terrae. The Second Printed Map of the North American Continent &quot;Americae Pars Borealis, Florida, Baccalaos, Canada, Corterealis&quot;, Jode, Cornelis de" width="800" height="584" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-1024x748.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-300x219.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-768x561.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-1536x1122.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-2048x1496.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1593-800x584.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97306" class="wp-caption-text">Mapa da América do Norte de 1593</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97305" aria-describedby="caption-attachment-97305" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97305 size-large" title="Mapa da América do Norte de 1574" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-1024x791.jpg" alt="Map of North America from 1574 Second state of Ruscelli's map based on Giacomo Gastaldi's map of 1548, which combined data from the Verrazano and Cartier voyages to create the first printed map devoted to the East Coast of North America. The nomenclature and cartography are unchanged, with the exception of the depiction of the Hudson and St. Lawrence Rivers (unnamed), which are shown connected upriver, a notion he borrowed from Ramusio. This is one of the first obtainable maps of the region and one of the first to name Bermuda. Engraved on copper by Giulio and Livio Sanuto in the unmistakable Italian style. &quot;Tierra Nueva&quot;, Ruscelli, Girolamo. North America Period: 1574 (circa)" width="800" height="618" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-1024x791.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-300x232.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-768x593.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-1536x1186.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-2048x1582.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-North-America-from-1574-800x618.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97305" class="wp-caption-text">Mapa da América do Norte de 1574</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-os-portugueses-na-america-do-norte/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Os Portugueses na América do Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>As 3 praias mais paradisíacas da Bahia</title>
		<link>https://bahia.ws/as-3-praias-mais-paradisiacas-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 19:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Bahia guarda alguns dos cenários litorâneos mais deslumbrantes do Brasil: praias onde falésias coloridas se misturam a areias brancas, recifes formam piscinas naturais de água cristalina e rios desembocam no mar entre coqueirais e trilhas selvagens. Das enseadas isoladas com pouca infraestrutura às faixas de areia perfeitas para snorkel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Bahia guarda alguns dos cenários litorâneos mais deslumbrantes do Brasil: praias onde falésias coloridas se misturam a areias brancas, recifes formam piscinas naturais de água cristalina e rios desembocam no mar entre coqueirais e trilhas selvagens.</p>
<p>Das enseadas isoladas com pouca infraestrutura às faixas de areia perfeitas para snorkel e contemplação, cada praia oferece uma combinação única de beleza, natureza preservada e experiências autênticas.</p>
<p>A seguir, descubra algumas das mais paradisíacas da Bahia — destinos que convidam a desacelerar, reconectar-se com o mar e colecionar memórias inesquecíveis.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/as-3-praias-mais-paradisiacas-da-bahia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>As 3 praias mais paradisíacas da Bahia</h2>
<h3><strong>Praia do Espelho (<a href="https://bahia.ws/guia-turismo-trancoso-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Trancoso</a> / <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-caraiva-e-parque-nacional-de-monte-pascoal/" target="_blank" rel="noopener">Caraíva</a>)</strong></h3>
<p><strong>Praia do Espelho</strong>, no município de Porto Seguro, é um verdadeiro cartão‑postal do sul da Bahia. Cercada por falésias coloridas, suas águas cristalinas formam piscinas naturais perfeitas para mergulho e compõem um cenário que convida a desacelerar, explorar e registrar cada detalhe dessa beleza quase intocada.</p>
<h3>Taipu de Fora (<a href="https://bahia.ws/guia-turismo-marau-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Península de Maraú</a>)</h3>
<p><strong>Taipus de Fora</strong>, na Península de Maraú, na Bahia, é um espetáculo de águas cristalinas e piscinas naturais formadas sobre recifes de corais — o cenário perfeito para mergulho, snorkel e fotos inesquecíveis.</p>
<p>Venha na maré baixa para flutuar entre peixinhos coloridos, aproveitar o sol e sentir a paz deste paraíso, que une beleza selvagem e tranquilidade.</p>
<h3>Jeribucaçu (<a href="https://bahia.ws/guia-turismo-itacare-costa-do-cacau/" target="_blank" rel="noopener">Itacaré</a>)</h3>
<p><strong>Descubra Jeribucaçu</strong>, em Itacaré, na Bahia: uma praia selvagem entre rios e a Mata Atlântica, com piscinas naturais, coqueiros e um mar que convida a relaxar ou se aventurar. Caminhe pela trilha, sinta a água cristalina e registre cada pôr do sol inesquecível.</p>
<figure id="attachment_64164" aria-describedby="caption-attachment-64164" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-64164 size-large" title="Praia do Espelho - Trancoso - Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-1024x537.jpg" alt="Praia do Espelho - Trancoso - Bahia" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-1024x537.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-300x157.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-105x55.jpg 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-1536x805.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso-800x420.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-do-Espelho-Trancoso.jpg 1640w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64164" class="wp-caption-text">Praia do Espelho &#8211; Trancoso &#8211; Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_51158" aria-describedby="caption-attachment-51158" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-51158" title="Piscinas naturais de Taipu de Fora, Maraú" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau.jpg" alt="Piscinas naturais de Taipu de Fora, Maraú" width="800" height="435" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau.jpg 828w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau-300x163.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau-768x417.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau-101x55.jpg 101w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Piscinas-naturais-de-Taipu-de-Fora-Marau-800x435.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-51158" class="wp-caption-text">Piscinas naturais de Taipu de Fora, Maraú</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97289" aria-describedby="caption-attachment-97289" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97289 size-large" title="Praia de Jeribucaçu em Itacaré - Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-1024x576.jpg" alt="Praia de Jeribucaçu em Itacaré - Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Snapshot.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97289" class="wp-caption-text">Praia de Jeribucaçu em Itacaré &#8211; Bahia</figcaption></figure>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal  – O descobrimento do caminho marítimo para a Índia</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-o-descobrimento-do-caminho-maritimo-para-a-india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 12:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O descobrimento do caminho marítimo para a Índia foi um marco decisivo na era das grandes navegações. No final do século XV, a procura por rotas comerciais diretas para as ricas terras orientais tornou-se prioridade para as potências europeias, sobretudo Portugal. Movidos pela crescente demanda por especiarias e produtos exóticos, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-o-descobrimento-do-caminho-maritimo-para-a-india/">Expansão Marítima de Portugal  &#8211; O descobrimento do caminho marítimo para a Índia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O descobrimento do caminho marítimo para a Índia foi um marco decisivo na era das grandes navegações. No final do século XV, a procura por rotas comerciais diretas para as ricas terras orientais tornou-se prioridade para as potências europeias, sobretudo Portugal.</p>
<p>Movidos pela crescente demanda por especiarias e produtos exóticos, os navegadores portugueses, estimulados por monarcas como D. João II, dedicaram‑se a mapear rotas marítimas que rompessem o monopólio comercial mantido por italianos e muçulmanos.</p>
<p>A expedição de Vasco da Gama, que chegou a Calecute em 1498, foi um dos pontos culminantes desse esforço: além de criar uma nova rota entre Europa e Ásia, inaugurou a presença portuguesa no Oceano Índico.</p>
<p>A conquista de pontos estratégicos na costa africana e na Ásia permitiu a transferência direta de mercadorias valiosas para Portugal, transformando‑o numa potência marítima e alterando profundamente o panorama comercial e cultural global.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-o-descobrimento-do-caminho-maritimo-para-a-india/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Portugals-Maritime-Expansion-The-discovery-of-the-sea-route-to-India-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>O descobrimento do caminho marítimo para a Índia</h2>
<h3>1. Contexto das explorações</h3>
<p>D. João II enviou emissários — como Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva — à África e à Ásia para obter informações sobre o acesso oceânico às regiões orientais, então alcançadas apenas por rotas mistas (terrestres e marítimas) controladas por italianos e muçulmanos.</p>
<h3>2. Investigações e preparativos</h3>
<p>Com as informações obtidas e as explorações da costa africana, Portugal reuniu os elementos necessários para seguir um caminho marítimo direto.</p>
<p>A chegada de Cristóvão Colombo à Europa e a subsequente confirmação de que ele havia encontrado um novo continente (e não um atalho para as Índias) levou a negociações entre Portugal e Espanha e reforçou a política portuguesa de sigilo e de expedições discretas, hoje pouco documentadas.</p>
<h3>3. A rota descoberta e suas consequências</h3>
<p>Em 1497–1498, já sob o reinado de Dom Manuel I, a pequena frota de Vasco da Gama contornou o Cabo da Boa Esperança e alcançou Calecute.</p>
<p>Isso possibilitou o escoamento direto para Portugal do valioso comércio de especiarias e outros produtos orientais e marcou o início da ocupação portuguesa de pontos estratégicos na Índia e no estreito de Ormuz.</p>
<h3>4. Desdobramentos e ocupações</h3>
<p>Ao longo do século, os portugueses estabeleceram feitorias e fortalezas ao longo da costa africana e na Ásia — incluindo São Jorge da Mina, Ormuz e outras posições estratégicas — consolidando uma rota marítima estável entre Europa e Oriente.</p>
<h3>5. Avanços na costa africana</h3>
<p>Durante os reinados de D. Afonso V e, principalmente, de D. João II, a exploração da costa ocidental africana avançou.</p>
<p>Capitães como Diogo Cão e Bartolomeu Dias ultrapassaram o Congo e, em 1488, contornaram o Cabo das Tormentas — renomeado Cabo da Boa Esperança — abrindo a perspectiva concreta de um caminho totalmente marítimo para a Índia.</p>
<figure id="attachment_97266" aria-describedby="caption-attachment-97266" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97266 size-large" title="A partida de Vasco da Gama para a Índia em 1497" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-1024x676.jpg" alt="A partida de Vasco da Gama para a Índia em 1497" width="800" height="528" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-1024x676.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-300x198.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-768x507.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497-800x528.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/A-partida-de-Vasco-da-Gama-para-a-India-em-1497.jpg 1224w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97266" class="wp-caption-text">A partida de Vasco da Gama para a Índia em 1497</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97262" aria-describedby="caption-attachment-97262" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Indian-Ocean-from-1650-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97262 size-large" title="Mapa do Oceano Índico de 1650 " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Indian-Ocean-from-1650-1024x819.jpg" alt="Map of Indian Ocean from 1650 (circa) - Chart of the Indian Ocean, from the Cape of Good Hope and the Arabian Sea to the Malay Archipelago, Japan and Korea, which is noted here as an island. China is dominated by several large, spurious lakes. Western Australia is nearly complete, but the Cape York peninsula is assumed to be part of New Guinea. Although this map was first printed in 1650, it includes only the discoveries made up to 1628. &quot;Mar di India&quot;, Jansson, Jan" width="800" height="640" /></a><figcaption id="caption-attachment-97262" class="wp-caption-text">Mapa do Oceano Índico de 1650 (aproximadamente) &#8211; Carta do Oceano Índico, desde o Cabo da Boa Esperança e o Mar Arábico até ao Arquipélago Malaio, Japão e Coreia, que aqui é indicado como uma ilha. A China é dominada por vários lagos grandes e espúrios. A Austrália Ocidental está quase completa, mas presume-se que a península do Cabo York faça parte da Nova Guiné. Embora este mapa tenha sido impresso pela primeira vez em 1650, inclui apenas as descobertas feitas até 1628.<br />“Mar di India”, Jansson, Jan</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97261" aria-describedby="caption-attachment-97261" style="width: 742px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97261 size-large" title="Vasco da Gama" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-742x1024.webp" alt="Vasco da Gama" width="742" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-742x1024.webp 742w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-217x300.webp 217w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-768x1060.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-40x55.webp 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama-800x1104.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vasco-da-Gama.webp 1113w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97261" class="wp-caption-text">Vasco da Gama</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-o-descobrimento-do-caminho-maritimo-para-a-india/">Expansão Marítima de Portugal  &#8211; O descobrimento do caminho marítimo para a Índia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mapa da Europa de 1644: Um Clássico da Cartografia</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-europa-de-1644-um-classico-da-cartografia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 05:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da Europa de 1644 (aproximadamente) Este mapa clássico da Europa é apresentado no estilo carte-de-figures com vinhetas em três lados. A faixa superior tem nove vistas aéreas de Amsterdã, Praga, Constantinopla, Veneza, Roma, Paris, Londres, Toledo e Lisboa. As bordas laterais contêm os trajes dos nobres e nobres de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-europa-de-1644-um-classico-da-cartografia/">Mapa da Europa de 1644: Um Clássico da Cartografia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_97222" aria-describedby="caption-attachment-97222" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97222" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg" alt="Map of Europe from 1644 (circa) This classic map of Europe is presented in the carte-de-figures style with vignettes on three sides. The upper frieze has nine bird's-eye views of Amsterdam, Prague, Constantinople, Venice, Rome, Paris, London, Toledo and Lisbon. The side borders contain the costumes of the noblemen and women of ten European nations. The map is embellished with sailing ships, sea monsters, bears and Neptune riding a dolphin and holding his trident. A beautiful map produced at the height of the Golden Age of Dutch mapmaking; it was included in the first volume of Blaeu's magnificent atlas. Latin text on verso, published between 1644-55. Publication: Theatrum Orbis Terrarum - Blaeu's Carte-a-Figures Map of Europe - &quot;Europa Recens Descripta&quot;, Blaeu, Willem" width="2560" height="2196" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-300x257.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-1024x878.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-768x659.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-1536x1318.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-2048x1757.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-800x686.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97222" class="wp-caption-text">Mapa da Europa de 1644 (aproximadamente) &#8211; Este mapa clássico da Europa é apresentado no estilo carte-de-figures, com vinhetas em três lados. O friso superior tem nove vistas aéreas de Amsterdã, Praga, Constantinopla, Veneza, Roma, Paris, Londres, Toledo e Lisboa. As bordas laterais contêm os trajes dos nobres e das mulheres de dez nações europeias. O mapa é embelezado com navios à vela, monstros marinhos, ursos e Netuno montado em um golfinho e segurando seu tridente. Um belo mapa produzido no auge da Idade de Ouro da cartografia holandesa; foi incluído no primeiro volume do magnífico atlas de Blaeu. Texto em latim no verso, publicado entre 1644-55.<br />Publicação: Theatrum Orbis Terrarum &#8211; Mapa Carte-a-Figures da Europa de Blaeu &#8211; “Europa Recens Descripta”, Blaeu, Willem</figcaption></figure>
<h3>Mapa da Europa de 1644 (aproximadamente)</h3>
<p>Este mapa clássico da Europa é apresentado no estilo carte-de-figures com vinhetas em três lados. A faixa superior tem nove vistas aéreas de Amsterdã, Praga, Constantinopla, Veneza, Roma, Paris, Londres, Toledo e Lisboa.</p>
<p>As bordas laterais contêm os trajes dos nobres e nobres de dez nações europeias. O mapa é embelezado com veleiros, monstros marinhos, ursos e Netuno montado em um golfinho e segurando seu tridente.</p>
<p>Um belo mapa produzido no auge da Idade de Ouro da cartografia holandesa; foi incluído no primeiro volume do magnífico atlas de Blaeu. Texto em latim no verso, publicado entre 1644-55.</p>
<p>Publicação: Theatrum Orbis Terrarum &#8211; Mapa Carte-a-Figures da Europa de Blaeu &#8211; “Europa Recens Descripta”, Blaeu, Willem</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-europa-de-1644-um-classico-da-cartografia/">Mapa da Europa de 1644: Um Clássico da Cartografia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal – Exploração da costa ocidental da África</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-exploracao-da-costa-ocidental-da-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 19:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A exploração da costa ocidental africana foi um marco na expansão marítima portuguesa nos séculos XV e XVI, impulsionada por motivações econômicas, estratégicas e científicas. A iniciativa de Dom Henrique e as expedições de navegadores como Gil Eanes, Diogo Cão e Bartolomeu Dias abriram novas rotas e estabeleceram feitorias. Essas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-exploracao-da-costa-ocidental-da-africa/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Exploração da costa ocidental da África</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A exploração da costa ocidental africana foi um marco na expansão marítima portuguesa nos séculos XV e XVI, impulsionada por motivações econômicas, estratégicas e científicas.</p>
<p>A iniciativa de Dom Henrique e as expedições de navegadores como Gil Eanes, Diogo Cão e Bartolomeu Dias abriram novas rotas e estabeleceram feitorias.</p>
<p>Essas viagens prepararam o caminho para a ligação marítima com a Índia e alteraram profundamente as redes comerciais e geopolíticas da época, consolidando a presença portuguesa ao longo da costa africana e influenciando os rumos das navegações ultramarinas.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-exploracao-da-costa-ocidental-da-africa/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Expansao-Maritima-de-Portugal-Exploracao-da-costa-ocidental-da-Africa-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>Exploração da costa ocidental da África</h2>
<h3>1. Início das navegações — Dom Henrique (1434)</h3>
<p>Dom Henrique deu início à exploração da costa ocidental da África ao ordenar que seu auxiliar Gil Eanes dobrasse o Cabo Bojador (1434).</p>
<p>A seguir, gradativamente, seus capitães atingiram o Cabo Branco, a foz do rio Senegal, o Cabo Verde, a Gâmbia, Serra Leoa e o Cabo das Palmas.</p>
<h3>2. Continuidade e dificuldades — Dom Afonso V (meados do século XV)</h3>
<p>Após a morte do Infante, os descobrimentos prosseguiram até a Guiné e ilhas próximas, ainda no reinado de Dom Afonso V.</p>
<p>No entanto, em consequência de uma guerra com Castela, Leão e Aragão, esse rei foi obrigado a reconhecer a soberania espanhola sobre as Canárias.</p>
<h3>3. Novo impulso e descobertas — Dom João II (final do século XV)</h3>
<p>Dom João II, filho e sucessor, deu novo e grande impulso à exploração do que faltava conhecer na costa oeste da África. Começou por ordenar a fundação, por Diogo de Azambuja, da feitoria e fortaleza de São Jorge da Mina.</p>
<p>Seus capitães Diogo Cão e Bartolomeu Dias alcançaram, respectivamente, pontos além do Congo e do Cabo das Tormentas.</p>
<p>Este último, atingido em 1488, passou a chamar‑se Cabo da Boa Esperança, já que a mudança de direção do litoral sul‑africano tornava plausível o descobrimento de um caminho marítimo para a Índia.</p>
<figure id="attachment_97222" aria-describedby="caption-attachment-97222" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97222" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg" alt="Map of Europe from 1644 (circa) This classic map of Europe is presented in the carte-de-figures style with vignettes on three sides. The upper frieze has nine bird's-eye views of Amsterdam, Prague, Constantinople, Venice, Rome, Paris, London, Toledo and Lisbon. The side borders contain the costumes of the noblemen and women of ten European nations. The map is embellished with sailing ships, sea monsters, bears and Neptune riding a dolphin and holding his trident. A beautiful map produced at the height of the Golden Age of Dutch mapmaking; it was included in the first volume of Blaeu's magnificent atlas. Latin text on verso, published between 1644-55. Publication: Theatrum Orbis Terrarum - Blaeu's Carte-a-Figures Map of Europe - &quot;Europa Recens Descripta&quot;, Blaeu, Willem" width="2560" height="2196" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-300x257.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-1024x878.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-768x659.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-1536x1318.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-2048x1757.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Blaeus-Carte-a-Figures-Map-of-Europe-800x686.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97222" class="wp-caption-text">Mapa da Europa de 1644 (aproximadamente) &#8211; Este mapa clássico da Europa é apresentado no estilo carte-de-figures, com vinhetas em três lados. O friso superior tem nove vistas aéreas de Amsterdã, Praga, Constantinopla, Veneza, Roma, Paris, Londres, Toledo e Lisboa.<br />As bordas laterais contêm os trajes dos nobres e nobres de dez nações europeias. O mapa é embelezado com navios à vela, monstros marinhos, ursos e Netuno montado em um golfinho e segurando seu tridente.<br />Um belo mapa produzido no auge da Idade de Ouro da cartografia holandesa; foi incluído no primeiro volume do magnífico atlas de Blaeu. Texto em latim no verso, publicado entre 1644-55.<br />Publicação: Theatrum Orbis Terrarum &#8211; Mapa Carte-a-Figures da Europa de Blaeu &#8211; “Europa Recens Descripta”, Blaeu, Willem</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-exploracao-da-costa-ocidental-da-africa/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Exploração da costa ocidental da África</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal – Descobrimento das Ilhas do Atlântico</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-descobrimento-das-ilhas-do-atlantico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 07:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As ilhas atlânticas — Madeira, Porto Santo, Açores e Cabo Verde — desempenharam papel central nos primórdios da expansão marítima portuguesa. Este texto apresenta sua descoberta, o modelo de exploração adotado, as atividades econômicas implantadas e as consequências demográficas que levaram à emigração para o continente e para o Brasil. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-descobrimento-das-ilhas-do-atlantico/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Descobrimento das Ilhas do Atlântico</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As ilhas atlânticas — Madeira, Porto Santo, Açores e Cabo Verde — desempenharam papel central nos primórdios da expansão marítima portuguesa.</p>
<p>Este texto apresenta sua descoberta, o modelo de exploração adotado, as atividades econômicas implantadas e as consequências demográficas que levaram à emigração para o continente e para o Brasil.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-descobrimento-das-ilhas-do-atlantico/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Expansao-Maritima-de-Portugal-Descobrimento-das-Ilhas-do-Atlantico-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>As Ilhas Atlânticas: primórdios da expansão portuguesa</h2>
<h3>1. Descoberta e colonização</h3>
<p>Ainda em vida de Dom Henrique, sob seu impulso e o da Ordem de Cristo, foram descobertas e colonizadas as ilhas da Madeira, Porto Santo e o arquipélago dos Açores.</p>
<h3>2. Sistema de exploração — capitanias hereditárias</h3>
<p>Adotou‑se, para a exploração por particulares, o sistema das capitanias hereditárias, posteriormente aplicado também no Brasil.</p>
<h4>O que é o sistema das capitanias hereditárias?</h4>
<p>O sistema das capitanias hereditárias foi um regime de colonização e administração territorial usado por Portugal (principalmente no Brasil) a partir do século XVI. A Coroa dividia o território em faixas e as concedia a particulares chamados capitães-donatários.</p>
<h5>Como funcionava</h5>
<ul>
<li><strong>Organização:</strong> Território dividido em capitanias entregues a donatários, transmitidas por herança.</li>
<li><strong>Direitos dos donatários:</strong> Receber terras, distribuir sesmarias, explorar recursos, arrecadar tributos locais, nomear oficiais e exercer autoridade administrativa e judiciária em nome da Coroa.</li>
<li><strong>Obrigações:</strong> Povoar e defender a capitania, promover a agricultura e o desenvolvimento, e prestar contas à Coroa.</li>
<li><strong>Objetivo:</strong> Descentralizar custos e responsabilidades, atrair investimentos privados e acelerar a ocupação do território.</li>
<li><strong>Problemas e resultados:</strong> Muitas capitanias fracassaram por falta de recursos, conflitos com indígenas e isolamento, o que levou à criação do Governo-Geral no Brasil (1549). Algumas, porém, prosperaram (ex.: Pernambuco).</li>
</ul>
<p><strong>Observações</strong></p>
<p>O sistema também teve variantes em ilhas atlânticas (Madeira, Açores) sob a forma de donatarias.</p>
<h3>3. Povoamento e atividades econômicas</h3>
<p>Por serem originalmente desertas, as ilhas precisaram ser povoadas. Nelas introduziram‑se a cultura da cana‑de‑açúcar e a criação de gado. Esses elementos econômicos e populacionais foram também levados do arquipélago da Madeira e das ilhas de Cabo Verde para o Brasil; as ilhas de Cabo Verde foram exploradas no mesmo ano da morte do Infante.</p>
<h3>4. Superpopulação e emigração</h3>
<p>Quando os Açores se tornaram superpovoados e sofreram com erupções vulcânicas e estiagens prolongadas, muitos habitantes emigraram para Portugal.</p>
<figure id="attachment_97134" aria-describedby="caption-attachment-97134" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97134 size-large" title="Mapa dos Açores de 1584" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-1024x750.jpg" alt="Map of the Azores from 1584 - Map of the Azores based on the cartography of Luis Teixeira. The islands are shown in good detail and the map is richly embellished with three large ornate cartouches, a title banner, sailing ships and a sea monster. &quot;Acores Insulae&quot;, Ortelius, Abraham. Publication: Theatrum Orbis" width="800" height="586" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-1024x750.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-300x220.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-768x562.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-1536x1124.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-2048x1499.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-800x586.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97134" class="wp-caption-text">Mapa dos Açores de 1584 &#8211; Mapa dos Açores baseado na cartografia de Luís Teixeira. As ilhas são apresentadas com grande detalhe e o mapa é ricamente decorado com três grandes cartuchos ornamentados, uma faixa com o título, navios à vela e um monstro marinho. “Acores Insulae”, Ortelius, Abraham. Publicação: Theatrum Orbis</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97138" aria-describedby="caption-attachment-97138" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97138 size-large" title="Map of the Cape Verde Islands, 1697" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-1024x901.jpg" alt="Map of the Cape Verde Islands, 1697 - A large copper engraved sea chart of the Cape Verde Islands. A beautiful decorative title cartouche with a sea shell surrounds the title that rests above a scene of Poseidon, mermaids and horses. The chart is further adorned with two sailing ships and a distance scale at bottom right featuring sea-boys and fish. Publication: De Nieuwe Groote Lichtende Zee-Fakkel &quot;Nieuwe Paskaart van de Zoute Eylanden...&quot;, Keulen, Johannes van" width="800" height="704" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-1024x901.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-300x264.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-768x676.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-63x55.jpg 63w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-1536x1352.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-2048x1802.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-800x704.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97138" class="wp-caption-text">Mapa das Ilhas de Cabo Verde, 1697 &#8211; Um grande mapa marítimo gravado em cobre das Ilhas de Cabo Verde. Uma bela cartela decorativa com uma concha marinha envolve o título, que repousa acima de uma cena com Poseidon, sereias e cavalos. O mapa é ainda adornado com dois veleiros e uma escala de distância no canto inferior direito, com meninos do mar e peixes.<br />Publicação: De Nieuwe Groote Lichtende Zee-Fakkel<br />“Nieuwe Paskaart van de Zoute Eylanden&#8230;”, Colónia, Johannes van</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97137" aria-describedby="caption-attachment-97137" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97137 size-large" title="Map of West Africa and the Cape Verde Islands, 1699" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1024x668.jpg" alt="Map of West Africa and the Cape Verde Islands, 1699 - Map of the important Cape Verde Islands and the opposite African coast from Cap Blanc to Sierra Leone. There is a lot of detail along the African coastline, with numerous cities, capes, rivers, and more identified. A fancy decorative title cartouche adorns the bottom of the map. Sanson's small maps from his L'Afrique en Plusieurs Cartes..., first published in 1656 and engraved by A. Peyrounin, were copied several times by various map publishers. Johann David Zunners made copies of Sanson's maps for his German translation of Die Gantze Erd-Kugel in 1679. Johannes Ribbius and Simon de Vries published copies in 1682 and 1683, with new maps engraved by Antoine d'Winter. The plates were later sold to Francois Halma, who used them in 1699 and then again in 1705 with the titles re-engraved in Dutch. The titles on the d'Winter plates were re-engraved back into French, and then used by Nicholas Chemereau in 1715 and by Henri du Sauzet in 1738. &quot;Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd...&quot;, Sanson, Nicolas" width="800" height="522" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1024x668.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-768x501.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1536x1002.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-2048x1336.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-800x522.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97137" class="wp-caption-text">Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde, 1699 &#8211; Mapa das importantes Ilhas de Cabo Verde e da costa africana oposta, desde Cap Blanc até Serra Leoa. Há muitos detalhes ao longo da costa africana, com inúmeras cidades, cabos, rios e muito mais identificados. Uma elegante cartela decorativa adorna a parte inferior do mapa.<br />Os pequenos mapas de Sanson, da sua obra L&#8217;Afrique en Plusieurs Cartes&#8230;, publicada pela primeira vez em 1656 e gravada por A. Peyrounin, foram copiados várias vezes por vários editores de mapas. Johann David Zunners fez cópias dos mapas de Sanson para a sua tradução alemã de Die Gantze Erd-Kugel, em 1679. Johannes Ribbius e Simon de Vries publicaram cópias em 1682 e 1683, com novos mapas gravados por Antoine d&#8217;Winter. As placas foram posteriormente vendidas a François Halma, que as utilizou em 1699 e novamente em 1705, com os títulos regravados em holandês. Os títulos nas placas de d&#8217;Winter foram regravados em francês e, em seguida, usados por Nicholas Chemereau em 1715 e por Henri du Sauzet em 1738.<br />“Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd&#8230;”, Sanson, Nicolas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97136" aria-describedby="caption-attachment-97136" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97136 size-large" title="Map of Madeira and the Canary Islands, c. 1692" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-1024x733.jpg" alt="Map of Madeira and the Canary Islands, c. 1692 - Map details the Canary Island group on the left side of the map. The map is filled with rhumblines, fleur-de-lis and many notations and includes a portion of the African coastline. With two large inset charts filling the right half resting on a tasseled drapery background. The upper inset is a detailed chart of the island of Madeira, a volcanic archipelago in the North Atlantic north of the Canary Islands. The town of Madera (Fanchal) is shown below in a birds eye view that includes several ships in the harbor with the fortified town at the shore. The map is very decorative and beautifully engraved in Coronelli's characteristic style. Dedicated to Alvise da Mosto, &quot;Procr di S. M. Sauio Grande.&quot; Blank verso. Vincenzo Coronelli was a Franciscan priest and renowned mathematician and cartographer. He was appointed official Cosmographer to the Venetian Republic in 1685 and founded the world's earliest geographic society, L'Accademia Cosmografica degli Argonauti. &quot;Isole Canarie Possedutte da S.M. Cattolica...&quot;, Coronelli, Vincenzo Maria. - Publication: Atlante Veneto" width="800" height="573" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-1024x733.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-300x215.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-768x550.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-1536x1099.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-2048x1466.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-800x573.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97136" class="wp-caption-text">Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias, c. 1692 &#8211; O mapa detalha o arquipélago das Ilhas Canárias no lado esquerdo do mapa. O mapa está repleto de linhas onduladas, flores-de-lis e muitas anotações, e inclui uma parte da costa africana. Com dois grandes mapas inseridos preenchendo a metade direita, apoiados sobre um fundo com cortinas com borlas. O quadro superior é um mapa detalhado da ilha da Madeira, um arquipélago vulcânico no Atlântico Norte, a norte das Ilhas Canárias. A cidade da Madeira (Fanchal) é mostrada abaixo numa vista aérea que inclui vários navios no porto com a cidade fortificada na costa. O mapa é muito decorativo e belamente gravado no estilo característico de Coronelli. Dedicado a Alvise da Mosto, “Procr di S. M. Sauio Grande”. Verso em branco. Vincenzo Coronelli era um padre franciscano e renomado matemático e cartógrafo. Foi nomeado cosmógrafo oficial da República de Veneza em 1685 e fundou a primeira sociedade geográfica do mundo, L&#8217;Accademia Cosmografica degli Argonauti. “Isole Canarie Possedutte da S.M. Cattolica&#8230;”, Coronelli, Vincenzo Maria. &#8211; Publicação: Atlante Veneto</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-descobrimento-das-ilhas-do-atlantico/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Descobrimento das Ilhas do Atlântico</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa dos Açores de 1584</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-dos-acores-de-1584/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 07:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa dos Açores de 1584 Mapa dos Açores baseado na cartografia de Luís Teixeira. As ilhas são apresentadas com grande detalhe e o mapa é ricamente decorado com três grandes cartuchos ornamentados, uma faixa com o título, navios à vela e um monstro marinho. “Acores Insulae”, Ortelius, Abraham. Publicação: Theatrum [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-dos-acores-de-1584/">Mapa dos Açores de 1584</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_97134" aria-describedby="caption-attachment-97134" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97134" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-scaled.jpg" alt="Map of the Azores from 1584 - Map of the Azores based on the cartography of Luis Teixeira. The islands are shown in good detail and the map is richly embellished with three large ornate cartouches, a title banner, sailing ships and a sea monster. &quot;Acores Insulae&quot;, Ortelius, Abraham. Publication: Theatrum Orbis" width="2560" height="1874" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-300x220.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-1024x750.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-768x562.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-1536x1124.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-2048x1499.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Acores-Insulae-Ortelius-Abraham-1584-800x586.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97134" class="wp-caption-text">Mapa dos Açores de 1584 &#8211; Mapa dos Açores baseado na cartografia de Luís Teixeira. As ilhas são apresentadas com grande detalhe e o mapa é ricamente decorado com três grandes cartuchos ornamentados, uma faixa com o título, navios à vela e um monstro marinho. “Acores Insulae”, Ortelius, Abraham. Publicação: Theatrum Orbis</figcaption></figure>
<h3>Mapa dos Açores de 1584</h3>
<p>Mapa dos Açores baseado na cartografia de Luís Teixeira.</p>
<p>As ilhas são apresentadas com grande detalhe e o mapa é ricamente decorado com três grandes cartuchos ornamentados, uma faixa com o título, navios à vela e um monstro marinho.</p>
<p>“Acores Insulae”, Ortelius, Abraham. Publicação: Theatrum Orbis</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-dos-acores-de-1584/">Mapa dos Açores de 1584</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-madeira-e-das-ilhas-canarias-de-1692/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 07:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692 (aproximadamente) O mapa detalha o arquipélago das Ilhas Canárias no lado esquerdo do mapa. O mapa está repleto de linhas onduladas, flores-de-lis e muitas anotações, e inclui uma parte da costa africana. Com dois grandes mapas inseridos preenchendo a metade direita, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-madeira-e-das-ilhas-canarias-de-1692/">Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_97136" aria-describedby="caption-attachment-97136" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97136" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-scaled.jpg" alt="Map of Madeira and the Canary Islands, c. 1692 - Map details the Canary Island group on the left side of the map. The map is filled with rhumblines, fleur-de-lis and many notations and includes a portion of the African coastline. With two large inset charts filling the right half resting on a tasseled drapery background. The upper inset is a detailed chart of the island of Madeira, a volcanic archipelago in the North Atlantic north of the Canary Islands. The town of Madera (Fanchal) is shown below in a birds eye view that includes several ships in the harbor with the fortified town at the shore. The map is very decorative and beautifully engraved in Coronelli's characteristic style. Dedicated to Alvise da Mosto, &quot;Procr di S. M. Sauio Grande.&quot; Blank verso. Vincenzo Coronelli was a Franciscan priest and renowned mathematician and cartographer. He was appointed official Cosmographer to the Venetian Republic in 1685 and founded the world's earliest geographic society, L'Accademia Cosmografica degli Argonauti. &quot;Isole Canarie Possedutte da S.M. Cattolica...&quot;, Coronelli, Vincenzo Maria. - Publication: Atlante Veneto" width="2560" height="1832" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-300x215.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-1024x733.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-768x550.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-1536x1099.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-2048x1466.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Madeira-Canary-Islands-800x573.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97136" class="wp-caption-text">Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692 (aproximadamente)<br />O mapa detalha o arquipélago das Ilhas Canárias no lado esquerdo do mapa. O mapa está repleto de linhas onduladas, flores-de-lis e muitas anotações, e inclui uma parte da costa africana. Com dois grandes mapas inseridos preenchendo a metade direita, apoiados sobre um fundo com cortinas com borlas. O mapa inserido na parte superior é um mapa detalhado da ilha da Madeira, um arquipélago vulcânico no Atlântico Norte, a norte das Ilhas Canárias. A cidade de Madera (Fanchal) é mostrada abaixo numa vista aérea que inclui vários navios no porto com a cidade fortificada na costa. O mapa é muito decorativo e belamente gravado no estilo característico de Coronelli. Dedicado a Alvise da Mosto, “Procr di S. M. Sauio Grande”. Verso em branco. Vincenzo Coronelli foi um padre franciscano e renomado matemático e cartógrafo. Foi nomeado cosmógrafo oficial da República de Veneza em 1685 e fundou a primeira sociedade geográfica do mundo, L&#8217;Accademia Cosmografica degli Argonauti. “Isole Canarie Possedutte da S.M. Cattolica&#8230;”, Coronelli, Vincenzo Maria. &#8211; Publicação: Atlante Veneto</figcaption></figure>
<h3>Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692 (aproximadamente)</h3>
<p>O mapa detalha o arquipélago das Ilhas Canárias no lado esquerdo do mapa.</p>
<p>O mapa está repleto de linhas onduladas, flores-de-lis e muitas anotações, e inclui uma parte da costa africana. Com dois grandes mapas inseridos preenchendo a metade direita, apoiados sobre um fundo com cortinas com borlas.</p>
<p>O mapa inserido na parte superior é um mapa detalhado da ilha da Madeira, um arquipélago vulcânico no Atlântico Norte, a norte das Ilhas Canárias. A cidade de Madera (Fanchal) é mostrada abaixo numa vista aérea que inclui vários navios no porto com a cidade fortificada na costa.</p>
<p>O mapa é muito decorativo e belamente gravado no estilo característico de Coronelli. Dedicado a Alvise da Mosto, “Procr di S. M. Sauio Grande”. Verso em branco. Vincenzo Coronelli foi um padre franciscano e renomado matemático e cartógrafo.</p>
<p>Foi nomeado cosmógrafo oficial da República de Veneza em 1685 e fundou a primeira sociedade geográfica do mundo, L&#8217;Accademia Cosmografica degli Argonauti. “Isole Canarie Possedutte da S.M. Cattolica&#8230;”, Coronelli, Vincenzo Maria. &#8211; Publicação: Atlante Veneto</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-madeira-e-das-ilhas-canarias-de-1692/">Mapa da Madeira e das Ilhas Canárias de 1692</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde de 1699</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-africa-ocidental-e-das-ilhas-de-cabo-verde-de-1699/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 06:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde de 1699 Mapa das importantes Ilhas de Cabo Verde e da costa africana oposta, desde Cap Blanc até Serra Leoa. Há muitos detalhes ao longo da costa africana, com inúmeras cidades, cabos, rios e muito mais identificados. Uma elegante cartela [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-africa-ocidental-e-das-ilhas-de-cabo-verde-de-1699/">Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde de 1699</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_97137" aria-describedby="caption-attachment-97137" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97137 size-large" title="Map of West Africa and the Cape Verde Islands, 1699" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1024x668.jpg" alt="Map of West Africa and the Cape Verde Islands, 1699 - Map of the important Cape Verde Islands and the opposite African coast from Cap Blanc to Sierra Leone. There is a lot of detail along the African coastline, with numerous cities, capes, rivers, and more identified. A fancy decorative title cartouche adorns the bottom of the map. Sanson's small maps from his L'Afrique en Plusieurs Cartes..., first published in 1656 and engraved by A. Peyrounin, were copied several times by various map publishers. Johann David Zunners made copies of Sanson's maps for his German translation of Die Gantze Erd-Kugel in 1679. Johannes Ribbius and Simon de Vries published copies in 1682 and 1683, with new maps engraved by Antoine d'Winter. The plates were later sold to Francois Halma, who used them in 1699 and then again in 1705 with the titles re-engraved in Dutch. The titles on the d'Winter plates were re-engraved back into French, and then used by Nicholas Chemereau in 1715 and by Henri du Sauzet in 1738. &quot;Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd...&quot;, Sanson, Nicolas" width="800" height="522" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1024x668.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-768x501.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-1536x1002.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-2048x1336.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-West-Africa-and-the-Cape-Verde-Islands-1699-800x522.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97137" class="wp-caption-text">Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde, 1699 &#8211; Mapa das importantes Ilhas de Cabo Verde e da costa africana oposta, desde Cap Blanc até Serra Leoa. Há muitos detalhes ao longo da costa africana, com inúmeras cidades, cabos, rios e muito mais identificados. Uma elegante cartela decorativa adorna a parte inferior do mapa.<br />Os pequenos mapas de Sanson, da sua obra L&#8217;Afrique en Plusieurs Cartes&#8230;, publicada pela primeira vez em 1656 e gravada por A. Peyrounin, foram copiados várias vezes por vários editores de mapas. Johann David Zunners fez cópias dos mapas de Sanson para a sua tradução alemã de Die Gantze Erd-Kugel, em 1679. Johannes Ribbius e Simon de Vries publicaram cópias em 1682 e 1683, com novos mapas gravados por Antoine d&#8217;Winter. As placas foram posteriormente vendidas a François Halma, que as utilizou em 1699 e novamente em 1705, com os títulos regravados em holandês. Os títulos nas placas de d&#8217;Winter foram regravados em francês e, em seguida, usados por Nicholas Chemereau em 1715 e por Henri du Sauzet em 1738.<br />“Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd&#8230;”, Sanson, Nicolas</figcaption></figure>
<h3>Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde de 1699</h3>
<p>Mapa das importantes Ilhas de Cabo Verde e da costa africana oposta, desde Cap Blanc até Serra Leoa. Há muitos detalhes ao longo da costa africana, com inúmeras cidades, cabos, rios e muito mais identificados. Uma elegante cartela decorativa adorna a parte inferior do mapa.<br />
Os pequenos mapas de Sanson, da sua obra L&#8217;Afrique en Plusieurs Cartes&#8230;, publicada pela primeira vez em 1656 e gravada por A. Peyrounin, foram copiados várias vezes por vários editores de mapas. Johann David Zunners fez cópias dos mapas de Sanson para a sua tradução alemã de Die Gantze Erd-Kugel, em 1679. Johannes Ribbius e Simon de Vries publicaram cópias em 1682 e 1683, com novos mapas gravados por Antoine d&#8217;Winter. As placas foram posteriormente vendidas a François Halma, que as utilizou em 1699 e novamente em 1705, com os títulos regravados em holandês. Os títulos nas placas de d&#8217;Winter foram regravados em francês e, em seguida, usados por Nicholas Chemereau em 1715 e por Henri du Sauzet em 1738.<br />
“Isles du Cap Verd Coste, et Pays des Negres aux Environs du Cap Verd&#8230;”, Sanson, Nicolas</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-africa-ocidental-e-das-ilhas-de-cabo-verde-de-1699/">Mapa da África Ocidental e das Ilhas de Cabo Verde de 1699</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Mapa das Ilhas de Cabo Verde de 1697</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-das-ilhas-de-cabo-verde-de-1697/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 06:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa das Ilhas de Cabo Verde de 1697 Um grande mapa marítimo gravado em cobre das Ilhas de Cabo Verde. Uma bela cartela decorativa com uma concha marinha envolve o título, que repousa acima de uma cena com Poseidon, sereias e cavalos. O mapa é ainda adornado com dois veleiros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_97138" aria-describedby="caption-attachment-97138" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97138" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-scaled.jpg" alt="Map of the Cape Verde Islands, 1697 - A large copper engraved sea chart of the Cape Verde Islands. A beautiful decorative title cartouche with a sea shell surrounds the title that rests above a scene of Poseidon, mermaids and horses. The chart is further adorned with two sailing ships and a distance scale at bottom right featuring sea-boys and fish. Publication: De Nieuwe Groote Lichtende Zee-Fakkel &quot;Nieuwe Paskaart van de Zoute Eylanden...&quot;, Keulen, Johannes van" width="2560" height="2253" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-300x264.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-1024x901.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-768x676.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-63x55.jpg 63w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-1536x1352.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-2048x1802.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-the-Cape-Verde-Islands-1697-800x704.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97138" class="wp-caption-text">Map of the Cape Verde Islands, 1697 &#8211; A large copper engraved sea chart of the Cape Verde Islands. A beautiful decorative title cartouche with a sea shell surrounds the title that rests above a scene of Poseidon, mermaids and horses. The chart is further adorned with two sailing ships and a distance scale at bottom right featuring sea-boys and fish.<br />Publication: De Nieuwe Groote Lichtende Zee-Fakkel<br />&#8220;Nieuwe Paskaart van de Zoute Eylanden&#8230;&#8221;, Keulen, Johannes van</figcaption></figure>
<h3>Mapa das Ilhas de Cabo Verde de 1697</h3>
<p>Um grande mapa marítimo gravado em cobre das Ilhas de Cabo Verde. Uma bela cartela decorativa com uma concha marinha envolve o título, que repousa acima de uma cena com Poseidon, sereias e cavalos. O mapa é ainda adornado com dois veleiros e uma escala de distância no canto inferior direito, com meninos do mar e peixes.</p>
<p>Publicação: De Nieuwe Groote Lichtende Zee-Fakkel</p>
<p>“Nieuwe Paskaart van de Zoute Eylanden&#8230;”, Colónia, Johannes van</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-das-ilhas-de-cabo-verde-de-1697/">Mapa das Ilhas de Cabo Verde de 1697</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal – Infante Dom Henrique, o “Navegador”</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-infante-dom-henrique-o-navegador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 08:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Infante Dom Henrique, conhecido como o “Navegador”, foi figura central nos primórdios dos descobrimentos portugueses: nascido em 1394, participou da expedição a Ceuta e, como mestre da Ordem de Cristo e 1.º Duque de Viseu, fundou na região do Cabo de São Vicente um centro de estudos náuticos — a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-infante-dom-henrique-o-navegador/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Infante Dom Henrique, o “Navegador”</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Infante Dom Henrique, conhecido como o “Navegador”, foi figura central nos primórdios dos descobrimentos portugueses: nascido em 1394, participou da expedição a Ceuta e, como mestre da Ordem de Cristo e 1.º Duque de Viseu, fundou na região do Cabo de São Vicente um centro de estudos náuticos — a chamada Escola de Sagres.</p>
<p>Ali, apoiado por papas e pela família real, reuniu cientistas e navegadores para aperfeiçoar técnicas de navegação e promover a exploração gradual da costa e do interior da África, com objetivos religiosos e comerciais, deixando um legado duradouro mesmo sem completar todos os seus planos até sua morte em 1460.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-infante-dom-henrique-o-navegador/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Expansao-Maritima-de-Portugal-Infante-Dom-Henrique-o-Navegador-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>Influência do Infante Dom Henrique na Expansão Marítima de Portugal</h2>
<h3>1. Origem e títulos</h3>
<p>Infante Dom Henrique nasceu em 1394, participante da expedição de Ceuta, mestre da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo e 1.º Duque de Viseu, o Infante Dom Henrique, filho de Dom João I e da rainha Dom Filipa de Lencastre, teve papel de grande relevância na história dos descobrimentos marítimos portugueses.</p>
<h3>2. Instalação no sudoeste e a Escola de Sagres</h3>
<p>De volta daquela primeira jornada à África, estabeleceu‑se no extremo sudoeste do continente europeu, próximo ao Cabo de São Vicente, e aí, fiel à sua divisa — <em>Talent de bien faire</em> — criou o centro de estudos e experiências náuticas que se convencionou chamar Escola de Sagres, por ficar perto do promontório desse nome.</p>
<h3>3. Colaboradores e navegações</h3>
<p>Atraiu à sua companhia um cartógrafo e construtor de instrumentos náuticos — Mestre Jácome de Maiorca — e navegadores como o veneziano Cadamosto, entre outros.</p>
<h3>4. Ciência e aperfeiçoamento da marinharia</h3>
<p>Dedicado à matemática e à astronomia, aplicou‑as no aperfeiçoamento da marinharia de seu tempo, de modo a pôr em execução o plano que consistia no descobrimento gradual da costa e do interior da África, visando simultaneamente a conversão à fé cristã dos seus naturais e o estabelecimento de relações comerciais úteis aos portugueses.</p>
<h3>5. Apoio papal e financiamento</h3>
<p>Autorizado por bulas dos papas Eugénio IV, Nicolau V e Calisto III, aplicou, com esse objetivo, tanto as rendas da Ordem de Cristo como outras que lhe doaram o irmão D. Duarte e o sobrinho D. Afonso V.</p>
<h3>6. Legado do Infante Dom Henrique</h3>
<p>Ao perecer, em 1460, embora não tivesse realizado toda a obra projetada, deixou‑a bem encaminhada — razão pela qual ficou com justiça cognominado o Navegador.</p>
<figure id="attachment_97091" aria-describedby="caption-attachment-97091" style="width: 783px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97091 size-full" title="Infante Dom Henrique, o “Navegador”" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador.jpg" alt="Infante Dom Henrique, o “Navegador”" width="783" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador.jpg 783w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador-235x300.jpg 235w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador-768x981.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Infante-Dom-Henrique-o-Navegador-43x55.jpg 43w" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97091" class="wp-caption-text">Infante Dom Henrique, o “Navegador”</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-infante-dom-henrique-o-navegador/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Infante Dom Henrique, o “Navegador”</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Expansão Marítima de Portugal – Navegação antes dos Descobrimentos</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-navegacao-antes-dos-descobrimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 06:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A navegação antes dos descobrimentos foi um período crucial na história marítima, marcado por inovações e adaptações que prepararam o terreno para as grandes explorações do século XV. Durante essa época, os navegadores portugueses começaram a aprimorar suas técnicas de navegação, desenvolvendo embarcações mais ágeis e resistentes, como as caravelas, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-navegacao-antes-dos-descobrimentos/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Navegação antes dos Descobrimentos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A <strong>navegação</strong> antes dos <strong>descobrimentos</strong> foi um período crucial na história marítima, marcado por inovações e adaptações que prepararam o terreno para as grandes explorações do século XV.</p>
<p>Durante essa época, os navegadores <strong>portugueses</strong> começaram a aprimorar suas técnicas de navegação, desenvolvendo embarcações mais ágeis e resistentes, como as <strong>caravelas</strong>, que se tornaram símbolos da era dos descobrimentos.</p>
<p>A influência dos <strong>reis portugueses</strong>, juntamente com o crescente tráfego marítimo e o comércio com outras nações <strong>europeias</strong>, contribuiu para uma evolução significativa na marinha.</p>
<p>Esse contexto não apenas facilitou a exploração de novas rotas comerciais, mas também lançou as bases para as futuras expedições que mudariam o rumo da <strong>História</strong>.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-navegacao-antes-dos-descobrimentos/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Expansao-Maritima-de-Portugal-Navegacao-antes-dos-Descobrimentos-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>A Influência dos Reis Portugueses na Evolução da Navegação</h2>
<h3>1. A Influência dos Reis Portugueses</h3>
<p>Sob a liderança de D. Henrique, D. João II e D. Manuel I, a marinha portuguesa passou por significativos aperfeiçoamentos, preparando-se para os descobrimentos que escreveriam páginas importantes da História Universal.</p>
<h3>2. Desenvolvimentos no Século XII</h3>
<p>Ainda no século XII, D. Sancho I ordenou a construção de &#8220;estruturas de abrigo&#8221; nas praias para encalhar navios.</p>
<h3>3. O Reinado de D. Dinis</h3>
<p>Durante o reinado de Dom Dinis, quando o tráfego marítimo com outros países da Europa já era relativamente intenso, foi construído o Porto de Paredes e plantado o pinhal de Leiria, que fornecia madeira para as construções navais.</p>
<p>Nessa época, foi nomeado o primeiro Almirante português, Nuno Fernandes Cogominho, e o genovês Pezagno foi contratado para ocupar essa posição.</p>
<p>Também data desse período a chegada dos portugueses às Ilhas Canárias, conforme a declaração posterior de D. Afonso IV ao Papa.</p>
<h3>4. A Proteção à Marinha Mercante</h3>
<p>A marinha mercante recebeu ainda mais proteção oficial durante o reinado de D. Fernando I.</p>
<p>Como documentado na Crônica de Fernão Lopes, a construção naval foi amplamente incentivada por meio da isenção de impostos e da concessão de vantagens e garantias aos armadores.</p>
<p>Isso resultou no desenvolvimento do comércio marítimo, com Portugal exportando produtos agrícolas e importando tecidos e manufaturas.</p>
<p>As rendas da Alfândega de Lisboa aumentaram significativamente, tornando-se um porto franco frequentado por numerosos estrangeiros.</p>
<h3>5. A Evolução da Navegação</h3>
<p>Assim, ao entrar o século XV e o período dos descobrimentos, a navegação portuguesa já havia evoluído além dos antigos tipos de galeotas de um só mastro, que possuíam 16 bancos de remeiros, sejam eles pescadores ou prisioneiros.</p>
<p>Mesmo as galés de dois mastros, com 25 a 30 bancos de remeiros, incluindo cativos, contavam com castelos à proa e à popa, de onde eram lançados dardos, lanças, setas e materiais incendiários nas campanhas navais da época.</p>
<p>Começou-se a utilizar barcas, botes e, finalmente, as caravelas, que desempenharam um papel crucial no novo ciclo iniciado pelo Infante D. Henrique, como veremos.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-navegacao-antes-dos-descobrimentos/">Expansão Marítima de Portugal &#8211; Navegação antes dos Descobrimentos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Principais Atrações Turísticas do Piauí que Você Precisa Conhecer</title>
		<link>https://bahia.ws/principais-atracoes-turisticas-do-piaui-que-voce-precisa-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 15:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Piauí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Piauí reúne atrações naturais e históricas únicas. Em Teresina encontram‑se a vida urbana e centros culturais; o Parque Nacional Serra da Capivara (São Raimundo Nonato) exibe um dos maiores conjuntos de pinturas rupestres do mundo e sítios arqueológicos reconhecidos pela UNESCO; e o litoral oferece o Delta do Parnaíba [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Piauí reúne atrações naturais e históricas únicas. Em <strong>Teresina</strong> encontram‑se a vida urbana e centros culturais; o <strong>Parque Nacional Serra da Capivara</strong> (<strong>São Raimundo Nonato</strong>) exibe um dos maiores conjuntos de <strong>pinturas rupestres</strong> do mundo e sítios arqueológicos reconhecidos pela <strong>UNESCO</strong>; e o litoral oferece o <strong>Delta do Parnaíba</strong> — único delta em mar aberto das Américas — com a cidade de <strong>Parnaíba</strong> como base para passeios de barco, observação de aves e <strong>praias</strong>.</p>
<figure id="attachment_3714" aria-describedby="caption-attachment-3714" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-piaui.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3714" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-piaui.jpg" alt="Mapa turístico do Piauí" width="620" height="786" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-piaui.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-piaui-237x300.jpg 237w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-piaui-43x55.jpg 43w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3714" class="wp-caption-text">Mapa turístico do Piauí</figcaption></figure>
<p><strong>Barra Grande</strong> e <strong>Luís Correia</strong> atraem praticantes de <strong>wind/kitesurf</strong> e turistas em busca de <strong>praias</strong> e boa <strong>gastronomia</strong>; o <strong>Parque Nacional de Sete Cidades</strong> (<strong>Piracuruca</strong>) oferece <strong>formações rochosas</strong> e <strong>trilhas</strong>; e cidades históricas como <strong>Oeiras</strong> preservam o <strong>patrimônio colonial</strong> e <strong>roteiros culturais</strong> que contam a história do estado.</p>
<h2>Principais Atrações Turísticas do Piauí</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/principais-atracoes-turisticas-do-piaui-que-voce-precisa-conhecer/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/ROTEIRO-DE-10-DIAS-NO-PIAUI.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. Principais atrações de Teresina</h3>
<p><strong>Teresina</strong>, capital do Piauí, é uma cidade quente e acolhedora localizada na confluência dos rios Parnaíba e Poti; combina vida urbana em expansão — com parques, orlas como a Potycabana, centros culturais e museus (como o Museu do Piauí/Casa de Odilon Nunes) — a uma rica cena gastronômica e tradições regionais.</p>
<p>Polo administrativo e de serviços do estado, serve também como porta de entrada para atrações naturais do Piauí, como o Delta do Parnaíba e a Serra da Capivara, oferecendo opções de lazer, comércio e eventos culturais que refletem a história e a diversidade do Nordeste.</p>
<ul>
<li><strong>Parque Ambiental Encontro dos Rios (Poti/Parnaíba)</strong> — mirantes, trilhas e passeio de barco; aberto diariamente (aprox. 7h–18h).</li>
<li><strong>Parque Potycabana</strong> — orla urbana para caminhadas, esportes e lazer.</li>
<li><strong>Ponte Estaiada (Mestre João Isidoro) e mirante</strong> — ponto panorâmico da cidade (mirante: geralmente quarta a domingo, ~10h–17h).</li>
<li><strong>Museu do Piauí ou Casa de Odilon Nunes</strong> — acervo histórico e cultural do estado; verifique horários de visitação.</li>
<li><strong>Parque Zoobotânico e Parque da Cidadania</strong> — áreas verdes, fauna e atividades ao ar livre.</li>
<li><strong>Mercado Central / Mercado das Flores / feiras de artesanato</strong> — compras de artesanato local e comidas típicas.</li>
<li><strong>Centro histórico e igrejas </strong>— arquitetura e pontos culturais.</li>
</ul>
<figure id="attachment_97018" aria-describedby="caption-attachment-97018" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-97018" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina.jpg" alt="Parque Potycabana em Teresina" width="600" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Potycabana-em-Teresina-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97018" class="wp-caption-text">Parque Potycabana em Teresina</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97019" aria-describedby="caption-attachment-97019" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97019 size-large" title="Ponte Estaiada (Mestre João Isidoro) e mirante em Teresina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-1024x768.webp" alt="Ponte Estaiada (Mestre João Isidoro) e mirante em Teresina" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-1024x768.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponte-Estaiada-Mestre-Joao-Isidoro-e-mirante-em-Teresina.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97019" class="wp-caption-text">Ponte Estaiada (Mestre João Isidoro) e mirante em Teresina</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97020" aria-describedby="caption-attachment-97020" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97020" title="Museu do Piauí ou Casa de Odilon Nunes em Teresina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina.jpg" alt="Museu do Piauí ou Casa de Odilon Nunes em Teresina" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-do-Piaui-ou-Casa-de-Odilon-Nunes-em-Teresina-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97020" class="wp-caption-text">Museu do Piauí ou Casa de Odilon Nunes em Teresina</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97022" aria-describedby="caption-attachment-97022" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97022" title="Parque Zoobotânico em Teresina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina.webp" alt="Parque Zoobotânico em Teresina" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina.webp 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-Zoobotanico-em-Teresina-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97022" class="wp-caption-text">Parque Zoobotânico em Teresina</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97021" aria-describedby="caption-attachment-97021" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Cidadania-em-Teresina.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97021 size-full" title="Parque da Cidadania em Teresina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Cidadania-em-Teresina.jpeg" alt="Parque da Cidadania em Teresina" width="746" height="423" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Cidadania-em-Teresina.jpeg 746w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Cidadania-em-Teresina-300x170.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Cidadania-em-Teresina-97x55.jpeg 97w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97021" class="wp-caption-text">Parque da Cidadania em Teresina</figcaption></figure>
<figure id="attachment_97024" aria-describedby="caption-attachment-97024" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-97024 size-large" title="Mercado Central em Teresina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-1024x768.jpg" alt="Mercado Central em Teresina" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Central-em-Teresina-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97024" class="wp-caption-text">Mercado Central em Teresina</figcaption></figure>
<h3>2. Parque Nacional Serra da Capivara (São Raimundo Nonato)</h3>
<p>O Parque Nacional Serra da Capivara abriga um extenso conjunto de sítios arqueológicos com pinturas rupestres e vestígios pré-históricos, sendo reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO e importante centro de pesquisa sobre o primeiro povoamento das Américas.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> visite o Museu do Homem Americano, use calçados adequados para trilhas e verifique horários/necessidade de guias junto à administração do parque.</p>
<p>Sítios arqueológicos e pinturas rupestres, patrimônio <abbr title="Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura">UNESCO</abbr> e centro de pesquisa do primeiro povoamento das Américas.</p>
<p>Local: São Raimundo Nonato, Piauí.</p>
<figure id="attachment_76956" aria-describedby="caption-attachment-76956" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parque-Nacional-Serra-da-Capivara-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76956 size-full" title="Parque Nacional Serra da Capivara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parque-Nacional-Serra-da-Capivara-1.png" alt="Parque Nacional Serra da Capivara" width="768" height="434" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parque-Nacional-Serra-da-Capivara-1.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parque-Nacional-Serra-da-Capivara-1-300x170.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parque-Nacional-Serra-da-Capivara-1-97x55.png 97w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76956" class="wp-caption-text">Parque Nacional Serra da Capivara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3762" aria-describedby="caption-attachment-3762" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-serra-capivara-piaui.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3762 size-full" title="mapa do Parque Nacional da Capivara Piauí" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-serra-capivara-piaui.jpg" alt="mapa do Parque Nacional da Capivara Piauí" width="620" height="580" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-serra-capivara-piaui.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-serra-capivara-piaui-300x281.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-serra-capivara-piaui-59x55.jpg 59w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3762" class="wp-caption-text">mapa do Parque Nacional da Capivara Piauí</figcaption></figure>
<h3>3. Delta do Parnaíba</h3>
<p>O Delta do Parnaíba é o único delta em mar aberto das Américas, formado por dezenas de ilhas, manguezais, bancos de areia e canais navegáveis; popular por passeios de barco/lancha, observação de aves e paisagens costeiras impressionantes.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> contrate passeios com operadores credenciados a partir de Parnaíba, leve protetor solar, água, binóculo para observação de aves e confirme horários das marés e saídas das embarcações.</p>
<p>Local: litoral de Parnaíba e municípios vizinhos, Piauí.</p>
<figure id="attachment_40992" aria-describedby="caption-attachment-40992" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40992 size-full" title="Delta do Parnaíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario.jpg" alt="Delta do Parnaíba - Documentário" width="800" height="605" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario-300x227.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario-768x581.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Delta-do-Parnaiba-Documentario-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40992" class="wp-caption-text">Delta do Parnaíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40994" aria-describedby="caption-attachment-40994" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40994 size-full" title="Ilhas das Canarias no Delta do Parnaíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba.jpg" alt="Ilhas das Canarias no Delta do Parnaíba" width="800" height="527" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba-300x198.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba-768x506.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Ilhas-das-Canarias-no-Delta-do-Parnaiba-83x55.jpg 83w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40994" class="wp-caption-text">Ilhas das Canarias no Delta do Parnaíba</figcaption></figure>
<h3>4. Barra Grande e praias de Luís Correia</h3>
<p>Barra Grande e as praias do município de Luís Correia são conhecidas por areias claras, águas mornas e boas condições para wind/kitesurf; a região também oferece opções de turismo de luxo e pousadas boutique, restaurantes de frutos do mar e cenários ideais para relaxar e praticar esportes náuticos.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> consulte a previsão de vento para atividades de wind/kitesurf, reserve hospedagem com antecedência na alta temporada, respeite áreas de preservação costeira e verifique transporte entre Parnaíba e Barra Grande.</p>
<p>Local: litoral de Luís Correia, Piauí (Barra Grande como vila e principal destino turístico).</p>
<figure id="attachment_47868" aria-describedby="caption-attachment-47868" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47868" title="Luís Correia no Piauí" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui.jpg" alt="Luís Correia no Piauí" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui.jpg 830w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/05/Luis-Correia-no-Piaui-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47868" class="wp-caption-text">Luís Correia no Piauí</figcaption></figure>
<h3>5. Parque Nacional de Sete Cidades (Piracuruca)</h3>
<p>O Parque Nacional de Sete Cidades preserva formações rochosas esculpidas pela erosão, sítios arqueológicos com pinturas rupestres e paisagens de caatinga; é ideal para caminhadas, observação de formações geológicas e fotografia.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> leve água, protetor solar e calçado adequado para trilhas; respeite as áreas de proteção dos sítios arqueológicos e verifique horários de visitação e necessidade de guia junto à administração do parque.</p>
<p>Local: Piracuruca, Piauí.</p>
<figure id="attachment_26676" aria-describedby="caption-attachment-26676" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26676 size-large" title="Parque Nacional de Sete Cidades no Piauí" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui-1024x575.jpg" alt="Parque Nacional de Sete Cidades no Piauí" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/09/Parque-Nacional-de-Sete-Cidades-no-Piaui.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26676" class="wp-caption-text">Parque Nacional de Sete Cidades no Piauí</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3741" aria-describedby="caption-attachment-3741" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-sete-cidades-piaui.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3741 size-full" title="Parque Nacional de Sete Cidades" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-sete-cidades-piaui.jpg" alt="mapa do Parque Nacional de Sete Cidades" width="620" height="581" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-sete-cidades-piaui.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-sete-cidades-piaui-59x55.jpg 59w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-parque-nacional-sete-cidades-piaui-300x281.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3741" class="wp-caption-text">mapa do Parque Nacional de Sete Cidades</figcaption></figure>
<h3>6. Oeiras e roteiros históricos</h3>
<p>Oeiras, primeira capital do Piauí, é conhecida por seu rico patrimônio arquitetônico colonial — igrejas, casarões, praças e chafarizes — e por roteiros históricos que contam a formação política e cultural da região, incluindo museus, centro histórico preservado e eventos culturais que valorizam tradições locais.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> faça passeio a pé pelo centro histórico, visite a Igreja Matriz e o Museu Histórico, aproveite festivais locais, use calçado confortável para ruas de pedra e consulte horários de visitação e guias locais para aprofundar o contexto histórico.</p>
<p>Local: Oeiras, Piauí.</p>
<figure id="attachment_77019" aria-describedby="caption-attachment-77019" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-77019 size-large" title="Oeiras no Piauí" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-1024x683.webp" alt="Oeiras no Piauí" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Oeiras-no-Piaui-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77019" class="wp-caption-text">Oeiras no Piauí</figcaption></figure>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal – Primeiras Operações Navais</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-primeiras-operacoes-navais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 18:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As primeiras operações navais de Portugal marcaram o início do uso sistemático da marinha como instrumento militar e político. Desde o período de D. Afonso Henriques, embarcações e pilotos costeiros passaram a desempenhar papel decisivo em combates, cerco de cidades e proteção das rotas, apoiando tanto ações ofensivas quanto a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>As primeiras operações navais de Portugal</strong> marcaram o início do uso sistemático da marinha como instrumento militar e político.</p>
<p>Desde o período de D. Afonso Henriques, embarcações e pilotos costeiros passaram a desempenhar papel decisivo em combates, cerco de cidades e proteção das rotas, apoiando tanto ações ofensivas quanto a defesa do território.</p>
<p>Essas operações prepararam o caminho para as grandes expediões posteriores, ao desenvolver técnicas navais, cooperações internacionais e experiência estratégica no mar.</p>
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<h3>1. Conquistas iniciais</h3>
<p>Ainda ao tempo de D. Afonso Henriques, D. Fuas Roupinho bateu os mouros no Cabo Espichel, correu a costa até o Algarve, chegou a Ceuta e foi vencido e morto no Estreito de Gibraltar.</p>
<p>Com o auxílio de uma grande frota de cruzados — franceses, ingleses, alemães e flamengos — Lisboa foi tomada aos muçulmanos.</p>
<p>A mesma colaboração verificou‑se na precária conquista de Silves, no reinado de D. Sancho I. E, quando definitivamente foi obtido o Algarve, sob D. Afonso III, uma frota cooperou no cerco de Faro.</p>
<h3>2. Participação em guerras</h3>
<p>Novamente tiveram utilização militar os navios portugueses na primeira e na terceira guerras de D. Fernando contra Castela, sendo a última com cooperação inglesa.</p>
<h3>3. Expansão marítima sistemática</h3>
<p>Na centúria seguinte, com a expedição contra Ceuta, em 1415, começou a sistemática expansão marítima de Portugal — obra contínua de mais de um século, ora guerreira, ora pacífica, mas quase sempre simultaneamente revestida desses dois aspectos.</p>
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		<title>Expansão Marítima de Portugal – Pesca como Origem</title>
		<link>https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-pesca-como-origem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expansão Marítima Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão Marítima de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Expansão Marítima de Portugal &#8211; A pesca como origem das navegações A necessidade de pescar em alto-mar levou comunidades costeiras a aperfeiçoar embarcações, técnicas de navegação, conhecimento de ventos e correntes, e redes de comércio, o que acabou impulsionando viagens cada vez mais longas e a exploração marítima. 1. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Expansão Marítima de Portugal &#8211; A pesca como origem das navegações</h2>
<p>A necessidade de pescar em alto-mar levou comunidades costeiras a aperfeiçoar embarcações, técnicas de navegação, conhecimento de ventos e correntes, e redes de comércio, o que acabou impulsionando viagens cada vez mais longas e a exploração marítima.</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expansao-maritima-de-portugal-pesca-como-origem/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Expansao-Maritima-de-Portugal-A-pesca-como-origem-das-navegacoes-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>1. A Dependência da Pesca</h3>
<p>Portugal, país de solo nem sempre fértil e produtivo, com muitas áreas estéreis e sujeitas às secas, tem de recorrer à pesca marítima para complemento da alimentação de seus habitantes.</p>
<p>Dessa atividade econômica, como da própria situação geográfica à beira do oceano, resultaram o seu devotamento à navegação.</p>
<h3>2. Crescimento das Pescarias</h3>
<p>Assim, conforme registrou Oliveira Martins, &#8220;desde o século XII ao XVI as pescarias crescem, e nas costas portuguesas formigam as colônias de pescadores”.</p>
<h3>3. Referências Históricas</h3>
<p>Já do século XIII existem referências à pesca da baleia e à produção de seu azeite. Nos reinados de D. Afonso III e de D. Dinis, já havia pesca de coral, talvez iniciada por genoveses.</p>
<p>Em 1353, celebrou-se um Tratado entre Eduardo III da Inglaterra e os moradores de Lisboa e do Porto, estabelecendo por 50 anos o recíproco direito de pesca nas costas dos dois países.</p>
<p>Ao tempo de D. Fernando I, houve um contrato com a Ordem de Santiago, relativo ao dízimo dos peixes que entrassem pelo Rio Sado. Também importante era a pesca do atum, que chegou a render 80 contos, mas que decaiu no século XV.</p>
<h3>4. Pesca no Século XV</h3>
<p>Neste, figuraram entre as rendas do Infante D. Henrique a pesca de Lagos, no Algarve, e a de coral.</p>
<p>Uma Companhia foi também organizada para a exploração e exportação de atum e sardinha, proporcionando rendimentos à Coroa, o que também aconteceu em consequência de sucessivos contratos com outros arrematantes.</p>
<h3>5. Descobrimento da Terra Nova</h3>
<p>Já no século XVI, o descobrimento da Terra Nova, em zona rica de bacalhau, salmão e arenque, fez com que também a essa pescaria à longa distância se dedicassem os portugueses.</p>
<p>Viana, no Minho, foi, até a centúria seguinte, notável centro de pesca, &#8220;de perto e de longo”.</p>
<p><strong>Expansão Marítima de Portugal &#8211; A pesca como origem das navegações</strong></p>
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		<title>Roteiro de 7 dias em Pernambuco: Atrações Imperdíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-pernambuco-atracoes-imperdiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 17:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo de Santo Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Itamaracá]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Galinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Praia dos Carneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Pernambuco é um estado do Nordeste brasileiro conhecido pela rica combinação entre história, cultura e paisagens diversas. Possui um litoral com praias paradisíacas e recifes — como Porto de Galinhas e a Praia dos Carneiros —, passa pelo agreste com tradições populares vivas e alcança o sertão com cenários áridos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Pernambuco</strong> é um estado do Nordeste brasileiro conhecido pela rica combinação entre <strong>história</strong>, <strong>cultura</strong> e paisagens diversas. Possui um litoral com praias paradisíacas e recifes — como <strong>Porto de Galinhas</strong> e a <strong>Praia dos Carneiros</strong> —, passa pelo <strong>agreste</strong> com tradições populares vivas e alcança o <strong>sertão</strong> com cenários áridos, formando um mosaico de atrações.</p>
<p>A capital, <strong>Recife</strong>, e a histórica <strong>Olinda</strong> concentram uma vida cultural vibrante, destacando manifestações musicais como <strong>frevo</strong> e <strong>maracatu</strong>, além de festas populares emblemáticas como o <strong>Carnaval</strong> e o <strong>São João</strong>.</p>
<p>A <strong>gastronomia</strong> regional, marcada por frutos do mar e pratos do interior, somada ao patrimônio arquitetônico e à produção artística, faz de Pernambuco um destino ideal para quem busca <strong>história</strong>, <strong>lazer</strong> e experiências autênticas.</p>
<figure id="attachment_8494" aria-describedby="caption-attachment-8494" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-8494 size-large" title="mapa de Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco-1024x370.jpg" alt="mapa de Pernambuco" width="800" height="289" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco-1024x370.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco-300x108.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco-151x55.jpg 151w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/mapa-pernambuco.jpg 1240w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8494" class="wp-caption-text">mapa de Pernambuco</figcaption></figure>
<h2>Roteiro de 7 dias em Pernambuco</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-pernambuco-atracoes-imperdiveis/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Recife.jpg" width="400" /></a></p>
<header>Combinação de litoral, cultura, história e interior. Ajuste conforme seu ritmo e ponto de chegada/saída (geralmente Recife).</header>
<section id="dia-1">
<h3>Dia 1 — Recife (chegada)</h3>
<ul>
<li>Chegada ao Aeroporto dos Guararapes. Check-in em hotel em Recife ou Boa Viagem.</li>
<li>Tarde: Praia de Boa Viagem (banho, calçadão), visita ao Recife Antigo (Marco Zero, Praça do Arsenal).</li>
<li>Noite: jantar na Rua do Bom Jesus ou no Recife Antigo.</li>
</ul>
<figure id="attachment_80490" aria-describedby="caption-attachment-80490" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-80490" title="Praia de Boa Viagem em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.jpg" alt="Praia de Boa Viagem em Recife PE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Boa-Viagem-em-Recife-PE-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-80490" class="wp-caption-text">Praia de Boa Viagem em Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3589" aria-describedby="caption-attachment-3589" style="width: 785px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3589 size-full" title="Marco Zero em Recife" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife.jpg" alt="Marco Zero em Recife" width="785" height="524" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife.jpg 785w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife-600x400.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Marco-Zero-Recife-82x55.jpg 82w" sizes="(max-width: 785px) 100vw, 785px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3589" class="wp-caption-text">Marco Zero em Recife</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96930" aria-describedby="caption-attachment-96930" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96930 size-large" title="Praça do Arsenal em Recife" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-1024x576.jpg" alt="Praça do Arsenal em Recife" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-do-Arsenal-em-Recife.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96930" class="wp-caption-text">Praça do Arsenal em Recife</figcaption></figure>
</section>
<article class="por-que-visitar-recife">
<header>
<h3><span style="font-size: 16px;">Por que visitar Recife?</span></h3>
<article class="por-que-visitar-recife">
<header>Principais motivos para conhecer a capital de Pernambuco.</header>
<ul>
<li><strong>Patrimônio histórico e cultural: </strong>Recife Antigo, Marco Zero, sobrados coloniais e museus como Instituto Ricardo Brennand e Museu Cais do Sertão.</li>
<li><strong>Olinda perto e fácil de visitar: </strong>Cidade histórica (Patrimônio Mundial) com igrejas, ateliês e mirantes.</li>
<li><strong>Praias e acesso ao litoral: </strong>Boa Viagem com boa estrutura; ponto de partida para Porto de Galinhas e Praia dos Carneiros.</li>
<li><strong>Gastronomia: </strong>Cozinha nordestina e frutos do mar — caldeirada, peixadas, carne de sol, tapiocas.</li>
<li><strong>Música e festas: </strong>Frevo, maracatu, forró; Carnaval e festas juninas com forte presença cultural.</li>
<li><strong>Vida cultural e arte: </strong>Ateliês, galerias, centros culturais e música ao vivo.</li>
<li><strong>Infraestrutura: </strong>Boa oferta de voos, hotéis, transporte e serviços turísticos.</li>
</ul>
<footer></footer>
</article>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 2 — Recife Histórico e Olinda</span></h3>
<section id="dia-2">
<ul>
<li>Manhã: Instituto Ricardo Brennand <em>(castelo e acervo)</em> ou Oficina de Francisco Brennand; alternativa: Museu Cais do Sertão.</li>
<li>Tarde: traslado para Olinda. Percorrer Alto da Sé, igrejas e ateliês; pôr do sol no Alto da Sé.</li>
<li>Noite: música ao vivo em Olinda ou retorno a Recife.</li>
</ul>
<figure id="attachment_3621" aria-describedby="caption-attachment-3621" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3621 size-full" title="Instituto Ricardo Brennand em Recife" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND.jpg" alt="Instituto Ricardo Brennand em Recife" width="750" height="498" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/INSTITUTO-RICARDO-BRENNAND-220x145.jpg 220w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3621" class="wp-caption-text">Instituto Ricardo Brennand em Recife</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3622" aria-describedby="caption-attachment-3622" style="width: 772px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3622 size-full" title="Oficina de Francisco Brennand em Recife" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND.jpg" alt="Oficina de Francisco Brennand em Recife" width="772" height="442" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND.jpg 772w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND-300x172.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND-768x440.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/OFICINA-FRANCISCO-BRENNAND-96x55.jpg 96w" sizes="(max-width: 772px) 100vw, 772px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3622" class="wp-caption-text">Oficina de Francisco Brennand em Recife</figcaption></figure>
<figure id="attachment_47280" aria-describedby="caption-attachment-47280" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47280 size-large" title="Museu Cais do Sertão - Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-1024x683.jpg" alt="Museu Cais do Sertão - Recife PE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Museu-Cais-do-Sertao-Recife-PE-5-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47280" class="wp-caption-text">Museu Cais do Sertão &#8211; Recife PE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_28198" aria-describedby="caption-attachment-28198" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-28198 size-large" title="Mosteiro de São Bento em Olinda PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-1024x684.jpg" alt="Mosteiro de São Bento em Olinda PE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-28198" class="wp-caption-text">Mosteiro de São Bento em Olinda PE</figcaption></figure>
<h4>Por que visitar o Recife Histórico e Olinda</h4>
<p>Principais motivos para combinar Recife Antigo e Olinda em um mesmo passeio.</p>
</section>
</header>
<ul>
<li><strong>Riqueza histórica e arquitetônica:</strong> sobrados coloniais, ruas de pedra e igrejas barrocas bem preservadas.</li>
<li><strong>Patrimônio mundial:</strong> Olinda é tombada pela UNESCO pelo seu conjunto urbanístico e religioso.</li>
<li><strong>Mirantes e vistas pitorescas:</strong> Alto da Sé e ruas inclinadas com vistas para o mar e para Recife.</li>
<li><strong>Centros culturais e museus:</strong> galerias, ateliês e espaços como o Museu de Arte de Pernambuco.</li>
<li><strong>Cena artística viva:</strong> ateliês de artistas locais, feiras de artesanato e exposições.</li>
<li><strong>Patrimônio musical e festas populares:</strong> frevo, maracatu, manifestações folclóricas e Carnaval tradicional.</li>
<li><strong>Gastronomia e bares charmosos:</strong> restaurantes, bares e cafés em cenários históricos.</li>
<li><strong>Fácil deslocamento:</strong> passeio combinado em um dia ou mais, com opções de tours guiados e boa infraestrutura turística.</li>
</ul>
<footer>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 3 — Ilha de Itamaracá ou Cabo de Santo Agostinho</span></h3>
<p>Comparativo de distâncias e tempos aproximados de carro saindo do Marco Zero (centro do Recife).</p>
<article class="dia-3-itamaraca-paiva-cabo">
<ul>
<li>Opção A (Itamaracá): Forte Orange, praia, passeio de jangada até corais e observação de peixes.<br />
Aproximadamente 50–60 km — tempo de carro: 1h00 a 1h30 (dependendo do tráfego).</li>
<li>Opção B (Cabo de Santo Agostinho): praias e falésias mais tranquilas.<br />
Aproximadamente 30–35 km — tempo de carro: 35 a 50 min (varia conforme o tráfego).</li>
</ul>
</article>
</footer>
<section id="dia-3">Retorno a Recife no fim do dia.</section>
<section>
<figure id="attachment_75070" aria-describedby="caption-attachment-75070" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-75070" title="Ilha de Itamaracá em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco.webp" alt="Ilha de Itamaracá em Pernambuco" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco.webp 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/09/Ilha-de-Itamaraca-em-Pernambuco-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75070" class="wp-caption-text">Ilha de Itamaracá em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3512" aria-describedby="caption-attachment-3512" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3512 size-large" title="Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-1024x768.jpg" alt="Cabo de Santo Agostinho" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/cabo-de-santo-agostinho-pernambuco.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3512" class="wp-caption-text">Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco</figcaption></figure>
<h4><span style="color: #222222;">Por que visitar a Ilha de Itamaracá?</span></h4>
<article class="itamaraca-por-que-visitar">
<header>Principais motivos para incluir Itamaracá no seu roteiro.</header>
<ul>
<li><strong>Praias calmas e águas transparentes:</strong> locais como Fortinho, Jaguaribe e Pontal da Ilha, ideais para banho e relaxamento.</li>
<li><strong>Forte Orange e patrimônio histórico:</strong> fortificação holandesa com vista panorâmica e informações históricas.</li>
<li><strong>Natureza e passeios de barco:</strong> manguezais, ilhas vizinhas e observação de aves.</li>
<li><strong>Projeto Peixe-boi e vida marinha:</strong> iniciativas de conservação e possibilidade de conhecer a fauna local.</li>
</ul>
<footer></footer>
</article>
<h4><span style="color: #222222;">Por que visitar o Cabo de Santo Agostinho?</span></h4>
<article class="cabo-santo-agostinho-por-que-visitar">
<header>Motivos para incluir o Cabo no seu roteiro saindo de Recife.</header>
<ul>
<li><strong>Praias variadas:</strong> enseadas, trechos de areia clara e pontos de surf como Gaibu, Calhetas e Suape.</li>
<li><strong>Enseadas e falésias:</strong> mirantes e formações rochosas com paisagens fotogênicas.</li>
<li><strong>Mergulho e vida marinha:</strong> recifes, naufrágios e boa visibilidade para mergulho.</li>
<li><strong>História e cultura:</strong> igrejas, antigas fazendas e tradições ligadas à pesca e colonização.</li>
<li><strong>Ecoturismo e trilhas:</strong> áreas de reserva, trilhas e observação de aves e fauna costeira.</li>
</ul>
<h3>Dia 4 — Porto de Galinhas</h3>
</article>
</section>
<section id="dia-4">
<ul>
<li>Saída cedo para Porto de Galinhas (~1–1h30). Dia inteiro nas piscinas naturais (maré baixa), passeio de jangada e buggy (Muro Alto, Maracaípe).</li>
<li>Noite: vila com bares e restaurantes.</li>
</ul>
<p>Pernoite em Porto de Galinhas.</p>
<figure id="attachment_76390" aria-describedby="caption-attachment-76390" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76390 size-large" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-1024x576.jpg" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Porto-de-Galinhas.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76390" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure>
<h4><span style="color: #222222;">Por que visitar Porto de Galinhas?</span></h4>
<article class="porto-de-galinhas-por-que-visitar">
<header>Principais motivos para incluir Porto de Galinhas no seu roteiro.</header>
<ul>
<li><strong>Piscinas naturais:</strong> águas claras e mornas formadas por recifes, ideais para banho e snorkel.</li>
<li><strong>Praias paradisíacas:</strong> extensas faixas de areia branca e mar azul (Muro Alto, Maracaípe, Cupe).</li>
<li><strong>Passeios de jangada e mergulho:</strong> observação de peixes, corais e atividades náuticas organizadas.</li>
<li><strong>Surf e esportes aquáticos:</strong> pontos como Maracaípe são ótimos para surf e kitesurf.</li>
<li><strong>Infraestrutura turística:</strong> pousadas, restaurantes, bares, agências de passeio e serviços para visitantes.</li>
<li><strong>Fácil acesso:</strong> cerca de 50–60 km de Recife, com opções de bate‑volta ou hospedagem.</li>
</ul>
<footer></footer>
</article>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 5 — Praia dos Carneiros</span></h3>
</section>
<section id="dia-5">
<ul>
<li>Saída cedo para  Praia dos Carneiros (~1h30–2h): Igreja de São Benedito, passeio de catamarã até piscinas naturais, banho de argila.</li>
<li>Retorno a Porto de Galinhas ou pernoite na Praia dos Carneiros.</li>
</ul>
<figure id="attachment_47155" aria-describedby="caption-attachment-47155" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47155 size-large" title="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1024x768.jpg" alt="Praia dos Carneiros em Tamandaré PE" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Praia-dos-Carneiros-em-Tamandare-PE-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47155" class="wp-caption-text">Praia dos Carneiros em Tamandaré PE</figcaption></figure>
<h4><span style="color: #222222;">Por que visitar a Praia dos Carneiros?</span></h4>
<article class="praia-dos-carneiros-por-que-visitar">
<header>Razões para incluir a Praia dos Carneiros no seu roteiro.</header>
<ul>
<li><strong>Beleza cênica incomparável:</strong> coqueirais, areia branca e águas cristalinas emolduradas por um cenário paradisíaco.</li>
<li><strong>Igreja de São Benedito à beira-mar:</strong> cartão-postal fotogênico e ponto histórico situado na orla.</li>
<li><strong>Piscinas naturais:</strong> formações de corais que criam piscinas protegidas e rasas ideais para banho e snorkel.</li>
<li><strong>Passeios de barco e jangada:</strong> roteiros para ver manguezais, ilhas próximas e contemplar paisagens costeiras.</li>
<li><strong>Ambiente tranquilo:</strong> clima mais reservado e relaxante, bom para casais e quem busca descanso.</li>
<li><strong>Gastronomia local:</strong> restaurantes e barracas que servem frutos do mar frescos e pratos regionais.</li>
<li><strong>Atividades ao ar livre:</strong> stand up paddle, caiaque, caminhadas na praia e observação de aves na enseada.</li>
<li><strong>Proximidade e acessibilidade:</strong> acessível a partir de Recife/Porto de Galinhas, podendo ser passeio de bate‑volta ou pernoite.</li>
</ul>
<article class="distancias-praia-dos-carneiros-caruaru-garanhuns">
<header></header>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 6 — Interior: Caruaru ou Garanhuns</span></h3>
</article>
</article>
</section>
<section id="dia-6">
<ul>
<li>Opção Caruaru: Alto do Moura, feira de artesanato, Museu do Barro.</li>
<li>Opção Garanhuns: clima de serra, parques e eventos (se na época).</li>
<li>Retorno a Recife à noite (ou pernoite no interior).</li>
</ul>
<figure id="attachment_73910" aria-describedby="caption-attachment-73910" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-73910 size-large" title="Caruaru em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-1024x576.jpg" alt="Caruaru em Pernambuco" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/06/Caruaru.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73910" class="wp-caption-text">Caruaru em Pernambuco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_47267" aria-describedby="caption-attachment-47267" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47267" title="Garanhuns PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE.jpg" alt="Garanhuns PE" width="800" height="313" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE-300x117.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE-768x300.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE-141x55.jpg 141w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/11/Garanhuns-PE-800x313.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47267" class="wp-caption-text">Garanhuns PE</figcaption></figure>
<h4>Por que visitar Caruaru?</h4>
<p>Principais motivos para incluir Caruaru no seu roteiro pelo agreste pernambucano.</p>
<ul>
<li><strong>Feira de Caruaru:</strong> maior feira livre do Brasil, com artesanato, comidas típicas e comércio local.</li>
<li><strong>São João tradicional:</strong> um dos maiores e mais autênticos festejos juninos, com quadrilhas, forró e comidas típicas.</li>
<li><strong>Artesanato e cultura:</strong> barro, rendas, xilogravura, cerâmica e ateliês de artistas regionais.</li>
<li><strong>Gastronomia regional:</strong> pratos do Agreste como macaxeira, cartola e quitutes de feira.</li>
<li><strong>Espaços culturais e museus:</strong> centros culturais, Museu do Forró e iniciativas de preservação da memória local.</li>
<li><strong>Patrimônio e arquitetura:</strong> igrejas históricas, praças e a tradicional paisagem urbana do centro.</li>
<li><strong>Eventos e música:</strong> programações de forró, shows e manifestações populares ao longo do ano.</li>
<li><strong>Base para passeios pelo Agreste:</strong> acesso a cidades vizinhas, roteiros rurais e paisagens típicas da região.</li>
</ul>
<h4>Por que visitar Garanhuns?</h4>
<p>Motivos para incluir Garanhuns no seu roteiro pelo Agreste pernambucano.</p>
<ul>
<li><strong>Clima ameno e paisagens:</strong> cidade localizada na serra com temperatura mais fresca e jardins floridos.</li>
<li><strong>Festival de Inverno:</strong> evento cultural importante com música, teatro, dança e exposições (Garanhuns recebe apresentações nacionais e regionais).</li>
<li><strong>Parques e áreas verdes:</strong> como o Parque Euclides Dourado e o Relógio das Flores, ótimos para passeios ao ar livre.</li>
<li><strong>Patrimônio e arquitetura:</strong> igrejas históricas, praças e casarões que mostram a tradição local.</li>
<li><strong>Cultura e arte:</strong> centros culturais, museus, ateliês e programação artística ativa durante o ano todo.</li>
<li><strong>Gastronomia regional:</strong> restaurantes e bares com pratos do Agreste e culinária nordestina.</li>
<li><strong>Pontos de apoio para passeios:</strong> base para explorar cidades vizinhas, cachoeiras e roteiros rurais.</li>
<li><strong>Eventos locais:</strong> feiras, festivais folclóricos e manifestações populares que enriquecem a experiência turística.</li>
</ul>
<h4>Distância da Praia dos Carneiros até Caruaru e Garanhuns</h4>
<ul>
<li><strong>Praia dos Carneiros → Caruaru</strong>
<ul>
<li>Distância: ~160–180 km</li>
<li>Tempo de carro: ~2h30–3h30</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Praia dos Carneiros → Garanhuns</strong>
<ul>
<li>Distância: ~110–130 km</li>
<li>Tempo de carro: ~2h–2h30</li>
</ul>
</li>
</ul>
</section>
<section id="dia-7">
<h3>Dia 7 — Recife: últimos passeios e partida</h3>
<ul>
<li>Manhã: Oficina/Cerâmica de Francisco Brennand (se não visitou) ou passeio pelo Bairro do Recife e Mercado de São José.</li>
<li>Dependendo do horário do voo: Casa da Cultura para artesanato; transfer ao aeroporto.</li>
</ul>
</section>
<section id="dicas-praticas">
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li>Base recomendada: Recife (2–3 noites) + 2 noites em Porto de Galinhas + 1 noite em Carneiros ou interior.</li>
<li>Transporte: alugar carro facilita; há transfers e ônibus turísticos.</li>
<li>Melhor época: setembro a março; atenção às chuvas entre março e julho.</li>
<li>Marés: verifique a tabela de marés para Porto de Galinhas e Carneiros.</li>
<li>Reserve passeios (jangada, buggy, catamarã) e acomodações na alta temporada.</li>
</ul>
</section>
</article>
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		<title>Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador</title>
		<link>https://bahia.ws/igreja-e-convento-de-nossa-senhora-da-palma-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 20:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Resumo da História da Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma Origens e fundação: obra iniciada no século XVII; há controvérsias sobre datas e fundadores (1630, 1670 ou 1693). Relatos, especialmente de frei Agostinho de Santa Maria, vinculam a devoção à família Cruz Arrais. Em 1693 Jerônimo Pereira da Cruz [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/igreja-e-convento-de-nossa-senhora-da-palma-em-salvador/">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
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<h2>Resumo da História da Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/igreja-e-convento-de-nossa-senhora-da-palma-em-salvador/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-scaled.jpg" width="400" /></a></p>
<p><strong>Origens e fundação</strong>: obra iniciada no século XVII; há controvérsias sobre <strong>datas</strong> e <strong>fundadores</strong> (1630, 1670 ou 1693). Relatos, especialmente de frei Agostinho de Santa Maria, vinculam a devoção à família <strong>Cruz Arrais</strong>. Em 1693 Jerônimo Pereira da Cruz doou o imóvel aos <strong>agostinianos descalços</strong>.</p>
<p><strong>Obras e reedificações</strong>: começou como <strong>capela</strong>, <strong>ampliada no século XVIII</strong> e reformada em 1870. Os agostinianos reedificaram e ornamentaram a igreja (talha e douramento). Plantas de c.1710–1712 mostram nave em “T” (aprox. 20 m × 8 m) e três altares. O frontispício recebeu vãos rococós possivelmente em 1778; a torre foi erguida por volta de 1780. O convento foi ampliado formando um claustro irregular.</p>
<p><strong>Arte e decoração</strong>: talhas, douramentos e pinturas concluídas em finais do século XVIII (decoração final em 1797). Forro com pintura em quadratura (Santo Agostinho e santos agostinianos) e várias telas atribuídas, sem comprovação definitiva, a <strong>José Joaquim da Rocha</strong> e/ou <strong>Veríssimo de Souza Freitas</strong>. A ornamentação revela mistura de <strong>rococó</strong> e <strong>neoclassicismo</strong>.</p>
<p><strong>Imagem de Nossa Senhora da Palma</strong>: tradição diz que veio de Portugal. A imagem atual é barroca tardia (séc. XVIII) e substituiu a primitiva; houve restaurações documentadas no início do século XIX.</p>
<p><strong>Funções e usos</strong>: o conjunto serviu como hospício, seminário (1834–1837), <strong>Liceu Provincial</strong>, fórum e, desde 1954, abrigou a Faculdade de Filosofia. Hoje faz parte da administração da <strong>Universidade Católica do Salvador (UCSal)</strong> e a igreja mantém uso litúrgico.</p>
<p><strong>Conflitos e posse</strong>: bens dos agostinianos foram confiscados no século XIX; com a Independência (1822–1823) os frades retornaram a Portugal. Em 1829 a posse passou à <strong>Irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong>, que promoveu obras como revestimento em mármore e sinos novos.</p>
<p><strong>Acervo e conservação</strong>: imagens barrocas (séc. XVIII), pinturas com autorias incertas e sujeitas a intervenções e restaurações. A igreja foi <strong>tombada</strong> pelo IPHAN em 1938 e é zona de preservação rigorosa segundo legislação municipal.</p>
<p><strong>Observação histórica</strong>: placas e tradições mencionam episódios bélicos (1625/1638), mas essas datas não coincidem com a existência documentada do conjunto.</p>
<p><strong>Endereço: Praça Ana Nery, s/n, Mouraria, Salvador — BA.</strong></p>
<figure id="attachment_96864" aria-describedby="caption-attachment-96864" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96864 size-large" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1024x758.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="592" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1024x758.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-768x569.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-800x593.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96864" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96867" aria-describedby="caption-attachment-96867" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96867" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3.jpg 920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-3-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96867" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96865" aria-describedby="caption-attachment-96865" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96865 size-large" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-1024x683.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96865" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96866" aria-describedby="caption-attachment-96866" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96866 size-large" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-819x1024.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-819x1024.jpg 819w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-240x300.jpg 240w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-768x960.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-44x55.jpg 44w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-1229x1536.jpg 1229w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-1639x2048.jpg 1639w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-800x1000.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-em-Salvador-da-Bahia-2-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96866" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96861" aria-describedby="caption-attachment-96861" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96861 size-large" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-1024x683.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-4.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96861" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96860" aria-describedby="caption-attachment-96860" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96860 size-large" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-1024x683.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96860" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96859" aria-describedby="caption-attachment-96859" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96859" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-scaled.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia" width="800" height="1200" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-scaled.jpg 1707w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-683x1024.jpg 683w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-768x1152.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-1024x1536.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-1365x2048.jpg 1365w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-da-Palma-2-800x1200.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96859" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
</section>
<h2>História da Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma</h2>
<h3>Um pouco de história</h3>
<p>A construção da igreja de <strong>Nossa Senhora da Palma</strong> teve início em fins do século <strong>XVII</strong>.</p>
<p>Em <strong>1693</strong>, o templo foi doado por <strong>Jerônimo Pereira da Cruz</strong>, pertencente à família de <strong>Francisco da Cruz Arrais</strong>, aos frades <strong>agostinianos descalços</strong>.</p>
<div style="border: 2px solid #333; padding: 16px; background: #f9f9f9; border-radius: 6px;">
<p><strong>Francisco da Cruz Arrais</strong></p>
<p>Narra frei Agostinho de Santa Maria: “Havia na Cidade da Bahia um cidadão chamado Francisco da Cruz Arraes, o qual tinha muito particular devoção com Nossa Senhora e com o título de Palma. [&#8230;] Este nobre cidadão, com a devoção que tinha à Senhora, mandou fazer em Lisboa uma Imagem sua, a quem impôs o mesmo título da Palma, e foi isto pelos anos de 1630, a qual colocou em uma Ermida dedicada ao Patriarca São José; e aqui começou a veneração e a devoção para com esta Santíssima Imagem”.</p>
</div>
<p>Estes o adaptaram a suas necessidades e trataram de construir dependências ao lado de um <strong>hospício</strong> para os missionários da ordem. Aumentada no século <strong>XVIII</strong>, a igreja sofreu uma grande ampliação na reforma de <strong>1870</strong>.</p>
<h3>Origens e controvérsias sobre datas e fundadores</h3>
<p>Segundo <strong>Carlos Ott</strong>, <strong>Francisco da Cruz Arrais</strong> era ourives e foi quem criou, em <strong>1630</strong>, a devoção a <strong>Nossa Senhora da Palma</strong>, herdada por seus filhos.</p>
<p>Nessa época, e ainda em <strong>1652</strong>, morava com a família em casa alugada da <strong>Santa Casa</strong>, situada atrás da capela-mor da antiga Sé.</p>
<p><strong>Francisco da Cruz Arrais</strong>, a que se refere o autor acima, não foi citado por <strong>Marieta Alves</strong>, que estudou em profundidade as marcas e ações dos ourives do ouro e da prata em Salvador.</p>
<p>Na parede do lado esquerdo de quem entra na igreja, há uma lápide com inscrições da <strong>irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong> datadas de fins do século <strong>XIX</strong>. De acordo com essas inscrições, a construção da igreja teria se iniciado em <strong>1630</strong>, devendo-se à promessa feita por <strong>Bernardino da Cruz Arrais</strong>.</p>
<p>A lápide não assegura a veracidade dos fatos. Alguns autores admitem que a devoção a <strong>Nossa Senhora da Palma</strong> começou em <strong>1670</strong>, não concordando com a datação do início das obras quarenta anos antes, como está registrado.</p>
<p>Essas datas, segundo <strong>Carlos Ott</strong>, contrariam tanto a inscrição do fim do século <strong>XIX</strong> quanto o que escreveu <strong>frei Agostinho de Santa Maria</strong> no seu <em>Santuário Mariano</em>, em <strong>1722</strong>.</p>
<p>Não há concordância também quanto ao nome do fundador, <strong>Francisco da Cruz Arrais</strong>, pai do alferes <strong>Bernardo da Cruz Arrais</strong>. <strong>Afrânio Peixoto</strong> afirmou que o alferes <strong>Bernardo da Cruz Arrais</strong> fez o voto de erguer a capela, mas quem cumpriu a promessa foi seu irmão, o doutor <strong>Ventura da Cruz Arrais</strong>, fato que teria se dado em <strong>1630</strong>.</p>
<p>Quais as datas e os fundadores verdadeiros? Fica a questão a ser esclarecida. Pode-se argumentar, no entanto, que as informações mais corretas seriam as de <strong>frei Agostinho de Santa Maria</strong>, por ter vivido mais perto dos fatos e por ter baseado sua obra, no que se refere à <strong>Bahia</strong>, nas informações fornecidas pelo seu arcebispo, <strong>Dom Sebastião Monteiro da Vide</strong>.</p>
<h3>Reedificação pelos agostinianos e decoração</h3>
<p>Iniciada como simples ermida, no século <strong>XVII</strong>, a igreja foi reedificada pelos <strong>agostinianos</strong>, missionários da ordem da ilha de <strong>São Tomé</strong> e das terras da <strong>Costa da África</strong>.</p>
<p>Eles promoveram a decoração da igreja, tanto de <strong>talha</strong>, quanto de <strong>douramento</strong>, e assentaram os dois altares colaterais, que têm estilo diferente dos demais.</p>
<p>Segundo <strong>Maria José Freitas</strong>, são obra do entalhador e pintor <strong>Veríssimo de Souza Freitas</strong>, que só os terminou em <strong>1795</strong>.</p>
<p>Na realidade, Veríssimo era apenas pintor e pode, além de ter pintado o teto, ter caiado e dourado as paredes. O entalhe, que um pintor não executava, com certeza se deve a outro autor, desconhecido.</p>
<h3>A imagem de Nossa Senhora da Palma</h3>
<p>Conta a tradição, e é confirmado por <strong>frei Agostinho de Santa Maria</strong>, que a imagem de <strong>Nossa Senhora da Palma</strong> do altar-mor veio de <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>Não há registros sobre o período de sua elaboração e, evidentemente, nem de sua autoria. Querem alguns que ela date de antes de <strong>1720</strong>.</p>
<p>Documentado, porém, só há o registro de pagamento de <strong>quatro mil reis</strong>, no ano de <strong>1802</strong>, a <strong>Bento Sabino dos Reis</strong>, pela elaboração de um braço de <strong>Nossa Senhora da Palma</strong>.</p>
<p>Isso quer dizer que, no princípio do século <strong>XIX</strong>, a imagem já requeria restauração.</p>
<p>Entretanto, e com certeza, a imagem atual não é a original seiscentista, visto ter características <strong>barrocas tardias</strong>, da segunda metade do século <strong>XVIII</strong>. Essa peça substituiu a primitiva, provavelmente a mesma que teve o braço restaurado pelo escultor citado.</p>
<p><strong>Frei Agostinho de Santa Maria</strong> notificou que se ornava a imagem “de manto, que os tem muito ricos, preciosos e bordados de ouro”.</p>
<p>Era moda entre os fiéis presentear a Virgem Maria com ricos mantos, como os inúmeros que se encontram citados no transcorrer da história da igreja na <strong>Bahia</strong>.</p>
<p>Os mantos eram utilizados, sobretudo, para a saída das imagens às ruas nas procissões festivas. A atual imagem não se presta ao uso desse tipo de traje.</p>
<h3>História familiar ligada à devoção</h3>
<p>O mesmo <strong>frei Agostinho de Santa Maria</strong> dizia que os filhos de <strong>Francisco da Cruz Arrais</strong> continuaram a devoção do pai. Eram três filhos.</p>
<p>O segundo deles, o alferes <strong>Bernardo da Cruz Arrais</strong>, desconfiando-se doente, comunicou aos irmãos que tivera um sonho. Esse sonho sugeria que recuperaria a saúde se erguesse uma igreja para <strong>Nossa Senhora da Palma</strong>.</p>
<p>Os irmãos fizeram então a promessa, com o voto de edificar a nova igreja.</p>
<p>Compraram as terras e logo deram início à construção, tendo o alferes recuperado sua saúde. O mesmo autor conta que os três irmãos, além de outros devotos, contribuíram para a construção da igreja.</p>
<p>Concluída a obra “com toda a perfeição”, levou-se até ela, em procissão, a imagem da Senhora da Palma.</p>
<p>Essa translação se deu no ano de <strong>1670</strong>. O padroado passou para <strong>Jerônimo Pereira da Cruz</strong>, que foi quem doou a igreja para os <strong>agostinianos descalços</strong>, em <strong>1693</strong>.</p>
<p>As torres e o consistório ainda não estavam construídos, só a sacristia.</p>
<p>A doação aos agostinianos foi confirmada por <strong>carta régia</strong> de <strong>18 de março de 1694</strong>, com a recomendação de que construíssem o hospício, porque o sítio e a planta eram bons.</p>
<p>Os vizinhos da igreja doaram o terreno para a edificação do local de hospedagem dos religiosos. Foram construídas <strong>11 celas</strong>, salas para refeitório e cozinha.</p>
<p>Concluídas as obras, o hospício foi ocupado por <strong>frei João das Neves</strong>, <strong>frei João de Deus</strong>, <strong>frei Jerônimo da Assunção</strong> e o irmão leigo <strong>frei José dos Anjos</strong>.</p>
<p>O prédio funcionou como hospício por algum tempo, visto que, em <strong>1759</strong>, <strong>José Antônio Caldas</strong> notificava que apenas seis religiosos habitavam a casa.</p>
<h3>Plantas, dimensões e provas documentais</h3>
<p>Existem no <strong>Arquivo Histórico Ultramarino</strong> duas plantas assinadas por <strong>Miguel Pereira da Costa</strong>, uma datada de cerca de <strong>1710</strong> e outra de aproximadamente <strong>1712</strong>. Há pequenas diferenças entre elas, como o desenho do púlpito e do lavabo da sacristia.</p>
<p><strong>Robert Smith</strong> afirmou que em <strong>14 de setembro de 1711</strong> a igreja já estava construída, reproduzindo a planta de 1710.</p>
<p>Como era prática comum a planta não preceder a obra, <strong>Robert Smith</strong> tem razão ao afirmar que a construção estava feita.</p>
<p>A planta indica que a igreja media <strong>20 metros</strong> de comprimento por <strong>8 metros</strong> de largura, dispondo de uma só porta de acesso e três altares.</p>
<p>Tinha partido em “T”, que continuou a marcar a edificação, mesmo depois das reformas efetuadas.</p>
<p>Por outro lado, a citação da data de <strong>1712</strong> tem fundamento, pois nesse ano os mestres pedreiros <strong>Manuel Antunes Lima</strong>, que participou da construção da Lapa, <strong>João Antunes dos Reis</strong> e <strong>Manoel Gomes da Silva</strong> foram designados para avaliar o preço da obra de alvenaria da igreja da Palma, por ordem do engenheiro <strong>Miguel Pereira da Costa</strong>.</p>
<h3>Ampliações no século XVIII e alterações arquitetônicas</h3>
<p>Possivelmente são de <strong>1778</strong> os três vãos de entrada, abertos no frontispício, com suas portas de almofadas rococós. Por ocasião das obras descritas a seguir, acrescentaram-se cinco altares nas laterais da nave.</p>
<p>Consta que, antes dessa reforma, o convento fora convertido pelo governo em <strong>hospital militar</strong>, voltando depois à posse dos agostinianos, graças à ação de <strong>frei Bento da Trindade</strong>.</p>
<p>A torre coberta em pirâmide azulejada não constava da planta levantada pelo tenente engenheiro <strong>Pereira da Costa</strong>, tendo sido erguida pelos agostinianos somente em <strong>1780</strong>.</p>
<p>Por isso não é mencionada na descrição da igreja resultante da vistoria realizada pelos prepostos da Câmara, em <strong>1778</strong>, com a finalidade de autorizar a construção do atual convento, a pedido do mesmo religioso.</p>
<p>Autorizada a obra, acrescentou-se a ala fronteira do convento às dependências já existentes, formando um <strong>claustro irregular</strong>, de base retangular.</p>
<p>A irregularidade é evidenciada na parte interna pelo número e tamanho dos arcos, que foram adaptados à antiga construção.</p>
<p>Por conta desse acréscimo, a nave foi alongada e a sacristia e o consistório, subdivididos. A edificação ganhou ainda corredores laterais no térreo e no piso superior, além das tribunas.</p>
<p>A escadaria que liga o térreo ao primeiro pavimento, num dos lados desse claustro, é de construção recente. Toda a obra é de <strong>alvenaria</strong>, a maioria sem cantaria.</p>
<p>As pedras – em geral, <strong>arenito</strong> – foram reservadas apenas às portas de entrada, decoradas com motivos rococós no seu frontispício. Mais modesto, o convento teve as janelas e portas ornadas com peitoris de <strong>madeira</strong> e cercadura e frontão de <strong>estuque</strong>.</p>
<h3>Conflitos, confisco de bens e mudanças de posse</h3>
<p>Os agostinianos ficaram na igreja e no convento da Palma por menos de um século.</p>
<p>Seus bens foram confiscados e entregues ao <strong>arcebispado</strong>, para a instalação do <strong>seminário</strong>. Com a <strong>Independência do Brasil</strong>, os frades foram acusados de se solidarizarem aos portugueses e retornaram a Portugal, em <strong>1822-1823</strong>.</p>
<p>A partir de então, a igreja passou para as mãos da <strong>irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong>, que teve a posse confirmada pelo arcebispo da Bahia, <strong>Dom Romualdo Antônio de Seixas</strong>, em <strong>7 de março de 1829</strong>.</p>
<p>Instalada no conjunto da Palma, a <strong>Irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong> cobriu de <strong>mármore</strong> o presbitério e suas escadas.</p>
<div style="border: 2px solid #333; padding: 16px; background: #f9f9f9; border-radius: 6px;">
<p><strong>Irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong></p>
<p>Em documento de 1887, Francisco Salgueiro relatava que no dia 19 de março de 1721 esta capital foi acometida de grandes furacões, caindo sobre ela infinidade de granizo que, suposto nenhum dano causassem, contudo espalharam a consternação entre todas as classes.</p>
<p>Diversas pessoas recorreram à clemência divina mediante atos de penitência. Entre essas destacou‑se um homem pardo, vestido com hábitos penitentes e abraçado a uma cruz, que incorporou outras pessoas e percorreu as ruas em forma processional, recolhendo‑se depois à capela de Nossa Senhora da Ajuda. Ali foi estabelecida a devoção da Via‑Sacra em todas as sextas‑feiras da quaresma.</p>
<p>A devoção continuou nessa capela até que, passados alguns anos, foi transferida para o Hospício da Palma, adotando o título de <strong>Bom Jesus da Cruz</strong>. Em 1751 a instituição tomou o caráter de confraria, usando capas brancas e murças roxas, ficando perfeitamente regular a partir de 1764, quando o rei Dom José colocou sob sua proteção as confrarias do Brasil, em qualidade de administrador da Ordem de Cristo.</p>
</div>
<p>Também mandou fazer <strong>sinos novos</strong>, num dos quais deixou inscrito o testemunho de sua contribuição: “Confraria do Senhor da Cruz na administração de 1876. Fundição de <strong>Manoel de Vargas Leal</strong> na Bahia.”</p>
<h3>Usos civis e educacionais posteriores</h3>
<p>Antes e depois da irmandade, conjunto sediou o <strong>seminário da Bahia</strong> de <strong>1834 a 1837</strong>, quando este passou a ocupar a igreja e convento de Santa Teresa.</p>
<p>A partir de então abrigou o recém-criado <strong>Liceu Provincial</strong>, que logo foi transferido para a praça da Piedade. Em uma das alas, também funcionou o <strong>fórum</strong>.</p>
<p>O convento ficou abandonado por algum tempo até abrigar, transitoriamente, as <strong>freiras de São Raimundo</strong>.</p>
<p>Desde <strong>1954</strong>, a título precário, passou a funcionar no convento a <strong>Faculdade de Filosofia</strong>. Fundada em <strong>1951</strong>, a faculdade ocupou o Palácio Arquidiocesano de Salvador em <strong>1952</strong>.</p>
<p>No ano seguinte não foi mais possível o uso do prédio, o que comprometeu o bom andamento do curso. Pretendeu-se então ocupar o Solar ou, como era chamado, a <strong>quinta do Unhão</strong>, mas este estava em completo estado de abandono.</p>
<p>Em função disso, o irmão <strong>Gonzaga Regis</strong> solicitou a <strong>Rodrigo de Melo Franco de Andrade</strong> e ao ministro da Educação, <strong>Clóvis Salgado</strong>, que o imóvel da Palma fosse desapropriado para sediar a faculdade, prometendo encarregar-se de sua conservação, dentro das exigências do <strong>IPHAN</strong>.</p>
<p>Com essa finalidade, entre <strong>1952 e 1953</strong>, foram feitas obras de estabilização no interior da igreja e da sacristia e promoveu-se a restauração de sua fachada.</p>
<p>Em <strong>1954</strong>, a faculdade instalou-se no convento.</p>
<p>O edifício, hoje, é uma das sedes administrativas da reitoria da <strong>Universidade Católica do Salvador (UCSal)</strong>. A igreja ainda é utilizada para os cultos, subordinada à paróquia do <strong>Santíssimo Sacramento e Santana</strong>.</p>
<h3>Lápide do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia</h3>
<p>A maioria dos autores indica <strong>1670</strong> como o ano em que se iniciaram os atos religiosos no local.</p>
<p>Já não há concordância quanto ao uso do hospício pelos defensores da terra contra os <strong>holandeses</strong>, como se presume ter acontecido com todos os demais conventos da cidade.</p>
<p>Apesar disso, o <strong>Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB)</strong> assentou, no frontispício da igreja, uma lápide alusiva às tropas espanholas que defendiam a Bahia, gravando: “Em abril de <strong>1625</strong>, na luta contra os holandeses, ergueu-se neste sítio uma bateria às ordens de Dom João de Orellana Antônio Muniz Barreto e Tristão de Mendonça, e de abril a maio de <strong>1638</strong>, Heitor P. de la Calche, a que de novo se fortificou quando pela invasão de Nassau – IGHB, 1938.” Na data indicada, porém, o convento e a igreja ainda não existiam.</p>
<h3>O que visitar — Igreja e decoração interna</h3>
<p>A decoração interna do templo foi empreendida depois de <strong>1785</strong> por <strong>frei Bento da Trindade</strong>, que já promovera o aumento da ala dianteira do convento nos anos de <strong>1780</strong>.</p>
<p>Os membros da <strong>irmandade do Senhor Bom Jesus da Cruz</strong> auxiliaram na ornamentação, arcando com os custos da obra de talha do altar reservado ao seu culto. Encarregaram o entalhador <strong>Manoel Ferreira</strong> de fazer quatro castiçais para esse altar.</p>
<p>Os demais altares, talhas, pinturas e douramentos correram por conta dos próprios religiosos, com a ajuda das esmolas dos fiéis e benfeitores do entorno.</p>
<p>Os altares laterais, as molduras dos quadros que ornam as paredes do altar-mor e a parte superior das portas laterais da capela-mor, em estilo <strong>rococó</strong>, foram feitos por carpinteiros e entalhadores anônimos.</p>
<p>Apenas os dois altares colaterais diferenciam-se dos demais na tipologia e ornamentação.</p>
<h3>Pinturas e autores atribuídos</h3>
<p>A pintura que se observa logo à entrada, sob o coro, reproduz um tema que foi recorrente no Brasil, apresentando-se também no forro da portaria do convento de São Francisco e no teto da nave da Conceição da Praia.</p>
<p>Trata-se de uma composição em que figuram a <strong>Virgem Maria</strong>, a <strong>Santíssima Trindade</strong> e os quatro continentes, representados por personagens usando vestes ou adornos típicos de suas culturas.</p>
<p>É trabalho de autor desconhecido. Uma das obras que mais chamam a atenção na pequena igreja é a pintura do seu forro.</p>
<p>Tem como figuras centrais <strong>Santo Agostinho</strong> e os santos agostinianos, em pintura de quadratura.</p>
<p>A obra foi atribuída a <strong>José Joaquim da Rocha</strong>, a quem, em geral, os autores concedem a autoria de quase todas as pinturas de forro em perspectiva de Salvador. Não há nada que comprove a sua participação nesse trabalho.</p>
<p>Há também autores que comparam a pintura desse teto à do forro da igreja do convento da <strong>Lapa</strong>, atribuindo-a a <strong>Veríssimo de Souza Freitas</strong>, pintor que morava nas cercanias da igreja da Palma.</p>
<p>O historiador da arte, <strong>Carlos Ott</strong>, atribuiu o desenho do forro a <strong>José Joaquim da Rocha</strong>, comparando as figuras com as da <strong>Santa Casa de Misericórdia</strong>, e a pintura, a <strong>Veríssimo de Souza Freitas</strong>.</p>
<p>No entanto, não confirma categoricamente a autoria de Veríssimo no caso da igreja da Palma, apenas na pintura do forro da Lapa.</p>
<p>As semelhanças entre obras, muito comuns, já que a cópia era a norma da época, não justificam atribuições de autoria.</p>
<p>Além disso, a comparação não é o melhor dos métodos para a identificação de pinturas ou esculturas, visto que todas passaram por intervenções, pequenas ou grandes, como a promovida entre <strong>1879 e 1885</strong>.</p>
<p>Os resultados dessa última intervenção puderam ser especialmente observados em <strong>1949</strong>, quando o <strong>IPHAN do Rio de Janeiro</strong>, com a permissão do arcebispo primaz, <strong>Dom Augusto Álvaro da Silva</strong>, encarregou <strong>Edson Motta</strong> de restaurar <strong>27 telas</strong>, que foram devolvidas no ano seguinte, já restauradas.</p>
<p>O próprio <strong>Carlos Ott</strong> dizia que em algumas pinturas, como aquela sob o coro, descobre-se uma terceira ou quarta mão de tinta.</p>
<p>Sugeria, com isso, que o restaurador ou os restauradores é que não souberam conservar o estilo característico do pintor que ele considerava como autor, <strong>José Joaquim da Rocha</strong>.</p>
<p>Mas não deixou de atribuir também a esse pintor os painéis que estão no altar-mor – o do lado direito representando a <strong>Divina Pastora</strong>, e o do esquerdo, <strong>Judite e Holofernes</strong> –, seguidos por cenas da vida de Jesus (<strong>Adoração do Menino Jesus</strong>, <strong>Circuncisão do Menino Jesus</strong> e <strong>Apresentação do Menino Jesus ao templo</strong>) e pela <strong>Sagrada Família</strong>.</p>
<p>Não há absolutamente comprovação da autoria desses trabalhos. Alguns outros quadros estão obscurecidos, por causa da oxidação dos vernizes, e não permitem uma leitura perfeita, nem identificação.</p>
<h3>Pinturas nas paredes da nave</h3>
<p>Nas paredes da nave, do lado esquerdo, encontram-se as pinturas representando o <strong>Batismo de Agostinho por Ambrósio</strong> e a <strong>Consagração de Agostinho como Bispo</strong>, também oficiada por Ambrósio.</p>
<p>No lado oposto vê-se <strong>Ambrósio negando comunhão ao Imperador Teodósio</strong>. O outro painel, desse mesmo lado, representa a <strong>Madona aparecendo a um Ermitão</strong>.</p>
<p>A pintura do lado esquerdo do arco cruzeiro da nave representa a <strong>Imaculada Conceição</strong>, e a do lado direito, <strong>Cristo com a Cruz</strong>. <strong>Carlos Ott</strong> atribuiu todas as pinturas ao mesmo mestre <strong>José Joaquim da Rocha</strong>, baseando-se na menção encontrada no <strong>Livro de Termos dos Irmãos (1785-1831)</strong>, de <strong>31 de agosto de 1795</strong>, aos “grandes benefícios que sempre fez e faz à nossa Irmandade, achando-se sempre nele um louvável zelo a tudo que é para aumento do culto do mesmo Senhor”, o que não significa que estendesse suas ações em favor dos agostinianos gratuitamente.</p>
<p>Baseou-se ainda em um manuscrito anônimo, que datou de <strong>1860</strong>, existente na <strong>Biblioteca Nacional</strong>.</p>
<p>Esse documento foi publicado pelo próprio <strong>Ott</strong> numa Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que também atribuía a autoria ao mesmo mestre pintor.</p>
<p>Antes de <strong>Carlos Ott</strong>, o cronista <strong>Manuel Querino</strong> tinha atribuído grande parte das pinturas da Palma, especialmente os painéis, a <strong>Veríssimo de Souza Freitas</strong>, provavelmente pelo fato de o pintor habitar nas imediações do conjunto e ter sido enterrado na sua igreja. É o mesmo pintor indicado por <strong>Marieta Alves</strong>.</p>
<h3>Conclusão da decoração e reformas posteriores</h3>
<p>A decoração interna da igreja só foi concluída em <strong>1797</strong>. Logo depois fez-se outra reforma, <strong>neoclassizante</strong>. Isso explica porque, entre altares e púlpitos rococós, há dois altares laterais em estilo diferente, mostrando a passagem do rococó para o neoclássico.</p>
<p>Segundo <strong>Maria José Freitas</strong>, possivelmente datam de <strong>1803</strong>, quando o altar-mor foi reformado e substituído pelo atual, de estilo também misto, entre rococó e neoclássico, como mostram a soma do baldaquino com as colunas e a presença dos serafins.</p>
<h3>Imagens e esculturas de destaque</h3>
<p>Algumas imagens em estilo <strong>barroco</strong>, da segunda metade do século <strong>XVIII</strong>, merecem destaque, em especial a da própria <strong>Nossa Senhora da Palma</strong>, que teria vindo de <strong>Portugal</strong>, bem como as que ladeiam o altar, a de <strong>São Tomás de Aquino</strong> e a de <strong>Santo Agostinho</strong>, esta última atribuída ao escultor <strong>Bento Sabino dos Reis</strong>.</p>
<p>O altar colateral esquerdo abriga a imagem de <strong>Nossa Senhora da Conceição</strong> feita em <strong>madeira policromada</strong>, com características barrocas, mas com o manto já pintado com motivos que datam do século <strong>XIX</strong>.</p>
<p>Segundo consta, essa imagem foi doada pela <strong>Santa Casa de Misericórdia</strong> e transportada pela <strong>irmandade de São Cosme e São Damião</strong> até a Palma.</p>
<p>A sacristia, ao lado da igreja, encontra-se hoje despojada, tendo sido retiradas as imagens. Contém apenas os <strong>arcazes</strong>, com o <strong>Crucificado</strong> ao centro e os painéis.</p>
<p>Do outro lado da igreja, faz par com a sacristia um cômodo idêntico, que serviu de <strong>consistório</strong> no tempo dos agostinianos.</p>
<h3>Tombamento e proteção</h3>
<p>A igreja foi tombada pelo <strong>IPHAN</strong>, sob o n. <strong>130</strong> do <strong>Livro de Belas Artes, fl. 23</strong>, em <strong>17 de junho de 1938</strong>, e pelo <strong>IPAC</strong> n. <strong>BR 32007-1.0-026</strong>. O sítio da igreja é considerado <strong>zona de preservação rigorosa (GP-1)</strong> pelo art. 113 da <strong>Lei Municipal n. 2.403</strong>, de <strong>23 de agosto de 1972</strong>.</p>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/igreja-e-convento-de-nossa-senhora-da-palma-em-salvador/">Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma em Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Roteiro de 7 dias pelo Maranhão</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 10:45:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Maranhão é um estado do Nordeste brasileiro marcado por diversidade cultural e paisagística: reúne centros históricos coloniais, festas populares como o bumba‑meu‑boi, extensos manguezais, praias e os famosos Lençóis Maranhenses — dunas e lagoas de água doce únicas no mundo. A culinária mistura influências indígenas, africanas e portuguesas, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>Maranhão é um estado do Nordeste brasileiro</strong> marcado por diversidade cultural e paisagística: reúne centros históricos coloniais, festas populares como o bumba‑meu‑boi, extensos manguezais, praias e os famosos Lençóis Maranhenses — dunas e lagoas de água doce únicas no mundo.</p>
<figure id="attachment_3405" aria-describedby="caption-attachment-3405" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maranhao.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3405" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maranhao.jpg" alt="mapa do Maranhão" width="620" height="709" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maranhao.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maranhao-262x300.jpg 262w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maranhao-48x55.jpg 48w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3405" class="wp-caption-text">mapa do Maranhão</figcaption></figure>
<p>A culinária mistura influências indígenas, africanas e portuguesas, e a população preserva tradições musicais e folclóricas vibrantes.</p>
<h2>Roteiro de 7 dias pelo Maranhão</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-maranhao/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/maranhao/sao_luis_centro_historico.jpg?token=NC977S7Dmu822FOQr6nahQ&amp;expires=1775914000" width="400" /></a></p>
<p>Distâncias aproximadas a partir de São Luís e tempos indicativos.</p>
<h3>Dia 1 — São Luís do Maranhão (chegada)</h3>
<p><strong>Distância:</strong> 0 km (base)</p>
<ul>
<li>Manhã: chegada e check-in (Centro Histórico ou Praia Grande).</li>
<li>Tarde: passeio pelo Centro Histórico — Palácio dos Leões, azulejos, Praia Grande.</li>
<li>Noite: jantar com pratos locais.</li>
</ul>
<p><strong>São Luís</strong> combina história colonial, cultura vibrante e acesso a paisagens naturais únicas — perfeita para quem busca patrimônio arquitetônico e também quer explorar os Lençóis Maranhenses e o litoral.</p>
<ul>
<li>Centro Histórico bem preservado com casarões azulejados, igrejas e museus.</li>
<li>Forte expressão cultural: bumba-meu-boi, reggae local e festas populares.</li>
<li>Gastronomia regional rica (cuxá, peixes e frutos do mar).</li>
<li>Ponto de partida prático para os Lençóis Maranhenses (Barreirinhas, Atins, Santo Amaro).</li>
<li>Alcântara: escapada histórica acessível por barco.</li>
<li>Praias e paisagens variadas: manguezais, rios e litoral próximos.</li>
<li>Boa infraestrutura turística com opções de hospedagem e transporte.</li>
</ul>
<figure id="attachment_76592" aria-describedby="caption-attachment-76592" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76592" title="São Luís do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao.jpg" alt="São Luís do Maranhão" width="800" height="507" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao-300x190.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao-768x487.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao-87x55.jpg 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Luis-do-Maranhao-800x507.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76592" class="wp-caption-text">São Luís do Maranhão</figcaption></figure>
<figure id="attachment_76597" aria-describedby="caption-attachment-76597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76597" title="Parte Moderna de São Luís do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao.jpg" alt="Parte Moderna de São Luís do Maranhão" width="800" height="507" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao.jpg 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao-300x190.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao-768x486.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao-87x55.jpg 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Parte-Moderna-de-Sao-Luis-do-Maranhao-800x507.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76597" class="wp-caption-text">Parte Moderna de São Luís do Maranhão</figcaption></figure>
<figure id="attachment_16200" aria-describedby="caption-attachment-16200" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-16200 size-full" title="Cine Éden em São Luís do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1.jpg" alt="Cine Éden em São Luís do Maranhão" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Cine-Éden_1-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16200" class="wp-caption-text">Cine Éden em São Luís do Maranhão</figcaption></figure>
<figure id="attachment_16184" aria-describedby="caption-attachment-16184" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-16184 size-large" title="Casarão do período colonial em São Luís" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1-1024x683.jpg" alt="Casarão do período colonial em São Luís" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Casarão-do-período-colonial-em-São-Luís_1-83x55.jpg 83w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16184" class="wp-caption-text">Casarão do período colonial em São Luís</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3948" aria-describedby="caption-attachment-3948" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3948 size-full" title="Rua Portugal em São Luís" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL.jpg" alt="Rua Portugal em São Luís" width="800" height="546" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL-300x205.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL-768x524.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/RUA-PORTUGAL-81x55.jpg 81w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3948" class="wp-caption-text">Rua Portugal em São Luís</figcaption></figure>
<h3>Dia 2 — Alcântara (bate-volta ou pernoite)</h3>
<p><strong>Distância:</strong> ~15–25 km por água — barco 30–60 min</p>
<ul>
<li>Manhã: saída cedo para Alcântara; ruínas coloniais e mirantes.</li>
<li>Tarde: visitas na vila e paisagens.</li>
<li>Noite: retorno a São Luís ou pernoite em Alcântara.</li>
</ul>
<p><strong>Alcântara</strong> é uma vila histórica no litoral do Maranhão, acessível por barco desde São Luís. Fundada no período colonial, preserva casarões, praças e ruínas que remontam ao ciclo do açúcar, além de oferecer ruas de pedra, mirantes para a Baía de São Marcos e atmosfera tranquila ideal para fotografia e passeios culturais.</p>
<ul>
<li>Centro histórico com sobrados, igrejas e casarões coloniais.</li>
<li>Ruínas de engenhos e vestígios do ciclo açucareiro.</li>
<li>Mirantes com vista para a Baía de São Marcos e São Luís.</li>
<li>Artesanato local e culinária regional nas comunidades.</li>
<li>Fácil acesso por barco; visitas guiadas e opção de pernoite.</li>
</ul>
<figure id="attachment_76554" aria-describedby="caption-attachment-76554" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76554" title="Alcântara MA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1.webp" alt="Alcântara MA" width="800" height="522" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1.webp 1008w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1-300x196.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1-768x501.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1-84x55.webp 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Alcantara-MA-1-800x522.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76554" class="wp-caption-text">Alcântara MA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_76549" aria-describedby="caption-attachment-76549" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-76549 size-large" title="Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Alcântara MA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-1024x559.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Alcântara MA" width="800" height="437" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-1024x559.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-300x164.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-768x419.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-101x55.jpg 101w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-1536x838.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1-800x436.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Alcantara-MA-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76549" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Alcântara MA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_25922" aria-describedby="caption-attachment-25922" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25922" title="Fachada da Matriz de São Matias com pelourinho na frente em Alcântara no MA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA.webp" alt="Fachada da Matriz de São Matias com pelourinho na frente em Alcântara no MA" width="800" height="593" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA.webp 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA-300x222.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA-768x569.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Fachada-da-Matriz-de-Sao-Matias-com-pelourinho-na-frente-em-Alcantara-no-MA-800x593.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25922" class="wp-caption-text">Fachada da Matriz de São Matias com pelourinho na frente em Alcântara no MA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_21974" aria-describedby="caption-attachment-21974" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21974" title="Alcântara no Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão.jpg" alt="Alcântara no Maranhão" width="800" height="434" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão-300x163.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão-768x416.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Alcântara-no-Maranhão-101x55.jpg 101w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21974" class="wp-caption-text">Alcântara no Maranhão</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — Rumo a Barreirinhas (Lençóis Maranhenses)</h3>
<p><strong>Distância:</strong> ~240–280 km por estrada — ≈4–5 h</p>
<ul>
<li>Manhã: traslado para Barreirinhas (transfer 4&#215;4/ônibus).</li>
<li>Tarde: contato inicial com as dunas e pôr do sol.</li>
<li>Noite: hospedagem em Barreirinhas.</li>
</ul>
<p><strong>Barreirinhas</strong> é a principal porta de entrada para os Lençóis Maranhenses, cidade situada às margens do rio Preguiças. É base prática para passeios de 4&#215;4 e de barco às dunas, lagoas e vilarejos ribeirinhos, oferecendo infraestrutura turística com pousadas, restaurantes e agências de passeios.</p>
<ul>
<li>Partida para os Lençóis Maranhenses: acessos a lagoas como a Lagoa Azul e a Lagoa Bonita.</li>
<li>Passeios de 4&#215;4 e caminhadas entre dunas e lagoas.</li>
<li>Passeios de barco pelo rio Preguiças até destinos como Caburé, Mandacaru e Atins.</li>
<li>Infraestrutura turística: opções de hospedagem, guias e agências locais.</li>
<li>Clima ideal entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias.</li>
</ul>
<figure id="attachment_25702" aria-describedby="caption-attachment-25702" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25702 size-large" title="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-1024x546.jpg" alt="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" width="800" height="427" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-1024x546.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-300x160.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-768x410.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-1536x819.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-800x427.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses-1320x704.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/Barreirinhas-nos-lencois-maranhenses.jpg 1588w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25702" class="wp-caption-text">Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23312" aria-describedby="caption-attachment-23312" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23312 size-large" title="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-1024x576.jpg" alt="Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Barreirinhas-nos-Lencois-Maranhenses.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23312" class="wp-caption-text">Barreirinhas nos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_66825" aria-describedby="caption-attachment-66825" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-66825" title="Praia de Caburé – Barreirinhas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas.webp" alt="Praia de Caburé – Barreirinhas" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas.webp 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/02/Praia-de-Cabure-–-Barreirinhas-800x600.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66825" class="wp-caption-text">Praia de Caburé – Barreirinhas</figcaption></figure>
<h3>Dia 4 — Lençóis Maranhenses (Lagoa Bonita / Lagoa Azul)</h3>
<p><strong>Base:</strong> Barreirinhas (~240–280 km de São Luís)</p>
<ul>
<li>Dia inteiro: passeio em 4&#215;4 às lagoas (Lagoa Bonita, Lagoa Azul).</li>
<li>Tarde: retorno; opção de passeio pelo Rio Preguiças.</li>
<li>Noite: pernoite em Barreirinhas.</li>
</ul>
<p>Os <strong>Lençóis Maranhenses</strong> são um parque nacional caracterizado por extensas dunas de areia branca intercaladas por lagoas de água doce cristalina formadas pela estação chuvosa — uma paisagem única que lembra um deserto com oásis. Localizam‑se no litoral do Maranhão e atraem visitantes por suas trilhas, banhos nas lagoas e paisagens fotogênicas.</p>
<ul>
<li>Dunas e lagoas: destaque para Lagoa Bonita e Lagoa Azul</li>
<li>Melhor época: período pós‑chuvas (maio a setembro), quando as lagoas estão cheias.</li>
<li>Atividades: passeios de 4&#215;4, caminhadas nas dunas, banhos em lagoas e fotografia de paisagem.</li>
<li>Bases de acesso: Barreirinhas, Santo Amaro e Atins.</li>
<li>Conservação: área protegida com regras para visitação — contratar guias e agências locais é recomendado.</li>
</ul>
<figure id="attachment_46798" aria-describedby="caption-attachment-46798" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46798 size-large" title="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1024x576.webp" alt="Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Parque-Nacional-dos-Lencois-Maranhenses.webp 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46798" class="wp-caption-text">Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_25701" aria-describedby="caption-attachment-25701" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25701 size-full" title="Lençois Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses.jpg" alt="Lençois Maranhenses" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/08/lencois-maranhenses-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25701" class="wp-caption-text">Lençois Maranhenses</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23274" aria-describedby="caption-attachment-23274" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23274" title="Mapa dos Lençois Maranhenses" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.jpg" alt="Mapa dos Lençois Maranhenses" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Mapa-dos-Lencois-Maranhenses-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23274" class="wp-caption-text">Mapa dos Lençois Maranhenses</figcaption></figure>
<h3>Dia 5 — Atins</h3>
<p><strong>Distância:</strong> ~260–300 km (terra + água); tempo total ≈5–7 h</p>
<ul>
<li>Manhã: transfer Barreirinhas → Atins (lancha/barco 1–2 h).</li>
<li>Dia: relaxar na vila, praias; opcional kitesurf (jul–dez).</li>
<li>Noite: pousada em Atins.</li>
</ul>
<p><strong>Atins</strong> é uma vila ribeirinha e tranquila na margem do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, conhecida por sua natureza preservada, acesso às dunas e lagoas e atmosfera rústica. É destino popular para quem busca kitesurf, caminhadas nas dunas, praias praticamente intocadas e contato com comunidades locais.</p>
<ul>
<li>Porta de entrada para trechos norte dos Lençóis Maranhenses.</li>
<li>Prática de kitesurf e windsurf em temporadas de vento (setembro a março).</li>
<li>Passeios de quadriciclo, caminhadas e travessias até lagoas e praias.</li>
<li>Ambiente rústico com pousadas simples, restaurantes artesanais e pouca infraestrutura urbana.</li>
<li>Acesso por barco a partir de Barreirinhas ou trajeto por Atins/Carnaubal dependendo da rota; ideal para quem busca ecoturismo e tranquilidade.</li>
</ul>
<figure id="attachment_23270" aria-describedby="caption-attachment-23270" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23270 size-large" title="Atins no estado do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-1024x546.jpg" alt="Atins no estado do Maranhão" width="800" height="427" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-1024x546.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-300x160.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-768x410.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-103x55.jpg 103w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-1536x819.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-2048x1092.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-800x427.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-1320x704.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23270" class="wp-caption-text">Atins no estado do Maranhão</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23269" aria-describedby="caption-attachment-23269" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23269 size-large" title="Kitesurf em Atins" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-1024x576.jpeg" alt="Kitesurf em Atins" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-1024x576.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins-800x450.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Kitesurf-em-Atins.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23269" class="wp-caption-text">Kitesurf em Atins</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23264" aria-describedby="caption-attachment-23264" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23264 size-large" title="Atins MA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-1024x576.jpg" alt="Atins MA" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-2048x1152.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Atins-no-Maranhao-1320x743.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23264" class="wp-caption-text">Atins MA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_21475" aria-describedby="caption-attachment-21475" style="width: 676px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/mapa-de-Atins.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21475 size-full" title="mapa de Atins" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/mapa-de-Atins.jpg" alt="mapa de Atins" width="676" height="395" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/mapa-de-Atins.jpg 676w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/mapa-de-Atins-300x175.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/mapa-de-Atins-94x55.jpg 94w" sizes="(max-width: 676px) 100vw, 676px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21475" class="wp-caption-text">mapa de Atins</figcaption></figure>
<h3>Dia 6 — Santo Amaro (opção) ou retorno a São Luís</h3>
<p><strong>Distância:</strong> Santo Amaro ~200–260 km; retorno a São Luís ≈240–280 km</p>
<ul>
<li>Opção A: Santo Amaro — lagoas maiores e menos turistas.</li>
<li>Opção B: sair cedo e retornar a São Luís para pernoitar.</li>
</ul>
<p><strong>Santo Amaro do Maranhão</strong> é uma cidade histórica localizada no interior dos Lençóis Maranhenses, conhecida por suas impressionantes dunas e lagoas próximas ao centro urbano, oferecendo experiência menos comercial e com forte contato com a comunidade local. É opção para quem busca trilhas, travessias entre lagoas e imersão na cultura ribeirinha.</p>
<ul>
<li>Localização: interior dos Lençóis Maranhenses, com dunas e lagoas acessíveis a partir da cidade.</li>
<li>Ambiente mais tradicional e menos turístico que Barreirinhas ou Atins.</li>
<li>Atividades: caminhadas, travessias pelas dunas, banhos em lagoas e observação de paisagens únicas.</li>
<li>Infraestrutura: pousadas e opções simples de hospedagem; serviços básicos na cidade.</li>
<li>Acesso: geralmente por via terrestre a partir de São Luís ou Barreirinhas; trajetos podem incluir trechos em estrada de terra.</li>
</ul>
<figure id="attachment_64572" aria-describedby="caption-attachment-64572" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-64572 size-full" title="Santo Amaro do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao.jpg" alt="Santo Amaro do Maranhão" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao-300x167.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao-768x427.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/07/Santo-Amaro-do-Maranhao-99x55.jpg 99w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64572" class="wp-caption-text">Santo Amaro do Maranhão</figcaption></figure>
<figure id="attachment_21496" aria-describedby="caption-attachment-21496" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21496" title="Santo Amaro do Maranhão" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão.jpg" alt="Santo Amaro do Maranhão" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Santo-Amaro-do-Maranhão-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21496" class="wp-caption-text">Santo Amaro do Maranhão</figcaption></figure>
<h3>Dia 7 — São Luís (cultura e voo de volta)</h3>
<p><strong>Distância:</strong> 0 km (base)</p>
<ul>
<li>Manhã: Mercado das Tulhas, artesanato, museus.</li>
<li>Tarde: tempo livre e deslocamento ao aeroporto.</li>
</ul>
<h3>Dicas rápidas</h3>
<ul>
<li>Melhor época para Lençóis: maio a setembro.</li>
<li>Reserve transfers e hospedagem em Barreirinhas/Atins com antecedência.</li>
<li>Leve protetor solar, repelente, água, calçados para areia e documento com foto.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-maranhao/">Roteiro de 7 dias pelo Maranhão</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Igrejas mais visitadas em Salvador da Bahia em Destaque</title>
		<link>https://bahia.ws/igrejas-mais-visitadas-em-salvador-da-bahia-em-destaque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 11:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Basílica Santuário Nosso Senhor do Bonfim]]></category>
		<category><![CDATA[Catedral Basílica Primacial de Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja e Convento de São Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário Santa Dulce dos Pobres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96744</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Essas igrejas estão entre as mais visitadas em Salvador, atraindo tanto peregrinos quanto turistas interessados em religião, história e arte sacra. Do agito popular da Basílica do Bonfim ao recolhimento e trabalho social do Santuário Santa Dulce, cada templo oferece uma experiência única que sintetiza a fé e a cultura [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/igrejas-mais-visitadas-em-salvador-da-bahia-em-destaque/">Igrejas mais visitadas em Salvador da Bahia em Destaque</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Essas igrejas</strong> estão entre as <strong>mais visitadas</strong> em <strong>Salvador</strong>, atraindo tanto <strong>peregrinos</strong> quanto <strong>turistas</strong> interessados em <strong>religião</strong>, <strong>história</strong> e <strong>arte sacra</strong>.</p>
<p>Do agito popular da <strong>Basílica do Bonfim</strong> ao recolhimento e trabalho social do <strong>Santuário Santa Dulce</strong>, cada templo oferece uma experiência única que sintetiza a <strong>fé</strong> e a <strong>cultura baiana</strong>.</p>
<figure id="attachment_24463" aria-describedby="caption-attachment-24463" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-24463 size-full" title="Igreja de Nosso Senhor do Bonfim em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador.jpg" alt="Igreja de Nosso Senhor do Bonfim em Salvador" width="1200" height="762" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-300x191.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-1024x650.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-768x488.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-de-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-800x508.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-24463" class="wp-caption-text">Igreja de Nosso Senhor do Bonfim em Salvador</figcaption></figure>
<p>Além do valor espiritual, igrejas como <strong>São Francisco</strong>, o <strong>Carmo</strong> e a <strong>Catedral da Sé</strong> são pontos imperdíveis no <strong>roteiro cultural</strong> da cidade: seus <strong>interiores barrocos</strong>, <strong>talhas douradas</strong> e <strong>azulejos históricos</strong> concentram séculos de memória e atraem visitantes que vêm apreciar <strong>arquitetura</strong>, <strong>arte</strong> e o papel dessas construções na formação de Salvador.</p>
<h2>Igrejas mais visitadas em Salvador da Bahia</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/igrejas-mais-visitadas-em-salvador-da-bahia-em-destaque/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/temas/FITINHA_DO_BONFIM.jpg?token=Vt6N5Kt3GJnM_T4viEKb3g&amp;expires=1775914000" width="400" /></a></p>
<h3>1. Basílica Santuário Nosso Senhor do Bonfim</h3>
<p>Símbolo da fé popular baiana, palco da Lavagem do Bonfim e das tradicionais fitinhas; combina religiosidade, festas e arquitetura neoclássica, além de oferecer vista para a Baía de Todos‑os‑Santos.</p>
<ul>
<li><strong>Inauguração:</strong> a imagem do Senhor do Bonfim chegou de Lisboa em 1745 e a construção do templo começou em 1745–1746. O templo foi concluído e inaugurado em 24 de junho de 1754.</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Praça Senhor do Bonfim, s/n — Bonfim, Salvador — BA (Largo do Bonfim)</li>
</ul>
<figure id="attachment_49041" aria-describedby="caption-attachment-49041" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-49041 size-large" title="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1024x683.webp" alt="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-49041" class="wp-caption-text">Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_49043" aria-describedby="caption-attachment-49043" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-49043" title="Interior da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.jpg" alt="Interior da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" width="800" height="522" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.jpg 960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-768x501.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Interior-da-Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-800x522.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-49043" class="wp-caption-text">Interior da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA</figcaption></figure>
<h3>2. Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)</h3>
<p>Ponto de peregrinação após a canonização de Irmã Dulce; forte apelo emocional e social, exposições sobre sua vida e obra e atuação de assistência aos pobres.</p>
<ul>
<li><strong>Construção e inauguração: </strong>O Santuário Santa Dulce dos Pobres entrou em funcionamento em 2003.  A Sala dos Milagres foi reinaugurada em 20 de outubro de 2023 e um monumento no Santuário foi inaugurado em 13 de outubro de 2023.</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Av. Dendezeiros do Bonfim, 161 — Bonfim, Salvador — BA</li>
</ul>
<figure id="attachment_96747" aria-describedby="caption-attachment-96747" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96747 size-large" title="Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-1024x770.webp" alt="Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" width="800" height="602" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-1024x770.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-300x226.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-768x578.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-800x602.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres.webp 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96747" class="wp-caption-text">Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96748" aria-describedby="caption-attachment-96748" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96748 size-large" title="Interior do Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1024x682.webp" alt="Interior do Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1024x682.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce.webp 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96748" class="wp-caption-text">Interior do Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96749" aria-describedby="caption-attachment-96749" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96749 size-large" title="Estátua no Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-819x1024.webp" alt="Estátua no Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)" width="800" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-819x1024.webp 819w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-240x300.webp 240w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-768x960.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-44x55.webp 44w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1-800x1000.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Santuario-Santa-Dulce-dos-Pobres-Irma-Dulce-1.webp 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96749" class="wp-caption-text">Estátua no Santuário Santa Dulce dos Pobres (Irmã Dulce)</figcaption></figure>
<h3>3. Igreja e Convento de São Francisco</h3>
<p>Exemplar máximo do barroco brasileiro, com interior ricamente talhado e coberto em ouro, azulejos portugueses e detalhes artísticos imperdíveis no Pelourinho.</p>
<ul>
<li><strong>Construção:</strong> A primeira construção da Igreja e Convento de São Francisco teve início em 1587.</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Largo do Cruzeiro de São Francisco, s/n — Pelourinho, Salvador — BA</li>
</ul>
<figure id="attachment_24428" aria-describedby="caption-attachment-24428" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-24428 size-full" title="Igreja e Convento de São Francisco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-24428" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20753" aria-describedby="caption-attachment-20753" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5469.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20753 size-full" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5469.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="600" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5469.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5469-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5469-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20753" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20752" aria-describedby="caption-attachment-20752" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5375.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20752 size-full" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5375.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="667" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5375.jpg 667w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5375-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5375-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20752" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20750" aria-describedby="caption-attachment-20750" style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5356.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20750 size-full" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5356.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="683" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5356.jpg 683w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5356-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/img_5356-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20750" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20739" aria-describedby="caption-attachment-20739" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20739" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-7-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20739" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20737" aria-describedby="caption-attachment-20737" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20737" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-em-Salvador-5-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20737" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_18979" aria-describedby="caption-attachment-18979" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-18979 size-large" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1-1024x377.jpg" alt="Igreja e Convento de São Francisco" width="800" height="295" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1-300x110.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1-768x283.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-e-Convento-de-São-Francisco-1-149x55.jpg 149w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18979" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco</figcaption></figure>
<h3>4. Catedral Basílica Primacial de Salvador (Sé)</h3>
<p>Coração religioso e histórico da cidade, com altares, pinturas e cripta que ilustram a formação religiosa e urbana de Salvador; localizada no Terreiro de Jesus.</p>
<ul>
<li><strong>Construção: </strong>do lançamento da pedra fundamental, em 1657, ao término de sua estrutura arquitetônica, em 1672, passaram-se 15 anos.O frontispício estava quase finalizado em 1679 e as duas torres foram colocadas em 1694.Em 1746, ornamentavam a fachada da igreja as imagens de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, de São Francisco Xavier, mártir do Oriente, e de São Francisco de Borja, o terceiro geral da ordem.</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Praça Quinze de Novembro, s/n — Terreiro de Jesus, Centro, Salvador — BA</li>
</ul>
<figure id="attachment_48629" aria-describedby="caption-attachment-48629" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48629 size-large" title="Catedral Basílica Primacial de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-1024x576.jpg" alt="Catedral Basílica Primacial de Salvador" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48629" class="wp-caption-text">Catedral Basílica Primacial de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_48640" aria-describedby="caption-attachment-48640" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Abside-Catedral-Basilica-Primacial-Sao-Salvador.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48640 size-full" title="Catedral Basílica Primacial de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Abside-Catedral-Basilica-Primacial-Sao-Salvador.jpeg" alt="No altar-mor é possível ver a imagem de Jesus crucificado - Catedral Basílica Primacial São Salvador" width="551" height="640" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Abside-Catedral-Basilica-Primacial-Sao-Salvador.jpeg 551w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Abside-Catedral-Basilica-Primacial-Sao-Salvador-258x300.jpeg 258w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Abside-Catedral-Basilica-Primacial-Sao-Salvador-47x55.jpeg 47w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48640" class="wp-caption-text">No altar-mor é possível ver a imagem de Jesus crucificado &#8211; Catedral Basílica Primacial São Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_48624" aria-describedby="caption-attachment-48624" style="width: 780px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48624 size-full" title="Catedral Basílica Primacial de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1.jpg" alt="Catedral Basílica Primacial de Salvador" width="780" height="407" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1.jpg 780w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1-300x157.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1-768x401.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1-105x55.jpg 105w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48624" class="wp-caption-text">Catedral Basílica Primacial de Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_48622" aria-describedby="caption-attachment-48622" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48622 size-large" title="Catedral Basílica Primacial de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1024x531.jpg" alt="Catedral Basílica Primacial de Salvador" width="800" height="415" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-1024x531.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-300x156.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-768x398.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-106x55.jpg 106w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador-800x415.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Catedral-Basilica-Primacial-de-Salvador.jpg 1274w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48622" class="wp-caption-text">Catedral Basílica Primacial de Salvador</figcaption></figure>
<h3>5. Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo</h3>
<p>Importante exemplo do barroco/rococó baiano, com rica coleção de arte sacra, azulejos e capelas, integrando roteiros culturais do Pelourinho.</p>
<ul>
<li><strong>Início das obras:</strong> Os carmelitas começaram a construção do conjunto em 1655, quando obtiveram a doação real, cuja quantia se desconhece, para levantar a capela-mor. O convento só foi concluído no século XVIII.</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Rua do Carmo, 1 — Santo Antônio Além do Carmo, Salvador — BA (Largo do Carmo)</li>
</ul>
<figure id="attachment_96758" aria-describedby="caption-attachment-96758" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96758" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96758" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96757" aria-describedby="caption-attachment-96757" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96757" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96757" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96756" aria-describedby="caption-attachment-96756" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96756" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="511" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5.jpg 980w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5-300x192.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5-768x491.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5-86x55.jpg 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-5-800x511.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96756" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96755" aria-describedby="caption-attachment-96755" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96755" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="524" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3.jpg 960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3-768x503.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-3-800x524.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96755" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96754" aria-describedby="caption-attachment-96754" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96754" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-4-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96754" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96753" aria-describedby="caption-attachment-96753" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96753" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-6-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96753" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96752" aria-describedby="caption-attachment-96752" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96752" title="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2.jpg" alt="Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Igreja-e-Convento-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Salvador-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96752" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/igrejas-mais-visitadas-em-salvador-da-bahia-em-destaque/">Igrejas mais visitadas em Salvador da Bahia em Destaque</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roteiro de 7 dias na Paraíba: Cultura e Aventura</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-na-paraiba-cultura-e-aventura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Paraíba reúne praias deslumbrantes com falésias coloridas, bancos de areia como a Areia Vermelha que emergem na maré baixa e águas claras ideais para banho e esportes náuticos — de João Pessoa a Tambaba e Coqueirinho, cada litoral oferece paisagens únicas e opções para quem busca descanso ou aventura. Além [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-na-paraiba-cultura-e-aventura/">Roteiro de 7 dias na Paraíba: Cultura e Aventura</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Paraíba</strong> reúne <strong>praias</strong> deslumbrantes com <strong>falésias</strong> coloridas, bancos de areia como a <strong>Areia Vermelha</strong> que emergem na maré baixa e águas claras ideais para banho e esportes náuticos — de <strong>João Pessoa</strong> a <strong>Tambaba</strong> e <strong>Coqueirinho</strong>, cada litoral oferece paisagens únicas e opções para quem busca descanso ou aventura.</p>
<figure id="attachment_96696" aria-describedby="caption-attachment-96696" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Joao-Pessoa-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96696 size-full" title="João Pessoa na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Joao-Pessoa-na-Paraiba.jpg" alt="João Pessoa na Paraíba" width="746" height="423" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Joao-Pessoa-na-Paraiba.jpg 746w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Joao-Pessoa-na-Paraiba-300x170.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Joao-Pessoa-na-Paraiba-97x55.jpg 97w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96696" class="wp-caption-text">João Pessoa na Paraíba</figcaption></figure>
<p>Além das praias, a capital possui um rico patrimônio cultural: centros históricos, museus e a <strong>Estação Cabo Branco</strong> projetada por <strong>Oscar Niemeyer</strong>, onde história, arte e arquitetura se encontram em passeios agradáveis e acessíveis.</p>
<p>Fora do litoral, a <strong>Paraíba</strong> revela tradições vivas e festas populares, como o <strong>São João de Campina Grande</strong>, considerado um dos maiores do mundo, além de uma <strong>culinária</strong> regional saborosa.</p>
<p>A <strong>hospitalidade</strong> do povo paraibano, o bom custo‑benefício para turistas e a diversidade de ecossistemas — <strong>manguezais</strong>, reservas e áreas de <strong>caatinga</strong> — fazem do estado um destino completo para quem busca cultura, natureza e experiências autênticas.</p>
<h2>Roteiro de 7 dias na Paraíba</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-na-paraiba-cultura-e-aventura/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Os-8-Melhores-Passeios-em-Joao-Pessoa.jpg" width="400" /></a></p>
<p>Distâncias estimadas a partir do centro de João Pessoa.</p>
<h3>Dia 1 — João Pessoa (centro e orla)</h3>
<ul>
<li>Atividades: Centro histórico (Centro Cultural São Francisco, Praça João Pessoa), Estação Cabo Branco, pôr do sol na orla de Tambaú / Cabedelo.</li>
<li>Distâncias: 0 km (base em João Pessoa). Deslocamentos curtos: 2–10 km.</li>
<li>Tempo: passeios a pé + 15–30 min de carro entre pontos.</li>
</ul>
<p><strong>Tambaú</strong> é um bairro e praia da cidade de <strong>João Pessoa</strong>, muito popular pela orla, feira de artesanato e pontos para apreciar o pôr do sol. Fica dentro do perímetro urbano da capital e é de fácil acesso a partir do centro.</p>
<p><strong>Cabedelo</strong> é um município vizinho localizado na foz do Rio Paraíba, separado administrativamente de João Pessoa, mas a poucos minutos de carro da capital. Possui praias, o <strong>Forte de Santa Catarina</strong> e a área do <strong>Jacaré</strong>, todos ótimos locais para ver o pôr do sol; por isso costumam ser mencionados juntos em roteiros baseados em João Pessoa.</p>
<figure id="attachment_28316" aria-describedby="caption-attachment-28316" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-28316 size-large" title="Centro Cultural São Francisco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-1024x576.jpg" alt="Centro Cultural São Francisco em João Pessoa" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/05/Centro-Cultural-Sao-Francisco-em-Joao-Pessoa.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-28316" class="wp-caption-text">Centro Cultural São Francisco em João Pessoa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96690" aria-describedby="caption-attachment-96690" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96690 size-full" title="Praça João Pessoa em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-scaled.jpg" alt="Praça João Pessoa em João Pessoa PB" width="2560" height="1792" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-300x210.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-1024x717.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-768x538.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-79x55.jpg 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-1536x1075.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-2048x1434.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Joao-Pessoa-em-Joao-Pessoa-PB-800x560.jpg 800w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96690" class="wp-caption-text">Praça João Pessoa em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96691" aria-describedby="caption-attachment-96691" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-96691" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB.jpg" alt="Estação Cabo Branco em João Pessoa PB" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Estacao-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96691" class="wp-caption-text">Estação Cabo Branco em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<h3>Dia 2 — Farol do Cabo Branco e Ponta do Seixas</h3>
<ul>
<li>Atividades: Farol do Cabo Branco, Ponta do Seixas (ponto mais oriental das Américas), falésias do Cabo Branco.</li>
<li>Distância: 5–8 km do centro de João Pessoa.</li>
<li>Tempo: 15–25 min de carro.</li>
</ul>
<figure id="attachment_96692" aria-describedby="caption-attachment-96692" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96692 size-large" title="Farol do Cabo Branco em João Pessoa PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-1024x767.webp" alt="Farol do Cabo Branco em João Pessoa PB" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-1024x767.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-768x575.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB-800x599.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Farol-do-Cabo-Branco-em-Joao-Pessoa-PB.webp 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96692" class="wp-caption-text">Farol do Cabo Branco em João Pessoa PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96693" aria-describedby="caption-attachment-96693" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96693 size-full" title="Vista aérea da área do Farol do Cabo Branco, com a Ponta do Seixas ao fundo e a Estação Científica em primeiro plano." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano.jpg" alt="Vista aérea da área do Farol do Cabo Branco, com a Ponta do Seixas ao fundo e a Estação Científica em primeiro plano." width="620" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Vista-aerea-da-area-do-Farol-do-Cabo-Branco-com-a-Ponta-do-Seixas-ao-fundo-e-a-Estacao-Cientifica-em-primeiro-plano-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96693" class="wp-caption-text">Vista aérea da área do Farol do Cabo Branco, com a Ponta do Seixas ao fundo e a Estação Científica em primeiro plano.</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — Areia Vermelha e Cabedelo</h3>
<ul>
<li>Atividades: passeio de barco até o banco de areia (só na maré baixa), Fortaleza de Santa Catarina, Praia do Jacaré ao entardecer para ouvir o Bolero (quando houver apresentação).</li>
<li>Distância: ~10–15 km (João Pessoa → município de Cabedelo / Areia Vermelha).</li>
<li>Tempo: 20–35 min de carro + travessia de barco (~15–30 min).</li>
</ul>
<figure id="attachment_96694" aria-describedby="caption-attachment-96694" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96694 size-large" title="Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-1024x576.jpg" alt="Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo PB" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-2048x1152.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Fortaleza-de-Santa-Catarina-em-Cabedelo-PB-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96694" class="wp-caption-text">Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23947" aria-describedby="caption-attachment-23947" style="width: 799px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23947 size-full" title="Areia Vermelha na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba.jpg" alt="Areia Vermelha na Paraíba" width="799" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba.jpg 799w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Ilha-de-Areia-Vermelha-na-Paraiba-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23947" class="wp-caption-text">Areia Vermelha na Paraíba</figcaption></figure>
<h3>Dia 4 — Município do Conde: Praia de Coqueirinho e de Tabatinga</h3>
<ul>
<li>Atividades: praias de falésia (Coqueirinho, Tabatinga), banho e trilhas curtas, mirantes para fotos.</li>
<li>Distância: ~25–35 km ao sul de João Pessoa (dependendo da praia).</li>
<li>Tempo: 35–50 min de carro.</li>
</ul>
<figure id="attachment_79337" aria-describedby="caption-attachment-79337" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-79337 size-large" title="Praia de Coqueirinho no município do Conde PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-1024x576.webp" alt="Praia de Coqueirinho no município do Conde PB" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Coqueirinho-em-Marcacao-PB.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79337" class="wp-caption-text">Praia de Coqueirinho no município do Conde PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_26640" aria-describedby="caption-attachment-26640" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26640 size-full" title="Praia de Tabatinga – Conde na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba.jpg" alt="Praia de Tabatinga – Conde na Paraíba" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Praia-de-Tabatinga-–-Conde-na-Paraiba-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26640" class="wp-caption-text">Praia de Tabatinga – Conde na Paraíba</figcaption></figure>
<h3>Dia 5 — Praia de Tambaba e do Amor (município do Conde)</h3>
<ul>
<li>Atividades: praia famosa (área naturista em parte isolada), banho em piscinas naturais, mirantes.</li>
<li>Distância: ~35–45 km do centro de João Pessoa.</li>
<li>Tempo: 45–60 min de carro.</li>
<li>Observação: parte da praia é naturista — respeitar sinalização.</li>
</ul>
<figure id="attachment_24686" aria-describedby="caption-attachment-24686" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-24686" title="praia de Tambaba na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba.jpg" alt="praia de Tambaba na Paraíba" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/praia-de-Tambaba-na-Paraiba-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-24686" class="wp-caption-text">praia de Tambaba na Paraíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96687" aria-describedby="caption-attachment-96687" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96687 size-large" title="Praia do Amor e Chapadão na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-1024x682.jpg" alt="Praia do Amor e Chapadão na Paraíba" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-1536x1023.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praia-do-Amor-na-Paraiba.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96687" class="wp-caption-text">Praia do Amor e Chapadão na Paraíba</figcaption></figure>
<h3>Dia 6 — Litoral Norte (alternativa): Praia de Lucena / Barra de Mamanguape / Município de Mataraca</h3>
<ul>
<li>Atividades: praias menos turísticas e mais rústicas, passeios de barco por estuários, observação de aves e contato com comunidades pesqueiras locais.</li>
<li>Distância: ~40–80 km a partir do centro de João Pessoa (varia conforme o ponto escolhido).</li>
<li>Tempo: 45 min–1h30 de carro, dependendo do destino.</li>
</ul>
<figure id="attachment_23950" aria-describedby="caption-attachment-23950" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Lucena-na-Paraiba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23950 size-full" title="Praia de Lucena na Paraíba" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Lucena-na-Paraiba.jpg" alt="Praia de Lucena na Paraíba" width="720" height="363" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Lucena-na-Paraiba.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Lucena-na-Paraiba-300x151.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Lucena-na-Paraiba-109x55.jpg 109w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23950" class="wp-caption-text">Praia de Lucena na Paraíba</figcaption></figure>
<figure id="attachment_79292" aria-describedby="caption-attachment-79292" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-79292 size-full" title="Barra de Mamanguape em Rio Tinto PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB.jpg" alt="Barra de Mamanguape em Rio Tinto PB" width="800" height="475" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB-300x178.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB-768x456.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Barra-de-Mamanguape-em-Rio-Tinto-PB-93x55.jpg 93w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79292" class="wp-caption-text">Barra de Mamanguape em Rio Tinto PB</figcaption></figure>
<figure id="attachment_79327" aria-describedby="caption-attachment-79327" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-79327" title="Praia de Bela Vista em Mataraca PB" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB.jpg" alt="Praia de Bela Vista em Mataraca PB" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Bela-Vista-em-Mataraca-PB-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79327" class="wp-caption-text">Praia de Bela Vista em Mataraca PB</figcaption></figure>
<h3>Dia 7 — Dia livre em João Pessoa</h3>
<ul>
<li>Revisitar sua praia preferida em João Pessoa, compras e artesanato.</li>
</ul>
<section id="dicas">
<h3>Dicas rápidas</h3>
<ul>
<li>Areia Vermelha só aparece na maré baixa — consulte horários das marés antes.</li>
<li>Leve protetor solar, água e calçados para trilha nas praias de falésia.</li>
<li>Distâncias são aproximadas a partir do centro de João Pessoa; tempos variam conforme o trânsito.</li>
</ul>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-na-paraiba-cultura-e-aventura/">Roteiro de 7 dias na Paraíba: Cultura e Aventura</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roteiro de 7 dias por Sergipe</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-por-sergipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 11:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[Itabaiana]]></category>
		<category><![CDATA[Orla de Atalaia]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Saco]]></category>
		<category><![CDATA[São Cristovão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96636</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Sergipe, o menor estado do Brasil com área de 21.938,19 km², combina praias de água morna e dunas (como a Orla de Atalaia e Praia do Saco) com paisagens impressionantes do Cânion do Xingó. Seu rico patrimônio histórico em São Cristóvão, a gastronomia à base de frutos do mar, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<div class="resumo-sergipe">
<div class="resumo-sergipe">
<p><strong>Sergipe</strong>, o <strong>menor estado do Brasil</strong> com área de <strong>21.938,19 km²</strong>, combina praias de água morna e dunas (como a <strong>Orla de Atalaia</strong> e <strong>Praia do Saco</strong>) com paisagens impressionantes do <strong>Cânion do Xingó</strong>.</p>
<figure id="attachment_70917" aria-describedby="caption-attachment-70917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-70917 size-large" title="Mangue Seco em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-1024x683.webp" alt="Mangue Seco em Sergipe" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/10/Mangue-Seco-em-Sergipe.webp 1170w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70917" class="wp-caption-text">Mangue Seco em Sergipe</figcaption></figure>
<p>Seu rico patrimônio histórico em <strong>São Cristóvão</strong>, a gastronomia à base de <strong>frutos do mar</strong>, as <strong>festas populares</strong> e o <strong>artesanato</strong> revelam uma cultura acolhedora e vibrante, enquanto as curtas distâncias entre atrações tornam o estado ideal para <strong>roteiros práticos</strong> e com <strong>bom custo-benefício</strong>.</p>
</div>
<h3>Por que visitar Sergipe?</h3>
<ul>
<li><strong>Praias calmas e bonitas: </strong>Orla de Atalaia, Praia do Saco e outras praias do litoral sul com águas mornas e dunas ideais para relaxar.</li>
<li><strong>Cânion do Xingó: </strong>Paisagens impressionantes e passeios de barco pelo Rio São Francisco.</li>
<li><strong>Riqueza histórica: </strong>São Cristóvão com centro histórico tombado, igrejas e casarões coloniais.</li>
<li><strong>Cultura e música: </strong>Festas tradicionais, forró, artesanato e manifestações populares locais.</li>
<li><strong>Gastronomia regional: </strong>Frutos do mar, moqueca, caranguejo, carne de sol e doces típicos.</li>
<li><strong>Natureza variada: </strong>Mangues, rios, serras (Itabaiana) e trilhas para ecoturismo e atividades ao ar livre.</li>
<li><strong>Roteiros curtos e acessíveis:</strong> Distâncias reduzidas entre atrações, ideal para viagens de 7–10 dias.</li>
<li><strong>Boa relação custo-benefício: </strong>Hospedagem, alimentação e passeios costumam ser mais baratos que em destinos maiores.</li>
<li><strong>Clima favorável:</strong> Temperaturas quentes a maior parte do ano, favoráveis para praia e passeios ao ar livre.</li>
</ul>
<h2>Roteiro de 7 dias por Sergipe</h2>
</div>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-por-sergipe/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/5-Passeios-Gratuitos-em-Aracaju.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>Dia 1 — Chegada em Aracaju</h3>
<p><strong>Manhã:</strong> chegada e check-in.</p>
<p><strong>Tarde:</strong> Orla de Atalaia (calçadão, parquinho, feirinha), visita ao Oceanário de Aracaju.</p>
<p><strong>Noite:</strong> jantar na Orla (pratos à base de frutos do mar).</p>
<figure id="attachment_82364" aria-describedby="caption-attachment-82364" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-82364" title="Aracaju em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe.jpeg" alt="Aracaju em Sergipe" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe-300x200.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe-768x512.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe-83x55.jpeg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe-800x533.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Aracaju-em-Sergipe-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-82364" class="wp-caption-text">Aracaju em Sergipe</figcaption></figure>
<figure id="attachment_82453" aria-describedby="caption-attachment-82453" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Orla-de-Atalaia-em-Aracaju.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-82453 size-full" title="Orla de Atalaia em Aracaju" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Orla-de-Atalaia-em-Aracaju.jpg" alt="Orla de Atalaia em Aracaju" width="720" height="330" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Orla-de-Atalaia-em-Aracaju.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Orla-de-Atalaia-em-Aracaju-300x138.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Orla-de-Atalaia-em-Aracaju-120x55.jpg 120w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-82453" class="wp-caption-text">Orla de Atalaia em Aracaju</figcaption></figure>
<h3>Dia 2 — Centro histórico de Aracaju e Museu</h3>
<p><strong>Manhã:</strong> Mercado Municipal Antônio Franco (artesanato, castanhas), Praça Fausto Cardoso.</p>
<p><strong>Tarde:</strong> Museu da Gente Sergipana e Parque da Sementeira (parque urbano).</p>
<p><strong>Noite:</strong> bares e restaurantes no bairro Atalaia/Coroa do Meio.</p>
<figure id="attachment_96642" aria-describedby="caption-attachment-96642" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96642 size-large" title="Mercado Municipal Antônio Franco em Aracaju SE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-1024x683.webp" alt="Mercado Municipal Antônio Franco em Aracaju SE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mercado-Municipal-Antonio-Franco-em-Aracaju-SE.webp 1300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96642" class="wp-caption-text">Mercado Municipal Antônio Franco em Aracaju SE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96643" aria-describedby="caption-attachment-96643" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96643 size-large" title="Praça Fausto Cardoso em Aracaju SE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-1024x684.jpg" alt="Praça Fausto Cardoso em Aracaju SE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Praca-Fausto-Cardoso-em-Aracaju-SE.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96643" class="wp-caption-text">Praça Fausto Cardoso em Aracaju SE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96644" aria-describedby="caption-attachment-96644" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96644 size-large" title="Museu da Gente Sergipana em Aracaju SE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-1024x683.webp" alt="Museu da Gente Sergipana em Aracaju SE" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Museu-da-Gente-Sergipana-em-Aracaju-SE.webp 1300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96644" class="wp-caption-text">Museu da Gente Sergipana em Aracaju SE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96645" aria-describedby="caption-attachment-96645" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96645 size-full" title="Parque da Sementeira em Aracaju SE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE.jpg" alt="Parque da Sementeira em Aracaju SE" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Parque-da-Sementeira-em-Aracaju-SE-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96645" class="wp-caption-text">Parque da Sementeira em Aracaju SE</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — São Cristóvão (cidade histórica)</h3>
<p><strong>Dia inteiro:</strong> deslocamento curto (≈30–40 min). Visita à Praça São Francisco (complexo franciscano, Museu de Arte Sacra), Casa da Câmara e Cadeia, ruínas e centro histórico (Patrimônio Histórico).</p>
<p>Retorno a Aracaju no fim da tarde.</p>
<section class="por-que-visitar-sao-cristovao">
<h4>Por que visitar São Cristóvão?</h4>
<ul>
<li><strong>Patrimônio histórico: </strong>Centro histórico tombado pelo IPHAN com ruas de pedra, igrejas e casarões coloniais bem preservados.</li>
<li><strong>Igreja e Convento de São Francisco: e</strong>xemplo notável do barroco nordestino com decoração rica em talha dourada.</li>
<li><strong>Museus: </strong>Museu de Arte Sacra e outros espaços com acervo religioso, mobiliário e objetos históricos.</li>
<li><strong>Praça São Francisco e coreto: </strong>Ponto central com arquitetura tradicional e vida cultural ativa.</li>
<li><strong>Festas e religiosidade: </strong>Festas juninas, procissões e celebrações tradicionais que mantêm vivas as manifestações populares.</li>
<li><strong>Gastronomia regional: </strong>Restaurantes e bares com pratos típicos sergipanos e nordestinos.</li>
<li><strong>Proximidade com Aracaju: </strong>Fácil acesso a partir da capital, ideal para bate-voltas ou estadias combinadas.</li>
<li><strong>Atmosfera autêntica: </strong>Ambiente tranquilo e acolhedor, ótimo para história, fotografia e turismo cultural.</li>
</ul>
<figure id="attachment_82175" aria-describedby="caption-attachment-82175" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-82175" title="São Cristóvão, Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe.webp" alt="São Cristóvão, Sergipe" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe.webp 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Sao-Cristovao-Sergipe-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-82175" class="wp-caption-text">São Cristóvão em Sergipe</figcaption></figure>
</section>
<h3>Dia 4 — Canindé de São Francisco / Cânion do Xingó (bate-volta ou pernoite)</h3>
<p><strong>Saída:</strong> cedo (≈3–4 h de carro).</p>
<p><strong>Atividade:</strong> passeio de barco pelo Cânion do Rio São Francisco, banho nas águas (dependendo do nível), visita ao mirante.</p>
<p><strong>Opção:</strong> pernoite na região para aproveitar com calma (pousadas em Canindé ou Piranhas/AL).</p>
<p>O <strong>Cânion do Xingó</strong> é um conjunto de desfiladeiros do <strong>Rio São Francisco</strong> localizados na divisa entre <strong>Sergipe e Bahia</strong> — com as principais formações entre os municípios de <strong>Canindé de São Francisco (SE) e Paulo Afonso (BA)</strong>. O acesso turístico mais comum é a partir de Canindé de São Francisco.</p>
<section class="por-que-visitar-canion-xingo">
<h4>Por que visitar o Cânion do Xingó em Canindé de São Francisco?</h4>
<ul>
<li><strong>Paisagens impressionantes: </strong>Falésias e desfiladeiros esculpidos pelo Rio São Francisco oferecem cenários únicos e panorâmicos.</li>
<li><strong>Passeios de barco: </strong>Passeios guiados pelo cânion permitem navegar entre paredões, grutas e praias fluviais.</li>
<li><strong>Banhos e praias fluviais: </strong>Águas calmas e trechos tranquilos do rio ideais para banho e relaxamento.</li>
<li><strong>Fotografia e observação da natureza: </strong>Ótimas oportunidades para fotos ao amanhecer/pôr do sol, avistamento de aves e fauna local.</li>
<li><strong>Esportes e aventura: </strong>Caiaque, stand-up paddle, trilhas e trechos para exploração ribeirinha.</li>
<li><strong>Infraestrutura para visitantes: </strong>Pousadas, agências de passeio e estrutura turística em Canindé e nos arredores.</li>
<li><strong>Fácil combinação com outros roteiros: </strong>Bom para combinar com Aracaju, Sergipe e roteiro pelo Baixo São Francisco.</li>
<li><strong>Melhor época: </strong>Período seco (maior visibilidade das formações) e temperaturas mais amenas favorecem passeios de barco.</li>
</ul>
<figure id="attachment_24910" aria-describedby="caption-attachment-24910" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-24910 size-large" title="Canion do Xingó em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1024x683.jpg" alt="Canion do Xingó em Sergipe" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-24910" class="wp-caption-text">Canion do Xingó em Sergipe</figcaption></figure>
<figure id="attachment_22501" aria-describedby="caption-attachment-22501" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22501" title="Cânion do Xingó em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.jpg" alt="Cânion do Xingó em Sergipe" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe.jpg 850w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/Canion-do-Xingo-em-Sergipe-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22501" class="wp-caption-text">Cânion do Xingó em Sergipe</figcaption></figure>
</section>
<section class="dia-5-itabaiana-serra-trilhas">
<h3>Dia 5 — Serra de Itabaiana: serra e trilhas)</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã: </strong>Partida para Itabaiana (≈1 h de Aracaju). Trilha curta ou subida ao Morro do Urubu / Parque Nacional da Serra de Itabaiana (dependendo do percurso).</li>
<li><strong>Tarde: </strong>Visita à feirinha de artesanato local (bordados, rendas, lamparinas) e almoço com comidas típicas.</li>
<li><strong>Noite: </strong>Retorno a Aracaju.</li>
</ul>
</section>
<section class="por-que-visitar-serro-itabaiana">
<section class="por-que-visitar-itabaiana-se">
<h4>Por que ir a Itabaiana (SE)?</h4>
<ul>
<li><strong>Serra de Itabaiana / Parque Nacional:</strong> trilhas fáceis a moderadas, mirantes panorâmicos e contato com mata atlântica.</li>
<li><strong>Atividades ao ar livre:</strong> trekking, escalada esportiva, observação de aves e fotografia de paisagens.</li>
<li><strong>Morro do Urubu:</strong> subida curta e popular com ótima vista da região.</li>
<li><strong>Feirinha de artesanato:</strong> rendas, bordados, lamparinas e produtos típicos locais.</li>
<li><strong>Proximidade de Aracaju:</strong> cerca de 1 hora de carro — ideal para passeio de um dia.</li>
<li><strong>Eventos e cultura local:</strong> festas, romarias e manifestações tradicionais.</li>
<li><strong>Atmosfera autêntica:</strong> cidade pequena com forte identidade local e acolhimento.</li>
</ul>
<p class="dica"><strong>Dica:</strong> leve água, calçado apropriado para trilhas, protetor solar e, se possível, consulte guias locais para rotas e segurança.</p>
</section>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 6 — Praia do Saco / Estância (litoral sul de Sergipe)</span></h3>
</section>
<p><strong>Dia inteiro:</strong> deslocamento para Praia do Saco (Estância, ≈1h30–2h). Dunas, mar calmo, passeio de bugue/lancha, descanso na praia.</p>
<p>Retorno a Aracaju ao fim do dia.</p>
<section class="por-que-visitar-praia-do-saco-estancia">
<h4>Por que ir à Praia do Saco / Estância (SE)?</h4>
<ul>
<li><strong>Praias de areia branca e águas claras:</strong> longa faixa de areia, dunas e pontos com água translúcida.</li>
<li><strong>Paisagens naturais:</strong> encontro do rio com o mar, manguezais e recantos tranquilos para relaxar.</li>
<li><strong>Passeios de barco:</strong> rotas para ilhas próximas, observação de fauna e refeições a bordo (peixes e frutos do mar).</li>
<li><strong>Esportes e atividades:</strong> stand up paddle, kitesurf em pontos com vento, caminhadas e banho de mar.</li>
<li><strong>Proximidade com Estância:</strong> estrutura turística básica, fácil acesso e possibilidade de combinar com visitas culturais na cidade.</li>
<li><strong>Clima e atmosfera:</strong> ambiente tranquilo, ideal para quem busca praias menos urbanas e contato com a natureza.</li>
</ul>
<p class="dica"><strong>Dica:</strong> leve protetor solar, água, chapéu e calçado para caminhar nas dunas; cheque a tábua de marés antes de programar passeios de barco.</p>
<figure id="attachment_19698" aria-describedby="caption-attachment-19698" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-19698 size-large" title="Praia do Saco em Sergipe" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-1024x661.jpg" alt="Praia do Saco em Sergipe" width="800" height="516" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-300x194.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-768x496.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-85x55.jpg 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-140x90.jpg 140w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Saco-em-Aracaju-280x180.jpg 280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19698" class="wp-caption-text">Praia do Saco em Sergipe</figcaption></figure>
</section>
<h3>Dia 7 — Dia livre em Aracaju e partida</h3>
<p><strong>Manhã:</strong> última visita à Orla, Feira do Artesanato (compras).</p>
<p><strong>Tarde:</strong> translado para o aeroporto/rodoviária conforme horário de saída.</p>
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li><strong>Melhor época:</strong> setembro a março (temperaturas altas, mar favorável). Evite períodos de chuvas intensas.</li>
<li><strong>Transporte:</strong> carro alugado recomendado para maior mobilidade; há também passeios agendados por agências locais.</li>
<li><strong>Segurança:</strong> atenção a pertences na orla e praias; siga orientações locais para banho.</li>
<li><strong>Gastronomia:</strong> moqueca, peixe frito, caranguejo, carne de sol e doces regionais.</li>
<li><strong>Extensão opcional:</strong> Mangue Seco (BA) — passeio popular que pode ser incluído como bate-volta ou pernoite a partir de Aracaju.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-por-sergipe/">Roteiro de 7 dias por Sergipe</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roteiro de 7 dias pelo Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-rio-grande-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Um roteiro prático saindo de Natal que combina praias urbanas e reservas naturais — comece em Ponta Negra (passeios e Morro do Careca), siga ao norte para as dunas de Genipabu e os parrachos de Maracajaú para snorkeling/mergulho. Depois desloque‑se ao sul para Pipa (falésias, Baía dos Golfinhos, Praia do [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-rio-grande-do-norte/">Roteiro de 7 dias pelo Rio Grande do Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Um <strong>roteiro prático</strong> saindo de <strong>Natal</strong> que combina praias urbanas e reservas naturais — comece em <strong>Ponta Negra</strong> (passeios e <strong>Morro do Careca</strong>), siga ao norte para as dunas de <strong>Genipabu</strong> e os <strong>parrachos de Maracajaú</strong> para <strong>snorkeling/mergulho.</strong></p>
<p>Depois desloque‑se ao sul para <strong>Pipa</strong> (<strong>falésias</strong>, <strong>Baía dos Golfinhos</strong>, <strong>Praia do Amor</strong>) e explore a <strong>Lagoa de Guaraíras</strong> e <strong>Baía Formosa</strong>; como opção no último dia visite <strong>São Miguel do Gostoso</strong> para <strong>wind/kite</strong> ou retorne a <strong>Natal</strong> para conhecer o <strong>Forte dos Reis Magos</strong>.</p>
<figure id="attachment_46581" aria-describedby="caption-attachment-46581" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46581 size-large" title="Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-1024x683.jpg" alt="Natal RN" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Natal-RN-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46581" class="wp-caption-text">Natal RN</figcaption></figure>
<p>O roteiro equilibra <strong>aventura</strong>, <strong>observação marinha</strong> e <strong>tempo livre</strong>, com distâncias curtas que permitem aproveitar cada destino sem trocas de base excessivas.</p>
<h2>Roteiro de 7 dias pelo Rio Grande do Norte</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-rio-grande-do-norte/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/NATAL-Drone-Rio-Grande-do-Norte.jpg" width="400" /></a></p>
<p>Roteiro compacto com base em Natal (opções para Pipa, Maracajaú, São Miguel do Gostoso). Distâncias e tempos aproximados saindo do centro de Natal.</p>
<h3>Dia 1 — Chegada em Natal</h3>
<ul>
<li>Manhã: chegada e acomodação em Ponta Negra (dentro da cidade).</li>
<li>Tarde: caminhada na orla de Ponta Negra; banho na praia; vista do Morro do Careca.</li>
<li>Noite: jantar em restaurante de frutos do mar na Via Costeira ou Ponta Negra.</li>
</ul>
<figure id="attachment_96608" aria-describedby="caption-attachment-96608" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96608 size-large" title="Ponta Negra em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-1024x576.webp" alt="Ponta Negra em Natal RN" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-1536x864.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ponta-Negra-em-Natal-RN.webp 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96608" class="wp-caption-text">Ponta Negra em Natal RN</figcaption></figure>
<section>
<h4>Por que pernoitar em Ponta Negra?</h4>
<p>Pernoitar em Ponta Negra é uma escolha prática e confortável para quem visita Natal. Abaixo os principais motivos:</p>
<ul>
<li><strong>Localização central:</strong> dentro de Natal, com fácil acesso à Via Costeira e saídas rápidas para Genipabu, Maracajaú e BR‑101 (Rota para Pipa).</li>
<li><strong>Infraestrutura completa:</strong> ampla oferta de hotéis, pousadas, restaurantes, mercados e serviços turísticos.</li>
<li><strong>Praia e atrações:</strong> praia extensa, calçadão para caminhadas e o cartão‑postal Morro do Careca.</li>
<li><strong>Conveniência e segurança:</strong> área bem movimentada, serviços 24h (farmácias, bancos) e fácil acesso a transfers e aluguel de carro.</li>
<li><strong>Proximidade do aeroporto:</strong> deslocamento mais curto para chegada/partida.</li>
<li><strong>Variedade de preços:</strong> opções para todos os orçamentos, do econômico ao luxo.</li>
<li><strong>Vida noturna e gastronomia:</strong> restaurantes, bares e música ao vivo — boa opção para relaxar após os passeios.</li>
</ul>
<h3><span style="color: #222222;">Dia 2 — Dunas de Genipabu e Litoral Norte</span></h3>
</section>
<ul>
<li>Distância: ~25 km de Natal (30–40 min).</li>
<li>Manhã: passeio de buggy nas dunas de Genipabu (opção com emoção ou passeio tranquilo); passeio de dromedário opcional.</li>
<li>Tarde: visita às lagoas locais; retorno a Natal à noite.</li>
</ul>
<figure id="attachment_47941" aria-describedby="caption-attachment-47941" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47941" title="Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.jpg" alt="Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/05/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47941" class="wp-caption-text">Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — Maracajaú (parrachos)</h3>
<ul>
<li>Distância: ~60 km de Natal (50–70 min).</li>
<li>Dia inteiro: saída para Maracajaú para snorkeling ou mergulho nos parrachos (passeio de barco).</li>
<li>Final da tarde: pôr do sol na Praia do Meio ou Ponta Negra.</li>
</ul>
<section>
<h4>Por que visitar Maracajaú?</h4>
<p>Maracajaú é um dos principais atrativos do litoral potiguar — ideal para quem busca vida marinha, praias e passeios de barco.</p>
<ul>
<li><strong>Parrachos de Maracajaú:</strong> recifes de corais com piscinas naturais — excelente para snorkeling e mergulho com visibilidade e vida marinha abundante.</li>
<li><strong>Passeios de barco estruturados:</strong> operadores locais oferecem saídas seguras com equipamentos, guias e embarcações confortáveis.</li>
<li><strong>Águas claras e rasas:</strong> ótimas para famílias e iniciantes em snorkeling; pontos com corais formam piscinas naturais na maré baixa.</li>
<li><strong>Opções de mergulho:</strong> batismos e mergulhos certificados para todos os níveis; boa alternativa para quem quer ver tartarugas, peixes e corais.</li>
<li><strong>Infraestrutura turística:</strong> restaurantes e quiosques na vila, além de centros de apoio para equipamentos de mergulho e aluguel.</li>
<li><strong>Experiência única:</strong> combinação de paisagem costeira, vida marinha e atividade náutica que difere das praias de areia comum.</li>
</ul>
<p><strong>Dicas rápidas:</strong> verifique a tábua de marés (melhor em maré baixa), reserve o passeio com antecedência na alta temporada e escolha operadora credenciada.</p>
</section>
<figure id="attachment_69450" aria-describedby="caption-attachment-69450" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-69450 size-large" title="Parrachos de Maracajaú RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-1024x768.jpg" alt="Parrachos de Maracajaú RN" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/12/Parrachos-de-Maracajau-RN.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69450" class="wp-caption-text">Parrachos de Maracajaú RN</figcaption></figure>
<h3>Dia 4 — Traslado para Pipa (Tibau do Sul)</h3>
<ul>
<li>Distância: ~85 km de Natal (1h30–2h).</li>
<li>Manhã: check-out e viagem para Pipa.</li>
<li>Tarde: banho na Praia do Centro e visita à Baía dos Golfinhos (observação de golfinhos).</li>
<li>Noite: jantar na rua principal de Pipa.</li>
</ul>
<p><b>O Vilarejo de Pipa</b>, também conhecido como <b>Praia de Pipa</b>, é um dos destinos turísticos mais populares do estado do Rio Grande do Norte, no Brasil.</p>
<figure id="attachment_22534" aria-describedby="caption-attachment-22534" style="width: 780px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22534 size-full" title="Vilarejo de Pipa em Tibau do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul.jpg" alt="Vilarejo de Pipa em Tibau do Sul" width="780" height="585" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul.jpg 780w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Vilarejo-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22534" class="wp-caption-text">Vilarejo de Pipa em Tibau do Sul</figcaption></figure>
<p><b>Praia de Pipa</b> é praia mais famosa e a principal área turística. É o ponto de partida para a maioria dos passeios e onde se concentra a maior parte dos hotéis, restaurantes e lojas. Ela é conhecida por sua paisagem de falésias e por ser o coração do vilarejo de Pipa.</p>
<figure id="attachment_78707" aria-describedby="caption-attachment-78707" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-78707 size-large" title="Praia de Pipa em Tibau do Sul no Rio Grande do Norte" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-1024x480.jpg" alt="Praia de Pipa em Tibau do Sul no Rio Grande do Norte" width="800" height="375" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-1024x480.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-300x141.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-768x360.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-117x55.jpg 117w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte-800x375.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Pipa-em-Tibau-do-Sul-no-Rio-Grande-do-Norte.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-78707" class="wp-caption-text">Praia de Pipa em Tibau do Sul no Rio Grande do Norte</figcaption></figure>
<p><strong>Praia do Centro</strong> fica bem no centro da vila de Pipa, próxima à rua principal. É a praia mais acessível e a que possui a maior infraestrutura de quiosques e barracas. Por ser a mais movimentada, é um ótimo ponto de encontro e para aproveitar a vida diurna do local.</p>
<figure id="attachment_70365" aria-describedby="caption-attachment-70365" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-70365" title="Praia do Centro em Tibau do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul.webp" alt="Praia do Centro em Tibau do Sul" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul.webp 960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Centro-em-Tibau-do-Sul-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70365" class="wp-caption-text">Praia do Centro em Tibau do Sul</figcaption></figure>
<figure id="attachment_22523" aria-describedby="caption-attachment-22523" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22523 size-large" title="Praia do Curral ou Baía dos Golfinhos em Pipa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-1024x684.jpg" alt="Praia do Curral ou Baía dos Golfinhos em Pipa" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa-600x400.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Praia-do-Curral-ou-Baia-dos-Golfinhos-em-Pipa.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22523" class="wp-caption-text">Praia do Curral ou Baía dos Golfinhos em Pipa</figcaption></figure>
<h3>Dia 5 — Pipa: praias e falésias</h3>
<ul>
<li>Manhã: Praia do Amor e mirante do Chapadão (falésias).</li>
<li>Tarde: passeio de barco para observar golfinhos ou visita à Praia do Madeiro.</li>
<li>Noite: vida noturna em Pipa.</li>
</ul>
<figure id="attachment_70375" aria-describedby="caption-attachment-70375" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-70375 size-full" title="Praia do Amor em Tibau do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul.jpg" alt="Praia do Amor em Tibau do Sul" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Praia-do-Amor-em-Tibau-do-Sul-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70375" class="wp-caption-text">Praia do Amor em Tibau do Sul</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96610" aria-describedby="caption-attachment-96610" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96610 size-large" title="Mirante do Chapadão em Tibau do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-1024x576.jpeg" alt="Mirante do Chapadão em Tibau do Sul" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-1024x576.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-1536x864.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul-800x450.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mirante-do-Chapadao-em-Tibau-do-Sul.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96610" class="wp-caption-text">Mirante do Chapadão em Tibau do Sul</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20438" aria-describedby="caption-attachment-20438" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Madeiro-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20438 size-full" title="Praia do Madeiro RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Madeiro-RN.jpg" alt="Praia do Madeiro RN" width="750" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Madeiro-RN.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Madeiro-RN-300x160.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Madeiro-RN-103x55.jpg 103w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20438" class="wp-caption-text">Praia do Madeiro RN</figcaption></figure>
<h3>Dia 6 — Baía Formosa / Lagoa de Guaraíras</h3>
<ul>
<li>Distância até Baía Formosa: ~100–110 km de Natal (1h45–2h15). Distância até Lagoa de Guaraíras (próxima a Pipa): ~90 km (1h30–2h).</li>
<li>Opção A (natureza): visita a Baía Formosa, Reserva Mata Estrela e Farol de Ponta do Madeiro.</li>
<li>Opção B (relax): Lagoa de Guaraíras para stand up paddle/kayak ou dia livre em Pipa.</li>
</ul>
<figure id="attachment_20426" aria-describedby="caption-attachment-20426" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20426 size-large" title="Baía Formosa RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN-1024x709.jpg" alt="Baía Formosa RN" width="800" height="554" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN-1024x709.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN-300x208.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN-768x532.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN-79x55.jpg 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Baía-Formosa-RN.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20426" class="wp-caption-text">Baía Formosa RN</figcaption></figure>
<figure id="attachment_70335" aria-describedby="caption-attachment-70335" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul.jpeg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-70335" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul.jpeg" alt="Lagoa Guaraíras em Tibau do Sul" width="1600" height="1200" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul.jpeg 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-300x225.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-1024x768.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-160x120.jpeg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-768x576.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-73x55.jpeg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-1536x1152.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/Lagoa-de-Guarairas-em-Tibau-do-Sul-800x600.jpeg 800w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70335" class="wp-caption-text">Lagoa Guaraíras em Tibau do Sul</figcaption></figure>
<h3>Dia 7 — São Miguel do Gostoso ou retorno a Natal</h3>
<ul>
<li>Distância a São Miguel do Gostoso: ~110–120 km de Natal (1h40–2h30).</li>
<li>Opção 1: sair cedo para São Miguel do Gostoso — dia de wind/kite e praias; pernoite ou retorno a Natal conforme voo.</li>
<li>Opção 2: retorno a Natal — visita ao Forte dos Reis Magos e mercado de artesanato; último pôr do sol.</li>
</ul>
<section class="sao-miguel-do-gostoso">
<h4>Por que visitar São Miguel do Gostoso?</h4>
<p><strong>São Miguel do Gostoso</strong> é um destino famoso pelo vento constante, praias tranquilas e atmosfera rústica — ideal para quem quer relaxar e praticar esportes náuticos.</p>
<ul>
<li><strong>Vento e esportes:</strong> uma das melhores praias do Brasil para <strong>windsurf</strong> e <strong>kitesurf</strong> — escolas e aluguel de equipamento disponíveis.</li>
<li><strong>Praias e paisagens:</strong> praias extensas e pouco urbanizadas como <strong>Praia do Maceió</strong>, <strong>Cardeiro</strong> e <strong>Xepa</strong>, com falésias, coqueirais e águas claras.</li>
<li><strong>Clima tranquilo:</strong> vila com pousadas charmosas, restaurantes locais e vida noturna calma — ótima para desacelerar.</li>
</ul>
<p><strong>Dicas rápidas:</strong> melhor época entre <strong>agosto e janeiro</strong> (vento mais consistente); leve protetor solar, roupas leves e reserve aulas/equipamento na alta temporada.</p>
</section>
<figure id="attachment_71173" aria-describedby="caption-attachment-71173" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-71173 size-large" title="Vila de São Miguel do Gostoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-1024x683.jpg" alt="Vila de São Miguel do Gostoso" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Vila-de-Sao-Miguel-do-Gostoso.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71173" class="wp-caption-text">Vila de São Miguel do Gostoso</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20476" aria-describedby="caption-attachment-20476" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20476 size-full" title="Forte dos Reis Magos em Natal RN" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.jpg" alt="Forte dos Reis Magos em Natal RN" width="710" height="478" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN.jpg 710w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Forte-dos-Reis-Magos-em-Natal-RN-82x55.jpg 82w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20476" class="wp-caption-text">Forte dos Reis Magos em Natal RN</figcaption></figure>
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li>Aluguel de carro é a opção mais flexível; há transfers e agências locais para passeios.</li>
<li>Reserve passeios aos parrachos e observação de golfinhos com antecedência na alta temporada.</li>
<li>Leve protetor solar, repelente, água e dinheiro em espécie para entradas e gorjetas.</li>
<li>Verifique a tábua de marés para parrachos e observação de golfinhos.</li>
<li>Prefira operadoras e guias credenciados para buggy e mergulho.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-pelo-rio-grande-do-norte/">Roteiro de 7 dias pelo Rio Grande do Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapeamento: uma visão geral</title>
		<link>https://bahia.ws/mapeamento-uma-visao-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 09:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
		<category><![CDATA[Mapeamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96553</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapeamento: Uma visão geral abrangente da história, ciência, técnicas e aplicações modernas da cartografia O objetivo de um mapa é expressar graficamente as relações entre pontos e características da superfície terrestre. Estas são determinadas pela distância e direção. Antigamente, a “distância” podia ser expressa em unidades de tempo ou medidas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapeamento-uma-visao-geral/">Mapeamento: uma visão geral</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Mapeamento: Uma visão geral abrangente da história, ciência, técnicas e aplicações modernas da cartografia</h2>
<p>O <b>objetivo</b> de um <b>mapa</b> é expressar graficamente as relações entre pontos e características da superfície terrestre. Estas são determinadas pela <b>distância</b> e <b>direção</b>.</p>
<p>Antigamente, a “distância” podia ser expressa em unidades de tempo ou medidas lineares — tantas horas de marcha ou dias de viagem pelo rio — e estas podiam variar no mesmo mapa, de acordo com a natureza do país.</p>
<p>O outro elemento é a <b>direção</b>, mas para o viajante comum, cuja principal preocupação era “Para onde vou a partir daqui e a que distância fica?”, a representação precisa da <b>direção</b> não era de importância primordial.</p>
<p>Em parte por essa razão, os <b>itinerários</b> escritos rivalizaram por muito tempo com os <b>mapas</b> e, ao longo dos séculos, desde o <b>mapa</b> rodoviário romano até o <b>itinerário</b> do século XIII de Londres a Roma, de Matthew Paris, e até mesmo o metrô e <b>mapas</b> semelhantes de hoje, nenhuma tentativa é feita para mostrar a verdadeira <b>direção</b>.</p>
<p>Da mesma forma, <b>marcos</b> conspícuos ao longo de uma rota eram inicialmente indicados por sinais, realistas ou convencionais, e variavam em tamanho para indicar sua importância.</p>
<p>É evidente que as <b>convenções</b> empregadas variavam de acordo com a <b>finalidade</b> do <b>mapa</b> e também de lugar para lugar, de modo que, ao estudar os primeiros <b>mapas</b>, o primeiro passo essencial é compreender a <b>convenção</b> específica empregada.</p>
<figure id="attachment_96556" aria-describedby="caption-attachment-96556" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96556 size-large" title="Mapa-múndi de 1525" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-1024x794.jpg" alt="This is the first English map, and very likely the very first map overall, to show California as an Island and features a flat northern coastline. Burden aptly describes this map as &quot;the progenitor of the most persistent of cartographic misconceptions,&quot; as many scholars believe that Briggs' map was in fact the source for Abraham Goos' 1624 map of the continent that by publication date was the first map to show California as an island. The most compelling evidence for this argument on Goos' map is the lack of a Dutch presence in New England and the use of Hudsons R. which was the only Dutch map of the period to use this English name. If Briggs' map was in fact issued earlier, his would also be the first to name Hudson Bay, Hudson River, and Cape Cod among others. It was engraved by Reynold Elstracke with his imprint in the lower right corner and locates Plymouth, James Citti, and Real De Nueva Mexico (Santa Fe). No Great Lakes are depicted. There is a large Oceanus Iaponicus to the west of Hudson Bay with two paragraphs of text demonstrating knowledge of recent explorers seeking a Northwest Passage. The third paragraph at lower left relates to California and begins &quot;California sometymes supposed to be a part of ye westerne continent, but scince by a Spanish Charte taken by ye Hollanders it is found to be a goodly Ilande...&quot; indicating that the theory began with Spanish explorers. Vizcaino's voyage of 1602-03 is noted with the place names P.S. Diego and S. Clemet appearing for perhaps the first time. Friar Antonio de la Ascension was on Vizcaino's ship, whose written account is most likely the origin of the insular California theory. " width="800" height="620" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-1024x794.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-768x596.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-1536x1192.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-2048x1589.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Mapas-mundi-de-1525-800x621.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96556" class="wp-caption-text">Este é um dos dois mapas-múndi “modernos” incluídos no atlas ptolomaico de Fries e um dos poucos mapas-múndi do início do século XVI disponíveis para colecionadores. É uma versão reduzida do famoso Mapa do Almirante, de Waldseemuller, concentrando-se no Velho Mundo, mas mostrando partes da América no lado esquerdo. Mostra o mundo numa combinação de equívocos clássicos com algumas das descobertas mais recentes, como um pouco da costa da América do Sul ao longo da borda esquerda. A Gronelândia é desenhada como uma península alongada ligada a uma Escandinávia ainda de forma primitiva. A adaptação de Fries apresenta as montanhas de uma maneira estilizada diferente e não tem as linhas direcionais da placa de Waldseemuler. Foram adicionados elementos decorativos, incluindo um elefante ao largo da costa da Groenlândia e retratos de cinco reis: Rússia, Egito, Etiópia, Toprobana e Mursuli. Ela oferece uma visão fascinante do que se sabia e não se sabia sobre o mundo no início da Era dos Descobrimentos. O canto superior direito da borda está faltando, como é o caso das edições de 1525 a 1541.</figcaption></figure>
<h3>História e desenvolvimento da cartografia</h3>
<p>A história da <b>cartografia</b> é, em grande parte, a história do aumento da precisão com que esses elementos de <b>distância</b> e <b>direção</b> são determinados e da abrangência do conteúdo do <b>mapa</b>.</p>
<p>Nesse desenvolvimento, a <b>cartografia</b> recorreu a outras <b>ciências</b> para obter ajuda.</p>
<p>As <b>distâncias</b> foram medidas com precisão crescente “no terreno”; então, descobriu-se que, aplicando princípios <b>trigonométricos</b>, era desnecessário medir diretamente todas as <b>distâncias</b> necessárias, embora esse método exigisse a medição muito mais precisa de várias linhas curtas, ou <b>bases</b>.</p>
<p>Da mesma forma, em vez de determinar a <b>direção</b> observando a posição de uma sombra ao meio-dia, ou de uma constelação no céu noturno, ou mesmo de um vento constante, utilizava-se o magnetismo terrestre por meio da bússola magnética, e os instrumentos foram aperfeiçoados.</p>
<p>Da mesma forma, em vez de determinar a <b>direção</b> observando a posição de uma sombra ao meio-dia, ou de uma constelação no céu noturno, ou mesmo de um vento constante, utilizou-se o <b>magnetismo terrestre</b> por meio da <b>bússola magnética</b>, e foram desenvolvidos <b>instrumentos</b> que permitiam medir ângulos horizontais com grande precisão.</p>
<figure id="attachment_96557" aria-describedby="caption-attachment-96557" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96557 size-large" title="Primeiro mapa inglês da América do Norte de 1625" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-1024x887.jpg" alt="This is the first English map, and very likely the very first map overall, to show California as an Island and features a flat northern coastline. Burden aptly describes this map as &quot;the progenitor of the most persistent of cartographic misconceptions,&quot; as many scholars believe that Briggs' map was in fact the source for Abraham Goos' 1624 map of the continent that by publication date was the first map to show California as an island. The most compelling evidence for this argument on Goos' map is the lack of a Dutch presence in New England and the use of Hudsons R. which was the only Dutch map of the period to use this English name. If Briggs' map was in fact issued earlier, his would also be the first to name Hudson Bay, Hudson River, and Cape Cod among others. It was engraved by Reynold Elstracke with his imprint in the lower right corner and locates Plymouth, James Citti, and Real De Nueva Mexico (Santa Fe). No Great Lakes are depicted. There is a large Oceanus Iaponicus to the west of Hudson Bay with two paragraphs of text demonstrating knowledge of recent explorers seeking a Northwest Passage. The third paragraph at lower left relates to California and begins &quot;California sometymes supposed to be a part of ye westerne continent, but scince by a Spanish Charte taken by ye Hollanders it is found to be a goodly Ilande...&quot; indicating that the theory began with Spanish explorers. Vizcaino's voyage of 1602-03 is noted with the place names P.S. Diego and S. Clemet appearing for perhaps the first time. Friar Antonio de la Ascension was on Vizcaino's ship, whose written account is most likely the origin of the insular California theory.The map was featured in Henry Briggs' work entitled A Treatise of the North-West Passage to the South Sea, Through the Continent of Virginia, and by Fretum Hudson, which was issued in the third volume of Purchase His Pilgrimes with page numbers 852 and 853 in the top corners of the map." width="800" height="693" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-1024x887.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-300x260.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-768x665.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-1536x1330.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-2048x1773.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/First-English-map-od-north-america-from-1625-800x693.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96557" class="wp-caption-text">Este é o primeiro mapa em inglês, e muito provavelmente o primeiro mapa em geral, a mostrar a Califórnia como uma ilha e apresenta uma costa norte plana. Burden descreve adequadamente este mapa como “o progenitor dos equívocos cartográficos mais persistentes”, já que muitos estudiosos acreditam que o mapa de Briggs foi, na verdade, a fonte para o mapa do continente de Abraham Goos, de 1624, que, pela data de publicação, foi o primeiro mapa a mostrar a Califórnia como uma ilha. A evidência mais convincente para esse argumento sobre o mapa de Goos é a ausência da presença holandesa na Nova Inglaterra e o uso de Hudsons R., que foi o único mapa holandês da época a usar esse nome em inglês. Se o mapa de Briggs foi realmente publicado antes, ele também seria o primeiro a nomear a Baía de Hudson, o Rio Hudson e Cape Cod, entre outros. Ele foi gravado por Reynold Elstracke com sua marca no canto inferior direito e localiza Plymouth, James Citti e Real De Nueva Mexico (Santa Fé). Nenhum dos Grandes Lagos é representado. Há um grande Oceanus Iaponicus a oeste da Baía de Hudson com dois parágrafos de texto demonstrando o conhecimento dos exploradores recentes que buscavam uma Passagem do Noroeste. O terceiro parágrafo no canto inferior esquerdo refere-se à Califórnia e começa com “A Califórnia às vezes supostamente faz parte do continente ocidental, mas desde que uma carta espanhola foi tomada pelos holandeses, descobriu-se que é uma ilha considerável&#8230;”, indicando que a teoria começou com os exploradores espanhóis. A viagem de Vizcaino em 1602-03 é mencionada com os nomes de lugares P.S. Diego e S. Clemet aparecendo talvez pela primeira vez. O frade Antonio de la Ascension estava no navio de Vizcaino, cujo relato escrito é provavelmente a origem da teoria insular da Califórnia.<br />O mapa foi apresentado na obra de Henry Briggs intitulada A Treatise of the North-West Passage to the South Sea, Through the Continent of Virginia, and by Fretum Hudson (Um Tratado sobre a Passagem Noroeste para o Mar do Sul, Através do Continente da Virgínia e pelo Fretum Hudson), publicada no terceiro volume de Purchase His Pilgrimes, com os números de página 852 e 853 nos cantos superiores do mapa.</figcaption></figure>
<h3>Astronomia e projeções</h3>
<p>Enquanto isso, os <b>astrônomos</b> demonstraram que a Terra é <b>esférica</b> e que a posição de qualquer lugar em sua superfície poderia ser expressa por suas <b>distâncias</b> angulares do <b>equador</b> (latitude) e de um <b>meridiano</b> principal (longitude), embora, durante muitos séculos, um método preciso e prático de determinar a <b>longitude</b> tenha confundido os <b>cientistas</b>.</p>
<p>A aplicação dessas concepções <b>astronômicas</b> e a ampliação do conhecimento do mundo por meio da exploração e do intercâmbio incentivaram as tentativas de <b>mapear</b> o mundo conhecido — mas isso introduziu outro problema: como <b>mapear</b> uma superfície <b>esférica</b> em uma folha plana.</p>
<p>O <b>matemático</b> veio em socorro novamente — com seu sistema de <b>projeções</b>, pelo qual algumas, mas não todas, as propriedades espaciais da superfície da Terra podem ser preservadas em um único <b>mapa</b>.</p>
<h3><a style="font-size: 16px;" href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96558 size-large" title="Mapa da América do Norte colonial em 1638" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-1024x874.jpg" alt="Due to its wide distribution by one of the preeminent Dutch mapmakers, this important map of North America had great influence in perpetuating the theory of California as an island. The map is a careful compilation of various sources and represents the state of cartographic knowledge at the time. The insular California is derived directly from Henry Briggs, as is the depiction of the Arctic. A great number of place names are revealed on California, including po. de S. Diego (San Diego) and Po. Sir Francisco Draco (San Francisco). The Rio del Norto (Rio Grande) originates in a large western lake and flows incorrectly into the Mare Vermio (Gulf of California). The cartography of the Gulf of Mexico and Florida is based on Hessel Gerritsz. On the east coast the region identified as Novum Belgium is greatly elongated; Iames Towne and a few place names from John Smith's map appear in Nova Anglia. There is a single Lac des Iroquois in the Great Lakes region. The map is richly embellished with a variety of animals throughout the interior. The oceans are teeming with ships and sea monsters. The title cartouche features several Native Americans and two comely mermaids flank the imprint cartouche. This is the rare first state with a blank cartouche at lower left. First edition, with Latin text on verso." width="800" height="683" data-wp-editing="1" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-1024x874.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-300x256.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-768x656.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-1536x1311.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-2048x1748.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-colonial-North-America-from-1638-800x683.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></h3>
<p>Devido à sua ampla distribuição por um dos cartógrafos holandeses mais proeminentes, este importante mapa da América do Norte teve grande influência na perpetuação da teoria da Califórnia como uma ilha. O mapa é uma compilação cuidadosa de várias fontes e representa o estado do conhecimento cartográfico da época. A Califórnia insular é derivada diretamente de Henry Briggs, assim como a representação do Ártico. Um grande número de nomes de lugares é revelado na Califórnia, incluindo po. de S. Diego (San Diego) e Po. Sir Francisco Draco (San Francisco). O Rio del Norto (Rio Grande) tem origem em um grande lago ocidental e deságua incorretamente no Mare Vermio (Golfo da Califórnia). A cartografia do Golfo do México e da Flórida é baseada em Hessel Gerritsz. Na costa leste, a região identificada como Novum Belgium é bastante alongada; Iames Towne e alguns nomes de lugares do mapa de John Smith aparecem em Nova Anglia. Existe um único Lac des Iroquois na região dos Grandes Lagos. O mapa é ricamente decorado com uma variedade de animais em todo o interior. Os oceanos estão repletos de navios e monstros marinhos. A cartela do título apresenta vários nativos americanos e duas sereias graciosas ladeiam a cartela da impressão. Esta é a rara primeira versão com uma cartela em branco no canto inferior esquerdo. Primeira edição, com texto em latim no verso.</p>
<h3>Geodesia e triangulação</h3>
<p>Então, os <b>astrônomos</b> descobriram que a Terra não é uma <b>esfera</b> perfeita, mas é ligeiramente achatada nos <b>pólos</b>; isso introduziu novos refinamentos, como o conceito de <b>latitudes geodésicas</b> em oposição às <b>latitudes astronômicas</b>, no <b>mapeamento</b> de grandes áreas, e grandes linhas de <b>triangulação</b> foram traçadas de norte a sul através dos continentes para determinar a verdadeira “forma da <b>Terra</b>” e fornecer bases para seu <b>mapeamento</b> preciso.</p>
<h3>Novos usuários e técnicas</h3>
<p>Enquanto isso, exigências cada vez maiores eram feitas ao <b>cartógrafo</b>. O <b>viajante</b> ou o <b>comerciante</b> deixaram de ser os únicos usuários dos <b>mapas</b>.</p>
<p>O <b>soldado</b>, especialmente após a introdução da <b>artilharia</b> e os problemas de <b>alcance</b>, <b>campo de tiro</b> e <b>área morta</b> que ela levantou, exigia uma representação precisa das características da superfície, em vez da delineação convencional ou pictórica anterior, e uma solução satisfatória em qualquer grau não foi alcançada até que o <b>contorno</b> foi inventado.</p>
<p>Isso aumenta ainda mais a tarefa do <b>agrimensor</b>, que deve traçar linhas de <b>nível</b> e, às vezes, chegar ao ponto de marcar as <b>linhas de contorno</b> no solo.</p>
<h3>Aplicações científicas e distribuições</h3>
<p>Então, o <b>arqueólogo</b>, o <b>historiador</b> e, muito mais tarde, o <b>geógrafo</b> moderno tiveram suas próprias necessidades especiais e, em cooperação com eles, o <b>cartógrafo</b> deve desenvolver métodos de <b>mapeamento</b> de todos os tipos de “<b>distribuições</b>”, desde <b>estratos geológicos</b> e <b>dólmenes</b>, <b>regimes climáticos</b> e <b>associações de plantas</b>, até <b>uso da terra</b> e “<b>expansão urbana</b>”.</p>
<p>É o reconhecimento generalizado atual do valor do <b>mapa</b> na coordenação e interpretação de fenômenos em muitas <b>ciências</b> que levou ao que pode ser verdadeiramente chamado de renascimento moderno da <b>cartografia</b>.</p>
<h3>Continuidade, contratempos e limitações</h3>
<p>Seria enganoso representar as etapas resumidamente esboçadas acima como sendo contínuas ou consecutivas.</p>
<p>Houve períodos de <b>retrocesso</b> ou <b>estagnação</b>, interrompidos por outros de rápido <b>desenvolvimento</b>, durante os quais ideias ultrapassadas mantiveram seu lugar ao lado das novas.</p>
<p>Mais uma vez, os <b>cartógrafos</b> perceberam constantemente a base teórica para o progresso, mas tiveram que esperar pelo aprimoramento técnico de seus <b>instrumentos</b> antes de poderem aplicar suas novas ideias.</p>
<p>Como a maneira mais fácil de fazer um <b>mapa</b> é copiar um antigo, e um <b>capital</b> considerável muitas vezes fica preso em <b>placas de impressão</b> ou estoque, os <b>editores de mapas</b> frequentemente resistem a novas ideias.</p>
<p>Consequentemente, os <b>mapas</b> nunca devem ser aceitos acriticamente como evidência do conhecimento e da <b>técnica</b> contemporâneos.</p>
<h3>Colaboradores e profissões envolvidas</h3>
<p>Ao estudar a <b>história da cartografia</b>, as várias classes de indivíduos que contribuíram para o <b>mapa</b> chegar ao público devem ser claramente diferenciadas.</p>
<p>O <b>explorador</b>, o <b>topógrafo</b> e o <b>geodesta</b>, com seus equivalentes nos mares, o <b>navegador</b> e o <b>hidrográfico</b>, fornecem os <b>dados</b>; o <b>compilador</b>, o <b>computador</b> e o <b>desenhista</b> os processam da melhor maneira possível; e, finalmente, com <b>mapas</b> e <b>cartas</b> impressos, o <b>gravador</b> ou <b>impressor</b> tem sua parte na determinação do caráter do <b>mapa</b> acabado.</p>
<h3>Cartografia histórica e valor documental</h3>
<p>Além disso, nos séculos anteriores, quando um elemento considerável de <b>especulação</b> entrava nas ideias sobre a distribuição e configuração das <b>massas terrestres</b>, o <b>cosmógrafo</b> frequentemente interpretava ou aplicava os resultados obtidos pelos <b>exploradores</b> para se adequar a opiniões preconcebidas.</p>
<p>O professor E. G. R. Taylor também alertou os estudantes contra os <b>livreiros</b> e <b>gravadores</b>, “que copiavam e compilavam o que queriam de forma bastante acrítica, usando quaisquer <b>mapas</b> e placas antigas que tivessem à mão”.</p>
<p>É evidente que os <b>mapas</b>, muitos milhares em número, que chegaram até nós hoje, são o resultado de muito trabalho e reflexão humanos.</p>
<p>Eles constituem, portanto, um <b>registro</b> inestimável para o estudante do passado da humanidade. É sobretudo esse aspecto, com os complexos problemas <b>científicos</b>, <b>históricos</b> e <b>humanos</b> que ele levanta, que torna o estudo da <b>cartografia histórica</b> tão fascinante e instrutivo.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapeamento-uma-visao-geral/">Mapeamento: uma visão geral</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Levantamentos nacionais e atlas modernos: uma análise</title>
		<link>https://bahia.ws/levantamentos-nacionais-e-atlas-modernos-uma-analise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 19:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Levantamentos nacionais e atlas modernos: evolução, métodos e práticas globais em cartografia A cartografia desde as primeiras décadas do século XIX caracteriza-se pela realização de levantamentos topográficos regulares como empreendimentos nacionais. A maior parte foi realizada na Europa, em alguns países da Ásia (por exemplo, Índia, Japão, Índias Orientais Holandesas); [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/levantamentos-nacionais-e-atlas-modernos-uma-analise/">Levantamentos nacionais e atlas modernos: uma análise</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Levantamentos nacionais e atlas modernos: evolução, métodos e práticas globais em cartografia</h2>
<p>A <b>cartografia</b> desde as primeiras décadas do século XIX caracteriza-se pela realização de <b>levantamentos topográficos</b> regulares como empreendimentos nacionais.</p>
<p>A maior parte foi realizada na <b>Europa</b>, em alguns países da <b>Ásia</b> (por exemplo, <b>Índia</b>, <b>Japão</b>, <b>Índias Orientais Holandesas</b>); nos <b>Estados Unidos</b> e <b>Canadá</b>; e no <b>Egito</b> e partes do <b>Norte da África</b>.</p>
<p>Embora pesquisas semelhantes tenham sido iniciadas em outros lugares, o progresso não tem sido rápido, e grandes áreas da superfície terrestre ainda não foram mapeadas em escalas médias em uma <b>estrutura trigonométrica</b> sistemática.</p>
<p>Para isso, o <b>cartógrafo</b> depende de material diverso e descoordenado, de qualidade variável, produzido por viajantes, comissões de fronteiras, desenvolvimento ferroviário e rodoviário, projetos de assentamento e concessões de mineração e similares.</p>
<p>A isso deve-se agora acrescentar levantamentos de reconhecimento rápido, principalmente a partir do <b>ar</b>, de áreas consideráveis, realizados durante a última guerra.</p>
<figure id="attachment_96534" aria-describedby="caption-attachment-96534" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96534 size-large" title="Word Map from 1702" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-1024x807.jpg" alt="Word Map from 1702" width="800" height="630" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-1024x807.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-768x605.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-1536x1211.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-2048x1614.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Word-Map-from-1702-800x631.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96534" class="wp-caption-text">Mapa mundial de 1702</figcaption></figure>
<h3>Expansão dos atlas e das técnicas de impressão</h3>
<p>O segundo grande avanço foi o aumento do escopo dos <b>atlas</b> e o uso crescente do <b>mapeamento</b> como técnica para lidar com uma ampla variedade de problemas em <b>geografia física</b> e <b>humana</b>, bem como na administração.</p>
<p>Esse progresso foi consideravelmente auxiliado pela mudança da gravura em <b>placas de cobre</b> para a <b>litografia colorida</b> e seus desenvolvimentos modernos, que permitem que uma grande variedade de detalhes seja mostrada com clareza.</p>
<h3>Métodos de levantamento e correções do século XIX</h3>
<p>Os grandes levantamentos nacionais do século XIX basearam-se em métodos semelhantes, em geral, aos dos <b>Cassinis</b>. Esses métodos foram gradualmente refinados à medida que o <b>design instrumental</b> progrediu, e <b>correções</b> foram aplicadas às observações para permitir fatores anteriormente negligenciados.</p>
<p>Isso incluiu correções para <b>refração</b> e <b>curvatura da superfície da Terra</b>, para mudanças na <b>temperatura</b> e outras condições que afetavam a medição de <b>linhas de base</b> por fitas metálicas e para a redução dos <b>padrões de comprimento</b> empregados no campo ao padrão nacional oficial.</p>
<p>Por meio de uma comparação cuidadosa dos padrões nacionais, como o <b>jardim</b> e o <b>metro</b>, foi possível determinar, a partir dos resultados de levantamentos em muitas partes do mundo, a <b>figura da Terra</b> com considerável precisão.</p>
<p>A forma da Terra se aproxima de um <b>esferóide</b>, achatado nos polos; a <b>União Internacional de Geodesia</b> adotou, em 1924, uma figura para o semieixo maior de <b>6.378.388 metros</b> e de <b>1 em 297</b> para o achatamento.</p>
<p>A correção da figura da Terra é, obviamente, essencial no cálculo dos triângulos. Deve-se observar que os <b>mapas</b> são desenhados como se fossem projetados no plano da <b>superfície do nível do mar</b>, de modo que as distâncias medidas neles são independentes das irregularidades do relevo.</p>
<h3>Etapas de um levantamento topográfico sistemático (pré-fotografia aérea)</h3>
<ul>
<li><b>Determinação do nível médio do mar</b> em pelo menos um ponto, ao qual todas as altitudes são referenciadas.</li>
<li>Um <b>reconhecimento preliminar com mesa plana</b> para selecionar pontos adequados para a <b>triangulação</b> e a instalação de <b>balizas</b> sobre eles.</li>
<li>Determinação da <b>latitude</b>, <b>longitude</b> e <b>azimute</b> iniciais (para direção), que irão “amarrar” o mapa à superfície da Terra.</li>
<li>Medição cuidadosa da base ou bases com uma fita ou fio de uma liga especial.</li>
<li>Triangulação, sendo o teodolito usado para observar ângulos horizontais a partir da base e dos pontos sinalizados, e para medir altitudes por meio de leituras de ângulos verticais.</li>
<li>Cálculo da triangulação e alturas, e a transferência dos pontos trigonométricos para as folhas emitidas aos cartógrafos.</li>
<li>O <b>preenchimento</b> das folhas pelos cartógrafos com os <b>detalhes topográficos</b> necessários — curvas de nível, rios, florestas, povoados, rotas e nomes.</li>
</ul>
<h3>Flexibilidade moderna e desenvolvimento instrumental</h3>
<p>No século atual, a medição de longos <b>arcos meridianos</b> tendeu a sair de moda, em parte porque eles necessariamente não levam em conta as características topográficas locais e, consequentemente, podem não ser particularmente úteis para levantamentos locais.</p>
<p>Em áreas com <b>anomalias de gravidade</b> locais excessivas, eles não fornecem os dados esperados para determinar a figura da Terra.</p>
<p>No geral, os métodos de <b>levantamento</b> tornaram-se muito mais <b>flexíveis</b> e são adaptados às condições locais.</p>
<p>Verifica-se que “é melhor contentar-se com <b>pequenos triângulos</b> facilmente acessíveis do que fazer enormes esforços em raios mais longos do que a natureza permite facilmente”. Com equipamentos aprimorados, as linhas de base necessárias podem ser medidas com rapidez e precisão.</p>
<p>O <b>desenvolvimento instrumental</b> também deu ao topógrafo maior liberdade. Em vez dos antigos teodolitos pesados, foram desenvolvidos instrumentos leves e precisos, como o teodolito “<b>Tavistock</b>” de 34 polegadas, que permite que a média das leituras em cada lado do círculo de vidro seja lida diretamente através do mesmo microscópio com <b>um segundo de arco</b>.</p>
<p>A invenção do <b>sem fio</b> também simplificou o problema complicado de determinar <b>longitudes</b>. É relativamente simples receber a <b>hora média de Greenwich</b> por sinal de tempo e compará-la com a hora local.</p>
<h3>Levantamento aéreo — desenvolvimento e desafios</h3>
<p>O desenvolvimento que talvez tenha atraído mais a atenção do público foi o do <b>levantamento aéreo</b>, embora muitas vezes seus méritos tenham sido exagerados.</p>
<p>Já em 1858, o valor das <b>fotografias aéreas verticais</b>, tiradas de <b>balões</b>, era apreciado, mas havia dificuldades óbvias em obtê-las.</p>
<p>Uma combinação de <b>câmera</b> e teodolito foi posteriormente usada com sucesso em levantamentos terrestres, particularmente no <b>Canadá</b>.</p>
<p>A experiência com <b>fotografia aérea</b> adquirida na Primeira Guerra Mundial deu um impulso considerável à pesquisa em levantamento aéreo e, ao final da última guerra, devido à demanda por mapeamento rápido de territórios inacessíveis aos agrimensores terrestres, <b>métodos padrão</b> foram desenvolvidos.</p>
<p>Os problemas do levantamento aéreo estão relacionados com (1) a obtenção de <b>fotografias</b> adequadas, (2) o fornecimento do <b>controle terrestre</b> necessário para a estrutura do mapa e (3) o preenchimento dos detalhes a partir das fotografias.</p>
<p>Primeiro, a área a ser mapeada deve ser coberta por <b>faixas sobrepostas</b> de fotografias, tiradas a uma <b>altitude constante</b> e em condições favoráveis.</p>
<p>Na <b>Inglaterra</b>, há em média apenas <b>trinta dias por ano</b> adequados para fotografia aérea.</p>
<p>Essas fotografias são examinadas <b>estereoscopicamente</b> em pares. Fotografias <b>verticais</b>, ou quase verticais, simplificam as etapas posteriores do trabalho.</p>
<p>Para produzir um mapa em escala relativamente pequena e cobrindo uma área com pequenas variações de superfície, os centros das fotografias com uma <b>inclinação</b> não superior a <b>2°</b> podem ser tratados como <b>estações de mesa plana</b> e raios traçados a partir deles para características proeminentes retratadas.</p>
<p>Os detalhes obtidos dessa forma são vinculados a um número relativamente pequeno de pontos fixados por triangulação no solo. Para mapas em escalas maiores, necessários, por exemplo, para projetos de engenharia civil, resultados muito mais precisos são obtidos a partir da sobreposição de <b>pares estereoscópicos</b> de fotografias em uma <b>máquina de plotagem</b>.</p>
<p>Essa operação depende de princípios ópticos complexos, mas, em termos muito simples, envolve colocar as fotografias em sua relação exata entre si e com a superfície do solo (eliminando assim a inclinação).</p>
<p>O operador, visualizando-as estereoscopicamente e, assim, tendo diante de si uma <b>representação tridimensional</b> da superfície, é capaz de traçar suas características, incluindo <b>contornos</b>, pelo mecanismo complexo da máquina de plotagem.</p>
<p>Para reduzir o número de pontos de controle no solo necessários, <b>auxílios de navegação por radar</b> podem ser empregados para fixar a posição de cada exposição fotográfica com precisão suficiente.</p>
<p>O professor Hart cita casos em que áreas inacessíveis no solo foram mapeadas em escalas tão grandes quanto <b>1:50.000</b> a partir de estações de controle distantes <b>250 milhas</b>.</p>
<p>Nesses casos, no entanto, podem surgir dificuldades no <b>contorno</b> devido à falta de dados.</p>
<p>Para preencher os detalhes, é necessária uma prática considerável na <b>interpretação das fotografias</b>.</p>
<p>Tipos de <b>solos</b>, <b>formações rochosas</b> e <b>vegetação</b>, por exemplo, revelam-se a olhos experientes.</p>
<p>Sua aparência muda naturalmente sob diferentes condições de <b>luz</b> e, de fato, para certos fins, as fotografias devem ser tiradas em um determinado momento do dia ou <b>estação</b> do ano.</p>
<p>Os métodos e padrões de levantamento aéreo e, portanto, os <b>gastos</b> envolvidos, podem variar dentro de certos limites, de acordo com a precisão necessária.</p>
<p>A guerra de 1939-1945 deu um grande impulso ao levantamento aéreo. Sob a direção do <b>Serviço de Cartografia Aeronáutica dos EUA</b>, por exemplo, cerca de <b>15 milhões de milhas quadradas</b>, equivalentes a mais de um quarto da superfície terrestre, foram fotografadas do ar por <b>câmeras trimetrogonais</b> (câmeras com lentes múltiplas) para <b>mapeamento em pequena escala</b>.</p>
<p>Diz-se que “no campo, a <b>câmera aérea</b> alcançou seu triunfo final sobre a <b>mesa de plano</b> como a principal ferramenta do topógrafo cartográfico para retratar a face da Terra para fins de mapeamento”.</p>
<p>O levantamento de um país pelos métodos descritos é claramente uma <b>tarefa cara</b>, exigindo uma grande equipe de campo altamente treinada, sem mencionar a estrutura necessária para <b>compilar</b>, <b>desenhar</b> e <b>imprimir</b> os mapas para publicação.</p>
<p>Outra causa de gastos elevados, especialmente em países industrializados, é a necessidade de <b>revisões constantes</b>. Portanto, não é surpreendente que o progresso no mapeamento tenha sido lento nos <b>países subdesenvolvidos</b>.</p>
<h3>O Levantamento Topográfico — história e séries</h3>
<p>A história do <b>Levantamento Topográfico</b> da <b>Grã-Bretanha</b> ilustra os problemas encontrados no desenvolvimento de uma série nacional de <b>mapas topográficos</b> e até que ponto eles foram influenciados pelas diferentes necessidades de seus usuários.</p>
<p>O Levantamento Topográfico (inicialmente conhecido como <b>Levantamento Trigonométrico</b>) foi oficialmente criado em <b>1791</b>, sendo o resultado das operações de levantamento para a conexão da <b>Inglaterra</b> e da <b>França</b> realizadas por <b>Cassini</b> e <b>William Roy</b> em <b>1787</b>.</p>
<p>Em seus primeiros dias, o Levantamento tinha duas tarefas: a realização da grande <b>triangulação</b> entre <b>1798 e 1853</b> e a produção do mapa <b>One Inch to a mile</b> (uma polegada por milha).</p>
<p>A triangulação baseava-se em duas <b>linhas de base</b>, uma nas margens do <b>Lough Foyle</b> e outra na <b>Salisbury Plain</b>, medidas respectivamente em <b>1827</b> e <b>1849</b>.</p>
<p>Quando uma base de teste foi medida em <b>Lossiemouth</b> em <b>1909</b>, verificou-se que o erro em qualquer lado desta triangulação não excedia a ordem de <b>uma polegada por milha</b>.</p>
<p>Uma nova triangulação primária, para a qual foram utilizadas algumas das estações originais, foi realizada em <b>1936-38</b> e revelou novamente a precisão do trabalho antigo.</p>
<p>À medida que os triângulos eram transportados pelo país, o trabalho do levantamento <b>One Inch</b> prosseguia. As quatro primeiras folhas, publicadas em <b>1801</b>, cobriam <b>Kent</b> e parte de <b>Essex</b> e <b>Londres</b>.</p>
<p>O objetivo deste mapa era principalmente <b>militar</b>, sendo a escala conveniente para o movimento da infantaria. Somente em <b>1870</b> é que ele cobriu toda a Grã-Bretanha.</p>
<p>Enquanto isso, a questão fundiária na <b>Irlanda</b> criou uma demanda por mapas em escala maior, que permitissem mostrar claramente as áreas das unidades administrativas menores.</p>
<p>O levantamento <b>de seis polegadas por milha</b> daquele país foi, consequentemente, iniciado em <b>1824</b>. Mais tarde, o levantamento nessa escala foi estendido à Grã-Bretanha e, a partir de <b>1840</b>, as folhas de uma polegada do norte da Inglaterra e da Escócia eram reduções das de <b>seis polegadas</b>.</p>
<p>Esta última é agora a maior escala que cobre todo o país. Com o desenvolvimento industrial e a grande expansão das cidades e das comunicações em meados do século XIX, a demanda por <b>planos em grande escala</b> tornou-se insistente.</p>
<p>Em <b>1858</b>, em parte sob a influência de ideias continentais, decidiu-se publicar mapas de toda a área cultivada na escala de <b>1:2.500</b> (quase equivalente a <b>vinte e cinco polegadas por milha</b>).</p>
<p>A escala de vinte e cinco polegadas é agora a <b>base</b> a partir da qual, na medida em que se estende, todos os mapas de menor escala são derivados.</p>
<p>Durante muitos anos, além dos que eram essencialmente mapas de índice para as várias séries, o mapa de uma polegada por milha era o mapa de <b>menor escala</b> publicado pelo Serviço de Cartografia.</p>
<p>Só em <b>1888</b> é que o mapa de <b>um quarto de polegada</b> foi concluído, embora tivesse sido iniciado em <b>1859</b> a pedido do Ministério da Guerra e do Serviço Geológico.</p>
<p>Seguiram-se, cerca de vinte anos depois, os mapas de <b>meia polegada</b> e <b>dez milhas</b>.</p>
<p>A demanda por esses mapas era inicialmente principalmente <b>militar</b>, mas com o desenvolvimento do <b>automóvel</b>, eles se tornaram cada vez mais populares.</p>
<p>Recentemente, outro mapa foi adicionado à série nacional, o <b>1:25.000</b> (aproximadamente <b>duas polegadas e meia por milha</b>), iniciado em <b>1945</b>.</p>
<p>Isso preenche de forma útil a lacuna entre o One Inch e o Six Inch e é uma escala comumente usada no <b>continente</b>.</p>
<p>Esta é a menor escala na qual é possível mostrar <b>estradas</b> e características semelhantes sem ter que exagerá-las para maior clareza, e incluir a maioria das características topográficas menores.</p>
<p>Até o momento, folhas cobrindo a maior parte da <b>Inglaterra e do País de Gales</b>, exceto o centro do País de Gales, e partes da <b>Escócia</b> foram publicadas em uma <b>edição “provisória”</b>.</p>
<p>Aqui, provisória indica apenas que se baseia no levantamento existente de seis polegadas. A edição regular será derivada do <b>novo levantamento</b> da Grã-Bretanha.</p>
<p>Os <b>contornos</b> a intervalos de vinte e cinco pés serão provenientes do <b>levantamento terrestre</b> ou de <b>fotografias aéreas</b>. Na edição provisória, os contornos intermediários são interpolados.</p>
<h3>Técnicas de impressão e representação do relevo</h3>
<p>Como os métodos de representação das <b>formas superficiais</b> estão intimamente relacionados às <b>técnicas de impressão</b>, os dois podem ser convenientemente considerados em conjunto.</p>
<p>A primeira edição do One Inch foi impressa a partir de <b>placas de cobre</b> gravadas, e o <b>relevo</b> era mostrado de forma um tanto rudimentar por meio de <b>hachuras</b>, muito semelhante ao estilo do mapa Cassini da França.</p>
<p>No início, as hachuras pesadas tendiam a obscurecer os detalhes, mas posteriormente houve algumas melhorias. As <b>curvas de nível</b> foram adotadas pela primeira vez por volta de <b>1830</b>, como resultado da experiência no levantamento irlandês Six Inch, e logo depois foram introduzidas nos mapas Six Inch e One Inch do norte da Inglaterra, que completaram a primeira edição.</p>
<p>Os contornos foram levantados instrumentalmente a <b>50 pés</b>, <b>100 pés</b> e, a partir daí, em intervalos de <b>100 pés a 1.000 pés</b>. Acima de <b>1.000 pés</b>, o intervalo era de <b>250 pés</b>.</p>
<p>Consideravelmente mais tarde, na <b>Popular (quarta edição)</b> do mapa One Inch, contornos adicionais foram interpolados em intervalos de <b>cinquenta pés</b>.</p>
<p>Como todos os detalhes nas folhas gravadas eram em preto, as linhas de contorno nem sempre eram visíveis.</p>
<p>Embora hachuras em <b>marrom</b> tenham sido posteriormente impressas no One Inch a partir de uma segunda placa de cobre, o uso de <b>cor</b> em geral seguiu a introdução da <b>impressão litográfica</b> ou um desenvolvimento dela, a <b>fotozincografia</b>, na qual o original era fotografado e transferido para <b>placas de zinco</b> para impressão.</p>
<p>Na <b>terceira edição</b> do One Inch, concluída em <b>1912</b> e conhecida como <b>“totalmente colorida”</b>, o relevo era mostrado por <b>hachuras em marrom</b> e <b>contornos em vermelho</b>.</p>
<p>Ao todo, foram seis impressões: marrom e vermelho para o relevo, <b>azul</b> para a água, <b>verde</b> para as florestas e <b>sienna queimada</b> para as estradas, com nomes e outros detalhes em <b>preto</b>.</p>
<p>Após o sucesso da produção de <b>Bartholomew</b> de um mapa Quarter Inch da Grã-Bretanha, no qual o relevo era mostrado por <b>coloração em camadas</b>, o Ordnance Survey empregou esse método em seu mapa <b>Half Inch</b>, produzido no início deste século, e também para vários mapas distritais.</p>
<p>Nos anos anteriores a <b>1914</b>, foram realizadas experiências intensas para encontrar os melhores métodos de mostrar o relevo.</p>
<p>Um dos mais bonitos e satisfatórios foi a folha de uma polegada de <b>Killarney</b>, para a qual foram utilizadas nada menos que <b>treze impressões separadas</b>, um fato que impediu sua adoção geral.</p>
<p>Nesta folha, todos os métodos anteriores foram combinados: contornos em linhas pontilhadas pretas, hachuras em marrom, <b>sombreamento de colinas</b> por hachuras mais pesadas nas encostas sudeste (dando o efeito de iluminação do canto noroeste do mapa) e coloração delicada das camadas.</p>
<p>A folha oferece uma representação muito expressiva da modelagem do relevo, mesmo nas áreas menos elevadas.</p>
<p>No intervalo entre as duas guerras, devido ao estado das antigas placas de cobre, tornou-se necessário <b>redesenhar</b> o One Inch, e aproveitou-se a oportunidade para introduzir várias melhorias.</p>
<p>Foi introduzido um estilo de <b>letras</b> totalmente novo, baseado no da <b>Coluna de Trajano</b>, o que melhorou muito a legibilidade e a aparência do mapa.</p>
<p>Esta <b>quinta edição (Relevo)</b> também incorporou, de forma modificada, algumas das características da folha de Killarney: o relevo era mostrado por <b>contornos em marrom</b>, <b>hachuras em laranja</b>, <b>sombreamento de colinas em cinza</b> com camadas — em tons de <b>bege</b>.</p>
<p>Mais uma vez, o efeito da modelagem é muito expressivo, mas, infelizmente, considerou-se que esse estilo não era popular entre o público e a edição Relevo foi abandonada em favor de um estilo menos elaborado.</p>
<p>A presente <b>sexta edição (Nova Popular)</b> segue de perto a quinta, embora o relevo seja representado apenas por <b>contornos</b>, bem visíveis em marrom.</p>
<p>As folhas foram simplificadas em alguns detalhes, incluindo o símbolo preto que diferenciava as florestas de árvores <b>de folha caduca</b> das <b>coníferas</b>.</p>
<h3>Linhas das folhas, projeção e a Rede Nacional</h3>
<p>Ao longo de <b>150 anos</b>, as linhas das folhas sofreram mudanças consideráveis, relacionadas com a <b>projeção</b> e os <b>meridianos centrais</b> utilizados.</p>
<p>Nos primeiros dias da primeira edição, as folhas de uma polegada do norte e do sul da Inglaterra tinham meridianos centrais separados, e os planos em grande escala dos condados também foram desenhados em seus próprios meridianos; consequentemente, era impossível encaixar folhas de condados adjacentes.</p>
<p>O tamanho das folhas também variou ao longo do tempo. Com o recálculo de todo o levantamento em uma projeção, a <b>Transversal de Mercator</b> com o <b>meridiano central 2° W.</b>, e a introdução da <b>Grade Nacional</b>, a uniformidade foi agora assegurada.</p>
<p>A rede tem duas finalidades: para os mapas em menor escala, ela fornece um sistema nacional de <b>referência</b>, pelo qual um ponto pode ser localizado por uma referência idêntica em mapas de todas as escalas; em segundo lugar, nos planos em maior escala, ela fornece dados pelos quais, com certas correções, levantamentos em <b>grande escala</b>, como os realizados por <b>engenheiros civis</b>, <b>agrimensores de mineração</b> e similares, podem ser realizados com precisão.</p>
<p>A Malha Nacional é baseada no meridiano central e divide o país, em primeiro lugar, em <b>quadrados com lados de cem quilômetros</b>.</p>
<p>Para facilitar a numeração, a origem da rede é colocada um pouco a sudoeste das Ilhas Scilly. Esses quadrados, por sua vez, são divididos em quadrados de 10 km e quilômetros, que são mostrados nos mapas 1:25.000 e One Inch, enquanto o mapa Six Inch tem os quadrados de quilômetros.</p>
<p>Por estimativa, portanto, as referências aos 100 metros mais próximos podem ser lidas no One Inch.</p>
<p>Com a introdução da National Grid, as folhas dos planos e mapas estão agora organizadas de forma regular; por exemplo, <b>100 folhas</b> do plano de vinte e cinco polegadas formam uma folha do mapa <b>1:25.000</b>, que por sua vez cobre um quadrado de <b>10 km</b> no mapa de uma polegada.</p>
<p>Assim, o mapa de menor escala em cada caso forma um <b>índice</b> para o maior.</p>
<p>O mapa One Inch, no entanto, não é projetado em linhas regulares. A Grã-Bretanha tem um litoral longo e muito recortado, e a adoção de um sistema regular levaria inevitavelmente à produção de folhas mostrando muito pouca superfície terrestre.</p>
<p>Consequentemente, as folhas foram “ajustadas à topografia”. Seu tamanho, no entanto, agora foi padronizado, cobrindo 45 km de norte a sul e 40 km de leste a oeste.</p>
<p>O efeito disso foi reduzir o número de folhas (a sexta edição cobre a Inglaterra e o País de Gales em <b>115</b>, em contraste com as <b>146</b> folhas da quinta) e, ao permitir sobreposições generosas, reduzir a necessidade de mapas distritais especiais.</p>
<p>Com a implementação das recomendações do <b>Comitê Departamental de 1938</b>, a Grã-Bretanha agora possui uma série nacional de mapas e plantas projetados em um <b>sistema comum</b>, que não é superado por nenhum outro país.</p>
<p>Nenhum outro levantamento nacional publica uma série regular na escala de <b>1:2.500</b>.</p>
<p>Talvez se possa lamentar que o <b>contorno</b> seja o único método empregado, exceto nas escalas menores, para representar o relevo.</p>
<p>Características topográficas menores de importância local, que ocorrem entre os contornos, são necessariamente omitidas, mas poderiam ser indicadas por <b>hachuras</b> ou <b>sombreamento</b>; muitas vezes, uma <b>linha de crista</b> significativa, por exemplo, não é destacada pelo contorno.</p>
<p>No entanto, as curvas de nível não obscurecem outros detalhes e, em relevos fortemente acidentados, transmitem alguma impressão visual.</p>
<p>Elas são certamente essenciais em mapas modernos de média e pequena escala; complementadas pelo uso moderado de outros métodos, elas forneceriam a melhor solução.</p>
<p>A julgar pela clareza dos detalhes, uso de <b>cores</b>, <b>letras</b> e <b>design</b> geral, os mapas do Serviço de Cartografia estabelecem um padrão muito alto.</p>
<p>Fora das Ilhas Britânicas, este país foi responsável pelo mapeamento dos <b>territórios coloniais</b> e contribuiu com pessoal e técnica para o da <b>Índia</b> em particular, mas também para outros países, incluindo o <b>Egito</b> e o <b>Sião</b>.</p>
<p>Durante muitos anos, não foram realizadas pesquisas regulares nos territórios, e grandes somas foram gastas em mapas para fins específicos, conforme necessário.</p>
<p>Hoje se reconhece que um levantamento topográfico regular, longe de ser um luxo, é um pré-requisito essencial para um <b>desenvolvimento</b> sólido e, portanto, uma <b>economia</b> a longo prazo.</p>
<p>Isso foi oficialmente reconhecido com a criação do <b>Comitê de Levantamento Colonial</b> em <b>1905</b>, que se concentrou principalmente na <b>África tropical</b>.</p>
<p>Atualmente, a maioria das colônias tem seus próprios <b>departamentos de levantamento</b>, mas como inicialmente dependiam inteiramente das finanças locais, seu progresso foi necessariamente prejudicado, especialmente após <b>1931</b>.</p>
<p>A criação da <b>Diretoria de Levantamentos Coloniais</b> em <b>1946</b> garantiu uma direção central e recursos mais adequados.</p>
<p>A tarefa da Diretoria é árdua; quando foi criada, ainda faltavam mapear cerca de <b>1.500.000 milhas quadradas</b>, embora uma parte desse total não seja uma necessidade urgente.</p>
<p>O <b>levantamento aéreo</b> é bem adaptado a esse tipo de trabalho, e a Diretoria está fazendo uso considerável dele.</p>
<h3>Algumas séries de mapas estrangeiros — França, Suíça, Estados Unidos</h3>
<p>Será útil para comparação observar brevemente o que foi feito na <b>França</b> e dar uma olhada na prática de outros países na representação do relevo, onde isso apresenta maiores dificuldades do que na Grã-Bretanha.</p>
<p>Na França, o levantamento nacional é de responsabilidade do <b>Institut Cartographique National</b>, órgão civil que substituiu o <b>Service Géographique de l’Armeée</b>.</p>
<p>As duas principais escalas topográficas são <b>1:20.000</b> e <b>1:50.000</b>, mas nenhuma das edições atuais oferece cobertura completa.</p>
<p>No século XIX, a <b>série Cassini</b> foi substituída pela <b>Carte de l’Etat Major</b> na escala de <b>1:80.000</b>.</p>
<p>Originalmente gravado e posteriormente fotolitografado, este mapa não tem <b>contornos</b>, mas é fortemente <b>hachurado</b>.</p>
<p>Por volta de <b>1900</b>, foi iniciada uma nova série na escala de <b>1:50.000</b>.</p>
<p>O esquema original elaborado foi consideravelmente modificado, mas o progresso tem sido lento.</p>
<p>Cerca de <b>220 folhas</b>, de um total de cerca de <b>1.100</b>, foram publicadas; devido à preocupação francesa com suas <b>fronteiras orientais</b>, a maioria das folhas se encontra nessa zona.</p>
<p>Na verdade, o único mapa de escala média que cobre completamente a França é uma ampliação do antigo <b>1:80.000</b> para <b>1:50.000</b>.</p>
<p>Desde a reorganização e com o uso de <b>fotografias aéreas</b> e <b>máquinas de estereoplotting</b>, o progresso tem sido um pouco mais rápido.</p>
<p>O <b>“Nouvelle Carte de la France au 50.000 eme”</b> é contornado em <b>marrom</b> (preto nas rochas e azul nas geleiras), com contornos em <b>intervalos de 5, 10 ou 20 metros</b>, de acordo com as características do terreno.</p>
<p>O relevo é ainda mais enfatizado pelo sombreamento das colinas, tanto “vertical” quanto oblíquo a partir do noroeste, para transmitir uma impressão plástica.</p>
<p>Isso é obtido fotografando-se um modelo de relevo adequadamente iluminado. É dada considerável atenção à cobertura vegetal; vários tipos são indicados por símbolos em preto com uma sobreposição verde plana.</p>
<p>Os mapas nacionais da Suíça se distinguem pelo alto padrão alcançado na representação do relevo, resultado de longa experiência e experimentação.</p>
<p>Em <b>1938</b>, o conhecido <b>mapa Siegfried</b>, que na época estabeleceu um bom padrão, foi substituído por uma nova série na escala de <b>1:50.000</b>, mais precisa e legível.</p>
<p>Ele é contornado de forma muito precisa, em <b>intervalos de 20 metros</b>, com contornos subsidiários menos intrusivos em <b>5 e 10 metros</b> em marrom, preto ou azul, de acordo com a superfície.</p>
<p>Os cumes, encostas íngremes, quedas de rochas e características semelhantes são indicados por um fino <b>desenho de rocha</b> em preto.</p>
<p><b>As geleiras</b> têm contornos em azul e uma tonalidade azul clara, com <b>morenas</b> em marrom. O relevo é ainda mais enfatizado pelo sombreado em uma tonalidade neutra ou <b>azul-acinzentado</b> aplicado pelo desenhista, e não pela fotografia, como na França.</p>
<p>O efeito geral é muito expressivo, em grande parte devido ao desenho cuidadoso das rochas. Os outros detalhes não dominam o relevo, o tom verde das florestas, por exemplo, é claro e os sinais convencionais são desenhados com precisão.</p>
<p>Uma nova série na escala de <b>1:20.000</b> também está em preparação. Quando as duas estiverem concluídas, a Suíça será incomparável em seu padrão de cartografia nacional.</p>
<p>Nos <b>Estados Unidos</b>, não existe <b>uma única autoridade cartográfica oficial</b> como na Grã-Bretanha.</p>
<p>O <b>Serviço Geológico dos Estados Unidos</b> é agora a principal agência de cartografia topográfica, mas várias outras produzem mapas e cartas para fins especiais.</p>
<p>Durante a maior parte do século XIX, a principal demanda, à medida que a maré de migrantes fluía para o oeste, era o rápido levantamento de vastas extensões de terra para facilitar a <b>colonização</b>.</p>
<p>A partir de <b>1776</b>, isso foi realizado para o governo central pelo <b>General Land Office</b>. Ao mesmo tempo, os <b>estados</b> individuais produziam <b>mapas em pequena escala</b> de suas áreas, geralmente sem grande precisão. Levantamentos mais precisos foram gradualmente realizados por outros órgãos.</p>
<p>O <b>Coast Survey</b> (agora <b>Coast and Geodetic Survey</b>) foi criado em <b>1807</b>, mas pouco realizou nos primeiros trinta anos.</p>
<p>Além de sua principal tarefa de cartografar as costas e mapear áreas terrestres contíguas, ele é responsável pela rede básica de <b>triangulação e nivelamento</b> usada em outros levantamentos.</p>
<p>O <b>Corpo de Engenheiros Topográficos</b>, fundado alguns anos depois, inicialmente se dedicava principalmente a atender às necessidades militares e à exploração, mas depois passou a ser empregado em tarefas relacionadas à melhoria de rios e portos, no levantamento dos lagos do norte e no trabalho de demarcação de fronteiras.</p>
<p>Também realizou muitos levantamentos nos territórios a oeste das <b>Montanhas Rochosas</b> em meados do século.</p>
<p>Em <b>1879</b>, para coordenar esse trabalho, todos os levantamentos geológicos e topográficos a oeste do <b>meridiano 100</b> foram confiados ao recém-criado <b>Serviço Geológico</b>, cuja esfera de atividade acabou se estendendo por todo o país.</p>
<p>Atualmente, ele é responsável por <b>oitenta por cento</b> dos levantamentos topográficos realizados por órgãos governamentais.</p>
<p>Os mapas topográficos divulgados ao público têm três escalas padrão, de acordo com a importância da área específica: <b>1:31.680</b>; <b>1:62.500</b>; e <b>1:125.000</b>.</p>
<p>As linhas das folhas são baseadas em <b>quadriláteros</b> formados por paralelos de latitude e meridianos de longitude, com as folhas da série <b>1:62.500</b> cobrindo <b>15’</b> de latitude e longitude.</p>
<p>Nesta escala, o intervalo de contorno varia de <b>10 a 50 pés</b>. Cada quarta ou quinta linha de contorno é reforçada, e são fornecidos numerosos <b>alturas pontuais</b> e <b>marcos de referência</b>.</p>
<p>As folhas são impressas em <b>três cores</b>; características culturais (estradas, povoados, etc.) e nomes em <b>preto</b>, características hídricas em <b>azul</b> e contornos em <b>marrom</b>.</p>
<p>Em algumas, uma <b>tonalidade verde</b> é usada para florestas. O efeito geral é <b>limpo e nítido</b>, sem excesso de detalhes.</p>
<p>Cerca de <b>vinte e cinco por cento</b> da área dos Estados Unidos é coberta por “mapas topográficos aceitáveis”, mas para quase <b>quarenta por cento</b> da área não existem mapas topográficos de qualquer tipo.</p>
<p>Recentemente, porém, o progresso foi acelerado, em grande parte pela adoção de métodos de <b>levantamento aéreo</b>. Desde <b>1936</b>, o Serviço Geológico tem feito uso crescente de <b>fotografias aéreas</b> e realizado pesquisas extensas em técnicas e instrumentos.</p>
<p>Existem coberturas fotográficas de padrões variados para todo o país, exceto <b>cinco por cento</b>, e são utilizadas para muitos fins administrativos. Prevê-se que dentro de <b>vinte anos</b> todos os Estados Unidos e o <b>Alasca</b> estarão cobertos por mapas topográficos padrão.</p>
<p>O Serviço Geológico também produziu <b>mapas geológicos</b> na escala de <b>1:62.500</b>, ou maior, para <b>dez por cento</b> do país.</p>
<h3>O Mapa Internacional do Mundo na Escala de 1/1 Milhão</h3>
<p>O valor de um mapa-múndi em projeção e escala uniformes, com um conjunto padrão de convenções para muitos tipos de usuários de mapas, é óbvio, mas igualmente óbvio é que sua produção em qualquer escala maior do que as empregadas em <b>atlas</b> não poderia ser útilmente contemplada até que uma proporção significativa da superfície da Terra tivesse sido mapeada topograficamente.</p>
<p>A ideia de tal mapa foi apresentada pela primeira vez pelo professor <b>Albrecht Penck</b> no Congresso Geográfico Internacional, em <b>Berna, em 1891</b>, quando ele propôs que fosse compilado na escala de <b>1/1 milhão</b> (aproximadamente <b>1 polegada para 15,8 milhas</b>).</p>
<p>Pouco foi feito durante vinte anos, até que o governo britânico convidou delegados estrangeiros para uma conferência em Londres, na qual a “Carte internationale du Monde au Millionieme” foi iniciada com base em um sistema aprovado.</p>
<p>A projeção é uma policônica modificada, que permite que folhas adjacentes sejam encaixadas, cada uma cobrindo 4° de latitude e 6° de longitude, embora mais perto dos polos do que a latitude 60°, duas folhas possam ser combinadas.</p>
<p>O relevo é representado por <b>contornos</b>, geralmente em <b>intervalos de 100 metros</b>, e <b>coloração em camadas</b>, com sombreamento para características menores, de acordo com um padrão aprovado.</p>
<p>Cada levantamento nacional é responsável pelas folhas que cobrem seu próprio território, e os nomes são dados na <b>forma local</b>.</p>
<p>Desde o início, o projeto encontrou dificuldades.</p>
<p>É claramente quase impossível conceber um esquema de <b>intervalos de curvas de nível</b> e <b>coloração de camadas</b> que represente satisfatoriamente todos os tipos de topografia, desde o <b>Himalaia</b> e o planalto da África Austral até a planície inglesa, e, na prática, foi necessário permitir uma latitude considerável na seleção das curvas de nível.</p>
<p>Aliás, a <b>“gamme”</b> original, ou escala de tons para a coloração das camadas, produzida pelo <b>Ministério da Guerra</b>, era “uma obra-prima da impressão em cores que ninguém conseguiu copiar com sucesso”.</p>
<p>O principal impedimento ao progresso, no entanto, foi a distribuição de responsabilidades entre muitos <b>órgãos independentes</b>, influenciados por considerações nacionais, e a consequente ausência de um <b>órgão central</b> forte para promover a uniformidade e tornar as folhas publicadas facilmente acessíveis.</p>
<p>Quando a <b>guerra eclodiu em 1939</b>, do total aproximado de <b>975 folhas</b> necessárias para cobrir a superfície terrestre, <b>405</b> haviam sido publicadas, mas dessas, apenas <b>232</b> estavam em conformidade com o padrão internacional.</p>
<p>Alguns sustentavam que não havia material suficiente disponível para mapear todos os países nessa escala e, em parte por essa razão, a <b>Seção Geográfica do Estado-Maior</b> produziu, entre <b>1919 e 1939</b>, séries de mapas como <b>África, 1:2 milhões</b>, e <b>Ásia, 1:4 milhões</b>.</p>
<p>Embora não tenha sido um sucesso total, teve alguns resultados úteis.</p>
<p>As linhas das folhas foram amplamente adotadas como estrutura para séries nacionais em escalas maiores, introduzindo assim uma medida de <b>uniformidade</b> na cartografia internacional.</p>
<p>O valor das folhas <b>1/1 M.</b> para o mapeamento de <b>distribuições</b> em escala continental ou mundial também foi reconhecido. As folhas foram usadas, por exemplo, para o <b>Mapa Internacional do Império Romano</b>, do qual doze folhas foram publicadas.</p>
<p>O recém-inaugurado <b>Levantamento Mundial do Uso da Terra</b> visa produzir mapas nessa escala. O valor deste último mapa nos planos de assistência às áreas subdesenvolvidas seria considerável.</p>
<p>Mas talvez o resultado mais marcante do Milhão de Mapas Internacionais tenha sido o impulso que deu ao <b>Milhão de Mapas da América Hispânica</b>, produzido pela <b>Sociedade Geográfica Americana</b> por iniciativa de seu ex-diretor, o falecido <b>Isaiah Bowman</b>.</p>
<p>O mapa segue as especificações do Mapa Internacional de perto e, em sua compilação, a Sociedade contou com a aprovação e assistência dos <b>governos sul-americanos</b>.</p>
<p>Iniciado em <b>1920</b>, foi concluído com a publicação da <b>107ª folha</b> em <b>1945</b>.</p>
<p>O mapa completo cobre uma área cujas maiores dimensões são <b>34 x 28 pés</b>; uma equipe de sete pessoas foi empregada ao longo dos vinte e cinco anos em pesquisa, compilação e desenho.</p>
<p>A <b>compilação</b> exigiu a avaliação dos valores relativos de uma grande quantidade de material de levantamento, e a pesquisa trouxe à tona muitos dados úteis preservados em escritórios governamentais e comerciais.</p>
<p>Nos casos em que os dados de levantamento eram totalmente inexistentes, <b>descrições escritas</b> foram usadas para descobrir características fisiográficas.</p>
<p>Para indicar a precisão do material empregado, um <b>diagrama de confiabilidade</b> foi incluído em cada folha, uma prática útil que desde então tem sido seguida por outros institutos cartográficos.</p>
<h3>O desenvolvimento do atlas — mapeamento científico e temático</h3>
<p>A representação em mapas de características que não fossem estritamente topográficas não era, obviamente, uma novidade.</p>
<p>As versões impressas dos <b>mapas de Ptolomeu</b> eram, na realidade, mapas históricos, e a maioria dos grandes cartógrafos dos séculos XVI e XVII publicou mapas para ilustrar a <b>história bíblica</b>.</p>
<p>No domínio da ciência, <b>Edmund Halley</b> mapeou as marés do Canal da Mancha e as linhas de igual <b>declinação magnética</b>.</p>
<p>Seu célebre <b>“Mapa Geral”</b>, com suas “<b>linhas halleyanas</b>”, publicado em <b>1701</b>, foi uma importante contribuição para o estudo do <b>magnetismo terrestre</b>.</p>
<p>Alguns viram nos mapas de John Rocque, com sua distinção entre terras aráveis, pastagens e florestas, os precursores dos mapas de “uso da terra” de hoje.</p>
<p>No início do século XIX, os mapas estavam sendo usados sistematicamente na nova ciência da geologia.</p>
<p>William Smith, um pioneiro na ciência, usando fósseis para organizar os estratos cronologicamente, iniciou o mapeamento geológico da Inglaterra e do País de Gales.</p>
<p>Sua “Delineação dos estratos da Inglaterra e do País de Gales com parte da Escócia”, em quinze folhas na escala de cinco milhas por polegada, foi gravada e publicada por John Cary em 1815, com os dados geológicos coloridos à mão; o trabalho foi colocado em uma base permanente com o estabelecimento do Serviço Geológico em 1835, que usou as folhas do Serviço de Cartografia como base.</p>
<h3>Humboldt, Perthes e a ascensão dos atlas temáticos</h3>
<p>No entanto, foi a fundação na <b>Alemanha</b> da <b>geografia</b> como um estudo moderno que demonstrou o uso dos mapas como instrumentos para pesquisas especializadas.</p>
<p>Tanto <b>Alexander von Humboldt</b> quanto <b>Karl Ritter</b> apreciaram seu valor na compreensão da distribuição e inter-relação dos fenômenos na superfície da Terra, quando avançaram o princípio da <b>causalidade</b> como a mola propulsora da pesquisa geográfica.</p>
<p><b>Humboldt</b>, em particular, mostrou que, cartograficamente, uma grande variedade de fatos poderia ser representada de maneira ordenada e facilmente inteligível.</p>
<p>Os volumosos resultados de suas viagens e estudos na Nova Espanha foram acompanhados por um <b>“Atlas géographique et physique”</b>, <b>1812</b>, no qual o início desse desenvolvimento é evidente.</p>
<p>O dispositivo das <b>isotermas</b>, ou linhas de temperatura igual, deve-se a ele, e ele também mapeou os limites areais e altitudinais das <b>plantas</b> e outros fenômenos.</p>
<p>Suas ideias foram desenvolvidas com entusiasmo por vários discípulos, cujo trabalho foi apresentado ao público em geral pela célebre instituição de <b>Justus Perthes</b> em Gotha.</p>
<p>Um deles foi <b>Adolf Stieler</b>, que, após experiência prática em levantamentos topográficos, apresentou um plano um tanto grandioso para um <b>atlas</b> geral.</p>
<p>Suas especificações incluíam um formato conveniente; texto para acompanhar cada mapa; a maior <b>precisão</b>, clareza e abrangência possíveis; uniformidade de <b>projeção</b> e <b>escala</b>; papel e impressão de boa qualidade; <b>coloração</b> cuidadosa — e um preço razoável.</p>
<p>O primeiro fascículo do famoso <b>“Hand-Atlas”</b>, sob a direção do filho de Justus, <b>Wilhelm</b>, foi publicado em <b>1817</b>; a primeira edição completa (setenta placas) apareceu em <b>1830</b>, com novas edições surgindo posteriormente.</p>
<h3>O Physikalischer Atlas e as respostas britânicas</h3>
<p>A reputação de Perthes atraiu Heinrich Berghaus, cuja cooperação produziu o importante “Physikalischer Atlas” (primeira edição em 1838; segunda em 1852), projetado para representar graficamente os principais fenômenos da natureza inorgânica e orgânica de acordo com sua distribuição geográfica.</p>
<p>A segunda edição (oito partes, noventa e quatro mapas) cobriu <b>meteorologia</b>, <b>hidrografia</b>, <b>geologia</b>, <b>magnetismo terrestre</b>, <b>geografia vegetal</b>, <b>antropografia</b> e <b>etnografia</b>.</p>
<p>Na Grã-Bretanha, <b>Alexander Keith Johnston</b> produziu um <b>Atlas Físico</b> independente (segunda edição <b>1856</b>) e um <b>Atlas Real</b> (<b>1859</b>). <b>August Petermann</b> trabalhou entre Edimburgo, Londres e Gotha, publicando resultados de explorações contemporâneas.</p>
<p>Os <b>Bartholomews</b> (Johns e John George) desenvolveram técnicas avançadas (por exemplo, <b>coloração por camadas</b>); J. G. Bartholomew planejou um grande <b>Atlas Físico</b> em cinco volumes (Vol. 3, <b>Atlas de Meteorologia</b>, <b>1899</b>; Vol. 5, <b>Atlas de Zoogeografia</b>, <b>1911</b>).</p>
<h3>Atlas nacionais e obras temáticas especializadas</h3>
<p>Um desenvolvimento posterior foi o <b>Atlas Nacional</b> — atlas que tratam dos fatores físicos e humanos de um determinado país. Exemplos iniciais: <b>Atlas da Escócia</b> (<b>1895</b>); <b>Atlas da Finlândia</b> (1ª ed. <b>1899</b>; 3ª ed. <b>1925</b>) cobrindo <b>fisiografia</b>, <b>geologia</b>, <b>clima</b>, <b>história natural</b>, <b>hidrologia</b>, <b>flora</b>, <b>arqueologia</b>, <b>demografia</b>.</p>
<p>O <b>Atlas do Canadá</b> (<b>1906</b>; <b>1915</b>) enfatizou os fatores econômicos. O <b>Atlas de France</b> (Comitê Nacional Francês de Geografia) e o <b>Atlas da Agricultura Americana</b> (O. E. Baker, <b>1936</b>) são compilações temáticas notáveis.</p>
<p>O <b>Grande Atlas Soviético do Mundo</b> combinou material de atlas geral e nacional (Vol. I <b>1937</b>; Vol. II <b>1939</b>) com densidades populacionais mostradas por <b>círculos proporcionais</b> e faixas coloridas — destacando problemas contínuos em mostrar efetivamente a <b>distribuição populacional</b> (método de pontos vs. coloração diferencial).</p>
<h3>Lacunas no atlas nacional e inovação cartográfica durante a guerra</h3>
<p>Não existe um <b>Atlas Nacional da Grã-Bretanha</b> (apesar das recomendações); o material existe em mapas em <b>1:625.000</b> compilados pelo <b>Ministério do Planejamento Urbano e Rural</b> e publicados pelo <b>Ordnance Survey</b>; uma série de atlas em <b>1:1.25M</b> foi anunciada, mas não concluída.</p>
<p>Durante a guerra, esforços incentivaram alternativas ao mapa-múndi “plano” de Mercator (norte na parte superior), por exemplo, o <b>Fortune Atlas</b> “<b>Look at the world</b>” (projeções ortográficas, orientações incomuns) de R. E. Harrison e o <b>Air age world map</b> (construções quase globais) de E. G. R. Taylor.</p>
<h3>Outros projetos e levantamentos cartográficos especializados</h3>
<p>Outros projetos dignos de nota: o <b>Levantamento do Uso do Solo da Grã-Bretanha</b> (iniciado pelo professor <b>Dudley Stamp</b>, <b>1930</b>), que publicou folhas de uma polegada em <b>sete cores</b> para mostrar florestas, prados, terras aráveis, charnecas, pomares, jardins e terras improdutivas — valiosas para o planejamento regional e em tempo de guerra.</p>
<p>Trabalhos baseados no <b>International Million map</b> incluem os <b>Ordnance Survey Period Maps of Britain</b> (da pré-história ao século XVII) e iniciativas da <b>American Geographical Society</b> (incluindo um eventual <b>Atlas of Disease</b>).</p>
<p>Para a representação de <b>relevo</b> e <b>letras</b>, destaca-se o mapa da <b>Europa e do Oriente Médio</b> produzido pela <b>Royal Geographical Society</b> para o <b>British Council</b>.</p>
<h3>Uma nova reforma da cartografia — considerações finais</h3>
<p>Uma nova “<b>reforma da cartografia</b>” está em andamento: das técnicas de campo às máquinas de impressão, novos métodos estão sendo aplicados e a <b>esfera</b> do cartógrafo se ampliou imensamente.</p>
<p>Esforços (especialmente durante a última guerra) buscaram melhorar a compreensão do público sobre o <b>valor</b> e as <b>limitações</b> dos mapas. Muitos problemas ainda precisam ser resolvidos antes que o capítulo final da <b>história da cartografia</b> seja escrito.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/levantamentos-nacionais-e-atlas-modernos-uma-analise/">Levantamentos nacionais e atlas modernos: uma análise</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Avanços britânicos no século XVIII em cartografia e levantamento topográfico</title>
		<link>https://bahia.ws/avancos-britanicos-no-seculo-xviii-em-cartografia-e-levantamento-topografico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 15:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A contribuição britânica para a cartografia no século XVIII: instrumentos, levantamentos e mapeamento global Introdução e escopo Um estudo detalhado da contribuição britânica para a cartografia antes do século XVIII está fora do escopo deste esboço. Relatos das realizações de homens como George Lily, Christopher Saxton, Norden, Speed, Ogilvy e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/avancos-britanicos-no-seculo-xviii-em-cartografia-e-levantamento-topografico/">Avanços britânicos no século XVIII em cartografia e levantamento topográfico</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h3>A contribuição britânica para a cartografia no século XVIII: instrumentos, levantamentos e mapeamento global</h3>
<h3>Introdução e escopo</h3>
<p><b>Um estudo detalhado</b> da contribuição britânica para a cartografia antes do século XVIII está fora do escopo deste esboço.</p>
<p>Relatos das realizações de homens como <b>George Lily</b>, <b>Christopher Saxton</b>, <b>Norden</b>, <b>Speed</b>, <b>Ogilvy</b> e <b>John Adams</b>, para citar apenas alguns nomes, podem ser encontrados nas obras de <b>Sir George Fordham</b>, <b>Dr. Edward Lynam</b> e <b>Prof. E. G. R. Taylor</b>.</p>
<p>Em segundo lugar, a ênfase aqui deve ser colocada no desenvolvimento geral dos <b>mapas</b> e do <b>mapeamento</b>, e não se pode afirmar que, por mais importantes que sejam na cartografia britânica, esses cartógrafos dos séculos XVI e XVII estivessem na vanguarda do <b>progresso técnico</b>. Em geral, eles seguiram, muitas vezes com um atraso considerável, a prática de seus contemporâneos em <b>Portugal</b>, <b>Itália</b>, <b>Países Baixos</b> e <b>França</b>.</p>
<p>Supõe-se que <b>Saxton</b> tenha usado métodos de levantamento desenvolvidos por <b>Gemma Phrysius</b>, e grande parte da atratividade de seus mapas de condados se deve aos seus <b>gravadores flamengos</b>.</p>
<p>Os mapas de <b>Sanson</b> e <b>Delisle</b> foram copiados diligentemente por editores de mapas ingleses como <b>William Berry</b>, e os topógrafos que, no século XVIII, ganharam com seus mapas dos condados os prêmios oferecidos pela <b>Royal Society of Arts</b> não eram superiores aos homens que produziam o <b>mapa Cassini</b> na França.</p>
<figure id="attachment_96514" aria-describedby="caption-attachment-96514" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96514 size-large" title="The Atlantic Ocean by Governor Pownall, 1787" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-1024x762.jpg" alt="The Atlantic Ocean by Governor Pownall, 1787" width="800" height="595" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-1024x762.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-300x223.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-768x571.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-1536x1142.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-2048x1523.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/The-Atlantic-Ocean-by-Governor-Pownall-1787-800x595.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96514" class="wp-caption-text">O Oceano Atlântico pelo Governador Pownall, 1787</figcaption></figure>
<h3>Exceções notáveis e avanços iniciais</h3>
<p>É claro que havia exceções a essa generalização.</p>
<p>O magnífico <b>globo Molyneux</b> de 1592, o primeiro feito na Inglaterra e por um inglês, não foi superado por nenhuma produção contemporânea.</p>
<p>Uma importante contribuição para as <b>projeções cartográficas</b> foi feita por <b>Edward Wright</b> quando ele elaborou matematicamente a fórmula para a <b>projeção de Mercator</b>.</p>
<p>O exilado <b>Sir Robert Dudley</b> foi o primeiro a empregar essa projeção de maneira geral para os mapas em sua luxuosa produção “<b>Arcano del Mare</b>” (Florença, 1646).</p>
<p>Também não devemos ignorar o estímulo que o trabalho revolucionário de <b>Newton</b> exerceu, por meio da <b>astronomia</b> e da <b>geodesia</b>, sobre o desenvolvimento da cartografia.</p>
<p>No entanto, em geral, a cartografia britânica até o final do século XVIII estava definitivamente atrás da de outras nações.</p>
<p>Talvez o melhor de um campo pobre nas primeiras décadas tenha sido <b>Herman Moll</b>, um holandês que chegou a Londres algum tempo antes de 1682. Seus numerosos mapas são bastante mal projetados e gravados de forma rudimentar, mas ele fez algum esforço para acompanhar os avanços continentais.</p>
<h3>Estado da cartografia britânica por volta de 1738</h3>
<p>Em 1738, John Green lamentava o estado precário em que a ciência havia caído: ele apontou que a cartografia havia caído inteiramente nas mãos de gravadores, que copiavam uns aos outros sem discriminação.</p>
<p>Essas “mãos ignorantes ou mercenárias” que por acaso se apoderavam de material original o escondiam zelosamente de seus rivais.</p>
<p>A tal conduta, ele atribuiu “a pouca estima, ou melhor, o grande desprezo que os mapas têm aqui”. Ele próprio fez algum esforço para remediar essa situação, em parte como funcionário de <b>Thomas Jeffreys</b>, mas a primeira contribuição britânica importante foi feita através do desenvolvimento de <b>equipamentos instrumentais</b>, que foram eficazes na melhoria, primeiro, das <b>cartas hidrográficas</b> e, depois, dos <b>mapas</b>.</p>
<h3>Avanços matemáticos e instrumentais</h3>
<p>No século XVIII, os avanços fundamentais em <b>matemática</b> e <b>astronomia</b> iniciados por <b>Sir Isaac Newton</b> gradualmente deram frutos.</p>
<p>Os movimentos dos corpos celestes foram demarcados, de modo que pudessem ser previstos com precisão por longos períodos e, eventualmente, publicados anualmente no “<b>Almanaque Náutico</b>” a partir de cerca de <b>1767</b>.</p>
<p>Com a ajuda de <b>tabelas lunares</b>, o método de determinar a <b>longitude</b> com uma precisão de um grau por meio das <b>distâncias lunares</b> foi aperfeiçoado.</p>
<p>Para essa precisão, os avanços no design de <b>instrumentos</b> também contribuíram; <b>John Hadley</b> aprimorou o <b>quadrante</b> com a introdução de <b>espelhos refletores</b>, e leituras mais precisas foram obtidas com o uso da <b>escala vernier</b>.</p>
<p>Enquanto isso, <b>John Harrison</b> estava envolvido no projeto e na construção de um <b>relógio</b> que fosse suficientemente robusto e preciso para permitir que a longitude fosse determinada a partir da diferença entre a <b>hora local</b> e a hora indicada pelo <b>cronômetro</b> para um determinado meridiano.</p>
<p>O método havia sido descrito anteriormente por <b>Sir Isaac Newton</b>.</p>
<h3>Cronômetros e navegação</h3>
<p>Harrison acabou recebendo o prêmio oferecido pelo <b>Parlamento</b> para “aquela pessoa ou pessoas que descobrissem a <b>longitude</b>” em <b>1772</b>, e uma cópia de seu cronômetro bem-sucedido foi usada pelo <b>Capitão Cook</b> em sua segunda e terceira viagens, fornecendo resultados extremamente precisos.</p>
<p>Este método de “<b>transporte de cronômetros</b>” acabou por substituir o método das <b>distâncias lunares</b>.</p>
<p>Embora estes instrumentos fossem inicialmente utilizados na navegação e na <b> Levantamento hidrográfico</b>, é importante lembrar que os exploradores do século seguinte dependiam em grande parte do <b>sextante</b> (uma melhoria em relação ao quadrante) e do <b>cronômetro</b> para os levantamentos que conseguiam realizar.</p>
<h3>Teodolito e mecanismo de graduação de Ramsden</h3>
<p>Outro instrumento de levantamento que surgiu nessa época foi o <b>teodolito</b>, descendente do “polymetrum” criado no início do século XVI.</p>
<p>Com a invenção, em <b>1763</b>, de seu <b>mecanismo de graduação</b>, <b>Jesse Ramsden</b> resolveu o problema de dividir o <b>círculo de latão</b> com precisão e, em seguida, trabalhou em seu famoso teodolito por vários anos.</p>
<p>Este incluía um círculo horizontal com três pés de diâmetro, que com a ajuda de <b>micrômetros</b> permitia obter leituras com <b>precisão de segundos</b>.</p>
<p>A aleta de mira dos modelos mais antigos foi substituída por um <b>telescópio</b> que se movia livremente no plano vertical do instrumento.</p>
<p>Este teodolito era reconhecidamente pesado e volumoso, mas provou ser o instrumento mais eficiente para observar <b>ângulos</b> em levantamentos e, através de modificações graduais, evoluiu para os modelos altamente precisos e portáteis de hoje.</p>
<p>Este instrumento foi empregado pela primeira vez na conexão por <b>triangulação</b> da <b>Inglaterra e França</b> em <b>1787</b> e, mais tarde, no <b>Levantamento Topográfico da Grã-Bretanha</b> e na <b>Índia</b>.</p>
<h3>Impacto na hidrografia e no mapeamento</h3>
<p>Os primeiros resultados desses avanços técnicos foram observados no aumento da precisão das <b>cartas hidrográficas</b> e, em sua produção e publicação, a <b>Grã-Bretanha</b> assumiu a liderança que mantém há <b>150 anos</b>.</p>
<p>O final do século XVIII pode ser considerado aproximadamente como o ponto em que o contorno geral dos <b>continentes</b>, fora dos <b>círculos polares</b>, e sua posição precisa foram finalmente determinados, embora ainda fosse necessário realizar um trabalho paciente e cuidadoso antes que todos os detalhes fossem preenchidos.</p>
<p>No restante deste esboço, portanto, não nos preocuparemos mais com a contribuição dos marinheiros para o “desdobramento do mapa”, mas devemos encerrar com uma breve homenagem ao trabalho de <b>Cook</b>, <b>Vancouver</b>, <b>Flinders</b> e seus colegas nas águas do <b>Pacífico</b>, <b>Austrália</b> e <b>Antártica</b>, e a seus sucessores, <b>Fitzroy</b>, <b>W. F. Owen</b>, <b>P. P. King</b>, <b>Moresby</b>, <b>Nares</b> e outros navegadores ilustres. O trabalho desses homens serviu de base para as <b>cartas náuticas</b> emitidas pelo <b>Departamento Hidrográfico do Almirantado</b>.</p>
<h3>Dois campos extraeuropeus: América do Norte e Índia</h3>
<p>Dois campos extraeuropeus para o trabalho cartográfico foram abertos aos topógrafos britânicos no século XVIII, a <b>América do Norte</b> e o <b>subcontinente indiano</b>, e em ambos eles se saíram muito bem, não apenas abrindo caminho para avanços subsequentes, mas também fornecendo os primeiros mapas adequados dessas áreas.</p>
<p>Para a América do Norte, além das costas e do interior imediato a leste, apenas mapas baseados em <b>esboços</b> e relatórios de exploradores estavam disponíveis antes de meados do século.</p>
<p>Um cartógrafo contemporâneo foi sincero o suficiente para admitir que, além dos <b>Grandes Lagos</b>, os detalhes eram “em grande parte <b>suposições</b>”.</p>
<p>O progresso da colonização, a organização das colônias e, particularmente, a rivalidade anglo-francesa criaram uma demanda por mapas gerais mais confiáveis e levaram os agrimensores a abandonarem seu trabalho em propriedades e plantações e se dedicarem a um problema mais amplo. Nos primeiros anos, um incentivo considerável foi dado pelos Lordes Comissários para o Comércio e as Plantações.</p>
<h3>Lewis Evans e o mapeamento colonial</h3>
<p>Dois mapas gerais notáveis incorporam os resultados dessa atividade. Em <b>1749</b>, <b>Lewis Evans</b> publicou seu “<b>Mapa da Pensilvânia, Nova Jersey, Nova York</b>”, etc., na escala de 15 milhas por 1 polegada, com base em inúmeras determinações de <b>latitude</b> e duas <b>longitudes</b>, as de <b>Filadélfia</b> e <b>Boston</b>.</p>
<p>A eles, ele acrescentou os “Rascunhos e Descobertas”, que muitos cavalheiros lhe forneceram.</p>
<p>O fato de o mapa ter sido baseado em grande parte em <b>levantamentos de rotas</b> por distância e rumo é demonstrado por sua observação “Nenhuma distância pôde ser medida a não ser por mensuração real (já que a floresta ainda era muito densa)”, ou seja, os agrimensores não conseguiram fazer <b>triangulação</b> com o circundador ou o antigo teodolito.</p>
<p>Seis anos depois, o mapa foi publicado com acréscimos, como o conhecido “<b>Mapa geral das colônias britânicas do meio, na América</b>”. Este mapa teve grande demanda imediata e foi muito utilizado na América do Norte durante a <b>Guerra dos Sete Anos</b>.</p>
<p>Quando publicou uma versão ainda mais ampliada do mapa em <b>1776</b>, o <b>governador Thomas Pownall</b>, ele próprio uma espécie de agrimensor, pôde afirmar: “Quando foi necessária precisão local, este mapa foi consultado não apenas em transações privadas, mas também públicas, como a Grande Compra e Cessão Indígena”.</p>
<h3>O mapa de John Mitchell e seu papel</h3>
<p>O governador Pownall também esteve associado a outro mapa mais famoso desse período: o “Mapa dos domínios britânicos e franceses na América do Norte”, de John Mitchell, publicado por Thomas Jeffreys em 1755. Mitchell era um botânico que se estabeleceu na Virgínia no início do século, retornando à Inglaterra em 1747.</p>
<p>Pouco se sabe sobre seu trabalho cartográfico, e seu mapa provavelmente deve algo a Jeffreys. Ele representa o leste da América do Norte, desde a costa sul da <b>Baía de Hudson</b> até o <b>delta do Mississippi</b>, em uma escala de aproximadamente 43 milhas por polegada.</p>
<p>Uma característica proeminente é a declaração detalhada das <b>autoridades</b> seguidas em sua compilação. Afirma-se que o mapa foi elaborado “com a <b>aprovação</b> e a pedido dos <b>Lords Comissários para o Comércio e as Plantações</b> e é composto principalmente de rascunhos, cartas náuticas e levantamentos reais&#8230; grande parte dos quais foram recentemente obtidos por ordem de Vossas Excelências”.</p>
<p>Com esse caráter oficial, não é surpreendente que o mapa tenha desempenhado um papel importante nas <b>negociações de paz</b> entre as colônias americanas e a Grã-Bretanha em <b>1782</b>, pois nele foi estabelecida a <b>fronteira</b> entre o <b>Canadá</b> e os <b>Estados Unidos</b>.</p>
<h3>Levantamento topográfico da Índia: Rennell e os levantamentos de Bengala</h3>
<p>O segundo grande campo para a cartografia britânica foi a <b>Índia</b>. Antes da época de <b>D&#8217;Anville</b>, não havia nada que se aproximasse de um mapa preciso do subcontinente, e grandes áreas do interior estavam em branco.</p>
<p>A partir de cerca de <b>1750</b>, a <b>Companhia das Índias Orientais</b>, para promover sua expansão comercial, incentivou ativamente o mapeamento das costas, e esse trabalho foi posteriormente estimulado por seu hidrógrafo, <b>Alexander Dalrymple</b>.</p>
<p>Os primeiros levantamentos terrestres sistemáticos resultaram das atividades do <b>Major James Rennell</b> na <b>Presidência de Bengala</b>, a primeira área extensa a ficar sob o controle total da Companhia.</p>
<p>Em seus doze anos na Índia (de <b>1767</b> a <b>1777</b> — ele foi o primeiro <b>Inspetor-Geral de Bengala</b>), Rennell iniciou e dirigiu um levantamento abrangente e uniforme de <b>Bengala e Bihar</b>, para atender às demandas militares, administrativas e comerciais.</p>
<p>O levantamento foi baseado em uma rede de <b>traverses de distância e rumo</b>, controladas à medida que o trabalho avançava por <b>rumos cruzados</b> e <b>circuitos fechados</b>.</p>
<p>Um controle adicional foi proporcionado por observações de <b>latitudes</b>. As distâncias em trabalhos de grande escala foram medidas por <b>correntes</b>, em outros casos por <b>perambuladores</b>.</p>
<p><b>Quadrantes</b> foram empregados para medições angulares horizontais, bem como para obter latitudes, e <b>teodolitos</b> foram gradualmente introduzidos.</p>
<p>Grande parte do trabalho baseou-se em travessias ao longo dos <b>rios</b> e <b>estradas principais</b>, sendo os detalhes do campo preenchidos em grande parte por <b>estimativas</b>.</p>
<p>Dados os métodos empregados e as dificuldades encontradas — o próprio Rennell foi gravemente ferido e sofreu ataques constantes de <b>febre</b> — os resultados foram extremamente louváveis, e o padrão de mapeamento foi muito superior ao de muitos países europeus.</p>
<h3>Publicações e legado de Rennell</h3>
<p>A primeira edição do “<b>Bengal Atlas</b>”, com mapas em escala de <b>5 milhas por 1 polegada</b>, foi publicada em <b>Londres</b> em <b>1779</b>, dois anos após o retorno de Rennell à aposentadoria.</p>
<p>Em Londres, ele continuou a manter seu interesse pelo mapeamento da Índia e, em <b>1782</b>, publicou seu grande “<b>Mapa do Hindoustan</b>” com um “<b>Memorial</b>”.</p>
<p>Este mapa, em quatro folhas na escala de um grau equatorial para uma polegada, foi uma obra notável de <b>compilação</b>.</p>
<p>As fontes utilizadas são discutidas criticamente nas “Memórias”; elas incluíam os <b>mapas da Companhia das Índias Orientais</b> comunicados por <b>Dalrymple</b> e <b>levantamentos de rotas</b> por engenheiros militares que acompanhavam expedições militares, ajustados a uma <b>estrutura astronômica</b> de latitudes e longitudes, estas últimas principalmente para cidades costeiras, obtidas a partir dos <b>eclipses dos satélites de Júpiter</b>.</p>
<p>Para o <b>Punjab</b>, ele se baseou em grande parte em um mapa feito por um <b>nativo</b>, fornecendo os cursos e nomes dos cinco rios, “que nunca tivemos antes”.</p>
<p>Com o avanço das armas britânicas, Rennell recebia continuamente novos materiais e, seis anos depois, publicou uma edição revisada e ampliada (14 polegadas para 1 grau), seguida por outras edições em <b>1792</b> e <b>1793</b>.</p>
<p>O conhecimento estava aumentando tão rapidamente que se tornou impossível compilar um mapa de todo o país com os métodos empregados por Rennell; no entanto, até o surgimento de um <b>departamento de levantamento</b> organizado e a conclusão do <b>Grande Levantamento Trigonométrico</b> no século seguinte, o “Hindoustan” de Rennell continuou sendo a base da <b>cartografia indiana</b>.</p>
<h3>Publicação de mapas em Londres</h3>
<p>Toda essa atividade em terra e no mar estava disponibilizando uma grande quantidade de material cartográfico para as editoras de mapas em Londres.</p>
<p>Foi por meio da produção dessas empresas, nas quais os novos fatos eram compilados e apresentados em um formato conveniente, que o trabalho dos topógrafos de todo o mundo finalmente chegou ao público.</p>
<p>Isso não era mais filtrado em segunda mão pelas publicações de estabelecimentos continentais. Londres havia se tornado o centro universal do progresso cartográfico.</p>
<p>Durante o período das <b>guerras revolucionárias e napoleônicas</b>, os mares eram praticamente domínio exclusivo dos marinheiros britânicos e das empresas marítimas, comerciais e militares, que, embora exigissem os melhores mapas e cartas náuticas disponíveis para sua execução, forneciam em troca uma grande quantidade de <b>observações</b> e <b>registros</b> com os quais o material existente podia ser constantemente atualizado.</p>
<p>Os cartógrafos britânicos aproveitaram ao máximo essas oportunidades e, pela primeira vez, seu trabalho recebeu <b>reconhecimento internacional</b>.</p>
<p>Paralelamente a essa expansão, houve uma melhoria acentuada na <b>construção</b> e <b>gravação</b> de seus mapas, que, por sua clareza e ausência de conjecturas ou detalhes não verificados, transmitiam por si só uma impressão geral de <b>precisão</b> e <b>rigor</b>. A cartografia britânica foi assim libertada de sua dependência de fontes continentais.</p>
<h3>Thomas Jeffreys, Faden, Cary</h3>
<p>O início desse avanço pode ser encontrado no trabalho de <b>Thomas Jeffreys</b>.</p>
<p>Ele foi o editor do mapa de <b>Devonshire</b>, em escala de uma polegada por milha, de <b>Benjamin Donn</b>, o primeiro mapa de um condado a ganhar o prêmio de £ 100 oferecido pela <b>Royal Society of Arts, em 1765</b>, e ele mesmo fez o levantamento de vários condados.</p>
<p>Seu trabalho posterior mais importante foi a publicação das cartas náuticas aprimoradas das costas americanas, resultado do trabalho de homens como James Cook. Coleções importantes dessas cartas — American Atlas, North American Pilot e West Indian Atlas — foram publicadas após sua morte por seu sucessor, William Faden.</p>
<p>No estabelecimento de Faden, as primeiras folhas dos <b>mapas da Ordnance Survey</b> foram gravadas, até que esse departamento conseguiu uma equipe e escritórios próprios. Contemporâneo de Faden foi <b>John Cary</b>, que manteve um alto padrão de excelência em seus mapas e globos.</p>
<p>Ambos dedicaram muita atenção à preparação de novos mapas das <b>Ilhas Britânicas</b>, utilizando os numerosos <b>levantamentos dos condados</b> e, mais tarde, as primeiras edições das <b>folhas da Ordnance Survey</b>, além de acrescentar muitos detalhes de seu próprio trabalho.</p>
<p><b>Cary</b>, em particular, prestou atenção ao sistema de <b>comunicações</b> em rápido desenvolvimento; em <b>1794</b>, ele foi contratado pelo <b>Postmaster General</b> para supervisionar o levantamento de cerca de <b>nove mil milhas</b> de <b>estradas com pedágio</b> na Grã-Bretanha.</p>
<p>Os resultados foram incorporados em vários <b>livros de estradas</b> e <b>atlas de condados</b>, o mais recente e maior dos quais foi o fólio “<b>New English Atlas</b>” de <b>1809</b>.</p>
<h3>Aaron Arrowsmith e a reputação internacional</h3>
<p>Mas o homem que estabeleceu a reputação internacional da cartografia britânica foi, sem dúvida, <b>Aaron Arrowsmith</b>.</p>
<p>Natural de <b>Winston, Durham</b>, Arrowsmith era típico da geração que deu à Grã-Bretanha a liderança na <b>revolução técnica</b> do século XVIII.</p>
<p>Sem vantagens de nascimento ou educação sistemática, ele adquiriu conhecimentos de <b>matemática</b> e das teorias de <b>projeções cartográficas</b> e, através de um longo aprendizado, tornou-se proficiente na técnica prática de <b>produção de mapas</b>.</p>
<p>Ele chegou a <b>Londres</b> em <b>1770</b> e trabalhou por algum tempo como <b>agrimensor</b>; como tal, ele é descrito no <b>“Mapa das Grandes Estradas Postais entre Londres e Falmouth”</b> de Cary, de <b>1784</b>, pelo qual ele foi em grande parte responsável.</p>
<p>É possível que tenha sido no estabelecimento de Cary que ele aprendeu a técnica de <b>gravação de mapas</b>. Seja como for, ele se estabeleceu como <b>cartógrafo</b> e <b>editor de mapas</b> algum tempo antes de <b>abril de 1790</b>.</p>
<p>Sua primeira publicação, um <b>mapa-múndi</b> na <b>projeção de Mercator</b>, que quando montado tinha as dimensões consideráveis de <b>1,5 m por 2,5 m</b>, foi um sucesso imediato.</p>
<p>Ela incluía as rotas dos navegadores mais importantes desde o ano de <b>1700</b>, todas “reguladas a partir de <b>observações astronômicas</b> precisas” feitas nas três viagens do <b>capitão James Cook</b>.</p>
<h3>O método e as obras de Arrowsmith</h3>
<p>Foi sua proficiência em “<b>regular</b>” observações de várias fontes e em reunir <b>esboços de mapas</b> ou relatórios de numerosos <b>exploradores</b> e <b>viajantes</b> que deu a Arrowsmith sua proeminência.</p>
<p>Sua fama também se devia em parte ao <b>estilo de gravura</b>.</p>
<p>Os nomes são gravados com clareza e muitos detalhes são fornecidos sem confusão. Exceto pelos <b>cartuchos</b> do título, os mapas são totalmente desprovidos de detalhes decorativos, atrás dos quais a falta de conhecimento tantas vezes se escondia.</p>
<p>Em seus mapas em geral, o <b>relevo</b> é mal representado; ele considerava que as <b>altitudes</b> não podiam ser introduzidas, exceto em escalas muito grandes.</p>
<p>Quatro anos depois, este mapa, que, nas suas palavras, foi recebido com “grande aprovação”, foi seguido por outro do mundo na <b>projeção globular</b>, publicado com um “<b>Companheiro</b>”, no qual ele expôs a sua opinião de que as <b>projeções de Mercator</b> e <b>globular</b> eram as mais adequadas para representar toda a superfície do globo.</p>
<p>Para este segundo mapa, ele corrigiu as posições de algumas centenas de lugares e considerou que, “na medida em que o nome pode ser aplicado a um mapa”, era “uma obra original”.</p>
<p>No “Companion”, Arrowsmith lista quase <b>140 autoridades</b> nas quais se baseou, incluindo vários <b>mapas manuscritos</b> dos <b>territórios da Hudson’s Bay Company</b> por <b>Philip Turnour</b>, observações astronômicas dos <b>oficiais de Cook</b> e três mapas do país ao norte de <b>Fort Churchill</b> por um <b>índio</b>.</p>
<p><b>Alexander Dalrymple</b> também lhe presenteou com um conjunto completo de suas publicações geográficas, incluindo <b>623 mapas e cartas</b>.</p>
<h3>Produções posteriores e legado</h3>
<p>Não é possível listar aqui todas as produções de Arrowsmith, mas entre elas se destacam seu <b>gráfico em nove folhas do Oceano Pacífico, 1798</b>, cujas dimensões, quando montado, são de mais de <b>1,80 m por 2,29 m</b>, e que agora é uma fonte valiosa para a história da <b>exploração do Pacífico</b>; seus mapas, <b>dezenove folhas no total</b>, publicados em conjunto com <b>“Alcedo; ou dicionário da América e das Índias Ocidentais”, de Thompson</b>, e baseados em materiais originais “que até recentemente permaneciam inacessíveis em <b>Madri</b> e <b>Lisboa</b>”.</p>
<p>Após sua morte em <b>1825</b>, seu negócio foi continuado por um tempo por seus filhos <b>Aaron</b> e <b>Samuel</b>, mas mais tarde foi assumido por seu sobrinho, <b>John (1790-1873)</b>, que manteve a reputação de seu tio.</p>
<p>Ele mantinha contato próximo com os exploradores da <b>Austrália</b>, elaborando e publicando seus mapas.</p>
<p>Abandonando a prática de seu tio de publicar mapas grandes adequados para serem montados como <b>mapas de parede</b>, que tinham de ser encadernados de forma um tanto inconveniente em folhas, ele trabalhou durante vários anos nas folhas de um <b>atlas</b>, uniforme em tamanho e estilo.</p>
<p>Quando publicado em <b>1840</b> como “<b>The London Atlas of universal geography</b>” (O Atlas de Londres de geografia universal), era o melhor do seu tipo como <b>atlas político</b> e <b>de localização</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/avancos-britanicos-no-seculo-xviii-em-cartografia-e-levantamento-topografico/">Avanços britânicos no século XVIII em cartografia e levantamento topográfico</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Reforma da cartografia na França – Uma visão histórica</title>
		<link>https://bahia.ws/reforma-da-cartografia-na-franca-uma-visao-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 14:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>No século XVII, o desejo de testar novas hipóteses sobre o universo físico estimulou tentativas de determinar com precisão as dimensões e a forma da Terra, o que se tornou possível graças à invenção de instrumentos mais precisos para fazer as observações necessárias. Entre eles estavam o telescópio, o relógio [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/reforma-da-cartografia-na-franca-uma-visao-historica/">Reforma da cartografia na França &#8211; Uma visão histórica</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><b>No século XVII</b>, o desejo de testar novas hipóteses sobre o universo físico estimulou tentativas de determinar com precisão as dimensões e a forma da Terra, o que se tornou possível graças à invenção de instrumentos mais precisos para fazer as observações necessárias.</p>
<p>Entre eles estavam o <b>telescópio</b>, o <b>relógio de pêndulo</b> e as <b>tabelas de logaritmos</b>.</p>
<p>A medição de um arco na superfície da Terra foi o primeiro passo e, embora fosse principalmente uma operação <b>geodésica</b>, acabou por contribuir para o avanço da <b>cartografia</b>.</p>
<p>A primeira tentativa significativa de determinar o comprimento de um grau dessa maneira foi feita por <b>Snellius</b> na <b>Holanda</b> em 1615, mas a operação foi realizada pela primeira vez com precisão na <b>França</b>, onde, na segunda metade do século XVII, houve uma notável atividade científica sob o patrocínio do “Roi Soleil”, <b>Luís XIV</b>, e da <b>Académie royale des sciences</b>, fundada em 1666.</p>
<p>Nesse país, um dos primeiros Estados nacionais altamente centralizados da Europa, havia uma demanda crescente por <b>mapas</b> e <b>cartas náuticas</b>, e a percepção de que eles só poderiam ser baseados de forma satisfatória em uma estrutura científica precisa.</p>
<p>Os mapas eram necessários não apenas para fins <b>militares</b>, mas também para a organização adequada do extenso <b>sistema rodoviário</b>, o desenvolvimento de recursos internos (o objetivo de homens como <b>Colbert</b>) e a promoção geral do <b>comércio</b> interno e externo.</p>
<figure id="attachment_96497" aria-describedby="caption-attachment-96497" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96497 size-large" title="Carte de France Dressee pour l'Usage du Roy, 1765" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-1024x847.jpg" alt="Carte de France Dressee pour l'Usage du Roy, 1765" width="800" height="662" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-1024x847.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-300x248.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-768x636.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-66x55.jpg 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-1536x1271.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-2048x1695.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Carte-de-France-Dressee-pour-lUsage-du-Roy-1765-800x662.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96497" class="wp-caption-text">Carte de France Dressee pour l&#8217;Usage du Roy, 1765</figcaption></figure>
<h3>Etapas na criação do novo mapa da França</h3>
<p>As etapas sucessivas na elaboração do novo mapa da <b>França</b> foram (1) a medição de um arco do <b>meridiano de Paris</b> pelo <b>Abbé Picard</b>, 1669-70, por meio de uma cadeia de <b>triângulos</b>; (2) a extensão do meridiano até que, em 1718, ele se estendesse dos <b>Pirineus</b> a <b>Dunquerque</b>; (3) as primeiras tentativas de produzir um novo mapa da França ajustando os levantamentos existentes, complementados por observações de <b>latitude</b> e <b>longitude</b>, ao <b>meridiano de Paris</b>; (4) o levantamento planejado de todo o país, de novo, com base em um sistema completo de <b>triangulação</b>, que resultou no famoso <b>Levantamento Cassini</b>.</p>
<p>Isso havia sido defendido por <b>Picard</b> já em 1681.</p>
<p>Uma contribuição notável para este trabalho foi feita pelas quatro gerações da família <b>Cassini</b>.</p>
<p>O primeiro, <b>Jean Dominique</b>, que foi convidado a trabalhar no <b>observatório de Paris</b> em 1669, ajudou na determinação do meridiano, mas o seu maior contributo para a cartografia foi o aperfeiçoamento de um método de determinação da <b>longitude</b> através da observação dos movimentos dos <b>satélites de Júpiter</b>, uma grande melhoria em relação ao método dos eclipses lunares, embora o erro provável fosse de um quilómetro.</p>
<p>Após os primeiros trabalhos sobre o meridiano, decidiu-se aplicar os novos métodos para retificar o mapa da França, e <b>Picard</b>, juntamente com outros agrimensores, incluindo <b>La Hire</b>, também conhecido por sua <b>projeção</b>, foram enviados para fazer o levantamento das costas.</p>
<p>Um mapa de <b>La Hire</b>, incorporando os resultados, foi apresentado por ele à <b>Académie</b> em 1684 e posteriormente publicado como “<b>Carte de France corrigée par Ordre du Roi sur les Observations de Mrs. de l’Académie des Sciences</b>”, 1693.</p>
<p>Este mostrava tanto o contorno antigo das costas como o novo, sendo o resultado geral a deslocação da extremidade ocidental da França um grau e meio de <b>longitude</b> para leste, em relação ao <b>meridiano de Paris</b>, e da costa sul cerca de meio grau de <b>latitude</b> para norte.</p>
<p>Diz-se que a visão deste mapa levou <b>Luís XIV</b> a comentar que o levantamento lhe tinha custado mais território do que uma campanha desastrosa.</p>
<p>O segundo Cassini, Jacques, percebendo que qualquer tentativa de ajustar levantamentos aleatórios ao meridiano de Paris seria insatisfatória, tornou-se defensor da <b>triangulação</b> completa da França e, com seu filho, César François Cassini de Thury, dedicou-se a essa extensão a partir de 1733. A espinha dorsal da triangulação era o <b>meridiano de Paris</b> “verificado”.</p>
<p>Ao longo deste, em intervalos de 60.000 <b>toises</b> (um pouco mais de um grau de <b>latitude</b>), foram traçadas perpendiculares geometricamente para o leste e oeste, a partir das quais foram fixadas as posições das cidades e outros pontos importantes.</p>
<p>Essa foi a origem da <b>projeção</b> agora conhecida pelo nome de <b>Cassini</b>, na qual as coordenadas de um ponto são fornecidas com referência a um meridiano central e à distância ao longo do grande círculo que passa pela posição que corta o meridiano em ângulos retos.</p>
<p>O progresso foi iniciado em 1744 na “<b>Nouvelle carte qui comprend les principaux triangles qui servent de fondement a la description géometrique de la France</b>”.</p>
<p><b>Cassini de Thury</b> conseguiu obter apoio do governo para o mapa topográfico proposto com base nessa estrutura, e o trabalho foi iniciado às custas do Estado em 1747. Nove anos depois, porém, ele foi retirado devido aos pesados gastos militares.</p>
<p><b>Cassini</b>, sem hesitar, tomou a decisão ousada de assumir toda a responsabilidade pelo levantamento. Ele recebeu autorização para formar uma associação para financiar sua conclusão, obteve o apoio necessário, em parte de vários <b>États</b>-Geral provinciais que apreciavam o valor de mapas precisos de suas províncias, e levou o empreendimento quase à conclusão.</p>
<p>Na época de sua morte, em 1784, restava apenas a <b>Bretanha</b> a ser publicada.</p>
<p>Por fim, após a suspensão durante o período <b>revolucionário</b>, o trabalho foi assumido pelo <b>Estado</b> e concluído em 1818. Todos os detalhes do empreendimento foram fornecidos por Cassini em sua “<b>Description géometrique de la France</b>”, publicada em 1783.</p>
<h3>Instrumentos e técnicas</h3>
<p>As melhorias nos <b>instrumentos</b> contribuíram muito para um padrão aprimorado de mapeamento. Os semicírculos horizontais divididos em latão foram equipados com <b>alidades telescópicas</b>, e a <b>leitura micrométrica</b> permitiu que os <b>ângulos</b> fossem observados com considerável precisão. <b>Faróis</b> e, às vezes, <b>luzes</b> foram usados como marcas de observação.</p>
<p>Os detalhes topográficos eram tratados de forma mais resumida: embora a <b>mesa plana</b> fosse comumente usada pelos “<b>ingenieurs géographes</b>”, o corpo de agrimensores militares, os homens de <b>Cassini</b> que realizavam a triangulação menor esboçavam os detalhes por estimativa ou por passos, e trabalhavam isso no escritório. Muitas vezes, eles se contentavam em indicar as inclinações pelas letras <b>D</b> ou <b>F</b> (“douce” ou “forte”).</p>
<p>O <b>mapa Cassini</b>, quando concluído, compreendia 182 folhas (88 x 55,5 cm).</p>
<p>A escala era de <b>1:86.400</b> (ou seja, 1 polegada para 1,36 milhas). Em termos de estilo, baseia-se num mapa da região de Paris feito em 1678, durante os primeiros dias da determinação do meridiano, por <b>Du Vivier</b>, e gravado por <b>F. de la Pointe</b>.</p>
<p>Ele foi cuidadosamente gravado, com um efeito geral limpo e organizado; as grandes “<b>rotas</b>” para Paris são enfatizadas e nomeadas, as cidades maiores são mostradas em planta, e uma variedade de símbolos marca os povoados menores, igrejas, moinhos de vento e água, forcas e outras obras do homem. As florestas, com suas trilhas cuidadosamente desenhadas, são bem visíveis, assim como as residências da nobreza e da aristocracia, com os nomes de seus proprietários.</p>
<p>Apenas na representação do <b>relevo</b> é que o mapa falha notavelmente. Em áreas de menor elevação, os rios e riachos são representados como fluindo em vales estreitos com as bordas hachuradas, e as elevações isoladas são mostradas apenas ocasionalmente; o efeito geral é, portanto, o de um vasto planalto nivelado dissecado por vales semelhantes a cânions.</p>
<p>No sul e sudeste mais acidentados, o resultado é ainda menos satisfatório; o terreno é representado em duas ou mais camadas com o sombreamento habitual, e as longas linhas de crista aparecem como faixas brancas estreitas.</p>
<p>As formas de relevo de qualquer área considerável parecem, assim, curiosamente desintegradas. É preciso lembrar, no entanto, que durante muitos anos não existiram determinações suficientes da <b>altitude</b> para que o relevo pudesse ser representado com alguma precisão.</p>
<p>Quaisquer que sejam os defeitos do mapa, ele é um monumento notável na história da cartografia, que influenciou o mapeamento de muitos países. Só meio século depois de sua criação é que um empreendimento comparável foi iniciado na <b>Grã-Bretanha</b> pelo <b>Ordnance Survey</b>.</p>
<p>Foi, aliás, por iniciativa de <b>Cassini de Thury</b> que o <b>General Roy</b> foi encarregado de cooperar na triangulação do Canal da Mancha em 1787, abrindo assim o caminho para a fundação do <b>Ordnance Survey</b>.</p>
<h3>Cartografia geral na França e observações externas</h3>
<p>Tendo traçado a história do levantamento de Cassini, podemos agora examinar o progresso da cartografia geral na <b>França</b>. O método de J. D. <b>Cassini</b> para determinar a <b>longitude</b> foi empregado desde cedo para fixar posições fora da França.</p>
<p>Com o objetivo principal de melhorar as <b>cartas náuticas</b> existentes, observadores das últimas décadas do século XVII em diante foram enviados a vários países da <b>Europa</b>, <b>Guiana Francesa</b>, <b>Índias Ocidentais</b>, <b>África</b> e sul e leste da <b>Ásia</b>, onde, com o tempo, valores notavelmente precisos foram obtidos.</p>
<p>A partir das observações de <b>Richer</b>, por exemplo, a longitude de <b>Cayenne</b> foi determinada com uma precisão de um grau em relação ao seu valor real.</p>
<p>Os resultados anteriores permitiram a J. D. <b>Cassini</b>, em 1682, esboçar seu famoso <b>planisfério</b>, que incorporava quarenta determinações, no piso do observatório de Paris. Posteriormente, ele foi gravado com o título “<b>Planispherum terrestre</b>”, cuja edição é conhecida desde 1694.</p>
<p>Essas novas observações também foram a base de uma coleção de cartas náuticas cobrindo, na <b>projeção de Mercator</b>, as costas ocidentais da Europa, da Noruega à Espanha; essa coleção foi intitulada “<b>Le Neptune francois, ou Atlas nouveau des cartes marines</b>&#8230; Revue et mis en ordre par les Sieurs Pene, Cassini et autres”, Paris, 1693.</p>
<h3>Guillaume Delisle e a “reforma da cartografia”</h3>
<p>O homem que apresentou este novo trabalho ao público em geral e, ao fazê-lo, efetuou o que foi chamado de “<b>reforma da cartografia</b>”, foi <b>Guillaume Delisle</b> (1675-1726).</p>
<p>Guillaume era filho de <b>Claude Delisle</b>, um professor célebre em sua época de história e geografia, a quem, sem dúvida, seu filho deveu muita instrução e assistência em seus primeiros empreendimentos.</p>
<p>O filho também teve o benefício de receber instrução em <b>astronomia</b> de <b>Cassini</b> na Academia, da qual se tornou membro associado em 1718.</p>
<p>Em 1700, <b>Delisle</b> começou a trabalhar como compilador e editor de <b>mapas</b> e, pelo resto de sua vida, foi líder no progresso cartográfico, com reputação internacional. Em seus mapas e globos, ele acompanhou com compreensão o progresso do trabalho da <b>Academia</b>.</p>
<p>Entre suas primeiras produções estava o “<b>Mappe-Monde Dressée sur les Observations de Mrs de l’Académie Royale des Sciences</b>”, de 1700, um mapa em dois hemisférios na <b>projeção estereográfica</b>, levando adiante as melhorias do “<b>Planispherum terrestre</b>”, e de tempos em tempos (por exemplo, 1724, 1745) versões alteradas foram publicadas.</p>
<p>Se comparado com um mapa moderno, os contornos dos continentes são extremamente precisos. A <b>África</b> está particularmente bem desenhada e corretamente posicionada em latitude e longitude. A <b>América do Sul</b> também está bem posicionada, embora, assim como a <b>América do Norte</b>, ainda tenha uma extensão excessiva em longitude.</p>
<p>A principal área para a qual faltam informações é o <b>Pacífico Norte</b>, onde <b>Yezo (Hokkaido)</b> ainda não está claramente distinguido do continente, e as ideias sobre a mítica “<b>Terra da Companhia</b>” e o “<b>Estreito de Anian</b>” ainda atormentam o cartógrafo.</p>
<p>Mas se os contornos continentais eram agora em grande parte conhecidos com considerável precisão, o interior dos continentes fora da Europa ainda era composto de meias verdades, imaginação e tradição.</p>
<p>Ao lidar com eles, <b>Delisle</b> fez outra mudança, pois estava preparado para admitir, por meio de “<b>espaços em branco no mapa</b>”, as limitações do conhecimento contemporâneo.</p>
<p>Na <b>África</b>, por exemplo, ele abandonou o sistema de lagos centrais que era uma herança do século XVI e mostrou o braço principal do <b>Nilo</b> nascendo na <b>Abissínia</b>, e em outros lugares ele demonstrou o mesmo espírito crítico.</p>
<p>Como muitas informações, especialmente na Ásia, ainda se baseavam na autoridade de escritores gregos e latinos, ele dedicou muito tempo e reflexão para determinar os equivalentes das antigas medidas de comprimento.</p>
<p>Como não tinha capital e, portanto, a ajuda de gravadores habilidosos, os mapas de Delisle não se destacam em sua execução, mas estão livres dos monstros míticos e outros artifícios com os quais os cartógrafos mais antigos disfarçavam sua ignorância — ou atraíam seus clientes.</p>
<p>Nesse aspecto, mais uma vez, <b>Delisle</b> marca a transição para o mapa moderno.</p>
<p>Sua produção total não foi grande, aproximadamente 100 mapas, em comparação com os editores de mapas do século XVII, e grande parte de seu trabalho foi feito para acompanhar obras de viagem ou topografia, pois um mapa de <b>Delisle</b> era considerado um diferencial para elas.</p>
<p>Ele parece ter estendido essa simplicidade de estilo à representação do <b>relevo</b>; ele certamente tinha razão em se opor a alguns estilos de desenho de montanhas, considerados para aumentar a atratividade de um mapa, mas em seu princípio fundamental ele estava certo: “Uma das principais coisas exigidas de um geógrafo é marcar claramente os rios e montanhas, porque esses são os limites naturais que nunca mudam e que levam naturalmente à descoberta das verdades geográficas”.</p>
<h3>D’Anville e o avanço crítico</h3>
<p>A melhoria no mapa do mundo iniciada por <b>Delisle</b> foi continuada e amplamente expandida por <b>J. B. Bourguignon d’Anville</b> (1697-1782).</p>
<p>Seu talento residia na avaliação crítica e correlação de fontes topográficas mais antigas e sua reconciliação com observações contemporâneas.</p>
<p>Ele era essencialmente um <b>estudioso</b>, trabalhando principalmente a partir de textos escritos, que ele comparava com mapas existentes e expressava suas conclusões cartograficamente.</p>
<p>Ao longo de sua vida, ele nunca viajou para além dos arredores de <b>Paris</b>. Sua extensa coleção de material cartográfico (10-12.000 peças) era famosa.</p>
<p>Adquirida pelo governo francês pouco antes de sua morte, ela agora se encontra na <b>Bibliothèque Nationale</b>, em Paris.</p>
<p>Tão grande era sua habilidade e diligência que ele logo adquiriu reputação internacional como cartógrafo em uma época em que os estudos clássicos ainda dominavam o mundo do conhecimento. <b>D’Anville</b> foi, na verdade, o último e talvez o maior daqueles que, desde a Renascença, seguiram esse procedimento, e provavelmente o levou o mais longe possível.</p>
<p>Ele foi um dos primeiros a estudar as obras de <b>escritores orientais</b> em busca de detalhes sobre os países do Oriente. Uma abordagem mais precisa só poderia ser alcançada por meio da <b>exploração</b> e do <b>levantamento</b> real do interior do continente.</p>
<p>O primeiro reconhecimento lhe foi concedido pela <b>Companhia de Jesus</b>, quando lhe confiaram a preparação para a publicação dos levantamentos das províncias da <b>China</b>, nos quais os membros da Ordem vinham trabalhando desde o final do século XVII.</p>
<p>Em muitos casos, esses levantamentos se baseavam em <b>observações astronômicas</b> para determinar a posição, mas em outros eram simplesmente levantamentos de rotas.</p>
<p>A partir desses mapas, a Europa Ocidental obteve a primeira concepção razoavelmente precisa e abrangente da geografia de grande parte do leste da <b>Ásia</b>. Com a ajuda desses levantamentos seccionais, <b>D&#8217;Anville</b> compilou um mapa geral do <b>Império da China</b>.</p>
<p>Os mapas, quarenta e seis no total em sessenta e seis folhas, acompanhavam a “<b>Description géographique</b>” do Império Chinês compilada por <b>J. B. du Halde</b> a partir dos relatórios jesuítas e foram posteriormente publicados em Amsterdã com o título “<b>Nouvel Atlas de la Chine</b>”, 1737.</p>
<p>Uma edição em inglês de <b>Du Halde</b> com versões dos mapas foi publicada em 1738-41. A participação de <b>D&#8217;Anville</b> neste Atlas foi a de compilador; mas a eficiência de seu método geral de trabalho foi demonstrada por seu mapa da <b>Itália</b>, de 1743, baseado em um estudo crítico dos <b>itinerários romanos</b> e medidas de comprimento.</p>
<p>O resultado foi a redução da área da península em “vários milhares de léguas quadradas”, e a precisão de suas deduções foi confirmada de forma impressionante por <b>observações geodésicas</b> realizadas posteriormente nos <b>Estados da Igreja</b> por ordem do <b>Papa Bento XIV</b>.</p>
<p>Os mapas notáveis de <b>D&#8217;Anville</b> foram os dos continentes: <b>América do Norte</b>, 1746; <b>América do Sul</b>, 1748; <b>África</b>, 1749; <b>Ásia</b>, 1751; <b>Europa</b>, em três folhas, 1754-60; e um mapa geral do mundo em dois hemisférios, 1761.</p>
<p>Os contornos e as posições dos continentes, baseados nos mesmos dados, diferiam pouco dos de <b>Delisle</b>; seu mérito é demonstrado no tratamento dos interiores.</p>
<p>No mapa da <b>África</b>, por exemplo, <b>D&#8217;Anville</b> foi muito além de <b>Delisle</b> ao remover a topografia convencional e em grande parte fictícia, e sua representação permaneceu até que as grandes viagens do século XIX inauguraram uma nova era na cartografia africana.</p>
<p><b>D&#8217;Anville</b> adotou a visão correta de que o <b>Nilo Azul</b>, que nasce nas <b>terras altas da Abissínia</b>, não era o braço principal do <b>Nilo</b>.</p>
<p>Recusando-se a romper completamente com as ideias de Ptolomeu, ele representou o rio principal saindo de dois lagos nas Montanhas da Lua, na latitude 5° N e aproximadamente 27° 30&#8242; E de longitude.</p>
<p>A curva para o norte do Níger é evidente, mas foi levada 3° longe demais para o norte, e o rio foi truncado a oeste.</p>
<p>No leste, ele está conectado com o que pode ser considerado o <b>Lago Chade</b>. Em uma nota, <b>D&#8217;Anville</b> afirma que havia razões para presumir, ao contrário da opinião comum, que o grande rio fluía de oeste para leste.</p>
<p>Em outros lugares, exceto no norte, os detalhes se limitam quase inteiramente às <b>áreas costeiras</b>.</p>
<p>Outra obra célebre foi seu mapa da <b>Índia</b>, publicado em duas folhas em 1752, o melhor mapa do subcontinente antes do trabalho do <b>Major James Rennell</b> e do <b>Levantamento da Índia</b>. <b>D&#8217;Anville</b> publicou mapas revisados à medida que os detalhes das explorações contemporâneas eram disponibilizados.</p>
<p>Em 1761, eles foram publicados como um <b>atlas</b>, e reedições alteradas apareceram até os primeiros anos do século XIX. Ele deu grande atenção ao <b>desenho</b> e à <b>gravura</b> — as letras são claras e atraentes — e, nesse aspecto, seus mapas são muito superiores aos de <b>Delisle</b> e à maioria dos produtos de seu século.</p>
<p>Mas talvez sua maior contribuição à cartografia tenha sido o grau em que ele cumpriu seu próprio preceito: “<b>Détruire de fausses opinions, sans même aller plus loin, est un des moyens qui servent au progrès de nos connaissances</b>”.</p>
<h3>Representação do relevo: Buache, Gyger e hachuras</h3>
<p>O trabalho de <b>D&#8217;Anville</b> foi continuado por seu genro, <b>Phillippe Buache</b>, que participou do desenvolvimento de um método mais satisfatório de representar o <b>relevo</b> em mapas topográficos, um problema que recebia muita atenção naquela época.</p>
<p>Nos primeiros mapas gravados, colinas e montanhas, dificilmente diferenciadas, eram geralmente mostradas de perfil, às vezes com sombreamento em um dos lados.</p>
<p>Esses símbolos são frequentemente chamados de “colinas de toupeira” ou “pães de açúcar”.</p>
<p>O passo decisivo foi o avanço da representação de cadeias de colinas ou montanhas como características separadas e isoladas para a representação da configuração da superfície como um todo integrado.</p>
<p>Um exemplo inicial interessante disso é o mapa do vale superior do Reno no Ptolemy de Estrasburgo, de 1513.</p>
<p>Nele, as escarpas dos vales são sombreadas e os vales tributários são incisos nas terras altas, que, no entanto, são mostradas com uma superfície uniformemente plana.</p>
<p>Em países como a <b>Suíça</b>, as primeiras tentativas foram mais na natureza de desenhos em perspectiva oblíqua; à medida que a ciência da <b>topografia</b> se desenvolveu, foram feitos esforços para representar a área real ocupada por uma cordilheira.</p>
<p>Isso, combinado com o perfil, produziu um efeito tridimensional.</p>
<p>Um dos métodos mais bem-sucedidos de renderização de relevo foi desenvolvido pelo cartógrafo suíço <b>Hans Konrad Gyger</b> (1599-1674).</p>
<p>Em seus mapas dos cantões suíços, ele tentou mostrar a superfície terrestre como se fosse vista de cima, trabalhando nas dobras e cavidades com sombreamento cuidadoso e deixando as áreas mais altas intocadas.</p>
<p>Sua habilidade, combinada com seu amplo conhecimento pessoal do país, produziu um efeito plástico notável, embora ele pudesse transmitir apenas diferenças relativas, e não absolutas, de altitude.</p>
<p>O fato de seu método não ter sido seguido de forma generalizada deveu-se, sem dúvida, à falta de dados adequados.</p>
<p>Durante pelo menos o século seguinte, a representação do relevo limitou-se, em geral, ao sombreamento das encostas dos vales a uma distância mais ou menos uniforme dos rios.</p>
<p>Esse estilo é empregado, por exemplo, no mapa dos arredores de <b>Paris</b>, elaborado por membros da <b>Academia de Ciências</b> e gravado por <b>La Pointe</b> em 1678.</p>
<p>Mesmo nas folhas do <b>levantamento Cassini</b>, setenta anos depois, nenhum avanço essencial havia sido feito, e o efeito é muito inferior ao alcançado por <b>Gyger</b>.</p>
<p>O método de <b>hachuras</b>, pelo qual o relevo é indicado por linhas (hachuras) que seguem a direção da maior inclinação, pode ter sido um desenvolvimento dessa prática.</p>
<p>O princípio foi totalmente desenvolvido ao longo do século XVIII para atender às necessidades dos <b>comandantes militares</b>. <b>J. G. Lehman</b>, por analogia com as sombras projetadas por uma luz no teto, propôs a teoria de que quanto maior a inclinação da superfície em relação ao horizonte, mais pesada deveria ser a hachura, e elaborou uma escala sistemática para a espessura dos traços.</p>
<p>A hachura, no entanto, tem vários defeitos; se realizada de forma elaborada, o sombreamento pesado obscurece grande parte dos outros detalhes do mapa e, por si só, não pode fornecer um valor absoluto para a diferença de elevação entre um ponto e outro.</p>
<p>Além disso, sem referência a outras características, é difícil distinguir elevações de depressões.</p>
<h3>Contornos (contornamento) e desenvolvimento subsequente</h3>
<p>A solução para o problema agora geralmente empregada é a <b>linha de contorno</b>, ou seja, uma linha que passa por todos os pontos em uma determinada elevação. Ao contrário do hachurado, ela segue ao longo da inclinação, e não descendo.</p>
<p>A origem do <b>contornamento</b> ainda é um pouco obscura.</p>
<p>Um contorno óbvio é a linha de maré alta ou baixa e, portanto, não é surpreendente que ele pareça ter sido desenvolvido na <b>Holanda</b>, inicialmente para mostrar a configuração do <b>fundo do mar</b>.</p>
<p><b>Sondagens</b> ao largo da costa e em estuários são comuns em cartas náuticas do século XVI, nas quais os bancos também são delimitados por linhas tracejadas.</p>
<p>Não seria um grande avanço traçar essas linhas através de sondagens indicando uma determinada profundidade da água.</p>
<p>Esta parece ter sido a prática no início do século XVIII, altura em que o número de sondagens tinha aumentado consideravelmente.</p>
<p>Num mapa do <b>estuário do Merwede</b> (1729), <b>N. S. Criscnstal</b>, um engenheiro holandês, mostrou as profundidades por linhas de sondagens iguais, referidas a um datum comum. Logo depois, <b>Philippe Buache</b> desenhou um mapa batimétrico do <b>Canal da Mancha</b>, com contornos subaquáticos em intervalos de dez braças, mas esse mapa só foi publicado nas <b>Mémoires da Academia de Paris</b> em 1752.</p>
<p>Em 1737, ele havia apresentado à Academia um mapa de <b>Fernao da Noronha</b> com contornos submarinos, acompanhado por uma seção vertical através de um banco afastado.</p>
<p>Como ele também estava envolvido em operações de <b>nivelamento</b> em <b>Paris</b>, deve ter reconhecido a aplicabilidade do método de contorno às superfícies terrestres.</p>
<p>No entanto, seu primeiro uso em terra é geralmente atribuído a <b>Milet de Mureau</b>, que por volta de 1749 usou linhas de altitude igual em seus planos de fortificações.</p>
<p>O século XVIII foi um período de grande atividade na construção de <b>canais</b> e, portanto, é bastante provável que os engenheiros responsáveis por eles tenham descoberto o princípio de forma independente, assim como <b>Charles Hutton</b> fez em 1777, ao buscar um método para determinar a massa do <b>Schiehallion</b>, uma montanha na Escócia.</p>
<p>O uso geral em mapas de grandes áreas foi adiado pela falta de dados suficientes, embora <b>Cassini</b> e outros na França tivessem calculado algumas alturas por <b>triangulação</b> e pelo <b>barômetro</b>.</p>
<p>O primeiro mapa britânico a incluir <b>alturas pontuais</b> parece ser o “<b>Mapa físico-corográfico</b>” de <b>Kent</b>, de <b>Christopher Packe</b>, de 1743.</p>
<p>Packe obteve suas altitudes pela comparação de <b>leituras barométricas</b>. As alturas pontuais eram frequentemente usadas antes do final do século XVIII, por exemplo, no “<b>Atlas de la Suisse</b>”, de Mayer, de 1796-1802.</p>
<p>Um dos primeiros exemplos do uso de contornos para uma área considerável foi o mapa de Dupain-Triel, “<b>La France considérée dans les différentes hauteurs de ses plaines</b>”.</p>
<p>Este pretende mostrar a França contornada em intervalos de dez <b>toises</b> (cerca de sessenta pés), mas a representação é largamente influenciada pelas suas ideias sobre as relações ordenadas entre montanhas e planícies.</p>
<p>Nessa data, ainda não tinha sido realizado nenhum nivelamento geral, pelo que os seus contornos eram largamente teóricos, mas são indicadas várias alturas de cumes, algumas com uma precisão considerável, especialmente a do <b>Monte Branco</b>, e ele acrescentou uma secção vertical através da França.</p>
<p><b>Dupain-Triel</b> elaborou seus métodos e defendeu sua adoção na educação em seu “<b>Méthodes nouvelles de nivellement</b>”, de 1802.</p>
<p>Assim, no início do século XIX, o método estava se tornando conhecido e, com o início dos grandes levantamentos nacionais nas décadas seguintes, passou a ser de uso geral.</p>
<p>Um passo adicional, a coloração de áreas entre contornos sucessivos por uma determinada escala de tons, foi dado no “<b>Handatlas</b>” de <b>Stieler</b>, de 1820.</p>
<p>Essa <b>estratificação hipsométrica</b> permite formar rapidamente uma ideia geral do relevo de uma ampla área. O valor do contorno reside no fato de que, ao contrário do hachurado, ele permite determinar a altitude de um ponto específico com considerável precisão, pois as alturas entre os contornos podem ser estimadas com a prática.</p>
<p>No entanto, ele nem sempre permite formar rapidamente uma ideia do relevo, e pequenas características topográficas entre os contornos não são registradas.</p>
<p>Consequentemente, é frequentemente combinado com <b>hachuras</b> ou <b>sombreamento de colinas</b>. Em 1931, contornos, hachuras e coloração de camadas foram todos empregados pelo <b>Ordnance Survey</b> na <b>quinta edição (relevo físico)</b> do <b>mapa One Inch</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/reforma-da-cartografia-na-franca-uma-visao-historica/">Reforma da cartografia na França &#8211; Uma visão histórica</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Levantamento topográfico nos séculos XV e XVI</title>
		<link>https://bahia.ws/levantamento-topografico-nos-seculos-xv-e-xvi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Como vimos, novos mapas de vários países europeus começaram a aparecer nas edições de Ptolomeu antes do final do século XV. Em geral, eles se baseiam nos contornos das cartas náuticas, com nomes contemporâneos no lugar dos nomes de Ptolomeu e algumas características adicionais. Estas últimas provavelmente foram extraídas de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/levantamento-topografico-nos-seculos-xv-e-xvi/">Levantamento topográfico nos séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Como vimos, novos mapas de vários países europeus começaram a aparecer nas edições de Ptolomeu antes do final do século XV.</p>
<p>Em geral, eles se baseiam nos contornos das cartas náuticas, com nomes contemporâneos no lugar dos nomes de Ptolomeu e algumas características adicionais.</p>
<p>Estas últimas provavelmente foram extraídas de mapas regionais, que estavam sendo elaborados no norte da Itália já no século XIV.</p>
<h3>Rios e primeiros mapas regionais</h3>
<p>Os <b>rios</b> são talvez as características naturais mais fáceis de mapear com bastante precisão sem instrumentos elaborados.</p>
<p>Eles também eram o principal meio de transporte e eram bem conhecidos por gerações de barqueiros. Mais tarde, os mapas seriam úteis quando surgisse a necessidade de controlar ou melhorar seus cursos.</p>
<figure id="attachment_96461" aria-describedby="caption-attachment-96461" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96461 size-large" title="Map of Italy from 1578" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-1024x775.jpg" alt="Map of Italy from 1578" width="800" height="605" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-1024x775.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-300x227.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-768x581.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-1536x1163.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-2048x1550.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Map-of-Italy-from-1578-800x606.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96461" class="wp-caption-text">Map of Italy from 1578</figcaption></figure>
<h3>Levantamentos do norte da Itália: Verona e outros</h3>
<p>Desde o século XV, mapas bastante elaborados dos territórios do norte da <b>Itália</b> sobreviveram.</p>
<p>Os territórios das cidades-estado, muitas vezes agrupados de forma compacta em torno das capitais em planícies bem irrigadas, formavam unidades de tamanho razoável para os delineadores.</p>
<p>Um dos primeiros desses “<b>levantamentos</b>” existentes é um excepcionalmente grande (3,05 m × 2,25 m) de <b>Verona</b> e seus territórios, atribuído a cerca de 1440.</p>
<p>Ele foi cuidadosamente desenhado e colorido, com montanhas em marrom, rios em verde-azulado, vegetação em verde claro, estradas em amarelo e nomes em vermelho. Parece óbvio que o estilo de execução é o culminar de uma longa tradição, e não algo que evoluiu em poucos anos.</p>
<h3>Métodos e elementos artísticos (mapa de Verona)</h3>
<p>Quanto aos métodos empregados no desenho do mapa, o <b>professor Almagia</b> sugere, de forma muito razoável, que ele foi construído com base em distâncias e direções que irradiam de Verona; ao longo das estradas principais e perto do centro do mapa, a precisão é razoável, e as distorções são maiores perto das margens, particularmente em áreas não atravessadas por estradas.</p>
<p>Outro elemento neste mapa foi fornecido pelo artista topográfico; ao longo dos lagos, por exemplo, foram desenhadas vistas de perfil das <b>cadeias montanhosas</b>, e as montanhas em geral são representadas de forma realista.</p>
<p>Verona é representada por uma vista aérea, com alguns detalhes, e as cidades menores por alguns edifícios, desenhados “de costas”. A parte do desenhista topográfico na determinação das convenções de tais mapas foi considerável e continuou certamente por dois, talvez três séculos.</p>
<h3>Levantamentos administrativos venezianos: Pádua e Brescia</h3>
<p>Tais levantamentos estavam a ser apreciados pelos administradores e, em <b>1460</b>, o <b>Conselho dos Dez</b> da República de <b>Veneza</b> ordenou que todos os comandantes de cidades, terras e fortalezas enviassem mapas das suas jurisdições para Veneza.</p>
<p>Almagia sugere que essa ordem foi responsável pela sobrevivência de um mapa de <b>Pádua</b>, de 1465, e outro de <b>Brescia</b>, de cerca de 1470.</p>
<p>O primeiro, talvez do pintor <b>Francesco Squarcione</b>, é mais estilizado do que o mapa de Verona; as cidades são geralmente representadas por torres únicas, e os canais, ou <b>tagh</b>, estão incluídos.</p>
<p>O mapa de Brescia é notável pela delineação precisa e completa do <b>relevo</b> e, particularmente, da <b>hidrografia</b>; estradas e pontes também são bem feitas; mas, novamente, os detalhes em áreas menos acessíveis são vagos.</p>
<h3>Levantamentos manuscritos e tradições romanas</h3>
<p>Esses são apenas alguns dos muitos levantamentos locais manuscritos que devem ter existido na Itália do século XV e, sem dúvida, forneceram material para os mapas gravados que se tornaram tão numerosos no século seguinte.</p>
<p>É possível que a arte do <b>levantamento cadastral</b> nunca tenha desaparecido completamente na Itália.</p>
<p>De qualquer forma, os desenhos que os <b>agrimensores</b> romanos empregavam para representar, por exemplo, montanhas, parecem ter persistido continuamente, pois formas semelhantes são encontradas nos primeiros manuscritos de Ptolomeu.</p>
<h3>Desenvolvimentos na Holanda e esboços a olho</h3>
<p>Requisitos práticos em uma data posterior estimularam o progresso na <b>Holanda</b>, onde o documento mais antigo que pode ser chamado de mapa é um esboço de parte do <b>Oude Maas</b>, datado de <b>1357</b>.</p>
<p>Em alguns casos, esses “mapas” eram mais esboços do que peças de levantamento e, de fato, antes que o levantamento fosse estabelecido em uma base científica, o <b>pintor de paisagens</b> — ou desenhista topográfico — desempenhou um papel importante no desenvolvimento cartográfico.</p>
<p>Na Holanda, os primeiros “mapas” contendo muitos detalhes eram, em sua maioria, <b>vistas oblíquas</b> desenhadas por pintores paisagistas a partir de torres de igrejas ou outros pontos estratégicos.</p>
<p>De fato, nesses primeiros tempos, era difícil distinguir entre mapas e “vistas aéreas”.</p>
<p>Nos mapas das costas, esse desenho de vistas oblíquas e perfis de marcos importantes persistiu por muitos anos. Alguns dos primeiros mapas das costas inglesas foram desenhados dessa maneira por <b>Richard Popinjay</b> por volta de <b>1563</b>.</p>
<h3>Fundamentos matemáticos: Viena e os astrônomos</h3>
<p>A etapa seguinte foi a adoção de métodos baseados na <b>geometria</b> elementar, cujo estudo estava sendo desenvolvido pelos astrônomos, usando traduções de textos árabes.</p>
<p>Na segunda metade do século XV, a <b>Universidade de Viena</b> era um importante centro de progresso astronômico e matemático. Isso se deveu em grande parte ao trabalho de <b>Georg Peurbach</b> (1423-1461) e seu aluno, <b>Johannes Regiomontanus</b> (1436-1473).</p>
<p>Esses homens se interessavam por geografia através da astronomia, o que os levou a considerar a determinação de posições na superfície da Terra. <b>Regiomontanus</b> visitou <b>Ferrara</b> na década de 1460, onde foi capturado pela paixão atual pela <i>Geografia</i> de Ptolomeu e projetou um mapa-múndi e novos mapas dos países europeus.</p>
<p>Mais tarde, ele traduziu o primeiro livro da Geografia para o latim. Seu grande trabalho foi realizado em Nuremberg nos últimos três anos de sua vida, onde compilou um calendário, suas famosas Efemérides, ou tabelas astronômicas muito utilizadas por navegadores, e uma lista de posições geográficas, em grande parte derivadas de Ptolomeu.</p>
<p>Ele também compilou tabelas de <b>senos e tangentes</b> e escreveu o tratado “<b>De triangulis</b>”, que trata de triângulos planos e esféricos, o que introduziu uma nova era no desenvolvimento da <b>trigonometria</b>.</p>
<h3>Peter Apian e os avanços instrumentais</h3>
<p>Um pouco mais tarde, outro célebre astrônomo e matemático, <b>Peter Apian</b>, que passou cinco anos como estudante em Viena antes de se tornar professor em Ingolstadt, esteve associado à produção de vários mapas, incluindo um do mundo em uma projeção em forma de coração, baseado em <b>Waldseemüller</b>, e outro da <b>Europa</b>, bem como mapas regionais.</p>
<p>Seu trabalho principal foi na astronomia, onde aprimorou vários <b>instrumentos</b> e defendeu a determinação das <b>longitudes por distâncias lunares</b>.</p>
<p>É provável que homens como esses, especialistas em geometria, treinados em observação instrumental e, até certo ponto, também <b>fabricantes de instrumentos</b>, tivessem compreendido a aplicação de operações geométricas simples à topografia rudimentar.</p>
<h3>Esquadro geométrico e o Polymetrum</h3>
<p>Em <b>1503</b>, a enciclopédia <b>Margarita philosophica</b>, de <b>Gregor Reisch</b>, continha uma descrição do “<b>esquadro geométrico</b>” — um esquadro com um círculo graduado e um braço de mira móvel (ou <b>alidade</b>) acoplado.</p>
<figure id="attachment_96460" aria-describedby="caption-attachment-96460" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96460 size-large" title="Margarita Philosophica 1583" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-1024x691.jpg" alt="Margarita Philosophica 1583" width="800" height="540" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-1024x691.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-768x518.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-1536x1036.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-2048x1381.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Margarita-Philosophica-1583-800x540.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96460" class="wp-caption-text">Margarita Philosophica 1583</figcaption></figure>
<p>O texto explica como, com este instrumento, é possível determinar a relação mútua entre cidades, ou seja, observando as orientações de uma em relação à outra.</p>
<p>Para isso, seria necessário orientar o instrumento corretamente em cada ponto, e <b>Waldseemüller</b> explicou, alguns anos mais tarde, no livreto que acompanhava sua <b>Carta itineraria</b>, como isso poderia ser feito com um “<b>relógio-bússola</b>”, ou seja, uma combinação de um relógio de sol e uma bússola.</p>
<p>Na edição de <b>1512</b> da <i>Margarita philosophica</i>, o instrumento tornou-se mais elaborado; chamado de <b>polymetrum</b>, consiste essencialmente em um quadrado geométrico e uma alidade com um <b>quadrante</b> erguido sobre ele, de modo que os ângulos verticais e horizontais pudessem ser observados. Alguns viram nisso o protótipo do <b>teodolito</b>.</p>
<h3>Sebastian Münster e o mapeamento regional da Alemanha</h3>
<p>O famoso cosmógrafo e cartógrafo <b>Sebastian Münster</b>, enquanto estava na <b>Universidade de Heidelberg</b>, familiarizou-se com a <i>Margarita philosophica</i> e suas instruções rudimentares de levantamento topográfico.</p>
<p>Em <b>1528</b>, ele publicou um apelo aos seus colegas estudiosos para que cooperassem com ele em uma descrição geográfica da <b>Alemanha</b>, que ele propôs complementar com um atlas.</p>
<p>“É sabido e evidente que os mapas regionais da Alemanha, tal como foram publicados nos últimos anos, não são construídos com a observação correta do azimute, como se pode ver claramente na grande curva do Reno entre <b>Estrasburgo</b> e <b>Mainz</b>, que na verdade não está representada como eu a observei muitas vezes.”</p>
<p>Ele sugeriu que cada um de seus amigos se comprometesse a mapear o país em um raio de seis a oito milhas de sua cidade e descreveu como isso poderia ser feito.</p>
<p>Com o instrumento, neste caso um <b>quadrante dividido em setenta e duas seções</b> e orientado por uma <b>bússola</b>, o observador tomava a direção de uma vila vizinha, traçava um raio correspondente em uma folha de papel e marcava nela, em escala, a distância entre os dois lugares.</p>
<p>Essa operação deveria ser repetida em cada vila ou posto de observação.</p>
<p>Münster aparentemente não contemplou a fixação de posições por raios intersectantes ou o cálculo de distâncias a partir dos triângulos, sem medição direta.</p>
<p>Ele conclui com instruções confusas para determinar a latitude da cidade central, e o livro inclui um pequeno mapa dos arredores de Heidelberg, dado como exemplo.</p>
<h3>Gemma Frisius e a triangulação elementar</h3>
<p>O método de <b>triangulação</b> elementar é descrito pela primeira vez de forma mais ou menos clara por <b>Gemma Frisius</b> em seu <i>Libellus de locorum describendorum ratione</i>, incluído em sua edição da <i>Cosmographia</i> de Peter Apian, <b>1533</b>.</p>
<p>Gemma descreve a operação em termos muito semelhantes aos de Münster, e o instrumento era provavelmente muito parecido; ele insiste fortemente na necessidade de colocar a <b>bússola</b> no <b>planimetro</b> para orientá-la corretamente.</p>
<p>Mas ele vai além ao fixar a posição dos lugares por meio de <b>raios de intersecção</b> e ao mostrar que a medição de um lado de um triângulo fixará a <b>escala</b> do mapa.</p>
<p>Ele ilustra suas teorias com um diagrama de um levantamento real feito por esse método entre <b>Bruxelas</b> e <b>Antuérpia</b>. Nos anos seguintes, esse método foi amplamente praticado e aperfeiçoado.</p>
<h3>Triangulação do século XVI vs. prática moderna</h3>
<p>Se for referido como “triangulação”, não deve ser interpretado no sentido moderno, de uma linha de base medida com extrema precisão e um sistema de triângulos bem condicionados construídos sobre ela por medições angulares cuidadosas.</p>
<p>O uso no século XVI era um pouco rudimentar, embora antecipasse o uso da <b>mesa plana</b> para preencher os detalhes.</p>
<p>Em combinação com observações de <b>latitude</b> e cálculo de <b>longitude</b>, era capaz de produzir um mapa de considerável precisão.</p>
<h3>Levantamento da Baviera por Philip Apian</h3>
<p>Talvez o praticante mais conhecido do método tenha sido <b>Philip Apian</b>, filho do célebre astrônomo, que fez o levantamento da <b>Baviera</b> entre <b>1555 e 1561</b>.</p>
<p>Como todos os cartógrafos de sua época, Apian se esforçava para manter seus métodos em segredo de seus rivais, mas há muitas evidências contemporâneas sobre eles.</p>
<p>O cálculo dos comprimentos dos lados de um triângulo a partir de um lado conhecido e dos respectivos ângulos foi claramente definido por <b>Christoph Puehler</b> em um livro conhecido por Apian, e um de seus alunos, <b>G. Golgemeier</b>, descreve em detalhes o procedimento de mapeamento de uma pequena área.</p>
<h3>Trabalho de campo, custos e métodos</h3>
<p>Em sua petição ao duque <b>Albrecht</b> para obter o privilégio de publicar seu mapa, Apian reclama das despesas que teve.</p>
<p>Ele atravessou a Baviera ao longo de seis verões, com companheiros para sustentar e três cavalos para manter.</p>
<p>Além disso, ele foi obrigado a convocar os “habitantes mais antigos” de muitos lugares para <b>Munique</b> a fim de obter os detalhes necessários. Notas de uma parte de seu levantamento sobreviveram, principalmente listas de <b>ângulos observados</b>.</p>
<p>Podemos, portanto, imaginá-lo cavalgando pelo campo nos meses de verão, com dois companheiros, e parando periodicamente para subir em uma <b>torre de igreja</b> ou colina conveniente com seu <b>dioptrímetro</b>, <b>bússola</b> e <b>caderno</b> e medir os ângulos de todas as características proeminentes na paisagem circundante.</p>
<h3>Observações, distâncias e verificações de escala</h3>
<p>A partir de suas anotações, parece que, em uma área de aproximadamente <b>25 km × 35 km</b>, ele observou em <b>vinte e oito estações</b>, registrando um total de <b>200 pontos de observação</b>.</p>
<p>Alguns de seus raios eram bastante longos, mesmo para os padrões modernos, chegando a <b>cinquenta quilômetros</b>. Os meses de inverno foram dedicados ao trabalho de suas observações e ao desenho do mapa, além de obter detalhes de camponeses experientes.</p>
<p>A base do mapa de Apian eram seus cálculos da <b>latitude e longitude</b> de várias cidades importantes, sendo as latitudes obtidas a partir da observação da passagem de <b>estrelas circumpolares</b>.</p>
<p>Quanto às longitudes, <b>Peter Apian</b> defendia o uso de <b>distâncias lunares</b>, mas essas observações não eram precisas; seu filho, portanto, calculou as longitudes a partir das diferenças de latitude e da distância direta entre dois lugares.</p>
<p>Essas posições foram inseridas na rede do mapa e serviram como centros para os detalhes coletados por Apian em suas peregrinações.</p>
<p>Foi demonstrado que ele se manteve principalmente nos <b>vales</b>, e que o planalto ou montanha intermediária era representado de forma esboçada, servindo frequentemente para absorver os erros acumulados.</p>
<p>Ele parece ter medido ocasionalmente o lado de um triângulo como uma verificação dos ângulos observados; isso foi provavelmente calculado a partir do <b>tempo de viagem</b> entre os dois pontos, pois ele afirma expressamente que <b>uma hora de viagem equivalia a uma milha alemã</b>.</p>
<h3>Precisão, cadernos e a mesa plana</h3>
<p>Por meio desses métodos, ele alcançou um grau considerável de precisão, pelo menos dentro da área de sua observação direta, e seu trabalho permaneceu como base de todos os mapas da Baviera por mais de dois séculos.</p>
<p>Seus ângulos em geral foram observados com precisão, mas erros em sua determinação de <b>latitudes</b> afetaram o sistema de coordenadas.</p>
<p>Percebe-se que Apiano parece ter registrado os detalhes de suas observações em seus <b>cadernos</b> e, em seguida, desenhado seu mapa a partir deles nos meses de inverno, embora outros possam ter traçado os raios no campo.</p>
<p>O método anterior tinha desvantagens óbvias e facilitava a ocorrência de erros. Por volta dessa época, porém, houve um avanço que permitiu ao agrimensor desenhar seu mapa à medida que avançava.</p>
<p>Em vez de usar a régua de mira montada no círculo horizontal, dividida em graus, o agrimensor colocava a régua de mira diretamente em seu <b>papel de desenho</b>, montado em uma <b>mesa</b>, e alinhando-a com o objeto distante, traçava seu raio diretamente: desde que tivesse o cuidado de orientar sua mesa corretamente nas estações sucessivas, ele poderia obter resultados tão precisos quanto com o círculo horizontal.</p>
<h3>Leonard Digges e a origem da mesa plana</h3>
<p>Este método foi referido por Leonard Digges quando escreveu a sua Pantometria, em 1571: «Em vez do círculo horizontal, use apenas uma mesa plana ou tábua onde possa ser fixada uma grande folha de pergaminho ou papel.</p>
<p>E, então, em um dia claro, marque todos os ângulos de posição, cada um conforme os encontrar no campo, sem fazer cálculos de graus e escrúpulos” (ou seja, sem observar diretamente os graus e frações).</p>
<p>Isso, como a frase de Digges sugere, foi a origem da <b>mesa plana</b>, que mais tarde foi bastante desenvolvida para preencher detalhes em torno dos pontos fixos.</p>
<p>Quando a técnica estava totalmente desenvolvida, a mesa plana tornou-se virtualmente um <b>instrumento de levantamento</b>. Algum tempo antes de <b>1570</b>, <b>William Bourne</b> estava usando esses métodos em torno de <b>Gravesend</b> e <b>Tilbury</b>.</p>
<h3>Christopher Saxton e os levantamentos dos condados ingleses</h3>
<p>O conhecido trecho da autorização do Conselho Privado emitida a <b>Christopher Saxton</b> quando ele estava embarcando em seus levantamentos dos condados ingleses e galeses sugere que seus métodos tinham alguma semelhança com os de Apian: ele deveria ser “conduzido a qualquer torre, castelo, lugar alto ou colina para ver o país&#8230; acompanhado por dois ou três homens honestos que conhecessem melhor o país para o melhor cumprimento desse serviço”.</p>
<p>No País de Gales, aliás, ele deveria receber “um cavaleiro que falasse tanto <b>galês</b> quanto <b>inglês</b> para conduzi-lo com segurança até a próxima cidade mercantil”.</p>
<p>Sem dúvida, os homens honestos nomeariam as características proeminentes visíveis do ponto de observação para informação de Saxton.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/levantamento-topografico-nos-seculos-xv-e-xvi/">Levantamento topográfico nos séculos XV e XVI</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Cartografia das Grandes Descobertas: Navegação e Mapeamento</title>
		<link>https://bahia.ws/cartografia-das-grandes-descobertas-navegacao-e-mapeamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Traçando a Era dos Descobrimentos: A Cartografia das Primeiras Explorações Globais A segunda grande contribuição para o renascimento da cartografia foi feita pelos líderes da expansão ultramarina: os marinheiros de muitas nações — italianos, portugueses, espanhóis, franceses, holandeses e ingleses — que, em pouco mais de um século, abriram os [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-das-grandes-descobertas-navegacao-e-mapeamento/">Cartografia das Grandes Descobertas: Navegação e Mapeamento</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Traçando a Era dos Descobrimentos: A Cartografia das Primeiras Explorações Globais</h2>
<p>A segunda grande contribuição para o renascimento da <b>cartografia</b> foi feita pelos líderes da <b>expansão ultramarina</b>: os marinheiros de muitas nações — <b>italianos</b>, <b>portugueses</b>, <b>espanhóis</b>, <b>franceses</b>, <b>holandeses</b> e <b>ingleses</b> — que, em pouco mais de um século, abriram os <b>oceanos do mundo</b>, com a exceção parcial do <b>Pacífico</b>, e forneceram aos cartógrafos os dados para os mapas de suas costas.</p>
<p>As etapas mais importantes desse progresso são: a circunavegação do promontório sul da <b>África</b> por <b>Bartolomeu Dias</b> em <b>1487</b>; a chegada de <b>Colombo</b> às <b>Índias Ocidentais</b> em <b>1492</b>; a chegada à <b>Índia</b> por <b>Vasco da Gama</b> em <b>1498</b>; a descoberta do <b>Brasil</b> por <b>Pedro Álvares Cabral</b> em <b>1500</b>; a captura de <b>Malaca</b> por <b>Afonso de Albuquerque</b> em <b>1511</b>; a chegada dos primeiros <b>portugueses</b> às <b>Molucas</b> no ano seguinte; e a circunavegação do globo pela <b>expedição de Magalhães</b> (<b>1519–1522</b>).</p>
<figure id="attachment_96437" aria-describedby="caption-attachment-96437" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96437 size-large" title="Ortelius' Famous World Map - First Plate 1581" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-1024x824.jpg" alt="This is the first (of three) world maps that was included in Ortelius' famous atlas. It is a simplified reduction of Mercator's influential map of 1569 presented on an oval projection rather than the projection for which Mercator is now famous. From surviving correspondence, it is known that Mercator encouraged Ortelius and provided him with information, particularly with coordinates of places in the Americas. Placed on a cloud background, the map shows North America as much too wide and South America retains the unusual bulged southwestern coastline. At the poles, a prominent Northwest Passage snakes its way south of the four islands making up the arctic regions, and a huge Terra Australis Nondum Cognita makes up the imaginary southern continent. A notation next to New Guinea notes that it is unknown if this large island is a part of the southern continent. The title is in a strapwork banner at top, which is balanced with a quotation from Cicero at bottom. This superb map was engraved by Frans Hogenberg with his signature at bottom. The plate was used for the first 16 editions of the Theatrum. A crack developed in the lower left corner from 1570 onward." width="800" height="644" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-1024x824.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-300x242.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-768x618.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-68x55.jpg 68w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-1536x1236.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-2048x1649.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Ortelius-Famous-World-Map-First-Plate-800x644.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96437" class="wp-caption-text">O famoso mapa-múndi de Ortelius &#8211; Primeira placa 1581 &#8211; Este é o primeiro (de três) mapas-múndi incluídos no famoso atlas de Ortelius. É uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, apresentado em uma projeção oval, em vez da projeção pela qual Mercator é famoso hoje.</figcaption></figure>
<h3>Métodos de navegação dos pioneiros</h3>
<p>Para avaliar o padrão de precisão desses mapas, devemos dar uma rápida olhada nos métodos de <b>navegação</b> praticados por esses marinheiros pioneiros.</p>
<p>No início de suas viagens africanas, os <b>pilotos portugueses</b> seguiam os mesmos métodos de navegação dos povos marítimos do <b>Mediterrâneo</b>.</p>
<p>A partir das cartas náuticas, eles determinavam a direção, ou <b>rumo</b>, da viagem proposta, bem como sua distância.</p>
<p>Com a ajuda da <b>bússola</b> e de métodos primitivos para determinar a <b>velocidade</b> do navio, eles tentavam manter-se o mais próximo possível dessa rota, estimando sua posição diariamente.</p>
<p>A partir da correspondência que sobreviveu, sabe-se que Mercator incentivou Ortelius e lhe forneceu informações, particularmente com coordenadas de lugares nas Américas.</p>
<p>Colocado sobre um fundo de nuvens, o mapa mostra a América do Norte como muito larga e a América do Sul mantém a incomum costa sudoeste protuberante.</p>
<h3>Navegação costeira e uso de pontos de referência</h3>
<p>No <b>Mediterrâneo</b>, as viagens eram em grande parte — mas não exclusivamente — uma questão de <b>navegação costeira</b>, por isso também se confiava muito no conhecimento adquirido sobre os <b>ventos</b> e <b>correntes</b> locais e na capacidade de reconhecer <b>pontos de referência</b> costeiros proeminentes: um promontório saliente, um grupo de ilhotas ou uma montanha com formato distinto.</p>
<p>Os pilotos no Mediterrâneo raramente se preocupavam em determinar sua <b>latitude</b>, em parte porque a variação latitudinal era relativamente pequena e em parte porque o grau de precisão de suas observações não era alto.</p>
<h3>Desafios no Atlântico e a mudança para métodos astronômicos</h3>
<p>Quando os <b>portugueses</b> embarcaram nas águas do <b>Atlântico</b> e seguiram para o sul ao longo da costa <b>africana</b>, encontraram condições diferentes.</p>
<p>Não havia nenhum conjunto de conhecimentos tradicionais dos marinheiros a que se pudesse recorrer em relação aos <b>ventos</b> e às <b>correntes</b>; faltavam <b>marcos</b> familiares nas costas, que muitas vezes eram monótonas em trechos consideráveis e cercadas por perigos invisíveis.</p>
<p>Uma população hostil desencorajava aproximações desnecessárias, e havia a possibilidade de serem desviados da rota para o mar aberto. Eles também estavam percorrendo muitos graus de <b>latitude</b>.</p>
<p>Nestas circunstâncias, os pilotos recorreram à determinação da <b>latitude</b>, inicialmente observando a altitude da <b>Estrela Polar</b>.</p>
<p>Mais tarde, à medida que os navios avançavam para sul e a Estrela Polar descia no céu, a <b>latitude</b> era obtida a partir da altitude do <b>sol</b> ao meio-dia, com a ajuda de tabelas de <b>declinação</b>.</p>
<p>Estas observações eram feitas com o <b>astrolábio</b> — gradualmente simplificado a partir do tipo utilizado pelos marinheiros de água doce — e com o <b>quadrante</b>, um instrumento menos pesado.</p>
<h3>Correções e tabelas para latitude</h3>
<p>Como a <b>Estrela Polar</b> não coincide exatamente com o polo celeste, era necessário aplicar uma correção à sua altitude observada para obter a <b>latitude</b>.</p>
<p>A correção dependia da hora da observação, que podia ser obtida a partir da posição da <b>Ursa Maior</b> em sua órbita ao redor do Polo.</p>
<p>Um conjunto de instruções simples, conhecido como “<b>O Regimento do Norte</b>”, foi então elaborado, fornecendo a correção a ser aplicada para determinadas posições das “Guarda”.</p>
<p>Para as correções a serem aplicadas à <b>altitude do sol ao meio-dia</b>, uma tabela primitiva provavelmente havia sido elaborada em <b>1456</b>.</p>
<p>Mais tarde, <b>José Vizinho</b>, utilizando o trabalho do astrônomo judeu <b>Abraham Zacuto</b>, calculou uma tabela para cada dia do ano bissexto de março de <b>1483 a fevereiro de 1484</b>; esta foi usada por <b>Bartolomeu Dias</b> em sua famosa viagem.</p>
<p>Mais tarde ainda, <b>Zacuto</b> ajudou a preparar um almanaque perpétuo para a viagem de <b>Vasco da Gama</b>.</p>
<h3>Cronologia dos auxílios científicos e características dos mapas</h3>
<p>Esses auxílios científicos foram fornecidos relativamente tarde no século XV; o primeiro uso registrado do <b>quadrante</b> no mar data de <b>1460</b>.</p>
<p>Somente no início do século XVI é que as escalas de <b>latitude</b> aparecem nos mapas marítimos. Até então, os mapas que registravam o avanço português ao longo da costa africana continuavam a apresentar características dos <b>mapas portulanos</b> do Mediterrâneo.</p>
<p>Como as costas que estavam sendo cartografadas se estendiam principalmente na direção sul, isso não foi inicialmente uma grande dificuldade, embora a influência da <b>variação magnética</b> não fosse apreciada.</p>
<p>Ela havia sido observada em terra, mas seu cálculo no mar não foi levado a sério até o século seguinte.</p>
<h3>Convergência dos meridianos e precisão das cartas</h3>
<p>Quando se tornou necessário cartografar com precisão uma série de pontos situados, por exemplo, em cada lado do Atlântico e estendendo-se por muitos graus de <b>latitude</b>, a negligência da <b>convergência dos meridianos</b> tornou o tipo antigo de carta extremamente impreciso.</p>
<p>A tarefa dos pilotos nesta fase ainda consistia, em grande parte, em determinar a distância e a direção com a maior precisão possível. Mas quando examinamos os mapas que sobreviveram — por exemplo, o de <b>Andrea Bianco</b> no início do período (<b>1448</b>) e o mapa das descobertas de <b>Grazioso Benincasa</b> a alguma distância além de <b>Serra Leoa</b> (<b>1468</b>) —, devemos concluir que eles foram montados de forma muito descuidada a partir de mapas seccionais ou que a precisão das distâncias foi sacrificada por algum outro motivo.</p>
<p>O mapa de <b>Benincasa</b> retrata a costa em uma escala que aumenta constantemente em direção ao sul, sendo a escala da parte mais ao sul quase quatro vezes maior que a do norte.</p>
<p>A parte norte da costa é monótona, em contraste com os estuários e ilhas mais ao sul, e é possível que a costa diversificada tenha sido deliberadamente desenhada em uma escala maior.</p>
<h3>Bianco, Benincasa e o uso de pontos de referência</h3>
<p>Uma variação semelhante na escala e ênfase em características proeminentes também é característica do mapa de <b>Bianco</b>.</p>
<p>Na breve referência acima aos métodos de navegação, foi apontada a extensão em que <b>pontos de referência</b> eram empregados na navegação costeira e, com essa ampliação da escala, as características tornaram-se mais facilmente reconhecíveis.</p>
<p>Os nomes descritivos usados nos mapas serviam ao mesmo propósito.</p>
<h3>Fixação da latitude e “navegação pela leste”</h3>
<p>Quando as <b>latitudes</b> de vários locais na costa africana foram fixadas, tornou-se menos necessário enfatizar trechos específicos dessa forma, pois os navegadores não estavam mais presos à navegação costeira.</p>
<p>Ao contornar o <b>Cabo</b>, por exemplo, era prática comum navegar para o sul o mais rápido possível até a paralela de <b>latitude</b> necessária e, em seguida, virar para o leste, mantendo-se o mais próximo possível da paralela (“<b>navegando para o leste</b>”). Se, devido a erros de navegação, a costa africana fosse avistada ao norte do Cabo, era simples navegar para o sul.</p>
<p>Para ajudar a determinar a <b>latitude</b>, os navegadores recebiam tabelas conhecidas como “<b>Regras das Ligas</b>”, que simplesmente indicavam o número de ligas que era necessário navegar em várias direções para ganhar um grau de <b>latitude</b>, norte ou sul (ou seja, a hipotenusa de um triângulo retângulo cujo outro lado é igual a 1° ou ~70 milhas).</p>
<h3>Longitude e navegação por estimativa</h3>
<p>Como a determinação astronômica da <b>longitude</b> era um processo de grande complexidade antes da invenção de <b>relógios</b> precisos, todas as distâncias leste-oeste dependiam apenas da <b>navegação por estimativa</b>.</p>
<p>A partir dos rumos e distâncias percorridos, era possível, pela aplicação das “<b>Regras</b>”, calcular a navegação de cada dia e, por fim, a viagem total.</p>
<p>Dado o comprimento de um grau de <b>longitude</b> em várias <b>latitudes</b>, era possível chegar a um valor aproximado para a diferença de <b>longitude</b>.</p>
<p>É necessário ter essas considerações em mente ao discutir a precisão das cartas que registram as grandes descobertas.</p>
<h3>Sobrevivência e escassez do material cartográfico antigo</h3>
<p>Todas essas conquistas marítimas, no leste e no oeste, foram realizadas em trinta e cinco anos, e seria de se esperar que a produção cartográfica desse período fosse grande.</p>
<p>Na verdade, apesar dos eventos importantes a serem registrados, ela não é grande — ou, para ser mais preciso, o material que sobreviveu é relativamente pequeno.</p>
<p>Nenhum mapa original do período de <b>1487 a 1500</b> foi preservado.</p>
<p>O mais próximo é uma cópia de um mapa da costa oeste africana até as proximidades do <b>Cabo da Boa Esperança</b>, contido na coleção geralmente conhecida pelo nome do copista, <b>Soligo</b>, que provavelmente foi feita por volta de <b>1490</b> (B.M. Egerton 73).</p>
<p>A representação da <b>África</b> no globo de <b>Martin Behaim</b> e no mapa de <b>Henricus Martellus</b> pode ter sido baseada em mapas contemporâneos de segunda ou terceira mão — mas, fora isso, essa década é um vazio cartográfico.</p>
<p>Se o período for estendido até <b>1510</b>, o número de sobreviventes ainda é relativamente pequeno; os mais importantes são os mapas mundiais, ou planisférios, de <b>La Cosa</b>, <b>Cantino</b> e <b>Canerio</b>; o chamado planisfério <b>King-Hamy</b>; e três mapas regionais, um dos quais certamente é de <b>Pedro Reinel</b>.</p>
<p>A estes podem ser acrescentados o esboço rudimentar da costa norte da <b>Hispaniola</b>, atribuído a <b>Colombo</b>, e a representação diagramática do mundo incorporando as novas descobertas de <b>Bartolomeu Colombo</b>.</p>
<h3>Material secundário e atraso na publicação</h3>
<p>Como se verá, o material secundário também não é extenso. O atraso no aparecimento de mapas das novas descobertas para satisfazer o interesse público é demonstrado pelo fato de que nenhum mapa de qualquer parte do <b>Novo Mundo</b> ou das <b>descobertas portuguesas no leste</b> apareceu em um atlas de <b>Ptolomeu</b> até <b>1507</b>.</p>
<p>Como se sabe, a partir de registros contemporâneos, que muitos mapas foram feitos durante esse período, surge a questão de por que tão poucos sobreviveram.</p>
<p>A razão é, em parte, que nos primeiros anos os mapas eram muito procurados pelos navegadores e, consequentemente, eram amplamente dispersos e rapidamente se desgastavam ou se perdiam.</p>
<p>Quanto aos <b>mapas portugueses</b>, um grande número foi, sem dúvida, perdido no <b>terremoto de Lisboa de 1755</b>.</p>
<p>Como o interesse generalizado pelas descobertas se desenvolveu lentamente, também há poucos materiais secundários. A abertura da rota marítima para a Índia por Vasco da Gama em 1498 e o relato de Vespucci sobre o Novo Mundo (popularizado pela Introductio Cosmographiae de Waldseemüller) foram os eventos que realmente chamaram a atenção do público.</p>
<p>A primeira coleção de viagens, que reuniu as viagens <b>às Índias Orientais</b> e <b>às Índias Ocidentais</b>, só apareceu em <b>1506</b>. <b>Historiadores portugueses</b> argumentaram que isso foi resultado de uma política oficial de <b>sigilo</b>.</p>
<p>Há registros, por exemplo, de que o <b>rei João II</b> impôs uma proibição à circulação de cartas náuticas. No entanto, como os pilotos e cartógrafos passavam do serviço de um monarca para outro aparentemente sem incorrer em muito ódio, deve ter sido difícil manter as cartas náuticas em segredo por muito tempo, e veremos que, pelo menos após <b>1500</b>, algumas cópias das cartas náuticas que registravam as descobertas estavam disponíveis na <b>Itália</b>.</p>
<h3>Materiais e esboços de Colombo</h3>
<p>Em consonância com a escassez geral de material cartográfico relacionado aos primeiros anos das descobertas, apenas dois pequenos itens sobreviveram que podem ser atribuídos com certeza a <b>Cristóvão Colombo</b> ou a seu irmão <b>Bartolomeu</b>, cartógrafo de profissão. Nos arquivos do <b>Duque de Alba</b>, em <b>Madri</b>, há um esboço rápido da costa norte e noroeste de <b>Cuba</b>, no qual aparece o nome “<b>nativida</b>”, para <b>La Natividad</b>, o primeiro assentamento no <b>Novo Mundo</b>, que <b>Colombo</b> fundou em sua primeira viagem.</p>
<p>Este é atribuído a Cristóvão Colombo. O segundo consiste em três esboços marginais em uma cópia da carta de Colombo de julho de 1503, descrevendo sua quarta viagem, preservada na Biblioteca Nacional, em Florença.</p>
<p>A partir disso, ficamos sabendo que um levantamento regular da costa da América Central foi realizado por Bartolomeu.</p>
<p>Os esboços atribuídos a ele formam um contorno do mundo entre os trópicos e são de particular interesse, pois ilustram muito claramente as ideias de Colombo sobre a relação de suas descobertas com o sudeste da Ásia.</p>
<p>A costa norte da América do Sul se prolonga para oeste antes de se unir à da América Central, e esta última se une à costa asiática de Ptolomeu nas proximidades de Cattigara.</p>
<p>Essa síntese exigiu a colocação da <b>América Central</b> a 120° de <b>longitude</b> a oeste de <b>Cabo Verde</b>.</p>
<h3>Possível mapa de Colombo e primeiros mapas do Novo Mundo</h3>
<p>Há alguns anos, <b>Charles de la Roncière</b> chamou a atenção para um mapa-múndi circular na <b>Bibliothèque nationale, em Paris</b>, que, segundo ele, havia sido preparado sob a direção de <b>Colombo</b> para apresentação aos <b>soberanos espanhóis</b>.</p>
<p>Os argumentos de La Roncière foram fortemente contestados; de qualquer forma, o mapa é anterior à primeira viagem e não lança nenhuma luz significativa sobre os objetivos de Colombo.</p>
<p>Há algumas dúvidas sobre qual é o mapa mais antigo existente que mostra alguma das descobertas no Novo Mundo.</p>
<p>Trata-se de um mapa de <b>La Cosa</b> ou de um mapa anônimo, conhecido pelo nome de <b>Cantino</b>, que pode ser datado com certeza de <b>1502</b>.</p>
<p>O mapa de <b>La Cosa</b> traz a data de <b>1500</b>, mas isso foi contestado. Podemos aceitá-la para o mapa como um todo, embora provavelmente tenham sido feitas algumas adições posteriormente, pois os argumentos de <b>G. E. Nunn</b> para datá-lo por volta de <b>1508</b> não são totalmente convincentes.</p>
<h3>Mapa de Juan de la Cosa</h3>
<p>Juan de la Cosa, um experiente navegador biscaíno e proprietário do Santa María, acompanhou Colombo em suas duas primeiras viagens. Mais tarde, ele fez outras viagens ao continente americano e sabe-se que desenhou vários outros mapas, hoje perdidos.</p>
<p>O mapa, com 180 x 96 cm, desenhado de forma um tanto rudimentar em pergaminho, sofreu danos consideráveis. Na margem ocidental, abaixo de um desenho de <b>São Cristóvão</b> no pescoço da pele, encontra-se a inscrição “<b>Juan de la Cosa la fizo en el puerto de Santa María en año de 1500</b>”.</p>
<p>O mapa segue o estilo dos mapas marítimos anteriores, com <b>rosas dos ventos</b> e linhas de direção.</p>
<p>A escala é dada por uma linha de pontos, sem numeração e sem explicação; a distância entre os pontos, no entanto, parece representar cinquenta milhas.</p>
<p>O <b>trópico</b> norte e o <b>equador</b> estão desenhados, mas os graus de <b>latitude</b> ou <b>longitude</b> não estão indicados.</p>
<p>A oeste estão as descobertas de <b>Cabot</b> no norte e de <b>Colombo</b> e dos <b>espanhóis</b> nas <b>Índias Ocidentais</b> e ao longo da costa nordeste da <b>América do Sul</b>. O grupo das <b>Bahamas</b> é mostrado com alguma precisão, mas necessariamente em pequena escala. Inclui a ilha <b>Guanahani</b>, <i>também conhecida</i> como <b>San Salvador</b> e agora identificada com a <b>Ilha Watling</b>.</p>
<p>Nenhuma ênfase especial é dada a esta localidade memorável. Ao largo da costa sul-americana encontra-se uma grande “ilha descoberta pelos <b>portugueses</b>”, representando a descoberta do <b>Brasil</b> por <b>Cabral</b> em <b>1500</b>.</p>
<p>O cartógrafo parece ter considerado a costa americana como contínua de norte a sul, mas isso não pode ser afirmado com certeza, pois a área da América Central está oculta pelo desenho de <b>São Cristóvão</b>.</p>
<p>A margem oriental do mapa corta o continente da <b>Ásia</b> além do “<b>Ganges</b>”, de modo que a costa não é mostrada. A característica mais notável neste quarto é a ilha triangular de “<b>Trapobana</b>”.</p>
<p>Em <b>latitude</b>, o mapa se estende da <b>península escandinava</b> até a parte sul do <b>continente africano</b>.</p>
<p>A costa africana até o <b>Cabo da Boa Esperança</b> é representada com bastante precisão, a partir de fontes <b>portuguesas</b>. A costa leste, no entanto, parece ser totalmente imaginária.</p>
<p>No <b>Mar da Índia</b>, quase no centro, encontram-se duas grandes ilhas, “<b>Zanabar</b>” e “<b>Madagascoa</b>”, tal como no globo de <b>Behaim</b>.</p>
<p>A única indicação da viagem de <b>da Gama</b> é a inscrição “<b>Tierra descubierta por el Rey don Manuel de Portugal</b>” na costa sul da Ásia; o contorno da costa, no entanto, não apresenta melhorias em relação ao <b>mapa catalão de 1375</b>.</p>
<p>Na verdade, o mapa tem todas as características de ter sido montado a partir de pelo menos duas seções: a parte ocidental — compreendendo as descobertas americanas e talvez as costas da África Ocidental — foi unida a uma parte de um mapa-múndi semelhante aos de cinquenta anos antes, que mostram a influência de Ptolomeu.</p>
<p>Se usarmos a distância entre o <b>trópico</b> e o <b>equador</b> para obter uma escala de graus e aplicarmos isso ao mapa, descobriremos que, na seção ocidental, embora haja discrepâncias, o quadro geral não é muito impreciso.</p>
<p>As terras recém-descobertas estão posicionadas em uma relação razoável com as da Europa Ocidental. A diferença longitudinal entre a costa ibérica e Hispaniola é aparentemente de cerca de 62°, em vez de 59°, e entre a costa africana e a costa nordeste da América do Sul, aproximadamente 16°, em vez de 17⅔°.</p>
<p>Por uma razão que nunca foi satisfatoriamente explicada, <b>Hispaniola</b> e <b>Cuba</b> estão posicionadas bem ao norte do <b>trópico</b>; a costa norte de <b>Cuba</b> é mostrada a aproximadamente <b>36° N.</b>, cerca de <b>12°</b> a norte demais.</p>
<p>Seja qual for a razão para isso, parece que a parte da América Central e do Sul está em uma escala maior do que o resto do mapa.</p>
<p>A representação da <b>África</b> está distorcida pelo comprimento excessivo do <b>Mediterrâneo</b>.</p>
<p>A forma geral da costa ocidental é boa, embora, em relação à extensão oeste-leste da costa do <b>Golfo da Guiné</b>, a costa ao sul do <b>Cabo</b> seja muito curta.</p>
<p>Esta era uma característica dos primeiros mapas <b>portugueses</b> desta região: devido às condições adversas de navegação, era comum subestimar as distâncias percorridas.</p>
<h3>Costa nordeste da América em La Cosa</h3>
<p>Muita atenção tem sido dada à representação da costa nordeste da América.</p>
<p>As principais características são: (1) um cabo proeminente, “Cabo da Inglaterra”, a cerca de 1.300 milhas do sudoeste da Irlanda e aproximadamente na mesma latitude;</p>
<p>(2) a oeste deste cabo, uma extensão de costa que se estende para oeste por aproximadamente 1.200 milhas — várias características ao longo desta costa são nomeadas, e esta é a única parte da costa norte-americana em que ocorrem nomes; (3) além desta costa, uma extensão sem nomes continua por mais 700 milhas, formando uma baía, “<b>Mar descubierta por Yngleses</b>”, e depois vira para sul.</p>
<p>O “<b>Cavo da Yngleterra</b>” é mostrado a cerca de <b>56° N.</b> de latitude. No entanto, como as latitudes de muitos lugares na <b>Europa</b> estão erradas em vários graus (Land’s End, por exemplo, é mostrado <b>4°</b> mais ao norte), pode-se supor que o Cavo não esteja mais ao norte do que <b>51°30′ N.</b>, o que o colocaria nas proximidades do <b>Estreito de Belle Isle</b>.</p>
<p>Por outro lado, os <b>1.200 milhas</b> de costa explorada são, muito provavelmente, o sul de <b>Newfoundland</b> ou <b>Nova Scotia</b>, pelo que o Cavo da Yngleterra deve ter ficado mais a sul, e o <b>Cabo Race</b> sugere-se imediatamente, embora isto não passe de uma possibilidade. <b>J. A. Williamson</b>, que atribui este mapeamento aos <b>Cabots</b> em <b>1497-98</b>, acredita que o Cabo era o <b>Cabo Bretão</b>, enquanto <b>G. E. Nunn</b> o identifica com o <b>Cabo Farewell</b>, na <b>Groenlândia</b>.</p>
<h3>O mapa Cantino</h3>
<p>O exemplo português mais antigo desses mapas do Novo Mundo é o <b>mapa Cantino</b>. Ele deve seu nome ao fato de ter sido adquirido para o <b>duque de Ferrara</b>, <b>Ercole d&#8217;Este</b>, por um tal <b>Alberto Cantino</b>.</p>
<p>O rei português havia imposto um embargo ao fornecimento de mapas que mostrassem as novas descobertas, e <b>Cantino</b> obteve este clandestinamente para satisfazer a curiosidade do duque, ansioso com a ameaça à participação italiana no comércio de especiarias.</p>
<p>Como a correspondência relativa à transação sobreviveu, sabemos que o mapa foi recebido pelo duque em <b>novembro de 1502</b> e que incorporava descobertas até o verão daquele ano.</p>
<p>O mapa é claramente obra de um <b>cartógrafo português</b>; num período posterior, parece ter sido feita alguma alteração à parte <b>brasileira</b> e foram adicionados meia dúzia de nomes italianizados.</p>
<p>O título dado ao mapa sugere que o principal interesse do cartógrafo era pelas descobertas ocidentais: “<b>Mapa marítimo das ilhas recentemente descobertas nas partes das Índias</b>”.</p>
<p>O mapa é grande, de modo que as costas são mostradas com considerável detalhe e os nomes são numerosos.</p>
<p>O <b>equador</b> e os <b>trópicos</b> estão desenhados, mas não há escala graduada de <b>latitudes</b>. De oeste a leste, ele se estende de <b>Cuba</b> até a costa leste da <b>Ásia</b>.</p>
<p>A <b>linha de demarcação de Tordesilhas</b> entre as esferas <b>espanhola</b> e <b>portuguesa</b> está inserida, e as descobertas portuguesas no noroeste estão localizadas justamente no lado <b>português</b> da linha.</p>
<p>O <b>continente africano</b> é mostrado pela primeira vez com algo muito próximo de seu contorno correto: na costa leste, aparecem os nomes <b>Sofala</b>, <b>Moçambique</b>, <b>Kilwa</b> e <b>Melinde</b>, e a ilha de <b>Madagáscar</b> está inserida, mas sem nome.</p>
<p>O <b>subcontinente indiano</b> é desenhado como um triângulo acentuadamente afilado, na costa ocidental do qual aparecem nomes — por exemplo, <b>Cambaya</b>, <b>Calecut</b> — e legendas detalhando a riqueza destas partes, retiradas dos relatos da viagem de <b>Vasco da Gama</b>.</p>
<p>Estes parecem marcar o limite do conhecimento em primeira mão; além disso, o contorno deve ter sido inserido em grande parte por relatos.</p>
<p>É provável que isso tenha sido obtido de <b>marinheiros nativos</b>, devido ao facto de o termo “<b>pulgada</b>” ser usado em vez de grau; equivalia a cerca de <b>1°42′50″</b>.</p>
<p>Os lugares cujas <b>latitudes</b> são fornecidas dessa forma são inseridos apenas aproximadamente em suas posições corretas. A leste da <b>Índia</b> há um grande golfo e, em seguida, uma península que se estende para o sul, uma relíquia das costas que <b>Ptolomeu</b> acreditava circundarem o <b>Oceano Índico</b>.</p>
<p>Perto de sua extremidade aparece o nome “<b>Malaqua</b>” e, ao largo, a grande ilha de “<b>Tl’aporbana</b>” (<b>Sumatra</b>). A costa leste da <b>Ásia</b> se estende para o nordeste, quase sem características, mas com vários nomes, em sua maioria não identificáveis, na costa e indicações de bancos de areia ao largo. Nomes reconhecíveis incluem “<b>Bar Singapur</b>” (<b>Cingapura</b>) e “<b>China cochin</b>”.</p>
<p>A principal característica a ser observada em relação à <b>Ásia</b> é o abandono quase completo da concepção de <b>Ptolomeu</b> sobre as costas sul e a grande redução na extensão longitudinal do continente.</p>
<p>A costa sudeste da <b>Ásia</b> é mostrada como estando aproximadamente <b>160°</b> a leste da linha de demarcação, um valor muito próximo da realidade.</p>
<h3>Mapa de King-Hamy e extensão longitudinal</h3>
<p>O chamado mapa de <b>King-Hamy</b>, também datado de <b>1502</b>, é interessante por mostrar as concepções ptolomaicas da <b>Ásia</b> em processo de adaptação às novas descobertas no oeste.</p>
<p>Este mapa tem muitas características do mapa-múndi de Ptolomeu no sudeste da Ásia, onde “Malacha” e “Cattigara” aparecem juntas, mas o ponto importante é que a extensão longitudinal para leste, da linha de demarcação até a costa sudeste da Ásia, ainda é de aproximadamente 220°–230°.</p>
<p>O mapa <b>Cantino</b> demonstra, portanto, claramente que os <b>cosmógrafos portugueses</b> haviam abandonado completamente os dados alexandrinos e já estavam cientes de que as descobertas <b>espanholas</b> no oeste, longe de serem vizinhas de <b>Cipangu</b> e do <b>continente asiático</b>, estavam separadas delas por um intervalo de quase metade da circunferência do globo.</p>
<p>Pode-se dizer que o mapa prevê a existência do <b>Oceano Pacífico</b>.</p>
<p>O fato de o cartógrafo ter uma legenda sobre as descobertas na costa nordeste da América afirmando que elas eram consideradas parte da <b>Ásia</b> não contradiz isso.</p>
<p>Para os <b>portugueses</b>, considerações teóricas e práticas coincidiram felizmente neste caso; quando surgiu a questão da soberania sobre as <b>Molucas</b>, era do seu interesse reduzir a extensão longitudinal da <b>Ásia</b>, a fim de trazer as ilhas cobiçadas para dentro da sua esfera.</p>
<h3>Mapa de Canerio e Waldseemüller</h3>
<p>Outro mapa-múndi, um pouco posterior ao <b>Cantino</b>, mas derivado de uma fonte muito semelhante, também sobreviveu. Trata-se de uma cópia feita por um desenhista italiano, <b>Nicolay de Canerio</b>, de <b>Gênova</b>, e datada do ano <b>1505 ou 1506</b>, com base na representação da costa <b>brasileira</b>.</p>
<p>O interesse deste mapa reside no fato de ser a base do mapa-múndi em xilogravura de Waldseemüller, de 1507. Em geral, é menos preciso do que o mapa Cantino, particularmente em sua representação da África e da Índia, embora coloque o Cabo da Boa Esperança na latitude muito precisa de 34° S (na verdade, 34°22′ S).</p>
<p>Ao largo da costa nordeste da <b>Ásia</b>, encontra-se uma ilha chamada “<b>Chingirina</b>” com a legenda “<b>Esta ilha é muito rica e seus habitantes são cristãos; daí vem a porcelana para Malaca. Aqui há benjoim, aloés e almíscar.</b>” Sugere-se que esta seja uma referência ao <b>Japão</b>.</p>
<p>Esses mapas mundiais são evidências do grande interesse da <b>Itália</b> pelo progresso português em direção ao leste; se essas cópias não tivessem sido solicitadas por patronos italianos, muitas evidências cartográficas valiosas teriam se perdido para nós.</p>
<p>Elas mostram ainda que muito conhecimento sobre o leste havia chegado aos <b>portugueses</b> antes de chegarem a <b>Malaca</b>.</p>
<h3>Mapas menores e Pedro Reinel</h3>
<p>Além desses mapas mundiais, há alguns mapas de áreas menores da primeira década do século XVI.</p>
<p>Três delas são de especial interesse: um mapa do <b>Atlântico Norte</b>, c. <b>1502</b>, assinado por <b>Pedro Reinel</b>; um mapa do <b>Atlântico Norte e Sul</b>, c. <b>1506</b> (geralmente referido como <b>Kunstmann III</b>); e um mapa do <b>Oceano Índico</b> de cerca de <b>1510</b>.</p>
<p>O mapa de <b>Pedro Reinel</b>, a obra assinada mais antiga de um cartógrafo português, introduz a característica do “<b>meridiano oblíquo</b>”.</p>
<p>Ao largo da terra de <b>Corte Real</b>, no noroeste do Atlântico, há uma escala de <b>latitude</b>, adicional à escala principal, e colocada obliquamente em relação a ela.</p>
<p><strong>H. Winter</strong> demonstrou que o objetivo era indicar o meridiano geográfico nessa área e que o ângulo que ele forma com o meridiano principal é a <b>variação magnética</b> — neste caso, <b>22° W.</b></p>
<p>Como o piloto comum não teria como determinar a variação, as costas foram traçadas pela <b>bússola</b> sem correção, e o <b>meridiano oblíquo</b> forneceu a margem a ser considerada quando elas foram transferidas para uma <b>grade</b> de <b>latitude</b> e longitude.</p>
<h3>Kunstmann III e cartas náuticas do Atlântico</h3>
<p>A carta <b>Kunstmann III</b> tem uma escala de <b>latitude</b> dividida em graus; o valor de um grau, de acordo com a escala de <b>ligas</b>, é <b>75 milhas</b>, um valor mais preciso do que o normalmente adotado.</p>
<p>Nestas e em outras cartas náuticas antigas do Atlântico, o contorno de <b>Cuba</b> inicialmente se assemelha ao da carta <b>La Cosa</b>, e a ilha é colocada em uma latitude elevada.</p>
<p>Por volta de <b>1506</b>, o curioso contorno em forma de “<b>lagarta</b>” é abandonado.</p>
<p>Elas mostram uma exploração progressiva no noroeste — a “<b>Terra Corte Real</b>” (<b>Terra Nova</b>) e a “<b>Terra do Lavrador</b>” (provavelmente a <b>Groenlândia</b>).</p>
<p>A partir das evidências desses mapas, pode-se concluir que o litoral nesta região no mapa de <b>La Cosa</b> muito provavelmente deve ser procurado a sudoeste do <b>Cabo Race</b>.</p>
<h3>Mapa do Oceano Índico, c. 1510, e os primeiros conhecimentos portugueses</h3>
<p>O mapa do <b>Oceano Índico</b>, c. <b>1510</b>, pode ser melhor discutido com os mapas da década seguinte.</p>
<p>Mas antes de passar a elas, algo deve ser dito sobre <b>Pedro</b> e <b>Jorge Reinel</b>, os principais cartógrafos portugueses dessa época, que serviram à coroa portuguesa por muitos anos. <b>Pedro</b>, descrito como “mestre de cartas e bússolas de navegação”, foi provavelmente o desenhista, entre outras, da importante carta do <b>Oceano Índico</b> de <b>1518</b>, discutida abaixo.</p>
<p>Durante os preparativos na <b>Espanha</b> para a viagem de circunavegação de <b>Magalhães</b>, os <b>Reinels</b> desempenharam um papel um tanto misterioso.</p>
<p><b>Jorge</b> estava em <b>Sevilha</b> em <b>1519</b> e parece ter feito um <b>globo</b> e um <b>mapa-múndi</b> para uso de <b>Magalhães</b> ao defender sua causa perante o <b>rei espanhol</b>.</p>
<p>Lá, ele se juntou a seu pai, que também forneceu à expedição dois mapas que foram levados na viagem.</p>
<p>Parece que nenhum dos dois havia realmente entrado ao serviço da <b>Espanha</b>, e tem-se sugerido que eles estavam em Sevilha em parte para discutir a questão — que o sucesso da viagem levantaria de forma aguda — de se as <b>Molucas</b> ficavam do lado <b>português</b> ou <b>espanhol</b> da linha de demarcação.</p>
<p>Eles eram então referidos como “<b>pilotos de grande renome</b>” e, cinco anos depois, o <b>imperador Carlos V</b> estava se esforçando para induzi-los a entrar ao seu serviço.</p>
<p>Essa tentativa fracassou e, em <b>1528</b>, eles receberam pensões do <b>rei de Portugal</b>. Em <b>1551</b>, <b>Jorge</b>, que continuava a produzir cartas náuticas, foi descrito como “<b>examinador na ciência e na arte da navegação</b>”.</p>
<p>Mais tarde, ele passou por dias difíceis; em <b>1572</b>, dizia-se que ele estava “<b>doente, velho e pobre</b>”.</p>
<h3>A disputa pelas Molucas e as consequências cartográficas</h3>
<p>O fato de as <b>Molucas</b>, principal fonte do <b>comércio de especiarias</b> orientais, se situarem perto da <b>linha de demarcação entre Espanha e Portugal</b> no hemisfério oposto teve um efeito estimulante sobre o estudo da <b>cosmografia</b> e da <b>cartografia</b>.</p>
<p>Ambos os lados estavam naturalmente ansiosos por provar que as ilhas se situavam na sua esfera de influência, e a questão era suficientemente delicada, dados os meios à disposição dos protagonistas, para garantir que o problema fosse exaustivamente discutido com a ajuda dos mapas mais recentes. No hemisfério ocidental, a linha de <b>Tordesilhas</b> era o meridiano de <b>46°37′ W.</b> de Greenwich, de modo que no hemisfério oriental ela caía no meridiano <b>133°23′ E.</b></p>
<p>Como as <b>Molucas</b> estão aproximadamente a <b>127°30′ E.</b>, as ilhas ficavam cerca de <b>6°</b> dentro da esfera <b>portuguesa</b>. Tendo isso em mente, podemos traçar a evolução da cartografia do <b>Oceano Índico</b> e das <b>Ilhas Orientais</b> desde sua primeira mistura de fatos comprovados e relatos nativos até a conclusão de mapas relativamente precisos.</p>
<p>É notável que os cartógrafos quase não se entregaram a conjecturas sobre o que lhes era desconhecido nem estabeleceram contornos tradicionais.</p>
<p>Seus mapas são uma combinação de <b>conhecimento em primeira mão</b> e uso restrito de <b>informações nativas</b>.</p>
<h3>Mapa português de cerca de 1510: características e precisão</h3>
<p>O mais antigo desses mapas portugueses que sobreviveu data de cerca de <b>1510</b>. Nada se sabe hoje sobre as circunstâncias de sua construção ou o nome do cartógrafo.</p>
<p>O mapa tem duas escalas de <b>ligas</b> e uma escala de <b>latitude</b> de <b>60° S</b> a <b>60° N</b>, e é fornecido com um sistema de <b>rosas dos ventos</b> e linhas de direção.</p>
<p>A representação das costas da <b>África</b> e das costas oeste e sudeste da <b>península indiana</b> é muito precisa.</p>
<p>No <b>Oceano Índico</b> destacam-se as <b>Ilhas Maldivas</b>, que se estendem de noroeste a sudeste, tal como no mapa de <b>Fra Mauro</b>.</p>
<p>Para além do sudeste da <b>Índia</b> existe uma grande lacuna; depois, a sudeste, encontra-se uma parte da extremidade sul da <b>península malaia</b>, com a grande ilha de <b>Taprobana</b> (<b>Sumatra</b>) a oeste, entre <b>1°20′</b> e <b>9°30′ S.</b></p>
<p>Algumas das <b>latitudes</b> mostradas no mapa são bastante precisas: o <b>Cabo da Boa Esperança</b> está localizado a <b>35° S.</b> (na verdade, <b>34°20′ S.</b>); <b>Goa</b> a <b>15° N.</b> (em vez de <b>15°30′ N.</b>); e o <b>Cabo Comorin</b> a <b>7°15′ N.</b> (em vez de <b>8°12′ N.</b>).</p>
<p>Por outro lado, a <b>península malaia</b> é colocada mais ao sul, em <b>16° S.</b> (em vez de <b>2° N.</b>), embora <b>Sumatra</b> esteja apenas cerca de <b>5°</b> mais ao sul.</p>
<p>Os <b>portugueses</b> agora colocavam essas ilhas orientais com bastante precisão. A extensão longitudinal do <b>Oceano Índico</b> ao longo do equador, do nordeste da <b>África</b> a <b>Sumatra</b>, é mostrada como <b>54°20′</b>, sendo o valor real aproximadamente <b>52°</b>.</p>
<p>A parte oriental do oceano está, no entanto, contraída (Maldivas-Sumatra é <b>17°</b>, em vez de <b>22°</b>), enquanto a parte ocidental, provavelmente sob a influência de <b>Ptolomeu</b>, está ampliada (África Oriental-Maldivas é <b>37°</b>, em vez de <b>30°</b>).</p>
<p>Sobre a <b>península malaia</b>, o cartógrafo escreve: “<b>Ainda não foi alcançada</b>.”</p>
<h3>Mapa javanês, Albuquerque e Francisco Rodrigues</h3>
<p>Dois anos após a elaboração deste mapa, os <b>portugueses</b> estavam na posse de uma fonte de informação notável, descrita numa carta do <b>vice-rei Albuquerque</b> ao <b>rei Manuel</b>.</p>
<p>Era um grande mapa com os nomes em <b>javanês</b>, desenhado por um <b>piloto javanês</b>; continha o <b>Cabo da Boa Esperança</b>, <b>Portugal</b> e a terra do <b>Brasil</b>, o <b>Mar Vermelho</b> e o <b>Mar da Pérsia</b>, as <b>Ilhas do Cravo</b>, a navegação dos <b>chineses</b> e dos <b>gores</b>, com suas rumas e rotas diretas seguidas pelos navios, e o interior, mostrando como os reinos se limitam entre si. Nas palavras de Albuquerque, “<b>esta foi a melhor coisa que já vi</b>”.</p>
<p>Este mapa foi perdido em um naufrágio em <b>1511</b>, mas uma cópia da parte mais importante foi feita por <b>Francisco Rodrigues</b>, com os nomes transliterados, e enviada ao rei.</p>
<p>“Vossa Alteza pode realmente ver de onde vêm os chineses e os gores, e o curso que seus navios devem seguir para as Ilhas Clove, e onde ficam as minas de ouro, e as ilhas de Java e Banda, de noz-moscada e macis, e a terra do rei do Sião, e também o fim da navegação dos chineses, a direção que ela toma e como eles não navegam mais além.”</p>
<p><b>Albuquerque</b> não demorou a dar seguimento a isso, e uma pequena expedição foi enviada, chegando a <b>Banda</b> em <b>1512</b>.</p>
<p><b>Rodrigues</b> foi piloto nessa viagem e desenhista de uma série de cartas náuticas, incluindo várias do <b>arquipélago</b> sudeste e das costas do leste da <b>Ásia</b>.</p>
<p>Essas cartas são atribuídas por <b>Cortesão</b> ao ano de <b>1513</b>. As do arquipélago foram, sem dúvida, parcialmente baseadas nas próprias observações de <b>Rodrigues</b>, mas também provavelmente incorporam detalhes da <b>carta javanesa</b>. O próprio <b>Rodrigues</b> não foi além de <b>Banda</b>.</p>
<p>Várias características de seus mapas permaneceram em uso na cartografia posterior, por exemplo, o comprimento exagerado da costa ocidental de <b>Gilolo</b> (<b>Halmahera</b>).</p>
<p>Por outro lado, a noção mais correta das verdadeiras proporções da <b>península indiana</b> não foi incorporada aos mapas por alguns anos.</p>
<h3>Mapas gerais portugueses em 1518 e o papel de Reinel</h3>
<p>Em <b>1518</b>, essas ilhas orientais já aparecem nos mapas gerais portugueses; em um mapa do <b>Oceano Índico</b> preservado no <b>British Museum</b> e atribuído por <b>Cortesão</b> a <b>Reinel</b>, estão representadas <b>Java</b>, <b>Sumbawa</b> e as costas norte de duas outras ilhas.</p>
<p>Mais a leste, há um grupo de ilhas, cujos nomes agora são ilegíveis, marcado pelo <b>padrão português</b>.</p>
<p>A questão a ser resolvida era a posição em <b>longitude</b> dessas ilhas. A solução pode ser melhor acompanhada nos <b>mapas mundiais</b>, aos quais devemos agora nos voltar.</p>
<h3>Mapas seccionais e o Padron Real espanhol</h3>
<p>Mapas seccionais semelhantes aos discutidos acima, e muitos agora perdidos, foram incorporados aos mapas mundiais. O mais importante deles foi, sem dúvida, o <b>Padron Real espanhol</b>.</p>
<p>Este mapa, que era o registro oficial das descobertas, foi feito pela primeira vez por ordem do <b>rei Fernando</b> em <b>1508</b>. A tarefa de revisá-lo à medida que a exploração avançava foi confiada aos funcionários da <b>Casa de la Contratación</b> em <b>Sevilha</b>.</p>
<p>Infelizmente, nenhuma cópia autenticada sobreviveu, mas existem mapas de cartógrafos oficiais que, sem dúvida, incorporam suas principais características.</p>
<p>Devido à presença de cartógrafos <b>portugueses</b> na <b>Espanha</b>, grande parte do trabalho português foi incorporado a esses mapas — na verdade, nosso conhecimento se baseia em grande parte em cópias feitas por <b>Diego Ribero</b> — e eles podem ser considerados produções conjuntas <b>hispano-portuguesas</b>. <b>Ribero</b>, português de nascimento, foi expulso de seu país natal e, em <b>1519</b>, estava em <b>Sevilha</b> em contato com os <b>Reinels</b> quando os preparativos para a viagem de <b>Magalhães</b> estavam sendo feitos.</p>
<p>Cinco anos mais tarde, descrito como “<b>nosso cosmógrafo e mestre fabricante de cartas náuticas, astrolábios e outros instrumentos de navegação</b>”, foi consultor técnico dos representantes espanhóis na <b>Conferência de Badajoz</b>, quando a tentativa de negociar um acordo com <b>Portugal</b> sobre a propriedade das <b>Molucas</b> fracassou, mantendo ambas as partes firmemente suas reivindicações.</p>
<p><b>Ribero</b> alcançou uma posição de considerável eminência ao serviço da Espanha, na qual permaneceu até sua morte em <b>1533</b>.</p>
<p>Por um decreto real de <b>1526</b>, ele deveria receber todo o material para um mapa e um mapa-múndi retratando todas as descobertas, evidentemente uma revisão do <b>Padron Real</b>, e no ano seguinte foi nomeado <b>examinador de pilotos</b> durante a ausência de <b>Sebastião Caboto</b> em uma expedição.</p>
<h3>Os mapas mundiais de Ribero e o estado do conhecimento</h3>
<p>Três cartas mundiais semelhantes em tipo sobreviveram de seu trabalho e, tendo em vista sua posição oficial, pode-se supor que sejam baseadas no <b>Padron Real</b>.</p>
<p>Uma, datada de <b>1527</b>, não está assinada, mas há duas cópias assinadas datadas de <b>1529</b>. Alguns comentários sobre a carta de <b>1529</b>, agora em <b>Roma</b>, podem concluir adequadamente este relato da contribuição fundamental <b>lusitano-hispânica</b> para o mapeamento do mundo.</p>
<p>O mapa de <b>Ribero</b> é um marco no desenvolvimento do conhecimento do mundo, compreendendo todo o circuito do globo entre os <b>círculos polares</b>, com o <b>arquipélago das Índias Orientais</b> aparecendo nas margens oeste e leste.</p>
<p>A localização dos continentes em <b>latitude</b> e <b>longitude</b> é, no geral, boa. No entanto, o exagero da extensão oriental da <b>Ásia</b> ainda se mantém: <b>Cantão</b> está localizado cerca de <b>20°</b> a leste demais. A área ao redor de <b>Cantão</b>, aliás, se assemelha muito a um dos mapas de <b>Rodrigues</b>.</p>
<p>A distância entre o <b>continente asiático</b> e as <b>Molucas</b> foi reduzida, e o resultado total é colocá-las <b>172°30′ W.</b> da <b>linha de demarcação de Tordesilhas</b>, ou seja, <b>sete graus e meio</b> dentro da <b>esfera espanhola</b>.</p>
<p>Sendo este o resultado almejado pelos <b>espanhóis</b>, isso possivelmente explica a retenção do prolongamento oriental da <b>Ásia</b>.</p>
<p>No oeste, a largura do <b>Atlântico</b> ao longo do trópico é muito precisa, mas a largura do <b>Pacífico</b> é, naturalmente, reduzida para se adequar à posição atribuída às <b>Molucas</b> em cerca de <b>11°</b>. Seria interessante se este mapa pudesse ser comparado com um que apoiasse a versão <b>portuguesa</b>; no entanto, nenhum mapa desse tipo parece ter sobrevivido.</p>
<p>Outras características do mapa de <b>Ribero</b> são o comprimento aproximadamente correto do <b>Mediterrâneo</b>; a distorção do nordeste da <b>África</b>, provavelmente devido a erros acumulados decorrentes da negligência da <b>declinação magnética</b>, que deixou uma distância exagerada entre o <b>Mar Vermelho</b> e o <b>Mediterrâneo</b>; e a representação das costas orientais da <b>América do Norte</b> e <b>do Sul</b> como contínuas.</p>
<p>O <b>Rio da Prata</b> é mostrado em detalhes, com três afluentes principais. O erro evidente aqui é a extensão exagerada em <b>longitude</b> da costa nordeste da <b>América do Sul</b>, a perpetuação de um erro inicial que persistiu ao longo do século XVII.</p>
<p>É possível que isso tenha ocorrido porque esta seção foi originalmente cartografada em uma escala maior do que a área adjacente do <b>Caribe</b>. Apenas uma pequena parte da costa oeste é mostrada, com base nas explorações de <b>Balboa</b> e <b>Pizarro</b>.</p>
<p>As partes resultantes da viagem de <b>Magalhães</b> são a costa ao sul do <b>Rio da Prata</b> e o <b>Estreito de Magalhães</b>, as ilhas “<b>de los ladrones</b>”, curiosamente localizadas em <b>12°30′ N</b> em vez de <b>2° N</b>, e um grupo incompleto de ilhas representando o sul das <b>Filipinas</b> e a costa norte de <b>Bornéu</b>.</p>
<p>A localização das <b>Molucas</b> por <b>Ribero</b> a <b>7½°</b> dentro da <b>esfera espanhola</b> representa a última posição assumida na disputa pela <b>Espanha</b>, que havia começado alegando que o meridiano passava pelo <b>delta do Ganges</b>.</p>
<p>No ano em que o mapa foi feito, a <b>coroa espanhola</b>, em vista de todas as incertezas, vendeu sua reivindicação aos <b>portugueses</b> — um bom negócio, já que era insustentável.</p>
<h3>Efeito sobre os cosmógrafos e os mapas impressos</h3>
<p>Que efeito toda essa atividade dos marinheiros e cartógrafos teve sobre os <b>cosmógrafos</b>? Como era de se esperar, eles começaram tentando encaixar partes das novas descobertas na estrutura convencional e terminaram aceitando sem reservas o novo padrão do mundo revelado pelos navegadores.</p>
<p>Três etapas podem ser discernidas nesse processo: a emenda de um mapa-múndi que tinha muito em comum com o usado por <b>Martin Behaim</b> para seu globo; uma etapa intermediária produzindo uma combinação da geografia <b>ptolomaica</b> e da “nova” geografia; e, finalmente, a adoção do contorno completo do mundo contemporâneo, conforme incorporado no mapa de <b>Canerio</b>.</p>
<p>No que diz respeito aos <b>mapas impressos</b>, essa transformação foi realizada em cerca de dez anos, como mostram os mapas de <b>Martin Waldseemüller</b>.</p>
<h3>Contarini, Ruysch e Waldseemüller</h3>
<p>O primeiro desta série é um mapa-múndi projetado por <b>Giovanni Matteo Contarini</b> e gravado em cobre por <b>Francesco Roselli</b> em <b>1506</b>; uma cópia única encontra-se no <b>British Museum</b>.</p>
<p>O mapa, em uma projeção cônica com o meridiano principal de <b>Ptolomeu</b> como meridiano central e o <b>Equador</b> verdadeiramente desenhado, coloca as costas orientais da <b>Ásia</b> a oeste e mantém o <b>Magnus Sinus</b> de <b>Ptolomeu</b> e as ilhas dos viajantes medievais a leste.</p>
<p>Em uma inscrição, o cartógrafo diz: “se, ao dobrar os dois conjuntos de graus [ou seja, nas margens leste e oeste], você os formar em um círculo, perceberá o mundo esférico inteiro combinado em <b>360 graus</b>”.</p>
<p>Isso não é estritamente verdade, pois o mapa não se estende muito além do <b>Trópico de Capricórnio</b>; em outras partes, há versos exaltando <b>Contarini</b> por ter marcado <i>“O mundo e todos os seus mares em um mapa plano, Europa, Líbia, Ásia e as Antípodas, Os pólos e zonas e locais de lugares, Os paralelos para os climas do poderoso globo.”</i></p>
<p>A parte ocidental do mapa é talvez a mais interessante pela medida em que ilustra as ideias de <b>Colombo</b>.</p>
<p>A costa do leste asiático é semelhante à do globo de <b>Behaim</b>; a península nordeste se estende, no entanto, até vinte graus de longitude da <b>Europa</b>, e em sua extremidade oriental estão representadas descobertas atribuídas aos <b>portugueses</b> (evidentemente Cortereal).</p>
<p>Cinquenta graus a leste da <b>Ásia</b>, e no <b>Trópico de Câncer</b>, aparece <b>Zimpangu</b>, declarada como idêntica à <b>Hispaniola</b>. Entre <b>Zimpangu</b> e a costa oeste africana, estão inseridas as descobertas de <b>Colombo</b> e dos <b>espanhóis</b> — o grupo <b>Terra de Cuba</b>, <b>Insula Hispaniola</b>, etc. — sem qualquer sugestão de um continente norte-americano, e a costa nordeste da <b>América do Sul</b>, como descoberta por <b>Colombo</b> em sua terceira viagem e por seus sucessores <b>espanhóis</b>.</p>
<p>A representação aqui mostra influências espanholas; <b>Heawood</b> não considerou o mapa de <b>Cantino</b> uma fonte direta.</p>
<p>Uma característica interessante é que uma costa ocidental convencional foi dada a esta massa continental do sul — talvez com a intenção de ser o continente antípoda sugerido nos versos citados acima.</p>
<p>Dois anos após o mapa <b>Contarini</b>, outro mapa muito semelhante foi publicado em <b>Roma</b> e aparece em cópias da edição <b>de Ptolomeu de 1508</b>; este é atribuído a <b>Johannes Ruysch</b>.</p>
<p>Exceto por pequenos detalhes, a projeção é idêntica à de <b>Contarini</b>. É declarado como “<b>ex recentibus confecta observationibus</b>” e certamente se baseia em fontes posteriores a <b>Contarini</b>.</p>
<p>O subcontinente indiano tem proporções muito melhores, mas o Extremo Oriente permanece geralmente ptolomaico, e os três “<b>Ceilões</b>” aparecem novamente. A inscrição que identifica <b>Zimpangu</b> com <b>Hispaniola</b> é repetida, mas há uma adição interessante: <b>20°</b> a oeste dos <b>Açores</b> é inserida “<b>Antilia insula</b>”, a mítica ilha atlântica que aparece pela primeira vez nos mapas do início do século XV.</p>
<h3>Waldseemüller e a mudança para a nova geografia</h3>
<p>Com o mapa de <b>Ruysch</b>, a representação convencional em voga desde a década de <b>1480</b> desapareceu da circulação geral. Ela foi substituída nos círculos geográficos pelas concepções popularizadas por <b>Martin Waldseemüller</b> em seu grande mapa-múndi de <b>1507</b> e sua <b>Carta marina</b> de <b>1516</b>. O mapa-múndi de <b>Waldseemüller</b> de <b>1507</b> é uma enorme xilogravura em doze folhas em uma única projeção cordiforme.</p>
<p>Seu título o descreve como “<b>de acordo com a tradição de Ptolomeu e as viagens de Américo Vespúcio e outros</b>”. (A <i>Introductio</i> de <b>Waldseemüller</b> propôs o nome <b>América</b> para as terras ocidentais recém-descobertas).</p>
<p><b>Fischer</b> e <b>von Wieser</b> mostraram conclusivamente que a fonte para as novas descobertas neste mapa era o mapa-múndi de <b>Canerio</b> — de fato, o mapa real sobrevivente. A costa sudeste da <b>América do Sul</b> é levada até <b>50° S.</b> (cf. as notas no mapa de <b>Ruysch</b>).</p>
<p>A costa leste do <b>istmo da América Central</b> é inserida, separada por um estreito extremamente estreito da pequena porção, que se estende um pouco ao norte da <b>Flórida</b>, do continente norte, que também está representado.</p>
<p>O norte da <b>África</b> e a <b>Ásia</b> seguem <b>Ptolomeu</b>, mas o sudeste da <b>Ásia</b> mantém características do tipo <b>Contarini-Ruysch</b>.</p>
<p><b>Mil cópias</b> do mapa foram impressas, uma grande edição para a época e prova do intenso interesse da Europa pelas novas descobertas.</p>
<p><b>Waldseemüller</b> pôde registrar com satisfação que ele foi recebido com grande estima.</p>
<p>Devido à sua base essencialmente <b>ptolomaica</b>, o mapa apresenta uma extensão extremamente exagerada da <b>Ásia</b> para o leste; a massa continental do <b>Velho Mundo</b> se estende por cerca de <b>230 graus</b> de longitude.</p>
<p>Logo após sua publicação, no entanto, <b>Waldseemüller</b> parece ter adotado as novas visões dos navegadores: a <b>edição de Estrasburgo de Ptolomeu</b> (<b>1513</b>) inclui uma versão rudimentarmente desenhada do mapa <b>Canerio</b>, “<b>Orbis typus universalis iuxta hydrographorum traditionem</b>”.</p>
<p>Isso prenunciou a monumental <b>Carta marina navigatoria Portugallen</b> de <b>1516</b> (que ignora em grande parte os espanhóis e outros povos).</p>
<p>Como afirma seu autor, ela contém características “<b>diferentes da tradição antiga e das quais os autores antigos não tinham conhecimento</b>”.</p>
<p>Sua característica mais marcante é a redução da extensão longitudinal da <b>Ásia</b> para algo próximo da realidade.</p>
<p>Em comparação com o mapa de <b>1507</b>, ele exerceu pouca influência sobre os cartógrafos posteriores, embora uma segunda edição de baixa qualidade com legendas em alemão tenha sido publicada por <b>Laurentius Fries</b> em <b>1525</b>.</p>
<p>O mapa de <b>1507</b>, no entanto, continuou sendo o modelo mundial aceito por pelo menos três décadas: o globo terrestre de <b>Schöner</b>, de <b>1515</b>, segue-o de perto e, em <b>1520</b>, <b>Peter Apian</b> produziu uma versão bastante reduzida sem reconhecimento, ganhando uma reputação imerecida.</p>
<p>Versões editadas por <b>Gemma Frisius</b> e <b>Sebastian Münster</b> garantiram que o tipo <b>Waldseemüller</b> se mantivesse em vigor até o advento de <b>Mercator</b>, <b>Ortelius</b> e da <b>escola holandesa</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-das-grandes-descobertas-navegacao-e-mapeamento/">Cartografia das Grandes Descobertas: Navegação e Mapeamento</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>O renascimento da Geografia de Ptolomeu no século XV</title>
		<link>https://bahia.ws/o-renascimento-da-geografia-de-ptolomeu-no-seculo-xv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 08:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O renascimento da geografia de Ptolomeu: dos textos antigos aos mapas impressos do Renascimento Ao discutir as formas mais recentes da mappa mundi medieval, tivemos a oportunidade de nos referir à disseminação do conhecimento dos mapas que acompanhavam a Geografia de Cláudio Ptolomeu no século XV, e possivelmente antes. Podemos [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/o-renascimento-da-geografia-de-ptolomeu-no-seculo-xv/">O renascimento da Geografia de Ptolomeu no século XV</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>O renascimento da geografia de Ptolomeu: dos textos antigos aos mapas impressos do Renascimento</h2>
<p>Ao discutir as formas mais recentes da mappa mundi medieval, tivemos a oportunidade de nos referir à disseminação do conhecimento dos mapas que acompanhavam a <b>Geografia</b> de Cláudio <b>Ptolomeu</b> no século XV, e possivelmente antes.</p>
<p>Podemos agora examinar as circunstâncias em que cópias do texto e dos mapas se tornaram disponíveis na Europa Ocidental, primeiro em manuscritos e, mais tarde, com mapas gravados em volumes impressos.</p>
<figure id="attachment_96409" aria-describedby="caption-attachment-96409" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96409 size-large" title="&quot;Altera Generalis Tab. Secundum Ptol&quot;, Sebastian Muenster, 1554 - Publication: Cosmographiae Universalis" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-1024x800.jpg" alt="Sebastian Munster (1489 - 1552) was one of the three most renowned cartographers of the sixteenth century, along with Mercator and Ortelius. Munster's Geographia and Cosmographia Universalis were two of the most widely read and influential books of the period. His editions of Ptolemy's Geographia, published between 1540 and 1552, were illustrated with 48 woodcut maps, the standard 27 Ptolemaic maps supplemented by 21 new maps. These new maps included a separate map of each of the known continents and marked the development of regional cartography in Central Europe. The antique geography was a prelude to Munster's major work, the Cosmographia, which was published in nearly 30 editions in six languages between 1544 and 1578 and then was revised and reissued by Sebastian Petri from 1588 to 1628. The Cosmographia was a geographical as well as historical and ethnographic description of the world. It contained the maps from the Geographia plus additional regional maps and city views with nearly 500 illustrations which made it one of the most popular pictorial encyclopedias of the sixteen century.Clouds and twelve named wind heads surround Munster’s woodblock world map. It displays the prevailing conception of the world geography prior to the discovery of the New World and according to Claudius Ptolemy. The continents are oddly shaped and all connected by a great southern continent Terra Incognita Secundum Ptolemaeum. There is a very large Taprobana (modern day Sri Lanka) in the enclosed Indian Ocean, and the Indian subcontinent is severely truncated. Only the northern part of Africa is shown with the Nile originating from a series of lakes in a large mountain range. There is a fine vertical crack line across the right-hand part of the map, which is present in nearly all editions." width="800" height="625" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-1024x800.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-300x234.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-768x600.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-1536x1200.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-2048x1600.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/09/Altera-Generalis-Tab.-Secundum-Ptol-Sebastian-Muenster-800x625.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96409" class="wp-caption-text">Sebastian Münster (1489 &#8211; 1552) foi um dos três cartógrafos mais renomados do século XVI, juntamente com Mercator e Ortelius. A Geographia e a Cosmographia Universalis de Münster foram dois dos livros mais lidos e influentes da época. Suas edições da Geographia de Ptolomeu, publicadas entre 1540 e 1552, foram ilustradas com 48 mapas em xilogravura, os 27 mapas ptolomaicos padrão complementados por 21 novos mapas.</figcaption></figure>
<h3>Como o trabalho de Ptolomeu influenciou o desenvolvimento da geografia</h3>
<p>Breve resumo da influência de Cláudio Ptolomeu (c. 100–c. 170 d.C.)</p>
<p><b>Cláudio Ptolomeu</b> transformou a geografia de uma disciplina descritiva em uma ciência quantitativa, compilando coordenadas, introduzindo projeções cartográficas e criando um extenso catálogo de lugares.</p>
<p>Seus métodos e obras — especialmente a Geographia — moldaram cartógrafos e exploradores por mais de um milênio.</p>
<h4>Pontos principais</h4>
<ul>
<li><b>Sistematização:</b> uso de latitude e longitude para localizar lugares e transformar a geografia em uma ciência baseada na matemática.</li>
<li><b>Projeções cartográficas:</b> descrições de métodos para projetar a Terra esférica em mapas planos.</li>
<li><b>Catálogo de lugares:</b> um dicionário geográfico listando milhares de nomes com coordenadas que serviram de referência para mapas posteriores.</li>
<li><b>Metodologia de dados:</b> integração de relatos de viajantes, mapas anteriores e observações astronômicas.</li>
<li><b>Transmissão histórica:</b> traduções em árabe e latim que preservaram e divulgaram seu trabalho durante a Idade Média e o Renascimento.</li>
<li><b>Impacto na exploração:</b> seus erros e estimativas influenciaram as expectativas dos navegadores e afetaram indiretamente as viagens da Era dos Descobrimentos.</li>
</ul>
<h3>Manuscritos e recensões antigas</h3>
<p>Os manuscritos mais antigos que sobreviveram do tratado geográfico de Ptolomeu, em grego, datam do final do século XII ou início do século XIII. Existem duas versões, a revisão “A”, acompanhada por vinte e sete mapas, e a “B”, com sessenta e quatro.</p>
<p>Uma cópia da revisão “A” foi obtida em Constantinopla em 1400 pelo patrono florentino das letras, <b>Palla Strozzi</b>, que persuadiu <b>Manuel Chrysolorus</b> a traduzir o texto para o latim.</p>
<p>Chrysolorus, fundador dos estudos gregos na Itália, não conseguiu levar a cabo a tarefa, que foi então assumida pelo seu aluno, Jacopo Angelus de Scarparia, que a concluiu por volta de 1406.</p>
<p>A sua tradução foi alvo de críticas, mas, corrigida e emendada por uma sucessão de editores, constituiu a base de todos os textos impressos durante um século. Foi impressa pela primeira vez, sem mapas, em Vicenza, em 1475.</p>
<p>Os mapas foram redesenhados e suas legendas traduzidas a partir dos vinte e sete mapas da recensão “A” na primeira década do século por dois florentinos, <b>Francesco di Lappaccino</b> e <b>Dominico di Boninsegni</b>: a recensão “B” nunca foi disponibilizada em tradução para a Europa Ocidental, embora detalhes dos mapas tenham sido ocasionalmente inseridos nos outros.</p>
<h3>Códices e adições sobreviventes</h3>
<p>O manuscrito original da tradução de Angelus e os primeiros mapas da versão latina não sobreviveram, mas existem manuscritos da terceira década do século, por exemplo, o preparado sob a direção do cardeal Guillaume Fillestre em 1427 (conhecido como o códice de Nancy).</p>
<p>Este códice contém, além disso, um mapa das regiões setentrionais baseado em grande parte no de <b>Claudius Clavus</b>, no qual está representada a “Engroenlandt”, e também uma lista de posições geográficas.</p>
<p>Cosmógrafos do século XV, como <b>Fra Mauro</b>, não aceitaram as opiniões de Ptolomeu acriticamente, e tornou-se prática adicionar vários mapas contemporâneos aos manuscritos para fornecer uma base de comparação.</p>
<h3>Pietro del Massajo e mapas complementares</h3>
<p>Os manuscritos compostos pelo florentino <b>Pietro del Massajo</b> são particularmente notáveis por esses mapas complementares.</p>
<p>O mais antigo, que deve ter sido escrito antes de 1458, contém os vinte e sete mapas ptolomaicos, “cum additione provinciarum noviter repertarum et alia nonulla”.</p>
<p>Os sete mapas das “províncias” compreendem Espanha, França, Itália, Etrúria, Peloponeso, Candia e Egito com Etiópia; os “outros” são nove plantas de cidades, incluindo Roma e Alexandria.</p>
<p>As origens desses mapas “modernos” em alguns casos remontam ao século XIV e parecem estar ligadas às primeiras cartas náuticas.</p>
<p>O protótipo mais antigo é um mapa da Itália encontrado em um manuscrito da “Cronaca” de Fra Paolino. Paolino era contemporâneo e amigo de Marino Sanudo, e foi a ele que a “Secreta fidelium crucis” de Sanudo foi encaminhada para análise pelo Papa.</p>
<p>O mapa, que não foi desenhado por Paolino, tem algumas semelhanças com os de Pietro Vesconte.</p>
<p>O contorno e os nomes costeiros foram, sem dúvida, derivados de cartas náuticas contemporâneas; e foi feita uma tentativa de combiná-los com uma representação da orografia da península.</p>
<p>A fonte desta última característica ainda não foi determinada. Com o passar do tempo, foram introduzidas melhorias graduais; num tipo, a orientação da península é mais precisa; noutro, a representação do seu extremo sul é menos restrita.</p>
<p>O mapa “moderno” da Itália de Massajo tem a orientação melhorada e detalhes adicionais. Ainda não foi encontrado nenhum protótipo do seu mapa da Espanha, mas a sua evolução foi provavelmente semelhante.</p>
<p>O mapa do Egito é particularmente interessante, pois inclui itinerários bastante detalhados e precisos na Abissínia. Outros códices incluem um mapa da Terra Santa que, sem dúvida, deriva do incluído nos atlas de Sanudo.</p>
<h3>Representação do relevo</h3>
<p>Esses mapas também são notáveis pelo método de representação do relevo.</p>
<p>As terras altas são separadas das terras baixas e sua superfície é preenchida com cores sólidas: embora esse método tenda a representar todas as montanhas como planaltos, é possível ver na linha divisória entre terras altas e baixas e nesse uso de cores o protótipo das linhas de forma e da coloração em camadas.</p>
<p>“Também parece haver uma tentativa de sombreamento oblíquo das colinas.</p>
<h3>Mapa Laurenziana e melhorias italianas</h3>
<p>Antes de deixarmos esses mapas manuscritos “modernos”, podemos observar que, para a Itália, as duas melhorias mencionadas acima — na orientação e na configuração sul — são combinadas pela primeira vez em um mapa em outro códice de Ptolomeu.</p>
<p>Este mapa na <b>Laurenziana</b>, desenhado por volta de 1460, é importante porque ele, ou uma versão semelhante, foi seguido por <b>Berlinghieri</b> e, mais tarde, pelos editores das edições romanas do início do século XVI.</p>
<p>É uma melhoria em relação ao esboço de Ptolomeu e está mais corretamente orientado — cartas marítimas, e bastante antigas, foram usadas para esse fim.</p>
<h3>Dominus Nicolau Germânico</h3>
<p>Mais importante como produtor desses atlas manuscritos foi <b>Dominus Nicolau Germânico</b>. Muito poucos detalhes de sua vida são conhecidos com certeza, e sua carreira deu origem a muitas especulações.</p>
<p>Ele estava, sem dúvida, em Florença e Ferrara por volta do período de 1464 a 1471. Florença era então um centro de estudos cosmográficos, e Nicolau era conhecido por seus principais estudiosos.</p>
<p>Ele parece ter chamado a atenção por sua apresentação de um manuscrito magnificamente iluminado da “Geografia” a <b>Borso d’Este</b> em 1466. Ao todo, Nicholaus foi responsável por doze cópias manuscritas da “Geografia”.</p>
<p>Estas dividem-se em três grupos principais, dois dos quais constituíram a base das edições impressas. Nicolau reivindica várias melhorias nas suas versões: os mapas foram redesenhados num tamanho mais pequeno e mais prático; foi utilizada uma nova projeção (a “trapezoidal”); foram corrigidos os contornos dos vários países; e foram adicionados novos mapas.</p>
<p>Ele sem dúvida fez alterações, mas nem todas foram melhorias, nem inovações concebidas por ele mesmo. Os mapas manuscritos de Nicolau foram a base da primeira edição impressa da “Geografia”, Bolonha, 1477, e da edição de Roma de 1478: eles têm, portanto, uma influência importante na forma como os dados de Ptolomeu foram disseminados, através da imprensa recém-inventada e da técnica de gravura em placas de cobre.</p>
<h3>Berlinghieri e Martellus</h3>
<p>Também trabalhando em Florença durante esses anos estava Francesco Berlinghieri, que preparou uma versão rimada da “Geografia” e a acompanhou com um importante conjunto de mapas, incluindo vários mapas modernos muito superiores aos de Nicolau Germânico, relacionados aos tipos Massajo e Laurenziana. A primeira edição foi publicada em Florença em 1482.</p>
<p>Por fim, havia outro copista envolvido na “Geografia”, <b>Henricus Martellus</b>.</p>
<p>Um esplêndido manuscrito dele está preservado na Biblioteca Nacional de Florença; ele contém treze mapas modernos, mas provavelmente é posterior às primeiras edições impressas.</p>
<p>O mapa da França e do norte da Itália é particularmente impressionante.</p>
<p>Os Alpes são elaboradamente desenhados em um desenho de “concha de ostra”, contornados e estriados em marrom escuro com um corpo marrom mais claro e branco. Alguns cumes têm topos verdes planos com pequenos símbolos de árvores.</p>
<p>Martellus, que também foi o copista de um importante atlas agora no Museu Britânico, era de origem alemã, mas nada mais se sabe sobre ele.</p>
<h3>Cartógrafos de meados do século XV</h3>
<p>Assim, em meados do século XV, quatro cartógrafos se dedicaram a multiplicar cópias da “Geografia” e seus mapas: P. del Massajo, c. 1458-72; Nicholaus Germanus, 1464-71; Francesco Berlinghieri e Henricus Martellus, por volta de 1480. É significativo que os três primeiros tivessem ligações com Florença.</p>
<h3>Primeiras edições impressas e gravuras</h3>
<p>A primeira edição impressa da “Geografia”, sem mapas, foi publicada em Vicenza em 1475, mas provavelmente antes dessa data já se faziam experiências com a gravação de mapas em placas de metal, a partir das quais se podia imprimir um grande número de exemplares.</p>
<p>A liderança neste trabalho foi assumida por <b>Conrad Sweynheym</b> em Roma, e o seu trabalho acabou por dar frutos na magnífica edição de Roma de 1478. No entanto, ela foi antecipada pela edição de Bolonha de 1477. (A página de rosto está erroneamente datada de 1462.)</p>
<p>Os mapas para esta edição foram desenhados por <b>Taddeo Crivelli</b>, um talentoso miniaturista e desenhista, que havia sido atraído de Ferrara para a corte de <b>Giovanni Bentivoglio</b> em Bolonha.</p>
<p>Crivelli estava sem dúvida ciente da aclamação que Nicolau Germano havia conquistado com a apresentação de seu códice iluminado a Borso d&#8217;Este, e isso pode tê-lo levado a propor a Bentivoglio, ansioso por se mostrar um patrono do conhecimento, a impressão da “Geografia”.</p>
<p>A iniciativa foi certamente empreendida com espírito competitivo, pois foi apressada para antecipar a edição romana, e há indícios de que um dos trabalhadores de Sweynheym foi atraído para longe de Roma para revelar sua técnica aos impressores de Bolonha.</p>
<p>O manuscrito utilizado era muito semelhante ao de Nicolau Germânico, mas, devido à produção apressada, a edição ficou insatisfatória.</p>
<p>O texto está repleto de erros de impressão e os mapas são mal executados, com inúmeros erros e omissões, e muitas evidências de inexperiência e pressa.</p>
<p>As deficiências foram percebidas pelos editores e, durante os dois anos seguintes, as placas foram melhoradas e novas versões foram publicadas.</p>
<p>Há pouco a dizer sobre esta edição; é certamente a primeira a conter mapas gravados, mas, fora isso, Crivelli mostrou-se um artista melhor do que cartógrafo, apesar da ajuda de dois astrólogos.</p>
<h3>Conteúdo de Bolonha 1477</h3>
<p>Esta edição de Bolonha contém vinte e seis mapas antigos; eles são desenhados na projeção cônica original, com graus de longitude e latitude indicados nas margens, e também os climas.</p>
<h3>Qualidades de Roma 1478</h3>
<p>A edição de Roma da “Geografia” finalmente apareceu em 1478, um ano após a edição de Bolonha. O texto foi editado por Domitius Calderinus, provavelmente usando o Códice Ebner de Nicolau Germânico.</p>
<p>Os mapas foram gravados em cobre por Conrad Sweynheym e são muito bem executados. Os contornos são nítidos e há uma agradável ausência de detalhes desnecessários.</p>
<p>Os nomes estão em um estilo baseado nas letras da coluna de Trajano e estabeleceram um alto padrão para os gravadores de mapas posteriores. As cadeias de montanhas são desenhadas em perfil, mais no estilo de “colinas de toupeiras”.</p>
<p>Dada a magnitude da tarefa e o estágio experimental da arte da gravura, o atlas é uma produção extremamente refinada. Os mapas são os vinte e sete antigos da recensão “A”, na projeção retangular: os graus de latitude e longitude estão marcados nas margens, assim como a duração dos dias mais longos.</p>
<h3>Mapas modernos impressos de Berlinghieri</h3>
<p>A primeira obra impressa a incluir mapas “modernos” com os mapas de Ptolomeu não é, estritamente falando, uma edição da “Geografia”, mas a versão métrica dessa obra de Berlinghieri, impressa em Florença em 1482, é suficientemente importante para ser mencionada nesta série.</p>
<p>Os mapas, gravados em cobre, são trinta e um no total, sendo os quatro adicionais “Hispania Novella”, “Gallia Novella”, “Novella Italia” e “Palestina moderna”.</p>
<p>Esses novos mapas estão na projeção retangular original; a latitude e a longitude não são indicadas de forma alguma, nem possuem escalas.</p>
<p>Seus contornos são claramente derivados do códice Laurenziana ou de uma fonte muito próxima. A influência das cartas náuticas é claramente visível no estilo das linhas costeiras, com numerosas baías semicirculares e promontórios conspícuos.</p>
<p>A representação do relevo também é muito semelhante ao manuscrito Laurenziana. Os nomes nestes mapas modernos estão nas formas populares atuais.</p>
<p>São certamente os mapas mais precisos que foram impressos no século XV, e foi uma pena que tenham sido ofuscados na época pelos chamados mapas modernos de Nicolau Germânico nas edições de Ulm e, em certa medida, pelos próprios mapas de Ptolomeu.</p>
<p>Os mapas de Berlinghieri foram reimpressos novamente, provavelmente após 1510, e também tiveram alguma influência nas edições de Roma de 1507 e 1508.</p>
<h3>Ulm 1482 e projeção trapezoidal</h3>
<p>A edição seguinte foi editada pelo próprio Nicolau Germânico e impressa em <b>Ulm</b> em 1482. Assim, no período de 1477-82, quatro edições com mapas foram publicadas, três na Itália e uma na Alemanha.</p>
<p>Como mil cópias da edição de Bolonha foram impressas, e as outras edições provavelmente tinham tamanho semelhante, as ideias de Ptolomeu receberam ampla difusão justamente no momento em que estavam prestes a ser, em grande parte, provadas como errôneas.</p>
<p>Há trinta e dois mapas xilogravados no Ptolomeu de Ulm, um mapa “moderno” da Escandinávia, baseado em certa medida no de Claudius Clavus, tendo sido adicionado aos quatro novos da edição de Berlinghieri.</p>
<p>O mapa-múndi ptolomaico, pela primeira vez em uma obra impressa, foi alterado, com o setor noroeste sendo desenhado de acordo com novos detalhes da Escandinávia.</p>
<p>Os mapas, originais e modernos, foram todos redesenhados na projeção “trapezoidal” que Nicolau reivindica como sua. Ela pode ser considerada uma projeção cônica rudimentar, com os meridianos irradiando do Polo e os paralelos sendo desenhados em ângulos retos com o meridiano central.</p>
<p>Nos mapas modernos, não há indicações de latitude e longitude, embora a duração do dia mais longo seja anotada em intervalos na margem.</p>
<p>Como esses números são baseados na latitude, eles fornecem alguma indicação da posição — mas a relutância, ou talvez a incapacidade, de mostrá-la com mais precisão é curiosa: somente nas edições de Roma de 1507 e 1508 esse defeito foi corrigido.</p>
<p>Ao desenhar os novos mapas, Nicolau adotou uma atitude muito conservadora; para todos os efeitos práticos, ele aceitou os contornos de Ptolomeu, modificados em alguns detalhes pelos mapas posteriores mencionados acima, e tentou encaixar os novos detalhes nessa estrutura, com resultados muito insatisfatórios, como era de se esperar.</p>
<h3>Recepção e edições posteriores de Ulm</h3>
<p>No geral, essa edição só pode ter tido um efeito retrógrado no desenvolvimento da cartografia.</p>
<p>No entanto, parece ter sido bem recebida na Alemanha, pois em quatro anos uma segunda edição apareceu em Ulm (1486), com os mesmos mapas e o texto ampliado por uma dissertação.</p>
<p>Em 1490, apareceu uma segunda edição da versão de Roma de 1478, com os vinte e sete mapas impressos a partir das mesmas placas.</p>
<p>Houve então um intervalo de 17 anos antes que outra edição fosse publicada. Isso coincidiu com a grande época da expansão marítima e, naturalmente, até que detalhes adequados das novas descobertas se tornassem disponíveis, havia pouco incentivo para embarcar em uma nova edição.</p>
<h3>Adições de Roma 1507</h3>
<p>A terceira edição de Roma foi publicada em 1507, editada por <b>Marcus Beneventanus</b> e <b>Johannes Cotta</b>. Os 27 mapas antigos são das placas das edições anteriores e a eles foram adicionados seis novos mapas, gravados em estilo semelhante.</p>
<p>Cinco deles haviam aparecido em formas ligeiramente diferentes em outras edições, mas o sexto era de maior interesse. Era um mapa da Europa Central (Polônia, Hungria, Boêmia&#8230;), do <b>cardeal Nicolau Cusanus</b>.</p>
<p>Uma cópia manuscrita encontra-se no códice Laurenziana e, aparentemente, tinha sido pensado incluí-lo numa das edições anteriores de Roma; uma placa foi gravada, mas não utilizada para este fim, embora o mapa estivesse em circulação separadamente por volta de 1491.</p>
<p>As outras “tabulae modernae” derivam em parte das edições de Ulm (norte da Europa, França e Terra Santa — as duas primeiras na projeção trapezoidal) e em parte de Berlinghieri (Itália, uma cópia fiel, e Espanha, na projeção retangular).</p>
<p>Pela primeira vez, os novos mapas têm bordas graduadas para latitude e longitude e numeradas em graus. É significativo que uma legenda no mapa moderno da Itália afirme que a medida do grau de longitude não segue Ptolomeu, mas é mostrada “de acordo com o estilo das cartas náuticas”.</p>
<p>Isso parece significar que o mapa é desenhado em uma projeção plana — ou seja, não há consideração pela convergência dos meridianos, pois um grau de longitude é igual a um grau de latitude (quase).</p>
<h3>Edição de 1508 e Ruysch</h3>
<p>No ano seguinte, essas placas foram usadas novamente para outra edição da “Geografia”, ampliada com a adição de um pequeno tratado sobre o novo mundo por Beneventanus e — de importância muito maior — o mapa-múndi de Johan Ruysch.</p>
<p>Este foi o primeiro mapa em uma edição de Ptolomeu a mostrar qualquer parte do novo mundo.</p>
<h3>Veneza — Bernardus Sylvanus</h3>
<p>Três anos depois, uma edição foi publicada em Veneza por Bernardus Sylvanus, que rompeu ainda mais com a tradição.</p>
<p>Os vinte e sete mapas foram regravados em madeira com muitos nomes estampados em vermelho: eles têm contornos “modernos” com a nomenclatura clássica; e, portanto, não há mapas estritamente ptolomaicos nesta edição.</p>
<p>Dessa forma, pela primeira vez, um mapa impresso das Ilhas Britânicas, diferente do de Ptolomeu, foi colocado em circulação. Não era muito preciso, pois se baseava na carta portulana de <b>Petrus Roselli</b>, e alguns nomes dela também foram incluídos.</p>
<p>O conjunto é rudimentarmente desenhado, com Londres, por exemplo, sendo mostrada bem ao sul do Tamisa.</p>
<p>O mapa-múndi está em uma projeção em forma de coração e está alinhado com o conhecimento contemporâneo; Hispaniola, Cuba e uma parte da América do Sul foram inseridas, assim como toda a costa da África — mas, no leste, o contorno de Ptolomeu foi mantido.</p>
<h3>Estrasburgo 1513 — Waldseemüller e o auge</h3>
<p>O auge da influência de Ptolomeu na cartografia foi alcançado com a edição da “Geografia” publicada em Estrasburgo em 1513.</p>
<p>Esta é apresentada como obra de Jakob Eszler e Georg Ubelin, mas os mapas são geralmente aceitos como obra de <b>Martin Waldseemiiller</b> (1470-1518) de St. Dié, na Lorena, embora não haja provas conclusivas.</p>
<p>Em St. Dié, Waldseemiiller era membro do círculo acadêmico patrocinado pelo duque René II. Os mapas formam, com suas outras obras — a “Cosmographiz introductio”, um globo e dois mapas-múndi de 1507 e 1516 —, um conjunto relacionado de geografia antiga e nova, antecipando o esquema de Gerhard Mercator.</p>
<p>O atlas contém quarenta e sete mapas xilogravados, dos quais onze podem ser considerados novos. Estes incluem um mapa-múndi que é uma versão rudimentar de sua elaborada “Carta marina” de 1516, baseada, por sua vez, no mapa de Canerio; uma “Tabula terre nove”, um dos primeiros mapas separados do continente americano; um mapa da Suíça baseado em um mapa manuscrito de <b>Konrad Diirst</b> de 1496; e uma “Tabula moderna Lotharingiae”.</p>
<p>Este último é interessante como um dos primeiros exemplos de impressão a cores e pela sua tentativa de representar as formas do relevo da região.</p>
<h3>Reimpressões e edições posteriores</h3>
<p>Esta edição foi reimpressa a partir dos mesmos blocos em 1520 e, dois anos mais tarde, Laurent Fries publicou outra, com mapas ligeiramente diferentes em escalas menores, mas também atribuída a Waldseemüller.</p>
<p>Embora muitos novos mapas estivessem saindo das impressoras, o interesse por Ptolomeu não desapareceu completamente no século XVI: das edições que precederam a de Mercator, talvez as mais importantes fossem as de <b>Sebastian Minster</b> (Basileia, 1540) e <b>Jacopo Gastaldi</b> (Veneza, 1548), esta última, um pequeno octavo, contendo sessenta mapas gravados, geralmente baseados nos de Münster, mas com acréscimos consideráveis.</p>
<p>Pouco tempo depois, essas coleções compostas de geografia antiga e nova seriam substituídas pelos atlas modernos de <b>Ortelius</b> e <b>Mercator</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/o-renascimento-da-geografia-de-ptolomeu-no-seculo-xv/">O renascimento da Geografia de Ptolomeu no século XV</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Cartografia do século XV — Fra Mauro e Martin Behaim</title>
		<link>https://bahia.ws/cartografia-do-seculo-xv-fra-mauro-e-martin-behaim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 10:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>CONTEMPORÂNEOS aos mapas catalães posteriores são vários mapas, principalmente de origem italiana, que também preservam algumas características medievais, mas mostram de forma muito marcante a influência da Geografia de Ptolomeu, cujos manuscritos circulavam na Europa Ocidental pelo menos desde as primeiras décadas do século XV. Andreas Walsperger (1448) Uma tentativa [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-do-seculo-xv-fra-mauro-e-martin-behaim/">Cartografia do século XV — Fra Mauro e Martin Behaim</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><b>CONTEMPORÂNEOS</b> aos <b>mapas catalães</b> posteriores são vários mapas, principalmente de <b>origem italiana</b>, que também preservam algumas características medievais, mas mostram de forma muito marcante a influência da <b>Geografia de Ptolomeu</b>, cujos manuscritos circulavam na Europa Ocidental pelo menos desde as primeiras décadas do século XV.</p>
<h3>Andreas Walsperger (1448)</h3>
<p>Uma tentativa precoce, mas não muito bem-sucedida, de conciliar a visão clássica e medieval é o <b>mapa</b>-múndi desenhado pelo beneditino <b>Andreas Walsperger</b> em <b>Constância</b>, em <b>1448</b>. “Nesta figura”, escreve ele, “está contida uma <b>mappa mundi</b> ou descrição geométrica do mundo, feita a partir da <b>Cosmographia de Ptolomeu</b> proporcionalmente às latitudes, longitudes e divisões por climas, e com a carta verdadeira e completa para a navegação dos mares.”</p>
<p>Ele não fez, para dizer o mínimo, o melhor uso de suas autoridades, e o mapa resultante é confuso e difícil de explicar.</p>
<p>Há um ou dois pontos interessantes; por exemplo, o uso de <b>pontos vermelhos</b> para cidades cristãs e <b>pontos pretos</b> para cidades infiéis; também a orientação, com o <b>sul na parte superior</b>.</p>
<p>Embora o leste inclua o <b>paraíso terrestre</b>, representado por um grande <b>castelo gótico</b>, há alguns indícios de conhecimento recente.</p>
<p>O <b>mar da Índia</b> não é fechado, mas conectado por um canal ao <b>oceano</b>. A ilha “<b>Taperbana</b>” está inscrita como “o lugar da <b>pimenta</b>”, e uma ilha sem nome na <b>costa da Arábia</b> (talvez <b>Ormuz</b> ou <b>Socotra</b>) tem a legenda “Aqui se vende pimenta”. Tais detalhes apontam para um interesse no <b>comércio de especiarias</b> antes do relatório <b>Conti-Bracciolini</b>.</p>
<figure id="attachment_96382" aria-describedby="caption-attachment-96382" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96382 size-large" title="Fra Mauro - Mappa Mundi 1450" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-1024x1024.jpg" alt="Fra Mauro - Mappa Mundi 1450" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-1024x1024.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-1536x1536.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-2048x2048.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fra-Mauro-Mappa-Mundi-1450-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96382" class="wp-caption-text">Fra Mauro &#8211; Mappa Mundi 1450</figcaption></figure>
<h3>Mapa-múndi elíptico (1457)</h3>
<p>O contraste entre este mapa e o <b>mapa-múndi elíptico de 1457</b>, preservado na <b>Biblioteca Nacional, em Florença</b>, é impressionante. Este último, geralmente considerado de <b>origem genovesa</b>, foi desenhado com muito cuidado, particularmente o contorno do <b>Mediterrâneo</b>. Possui vários desenhos executados com precisão e legendas em <b>latim</b>.</p>
<p>Ao contrário da maioria dos mapas deste tipo, tem uma <b>escala</b>, em que cada divisão representa <b>100 milhas</b>.</p>
<p>O título é bastante difícil de decifrar e lembra o de Walsperger. Uma tradução aproximada é: “Esta é a verdadeira descrição do mundo dos cosmógrafos, adaptada à náutica (carta náutica), da qual foram removidas as histórias frívolas.”</p>
<p>A moldura elíptica é incomum para este período, mas parece não ter grande significado.</p>
<p>O contorno, particularmente na <b>Ásia</b>, é em grande parte <b>ptolomaico</b>. Depois do <b>alexandrino</b>, a segunda autoridade principal para a parte oriental é <b>Nicolo Conti</b>, o <b>viajante veneziano</b>, que chegou às <b>ilhas indianas</b> orientais e talvez ao sul da <b>China</b>, e cuja narrativa foi escrita por <b>Poggio Bracciolini</b> pouco depois de <b>1447</b>.</p>
<h3>Influência de Nicolo Conti</h3>
<p>Os detalhes da <b>narrativa de Conti</b> são consideráveis: por exemplo, o grande <b>lago na Índia</b> entre o <b>Indo</b> e o <b>Ganges</b> “de uma água maravilhosa e agradável para beber, e todos aqueles que moram por lá bebem dela, e também aqueles que estão longe&#8230;”; a ilha “<b>Xilana</b>” (<b>Ceilão</b>) a leste da península; a grande cidade “<b>Biznigaria</b>”, representando o reino <b>Vijayanagar</b> do sul da Índia, que aparece na maioria dos relatos do final do século XV, mas aqui infelizmente mal localizada perto do <b>Ganges</b>; os detalhes da natureza do <b>delta do Ganges</b>; a adição de “<b>Scyamutha</b>” (<b>Sumatra</b>) como um nome alternativo para “<b>Taprobana</b>”.</p>
<p>O nome <b>Sine</b>, para <b>China</b>, também foi provavelmente retirado de Conti.</p>
<p>Mas talvez seja em relação às ilhas do <b>sudeste</b> que o mapa seja mais interessante. No extremo leste, há duas grandes ilhas, <b>Java maior</b> e <b>Java menor</b>, e a sudeste, duas ilhas menores, “<b>Sanday et Bandam</b>”.</p>
<p>Todas elas foram retiradas da <b>narrativa de Conti</b>: acredita-se que <b>Java maior</b> seja <b>Bornéu</b> e <b>Java menor</b> a ilha agora conhecida por esse nome. Embora os nomes <b>Sanday</b> e <b>Bandam</b> não tenham sido explicados de forma satisfatória, a referência na legenda a <b>especiarias</b> e <b>cravo-da-índia</b> torna bastante certo que sejam ilhas do <b>grupo das Molucas</b>.</p>
<p>Se for esse o caso, esta é a primeira vez que as tão procuradas <b>ilhas das especiarias</b> aparecem claramente em um mapa.</p>
<p>Conti as descreve como situadas no extremo do mundo conhecido: além delas, a navegação era difícil ou impossível devido aos ventos contrários. No mar do sul, há uma nota: “Neste mar, eles navegam pelo <b>polo sul (estrela)</b>, pois o norte desapareceu.” Isso também foi retirado diretamente de Conti.</p>
<p>O principal interesse <b>africano</b> reside no fato de que, diferentemente da concepção de <b>Ptolomeu</b>, o <b>Oceano Índico</b> não é sem saída para o mar e, significativamente, a extremidade sul da <b>África</b> não se estende para o leste, como no <b>mapa de Este</b>.</p>
<p>À primeira vista, não fica claro que a África é completamente cercada pelo <b>oceano</b>, mas um exame mais detalhado mostra que o azul do oceano e o vermelho da terra desbotaram e que uma linha costeira definida havia sido originalmente desenhada.</p>
<h3>Alegação e debate sobre Toscanelli</h3>
<p>Este mapa atraiu recentemente a atenção devido à alegação de <b>S. Crino</b> de que o famoso mapa que <b>Toscanelli</b> enviou ao <b>rei de Portugal</b> em <b>1474</b>, e mais tarde, mas com menos certeza, a <b>Colombo</b>, era uma cópia dele.</p>
<p>Crino afirmou que ele é de origem <b>florentina</b>, e não <b>genovesa</b>; que o estilo de escrita e certas outras características indicam definitivamente que ele foi desenhado por <b>Toscanelli</b>; e que ele concorda estreitamente com a <b>carta</b> enviada a Portugal com a cópia, tão estreitamente que a carta é meramente um comentário sobre ele.</p>
<p>Todos esses argumentos, e muitos outros, foram contestados de forma acalorada, até mesmo acirrada. Sem uma <b>investigação paleográfica</b> especializada e minuciosa, é impossível aceitar ou rejeitar a atribuição a Toscanelli, mas Crino apresentou um caso que requer uma análise mais aprofundada.</p>
<p>A principal objeção à tese de Crino é que a <b>carta</b> se refere definitivamente a um <b>mapa para navegação</b>, enquanto o <b>mapa de 1457</b> é principalmente um mapa-múndi desenhado por um <b>cosmógrafo</b>.</p>
<p>Além disso, o mapa de Toscanelli presumivelmente representava o <b>oceano</b> que se interpunha entre a costa oeste da <b>Europa</b> e o “início do <b>Oriente</b>”.</p>
<p>No mapa de <b>1457</b>, esse oceano está dividido em dois e fica nas margens leste e oeste.</p>
<p>Embora Crino tenha levantado muitos pontos interessantes, ele não estabeleceu seu argumento além de qualquer dúvida razoável. <b>Biasutti</b> argumentou que as linhas horizontais e verticais no mapa são paralelos e meridianos tirados do mapa-múndi de <b>Ptolomeu</b> e que a extensão longitudinal do velho mundo corresponde aproximadamente à sua figura de <b>180°</b>.</p>
<p>É difícil ver, portanto, se este mapa de <b>1457</b> era semelhante ao enviado a Portugal, onde residia sua importância, pois essa informação estava acessível a todos os interessados.</p>
<p>O interesse do cartógrafo parece ter residido mais provavelmente na descrição de <b>Conti</b> das <b>ilhas das especiarias</b> orientais e na possibilidade de alcançá-las <b>circunavegando a África</b>.</p>
<p>Seu trabalho está claramente relacionado, embora não intimamente, ao grande <b>mapa de Fra Mauro</b>, seu contemporâneo.</p>
<h3>Fra Mauro — Visão geral</h3>
<p>O mapa-múndi de <b>Fra Mauro</b>, um monge de <b>Murano</b>, perto de <b>Veneza</b>, é frequentemente considerado o ápice da <b>cartografia medieval</b>, mas, em alguns aspectos, é uma transição entre a cartografia medieval e a <b>cartografia renascentista</b>.</p>
<p><b>Fra Mauro</b> parece ter tido uma reputação considerável como <b>cartógrafo</b> e ter trabalhado em um mapa-múndi já em <b>1447</b>. Dez anos depois, ele foi contratado pelo <b>rei de Portugal</b> para construir outro, e para esse fim recebeu <b>cartas náuticas</b> mostrando as últimas descobertas dos portugueses (de acordo com uma inscrição na costa oeste da <b>África</b>).</p>
<p>Nesse trabalho, ele foi auxiliado pelo cartógrafo <b>Andrea Bianco</b>, desenhista de um mapa-múndi datado de <b>1436</b>, e por vários <b>iluminadores</b>. O mapa para o rei, concluído em <b>abril de 1459</b>, foi enviado para Portugal, mas não pode ser localizado atualmente.</p>
<p><b>Fra Mauro</b> faleceu pouco depois, enquanto trabalhava em uma cópia destinada à <b>Senhoria de Veneza</b> e concluída mais tarde, em <b>1459</b>.</p>
<p>Essa cópia sobreviveu e agora está preservada na <b>Biblioteca Marciana, em Veneza</b>. O mapa é <b>circular</b>, com diâmetro de aproximadamente <b>1,93 m</b>, e foi desenhado em <b>pergaminho</b> montado sobre <b>madeira</b>.</p>
<p>É repleto de detalhes, cuidadosamente desenhado e colorido, e anotado com muitas <b>legendas</b>.</p>
<p>Embora as costas sejam desenhadas num estilo que lembra o das <b>cartas portulanas</b>, as <b>loxodromias</b> e as <b>rosas dos ventos</b> estão ausentes, e o efeito é definitivamente o de um <b>mappa mundi</b>, não de uma carta náutica, especialmente porque está orientado com o <b>sul na parte superior</b>.</p>
<h3>Fra Mauro — Centro e Ptolomeu</h3>
<p>A convenção de colocar o centro do mapa em <b>Jerusalém</b> foi finalmente abandonada: talvez sob a influência direta de <b>Ptolomeu</b> ou dos relatos de viajantes sobre a grande extensão do <b>Oriente</b>.</p>
<p>Este afastamento da prática ortodoxa preocupou claramente o frade, que se desculpa da seguinte forma:</p>
<p>“Jerusalém é de facto o centro do mundo habitado em termos de latitude, embora em termos de longitude se situe um pouco a oeste, mas uma vez que a parte ocidental é mais densamente povoada devido à <b>Europa</b>, Jerusalém é também o centro em termos de longitude, se considerarmos não o espaço vazio, mas a densidade populacional.”</p>
<p>É claro, a partir de inúmeras lendas, que Fra Mauro estava muito ciente da grande deferência então dada às concepções cosmográficas de Ptolomeu e da probabilidade de críticas severas a qualquer mapa que as ignorasse.</p>
<p>No entanto, em geral, ele mantém as ideias contemporâneas e antecipa as críticas da seguinte forma:</p>
<p>“Não considero depreciativo para Ptolomeu o fato de não seguir sua <b>Cosmografia</b>, porque, para observar seus meridianos, paralelos ou graus, seria necessário, no que diz respeito à definição das partes conhecidas desta circunferência, deixar de fora muitas províncias não mencionadas por Ptolomeu.</p>
<p>Mas principalmente em latitude, ou seja, de sul a norte, ele tem muita ‘<b>terra incógnita</b>’, porque em sua época ela era desconhecida.”</p>
<p>Se a base de Fra Mauro era menos científica do que poderia ter sido, ele pelo menos apontou para a necessidade de modificar <b>as ideias de Ptolomeu</b> à luz de conhecimentos mais recentes. Em uma modificação importante, a abertura do “<b>Mar da Índia</b>” para o <b>oceano</b> circundante, ele estava de acordo com todos os seus contemporâneos.</p>
<p><b>Ptolomeu</b>, escreve ele, como todos os cosmógrafos, não pôde verificar pessoalmente tudo o que inscreveu em seu mapa e, com o passar do tempo, relatos mais precisos se tornarão disponíveis. Ele afirmou ter feito o possível para estabelecer a verdade.</p>
<p>“Em minha época, esforcei-me por verificar os escritos pela experiência, através de muitos anos de investigação e contato com pessoas dignas de crédito, que viram com seus próprios olhos o que está fielmente descrito acima.”</p>
<p>Ele também demonstra um espírito crítico quando insere no extremo nordeste da <b>Ásia</b>, perto das <b>tribos enclausuradas</b> — “Não acho possível que <b>Alexandre</b> tenha chegado tão longe” — e expressa suas dúvidas sobre essas montanhas serem realmente a <b>cordilheira do Cáspio</b>; ou quando escreve “Observe que as <b>Colunas de Hércules</b> nada mais significam do que a ruptura nas montanhas que circundam o <b>Estreito de Gibraltar</b>.”</p>
<p>Ele não conseguiu chegar a uma conclusão sobre o tamanho do globo:</p>
<p>“Da mesma forma, encontrei várias opiniões sobre essa circunferência, mas não é possível verificá-las. Diz-se que é de 22.500 ou 24.000 <b>miglia</b> ou mais ou menos, de acordo com várias considerações e opiniões, mas elas não têm muita autenticidade, uma vez que não foram testadas.”</p>
<p>Portanto, ele não tinha um conhecimento muito preciso da proporção da <b>Terra</b> que estava retratando em seu mapa. Ao mover seu centro para o leste, no entanto, ele tornou as extensões longitudinais relativas da <b>Europa</b> e da <b>Ásia</b> aproximadamente corretas.</p>
<p>Colocar o centro em <b>Jerusalém</b> resultou, naturalmente, na redução da extensão longitudinal da <b>Ásia</b> em relação à do <b>Mediterrâneo</b>: em seu mapa, ele a representa com cerca de duas vezes o comprimento desse mar, o que é bastante preciso para essa latitude.</p>
<p>Tendo ampliado a <b>Ásia</b> em relação à <b>Europa</b>, nosso cosmógrafo não fez um bom uso do espaço adicional.</p>
<h3>Fra Mauro — Ásia Meridional e Ilhas</h3>
<p>É extremamente difícil compreender sua representação da <b>Ásia meridional</b>. Do <b>Golfo Pérsico</b> para o leste, ele parece ter adotado o <b>esboço ptolomaico</b>, mas exagerou os principais golfos e cabos, e a esse esboço ele adaptou a nomenclatura contemporânea.</p>
<p>O grande <b>Golfo de Cambay</b> lembra a característica semelhante dos mapas do século XIV, com a adição da ilha de <b>Diu</b>, um importante centro comercial.</p>
<p>É notável aqui que a ordem dos nomes de <b>Gogo</b> a <b>Tana</b> está invertida, provavelmente um erro na compilação devido à orientação incomum do mapa.</p>
<p>Além de <b>Tana</b>, a <b>Índia</b> é dividida em duas penínsulas muito atarracadas, resultando na confusão das posições relativas no interior e na colocação do <b>Cabo Deli</b> na latitude do <b>Cabo Comorin</b>. <b>Seilan</b> (<b>Ceilão</b>) aparece mais ou menos corretamente relacionado com o <b>Cabo Comorin</b>, com uma nota indicando que <b>Ptolomeu</b> tinha confundido esta ilha com <b>Taprobane</b>, e uma representação do <b>Pico de Adão</b>.</p>
<p>A leste, há uma <b>Baía de Bengala</b> mais ou menos reconhecível, confinada do outro lado pela grande ilha de <b>Sumatra</b>. Nesta baía desagua, a norte, um grande rio aqui chamado <b>Indus</b>, repetindo um erro que parece remontar, pelo menos, ao <b>Atlas Catalão</b>.</p>
<p>Não há nada que corresponda ao <b>Golden Chersonesus</b> ou à <b>Península Malaia</b>, mas a leste, mais uma vez, surpreendentemente, está colocado o “<b>Sinus Gangeticus</b>”, com o <b>Ganges</b> a entrar a norte: esse rio é, portanto, colocado em estreita relação com o <b>sul da China</b>.</p>
<p>Uma característica notável no <b>Oceano Índico</b> são as <b>Ilhas Maldivas</b>, mostradas com sua extensão linear característica. No entanto, em vez de se estenderem de norte a sul, elas se estendem aproximadamente de noroeste a sudeste, e essa direção é enfatizada em uma inscrição.</p>
<p>A posição em que as <b>Ilhas Andaman</b> são mostradas em relação a <b>Sumatra</b> também sugere que há uma inclinação geral do mapa nesta área de cerca de <b>45° a oeste do norte</b>.</p>
<p>No sudeste, perto da borda do mapa, há uma ilha com a inscrição “<b>Isola Colombo</b>, que tem abundância de ouro e muitas mercadorias, e produz pimenta em quantidade&#8230; O povo desta ilha é de diversas crenças, judeus, muçulmanos e idólatras&#8230;” Isso se refere ao distrito de <b>Quilon</b> (o “Colombo” do <b>Atlas Catalão</b>) no sul da península indiana.</p>
<p>Os topógrafos árabes costumavam, ocasionalmente, referir-se de forma bastante vaga aos distritos acessíveis por mar como “ilhas” (geztra), o que muitas vezes levava a confusão, como no presente caso.</p>
<p>Este erro sugere que partes do mapa foram provavelmente baseadas em descrições escritas ou <b>instruções de navegação</b> de <b>comerciantes árabes</b> ou <b>pilotos</b>.</p>
<p><b>Fra Mauro</b>, ou o desenhista de seu protótipo, claramente interpretou mal a passagem que se refere a “Colombo”. As notas anexadas a algumas das ilhas, indicando sua direção em relação às outras, como no caso das <b>Maldivas</b> já citado, corroboram essa probabilidade.</p>
<p>Certamente, todo o contorno sul do continente, conforme retratado aqui, dificilmente poderia ter sido tirado diretamente de uma carta náutica desenhada por um navegador prático.</p>
<p>A leste da <b>Baía de Bengala</b> está uma <b>Sumatra</b> muito grande, a primeira vez que esse nome aparece inequivocamente em um mapa. Ao norte dela, e um pouco comprimidas pelo limite do mapa, estão muitas ilhas.</p>
<p>Como Fra Mauro afirma que, nessa região, a falta de espaço o obrigou a omitir muitas ilhas, sem dúvida isso também o obrigou a alterar drasticamente sua orientação. Uma longa legenda aqui fornece alguns detalhes esclarecedores sobre o comércio de <b>especiarias</b> e <b>pimenta</b>.</p>
<p>“<b>Java menor</b>, uma ilha muito fértil, na qual existem oito reinos, é cercada por oito ilhas nas quais cresce a ‘espécie sotil’. E na referida Java crescem gengibre e outras especiarias finas em grandes quantidades, e toda a colheita desta e das outras (ilhas) é transportada para <b>Java maior</b>, onde é dividida em três partes, uma para <b>Zaiton</b> (Changchow) e <b>Cathay</b>, a outra pelo <b>mar da Índia</b> para <b>Ormuz</b>, <b>Jidda</b> e <b>Meca</b>, e a terceira para o norte pelo <b>mar de Cathay</b>.</p>
<p>Nesta ilha, de acordo com o testemunho daqueles que navegam neste mar, a estrela polar antártica é vista elevada à altura de <b>un brazo</b>.” (Este termo nunca foi explicado de forma satisfatória.)</p>
<p>Diz-se que Java major está especialmente associada a Cathay:</p>
<p>“Java major, uma ilha muito nobre, localizada no leste, na parte mais distante do mundo, na direção de Cin, pertencente a Cathay e ao golfo ou porto de Zaiton, tem 3.000 milhas de circunferência e 1.111 reinos; o povo é idólatra, feiticeiro e maligno.</p>
<p>Mas a ilha é encantadora e muito fértil, produzindo muitas coisas, como <b>ouro</b> em grandes quantidades, <b>madeira de aloés</b>, <b>especiarias</b> e outras maravilhas.</p>
<p>E a partir do <b>Cavo del ver</b>, em direção ao sul, há um porto chamado <b>Randan</b>, bonito, grande e seguro: nas proximidades fica a nobre cidade de <b>Java</b>, sobre a qual se contam muitas maravilhas.”</p>
<p>As ilhas ao sul de <b>Java menor</b> representam, sem dúvida, as <b>Molucas</b>, como no <b>mapa genovês</b>.</p>
<p>Há um ponto intrigante: logo ao norte de <b>Java maior</b> há uma pequena ilha chamada “<b>isola de Zimpagu</b>”.</p>
<p>Será que se trata de <b>Cipangu</b> (<b>Japão</b>) e, portanto, a primeira aparição do nome em um mapa? Certamente está longe de sua posição correta, mas, como o cartógrafo teve que omitir muitas ilhas por falta de espaço e, sem dúvida, juntou outras, esse nome pode facilmente ter sido colocado no lugar errado.</p>
<p>Se “Java maior” não for Java, mas outra ilha mais próxima de Zaiton, a possibilidade é maior. Todas essas informações sobre as ilhas das especiarias e seu comércio foram retiradas do documento Conti.</p>
<h3>Fra Mauro — China e cidades</h3>
<p>Para a representação da China, muito foi extraído da narrativa de Marco Polo, assim como no Atlas Catalão.</p>
<p>A delineação de Fra Mauro, no entanto, difere da do último em dois aspectos: a costa da China é interrompida por vários <b>golfos</b> longos e estreitos, que, após inspeção, são vistos como meros <b>estuários</b> ou portos importantes, como <b>Zaiton</b>, enfatizados em excesso.</p>
<p>Mais interessante é o <b>sistema hidrográfico</b> aprimorado. Em vez dos rios que se irradiam de um ponto próximo a <b>Cambalec</b>, os dois rios principais são mostrados com alguma aproximação da realidade.</p>
<p>O curso superior do <b>Quiam</b> (o <b>Yangtse Kiang</b>), “o maior rio do mundo”, é verdade, está muito deslocado para o sul, mas o <b>Hwang ho</b> tem sua grande curva superior claramente desenhada. (Não há dúvida, é claro, de que esses rios foram desenhados “em escala real”).</p>
<p>As cidades e as numerosas anotações foram tiradas diretamente, ao que parece, da <b>narrativa de Polo</b>.</p>
<p>A maioria delas, por exemplo, que ocorrem em seu itinerário de <b>Cambalec</b> a <b>Zaiton</b>, podem ser encontradas no mapa, embora em uma ordem não muito compreensível, muitas vezes acompanhadas por um desenho de uma característica mencionada por <b>Polo</b> ou seus comentários, por exemplo, sobre o <b>ouro</b> e a <b>seda</b> desta cidade, ou a <b>porcelana</b> daquela; o <b>açúcar</b> pelo qual este distrito é conhecido ou os juncos gigantescos que crescem em outro.</p>
<p>Nas regiões ocidentais, o quadro é confuso devido ao espaço inadequado que lhes foi atribuído. Fra Mauro parece ter se interessado pela <b>Pérsia</b> e pela <b>Mesopotâmia</b> e ter desenhado mapas desses países antes de começar seu mapa-múndi.</p>
<p>Isso provavelmente explica por que eles figuram de forma tão proeminente neste último, em detrimento das características do leste da <b>Ásia</b>.</p>
<p>Assim, o <b>Issik Kul</b>, aproximadamente em sua posição relativa correta no <b>Atlas Catalão</b>, é mostrado quase vizinho a <b>Cambalec</b>, e outros lugares, <b>Armalec</b> e <b>Hamil</b>, por exemplo, foram deslocados de forma semelhante. Como no <b>Atlas Catalão</b>, o reino de <b>Tenduc</b> foi relegado ao norte, próximo às “<b>tribos enclausuradas</b>”.</p>
<p>No entanto, no geral, é demonstrado um conhecimento razoável da <b>China</b>; o meio do século XIX certamente sabia menos sobre o interior da <b>África Central</b> do que o século XV sabia sobre o interior da <b>China</b>.</p>
<h3>Fra Mauro — Sudeste Asiático e fontes</h3>
<p><b>Yule</b> acreditava que <b>Conti</b> provavelmente havia fornecido a <b>Fra Mauro</b> informações verbais sobre o sudeste <b>asiático</b>, além das contidas em sua narrativa publicada.</p>
<p>Na <b>Birmânia</b>, por exemplo, existem as cidades de <b>Perhé</b> (a forma correta em birmanês), <b>Pochang</b> (Pagan, a antiga capital) e <b>Moquan</b> (Mogoung).</p>
<p>No curso superior do <b>Irrawaddy</b>, há uma nota que atesta o conhecimento das rotas comerciais: “Aqui, as mercadorias são transferidas de rio para rio e assim seguem para <b>Cathay</b>.”</p>
<p>A <b>Índia</b> também é rica em cidades, mas, pelas razões já discutidas, suas posições relativas estão incorretas. <b>Orica</b>, <b>Sonargauam</b> e <b>Satgauam</b> (Satganev), todas no <b>delta do Ganges</b>, provavelmente se devem a <b>Conti</b>.</p>
<p><b>Goa</b>, que mais tarde se tornaria o centro do poder <b>português</b> na <b>Índia</b>, está registrada sob seu nome anterior, <b>Boa Zandapur</b>.</p>
<h3>Fra Mauro — África</h3>
<p>A <b>África</b>, em linhas gerais, assemelha-se à representação no <b>mapa de Este</b>, exceto pelo fato de não estar quase dividida em duas pelo prolongamento do “<b>Sinus Ethiopicus</b>”. Os detalhes da <b>topografia da Abissínia</b> foram ampliados para cobrir a maior parte do centro e do sul, exceto a extremidade sul, que é separada por um rio ou canal do principal e chamada de “<b>Diab</b>”.</p>
<p>O conhecimento detalhado do interior do nordeste africano se estende até o rio <b>Zebe</b> (?<b>Webi Shebeli</b>). O <b>Nilo (Nilo Azul)</b> é mostrado nascendo perto de um lago, sem dúvida o <b>Lago Tana</b>, na fonte de <b>Geneth</b>, um nome para a nascente que ainda era usado na época de <b>James Bruce</b>, mais de trezentos anos depois.</p>
<p>Fra Mauro afirma que obteve esta informação dos <b>nativos do país</b> “que com as suas próprias mãos desenharam para mim todas estas províncias e cidades, rios e montanhas, com os seus nomes — os quais não consegui registar na ordem correta por falta de espaço”.</p>
<p>Foi demonstrado que as duas principais causas da representação confusa do nordeste da África são a ignorância do cartógrafo sobre a existência do <b>Sudão oriental</b>, de modo que ele agrupou o <b>Egito</b> e a <b>Abissínia</b>, e o fato de não ter percebido que grande parte dos detalhes hidrográficos disponíveis se aplicavam a apenas um rio, o <b>Abbai</b>, e não a vários rios distintos.</p>
<p>A <b>Igreja Copta da Abissínia</b> mantinha contato com o <b>Cairo</b> e <b>Jerusalém</b>, e foi sem dúvida através de emissários da Igreja que <b>Fra Mauro</b> obteve suas informações.</p>
<p>Perto do <b>Lago Tana</b>, ele tem o nome de “<b>Ciebel gamar</b>”, literalmente “montanha da lua”. O Sr. <b>O. G. S. Crawford</b> sugere que essa foi a origem da lenda sobre a nascente do <b>Nilo</b> e que só mais tarde o local foi transferido para o <b>Equador</b>.</p>
<p>A sugestão é parcialmente mantida de um “Nilo ocidental” fluindo de um grande pântano, sem dúvida o <b>Lago Chade</b>; além desse pântano, um rio flui para oeste para entrar no oceano por dois braços ao norte de <b>Cabo Verde</b>, sem dúvida o <b>Senegal</b> e talvez a <b>Gâmbia</b>.</p>
<p>Fra Mauro conta-nos que lhe foram fornecidas <b>cartas portuguesas</b> e que falou com aqueles que navegaram nessas águas. Na verdade, os únicos nomes contemporâneos que ele tem são “<b>C. Virde</b>” e <b>C. Rosso</b>, imediatamente a norte do grande golfo; o pequeno rio nas proximidades pode ser o <b>Rio Grande</b>.</p>
<p>O desenho da linha costeira não mostra muita correspondência com a realidade. Afirma-se que os <b>portugueses</b> chegaram ao meridiano de <b>Túnis</b> e talvez até ao de <b>Alexandria</b>.</p>
<p>Curiosamente, no mapa, pode-se dizer que a extremidade leste do golfo está no meridiano de <b>Túnis</b>, como de fato está o extremo leste do <b>Golfo da Guiné</b>. (No entanto, ter cruzado o meridiano de <b>Alexandria</b> teria implicado contornar o <b>Cabo da Boa Esperança</b>.)</p>
<p>Em <b>1459</b>, os navegadores portugueses provavelmente não tinham passado além da <b>Serra Leoa</b>, e é controverso se, nessa data, as <b>Ilhas de Cabo Verde</b> já tinham sido descobertas.</p>
<p>A delineação do grande golfo dificilmente pode basear-se no conhecimento em primeira mão dos portugueses.</p>
<p>A falta de informações atualizadas no mapa foi criticada, especialmente porque <b>Bianco</b> foi contratado para sua produção, mas dificilmente se pode argumentar que as autoridades portuguesas ocultaram deliberadamente essas informações do cartógrafo.</p>
<p>Afinal, elas estavam bem informadas sobre o progresso dos seus navegadores. Ao mandarem desenhar o mapa-múndi, elas estavam presumivelmente interessadas na <b>rota marítima ao redor da África</b> para as <b>Índias</b> e, como vimos, as informações mais recentes sobre as <b>ilhas das especiarias</b> foram incorporadas nele.</p>
<p>Na ilha do sul, “<b>Diab</b>”, já mencionada, há vários nomes, incluindo “<b>Xégiba</b>” (<b>Zanzibar</b>), “<b>Soffala</b>”, “<b>Chelue</b>” (<b>Kilwa</b>) e “<b>Maabase</b>” (<b>Mombasa</b>).</p>
<p>Esses nomes são de <b>origem árabe</b>, e os árabes atuavam nessa costa há séculos. A força da tradição e sua influência sobre os cartógrafos europeus é ilustrada de forma impressionante em uma legenda colocada perto do extremo sul, que atraiu muita atenção. Ela diz:</p>
<p>“Por volta do ano de Nosso Senhor <b>1420</b>, um navio ou junco da <b>Índia</b>, numa travessia do <b>Mar da Índia</b> em direção às ilhas dos homens e das mulheres, foi levado para além do <b>Cabo de Diab</b> e através das <b>Ilhas Verdes</b> e da escuridão em direção ao oeste e sudoeste durante quarenta dias, não encontrando nada além de ar e água, e, segundo os seus cálculos, percorreram <b>2.000 milhas</b> e a sorte os abandonou.</p>
<p>Eles retornaram ao referido <b>Cavo de Diab</b> em setenta dias e, ao se aproximarem da costa para suprir suas necessidades, os marinheiros viram o ovo de uma ave chamada <b>voc</b>, do tamanho de um barril de sete galões, e o tamanho da ave era tal que a distância entre as pontas de uma asa à outra era de sessenta passos, e ela podia facilmente levantar um <b>elefante</b> ou qualquer outro animal de grande porte. Ela causa grandes danos aos habitantes e é muito rápida em seu voo.”</p>
<p>(Em outra parte, ele diz que conversou com pessoas que foram levadas quarenta dias além do <b>Cavo de Soffala</b>.) O <b>roc</b> é, naturalmente, a ave fabulosa das “<b>Mil e Uma Noites</b>”.</p>
<p>Mas o ponto interessante é que, quinhentos anos antes da época de Fra Mauro, um <b>cronista árabe</b> que escreveu sobre <b>Sofala</b> tem uma história muito semelhante de um navio não apenas sendo levado pela tempestade, mas também encontrando o <b>voc</b>.</p>
<p>Fra Mauro baseou-se aqui, em última análise, em <b>fontes árabes</b>, e surge a dúvida se se deve atribuir algum significado à data de <b>1420</b>.</p>
<p>Há outras evidências de fontes orientais nesta região: por exemplo, os nomes das duas ilhas <b>Negila</b> (sânscrito, bela) e <b>Mangula</b> (árabe, afortunada).</p>
<p>A ilha de <b>Diab</b> provavelmente se baseia em relatos da existência da grande ilha de <b>Madagáscar</b>.</p>
<p>Não seria improvável que um navio fosse levado até a latitude do <b>Cabo da Boa Esperança</b>, ou que os árabes em <b>Soffala</b> tivessem alguma noção da tendência da costa para o sul.</p>
<p>É extremamente improvável, como tem sido argumentado, que o <b>Cabo de Diab</b> não seja mais ao sul do que o <b>Cabo Guadafui</b>. O próprio Fra Mauro certamente aceitou a possibilidade de <b>circunavegar a África do Sul</b>.</p>
<p>Com base nesta e noutras evidências, Fra Mauro chegou a uma conclusão importante:</p>
<p>“Alguns autores afirmam que o <b>Mar da Índia</b> é fechado como um lago e que o oceano não entra nele.</p>
<p>Mas <b>Solinus</b> sustenta que é o oceano e que as suas partes sul e sudoeste são navegáveis. E eu afirmo que alguns navios navegaram e regressaram por esta rota.”</p>
<p>Este mapa é de especial interesse, pois mostra que, pelo menos <b>quarenta anos</b> antes dos <b>portugueses</b> chegarem à <b>Índia</b>, <b>as rotas de navegação árabes</b> que cobriam a costa leste da <b>África</b>, a <b>Índia</b> e os mares além da vizinhança de <b>Sumatra</b>, ou pelo menos informações derivadas de tais fontes, estavam disponíveis na Europa Ocidental.</p>
<p>Como um todo, o mapa não pode ter oferecido nada além de incentivo aos portugueses para perseverarem.</p>
<h3>Transição do Mappa Mundi</h3>
<p>Na época em que <b>Fra Mauro</b> estava trabalhando em seu mapa, o mundo conhecido estava se expandindo além da estrutura convencional do <b>mappa mundi</b> circular. Essa expansão ocorreu tanto para o <b>leste</b> quanto para o <b>oeste</b>, para <b>Cathay</b> no leste e para as <b>ilhas do Atlântico</b> no oeste.</p>
<p>Se o diâmetro do mapa fosse aumentado para acomodar esses novos detalhes, os quadrantes norte e sul, correspondentemente ampliados, pareceriam mais vazios do que nunca.</p>
<p>No mapa-múndi de <b>Bianco</b> de <b>1436</b>, a massa continental é colocada excentricamente em relação ao oceano que a envolve, e o leste da <b>Ásia</b> rompe a estrutura para deixar mais espaço no oeste para a inserção de <b>Antillia</b>.</p>
<p>Como vimos, <b>Cresques</b> havia abandonado a forma circular um século antes. Quando ficou claro que <b>Jerusalém</b> não podia mais ser considerada literalmente como o centro do mundo conhecido, os argumentos a favor de uma estrutura circular perderam grande parte de sua força.</p>
<p>Além disso, a popularidade do <b>mapa-múndi de Ptolomeu</b> também contribuiu para isso, além do fato de que, sem um conhecimento considerável de <b>matemática</b>, era impossível encaixar meridianos e paralelos de forma satisfatória em um círculo, ou seja, construir uma <b>projeção</b> precisa.</p>
<p>Com este mapa-múndi de <b>Fra Mauro</b>, portanto, deixamos a convenção medieval que prevaleceu por tantos séculos. A última representação importante <b>pré-colombiana</b> do mundo foi, na verdade, um <b>globo</b>, o mais antigo que sobreviveu.</p>
<h3>Globo de Martin Behaim — Visão geral</h3>
<p>As principais características de interesse no <b>globo de Behaim</b> são, em primeiro lugar, o fato de ser um <b>globo</b> e de que o fabricante foi, portanto, obrigado a considerar diretamente a largura do <b>oceano</b> entre a <b>Europa</b> e a <b>Ásia</b>; em segundo lugar, a forte probabilidade de que os contornos adotados no globo, com exceção da <b>costa africana</b>, tenham sido retirados de um <b>mapa impresso</b> já bastante difundido; em terceiro lugar, a persistência com que esses contornos foram seguidos pelos cartógrafos posteriores e seus esforços determinados para forçar as novas descobertas a se encaixarem nessa estrutura.</p>
<p>O globo também tem grande importância na controvérsia perene sobre o início do grande projeto de <b>Colombo</b> e a evolução subsequente de suas ideias sobre a natureza de suas descobertas, embora uma discussão detalhada desses problemas esteja fora do escopo do presente estudo.</p>
<p>A antiga fama de <b>Martin Behaim</b> como um cosmógrafo habilidoso agora se desvaneceu. <b>Ravenstein</b> mostrou que Behaim possivelmente fez uma viagem à <b>Guiné</b> em <b>1484-1485</b>, mas que ele certamente não era um explorador dos mares do sul e um possível rival de <b>Colombo</b>, e suas realizações cartográficas eram claramente limitadas.</p>
<p>Todas as evidências disponíveis tendem a mostrar que ele era um homem de negócios bem-sucedido que conquistou uma certa posição em <b>Portugal</b> e que, como muitos outros de sua época, tinha grande interesse pelas <b>novas descobertas</b>.</p>
<h3>Globo de Behaim — Criação e características</h3>
<p>No ano de <b>1490</b>, <b>Martin Behaim</b> retornou à sua cidade natal, <b>Nuremberg</b>, para uma estadia de três anos e foi então, a pedido de burgueses influentes, que o <b>globo</b> foi feito.</p>
<p>Behaim recebeu pagamento por “um <b>mappa mundi</b> impresso abrangendo o mundo inteiro”, que foi usado na confecção do globo. Como se diz que ele “dedicou sua arte e esforços” a isso, pode-se creditar a ele pelo menos a alteração da representação impressa na <b>seção africana</b>, embora sua contribuição não tenha sido destacada.</p>
<p>Pelo que se pode perceber a partir de uma cópia fac-símile, o desenho e a <b>iluminação</b> da superfície do globo foram executados com cuidado e de forma atraente; por isso, o crédito deve ser dado ao <b>miniaturista Georg Holzschuler</b>.</p>
<p>O globo tem <b>vinte polegadas</b> de diâmetro: nele aparecem o <b>equador</b>, os dois <b>trópicos</b> e os <b>círculos ártico</b> e <b>antártico</b>. O <b>equador</b> é dividido em <b>360 graus</b>, mas estes não estão numerados.</p>
<p>Um meridiano, <b>80° a oeste de Lisboa</b>, é mostrado e também graduado em graus. Estes também não estão numerados, mas em altas latitudes são indicadas as durações dos <b>dias mais longos</b>.</p>
<p>A extensão longitudinal do velho mundo aceita por <b>Ptolomeu</b> era de aproximadamente <b>177°</b> até a costa leste do <b>Magnus Sinus</b>, mais um número não especificado de graus para a extensão restante da <b>China</b>. <b>Behaim</b> aceitou mais ou menos os <b>177° de Ptolomeu</b> e acrescentou <b>57°</b> para abranger a costa leste da China. Assim, chegou a um total de <b>234°</b>, sendo o valor correto <b>131°</b>.</p>
<p>O efeito disso foi reduzir a distância da <b>Europa</b> ocidental para oeste até as <b>costas asiáticas</b> para <b>126°</b>, em vez do valor correto de <b>229°</b>.</p>
<p>Não há nenhuma indicação no globo sobre o que Behaim considerava ser o comprimento de um grau — mas mesmo que ele não tenha ido tão longe quanto <b>Colombo</b> ao adotar o valor de <b>563 milhas</b> para um grau, ele apresentou uma impressão muito enganosa da distância a ser percorrida para chegar ao leste a partir do oeste.</p>
<p>Além disso, como <b>Cipangu</b>, de acordo com o relato de <b>Marco Polo</b>, está localizada a cerca de <b>25° da costa da China</b>, no <b>Trópico de Câncer</b>, e as <b>Ilhas de Cabo Verde</b> são mostradas se estendendo até <b>30° a oeste</b> do <b>meridiano de Lisboa</b>, a distância restante a ser navegada é praticamente anulada.</p>
<p>O esboço geral não é diferente do <b>mapa genovês de 1457</b>; também é evidente que cartógrafos posteriores, como Contarini e <b>Waldseemüller</b>, se basearam em uma fonte comum a <b>Behaim</b> para as características do <b>Oceano Índico</b> e do <b>leste da Ásia</b>.</p>
<p>Temos motivos para supor, com base nessas e outras evidências, que <b>Behaim</b> não consultou diretamente as autoridades que cita, mas apenas alterou um <b>mapa-múndi</b> já existente.</p>
<p>Não há nenhum conhecimento especial da <b>narrativa de Conti</b>, mas um certo <b>Bartolomeo Fiorentino</b>, desconhecido, é citado sobre as <b>rotas comerciais de especiarias</b> para a <b>Europa</b>.</p>
<p>O sudeste da <b>Ásia</b> é representado como uma longa <b>península</b> que se estende para o sul e um pouco para o oeste, além do <b>trópico de Capricórnio</b>. Essa característica é um resquício da <b>geografia de Ptolomeu</b>, que evoluiu quando o <b>Mar da Índia</b> foi aberto para o <b>oceano</b> circundante.</p>
<p>A localização de <b>Madagáscar</b> e <b>Zanzibar</b> aproximadamente a meio caminho entre esta península e o <b>Cabo</b> deve ser outra característica de alguma antiguidade. <b>Fra Mauro</b> demonstra um conhecimento muito mais atualizado desta área.</p>
<p>O novo conhecimento apresentado limita-se a <b>África</b>, ou melhor, à <b>costa ocidental</b>, pois os nomes da costa oriental, com exceção dos retirados de <b>Ptolomeu</b>, são fantasiosos.</p>
<p>As principais características da <b>costa ocidental</b> são mais ou menos reconhecíveis, embora <b>Cabo Verde</b> seja muito enfatizado. Para <b>Cabo Formoso</b>, na <b>costa da Guiné</b> (posição real 4°12′ N., 6°11′ E.), a nomenclatura difere pouco do uso contemporâneo. Além disso, embora muito possa ser comparado nas duas outras fontes contemporâneas, <b>Soligo</b> e <b>Martellus</b>, há elementos peculiares a <b>Behaim</b>, por exemplo, o “<b>Rio de Behemo</b>”, perto do <b>Cabo Formoso</b>, e a “<b>Insule Martini</b>”, identificada por <b>Ravenstein</b> com <b>Anobom</b>, entre outros de caráter menos pessoal. A costa vira abruptamente para o leste em “<b>Monte negro</b>”, colocado por Behaim na <b>latitude 38° sul</b>.</p>
<p>Este é o ponto alcançado por Cao em 1483, e sua posição real é 15°40′ sul. Um padrão português marca o local.</p>
<p>Na costa que se estende para o leste, há nomes que parecem estar relacionados aos dados por Diaz, e o mar é chamado de “oceanus maris asperi meridionalis”, uma frase que sem dúvida se refere às tempestades encontradas por ele.</p>
<p>Devido ao exagero das latitudes, o “<b>Monte Negro</b>” fica bem próximo da posição que o <b>Cabo da Boa Esperança</b> deveria ocupar. É notável que o <b>mapa de Soligo</b> termine em <b>14° S.</b>, que está próximo do limite do conhecimento detalhado de <b>Behaim</b>. Podemos concluir, portanto, que a contribuição de <b>Behaim</b> foi reproduzir essa costa a partir de um mapa semelhante e acrescentar algumas informações obtidas da viagem de <b>Diaz</b> ao redor do <b>Cabo</b>.</p>
<p>Os dois nomes pessoais não são encontrados em nenhum outro mapa: em conjunto com a tentativa de associar a própria viagem de Behaim à descoberta do Cabo, podemos supor que esta parte do globo, pelo menos, foi desenhada com um espírito de auto-glorificação. Parece duvidoso que Behaim tenha navegado muito além da costa da Guiné.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-do-seculo-xv-fra-mauro-e-martin-behaim/">Cartografia do século XV — Fra Mauro e Martin Behaim</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Atlas Catalão: Redesenhando o Mundo Medieval e a Ásia</title>
		<link>https://bahia.ws/o-atlas-catalao-redesenhando-o-mundo-medieval-e-a-asia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 08:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96364</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapas mundiais catalães: transformando a cartografia medieval e a representação da Ásia Introdução Outra etapa notável foi alcançada no século XIV, quando os cartógrafos europeus fizeram a primeira tentativa desde a época clássica de incluir o continente asiático em sua visão do mundo com base no conhecimento contemporâneo. Os resultados [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/o-atlas-catalao-redesenhando-o-mundo-medieval-e-a-asia/">O Atlas Catalão: Redesenhando o Mundo Medieval e a Ásia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Mapas mundiais catalães: transformando a cartografia medieval e a representação da Ásia</h2>
<h3>Introdução</h3>
<p>Outra etapa notável foi alcançada no século XIV, quando os cartógrafos europeus fizeram a primeira tentativa desde a época clássica de incluir o continente asiático em sua visão do mundo com base no conhecimento contemporâneo.</p>
<p>Os resultados desses esforços estão incorporados na série de <b>mapas mundiais catalães</b>.</p>
<figure id="attachment_96363" aria-describedby="caption-attachment-96363" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96363 size-large" title="Atlas catalão original de 1375" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-1024x334.jpg" alt="Original 1375 Catalan Atlas" width="800" height="261" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-1024x334.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-300x98.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-768x250.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-169x55.jpg 169w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-1536x501.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-2048x668.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Original-1375-Catalan-Atlas-800x261.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96363" class="wp-caption-text">Atlas catalão original de 1375</figcaption></figure>
<h3>Escola catalã e Maiorca</h3>
<p>Na primeira metade do século XIV, a <b>escola catalã</b>, em grande parte <b>maiorquina</b>, assumiu a liderança do progresso cartográfico dos italianos do norte, embora mais como sucessores do que como inovadores.</p>
<p>Durante o século anterior, os maiorquinos conquistaram grande reputação entre os povos do Mediterrâneo ocidental por suas proezas marítimas.</p>
<p>Após sua incorporação à <b>confederação aragonesa</b> (1229), os três portos de <b>Palma, Barcelona e Valentia</b> formaram a base de uma empresa comercial que se estendeu à maioria dos portos do norte da África, até o <b>Egito</b>, e além, até a <b>Síria</b>.</p>
<p>No início do século, a população havia aumentado com a chegada de <b>refugiados judeus</b> fugindo das <b>perseguições almóadas</b>, e esse elemento fortaleceu as relações comerciais, especialmente com o <b>Marrocos</b>.</p>
<p>O comércio também foi estimulado pela política agressiva dos hábeis governantes de <b>Aragão</b>, e agentes diplomáticos parecem ter chegado, por volta de 1300, a lugares tão distantes quanto a <b>Pérsia</b>.</p>
<p>Esses refugiados judeus também incluíam estudiosos capazes de interpretar as obras de <b>cientistas árabes</b>, e esse contato entre marinheiros práticos e habilidosos e aqueles versados em <b>cosmografia</b> e <b>astronomia</b> foi frutífero.</p>
<p>Essas ciências também foram incentivadas pela iluminada <b>Casa de Aragão</b>, sob cujo patrocínio <b>Barcelona</b> se tornou um centro de difusão do <b>conhecimento árabe</b> e, portanto, de avanços em <b>matemática, astronomia</b> e construção de <b>instrumentos</b>.</p>
<p>Essa efervescência intelectual não deixou de influenciar a cartografia, como pode ser visto claramente na obra-prima que é o <b>atlas catalão de cerca de 1375</b>.</p>
<p>Algumas tentativas de ampliar o alcance das <b>cartas portulanas</b> já haviam sido feitas (por exemplo, a carta de <b>Angellino de Dalorto</b>) e, na mesma época, <b>Marino Sanudo</b> se esforçava para conciliar os dados antigos e os novos.</p>
<p>A conclusão dessa reforma do mapa-múndi foi obra dos <b>cartógrafos catalães</b>.</p>
<h3>Precursores e origens</h3>
<p>Embora o <b>atlas catalão</b> seja o exemplo completo mais antigo desse tipo que sobreviveu, ele foi sem dúvida precedido por outros de design geral semelhante.</p>
<p>O <b>atlas marítimo Medici</b> de 1351 contém um mapa-múndi (que se estende para o leste apenas até a costa oeste da <b>Índia</b>) que se assemelha a ele no contorno das costas e nos detalhes interiores.</p>
<p>Pela nomenclatura, é provável que seja de <b>origem liguriana</b>. Um mapa ainda mais antigo (provavelmente cobrindo originalmente todo o “mundo”), o de <b>Angelino Dulcert</b>, de <b>Maiorca</b>, datado de 1339, também tem pontos em comum com o <b>atlas catalão de 1375</b>.</p>
<p>Tendo em vista a possível identidade de <b>Dulcert</b> e <b>Dalorto</b>, e a <b>origem ligur</b> do <b>atlas Medici</b>, podemos concluir que esse tipo de mapa-múndi, embora desenvolvido pelos <b>catalães</b>, teve origem no início do século XIV no <b>norte da Itália</b>, onde a narrativa de <b>Marco Polo</b> — que, como veremos, forneceu muitos dos detalhes incorporados ao mapa — estaria mais facilmente disponível.</p>
<h3>O atlas catalão (1375) e Cresques</h3>
<p>Conhecemos com detalhes incomuns as circunstâncias em que o <b>atlas catalão de 1375</b> (data do calendário que o acompanha) foi produzido e a carreira do cartógrafo que o compilou.</p>
<p>Quando, em 1381, o enviado do rei francês pediu ao <b>rei Pedro de Aragão</b> uma cópia do mapa-múndi mais recente (prova, por si só, de que a reputação da <b>escola catalã</b> já era amplamente reconhecida), ele recebeu este exemplar, que desde então está preservado em <b>Paris</b>.</p>
<p>Há registros de que foi obra de “<b>Cresques le juif</b>”. <b>Abraham Cresques</b>, um <b>judeu de Palma</b>, na ilha de <b>Maiorca</b>, foi por muitos anos “mestre de mappae mundi e de compasses”, ou seja, cartógrafo e fabricante de instrumentos, do <b>rei de Aragão</b>, de quem recebeu privilégios e proteção especiais. Há várias referências a mapas mundiais executados por ele, embora este seja o único conhecido atualmente.</p>
<p>Após sua morte em 1387, seu trabalho foi continuado por seu filho, <b>Jafuda</b>, mas os dias da <b>escola judaica de cartografia em Maiorca</b> já estavam chegando ao fim, devido à onda de perseguições que varreu o <b>reino de Aragão</b> nos últimos anos do século.</p>
<p><b>Jafuda</b> submeteu-se à força e tornou-se cristão em 1391, recebendo o nome de <b>Jaime Ribes</b>, mas a sua posição não melhorou com isso e ele deixou Palma para se mudar para <b>Barcelona</b>.</p>
<p>Lá, ele continuou seu trabalho, em circunstâncias cada vez mais difíceis, até que finalmente aceitou o convite do <b>príncipe Henrique de Portugal</b> para se estabelecer naquele país, onde ensinou aos <b>portugueses</b> <b>cosmografia</b> e a confecção de <b>cartas náuticas</b>.</p>
<p>Essa ligação entre a <b>escola de Maiorca</b> e o início da <b>expansão ultramarina portuguesa</b> é de importância óbvia.</p>
<h3>Patrocinadores e fontes</h3>
<p>Os patrocinadores de Cresques, o rei Pedro III de Aragão e seu filho, além de seus interesses científicos, estavam muito interessados em relatos sobre as terras orientais em relação à sua política econômica progressista e se esforçaram especialmente para obter cópias manuscritas da “Descrição do Mundo” de Marco Polo, das viagens de Odoric de Pordenone e, o que pode surpreender o leitor moderno, da “Viagem de Sir John Mandeville”.</p>
<p>Embora fabuloso em parte, o livro de <b>Mandeville</b> tem uma base científica. Ele estava bastante correto, por exemplo, sobre a <b>esfericidade da Terra</b>; como ele diz: “&#8230; quem quisesse persegui-los para circundar a Terra, quem tivesse a graça de Deus para manter o caminho, poderia chegar aos mesmos países de onde veio e assim dar a volta ao mundo&#8230; poucos homens se atrevem a fazer isso, mas ainda assim é possível”.</p>
<p>O título do atlas mostra claramente o espírito com que foi executado e seu conteúdo: “<b>Mappamundi, ou seja, imagem do mundo e das regiões que estão na Terra e dos vários tipos de povos que a habitam.</b>”</p>
<p>O conjunto é composto por <b>doze folhas</b> montadas em placas para serem dobradas como uma tela; quatro são ocupadas por <b>dados cosmográficos e de navegação</b>, e as oito restantes formam o <b>mapa</b>. Cada folha tem <b>69 × 49 cm</b>, de modo que o conjunto tem aproximadamente <b>69 cm × 3,9 m</b>.</p>
<p>Essas proporções são significativas, pois sem dúvida limitaram o cartógrafo em sua representação das regiões extremas do norte e do sul.</p>
<p>Isso talvez tenha sido, em certa medida, deliberado — pois, dois anos antes da composição deste mapa, ouvimos falar do <b>Infante D. João</b> exigindo um mapa “bem executado e desenhado com o seu Oriente e Ocidente” e representando “tudo o que pudesse ser mostrado do Ocidente e do Estreito (de Gibraltar) que conduz ao Ocidente”.</p>
<p>Em outras palavras, o Infante não estava interessado no norte da Europa e na Ásia ou no sul da África, mas no <b>Oriente</b> e no <b>ocidente do oceano</b>. O cartógrafo o satisfez recortando, por assim dizer, um retângulo leste-oeste de um mapa-múndi circular que cobriria a área desejada.</p>
<p>Mapas catalães posteriores, por exemplo, o <b>mapa Este</b>, mantiveram a forma circular.</p>
<p>A forma do mapa, portanto, não deve ser tomada como evidência em questões como a extensão ou a forma do <b>continente africano</b>; nem a mudança de uma moldura circular para uma retangular indica especificamente qualquer mudança nas ideias relacionadas à forma da Terra.</p>
<p>Como <b>astrônomo</b>, <b>Cresques</b> aceitava sua <b>esfericidade</b>.</p>
<h3>Fontes e influências</h3>
<p>As fontes do <b>atlas catalão</b> dividem-se em três grupos: (1) elementos derivados do típico <b>mapa-múndi circular</b> da época medieval; (2) os contornos do <b>Mar Negro, do Mediterrâneo</b> e das costas da <b>Europa Ocidental</b> com base na <b>carta portulana</b> “normal”; (3) detalhes extraídos das narrativas dos <b>viajantes na Ásia</b> dos séculos XIII e XIV, que transformaram a representação cartográfica desse continente.</p>
<p>A influência do <b>mapa-múndi medieval</b> pode ser vista em muitas características: <b>Jerusalém</b>, embora não tão enfatizada, ainda está aproximadamente no centro do mapa; uma parte da circunferência original do mapa circular forma a costa do nordeste da <b>Ásia</b>, com as <b>montanhas do Cáspio</b> ainda cercando as tribos de <b>Gog e Magog</b>; a grande ilha de <b>Taprobane</b> ocupa aproximadamente a mesma posição que, por exemplo, no <b>Mapa de Hereford</b>; o grande rio oeste-leste além das <b>Montanhas Atlas</b> se assemelha à concepção tradicional da hidrografia do <b>norte da África</b>, embora nomes contemporâneos tenham sido inseridos. Claramente, as adições contemporâneas estão inseridas em uma estrutura muito mais antiga.</p>
<h3>África e relatos de viajantes</h3>
<p>As narrativas de viajantes contemporâneos foram amplamente utilizadas pelo cartógrafo. A costa noroeste da <b>África</b> se estende além do <b>Cabo Bojador</b> até um ponto ao norte do <b>Rio d&#8217;Oro</b>.</p>
<p>Uma inscrição registra a partida do catalão <b>Jacome Ferrer</b> em uma viagem a este “rio de ouro” em 1346, e algum conhecimento da região produtora de ouro do <b>Níger médio</b> é exibido.</p>
<p>O nome regional <b>Guiné</b> (Ginuia), o <b>Reino de Melli</b> e as etapas nas rotas de <b>Marrocos</b> ao <b>Níger</b>, por exemplo, <b>Sigilmessa, Tebelt, T&#8217;agaza</b> e <b>Tenbuch (Timbuktu)</b>, estão marcados.</p>
<p>No nordeste da África, é evidente o conhecimento do <b>vale do Nilo</b> até ao sul de <b>Dongala</b>, onde havia uma <b>missão católica</b> no início do século.</p>
<p>A delineação do sistema do Nilo é, no entanto, viciada pela concepção de que ele fluía de um grande lago na <b>região da Guiné</b>. Esse lago pode refletir rumores sobre as áreas de inundação do <b>Níger</b>, mas a ideia como um todo é muito mais antiga.</p>
<h3>Ásia: forma e rotas</h3>
<p>É, no entanto, na sua representação da <b>Ásia</b> que reside o maior interesse do <b>mapa catalão</b>. Pela primeira vez na cartografia medieval, o continente assume uma forma reconhecível, com uma ou duas exceções notáveis.</p>
<p>Do <b>Mar Cáspio</b>, a oeste, com um contorno bastante preciso no estilo das <b>cartas portulanas</b>, os <b>domínios mongóis</b> se estendem para o leste até a costa de <b>Cathay</b>.</p>
<p>Isso faz uma varredura do leste ao sul, aproximando-se de sua forma real, e ao longo dela aparecem vários dos grandes <b>portos e centros comerciais</b> medievais, frequentados por <b>comerciantes árabes</b>.</p>
<p>No interior, estão corretamente localizadas as principais divisões do <b>território mongol</b>; de oeste a leste, o “<b>Império de Sarra</b>” (o <b>canato de Kipchak</b>), o “<b>Império de Medeia</b>” (o <b>canato de Chagtai</b> do meio) e o império suserano do <b>Grande Khan, Catayo</b>, com sua capital em <b>Cambaluc (Pequim)</b>.</p>
<p>Se o mapa for despojado de suas legendas e desenhos da tradição mais antiga, fica evidente que o principal interesse do compilador está concentrado em uma faixa central que atravessa o continente.</p>
<p>Aqui se encontra uma sucessão de características físicas — <b>montanhas, rios e lagos</b> — e de cidades com formas corrompidas, mas reconhecíveis, de seus nomes medievais, conforme dados nas narrativas dos grandes viajantes do século XIII.</p>
<p>Elas estão misturadas de uma maneira às vezes difícil de entender, mas com a ajuda da narrativa de <b>Marco Polo</b> é possível desvendar os itinerários que o mapa evidentemente pretendia traçar.</p>
<p>A oeste está o <b>rio Oxus</b> (fl. Organci), mostrado, como na maioria dos mapas contemporâneos, desaguando no <b>Cáspio</b>, e ao lado dele as primeiras etapas do itinerário de <b>Urganj</b> (a medieval <b>Khiva</b>) passando por <b>Bokhara</b> e <b>Samarcanda</b> até as nascentes do rio nas montanhas de <b>Amol</b>, no limite leste da <b>Pérsia</b>.</p>
<p>Estas são as terras altas de <b>Badakshan</b>, onde a rota cruzava os <b>Pamirs</b>. A leste fica o <b>lago Issikol</b> e <b>Emalech</b>, a sede do <b>Khan</b>, o <b>Armalec</b> de outros viajantes, na região de <b>Kuldja</b>.</p>
<p>A delimitação é então confundida pela repetição das <b>terras altas de Badakshan</b>, as montanhas de “<b>Baldassia</b>”, um erro que provavelmente surgiu de uma confusão sobre o sistema fluvial do <b>sul da Ásia</b>.</p>
<p>Mais a leste fica “<b>Chancio</b>” (Kanchow, na grande curva do <b>Hwang-ho</b>) e, finalmente, “<b>Chambaleth</b>”, a cidade do <b>Grande Khan</b> e o destino dos viajantes do oeste.</p>
<p>Esta, com várias omissões, foi, em linhas gerais, a rota seguida pelo pai e pelo tio de <b>Marco Polo</b> em sua primeira viagem à <b>corte do Grande Khan</b>.</p>
<p>Também é possível discernir vestígios de sua segunda viagem, acompanhados por <b>Marco</b>, em uma rota mais ao sul, passando por <b>Eri (Herat)</b>, <b>Badakshan</b> e ao longo da borda sul da <b>bacia do Tarim</b>, de <b>Khotan</b> à cidade de <b>Lop</b>.</p>
<p>O compilador, no entanto, talvez por ter confundido essa área desértica com o <b>Gobi</b>, transferiu esse trecho para o norte do <b>Issik Kul</b>.</p>
<p>Uma terceira rota é indicada de forma bastante confusa na extremidade norte do mapa. Ela é marcada por uma linha de cidades ao longo do vale do <b>Volga</b>, de “<b>Agitarchan</b>” (<b>Astrakhan</b>) passando por “<b>Sarra</b>” (<b>Sarai</b>), “<b>Borgar</b>” e, daí, para o leste, passando por “<b>Pascherit</b>” (provavelmente representando o território dos <b>Bash Kirds</b> a leste do meio do Volga) e “<b>Sebur</b>” ou <b>Sibir</b>, um assentamento medieval cuja localização é desconhecida, mas que se acredita estar no alto <b>Irtish</b>. Nesta região, as informações nas quais o mapa se baseou não foram extraídas de <b>Marco Polo</b>.</p>
<p>Ao sul, há uma longa cordilheira leste-oeste, chamada de “<b>montanhas de Sebur</b>”, representando a face noroeste do <b>Tien Shan</b> e <b>Altai</b>.</p>
<p>No final do século XIII e início do século XIV, havia <b>missões franciscanas</b> nessas localidades, e os detalhes, sem dúvida, vieram originalmente dos <b>frades</b>.</p>
<h3>Cathay e portos</h3>
<p>“<b>Chambaleth</b>”, a cidade do <b>Grande Khan</b> que tanto intrigou os cronistas do século XIV, recebe a devida destaque, com uma longa legenda descrevendo sua magnitude e grandeza.</p>
<p>Ela fica perto do vértice de um triângulo formado por dois rios e o <b>oceano</b>; cada um dos dois rios se divide em três antes de chegar ao mar, uma representação que incorpora uma noção um tanto confusa das vias navegáveis naturais e artificiais interligadas da <b>China</b>.</p>
<p>Na parte sul da <b>costa de Cathay</b>, a uniformidade geral da costa é quebrada por três baías, e é significativo que estas estejam associadas aos três grandes portos: <b>Zayton</b> (perto de <b>Changchow</b>), <b>Cansay</b> (mais conhecido nos registros medievais como <b>Quinsay</b>, ou seja, <b>Hangchow</b>) e <b>Cincolam</b> (<b>Cantão</b>).</p>
<p>Destas, <b>Cantão</b> não é mencionada por <b>Marco Polo</b>; no entanto, era muito frequentada por <b>navegadores e comerciantes árabes</b>, cujos relatos provavelmente serviram de base ao compilador.</p>
<p>A tentativa de representar a configuração da costa sugere, pelo menos, que seus informantes estavam interessados do ponto de vista <b>marítimo</b>. Algumas das ilhas ao largo de <b>Quinsay</b> podem representar o <b>arquipélago de Chusan</b>, e mais ao sul está a grande ilha de <b>Caynam</b>, ou seja, <b>Hainan</b>.</p>
<p>No interior, as cidades, na opinião de <b>Cordier</b>, podem, em geral, ser relacionadas aos itinerários descritos por <b>Polo</b>.</p>
<p>A sudeste da costa de <b>Cathay</b>, há inúmeras ilhas — “dizem que são <b>7.548</b>” — nas quais crescem as <b>especiarias</b>. No extremo, há uma parte de uma grande ilha chamada <b>Taprobana</b>.</p>
<p>Uma lenda afirma que é a última ilha do Oriente e é chamada pelos <b>tártaros</b> de “Grande Caulij”. <b>Yule</b> apontou que <b>Kao li</b> era o nome da <b>Coreia</b> e, portanto, considerou que a ilha representada confundia as noções da <b>península coreana</b> e do <b>Japão</b>.</p>
<h3>Índia e Oceano Índico</h3>
<p>A delineação da costa do <b>sul da Ásia</b> tem um grande defeito e um mérito notável: o defeito é a omissão total da <b>península sudeste</b>; o mérito é a representação, pela primeira vez, do <b>subcontinente indiano</b> em sua <b>forma peninsular</b>.</p>
<p>O primeiro é difícil de explicar; para compensar, o cartógrafo inseriu uma grande ilha chamada <b>Java</b> (escrita incorretamente como <b>Jana</b>), que provavelmente se referia a <b>Sumatra</b>.</p>
<p>Para a península indiana, outras fontes se misturam ao relato de <b>Polo</b>. Os <b>Reinos da Índia</b> enumerados por <b>Polo</b> estão ausentes do mapa, e há diferenças significativas nas cidades que aparecem nos dois documentos.</p>
<p>O que se destaca no mapa é o “<b>reino cristão</b>” e a cidade de “<b>Columbo</b>”, localizados na costa leste. Não há dúvida, porém, de que se trata de <b>Quilon</b>, na costa oeste.</p>
<p>Essa forma do nome (traduzido como <b>Coilum</b> por <b>Polo</b>) e outros detalhes sugerem que o compilador se baseou nos escritos de <b>Frei Jordanus</b>, que era missionário nessa área e cujo <b>Livro das Maravilhas</b> foi concluído e estava em circulação em 1340.</p>
<p>Na área ao redor do <b>Golfo de Cambay</b>, várias cidades mencionadas por <b>Jordanus</b>, mas não por <b>Polo</b>, são mostradas, por exemplo, <b>Baroche</b> e <b>Gogo</b>. Existem outros nomes, no entanto, que não são encontrados em <b>Jordanus</b>; mas a importância comercial de <b>Cambay (Canbetum)</b>, no mapa, explicaria as informações relativamente detalhadas sobre essa região.</p>
<p>Não há, no entanto, nenhuma indicação do grande rio <b>Indus</b>, uma omissão notável também na narrativa de <b>Polo</b>. Isso provavelmente surgiu da confusão entre o <b>Indus</b> e o <b>Ganges</b>.</p>
<p>Para a parte do <b>Oceano Índico</b> incluída no mapa, foram utilizadas outras fontes além das incorporadas em <b>Polo</b>.</p>
<p>O <b>Golfo Pérsico</b>, que se estende quase para oeste, tem um contorno semelhante ao do <b>mapa de Dulcert</b>, mas é superior a qualquer mapa anterior. No Golfo, é mostrada a “ilha de <b>Ormis</b>” (<b>Hormuz</b>), em frente ao antigo povoado de mesmo nome no continente.</p>
<p>A costa sul da Arábia tem nomes diferentes daqueles dados por Polo, e em um deles, “Adramant”, podemos reconhecer o moderno Hadhramaut.</p>
<p>A ilha de “Scotra”, uma etapa importante na rota comercial de Aden à Índia, está posicionada incorretamente a leste e parece ocupar a posição aproximada das ilhas Kuria Muria.</p>
<p>Para a Índia e o oceano a oeste, portanto, podemos concluir que foram usados mapas que diferiam em detalhes do relato de Polo, embora semelhantes em características gerais.</p>
<p>Sabemos da existência desses mapas pelas próprias declarações de Polo. Possivelmente, também foram feitas adições para que o mapa pudesse servir como ilustração para sua narrativa.</p>
<h3>O mapa Este e os mapas catalães posteriores</h3>
<p>O único <b>mapa-múndi catalão</b> completo, além do de 1375, que sobreviveu é o <b>mapa Este</b>, preservado em <b>Modena</b>.</p>
<p>Este mapa é circular e, embora tenha sido feito quase cem anos depois, está claramente relacionado ao <b>Atlas de 1375</b>. Essa semelhança no conteúdo dos dois mapas reforça a tese de que o último foi derivado de um <b>protótipo circular</b>.</p>
<p>A nomenclatura e as numerosas legendas, a maioria em <b>catalão</b> e algumas em <b>latim</b> corrompido, são muitas vezes muito semelhantes às do atlas de 1375.</p>
<p>Em alguns casos, as legendas são mais completas, em outros são menos detalhadas; sugerem, portanto, não uma cópia direta, mas uma <b>fonte comum</b>.</p>
<p>Essa semelhança também é evidente na delineação das principais características — a maioria das que constam no atlas de 1375 podem ser encontradas no <b>mapa Este</b>.</p>
<p>As porções setentrionais da <b>Ásia e da Europa</b>, que ficavam fora dos limites do <b>atlas catalão</b>, contêm significativamente poucos detalhes.</p>
<p>Na costa sul da <b>Ásia</b>, existem algumas diferenças, geralmente pequenas, entre os dois mapas. A península da <b>Índia</b> é muito menos pronunciada no <b>mapa de Este</b> e, ao sul, encontra-se a grande ilha de “<b>Salam</b>” ou “<b>Silan</b>” (<b>Ceilão</b>), que ficava fora dos limites do <b>atlas catalão</b>.</p>
<p>Uma legenda refere-se à sua riqueza em <b>rubis</b> e outras pedras preciosas. Não há dúvida, porém, de que os dois contornos são fundamentalmente idênticos.</p>
<p>A leste está a ilha de “<b>Java</b>”, como no <b>atlas catalão</b>. A ilha de “<b>Irapobana</b>” está muito ampliada e está localizada na margem sudeste do mapa.</p>
<p>O oceano circundante, o “<b>Mar deles indies</b>”, está repleto de inúmeras ilhas sem nome e sem características.</p>
<h3>África no mapa Este</h3>
<p>A <b>África</b> ocupa a maior parte da metade sul do mapa. O continente termina em um grande arco, conformando-se à moldura circular do mapa, e se estende para o leste para formar a fronteira sul do <b>Oceano Índico</b>.</p>
<p>A oeste, um longo e estreito golfo do oceano circundante quase separa essa projeção sul da África do Norte.</p>
<p>O interior sul está em branco, exceto pela legenda: “<b>A África começa no rio Nilo, no Egito, e termina em Gutzola, a oeste: inclui toda a terra da Barbária e a terra ao sul.</b>”</p>
<p>Este esboço e legenda foram interpretados como implicando algum conhecimento da <b>extremidade sul da África</b> e, talvez, de uma rota praticável do oeste para o <b>Oceano Índico</b>.</p>
<p>É mais provável que o grande golfo ocidental reflita algum conhecimento do <b>Golfo da Guiné</b>.</p>
<p>O desenho da metade norte do continente em geral se assemelha ao de outros <b>mapas catalães</b>, mas a costa noroeste incorpora alguns detalhes das <b>viagens portuguesas</b> contemporâneas até “<b>C. tide</b>” (<b>Cabo Verde</b>) e “<b>C. groso</b>”.</p>
<p>A partir dessas evidências, o mapa é geralmente datado por volta de <b>1450</b>. Perto do golfo estão as <b>Montanhas da Lua</b>, de onde cinco rios fluem para o norte até um lago no “Nilo ocidental”.</p>
<p>Este lago provavelmente representa a área ao redor do <b>Alto Níger</b>, sujeita a inundações; o <b>Dr. Kimble</b> apontou que esses rios podem muito bem representar as cinco principais fontes do <b>Níger</b>.</p>
<p>Essas <b>Montanhas da Lua</b> estão localizadas no <b>Equador</b>, e os rios são chamados de “<b>riu de lor</b>”.</p>
<p>Podemos, portanto, supor que as nascentes do <b>Níger</b> marcavam o limite aproximado do conhecimento nesta região, e não é improvável que relatos sobre o <b>mar ao sul</b> tenham sido recebidos.</p>
<p>Isso pode ter levado o cartógrafo a aceitar o golfo ocidental de <b>Ptolomeu</b>, mas ampliando-o consideravelmente. O nome “<b>rio de ouro</b>” lembra a inscrição no <b>Atlas Catalão</b>.</p>
<p>A representação do interior remonta, portanto, pelo menos a <b>1375</b>. Portanto, com exceção de uma pequena parte da costa, o mapa não deve nada à <b>exploração portuguesa</b>.</p>
<h3>Conservadorismo e realismo crítico</h3>
<p>Alguma surpresa foi expressa pelo fato de um mapa de <b>1450</b> conter detalhes relativamente atualizados com ideias antiquadas em outras áreas, o que gerou algumas explicações bastante complexas.</p>
<p>Levando em consideração a falta de detalhes e nomes nas regiões do sul da <b>África</b>, podemos conjecturar plausivelmente que, como uma exceção ao conservadorismo usual, o desenhista, pelo menos na <b>África</b>, removeu todos os detalhes para os quais não tinha evidências, a fim de obter uma estrutura na qual inserir as últimas <b>descobertas portuguesas</b>.</p>
<p>Resta saber se o contorno da extremidade sul representa algum conhecimento do <b>Cabo</b>. O contorno pode ser inteiramente imposto pela estrutura do mapa: no máximo, pode refletir o tipo de relato que encontramos no <b>mapa de Fra Mauro</b>.</p>
<p>O mérito dos <b>cartógrafos catalães</b> residia na habilidade com que empregavam as melhores fontes contemporâneas para modificar a imagem tradicional do mundo, nunca indo além do que as evidências justificavam.</p>
<p>Com o mesmo espírito, removeram do mapa a maioria das fábulas tradicionais que haviam sido aceitas durante séculos e preferiram, por exemplo, omitir completamente as regiões norte e sul, ou deixar o sul da <b>África</b> em branco, em vez de preenchê-lo com os <b>antropagi</b> e outros monstros que adornam os mapas medievais.</p>
<p>Embora desenhos de homens e animais ainda apareçam em suas obras, eles são, em sua maioria, aqueles para os quais havia alguma garantia contemporânea, ou quase contemporânea; por exemplo, <b>Mansa Musa</b>, o senhor da <b>Guiné</b>, cuja peregrinação a <b>Meca</b> causou sensação em <b>1324</b>, ou <b>Olub bein</b>, o governante dos <b>tártaros</b>.</p>
<p>Nesse espírito de <b>realismo crítico</b>, os <b>cartógrafos catalães</b> do século XIV romperam com as amarras da tradição e anteciparam as conquistas do <b>Renascimento</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/o-atlas-catalao-redesenhando-o-mundo-medieval-e-a-asia/">O Atlas Catalão: Redesenhando o Mundo Medieval e a Ásia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cartografia: da Antiguidade aos Avanços Medievais</title>
		<link>https://bahia.ws/cartografia-da-antiguidade-aos-avancos-medievais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 04:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96330</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Das antigas pesquisas ao Mappa Mundi medieval: a evolução da cartografia Introdução É frequentemente observado que os povos primitivos contemporâneos, desde os inuítes do Ártico canadense até as tribos beduínas do deserto da Arábia, possuem uma habilidade inata para produzir esboços rudimentares, mas precisos, em peles de animais ou na [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-da-antiguidade-aos-avancos-medievais/">Cartografia: da Antiguidade aos Avanços Medievais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Das antigas pesquisas ao Mappa Mundi medieval: a evolução da cartografia</h2>
<h3>Introdução</h3>
<p>É frequentemente observado que os <b>povos primitivos</b> contemporâneos, desde os <b>inuítes</b> do Ártico canadense até as tribos <b>beduínas</b> do deserto da Arábia, possuem uma habilidade inata para produzir esboços rudimentares, mas precisos, em peles de animais ou na areia, representando a localização e a distância de lugares que lhes são familiares.</p>
<p>É razoável supor que a <b>elaboração de mapas</b> tenha começado como um desenvolvimento dessas habilidades entre os primeiros habitantes do Oriente Médio e das costas do Mediterrâneo oriental.</p>
<h3>Egito e Oriente Próximo</h3>
<p>No <b>Egito</b>, por exemplo, métodos geométricos foram usados desde cedo para a medição de terras, estimulados pela necessidade de restabelecer fronteiras após as enchentes do Nilo.</p>
<p>No entanto, esses registros cadastrais não foram combinados para criar <b>mapas</b> de grandes áreas em escala menor, e os poucos “mapas” nos papiros são mais parecidos com plantas.</p>
<p>No entanto, a ideia de <b>mapas</b> como guias para viajantes era evidentemente comum, como evidenciado pela colocação de “mapas das regiões inferiores” convencionais em caixões para guiar os falecidos.</p>
<p>Na <b>Assíria</b>, uma tabuinha de argila contendo um mapa de parte do norte da Mesopotâmia data de cerca de 3800 a.C.</p>
<p>Na <b>Babilônia</b>, uma representação muito posterior do mundo conhecido mostra-o como um círculo cercado pelo mar e pelos corpos celestes.</p>
<p>Essas especulações sobre a forma do universo e o lugar do mundo conhecido nele, juntamente com as tentativas de representá-lo graficamente, tiveram uma influência importante sobre os <b>cartógrafos</b>.</p>
<h3>Os gregos e os primeiros mapas</h3>
<p>Os <b>gregos</b> adotaram a concepção babilônica da Terra como um disco circular plano cercado pelo oceano primordial, juntamente com muitas outras coisas de maior importância na astronomia e na matemática.</p>
<p>No mundo helênico, os <b>jônios</b> deram os primeiros passos no desenvolvimento do pensamento científico, estando em uma posição favorável para receber a cultura babilônica e compartilhar o comércio em expansão do Mediterrâneo.</p>
<p>Tradicionalmente, um deles, Anaximandro, é creditado com a construção do primeiro mapa grego no início do século VI a.C.</p>
<p>A referência mais antiga a um mapa na literatura ocidental ocorre no relato de Heródoto sobre a entrevista entre Aristágoras, o tirano de Mileto, e os espartanos, de quem ele buscava ajuda contra os persas.</p>
<p>De acordo com <b>Heródoto</b>, Aristágoras apresentou uma tabuinha de bronze com a circunferência de toda a Terra, de todos os mares e de todos os rios inscrita nela.</p>
<p>No entanto, quando os espartanos souberam que Susa, a capital persa, ficava a três meses de marcha da costa mediterrânea, recusaram-se a ouvi-lo mais.</p>
<p>Além dos de <b>Ptolomeu</b>, nosso conhecimento sobre a forma e o conteúdo dos <b>mapas</b> gregos baseia-se em referências nos escritos de historiadores e geógrafos.</p>
<p>A partir deles, deduziu-se que os <b>gregos</b> possuíam <b>itinerários</b> escritos e <b>mapas de itinerários</b> de suas principais rotas comerciais na região do Mediterrâneo oriental desde muito cedo.</p>
<p>Eles certamente também tinham descrições escritas das costas navegadas por seus <b>capitães</b> mercantes, mas não parecem ter construído cartas náuticas.</p>
<p>Como as viagens eram principalmente costeiras, as instruções escritas provavelmente eram preferidas às cartas náuticas, especialmente porque a falta de instrumentos precisos significava que as cartas não podiam ser muito precisas.</p>
<p>Pelo menos, não há referências claras a cartas náuticas. No entanto, as informações obtidas dos marinheiros contribuíram muito para os mapas gerais, nos quais as costas constituíam uma parte significativa.</p>
<h3>Mapas de itinerários e mapas mundiais compostos</h3>
<p>Os mapas de itinerários mostravam as etapas ao longo de rotas importantes; por exemplo, da costa do Mediterrâneo através da Ásia Menor até a capital persa, Susa.</p>
<p>Isso era representado como uma linha reta com detalhes das principais características geográficas em ambos os lados.</p>
<p><b>Mapas</b> gerais do mundo conhecido foram criados a partir de mapas seccionais como este. <b>Sir John Myres</b> demonstrou como isso foi feito através de seu estudo de <b>Heródoto</b>.</p>
<p>Primeiro, algumas linhas fundamentais foram estabelecidas, correspondendo aproximadamente aos nossos <b>paralelos</b> e <b>meridianos</b>. Um desses paralelos era a Estrada Real para Susa mencionada acima, enquanto outros foram fornecidos por listas de povos que se acreditava terem se sucedido de leste a oeste.</p>
<p>Um <b>meridiano</b> foi traçado ao longo do Nilo e através dos Portões da Cilícia e Sinope até a foz do Ister (Danúbio).</p>
<p>Como essas linhas estavam longe de ser “retas”, uma distorção considerável foi introduzida no <b>mapa</b>. Dessa forma, um eixo leste-oeste também foi estabelecido para o Mediterrâneo.</p>
<p>Como a mudança de direção era gradual e não facilmente perceptível ao longo de trechos consideráveis da costa oeste da Itália e da costa sul da França, por exemplo, essas partes tendiam a ser mostradas como paralelas ao eixo leste-oeste.</p>
<p>O Mediterrâneo foi, assim, estreitado proporcionalmente ao seu comprimento.</p>
<h3>Simetria e concepção do mundo</h3>
<p>Um princípio geral que governava grande parte do pensamento grego da época foi incorporado ao desenho do <b>mapa</b>: a <b>simetria</b> da natureza. As características ao norte do eixo tinham que ser equilibradas por características semelhantes ao sul: os Pirenéus pela <b>Cordilheira do Atlas</b>, o Adriático pelo Golfo de Syrtes, a Grécia pelo promontório da <b>Cirenaica</b> e assim por diante.</p>
<p>Este princípio também foi aplicado mais longe: uma vez que se pensava que o Nilo fluía de oeste para leste no seu curso superior, o curso superior desconhecido do Ister foi feito da mesma forma.</p>
<p>É importante enfatizar este ponto, pois influenciou fortemente as ideias posteriores sobre a configuração da Terra.</p>
<p><b>Ptolomeu</b> provavelmente concebeu seu Oceano Índico fechado como uma contrapartida do Mediterrâneo. O <b>mapa</b>-múndi continuou a ter forma circular e centrado em <b>Delphi</b>, uma suposição que os filósofos frequentemente ridicularizavam.</p>
<h3>Avanços científicos: esfera, latitude e longitude</h3>
<p>Enquanto isso, o progresso científico revolucionava as concepções sobre a Terra e sugeria métodos muito mais precisos para determinar a posição em sua superfície.</p>
<p>A ideia de que a Terra era <b>esférica</b> em vez de plana foi avançada pela primeira vez pelos filósofos <b>pitagóricos</b> e levada ao conhecimento do público em geral através dos escritos de <b>Platão</b>.</p>
<p>Uma vez reconhecida a natureza esférica da Terra e, mais tarde, a obliquidade da eclíptica, os astrônomos foram capazes de deduzir as <b>latitudes</b> a partir das proporções entre os comprimentos da sombra e do ponteiro do relógio de sol.</p>
<p>Este foi o precursor do método moderno de obter a <b>latitude</b> observando a altitude do sol ao meio-dia e aplicando a correção necessária a partir das tabelas do Almanaque Náutico.</p>
<p>Assim, a par do “mapeamento” de áreas relativamente pequenas para fins práticos, que correspondia ao que os gregos chamavam de “<b>corografia</b>”, a ciência da “<b>geografia</b>” desenvolveu-se lentamente. Isto envolveu o mapeamento de todo o mundo conhecido utilizando métodos científicos — o que hoje chamamos de <b>cartografia</b>.</p>
<p>Ao contrário da determinação da <b>latitude</b>, para a qual o eixo da Terra fornece um dado de referência estabelecido, o problema da <b>longitude</b> confundiu os astrônomos por muito tempo, pois nenhum <b>meridiano</b> é marcado como o inicial, da mesma forma que o Equador serve como o paralelo inicial.</p>
<p>Como a Terra dá uma volta completa em aproximadamente um dia, rapidamente se percebeu que observações simultâneas de um fenômeno celeste, como um eclipse lunar, forneceriam um valor para a diferença de <b>longitude</b> (1 hora = 15° de <b>longitude</b>) devido à diferença nos horários locais no momento da observação.</p>
<p>No entanto, sem as tabelas astronômicas necessárias ou relógios portáteis precisos, esse método era impraticável, embora algumas tentativas tenham sido feitas para observar eclipses com esse objetivo. Até o século XVII, todos os primeiros <b>mapas</b> mostravam <b>longitudes</b> convertendo distâncias em valores angulares em relação à circunferência do globo.</p>
<p>Para fazer isso, era necessário calcular a circunferência da Terra, que, quando dividida por 360, daria o comprimento de um <b>grau</b>.</p>
<p>Isso foi alcançado com um alto grau de precisão pelo astrônomo grego <b>Eratóstenes</b>, que mediu o arco meridiano entre Alexandria e Syene.</p>
<p>Ele chegou a um valor de 252.000 <b>estádios</b> para a circunferência da Terra, o que — supondo que ele tenha usado o estádio curto — era equivalente a 24.662 milhas.</p>
<p>Esse resultado estava apenas cerca de 50 milhas aquém do valor real. A partir desse resultado, concluiu-se que um <b>grau</b> era equivalente a 68,5 milhas. Infelizmente, esse valor preciso não foi aceito por seus sucessores, o que teve consequências significativas para a história da <b>cartografia</b>.</p>
<h3>Projeções e gradientes</h3>
<p>Os <b>gregos</b> também tentaram resolver o problema de projetar a superfície da Terra em um plano, a fim de criar um arranjo organizado de <b>paralelos</b> e <b>meridianos</b>, que pudesse ser usado para localizar posições.</p>
<p>Desenhar <b>paralelos</b> era relativamente simples, pelo menos dentro da área limitada para a qual havia observações disponíveis.</p>
<p><b>Eratóstenes</b> tentou estender dois paralelos para o leste com base nas direções observadas por viajantes entre locais importantes e na suposição de que distritos com climas e produtos semelhantes ficariam no mesmo paralelo ou próximo a ele. Dessa forma, ele estabeleceu dois paralelos principais: um ao longo do eixo presumido do Mediterrâneo (Gibraltar-Messina-Rodes), continuando através do Taurus e dos Portões do Cáspio, e ao longo das montanhas <b>Imaus</b>. Em segundo lugar, ele presumiu que <b>Meroe</b>, no Egito, ficava no mesmo paralelo que o sul da Índia.</p>
<p>O estabelecimento dos <b>meridianos</b> apresentou dificuldades ainda maiores pelas razões já mencionadas. Sem a ajuda da bússola magnética, era extremamente difícil determinar a orientação de um lugar em relação a outro.</p>
<p>Esse conhecimento foi derivado de observações astronômicas aproximadas, como a posição do sol nos equinócios ou a posição das constelações no céu noturno. Usando essas observações, <b>Eratóstenes</b> estabeleceu um <b>meridiano</b> inicial que assumia que a foz do <b>Don</b>, <b>Lysimachia</b> nos Dardanelos, <b>Rodes</b>, <b>Alexandria</b>, <b>Aswan</b> e <b>Meroe</b> ficavam todos em uma linha direta norte-sul.</p>
<p>Seus sucessores criticaram essas tentativas de fornecer uma estrutura fixa para o <b>mapa</b> mundial, alegando que os dados disponíveis eram insuficientes. <b>Hiparco</b>, o maior dos astrônomos gregos, refutou essas alegações e lançou as bases para novos avanços ao compilar uma tabela de <b>latitudes</b>.</p>
<h3>Marinus e Ptolomeu</h3>
<p>À medida que conhecimentos mais detalhados foram se acumulando e o mundo conhecido se expandiu graças às conquistas de Alexandre, o Grande, e dos romanos, os cartógrafos posteriores puderam assumir a tarefa delineada por <b>Eratóstenes</b> e <b>Hiparco</b> com maior garantia de sucesso.</p>
<p>Dois nomes se destacam no século II d.C.: <b>Marinus de Tiro</b> e <b>Cláudio Ptolomeu</b> de Alexandria. O trabalho de <b>Marinus</b> é conhecido por nós quase inteiramente a partir das referências que <b>Ptolomeu</b> faz a ele em sua “Exposição Geográfica”.</p>
<p>Marinus baseou-se em ideias anteriores para criar uma rede de meridianos e paralelos, mas em seu mapa-múndi, ele os representou como linhas retas que se cruzavam em ângulos retos. Ele considerou essa negligência da convergência dos meridianos justificável, tendo em vista a área relativamente pequena da superfície da Terra que poderia ser mapeada e a incerteza de grande parte dos dados.</p>
<p><b>Ptolomeu</b> criticou-o por esse ponto, criando duas <b>projeções</b> e corrigindo e complementando o trabalho de <b>Marinus</b> com informações posteriores.</p>
<p>Ao discutir os <b>mapas</b> de <b>Ptolomeu</b>, deve-se observar que nenhum manuscrito anterior ao século XII d.C. sobreviveu, e é discutível se os mapas que temos são aqueles que <b>Ptolomeu</b> desenhou ou se ele realmente desenhou <b>mapas</b>.</p>
<p>Além das seções gerais sobre <b>cartografia</b> e <b>projeções</b>, a <b>Geografia</b> é essencialmente uma extensa tabela das coordenadas geográficas de cerca de 8.000 locais.</p>
<p>Como havia muito poucas observações astronômicas disponíveis, <b>Ptolomeu</b> obteve as posições dessas localidades através do estudo cuidadoso de <b>itinerários</b>, direções de navegação e descrições topográficas de vários países.</p>
<p>Ele se esforçou para levar em conta as curvas das rotas, reduzindo muitas distâncias dos itinerários, pois compartilhava da desconfiança de <b>Marinus</b> em relação às estimativas dos viajantes, como evidenciado pela afirmação de Marinus de que “os comerciantes, totalmente voltados para os negócios, pouco se importam com a exploração e, muitas vezes, por se gabarem, exageram as distâncias”.</p>
<p>O método mais simples de chegar às coordenadas seria construir <b>mapas</b> a partir desses dados e lê-los a partir da rede de <b>meridianos</b> e <b>paralelos</b>.</p>
<p>Dado todo esse trabalho preliminar laborioso, é difícil acreditar que ele teria se abstido de complementar seu texto com <b>mapas</b>. Isso não significa que os <b>mapas</b> tenham sobrevivido em sua forma original. É afirmado categoricamente que o <b>mapa</b>-múndi foi desenhado por <b>Agathodaimon</b> de Alexandria, que pode ter sido contemporâneo de <b>Ptolomeu</b>.</p>
<p>No entanto, também há inconsistências no texto e entre o texto e os <b>mapas</b>. <b>Padre Joseph Fischer</b>, um dos principais especialistas em <b>Geografia</b>, acreditava que os <b>mapas</b> foram originalmente desenhados por <b>Ptolomeu</b>, mas se separaram do texto.</p>
<p>Ele também achava que tanto o texto quanto os <b>mapas</b> passaram por modificações antes de serem reunidos. No entanto, uma interpretação mais drástica foi apresentada por um estudante recente, <b>Leo Bagrow</b>.</p>
<p>Através de um estudo crítico do texto, que ele admite carecer de unidade, ele acredita que ele foi compilado a partir dos escritos de Ptolomeu por um escriba bizantino no século X ou XI.</p>
<p>A partir dos nomes tribais na <b>Sarmácia</b> europeia (oeste da Rússia), ele conclui que os <b>mapas</b> não poderiam ter sido desenhados antes do século XIII. Ele também encontrou um registro de um bizantino chamado <b>Maximos Planudes</b> (c. 1260–1310) que possuía um manuscrito do texto e desenhou um conjunto de <b>mapas</b> para ele.</p>
<p><b>Bagrow</b> acredita que os <b>mapas</b> manuscritos posteriores derivam desses. Embora esteja claro que os <b>mapas</b> sobreviventes não são o trabalho original de <b>Ptolomeu</b>, isso não significa necessariamente que ele não tenha desenhado <b>mapas</b>; os casos de <b>Agathodaimon</b> e do <b>mapa</b>-múndi sugerem que seus dados estavam sendo usados para <b>mapas</b> desde muito cedo.</p>
<p>Mais importante ainda, os manuscritos de <b>Ptolomeu</b> transmitiram uma vasta quantidade de detalhes topográficos aos estudiosos do <b>Renascimento</b>, influenciando profundamente sua concepção do mundo, independentemente da verdade sobre sua história.</p>
<h3>Mapas manuscritos e influência</h3>
<p>Os <b>mapas</b> manuscritos se dividem em duas categorias: uma composta por um <b>mapa</b>-múndi e vinte e seis <b>mapas</b> regionais. Esse conjunto acompanhou as traduções latinas do século XV e foi usado para as primeiras edições impressas.</p>
<p>A segunda classe contém sessenta e sete <b>mapas</b> de áreas menores. O <b>mapa</b>-múndi é desenhado usando a mais simples das duas <b>projeções</b> descritas por <b>Ptolomeu</b>: uma cônica simples com um paralelo padrão.</p>
<p>Os <b>mapas</b> especiais usam uma <b>projeção</b> retangular com <b>paralelos</b> e <b>meridianos</b> retos que se cruzam em ângulos retos. Eles mostram as fronteiras das províncias e a localização de nações, cidades, rios e montanhas importantes.</p>
<p>Esses <b>mapas</b> merecem uma análise mais detalhada devido à sua influência no <b>renascimento</b> da <b>cartografia</b>. Do século II até o início do século XV, eles quase não tiveram influência na <b>cartografia</b> ocidental.</p>
<p>No entanto, eram conhecidos pelos geógrafos <b>árabes</b>, que possuíam traduções de suas obras. Por meio delas, parecem ter influenciado cartógrafos do século XIV, como <b>Marino Sanudo</b>.</p>
<p>Após a tradução do texto para o latim no início do século XV, Ptolomeu dominou a cartografia europeia durante um século. Sua insistência em uma abordagem científica promoveu o progresso cartográfico.</p>
<p>No entanto, suas ideias também impediram o desenvolvimento de um mapa-múndi preciso de várias maneiras. Um de seus principais erros foi adotar um valor para o comprimento de um grau equivalente a 56,4 milhas, em oposição ao valor mais preciso de Eratóstenes.</p>
<p>Consequentemente, ao converter distâncias em <b>graus</b>, ele obteve valores muito exagerados, um erro que foi exacerbado pela tendência dos viajantes de superestimar as distâncias que haviam percorrido.</p>
<p>Por exemplo, ele estimou a extensão longitudinal do Mediterrâneo em 62°, em vez de 42°, e também exagerou a extensão oriental da Ásia, colocando suas costas orientais 50° a leste demais. No entanto, isso representou uma redução de 45° em relação ao valor adotado por <b>Marinus</b>.</p>
<p>Ele também incorporou ideias errôneas sobre a forma do <b>Velho Mundo</b>. Por exemplo, superestimou muito o tamanho de <b>Taprobana</b> (Ceilão) e ignorou a forma peninsular do subcontinente <b>indiano</b>, talvez confundindo-o com o <b>Ceilão</b>.</p>
<p>Ele concebeu o <b>Oceano Índico</b> como um mar sem saída para o mar e estendeu a costa sudeste da África para o leste para encontrar uma extensão sul que ele provavelmente pretendia representar a <b>Península Malaia</b>.</p>
<p>Outro erro evidente é a direção leste que ele deu à <b>Escócia</b>, provavelmente devido a um erro ao unir dois <b>mapas</b> seccionais.</p>
<p>Sua representação da hidrografia do norte da África, mostrando um grande rio fluindo para o leste, possivelmente o <b>Níger</b>, terminando em um pântano central, foi seguida até o início do século XIX.</p>
<p>Sua delineação do <b>Nilo</b> foi menos errônea: ele nascia de lagos no sopé das <b>Montanhas da Lua</b>, alguns graus ao norte do Equador.</p>
<p>É útil ter em mente essas representações errôneas ao estudar <b>mapas</b> <b>renascentistas</b>, bem como observar sua eliminação gradual à medida que as explorações avançavam.</p>
<h3>Cartografia romana</h3>
<p>Os <b>romanos</b> parecem ter sido singularmente indiferentes às conquistas gregas na <b>cartografia</b> científica. Para eles, os <b>mapas</b> continuavam sendo auxiliares práticos para as viagens de seus funcionários e as campanhas de suas legiões.</p>
<p>A julgar pelo único exemplo sobrevivente de qualquer tamanho, podemos concluir que eles eram pouco mais do que representações gráficas de <b>itinerários</b> escritos.</p>
<p>Este exemplo é a “<b>Tabela de Peutinger</b>”, batizada em homenagem ao humanista do século XVI que a possuía, e é uma cópia muito tardia. A tabela é essencialmente um <b>mapa</b> rodoviário do Império Romano, projetado para caber em um pergaminho longo e estreito, provavelmente para facilitar o transporte.</p>
<p>Linhas retas indicam as estradas, e as distâncias são marcadas entre cada etapa. Mudanças de direção são mostradas por “curvas”, e estradas secundárias divergem de maneira semelhante.</p>
<p>As direções reais são, portanto, negligenciadas, resultando em uma distorção considerável da forma dos países e das posições relativas das características. No entanto, era simplesmente um guia eficiente para os usuários das estradas, como era sua intenção.</p>
<p>A partir de referências literárias que descrevem o uso de <b>mapas</b> em campanhas e seu valor para os comandantes, fica claro que nem todos os <b>mapas</b> romanos poderiam ter se assemelhado muito à Tabela.</p>
<p>É possível formar uma ideia de seu caráter geral a partir de referências ao mais famoso <b>mapa</b> romano: o <b>Orbis Terrarum</b>, ou “levantamento do mundo”, criado por <b>M. Vipsanius Agrippa</b>, genro do imperador Augusto, que autorizou o projeto e supervisionou sua conclusão após a morte de Agrippa em 12 a.C.</p>
<p><b>Plinio</b> testemunha a “extraordinária diligência” de <b>Agripa</b> e o cuidado que dedicou ao trabalho, que foi exibido no Porticus Vipsania, em Roma, para informar os cidadãos.</p>
<p>Em suas descrições topográficas dos países em sua “História Natural”, <b>Plinio</b>, que tinha visto o <b>mapa</b>, cita <b>Agripa</b> várias vezes sobre as dimensões e fronteiras dos países, presumivelmente obtidas a partir do <b>mapa</b>.</p>
<p>Uma vez que estas citações se referem a mares, rios, montanhas, ilhas, províncias e cidades, o <b>mapa</b> deve ter sido desenhado com grande detalhe.</p>
<p>O <b>mapa</b> baseava-se, sem dúvida, nas distâncias ao longo do sistema rodoviário romano e nos relatórios oficiais fornecidos pelos administradores provinciais. Foram expressas várias opiniões sobre a forma provável do <b>mapa</b>, mas a maioria das pessoas pensa que era circular.</p>
<p>A popularidade dos pequenos <b>mapas T–O</b> no final da época romana é uma evidência indireta disso. Dada a natureza oficial do mapa de <b>Agripa</b>, ele provavelmente circulou em cópias em escala reduzida, como o mapa que <b>Eumenius</b> relata ter sido estudado por estudantes em Autun no século IV.</p>
<p>Pode-se argumentar que os <b>mapas</b> derivados do modelo de <b>Agripa</b> persistiram durante a Idade Média, dos quais o <b>mappa mundi de Hereford</b> é um exemplo.</p>
<p>O contraste frequentemente traçado entre a <b>cartografia</b> romana “prática” e a <b>cartografia</b> grega “científica” é exagerado.</p>
<p>Embora seja verdade que os <b>gregos</b> tenham chegado a uma concepção mais científica dos fundamentos, seus métodos de obtenção dos dados necessários eram menos avançados do que sua teoria.</p>
<p>Foi somente no final desse período que a <b>cartografia</b> grega culminou na obra de <b>Claudius Ptolemy</b>, e mesmo assim ela tinha sérias limitações.</p>
<p>Não é difícil acreditar que, para os <b>romanos</b>, um <b>mapa</b> baseado no sistema rodoviário teria sido mais atraente do que o trabalho dos geógrafos gregos, por mais cientificamente concebido que fosse.</p>
<h3>Mapas do início da Idade Média</h3>
<p>Não há espaço suficiente aqui para examinar a <b>cartografia</b> do início da Idade Média em detalhes, mas certos pontos devem ser lembrados. Durante vários séculos, o conhecimento geográfico permaneceu estático, se não em declínio.</p>
<p>Consequentemente, a <b>geografia</b> e a <b>cartografia</b> tornaram-se uma mera rotina de copiar autoridades aceitas, com um número crescente de erros introduzidos. Muitos dos chamados <b>mapas</b> desse período eram diagramas simplificados inseridos em descrições padrão do mundo conhecido.</p>
<p>Um exemplo comum são os numerosos <b>mapas T–O</b>, que são orientados com o leste na parte superior.</p>
<p>O O representa a fronteira do mundo conhecido, o traço horizontal do T inserido representa o meridiano aproximado que vai do Don ao Nilo, e o traço perpendicular representa o eixo do Mediterrâneo.</p>
<p>Outras versões ocorrem dentro de uma moldura retangular, que pode ter sido adotada por sua economia de espaço ou porque estava em conformidade com as referências bíblicas aos “quatro cantos da terra”.</p>
<p>O principal tipo de <b>mapa</b> circular do mundo, ou “<b>mappa mundi</b>”, que se perpetuou ao longo desse período, parece estar remotamente relacionado ao <b>mapa</b> do mundo de <b>Agrippa</b>, modificado para se alinhar com a teologia cristã ortodoxa.</p>
<p>Existem variações na forma; por exemplo, o <b>mapa de Henrique de Mainz</b> na Biblioteca do Corpus Christi College, em Cambridge, é elíptico, o que pode ter sido feito para se encaixar mais convenientemente na página do manuscrito.</p>
<p>De qualquer forma, o conteúdo desses <b>mapas</b> não difere significativamente do tipo circular.</p>
<h3>O Mappa Mundi de Hereford e a cartografia britânica</h3>
<p>O maior e mais interessante exemplo sobrevivente de um <b>mapa</b> circular do mundo é o <b>mappa mundi</b> preservado na <b>Catedral de Hereford</b>.</p>
<p>Embora date de cerca de 1300 d.C., é claramente o último de uma longa série de cópias. Uma dessas ligações é o mapa de <b>Hieronymus</b>, datado de cerca de 1150 d.C., que se encontra agora no Museu Britânico.</p>
<p>Há várias razões para acreditar que ele deriva de um original romano, além das inscrições nele que o associam ao escritor do século IV <b>Orosius</b> e se referem ao levantamento do mundo pelo “rei” <b>Agrippa</b>.</p>
<p>Em termos gerais, a área que ele representa corresponde aos limites do Império Romano, estendendo-se para incluir as conquistas de Alexandre, o Grande.</p>
<p>As fronteiras provinciais mostradas correspondem bastante às da época de <b>Diocleciano</b>.</p>
<p>As formas atribuídas a certos países se assemelham às dos escritos populares da era romana, e alguns grupos de cidades nomeadas, embora confusos no <b>mapa</b>, correspondem a seções do <b>Itinerário Antonino</b>.</p>
<p>Embora se aceite essa origem romana para o <b>mapa de Hereford</b>, deve-se reconhecer que ele sofreu alterações significativas nas mãos de teólogos cristãos.</p>
<p><b>Jerusalém</b> está no centro do <b>mapa</b>, o que não é uma distorção grave, uma vez que o centro do original pode muito bem ter estado nas proximidades de <b>Rodes</b>.</p>
<p>Embora seja contestado se o <b>mapa</b> romano original estava orientado com o leste na parte superior, esta não teria sido uma alteração difícil de fazer e permitiu ao escriba cristão colocar o paraíso terrestre numa posição de honra.</p>
<p>Além disso, a área da <b>Palestina</b> foi consideravelmente ampliada, pois um dos objetivos era retratar locais sagrados nas Escrituras Sagradas.</p>
<p>O esquema geral se assemelha ao dos <b>mapas T-O</b>, embora seja um pouco distorcido pela ênfase dada à <b>Palestina</b>, <b>Ásia Menor</b> e assim por diante.</p>
<p><b>Roma</b>, <b>Antioquia</b> e <b>Paris</b> são desenhadas de forma muito visível, com a proeminência desta última sugerindo que um escriba francês pode ter sido responsável por uma das “ligações”.</p>
<p>Outras cidades e vilas são representadas por desenhos convencionais de torres e portões, enquanto montanhas e rios abundam, os primeiros retratados em um perfil estilizado.</p>
<p>A maior parte do espaço vazio é preenchido com desenhos cuidadosamente executados que retratam temas de histórias populares e <b>bestários</b> da época. A obra como um todo é tanto uma <b>enciclopédia</b> do conhecimento medieval quanto um <b>mapa</b> e fornece material fascinante para estudo.</p>
<p>Para este esboço, o fato mais interessante é que, embora tenha sido copiado principalmente de fontes mais antigas, ele contém acréscimos que mostram que o interesse pela <b>cartografia</b> não havia desaparecido completamente.</p>
<p>Várias cidades que eram proeminentes na administração inglesa da <b>Gasconha</b> no século XIII foram adicionadas, e há vestígios de uma rota comercial do norte da <b>Alemanha</b> em direção ao <b>Reno</b>, datando de um período anterior.</p>
<figure id="attachment_96332" aria-describedby="caption-attachment-96332" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96332 size-large" title="mapa de Hereford" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-881x1024.jpg" alt="mapa de Hereford" width="800" height="930" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-881x1024.jpg 881w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-258x300.jpg 258w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-768x893.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-47x55.jpg 47w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-1321x1536.jpg 1321w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-1762x2048.jpg 1762w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/mapa-de-Hereford-800x930.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96332" class="wp-caption-text">mapa de Hereford</figcaption></figure>
<p>Embora rudimentar, a representação das <b>Ilhas Britânicas</b> no <b>mapa de Hereford</b> é posterior ao conteúdo geral e apresenta formas medievais de nomes de cidades e quatro cidades na <b>Irlanda</b>.</p>
<p>A representação dos sistemas fluviais <b>Trent–Ouse</b> do norte da Inglaterra também indica conhecimento local. No entanto, as evidências da atividade <b>cartográfica</b> medieval na <b>Grã-Bretanha</b> não se limitam a este <b>mapa</b>.</p>
<p>Datados de cerca de 1250, são os quatro <b>mapas</b> de <b>Matthew Paris</b>, o cronista de <b>St Albans</b>: um é baseado em um <b>itinerário</b> em linha reta de Dover a Newcastle.</p>
<p>Embora apresentem dificuldades de interpretação, eles mostram que tentativas de desenhar <b>mapas</b>, por mais rudimentares que fossem, estavam sendo feitas.</p>
<p>Ainda mais impressionante é o mapa “<b>Gough</b>” do século seguinte (c. 1325), que apresenta um sistema rodoviário elaborado e distinções precisas no status das cidades representadas. <b>R. A. Pelham</b> sugeriu que este pode ser uma cópia de um <b>mapa</b> rodoviário oficial preparado para <b>Eduardo I</b>.</p>
<h3>Transmissão bizantina e árabe; al-Idrisi</h3>
<p>Como mencionado acima, a <b>Geografia</b> de <b>Ptolomeu</b> teve pouca influência no Ocidente medieval, mas era conhecida e estudada em <b>Bizâncio</b>.</p>
<p>É possível que devamos os <b>mapas</b> sobreviventes aos estudiosos bizantinos. Um estudo mais aprofundado do papel preciso da cultura <b>bizantina</b> na história da <b>cartografia</b> pode revelar descobertas significativas.</p>
<p>A influência de <b>Ptolomeu</b> também foi sentida em outro centro: o mundo <b>árabe</b>.</p>
<p>A <b>Geografia</b> foi traduzida para o <b>árabe</b> no século IX, e estudiosos <b>árabes</b> como <b>Masʿudi</b> estavam familiarizados com versões de seus <b>mapas</b> no século seguinte.</p>
<p>No entanto, exceto em um caso, não houve contato direto entre a <b>cartografia</b> <b>árabe</b> e a europeia. No século XII, o geógrafo <b>al-Idrisi</b> foi recebido na corte de <b>Roger II</b>, o rei normando da Sicília.</p>
<p>Lá, ele compilou um <b>mapa</b>-múndi com uma descrição escrita incorporando fontes <b>árabes</b> e ocidentais. Estas últimas foram obtidas para ele por ordem real.</p>
<p>Presume-se que essas fontes sejam relatórios escritos por <b>marinheiros</b> e <b>comerciantes</b>.</p>
<p>No entanto, a descrição de <b>al-Idrisi</b> das costas <b>inglesas</b> apresenta algumas semelhanças impressionantes com o contorno das primeiras <b>cartas náuticas</b>, embora os nomes dos lugares não correspondam.</p>
<p>Como será mostrado no próximo capítulo, acredita-se que essas cartas tenham se originado por volta de 1250 d.C. Essas cartas foram baseadas em material semelhante ao usado por <b>al-Idrisi</b>, ou sua origem deve ser recuada um século? Esse é outro problema que vale a pena investigar.</p>
<p>Mesmo que a influência direta da <b>cartografia árabe</b> na Europa Ocidental tenha sido mínima, as obras sobre <b>astronomia</b> e <b>matemática</b>, traduzidas do <b>árabe</b>, estimularam o progresso a partir do século XIII, como será visto mais adiante.</p>
<h3>Transição para o Renascimento</h3>
<p>Claramente, por volta de 1300 d.C., a <b>cartografia</b> estava começando a emergir de sua “idade das trevas”, além do grande avanço nas <b>cartas náuticas</b> discutido no próximo capítulo.</p>
<p>No entanto, certamente não houve uma ruptura clara nessa data, pois as características das <b>mappae mundi</b> medievais persistiram nos <b>mapas</b> <b>renascentistas</b> por muito tempo.</p>
<p>No entanto, a expansão dos horizontes apresentou maiores incentivos aos <b>cartógrafos</b> e os encorajou a resolver problemas mais complexos do que aqueles enfrentados por seus antecessores medievais, que estavam confinados à Europa Ocidental por causa das comunicações precárias, ameaçados por quase todos os lados e dependentes dos recursos limitados das <b>bibliotecas monásticas</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cartografia-da-antiguidade-aos-avancos-medievais/">Cartografia: da Antiguidade aos Avanços Medievais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Cartografia Marítima Medieval: Mapeando o Mediterrâneo</title>
		<link>https://bahia.ws/cartografia-maritima-medieval-mapeando-o-mediterraneo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 16:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Cartografia Marítima Medieval: A Ascensão e o Desenvolvimento das Cartas Portulanas Introdução No final do século XIII, surgiu na Europa Ocidental um novo tipo de carta náutica que marcou um grande avanço na cartografia medieval. Essas cartas romperam com a prática anterior, baseando-se na observação direta auxiliada por um novo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Cartografia Marítima Medieval: A Ascensão e o Desenvolvimento das Cartas Portulanas</h2>
<h3>Introdução</h3>
<p>No final do século XIII, surgiu na Europa Ocidental um novo tipo de carta náutica que marcou um grande avanço na cartografia medieval.</p>
<p>Essas cartas romperam com a prática anterior, baseando-se na observação direta auxiliada por um novo instrumento, a <b>bússola náutica</b>.</p>
<p>As costas do <b>Mar Negro</b>, do <b>Mediterrâneo</b> e do sudoeste da <b>Europa</b> foram mapeadas com notável precisão, estabelecendo um padrão que perdurou por séculos até que a localização astronômica se tornou comum no século XVIII.</p>
<figure id="attachment_96310" aria-describedby="caption-attachment-96310" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96310 size-large" title="&quot;Romani Imperii Imago&quot;, Ortelius, Abraham - Mediterranean, Roman Empire, 1584" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-1024x799.jpg" alt="&quot;Romani Imperii Imago&quot;, Ortelius, Abraham - Mediterranean, Roman Empire, 1584 - Dramatic map of the Roman Empire centered on the Mediterranean and covering most of Europe, Northern Africa, and the Near and Middle East. The map is richly decorated with several strapwork cartouches, two containing portraits of Remus and Romulus, the founder of Rome. The cartouches in the lower section of the map contain an account of Roman history at left and a large genealogical tree of the rulers of Rome at righthistory at left and a large genealogical tree of the rulers of Rome at right." width="800" height="624" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-1024x799.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-300x234.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-768x599.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-1536x1199.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-2048x1598.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mediterranean-Roman-Empire-800x624.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96310" class="wp-caption-text">“Romani Imperii Imago”, Ortelius, Abraham – Mediterrâneo, Império Romano, 1584 – Mapa dramático do Império Romano centrado no Mediterrâneo e cobrindo a maior parte da Europa, Norte de África e Próximo e Médio Oriente. O mapa é ricamente decorado com vários cartuchos com motivos decorativos, dois dos quais contêm retratos de Remo e Rômulo, os fundadores de Roma. Os cartuchos na parte inferior do mapa contêm um relato da história romana à esquerda e uma grande árvore genealógica dos governantes de Roma à direita.</figcaption></figure>
<h3>Terminologia e forma</h3>
<p>Essas cartas são comumente chamadas de <b>“portolanas”</b>, embora, estritamente falando, um <b>portolano</b> seja um conjunto escrito de instruções de navegação, uma distinção que pode causar confusão.</p>
<p>Alguns preferem o termo neutro <b>cartas náuticas medievais</b>, enquanto o rótulo de compromisso <b>carta portulana</b> identifica o tipo característico dos séculos XIV e XV.</p>
<h3>Sobrevivência e atlas</h3>
<p>As cartas portulanas sobrevivem isoladamente ou em <b>atlas</b> (cartas padrão divididas em seções, às vezes encadernadas com um calendário, mapa-múndi ou dados astronômicos).</p>
<p>Poucos exemplares sobreviveram do século XIV — provavelmente menos de vinte — e apenas sete desenhistas podem ser identificados com certeza: <b>Petrus Vesconte</b>, <b>Angellino de Dalorto (Dalcert)</b>, <b>Johannes de Carignano</b>, <b>Perrinus Vesconte</b>, <b>Francesco Pizigano</b>, <b>Angellino Dulcert</b> e <b>Guillelmus Soleri</b>.</p>
<p>Os mapas mais antigos foram produzidos principalmente por desenhistas <b>italianos</b>; três mapas “mundiais” relacionados também datam desse período.</p>
<h3>Produção de Maiorca e o Atlas Catalão</h3>
<p>A obra mais conhecida que sobreviveu é o grande <b>Atlas Catalão</b> de 1375, atribuído a <b>Cresques, o Judeu</b>, e agora na Bibliothèque Nationale, em Paris.</p>
<p>Muitos mapas existentes são <b>de Maiorca</b> ou trazem inscrições <b>em catalão</b>, indicando o surgimento de Maiorca como um centro cartográfico à medida que o século avançava.</p>
<h3>Materiais e aparência</h3>
<p>Os mapas eram desenhados em peles únicas de <b>pergamino</b>, muitas vezes preservando o contorno natural da pele. Os tamanhos variavam aproximadamente de 36 × 18 polegadas a 56 × 30 polegadas. A <b>linha costeira</b> é mostrada em preto (muitas vezes desbotado) e enfatizada por numerosos <b>nomes de portos e costas</b> escritos perpendicularmente a ela.</p>
<p>Os nomes estão em preto, com portos importantes em <b>vermelho</b>. Pequenas ilhas e deltas são preenchidos em <b>vermelho</b> ou <b>dourado</b>; rochas e bancos de areia são indicados por pequenas cruzes ou pontos. Os detalhes do interior no portulano típico ou “normal” são mínimos — rios ocasionais, cadeias de montanhas e pequenas vinhetas de grandes cidades com faixas.</p>
<p>Exemplos posteriores são ricamente desenhados e coloridos, sugerindo produção para armadores ou comerciantes ricos; cartas de trabalho usadas no mar eram mais propensas a serem perdidas ou descartadas.</p>
<h3>Cartas representativas</h3>
<ul>
<li><b>Carte Pisane</b> (provavelmente genovesa, final do século XIII) se estende do Mar Negro ao sul da Inglaterra; rudimentar em algumas partes, inclui ventos nomeados e uma escala, com duas séries de linhas irradiando de centros próximos a <b>Esmirna</b> e a oeste da <b>Sardenha</b>.</li>
<li>O <b>Atlas de Petrus Vesconte</b> (1318) está dividido em nove seções e é mais cuidadosamente desenhado.</li>
<li><b>Perinetto Vesconte</b> (1327) assemelha-se ao atlas, mas melhora a costa sul da Inglaterra e adiciona vinhetas do interior.</li>
<li><b>Angellino de Dalorto</b> (c. 1325) é muito preciso e finamente colorido; se estende até o <b>Báltico</b>, acrescenta rios (o <b>Reno</b>, <b>Elba</b>, <b>Danúbio</b>), cadeias de montanhas verdes e muitas cidades.</li>
</ul>
<h3>Escalas e unidades</h3>
<p>Todos esses mapas mostram <b>escalas</b> subdivididas em quintos por pontos, mas a <b>unidade de comprimento</b> nunca é indicada.</p>
<p>As medições do professor Wagner sugerem duas unidades diferentes: cerca de 4.100 pés no Mediterrâneo oriental (aproximadamente dois terços de uma milha náutica moderna) e cerca de 5.000 pés para a costa atlântica. Essa discrepância faz com que a costa atlântica pareça contraída.</p>
<h3>Cobertura geográfica e precisão</h3>
<p>Os mapas geralmente cobrem o <b>Mediterrâneo</b> e o <b>Mar Negro</b> e partes da <b>costa atlântica</b> da Europa.</p>
<p>Ao sul do <b>Estreito de Gibraltar</b>, a costa é mapeada a uma curta distância além das <b>Montanhas Atlas</b>.</p>
<p>Ao norte, as costas da <b>Espanha</b>, <b>França</b>, sul da <b>Inglaterra</b> e <b>Países Baixos</b> são representadas com menos precisão; as tentativas no <b>Báltico</b> são incompletas.</p>
<p>Os mapas mais precisos correspondem às regiões onde o comércio <b>genovês</b> e <b>veneziano</b> era extenso — <b>Veneza</b> dominava o comércio do Mar Negro, <b>Gênova</b> o Mediterrâneo oriental após 1298 — e ambas as cidades-estado comercializavam no norte da África e até os Países Baixos.</p>
<h3>Sistema de linhas de direção e rosas dos ventos</h3>
<p>Uma característica marcante é o sistema de <b>linhas radiais</b>.</p>
<p>A partir de dois pontos no Mediterrâneo ocidental e oriental, dezesseis ou trinta e duas linhas se irradiam; centros subsidiários nas circunferências dos círculos são igualmente espaçados para cobrir o mapa sistematicamente.</p>
<p>Mapas posteriores mostram essas linhas emanando de <b>rosas dos ventos</b>, representando linhas de direção (rumos).</p>
<p>Nos mapas anteriores, as linhas radiais nem sempre estão explicitamente ligadas a uma bússola desenhada ou rosa dos ventos, e os pontos cardeais às vezes aparecem apenas nas margens. O mapa de <b>Petrus Vesconte</b>, de 1311, usa símbolos para indicar os pontos cardeais, e o mapa de <b>Dalorto</b>, de 1325, mostra um círculo com uma estrela de oito pontas denotando os pontos principais.</p>
<p>A <b>rosa dos ventos</b> completa aparece integralmente no mapa catalão de 1375. Dado o arranjo consistente das linhas nas cartas, é razoável concluir que elas representam <b>rumos de bússola</b>.</p>
<h3>Variação magnética e orientação da carta</h3>
<p>Em comparação com as cartas modernas, o eixo central do Mediterrâneo nos portolanos está girado cerca de <b>10°</b> para a esquerda. Acredita-se que a <b>variação magnética</b> no Mediterrâneo naquela época era de aproximadamente dez graus a leste, sugerindo que os mapas foram desenhados com o <b>norte magnético</b> na vertical.</p>
<h3>Usando as linhas para navegação</h3>
<p>Nenhum manual contemporâneo sobreviveu explicando o sistema de linhas de direção, mas <b>John Rotz</b>, do século XVI, descreve um método que usa divisores para encontrar o raio mais próximo do curso entre dois pontos no mapa e, em seguida, ler a direção na rosa dos ventos mais próxima.</p>
<p>Os navegadores posteriores usavam uma <b>régua paralela</b>. As linhas eram frequentemente desenhadas em cores alternadas para reduzir erros.</p>
<p>Este sistema permitia traçar rapidamente rotas em longas distâncias, contrastando com a navegação costeira usando <b>portolanos</b> escritos, e marcava uma diferença fundamental entre cartas náuticas e livros de direção de navegação.</p>
<h3>Projeção e esfericidade da Terra</h3>
<p>As cartas portulanas não possuem uma grade de paralelos e meridianos; elas tratam a área mapeada como um <b>plano</b> e ignoram a convergência dos meridianos. Para a faixa latitudinal limitada coberta, isso não era um defeito grave: as linhas de direção se aproximam das <b>loxodromias</b> (linhas de rumo constante).</p>
<p>Somente no início do século XVI as cartas começaram a incluir uma <b>escala de latitudes</b>.</p>
<p>À medida que a navegação oceânica se expandia, as observações de <b>latitude</b> tornaram-se importantes para verificar a navegação por estimativa e a <b>esfericidade</b> da Terra não podia mais ser ignorada, levando finalmente à <b>projeção de Mercator</b>, que representa linhas de rumo constante como linhas retas.</p>
<h3>Origens, a bússola e a datação</h3>
<p>As cartas portulanas estavam intimamente ligadas à <b>bússola</b>, cuja introdução tornou sua construção viável.</p>
<p>Alguns estudiosos (por exemplo, o professor Wagner) defendem origens mais antigas com base em comparações de escala com unidades antigas, propondo a incorporação de direções de navegação mais antigas. Os <b>portolani</b> medievais que sobreviveram incluem breves listas direcionais (por exemplo, a referência do século XII de Adam de Bremen), mas tais resumos por si só provavelmente não poderiam produzir cartas detalhadas; o método da linha direcional dependia da <b>bússola</b>.</p>
<p>Provavelmente, já existia uma bússola primitiva com agulha flutuante no século XII, com uma agulha melhorada equilibrada em um pino por volta de 1250; mais tarde, foi adicionada a <b>roseta da bússola</b>, permitindo que as orientações fossem feitas rapidamente.</p>
<p>O primeiro mapa físico remonta provavelmente ao terceiro quartel do século XIII: a <b>Carte Pisane</b> é geralmente atribuída ao final do século XIII, o primeiro mapa datado é de 1311 e as referências literárias aos mapas aparecem por volta de 1250-75.</p>
<p>Evidências registradas indicam que os mapas já estavam em uso em 1270 (a frota e os pilotos do rei Luís IX identificaram Cagliari em um mapa), e Raymond Lull mencionou os mapas entre os instrumentos dos marinheiros. Assim, o mapa portulano provavelmente surgiu por volta de 1250-75.</p>
<h3>Adoção e uso inicial</h3>
<p>A adoção pelos navegadores mediterrâneos foi gradual. Em 1354, o rei Pedro de Aragão ordenou que cada galera de guerra levasse duas cartas náuticas, uma medida que provavelmente estimulou a produção de cartas náuticas catalãs.</p>
<p>Alguns planejadores adotaram as cartas náuticas desde cedo: <b>Marino Sanudo</b> incluiu cartas náuticas de <b>Petrus Vesconte</b> em seus planos de cruzadas. Vesconte combinou novas informações cartográficas com fontes mais antigas, enquanto <b>Dalorto</b> incorporou pequenos motivos medievais do mapa-múndi (um <b>mapa T-O</b>), frases feitas como “Europa incipit ad Gallicia” e vinhetas como a <b>Torre de Babel</b>, indicando uma mentalidade de transição entre tradições.</p>
<h3>Atualização de detalhes regionais: as Ilhas Britânicas</h3>
<p>O progresso na atualização de detalhes regionais é visível nas representações sucessivas das <b>Ilhas Britânicas</b>. Na <b>Carte Pisane</b>, a Grã-Bretanha é mostrada de forma rudimentar e fica fora do mapa principal.</p>
<p>A partir de cerca de <b>1325</b>, tentam-se representações mais completas, mas o conhecimento da <b>Escócia</b> é limitado e a <b>Irlanda</b> é superdimensionada em relação à <b>Inglaterra</b>. O esboço de <b>Perino del Vaga</b> de 1327 mostra um conhecimento preciso, em grande parte confinado ao sul da Inglaterra (do <b>Canal de Bristol</b> ao <b>Tâmisa</b>); as costas norte e oeste permanecem mal detalhadas.</p>
<p>Isso sugere que levantamentos locais relativamente precisos foram anexados a esboços mais antigos e generalizados.</p>
<p>Melhorias na costa sul da Inglaterra aparecem no início do século XV (por exemplo, <b>G. Pasqualini</b>, Veneza, 1408), provavelmente ligadas às crescentes ligações comerciais entre o norte da Itália e a Europa Ocidental: as “<b>galeras da Flandres</b>” de Veneza (mencionadas pela primeira vez em 1317) atracavam em <b>Southampton</b>, <b>Sandwich</b> e <b>Londres</b>, e Vesconte pode ter obtido observações costeiras de seus comandantes.</p>
<h3>Possíveis origens dos levantamentos</h3>
<p>Alguns propuseram um levantamento coordenado <b>genovês</b> sob o comando do almirante <b>Benedetto Zaccaria</b> no final do século XIII para explicar o rápido mapeamento das costas, embora faltem evidências diretas.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Em resumo, os <b>mapas portulanos</b> surgiram na segunda metade do século XIII, intimamente ligados à <b>bússola marítima</b>, e foram desenvolvidos principalmente por navegadores e cartógrafos do norte da <b>Itália</b>, especialmente de <b>Gênova</b> e <b>Veneza</b>.</p>
<p>Eles surgiram para atender às necessidades das comunidades comerciais italianas que expandiam as comunicações marítimas.</p>
<p>A conquista dos cartógrafos do século XIII foi um grande avanço prático no conhecimento geográfico que permaneceu insuperável por séculos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A evolução da cartografia europeia séculos XVI-XVII</title>
		<link>https://bahia.ws/a-evolucao-da-cartografia-europeia-seculos-xvi-xvii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 14:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e seus criadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A evolução da cartografia europeia (séculos XVI-XVII): Mercator, Ortelius e os centros holandeses Índice Introdução Os primeiros atlas e suplementos Gerhard Mercator: antecedentes e primeiros trabalhos O problema da navegação e as loxodromias Mapa da Europa de Mercator (1554) Métodos e limitações da cartografia antiga A recepção de Mercator e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2><strong>A evolução da cartografia europeia (séculos XVI-XVII): Mercator, Ortelius e os centros holandeses</strong></h2>
<h3>Índice</h3>
<ol>
<li>Introdução</li>
<li>Os primeiros atlas e suplementos</li>
<li>Gerhard Mercator: antecedentes e primeiros trabalhos</li>
<li>O problema da navegação e as loxodromias</li>
<li>Mapa da Europa de Mercator (1554)</li>
<li>Métodos e limitações da cartografia antiga</li>
<li>A recepção de Mercator e outros mapas</li>
<li>O mapa-múndi de Mercator (1569) e a projeção</li>
<li>Visão geral e conceções de Mercator</li>
<li>Região Ártica e relatórios perdidos</li>
<li>Influência do mapa de Mercator</li>
<li>O Atlas de Mercator</li>
<li>Abraham Ortelius e o Theatrum</li>
<li>Fontes e atividade cartográfica holandesa</li>
<li>Prática holandesa e cartas manuscritas</li>
<li>A empresa Blaeu e as suas contribuições</li>
<li>Plancius, mapas-múndi e projeções</li>
<li>Características, méritos e defeitos</li>
</ol>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>À medida que <b>as explorações</b> avançavam e a procura por <b>mapas topográficos</b> por parte de <b>viajantes</b>, <b>estadistas</b>, <b>comerciantes</b> e <b>antiquários</b> crescia, um número cada vez maior de <b>mapas</b>, grandes e pequenos, foi sendo produzido ao longo do século XVI.</p>
<p>A tarefa de coordenar e generalizar este material variado coube em grande parte aos professores de <b>cosmografia</b> das universidades ou, na sua falta, aos <b>editores</b> e seus assistentes.</p>
<p>Isto podia ser conseguido através da revisão dos <b>mapas mundiais</b> das décadas anteriores, que muitas vezes apareciam em várias folhas e eram suscetíveis a danos ou destruição, como evidenciado pelas poucas cópias que sobreviveram.</p>
<p>Os tamanhos variados dos mapas mais pequenos dos <b>continentes</b>, <b>países</b>, <b>províncias</b> e <b>condados</b> também tornavam difícil a sua preservação em volumes encadernados.</p>
<p><!-- Introdução --></p>
<p>A evolução da cartografia europeia nos séculos XVI e XVII foi impulsionada por inovações técnicas, padrões editoriais e pelo florescimento dos centros cartográficos holandeses.</p>
<p><!-- Mercator --></p>
<section id="mercator">
<h4>Gerardus Mercator</h4>
<p><strong>Gerardus Mercator</strong> (1522–1594) foi cartógrafo e fabricante de instrumentos flamengo; criou a projeção cilíndrica conforme (1569) que facilitou a navegação e publicou mapas e globos cuja coleção deu origem a um atlas póstumo.</p>
</section>
<p><!-- Ortelius --></p>
<section id="ortelius">
<h4>Abraham Ortelius</h4>
<p><strong>Abraham Ortelius</strong> (1527–1598) foi cartógrafo e editor de Antuérpia; autor do <em>Theatrum Orbis Terrarum</em> (1570), considerado o primeiro atlas moderno por reunir mapas uniformes e citar fontes.</p>
</section>
<h4><span style="color: #222222;">Centros cartográficos holandeses</span></h4>
<section id="centros-holandeses">Principais polos e características:</p>
<ul>
<li><strong>Antuérpia</strong> — polo editorial e de intercâmbio de informação.</li>
<li><strong>Amsterdã</strong> — principal centro do Século de Ouro cartográfico (Blaeu, Hondius, Janssonius).</li>
<li><strong>Haarlem &amp; Leiden</strong> — oficinas de gravura e difusão técnica.</li>
<li><strong>Delft &amp; Rotterdam</strong> — cartas náuticas, instrumentos e ligação com o comércio marítimo.</li>
</ul>
<p>Características comuns: redes comerciais (VOC), oficinas de gravação/impressão, colaboração entre cartógrafos e pilotos, e gestão estratégica de informação náutica.</p>
</section>
<p><!-- Referências / leitura --></p>
<section id="referencias">
<h3>2. Os primeiros atlas e suplementos</h3>
</section>
<p>Nos primeiros anos do século, a edição de <b>Waldseemüller</b> de <b>Ptolomeu</b>, com as suas vinte «<b>tabule novae</b>», era o que mais se aproximava de um <b>atlas</b> moderno como o conhecemos hoje.</p>
<figure id="attachment_96267" aria-describedby="caption-attachment-96267" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96267 size-large" title="&quot;Typus Orbis Universalis&quot;, Sebastian Muenster - Period: 1554 (published) - Publication: Cosmographiae Universalis" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-1024x808.jpg" alt="Sebastian Munster (1489 - 1552) was one of the three most renowned cartographers of the sixteenth century, along with Mercator and Ortelius. Munster's Geographia and Cosmographia Universalis were two of the most widely read and influential books of the period. His editions of Ptolemy's Geographia, published between 1540 and 1552, were illustrated with 48 woodcut maps, the standard 27 Ptolemaic maps supplemented by 21 new maps. These new maps included a separate map of each of the known continents and marked the development of regional cartography in Central Europe. The antique geography was a prelude to Munster's major work, the Cosmographia, which was published in nearly 30 editions in six languages between 1544 and 1578 and then was revised and reissued by Sebastian Petri from 1588 to 1628. The Cosmographia was a geographical as well as historical and ethnographic description of the world. It contained the maps from the Geographia plus additional regional maps and city views with nearly 500 illustrations which made it one of the most popular pictorial encyclopedias of the sixteen century.This famous woodblock map is presented on an oval projection surrounded by clouds and wind heads with the title above the map. The continents are shown in rough outline only. North America is shown with the large cleft nearly separating the east coast from the continent, often referred to as the Sea of Verazano. What appears to be a large Northwest Passage stretches towards Asia. South America has a very strange shape as well. In Africa, the Nile is prominently shown with its twin sources beginning in a range of southern mountains. The mythical islands of Grisonum and Calensuan are placed in the proximity of Australia, where there is also the label Mare Pacificum. A sailing ship and several fierce sea monsters occupy the oceans. Initials of the engraver David Kandel in lower left-hand corner. This is the second 'modern' world map to appear in Munster's Cosmographia, published between 1550 and 1578. This example is from a Latin edition, with Latin text on verso." width="800" height="631" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-1024x808.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-300x237.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-768x606.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-1536x1212.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-2048x1616.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Sebastian-Muenster-800x631.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96267" class="wp-caption-text">Sebastian Munster (1489 &#8211; 1552) foi um dos três cartógrafos mais renomados do século XVI, juntamente com Mercator e Ortelius. A Geographia e a Cosmographia Universalis de Münster foram dois dos livros mais lidos e influentes da época. Suas edições da Geographia de Ptolomeu, publicadas entre 1540 e 1552, foram ilustradas com 48 mapas gravados em madeira, os 27 mapas ptolomaicos padrão complementados por 21 novos mapas.</figcaption></figure>
<p>A <b>Cosmographia</b> de Sebastian Münster, publicada em Basileia em 1550, continha o que poderia ser considerado um suplemento de atlas, composto por mapas em xilogravura bastante rudimentares.</p>
<p>Alguns deles derivavam de Waldseemüller, enquanto outros, que retratavam regiões específicas, foram fornecidos por seus amigos.</p>
<p>Na <b>Itália</b>, tornou-se prática comum encadernar alguns dos mapas finamente gravados publicados em <b>Veneza</b> e <b>Roma</b> para atender aos gostos de colecionadores individuais.</p>
<p>O gravador e editor de mapas <b>Antoine Lafreri</b>, sediado em <b>Roma</b>, produziu uma página de rosto gravada para esses volumes: «<b>Geographia: tavole moderne di geografia de la maggior parte del mondo</b>», 1560–1570.</p>
<p>Estes chamados <b>atlas Lafreri</b> incluíam, por vezes, cópias reduzidas de mapas grandes que, de outra forma, seriam desconhecidos ou extremamente raros.</p>
<figure id="attachment_96269" aria-describedby="caption-attachment-96269" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96269 size-large" title="Map of Sebastian Muenster based his second map of Scandinavia on Olaus Magnus' great map (1539)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-1024x840.jpg" alt="Subject: ScandinaviaPeriod: 1578 (published) Publication: Cosmographey Munster based his second map of Scandinavia on Olaus Magnus' great map (1539) of Scandinavia and the North Atlantic, which was the first to correct the Ptolemaic geography of the region. It is vastly reduced and simplified with the region graphically depicted with numerous fiords and lakes. Iceland and the islands of Tyle, Fare and Hetlad are shown in the North Atlantic. The northern part of Scotland is shown with the peculiar hooked eastward extension familiar from Ptolemy’s maps. From a German edition with a title block surrounded with a woodblock engraving on verso." width="800" height="656" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-1024x840.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-300x246.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-768x630.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-1536x1260.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-2048x1680.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Munster-based-his-second-map-of-Scandinavia-on-Olaus-Magnus-800x656.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96269" class="wp-caption-text">O mapa de Sebastian Münster baseou seu segundo mapa da Escandinávia no grande mapa de Olaus Magnus (1539).</figcaption></figure>
<p>Um exemplo notável é a «<b>Carta marina</b>» de Olaus Magnus, de 1539, um mapa dos países do norte da Europa que Lafreri republicou em escala menor em 1572.</p>
<p>No entanto, foram os cartógrafos flamengos Ortelius e Mercator que, além de suas outras realizações, atenderam à demanda do público por uma coleção abrangente, atualizada e conveniente de mapas, criando os primeiros atlas modernos.</p>
<h3>3. Gerhard Mercator: antecedentes e primeiros trabalhos</h3>
<p><b>Gerhard Mercator</b> (forma latinizada do seu apelido <b>Kremer</b>) nasceu em <b>Rupelmonde, Flandres</b>, em <b>1512</b>.</p>
<p>Ele deveu muito à sua relação com <b>Gemma Frisius</b>, um <b>cosmógrafo</b> e editor de <b>Peter Apian</b>. Como aluno de Frisius na <b>Universidade de Lovaina</b>, Mercator demonstrou aptidão para <b>tarefas práticas</b>.</p>
<p>Ele é mencionado pela primeira vez como gravador dos <b>gores</b> do <b>globo de Gemma</b> por volta de <b>1536</b>. Ele também era fabricante de <b>instrumentos matemáticos e astronómicos</b> e, nos seus primeiros dias, <b>agrimensor</b>.</p>
<p>Essa aptidão sem dúvida o levou mais tarde a examinar e resolver o problema de interesse para os navegadores práticos: como representar rumos constantes (<b>loxodromas</b>) como linhas retas em um <b>mapa</b>.</p>
<p>Durante a sua longa vida, adquiriu um profundo conhecimento da <b>cosmografia</b> e dos desenvolvimentos <b>topográficos</b> na Europa e além, o que lhe valeu o reconhecimento geral como o <b>geógrafo</b> mais erudito da sua época.</p>
<p>Enquanto estudava na <b>Universidade de Lovaina</b>, estabeleceu-se como uma autoridade nestes assuntos dentro do círculo íntimo do <b>imperador Carlos V</b>.</p>
<p>Esta posição levou-o a entrar em contacto com <b>navegadores e cartógrafos portugueses</b> e <b>espanhóis</b>, que estavam na vanguarda do progresso nestas ciências na época.</p>
<p>As suas realizações mais notáveis foram o seu <b>globo de 1541</b>, o seu famoso <b>mapa-múndi de 1569</b>, o seu grande <b>mapa da Europa (1554)</b>, a sua <b>edição de Ptolomeu (1578)</b> e o seu <b>Atlas</b>, que ainda estava a ser publicado na altura da sua morte, em <b>1594</b>.</p>
<h3>4. O problema da navegação e as loxodromias</h3>
<p>Os marinheiros práticos da época precisavam de uma carta náutica na qual uma linha de <b>rumo constante</b> pudesse ser traçada como uma <b>linha reta</b>.</p>
<p>Isso era impossível nos mapas contemporâneos, que não levavam em conta a <b>convergência dos meridianos</b>.</p>
<p>Para preservar uma direção constante no globo, uma linha deve cortar cada meridiano em um determinado ângulo.</p>
<p>Como os meridianos convergem no <b>Pólo Norte</b>, essa linha se tornaria claramente uma <b>espiral</b>, circulando cada vez mais perto do Pólo Norte, mas nunca realmente alcançando-o.</p>
<p>No seu <b>globo de 1541</b>, no qual estas <b>loxodromias</b> foram traçadas pela primeira vez, Mercator marcou-as usando um simples <b>instrumento de desenho</b> que podia ser ajustado no ângulo necessário. No entanto, o problema de representar estas linhas como linhas retas num mapa plano permaneceu sem solução.</p>
<p>A afirmação de que Mercator foi o primeiro a reconhecer a verdadeira natureza das <b>loxodromias</b> tem sido contestada.</p>
<p>O célebre matemático e especialista em navegação português <b>Pedro Nunes</b> já as estava a investigar e, dadas as relações estreitas entre <b>Portugal</b> e <b>Flandres</b> na época, é bastante provável que <b>Mercator</b> estivesse ciente do seu trabalho.</p>
<p>No entanto, tanto quanto se sabe, Nunes nunca chegou ao ponto de projetar um mapa no qual as <b>loxodromas</b> pudessem ser desenhadas como linhas retas.</p>
<figure id="attachment_96271" aria-describedby="caption-attachment-96271" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96271 size-large" title="&quot;Typus Orbis Terrarum&quot;, Ortelius, Abraham, 1581 " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-1024x824.jpg" alt="This is the first (of three) world maps that was included in Ortelius' famous atlas. It is a simplified reduction of Mercator's influential map of 1569 presented on an oval projection rather than the projection for which Mercator is now famous. From surviving correspondence, it is known that Mercator encouraged Ortelius and provided him with information, particularly with coordinates of places in the Americas. Placed on a cloud background, the map shows North America as much too wide and South America retains the unusual bulged southwestern coastline. At the poles, a prominent Northwest Passage snakes its way south of the four islands making up the arctic regions, and a huge Terra Australis Nondum Cognita makes up the imaginary southern continent. A notation next to New Guinea notes that it is unknown if this large island is a part of the southern continent. The title is in a strapwork banner at top, which is balanced with a quotation from Cicero at bottom. This superb map was engraved by Frans Hogenberg with his signature at bottom. The plate was used for the first 16 editions of the Theatrum. A crack developed in the lower left corner from 1570 onward. This example shows evidence of bolt impressions from repair work on the crack. " width="800" height="644" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-1024x824.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-300x242.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-768x618.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-68x55.jpg 68w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-1536x1236.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-2048x1649.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Typus-Orbis-Terrarum-Ortelius-Abraham-800x644.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96271" class="wp-caption-text">“Typus Orbis Terrarum”, Ortelius, Abraham, 1581 – Este é o primeiro (de três) mapas-múndi incluídos no famoso atlas de Ortelius. Trata-se de uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, apresentado em uma projeção oval, em vez da projeção pela qual Mercator é hoje famoso.</figcaption></figure>
<p><b>Mercator</b> finalmente conseguiu isso com o seu grande <b>mapa-múndi de 1569</b>, que usa a <b>projeção</b> que agora leva o seu nome. É importante notar que Nunes era muito crítico em relação aos mapas da sua época.</p>
<p>Por exemplo, ele reclamava que os pilotos insistiam em tentar expressar distâncias em <b>graus</b> em vez de estabelecer a distância real em <b>ligas</b>, introduzindo assim uma confusão sem fim.</p>
<h3>5. Mapa da Europa de Mercator (1554)</h3>
<p>Antes de criar o seu famoso mapa-múndi em 1569, <b>Mercator</b> já havia ganhado reputação internacional como <b>cartógrafo</b>, principalmente graças ao seu <b>mapa da Europa de 1554</b>, que demonstrava uma habilidade excepcional.</p>
<p>Apenas uma cópia deste mapa, gravado em <b>quinze folhas</b> com dimensões totais de <b>132 × 159 cm</b>, é conhecida atualmente. Foi publicado em <b>Duisburg</b>, onde Mercator se estabeleceu como cartógrafo e professor universitário em <b>1552</b>.</p>
<p>O mapa é um excelente exemplo de <b>gravura</b>, com letras em <b>estilo itálico</b> que ele popularizou na Europa Ocidental.</p>
<p>A principal melhoria que fez foi reduzir o comprimento do <b>Mediterrâneo</b>. A figura de <b>Ptolomeu</b> de aproximadamente <b>62°</b> tinha sido geralmente seguida pelos cosmógrafos.</p>
<p>Mercator aceitou a posição de Ptolomeu para <b>Alexandria</b>, mas, usando <b>cartas náuticas</b>, estabeleceu que as <b>Ilhas Canárias</b>, por onde passava o meridiano principal dos alexandrinos, estavam muito mais a oeste do <b>Estreito de Gibraltar</b> do que se pensava anteriormente.</p>
<p>Consequentemente, ao levar isso em consideração e revisar outras distâncias, ele reduziu o comprimento longitudinal para aproximadamente <b>52°</b>. Embora isso ainda fosse cerca de <b>10° 30′</b> a mais do que a realidade, foi um avanço considerável.</p>
<p>Por mais de um século e meio, os cartógrafos não melhoraram isso, embora os navegadores tivessem uma compreensão mais precisa. Em contraste com as longitudes, as <b>latitudes</b> no mapa são bastante precisas para a Europa Ocidental, embora ocorram erros de <b>2 a 3 graus</b> em direção ao norte e ao leste.</p>
<p>Este cálculo é típico do tipo de raciocínio em que Mercator baseou o seu mapa.</p>
<p>Tendo aceitado a posição de Ptolomeu para Alexandria, ele determinou as localizações dos pontos-chave através de uma pesquisa minuciosa das distâncias a partir dos <b>itinerários</b> mais fiáveis disponíveis, prestando especial atenção às direções relativas.</p>
<p>Ele foi muito auxiliado nessa tarefa por <b>cartas náuticas</b>.</p>
<p>Em seguida, coordenou os resultados da melhor maneira possível com as <b>latitudes</b> conhecidas das principais cidades. Numa nota no mapa, ele rejeitou as tentativas de calcular as diferenças de longitude com base em observações simultâneas de <b>eclipses</b> pela razão perfeitamente válida de que o momento preciso de um eclipse é extremamente difícil de observar.</p>
<p>Um erro de <b>quatro minutos</b> na determinação disso resultaria num erro de <b>um grau de longitude</b>.</p>
<p>Outra das suas melhorias tornou a «<b>cintura</b>» da <b>Europa Oriental</b>, entre o <b>Mar Báltico</b> e o <b>Mar Negro</b>, muito mais precisa; nos mapas anteriores, ela era demasiado estreita. Por outro lado, o <b>Mar Negro</b> é alongado em vários graus no mapa.</p>
<h3>6. Métodos e limitações da cartografia antiga</h3>
<p>Estes breves comentários irão demonstrar os <b>métodos</b> gerais utilizados para compilar mapas de áreas maiores nos séculos XVI e XVII e ilustrar os tipos de <b>erros</b> que podiam ocorrer.</p>
<p>Os mapas dependiam em grande parte do trabalho realizado no escritório do cartógrafo, que tentava conciliar uma grande quantidade de <b>dados</b> díspares e muitas vezes contraditórios.</p>
<p>Fora da Europa, as únicas características fiáveis nos mapas dos continentes eram as <b>linhas costeiras</b>, obtidas a partir de <b>cartas náuticas</b>.</p>
<p>Uma exceção parcial era a <b>Ásia</b>, embora mesmo aí o conhecimento do interior fosse muitas vezes desatualizado e impreciso.</p>
<p>Esta foi a situação geral durante muito tempo, até que, no <b>século XIX</b>, os exploradores e viajantes passaram a dispor de instrumentos razoavelmente precisos para determinar rapidamente as posições.</p>
<p>Gradualmente, o trabalho de <b>levantamento topográfico</b> preciso dentro dos limites modernos de precisão foi ampliado.</p>
<p>Ainda hoje, grande parte da superfície da Terra permanece sem mapeamento segundo este padrão. Este é um ponto fundamental a ter em conta ao discutir o trabalho dos cartógrafos durante pelo menos dois séculos após Mercator.</p>
<h3>7. A recepção de Mercator e outros mapas</h3>
<p>A qualidade única do seu <b>mapa da Europa</b> foi imediatamente reconhecida, e a procura foi elevada para a época.</p>
<p>Foi publicada uma <b>segunda edição (1572)</b>, com melhorias consideráveis, especialmente nas regiões setentrionais.</p>
<p>Mercator conseguiu utilizar os resultados das <b>viagens inglesas</b> ao <b>Mar Branco</b> e as observações inglesas da <b>latitude de Moscovo</b>, combinadas com itinerários do <b>interior da Rússia</b>.</p>
<p>Outro trabalho importante deste período é o seu <b>mapa das Ilhas Britânicas de 1564</b>. Orientado com o oeste na parte superior, mede <b>129 × 89 cm</b>.</p>
<p>Mercator limitou-se a afirmar que o gravou para um <b>amigo inglês</b>, deixando a identidade do compilador desconhecida.</p>
<h3>8. O mapa-múndi de Mercator (1569) e a projeção</h3>
<p>A fama póstuma de Mercator repousa sobre o seu <b>mapa-múndi</b>, publicado em <b>Duisburg</b> em <b>1569</b>: <i>Nova et aucta orbis terrae descriptio ad usum navigantium emendate accomodata</i>.</p>
<p>Este grande mapa, do qual apenas <b>quatro cópias</b> sobreviveram, é composto por <b>vinte e quatro folhas</b>, com dimensões totais de <b>131 × 208 cm</b>.</p>
<p>Embora o título se refira apenas ao seu uso por <b>navegadores</b>, Mercator afirma que ele também tinha como objetivo representar com precisão as <b>superfícies terrestres</b> e demonstrar quanto da superfície da Terra era conhecido pelos <b>antigos</b>.</p>
<p>Como mencionado acima, as linhas de rumo constante na superfície do globo são <b>espirais</b> que acabam por circundar o Polo. Para representar essas linhas como retas num mapa plano, os <b>meridianos</b> e <b>paralelos</b> devem ser dispostos de forma que as <b>loxodromias</b> cruzem os meridianos em ângulos constantes; em outras palavras, os <b>meridianos devem ser paralelos</b>.</p>
<p>No entanto, como os meridianos convergem na realidade, isso distorce as <b>distâncias leste-oeste</b> e, portanto, a <b>direção</b> e a <b>área</b> em qualquer ponto dado.</p>
<p>No entanto, se as distâncias entre os <b>paralelos</b> forem aumentadas proporcionalmente ao aumento dos intervalos entre os <b>meridianos</b> do <b>equador</b> em direção aos <b>pólos</b>, as relações angulares corretas, ou seja, a <b>direção</b>, são preservadas.</p>
<p>Mercator adotou essa solução, e os mapas em sua projeção eram conhecidos por terem “<b>latitudes crescentes</b>”.</p>
<p>A projeção tem outra propriedade útil: como os <b>ângulos</b> estão corretos em qualquer ponto, a <b>forma de pequenas áreas</b> é preservada (ou seja, a projeção é <b>conforme</b>).</p>
<p>Essa propriedade, combinada com a representação de <b>loxodromas</b> como linhas retas, torna a projeção extremamente útil para representar <b>pequenas áreas</b>. Para grandes seções do globo, no entanto, ela tem desvantagens óbvias.</p>
<p>Devido às «latitudes crescentes», a escala aumenta progressivamente do Equador ao Polo, pelo que medir distâncias não é simples. (O comprimento de um grau de longitude é zero nos polos, enquanto que na projeção de Mercator é teoricamente o mesmo que no equador.)</p>
<p>Mercator, portanto, incluiu duas longas <b>notas</b> no seu mapa, explicando como era possível determinar os outros dois elementos — <b>diferença de latitudes</b>, <b>diferença de longitudes</b>, <b>direção</b> e <b>distância</b> — dados dois dos seguintes. A principal dificuldade residia em determinar a distância devido à variação na escala.</p>
<p>Ele resolveu isso usando o princípio dos <b>triângulos semelhantes</b>. O triângulo formado pela direção entre os dois pontos no mapa cuja distância deveria ser determinada e a diferença de latitude entre eles foi construído proporcionalmente no <b>equador</b>.</p>
<p>O comprimento da linha necessária foi então medido em <b>graus equatoriais</b> e convertido em milhas, multiplicando o valor pelo fator de conversão apropriado: um grau equivalia a <b>quinze milhas alemãs</b>, <b>sessenta milhas italianas</b> ou <b>vinte milhas francesas</b>.</p>
<p>Levou muitos anos para que as <b>cartas de Mercator</b> fossem geralmente adotadas pelos marinheiros, que preferiam métodos empíricos. Alguns reclamavam que as <b>linhas costeiras</b> não estavam claramente indicadas na carta-mapa original do mundo, mas é difícil acreditar que isso por si só tenha levado à sua negligência inicial.</p>
<p>A construção teórica da <b>projeção</b> não foi claramente definida até que <b>Edward Wright</b> publicou <b>Certaine Errors in Navigation (1599)</b>.</p>
<p>Os seus méritos só seriam reconhecidos pelos navegadores quando cartas de áreas relativamente <b>pequenas</b> foram construídas com base no seu princípio.</p>
<p>Essas cartas começaram a ser desenhadas no final do século, mas foi somente quase um século após a sua invenção que <b>Sir Robert Dudley</b> produziu uma coleção de cartas com essa projeção em seu <b>Arcano del Mare (1646)</b>.</p>
<p>Mesmo no final do século, o famoso navegador <b>John Narbrough</b> ainda podia escrever: «Gostaria que todos os marinheiros parassem de navegar com os falsos mapas planos e navegassem com o <b>mapa de Mercator</b>, que é fiel aos princípios da navegação.</p>
<p>Mas é difícil convencer qualquer um dos antigos navegadores a abandonar o seu método de navegar com o mapa plano. Mostre o globo à maioria deles, mas eles continuarão a falar da maneira habitual.»</p>
<p>Mercator estava interessado nos <b>contornos continentais</b> e também no problema do <b>magnetismo terrestre</b>, e aceitou a observação comummente feita pelos navegadores de que a <b>linha de variação magnética nula</b> passava pelas <b>Ilhas de Cabo Verde</b>.</p>
<p>Assim, «uma vez que é necessário que as longitudes dos lugares tenham, por boas razões, como origem o meridiano comum ao íman e ao mundo&#8230; tracei o <b>meridiano principal</b> através das referidas ilhas».</p>
<p>Como também estava ciente de que a <b>variação magnética</b> diferia de lugar para lugar, concluiu que deveria haver um <b>polo magnético</b> para o qual os ímanes se voltavam em todas as partes do mundo. Ele marcou a posição desse polo na região do atual <b>Estreito de Bering</b>.</p>
<p>Nos seus <b>contornos continentais</b>, Mercator rompeu completamente com as concepções de <b>Ptolomeu</b>, embora a influência deste último no interior do <b>Velho Mundo</b> ainda possa ser traçada.</p>
<h3>9. Visão geral e conceções de Mercator</h3>
<p><b>Mercator</b> reconheceu três grandes massas continentais: o <b>Velho Mundo</b> (Eurásia e África), as <b>Novas Índias</b> (América do Norte e do Sul) e um grande continente austral, <b>Continens Australis</b>.</p>
<p>Isto baseava-se na ideia grega de um continente austral que contrabalançava o «mundo habitado».</p>
<p>O apoio a esta teoria veio de interpretações erradas de <b>Varthema</b> e <b>Marco Polo</b>, que levaram à conclusão de que as regiões hipotéticas de <b>Beach</b> e <b>Lucach</b> ficavam a sul de <b>Java Major</b>.</p>
<p>As observações de <b>Magalhães</b> sobre a <b>Tierra del Fuego</b> foram incorporadas neste continente austral, com a costa estendida para norte até às proximidades da <b>Nova Guiné</b>. É possível que o mapa preserve vestígios do conhecimento inicial da <b>costa australiana</b>.</p>
<p>O <b>Sudeste Asiático</b> baseia-se bastante nas descobertas <b>portuguesas</b>, embora grande parte do interior derive da narrativa de <b>Marco Polo</b>, e o contorno se assemelhe aos mapas do século anterior e aos mapas mundiais do final da Idade Média.</p>
<p>A crença errada de Mercator de que o «<b>rio de Cantão</b>» deveria ser o clássico <b>Ganges</b> confundiu a geografia do interior sudeste. A <b>América do Sul</b> tem um contorno quadrilateral curioso, que só foi corrigido após a viagem de <b>Drake</b> ao longo da costa ocidental.</p>
<p>O continente norte está consideravelmente exagerado em largura; na latitude de <b>Terra Nova</b>, chega a 140° de longitude. Ao longo da costa oeste, a <b>Califórnia</b> é corretamente mostrada como uma península.</p>
<p>No extremo noroeste aparece o estreito canal, «<b>Stretto de Anian</b>», que se diz separar a América e a Ásia.</p>
<p>No interior, parcialmente obscurecido por uma cartela, um corpo de água com a inscrição «<b>Mare est dulcium</b>» sugere algum conhecimento dos <b>Grandes Lagos</b>, embora colocado muito ao norte em relação ao <b>São Lourenço</b>.</p>
<h3>10. Região Ártica e relatórios perdidos</h3>
<p>A representação do <b>Ártico</b> é notável. <b>Mercator</b> incluiu uma inserção especial porque «nosso mapa não pode ser estendido até o Polo, pois os graus de latitude acabariam atingindo o infinito».</p>
<p>Essa inserção mostra águas abertas no Polo Norte, rodeadas por uma massa de terra aproximadamente circular.</p>
<p>Parte desta ideia deriva do relatório agora perdido <b>Inventio fortunatae</b>, de um minorita inglês de Oxford, <b>Nicholas of Lynn</b>, que viajou para lá com um astrolábio por volta de 1360.</p>
<h3>11. Influência do mapa de Mercator</h3>
<p>O mapa de <b>Mercator</b> influenciou a exploração: esperava-se que as passagens noroeste e nordeste para Cathay pudessem ser encontradas através dos canais do Ártico.</p>
<p><b>Drake</b> previa descobrir e anexar parte do continente sul; a sua <b>Nova Albion</b> estava localizada na região de <b>Quivira</b>, no noroeste da América, convenientemente perto do <b>Estreito de Anian</b>.</p>
<p><b>Tasman</b> planeava circunavegar a Austrália para determinar a sua relação com o continente hipotético, que intrigava os geógrafos até <b>Cook</b> revelar a sua verdadeira extensão.</p>
<p>Mercator considerava o seu mapa-múndi como parte de um esquema coordenado de pesquisa cartográfica, destinado a formar a base para uma série de mapas — mapas modernos, mapas para acompanhar a <b>Geographia</b> de <b>Ptolomeu</b> e mapas da geografia antiga.</p>
<p>A sua edição de <b>Ptolomeu (1578)</b> foi a primeira a aparecer, redesenhada numa projeção trapezoidal com um meridiano central.</p>
<h3>12. O Atlas de Mercator</h3>
<p>Em 1585, aos setenta e três anos, Mercator publicou em <b>Duisburg</b> a primeira parte da coleção que chamou de <b>Atlas</b> — o primeiro uso do termo para uma coleção de mapas.</p>
<p>A primeira parte cobria a França (Gália), Bélgica (Bélgica Inferior) e Alemanha — 51 mapas; quatro anos depois, ele publicou a segunda parte (Itália, Eslavónia, Grécia) com 22 mapas.</p>
<p>Em 1595, um ano após a sua morte, os seus herdeiros publicaram a obra completa: Atlas sive cosmographicae meditationes de fabrica mundi et fabricati figura.</p>
<p>A publicação inicial teve uma procura limitada porque foi publicada em secções; a edição completa ainda não tinha mapas da península italiana e de outras regiões.</p>
<p>Após uma segunda edição inalterada (1602), <b>Jodocus Hondius</b> comprou as placas dos herdeiros de Mercator e acrescentou 36 mapas. Após a edição <b>Mercator–Hondius (1606)</b> em Amesterdão, cerca de trinta edições foram publicadas antes de 1640 em latim, francês, alemão, holandês e inglês.</p>
<p>Por fim, foi substituída pelo atlas de <b>Willem Janszoon Blaeu</b> (1.ª ed. 1630).</p>
<h3>13. Abraham Ortelius e o Theatrum</h3>
<p>A principal razão para o sucesso tardio do Atlas de Mercator foi o <b>Theatrum orbis terrarum</b>, de <b>Abraham Ortelius</b>, publicado pela primeira vez em 1570.</p>
<p>Ortelius (Antuérpia, 1527) era um estudioso e artesão: começou como iluminador e vendedor de mapas, construiu uma grande biblioteca e coleção de antiguidades e manteve uma vasta correspondência (incluindo <b>John Dee</b>, <b>William Camden</b>, <b>Richard Hakluyt</b> e <b>Humphry Lhuyd</b>), obtendo muito material através destes contactos.</p>
<p>Ortelius pode ter iniciado o projeto já em 1561; ele havia publicado mapas separados até 1570, incluindo um mapa-múndi (1563) e um mapa da Ásia baseado em grande parte em <b>Jacopo Gastaldi</b>.</p>
<p><b>O Theatrum</b> se destacava pela seleção criteriosa dos melhores mapas disponíveis para uma cobertura abrangente, tamanho e estilo uniformes, citação de autoridades para cada mapa e a publicação de <b>Additamenta</b> para atualizar a coleção. A lista de autoridades de Ortelius (87 nomes na 1.ª edição, 91 na 2.ª) é um recurso valioso para a história cartográfica, utilizado por <b>Leo Bagrow</b>.</p>
<p>A primeira edição continha 70 mapas em 53 placas — um mapa-múndi, quatro mapas continentais, 56 mapas europeus, seis mapas asiáticos e três mapas africanos — muitos gravados por <b>Francis Hogenberg</b>. O Theatrum foi um sucesso imediato: 41 edições foram publicadas até 1612, em latim e em várias línguas vernáculas. A partir de 1579, incluiu o <b>Parergon</b>, uma série de mapas históricos que formavam um atlas histórico de Ortelius.</p>
<h3>14. Fontes e atividade cartográfica holandesa</h3>
<p>Ortelius baseou-se nos principais cartógrafos contemporâneos — por exemplo: mapas da Vestfália e Gelderland por <b>Christopher Schrot</b>; Flandres por <b>Mercator</b>; Áustria, Hungria, Tirol e Caríntia, de <b>Wolfgang Lazius</b>; Itália, de <b>Jacopo Gastaldi</b>; Baviera, de <b>Philip Apian</b>; Suíça, de <b>Aegidius Tschudi</b>; Rússia e Tartária, de <b>Anthony Jenkinson</b>; mapas da Inglaterra e País de Gales, de <b>Humphry Llwyd</b>.</p>
<p>Mercator afirmou que utilizou cartas <b>espanholas</b> e <b>portuguesas</b> para o seu mapa de 1569; durante décadas, estas permaneceram as principais fontes para grande parte do Novo Mundo e das Índias Orientais.</p>
<p>Quando os <b>holandeses</b> romperam com a Espanha e começaram a expansão ultramarina, procuraram essas cartas para os seus pilotos. <b>J. H. van Linschoten</b> passou cinco anos em Goa (1583-1588) e publicou o <b>Itinerario</b> (Amesterdão, 1596) com mapas das Índias Orientais baseados em <b>Luiz Teixeira</b>.</p>
<p>Os irmãos <b>Cornelius e Frederick de Houtman</b> foram enviados a Lisboa (1592) e regressaram com 25 cartas náuticas obtidas de <b>Bartolomeu Las Casas</b>.</p>
<p>Uma figura importante na disponibilização dessas cartas náuticas aos pilotos holandeses foi <b>Petrus Plancius</b>, que contribuiu com um mapa-múndi para o Itinerario de Linschoten, defendeu a passagem nordeste e aconselhou a viagem de <b>Barentsz</b> em 1595.</p>
<p>Um mapa de <b>Pedro de Lemos</b> (c. 1586) rejeitou a concepção ártica de Mercator e mostrou uma rota norte plausível. Após os fracassos no norte, Plancius concentrou-se na rota africana e, em 1602, tornou-se o cartógrafo oficial da Companhia Holandesa das Índias Orientais, publicando muitos mapas e tentando determinar a <b>longitude</b> através da observação da <b>variação da bússola</b>.</p>
<h3>15. Prática holandesa e cartas manuscritas</h3>
<p>Durante o século XVII, tornou-se prática comum que os <b>pilotos</b> que regressavam do <b>Oriente</b> entregassem as suas <b>cartas</b>, completas com adições e alterações resultantes das suas observações, ao <b>cartógrafo oficial</b>. O <b>cartógrafo</b> era responsável por compilar essas informações e preparar cartas revisadas para viagens subsequentes.</p>
<p>Um conjunto considerável desses <b>mapas manuscritos</b> sobreviveu como evidência da <b>atividade hidrográfica holandesa</b>. No entanto, as informações que eles continham demoraram a chegar aos <b>mapas gravados</b> publicados, provavelmente por uma questão de política.</p>
<p>Os sucessores de <b>Plancius</b> como cartógrafos oficiais incluíram <b>Hessel Gerritsz</b> e os <b>Blaeus</b> (pai e filho). Em <b>1622</b>, <b>Gerritsz</b> criou um magnífico <b>mapa manuscrito do Oceano Pacífico</b>, baseado em grande parte em <b>fontes espanholas</b>, mas que também incorporava as rotas dos circunavegadores <b>Le Maire</b> e <b>Schouten</b>. Entre as cartas que gravou e publicou estava a <b>Caert van &#8216;t Landt Eendracht</b> (1627), que retrata a costa da <b>Austrália Ocidental</b>, descoberta pelo navio holandês <b>Eendracht</b>.</p>
<h3>16. A empresa Blaeu e as suas contribuições</h3>
<p><b>Willem Janszoon Blaeu</b> sucedeu Gerritsz em <b>1633</b>. Estudante de <b>matemática</b> e <b>astronomia</b>, fundou um famoso estabelecimento cartográfico em <b>Amesterdão</b>, produzindo <b>mapas</b>, <b>atlas</b>, <b>mapas de parede</b> e <b>globos</b>.</p>
<p>O mandato de Willem foi curto; em <b>1638</b>, o seu filho <b>Joan Blaeu</b> sucedeu-o e fez contribuições notáveis para os mapas padrão dos navegadores holandeses. Com a morte de Joan em <b>1673</b>, o grande trabalho da casa Blaeu terminou efetivamente quando a sua gráfica e as placas gravadas foram destruídas por um <b>incêndio</b>.</p>
<p>Esses homens eram desenhistas, cartógrafos, <b>gravadores</b> e <b>editores</b>, atendendo tanto a um público informado quanto a pilotos. Uma característica do seu trabalho era a produção de grandes <b>mapas-múndi</b> adequados para <b>mapas de parede</b>.</p>
<h3>17. Plancius, mapas-múndi e projeções</h3>
<p><b>Petrus Plancius</b> foi pioneiro neste estilo. No início da sua carreira, em <b>1592</b>, publicou um mapa-múndi de <b>dezoito folhas</b> (146 × 214 cm), baseado principalmente no <b>mapa de Mercator de 1569</b> e num manuscrito do cartógrafo português <b>Pedro de Lemos</b>.</p>
<figure id="attachment_96274" aria-describedby="caption-attachment-96274" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96274 size-large" title="Mercator world map of 1569" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-1024x652.png" alt="Mercator world map of 1569" width="800" height="509" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-1024x652.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-300x191.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-768x489.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-86x55.png 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569-800x509.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercator_1569.png 1158w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96274" class="wp-caption-text">Mapa-múndi de Mercator de 1569</figcaption></figure>
<p>Plancius abandonou a <b>projeção de Mercator</b> em favor da simples <b>projeção cilíndrica (plate carré)</b> de Lemos.</p>
<p>Como a projeção de Mercator distorcia as <b>regiões polares</b>, Plancius gravou o comprimento de um grau de longitude em cada grau de latitude para compensar as distorções.</p>
<p>Ele também adicionou duas inserções usando a <b>projeção zenital equidistante</b>, centrada nos polos norte e sul, e adotou a concepção portuguesa do Ártico em vez da de Mercator.</p>
<p>Manteve a noção de Mercator de um <b>grande continente austral</b> e melhorou as representações do interior da <b>China</b> utilizando mapas do <b>Theatrum</b> de Ortelius.</p>
<p>O mapa apresentava uma borda elaborada com inscrições, navios, povos nativos e monstros marinhos. Embora apenas uma cópia tenha sobrevivido (Valência), era popular; <b>Thomas Blundeville</b> traduziu as suas inscrições em <b>Exercises (1594)</b>.</p>
<p>Em <b>1604</b>, J. van den Ende regravou o mapa com modificações, incluindo as descobertas de Barentsz em Novaya Zemlya, melhorias na <b>Guiana</b> (com base em <b>Sir Walter Raleigh</b>), a adição do <b>Estreito de Davis</b> e ajustes nas costas do sul da <b>África</b> e da <b>América do Sul</b>. Foram adicionadas inserções de importantes <b>estreitos</b> e <b>passagens</b>.</p>
<p>Em <b>1605</b>, W. J. Blaeu publicou um grande mapa de dois hemisférios usando a <b>projeção estereográfica</b>. Plancius publicou um mapa semelhante em <b>1607</b>.</p>
<p>Em <b>1608-1611</b>, <b>Jodocus Hondius</b> experimentou a projeção de Mercator, mas voltou aos dois hemisférios em 1611. A série foi concluída com o grande mapa-múndi de <b>J. W. Blaeu</b>, publicado para a <b>Paz de Westfália (1648)</b>.</p>
<h3>18. Características, méritos e defeitos</h3>
<p>Esses mapas geralmente usavam o <b>contorno luso-espanhol</b> familiarizado por Plancius, progressivamente ampliado pela exploração holandesa. As áreas interiores recebiam pouca atenção, por isso o interior era frequentemente mal representado, apesar dos contornos costeiros aprimorados.</p>
<p><b>O mapa-múndi de Blaeu de 1648</b> é frequentemente visto como o auge da cartografia holandesa: mostra as costas do norte e oeste da <b>Austrália</b>, sul da <b>Tasmânia</b> e partes da <b>Nova Zelândia</b> (descobertas de Abel Tasman); a costa <b>chinesa</b> melhorada, provavelmente com base em cartas holandesas; e a costa emergente ao norte do <b>Japão</b>, a partir da viagem de Maerten Gerritsz Vries.</p>
<p>No Ártico, <b>Spitsbergen</b> é parcialmente mostrada, e aparecem trabalhos ingleses na <b>Baía de Baffin</b> e na <b>Baía de Hudson</b>, embora a <b>Baía de Baffin</b> esteja mal orientada.</p>
<p>Blaeu abandonou o hipotético <b>continente austral</b> e as quatro ilhas polares de Mercator, mas os defeitos permaneceram: orientações incorretas do <b>Amazonas</b> e do <b>Rio da Prata</b>, e a representação retrógrada da <b>Califórnia como uma ilha</b>.</p>
<p>Um erro comum era a <b>extensão longitudinal</b> excessiva atribuída aos continentes (notadamente à <b>Ásia</b>), devido em parte à autoridade ptolomaica e à falta de <b>observações de longitude</b> confiáveis. No mapa de Blaeu, a longitude da África é exagerada em ~12°, a da Ásia em ~5° e a da América do Sul em ~9°; no mapa de Hondius de 1608, os exageros são maiores.</p>
<p>Apesar destes defeitos, os mapas forneciam contornos continentais reconhecíveis e pouco progresso adicional era possível sem avanços na metodologia, especialmente na determinação da <b>longitude</b>.</p>
<p>Eles também exibiam alta qualidade <b>técnica</b> e <b>artística</b>: rosas dos ventos, navios da época, cenas da vida nativa, instrumentos de navegação e <b>letras</b> finamente executadas (as letras em itálico de Hondius são especialmente notáveis).</p>
<p>Devido ao seu conteúdo e apresentação, estes mapas funcionavam como enciclopédias da geografia contemporânea e coroavam adequadamente o século da <b>supremacia holandesa na cartografia</b>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-evolucao-da-cartografia-europeia-seculos-xvi-xvii/">A evolução da cartografia europeia séculos XVI-XVII</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores: Dicas Imperdíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 19:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bahia.ws/?p=96237</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Maceió, a capital de Alagoas, é conhecida por suas praias paradisíacas e piscinas naturais de águas mornas e cristalinas. Um roteiro de 3 dias é perfeito para conhecer o essencial da cidade, relaxar e aproveitar as belezas naturais. Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores Veja também Maceió: Um Destino [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores: Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Maceió, a capital de Alagoas, é conhecida por suas praias paradisíacas e piscinas naturais de águas mornas e cristalinas. Um roteiro de 3 dias é perfeito para conhecer o essencial da cidade, relaxar e aproveitar as belezas naturais.</p>
<figure id="attachment_3158" aria-describedby="caption-attachment-3158" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maceio-alagoas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3158 size-full" title="Mapa Turístico de Maceió em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maceio-alagoas.jpg" alt="Mapa Turístico de Maceió em Alagoas" width="620" height="487" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maceio-alagoas.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maceio-alagoas-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-maceio-alagoas-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3158" class="wp-caption-text">Mapa Turístico de Maceió em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20629" aria-describedby="caption-attachment-20629" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20629 size-large" title="Rota Turística do litoral norte de Alagoas ou Costa dos Corais" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1-1024x713.jpg" alt="Rota Turística do litoral norte de Alagoas ou Costa dos Corais" width="800" height="557" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1-1024x713.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1-300x209.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1-768x535.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1-79x55.jpg 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Rota-Turística-do-litoral-norte-de-Alagoas-ou-Costa-dos-Corais-1.jpg 1684w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20629" class="wp-caption-text">Rota Turística do litoral norte de Alagoas ou Costa dos Corais</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20641" aria-describedby="caption-attachment-20641" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20641" title="mapa do litoral sul de Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg" alt="mapa do litoral sul de Alagoas" width="800" height="413" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas.jpg 940w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-300x155.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-768x396.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/08/mapa-do-litoral-sul-de-Alagoas-107x55.jpg 107w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20641" class="wp-caption-text">mapa do litoral sul de Alagoas</figcaption></figure>
<h2>Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/alagoas/maceio-vista-de-cima.jpg?token=Q7JKJp0Y0hcwgyEUPLwbew&amp;expires=1775914000" width="400" /></a></p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/maceio-guia-turismo-viagem/" target="_blank" rel="noopener">Maceió: Um Destino Imperdível em Alagoas</a></strong></p>
<h3>Dia 1: Piscinas Naturais e Orla Urbana</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã: Piscinas Naturais de Pajuçara.</strong> O passeio de jangada parte da praia de Pajuçara e leva você por cerca de <strong>2 km até as piscinas naturais</strong>. A viagem de ida e volta dura aproximadamente 2 horas.</li>
<li><strong>Tarde: Passeio pela Orla.</strong> A orla de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca estão conectadas. A distância de ponta a ponta é de aproximadamente <strong>4 km</strong>, ideal para uma caminhada ou passeio de bicicleta.</li>
<li><strong>Noite: Gastronomia e artesanato.</strong> A Feirinha de Artesanato da Pajuçara fica no início da orla, a uma curta distância a pé de Ponta Verde. Os restaurantes de Jatiúca também estão a uma curta distância, geralmente menos de <strong>2 km</strong>.</li>
</ul>
<figure id="attachment_82020" aria-describedby="caption-attachment-82020" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-82020 size-large" title="Piscinas Naturais de Pajuçara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-1024x683.jpg" alt="piscinas naturais de pajuçara" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/piscinas-naturais-de-pajucara.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-82020" class="wp-caption-text">Piscinas naturais de pajuçara</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23139" aria-describedby="caption-attachment-23139" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/06/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23139 size-full" title="Praia de Pajuçara em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/06/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg" alt="Praia de Pajuçara em Maceió" width="750" height="479" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/06/Praia-de-Pajucara-em-Maceio.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/06/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-300x192.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/06/Praia-de-Pajucara-em-Maceio-86x55.jpg 86w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23139" class="wp-caption-text">Praia de Pajuçara em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20595" aria-describedby="caption-attachment-20595" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20595 size-full" title="Praia de Ponta Verde em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg" alt="Praia de Ponta Verde em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-de-Ponta-Verde-em-Maceió-620x350.jpg 620w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20595" class="wp-caption-text">Praia de Ponta Verde em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_23144" aria-describedby="caption-attachment-23144" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23144" title="Praia de Jatiúca em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio.jpg" alt="Praia de Jatiúca em Maceió" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio.jpg 960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/10/Praia-de-Jatiuca-em-Maceio-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23144" class="wp-caption-text">Praia de Jatiúca em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96240" aria-describedby="caption-attachment-96240" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96240 size-large" title="Feirinha de Artesanato da Pajuçara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-1024x768.jpg" alt="Feirinha de Artesanato da Pajuçara" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Feirinha-de-Artesanato-da-Pajucara.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96240" class="wp-caption-text">Feirinha de Artesanato da Pajuçara</figcaption></figure>
<h3>Dia 2: Litoral Norte e Aventura</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã: Litoral Norte.</strong> O bate e volta para a <a href="https://bahia.ws/5-melhores-praias-de-maceio-e-de-seus-arredores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Praia do Francês</strong></a> fica a cerca de <strong>25 km de distância</strong>, com um tempo de viagem de 30 a 45 minutos. Já a <strong>Praia de Ipioca</strong>, com o Hibiscus Beach Club, está a aproximadamente <strong>23 km de distância</strong>, com tempo de viagem similar.</li>
<li><strong>Tarde: Pontal da Barra.</strong> Na volta do passeio, passe no bairro do Pontal da Barra. A distância do centro de Maceió (Ponta Verde) até lá é de cerca de <strong>8 km</strong>, com trajeto de 15 a 20 minutos.</li>
<li><strong>Noite: Orla da Jatiúca.</strong> O jantar pode ser em um dos restaurantes à beira-mar de Jatiúca ou em Ponta Verde. Os dois bairros são vizinhos.</li>
</ul>
<figure id="attachment_23205" aria-describedby="caption-attachment-23205" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23205" title="Praia do Francês em Marechal Deodoro AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg" alt="Praia do Francês em Marechal Deodoro AL" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2019/09/Praia-do-Frances-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23205" class="wp-caption-text">Praia do Francês em Marechal Deodoro AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_69147" aria-describedby="caption-attachment-69147" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-69147 size-large" title="Praia de Ipioca em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1024x576.webp" alt="Praia de Ipioca em Alagoas" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-1536x864.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-2048x1152.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Praia-de-Ipioca-em-Alagoas-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69147" class="wp-caption-text">Praia de Ipioca em Alagoas</figcaption></figure>
<figure id="attachment_66280" aria-describedby="caption-attachment-66280" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-66280 size-large" title="Praia do Pontal da Barra em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-1024x576.jpg" alt="Praia do Pontal da Barra em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/07/Praia-do-Pontal-da-Barra-em-Maceio.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66280" class="wp-caption-text">Praia do Pontal da Barra em Maceió</figcaption></figure>
<h3>Dia 3: Litoral Sul e Mirante</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã: <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-alagoas/" target="_blank" rel="noopener">Praia do Gunga</a> e Mirante.</strong> Prepare-se para um percurso mais longo. A Praia do Gunga fica a aproximadamente <strong>38 km de distância</strong> da orla de Maceió, com um tempo de viagem de cerca de 50 a 60 minutos.</li>
<li><strong>Tarde: Mercado e centro.</strong> De volta a Maceió, o Mercado do Artesanato está a cerca de <strong>5 km de distância</strong> de Ponta Verde. O Centro Histórico, onde ficam a <strong>Praça dos Martírios</strong> e a <strong>Catedral Metropolitana</strong>, está a aproximadamente <strong>6 km de distância</strong>. O tempo de viagem para ambos é de 10 a 20 minutos.</li>
<li><strong>Noite: Despedida.</strong> Para se despedir de Maceió, a sugestão é um jantar relaxante na orla de Pajuçara, em Ponta Verde ou em Jatiúca, todos a uma curta distância um do outro.</li>
</ul>
<figure id="attachment_81646" aria-describedby="caption-attachment-81646" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-81646 size-large" title="Praia do Gunga na Barra de São Miguel AL" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-1024x576.jpg" alt="Praia do Gunga na Barra de São Miguel AL" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Praia-do-Gunga-na-Barra-de-Sao-Miguel-AL.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-81646" class="wp-caption-text">Praia do Gunga na Barra de São Miguel AL</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96241" aria-describedby="caption-attachment-96241" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96241" title="Praça dos Martírios em Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio.jpg" alt="Praça dos Martírios em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-dos-Martirios-em-Maceio-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96241" class="wp-caption-text">Praça dos Martírios em Maceió</figcaption></figure>
<figure id="attachment_81847" aria-describedby="caption-attachment-81847" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-81847" title="Catedral Metropolitana de Maceió" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio.jpg" alt="Catedral Metropolitana de Maceió em Maceió" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio.jpg 936w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Catedral-Metropolitana-de-Maceio-em-Maceio-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-81847" class="wp-caption-text">Catedral Metropolitana de Maceió</figcaption></figure>
<h3>Dicas extras</h3>
<ul>
<li><strong>Maré:</strong> A maré baixa é ideal para visitar as piscinas naturais.</li>
<li><strong>Transporte:</strong> As distâncias podem ser percorridas com táxis, carros de aplicativo ou carros alugados. Considere sempre o trânsito local para planejar seus passeios.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-maceio-e-arredores-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 3 Dias em Maceió e Arredores: Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roteiro de 3 Dias em Fortaleza e Arredores com Dicas Imperdíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-fortaleza-e-arredores-com-dicas-imperdiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 13:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Fortaleza, capital do Ceará, é uma cidade vibrante na costa nordeste do Brasil, famosa por suas praias extensas, clima tropical e vida cultural intensa. Com orlas movimentadas como a Avenida Beira Mar e a Praia de Iracema, a cidade combina lazer à beira-mar com infraestrutura urbana moderna, restaurantes de frutos [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-fortaleza-e-arredores-com-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 3 Dias em Fortaleza e Arredores com Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Fortaleza</strong>, <strong>capital do Ceará</strong>, é uma cidade vibrante na costa nordeste do Brasil, famosa por suas <strong>praias extensas</strong>, <strong>clima tropical</strong> e <strong>vida cultural intensa</strong>.</p>
<p>Com orlas movimentadas como a <strong>Avenida Beira Mar</strong> e a <strong>Praia de Iracema</strong>, a cidade combina <strong>lazer à beira-mar</strong> com infraestrutura urbana moderna, restaurantes de frutos do mar e uma vida noturna animada.</p>
<figure id="attachment_96127" aria-describedby="caption-attachment-96127" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96127 size-full" title="Fortaleza no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara.webp" alt="Fortaleza no Ceará" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara.webp 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Fortaleza-no-Ceara-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96127" class="wp-caption-text">Fortaleza no Ceará</figcaption></figure>
<p>Além do sol e do mar, <strong>Fortaleza</strong> é porta de entrada para destinos incríveis do litoral cearense — como <strong>Cumbuco</strong>, <strong>Jericoacoara</strong> e <strong>Canoa Quebrada</strong> — e oferece atrações culturais importantes, como o <strong>Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura</strong> e o <strong>Mercado Central</strong>, onde se encontra <strong>artesanato local</strong>, <strong>rendas</strong> e <strong>gastronomia regional</strong>.</p>
<p>A <strong>hospitalidade cearense</strong>, a <strong>música</strong>, o <strong>forró</strong> e as <strong>festas populares</strong> completam a experiência, fazendo da cidade um destino atraente tanto para quem busca <strong>descanso</strong> quanto para quem procura <strong>turismo de aventura</strong>.</p>
<p>Se você está procurando um <strong>roteiro de 3 dias em Fortaleza e arredores</strong>, encontrará opções que vão desde passeios tranquilos pela orla e jantares românticos até aventuras em parques aquáticos, passeios de buggy nas dunas e excursões para vilas litorâneas — tudo planejado para aproveitar ao máximo a diversidade que a cidade e o litoral cearense oferecem.</p>
<h3>Por que fazer férias em Fortaleza no Ceará?</h3>
<p>Fazer férias em <strong>Fortaleza</strong> é uma ótima escolha por vários motivos:</p>
<ul>
<li><strong>Praias</strong> lindas e variadas (Meireles, Iracema, <strong>Praia do Futuro</strong>) para relaxar e praticar esportes aquáticos.</li>
<li><strong>Clima</strong> quente e ensolarado a maior parte do ano, ideal para quem busca sol.</li>
<li>Roteiros de bate‑volta para destinos famosos do Ceará: <strong>Cumbuco</strong>, <strong>Jericoacoara</strong>, <strong>Canoa Quebrada</strong> e o parque aquático <strong>Beach Park</strong>.</li>
<li>Vida <strong>cultural</strong> rica: <strong>Dragão do Mar</strong>, museus, feiras de artesanato e eventos locais.</li>
<li><strong>Gastronomia</strong> regional — frutos do mar e pratos típicos (peixada, caranguejo, tapioca).</li>
<li>Boa <strong>infraestrutura turística</strong>: hotéis, restaurantes e opções de transporte.</li>
<li>Vida <strong>noturna</strong> animada com bares, <strong>forró</strong> e shows ao vivo.</li>
<li><strong>Custo‑benefício</strong> competitivo em hospedagem e passeios, especialmente fora da alta temporada.</li>
<li><strong>Hospitalidade nordestina</strong> e atmosfera acolhedora que enriquecem a experiência.</li>
</ul>
<figure id="attachment_8128" aria-describedby="caption-attachment-8128" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-8128 size-full" title="Mapa das Praias de Fortaleza CE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg" alt="Mapa das Praias de Fortaleza CE" width="620" height="459" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-praias-74x55.jpg 74w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8128" class="wp-caption-text">Mapa das Praias de Fortaleza CE</figcaption></figure>
<figure id="attachment_8137" aria-describedby="caption-attachment-8137" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-ceara-turismo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-8137 size-full" title="Mapa do Centro de Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-ceara-turismo.jpg" alt="Mapa do Centro de Fortaleza" width="620" height="507" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-ceara-turismo.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-ceara-turismo-300x245.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/mapa-fortaleza-ceara-turismo-67x55.jpg 67w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8137" class="wp-caption-text">Mapa do Centro de Fortaleza</figcaption></figure>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/guia-viagem-turismo-fortaleza-ce/" target="_blank" rel="noopener">Descubra Fortaleza: Belezas Naturais e Riquezas Culturais do Ceará</a></strong></p>
<h2>Roteiro de 3 dias em Fortaleza e Arredores</h2>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-fortaleza-e-arredores-com-dicas-imperdiveis/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/ceara/Fortaleza-Drone.jpg?token=hH2soWkwNuTGc6dD3Lyk4w&amp;expires=1775914000" width="400" /></a></p>
<p><strong>Distância base: Marco Zero / Praça dos Leões</strong></p>
<h3>Dia 1 — Beira Mar, Iracema e pôr do sol</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã:</strong> Caminhada pela Avenida Beira Mar, feira de artesanato e suco/café na orla.<br />
<small>Distância: 1–3 km — 5–10 min</small></li>
<li><strong>Almoço:</strong> Restaurante de frutos do mar na Praia de Meireles.<br />
<small>Distância: 2–4 km — 10–15 min</small></li>
<li><strong>Tarde:</strong> Passear na Praia de Iracema, visitar a Ponte dos Ingleses.<br />
<small>Distância: 2–4 km — 10–15 min</small></li>
<li><strong>Pôr do sol:</strong> Mirante do Mucuripe ou pier.<br />
<small>Distância: 3–5 km — 10–15 min</small></li>
<li><strong>Noite:</strong> Jantar em restaurante com vista para o mar ou barzinho em Iracema.</li>
</ul>
<figure id="attachment_96126" aria-describedby="caption-attachment-96126" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96126 size-large" title="Praia de Meireles em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-1024x576.webp" alt="Praia de Meireles em Fortaleza" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-1536x864.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-2048x1152.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-de-Meireles-em-Fortaleza-800x450.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96126" class="wp-caption-text">Praia de Meireles em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_46126" aria-describedby="caption-attachment-46126" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46126 size-large" title="Praia de Iracema em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-1024x576.webp" alt="Praia de Iracema em Fortaleza" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-de-Iracema-em-Fortaleza.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46126" class="wp-caption-text">Praia de Iracema em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_46124" aria-describedby="caption-attachment-46124" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46124 size-large" title="Praia do Meireles em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-1024x576.jpg" alt="Praia do Meireles em Fortaleza" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-2048x1152.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Meireles-em-Fortaleza-2-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46124" class="wp-caption-text">Praia do Meireles em Fortaleza</figcaption></figure>
<h3>Dia 2 — Praia do Futuro + ambiente aconchegante</h3>
<ul>
<li><strong>Manhã:</strong> Praia do Futuro (barraca com boa estrutura — espreguiçadeira, serviço de casal).<br />
<small>Distância: 10–14 km — 20–35 min</small></li>
<li><strong>Almoço:</strong> Barraca à beira-mar (peixada, frutos do mar).</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Retorno ao hotel e visita ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (exposições, cinema, café).<br />
<small>Distância: 1–3 km — 5–15 min</small></li>
<li><strong>Noite:</strong> Show ao vivo no Dragão do Mar ou jantar elegante na Aldeota.</li>
</ul>
<figure id="attachment_46120" aria-describedby="caption-attachment-46120" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-46120" title="Praia do Futuro em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1.jpg" alt="Praia do Futuro em Fortaleza" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1.jpg 904w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Praia-do-Futuro-em-Fortaleza-1-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-46120" class="wp-caption-text">Praia do Futuro em Fortaleza</figcaption></figure>
<figure id="attachment_96123" aria-describedby="caption-attachment-96123" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-96123" title="Centro Dragão do Mar em Fortaleza" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza.jpg" alt="Centro Dragão do Mar em Fortaleza" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza.jpg 995w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Centro-Dragao-do-Mar-em-Fortaleza-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96123" class="wp-caption-text">Centro Dragão do Mar em Fortaleza</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 — Passeio de dia inteiro (escolha)</h3>
<figure id="attachment_15773" aria-describedby="caption-attachment-15773" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-15773 size-full" title="Mapa do litoral do Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara.jpg" alt="Mapa do litoral do Ceará" width="1280" height="689" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara.jpg 1280w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara-300x161.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara-768x413.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara-1024x551.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/mapa-litoral-ceara-102x55.jpg 102w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-15773" class="wp-caption-text">Mapa do litoral do Ceará</figcaption></figure>
<ul>
<li><strong>Opção A — <a href="https://bahia.ws/beach-park-aquiraz-ce/" target="_blank" rel="noopener">Beach Park</a>:</strong> Dia todo em Aquiraz / Beach Park (diversão e relax).<br />
<small>Distância: 30–35 km — 35–50 min</small></li>
<li><strong>Opção B — <a href="https://bahia.ws/cumbuco-e-paraiso-kitesurf/" target="_blank" rel="noopener">Cumbuco</a>:</strong> Passeio de buggy leve, jangada ao pôr do sol e jantar em vila rústica.<br />
<small>Distância: 30–37 km — 35–50 min</small></li>
<li><strong>Opção C — <a href="https://bahia.ws/canoa-quebrada-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Canoa Quebrada</a>:</strong> Falésias, buggy e Broadway (recomenda-se pernoitar).<br />
<small>Distância: 165–185 km — 2h40–3h30</small></li>
</ul>
<figure id="attachment_25262" aria-describedby="caption-attachment-25262" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25262 size-large" title="Beach Park em Aquiraz" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-1024x767.webp" alt="Beach Park no Ceará" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-1024x767.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-768x575.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-1536x1150.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-800x599.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara-1320x989.webp 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/02/Beach-Park-no-Ceara.webp 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25262" class="wp-caption-text">Beach Park em Aquiraz</figcaption></figure>
<figure id="attachment_21559" aria-describedby="caption-attachment-21559" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21559" title="Praia de Cumbuco no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará.jpg" alt="Praia de Cumbuco no Ceará" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará.jpg 919w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/01/Praia-de-Cumbuco-no-Ceará-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21559" class="wp-caption-text">Praia de Cumbuco no Ceará</figcaption></figure>
<figure id="attachment_22492" aria-describedby="caption-attachment-22492" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22492" title="Canoa Quebrada no Ceará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati.jpg" alt="Canoa Quebrada no Ceará" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati.jpg 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/09/praia-de-Canoa-Quebrada-em-Aracati-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22492" class="wp-caption-text">Canoa Quebrada no Ceará</figcaption></figure>
<h3>Dicas práticas</h3>
<ul>
<li>Reserve jantares e passeios com antecedência.</li>
<li>Leve protetor solar, chapéu, repelente e dinheiro trocado.</li>
<li>Apps de táxi/ride-hailing funcionam bem; prefira transfer para Canoa e Beach Park.</li>
<li>Escolha restaurantes com vista para o mar para noites.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-3-dias-em-fortaleza-e-arredores-com-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 3 Dias em Fortaleza e Arredores com Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roteiro de 7 dias em Salvador e arredores: Dicas Imperdíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-salvador-e-arredores-dicas-imperdiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Salvador, capital da Bahia, é uma cidade vibrante onde história, cultura afro‑brasileira, música e praias se encontram — perfeita para um Roteiro de 7 dias em Salvador e Arredores que una cidade e litoral. Com um centro histórico colorido, o Pelourinho, suas igrejas barrocas, mercados animados e uma orla cheia [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-salvador-e-arredores-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 7 dias em Salvador e arredores: Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Salvador, capital da Bahia</strong>, é uma cidade vibrante onde história, cultura afro‑brasileira, música e praias se encontram — perfeita para um <strong>Roteiro de 7 dias em Salvador e Arredores</strong> que una cidade e litoral.</p>
<p>Com um centro histórico colorido, o <strong>Pelourinho</strong>, suas igrejas barrocas, mercados animados e uma orla cheia de vida, a cidade oferece experiências urbanas e costeiras únicas.</p>
<figure id="attachment_21763" aria-describedby="caption-attachment-21763" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-21763" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste.jpg" alt="Pontos turísticos do nordeste" width="800" height="542" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste-300x203.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste-768x520.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/03/Pontos-turísticos-do-nordeste-81x55.jpg 81w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21763" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<p>Este <strong>roteiro de uma semana</strong> propõe passeios pelo <strong>Centro Histórico</strong>, visitas a museus e faróis, dias de praia e trajetos a ilhas próximas, garantindo imersão cultural, contato com a natureza e tempo para relaxar.</p>
<p>A sugestão parte do <strong>Centro/Pelourinho</strong> e traz opções flexíveis para adaptar ao seu ritmo e preferências.</p>
<h2>Roteiro de 7 dias em Salvador e Arredores</h2>
<section><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-salvador-e-arredores-dicas-imperdiveis/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/5-Atracoes-INCRIVEIS-no-Centro-Historico-de-Salvador.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Dia 1 &#8211; Principais atrações do Pelourinho</h3>
<p>O <strong>Pelourinho</strong> é o <strong>núcleo histórico e cultural</strong> de <strong>Salvador</strong>, com <strong>ruas de paralelepípedo</strong>, <strong>fachadas coloridas</strong> e <strong>casarões coloniais</strong> restaurados que abrigam <strong>igrejas barrocas</strong>, <strong>ateliês</strong>, <strong>museus</strong>, <strong>bares</strong> e <strong>restaurantes</strong>.</p>
<p>Conhecido pela intensa <strong>vida musical</strong>, <strong>manifestações artísticas</strong> nas <strong>praças</strong> e pela presença de <strong>tradições afro-brasileiras</strong>, é um <strong>polo turístico e cultural</strong> que reflete a <strong>identidade baiana</strong>.</p>
<ol>
<li><strong>Igreja e Convento de São Francisco:</strong> Interior ricamente dourado com talha barroca impressionante.</li>
<li><strong>Casa do Carnaval (Museu do Carnaval): </strong>Exposições sobre a história e figurinos do Carnaval baiano.</li>
<li><strong>Fundação Jorge Amado:</strong> Centro cultural e museu dedicado à vida e obra do escritor, com exposições, biblioteca, pesquisa e programação cultural.</li>
<li><strong>Museu da Santa Casa da Misericórdia:</strong> Acervo histórico ligado à ação social e religiosa da Santa Casa, com documentos e objetos religiosos e hospitalares.</li>
<li><strong>Elevador Lacerda: </strong>Ícone urbano que conecta a Cidade Alta à Cidade Baixa, oferecendo vista privilegiada da baía e acesso ao comércio local.</li>
</ol>
<figure id="attachment_28355" aria-describedby="caption-attachment-28355" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-28355 size-large" title="Convento e Igreja de São Francisco em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-1024x683.jpg" alt="Convento e Igreja de São Francisco em Salvador BA" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/06/Convento-e-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-28355" class="wp-caption-text">Convento e Igreja de São Francisco em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92131" aria-describedby="caption-attachment-92131" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92131" title="Casa do Carnaval (Museu do Carnaval) em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador.jpg" alt="Casa do Carnaval (Museu do Carnaval) em Salvador" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Casa-do-Carnaval-Museu-do-Carnaval-em-Salvador-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92131" class="wp-caption-text">Casa do Carnaval (Museu do Carnaval) em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_20492" aria-describedby="caption-attachment-20492" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20492 size-large" title="Fundação Jorge Amado" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1-1024x768.jpg" alt="Fundação Casa de Jorge Amado" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Fundação-Casa-de-Jorge-Amado-1-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20492" class="wp-caption-text">Fundação Casa de Jorge Amado</figcaption></figure>
<figure id="attachment_48846" aria-describedby="caption-attachment-48846" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48846 size-large" title="Museu da Santa Casa de Misericórdia em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-1024x768.jpg" alt="Museu da Santa Casa de Misericórdia em Salvador BA" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Museu-da-Santa-Casa-de-Misericordia-em-Salvador-BA.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48846" class="wp-caption-text">Museu da Santa Casa de Misericórdia em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_25863" aria-describedby="caption-attachment-25863" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25863 size-full" title="Elevador Lacerda em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.jpg" alt="Elevador Lacerda em Salvador da Bahia" width="800" height="463" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-300x174.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-768x444.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-95x55.jpg 95w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25863" class="wp-caption-text">Elevador Lacerda em Salvador da Bahia</figcaption></figure>
<h3>Dia 2 &#8211; Atrações do Centro Histórico de Salvador</h3>
<ol>
<li><strong>Catedral Basílica (Sé) e Praça do Terreiro de Jesus: </strong>Igreja matriz da cidade com fachada neoclássica e interior histórico; a praça é polo cultural com cafés e eventos.</li>
<li><strong>Igreja da Ordem Terceira do Carmo: </strong>Exemplo notável do barroco baiano, com rica talha, azulejos e fachada ornamentada do século XVIII.</li>
<li><strong>Museu Carlos Costa Pinto (Solar dos Costa Pinto): </strong>Solar colonial que abriga mobiliário, porcelanas e objetos da vida senhorial brasileira dos séculos XIX e XX.</li>
<li><strong>Museu Afro-Brasileiro:</strong> Acervo sobre religiões, cultura e história afro-brasileira.</li>
<li><strong>Mercado Modelo: </strong>Centro de artesanato e gastronomia popular, com lojas de souvenires, barraquinhas de comida e apresentações culturais.</li>
<li><strong>Forte de São Marcelo: </strong>Fortificação circular na baía, com significado histórico e possibilidade de visita mediante passeio marítimo.</li>
</ol>
<figure id="attachment_48757" aria-describedby="caption-attachment-48757" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48757" title="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.jpg" alt="Catedral Basílica de Salvador, Bahia" width="800" height="539" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-768x517.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/09/Catedral-Basilica-de-Salvador-Bahia-800x539.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48757" class="wp-caption-text">Catedral Basílica de Salvador, Bahia</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92121" aria-describedby="caption-attachment-92121" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92121 size-large" title="Praça Terreiro de Jesus em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-1024x683.jpg" alt="Praça Terreiro de Jesus em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praca-Terreiro-de-Jesus-em-Salvador.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92121" class="wp-caption-text">Praça Terreiro de Jesus em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92136" aria-describedby="caption-attachment-92136" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92136 size-full" title="Igreja da Ordem Terceira do Carmo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador.jpg" alt="Igreja da Ordem Terceira do Carmo em Salvador" width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador-768x602.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Igreja-da-Ordem-Terceira-do-Carmo-em-Salvador-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92136" class="wp-caption-text">Igreja da Ordem Terceira do Carmo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92141" aria-describedby="caption-attachment-92141" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92141" title="Museu Carlos Costa Pinto (Solar dos Costa Pinto) em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Carlos-Costa-Pinto-Solar-dos-Costa-Pinto-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92141" class="wp-caption-text">Museu Carlos Costa Pinto (Solar dos Costa Pinto) em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92126" aria-describedby="caption-attachment-92126" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92126 size-large" title="Museu Afro‑Brasileiro em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-1024x683.jpg" alt="Museu Afro‑Brasileiro em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Museu-Afro‑Brasileiro-em-Salvador.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92126" class="wp-caption-text">Museu Afro‑Brasileiro em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92146" aria-describedby="caption-attachment-92146" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92146 size-large" title="Mercado Modelo em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-1024x1024.jpg" alt="Mercado Modelo em Salvador" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-1024x1024.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Mercado-Modelo-em-Salvador.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92146" class="wp-caption-text">Mercado Modelo em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_48534" aria-describedby="caption-attachment-48534" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48534" title="Forte de São Marcelo em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1.jpg" alt="Forte de São Marcelo em Salvador BA" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1.jpg 880w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/04/Forte-de-Sao-Marcelo-em-Salvador-BA-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48534" class="wp-caption-text">Forte de São Marcelo em Salvador BA</figcaption></figure>
<h3>Dia 3 &#8211; Atrações do Bairro da Barra</h3>
<p>Conheça as principais atrações da Barra: farol histórico, praias, forte, mirantes e opções de gastronomia.</p>
<ol>
<li><strong>Farol da Barra (Forte de Santo Antônio da Barra)</strong> — farol histórico com museu náutico e mirante para o pôr do sol.</li>
<li><strong>Praia do Porto da Barra</strong> — praia urbana com águas calmas, ótima para banho e natação.</li>
<li><strong>Orla e calçadão Barra–Ondina</strong> — passeio à beira-mar com ciclovia, bares e restaurantes; rota do Carnaval.</li>
<li><strong>Forte de Santa Maria</strong> — fortificação histórica próxima ao farol.</li>
<li><strong>Mirantes para pôr do sol</strong> — locais ao longo da orla entre Farol e Ondina ideais para fotos.</li>
<li><strong>Feiras de artesanato</strong> — lembranças e peças regionais, especialmente no fim de tarde.</li>
</ol>
<figure id="attachment_48926" aria-describedby="caption-attachment-48926" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-48926" title="Farol da Barra em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA.jpg" alt="Farol da Barra em Salvador BA" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Farol-da-Barra-em-Salvador-BA-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-48926" class="wp-caption-text">Farol da Barra em Salvador BA</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92152" aria-describedby="caption-attachment-92152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92152 size-large" title="Praia do Porto da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1024x683.jpg" alt="Praia do Porto da Barra em Salvador" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Praia-do-Porto-da-Barra-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92152" class="wp-caption-text">Praia do Porto da Barra em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92157" aria-describedby="caption-attachment-92157" style="width: 780px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92157 size-full" title="Orla e calçadão Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador.jpg" alt="Orla e calçadão Barra em Salvador" width="780" height="520" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador.jpg 780w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Orla-e-calcadao-Barra-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92157" class="wp-caption-text">Orla e calçadão Barra em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_24424" aria-describedby="caption-attachment-24424" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Santa-Maria-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-24424 size-full" title="Forte de Santa Maria em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Santa-Maria-em-Salvador.jpg" alt="Forte de Santa Maria em Salvador" width="750" height="520" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Santa-Maria-em-Salvador.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Santa-Maria-em-Salvador-300x208.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Santa-Maria-em-Salvador-650x450.jpg 650w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-24424" class="wp-caption-text">Forte de Santa Maria em Salvador</figcaption></figure>
<h3>Dia 4 &#8211; Solar do Unhão e Dique do Tororó</h3>
<ol>
<li><strong>Solar do Unhão (Museu de Arte Moderna &#8211; MAM-BA): </strong>Complexo arquitetônico à beira da Baía de Todos-os-Santos com exposições de arte, ateliês e vista panorâmica.</li>
<li><strong>Dique do Tororó:</strong> Dique do Tororó é um lago artificial e área de lazer em Salvador, conhecido pelas grandes esculturas em bronze dos orixás sobre as águas.</li>
</ol>
<figure id="attachment_28002" aria-describedby="caption-attachment-28002" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-28002 size-large" title="Solar do Unhão em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-1024x627.jpg" alt="Solar do Unhão em Salvador" width="800" height="490" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-1024x627.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-300x184.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-768x470.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1-800x490.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/04/Solar-do-Unhao-em-Salvador-1.jpg 1233w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-28002" class="wp-caption-text">Solar do Unhão em Salvador</figcaption></figure>
<figure id="attachment_92162" aria-describedby="caption-attachment-92162" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador.avif" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-92162" title="Dique do Tororó em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador.avif" alt="Dique do Tororó em Salvador" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador.avif 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/08/Dique-do-Tororo-em-Salvador-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92162" class="wp-caption-text">Dique do Tororó em Salvador</figcaption></figure>
</section>
<section>
<h3>Dia 5 &#8211; Ilha dos Frades</h3>
<ul>
<li><strong>Saída cedo:</strong> Deslocamento ao cais indicado pelo operador.</li>
<li><strong>Travessia:</strong> Lancha rápida ~40–60 min (confirmar operador).</li>
<li><strong>Dia:</strong> Praias, banho, almoço em restaurante local e caminhada pelo vilarejo.</li>
<li><strong>Retorno:</strong> A Salvador no fim da tarde.</li>
</ul>
<figure id="attachment_20562" aria-describedby="caption-attachment-20562" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20562" title="Ilha dos Frades - Praias e Trilhas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas.jpg" alt="Ilha dos Frades - Praias e Trilhas" width="800" height="436" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas.jpg 873w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas-300x164.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas-768x419.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-dos-Frades-Praias-e-Trilhas-101x55.jpg 101w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20562" class="wp-caption-text">Ilha dos Frades &#8211; Praias e Trilhas</figcaption></figure>
</section>
<section>
<h3>Dia 6 &#8211; Ilha de Itaparica ou passeio de escuna</h3>
<ul>
<li><strong>Ilha de Itaparica:</strong> Pegar ferry/lancha (~40–60 min), explorar praias e almoçar na ilha; retornar à tarde.</li>
<li><strong>Escuna:</strong> Passeio com paradas para mergulho e almoço a bordo.</li>
<li><strong>Noite:</strong> Retorno e jantar em Salvador.</li>
</ul>
<figure id="attachment_26132" aria-describedby="caption-attachment-26132" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26132 size-large" title="Ilha de Itaparica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2-1024x783.jpg" alt="Ilha de Itaparica" width="800" height="612" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2-1024x783.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2-768x587.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2-800x612.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Ilha-de-Itaparica-2.jpg 1242w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26132" class="wp-caption-text">Ilha de Itaparica</figcaption></figure>
</section>
<section>
<h3>Dia 7 &#8211; Praia do Forte e retorno</h3>
<ul>
<li><strong>Saída cedo:</strong> Trajeto pela Estrada do Coco (~1–1,5 h).</li>
<li><strong>Manhã:</strong> Projeto Tamar e praias.</li>
<li><strong>Almoço:</strong> Vilarejo da Praia do Forte.</li>
<li><strong>Tarde:</strong> Relaxar na praia ou visitar o Castelo Garcia d’Ávila.</li>
<li><strong>Retorno:</strong> A Salvador no fim da tarde/noite.</li>
</ul>
<figure id="attachment_55977" aria-describedby="caption-attachment-55977" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-55977 size-large" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-1024x576.jpg" alt="PRAIA DO FORTE BA" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/04/LUGARES-PARA-VISITAR-NA-PRAIA-DO-FORTE-BA.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-55977" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
</section>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/roteiro-de-7-dias-em-salvador-e-arredores-dicas-imperdiveis/">Roteiro de 7 dias em Salvador e arredores: Dicas Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do México e da América Central de 1671 – Mapa Histórico</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-mexico-e-da-america-central-de-1671/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 20:09:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do México e da América Central de 1671 &#8220;Yucatan Conventus Iuridici Hispaniae Novae Pars Occidentalis, et Guatimala Conventus Iuridicus&#8221;, Montanus/Ogilby A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII. Contém mais de cem placas, vistas e mapas da América do [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-mexico-e-da-america-central-de-1671/">Mapa do México e da América Central de 1671 &#8211; Mapa Histórico</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<figure id="attachment_40693" aria-describedby="caption-attachment-40693" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40693 size-large" title="Mapa do Mexico e Central America de 1671" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-1024x870.jpg" alt="Mapa do México e da América Central de 1671&quot;Yucatan Conventus Iuridici Hispaniae Novae Pars Occidentalis, et Guatimala Conventus Iuridicus&quot;, Montanus/Ogilby A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII. Continha mais de cem placas, vistas e mapas da América do Norte e do Sul magnificamente gravados. As placas retratam vividamente fortalezas, festivais, ocupações, frotas holandesas, batalhas, ritos religiosos e costumes dos habitantes nativos. Esta importante obra foi traduzida para o alemão por Olivier Dapper e para o inglês por John Ogilby. Várias das placas foram posteriormente adquiridas por Pierre Vander Aa. Este mapa decorativo cobre a região da Cidade do México até a Cidade do Panamá, incluindo parte de Cuba, e é baseado no mapa de Blaeu da península de Yucatan. Cozumel é nomeado, e o Lago Nicarágua é apresentado numa orientação leste-oeste. Este mapa está ricamente decorado com navios em batalha, Neptuno e a sua comitiva, e uma elaborada cartela de título com nativos, putti e uma grande concha. Mapa do México e da América Central de 1671 - Mapa Histórico" width="800" height="680" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-1024x870.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-300x255.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-768x652.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-1536x1304.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-2048x1739.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-800x679.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Mexico-e-Central-America-de-1671-1320x1121.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40693" class="wp-caption-text">Mapa do México e da América Central de 1671, &#8220;Yucatan Conventus Iuridici Hispaniae Novae Pars Occidentalis, et Guatimala Conventus Iuridicus&#8221;, Montanus/Ogilby. A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII. Contém mais de cem placas, vistas e mapas da América do Norte e do Sul, magnificamente gravados. As placas retratam com grande riqueza de pormenor fortalezas, festivais, ocupações, frotas holandesas, batalhas, ritos religiosos e costumes dos habitantes nativos. Esta importante obra foi traduzida para alemão por Olivier Dapper e para inglês por John Ogilby. Várias das placas foram posteriormente adquiridas por Pierre Vander Aa. Este mapa decorativo cobre a região da Cidade do México até à Cidade do Panamá, incluindo parte de Cuba, e tem por base o mapa de Blaeu da península de Yucatã. Cozumel é nomeada e o Lago Nicarágua é apresentado numa orientação leste-oeste. Este mapa está ricamente decorado com navios em batalha, Neptuno e a sua comitiva, bem como uma elaborada cartela de título com nativos, putti e uma grande concha. Mapa do México e da América Central de 1671 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure>
<h3 class="ai-optimize-6">Mapa do México e da América Central de 1671</h3>
<h4 class="ai-optimize-7">&#8220;Yucatan Conventus Iuridici Hispaniae Novae Pars Occidentalis, et Guatimala Conventus Iuridicus&#8221;, Montanus/Ogilby</h4>
<p class="ai-optimize-8 ai-optimize-introduction">A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII.</p>
<p class="ai-optimize-9">Contém mais de cem placas, vistas e mapas da América do Norte e do Sul, magnificamente gravados.</p>
<p class="ai-optimize-10">As placas retratam com grande riqueza de pormenor fortalezas, festivais, ocupações, frotas holandesas, batalhas, ritos religiosos e costumes dos habitantes nativos.</p>
<p class="ai-optimize-11">Esta importante obra foi traduzida para alemão por Olivier Dapper e para inglês por John Ogilby. Várias das placas foram posteriormente adquiridas por Pierre Vander Aa.</p>
<p class="ai-optimize-12">Este mapa decorativo cobre a região da Cidade do México até à Cidade do Panamá, incluindo parte de Cuba, e tem por base o mapa de Blaeu da península de Yucatã.</p>
<p class="ai-optimize-13">Cozumel é nomeada e o Lago Nicarágua é apresentado numa orientação leste-oeste.</p>
<p class="ai-optimize-14">Este mapa está ricamente decorado com navios em batalha, Neptuno e a sua comitiva, bem como uma elaborada cartela de título com nativos, putti e uma grande concha.</p>
<p class="ai-optimize-15">Mapa do México e da América Central de 1671 &#8211; Mapa Histórico</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Turismo pelos ares: paraquedas, parapente e balonismo na Bahia</title>
		<link>https://bahia.ws/turismo-pelos-ares-paraquedas-parapente-e-balao-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 23:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes Radicais e de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[balonismo]]></category>
		<category><![CDATA[parapente]]></category>
		<category><![CDATA[paraquedas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=51080</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Paraquedas, parapente e passeio de balão: confira opções de turismo pelos ares na Bahia Listamos passeios turísticos radicais nas alturas para quem quer se divertir sozinho ou com a família. Já pensou em fazer um passeio de balão? Ou, caso goste de adrenalina, um salto de paraquedas? É possível viver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p data-pm-slice="1 1 []">Paraquedas, parapente e passeio de balão: confira opções de turismo pelos ares na Bahia</p>
<p>Listamos passeios turísticos radicais nas alturas para quem quer se divertir sozinho ou com a família.</p>
<figure id="attachment_51091" aria-describedby="caption-attachment-51091" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-51091 size-full" title="Bahia Balonismo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1.jpg" alt="Bahia Balonismo" width="720" height="540" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo-1-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-51091" class="wp-caption-text">Bahia Balonismo</figcaption></figure>
<p>Já pensou em fazer um <strong>passeio de balão</strong>? Ou, caso goste de adrenalina, um <strong>salto de paraquedas</strong>? É possível viver essas aventuras nas cidades de <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-mata-de-sao-joao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mata de São João</strong></a>, no litoral da Bahia, e em <strong>Santo Antônio de Jesus</strong>, no Recôncavo da Bahia.</p>
<p>Além disso, em <strong>Jacobina</strong>, no norte do estado, é possível ter uma mistura das duas aventuras: no <strong>passeio de parapente</strong>, é possível observar as paisagens com mais tranquilidade e uma pitada de adrenalina.</p>
<p>Ou seja, o que não faltam são opções de <strong>níveis de adrenalina</strong> para quem deseja fazer um programa diferente e cheio de emoção.</p>
<h3>Vídeos sobre paraquedismo, parapente e balonismo na Bahia</h3>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/turismo-pelos-ares-paraquedas-parapente-e-balao-na-bahia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Bahia-Balonismo.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>Melhores lugares para a prática de:</h2>
<h3 data-pm-slice="1 3 []">1. Paraquedismo</h3>
<p>Para quem busca <strong>adrenalina</strong>, o <strong>paraquedismo</strong> é a opção ideal.</p>
<figure id="attachment_51095" aria-describedby="caption-attachment-51095" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-51095 size-large" title="Paraquedismo na Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x576.jpeg" alt="Paraquedismo na Praia do Forte na Bahia" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x576.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-1536x864.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia-800x450.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Paraquedismo-na-Praia-do-Forte-na-Bahia.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-51095" class="wp-caption-text">Paraquedismo na Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure>
<p>Na <a href="https://bahia.ws/praia-do-forte-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Praia do Forte</strong></a>, distrito de <strong>Mata de São João</strong>, a 60 km de <strong>Salvador</strong>, é possível saltar e contemplar as belas praias da <strong>Linha Verde</strong>.</p>
<p>Para quem não possui formação no esporte, o <strong>salto duplo</strong> é realizado com um <strong>instrutor habilitado</strong>.</p>
<h4>Skydive Bahia</h4>
<p>A <strong data-start="2" data-end="19">Skydive Bahia</strong> é uma empresa especializada em <strong data-start="51" data-end="67">paraquedismo</strong>, localizada no <strong data-start="83" data-end="116">Aeródromo Costa dos Coqueiros</strong>, em <strong data-start="121" data-end="141">Mata de São João</strong>, Bahia.</p>
<p>Oferece <strong data-start="158" data-end="175">saltos duplos</strong> para iniciantes, permitindo que os participantes experimentem a emoção da queda livre acompanhados por instrutores experientes. Além disso, a empresa disponibiliza <strong data-start="340" data-end="366">cursos de paraquedismo</strong> para aqueles que desejam se aprofundar no esporte.</p>
<p>Os saltos proporcionam vistas panorâmicas das belas praias da região conhecida como <strong data-start="502" data-end="517">Linha Verde</strong>. É necessário agendamento prévio para participar das atividades. Para mais informações, visite o site oficial da Skydive Bahia.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Local:</strong> Aeródromo Costa dos Coqueiros, Mata de São João</li>
<li><strong>Contatos:</strong> (71) 9 9943-3125 / (71) 9 9680-5873</li>
<li><strong>Agendamento prévio obrigatório</strong></li>
</ul>
<h3 data-pm-slice="1 3 []">2. Parapente</h3>
<p>O <strong>parapente</strong> é um <strong>planador</strong> que permite <strong>voos prolongados</strong>, proporcionando uma experiência única.</p>
<figure id="attachment_51087" aria-describedby="caption-attachment-51087" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-51087 size-loop-large" title="Parapente em Jacobina BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA-800x480.jpg" alt="Parapente em Jacobina BA" width="800" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA-800x480.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA-300x180.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA-768x461.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA-92x55.jpg 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/02/Parapente-em-Jacobina-BA.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-51087" class="wp-caption-text">Parapente em Jacobina BA</figcaption></figure>
<p>Em <strong>Jacobina</strong>, no norte da <strong>Bahia</strong>, os voos acontecem na <strong>Rampa de Voo Livre Gezer Cerqueira</strong>.</p>
<h4>Rampa de Voo Livre Gezer Cerqueira</h4>
<p>A <strong data-start="2" data-end="26">prática de parapente</strong> na <strong data-start="30" data-end="68">Rampa de Voo Livre Gezer Cerqueira</strong>, em <strong data-start="73" data-end="85">Jacobina</strong>, Bahia, é uma experiência única para os amantes de esportes radicais.</p>
<p>Localizada a 710 metros de altitude, a rampa oferece uma vista deslumbrante da região e condições ideais para voos longos e seguros.</p>
<p>Os <strong data-start="292" data-end="307">voos duplos</strong> são realizados com instrutores qualificados, proporcionando segurança e tranquilidade aos iniciantes. Além disso, é possível realizar <strong data-start="442" data-end="465">cursos de parapente</strong> para quem deseja voar sozinho.</p>
<p>O agendamento prévio é obrigatório, e as condições climáticas são cuidadosamente analisadas antes de cada voo.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Local:</strong> Rampa Gezer Cerqueira, Jacobina, 44700-000 (4 km antes da entrada da cidade, à direita, pelo Colégio Técnico Agrícola)</li>
<li><strong>Contatos:</strong> (74) 8142-4303 (apenas WhatsApp)</li>
<li><strong>Agendamento prévio obrigatório</strong></li>
</ul>
<h3 data-pm-slice="1 1 []">3. Balonismo</h3>
<p>Para quem prefere uma <strong>aventura com menos adrenalina</strong>, o <strong>balonismo</strong> é uma ótima opção. O passeio é tranquilo e pode ser feito com toda a família, em grupos de quatro a 24 pessoas.</p>
<h4>Bahia Balonismo</h4>
<p>A <strong data-start="2" data-end="21">Bahia Balonismo</strong> oferece passeios de <strong data-start="42" data-end="51">balão</strong> na região de <strong data-start="65" data-end="91">Santo Antônio de Jesus</strong>, no <a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-salinas-da-margarida-e-barra-do-paraguacu/" target="_blank" rel="noopener"><strong data-start="96" data-end="116">Recôncavo Baiano</strong></a>.</p>
<p>Atuando há mais de três anos, a empresa já realizou voos para mais de 10 mil pessoas, sendo a única a oferecer esse tipo de experiência no nordeste.</p>
<p>Os passeios acontecem ao amanhecer, proporcionando uma vista espetacular da cidade durante o <strong data-start="360" data-end="377">nascer do sol</strong>. A experiência inclui <strong data-start="400" data-end="417">café da manhã</strong>, <strong data-start="419" data-end="432">champanhe</strong> e transporte de volta ao ponto de partida.</p>
<p>O voo pode ser feito em grupos de 4 a 24 pessoas, com todas as medidas de segurança e acompanhamento de <strong data-start="580" data-end="603">pilotos habilitados</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>Local:</strong> Anexo ao São Geraldo Hotel Fazenda – acesso pelo Posto Acácia (Shell &#8211; BR-101 &#8211; Zona Rural, Conceição do Almeida &#8211; BA, 44540-000)</li>
<li><strong>Contatos:</strong> (75) 98815-4400</li>
<li><strong>Agendamento prévio obrigatório</strong></li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/turismo-pelos-ares-paraquedas-parapente-e-balao-na-bahia/">Turismo pelos ares: paraquedas, parapente e balonismo na Bahia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carlos Julião: O Engenheiro Militar e Desenhista que Retratou o Brasil Colonial</title>
		<link>https://bahia.ws/carlos-juliao-o-engenheiro-militar-e-desenhista-que-retratou-o-brasil-colonial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 23:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Julião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=50312</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Carlos Julião, engenheiro militar e desenhista de origem italiana ao serviço da coroa portuguesa, não chegou a morar ou se estabelecer no Brasil. Ele viveu em Portugal, onde atuou na administração colonial, mas produziu uma vasta obra sobre as colônias portuguesas, incluindo o Brasil. Seus desenhos e aquarelas documentam a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/carlos-juliao-o-engenheiro-militar-e-desenhista-que-retratou-o-brasil-colonial/">Carlos Julião: O Engenheiro Militar e Desenhista que Retratou o Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Carlos Julião</strong>, <strong>engenheiro militar</strong> e <strong>desenhista</strong> de origem italiana ao serviço da <strong>coroa portuguesa</strong>, não chegou a morar ou se estabelecer no <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Ele viveu em <strong>Portugal</strong>, onde atuou na <strong>administração colonial</strong>, mas produziu uma vasta obra sobre as <strong>colônias portuguesas</strong>, incluindo o Brasil.</p>
<p>Seus <strong>desenhos</strong> e <strong>aquarelas</strong> documentam a <strong>vida social</strong>, <strong>cultural</strong> e <strong>étnica</strong> das colônias e foram criados com base em <strong>relatos</strong>, <strong>documentos</strong> e possivelmente em <strong>visitas pontuais</strong>.</p>
<p>Portanto, não há registros de uma chegada ou partida de Julião especificamente para o Brasil, mas seu trabalho permanece como uma das mais importantes <strong>representações iconográficas</strong> do período <strong>colonial português</strong>.</p>
<h2><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">Obras de Carlos Julião sobre o Brasil</div></h2>
<ol>
<li>A Figuração do Espaço Colonial</li>
<li>Figurinhas de Brancos e Negros: um álbum de tipos brasileiros</li>
<li>As Figurinhas na Pintura</li>
</ol>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">1. A Figuração do Espaço Colonial</div></h3>
<div class="wpz-sc-box info  rounded ">Conhece-se, até o momento, apenas um documento iconográfico assinado por Carlos Julião (1740-1811), militar de origem italiana a serviço da coroa portuguesa na segunda metade do século XVIII.</div>
<p>De acordo com a legenda, uma <strong>Elevasam, Fasada</strong>, que apresenta em perspectiva marítima a <strong>Cidade do Salvador</strong>, localizada na <strong>Baía de Todos os Santos</strong>, na <strong>América Meridional</strong>, situada a <strong>13 graus de latitude sul</strong> e <strong>345 graus e 36 minutos de longitude</strong>. Na parte inferior, estão detalhadas as <strong>plantas e perspectivas</strong> em maior escala de toda a <strong>fortificação que protege a referida cidade</strong>.</p>
<p><strong>Este prospeto</strong> foi tirado por <strong>Carlos Julião</strong>, <strong>Capitão de Mineiros do Regimento de Artilharia da Corte</strong>, na ocasião que foi na <strong>Nau Nossa Senhora Madre de Deus</strong>.</p>
<p>Em <strong>Majo 1779</strong>, obra conservada no <strong>Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar (GEAEM)</strong>, em <strong>Lisboa</strong> (Figura 1).</p>
<figure id="attachment_50082" aria-describedby="caption-attachment-50082" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png"><img decoding="async" class="size-large wp-image-50082" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png" alt="Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador..., 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel.Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa " width="800" height="495" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-300x185.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-768x475.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1536x950.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-800x495.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png 1818w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50082" class="wp-caption-text">Figura 1 &#8211; Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador&#8230;, 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa</figcaption></figure>
<p><strong>A Elevação e fachada</strong> é uma obra composta de <strong>três partes ou segmentos</strong>, que se distribuem nos quatro <strong>segmentos horizontais</strong> em que o <strong>papel suporte</strong> se encontra dividido em:</p>
<h4><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">1. Primeiro Segmento</div></h4>
<p><strong>O primeiro deles</strong>, o superior, é ocupado por uma <strong>vista em prospecto</strong> de <strong>Salvador</strong>, de feitio bastante <strong>convencional</strong>, em que a <strong>cidade</strong> é representada em perfil tomado do <strong>mar</strong>.</p>
<p>O <strong>desenho</strong> põe em evidência o modo como o núcleo <strong>urbano</strong> se assenta sobre o <strong>relevo natural</strong> do sítio. Neste <strong>prospecto</strong>, são apontados com números os principais <strong>edifícios</strong> e <strong>logradouros</strong> da antiga <strong>capital do Brasil</strong>, cada um deles correspondendo a um item da <strong>legenda explicativa</strong> que ocupa toda a <strong>faixa inferior</strong> da prancha, ladeando o extenso <strong>título</strong>.</p>
<p>Tanto <strong>Ferrez</strong> (1963:38) quanto <strong>Reis</strong> (2000:316) consideram que este <strong>prospecto</strong> de <strong>Salvador</strong> seja uma cópia do <strong>perfil da cidade</strong> levantado por <strong>José Antonio Caldas</strong> (1725-1782)<strong><sup>3</sup></strong> em <strong>1756</strong>, sob orientação do <strong>engenheiro militar Manuel Cardoso de Saldanha</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>3</sup></strong> <strong>Natural</strong> de <strong>Salvador</strong>, <strong>Caldas</strong> sentou praça como <strong>soldado de Infantaria</strong> em <strong>1745</strong>.</p>
<p><strong>Foi discípulo de Manoel Cardoso de Saldanha</strong>, sob cuja orientação foi treinado nas atividades de <strong>engenheiro militar</strong>, sendo-lhe atribuídas obras de <strong>fortificação</strong> e <strong>edifícios religiosos</strong>. Foi professor da <strong>Aula Militar da Bahia</strong> desde <strong>1761</strong> até o ano da sua <strong>morte</strong>.</div>
<p><strong>O principal indício</strong> deste fato seria a representação, na <strong>Elevação e fachada</strong>, da <strong>Catedral de Salvador</strong> ainda com duas <strong>torres</strong>, sendo que uma delas tinha sido demolida em <strong>1756</strong>, em decorrência de um <strong>deslizamento</strong> ocorrido na <strong>Ladeira da Misericórdia</strong>.</p>
<p>Segundo afirmam ambos os <strong>historiadores</strong>, o levantamento de <strong>Caldas</strong> foi amplamente <strong>copiado</strong> por diversos outros <strong>autores</strong> durante todo o século XVIII.</p>
<figure id="attachment_50082" aria-describedby="caption-attachment-50082" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png"><img decoding="async" class="size-large wp-image-50082" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png" alt="Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador..., 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel.Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa " width="800" height="495" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-300x185.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-768x475.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1536x950.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-800x495.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png 1818w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50082" class="wp-caption-text">Figura 1 &#8211; Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador&#8230;, 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa</figcaption></figure>
<h4><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">2. Segundo Segmento</div></h4>
<p><strong>No segundo segmento</strong>, por sua vez, encontra-se representado o <strong>sistema de defesa</strong> da cidade, com seus <strong>oito fortes</strong> e <strong>duas baterias</strong> desenhados concomitantemente em <strong>planta</strong> e <strong>elevação</strong>, sendo as <strong>duas baterias</strong> representadas <strong>superpostas</strong> ocupando o <strong>nicho central</strong> do segmento.</p>
<p>Os desenhos são acompanhados de <strong>legenda explicativa</strong>, que detalha o <strong>posicionamento geográfico</strong> de cada <strong>forte</strong>, assim como o respectivo <strong>calibre de sua artilharia</strong>, conforme as <strong>legendas</strong> abaixo:</p>
<ol>
<li><strong>Forte de São Bartholomeu da Passagem</strong>, situado no Rio Pirajá, distante da Bahia uma légua. A sua artilharia é composta por oito peças de ferro, para saber: uma de calibre doze, uma de calibre oito e seis de calibre seis.</li>
<li><strong>Forte de Santo Antônio da Barra da Cidade da Bahia</strong>. Este forte defende a Porta da Barra, que dá acesso à Baía. A sua artilharia é composta por 16 peças, sendo 8 de bronze, a saber: duas de calibre 26, quatro de calibre 16 e duas de calibre 19. As outras 8 peças são de ferro, de calibre 36.</li>
<li><strong>Fortinho de Santa Maria. Este fortinho</strong>, situado ao norte do Forte de Santo Antônio da Barra, a um tiro de peça, defende um ponto estratégico na Barra, apto para desembarque. A sua artilharia é composta por peças de ferro de calibre 24 e 18.</li>
<li><strong>Fortinho de São Diogo</strong>. Situado ao norte do Fortinho de Santa Maria, a um tiro de mosquete. Entre esses dois fortinhos está o Porto Irajá da Barra. A sua artilharia é composta por cinco peças de ferro, a saber: três de calibre 10 e duas de calibre 8.</li>
<li><strong>Bateria de Paulo e à Bateria da Ribeira</strong>. Estas baterias cruzam seus tiros com a Fortaleza do Mar e são a melhor defesa da Bahia. VI. A sua artilharia é composta por 19 peças de ferro de calibre 24. V. A sua artilharia é composta por 2 peças de bronze, uma de calibre 14 e outra de calibre 12. Além disso, possui mais 30 peças de ferro, sendo 18 de calibre 26, 10 de calibre 18 e 2 de calibre 8.</li>
<li><strong>Fortaleza do Mar</strong>. Esta Fortaleza está edeficada dentro do Mar afastada da Terra dois tiros de Mosquete a sua Art.a de Bronze, de Calibre 24, 18, 16, e 8 e a de Ferro, e de Calibre 40, 36, 26 e 18.</li>
<li><strong>Fortinho de Francisco</strong>. Situado no centro da povoação da Marinha da Cidade da Bahia, é defeituoso e sem defesa pelos edifícios que lhe avançam lateralmente. A sua artilharia é composta por 7 peças de ferro, a saber: duas de calibre 12, duas de calibre 10 e três de calibre 6.</li>
<li><strong>Fortinho do Alberto</strong>. Situado junto à casa de Noviciado que foi dos Jesuítas, este forte é defeituoso, tendo aliada a Marinha. Neste lugar, há necessidade de [reforço?]. A sua artilharia é composta por 7 peças de ferro, a saber: duas de calibre 72, três de calibre 10 e duas de calibre 8.</li>
<li><strong>Fortinho de Monserate</strong>. Situado na ponta do norte, [em cima?] da Península, norte, sul com o Forte de Santa Maria, que fica na ponta do sul, na [&#8230;] que forma esta linha está colocada a cidade da Bahia e seus subúrbios. A sua artilharia é de ferro, de calibre 18 e de 12.</li>
</ol>
<p>Consideradas, portanto, em conjunto, as duas partes que compõem a metade superior da prancha de <strong>Julião</strong> constituem uma tipologia de <strong>representação</strong> bastante condizente com o universo dos <strong>registros visuais</strong> de caráter <strong>militar</strong>, abundantes na produção <strong>iconográfica</strong> setecentista relativa ao <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>O <strong>desenho</strong> serve aqui a demonstrar o <strong>domínio</strong> sobre o <strong>território</strong>: o perfil da <strong>cidade</strong> evidencia a <strong>ocupação</strong> do sítio, aponta a presença de tais e quais <strong>instituições civis</strong> e <strong>religiosas</strong>, índice do grau de <strong>desenvolvimento</strong> do núcleo urbano; o <strong>registro</strong> dos <strong>fortes</strong>, por outro lado, dá a ver os <strong>recursos</strong> disponíveis para a manutenção deste <strong>domínio</strong>.</p>
<p>Estamos diante do que <strong>Belluzzo</strong> chama de um desenho <strong>finalista</strong>, <strong>instrumental</strong>, que “não deixa fluir o <strong>imaginário</strong> (&#8230;) e serve à construção da <strong>vida real</strong>” (<strong>Belluzzo</strong> 1994:3,49).</p>
<h4><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">3. Terceiro Segmento</div></h4>
<p><strong>O terceiro dos segmentos</strong> horizontais que compõem a prancha da <strong>Elevação</strong> e <strong>fachada</strong>, porém, marca um diferencial da obra de <strong>Julião</strong> no âmbito da produção <strong>iconográfica</strong> de cunho <strong>militar</strong>.</p>
<p>Os cinco <strong>compartimentos</strong> em que é dividida esta seção da obra encerram representações de <strong>figuras humanas</strong>, protótipos dos <strong>tipos urbanos</strong> que serão largamente difundidos pela produção <strong>costumbrista</strong> dos artistas <strong>viajantes</strong> do <strong>século XIX</strong>.</p>
<figure id="attachment_50082" aria-describedby="caption-attachment-50082" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png"><img decoding="async" class="size-large wp-image-50082" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png" alt="Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador..., 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel.Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa " width="800" height="495" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1024x633.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-300x185.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-768x475.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-1536x950.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced-800x495.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-Elevasam-Fasada-que-mostra-em-prospeto-pela-marinha-a-Cidade-do-Salvador_enhanced.png 1818w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50082" class="wp-caption-text">Figura 1 &#8211; Carlos Julião. Elevasam, Fasada, que mostra em prospeto pela marinha a Cidade do Salvador&#8230;, 1779. Grafite, tinta e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa</figcaption></figure>
<p>As <strong>figuras</strong> representadas na prancha de <strong>Julião</strong> correspondem, grosso modo, a <strong>duas senhoras brancas</strong>, <strong>duas figuras de escravos</strong> (sendo um <strong>negro</strong> com jarro de barro na cabeça e uma <strong>negra</strong> carregando um tabuleiro de frutas), além de um <strong>grupo central</strong>, em que <strong>dois escravos</strong> carregam uma <strong>senhora branca</strong> numa <strong>cadeirinha<sup>4</sup></strong>, acompanhados por um <strong>cavalheiro</strong> que lhes indica a direção a seguir<strong><sup>5</sup></strong>. As <strong>figuras</strong> são identificadas com as seguintes <strong>legendas</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Modo de trajar das mulatas</strong> da cidade da Bahia</li>
<li><strong>Preto</strong> que vende leite na Bahia</li>
<li><strong>Carruagem, ou cadeirinha</strong> em que andão as senhoras na cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos</li>
<li>Mossa dançando o <strong>landú</strong> de bunda a cinta</li>
<li><strong>Traje das pretas</strong> minas da Bahia quitandeiras</li>
</ol>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>4</sup></strong> Este será, aliás, um dos tópicos visuais mais recorrentes na <strong>iconografia</strong> dos <strong>viajantes</strong> do <strong>Oitocentos</strong>.</p>
<p><strong><sup>5</sup></strong> Dos <strong>personagens</strong> representados, três correspondem exatamente a <strong>tipos</strong> que constam do álbum <strong>Riscos iluminados</strong> ditos de <strong>figurinhos de brancos e negros</strong> dos <strong>usos do Rio de Janeiro</strong> e <strong>Serro do Frio</strong>, obra atribuída a <strong>Carlos Julião</strong>, de propriedade da <strong>Fundação Biblioteca Nacional</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong>, como veremos adiante.</p>
<p>Este fato naturalmente põe em dúvida o fato de as <strong>figuras</strong> do <strong>panorama de Salvador</strong> serem mesmo provenientes da <strong>Bahia</strong>, ou, pensando pela via contrária, se os <strong>tipos</strong> do álbum da <strong>Biblioteca Nacional</strong> representam exclusivamente os <strong>usos do Rio de Janeiro</strong> e <strong>Serro do Frio</strong>, como atesta o título.</p>
<p>O que nos parece mais evidente numa primeira abordagem desses <strong>desenhos</strong> é a falta de <strong>autonomia</strong> da <strong>imagem</strong>. Ou seja, ela não prescinde do <strong>texto</strong>, de que é, ao contrário, uma <strong>ilustração</strong>.</p>
<p>O <strong>observador</strong> recorre primeiro à <strong>legenda</strong> para saber de que <strong>personagem</strong> se trata, para, só daí, deduzir da <strong>imagem</strong> os <strong>atributos</strong> que o definem como tal. </div>
<p>Tendo em vista esta complementaridade entre <strong>texto</strong> e <strong>imagem</strong>, convém atentar para a importância da <strong>vestimenta</strong> de cada <strong>personagem</strong> como o principal indicador <strong>identitário</strong> da figura, seja no que diz respeito à <strong>raça</strong>, <strong>condição social</strong>, <strong>contexto cultural</strong> ou mesmo <strong>atividade desempenhada</strong> no quadro da <strong>sociedade</strong> que se observa.</p>
<p>A <strong>mulata da Bahia</strong>, por exemplo, se define aqui como uma <strong>nativa</strong> das <strong>Américas</strong> de <strong>sangue africano</strong> menos pela cor da pele que pelo seu modo de <strong>trajar</strong>.</p>
<p>O <strong>preto vendedor de leite</strong> não tem sua <strong>condição escrava</strong> mencionada na <strong>legenda</strong>, embora esteja <strong>descalço</strong> e tenha as <strong>roupas</strong> em farrapos, o que sabemos ser <strong>indícios</strong> suficientes para definir um <strong>cativo</strong>.</p>
<p>No <strong>grupo central</strong>, fica evidenciado o <strong>refinamento</strong> que cerca a figura da “<strong>senhora</strong>” da Bahia, seja do ponto de vista da <strong>cadeirinha</strong> em que é carregada (de <strong>madeira entalhada</strong>, com <strong>douração</strong> e <strong>adornos</strong>), seja de sua própria <strong>vestimenta</strong> (que se insinua por trás das <strong>cortinas</strong> mais sofisticada que a dos demais <strong>personagens</strong>), ou mesmo dos <strong>negros</strong> que a carregam, vestidos com <strong>esmero</strong>, embora <strong>descalços</strong>.</p>
<p>Não pode passar despercebido que o fato de estar sendo <strong>carregada</strong> e <strong>acompanhada</strong> é também índice claro de que se trata de uma <strong>sociedade</strong> que concede <strong>privilégios</strong> a certos <strong>indivíduos</strong> em detrimento de outros, organizando-se, portanto, <strong>hierarquicamente</strong>.</p>
<p>A <strong>figura</strong> seguinte é designada apenas como uma “<strong>mossa</strong>” que dança (embora pareça estática na <strong>imagem</strong>), sem que nos seja especificada sua <strong>raça</strong> ou <strong>classe social</strong>. Contudo, o fato de dançar o <strong>lundu</strong>, dança de origem <strong>africana</strong>, pode ser tomado como um sinal de que a <strong>personagem</strong> tenha de fato <strong>ascendência africana</strong>, ou, ao menos, que as manifestações desta <strong>cultura</strong> lhe sejam <strong>familiares<sup>6</sup>.</strong></p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>6</sup> Tenreiro</strong> (2007) entende que essa <strong>personagem</strong> seja uma <strong>mulher branca</strong>, <strong>europeia</strong>, e que o fato de dançar o <strong>lundu</strong> seja um índice de que a <strong>cultura africana</strong> permeia todos os níveis da <strong>sociedade colonial</strong>.</p>
<p>Da mesma forma, a <strong>autora</strong> julga que <strong>Julião</strong> tinha consciência deste fato ao escolher representá-la, formando, nesta <strong>prancha</strong>, um quadro representativo das “<strong>castas</strong>” da <strong>Salvador</strong> do <strong>século XVIII</strong>.</div>
<p>Por fim, nos é apresentado o <strong>traje</strong> das “<strong>pretas Minas da Bahia</strong>”, em que se distingue a presença da “<strong>bolsa de mandinga</strong>” pendurada à <strong>faixa</strong> na cintura, bem como das <strong>escarificações</strong> no rosto, que <strong>Julião</strong> desenha com grande <strong>atenção<sup>7</sup>.</strong></p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>7</sup> Lara (2002) e Tenreiro (2007) entendem a presença da bolsa de mandinga como um índice de resistência cultural de certas etnias africanas no Brasil.</strong></div>
<p>Ainda que saibamos tratar-se de <strong>tipos</strong> que pertencem a e se movimentam dentro de um <strong>contexto urbano</strong>, nada em sua <strong>representação</strong> é <strong>indício claro</strong> disso, nem mesmo a pequena porção de <strong>chão</strong> que os suporta.</p>
<p>A associação ao <strong>contexto urbano</strong> se dá na leitura geral do <strong>documento</strong>, que relaciona as <strong>figuras humanas</strong> à <strong>ocupação</strong> e <strong>defesa</strong> do <strong>território</strong>. Essas <strong>figuras</strong> foram, ademais, <strong>recortadas</strong> e <strong>coladas</strong> sobre o atual suporte, o que pressupõe ter havido, por parte do autor, uma <strong>seleção</strong> e um <strong>propósito</strong> na maneira de dispô-las na prancha.</p>
<p>De fato, é de se notar que os <strong>tipos</strong> escolhidos e dispostos pelo <strong>desenhador</strong> no suporte revelam aos olhos contemporâneos aspectos fundamentais para o entendimento de questões estruturantes da <strong>sociedade brasileira colonial</strong>.</p>
<p>Naturalmente, ganham relevo de imediato os aspectos relativos à <strong>cultura material</strong>, expressa nos <strong>tecidos</strong> e na maneira de arranjá-los sobre o <strong>corpo</strong>, nos <strong>penteados</strong> e <strong>adornos</strong>, nos <strong>utensílios</strong>, meios de <strong>transporte</strong>, etc.</p>
<p>Por outro lado, ficam evidentes também uma <strong>hierarquia social</strong> que se reporta à gradação de <strong>cor da pele</strong>, a incidência do <strong>trabalho braçal</strong> sobre o elemento <strong>africano</strong>, bem como o alcance da <strong>influência</strong> de <strong>tradições africanas</strong> em outros segmentos sociais que não apenas os <strong>escravos</strong>.</p>
<p>Ao representar a <strong>cidade de Salvador</strong>, o que <strong>Julião</strong> torna visível é, portanto, uma típica organização de <strong>colônia</strong>: uma <strong>sociedade hierarquizada</strong>, que faz conviver <strong>etnias</strong> e <strong>culturas diversas</strong> e é mantida como tal por ações de <strong>controle</strong> e <strong>domínio</strong> sobre o <strong>território</strong>.</p>
<p>No mesmo <strong>arquivo português</strong>, existe ainda outro <strong>documento</strong> que, embora não <strong>assinado</strong>, pode ser atribuído ao mesmo <strong>autor da Elevação e Fachada</strong> (<strong>Figura 2</strong>)<strong><sup>8</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>8</sup></strong> Note-se, contudo, uma expressiva <strong>diferença</strong> na <strong>caligrafia</strong> das duas <strong>pranchas</strong>, sendo a da <strong>Elevação e fachada</strong> mais próxima à <strong>letra cursiva</strong> que se vê nos <strong>documentos</strong> assinados por <strong>Julião</strong>. </div>
<figure id="attachment_50086" aria-describedby="caption-attachment-50086" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50086 size-large" title="Carlos Julião (atribuído a). Configuração da Entrada da Barra de Goa..., sem data (c.1779)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-1024x624.png" alt="Carlos Julião (atribuído a). Configuração da Entrada da Barra de Goa..., sem data (c.1779)" width="800" height="488" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-1024x624.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-300x183.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-768x468.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-90x55.png 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-1536x936.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779-800x488.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Juliao-atribuido-a.-Configuracao-da-Entrada-da-Barra-de-Goa.-sem-data-c.1779.png 1808w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50086" class="wp-caption-text">Figura 2 – Carlos Julião (atribuído a). Configuração da Entrada da Barra de Goa&#8230;, sem data (c.1779). Grafite, tinta e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa</figcaption></figure>
<p>Sua <strong>configuração geral</strong> é bastante semelhante ao <strong>anterior</strong>, sendo também dividido em <strong>quatro segmentos horizontais</strong>, embora, neste caso, os <strong>prospectos de cidades</strong> ocupem uma área bem menor, apenas as <strong>duas faixas superiores</strong>.</p>
<p>Ali, estão desenhadas <strong>vistas tomadas do mar</strong> de <strong>quatro cidades</strong> de <strong>possessão portuguesa</strong> na <strong>Ásia</strong>, <strong>América</strong> e <strong>África</strong>, conforme indicam as seguintes <strong>legendas</strong>:</p>
<ol>
<li>Configuração da <strong>Entrada da Barra de Goa</strong>. <strong>Número 1:</strong> Fortaleza de Agodá, <strong>Número 2:</strong> Forte dos Reis e <strong>Número 3:</strong> Nossa Senhora da Piedade.</li>
<li>BC Prospeto que mostra a Praça de Dio vista da parte do mar em distancia de meya No.4 a Fortaleza de Dio, No.5 Entrada da Barra.</li>
<li>CD Configuração que mostra a <strong>Entrada do Rio de Ianeiro</strong> em distancia de meya legoa ao mar. No.6 Na. S.a de Copacabana, No.7 o Pão de Assucar, No. 8 Fortaleza de S.a Crus.</li>
<li>DE Prospeto que mostra a <strong>Ilha de Mozambique</strong> estando no seu Porto. Tem esta Ilha 850 braças de comprido, e 120 na mayor largura. No.9 a Fortaleza da d.a, he goarnecida com 40 peças de Bronze, e 20 de Ferro.</li>
</ol>
<p><strong>Julião</strong> se vale novamente do recurso do <strong>registro em perfil</strong> das <strong>cidades</strong>, assinalando no desenho os <strong>fortes</strong> que guarnecem seus <strong>sistemas de defesa</strong>.</p>
<p>A única exceção é o <strong>perfil do Rio de Janeiro</strong>, em que não vemos propriamente a <strong>cidade</strong>, mas a <strong>entrada da baía de Guanabara</strong>, onde, além dos <strong>fortes de Copacabana</strong> e <strong>Santa Cruz</strong>, ganha destaque a <strong>pedra do Pão de Açúcar</strong>, a funcionar como <strong>marco sinalizador</strong> no <strong>relevo</strong>.</p>
<p>É fundamental notar a maneira como <strong>Julião dispõe</strong> as <strong>vistas unidas</strong> como se fossem a <strong>representação de um mesmo território</strong>, ainda que saibamos tratar-se de <strong>cidades geograficamente muito distantes</strong>.</p>
<p>A <strong>vista em perfil</strong>, ademais, liga-se à <strong>prática da navegação</strong>, enfatiza a <strong>condição do território observado de longe</strong>, do <strong>risco tomado em alto mar</strong>.</p>
<p>Associa-se à visão daquele que se ocupa do que <strong>Murilo Marx</strong> chama de “<strong>binômio do defender-se e do aportar</strong>” (<strong>Marx 1996</strong>), que orienta a <strong>lógica de ocupação portuguesa na América</strong>.</p>
<p>A essas <strong>duas faixas superiores</strong>, seguem-se outras <strong>duas</strong> em que nos são apresentadas <strong>dezenove figuras humanas</strong>, algumas <strong>isoladas</strong>, outras em <strong>grupos</strong>.</p>
<p>Esses <strong>tipos</strong> estão identificados pelas seguintes <strong>legendas</strong>:</p>
<ol>
<li>Ermitão pedindo esmola</li>
<li>Preta com taboleiro de doce e gorgoleta de agoa</li>
<li>As pretas do Rozario</li>
<li>Rede em que se transportao os Americanos para as suas chácaras, ou fazendas</li>
<li>Preta que leva o jantar na cuya</li>
<li>Moça dançando o landu de bunda a cinta</li>
<li>Mulata recebendo carta por sua a</li>
<li>Trajem das mulheres salvagems</li>
<li>Traje das nhonhas de Macao</li>
<li>Gentio de Goa no traje ordinário</li>
<li>Gentio de Goa trajado de gala</li>
<li>Bayé de Goa com traje Bramine</li>
<li>Baye de Goa de Casta Chardos</li>
<li>Farás de Mancilla mostrando o sol da Índia</li>
<li>Tapuyas já domesticados</li>
<li>Mistissa soministrando canja</li>
<li>Traje dos Chinas de Macao</li>
<li>Baye com dois caloens de agoa</li>
<li>Canarim e vai tirar a surra do coqueiro</li>
</ol>
<p>O que de <strong>imediato diferencia</strong> esta <strong>prancha</strong> daquela analisada <strong>anteriormente</strong> é que não há a <strong>divisão em compartimentos</strong> onde as <strong>figuras</strong> estão contidas. Aqui elas são apresentadas em <strong>fila</strong>, como num <strong>desfile</strong>, o que nos permite fazer um <strong>paralelo</strong> com os <strong>perfis das cidades</strong>, desenhados num <strong>contínuo</strong>.</p>
<p>Em conjunto, essas <strong>imagens</strong> evocam a <strong>extensão do domínio português</strong> sobre uma <strong>diversidade de territórios e povos</strong> pelo mundo, na medida em que reúnem dois <strong>pontos de colonização lusa</strong> na <strong>Ásia</strong> (<strong>Goa</strong> e <strong>Diu</strong>), um na <strong>África</strong> (<strong>Moçambique</strong>) e um na <strong>América</strong> (<strong>Rio de Janeiro</strong>), combinando-os a <strong>tipos humanos</strong> procedentes dessas e de outras <strong>regiões não representadas</strong>.</p>
<p>Naturalmente, está implícita uma certa operação de <strong>nivelamento</strong> – se é que o termo é conveniente nesse contexto – já que, em sua <strong>variedade</strong>, expressa nas <strong>vestimentas</strong> e <strong>adornos</strong>, os <strong>personagens se equivalem</strong>, pois vivem sob as mesmas <strong>regras de um governo português</strong>. Todos esses <strong>territórios</strong> e todos esses <strong>povos</strong> estão unidos. E tudo isso é <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>Nesse rol de <strong>tipos humanos</strong>, <strong>Ferrez</strong> (<strong>2000</strong>) identifica como sendo <strong>provenientes do Rio de Janeiro</strong> as <strong>figuras</strong> de <strong>números um a oito</strong>, que compreendem toda a <strong>faixa superior</strong> do “<strong>desfile</strong>”, mais a <strong>índia selvagem</strong> que inicia o <strong>segmento inferior</strong>.</p>
<p>Já <strong>Tenreiro</strong> (<strong>2007</strong>) considera <strong>significativo</strong> que todos os <strong>tipos da faixa superior</strong> sejam <strong>brasileiros</strong>, porém não necessariamente de uma <strong>mesma região</strong>, e que os outros <strong>brasileiros representados</strong> na parte <strong>inferior</strong> sejam apenas os <strong>indígenas</strong>: uma <strong>selvagem</strong> e um <strong>casal Tapuia “domesticado”<sup>9</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>9</sup></strong> Das <strong>figuras de brasileiros</strong>, todas apresentam certa <strong>correspondência</strong> com as <strong>ilustrações dos Riscos iluminados</strong>, algumas de maneira mais <strong>imediata</strong>, como é o caso do <strong>casal de tapuias</strong>, outras com alguma <strong>variação</strong> no <strong>traje</strong> ou na <strong>postura corporal</strong>.</div>
<p>Mais uma vez, atentemos para a <strong>seqüência</strong> em que os <strong>tipos</strong> são dispostos na <strong>obra</strong>, uma vez que, como <strong>Elevação</strong> e <strong>fachada</strong>, todas as <strong>figuras</strong> foram <strong>recortadas</strong> e <strong>coladas</strong> sobre este <strong>novo suporte</strong>.</p>
<p>Deste ponto de vista, é curioso notar como as <strong>figuras de brasileiros</strong> no <strong>segmento superior</strong> são apresentadas de modo a sugerir uma certa <strong>simetria</strong>: um <strong>casal</strong> na <strong>extrema esquerda</strong>, um à <strong>direita</strong>; de ambos os lados uma <strong>figura feminina</strong>, uma <strong>negra</strong> e uma <strong>branca</strong>, ambas com um dos <strong>braços levantados</strong> até a altura da <strong>cabeça</strong>; ocupando o <strong>centro</strong>, dois <strong>negros</strong> que carregam uma <strong>rede</strong>, o que permite também estabelecer um paralelo com o <strong>grupo central da prancha</strong> que contém o <strong>perfil de Salvador</strong>.</p>
<p>Na <strong>faixa inferior</strong>, <strong>Tenreiro</strong> (<strong>2007</strong>) também nota uma <strong>intenção de simetria</strong> na disposição das <strong>figuras</strong>.</p>
<p>A autora chama a atenção, por exemplo, para uma possível <strong>correspondência</strong> entre aquelas que ocupam as <strong>extremidades da faixa</strong>, a <strong>índia selvagem do Brasil</strong> e o “<strong>Canarim</strong>” – habitante de <strong>Karnataka</strong> (ou <strong>Canara</strong>), situada ao sul de <strong>Goa</strong> –, ambos tipos representativos de <strong>etnias</strong> que não habitam o <strong>espaço urbano</strong>.</p>
<p>Podem ainda ser tomadas como <strong>figuras emblemáticas de resistência</strong> à <strong>colonização</strong>, sempre segundo a opinião da autora, já que os <strong>Canarim</strong> continuavam a professar a <strong>religião hindu</strong>, rejeitando o <strong>Catolicismo</strong>, de modo análogo aos <strong>nativos brasileiros</strong>, que, além disso, recusavam a submissão à condição da <strong>escravatura</strong>.</p>
<p>À <strong>direita</strong> da <strong>selvagem do Brasil</strong>, <strong>Julião</strong> nos apresenta uma “<strong>Nhonha</strong>”, termo que designa uma <strong>dama de Macau</strong>, que teria como correspondência na <strong>lateral direita</strong> o <strong>chinês</strong> e a <strong>mestiça</strong> da mesma região, respectivamente a terceira e quarta figuras da <strong>direita para a esquerda</strong>.</p>
<p>Na sequência, vemos <strong>quatro personagens de Goa</strong>: duas “<strong>Baye</strong>”, ou mulheres, ambas representantes das mais altas <strong>castas indianas</strong> – <strong>Brâmane</strong> e <strong>Chardos</strong> – e duas <strong>figuras masculinas</strong>, os “<strong>gentios</strong>”, um vestido de <strong>gala</strong>, outro em seu <strong>traje ordinário</strong>.</p>
<p>Ocupando uma posição próxima do <strong>centro</strong>, o personagem designado como “<strong>Farás de Mancilla</strong>” é o representante da mais <strong>baixa das castas indianas</strong>, que se ocupa dos <strong>trabalhos</strong> que todas as outras se recusam a fazer.</p>
<p>A legenda que o identifica não apenas aponta seu lugar na <strong>hierarquia social</strong>, como também caracteriza sua função: <strong>carregador de mancilla</strong>, ou <strong>palanquim</strong>.</p>
<p>Como uma última sugestão de <strong>correspondências</strong>, é possível ainda relacionar o “<strong>Farás</strong>” ao <strong>grupo central do segmento superior</strong>, cuja ocupação também é <strong>transportar outras pessoas</strong>, nesse caso, numa <strong>rede</strong>.</p>
<p>Entretanto, não é demais destacar que essas são <strong>tentativas de aproximação</strong> de uma suposta <strong>lógica</strong> que teria orientado o desenhador na <strong>organização das pranchas</strong>, e essas <strong>leituras</strong> podem ser válidas ou não.</p>
<p>Acima de tudo, importa evitar que se busque nas obras ressonâncias de <strong>discursos pré-existentes</strong>, assim como encarar com reservas o <strong>parti pris</strong> de que o desenho corresponde sempre ao que se tem diante dos <strong>olhos</strong>.</p>
<p>O fato é que <strong>Carlos Julião</strong> executa uma <strong>composição</strong> e não é certo que houvesse na operação de combinar esses <strong>tipos</strong> nenhuma <strong>intenção narrativa</strong>, ou mesmo que ele tivesse <strong>consciência</strong> de tudo o que se expressa por meio do seu desenho para a visão contemporânea, já instrumentada pelos <strong>estudos antropológicos</strong>.</p>
<p>Ao menos no caso das <strong>figurinhas de tipos brasileiros</strong>, <strong>Julião</strong> retoma <strong>motivos</strong> que já tinham sido explorados por <strong>estrangeiros</strong> antes dele.</p>
<p>Um caso bastante óbvio é o da “<strong>mulher salvagem</strong>” representada na <strong>Configuração da entrada da barra&#8230;</strong>, uma visão quase <strong>arquetípica</strong> da <strong>indígena brasileira</strong> que, naturalmente, não pode ser tomada como <strong>registro</strong> de um fato <strong>visual</strong>.</p>
<p>O <strong>desenho de Julião</strong> nos remete às <strong>ilustrações das cartas de Américo Vespúcio</strong> publicadas no <strong>século XVI</strong>, nas quais os <strong>índios americanos</strong> eram representados <strong>esquematicamente</strong> com <strong>penas</strong> ao redor dos <strong>quadris</strong> e da <strong>cabeça</strong>, segurando <strong>arcos e flechas</strong> (<strong>Figura 3)</strong>, assim como a certas <strong>figuras alegóricas</strong> da <strong>América</strong> inseridas em <strong>cartuchos de mapas</strong>.</p>
<figure id="attachment_50090" aria-describedby="caption-attachment-50090" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50090 size-loop-large" title="Ilustração da carta Mundus novus de Américo Vespucci (Augsburg). New York Public Library, Nova York" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York-800x540.png" alt="Ilustração da carta Mundus novus de Américo Vespucci (Augsburg). New York Public Library, Nova York" width="800" height="540" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York-800x540.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York-300x203.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York-768x519.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-da-carta-Mundus-novus-de-Americo-Vespucci-Augsburg-New-York-Public-Library-Nova-York.png 1004w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50090" class="wp-caption-text">Figura 3 &#8211; Autor desconhecido. <em>Mundo novo</em>, c.1505 &#8211; Xilogravura e aquarela sobre papel &#8211; Ilustração da carta <em>Mundus novus </em>de Américo Vespucci (Augsburg). New York Public Library, Nova York</figcaption></figure>
<p>Da mesma forma, o tema da <strong>mulher sendo carregada na rede</strong> já fazia parte do repertório de <strong>imagens sobre o Brasil</strong> desde, pelo menos, a <strong>presença holandesa</strong> no <strong>nordeste do país no Seiscentos</strong>.</p>
<p>É o que podemos verificar, por exemplo, no desenho <strong>nr. 104</strong> do <strong>Thierbuch<sup>10</sup></strong> de <strong>Zacharias Wagener</strong> (1614-1668) (<strong>Figura 4</strong>). Ainda no contexto do <strong>Brasil Holandês</strong>, o mesmo tema surge reelaborado em linguagem <strong>decorativa</strong> da <strong>Manufatura Gobelins</strong> na <strong>tapeçaria</strong>.</p>
<figure id="attachment_50093" aria-describedby="caption-attachment-50093" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50093 size-loop-large" title="Ilustração de Thierbuch. Kupferstich-Kabinett, Dresden" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced-800x507.png" alt="Ilustração de Thierbuch. Kupferstich-Kabinett, Dresden" width="800" height="507" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced-800x507.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced-300x190.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced-768x487.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced-87x55.png 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Thierbuch-Kupferstich-Kabinett-Dresden_enhanced.png 1004w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50093" class="wp-caption-text">Figura 4 –Zacharias Wagener. <em>Sem título</em>, 1634- 1641 &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; Ilustração de <em>Thierbuch</em>. Kupferstich-Kabinett, Dresden</figcaption></figure>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>10</sup></strong> O <strong>álbum de aquarelas de Wagener</strong>, de propriedade do <strong>Kupferstich-Kabinett de Dresden</strong>, <strong>Alemanha</strong>, resulta de uma estadia de <strong>sete anos no Brasil</strong> a serviço da <strong>Companhia Holandesa das Índias Ocidentais</strong>.</p>
<p>Contém <strong>110 ilustrações</strong> que abrangem temas como <strong>organismos aquáticos</strong>, <strong>aves</strong>, <strong>plantas</strong>, <strong>animais terrestres</strong>, <strong>figuras humanas</strong>, <strong>paisagens</strong>, <strong>mapas</strong> e <strong>cenas de costumes</strong>, muitas das quais copiadas dos <strong>Libri Principis</strong> de <strong>Albert Eckhout</strong>.</p>
<p>Todas as ilustrações são acompanhadas de comentários. Reproduzimos a seguir o comentário da prancha <strong>nr. 104</strong>:</p>
<p>“Desta forma deixam-se transportar, por <strong>dois fortes escravos</strong>, à casa de amigos ou à igreja, as <strong>esposas</strong> e <strong>filhas</strong> de ilustres e ricos portugueses; penduram sobre varas os bonitos <strong>tapetes de veludo</strong> ou <strong>damasco</strong>, a fim de que o sol não as queime muito forte. Também trazem atrás de si uma variedade de lindos e saborosos <strong>frutos</strong> como presente àqueles a que querem visitar.” (Teixeira 1997). </div>
<p><strong><em>Os dois touros (</em>Figura 5)</strong>, que alude à presença africana junto aos engenhos de açúcar em Pernambuco.</p>
<figure id="attachment_50095" aria-describedby="caption-attachment-50095" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50095 size-loop-large" title="Manufatura Gobelins. Os dois touros, c.1723 - Tapeçaria (série Anciennes Indes)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros-800x668.png" alt="Manufatura Gobelins. Os dois touros,c.1723 - Tapeçaria (série Anciennes Indes) - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo " width="800" height="668" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros-800x668.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros-300x250.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros-768x641.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros-66x55.png 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Manufatura-Gobelins-Os-dois-touros.png 1004w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50095" class="wp-caption-text">Figura 5 &#8211; Manufatura Gobelins. Os dois touros, c.1723 &#8211; Tapeçaria (série Anciennes Indes) &#8211; Museu de Arte de São Paulo ssis Chateaubriand, São Paulo.</figcaption></figure>
<p>É bastante evidente que tanto a <strong>Elevação e fachada</strong> quanto a <strong>Configuração da entrada da barra de Goa</strong> se organizam, do ponto de vista compositivo, a partir de uma mesma operação: a <strong>superposição de recortes de figuras humanas</strong> a <strong>vistas topográficas</strong>.</p>
<p>O principal efeito desta operação está em promover uma direta <strong>identificação entre as figuras</strong> e aquele “lugar”.</p>
<p>No que diz respeito aos próprios personagens, reforça-se nesses desenhos a ideia de um <strong>“tipo”</strong>, figura que é composta a partir da reunião de certos <strong>atributos</strong> que tornam visualmente reconhecível um determinado <strong>grupo social</strong>.</p>
<p>Pensando estritamente em termos desses meios de representação, não há nos trabalhos de <strong>Julião</strong> grande inovação. Tanto a constituição do <strong>tipo</strong>, quanto a associação entre o <strong>tipo</strong> e o <strong>lugar</strong> fazem referência a <strong>tradições visuais</strong> bastante difundidas na <strong>arte europeia</strong>, notadamente na <strong>cartografia</strong> e na <strong>literatura de viagem</strong>, desde, pelo menos, o <strong>século XVI</strong>.Por ora, gostaríamos de sugerir uma aproximação entre as obras de Julião e o conhecido <strong>Mapa do Brasil sob domínio holandês</strong> (<strong>Figura 6)</strong>, de autoria do geógrafo, astrônomo e botânico <strong>Georg Marcgraf</strong> (1610-1644).</p>
<figure id="attachment_50100" aria-describedby="caption-attachment-50100" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50100 size-large" title="Georg Marcgraf. Mapa do Brasil sob domínio holandês, 1647 " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-1024x761.png" alt="Georg Marcgraf. Mapa do Brasil sob domínio holandês, 1647 " width="800" height="595" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-1024x761.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-300x223.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-768x571.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-74x55.png 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-1536x1141.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647-800x594.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Georg-Marcgraf-Mapa-do-Brasil-sob-dominio-holandes-1647.png 1618w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50100" class="wp-caption-text">Figura 6 &#8211; Georg Marcgraf. <em>Mapa do Brasil sob domínio holandês, </em>1647 Tipografia, buril e aquarela sobre papel &#8211; Acervo Fundação Estudar, São Paulo.</figcaption></figure>
<p>Assim como o <strong>Thierbuch</strong>, o <strong>mapa de Marcgraf</strong> integra a excepcional série <strong>iconográfica</strong> relacionada com o breve <strong>governo de Maurício de Nassau</strong> (1604-1679), baseado em Pernambuco entre 1637 e 1644.</p>
<p>Como lembra Beatriz Bueno<strong><sup>11</sup></strong>, a <strong>representação cartográfica</strong> de <strong>Georg Marcgraf</strong> resulta de observações e levantamentos feitos pelo próprio <strong>geógrafo</strong> durante sua estadia no <strong>Brasil</strong>, e reúne informações detalhadas sobre a <strong>rede fluvial</strong> e <strong>viária</strong> que propiciava a <strong>interiorização</strong>, a <strong>vegetação</strong> e o <strong>relevo</strong> da região, a <strong>rede urbana</strong> e as <strong>propriedades rurais</strong>, as <strong>fortalezas</strong> para <strong>defesa da costa</strong>, bem como as <strong>tribos indígenas</strong> que eram aliadas ou inimigas dos <strong>holandeses</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>11</sup></strong> Bueno, Beatriz P.S. As obras seiscentistas da Coleção Brasiliana / Fundação Estudar. In: Martins 2000, pp.24-47.</div>
<p>Ao ser transposto para a <strong>gravura</strong> em <strong>Amsterdam</strong> em <strong>1647</strong>, o <strong>mapa</strong> foi acrescido de <strong>vinhetas</strong> atribuídas ao artista <strong>Frans Post</strong> (1612-1680), além de <strong>guirlandas</strong> e <strong>cartuchos</strong>, e um extenso <strong>texto</strong> que relatava as <strong>conquistas</strong> de <strong>Maurício de Nassau</strong>.</p>
<p>Esse <strong>mapa</strong> constitui, conforme <strong>Bueno</strong>, uma espécie de “relatório/cadastro das <strong>potencialidades econômicas</strong> e <strong>militares</strong>” da <strong>ocupação holandesa</strong> do <strong>nordeste brasileiro</strong>.</p>
<p>Ele representa as informações de um <strong>atlas</strong> condensadas em um único exemplar cartográfico, sintetizando a <strong>visão holandesa</strong> sobre o <strong>Brasil</strong> e seu <strong>potencial</strong> enquanto <strong>território estratégico</strong> para a <strong>colonização</strong> e <strong>exploração econômica</strong>.</p>
<p>Essa pequena digressão teve como objetivo enfatizar o fato de que os elementos acrescentados ao <strong>Mapa de Marcgraf</strong> – <strong>cartuchos</strong>, <strong>vinhetas</strong>, <strong>paisagens</strong>, <strong>guirlandas</strong> – longe de serem apenas ornamentais, ou destinados a tornar mais interessante a <strong>representação cartográfica</strong>, participam da <strong>descrição</strong> pretendida pelo <strong>editor</strong> ou por quem fez a <strong>encomenda<sup>12</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>12</sup></strong> Segundo <strong>Bueno</strong>, o próprio <strong>Nassau</strong> teria encomendado a realização do <strong>Mapa do Brasil</strong> sob domínio <strong>holandês</strong>, sendo a obra dedicada também a ele (<strong>Bueno</strong>, op.cit. in <strong>Martins</strong> 2000:38).</div>
<p>Ao reunir na mesma prancha o <strong>desenho da costa</strong>, dos <strong>cursos d&#8217;água</strong>, do <strong>engenho de açúcar</strong>, da <strong>batalha com os índios</strong>, da <strong>fauna local</strong> etc., o <strong>Mapa</strong> dá visibilidade ao que seria de outra forma invisível, constituindo-se no <strong>registro de um empreendimento histórico</strong>.</p>
<p>Segundo <strong>Alpers</strong>, o registro da história nos <strong>mapas</strong> e <strong>atlas holandeses</strong> do século XVII é “conciso, fatual e não interpretativo – em suma, descritivo” (1999:305). Neles, “os <strong>lugares</strong>, e não as <strong>ações</strong> ou <strong>acontecimentos</strong>, é que são a sua base, e o <strong>espaço</strong>, e não o <strong>tempo</strong>, é que deve ser transposto” (1999:305).</p>
<p>Segundo o entendimento da <strong>cartografia holandesa</strong> sugerida por <strong>Alpers</strong>, o <strong>Mapa de Marcgraf</strong> pode ser considerado uma <strong>descrição histórica</strong> da <strong>ocupação holandesa</strong> do <strong>nordeste brasileiro</strong>.</p>
<p>E esse ponto de vista nos parece útil para acercar as duas obras de <strong>Carlos Julião</strong> de que vimos tratando até aqui. Por um lado, a comparação de <strong>Julião</strong> com <strong>Marcgraf</strong> pode servir a elucidar a reunião um tanto insólita de <strong>prospecto</strong>, <strong>perfil</strong>, <strong>planta</strong>, <strong>elevação</strong>, <strong>texto</strong> e <strong>figuras humanas</strong> num mesmo suporte, ao mesmo tempo em que elimina a possibilidade de encarar a presença dessas figuras nas pranchas como mera decisão decorativa.</p>
<p>Por outro lado, essa hipótese nos permite propor, por exemplo, que a <strong>Elevação</strong> e <strong>fachada</strong> seja entendida como uma <strong>descrição histórica</strong> do desenvolvimento de <strong>Salvador</strong>, que se demonstra por meio da presença das <strong>instituições</strong> sinalizadas no <strong>prospecto</strong>, da apresentação do seu sofisticado <strong>sistema defensivo</strong>, assim como da complexidade do seu <strong>tecido social</strong>, expressa pelos <strong>tipos humanos</strong> ali representados.</p>
<p>É da capacidade dos <strong>portugueses</strong> de transporem sua <strong>civilização</strong> para a <strong>América</strong> que se fala.</p>
<p>Certo que <strong>Salvador</strong> perdera seu status de capital para o <strong>Rio de Janeiro</strong>, mas continuava a ser, e seria ainda até a chegada da <strong>família real</strong> em <strong>1808</strong>, o <strong>porto</strong> de maior volume de comércio do <strong>mundo colonial português</strong>, de acordo com <strong>Boxer</strong> (2002:241).</p>
<p>A antiga <strong>capital do Brasil</strong> era um ponto estratégico, portanto, para a <strong>coroa portuguesa</strong> no sentido da <strong>representação</strong> dos seus <strong>domínios ultramarinos</strong>.</p>
<p>É possível ler a <strong>Configuração da entrada da barra</strong>&#8230; na mesma chave? Nos parece que sim, mas, para tanto, é necessário trazer à discussão alguns pontos ainda não abordados.</p>
<p><strong>Carlos Julião</strong> foi designado para servir no <strong>Estado Português da Índia</strong> em <strong>1774</strong>, lá permanecendo por seis anos. É <strong>Boxer</strong> quem faz notar que, neste mesmo ano, foram enviados a <strong>Goa</strong> um novo <strong>vice-rei</strong> e um novo <strong>arcebispo</strong>, ambos com explícitas instruções do próprio <strong>marquês de Pombal</strong> (1699-1782) para “fazer cumprir a <strong>legislação anti-racista</strong> que seus antecessores tranquilamente arquivaram” (<strong>Boxer</strong> 2002:269).</p>
<p>A questão <strong>racial</strong> na <strong>Índia portuguesa</strong> teve conotações diversas daquelas que caracterizaram a <strong>colonização da América</strong>.</p>
<p>As penosas condições da <strong>viagem da Carreira da Índia</strong> – uma viagem que durava de seis a oito meses em <strong>navios abarrotados</strong>, onde grassavam <strong>doenças variadas</strong> e reinava uma altíssima taxa de <strong>mortalidade</strong> (dizia-se que morriam no percurso entre 1/3 e metade dos embarcados) –, somadas à notória <strong>insalubridade</strong> de <strong>Goa</strong>, não constituíam grande atrativo para <strong>imigração</strong> de <strong>mulheres portuguesas</strong>, que sempre foram pouco numerosas no oriente luso.</p>
<p>Os <strong>portugueses imigrados</strong>, a maioria com poucas condições de custear a <strong>viagem de volta</strong> a <strong>Lisboa</strong>, acabavam por se casar com <strong>nativas convertidas ao cristianismo</strong>.</p>
<p>O contingente populacional <strong>mestiço</strong> era, portanto, bastante numeroso. E esse contingente era, via de regra, preterido no acesso a <strong>cargos públicos</strong> ou mesmo na possibilidade de ascensão na <strong>carreira eclesiástica</strong>.</p>
<p>O <strong>Alvará régio</strong> de <strong>2 de abril de 1761</strong> foi a primeira tentativa de equiparar o <strong>estatuto legal e social</strong> dos súditos nascidos no <strong>oriente</strong>, desde que <strong>cristãos</strong>, com o dos <strong>naturais do Reino</strong>.</p>
<p>Assinado pelo <strong>rei</strong> e pelo então <strong>conde de Oeiras</strong>, o <strong>Alvará</strong> ordena que &#8220;todos os <strong>Meus Vassallos</strong> nascidos na <strong>Índia Oriental</strong>, e <strong>Domínio</strong>, que tenho na <strong>Ásia Portugueza</strong>; sendo <strong>Christãos</strong> e <strong>baptizados</strong>; e não tendo outra inhabilidade de Direito, gozem das mesmas <strong>honras</strong>, <strong>preeminências</strong>, <strong>prerrogativas</strong>, e <strong>privilégios</strong>, de que gozão os <strong>naturaes destes Reinos</strong>, sem a menor <strong>differença<sup>13</sup> </strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>13</sup> </strong>O <strong>texto integral do Alvará</strong> pode ser consultado em <strong><a href="http://www.iuslusitaniae.fcsh.unl.pt/" target="_blank" rel="noopener">www.iuslusitaniae.fcsh.unl.pt</a></strong> (Fontes Históricas para o Direito Português, Universidade Nova de Lisboa).</div>
<p>Apesar de as <strong>penas</strong> serem severas para quem descumprisse a <strong>lei</strong> – iam desde a perda de <strong>títulos</strong> e <strong>privilégios</strong> ao pagamento de <strong>multas</strong> e <strong>degredo em Moçambique</strong> –, foi necessário reiterá-la dois anos depois em termos mais <strong>enérgicos</strong>.</p>
<p>Entretanto, nada foi feito pelas <strong>autoridades locais</strong> no sentido da efetiva implementação das ordens contidas no <strong>Alvará</strong>, o que fez com que <strong>Pombal</strong> continuasse a insistir na validação de uma política <strong>anti-racista</strong> na <strong>Índia</strong>.</p>
<p>Segundo <strong>Boxer</strong>, era central para sua lógica de governo que os <strong>portugueses</strong> agissem no <strong>ultramar</strong> com “as mesmas estratégias usadas pelos <strong>romanos</strong> em suas conquistas” (2002:270), o que pressupunha incluir os <strong>nativos</strong> no sistema de concessão de <strong>cargos</strong> e <strong>benefícios</strong>, sem o que, o clima de <strong>tensão social</strong> se tornaria insuportável para os portugueses.</p>
<p>Não nos parece <strong>casual</strong> que, nesse contexto em que se reacende o debate sobre a promoção de <strong>igualdades sociais</strong> e que são enviados a <strong>Goa</strong> novas <strong>autoridades políticas</strong> e <strong>religiosas</strong>, <strong>Julião</strong> execute um <strong>desenho</strong> que une <strong>territórios geograficamente distantes</strong> e dispõe em fila <strong>povos culturalmente distintos</strong>.</p>
<p>Se tomarmos a <strong>Configuração da entrada da barra</strong>&#8230; como uma <strong>descrição histórica</strong>, nos termos colocados por <strong>Alpers</strong>, o “<strong>nivelamento</strong>” operado por <strong>Julião</strong> do ponto de vista da <strong>representação</strong>, a que nos referimos anteriormente, torna-se bem mais significativo.</p>
<p>Ele encontra sua contrapartida na própria <strong>política de dominação portuguesa</strong> no <strong>oriente</strong>, permitindo supor que a prancha dá visibilidade à famosa frase de <strong>Pombal</strong>: “<strong>Sua Majestade</strong> não distingue seus <strong>vassalos</strong> pela cor, mas pelos <strong>méritos de cada um</strong>” (apud <strong>Boxer</strong> 2002:269).</p>
<p>De toda forma, não nos parece exagerado afirmar que a presença dessas “<strong>figurinhas</strong>” é o que confere <strong>interesse propriamente artístico</strong> ao trabalho de <strong>Carlos Julião</strong>.</p>
<p>Sem dúvida, elas marcam seu diferencial diante da produção <strong>iconográfica</strong> resultante do trabalho dos <strong>desenhadores militares</strong>, autores de parte tão significativa dos <strong>registros visuais</strong> da <strong>América Portuguesa</strong> no <strong>Setecentos</strong>.</p>
<p>Basta lembrar que, sem elas, a <strong>Elevação e fachada</strong> seria mais uma das cópias conhecidas do <strong>prospecto de Salvador</strong> levantado por <strong>José António Caldas</strong>.</p>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">2. Figurinhas de Brancos e Negros: um álbum de tipos brasileiros</div></h3>
<p>É preciso também considerar que o fato de recortar e recombinar essas <strong>figurinhas</strong> em diferentes <strong>suportes</strong> sugere a existência de um <strong>repertório de tipos</strong> constituído a priori pelo <strong>desenhador</strong>. Nesse sentido, merece atenção o conjunto de <strong>desenhos aquarelados</strong> que compõem os <strong>Riscos Iluminados ditos de figurinhos de Brancos e Negros dos usos do Rio de Janeiro e Serro do Frio</strong>, pertencente ao acervo da <strong>Fundação Biblioteca Nacional</strong> (<strong>FBN</strong>), <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>Composto por <strong>43 pranchas de ilustrações</strong> não acompanhadas de <strong>texto</strong>, este <strong>manuscrito</strong> não traz indicação de <strong>autoria</strong>, mas é tradicionalmente atribuído a <strong>Julião</strong> pela semelhança e mesmo direta correspondência entre muitas de suas <strong>figuras</strong> e as que compõem as <strong>pranchas</strong> citadas acima.</p>
<p>Originalmente, o conjunto dos <strong>desenhos</strong> atribuídos a <strong>Julião</strong> fazia parte de um volume que reunia três obras, a saber: <strong>Noticia summaria do Gentilismo da Ásia</strong> com dez <strong>riscos iluminados ditos de figurinhos de Brancos e Negros dos uzos do Rio de Janeiro</strong>, e <strong>Serro do Frio Ditos de Vazos e Tecidos Peruvianos<sup>14</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>14</sup></strong> De acordo com <strong>Lygia Cunha</strong> (1960), a primeira notícia sobre a existência deste <strong>álbum</strong> foi publicada em <strong>1946</strong> por <strong>Yan de Almeida Prado</strong>, que o teria manuseado em <strong>Paris</strong>, em artigo de &#8220;<strong>O Estado de São Paulo</strong>&#8220;, intitulado <strong>O Livreiro Chadenat</strong>.</p>
<p>Pouco depois, o volume foi adquirido nos <strong>Estados Unidos</strong> por <strong>Rubens Borba de Morais</strong>, então <strong>diretor da Biblioteca Nacional</strong>, sendo incorporado ao acervo da instituição em <strong>1947</strong>.</div>
<p>Segundo um documento assinado por <strong>Lygia Cunha</strong>, datado de <strong>11 de janeiro de 1971</strong>, e que está colado à contracapa do volume que contém essas obras, o <strong>álbum</strong> com os <strong>desenhos de figurinhas brasileiras</strong> teria sido desmembrado de sua encadernação original em <strong>1950</strong>, quando os <strong>Riscos iluminados</strong> passaram a compor um volume separado.</p>
<p>Há, no entanto, um equívoco na interpretação da nomenclatura dos diferentes manuscritos. Os &#8220;<strong>riscos iluminados</strong>&#8221; na verdade designam as <strong>dez ilustrações</strong> da <strong>Notícia sumaria do Gentilíssimo da Ásia</strong>, enquanto os &#8220;<strong>figurinhos de brancos e negros</strong>&#8221; são designados apenas como <strong>Ditos de figurinhos&#8230;</strong>.</p>
<p>No entanto, tradicionalmente, o conjunto das <strong>figurinhas desenhadas por Carlos Julião</strong> é conhecido como &#8220;<strong>Riscos iluminados de figurinhos de brancos e negros&#8230;</strong>&#8220;, título utilizado inclusive na <strong>edição facsimilar</strong> do manuscrito, publicada em <strong>1960</strong> pela <strong>FBN</strong> (Cunha 1960).</p>
<p>A primeira parte do volume, a <strong>Notícia sumária&#8230;</strong>, contempla em <strong>107 capítulos</strong> aspectos da religião <strong>hindu</strong>, em especial as formas de culto de suas divindades (<strong>devas</strong>).</p>
<p>O texto é acompanhado de <strong>dez ilustrações</strong> que diferem bastante, tanto em técnica quanto estilo, das demais que compõem as outras duas partes do volume.</p>
<p>Outras três cópias deste manuscrito são conhecidas e encontram-se nos acervos da <strong>Biblioteca Nacional de Portugal</strong> (BNP) e da <strong>Fundação Oriente</strong>, ambas em <strong>Lisboa</strong>. Um dos exemplares da BNP – o <strong>códice 607</strong> da Seção de Reservados – é transcrito e comentado na <strong>Collecção de noticias para a história e geografia das nações ultramarinas</strong>, publicada pela <strong>Academia de Ciências de Lisboa</strong> (ACL).</p>
<p>Afirma-se no prefácio dessa edição que um <strong>manuscrito original</strong> de autoria de um <strong>missionário jesuíta português na Índia</strong> no início do <strong>Século XVII</strong> foi encontrado no <strong>Cartório dos Padres da Companhia de Jesus</strong> após a expulsão da ordem de Goa em <strong>1759</strong>.</p>
<p><strong>Esse manuscrito</strong> teria sido copiado, e a cópia foi remetida à ACL por um de seus sócios correspondentes, <strong>Francisco Luiz de Menezes</strong>, capitão de Ordenanças de Goa. Posteriormente, o códice passou à <strong>propriedade da BNP</strong>.</p>
<p>O códice, que contém <strong>107 capítulos</strong> e <strong>11 ilustrações</strong>, foi encadernado com outros dois textos, como <strong>Relação histórica</strong> e <strong>Profecia política</strong>, publicados posteriormente em Lisboa.</p>
<p>O exemplar da <strong>Fundação Oriente</strong>, por sua vez, apresenta os mesmos <strong>107 capítulos</strong>, mas ilustrados com <strong>15 aquarelas</strong>.</p>
<p>No verbete que acompanha sua entrada no catálogo <strong>Presença portuguesa na Ásia</strong> (Pereira 2008), é afirmado que o manuscrito data do <strong>final do século XVIII ou início do XIX</strong>, é proveniente de <strong>Goa</strong> e pertenceu a <strong>José Câncio Freire de Lima</strong>, membro do Conselho de Governo do Estado da Índia (1840).</p>
<p>O autor do verbete também sugere que o original do qual derivam todas as cópias “não poderá ser anterior a <strong>1764</strong>, uma vez que, no texto, o autor refere-se aos ingleses como senhores do território entre <strong>Allahabad</strong> e <strong>Bengala</strong>, após a batalha de <strong>Buxar</strong>, em outubro de <strong>1764</strong>” (Pereira 2008:65).</p>
<figure id="attachment_50106" aria-describedby="caption-attachment-50106" style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50106 size-large" title="Autor desconhecido. Vishnu, Brahma, Mahés, Sol, Lua, Estrelas, sem data (séc.XVIII)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa-684x1024.png" alt="Autor desconhecido. Vishnu, Brahma, Mahés, Sol, Lua, Estrelas, sem data (séc.XVIII) - Aquarela sobre papel - Ilustração de Notícia sumária do gentilíssimo da Ásia. Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa" width="684" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa-684x1024.png 684w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa-201x300.png 201w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa-768x1149.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa-37x55.png 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Biblioteca-Nacional-de-Portugal-Lisboa.png 778w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50106" class="wp-caption-text">Figura 7 – Autor desconhecido. <em>Vishnu, Brahma, Mahés, Sol, Lua, Estrelas</em>, sem data (séc.XVIII) &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; Ilustração de <em>Notícia sumária do gentilíssimo da Ásia</em>. Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa (Códice 670, Seção de Reservados)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50108" aria-describedby="caption-attachment-50108" style="width: 764px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50108 size-large" title="Autor desconhecido. Vishnu, sem data (séc. XVIII) - Aquarela sobre papel - Ilustração de Notícia sumária do gentilíssimo da Ásia. Fundação Oriente, Lisboa " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced-764x1024.png" alt="Autor desconhecido. Vishnu, sem data (séc. XVIII) - Aquarela sobre papel - Ilustração de Notícia sumária do gentilíssimo da Ásia. Fundação Oriente, Lisboa " width="764" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced-764x1024.png 764w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced-224x300.png 224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced-768x1030.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Ilustracao-de-Noticia-sumaria-do-gentilissimo-da-Asia-Fundacao-Oriente-Lisboa_enhanced.png 792w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50108" class="wp-caption-text">Figura 8 – Autor desconhecido. <em>Vishnu, </em>sem data (séc. XVIII) &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; Ilustração de <em>Notícia sumária do gentilíssimo da Ásia</em>. Fundação Oriente, Lisboa</figcaption></figure>
<p>Seja qual for a <strong>data</strong> do <strong>manuscrito original</strong>, é fato que as <strong>cópias</strong> da <em>Notícia sumária&#8230;</em> que se encontram em <strong>coleções portuguesas</strong> são todas provenientes de <strong>Goa</strong> e datam da <strong>segunda metade do século XVIII</strong>. Cientes da <strong>presença</strong> de <strong>Carlos Julião</strong> naquela <strong>região</strong> entre <strong>1774 e 1779</strong> – como teremos oportunidade de averiguar no <strong>capítulo 2</strong> deste trabalho – seria natural supor que o <strong>exemplar</strong> da <strong>FBN</strong> tenha sido copiado por ele em seu período de <strong>serviços</strong> na <strong>Índia</strong>.</p>
<p>Contudo, como já foi notado, nada do ponto de vista do <strong>estilo</strong> aproxima as <strong>ilustrações</strong> deste <strong>códice</strong> dos <strong>desenhos</strong> atribuídos a <strong>Julião</strong> nos <strong><em>Ditos de figurinhos de brancos e negros&#8230;</em></strong>, restando, portanto, admitir que a <strong>hipótese</strong> de considerá-lo <strong>autor</strong> da <strong>cópia</strong> da <em>Notícia sumária&#8230;</em> deve-se somente à <strong>presença</strong> de ambos os <strong>manuscritos</strong> na mesma <strong>encadernação</strong>.</p>
<p>Ora, a <strong>reunião</strong> de diferentes <strong>documentos</strong> num mesmo <strong>volume</strong> não é indicativo seguro de <strong>autoria</strong>, uma vez que a <strong>operação</strong> obedece, na maioria das vezes, a <strong>critérios</strong> estabelecidos pela <strong>conveniência</strong> do <strong>proprietário</strong>. A questão da <strong>autoria</strong> tem de ser tomada com <strong>atenção</strong>, nesse caso, não sendo de todo óbvio admitir que a <strong>cópia</strong> do <strong>códice indiano</strong> no <strong>acervo</strong> da <strong>FBN</strong> tenha sido executada por <strong>Julião</strong>.</p>
<p>A parte referente aos <em>Ditos de vasos e tecidos peruvianos</em> é composta por <strong>33 pranchas</strong> de <strong>ilustrações</strong> em <strong>aguada de sépia</strong>, não acompanhadas de <strong>texto</strong>. Nessas <strong>imagens</strong>, é curioso notar a <strong>atenção</strong> dedicada pelo <strong>desenhista</strong> às <strong>padronagens</strong> que ornam <strong>vasos</strong> e <strong>têxteis</strong>, assim como a certos <strong>instrumentos</strong> como <strong>teares</strong>, para confecção de <strong>tecidos</strong> e <strong>rendas</strong>. Abaixo do <strong>título</strong> que abre o <strong>álbum</strong>, há uma <strong>anotação</strong> a <strong>grafite</strong> que afirma:</p>
<p><strong>“os dezenhos destes vazos forão tirados dos originaes encontrados no galeão Hespanhol q deo à costa em Peniche e q vinha carregado de Prata no Reinado de D. Maria 1a”</strong>.</p>
<p>O mais célebre <strong>naufrágio</strong> ocorrido na <strong>costa de Peniche</strong> no período <strong>mariano</strong> foi o do <strong>navio de guerra espanhol San Pedro de Alcantara</strong>, em <strong>fevereiro de 1786<sup>16</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>16</sup></strong> A este respeito, ver www.ipa.min-cultura.pt (Instituto Português de Arqueologia).</div>
<p>Com uma <strong>tripulação</strong> de <strong>quatrocentas pessoas</strong>, entre os quais alguns <strong>rebeldes peruanos</strong> do movimento <strong>separatista</strong> comandado por <strong>Túpac Amaru</strong> (1780-1781), o <strong>navio</strong> saíra do <strong>Peru</strong> dois anos antes e havia feito uma escala de <strong>quatro meses</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong> para reparações, pois, como era sabido, o <strong>carregamento</strong> de <strong>prata</strong>, <strong>ouro</strong> e <strong>cobre</strong> embarcado era superior à sua capacidade de <strong>transporte</strong>.</p>
<p>Nesta <strong>carga</strong> encontrava-se ainda um importante <strong>conjunto</strong> de <strong>peças de cerâmica pré-hispânica</strong> da <strong>cultura Chimu</strong>, que havia sido coletado no <strong>Peru</strong> por dois <strong>botânicos europeus</strong>.</p>
<p>O <strong>valor</strong> da <strong>carga</strong> era tamanho que seu desaparecimento deu início a um enorme movimento de <strong>recuperação</strong> promovido pelo <strong>governo espanhol</strong>.</p>
<p>Em <strong>três anos</strong>, quase a totalidade dos <strong>itens</strong> transportados pelo <strong>San Pedro de Alcantara</strong> foi <strong>recolhido</strong> do fundo do <strong>mar</strong> por <strong>mergulhadores</strong> de diversas <strong>nacionalidades</strong> contratados pela <strong>coroa espanhola</strong>.</p>
<p>É claro que somente um <strong>cotejo</strong> mais <strong>criterioso</strong> entre os <strong>desenhos</strong> do <strong>manuscrito</strong> da <strong>FBN</strong> e os <strong>objetos cerâmicos</strong> recuperados do <strong>San Pedro de Alcantara</strong> poderia atestar a <strong>existência</strong> ou não de uma <strong>relação direta</strong> entre eles.</p>
<p>Em todo o caso, não parece muito provável que outro <strong>navio espanhol</strong> com <strong>carga de prata</strong> e “<strong>vasos peruvianos</strong>” tenha colidido com os <strong>rochedos</strong> em <strong>Peniche</strong> no mesmo <strong>período</strong>, o que concorre para a <strong>sustentação</strong> da <strong>hipótese</strong>.</p>
<p>Em se tratando de um <strong>fato</strong> de grande <strong>repercussão</strong> e de uma <strong>carga</strong> de notável <strong>raridade</strong>, justifica-se o <strong>registro</strong> em <strong>desenho</strong> desses <strong>itens</strong>, seja a título de <strong>curiosidade</strong> ou obedecendo à <strong>requisição</strong> de um <strong>superior</strong>.</p>
<p>De toda forma, vale para este <strong>manuscrito</strong> o mesmo afirmado acima com relação à <em>Notícia sumária</em>. Ou seja, o fato de estar <strong>encadernado</strong> junto com os <em>Ditos de figurinhos de brancos e negros</em> não é motivo suficiente para assumir que a <strong>autoria</strong> desses <strong>desenhos</strong> se deva a <strong>Carlos Julião<sup>17</sup></strong>.</p>
<p><strong><sup><div class="wpz-sc-box info  rounded ">17</sup> Tenreiro</strong> (2007 e 2008) considera que os <strong>desenhos</strong> sejam de <strong>autoria</strong> de <strong>Julião</strong> e que tenham sido executados quando o <strong>oficial</strong> foi designado para uma <strong>vistoria</strong> das <strong>fortificações</strong> da <strong>província de Estremadura</strong>.</p>
<p>Contudo, isso não é compatível com a <strong>hipótese</strong> de que os <strong>desenhos</strong> sejam referentes à <strong>carga</strong> do <strong>San Pedro de Alcantara</strong>, a <strong>incumbência</strong> da <strong>vistoria</strong> foi cumprida por <strong>Julião</strong> entre <strong>1791 e 1795</strong>, alguns anos depois do final dos <strong>trabalhos de recuperação</strong> da <strong>carga</strong> do <strong>navio</strong>.</div></p>
<p>Já os <em>Ditos de <strong>figurinhos de brancos e negros<sup>18</sup></strong></em> ocupavam originalmente a <strong>parte central</strong> do <strong>volume</strong>, conforme ainda é possível perceber pelo <strong>vazio</strong> na <strong>encadernação</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "> <strong><sup>18</sup></strong> O termo “<strong>figurinho</strong>” não existe no <strong>dicionário de Bluteau</strong>, nem tampouco “<strong>figurino</strong>”. A palavra “<strong>figura</strong>” traz, ao contrário, várias <strong>definições</strong>, entre as quais destacamos “<strong>superfície exterior de hum corpo (&#8230;) homem ou molher representada em hum paynel (&#8230;) symbolo ou imagem significativa de alguma cousa</strong>” (<em>Bluteau 1712: t.4, 114</em>).</div>
<p>O <strong>álbum de desenhos</strong> atribuídos a <strong>Julião</strong> se abre com uma <strong>cena alegórica</strong> que evoca o que parece ser uma <strong>vitória militar</strong>, já que vemos um <strong>personagem fardado</strong>, a <strong>cavalo</strong>, a brandir a <strong>espada</strong> na <strong>mão direita</strong> sob um <strong>arco de triunfo</strong>, sendo saudado por <strong>figuras do povo</strong> situadas em <strong>primeiro plano (Figura 10)</strong>.</p>
<p>No <strong>arco de triunfo</strong>, logo abaixo do <strong>frontão</strong>, percebem-se as <strong>armas de Portugal</strong>, enquanto na <strong>ruína</strong> que ocupa a <strong>lateral esquerda</strong> do <strong>desenho</strong>, há um <strong>mastro caído</strong> onde se vê a <strong>bandeira espanhola</strong>.</p>
<p>Entre as duas <strong>edificações</strong>, vêem-se <strong>soldados fardados</strong> como a <strong>figura principal</strong> que conduzem um <strong>grupo de outros soldados</strong> para o <strong>fundo da cena</strong>.</p>
<p>A <strong>alegoria</strong> é interpretada por <strong>Lygia Cunha</strong> ((1960:XIII) a partir de uma <strong>inscrição a grafite</strong> nas margens do <strong>desenho</strong>, segundo ela, escrita com “<strong>letra do século XVIII</strong>”: “<strong>victoria alcançada por Pinto Bandeira de Minas Geraes contra os Hespanhoes, provavelmente na guerra do sul em 1762</strong>”.</p>
<p>Assim, conclui a <strong>autora</strong>, a <strong>alegoria</strong> seria alusiva à mais importante <strong>vitória</strong> comandada por <strong>Rafael Pinto Bandeira</strong> (<em>1740-1795</em>), <strong>coronel do corpo de cavalaria do Rio Grande do Sul</strong> (e não de <strong>Minas Gerais</strong>, como afirma a inscrição): a <strong>tomada e destruição</strong> do <strong>forte espanhol de Santa Tecla</strong>, em <strong>1776</strong>, que pôs fim à <strong>invasão castelhana</strong> no atual <strong>território riograndense</strong>.</p>
<p><strong>Pinto Bandeira</strong> é um nome tão <strong>lendário<sup>19</sup></strong> quanto <strong>controverso</strong>, que esteve envolvido em diversas <strong>campanhas militares</strong> decisivas para a definição das <strong>linhas de fronteira</strong> na porção <strong>sul da América portuguesa</strong>.</p>
<p>Visto alternadamente como <strong>herói</strong> e <strong>malfeitor</strong>, <strong>Pinto Bandeira</strong> foi nomeado para a <strong>governança militar</strong> do <strong>Rio Grande de São Pedro do Sul</strong>, ao mesmo tempo em que sofria abertas <strong>acusações</strong> pelo que chamaríamos hoje de “<strong>enriquecimento ilícito</strong>” por <strong>contrabando</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>19</sup> Érico Veríssimo</strong> fez dele um dos <strong>personagens</strong> do épico <strong>O tempo e o vento</strong>.</div>
<p>Essas <strong>acusações</strong> resultaram num <strong>processo-crime</strong> contra ele que só foi arquivado em <strong>1780</strong> por um <strong>decreto real</strong> de <strong>d. Maria I</strong>. Seus maiores <strong>opositores</strong> eram o <strong>governador da capitania</strong>, <strong>José Marcelino de Figueiredo</strong> (<em>1735-1814</em>)<sup>20</sup>, que acabou por <strong>perder o posto</strong>, e o <strong>vice-rei</strong> <strong>Luís de Vasconcelos</strong> (<em>1742-1809</em>).</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>20</sup> Pseudônimo</strong> de <strong>Manoel Jorge Gomes de Sepúlveda</strong>, que foi <strong>governador do Rio Grande</strong> entre <strong>1769</strong> e <strong>1780</strong>.</div>
<p>Apesar da <strong>substituição</strong> do <strong>governador</strong>, <strong>Vasconcelos</strong> continuaria ainda a tentar reunir <strong>provas</strong> que incriminassem <strong>Pinto Bandeira</strong>.</p>
<p>Ciente desta situação, o <strong>coronel</strong> se propôs, nas palavras de <strong>Augusto da Silva</strong> (<em>1999:135</em>), a “<strong>passar por cima do vice-rei</strong> e buscar apoio na <strong>metrópole</strong>”.</p>
<p>Assim, <strong>Pinto Bandeira</strong> chegaria a <strong>Lisboa</strong> em <strong>fevereiro de 1789</strong>, onde permaneceria por cerca de um ano. Quando de seu <strong>retorno</strong>, contava não apenas com o <strong>reconhecimento</strong> de sua atuação no <strong>alargamento das fronteiras meridionais do Brasil</strong>, como com uma <strong>patente de brigadeiro</strong>.</p>
<figure id="attachment_50111" aria-describedby="caption-attachment-50111" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50111 size-large" title="Autor desconhecido. Brigadeiro Rafael Pinto Bandeira (1740-1795), sem data." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-778x1024.png" alt="Autor desconhecido. Brigadeiro Rafael Pinto Bandeira (1740-1795), sem data." width="778" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-778x1024.png 778w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-228x300.png 228w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-768x1011.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9-800x1053.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-9.png 836w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50111" class="wp-caption-text">Figura 9 – Autor desconhecido. <em>Brigadeiro Rafael Pinto Bandeira (1740-1795)</em>, sem data.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 10 a 12</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 1 a 3 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50114" aria-describedby="caption-attachment-50114" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50114 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 1 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-750x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 1 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="750" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-750x1024.png 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-220x300.png 220w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-768x1048.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10-800x1092.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Figura-10.png 806w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50114" class="wp-caption-text">Figura 10 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 1 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50118" aria-describedby="caption-attachment-50118" style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50118 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 2 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-744x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 2 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="744" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-744x1024.png 744w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-218x300.png 218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-768x1058.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11-800x1102.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-11.png 806w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50118" class="wp-caption-text">Figura 11 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 2 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50122" aria-describedby="caption-attachment-50122" style="width: 759px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50122 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 3 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-759x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 3 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="759" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-759x1024.png 759w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-222x300.png 222w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-768x1036.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12-800x1079.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-12.png 814w" sizes="(max-width: 759px) 100vw, 759px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50122" class="wp-caption-text">Figura 12 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 3 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 13 a 16</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 4 a 7 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50125" aria-describedby="caption-attachment-50125" style="width: 737px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50125 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 4 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-737x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 4 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="737" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-737x1024.png 737w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-216x300.png 216w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-768x1067.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13-800x1112.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-13.png 806w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50125" class="wp-caption-text">Figura 13 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 4 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50127" aria-describedby="caption-attachment-50127" style="width: 745px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50127 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 5 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-745x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 5 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="745" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-745x1024.png 745w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-218x300.png 218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-768x1056.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14-800x1100.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-14.png 816w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50127" class="wp-caption-text">Figura 14 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 5 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50129" aria-describedby="caption-attachment-50129" style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50129 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 6 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15-715x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 6 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="715" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15-715x1024.png 715w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15-768x1100.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-15.png 786w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50129" class="wp-caption-text">Figura 15 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 6 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50131" aria-describedby="caption-attachment-50131" style="width: 745px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50131 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 7 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-745x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 7 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="745" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-745x1024.png 745w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-218x300.png 218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-768x1056.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16-800x1100.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-16.png 816w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50131" class="wp-caption-text">Figura 16 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 7 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p>Sem dúvida, a conjuntura internacional beneficiou <strong>Bandeira</strong> nesta ocasião, já que no tumultuado ano de <strong>1789</strong> começavam a agravar-se as divergências que acabariam por colocar <strong>Portugal</strong> e <strong>Espanha</strong>, aliados respectivamente de <strong>Inglaterra</strong> e <strong>França</strong>, em lados opostos do conflito europeu, o que certamente teria reverberação nos territórios americanos.</p>
<p>Para a <strong>coroa portuguesa</strong>, portanto, era fundamental poder contar com a experiência de guerra contra os espanhóis que <strong>Pinto Bandeira</strong> já possuía.</p>
<p>O fato é que, já em <strong>agosto de 1790</strong>, ele despachava documentos como <strong>Comandante General</strong> da <strong>Capitania de São Pedro</strong> (Silva 1999:137).</p>
<p>Há apenas uma imagem de <strong>Pinto Bandeira</strong> reproduzida na dissertação de <strong>Augusto da Silva</strong> (1999) a ele dedicada.</p>
<p>A ilustração não traz indicação de autoria, data ou fonte, mas é ela que nos permite afirmar que se trata do mesmo personagem que brande a espada a cavalo na página de rosto do manuscrito da <strong>FBN</strong> [<strong>Figura 9</strong>].</p>
<p>Sendo assim, se confirma a hipótese sustentada por <strong>Cunha</strong> de que esta cena alegórica celebra as vitórias de <strong>Pinto Bandeira</strong> contra os espanhóis no sul.</p>
<p>A temática militar prossegue nas estampas de dois a sete dos <strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros&#8230;</strong>, em que estão representados diversos tipos de <strong>uniformes de oficiais</strong> [<strong>Figuras 11 a 16</strong>] e uma cena de conteúdo mais anedótico, em que uma moça se despede chorando de um oficial.</p>
<p>Eles foram identificados por <strong>José Washt Rodrigues</strong> (1891-1957) em <strong>1949</strong>, segundo atesta um documento datilografado e assinado por este artista e historiador, que foi anexado à página de abertura do álbum, e se intitula:</p>
<p>“<strong>Esclarecimento sobre alguns figurinos militares existentes no livro de estampas originais</strong>, em cores, do último quartel do século XVIII adquirido nos <strong>EUA</strong> do Norte pelo <strong>governo brasileiro</strong>, e atualmente na <strong>Biblioteca Nacional</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong>”.</p>
<p>A denominação apontada por <strong>Rodrigues</strong> serviu de base para os títulos com que <strong>Ferrez</strong> (2000: v.1, 115) identifica as estampas em seu <strong>Iconografia do Rio de Janeiro</strong>, assim como às legendas citadas por <strong>Cunha</strong> na edição facsimilar do álbum (1960). Até mesmo a designação da estampa sete como sendo uma “<strong>cena romântica</strong>” se repete nos dois autores.</p>
<p>O tema dos <strong>uniformes militares</strong> é sem dúvida um dos mais recorrentes no que diz respeito à representação da figura humana no <strong>Portugal setecentista</strong>, o que pode ser atestado pela sua presença em praticamente todos os arquivos consultados, notadamente o <strong>ANTT</strong> [Figura 17], o <strong>AHU</strong> [Figura 18] e a <strong>FBN</strong> [Figuras 19 e 20].</p>
<p>Esses desenhos circulavam em vários formatos, geralmente como anexo de documentos enviados das colônias para o <strong>Reino</strong>. Assim, nos deparamos durante a pesquisa com figurinos militares de <strong>São Tomé e Príncipe</strong>, <strong>Moçambique</strong> e <strong>Macau</strong>, além de <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Com frequência os desenhos acompanhavam os “<strong>Mapas de tropas</strong>”, tabelas em que eram enumerados e quantificados todos os oficiais e soldados que compunham cada regimento das tropas pagas e auxiliares de determinada região.</p>
<p>Certamente, devem ser entendidos como parte do processo de reorganização do <strong>exército português</strong> encabeçado pelo <strong>conde de Lippe</strong> (1724-1777) na década de <strong>1760</strong>, de que trataremos no próximo capítulo.</p>
<p>Foi <strong>Lippe</strong> quem dotou o exército luso pela primeira vez de um plano de <strong>uniformes</strong> em <strong>1764</strong>, que abrangia todas as tropas do <strong>Reino</strong> e <strong>Conquistas</strong>, e não surpreende que os desenhos de figurinos militares comecem a se multiplicar a partir desta data.</p>
<p>É importante notar que a confecção dos vários elementos que compunham o uniforme de <strong>oficiais</strong> e <strong>soldados</strong> servindo em <strong>Portugal</strong> e no ultramar – como <strong>botões</strong>, <strong>calçados</strong>, <strong>galões</strong>, <strong>chapéus</strong>, <strong>armas</strong>, etc. –, assim como a aquisição dos tecidos e a própria fabricação dos fardamentos, eram centralizadas no <strong>Arsenal Real do Exército</strong> em <strong>Lisboa</strong>.</p>
<p>Parece lógico concluir que os desenhos de figurinos militares, acompanhados dos <strong>Mapas de tropas</strong>, servissem também para que no <strong>Arsenal</strong> se pudesse quantificar o material indispensável para vestir as forças militares de cada região.</p>
<p>Nunca é demais lembrar que o <strong>exército português</strong> compreendia tropas servindo na <strong>Europa</strong>, <strong>Ásia</strong>, <strong>África</strong> e <strong>América</strong> e a visualização dos <strong>uniformes</strong> possibilitada pelo desenho certamente facilitava a logística de fardar todos os contingentes segundo as recentes instruções do <strong>conde de Lippe</strong>.</p>
<p>Com relação à figuração, em nenhum gênero – se é que se pode considerar os figurinos como um “gênero” – é mais patente a questão do <strong>desenho</strong> constituído a partir de modelos.</p>
<p><strong>As diversas séries são muito semelhantes</strong>, divergindo apenas no que diz respeito ao traço, ou propriamente ao <strong>estilo pessoal do autor</strong>, segundo tenha maior ou menor destreza na representação da figura humana, mais ou menos habilidade no uso da <strong>aquarela</strong>.</p>
<p>Na verdade, trata-se frequentemente da mesma <strong>figura vestida de modo diferente</strong>: quase não há variações no posicionamento das <strong>mãos</strong> – que podem estar apoiadas num bastão, segurando uma <strong>arma</strong> ou sobre o peito –, ou na organização corporal.</p>
<figure id="attachment_50134" aria-describedby="caption-attachment-50134" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50134 size-loop-large" title="figura 17" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17-800x540.png" alt="figura 17" width="800" height="540" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17-800x540.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17-300x202.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17-768x518.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-17.png 934w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50134" class="wp-caption-text">Figura 17 &#8211; Autor desconhecido. <em>Fardamento dos </em><em>granadeiros do quarto terço auxiliar de Aveiro, </em>sem data (século XVIII)<br />Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; Ilustração de <em>Mapa do fardamento feito no Porto sob a inspeção do Tenente General José de Almada. </em>Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa (Ministério do Reino, Colecção de mapas e outros documentos iconográficos, doc.72)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50136" aria-describedby="caption-attachment-50136" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50136 size-loop-large" title="figura 18" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-800x597.png" alt="figura 18" width="800" height="597" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-800x597.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-300x224.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-768x574.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18-74x55.png 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-18.png 932w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50136" class="wp-caption-text">Figura 18 &#8211; Autor desconhecido. <em>Oficial, Oficial inferior, Soldado, Tambor</em>, 1774. Aquarela e nanquim sobre papel. Ilustração de <em>Uniformes do Regimento de Artelharia do Rio de Janeiro. </em>Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa (AHU_ICONm_017_f, D.288)</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 19 e 20</strong> – José Corrêa Rangel. Ilustração de <strong>Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares.</strong> Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 &#8211; Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50138" aria-describedby="caption-attachment-50138" style="width: 518px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-19.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50138 size-full" title="Figura 19 – Oficial da ordenança da Vila de Parati - José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 - Aquarela e nanquim sobre papel - Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-19.png" alt="Figura 19 – Oficial da ordenança da Vila de Parati - José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 - Aquarela e nanquim sobre papel - Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="518" height="756" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-19.png 518w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-19-206x300.png 206w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-19-38x55.png 38w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50138" class="wp-caption-text">Figura 19 – Oficial da ordenança da Vila de Parati &#8211; José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 &#8211; Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50142" aria-describedby="caption-attachment-50142" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-20.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50142 size-full" title="Oficial do terço auxiliar de Irajá- José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 - Aquarela e nanquim sobre papel - Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-20.png" alt="Oficial do terço auxiliar de Irajá- José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 - Aquarela e nanquim sobre papel - Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="492" height="760" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-20.png 492w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-20-194x300.png 194w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-20-36x55.png 36w" sizes="(max-width: 492px) 100vw, 492px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50142" class="wp-caption-text">Figura 20 – Oficial do terço auxiliar de Irajá- José Corrêa Rangel. Ilustração de Guarnição do Rio de Janeiro com seus uniformes e mapas do número dos regimentos pagos e dos auxiliares. Feito por José Corrêa Rangel. Ajudante de infantaria com exercício de engenheiro, 1786 &#8211; Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figura 21</strong> – Autor desconhecido. <strong><em>Uniformes gerais das tropas da Espanha</em>, 1778.</strong> Água-forte e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa (Cota 4309_I-4-55-64-1)</p>
<figure id="attachment_50140" aria-describedby="caption-attachment-50140" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50140 size-large" title="Figura 21 – Autor desconhecido. Uniformes gerais das tropas da Espanha, 1778 Água-forte e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa (Cota 4309_I-4-55-64-1)." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-1024x674.png" alt="Autor desconhecido. Uniformes gerais das tropas da Espanha, 1778 Água-forte e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa (Cota 4309_I-4-55-64-1)." width="800" height="527" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-1024x674.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-300x198.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-768x506.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-84x55.png 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-1536x1012.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21-800x527.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-21.png 1728w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50140" class="wp-caption-text">Figura 21 – Autor desconhecido. Uniformes gerais das tropas da Espanha, 1778 Água-forte e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa (Cota 4309_I-4-55-64-1).</figcaption></figure>
<p><strong>E os figurinos militares de Julião</strong> fazem parte desse universo dos exércitos de <strong>“soldadinhos de chumbo”</strong>. As matrizes desses desenhos devem ser buscadas na <strong>gravura</strong>, de modo especial nas <strong>estampas</strong> que representam <strong>Mapas de tropas</strong>, como é possível comprovar pela <strong>Figura 21</strong>.</p>
<p>Aos <strong>uniformes militares</strong> segue-se um grupo de quatro <strong>ilustrações</strong> em que os personagens são <strong>casais indígenas</strong> [<strong>Figuras 22 a 25</strong>].</p>
<p><strong>Figuras 22 a 25</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 8 a 11 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro</p>
<figure id="attachment_50146" aria-describedby="caption-attachment-50146" style="width: 783px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50146 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 8 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-783x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 8 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="783" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-783x1024.png 783w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-229x300.png 229w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-768x1005.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22-800x1047.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-22.png 856w" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50146" class="wp-caption-text">Figura 22 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 8 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50148" aria-describedby="caption-attachment-50148" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50148 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 9 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-747x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 9 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="747" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-747x1024.png 747w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-219x300.png 219w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-768x1053.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23-800x1097.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-23.png 818w" sizes="(max-width: 747px) 100vw, 747px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50148" class="wp-caption-text">Figura 23 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 9 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50150" aria-describedby="caption-attachment-50150" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50150 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 10 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-750x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 10 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="750" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-750x1024.png 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-220x300.png 220w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-768x1049.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24-800x1093.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-24.png 820w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50150" class="wp-caption-text">Figura 24 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 10 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50152" aria-describedby="caption-attachment-50152" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50152 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 11 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-747x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 11 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="747" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-747x1024.png 747w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-219x300.png 219w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-768x1053.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25-800x1097.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-25.png 818w" sizes="(max-width: 747px) 100vw, 747px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50152" class="wp-caption-text">Figura 25 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 11 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p>Na <strong>estampa oito</strong> surge pela primeira vez um cenário onde as figuras se movimentam, nesse caso, composto de <strong>rio</strong>, <strong>montanhas</strong> e <strong>árvores</strong>.</p>
<p>O casal aparenta ser ainda selvagem, já que ambos carregam <strong>arco</strong> e <strong>flecha</strong> e acabam de abater uma <strong>onça</strong> que sangra em primeiro plano.</p>
<p>Novamente, chamamos a atenção para <strong>representação arquetípica</strong> do <strong>indígena brasileiro</strong>: a figura da <strong>índia</strong> com um <strong>seio só</strong> evoca os antigos mitos das guerreiras amazonas, enquanto o <strong>índio</strong>, embora paramentado de <strong>cocar</strong> e <strong>saia de penas</strong>, é representado barbado como um europeu.</p>
<p>Os demais <strong>casais</strong> parecem bem mais pacíficos, sendo o da <strong>estampa onze</strong> exatamente igual aos <strong>Tapuias domesticados</strong> representados na <strong>Configuração da entrada da barra&#8230;</strong>.</p>
<p>A <strong>estampa dez</strong> é um tanto mais curiosa em termos de composição, pois tem a mesma figura espelhada, recurso também utilizado na <strong>Figura 15</strong>.</p>
<p>A presença de <strong>elementos vegetais</strong> e alguma sugestão de <strong>relevo</strong>, que é comum às quatro ilustrações, concorre para a criação de sentido na imagem, reforçando o pressuposto de que o habitat do <strong>indígena</strong> é o ambiente natural, ainda não transformado pela civilização.</p>
<p>De certo modo, esses atributos alegorizam os <strong>personagens</strong> representados, constituindo-se em distantes reminiscências das <strong>pinturas etnográficas</strong> de <strong>Albert Eckhout</strong> (1610-1666).</p>
<p>Sucedem-se aos <strong>casais indígenas</strong> outras três <strong>ilustrações</strong> de <strong>mulheres sendo transportadas</strong> [<strong>Figuras 26 a 28</strong>], sendo a primeira numa <strong>rede</strong>, e as demais por <strong>escravos negros</strong> que portam as famosas <strong>cadeirinhas</strong> nos ombros.</p>
<p>A <strong>estampa doze</strong> [<strong>Figura 26</strong>] é semelhante à figura central da prancha da <strong>Configuração da entrada&#8230;</strong>, embora lá os carregadores sejam <strong>negros</strong>.</p>
<p>Já na <strong>estampa treze</strong> [<strong>Figura 27</strong>], a figura central do grupo das três <strong>mulheres</strong> que seguem a <strong>cadeirinha</strong>, que <strong>Lygia Cunha</strong> (1960) identifica como sendo <strong>escravas</strong>, é também idêntica à <strong>mulata</strong> de <strong>Elevação e fachada</strong>.</p>
<p>O grupo da <strong>estampa quatorze</strong> [<strong>Figura 28</strong>] se repete na mesma obra relativa ao prospecto de <strong>Salvador</strong>.</p>
<p>É importante assinalar que o tema das <strong>cadeirinhas</strong> encontra forte ressonância no imaginário sobre a sociedade <strong>portuguesa no oriente</strong> desde o século <strong>XVI</strong>.</p>
<p>Tanto <strong>Chaudhuri</strong> quanto <strong>Russell-Wood<sup>21</sup> </strong> nos lembram que o desejo de <strong>enriquecimento</strong> e <strong>distinção social</strong> era o principal mote dos <strong>portugueses</strong> que se dirigiam aos <strong>Estados da Índia</strong>, e que a <strong>ostentação pública</strong> era prática corrente da sociedade <strong>lusa</strong> no <strong>ultramar</strong>.</p>
<p>Nesse contexto, os <strong>meios de transporte</strong> serviam a distinguir os <strong>nobres</strong> e <strong>fidalgos</strong>, que se faziam carregar em <strong>palanquins</strong>, seguidos de séquitos de <strong>escravos</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>21</sup> Chaudhuri, K.</strong> <em>O impacte da expansão portuguesa no oriente</em>; <strong>Russell-Wood, A.J.R.</strong> <em>A sociedade portuguesa no ultramar</em>. In <strong>Bethencourt &amp; Chaudhuri</strong> 1998: 487-511, 266-281.</div>
<p>Essa prática, assim como a <strong>pompa no vestir-se</strong>, é notada e criticada pelos vários <strong>cronistas</strong> que se ocuparam da <strong>Índia portuguesa</strong>, entre os quais o mais famoso é certamente o <strong>holandês Jan Huygen van Linschoten</strong> (1563-1611), de quem voltaremos a falar oportunamente.</p>
<p>Destacamos aqui, a título de comparação, uma <strong>gravura</strong> da sua <em>Histoire de la navigation (&#8230;) aux Indes Orientales</em>, em que vemos uma <strong>portuguesa</strong> e suas <strong>filhas</strong> sendo carregadas numa <strong>liteira</strong>. [<strong>Figura 29</strong>]</p>
<p>As <strong>estampas quinze a dezessete</strong> referem-se a <strong>vestimentas</strong> de personagens <strong>brancos</strong> e vemos repetir-se o recurso utilizado pelo desenhador nos <strong>figurinos militares</strong>.</p>
<p>As mesmas <strong>figuras</strong> são replicadas com pequenas variações no posicionamento das <strong>cabeças</strong> e vestidas de modo diverso. Na verdade, a <strong>vestimenta</strong> propriamente não varia, o que mudam são as <strong>cores</strong> e <strong>padronagens</strong> dos tecidos e <strong>adornos</strong> [<strong>Figuras 30 a 32</strong>].</p>
<p>Nessas ilustrações é mais evidente um traço tão característico das <strong>aquarelas de Julião</strong> que é fazer com que o <strong>casaco</strong> envolva a personagem de modo a revelar o seu <strong>talhe</strong> na parte posterior.</p>
<p><strong>Figuras de 26 a 28</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 12 a 14 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50155" aria-describedby="caption-attachment-50155" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50155 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 12 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-800x588.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 12 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="588" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-800x588.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-300x220.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-768x564.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26.png 852w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50155" class="wp-caption-text">Figura 26 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 12 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50157" aria-describedby="caption-attachment-50157" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50157 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 13 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1-800x519.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 13 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="519" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1-800x519.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1-300x195.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1-768x498.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-26-1.png 956w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50157" class="wp-caption-text">Figura 27 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 13 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50159" aria-describedby="caption-attachment-50159" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50159 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 14 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28-800x583.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 14 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="583" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28-800x583.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28-300x219.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28-768x560.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-28.png 958w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50159" class="wp-caption-text">Figura 28 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 14 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50163" aria-describedby="caption-attachment-50163" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50163 size-loop-large" title="Portuguesa sendo carregada em liteira - Autor desconhecido. Ilustração de Jan Huygen van Linschoten, Histoire de la navigation... (Amsterdam, 1638, 3a ed.). Água-forte sobre papel. Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced-800x589.png" alt="Portuguesa sendo carregada em liteira - Autor desconhecido. Ilustração de Jan Huygen van Linschoten, Histoire de la navigation... (Amsterdam, 1638, 3a ed.). Água-forte sobre papel. Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo" width="800" height="589" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced-800x589.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced-300x221.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced-768x566.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/Fig-29-–-Portuguesa-sendo-carregada-em-liteira_enhanced.png 956w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50163" class="wp-caption-text">Figura 29 – Portuguesa sendo carregada em liteira &#8211; Autor desconhecido. Ilustração de Jan Huygen van Linschoten, Histoire de la navigation&#8230; (Amsterdam, 1638, 3a ed.). Água-forte sobre papel. Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 30 a 33</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 15 a 18 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50165" aria-describedby="caption-attachment-50165" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50165 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 15 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-746x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 15 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="746" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-746x1024.png 746w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-218x300.png 218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-768x1055.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30-800x1099.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-30.png 820w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50165" class="wp-caption-text">Figura 30 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 15 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50167" aria-describedby="caption-attachment-50167" style="width: 737px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50167 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 16 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-737x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 16 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="737" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-737x1024.png 737w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-216x300.png 216w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-768x1068.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31-800x1112.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-31.png 810w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50167" class="wp-caption-text">Figura 31 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 16 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50169" aria-describedby="caption-attachment-50169" style="width: 757px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50169 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 18 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-757x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 17 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="757" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-757x1024.png 757w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-222x300.png 222w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-768x1039.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32-800x1082.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-32.png 828w" sizes="(max-width: 757px) 100vw, 757px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50169" class="wp-caption-text">Figura 32 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 17 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50171" aria-describedby="caption-attachment-50171" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50171 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 18 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33-658x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 18 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="658" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33-658x1024.png 658w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33-193x300.png 193w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33-35x55.png 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-33.png 724w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50171" class="wp-caption-text">Figura 33 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 18 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 34 a 37</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 19 a 22 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50175" aria-describedby="caption-attachment-50175" style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50175 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 19 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-762x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 19 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="762" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-762x1024.png 762w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-223x300.png 223w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-768x1032.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34-800x1075.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-34.png 838w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50175" class="wp-caption-text">Figura 34 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 19 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50177" aria-describedby="caption-attachment-50177" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50177 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 20 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35-800x576.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 20 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="576" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35-800x576.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35-300x216.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35-768x553.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-35.png 958w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50177" class="wp-caption-text">Figura 35 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 20 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.Atribuído a Carlos Julião. Estampa de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50180" aria-describedby="caption-attachment-50180" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50180 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 21 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36-800x573.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 21 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="573" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36-800x573.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36-300x215.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36-768x550.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36-77x55.png 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-36.png 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50180" class="wp-caption-text">Figura 36 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 21 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50182" aria-describedby="caption-attachment-50182" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50182 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 22 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37-800x581.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 22 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="581" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37-800x581.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37-300x218.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37-768x558.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-37.png 958w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50182" class="wp-caption-text">Figura 37 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 22 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p>Nas <strong>estampas</strong> dezoito e dezenove, são apresentadas <strong>cenas</strong> com <strong>personagens</strong> que interagem [<strong>Figuras</strong> 33 e 34]. A primeira, aparentemente uma <strong>cena</strong> de rua, nos apresenta um <strong>negro</strong> que serve <strong>leite</strong> a uma senhora sendo ambos observados por um <strong>homem</strong> (semelhante à <strong>figura</strong> masculina da <strong>estampa</strong> quinze).</p>
<p>A outra é definida por <strong>Cunha</strong> (1960) como sendo uma <strong>cena</strong> de <strong>caça</strong> aos patos e não parece ter muita relação com as demais. As <strong>vestimentas</strong> de <strong>mulheres brancas</strong> reaparecem nas <strong>estampas</strong> de vinte a 22 [<strong>Figuras</strong> 35 a 37], também caracterizadas pela repetição do mesmo <strong>personagem</strong> que tem apenas o <strong>traje</strong>, os <strong>ornamentos</strong> e o <strong>posicionamento</strong> das mãos alterados.</p>
<p>Na <strong>estampa</strong> 23 [<strong>Figura 38</strong>], vemos outra <strong>cena</strong> classificada por <strong>Cunha</strong> como uma “<strong>cena romântica</strong>”, em que um <strong>homem</strong> de <strong>bengala</strong>, “vestido à moda do século XVIII” (<strong>Cunha</strong> 1960), entrega a uma jovem uma <strong>carta</strong> onde se lê: <strong>“À Sra. Joanna Rosa”</strong>.</p>
<p>Mais um <strong>casal branco</strong> ocupa a <strong>estampa</strong> 24 [<strong>Figura</strong> 39], sendo a <strong>figura masculina</strong> semelhante às que ilustram as <strong>estampas</strong> dezesseis e dezessete. A <strong>estampa</strong> 25 [<strong>Figura 40</strong>] nos apresenta duas <strong>figuras femininas</strong> que bem poderiam ser comparadas novamente à <strong>mulata</strong> de <strong>Elevação</strong> e <strong>fachada</strong>.</p>
<p>A partir da <strong>estampa</strong> 26, todas as demais se referem a <strong>personagens negros</strong>. As cinco primeiras, de 26 a 30 [<strong>Figuras</strong> 41 a 45], são dedicadas exclusivamente aos <strong>trajes</strong>, enquanto as quatro seguintes, de 31 a 34 [<strong>Figuras</strong> 46 a 49], colocam em <strong>cena</strong> os <strong>negros vendedores de rua</strong>.</p>
<p>Reencontramos aqui a <strong>vendedora de frutas</strong> em versão idêntica à de <strong>Elevação</strong> e <strong>fachada</strong>, como também o <strong>vendedor de leite</strong> do mesmo <strong>prospecto</strong> de <strong>Salvador</strong>, e a <strong>vendedora de doces</strong> da <strong>Configuração da entrada da barra de Goa&#8230;</strong> em versões ligeiramente alteradas.</p>
<p>Curioso notar que os <strong>vendedores de rua</strong> são figurados de maneira a incorporar diversas sugestões de <strong>movimento</strong>, ao contrário dos demais <strong>personagens</strong> vistos até aqui.</p>
<p>As <strong>estampas</strong> 35 a 39 [<strong>Figuras</strong> 50 a 54] talvez sejam as <strong>ilustrações</strong> mais reproduzidas deste conjunto, sempre utilizadas quando se trata de ilustrar <strong>textos</strong> sobre <strong>festas</strong> no período <strong>colonial</strong> no <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>De fato, elas se reportam às <strong>festas</strong> de encenação da <strong>coroação</strong> dos <strong>reis</strong> e <strong>rainhas</strong> do <strong>Congo</strong> ligadas às <strong>Irmandades de Nossa Senhora do Rosário do Pretos</strong>. São também as <strong>estampas</strong> que mais diferem, do ponto de vista do <strong>estilo</strong>, das demais <strong>ilustrações</strong> do <strong>manuscrito</strong>, visto que englobam diversos <strong>personagens</strong> em <strong>séquito</strong> com variada <strong>movimentação corporal</strong> e <strong>adereços</strong>.</p>
<p><strong>Figuras 38 a 41</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 23 a 26 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50186" aria-describedby="caption-attachment-50186" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50186 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 23 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-800x1089.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 23 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="1089" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-800x1089.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-220x300.png 220w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-752x1024.png 752w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-768x1046.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38-40x55.png 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-38.png 824w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50186" class="wp-caption-text">Figura 38 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 23 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50188" aria-describedby="caption-attachment-50188" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50188 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 24 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39-768x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 24 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="768" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39-768x1023.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39-225x300.png 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39-800x1066.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-39.png 842w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50188" class="wp-caption-text">Figura 39 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 24 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50191" aria-describedby="caption-attachment-50191" style="width: 774px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50191 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 25 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-774x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 25 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="774" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-774x1024.png 774w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-227x300.png 227w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-768x1016.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40-800x1058.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-40.png 848w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50191" class="wp-caption-text">Figura 40 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 25 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50193" aria-describedby="caption-attachment-50193" style="width: 735px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50193 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 26 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-735x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 26 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="735" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-735x1024.png 735w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-215x300.png 215w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-768x1070.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41-800x1115.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-41.png 808w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50193" class="wp-caption-text">Figura 41 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 26 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 42 a 45</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 27 a 30 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50195" aria-describedby="caption-attachment-50195" style="width: 717px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50195 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 27 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42-717x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 27 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="717" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42-717x1024.png 717w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42-210x300.png 210w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42-768x1097.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-42.png 788w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50195" class="wp-caption-text">Figura 42 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 27 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50197" aria-describedby="caption-attachment-50197" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50197 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 28 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43-713x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 28 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="713" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43-713x1024.png 713w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43-768x1103.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-43.png 784w" sizes="(max-width: 713px) 100vw, 713px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50197" class="wp-caption-text">Figura 43 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 28 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50199" aria-describedby="caption-attachment-50199" style="width: 735px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50199 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 29 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-735x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 29 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="735" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-735x1024.png 735w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-215x300.png 215w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-768x1070.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44-800x1115.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-44.png 808w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50199" class="wp-caption-text">Figura 44 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 29 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50201" aria-describedby="caption-attachment-50201" style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50201 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 30 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45-715x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 30 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="715" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45-715x1024.png 715w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45-768x1100.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-45.png 786w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50201" class="wp-caption-text">Figura 45 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 30 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 46 a 49</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 31 a 34 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50204" aria-describedby="caption-attachment-50204" style="width: 735px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50204 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 31 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-735x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 31 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="735" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-735x1024.png 735w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-215x300.png 215w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-768x1070.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46-800x1115.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-46.png 808w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50204" class="wp-caption-text">Figura 46 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 31 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50207" aria-describedby="caption-attachment-50207" style="width: 675px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50207 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 32 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47-675x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 32 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="675" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47-675x1024.png 675w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47-198x300.png 198w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47-36x55.png 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-47.png 742w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50207" class="wp-caption-text">Figura 47 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 32 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50209" aria-describedby="caption-attachment-50209" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50209 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 33 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48-720x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 33 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="720" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48-720x1024.png 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48-211x300.png 211w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48-768x1092.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-48.png 792w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50209" class="wp-caption-text">Figura 48 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 33 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50211" aria-describedby="caption-attachment-50211" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50211 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 34 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49-713x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 34 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="713" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49-713x1024.png 713w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49-768x1103.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-49.png 784w" sizes="(max-width: 713px) 100vw, 713px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50211" class="wp-caption-text">Figura 49 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 34 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p>Muito do encanto dos <strong>desenhos</strong> desta série está justamente na <strong>miniaturização</strong> desses <strong>personagens</strong>, tratados cada qual com suas <strong>roupas coloridas</strong>, seus <strong>instrumentos musicais</strong>, <strong>adornos de cabeça</strong> e <strong>movimentos de dança</strong>. Nas <strong>estampas</strong> 36 e 39, é curioso notar como, diante de um número maior de <strong>figuras</strong>, o <strong>autor</strong> as compõe individualmente, fazendo com que a conformação da “<strong>cena</strong>” resulte da somatória desses elementos.</p>
<p>As <strong>figuras</strong> não estão submetidas a nenhuma <strong>ordenação espacial</strong> prévia, ao contrário, o seu <strong>posicionamento</strong> no papel é que conforma o <strong>espaço</strong>. Vale notar ainda que essa espécie de <strong>guarda-sol</strong> sob o qual caminham o <strong>rei</strong> e a <strong>rainha</strong> no <strong>cortejo</strong> é um conhecido atributo dos <strong>reis africanos</strong>, bastando mencionar aqui dois exemplos em que ele se faz presente: a <strong>tapeçaria</strong> <em>O rei negro carregado em triunfo</em>, da série <em>Nouvelles Indes</em> (<strong>Manufatura Gobelins</strong>) e a <em>Alegoria da África</em> [<strong>Fig.59</strong>], gravada a partir de <strong>desenho</strong> de <strong>Charles Le Brun</strong> (1619-1690).</p>
<p>As últimas <strong>ilustrações</strong> do álbum fazem referência ao <strong>trabalho</strong> de <strong>extração</strong> nas “<strong>catas</strong>” de <strong>diamantes</strong>, possivelmente do <strong>Serro do Frio</strong> (<strong>Diamantina</strong>), conforme se lê no título do volume. Vemos então, na <strong>estampa</strong> 40 [<strong>Figura 55</strong>], os <strong>negros quebradores de pedras</strong>, que reaparecem na parte esquerda da <strong>estampa</strong> 41 [<strong>Figura 56</strong>], uma vista mais abrangente e que contempla mais etapas da técnica de <strong>extração</strong>. A <strong>lavagem do cascalho</strong> é representada na <strong>estampa</strong> 42 [<strong>Figura 57</strong>], caracterizada pela presença de uma <strong>estrutura construtiva</strong> desenhada em <strong>perspectiva</strong> extraordinariamente acentuada, que se constitui visualmente num estranho <strong>paralelepípedo</strong> encravado numa <strong>paisagem</strong> de <strong>colinas</strong> e volumes delineados com maior graça.</p>
<p><strong>Ilustração</strong> semelhante surge no início do século XIX no livro <em>Travels in the interior of Brazil</em> (1812) do <strong>mineralogista britânico John Mawe</strong> (1764-1829) [<strong>Figura 60</strong>], o primeiro estrangeiro a ter autorização para visitar o <strong>distrito aurífero</strong> de <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Por fim, a <strong>ilustração</strong> 43 [<strong>Figura 58</strong>], que encerra os <em>Ditos de figurinhos de brancos e negros&#8230;</em>, nos apresenta um <strong>escravo</strong> despido para ser <strong>inspecionado pelos feitores</strong>.</p>
<p>Dentre as 43 <strong>ilustrações</strong> comentadas, dezessete (cerca de 40%) referem-se exclusivamente aos <strong>modos de vestir</strong> de diferentes <strong>extratos</strong> da <strong>população</strong> do <strong>Brasil</strong>, incluídos aqui os <strong>figurinos militares</strong>.</p>
<p>Outros <strong>temas</strong> envolvem <strong>tipos indígenas</strong> (dos mais selvagens aos mais civilizados), <strong>ilustrações</strong> relativas a <strong>práticas sociais</strong> (entre os quais <strong>meios de transporte</strong>, <strong>vendedores ambulantes</strong>, <strong>festas africanas</strong>), além de uma importante (e lucrativa) <strong>atividade extrativa</strong>.</p>
<p>Já tivemos oportunidade de notar a importância que <strong>Julião</strong> confere a todos os elementos constitutivos do <strong>traje</strong> e à eventual presença de <strong>marcas identitárias</strong> como caracterizadores dos <strong>personagens</strong> representados.</p>
<p>Em geral, a <strong>figura</strong> prescinde de <strong>cenário</strong>, só utilizado nos casos em que a presença de outros <strong>elementos narrativos</strong> colabora para a criação de <strong>sentido</strong> na <strong>imagem</strong>.</p>
<p><strong>Figuras 50 a 54</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 35 a 39 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_50214" aria-describedby="caption-attachment-50214" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50214 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 35 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50-800x562.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 35 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="562" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50-800x562.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50-300x211.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50-768x540.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50-78x55.png 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-50.png 962w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50214" class="wp-caption-text">Figura 50 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 35 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50219" aria-describedby="caption-attachment-50219" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50219 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 36 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51-800x579.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 36 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="579" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51-800x579.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51-300x217.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51-768x556.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-51.png 962w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50219" class="wp-caption-text">Figura 51 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 36 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50221" aria-describedby="caption-attachment-50221" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50221 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 37 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52-800x572.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 37 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="572" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52-800x572.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52-300x214.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52-768x549.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52-77x55.png 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-52.png 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50221" class="wp-caption-text">Figura 52 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 37 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50223" aria-describedby="caption-attachment-50223" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50223 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 38 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53-800x584.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 38 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="584" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53-800x584.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53-300x219.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53-768x561.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-53.png 964w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50223" class="wp-caption-text">Figura 53 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 38 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50225" aria-describedby="caption-attachment-50225" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50225 size-loop-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 39 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54-800x572.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 39 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="800" height="572" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54-800x572.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54-300x214.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54-768x549.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54-77x55.png 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-54.png 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50225" class="wp-caption-text">Figura 54 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 39 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<p><strong>Figuras 55 a 58</strong> – Carlos Julião (atribuído a). <strong>Estampas 40 a 43 de </strong><em><strong>Ditos de figurinhos de brancos e negros</strong>&#8230;</em>, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro</p>
<figure id="attachment_50229" aria-describedby="caption-attachment-50229" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50229 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 40 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55-713x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 40 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="713" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55-713x1024.png 713w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55-768x1103.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-55.png 784w" sizes="(max-width: 713px) 100vw, 713px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50229" class="wp-caption-text">Figura 55 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 40 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50232" aria-describedby="caption-attachment-50232" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50232 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 41 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56-711x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 41 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="711" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56-711x1024.png 711w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56-208x300.png 208w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56-768x1106.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-56.png 782w" sizes="(max-width: 711px) 100vw, 711px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50232" class="wp-caption-text">Figura 56 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 41 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50234" aria-describedby="caption-attachment-50234" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50234 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 42 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57-720x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 42 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="720" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57-720x1024.png 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57-211x300.png 211w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57-768x1092.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-57.png 792w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50234" class="wp-caption-text">Figura 57 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 42 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50236" aria-describedby="caption-attachment-50236" style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50236 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 43 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58-715x1024.png" alt="Atribuído a Carlos Julião. Estampa 43 de &quot;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros...&quot;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro." width="715" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58-715x1024.png 715w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58-209x300.png 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58-768x1100.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58-38x55.png 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-58.png 786w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50236" class="wp-caption-text">Figura 58 &#8211; Atribuído a Carlos Julião. Estampa 43 de &#8220;Ditos de Figurinhos de Brancos e Negros&#8230;&#8221;, sem data (século XVIII). Aquarela sobre papel. Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50238" aria-describedby="caption-attachment-50238" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50238 size-loop-large" title="Charles Le Brun, gravado por Gilles Rousselet. Alegoria da África, 1660-80 - Água-forte sobre papel." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59-800x636.png" alt="Charles Le Brun, gravado por Gilles Rousselet. Alegoria da África, 1660-80 - Água-forte sobre papel." width="800" height="636" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59-800x636.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59-300x238.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59-768x610.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59-69x55.png 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-59.png 944w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50238" class="wp-caption-text">Figura 59 &#8211; Charles Le Brun, gravado por Gilles Rousselet. Alegoria da África, 1660-80 &#8211; Água-forte sobre papel.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50240" aria-describedby="caption-attachment-50240" style="width: 702px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-60.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50240 size-full" title="John Mawe, gravado por T. Woolnoth. Vista de negros lavando diamantes em Mandango no rio Jegitonhonha (sic) in Cerro do Frio, Brazil. Água-forte sobre papel - Ilustração de John Mawe, Travels in the interior of Brazil (Londres, 1812). Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-60.png" alt="John Mawe, gravado por T. Woolnoth. Vista de negros lavando diamantes em Mandango no rio Jegitonhonha (sic) in Cerro do Frio, Brazil. Água-forte sobre papel - Ilustração de John Mawe, Travels in the interior of Brazil (Londres, 1812). Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo." width="702" height="934" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-60.png 702w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-60-225x300.png 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-60-41x55.png 41w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50240" class="wp-caption-text">Figura 60 – John Mawe, gravado por T. Woolnoth. Vista de negros lavando diamantes em Mandango no rio Jegitonhonha (sic) in Cerro do Frio, Brazil. Água-forte sobre papel &#8211; Ilustração de John Mawe, Travels in the interior of Brazil (Londres, 1812). Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo.</figcaption></figure>
<p>Viemos até aqui examinando as <strong>obras de Julião</strong> no sentido de avaliar em que medida poderíamos estar diante de um <strong>trabalho fundado em codificações da representação</strong> e quais <strong>tradições</strong> poderiam estar ali implicadas.</p>
<p>Resta indagar sobre a <strong>motivação</strong> de <strong>Carlos Julião</strong> na constituição deste conjunto de <strong>ilustrações</strong>, organizadas em forma de <strong>álbum</strong>.</p>
<p>Convém ter em vista que subentende-se na própria noção de <strong>álbum</strong> que os motivos tenham sido apreendidos no <strong>mundo</strong> e reorganizados numa outra <strong>ordem</strong>. Assim sendo, é possível considerar que o <strong>álbum da FBN</strong> tivesse sido composto tendo em vista um <strong>destinatário</strong>?</p>
<p>A este respeito, <strong>Lygia Cunha</strong> comenta:</p>
<blockquote><p>o conjunto <strong>iconográfico</strong> foi preparado por <strong>Carlos Julião</strong> no período em que, viajando por plagas distantes, ia reunindo o que encontrava de mais <strong>característico</strong>, com o intuito de organizar um <strong>álbum de curiosidades</strong>, talvez para presenteá-lo a um <strong>superior hierárquico</strong>, hipótese plausível à vista do assunto que ilustra a <strong>prancha nº 1</strong>.</p></blockquote>
<p>De fato, a <strong>composição alegórica</strong> que abre o volume leva a pensar numa possível <strong>dedicatória</strong>, cujo <strong>destinatário</strong> talvez fosse o próprio <strong>brigadeiro Rafael Pinto Bandeira</strong>. Já tivemos a oportunidade de verificar que <strong>Bandeira</strong> permaneceu em <strong>Lisboa</strong> por quase todo o ano de <strong>1789</strong>. Sendo este um <strong>militar</strong>, assim como <strong>Julião<sup>22</sup></strong>, nessa altura <strong>capitão</strong> de uma das companhias do <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong>, é bastante razoável supor que ambos tenham se conhecido durante este <strong>período</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>22</sup></strong> Note-se que ambos eram nascidos no mesmo ano de 1740.</div>
<p>As <strong>façanhas de Bandeira</strong> nas <strong>guerras contra os espanhóis no sul do Brasil</strong> possivelmente fizessem dele um <strong>nome reputado no exército português</strong>, o que se traduziu na sua <strong>promoção a brigadeiro</strong>.</p>
<p>Considerar que <strong>Julião</strong> tenha lhe oferecido um <strong>álbum de desenhos com tipos brasileiros</strong> como sinal de <strong>admiração</strong> ou <strong>amizade</strong> não é de todo descabido, embora a hipótese ainda necessitasse de <strong>evidências mais contundentes</strong>. Uma <strong>encomenda</strong> por parte de <strong>Bandeira</strong> também não pode ser descartada.</p>
<p>Ainda com relação a este <strong>argumento</strong>, se a <strong>página de rosto</strong> foi desenhada especialmente em <strong>homenagem ao destinatário</strong> do álbum, é possível supor que todo o <strong>conjunto de ilustrações</strong> também tenha sido composto na mesma <strong>ocasião</strong>, com o intuito de ser ofertado.</p>
<p>Ou seja, é possível supor que <strong>Julião</strong>, a partir de um <strong>repertório mais amplo de desenhos</strong>, que incluía personagens oriundos de diversas partes do <strong>mundo português</strong>, tenha selecionado alguns <strong>tipos brasileiros</strong> para constituir um <strong>álbum</strong> que desejava ofertar.</p>
<p>Vários <strong>motivos</strong> nos levam a esta <strong>hipótese</strong>: em primeiro lugar, sabemos que ele desenhou <strong>outros tipos</strong> que não só os brasileiros, como se pode verificar pelos <strong>indianos</strong> e <strong>chineses</strong> presentes na <em>Configuração da entrada da barra de Goa&#8230;</em>; em segundo lugar, se as <strong>figuras</strong> das <strong>pranchas do GEAEM</strong> foram recortadas e coladas junto aos <strong>prospectos de cidades</strong>, é porque existiam previamente em algum outro <strong>suporte</strong> ou foram de lá <strong>copiadas</strong>; finalmente, o fato de que várias <strong>figuras</strong> se repetem no <strong>álbum da FBN</strong> e nas <strong>pranchas do GEAEM</strong> é indício de que o <strong>autor</strong> tinha como prática <strong>multiplicar</strong> ou “<strong>reutilizar</strong>” os <strong>tipos</strong> e que, portanto, existia um <strong>conjunto de modelos</strong> aos quais ele se reportava para fazê-lo.</p>
<p>Em vista disso, em nossa opinião, o <strong>álbum da FBN</strong> deve ser encarado como resultante de uma <strong>seleção de desenhos</strong> feita a partir de um <strong>repertório mais extenso</strong>, seleção esta que provavelmente tinha como finalidade <strong>compor um volume a ser oferecido</strong>, ou que lhe tivesse sido <strong>encomendado</strong>.</p>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">3. As Figurinhas na Pintura</div></h3>
<p>Colabora também para esta <strong>hipótese</strong> a existência de duas <strong>pinturas</strong> que atualmente pertencem ao <strong>acervo do Instituto Ricardo Brennand</strong>, em <strong>Recife</strong> [<strong>Figuras 61 e 62</strong>].</p>
<p>As <strong>telas</strong> foram adquiridas na <strong>Sotheby’s de Nova York</strong> e constituíam o <strong>lote 400</strong> do leilão de <strong>28 de Janeiro de 1999</strong> (<em>Sotheby’s 1999</em>) <strong><sup>23</sup></strong>. No <strong>catálogo</strong>, foram intituladas apenas <em>Peoples of Lisbon and Portugal, Rio de Janeiro, Brazil, and Angola</em>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>23</sup></strong> Cabe aqui um <strong>agradecimento a Carlos Martins</strong> por mencionar a <strong>existência dessas pinturas</strong> e nos apresentar o <strong>catálogo da Sotheby’s</strong>. Foi, porém, a <strong>leitura da tese de Manuela Tenreiro</strong> (2008) que nos forneceu a <strong>localização das pinturas na coleção pernambucana</strong>.</div>
<p>Não há menção à <strong>proveniência</strong> das peças. No <strong>verbete do catálogo</strong>, afirma-se que a <strong>atribuição a Carlos Julião</strong> foi feita pelo <strong>diplomata Mário Calábria</strong>.</p>
<figure id="attachment_50242" aria-describedby="caption-attachment-50242" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50242 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, 1779. Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-1024x525.png" alt="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, 1779. Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." width="800" height="410" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-1024x525.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-300x154.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-768x394.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-107x55.png 107w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-1536x787.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61-800x410.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-61.png 1830w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50242" class="wp-caption-text">Figura 61 – Atribuído a Carlos Julião &#8211; Noticias do Gentilismo, 1779. Óleo sobre tela &#8211; Instituto Ricardo Brennand, Recife.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50245" aria-describedby="caption-attachment-50245" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50245 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, sem data (c.1779). Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1024x534.png" alt="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, sem data (c.1779). Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." width="800" height="417" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1024x534.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-300x156.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-768x400.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-105x55.png 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1536x801.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-800x417.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62.png 1822w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50245" class="wp-caption-text">Figura 62 – Atribuído a Carlos Julião &#8211; Noticias do Gentilismo, sem data (c. 1779). Óleo sobre tela &#8211; Instituto Ricardo Brennand, Recife.</figcaption></figure>
<p>De fato, não há como não <strong>relacionar as pinturas</strong> em questão à <strong>obra de Julião</strong>, já que elas nos apresentam um <strong>elenco de figuras humanas</strong>, entre as quais é possível reconhecer <strong>alguns personagens</strong> com que já nos deparamos nas <strong>obras analisadas anteriormente</strong>.</p>
<p>Além disso, os <strong>tipos estão organizados na mesma estrutura do “desfile”</strong> que tivemos oportunidade de observar na <strong>Configuração da barra de Goa</strong>, incluindo-se agora, surpreendentemente, <strong>tipos provenientes do Reino e não apenas das Conquistas</strong>, como ocorria nos demais trabalhos.</p>
<p>Vale notar, contudo, algumas <strong>diferenças significativas</strong> com relação a certas <strong>soluções formais adotadas</strong>, como, por exemplo, a do <strong>suporte em que se assentam os personagens</strong>, bastante diversa das obras já vistas, bem como o fato de que <strong>algumas das figuras apresentam muito maior expressividade em termos gestuais</strong> e de <strong>sugestão de movimento corporal</strong>.</p>
<h4>Cada uma das telas é dividida em três faixas horizontais</h4>
<p><strong>Cada uma das telas é dividida em três faixas horizontais</strong> em que os tipos são apresentados com <strong>legendas em português e italiano</strong>.</p>
<p><strong>Na faixa superior da pintura 61</strong>, ocupando posição central no contexto da composição, vê-se o <strong>símbolo da cidade de Lisboa</strong> – a <strong>caravela com dois corvos<sup>24</sup></strong> – contornada por um <strong>ornamento dourado ao estilo de uma talha rocaille</strong>, encimado por uma <strong>coroa real</strong>.</p>
<p><strong>Abaixo deste brasão de armas</strong>, lemos a seguinte inscrição: <strong>“Quadro que representa as Armas da Cidade de Lisboa e as diversas maneiras de vestir de Portugal principalmente da Corte. Quadro che rapresenta l’armi della Cittá di Lisbona e le diverse maniere di vestire di Portugallo e particolarmente di Lisbona, 1779”</strong>.</p>
<p>Esta inscrição permite, portanto, <strong>datar as telas do ano de 1779</strong>, o que indica que são contemporâneas da <strong>prancha da Elevação e fachada.</strong></p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>24</sup></strong> Este é o principal atributo de <strong>São Vicente</strong>, padroeiro da cidade de <strong>Lisboa</strong>. Segundo uma das versões da <strong>lenda</strong>, os restos do <strong>mártir</strong>, supliciado na <strong>Espanha</strong> pelos <strong>romanos</strong>, foram encontrados junto ao cabo de <strong>São Vicente</strong>, na região do <strong>Algarve</strong>, numa barca à deriva, que era guardada por dois <strong>corvos</strong>.</p>
<p><strong>Em outra versão</strong>, suas <strong>relíquias</strong> foram trazidas do <strong>Algarve</strong> para <strong>Lisboa</strong> numa <strong>caravela</strong> que foi acompanhada em todo o trajeto por dois <strong>corvos</strong>.</div>
<p><strong>Nessa pintura (figura 61)</strong>, estão representados <strong>24 tipos</strong>, todos referentes ao <strong>Portugal metropolitano</strong>, <strong>com exceção do primeiro soldado, este brasileiro</strong>.</p>
<p><strong>Os personagens</strong> são identificados pelas seguintes <strong>legendas</strong> (iniciando na faixa superior, da esquerda para a direita):</p>
<ol>
<li><strong>Sargento Mor das Minas</strong> / Sargento Maggiore delle Mine del Brasile</li>
<li>Sargento Mor Auxiliar / Sargento Maggiore della Milizia Urbana</li>
<li>Capitão Mor Auxiliar / Capitano Maggiore della Milizia Urbana</li>
<li>Dezembargador / Un Ministro del Tribunale</li>
<li>Porteiro da Caza / Portiero del Palazzo</li>
<li>Soldado de Malta / Soldato di Malta</li>
<li>Sargento Auxiliar / Sargento della Milizia Urbana</li>
<li>Soldado Auxiliar / Soldato della Milizia Urbana</li>
<li>Huma mulher de caza com a sua / Una Femina con il Capotto con la Sua</li>
<li>Escrava / Schiava</li>
<li>Mulher do Porto / Femina del Porto</li>
<li>Huma Parteira / Mammana</li>
<li>Huma Fidalga a pé em ta feira Santa / Una Signora vestita di Settimana Santa a piedi e facendo la visita delle Chiese il Giovedí Sto.</li>
<li>Huma mulher de manto com a sua / Una Femina con il manto e la sua</li>
<li>Criada / Serva</li>
<li>Huma Regateira / Una Regattera</li>
<li>Huma Frialeira / Una Pescatoia, che vende pesce per la Cittá</li>
<li>Hum andador de Confraria, q. pede esmola / Un Fratello de Congregazione che domanda la elemosina</li>
<li>Huma Saloia vestida de Estio / Una Saloia vestita d’Estate</li>
<li>O Meirinho da cidade com os seus Prettos em dia de bando, p.a alguma Festa / Un Officiale della Cittá o sia Banditore con i suoi due Servi</li>
<li>Saloia a cavallo vestida de Inverno / Saloia a cavallo vestita d’Inverno</li>
<li>Huma Colareja / Una venditrice di Frutti</li>
<li>Huma Galinheira / Una venditrice di Galline</li>
<li>Hum Mariola de Alfandega / Un Facchino della Dogana</li>
</ol>
<p><strong>A primeira faixa (figura 61)</strong>, portanto, <strong>é ocupada por seis personagens militares</strong>, semelhantes aos que vimos no <strong>manuscrito</strong> da <strong>FBN</strong>. Ladeando as <strong>armas de Lisboa</strong>, vemos duas figuras ligadas ao <strong>poder judiciário</strong>: o <strong>Desembargador</strong> e o <strong>Porteiro</strong>.</p>
<p>Entre os <strong>militares</strong>, <strong>note-se a presença de um oficial negro com uniforme de regimento de Minas Gerais</strong>, além de um <strong>soldado</strong> designado como “de Malta”, certamente ligado à <strong>Ordem militar dos Cavaleiros de Malta</strong>.</p>
<p>Os demais <strong>oficiais</strong> são o <strong>capitão</strong>, <strong>sargento-mor</strong>, <strong>sargento</strong> e <strong>soldado de tropas auxiliares</strong>, responsáveis pela manutenção da <strong>ordem na cidade</strong>. Em conjunto, as figuras parecem evocar um sentido de <strong>autoridade</strong>.</p>
<p><strong>Já no segmento seguinte da figura 61</strong>, todas as personagens são <strong>mulheres</strong>, sendo que a <strong>fidalga</strong> trajada para <strong>Semana Santa</strong> ocupa a posição <strong>central</strong>, abaixo das <strong>armas da cidade</strong>.</p>
<p><strong>A seção é composta por outras três senhoras</strong>, uma proveniente do <strong>Porto</strong>, outra acompanhada de sua <strong>criada</strong> e outra de sua <strong>escrava</strong>. É de estranhar que se faça referência a uma <strong>escrava urbana</strong> neste contexto, já que a <strong>escravidão</strong> havia sido abolida no <strong>Reino</strong> e na <strong>Índia</strong> em <strong>1761</strong>.</p>
<p>Além da <strong>parteira</strong>, situada ao lado da <strong>fidalga</strong>, as duas últimas figuras à direita da tela introduzem já o tema dos <strong>vendedores de rua</strong>, tratado também na seção seguinte.</p>
<p><strong>No segmento inferior</strong>, vemos novamente em posição <strong>central</strong> um personagem que denota <strong>autoridade</strong>: o <strong>Meirinho</strong>, um <strong>administrador local</strong> e executor de <strong>sentenças</strong>.</p>
<p>Ele está acompanhado de “seus <strong>Prettos em dia de bando</strong>”, ou seja, tipos vestidos e paramentados para a <strong>declaração pública de um decreto</strong> ou de pena imposta a um <strong>transgressor</strong>.</p>
<p>Os demais personagens <strong>masculinos</strong> são o <strong>carregador de alfândega</strong> e o <strong>irmão</strong> que pede esmolas para a <strong>Confraria</strong>. Quatro figuras <strong>femininas</strong> completam a pintura: a “<strong>saloia</strong>”, ou <strong>camponesa</strong>, em trajes de <strong>verão</strong> e de <strong>inverno</strong>, além de duas <strong>vendedoras de rua</strong>.</p>
<p>No conjunto da pintura, contamos, portanto, seis <strong>militares</strong>, três figuras <strong>masculinas</strong> que representam <strong>autoridade</strong>, quatro <strong>vendedoras ambulantes</strong>, oito trajes <strong>femininos</strong> (<strong>fidalga</strong>, <strong>senhoras</strong>, a <strong>criada</strong>, a <strong>escrava</strong>, a <strong>parteira</strong> e a <strong>camponesa</strong>), além do <strong>irmão pedinte</strong> e do <strong>carregador de alfândega</strong>.</p>
<p><strong>A segunda pintura (figura 62)</strong> também é dividida em três <strong>faixas horizontais</strong>, mas tem seus <strong>22 personagens</strong> distribuídos de maneira menos <strong>simétrica</strong> e <strong>ordenada</strong>.</p>
<p>A correspondência com desenhos de <strong>Julião</strong> se observa aqui com mais clareza que na tela vista anteriormente. As <strong>legendas</strong> que identificam os personagens são:</p>
<p><strong>A primeira faixa da figura 62</strong>, portanto, é ocupada por seis personagens <strong>militares</strong>, semelhantes aos que vimos no <strong>manuscrito</strong> da <strong>FBN</strong>. Ladeando as <strong>armas de Lisboa</strong>, vemos duas figuras ligadas ao <strong>poder judiciário</strong>: o <strong>Desembargador</strong> e o <strong>Porteiro<sup>25</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>25</sup></strong> De acordo com <strong>Bluteau</strong> (1712:633): “Finalmente em todos os <strong>Tribunaes</strong> há <strong>Porteyros</strong>, <strong>Porteyro</strong> da <strong>Chancellaria</strong>, da <strong>Relação</strong>, do <strong>Desembargo do Paço</strong> &amp;c. Há <strong>Porteyros</strong>, que podem citar, fazer penhora, &amp; execução (&#8230;) Na <strong>Audiência</strong> está em pé, &amp; com a cabeça descuberta, quando apregoa”.</div>
<p>Entre os <strong>militares</strong>, note-se a presença de um <strong>oficial negro</strong> com uniforme de regimento de <strong>Minas Gerais</strong>, além de um <strong>soldado</strong> designado como “de Malta”, certamente ligado à <strong>Ordem militar dos Cavaleiros de Malta</strong>. Os demais <strong>oficiais</strong> são o <strong>capitão</strong>, <strong>sargento-mor</strong>, <strong>sargento</strong> e <strong>soldado de tropas auxiliares</strong>, responsáveis pela manutenção da <strong>ordem na cidade</strong>.</p>
<p>Em conjunto, as figuras parecem evocar um sentido de <strong>autoridade</strong>.</p>
<p><strong>Já no segmento seguinte da figura 62</strong>, todas as personagens são <strong>mulheres</strong>, sendo que a <strong>fidalga</strong> trajada para <strong>Semana Santa</strong> ocupa a posição <strong>central</strong>, abaixo das <strong>armas da cidade</strong>. A seção é composta por outras três <strong>senhoras</strong>, uma proveniente do <strong>Porto</strong>, outra acompanhada de sua <strong>criada</strong> e outra de sua <strong>escrava</strong>.</p>
<p><strong>É de estranhar que se faça referência a uma escrava urbana</strong> neste contexto, já que a <strong>escravidão</strong> havia sido abolida no <strong>Reino</strong> e na <strong>Índia</strong> em <strong>1761</strong>. Além da <strong>parteira</strong>, situada ao lado da <strong>fidalga</strong>, as duas últimas figuras à direita da tela introduzem já o tema dos <strong>vendedores de rua</strong>, tratado também na seção seguinte.</p>
<p><strong>No segmento inferior</strong>, vemos novamente em posição <strong>central</strong> um personagem que denota <strong>autoridade</strong>: o <strong>Meirinho</strong>, um <strong>administrador local</strong> e executor de <strong>sentenças</strong>.</p>
<p>Ele está acompanhado de “seus <strong>Prettos em dia de bando</strong>”, ou seja, tipos vestidos e paramentados para a <strong>declaração pública de um decreto</strong> ou de pena imposta a um <strong>transgressor</strong>. Os demais personagens <strong>masculinos</strong> são o <strong>carregador de alfândega</strong> e o <strong>irmão</strong> que pede esmolas para a <strong>Confraria</strong>.</p>
<p>Quatro figuras <strong>femininas</strong> completam a pintura: a “<strong>saloia</strong>”, ou <strong>camponesa</strong>, em trajes de <strong>verão</strong> e de <strong>inverno</strong>, além de duas <strong>vendedoras de rua</strong>. No conjunto da pintura, contamos, portanto, seis <strong>militares</strong>, três figuras <strong>masculinas</strong> que representam <strong>autoridade</strong>, quatro <strong>vendedoras ambulantes</strong>, oito trajes <strong>femininos</strong> (<strong>fidalga</strong>, <strong>senhoras</strong>, a <strong>criada</strong>, a <strong>escrava</strong>, a <strong>parteira</strong> e a <strong>camponesa</strong>), além do <strong>irmão pedinte</strong> e do <strong>carregador de alfândega</strong>.</p>
<p><strong>A segunda pintura (figura 62)</strong> também é dividida em três <strong>faixas horizontais</strong>, mas tem seus <strong>22 personagens</strong> distribuídos de maneira menos <strong>simétrica</strong> e <strong>ordenada</strong>. A correspondência com desenhos de <strong>Julião</strong> se observa aqui com mais clareza que na tela vista anteriormente.</p>
<figure id="attachment_50245" aria-describedby="caption-attachment-50245" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50245 size-large" title="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, sem data (c.1779). Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1024x534.png" alt="Atribuído a Carlos Julião - Noticias do Gentilismo, sem data (c.1779). Óleo sobre tela - Instituto Ricardo Brennand, Recife." width="800" height="417" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1024x534.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-300x156.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-768x400.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-105x55.png 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-1536x801.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62-800x417.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-62.png 1822w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50245" class="wp-caption-text">Figura 62 – Atribuído a Carlos Julião &#8211; Noticias do Gentilismo, sem data (c. 1779). Óleo sobre tela &#8211; Instituto Ricardo Brennand, Recife.</figcaption></figure>
<p>As <strong>legendas</strong> que identificam os personagens são:</p>
<ol>
<li>o do Rio de Jan.o / Zerbinetto del Rio di Jan.o</li>
<li>Huma a de Rio de Jan.o / Una Sig.a del Rio di Jan.o</li>
<li>O modo com q vem o Preto do Mato a despachar na Alfandega de Angola p. se Venderem / Modo como viene un Negro dal Bosco [&#8230;] nella Dogana di Angola per vendersi</li>
<li>Mocamba da Baya / Serva della cittá della Baya</li>
<li>Mocamba, q vem a ser molata, se tratta com gravidade / Serva, chiamata Mulatta che si tratta con Pulizia</li>
<li>Mocamba do Rio de o / Serva del Rio di Jan.o</li>
<li>Mocamba do Rio de o / Serva del Rio di Jan.o</li>
<li>Mocamba do Rio de o / Serva del Rio di Jan.o</li>
<li>Como andão nas Cadeyrinhas as Snr.as do Rio de Jan.o, as q. vão atrás são as Mocambas que as acompanhão sempre / Maniera che vanno nella Segette le Signore di Rio de Jan.o e quelle che vanno dietro sono le serve che l’accompagnano sempre</li>
<li>Mocamba [&#8230;] / Serva che va [&#8230;] di Notte a [&#8230;]</li>
<li>Mocamba em desfarce / Serva trasvestita</li>
<li>Mocamba do Rio de o / Serva del Rio di Jan.o</li>
<li>Como costumão estar as Mulheres em suas Cazas no Rio de o / Come siano le donne in sue Caze nel Rio di Jan.o</li>
<li>Pretta Mocamba do Rio de o / Serva di Rio di Jan.o</li>
<li>Preto vende Agua no Rio de Jan.o / Negro che vende acqua nel Rio di Jan.o</li>
<li>Mocamba di Angola / Serva di Angola</li>
<li>Preta q. vende limonada no Rio de Jan.o / Negra che vende lemonata nel Rio di o</li>
<li>O Modo de Carregarem os pretos no Rio de Janeiro / La Maniera di [&#8230;] li Negri nel Rio di Janeiro</li>
<li>O modo com andão os Pretos em Angola / La maniera che vanno li Negri in Angola</li>
<li>Preta vende doces no Rio de Jan.o / Negra che vende dolci nel Rio di Jan.o</li>
<li>Preta vende ovos no Rio de Jan.o / Negra che vende ovi nel Rio di Jan.o</li>
<li>Mocamba preta de Baya / Serva Negra della Baya</li>
</ol>
<p><strong>Diferentemente da pintura anterior (figura 61)</strong>, <strong>a parte central de cada segmento</strong> desta obra é ocupada por <strong>grupos de personagens</strong>:</p>
<ul>
<li>na faixa <strong>superior</strong>, vemos uma cena de <strong>mercado de escravos em Angola</strong>;</li>
<li>na faixa <strong>central</strong>, uma <strong>cadeirinha</strong> sendo levada por dois <strong>escravos</strong> e seguida por <strong>criadas</strong> (que corresponde à estampa treze do álbum da <strong>FBN</strong>, ver Figura 27);</li>
<li>na faixa <strong>inferior</strong>, um grupo de <strong>negros carregando um barril</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Apenas três personagens</strong> ocupam a faixa <strong>superior</strong>: um <strong>cavaleiro</strong> e uma <strong>senhora</strong>, ambos do <strong>Rio de Janeiro</strong>, e uma <strong>mucama da Bahia</strong>.</p>
<p><strong>No segundo segmento</strong>, temos sete “<strong>mocambas</strong>” – vocabulário desconhecido em <strong>Bluteau</strong>, mas que possivelmente seja sinônimo de “<strong>mucama</strong>”, ou <strong>serva de casa</strong> –, todas <strong>brancas</strong>, sendo quatro delas provenientes do <strong>Rio de Janeiro</strong>. A última personagem deste segmento é uma <strong>mulher</strong> com os trajes que usa dentro de <strong>casa</strong>.</p>
<p><strong>A faixa inferior</strong> é ocupada exclusivamente por personagens <strong>negros</strong>. Entre eles, vemos novamente três “<strong>mocambas</strong>”, sendo uma do <strong>Rio de Janeiro</strong>, uma da <strong>Bahia</strong> e uma de <strong>Angola</strong>, mais quatro <strong>vendedores de rua</strong> (<strong>água</strong>, <strong>limonada</strong>, <strong>doces</strong> e <strong>ovos</strong>), além de uma personagem que exibe o <strong>traje usado pelos nativos em Angola</strong>.</p>
<p><strong>Diante disso</strong>, resta dedicar um pouco mais de atenção à questão da <strong>autoria das telas</strong>. Nesse sentido, há dois caminhos a considerar: aceitar ou não a <strong>atribuição feita a Carlos Julião</strong>.</p>
<p><strong>Se consideramos que as obras</strong> tenham sido de fato executadas por ele, o primeiro dado a atentar é a <strong>datação</strong>.</p>
<p>Ainda que apenas uma delas seja datada, pode-se admitir que sejam ambas as telas de <strong>1779</strong>, o que nos leva a concluir que elas foram forçosamente pintadas enquanto <strong>Julião</strong> estava a serviço da <strong>coroa portuguesa</strong> nas <strong>possessões ultramarinas.</strong></p>
<p><strong>Neste período</strong>, aliás, ele provavelmente estava no <strong>Brasil</strong>, já que a data coincide com a da prancha da <strong>Elevação e fachada</strong>. Deduz-se daí que todo o elenco de <strong>tipos provenientes do Reino</strong> já estivesse então organizado quando <strong>Julião</strong> deixou <strong>Portugal</strong> em <strong>1774</strong>, o que implica que o hábito de desenhar visando a composição de “um álbum de curiosidades” é, portanto, anterior às viagens <strong>“às plagas distantes”</strong>, como queria <strong>Cunha (1960)</strong>.</p>
<p><strong>O que nos leva a outra importante conclusão:</strong> o interesse de <strong>Julião</strong> pelo registro de <strong>tipos humanos</strong> não foi despertado pelo que mais tarde se chamou de “<strong>exotismo</strong>” dos povos do <strong>ultramar português</strong>.</p>
<p><strong>Ao contrário</strong>, ao que parece, trata-se de um interesse que antecede a <strong>viagem às Conquistas</strong>, e que talvez esteja informado por <strong>tradições visuais internacionais</strong>, tais como os <strong>livros de trajes</strong>, a <strong>literatura de viagem ilustrada</strong> e a <strong>cartografia</strong>.</p>
<p>Caberia investigar de que forma <strong>Julião</strong> apreende essas <strong>tradições</strong>.</p>
<p>Tendo em vista ainda a concordância com a <strong>atribuição das pinturas a Julião</strong>, há outros dois <strong>aspectos</strong> que precisam ser abordados.</p>
<p><strong>O primeiro deles</strong> diz respeito à <strong>suposta habilidade de um militar</strong> para o ofício da <strong>pintura a óleo</strong>. Ora, sabemos, e teremos oportunidade de voltar a esse assunto adiante, que o <strong>exercício do desenho</strong> fazia parte da <strong>formação militar</strong> no século XVIII <strong>português</strong>, assim como a <strong>instrução no uso da aquarela</strong>, ambos instrumentos de grande utilidade para a atuação desses profissionais, em especial aqueles ligados diretamente à <strong>edificação</strong>.</p>
<p>O <strong>desenho</strong> e a <strong>aquarela</strong> eram de fácil manipulação em campo, ou seja, fora das condições controladas de trabalho em gabinete, e, ao mesmo tempo, eram de grande eficácia em “<strong>demonstrar</strong>”, “<strong>fazer ver</strong>” aquilo que era necessário comunicar aos superiores. Não à toa existem tratados que estabelecem uma normativa para o <strong>desenho militar</strong> no <strong>Setecentos português<sup>26</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>26</sup></strong> Apenas para citar alguns: <strong>António Moreira</strong>, <em>Regras de desenho para a delineação das plantas, perfil, e prespectivas pertencentes à architectura militar, e civil…</em> (<strong>Moreira 1793</strong>); ou <strong>Azevedo Fortes</strong>, <em>Tratado do modo o mas fácil, e o mais exacto de fazer as Cartas Geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as plantas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos, e sem instrumentos</em> (<strong>Fortes 1722</strong>).</div>
<p><strong>Contudo</strong>, a prática da <strong>pintura a óleo</strong> exige uma <strong>preparação técnica diversa</strong>, que certamente não se adquire na <strong>Aula Militar</strong>.</p>
<p>Mas, supondo que ele possuísse essa <strong>habilidade</strong>, o que é possível, parece improvável que <strong>Julião</strong> tivesse pintado essas telas no <strong>Brasil</strong> por <strong>diletantismo</strong>, o que faz pressupor ter havido aí uma <strong>encomenda</strong>.</p>
<p>A presença, aliás, das <strong>legendas em italiano</strong> vem reforçar esta suposição. Na medida em que se pudesse apurar de modo conveniente <strong>a quem eram destinadas essas telas</strong>, certamente seriam trazidas à tona novas fontes de investigação, que ampliariam o entendimento da <strong>atuação de Carlos Julião no campo das artes visuais</strong>.</p>
<p>Se, ao contrário, admitirmos que <strong>Carlos Julião</strong> possa não ser o autor dessas obras, entra em cena, então, algum outro artista, que certamente tomou por base seus <strong>desenhos</strong> para a composição das <strong>telas</strong> em questão.</p>
<p><strong>E aqui coloca-se um novo problema:</strong> se Julião retornou a <strong>Portugal</strong> apenas em julho de <strong>1780</strong>, como veremos, <strong>as duas telas não podem ter sido pintadas simultaneamente</strong>.</p>
<p><strong>A primeira pintura</strong>, que traz o símbolo de <strong>Lisboa</strong>, deve ter sido executada, portanto, em <strong>1779</strong> por <strong>artista anônimo</strong>, baseando-se em modelos de outro(s) <strong>desenhador(es)</strong> que não Julião.</p>
<p><strong>Já a segunda pintura</strong> deve ter sido feita algum tempo depois, usando as <strong>aquarelas</strong> de Julião como principal referência.</p>
<p><strong>Nesse caso, o pequeno intervalo temporal entre a primeira obra e a segunda</strong> explicaria talvez alguma diferença de <strong>composição</strong> entre elas, notadamente no que diz respeito à <strong>ordenação</strong> dos personagens, muito mais aglutinados na segunda pintura e melhor individualizados na primeira.</p>
<p>De todo modo, não há dúvida de que essas <strong>obras</strong> ocupam posição <strong>singular</strong> no contexto da <strong>arte portuguesa do século XVIII</strong>, não sendo usuais as <strong>representações</strong> de tipos <strong>populares</strong> locais em <strong>pintura</strong> antes da última década deste século. <strong>Tenreiro</strong> (2008:129) nota essa singularidade ao sugerir que as telas sejam renomeadas como “<strong>Castas de Portugal</strong>” e “<strong>Castas do Atlântico Sul</strong>”, em alusão, naturalmente, às <strong>pinturas de castas</strong> do <strong>Setecentos hispano-americano</strong>.</p>
<p>Ainda que tenhamos priorizado para este trabalho a relação de <strong>Julião</strong> com o universo do <strong>desenho militar</strong> e que nos seja desconhecida a existência de qualquer <strong>tradição</strong> de pintura de <strong>castas</strong> em Portugal, vale examinar se de alguma maneira é possível associar essas as duas <strong>tradições</strong>.</p>
<p>Como faz notar <strong>García Sáiz</strong> (1989), o surgimento do gênero das <strong>pinturas de castas</strong> na <strong>América Espanhola</strong> do século <strong>XVIII</strong> corresponde a um capítulo das práticas artísticas voltadas aos temas <strong>profanos</strong> na arte do período <strong>colonial</strong>.</p>
<p>Tendo como assunto principal a <strong>mestiçagem</strong>, os <strong>quadros de castas</strong> se ocupam da representação de conjuntos familiares compostos de um casal, cujos indivíduos procedem de <strong>grupos raciais distintos</strong>, e pelo menos uma <strong>criança derivada</strong> desta união e, portanto, <strong>mestiça</strong>.</p>
<p>Considerando-se todos os cruzamentos possíveis entre as três <strong>etnias principais</strong> – o <strong>branco</strong>, identificado como <strong>espanhol</strong>, o <strong>negro</strong> e o <strong>índio</strong> – e dessas com os tipos <strong>mestiços</strong> resultantes de cada mescla, chega-se a dezesseis diferentes “<strong>castas</strong>” que comporiam o total da <strong>população mexicana</strong>.</p>
<p>Assim, é habitual que as <strong>pinturas de castas</strong> se apresentem em <strong>séries</strong> de dezesseis quadros, sendo que, em alguns casos, o pintor escolhe representá-las num mesmo <strong>painel</strong> dividido em dezesseis <strong>compartimentos</strong>.</p>
<p>A constante presença de uma <strong>inscrição</strong> que explica a <strong>mescla racial</strong> figurada na pintura – como “de <strong>Cambujo</strong> e <strong>Índia</strong> produce <strong>Sambaigo</strong>” – parece ser prática emprestada das <strong>ciências naturais</strong>. Importante assinalar que alguns <strong>historiadores</strong> sugerem que os <strong>quadros de castas</strong> seriam destinados às <strong>paróquias</strong> e que as <strong>inscrições</strong> servissem como <strong>orientação</strong> aos <strong>párocos</strong> no momento registrar <strong>nascimentos</strong>, uma vez que o <strong>registro civil</strong> só foi estabelecido no <strong>México</strong>, por exemplo, em <strong>1856<sup>27</sup></strong>. [<strong>Figuras 63 e 64</strong>]</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>27</sup></strong> Cf. Yturbide, Teresa Castello. La indumentária de las castas del mestizaje. In Sáiz 1989:74-78.</div>
<p>Os <strong>quadros de castas mexicanos</strong> são ambientados como <strong>cenas domésticas</strong>, em que os personagens são registrados no interior de suas <strong>casas</strong> ou no desempenho de seus <strong>ofícios</strong>, constituindo um vasto repertório das <strong>atividades cotidianas</strong> no <strong>México colonial</strong>.</p>
<p>Logo, nessas pinturas, as <strong>castas</strong> se definem não apenas pela <strong>mistura racial</strong> de que se originavam, como também pelo <strong>modo de vestir</strong> e pelo <strong>ofício</strong> a que se dedicavam. A <strong>série</strong> de dezesseis telas explicita a <strong>condição</strong> e o <strong>lugar</strong> de cada <strong>casta</strong>, com o que se delineia um quadro geral da <strong>estrutura social</strong> da <strong>Nova Espanha</strong> setecentesca.</p>
<p>Ao pensar as <strong>séries de castas</strong> num possível paralelo com as pinturas atribuídas a <strong>Carlos Julião</strong>, uma primeira questão a considerar é o fato de que o <strong>gênero de pintura</strong> surgido no <strong>México</strong> se caracteriza como uma visão sobre a <strong>sociedade americana</strong> construída na <strong>América</strong>.</p>
<p>Sendo assim, aponta como fator distintivo dessa <strong>sociedade</strong> seu caráter <strong>mestiço</strong> e não se furta a um <strong>julgamento moral</strong> sobre a <strong>mescla de raças</strong>.</p>
<p>Nas telas da <strong>coleção pernambucana</strong> (como também nas demais obras atribuídas a <strong>Carlos Julião</strong>), ao contrário, o autor parece elaborar uma <strong>narrativa</strong> sobre a <strong>diversidade de povos</strong> e <strong>costumes</strong> que se reúnem sob uma mesma <strong>“coroa”</strong> (como literalmente ocorre na pintura dos <strong>tipos portugueses</strong>), diversidade esta que ele escolhe expressar por meio dos diferentes <strong>modos de vestir</strong>.</p>
<p>Não se trata, portanto, de um <strong>discurso sobre si mesmo</strong>, como no caso das <strong>castas</strong>, mas sobre o <strong>“outro”</strong>.</p>
<p>E, sendo assim, não podemos ignorar a dupla condição de <strong>Carlos Julião:</strong> um <strong>piemontês</strong> de nascimento a serviço do <strong>exército português</strong>.</p>
<p>Como <strong>militar</strong>, ele personifica o que <strong>Pratt</strong> (1992) chama de <strong>“olhos do império”</strong>, na medida em que observa e figura o alcance do domínio <strong>luso</strong> sobre diferentes <strong>povos</strong> e <strong>territórios</strong>.</p>
<p>Ao mesmo tempo, ele é também <strong>estrangeiro</strong> nesses domínios, possivelmente atraído pela multiplicidade de <strong>costumes</strong> com que se depara nesse universo. De todo modo, não parece haver <strong>julgamento moral</strong> em <strong>Julião</strong>, nem tampouco uma apreciação sobre a <strong>mescla de raças</strong>, embora a <strong>mestiçagem dos costumes</strong> seja percebida e representada por ele.</p>
<figure id="attachment_50248" aria-describedby="caption-attachment-50248" style="width: 771px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50248 size-large" title="Miguel Cabrera. De negro e índia, china cambuja, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63-771x1024.png" alt="Miguel Cabrera. De negro e índia, china cambuja, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri." width="771" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63-771x1024.png 771w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63-226x300.png 226w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63-768x1020.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-63.png 798w" sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50248" class="wp-caption-text">Figura 63 – Miguel Cabrera. De negro e índia, china cambuja, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50250" aria-describedby="caption-attachment-50250" style="width: 782px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50250 size-large" title="Miguel Cabrera. De índio e barzina, sambaiga, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-782x1024.png" alt="Miguel Cabrera. De índio e barzina, sambaiga, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri." width="782" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-782x1024.png 782w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-229x300.png 229w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-768x1006.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64-800x1048.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-64.png 806w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50250" class="wp-caption-text">Figura 64 – Miguel Cabrera. De índio e barzina, sambaiga, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo de América, Madri.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_50252" aria-describedby="caption-attachment-50252" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-65.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50252 size-full" title="Autor desconhecido. Castas de México, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo Nacional del Virreinato, Tepotzotlán, México." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-65.png" alt="Autor desconhecido. Castas de México, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo Nacional del Virreinato, Tepotzotlán, México." width="532" height="758" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-65.png 532w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-65-211x300.png 211w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-65-39x55.png 39w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50252" class="wp-caption-text">Figura 65 – Autor desconhecido. Castas de México, sem data (século XVIII). Óleo sobre tela. Museo Nacional del Virreinato, Tepotzotlán, México.</figcaption></figure>
<p>Entretanto, sendo ambas produções típicas do <strong>século XVIII</strong>, é inevitável que tanto as <strong>pinturas de castas</strong> quanto as obras de <strong>Carlos Julião</strong> estejam de alguma forma imbuídas de uma <strong>mentalidade ilustrada</strong>, que almeja <strong>classificar</strong> e <strong>ordenar o mundo</strong>.</p>
<p>Essa intenção subjacente torna visíveis <strong>organizações sociais</strong> por si <strong>hierárquicas</strong>.</p>
<p>Em <strong>Carlos Julião</strong>, inexiste a intenção de compor um quadro completo de todas as possibilidades de <strong>tipos sociais</strong> do mundo <strong>português</strong> do <strong>reino</strong> e <strong>ultramar</strong> e, dessa forma, dar a ver uma <strong>estrutura social</strong>.</p>
<p>Mas é possível sim entrever essa <strong>estrutura</strong>, que se insinua nos modos mais ou menos sofisticados de <strong>vestir</strong>, no fato de todos os <strong>negros</strong> carregarem algo nos <strong>ombros</strong> ou na <strong>cabeça</strong> e nenhum dos <strong>brancos</strong> carregar nada, ou nos <strong>brancos</strong> que supervisionam o trabalho dos <strong>negros</strong> nas <strong>minas</strong>, ou no fato de os <strong>indígenas</strong> estarem próximos dos <strong>recursos naturais</strong>.</p>
<p>Nas <strong>pinturas de castas</strong>, ao contrário, existe um <strong>programa compositivo</strong> a ser cumprido – as <strong>dezesseis possibilidades</strong> de cruzamento entre as três <strong>raças</strong>, representadas por meio de <strong>casais</strong> e um <strong>filho</strong> – que acaba por revelar o quanto as condições mais ou menos <strong>prósperas</strong> de vida na <strong>Nova Espanha</strong> do <strong>Setecentos</strong> eram diretamente proporcionais à quantidade de <strong>sangue branco</strong> trazido pelo tipo que representava aquele determinado <strong>extrato social</strong>.</p>
<p>Por outro lado, sendo as <strong>castas</strong> um gênero propriamente <strong>pictórico</strong>, é natural que esteja referenciado por convenções da <strong>pintura erudita<sup>28</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>28</sup></strong> Cabe lembrar que no <strong>México</strong> foi fundada, em <strong>1785</strong>, a <strong>Real Academia de las Nobles Artes de San Carlos</strong>, a primeira <strong>academia de belas artes</strong> das <strong>Américas</strong> e a única <strong>instituição</strong> do gênero a funcionar durante o <strong>período colonial</strong> (<strong>Ades 1997:27</strong>).</div>
<p>Assim, é possível perceber em muitas das <strong>telas</strong> que compõem as diversas <strong>séries</strong> modos de representação dos <strong>gestos</strong> e <strong>posturas corporais</strong> oriundas da <strong>pintura religiosa barroca</strong>, ou mesmo das <strong>cenas de gênero</strong> – os <strong>bodegones</strong> – do <strong>século XVIII espanhol</strong>.</p>
<p>Nas <strong>pinturas pernambucanas</strong> é bastante evidente que as <strong>figuras</strong>, pensadas sempre <strong>individualmente</strong>, estão referenciadas por outras <strong>figuras</strong>, provavelmente oriundas do <strong>desenho</strong> ou da <strong>gravura</strong>, mas não por modelos da <strong>pintura</strong>.</p>
<p>No caso das demais obras atribuídas a <strong>Julião</strong>, ainda que haja mais de um <strong>personagem</strong> representado na mesma <strong>prancha</strong>, eles raras vezes <strong>interagem</strong> ou compõem uma <strong>cena</strong>. Mantém-se em seus <strong>desenhos</strong> a impressão de uma <strong>visão fragmentada</strong>, que retira os <strong>personagens</strong> de seu <strong>contexto usual</strong> e os rearranja em outra <strong>ordem</strong>.</p>
<p>Também, vale assinalar que o <strong>desenho</strong> de <strong>Julião</strong>, em geral, apresenta uma certa <strong>“afetação”</strong> no modo de representar os <strong>gestos</strong> e <strong>posturas corporais</strong>, que de resto é típica da <strong>ilustração setecentesca</strong>.</p>
<p>Colabora para tanto a noção de <strong>“teatralidade”</strong> que, herdada do <strong>barroco</strong>, continua a informar a <strong>visualidade</strong> no que tange à representação da <strong>figura humana</strong>.</p>
<p>De todo modo, é preciso reconhecer que as <strong>telas pernambucanas</strong> apresentam uma configuração que se assemelha a certas <strong>pinturas de castas</strong>, especificamente àquelas em que os <strong>dezesseis casais</strong> estão reunidos no mesmo <strong>quadro</strong>.</p>
<p>Como podemos notar pela <strong>Figura 65</strong>, nessa tipologia as <strong>castas</strong> são organizadas em <strong>compartimentos isolados</strong> e, assim como as <strong>telas</strong> da <strong>coleção Brennand</strong>, trazem <strong>legendas</strong> para identificação dos <strong>personagens</strong>.</p>
<p>O exame particularizado do <strong>conjunto de obras</strong> de autoria de <strong>Carlos Julião</strong> ou a ele <strong>atribuídas</strong> teve como propósito, em primeiro lugar, circunscrever o <strong>corpus</strong> em torno do qual esse trabalho se desenvolve. Ao mesmo tempo, procuramos apurar o que já se tem dito sobre elas, avaliar o <strong>“estado da questão”</strong>, para, a partir disso, construir <strong>hipóteses</strong> a respeito de <strong>enunciados</strong> e <strong>destinatários</strong>.</p>
<p>Tentou-se também averiguar em que medida esses <strong>trabalhos</strong> implicam na familiaridade com <strong>repertórios de imagens</strong> já sedimentados.</p>
<p>A primeira questão que se apresenta quando se acerca esse <strong>corpus</strong> é a <strong>falta de clareza</strong> com relação à <strong>autoria</strong>.</p>
<p>Apenas uma das <strong>obras</strong> é assinada pelo <strong>militar Julião</strong>, sendo as demais <strong>atribuídas</strong> a ele por <strong>semelhança</strong> com esta primeira. Ora, se consideramos que o <strong>prospecto</strong> e os <strong>fortes</strong> representados na <strong>Elevação e fachada</strong> são <strong>cópias</strong> de outros <strong>desenhos</strong>, o que nos garante que as <strong>figuras também não sejam? </strong></p>
<p>Da mesma forma, não é difícil verificar que existe uma certa <strong>desigualdade</strong> no tratamento das <strong>figuras</strong> da <strong>Configuração da entrada da barra&#8230;</strong> Entretanto, como ponto de partida, admitimos esse conjunto como um <strong>corpus único</strong>, que se apresenta sob um mesmo espectro de <strong>questões</strong>.</p>
<p>De resto, os problemas de <strong>autoria</strong> são bastante recorrentes no contexto da <strong>iconografia luso-brasileira</strong> do <strong>Setecentos</strong>. Teremos ocasião de voltar a esse <strong>assunto</strong> oportunamente.</p>
<p>Entre as <strong>hipóteses</strong> que surgiram ao longo deste capítulo, destacamos aquelas referentes <strong>às duas pranchas de Carlos Julião</strong> conservadas no <strong>GEAEM</strong>.</p>
<p>Segundo a leitura que <strong>Alpers</strong> (1999) propõe do <strong>mapa do Brasil holandês</strong> de <strong>Marcgraf</strong> como uma “<strong>cartografia histórica</strong>”, sugerimos que a <strong>Elevação e fachada</strong> seja tomada como uma “<strong>descrição histórica</strong>” de <strong>Salvador</strong>, como também que a <strong>Configuração da entrada da barra&#8230;</strong> seja relacionada às tentativas de implantação de <strong>leis anti-racistas</strong> na <strong>Índia portuguesa</strong>.</p>
<p>Naturalmente, essa leitura implica que o <strong>destinatário</strong> dessas <strong>obras</strong> seja o próprio <strong>estado português</strong>, o que é perfeitamente condizente com a condição de <strong>Julião</strong> ser um <strong>oficial do exército</strong>. O fato de que elas façam atualmente parte do acervo de uma <strong>instituição militar</strong> só vem reforçar a probabilidade de que sua origem esteja ligada a alguma <strong>requisição superior</strong>. Esses <strong>desenhos</strong> fazem ver aos <strong>olhos metropolitanos</strong> o que seria, de outro modo, <strong>invisível</strong>.</p>
<p>O <strong>álbum de “figurinhas”</strong> da <strong>FBN</strong>, por sua vez, parece ter outro <strong>destinatário</strong>, que, conforme sugerimos, seria o <strong>brigadeiro Rafael Pinto Bandeira</strong>, personagem central da <strong>composição alegórica</strong> que abre o volume. Isso implica, ainda, que o <strong>álbum</strong> tenha sido composto para ser presenteado a partir de um <strong>repertório mais vasto</strong> de “figurinhas”.</p>
<p>Cabe destacar que algumas <strong>cenas</strong> de caráter mais <strong>anedótico</strong>, como são as <strong>Figuras 16</strong> e <strong>Figuras 34</strong>, destoam um pouco do conjunto, introduzindo um <strong>ritmo narrativo</strong> diverso das demais.</p>
<p>Quanto às <strong>pinturas</strong> pertencentes ao <strong>Instituto Ricardo Brennand</strong>, consideramos improvável que a <strong>autoria</strong> seja de <strong>Julião</strong>.</p>
<p>Não há dúvida de que o <strong>pintor</strong> se reporta aos <strong>desenhos</strong> de <strong>Julião</strong> para a <strong>composição</strong>, o que é procedimento perfeitamente usual no período em questão, mas isso não é evidência suficiente para que se assuma ser ele o autor dessas <strong>obras</strong>.</p>
<p>Por outro lado, discordamos da opinião de <strong>Tenreiro</strong> quanto a interpretá-las segundo o modelo das <strong>pinturas de castas hispano-americanas</strong>. Em nossa opinião, <strong>Julião</strong> não se ocupa da <strong>mestiçagem</strong>, mas sim da <strong>diversidade</strong>, que ele representa por meio dos <strong>modos de vestir</strong>.</p>
<p>De toda forma, é possível entrever muitas <strong>tradições</strong> e <strong>convenções</strong> da <strong>representação</strong> neste conjunto de <strong>trabalhos</strong>. Isto faz de <strong>Julião</strong> não apenas um <strong>observador atento</strong>, como também um <strong>observador informado</strong>.</p>
<p>Ou seja, o que se manifesta nessas <strong>obras</strong> não advém apenas da <strong>percepção</strong>, mas também de algum <strong>conhecimento prévio</strong> dos assuntos retratados.</p>
<p>A seguir, vamos percorrer a trajetória <strong>biográfica</strong> de <strong>Julião</strong>, ao menos até onde nos foi possível reconstituí-la. Vejamos o que pode ser revelado sobre sua <strong>personalidade artística</strong> a partir daí.</p>
<h2><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">Resumo da Biografia de Carlos Julião</div></h2>
<h3>1. Formação e Origem Italiana</h3>
<p><strong>Carlos Julião</strong> nasceu provavelmente na <strong>Itália</strong>, em meados do século <strong>XVIII</strong>. Há poucas informações sobre sua juventude, mas sabe-se que adquiriu uma sólida formação em <strong>engenharia militar</strong> e <strong>artes visuais</strong>, que o habilitou para o serviço <strong>técnico</strong> e <strong>artístico</strong>.</p>
<p>Essa formação foi essencial para sua posterior atuação no contexto do <strong>Império Português</strong>.</p>
<h3>2. Serviço Militar e Atuação em Portugal</h3>
<p>Trabalhou como <strong>engenheiro militar</strong> e foi designado para atuar em diferentes funções <strong>administrativas</strong> e <strong>técnicas</strong>, sobretudo relacionadas às <strong>colônias portuguesas</strong>.</p>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Foi durante esse período que começou a desenvolver sua <strong>produção artística</strong>, que combina <strong>talento artístico</strong> e <strong>habilidade técnica</strong> com o objetivo de documentar aspectos das <strong>colônias ultramarinas</strong>.</div>
<h3>3. Viagem à Índia e Passagem pelo Brasil</h3>
<p>Uma fase marcante de sua carreira foi sua <strong>designação para a Índia</strong>, onde trabalhou no contexto das <strong>possessões portuguesas</strong> no subcontinente indiano.</p>
<p>Durante sua permanência na <strong>Índia</strong>, <strong>Julião</strong> teve contato direto com a <strong>diversidade cultural</strong> e <strong>social</strong> daquela região, o que influenciou a <strong>riqueza etnográfica</strong> de suas obras.</p>
<p>Na viagem de retorno para <strong>Portugal</strong>, <strong>Julião</strong> passou pelo <strong>Brasil</strong>, onde teve a oportunidade de <strong>observar</strong> e <strong>registrar</strong> elementos da <strong>sociedade colonial brasileira</strong>.</p>
<p>Embora sua estadia no <strong>Brasil</strong> tenha sido breve, essa experiência contribuiu para aprofundar sua compreensão sobre as <strong>dinâmicas sociais, culturais e econômicas</strong> da colônia. Muitos de seus <strong>desenhos</strong> e <strong>aquarelas</strong> refletem essa vivência direta e demonstram sua habilidade em captar aspectos do <strong>cotidiano</strong> das populações locais.</p>
<h3>4. Produção Artística e Iconografia Colonial</h3>
<p>A obra de <strong>Carlos Julião</strong> é uma das mais importantes representações visuais do <strong>período colonial português</strong>. Ele produziu <strong>desenhos</strong> e <strong>aquarelas</strong> que retratam a <strong>diversidade étnica, social e cultural</strong> das <strong>colônias portuguesas</strong>, incluindo o <strong>Brasil</strong>, <strong>Angola</strong>, <strong>Moçambique</strong>, <strong>Goa</strong> e outras regiões.</p>
<p>Sua produção inclui o famoso álbum <strong>&#8220;Riscos Iluminados de Figurinos de Várias Nações&#8221;</strong>, que reúne ilustrações detalhadas de <strong>tipos sociais</strong>, <strong>práticas culturais</strong> e <strong>indumentárias típicas</strong> do vasto <strong>Império Português</strong>.</p>
<p>Embora parte de sua obra tenha se baseado em <strong>relatos</strong> e <strong>documentos</strong>, a passagem pelo <strong>Brasil</strong> e a permanência na <strong>Índia</strong> conferem <strong>autenticidade</strong> e <strong>riqueza descritiva</strong> a muitos de seus trabalhos, tornando-os fontes históricas <strong>inestimáveis</strong>.</p>
<h3>5. Reconhecimento e Legado</h3>
<p><strong>Carlos Julião</strong> faleceu no final do século <strong>XVIII</strong>, deixando um importante <strong>legado iconográfico</strong>.</p>
<p>Seu trabalho, inicialmente produzido para fins <strong>administrativos</strong> e <strong>documentais</strong>, é hoje reconhecido como uma <strong>fonte histórica essencial</strong> sobre a vida nas <strong>colônias portuguesas</strong>.</p>
<p>Ele contribuiu para a construção de uma visão <strong>abrangente</strong> e <strong>detalhada</strong> do <strong>cotidiano colonial</strong>, desde aspectos da <strong>escravidão</strong> e do <strong>trabalho forçado</strong> até manifestações <strong>culturais</strong> das populações locais.</p>
<p>A obra de <strong>Julião</strong> está preservada em <strong>arquivos</strong> e <strong>coleções públicas</strong>, como na <strong>Biblioteca Nacional de Portugal</strong>.</p>
<p>Seus <strong>desenhos</strong> continuam sendo estudados por <strong>historiadores</strong>, <strong>antropólogos</strong> e outros especialistas, que o consideram uma figura central para a compreensão do <strong>Império Português</strong> no século <strong>XVIII</strong>.</p>
<h2><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">Biografia e Carreira Militar de Carlos Julião</div></h2>
<p><strong>Carlos Julião</strong> é mais um entre os inúmeros funcionários que a <strong>Coroa portuguesa</strong> colocou “<strong>on the move</strong>” – para usar a expressão de <strong>Russel-Wood</strong> (1998) –, a circular pelo <strong>espaço colonial</strong> espalhado em quatro continentes. Definitivamente, portanto, não é personagem citado em <strong>dicionários</strong> ou compilações de <strong>biografias</strong> de homens célebres.</p>
<p>Os <strong>dados biográficos</strong> que podem ser comprovados por documentação a seu respeito são ainda <strong>escassos</strong> e, para uma reconstituição cronológica de sua trajetória, é necessário recorrer a fontes bastante <strong>dispersas</strong>.</p>
<p>O trabalho <strong>pioneiro</strong> no sentido de esboçar uma <strong>biografia de Julião</strong> foi publicado por <strong>Lygia Cunha</strong> em 1960, como introdução à edição facsimilar do álbum <strong>Riscos iluminados de figurinhos de brancos e negros&#8230;</strong>, pertencente à <strong>FBN</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong> (<strong>Cunha</strong> 1960).</p>
<p><strong>Silvia Hunold Lara</strong> (2002 e 2007) levou adiante em grande parte a biografia já traçada por <strong>Cunha</strong>, acrescentando-lhe algumas <strong>hipóteses</strong>, como, por exemplo, aquelas relativas ao <strong>local de morte do artista</strong>.</p>
<p>Passo fundamental para o aprofundamento da questão foi dado por <strong>Maria Manuela Tenreiro</strong> (2007 e 2008), que, a partir de exame de documentação nos <strong>arquivos portugueses</strong>, trouxe à tona o <strong>manuscrito da Biblioteca Nacional de Portugal</strong> (de que falaremos adiante), assim como várias outras <strong>informações de relevo</strong>.</p>
<p>Mais uma fonte a destacar nesse quesito é o <strong>breve texto de Carlo Burdet</strong> (1986), o primeiro a fazer notar a proximidade entre <strong>Julião</strong> e o <strong>coronel Carlo Antonio Napione</strong> (1756-1814) a partir de 1801, quando o <strong>metalurgista</strong> e <strong>mineralogista turinense</strong> passou a servir o <strong>exército português</strong> como <strong>inspetor do Arsenal Real do Exército</strong>.</p>
<p>Tanto <strong>Cunha</strong>, quanto <strong>Lara</strong> e <strong>Tenreiro</strong> consideram que <strong>Julião</strong> desempenhasse funções de <strong>engenheiro</strong> dentro dos quadros do <strong>exército português</strong>, conforme se pode deduzir das afirmações: “dos dados que nos chegaram às mãos não consta a data que obteve o exercício de engenheiro” (<strong>Cunha</strong> 1960), ou “<strong>an engineer by training</strong>”<strong><sup>29</sup></strong> (<strong>Lara</strong> 2002) ou ainda “<strong>Julião who served in the Portuguese colonial army as an engineer</strong>” (<strong>Tenreiro</strong> 2007).</p>
<p>Sendo assim, no intuito de compreender adequadamente a gênese da <strong>obra iconográfica</strong> de <strong>Carlos Julião</strong>, torna-se prioritário avaliar sua presença junto ao contexto de atuação dos <strong>engenheiros militares</strong> no <strong>Setecentos português</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>29</sup></strong> “<strong>um engenheiro por formação</strong>” (Lara 2002); “Julião que serviu o exército colonial português como engenheiro” (Tenreiro 2007), tradução nossa.</div>
<p>É conhecida a <strong>relevância</strong> do papel que esses profissionais exerceram durante o <strong>século XVIII</strong> na <strong>América Portuguesa</strong> em áreas tão abrangentes quanto o <strong>levantamento cartográfico</strong> e a <strong>delimitação de fronteiras</strong>, a <strong>construção civil</strong> e o <strong>desenho urbano</strong>, entre outros.</p>
<p>Em vista disso, é por vezes difícil circunscrever com precisão seu <strong>leque de atividades</strong>, como lembra <strong>Rafael Moreira</strong> ao chamar o engenheiro do século XVIII de “<strong>generalista, homem dos mil ofícios não especificados</strong>” (<strong>apud Faria</strong> 2001:72).</p>
<p>De fato, a expectativa em torno da atuação desses <strong>profissionais pragmáticos</strong> era de que fossem capazes de viabilizar a <strong>ocupação</strong> e <strong>defesa dos territórios</strong> submetidos à <strong>coroa portuguesa</strong>, encontrando <strong>soluções</strong> e propondo <strong>intervenções</strong> a partir das características e variáveis apresentadas pelo próprio sítio, e não apenas tendo em conta <strong>preceitos teóricos</strong>.</p>
<p>Como fundamento do exercício de todas as suas funções estava o conhecimento da <strong>matemática</strong> e do <strong>desenho</strong>.</p>
<p><strong>Beatriz Bueno</strong> (2003) faz notar a confluência de sentido entre as palavras “<strong>desenho</strong>” e “<strong>desígnio</strong>” naquele contexto. A noção de “<strong>desenho</strong>” entre os <strong>portugueses</strong> está então imbuída de forte caráter <strong>instrumental</strong>, já que identificada com o raciocínio, o “<strong>exercício mental que precedia a viabilização de qualquer intento</strong>” (<strong>Bueno</strong> 2004a:153).</p>
<p>Outro aspecto importante a destacar é a utilização do <strong>desenho</strong> durante o <strong>século XVIII</strong> lusitano com o propósito de “<strong>demonstrar</strong>”, dar a conhecer, fazer ver aos <strong>gestores metropolitanos</strong> o processo de efetiva <strong>ocupação</strong> e <strong>controle dos territórios</strong> das <strong>Conquistas</strong>.</p>
<p>Dentro da lógica colonial, os <strong>desenhos</strong> produzidos pelos <strong>engenheiros militares</strong> no ultramar português foram mediadores da <strong>ação política</strong> de <strong>dominação territorial</strong> empreendida pela <strong>metrópole</strong>.</p>
<p>É fundamental que se estabeleça essa diferenciação entre o caráter <strong>“utilitário”</strong> do <strong>desenho</strong> praticado em <strong>Portugal</strong> daquele mais especulativo do <strong>desenho</strong> engendrado pela <strong>cultura clássica</strong>, em que este se converte em modo de apreensão da estrutura visível das coisas, tornando-se meio de <strong>conhecimento</strong> do mundo. Diante da necessidade de veiculação de informações <strong>objetivas</strong>, era natural que a prática do <strong>desenho</strong> entre os <strong>engenheiros militares</strong> fosse, em grande medida, padronizada pelo uso de <strong>convenções de representação</strong>. De fato, é principalmente nas publicações do <strong>engenheiro-mor</strong> do reino <strong>Manoel de Azevedo Fortes</strong> (1722 e 1729) que se encontram compilados os <strong>métodos</strong>, <strong>instrumentos</strong> e a <strong>codificação</strong> da <strong>representação gráfica</strong> utilizada no <strong>Setecentos português</strong> (Bueno 2004a:176).</p>
<p>Em vista dessas considerações, no presente capítulo, as informações sobre a vida de <strong>Julião</strong> veiculadas pelos autores citados anteriormente serão complementadas e confrontadas com a <strong>documentação</strong> encontrada durante pesquisa realizada em <strong>arquivos portugueses</strong> no curso deste trabalho, nomeadamente no <strong>Arquivo Histórico Militar (AHM)</strong>, <strong>Arquivo Histórico Ultramarino (AHU)</strong>, <strong>Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT)</strong> e <strong>Biblioteca Nacional de Portugal (BNP)</strong>.</p>
<p>As informações auferidas da <strong>documentação</strong> serão contrapostas a outras de ordem <strong>histórica</strong>, que visam trazer elementos que possam esclarecer se, e de que forma, <strong>Carlos Julião</strong> esteve vinculado à prática da <strong>engenharia militar</strong> ou aos <strong>estabelecimentos de ensino do desenho</strong> no contexto do <strong>exército português</strong>, quais sejam: as <strong>Aulas dos Regimentos de Artilharia</strong> (instituídas por ocasião da <strong>reforma do exército</strong> de 1762), a <strong>Academia Real de Fortificação, Artilharia e Desenho</strong> (criada em 1790), a <strong>Aula de Desenho e Lavra de Metais da Fundição do Arsenal do Exército</strong> (em funcionamento desde meados do século XVIII) ou a <strong>Casa do Risco do Real Jardim Botânico da Ajuda</strong> (criada em 1780)30. Vejamos até que ponto foi possível remontar esse <strong>quebra-cabeças</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>30</sup></strong>  Embora a <strong>Casa do Risco</strong> tivesse como objetivo reunir e capacitar <strong>desenhadores</strong> de <strong>História Natural</strong>, seus primeiros <strong>frequentadores</strong> eram alunos transferidos da <strong>Fundição do Arsenal do Exército</strong>. Entre eles, estava <strong>José Joaquim Freire</strong> (1760-1847), <strong>desenhador</strong> da <strong>Viagem Filosófica</strong> comandada pelo naturalista <strong>Alexandre Rodrigues Ferreira</strong> (1756-1815) (Faria 2001).</div>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">1. Origem e Formação</div></h3>
<p>Conforme está declarado em vários dos <strong>documentos</strong> consultados, <strong>Julião</strong> nasceu na cidade de <strong>Turim</strong>, então capital do <strong>Reino da Sardegna<sup>31</sup></strong>, em <strong>1740</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>31</sup> </strong> Denominação do antigo <strong>Ducado de Savoia</strong> a partir de <strong>1720</strong>. Por gerações, os <strong>duques de Savoia</strong> reivindicaram o <strong>status de realeza</strong>, só adquirido em <strong>1713</strong>, quando a participação na <strong>Guerra de Sucessão Espanhola</strong> lhes garantiu a <strong>coroa da Sicília</strong>, posteriormente anexada à coroa do <strong>Reino da Sardenha</strong>. <strong>Turim</strong>, a cidade-capital dos <strong>Savoia</strong> desde <strong>1560</strong>, manteve-se como ponto central dos seus territórios.</div>
<p>Uma das questões que emerge a partir do reconhecimento de sua nacionalidade <strong>piemontesa</strong> é o próprio sobrenome “<strong>Julião</strong>”. <strong>Burdet</strong> (1986) chama atenção para esse fato, afirmando a dificuldade de deduzir, a partir da versão traduzida para o <strong>português</strong> do sobrenome, o nome <strong>italiano</strong> original é destacada por <strong>Burdet</strong> (1986).</p>
<p>Segundo o autor, são muito comuns na região os sobrenomes <strong>Giuliano</strong> ou <strong>Giuliani</strong> – que poderiam ser vertidos para <strong>Julião</strong> em português –, até mesmo escritos com a inicial “<strong>J</strong>”. <strong>Burdet</strong> não descarta, ainda, a hipótese de <strong>Julião</strong> ter nascido no <strong>Piemonte</strong> no âmbito, porém, de uma família de origem <strong>portuguesa</strong>, possibilidade que <strong>Tenreiro</strong> também considera (2008:27).</p>
<p>A questão, contudo, só poderia ser devidamente esclarecida por meio de uma pesquisa mais atenta em <strong>arquivos turinenses</strong>.</p>
<p>O fato é que, em toda a documentação consultada sobre <strong>Carlos Julião</strong> em <strong>Portugal</strong>, seu sobrenome aparece sempre na forma <strong>portuguesa</strong>, com uma única exceção: o <strong>Almanaque de Lisboa de 1807</strong>.</p>
<p>Nesta publicação, o nome de <strong>Julião</strong> é mencionado duas vezes: a primeira à página 120, onde se lê “<strong>Carlos Juliani</strong>, no <strong>Arsenal Real do Exército</strong>, Campo de <strong>Santa Clara</strong>”; a segunda à página 355, em que é citado como “o coronel <strong>Carlos Juliani</strong>, junto ao <strong>Parque do Campo de Santa Clara</strong>”.</p>
<p>É provavelmente baseada no <strong>Almanaque</strong> que <strong>Silvia Lara</strong> adota em seus escritos a grafia do sobrenome <strong>Juliani</strong> (2007).</p>
<p>O próprio <strong>Julião</strong>, no entanto, sempre utiliza a forma <strong>portuguesa</strong> do nome, seja em sua <strong>correspondência</strong>, seja nos <strong>trabalhos</strong> de sua autoria, assinando “<strong>Carlos Julião</strong>” a prancha <strong>Elevação</strong> e fachada&#8230; e “<strong>Carlos Valentim Julião</strong>” o manuscrito da <strong>BNP</strong>.</p>
<p>Os dados relativos à <strong>formação</strong> de <strong>Carlos Julião</strong> são bastante imprecisos, assim como não são claros os motivos de sua transferência para <strong>Portugal</strong>. O documento que pode nos dar algumas pistas para o esclarecimento dessas questões fundamentais está conservado no <strong>AHU</strong>, e é datado de <strong>fevereiro de 1781</strong>.</p>
<p>Trata-se de um <strong>Aviso</strong> do <strong>secretário dos Negócios Estrangeiros</strong>, <strong>Aires de Sá e Melo</strong> (1715-1786), ao <strong>secretário da Marinha e Ultramar</strong>, <strong>Martinho de Melo e Castro</strong> (1716-1795), em que se determina que os <strong>oficiais de artilharia</strong> que voltavam dos serviços no <strong>Brasil</strong> e na <strong>Índia</strong> fossem agregados aos <strong>regimentos de artilharia da Corte</strong>, nos postos que estivessem vagos.</p>
<p>Anexo a este Aviso, há um documento redigido de próprio punho por <strong>Julião</strong>, em que o então <strong>primeiro-tenente de artilharia</strong> afirma ser “<strong>natural da Corte de Turim</strong> de donde passou a esta de Lisboa, só para adequerir a <strong>gloria</strong> de servir a <strong>V.a Mag.de Fidelíssima</strong>”<strong><sup>33</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>33</sup></strong> O título de <strong>“Majestade Fidelíssima”</strong> utilizado pelos <strong>monarcas portugueses</strong> foi concedido pelo <strong>papado</strong> ao rei <strong>D. João V</strong> em <strong>1748</strong>, conforme assinalado por <strong>Boxer</strong> (2002:173): “&#8230;as quantidades de <strong>ouro brasileiro</strong> que mandou para a <strong>corte papal</strong> e para os <strong>cardeais</strong> finalmente, em <strong>1748</strong>, renderam-lhe o título de <strong>Sua Majestade Fidelíssima</strong>, realizando-se assim seu desejo de igualar-se ao <strong>Cristianíssimo rei de França</strong> e ao <strong>Mui Católico rei de Espanha</strong>.”.</div>
<p>Vale ainda destacar a afirmação contida em outro documento anexo a um processo de 1780, onde se lê que “<strong>Carlos Julião</strong> que disserão ser filho de <strong>João Baptista</strong>, natural de <strong>Turim</strong>, o qual declarou ter vindo para este <strong>Reyno</strong> no anno de mil setecentos e sessenta e trez”.</p>
<p>A partir de ambos os trechos expostos, é possível deduzir que <strong>Carlos Julião</strong> transferiu-se para <strong>Portugal</strong> aos 23 anos, no que parece ter sido uma opção profissional de colocar-se a serviço da <strong>coroa portuguesa</strong>.</p>
<p>A chegada e imediato início de sua carreira no <strong>exército luso</strong> num posto de <strong>oficial</strong> (como teremos oportunidade de confirmar adiante), nos colocam diante de outra questão fundamental para entendimento da biografia de <strong>Julião</strong>: a de que sua <strong>formação</strong> teria se dado ainda na <strong>Itália<sup>35</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>35</sup></strong> Tenreiro considera que o <strong>treinamento militar de Julião</strong> tenha acontecido em Portugal, segundo se depreende do trecho “while his visual work was informed by the military training he received in the Portuguese academy (&#8230;)” (“Na medida em que sua obra visual era informada pelo treinamento militar que recebeu na academia portuguesa (&#8230;)”, tradução nossa) (Tenreiro 2008:26).</div>
<p>O mesmo documento de <strong>fevereiro de 1781</strong> – que quase pode ser considerado um <strong>curriculum vitae</strong> – nos apresenta outra importante pista sobre os anos formativos de <strong>Julião</strong>, especialmente no trecho em que o <strong>primeiro-tenente</strong> afirma ser “constante o exercício e aplicação que o <strong>Sup.te</strong> teve em tirar <strong>moldes</strong>, fazer <strong>debxos</strong>, e <strong>riscos</strong> na <strong>reggia academia de Turim</strong>”. Tudo indica, portanto, que <strong>Julião</strong> chegou a <strong>Portugal</strong> depois de cumprida sua <strong>formação militar</strong>, que aconteceu em sua <strong>cidade natal</strong>, possivelmente na <strong>Reale Accademia di Savoia</strong> (ou di <strong>Torino</strong>), fundada em 1679 pela regente <strong>Giovanna Battista</strong> (1644-1724), viúva do duque <strong>Carlo Emmanuele II</strong> (1634-1675)<strong><sup>36</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>36</sup></strong> Será somente no <strong>reinado de Carlo Emmanuele III</strong> (1701-1773) que será fundada uma <strong>Scuola di Artiglieria e Fortificazione em Turim</strong>. A constituição de um regimento de artilharia no Piemonte data de 1743.</div>
<p>O livro <strong>Turin, 1564-1680</strong> de <strong>Martha Pollak</strong> (1991) é especialmente relevante para a compreensão da <strong>cultura de forte cunho militar</strong> que se desenvolve nesta cidade, enquanto local escolhido pela <strong>Casa de Savoia</strong> para instalar a sua <strong>capital</strong> a partir de 1560.</p>
<p>Segundo a autora, durante os séculos <strong>XVI</strong> e <strong>XVII</strong>, <strong>Turim</strong> – que até o <strong>Quinhentos</strong> ainda mantinha sua forma primitiva de <strong>castrum romano</strong> –, terá seu desenho urbano e sua fisionomia arquitetônica sucessivamente transformados para fazer dela uma <strong>cidade-capital</strong>, expressão do poder da <strong>corte ducal</strong> reinante.</p>
<p>E a preocupação central desta corte, conforme <strong>Pollak</strong>, não era outra senão a manutenção da recém-adquirida <strong>independência</strong> do seu <strong>Estado</strong>, tornada possível por meio de uma série de <strong>acordos diplomáticos</strong> estabelecidos com outras casas reais <strong>europeias</strong>.</p>
<p>Essa certa <strong>fragilidade política</strong> era ainda agravada pela situação <strong>geográfica</strong> do <strong>ducado</strong>, localizado bem aos pés dos <strong>Alpes</strong>.</p>
<p>Essa localização fazia com que o <strong>Piemonte</strong> fosse considerado pelos demais <strong>estados italianos</strong> como um importante bastião de defesa, já que seria o primeiro alvo de possíveis <strong>invasores</strong> da <strong>península itálica</strong>.</p>
<p>Por outro lado, situava-se entre os <strong>territórios controlados pelas maiores potências militares</strong> do período, <strong>França</strong> e <strong>Espanha</strong> (então ocupante da <strong>Lombardia</strong>). E, em sucessivos episódios, o <strong>Piemonte</strong> foi invadido alternadamente por uma e outra.</p>
<p>De acordo com a tese de <strong>Pollak</strong> (1991:18), esses fatores favoreceram o desenvolvimento entre os <strong>Savoia</strong> de uma condição de “<strong>constante vigilância</strong>”, determinante para a constituição de uma verdadeira “<strong>cultura militar</strong>” no ambiente <strong>turinense</strong>.</p>
<p>Cultura essa que estaria expressa não somente na aparência de seus <strong>edifícios</strong> e <strong>fortificações</strong>, como também na elaborada <strong>simbologia</strong> evocada nas <strong>festas</strong> e <strong>cerimoniais</strong> promovidos pela <strong>corte ducal</strong>.</p>
<p>A constituição da “<strong>the richest princely collection of military books in Italy</strong>”<strong><sup>37</sup></strong> (<strong>Pollak</strong>, 1991:156), composta dos principais escritos dos séculos <strong>XVI</strong> e <strong>XVII</strong> não apenas de autores <strong>italianos</strong>, mas também de <strong>franceses</strong> e <strong>flamengos</strong>, e ainda de representativas coleções de <strong>mapas</strong>, <strong>tratados</strong> e <strong>manuscritos</strong> são também aspectos significativos do interesse dos <strong>duques de Savoia</strong> pelas questões militares.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>37</sup></strong> “mais rica coleção principesca de livros militares na Itália”, tradução nossa.</div>
<p>Esse ambiente tão moldado por preocupações da ordem da <strong>defesa</strong> e <strong>fortificação</strong> das <strong>praças</strong>, do aperfeiçoamento das <strong>armas de artilharia</strong>, da <strong>ordenação do espaço urbano</strong> para circulação de <strong>tropas</strong> e <strong>equipamentos de guerra</strong>, supostamente teria garantido a <strong>Julião</strong> uma <strong>formação militar sofisticada</strong>, que lhe permitiria notável <strong>versatilidade</strong> em diversas área de atuação, como teremos oportunidade de constatar adiante.</p>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">2. Início de Carreira no Exército</div></h3>
<p>Também não pode passar despercebido o fato de <strong>Julião</strong> ter se transferido para <strong>Portugal</strong> num momento de profunda <strong>reestruturação</strong> do <strong>exército luso</strong>, fato esse que merece algumas considerações. A <strong>segunda metade do século XVIII</strong> corresponde a um período de <strong>modernização</strong> e <strong>organização</strong> do <strong>exército</strong> enquanto instituição em <strong>Portugal</strong>, ao mesmo tempo em que revela a emergência do <strong>militar</strong> como categoria social naquele país.</p>
<p>É <strong>Boxer</strong> quem nos lembra da total <strong>impopularidade</strong> e falta de <strong>prestígio</strong> que o <strong>serviço militar</strong> tinha até então entre os <strong>portugueses</strong>, notoriamente pelo fato de a <strong>Coroa</strong> ser “mau patrão”, pagando “mal, tarde, ou nunca” (2002:310-325).</p>
<p>Outro fator que colaborava para a má reputação do <strong>serviço militar</strong> era o sistema de <strong>recrutamento</strong> empreendido pelas “<strong>levas</strong>”, que percorriam o <strong>interior</strong> do país praticamente arrastando à força os <strong>jovens aptos</strong> a servir no <strong>exército</strong>. Segundo afirma <strong>Marques</strong> (1981), até o período <strong>pombalino</strong>, subsistiam ainda práticas no âmbito do <strong>exército</strong> que faziam com que sua organização reproduzisse uma <strong>estratificação</strong> própria da <strong>sociedade portuguesa</strong>.</p>
<p>Grosso modo, a <strong>alta nobreza</strong>, por <strong>tradição</strong> e <strong>hereditariedade</strong>, ocupava os <strong>postos de comando</strong>, enquanto o restante da <strong>oficialidade</strong> provinha de uma pequena <strong>aristocracia provincial</strong>, que podia contar com o favor de algum “<strong>grande</strong>”. Os <strong>quadros</strong> se completavam com <strong>aventureiros</strong> e <strong>marginais</strong> que se ofereciam como <strong>voluntários</strong>, ou <strong>soldados</strong> que haviam podido subir um pouco na <strong>hierarquia</strong> aproveitando o sucesso de alguma <strong>campanha</strong>.</p>
<p>A <strong>inoperância</strong> do <strong>exército</strong> já tinha sido sentida em parte por ocasião do <strong>terremoto</strong> que assolou <strong>Lisboa</strong> em <strong>novembro de 1755</strong> (<strong>Marques</strong> 1981:30), quando os <strong>oficiais</strong> não foram capazes de conter o <strong>caos</strong> que rapidamente se espalhou pela <strong>cidade</strong>.</p>
<p>Mas o processo que desencadeou a necessária <strong>profissionalização</strong> das <strong>forças militares</strong> em <strong>Portugal</strong> foi a <strong>Guerra do Pacto de Família</strong>, ou <strong>Guerra Fantástica</strong>, como ficou conhecida a parcela da <strong>Guerra dos Sete Anos</strong> (<strong>1756-1763</strong>) que se desenrolou em território <strong>luso</strong> entre <strong>maio</strong> e <strong>novembro de 1762</strong>.</p>
<p>O <strong>conflito</strong> originou-se da recusa de <strong>d. José I</strong> em aderir ao <strong>pacto de família</strong> dos <strong>Bourbons</strong> da <strong>França</strong>, <strong>Espanha</strong>, <strong>Nápoles</strong> e <strong>Parma</strong> contra a <strong>Inglaterra</strong> e <strong>Prússia</strong>. Uma vez desobedecido o <strong>ultimato</strong> para que <strong>Portugal</strong> fechasse seus <strong>portos</strong> aos <strong>navios ingleses</strong>, o país foi invadido por <strong>tropas franco-espanholas</strong> através da <strong>fronteira de Trás-os-Montes</strong>, em <strong>5 de maio de 1762</strong>.</p>
<p>Por essa época, o <strong>exército português</strong> via-se já há um bom tempo <strong>reduzido</strong> à metade de seus <strong>efetivos</strong>, “todos <strong>mal armados</strong> e <strong>pior disciplinados</strong>” (<strong>Cordeiro</strong> 1895:191). Em <strong>1761</strong>, não se pagava a <strong>tropa</strong> há um ano e meio, e os <strong>soldados</strong> recorriam frequentemente à <strong>mendicância</strong> e à <strong>violência</strong> (<strong>Marques</strong> 1981:31).</p>
<p>Diante do número alarmante de <strong>deserções</strong>, algumas medidas <strong>emergenciais</strong> foram tomadas com sucesso pela <strong>administração</strong> do então <strong>conde de Oeiras</strong> no sentido de <strong>aumentar</strong> os efetivos, como, por exemplo, o pagamento de <strong>soldos atrasados</strong>. Até <strong>setembro de 1762</strong>, o <strong>exército</strong> saltará de <strong>dezoito</strong> para <strong>sessenta mil homens</strong>.</p>
<p>No entanto, como ocorrera com frequência no <strong>passado</strong>, diante do <strong>conflito</strong>, foi necessário recorrer ainda à <strong>ajuda estrangeira</strong> para completar os <strong>quadros militares</strong> e <strong>armá-los</strong> adequadamente para o confronto com os <strong>invasores</strong>.</p>
<p>O <strong>rei George III</strong> da <strong>Inglaterra</strong> enviou a <strong>Portugal</strong> um efetivo de <strong>oito mil homens</strong>, acompanhados de vários <strong>oficiais superiores</strong>, que seriam alocados em <strong>postos de comando</strong> do <strong>exército português</strong>.</p>
<p>Também recomendado pelos <strong>ingleses</strong>, chega ao país o personagem que assumiria um papel de <strong>protagonista</strong> no processo de <strong>modernização</strong> das <strong>forças militares</strong> em <strong>Portugal</strong>, o <strong>conde de Schaumburg-Lippe</strong> (<strong>1724-1777</strong>)<strong><sup>38</sup></strong>, que <strong>d. José I</strong> fará <strong>marechal-general</strong> e <strong>comandante-em-chefe</strong> do <strong>exército luso-britânico</strong> em <strong>10 de julho de 1762</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>38</sup></strong> Sendo o <strong>segundo</strong> na <strong>sucessão</strong> do <strong>condado de Schaumburg</strong>, na <strong>Saxônia</strong>, <strong>Lippe</strong> foi destinado à <strong>carreira militar</strong>. Estudou em <strong>Genebra</strong>, <strong>Leiden</strong> e <strong>Montpellier</strong>, passando ao serviço da <strong>Guarda Real</strong> e da <strong>Marinha britânicas</strong>.</p>
<p>Como consequência das mortes do <strong>irmão</strong> e do <strong>pai</strong>, é chamado a assumir, aos <strong>24 anos</strong>, o <strong>governo</strong> do <strong>condado</strong> de sua família. Quando eclode a <strong>Guerra dos Sete Anos</strong>, reúne suas <strong>tropas</strong> ao <strong>exército de Hannover</strong>, para combater ao lado dos <strong>prussianos</strong>.</p>
<p>Distingue-se na <strong>condução</strong> de diversas <strong>operações de batalha</strong>, o que lhe vale a <strong>nomeação</strong> de <strong>comandante da artilharia</strong> dos <strong>exércitos aliados</strong>. Nessa condição, é convidado a ir a <strong>Portugal</strong> liderar o <strong>exército luso-britânico</strong> contra os <strong>invasores franceses</strong> e <strong>espanhóis</strong>.</div>
<p>Ciente da <strong>inferioridade</strong> de suas <strong>tropas</strong>, <strong>Lippe</strong> limita sua ação a uma <strong>guerra de posições</strong>, impedindo avanços do <strong>exército inimigo</strong>. A guerra transcorre sem que nenhuma <strong>batalha significativa</strong> seja travada, e logo a <strong>1 de dezembro</strong> assina-se o <strong>armistício</strong>. Em <strong>fevereiro de 1763</strong>, o <strong>tratado de paz</strong> é ratificado em <strong>Paris</strong>.</p>
<p>Apesar do fim das <strong>hostilidades</strong>, era patente que <strong>Portugal</strong> não tinha capacidade de <strong>defender</strong> a <strong>integridade</strong> do seu <strong>território</strong> sem recorrer à <strong>ajuda estrangeira</strong>, e em especial à da <strong>Inglaterra</strong>.</p>
<p>Conforme afirma <strong>Marques</strong>, no âmbito da lógica do <strong>projeto pombalino</strong> de governo, o processo de <strong>modernização do Estado</strong> teria necessariamente de considerar a <strong>reestruturação</strong> do seu <strong>exército</strong>. “O <strong>exército</strong> devia passar a corresponder à <strong>natureza despótica</strong> do poder, (&#8230;) ser, enfim, o garante da <strong>autoridade do Estado</strong> impondo-se sobre a <strong>sociedade global</strong>” (Marques 1981:48).</p>
<p>É justamente nesse contexto que o <strong>conde de Lippe</strong> é convidado pelo ministro <strong>Carvalho e Melo</strong> a permanecer em <strong>Portugal</strong> e proceder a todas as <strong>reformas necessárias</strong> para dotar o país de um <strong>exército</strong> em condições de enfrentar potenciais <strong>inimigos</strong>.</p>
<p>Com esse propósito, <strong>Lippe</strong> prolongou sua estadia em <strong>Portugal</strong> até setembro de <strong>1764</strong>, retornando posteriormente para outra temporada entre setembro de <strong>1767</strong> e março de <strong>1768</strong>, quando voltou em definitivo para a <strong>Alemanha</strong>.</p>
<p>No entanto, mesmo à distância, o <strong>conde</strong> continuou a ser uma figura de referência para os <strong>portugueses</strong>: frequentemente enviava <strong>instruções</strong> e <strong>conselhos</strong> sobre questões <strong>militares</strong> aos <strong>oficiais</strong>, muitos dos quais mantinham <strong>correspondência</strong> assídua com ele, elaborava <strong>documentos</strong>, e era sempre o primeiro nome a ser lembrado, em especial por <strong>d. José I</strong>, quando <strong>Portugal</strong> se encontrava diante de qualquer <strong>ameaça</strong> mais efetiva.</p>
<p>As principais <strong>medidas</strong> adotadas por <strong>Lippe</strong> diziam respeito, em primeiro lugar, à <strong>organização</strong> mesma do <strong>exército</strong>. No que se refere à <strong>Artilharia</strong> – que nos interessa particularmente, já que será a arma onde trabalhará <strong>Carlos Julião</strong> –, foram organizados quatro <strong>regimentos</strong>: o de <strong>Lisboa</strong> (ou da Corte), o de <strong>Lagos</strong> (ou do Algarve), o de <strong>Extremoz</strong> (ou do Alentejo) e o do <strong>Porto</strong> (ou do Norte).</p>
<p>Cada um desses <strong>regimentos</strong> era formado por doze <strong>companhias</strong>, sendo uma de <strong>bombeiros</strong> (ou bombardeiros), uma de <strong>mineiros</strong>, uma de <strong>artífices</strong> e nove de <strong>artilheiros<sup>39</sup> </strong> (Cordeiro 1895).</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>39</sup></strong>  Segundo <strong>Bluteau</strong> (1712): <strong>bombardeiro</strong> é o “<strong>official que faz pontaria</strong> com a <strong>artilheria</strong> &amp; a dispara” (t.2, 151), <strong>mineiro</strong> ou <strong>minador</strong> é “<strong>aquelle que mina ao muro para o voar</strong>” (t.5, 493) e <strong>artilheiro</strong> é “<strong>aquelle cujo officio he assestar apontar &amp; disparar a Artilharia</strong>” (t.1, 578). O verbete “<strong>artífice</strong>” não menciona atividades de <strong>oficiais do exército</strong>.</div>
<p>Com relação à <strong>disciplina</strong> e à <strong>instrução</strong> das <strong>tropas</strong>, grande preocupação de <strong>Lippe</strong>, o <strong>conde</strong> apresentou, ainda no início de <strong>1763</strong>, o <strong>Regulamento para cavalaria e infantaria</strong> que haveria de continuar sendo referencial para o <strong>exército luso</strong> até o século <strong>XIX</strong>.</p>
<p><strong>Lippe</strong> também dotou as forças <strong>militares</strong> portuguesas de seu primeiro plano de <strong>uniformes</strong>, incluídos aí <strong>exército</strong> e <strong>marinha</strong>, datado do ano de <strong>1764</strong>, projeto este extensível às <strong>possessões ultramarinas</strong>.</p>
<p>Só a partir deste ano, passou-se a fixar com rigor o aspecto e a maneira de portar os <strong>uniformes</strong>.</p>
<p>O <strong>corte</strong> seria o mesmo para todas as <strong>armas</strong> e as <strong>unidades</strong> se diferenciariam pelas formas e cores das <strong>golas</strong>, <strong>lapelas</strong>, <strong>bandas</strong>, <strong>vistas</strong>, <strong>galões</strong>, <strong>botões</strong>, etc.</p>
<p>Somente em <strong>1806</strong> é que se estabelece em <strong>Portugal</strong> o costume de vestir todo o <strong>exército</strong> com <strong>uniformes iguais</strong> (Rodrigues 1999:13).</p>
<p>Outras iniciativas importantes do <strong>conde</strong> incluíam o fomento ao <strong>ensino</strong> e à <strong>prática da artilharia</strong> e da <strong>engenharia militar</strong>, a definição das <strong>leituras</strong> e <strong>planos de estudos</strong> para cada <strong>arma</strong>, indicação dos <strong>livros militares estrangeiros</strong> que deveriam ser <strong>traduzidos</strong> para o <strong>português</strong>, assim como as <strong>obras</strong> mais adequadas aos “<strong>exercícios de meditação militar</strong>” (Marques 1981:50).</p>
<p>De acordo com <strong>Marques</strong>, as <strong>reformas</strong> empreendidas por <strong>Lippe</strong> garantiram a <strong>Portugal</strong> a constituição de um <strong>exército moderno</strong>, tanto do ponto de vista da sua <strong>estrutura</strong>, quando dos <strong>valores militaristas</strong> que passaram a orientar a <strong>conduta das tropas</strong>, como a <strong>obediência</strong>, o <strong>respeito à hierarquia</strong> e o <strong>sentimento de honra</strong> com relação ao <strong>serviço à pátria</strong>.</p>
<p>Em seu conjunto, induziram os <strong>oficiais militares</strong> a um novo tipo de relação <strong>hierárquica</strong>, que deixava de ser <strong>social</strong> e tornava-se <strong>funcional</strong>.</p>
<p>As atribuições de <strong>graduações</strong> não diziam mais respeito à concessão de <strong>privilégios</strong>, mas passavam a depender de <strong>critérios profissionais</strong> como <strong>antiguidade</strong> e correto cumprimento das <strong>obrigações funcionais</strong>.</p>
<p>O que ocorreu, como é claro supor, não sem <strong>resistência</strong> por parte daqueles ainda ligados aos antigos métodos.</p>
<p>É possível que <strong>Julião</strong> estivesse ciente das <strong>reformas</strong> empreendidas pelo <strong>conde de Lippe</strong> nas <strong>forças militares lusas</strong> e que isso tenha lhe parecido suficientemente tentador para mudar-se para <strong>Portugal</strong>? É, sem dúvida, uma <strong>hipótese</strong>. Já que a presença de <strong>estrangeiros</strong> no <strong>exército português</strong> era tão significativa, talvez o jovem vislumbrasse aí uma chance de obter maior destaque <strong>profissional</strong> do que poderia conseguir servindo em seu próprio país. No entanto, esta é apenas uma <strong>hipótese</strong>, impossível de ser averiguada no estágio atual das <strong>pesquisas</strong>.</p>
<p>De toda forma, <strong>Lisboa</strong> ainda se reconstruía após a destruição provocada pelo <strong>terremoto de 1755</strong>, e muitos <strong>estrangeiros</strong> se dirigiram para lá em busca de <strong>oportunidades profissionais</strong>.</p>
<p>O fato é que a <strong>carreira</strong> de <strong>Julião</strong> no <strong>exército português</strong> inicia-se bem em meio a esse processo, em <strong>outubro de 1763</strong>, quando recebe patente de <strong>segundo-tenente<sup>40</sup></strong> do <strong>corpo de bombeiros</strong> do <strong>Regimento de Artilharia de Lagos</strong>, que havia poucos meses tinha sido reorganizado para substituir o antigo <strong>Regimento de Artilharia e Marinha do Reino do Algarve<sup>42</sup></strong>.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>40 </sup></strong>Até 1911, não existiu nos regimentos de artilharia portugueses o posto de alferes, tendo cada companhia, ao invés disso, dois tenentes.</p>
<div class="flex-shrink-0 flex flex-col relative items-end">
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<div class="gizmo-bot-avatar flex h-8 w-8 items-center justify-center overflow-hidden rounded-full">
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><strong><sup>42</sup></strong> O <strong>Prof. Rafael Moreira</strong> chamou-nos a atenção sobre a <strong>imigração</strong> numericamente significativa de <strong>italianos</strong> para a região do <strong>Algarve</strong>, indicação de <strong>pesquisa</strong> que, no entanto, não nos foi possível prosseguir.</div></div>
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<p>O comando do novo <strong>regimento</strong> estava nas mãos do <strong>coronel Cristiano Frederico de Weinholtz</strong> (1732-1789), filho de <strong>Frederico Jacob de Weinholtz</strong> (1700-1752), <strong>militar</strong> de origem <strong>alemã</strong> que havia alcançado bastante prestígio a serviço da <strong>coroa portuguesa</strong>.</p>
<p>A primeira <strong>promoção</strong> de <strong>Julião</strong> viria rápido, apenas alguns meses depois, embora a <strong>patente</strong> só viesse a ser confirmada em <strong>1768</strong>. Essa é, aliás, a primeira de algumas confusões que envolvem as <strong>patentes</strong> do nosso <strong>oficial</strong>.</p>
<p>Em <strong>documento</strong> não datado, mas posterior a <strong>1765</strong>, <strong>Carlos Julião</strong> é citado como <strong>primeiro-tenente</strong> do <strong>corpo de bombeiros</strong> do <strong>Regimento de Artilharia de Lagos</strong>.</p>
<p>No entanto, afirma-se que “não tem <strong>Patente</strong> deste <strong>Posto</strong> em que foi nomeado em o 1º de <strong>fevereiro de 1764</strong> pelo <strong>Tenente Coronel Diogo Ferrier</strong> aprovada pelo <strong>Marechal General</strong>”. E ainda “cobrava o <strong>Soldo</strong> dobrado, que agora não cobra por não ter <strong>título</strong>, nem <strong>ordem</strong> alguma que fosse passada ao <strong>Thesoureiro Geral</strong> para este pagamento”<strong><sup>44</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>44</sup>  Marques</strong> (1981:70) assinala uma certa <strong>hostilidade</strong> existente entre os <strong>militares portugueses</strong> e os <strong>oficiais estrangeiros</strong> que serviam o <strong>exército</strong>. A prática de pagar <strong>soldo dobrado</strong> aos <strong>estrangeiros</strong> estava bastante disseminada na instituição, o que causava grande descontentamento aos <strong>portugueses</strong>, que, aparte o fato, ainda se sentiam agredidos pelas <strong>diferenças culturais</strong> e <strong>religiosas</strong> e viam dificultadas suas chances de <strong>promoção</strong>.</div>
<p>De fato, a falta de <strong>patente</strong> só seria corrigida em <strong>24 de março de 1768</strong>, quando esta seria expedida em “<strong>concideração aos merecimentos</strong> e mais partes que concorrem na pessoa de <strong>Carlos Julião</strong> (&#8230;) e aos <strong>serviços</strong> que me tem feito e a se achar sem a <strong>patente</strong> que deve ter na forma das <strong>Minhas Reaes Ordens</strong>”. Vale ainda assinalar que, desde <strong>junho de 1764</strong>, o <strong>regimento de Lagos</strong>, onde estava alocado <strong>Carlos Julião</strong>, havia sido transferido para o <strong>Quartel da Feitoria</strong> em <strong>Oeiras</strong>, onde o nosso <strong>oficial</strong> passaria a residir.</p>
<p>Visto que sua próxima <strong>promoção</strong> só aconteceria treze anos depois da <strong>segunda carta-patente</strong>, cabe uma pausa para investigar quais teriam sido suas <strong>atividades</strong> nesse período.</p>
<p>O <strong>Processo Individual</strong> de Julião, conservado no <strong>AHM</strong>, menciona alguns “<strong>desembarques</strong>” de que ele teria tomado parte, entre os quais seria “de muita attenção a <strong>Expedição do Mazagão</strong>”, ocasião em que “foi salvar a <strong>Habitantes do ditto Prezidio</strong> debaixo do <strong>fogo do Inimigo</strong>, e com <strong>risco evidente da sua vida</strong>”.</p>
<p>Novamente será necessário recorrer ao <strong>documento do AHU</strong> já citado para esclarecer melhor a natureza desta <strong>expedição</strong>. Naquele documento, Julião afirma ter “feito huma <strong>guarda costa</strong> com o Cap.m de mar e Guerra <strong>Bernardo Remires</strong> de hum anno cuja campanha se concluio com o **transporte de moradores da praça de Marzagão [sic]”.</p>
<p><strong>Mazagão</strong> havia sido fundada pelos <strong>portugueses</strong> em 1513 como <strong>entreposto comercial</strong> na costa do atual <strong>Marrocos</strong>, ainda no contexto da fase da <strong>expansão marítima lusitana</strong> na direção do <strong>Magrebe</strong>. Sua <strong>fortaleza</strong>, construída a partir de 1541 segundo projeto do <strong>italiano Benedetto da Ravenna</strong>, era das mais inexpugnáveis edificadas pelos <strong>portugueses</strong>, o que provavelmente explica o fato de Mazagão ter sido o último <strong>baluarte luso</strong> na <strong>costa ocidental da África</strong> a cair, já na <strong>segunda metade do século XVIII</strong>.</p>
<p>Nessa altura, a <strong>cidade</strong>, nas palavras de <strong>António Dias Farinha</strong>, “definhava numa luta intermitente com os mouros”, até que, em 1769, não resistiu ao cerco do <strong>sultão Sidi Mohamede ben Abdala</strong>.</p>
<p>Diante da já pouca <strong>importância</strong> da cidade no sistema <strong>colonial português</strong>, decidiu-se pela sua <strong>evacuação</strong>, para o que foi negociada uma <strong>trégua</strong>.</p>
<p>Ainda segundo Farinha, foi enviada a Mazagão “uma forte <strong>armada</strong> encarregada de trazer todos os <strong>moradores</strong>, a <strong>guarnição militar</strong> e todos os <strong>bens</strong> que fosse possível embarcar”, após o que a <strong>fortaleza</strong> foi <strong>minada</strong>. Seus <strong>habitantes</strong> e <strong>guarnições</strong> foram transportados primeiramente para <strong>Lisboa</strong> e, pouco depois, para a recém-fundada <strong>cidade de Nova Mazagão</strong>, em plena <strong>Amazônia brasileira</strong>, atual estado do <strong>Amapá</strong>.</p>
<p>Se Julião atuou, como afirma, no <strong>transporte dos moradores de Mazagão</strong>, é certo que o <strong>navio</strong> em que servia como <strong>guarda-costas</strong> tenha feito parte da “<strong>forte armada</strong>” reunida para a <strong>evacuação</strong> da cidade ordenada por <strong>D. José I</strong> em 1769.</p>
<p>Como consequência dessa <strong>expedição</strong> e da “<strong>contajoza socciedade</strong>” a que foi submetido, o oficial afirma ter adquirido uma “<strong>rigoroza maligna</strong> com a qual dezembarcou para sua caza sem esperanças de vida, em cuja dilatada e perigoza doença gastou moito do seo patrimônio”49.</p>
<p>Há ainda outro trecho no mencionado <strong>documento de 1781 do AHU</strong> que nos será bastante útil, não só para trazer à tona <strong>atividades</strong> em que Julião esteve envolvido e que não são mencionadas no seu <strong>Processo Individual</strong>, como também para evidenciar a <strong>versatilidade</strong> e o <strong>alcance</strong> de sua <strong>formação militar</strong>. Nele, o oficial afirma que seu <strong>treinamento</strong> na <strong>academia turinense </strong><em>deu <strong>motivo</strong> ao <strong>Superintendente</strong> a fazer o <strong>modelo</strong> da <strong>Fortaleza do Bugio</strong>, que teve a honra de oferecer ao <strong>Sereníssimo Príncipe</strong>; e de ser encarregado de fazer o <strong>modelo em pequeno</strong> da <strong>Estátua Eqüestre</strong>, por <strong>Francisco Xavier de Mendonça</strong>, que, por causa de sua quase repentina morte, não se chegou a <strong>efetuar</strong> em grande escala.</em></p>
<p><em>Uma <strong>peça de artilharia</strong> com seus <strong>reparos em proporção</strong>, fundida por sua própria mão, foi apresentada ao <strong>Marechal Conde de Lippe</strong> na <strong>Aula de São Julião da Barra</strong>. E o <strong>retrato em pedra</strong> do mesmo <strong>Conde de Lippe</strong>, que o <strong>Superintendente</strong> apresentou nas mãos do <strong>Senhor Rei D. José</strong>, de gloriosa memória.</em></p>
<p>Diante de todos esses <strong>dados</strong>, será conveniente analisarmos as <strong>tarefas</strong> uma a uma. Comecemos pela <strong>“fortaleza do Bugio”</strong>.</p>
<p>O <strong>modelo</strong> a que Julião se refere é provavelmente uma <strong>maquete</strong> da <strong>Fortaleza de São Lourenço da Cabeça Seca</strong>, ou do <strong>Bugio</strong>, que está situada no meio do <strong>estuário do Tejo</strong>, em posição fronteiriça ao <strong>Forte de São Julião da Barra</strong>, na altura de <strong>Oeiras</strong>.</p>
<p>Foi construída durante o reinado de <strong>D. João IV</strong> (1604-1656, rei a partir de 1640), com projeto inspirado no <strong>Castel Sant’Angelo de Roma</strong>, que, por sua vez, acabou por servir de modelo para a construção do <strong>Forte de São Marcelo</strong>, ou <strong>Forte do Mar</strong>, em <strong>Salvador</strong>.</p>
<p>Sabemos que o <strong>terremoto de 1755</strong> destruiu o <strong>farol do Bugio</strong>, cuja reconstrução foi ordenada pelo secretário <strong>Sebastião José de Carvalho e Melo</strong> três anos depois. Julião foi possivelmente encarregado de executar uma <strong>maquete</strong> por ocasião da <strong>reedificação do farol</strong>, que só seria concluída em <strong>1775</strong>.</p>
<p>Mas de que se trata o <strong>“modelo em pequeno da Estátua Eqüestre”</strong>? Segundo Julião, o <strong>modelo</strong> desta estátua lhe teria sido encomendado por <strong>Francisco Xavier de Mendonça Furtado</strong> (1700-1769), irmão do futuro <strong>conde de Oeiras</strong> e <strong>marquês de Pombal</strong>, que foi <strong>governador-geral</strong> da <strong>Capitania do Grão-Pará e Maranhão</strong> desde sua criação em 1751 até 1759.</p>
<p><strong>Isabel Mendonça</strong> (2003:6) nos lembra que, por ocasião do retorno de Mendonça Furtado para o <strong>Reino</strong>, os <strong>vereadores de Belém do Pará</strong> solicitaram-lhe que localizasse em Portugal um <strong>artista habilitado</strong> a realizar uma <strong>estátua de D. José I</strong> para ser colocada na <strong>praça fronteiriça</strong> ao novo <strong>Palácio dos Governadores</strong>, edifício que começava a ser construído segundo projeto do arquiteto bolonhês <strong>Antonio José Landi</strong> (1713-1791).</p>
<p>As obras, no entanto, não ocorreram na velocidade planejada, e o <strong>Palácio</strong> só seria terminado em <strong>1772</strong>. Pouco antes disso, em <strong>1769</strong>, os <strong>vereadores da cidade</strong> voltaram a dirigir-se a <strong>Mendonça Furtado</strong>, reiterando o pedido de auxílio para a confecção de uma <strong>estátua do rei</strong> para Belém.</p>
<p>Na ocasião, foi enviado a Portugal inclusive um <strong>projeto de pedestal</strong> para a escultura, também com desenho de <strong>Landi</strong>, que recebeu parecer desfavorável de <strong>Reinaldo Manuel dos Santos</strong> (1731-1791), arquiteto das obras públicas.</p>
<p>Não se sabe a quem teria sido encomendada a <strong>escultura destinada a Belém</strong>, mas é certo que a <strong>morte de Mendonça Furtado</strong> interrompeu a tramitação do projeto, “impedindo assim que em <strong>Belém do Pará</strong> fosse concretizada a ideia pioneira de uma <strong>‘praça real’</strong>, centrada pela primeira <strong>estátua régia</strong> da arte portuguesa” (Mendonça 2003:6).</p>
<p>É curioso que <strong>Julião</strong> tenha sido implicado nesse processo, ao realizar um <strong>modelo em escala</strong> – talvez de <strong>cera</strong> ou mesmo <strong>fundido em bronze</strong> – de uma escultura de <strong>D. José I</strong> planejada para ocupar o centro de uma <strong>praça idealizada por Landi</strong> no Pará.</p>
<p>Além das <strong>maquetes de fortalezas</strong> e <strong>modelos de esculturas</strong>, <strong>Julião</strong> inclui no rol de suas competências a <strong>fundição de peças de artilharia</strong>, de que teria dado provas ao próprio <strong>conde de Lippe</strong> na <strong>Aula de São Julião da Barra</strong>. Vale lembrar que o <strong>Forte de São Julião da Barra</strong> era onde estava aquartelado o <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong> desde sua criação, em <strong>1762</strong>.</p>
<p>No mesmo <strong>alvará</strong> que ordena a constituição do <strong>Regimento</strong>, cria-se “uma <strong>aula</strong> em que se dessem lições e fizessem <strong>exercícios práticos</strong> três dias por semana, sendo hora e meia de manhã e uma hora de tarde” (<strong>Cordeiro</strong> 1895:262).</p>
<p>Ou bem <strong>Julião</strong> esteve envolvido com esses <strong>‘exercícios práticos’</strong>, ou apenas tencionava impressionar <strong>Lippe</strong>, diante da <strong>falta crônica de fundidores em Portugal</strong>, como faz notar <strong>Cordeiro</strong> (1895:207).</p>
<p>Resta ainda comentar sua declarada habilidade de <strong>escultor</strong>, comprovada pela execução de um <strong>retrato em pedra</strong> do <strong>conde de Lippe</strong>, apresentado ao rei <strong>D. José</strong>. Sem dúvida, entramos aqui numa seara que ultrapassa a qualificação técnica própria da <strong>formação militar</strong>, aproximando <strong>Julião</strong> das expressões de cunho <strong>artístico</strong>.</p>
<p>É curioso, de todo modo, que o oficial faça tão raras referências à sua destreza no <strong>desenho</strong>, o que não deixa de ser notado, no entanto, pelo capitão <strong>José Sanches de Brito</strong> (?-1797), quando louva a conduta honrada de <strong>Julião</strong>, que, em sua opinião, congrega “todas as <strong>Artes precisas</strong> a um perfeito <strong>Militar</strong>, quais são o <strong>desenho</strong>, a <strong>Fortificação</strong>, a <strong>Fundição dos metais</strong> e a <strong>fatura de Artilharia</strong>”.</p>
<p>É ainda <strong>Brito</strong> que, no mesmo documento, enfatiza que <strong>Julião</strong> foi “destacado em uma <strong>Palla de Guerra</strong> para nela ensinar o <strong>serviço de Artilharia</strong> a bordo dos Navios”, o que o situa também como um oficial hábil no <strong>ensino da artilharia naval<sup>53</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>53</sup></strong> Silvestre Ribeiro (1871: t.1, 304) enfatiza que “<strong>os Regimentos de Artilharia de S.João (sic) da Barra e de Lagos</strong> seriam egualmente bem instruídos em todos os exercícios e manobras, necessários para o serviço da artilheria a bordo dos navios”</div>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">3. Embarque para os Estados da Índia</div></h3>
<p>Ainda em referência aos <strong>“desembarques”</strong> citados no seu <strong>Processo Individual</strong>, consta que <strong>Julião</strong> teria também viajado aos “Brasis, Índia e China”**, embora nesse documento as <strong>datas</strong> de tais viagens não sejam mencionadas.</p>
<p>Mais uma vez, recorremos à <strong>documentação</strong> constante em outros arquivos, no intuito de esclarecer o caráter das <strong>missões</strong> de <strong>Julião</strong> no <strong>ultramar português</strong>.</p>
<p>Comecemos por destacar uma <strong>carta</strong> do <strong>coronel Weinholtz</strong> endereçada ao <strong>conde de Lippe</strong> e datada de <strong>Faro, 21 de maio de 1777</strong>. Nela, o coronel do <strong>Regimento de Artilharia de Lagos</strong> relata que</p>
<p><em><strong>Mon ancien Régiment</strong> fût divisé <strong>l’an 1774</strong> en <strong>grands Détachements</strong>, dont les premiers embarquèrent sur les <strong>vaisseaux du Roy</strong>, et les derniers, qui étaient de <strong>cinq Compagnies</strong>, se rendirent par ordre de <strong>Sa Majesté</strong> dans le <strong>pays-ci</strong>, où, avec d’autres <strong>semblables Détachements</strong> tirés des autres <strong>Régiments d’Artillerie</strong>, se forma, sous les ordres de <strong>M. Ferrier</strong>, un <strong>nouveau Régiment d’Artillerie</strong>.<strong><sup>55</sup></strong></em></p>
<div class="wpz-sc-box info   "><strong><sup>55</sup>  “Meu antigo regimento</strong> foi dividido no ano de <strong>1774</strong> em grandes <strong>destacamentos</strong>, sendo que os primeiros embarcaram nas <strong>naus do Rei</strong>, e os últimos, que eram de <strong>cinco companhias</strong>, foram distribuídos por ordem de <strong>Sua Majestade</strong> pelo <strong>país</strong>, ou, com outros <strong>destacamentos similares</strong> tirados de outros <strong>regimentos de artilharia</strong>, foi formado, sob as ordens do <strong>Sr. Ferrier</strong>, um novo <strong>Regimento de Artilharia</strong>.”</div>
<p><strong>Artilharia</strong>. É de se supor que muito do trabalho de <strong>Julião</strong> em seu período no <strong>Oriente</strong> tenha, de alguma forma, se desenvolvido ali.</p>
<p>Para outros eventuais serviços em que <strong>Julião</strong> pode ter estado envolvido na <strong>Índia</strong>, é necessário recorrer novamente ao seu <strong>Processo Individual</strong>. Lá está mencionada uma viagem do oficial a <strong>Macau</strong>, “aonde foi por insinuação de <strong>Martinho de Mello<sup>58</sup></strong>, Secretário d’Estado, tirar a planta de todo o distrito, que pertence a V. Alteza Real, o que executou com a maior exatidão, e entregou ao dito Ministro”.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>58</sup> </strong> <strong>Martinho de Melo e Castro</strong> (1716-1795) foi um dos secretários de Estado portugueses que mais tempo se manteve no corpo ministerial. Iniciou sua carreira como diplomata, tendo sido embaixador em <strong>Haia</strong> (1751) e <strong>Londres</strong> (1754). Foi nomeado para a <strong>Secretaria de Estado da Marinha e Ultramar</strong> em <strong>1770</strong> e nesse cargo permaneceu até sua morte.</div>
<p>Em <strong>1773</strong>, segundo lembra <strong>Tenreiro</strong> (2007), <strong>Melo e Castro</strong> parece ter tido um interesse especial por <strong>Macau</strong>, chegando a propor um plano de reforma da cidade. Esta é provavelmente a causa de ter solicitado que fosse tirada a planta do local.</p>
<p>A ordem foi dada ao <strong>governador da Índia</strong>, que deve tê-la transmitido às autoridades militares em <strong>Goa</strong>, responsáveis por designar <strong>Carlos Julião</strong> para a tarefa. É o que nos sugere o capitão <strong>José Sanches de Brito</strong>, ao escrever que <strong>Julião</strong> “para tirar a Planta da Cidade de <strong>Macau</strong> foi mandado aquele Porto pelo Governador, e Capitão General da Índia, cujas Comissões cumpriu com satisfação e honra”.</p>
<p>No entanto, este levantamento, que o oficial afirma ter executado com exatidão e ter entregue ao ministro, não foi localizado nos arquivos consultados em <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>Na verdade, a identificação deste tipo de documento é bastante difícil, visto que frequentemente os desenhos não são assinados ou datados e foram separados da correspondência de que seriam um anexo pela lógica da organização documental dos arquivos portugueses.</p>
<p>A título de exemplo, reproduzimos aqui uma planta de <strong>Macau</strong> que não traz indicação de autoria e não é datada, mas que é certamente contemporânea do trabalho executado por <strong>Carlos Julião</strong>. [Figura 66]</p>
<figure id="attachment_50295" aria-describedby="caption-attachment-50295" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50295 size-large" title="Autor desconhecido. Planta da cidade e península do nome de Deos Macáo na China, sem data (século XVIII). Grafite e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-1024x692.png" alt="Autor desconhecido. Planta da cidade e península do nome de Deos Macáo na China, sem data (século XVIII). Grafite e aquarela sobre papel.Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa." width="800" height="541" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-1024x692.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-300x203.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-768x519.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-1536x1038.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66-800x540.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/11/figura-66.png 1726w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50295" class="wp-caption-text">Figura 66 &#8211; Autor desconhecido. Planta da cidade e península do nome de Deos Macáo na China, sem data (século XVIII). Grafite e aquarela sobre papel. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa.</figcaption></figure>
<p>Sabemos que <strong>Julião</strong> só retornaria a <strong>Lisboa</strong> em julho de <strong>1780</strong>. Visto que a <strong>Elevação e fachada</strong>, obra analisada no capítulo anterior, traz a data de <strong>maio de 1779</strong>, parece bastante razoável supor que a nau <strong>Nossa Senhora da Madre de Deus</strong>, em que o oficial servia, tenha ancorado em <strong>Salvador</strong> no seu retorno da <strong>Ásia</strong>.</p>
<p>Aliás, convém lembrar, conforme aponta <strong>Boxer</strong> (2002: 234), que a <strong>coroa portuguesa</strong> sempre tentou evitar e mesmo proibir que os navios da <strong>Carreira da Índia</strong> aportassem no <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Concorriam para essa proibição o grande número de deserções ocasionado pela escala, além do estabelecimento de copioso comércio ilegal de produtos orientais em troca de <strong>ouro</strong> e <strong>tabaco brasileiros</strong>.</p>
<p>No entanto, em meados do século <strong>XVIII</strong>, sob diversos pretextos, que iam da necessidade de reparos, ou da falta de provisões às más condições do tempo, a parada no <strong>Brasil</strong>, e com maior frequência em <strong>Salvador</strong>, tornou-se uma prática, e foi mesmo ratificada pelo <strong>governo português</strong>.</p>
<p>Se considerarmos que a viagem de <strong>Salvador</strong> a <strong>Lisboa</strong> durava por volta de dois meses e meio a três meses, e sabendo que <strong>Julião</strong> chegou a <strong>Portugal</strong> em <strong>julho de 1780</strong>, é fácil supor que a nau tenha deixado o <strong>Brasil</strong> por volta de <strong>abril</strong> deste ano.</p>
<p>Quanto à data de chegada ao país, contudo, só podemos por enquanto trabalhar com suposições. Diante de uma viagem que levava de seis a oito meses, os navios que deixavam <strong>Goa</strong> em direção a <strong>Lisboa</strong> procuravam zarpar ao final de <strong>dezembro</strong>, na tentativa de evitar chegar à latitude do <strong>Cabo da Boa Esperança</strong> no auge do inverno, quando a navegação é bastante dificultada pelas tempestades na região. Se é que essa regra se cumpriu no caso da nau <strong>Madre de Deus</strong>, os viajantes devem ter aportado no <strong>Brasil</strong> em <strong>março</strong> ou <strong>abril de 1779</strong>. Isso nos garante que <strong>Julião</strong> tenha permanecido no país ao menos por cerca de um ano.</p>
<p>Da mesma forma, permanecemos no campo das hipóteses no que diz respeito aos locais pelos quais teria passado no território brasileiro. É possível auferir de sua produção iconográfica a estadia em <strong>Salvador</strong> (<strong>Elevação e fachada</strong>), além de <strong>Rio de Janeiro</strong> e do distrito diamantino do <strong>Serro do Frio</strong>, em <strong>Minas Gerais</strong> (<strong>Figurinhas de brancos e negros</strong>, da <strong>FBN</strong>).</p>
<p>Por outro lado, em correspondência trocada entre o <strong>governador de Pernambuco</strong>, <strong>d. Tomás José de Melo</strong>, e o <strong>secretário Martinho de Melo e Castro</strong>, datada de <strong>19 de dezembro de 1788</strong>, encontramos uma menção ao nome de <strong>Julião</strong>.</p>
<p>Na carta, o <strong>governador</strong> enfatiza a necessidade de reorganização dos regimentos de <strong>Olinda</strong> e <strong>Recife</strong>, assim como queixa-se da decadência do corpo de <strong>artilharia</strong>. Segundo ele, a solução seria trazer para <strong>Pernambuco</strong> um oficial com patente de capitão, “para o qual posto, me lembro de um muito hábil, que é <strong>Carlos Julião</strong>, Capitão de uma das Companhias graduadas do <strong>Regimento de Artilheria da Corte</strong>”.</p>
<p>A citação poderia sugerir que <strong>Julião</strong> tivesse estado também em <strong>Pernambuco</strong>, onde teria conhecido o <strong>governador</strong>. Contudo, sabemos que <strong>d. Tomás José de Melo</strong> tomou posse do governo da capitania em <strong>dezembro de 1787</strong>, permanecendo no cargo por onze anos. Por esta época, nosso oficial já estava de volta a <strong>Lisboa</strong>, onde é mais provável que tenha ocorrido o encontro dos dois.</p>
<p>Fatos importantes ocorreram em <strong>Portugal</strong> enquanto <strong>Julião</strong> esteve servindo na <strong>Índia</strong>, alguns dos quais teriam impacto no prosseguimento de sua carreira no <strong>exército</strong>. Em <strong>1776</strong>, por exemplo, foi ordenada a incorporação de todos os integrantes do antigo <strong>Regimento de Artilharia de Lagos</strong> (de que <strong>Julião</strong> fazia parte) ao <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong>. Por outro lado, a <strong>morte de d. José I</strong> em <strong>fevereiro de 1777</strong> traria ao trono “a piedosa” <strong>d. Maria I</strong>, provocando o afastamento do até então todo-poderoso ministro, o <strong>marquês de Pombal</strong>, e dando início ao período conhecido como a <strong>“Viradeira”</strong>.</p>
<p>No que diz respeito ao <strong>exército</strong>, a <strong>Viradeira</strong> representou um certo recuo com relação ao processo de profissionalização do militar que havia sido deflagrado durante o período <strong>pombalino</strong>. O <strong>exército</strong> verá voltar à cena, em postos de comando, os antigos <strong>aristocratas</strong>, como também se generalizará um certo clima de animosidade dirigida aos <strong>estrangeiros</strong> que serviam como oficiais.</p>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">4. O retorno a Portugal e a busca de reconhecimento</div></h3>
<p>É claro que um longo período de serviços nos domínios <strong>ultramarinos</strong> habilitava os envolvidos a requisitar benefícios em forma de <strong>mercês</strong> e <strong>promoções</strong> à <strong>Coroa</strong>, e não há porque não considerar que <strong>Julião</strong> tenha se fiado nessa prática, que remontava ao tempo das <strong>Descobertas</strong>, para esperar por recompensas que julgava merecidas. Com efeito, desde seu retorno a <strong>Lisboa</strong> em <strong>1780</strong>, nosso oficial inicia uma sequência de <strong>correspondências</strong> em que solicita <strong>mercês</strong> como pagamento pelos serviços prestados.</p>
<p>Em primeiro lugar, reclama a <strong>patente de capitão</strong> que lhe havia sido prometida e que, segundo ele, só não lhe fora concedida por se achar ausente da <strong>Corte</strong>. Como fica bastante claro na seguinte passagem, <strong>Julião</strong> sentia-se preterido, pois, a não ser pelo embarque para que o nomearam na <strong>Nau Nossa Senhora da Madre de Deus</strong>, o <strong>Sup.te</strong> seria <strong>Cap.m de Bombeiros</strong> na promoção que se fez no seu <strong>regimento</strong> no ano de <strong>1776</strong>, em a qual, por efeito de se achar em distante serviço, foi preterido. Sendo certo que o mesmo <strong>General McLean<sup>62</sup></strong> deu sua palavra de honra ao <strong>Coronel Dalemcour<sup>63</sup></strong> de que, logo que o <strong>Sup.te</strong> chegasse da <strong>Índia</strong>, o faria <strong>Cap.m de Bombeiros</strong>, como mostra pela atestação do mesmo <strong>Dalemcour</strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>62</sup> General Francis Maclean</strong> (c.1717-1781), um dos oficiais enviados pelos ingleses a Portugal em 1762, foi comandante do Regimento de Infantaria de Almeida.</p>
<p><strong><sup>63</sup> Luís D’Alincourt</strong>, coronel do Regimento de Artilharia da Corte.</div>
<p>É portanto, na certeza de sua <strong>promoção a capitão</strong>, que deveria acontecer assim que encerrada a viagem à <strong>Ásia</strong>, que <strong>Julião</strong> assina a prancha da <strong>Elevação e fachada</strong>, o prospecto de <strong>Salvador</strong>, como “<strong>Capitão de mineiros do Regimento de Artilharia da Corte</strong>” (grifo nosso).</p>
<p>Note-se que, conforme o documento do <strong>AHU</strong>, os oficiais chegados do serviço na <strong>Índia</strong> deveriam ser incorporados ao <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong> nos postos que estivessem vagos.</p>
<p>Portanto, em nossa opinião, a nomeação para comandar uma <strong>companhia de mineiros</strong> não pode ser vista como uma opção feita pelo oficial, ou mesmo que o fato pressuponha algum tipo de especialização ou expertise<strong><sup>65</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>65</sup>  Tenreiro</strong>, em especial, enfatiza essa questão quando afirma: “<strong>becoming a Captain, with the expertise of mining</strong>” ou “<strong>the Royal Artillery Regiment was (&#8230;) divided into two expertises – that of crafts and that of mining – and Julião’s choice was the latter</strong>” (“<strong>tornando-se Capitão, com especialização em minas</strong>”, “<strong>o Real Regimento de Artilharia era [&#8230;] dividido em duas especializações – a dos ofícios e a de minas – e a escolha de Julião foi a última</strong>”.</div>
<p><strong>Julião</strong> tinha, como vimos, uma sólida formação como oficial de <strong>artilharia</strong>, para o que era necessário reunir conhecimentos na área da <strong>manufatura de armas de guerra</strong> – o fabrico da <strong>pólvora</strong> para projéteis, bombas e minas, das melhores ligas para fundição de peças de <strong>bronze</strong> para <strong>canhões</strong> e outros instrumentos bélicos, além de ter domínio da <strong>matemática</strong> e <strong>física</strong> para ser capaz de calcular a trajetória de um projétil, o que influi no cálculo de sistemas de defesa e <strong>fortificação</strong>. No entanto, nos parece um tanto excessivo considerá-lo “engenheiro, especialista em <strong>metalurgia</strong>, <strong>mineralogia</strong> e <strong>química</strong>” (Lara 2007:242).</p>
<p>É claro que, sendo a <strong>artilharia</strong> a arma mais “científica” do exército, existia uma proximidade a relação entre a prática do oficial de artilharia e a do engenheiro militar, como destacado por <strong>Lyra Tavares</strong>, reflete o que ele chama de “<strong>binômio artilharia-engenharia</strong>” (Tavares, 1965).</p>
<p>A <strong>origem da engenharia militar</strong>, como corporação, está nas companhias de artífices e mineiros dos regimentos de artilharia.</p>
<p>No entanto, não há qualquer documentação que comprove que J<strong>ulião tenha atuado como engenheiro militar</strong> em sua carreira.</p>
<p>Mesmo as <strong>vistorias de fortificações</strong> a que foi designado mais tarde, como veremos, referem-se à avaliação do estado da artilharia e das munições, e não das condições físicas das edificações.</p>
<p>A patente de capitão, que Julião tanto almejava, só seria confirmada em julho de 1781, quando ele assumiu o comando da companhia de mineiros.</p>
<p>Contudo, o desejo de ser recompensado pelos seus <strong>dezessete anos de dedicação ao exército</strong> o levou a solicitar, logo após seu retorno a Lisboa, em setembro de 1780, a mercê do <strong>Hábito da Ordem de Cristo</strong> com a correspondente tença, como pagamento pelos serviços prestados no ultramar.</p>
<p>Alega que seus serviços não foram devidamente remunerados. Embora o documento não deixe dúvidas sobre a validade dos serviços prestados por Julião, a mercê não lhe foi concedida.</p>
<p>Anos depois, em 1789, Julião desistiu de receber o <strong>benefício do Hábito da Ordem de Cristo</strong>, aceitando apenas uma <strong>tença</strong>.</p>
<p>A decisão foi tomada após perceber a <strong>“repugnância” da autoridade competente em conceder-lhe a mercê</strong>, e ele preferiu se conformar com a <strong>“real vontade”</strong>.</p>
<p>Juntou à sua solicitação uma <strong>declaração de renúncia de tença</strong>, que foi formalizada pelo tabelião da cidade de Oeiras, Manoel Freire de Faria. Dessa vez, uma <strong>tença efetiva de 65 mil réis</strong> foi concedida, com base nos seus serviços como <strong>segundo e primeiro-tenente</strong>. A renúncia ao benefício foi, então, formalizada.</p>
<p>Em dezembro de <strong>1790</strong>, Julião volta a requerer o <strong>reconhecimento real</strong>, requisitando agora o <strong>Hábito da Ordem de São Bento de Avis</strong> e <strong>tença equivalente</strong>, novamente com possibilidade de renunciar.</p>
<p>A “<strong>repugnância</strong>” de <strong>d. Maria I</strong> parece não ter sido tanta dessa vez, já que em <strong>janeiro de 1791</strong> lhe é passada a <strong>carta de padrão</strong> do Hábito da <strong>Ordem de Avis</strong>, com <strong>tença efetiva de 45 mil réis</strong> e possibilidade de renúncia de parte dela, <strong>33 mil réis</strong>, a que ele renuncia em favor de <strong>d. Ana Apolónia de Vilhena Abreu Soares</strong>.</p>
<p>Em março, assina-se o <strong>alvará</strong> para que Julião seja armado <strong>Cavaleiro da Ordem</strong>, acompanhado de <strong>carta de hábito</strong>, <strong>alvará de profissão</strong> e <strong>carta de quitação</strong>.</p>
<p>Antes de seguir adiante, cabe citar <strong>Fernanda Olival</strong>, que nos lembra “o quanto a <strong>liberalidade</strong>, o gesto de dar, era considerado, na <strong>cultura política do Antigo Regime</strong>, como virtude própria de reis” (2001:15), e o quanto a sobrevivência e a longevidade da <strong>monarquia portuguesa</strong> (como também de outras) dependeram dessa capacidade de retribuir os <strong>serviços políticos, administrativos e militares</strong> prestados em seu nome com <strong>honras</strong>, <strong>benefícios</strong> e <strong>privilégios</strong>. Desde <strong>1551</strong>, a <strong>Coroa portuguesa</strong> havia incorporado perpetuamente por <strong>bula papal</strong> o controle dos <strong>Mestrados das três ordens militares</strong> do reino – a de <strong>Cristo</strong>, de <strong>Santiago</strong> e de <strong>São Bento de Avis</strong> – descendentes das ordens medievais de cavalaria ligadas às <strong>cruzadas</strong> à <strong>Terra Santa</strong> e às batalhas de reconquista da <strong>Península Ibérica</strong> aos <strong>mouros</strong>.</p>
<p>Em pleno <strong>século XVI</strong>, os <strong>mouros</strong> já não representavam uma ameaça tão relevante, pelo menos não em território luso. Interessava, ao contrário, enfrentá-los em suas próprias terras, no <strong>norte da África</strong>, assim como estender mais e mais o poderio de <strong>Portugal</strong> pelos territórios recém-conquistados.</p>
<p>A distribuição honorífica das ordens passou a estar então diretamente relacionada seja à <strong>defesa das praças da África</strong>, seja a períodos de serviço à <strong>Coroa</strong> nos <strong>Estados da Índia</strong>. Para a <strong>África</strong>, exigia-se, no entanto, um período menor de permanência (cerca de três anos), já que as oportunidades de enriquecimento ali eram quase inexistentes.</p>
<p>Ao contrário do que acontecia na <strong>Índia</strong>, por sua vez, onde o tempo de serviço exigido não só era maior, como os feitos que justificavam a concessão da <strong>mercê</strong> deveriam ser particularmente notáveis.</p>
<p>De fato, nenhum <strong>hábito</strong> ou <strong>comenda</strong> podia ser alcançado sem que fosse por remuneração de <strong>serviços feitos à Coroa</strong>, noção que estava claramente enraizada na sociedade portuguesa desde finais do <strong>Quinhentos</strong>.</p>
<p>Outra <strong>bula papal</strong>, de <strong>1570</strong>, passou a limitar a concessão de <strong>mercês</strong> e <strong>comendas</strong> das três ordens militares portuguesas a requerentes que pudessem comprovar “<strong>pureza de sangue</strong>” (não ascendência <strong>judia</strong> ou <strong>moura</strong>), como também “<strong>limpeza de ofícios</strong>”, já que os contemplados não poderiam ser filhos ou netos de <strong>oficiais mecânicos</strong>. Consequentemente, do ponto de vista do seu <strong>estatuto social</strong>, um <strong>cavaleiro do hábito</strong> era – e assim foi visto até o <strong>século XVIII</strong> – antes de tudo, um <strong>servidor honrado do rei</strong>, ao que se acrescentava ser “<strong>limpo de sangue</strong> e com patrimônio suficiente para não sujar as mãos com trabalho” (Olival 2001:56). Essa situação perdurou até <strong>1773</strong>, quando foram abolidas em definitivo as distinções entre <strong>cristãos-novos</strong> e <strong>cristãos-velhos</strong> em <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>Das três ordens militares, a de <strong>Cristo</strong> era de longe a mais procurada e a mais prestigiosa. Ainda segundo Olival, “acontecia por vezes de se solicitar uma <strong>comenda</strong> ou <strong>hábito</strong> sem especificar a <strong>ordem</strong>. Aceitava-se, contudo, com maior satisfação, a <strong>insígnia de Cristo</strong>” (2001:8).</p>
<p>Não é, portanto, de admirar que Julião a tivesse requerido em sua primeira tentativa. Entretanto, uma <strong>carta de lei</strong> de <strong>19 de junho de 1789</strong> expedida pela rainha <strong>d. Maria I</strong> procede a uma grande reforma na regulamentação das ordens.</p>
<p>Fica estabelecido, a partir de então, que os <strong>serviços militares</strong> seriam recompensados exclusivamente com a <strong>Ordem de Avis</strong>, enquanto a <strong>Ordem de Santiago</strong> serviria a agraciar os <strong>magistrados</strong>, reservando-se a <strong>insígnia de Cristo</strong> para os <strong>cargos políticos</strong> e para os altos <strong>postos civis</strong> e <strong>militares</strong>.</p>
<p>As <strong>ordens militares</strong> passaram a ser, então, menos uma concessão de <strong>privilégios</strong> que um <strong>reconhecimento de distinção profissional</strong>. Não há dúvidas que Julião tenha visto, nessa reforma promovida pela rainha, a sua chance de <strong>condecoração</strong>.</p>
<p>Quase nada se sabe sobre as atividades de <strong>Carlos Julião</strong> no período de quinze anos em que serviu no <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong>, mas uma pista nos é fornecida mais uma vez pela documentação do <strong>AHM</strong>. Em seu <strong>Processo Individual</strong> menciona-se que foi encarregado pelo <strong>marechal-general</strong>, <strong>Duque de Lafões<sup>73</sup></strong>, “de .<strong>vizitar toda a Artilharia das Fortificações da Província de Estremadura</strong>, de que deu <strong>exata carta</strong>, apresentando <strong>relações</strong> as mais bem <strong>circunstanciadas</strong> do <strong>estado da artilharia</strong> e <strong>munições de guerra</strong> que nas mesmas existiam, incumbência esta que certamente foi cumprida entre <strong>1791</strong> e <strong>1795</strong>.</p>
<h3><div class="wpz-sc-box normal  rounded ">5. Arsenal Real do Exército</div></h3>
<p><strong>Nesse ano de 1795</strong>, <strong>Julião</strong> recebe sua <strong>primeira patente</strong> de oficial superior, a de <strong>sargento-mor</strong>, agora com exercício no <strong>Arsenal Real do Exército</strong>. Neste local, passaria a se desenrolar o restante de sua carreira militar.</p>
<p>Quando <strong>Julião</strong> foi transferido para o <strong>Arsenal do Exército</strong>, este era <strong>um dos maiores estabelecimentos fabris de Portugal</strong>, empregando mais de <strong>mil funcionários</strong> distribuídos em <strong>25 diferentes oficinas</strong>.</p>
<p>Ali se concentrava todo o processo de <strong>confecção de material de guerra</strong> (armas e munições) para suprimento do <strong>exército</strong> e da <strong>marinha do país</strong>, assim como a logística de seu <strong>armazenamento e distribuição</strong> para as <strong>forças militares do Reino e ultramar</strong>.</p>
<p>Em suas oficinas, eram produzidos ainda todos os <strong>componentes dos uniformes</strong> de oficiais servindo na corte e colônias, além de outros artefatos, como, por exemplo, <strong>instrumentos cirúrgicos</strong>.</p>
<p>O Arsenal abrigava ainda um importante <strong>centro de formação artística</strong>, a <strong>Aula de Desenho, Gravura e Lavra de Metais</strong>, tendo sido confeccionadas em suas oficinas duas das obras mais representativas da <strong>arte portuguesa do final do Antigo Regime</strong>: a <strong>estátua eqüestre de d. José I</strong> e a <strong>baixela de prata</strong> oferecida pelo regente <strong>d. João</strong> ao <strong>duque de Wellington</strong> em 1814.</p>
<p>No <strong>último quartel do século XVIII</strong>, o Arsenal compreendia um complexo de <strong>três edifícios</strong>: as chamadas <strong>Fundições de Baixo, de Cima e de Santa Clara</strong>. A <strong>Fundição de Baixo</strong> funcionava no edifício hoje ocupado pelo <strong>Museu Militar de Lisboa</strong>, que veio a substituir antigos <strong>depósitos de artilharia destruídos pelo terremoto de 1755</strong>.</p>
<p>A <strong>Fundição de Cima</strong> fora instalada em edifícios fronteiriços ao templo de <strong>Santa Engrácia</strong>, atual <strong>Panteão Nacional</strong>, adaptados no início dos anos 1760 para abrigar a fabricação de <strong>bocas de fogo</strong>.</p>
<p>Na década de 1770, o conjunto foi acrescido da <strong>Fundição de Santa Clara</strong>, construída sobre as <strong>ruínas do antigo convento de clarissas</strong> datado do século XIII, um dos mais importantes edifícios conventuais de Lisboa, totalmente arrasado pelo <strong>terremoto</strong>.</p>
<p>Ali ficaram concentradas as <strong>fábricas de armas</strong>, bem como <strong>casas para habitação de oficiais</strong>.</p>
<p><strong>A organização do Arsenal</strong>, assim como o <strong>incremento substantivo de sua atividade</strong> nesse período, deve ser entendida no contexto das <strong>reformulações conduzidas nas forças armadas portuguesas</strong> pelo <strong>conde de Lippe</strong>, responsável por renomear a antiga <strong>Tenência</strong> para <strong>Arsenal Real do Exército</strong>.</p>
<p><strong>Bartolomeu da Costa</strong> (1731-1801) também desempenhou um papel essencial no comando da instituição, que exerceu de <strong>1762 até sua morte</strong>. <strong>Militar de carreira</strong> e engenheiro, Costa destacou-se como o mais notável <strong>fundidor de artilharia em Portugal</strong>, sendo responsável por regular os <strong>calibres das bocas de fogo</strong> e construir <strong>fornos especializados</strong> para as atividades fabris.</p>
<p>Em <strong>1774</strong>, foi promovido a <strong>brigadeiro</strong> e nomeado <strong>Intendente Geral das Fundições</strong> como reconhecimento pelos serviços prestados na fundição da <strong>estátua eqüestre de d. José I</strong>.</p>
<p>Para entender as atividades de <strong>Julião</strong> no Arsenal, é necessário recorrer ao seu <strong>Processo Individual</strong>. Um parecer assinado por <strong>Bartolomeu da Costa</strong>, datado de <strong>31 de março de 1800</strong>, é dirigido ao <strong>Ministro da Guerra</strong> e destaca as incumbências de Julião. No documento, lê-se que <strong>Julião</strong> foi designado por <strong>Sua Alteza Real</strong> para auxiliar o <strong>Regimento de Artilheria Francezes Emigrados</strong>, requisitando do Arsenal os <strong>géneros necessários</strong> para as reparações do trem deste regimento e dos <strong>armamentos da Armada Auxiliar Britânica</strong>. O parecer elogia o oficial por sua <strong>dedicação e zelo</strong> em todas as tarefas.</p>
<p>Em <strong>1800</strong>, aos <strong>60 anos</strong>, <strong>Julião</strong> inicia o processo de <strong>requisição de nova promoção</strong> ao posto de <strong>tenente-coronel</strong>. Sua nomeação, justificada pelo <strong>tempo de serviço</strong> e pelas atividades realizadas no <strong>Inventário do Arsenal Real</strong>, foi concedida em <strong>14 de novembro de 1802</strong>, embora a <strong>carta patente</strong> tenha sido emitida apenas em <strong>novembro de 1804</strong>.</p>
<p>Por ocasião dessa solicitação, Julião redigiu um documento, atualmente anexado ao seu <strong>Processo Individual</strong>, preservado no <strong>AHM</strong> (Arquivo Histórico Militar). Nesse texto, ele lista suas principais conquistas no exército português, embora sem datas específicas. Esse documento foi utilizado como base por autores como <strong>Cunha (1960)</strong>, <strong>Lara (2002 e 2007)</strong> e <strong>Tenreiro (2007 e 2008)</strong> para compor biografias de Julião.</p>
<p>No ano de <strong>1801</strong>, <strong>Carlos Julião</strong> aparece como <strong>tradutor</strong> de uma obra publicada pela <strong>Tipografia do Arco do Cego</strong>, intitulada <em>Experiências e observações sobre a liga dos bronzes, que devem servir nas fundições das peças de artilharia</em>, de <strong>Carlos Antonio Napion</strong>, tenente-coronel da Artilheria da Corte. A tradução, realizada por <strong>Julião</strong>, é creditada como:</p>
<p><em>&#8220;Carlos Julião, sargento-mor com exercício no Arsenal Real. Lisboa na Typographia Chalcographica, Typoplastica e Litteraria do Arco do Cego. Anno MDCCCI.&#8221;</em></p>
<p>Por <strong>Ordem Superior</strong>. Seu autor, o oficial <strong>Carlo Antonio Galeani Napione</strong>, era também natural de <strong>Turim</strong> e havia chegado a <strong>Portugal</strong> no ano anterior, a convite do <strong>secretário da Marinha e Ultramar</strong>, <strong>d. Rodrigo de Sousa Coutinho</strong> (1755-1812)<strong><sup>80</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>80</sup></strong> Natural de uma família de <strong>políticos</strong> e <strong>diplomatas</strong> da <strong>aristocracia portuguesa</strong> – o pai foi <strong>governador em Angola</strong> e o irmão <strong>embaixador na Dinamarca, Turim, Londres e Roma</strong> – <strong>Sousa Coutinho</strong> foi educado para a <strong>carreira política</strong> no <strong>Colégio dos Nobres</strong> e na <strong>Universidade de Coimbra</strong>. Aos <strong>23 anos</strong>, foi enviado como <strong>ministro plenipotenciário</strong> a <strong>Turim</strong>, onde viveu <strong>dezessete anos</strong>, retornando a <strong>Lisboa</strong> em <strong>1796</strong>, a pedido do <strong>príncipe d. João</strong>, para assumir a <strong>Secretaria dos Negócios da Marinha e Ultramar</strong> por morte de <strong>Melo e Castro</strong>.</p>
<p>É conhecido por inúmeras iniciativas no sentido de <strong>racionalização da administração financeira do Estado</strong>, em especial quando foi <strong>Presidente do Real Erário</strong> entre <strong>1801 e 1803</strong>, além do notável impulso dado à <strong>produção e difusão de saberes científicos</strong> por meio, por exemplo, do <strong>financiamento a viagens exploratórias</strong> e da <strong>criação da Casa Literária do Arco do Cego</strong>. Partidário da <strong>manutenção da aliança inglesa</strong>, <strong>Sousa Coutinho</strong> parece ter sido um dos <strong>articuladores da transferência da família real para o Brasil</strong>, que ele acompanhou em <strong>1808</strong>. Nesse mesmo ano, no <strong>Rio de Janeiro</strong>, foi agraciado com o título de <strong>conde de Linhares</strong>.</div>
<p><strong>Carlos Antonio Napione</strong> era irmão do <strong>conde Gian Francesco Galeani Napione</strong> (1748-1830), renomado <strong>historiador da corte dos Savoia</strong>. Destinado à carreira militar, iniciou sua formação como <strong>cadete do Corpo Reale d’Artiglieria</strong> em 1771. Aluno de destaque, logo se tornaria instrutor de <strong>exercícios práticos</strong> na <strong>Scuola di Artiglieria</strong>, destacando-se nos estudos de <strong>mineralogia</strong> e <strong>química metalúrgica</strong>. Em 1783, Napione tornou-se <strong>sócio efetivo</strong> da <strong>Reale Accademia delle Scienze di Torino</strong>, no ato de sua constituição.</p>
<p>Entre 1787 e 1790, Napione realizou uma importante <strong>viagem de pesquisa científica</strong> ao lado do major <strong>Francesco Azimonti</strong> (1757-1822), sob ordens do rei <strong>Vittorio Amedeo III</strong> (1726-1796). A dupla percorreu países como <strong>Áustria, Alemanha, Hungria, Transilvânia, Suécia, Inglaterra</strong> e <strong>Escócia</strong>, reunindo conhecimentos sobre <strong>mineralogia</strong> e <strong>metalurgia</strong> que fortaleceriam as ciências naturais no Reino da Sardenha.</p>
<p>De volta ao Piemonte, Napione foi promovido a <strong>capitão</strong> e nomeado membro do <strong>Consiglio delle Miniere</strong> do Reino. Ele assumiu a direção do <strong>Laboratorio Metalurgico</strong> e do <strong>Museo do Regio Arsenale di Torino</strong>, consolidando sua reputação. Em 1795, foi nomeado <strong>inspetor das minas</strong> do Reino da Sardenha (Burdet 1991).</p>
<p>Dois anos depois, Napione publicou o primeiro tratado italiano de mineralogia, intitulado <em>Elementi di Mineralogia esposti a norma delle più recenti osservazioni e scoperte</em> (Turim, 1797). Nesse trabalho, propôs um método de classificação baseado nas <strong>“características complexas”</strong>, utilizando as propriedades físicas dos metais, como <strong>cor, luminosidade, transparência, dureza</strong> e <strong>configuração externa</strong>. Esse método representou o auge da fase descritiva da <strong>mineralogia</strong>, respondendo às demandas práticas da <strong>indústria de minérios</strong>.</p>
<p><strong>Napione</strong> manteve proximidade com <strong>d. Rodrigo de Sousa Coutinho</strong>, futuro <strong>conde de Linhares</strong>, que servia como <strong>ministro plenipotenciário português</strong> junto à corte dos Savoia. <strong>D. Rodrigo</strong>, em correspondências, destacava a importância da colaboração de Napione para o progresso do <strong>exército luso</strong> (Burdet 1991).</p>
<p>A oportunidade de cooperação surgiu com a invasão do Piemonte por <strong>Napoleão Bonaparte</strong> (1769-1821) em 1798. Alegando motivos familiares e de saúde, Napione pediu dispensa e, em 1800, transferiu-se para <strong>Lisboa</strong>, onde foi agregado ao <strong>Regimento de Artilharia da Corte</strong> com patente de <strong>tenente-coronel</strong>.</p>
<p>Por iniciativa de <strong>Coutinho</strong>, Napione realizou uma <strong>viagem de exploração científica</strong> pelas províncias de <strong>Estremadura</strong> e <strong>Beira</strong>, acompanhado pelos irmãos brasileiros <strong>José Bonifácio de Andrada e Silva</strong> (1763-1838) e <strong>Martim Francisco Ribeiro de Andrada</strong> (1775-1844). Esse período marcaria a colaboração científica entre Portugal e Napione, destacando sua contribuição para o desenvolvimento das ciências aplicadas ao exército português.</p>
<p>Em <strong>1801</strong>, torna-se <strong>membro correspondente</strong> da <strong>Academia Real de Ciências de Lisboa</strong> e é nomeado <strong>inspetor do Arsenal Real do Exército</strong>, em substituição ao lendário <strong>Bartolomeu da Costa</strong>, falecido naquele ano. No ano seguinte, assume também a direção da <strong>Fábrica de Pólvora de Barcarena</strong> e da <strong>Fábrica de Refino de Salitre de Alcântara</strong>. Promovido a <strong>brigadeiro</strong> em <strong>1807</strong>, acompanhou a <strong>transferência da família real para o Brasil</strong>.</p>
<p>No <strong>Rio de Janeiro</strong>, a <strong>atividade de Napione</strong> não foi menos notável. Foi feito <strong>membro do Conselho de Guerra</strong> do <strong>príncipe regente d. João</strong>, assim como <strong>inspetor geral da Artilharia</strong>. Fundou a <strong>Fábrica Real de Pólvora</strong> anexa ao <strong>Jardim Botânico</strong>, e foi o primeiro comandante da <strong>Academia Real Militar</strong>, onde ocupava-se das cadeiras de <strong>mineralogia</strong>, <strong>química</strong> e <strong>física</strong>. Quando faleceu no <strong>Brasil</strong>, tinha patente de <strong>tenente-general</strong>.</p>
<p>O fato de <strong>Julião</strong> ter traduzido a <strong>obra de um conterrâneo</strong>, <strong>oficial de carreira</strong> como ele e que era seu <strong>superior na mesma unidade</strong>, são <strong>indícios suficientes</strong> para supor uma <strong>ligação com Napione</strong>, que, ademais, pode ser confirmada também por meio de outros <strong>documentos</strong> além da publicação citada acima. Mais importante, esta <strong>proximidade</strong> traz à tona um especial <strong>interesse de Julião pelas ciências naturais</strong>, que, até então, não era de todo <strong>perceptível em sua trajetória</strong>.</p>
<p>Com efeito, encontramos <strong>menção mais explícita</strong> a esse <strong>interesse</strong> em <strong>ofício dirigido em 1803</strong> pelo <strong>governador de São Paulo</strong>, <strong>Antonio José da Franca e Horta</strong> (1753-1823), ao <strong>visconde de Anadia</strong>, <strong>João Rodrigues de Sá e Melo</strong> (1755-1809), então <strong>secretário da Marinha e Ultramar</strong>. Neste <strong>ofício</strong>, o governador afirma que</p>
<p><em><strong>Tendo-me mostrado</strong> o <strong>Sargento-Mor Carlos Julião da Fundição</strong> huma <strong>Collecção de Madeiras</strong> de todo o <strong>nosso Reino</strong>, e <strong>América</strong>, incluída huma <strong>única desta Capitania</strong>, me <strong>rogou</strong> lhe <strong>mandasse</strong> as que me fossem <strong>possíveis</strong>, ou <strong>todas p.a bem de completar</strong> a sua <strong>Collecção</strong>.<strong><sup>82</sup></strong> </em></p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>82</sup></strong> Além dos 38 tipos de madeira paulista destinados à coleção de <strong>Carlos Julião</strong>, o governador remetia ainda ao Secretário várias sementes e plantas, cuja viabilidade comercial deveria ser avaliada por negociantes lisboetas. Verifica-se, assim, um exemplo do envolvimento dos administradores coloniais lusos na rede de circulação de informações sobre os recursos naturais das Conquistas, em pleno funcionamento desde a segunda metade do século XVIII (Pataca 2006 e Kury 2004).</div>
<p>Também <strong>Burdet (1986)</strong> reproduz um <strong>comentário de Napione</strong> sobre a <strong>coleção de madeiras</strong> constituída por <strong>Carlos Julião</strong>:<br />
<em>Il colonello Julião, che ha fatto uno studio particolare sui legni, di cui possiede una ricca collezione, ha avuto la bontá di prestarsi alle mie richieste e mi ha comunicato alcune interessantissime osservazioni su un certo numero di essi</em>.<strong><sup>83</sup></strong></p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>83</sup></strong> “O coronel Julião, que fez um estudo singular sobre madeiras, de que possui uma rica coleção, teve a bondade de prestar-se às minhas dúvidas e me fez algumas interessantíssimas observações sobre um certo número delas.”, tradução nossa.</div>
<p>Vale destacar que o mesmo <strong>Burdet (1991)</strong> assinala o <strong>interesse da Accademia delle Scienze di Torino</strong> sobre o <strong>estudo das madeiras do Brasil</strong> que <strong>Napione</strong>, <strong>sócio da instituição</strong> desde sua fundação, conduzia a partir de <strong>Lisboa</strong>. Em sua <strong>biografia</strong> do <strong>oficial-cientista</strong>, o autor reproduz a <strong>carta de um sócio da Accademia</strong> datada de 1806, em que se lê:</p>
<p>Fra pochi giorni avrò tra le mani il manoscritto, e serie delle belle, ed originali esperienze sulla forza, e durezza dei legnami, segnatamente di quelli del Brasile del nostro Cav. Napione, il quale pure già mi diede il permesso di darne un estratto a quest’Academia. Essa è già tradotta in francese, e si finisce la traduzione portoghese, e vi sono varie tavole comparative<strong><sup>84</sup></strong>.</p>
<div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong><sup>84</sup></strong> “Dentro de poucos dias, terei em mãos o manuscrito e série das belas e originais experiências sobre a força e dureza das madeiras, especialmente daquelas do Brasil do nosso Cavaleiro Napione, o qual já me deu a permissão de apresentar um extrato delas a esta Academia. Este já está traduzido para o francês, e se finaliza a tradução portuguesa, e há várias pranchas comparativas.” MSS.129, Archivo dell’Accademia delle Scienze di Torino (apud Burdet 1991).</div>
<p>A dedicação de <strong>Carlos Julião</strong> ao estudo das árvores e madeiras ultrapassou a simples formação de uma coleção de amostras. Um exemplo disso é o <strong>manuscrito de sua autoria</strong>, datado de <strong>1801</strong>, que possui o extenso título:</p>
<p>&#8220;DICCIONARIO HISTORICO DAS ARVORES, E ARBUSTOS que contem os nomes, e synonymos de cada huma dellas tirado dos melhores Auctores, que escreverão nesta materia: Augmentado consideravelmente de muitas Arvores das Conquistas de Portugal athe ao prezente não descriptas: Com a rezumida narração que se pode alcançar nas suas Naturalidades, Troncos, Ramos, Cascas, Folhas, Flores, Fructos, Balsamos, Gommas Rezinas, Oleos, e quanto nellas ha de mais notavel para as distinguir.<strong><br />
</strong></p>
<p>OBRA DE SUMMA INSTRUCÇÃO &#8211; Pelo conhecimento que dão das differentes madeiras, sua solides, e utilidades para a construcção das obras dos Arcenaes, Edificios, e todos os artefactos que com ellas se constituem para a Economia Domestica, e Utilidade Publica.<strong><br />
</strong></p>
<p>POR CARLOS VALENTIM JULIÃO &#8211; Cavalleiro Professo na Real Ordem Militar de S.Bento de Avis, por Sua Alteza Real O Principe Regente Major de Artilharia com Exercicio no Arcenal Real do Exercito, Membro da Inspecção Militar, &amp;c. LISBOA MDCCCI&#8221;.</p>
<p><strong>Este manuscrito evidencia</strong> o empenho de Julião em <strong>catalogar e estudar a diversidade botânica</strong>, sobretudo das <strong>árvores e arbustos das colônias portuguesas</strong>, incluindo características detalhadas como troncos, ramos, cascas, flores, frutos e as diversas aplicações das madeiras na economia doméstica e na construção civil. A obra demonstra a ambição de Julião em <strong>sistematizar conhecimentos botânicos e práticos</strong>, contribuindo tanto para a ciência como para as necessidades militares e econômicas do Reino de Portugal.</p>
<p>Tudo indica tratar-se de um <strong>projeto de publicação</strong>: as folhas são todas <strong>pautadas</strong>, <strong>numeradas</strong> sequencialmente no canto superior direito, sendo cada folha dividida em duas <strong>colunas de texto</strong>. As entradas dos <strong>verbete</strong> do <strong>dicionário</strong> são feitas em diferentes <strong>grafias</strong>: letra de forma para a <strong>designação em português</strong>; letra cursiva para o <strong>nome em francês</strong>; novamente letra de forma, mas com tinta sépia para a <strong>versão latina ou científica</strong>.</p>
<p>Quando o nome em <strong>francês</strong> ou <strong>latim</strong> não existem, o nome em <strong>português</strong> é repetido três vezes. A maior parte dos <strong>verbetes</strong> tem entre cinco e quinze linhas de extensão, sendo que alguns, no entanto, ocupam toda uma <strong>coluna</strong>. Infelizmente, na altura da letra <strong>C</strong>, o <strong>manuscrito</strong> já começa a ficar de difícil leitura, devido ao repasse da <strong>tinta ferrogálica</strong>.</p>
<p>O volume tem <strong>encadernação de couro</strong> com vestígios de <strong>douração</strong> na capa, onde é possível perceber a marca de um antigo <strong>brasão</strong>, certamente indicativo do <strong>proprietário anterior</strong>. É importante assinalar que não há nenhuma <strong>ilustração</strong> no <strong>manuscrito</strong>.</p>
<p>Mas vejamos que tipo de abordagem <strong>Julião</strong> nos apresenta em seu <strong>dicionário</strong> com relação às <strong>espécies descritas</strong>.</p>
<p><strong>Tomando dois exemplos ao acaso:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Acajaiba / Acajaiba / Acajaiba</strong><br />
<strong>Árvore</strong> grande do <strong>Brasil</strong>, espécie de <strong>Caju</strong> a que dão o nome de <strong>Cedro de St. Domingos</strong>. O <strong>tronco</strong> é tão grosso, que dele fazem <strong>canoas</strong> de <strong>40 pés de comprimento</strong>, com <strong>6 de largo</strong>. O <strong>pau</strong> é avermelhado, e também o há manchado de amarelo e branco, recebe bom <strong>polimento</strong> e dificilmente <strong>apodrece</strong>, dele se fazem <strong>móveis</strong> que comunicam seu suave <strong>cheiro</strong> às <strong>roupas</strong>. A <strong>casca</strong> é parda e grossa, as <strong>folhas</strong> pequenas de <strong>verde escuro</strong>, o <strong>fruto</strong> em forma de coração, sempre verde, encerra comumente 4 <strong>amêndoas</strong> muito amargosas cobertas de <strong>pele grossa</strong>.</li>
<li><strong>Baonilha / Vanille / Vanilla</strong><br />
<strong>Arbusto</strong> que trepa pelas <strong>árvores</strong> a modo de hera, as <strong>folhas</strong> de <strong>verde claro</strong> agradáveis à vista, compridas, estreitas e pontiagudas. Depois de sete anos, dá umas <strong>bainhas</strong> que encerram <strong>grãozinhos</strong> miúdos, misturados com uma espécie de <strong>polpa escura balsâmica</strong> e muito <strong>cheirosa</strong>, que é o principal ingrediente do <strong>chocolate</strong>, ao qual comunica admiráveis propriedades. Há de três espécies que diferem no <strong>tronco</strong>, ou no diverso <strong>grão de maturidade</strong>. A primeira, dita <strong>Pompona</strong> ou <strong>Bova</strong>, tem o <strong>cheiro muito forte</strong>; a segunda, mais comprida, tem um <strong>cheiro delicioso</strong>, deste se usa com o nome de <strong>Baonilha legítima</strong>; a terceira tem pouco <strong>cheiro</strong>, a melhor é a do <strong>México</strong> ou <strong>Peru</strong>, a do <strong>Indostão</strong> é de uma <strong>grossura monstruosa</strong> e tem o <strong>cheiro de ameixa</strong>. Em outro tempo, este ingrediente servia para perfumar o <strong>tabaco</strong>, mas os <strong>cheiros</strong> estão, como as mais coisas, sujeitos à <strong>moda</strong>.</li>
</ul>
<p>O <strong>Diccionario de Julião</strong> merece alguns <strong>comentários</strong>. A própria escolha do <strong>formato de dicionário</strong> para dispor a <strong>informação</strong> remete à estrutura da <strong>Encyclopédie de Diderot e d’Alembert</strong>, o grande <strong>paradigma da Ilustração</strong> na <strong>sistematização do conhecimento</strong>. O fato de ser uma “<strong>obra de summa instrucção</strong>”, como se afirma no <strong>título</strong>, também vem de encontro às <strong>expectativas</strong> e à <strong>orientação do iluminismo</strong> em <strong>Portugal</strong>, assim como no resto da <strong>Europa</strong>, sobre a divulgação de “<strong>conhecimentos úteis</strong>”.</p>
<p>No <strong>Prólogo</strong> que introduz sua obra, Julião argumenta que “<strong>não se trata nesta descripção de systema algum Botanico, nem das virtudes Medicinaes das Plantas</strong>”, tarefa que compete aos <strong>grandes cientistas</strong> e não a um homem como ele, de “<strong>pequenas luzes</strong>”.</p>
<p>Assim, o <strong>autor</strong> se preserva, em certa medida, da responsabilidade de, não sendo <strong>cientista</strong>, aventurar-se na realização de uma <strong>obra</strong> que resvala no <strong>estudo científico</strong>. Mais relevante é que, ao fazê-lo, Julião enfatiza a importância do <strong>saber prático</strong>, da <strong>experiência</strong> que ensina a reconhecer a <strong>utilidade</strong> e o <strong>uso apropriado</strong> dos <strong>recursos naturais</strong> à disposição.</p>
<p>Das <strong>espécies</strong> incluídas no <strong>Diccionario</strong>, as <strong>árvores</strong> são aquelas a que o <strong>autor</strong> dedica mais <strong>atenção</strong>, afirmando que o “<strong>Conhecimento, e combinação da força e consistencia das Madeiras para qualquer construção, he por certo o ponto mais interessante, e principal objecto a que este tractado se dirige</strong>”.</p>
<p>Certamente, a determinação de <strong>dados sobre a resistência das madeiras</strong> só poderia ser alcançada por meio de <strong>experiências</strong>, e, de fato, o <strong>autor</strong> alude no <strong>Prólogo</strong> a <strong>experiências</strong> desse gênero conduzidas no <strong>Arsenal</strong>.</p>
<p>Possivelmente, se tratem dos mesmos <strong>experimentos</strong> a que se dedicava <strong>Napione</strong>, referidos por <strong>Burdet (1991)</strong>.</p>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Carlos Julião prossegue reafirmando a <strong>importância das madeiras</strong> nos mais variados campos: nos <strong>arsenais da Marinha</strong>, para a construção de <strong>“Cadastes, Mastros, Vergas, Cavernas, lemes e taboados de Costados. Formalizão-se sobre as Agoas os monstruosos Edificios, que mais parecem Villas fluctuantes do que Navios”</strong>; nos <strong>arsenais do Exército</strong>, para a construção de <strong>“Maquinas, Engenhos, Reparos de Artilhieria, differentes Carros de Campanha, Coronha de Armas, e muitos petrechos pertencentes ao Trem de Artilharia e aos mais instrumentos Bellicos”</strong>; e na <strong>construção civil</strong>, para a confecção de <strong>“traves, Vigas, Pranchas, e Taboados”</strong>.</div>
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<p>Conclui dizendo que “<strong>tudo da madeira se aproveita: pois quando não serve para obras, serve para queimar, ou p.a fazer Carvão, e athe as proprias Cinzas nas barrelas se aproveitão</strong>”.</p>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Não deve passar despercebido que o estudo sobre <strong>madeiras</strong> naquele momento histórico condizia, conforme lembra <strong>Pataca (2006:396)</strong>, com as novas <strong>preocupações</strong> manifestadas por <strong>d. Rodrigo de Sousa Coutinho</strong> ao assumir a pasta da <strong>Secretaria dos Negócios da Marinha e Ultramar</strong> em 1796.</div>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Bem, as <strong>preocupações</strong> não eram assim tão novas. Já desde a gestão de <strong>Melo e Castro</strong>, seu antecessor, debatia-se a questão da <strong>racionalização da exploração madeireira</strong>. Havia a consciência de que os <strong>recursos</strong> eram finitos, já que a própria <strong>produção de madeira</strong> no <strong>Reino</strong> escasseava.</div>
<div></div>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Os esforços de <strong>Coutinho</strong> se intensificaram, portanto, no sentido de combater as <strong>queimadas</strong> e o <strong>corte indiscriminado</strong>, regulamentá-lo e promover a <strong>exploração racional dos recursos</strong>, visando o seu melhor aproveitamento.</div>
<div></div>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Para tanto, despachou orientações a toda a “rede de <strong>informação</strong>” composta por <strong>naturalistas</strong>, <strong>governadores</strong> e a <strong>elite intelectual das colônias</strong> para que as propriedades das <strong>madeiras</strong> locais fossem <strong>cientificamente descritas</strong>, assim como planejada a <strong>otimização do seu uso</strong>.</div>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Além do incentivo ao estudo das <strong>madeiras</strong>, essenciais para a <strong>construção naval</strong> e para a <strong>manufatura de armas</strong>, <strong>Coutinho</strong> dedicou-se também à promoção de <strong>pesquisas sobre o salitre</strong>, matéria-prima da <strong>fabricação da pólvora</strong>.</p>
<p>Vale lembrar que o contexto em que <strong>Coutinho</strong> assume a <strong>Secretaria</strong> era bem diverso daquele existente durante a gestão de <strong>Melo e Castro</strong>.</p>
<p>As possibilidades de que <strong>Portugal</strong>, ou mesmo o <strong>Brasil</strong>, fossem invadidos pela <strong>Espanha</strong> ou pela <strong>França</strong> se tornavam a cada dia mais concretas, o que certamente colaborava para a ênfase dada pelo <strong>Secretário</strong> ao estudo desses materiais.</p>
<p>O esforço de <strong>Julião</strong> na realização do <strong>Diccionario</strong> deve ser compreendido, portanto, nesse cenário.</p>
<p><strong>Também não deve ser desconsiderado</strong> o fato de que, já tendo traduzido a obra de <strong>Napione</strong> para a <strong>Tipografia do Arco do Cego</strong>, o oficial talvez almejasse ver seu próprio trabalho vir a público pela mesma casa editorial.</p>
<p>Lembremos a relevância da iniciativa da criação da <strong>Casa Literária do Arco do Cego</strong> para a divulgação de <strong>pesquisas científicas</strong> no setecentos português.</p>
<p>Embora de atuação efêmera – <strong>funcionou apenas entre 1799 e 1801</strong> –, o <strong>Arco do Cego</strong> alcançou uma sistemática de <strong>publicação inédita</strong> na história do livro impresso em Portugal, conforme lembra <strong>Faria</strong>, constituindo-se num centro difusor de <strong>conhecimentos úteis</strong> voltados ao aperfeiçoamento de <strong>técnicas de agricultura</strong>, à <strong>modernização dos métodos de exploração de recursos naturais</strong>, a estudos sobre a <strong>flora brasileira</strong>, <strong>tradução de obras científicas</strong> para o português, entre muitos outros.</p>
<p>Fazia parte de um projeto maior de cunho <strong>iluminista</strong>, encabeçado por <strong>Sousa Coutinho</strong>, que visava operar reformas e racionalizar a atuação do Estado.</p>
<p>Na linha editorial promovida sob orientação do botânico <strong>frei José Mariano da Conceição Veloso</strong> (1742-1811), a <strong>economia agrícola</strong> e a <strong>história natural</strong> tinham papel preponderante.</p>
<p>Diante disso, <strong>Julião</strong> talvez visse aí a chance de conseguir “a <strong>gloria de me constituir raccomandavel aos tão sabios Nacionaes</strong>”, como afirma no <strong>Prólogo</strong> do <strong>Diccionario</strong>, e ver reconhecido seu pendor científico.</p>
<p>Afinal, a divulgação do seu estudo sobre <strong>madeiras</strong> demoraria alguns anos para acontecer e seria apenas parcial. <strong>Napione</strong> fará publicar postumamente no jornal <strong>O Patriota</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong>, um artigo de <strong>Carlos Julião</strong>, que aparece no número de <strong>novembro-dezembro de 1814</strong> sob o título “<strong>Observações feitas pelo coronel Carlos Julião sobre algumas madeiras do Brasil</strong>”.</p>
<p>O artigo repete o formato do <strong>Diccionario</strong>, apresentando as características de <strong>25 tipos de madeiras brasileiras</strong>.</p>
<p>Em <strong>julho de 1802</strong>, o nome de <strong>Carlos Julião</strong> aparece numa lista de seis <strong>oficiais</strong> consultados sobre a pertinência da adoção de novos calibres para as peças de <strong>artilharia</strong> do exército português a serem usadas em campanha.</p>
<p>Os demais nomes implicados nessa consulta são: o <strong>Marechal de Campo Quief de Ville</strong>, o <strong>Major Jean-Philippe de Tardy</strong>, o <strong>Marechal Conde de Vioménil</strong>, o <strong>Tenente General Leonardo Aleixo</strong>, Cavaleiro de <strong>Chalupe</strong>, além de <strong>Napione</strong>, denominado no documento como <strong>Charles Napion</strong>.</p>
<p>O <strong>parecer</strong> que <strong>Julião</strong> apresenta nesta ocasião parece bastante sensato. O oficial defendia a manutenção dos calibres já utilizados, argumentando que o fato de serem <strong>menores</strong>, ao invés de representar uma desvantagem, na verdade fazia com que fossem de mais fácil condução, o que era conveniente tendo em vista a acidentada topografia do território português.</p>
<p>Justifica também que o <strong>calibre utilizado pelos lusos</strong> era o mesmo da maioria das outras nações, inclusive da <strong>Inglaterra</strong> – “nossa aliada”, escreve ele – o que seria sempre um elemento facilitador no caso de um eventual pedido urgente de auxílio.</p>
<p>A troca de calibre significaria, ao contrário, o <strong>descarte de todo o material de guerra</strong> já existente, o que, sem dúvida, causaria imensa despesa aos cofres do Estado português.</p>
<p>Convém tentar identificar os demais pareceristas, todos de origem <strong>francesa</strong>. <strong>Jean-Philippe Tardy de la Brossy</strong> (1751-?) e <strong>Léonard-Alexis, conde de Chalup de Fareyron</strong> (1738-?) eram ambos <strong>oficiais do exército real da França</strong> que serviram na <strong>guerra de independência americana</strong>.</p>
<p>Também o <strong>conde de Vioménil</strong>, <strong>Charles-Joseph-Hyacinthe du Houx</strong> (1734-1827), havia combatido nos Estados Unidos, e obtivera tal destaque em campanha que foi nomeado <strong>governador da Martinica</strong> em 1789.</p>
<p>Com a instauração do <strong>Terror</strong>, passou a servir no exército organizado pelo príncipe <strong>Louis V Joseph de Bourbon-Condé</strong> (1736-1818), um dos vários exércitos de emigrados realistas franceses, que uniram forças com a <strong>Grã-Bretanha</strong>, a <strong>Rússia</strong> e a <strong>Áustria</strong> contra a <strong>França revolucionária</strong>.</p>
<p>Como combatente emigrado, foi chamado a <strong>Portugal</strong> em 1801 pelo futuro <strong>conde de Linhares</strong> para ser um dos <strong>comandantes do exército luso</strong>.</p>
<p>Convidar um <strong>oficial estrangeiro</strong> para o comando das <strong>forças militares portuguesas</strong> não era exatamente uma novidade.</p>
<p>Mas a medida tomada por <strong>d. Rodrigo de Sousa Coutinho</strong>, assim como a preocupação com a <strong>artilharia de campanha</strong> expressa no pedido de pareceres a vários <strong>oficiais</strong> sugerem que <strong>Portugal</strong> vivia já em clima de <strong>guerra</strong>.</p>
<p>De fato, desde <strong>1796</strong> aguardava-se a <strong>invasão</strong> do território.</p>
<p>Naquele ano, o <strong>Tratado de Santo Ildefonso</strong> selara uma <strong>aliança ofensiva e defensiva</strong> entre a <strong>França</strong> e a <strong>Espanha</strong>, o que convinha imensamente à política <strong>expansionista</strong> e <strong>anti-britânica</strong> de <strong>Bonaparte</strong>, ademais intensificada depois do <strong>18 Brumário</strong>.</p>
<p>A <strong>declaração de guerra</strong> proferida pela <strong>Espanha</strong> contra a <strong>Inglaterra</strong> polarizou em definitivo a <strong>Península Ibérica</strong> e pressionou os <strong>portugueses</strong> a abandonarem a posição de <strong>neutralidade</strong>, mantida até ali com grande zelo.</p>
<p>Diante da ameaça, <strong>Portugal</strong>, mais uma vez, recorre à <strong>Inglaterra</strong> para <strong>auxílio militar</strong>. A partir de <strong>1797</strong>, <strong>George III</strong> envia <strong>forças auxiliares</strong> a <strong>Lisboa</strong>, que incluíam não apenas <strong>oficiais ingleses e irlandeses</strong>, mas também três <strong>regimentos de franceses emigrados</strong> a serviço da <strong>Grã-Bretanha</strong> (<strong>Cordeiro 1895</strong>).</p>
<p>É justamente das providências relativas ao <strong>material necessário</strong> para <strong>reparação de armamentos e artilharia</strong> deste <strong>contingente estrangeiro</strong> que <strong>Julião</strong> se ocupa no <strong>Arsenal Real</strong>, conforme mencionado em seu <strong>Processo Individual</strong> citado anteriormente.</p>
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<p>Portugal seria efetivamente implicado no <strong>conflito</strong> em <strong>fevereiro de 1801</strong>.</p>
<p>Em apenas dezoito dias, as <strong>forças militares espanholas</strong> tomaram todas as principais praças do <strong>Alto Alentejo</strong>, o que causou a queda do octogenário <strong>duque de Lafões</strong> e obrigou a <strong>coroa</strong> a pensar em novos nomes para o <strong>comando do exército luso</strong>.</p>
<p>A <strong>guerra</strong>, afinal, teria curta duração, já que o <strong>tratado de paz</strong> seria assinado em <strong>Madri</strong> em <strong>setembro de 1801</strong>. Contudo, ela seria o preâmbulo da <strong>Guerra Peninsular</strong>, desencadeada quando da <strong>invasão francesa</strong> a <strong>Portugal</strong> em <strong>1807</strong>.</p>
<p>É desnecessário, e mesmo excessivo, retomar aqui as implicações dos <strong>acontecimentos</strong> deflagrados a partir de então, bastando lembrar do evento que mais <strong>consequências</strong> teria sobre a história de <strong>Portugal</strong> e suas <strong>colônias</strong>, bem como sobre a <strong>carreira de Carlos Julião</strong>: a <strong>transferência da família real</strong> e sua <strong>corte para o Brasil</strong>.</p>
<p>Embarcado no cais de <strong>Belém</strong> naquele <strong>27 de novembro de 1807</strong> ia o <strong>brigadeiro Carlo Napione</strong>, que, como vimos, teria um importante papel a desempenhar no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>O <strong>brigadeiro</strong> deixava vago, portanto, o cargo de <strong>inspetor do Arsenal Real do Exército</strong> e das <strong>Fábricas de Pólvora de Barcarena</strong> e de <strong>Refino do Salitre de Alcântara</strong>.</p>
<p>Por <strong>portaria</strong> datada do mesmo dia, emitida do <strong>Quartel da Junqueira</strong>, <strong>Julião</strong> era informado que o “<strong>Senhor General Marques de Vagos</strong> ordena que <strong>Vossa Senhoria</strong> fique fazendo as <strong>Vezes do Inspector do Arsenal Real do Exercito</strong> athe nova ordem do mesmo Senhor”. Vale lembrar que em <strong>abril de 1805</strong>, o oficial tinha recebido a <strong>patente de coronel de Artilharia</strong>.</p>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Entretanto, o <strong>coronel Julião</strong> não estava totalmente de acordo com o procedimento adotado para sua <strong>nomeação</strong> como substituto de <strong>Napione</strong>.</div>
<div></div>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">Apenas alguns dias depois, em <strong>1º de dezembro</strong>, o <strong>oficial</strong> dirige-se em carta a <strong>d. Miguel Pereira Forjaz</strong> (1769-1827) solicitando uma <strong>nomeação oficial</strong> para o posto de <strong>inspetor do Arsenal</strong>, <strong>sob o argumento de que</strong></div>
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<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>&#8220;O Ex.mo General e <strong>Marques de Vagos</strong> mandou que o d.to <strong>Coronel Julião</strong> suprisse as <strong>Comissões do d.o Brigadeiro</strong>. Ha no dito <strong>Arsenal</strong> hua <strong>Junta autorizada</strong> com o <strong>Augusto Nome de S.A.</strong>, (&#8230;) e esta apenas informada da mencionada <strong>vacatura</strong>, fez a <strong>nomeação</strong> do mesmo <strong>Coronel</strong>.</p>
<p>Ambas estas <strong>nomeações</strong> ainda que authorizem no <strong>Arsenal</strong> o exercício das suas funções, com tudo como estas <strong>comissões</strong> são huma graça de <strong>S.A.R.</strong> que athe aqui se conferia por <strong>Decreto</strong>, e o não ser a dita <strong>nomeação</strong> feita por este <strong>Supremo Governo</strong>, por <strong>S.A.R.</strong> privativamente autorizado a conferir as graças poderia originar algum inconveniente na promptidão do <strong>Serviço</strong>, portanto o abaixo assignado <strong>Carlos Julião</strong> implora com o maior acatamento e respeito a Este <strong>Supremo Governo</strong> a <strong>nomeação</strong> do <strong>Cargo de Inspector das Fundições Officinas e Laboratorio do d.o Arsenal</strong>, e <strong>Director da Real Fabrica de Barcarena e Refino de Alcantara</strong>.&#8221;</p>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">A <strong>nomeação oficial</strong> requerida, porém, nunca se tornaria realidade. É preciso considerar que este foi, acima de tudo, um período de quase <strong>desintegração</strong> para o <strong>exército português</strong>.</div>
<div></div>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">As <strong>instruções expressas</strong> de <strong>Bonaparte</strong> após a entrada de <strong>Junot</strong> (1771-1813) em <strong>Lisboa</strong> eram para que o <strong>exército</strong> fosse imediatamente <strong>desarmado</strong> e os <strong>soldados reorganizados</strong> em <strong>colunas</strong> que marchariam para a <strong>França</strong> e seriam incorporados ao <strong>exército imperial</strong> com o nome de <strong>Legião Portuguesa</strong>.</div>
<div></div>
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">A situação só começou a se alterar após o <strong>armistício</strong> e a assinatura da <strong>Convenção de Sintra</strong> em <strong>agosto de 1808</strong>. A <strong>reinstauração do Conselho da Regência</strong> em <strong>setembro</strong> possibilitou o início das providências para a <strong>reconstituição do exército</strong> nos moldes em que existia antes da <strong>invasão</strong>.</div>
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<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Certamente por isso, a <strong>correspondência de Julião</strong> enquanto <strong>inspetor do Arsenal</strong>, ao menos a que nos foi possível localizar, refere-se apenas aos meses de <strong>julho a setembro de 1808</strong>.</p>
<p>Numa série de documentos, ele requer <strong>orientação</strong> de seus superiores sobre como comandar as <strong>atividades do Arsenal</strong> para “o tornar a por no seu antigo estado”, além de prestar contas da sua <strong>organização</strong> em tabelas como:</p>
<p>“<strong>Relação dos Soldos</strong> que vencem os <strong>Officiaes</strong> actualmente empregados no <strong>Arsenal do Exército</strong> e dos <strong>Mezes</strong> que se lhes estão devendo”, <strong>“Mappa dos Mestres Officiaes</strong>, e mais pessoas empregadas nas <strong>Officinas do Arsenal Real do Exército</strong>, e da <strong>importancia total</strong> das mesmas <strong>Officinas</strong>”, <strong>“Mappa dos Officiaes d’Artilharia</strong> empregados no <strong>Arsenal Real do Exército</strong>”, <strong>“Resumo dos Mestres, Contra Mestres e Operarios</strong>, empregados nas <strong>Officinas</strong> das <strong>trez Repartições</strong>, ou <strong>Departamentos</strong> do <strong>Arsenal Real do Exército</strong>” e <strong>“Relacão dos Mestres, Contra Mestres, e Operarios</strong>, empregados nas <strong>Officinas</strong> das <strong>tres Repartições</strong> do <strong>Arsenal Real do Exército</strong>, com o <strong>rezumo das obras</strong> que tem feito, e estão entre mãos depois da <strong>Sahida dos Francezes</strong>”.</p>
<p>Justamente ao final do mês de <strong>setembro</strong>, o tom da <strong>correspondência</strong> se altera. Em duas <strong>cartas</strong> endereçadas a <strong>Pereira Forjaz</strong>, <strong>Julião</strong>, assinando apenas “<strong>Coronel</strong>” e não mais “<strong>Coronel Inspetor</strong>”, pede expressamente a <strong>dispensa</strong> do “<strong>impraticável encargo de inspetor</strong>”.</p>
<p>Os motivos alegados na primeira <strong>carta</strong> são a <strong>expedição de uma portaria</strong> ao mestre de uma <strong>oficina do Arsenal</strong> que contrariava uma <strong>ordem expressa sua</strong>, bem como a <strong>nomeação de artífices</strong> para as oficinas sem que lhe fosse feita nenhuma <strong>consulta</strong>, o que inevitavelmente provocaria entre seus subalternos “huma <strong>absoluta independencia, e insubordinação</strong>”.</p>
<p><strong>Na segunda carta</strong>, a questão da <strong>nomeação oficial</strong> requerida anteriormente volta à tona. <strong>Julião</strong> se sente <strong>insultado</strong>, já que “<strong>ha quem diga publicamente que eu ja não sou Inspector por terem acabado os seis mezes durante os quaes sómente podia servir pela nomeação da Real Junta da Fazenda</strong>”.</p>
<p><strong>Justifica-se</strong>, alegando que na <strong>portaria</strong> que o nomeara não havia nenhuma especificação quanto à <strong>validade do cargo</strong>, e que se, de fato, o prazo estava expirado, era obrigação da <strong>Junta</strong> nomeá-lo novamente, ou a outro <strong>oficial</strong> para substituí-lo. Faz, inclusive, <strong>acusações</strong> ao <strong>Deputado-Intendente</strong>, que “<strong>por espirito de monopolio pertende unir ao seu cargo o de Inspector, o que tem perfeitamente conseguido</strong>”.</p>
<p>Conclui reafirmando sua correta <strong>conduta</strong>, já que</p>
<p>“Não me considerando (&#8230;) <strong>nomeado pela Real Junta</strong>, mas sim pelo <strong>Ex.mo General das Armas</strong> (que pela <strong>authoridade</strong> do seu <strong>Posto</strong> poderia directamente receber <strong>Ordem de S.A.R.</strong> no momento da sua <strong>Partida</strong>) <strong>he que me julgo constituido Inspector</strong> até que o <strong>Supremo Tribunal da Regencia</strong> haja por bem dispensar-me, o que tenho implorado, e <strong>Supplico com tanto fervor</strong>.”.</p>
<p>A <strong>dispensa</strong> lhe foi concedida, e <strong>Julião</strong> passa a desempenhar suas <strong>atividades</strong> de <strong>coronel</strong> no <strong>Quartel General de Santa Clara</strong>.</p>
<p>Nos poucos <strong>documentos</strong> localizados relativos a este período, o <strong>oficial</strong> comunica, em certa ocasião, o <strong>afundamento de um barco carregado de material bélico</strong> defronte ao <strong>convento da Madre de Deus</strong>.</p>
<p>Pouco depois, solicita que seja expedida <strong>ordem ao Arsenal</strong> para a confecção de <strong>camas</strong> para os <strong>inválidos</strong> que tinham sido transferidos de <strong>São Julião da Barra</strong> para o <strong>quartel de Santa Clara</strong>.</p>
<p>A proximidade dos <strong>70 anos</strong>, contudo, parece tornar as coisas mais <strong>difíceis</strong> para o nosso <strong>oficial</strong>. Ele solicita, por exemplo, a <strong>nomeação de um auxiliar</strong> para as “<strong>varias incumbencias mais do Qual General que comprir precizo de quem me ajude pois não tenho ninguem</strong>”, o que “<strong>na ocasião prezente me faz grande falta</strong>”.</p>
<p>Queixa-se também do <strong>atraso no pagamento</strong> de sua <strong>remuneração</strong>, o que o prejudica no cumprimento das <strong>funções</strong> de <strong>comandante de artilharia</strong> de uma das <strong>brigadas de defesa de Lisboa</strong>, atividade para a qual tinha sido designado pelo <strong>marechal Beresford</strong> (1768-1854) e que</p>
<p>“<strong>Obrigação</strong> ao <strong>Superintendente</strong> de <strong>assistir</strong> aos <strong>exercícios</strong> das diversas <strong>Batterias</strong> do <strong>ensino</strong>, e repetidas vezes à <strong>Casa</strong> do <strong>General da Província</strong>, e do <strong>Brigadeiro</strong> encarregado da <strong>defesa</strong>, não podendo <strong>ir</strong> a pé em razão da sua avançada <strong>idade</strong>, e faltando-lhe os meios para <strong>ir</strong> de outro modo.”.</p>
<p>Em <strong>26 de maio de 1811</strong>, Julião era <strong>reformado</strong> no posto de <strong>brigadeiro do exército</strong>. A <strong>carta patente</strong>, assinada pelo <strong>príncipe regente d. João</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong>, seria confirmada apenas em <strong>19 de janeiro de 1813</strong>.</p>
<p>Para Julião, contudo, seria um tanto <strong>tarde</strong>. Pouco mais de um ano antes, <strong>Manuel Ribeiro de Araújo</strong>, ex-diretor do <strong>Arsenal do Porto</strong> e seu sucessor no cargo de <strong>inspetor do Arsenal Real</strong>, enviava um comunicado a <strong>Pereira Forjaz</strong>, datado de <strong>Lisboa, 19 de novembro de 1811</strong>.</p>
<p>&#8220;Neste <strong>documento</strong>, Araújo <strong>participava</strong> o <strong>falecimento</strong> na noite anterior do <strong>coronel de artilharia</strong> <strong>Carlos Julião</strong>, <strong>oficial</strong> que tinha “sempre desveladamente empregado os Seus <strong>talentos</strong> como é bem constante; ajuntando a esta qualidade a de ser um <strong>honrado</strong> e fiel <strong>vassalo</strong> de <strong>S.A.R.</strong>; por cujas razões a sua <strong>perda</strong> se faz <strong>sensível</strong>.”</p>
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<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/carlos-juliao-o-engenheiro-militar-e-desenhista-que-retratou-o-brasil-colonial/">Carlos Julião: O Engenheiro Militar e Desenhista que Retratou o Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Judeus no Brasil Colonial: História e Influência</title>
		<link>https://bahia.ws/os-judeus-no-brasil-colonial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 14:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=48779</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os judeus no Brasil colonial enfrentaram uma situação complexa e frequentemente difícil. Durante o período colonial, o Brasil era uma colônia portuguesa, e a Inquisição tinha grande influência na vida social e religiosa. O judaísmo, portanto, era proibido e qualquer prática judaica era rigorosamente reprimida. O judaísmo teve quatro fases [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/os-judeus-no-brasil-colonial/">Os Judeus no Brasil Colonial: História e Influência</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os judeus no Brasil colonial enfrentaram uma situação complexa e frequentemente difícil. Durante o período colonial, o Brasil era uma colônia portuguesa, e a Inquisição tinha grande influência na vida social e religiosa. O judaísmo, portanto, era proibido e qualquer prática judaica era rigorosamente reprimida.</p>
<h2>O judaísmo teve quatro fases no Brasil colonial</h2>
<h3>1. Período Inicial</h3>
<p>Nos primeiros tempos do Brasil colonial, houve uma presença de judeus que se estabeleceram na colônia, muitas vezes como cristãos-novos (judeus convertidos ao cristianismo). Muitos desses cristãos-novos eram na verdade praticantes secretos do judaísmo, uma vez que o cristianismo era imposto pela Inquisição. Esses indivíduos eram frequentemente perseguidos e forçados a praticar sua fé em segredo.</p>
<h3>2. Pernambuco e a Resistência</h3>
<p>Um dos episódios mais notáveis da presença judaica no Brasil colonial ocorreu na região de Pernambuco. Durante o período em que a região foi ocupada pelos holandeses (1630-1654), houve uma relativa liberdade religiosa, e muitos judeus foram atraídos para a região. Sob a administração holandesa, liderada por João Maurício de Nassau, os judeus puderam praticar sua religião abertamente e até mesmo contribuir significativamente para a vida econômica e cultural da colônia.</p>
<h3>3. Perseguição e Expulsão</h3>
<p>Após a expulsão dos holandeses e a retomada do domínio português, a Inquisição voltou a agir com rigor. Muitos judeus e cristãos-novos foram perseguidos, e aqueles que eram descobertos praticando o judaísmo eram severamente punidos. Muitos fugiram para outros lugares, como os Estados Unidos e a Amazônia, onde tentaram estabelecer novas comunidades.</p>
<h3>4. Legado</h3>
<p>Apesar das dificuldades e perseguições, a presença judaica teve um impacto duradouro no Brasil. A resistência e a contribuição dos judeus para a vida econômica e cultural durante o período colonial são aspectos importantes da história do Brasil.</p>
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<h2>A História dos Judeus no Brasil Colonial</h2>
<p>A história dos <strong>judeus</strong> no Brasil colonial é marcada por uma trajetória de <strong>resistência</strong>, <strong>adaptação</strong> e <strong>contribuição</strong> significativa, apesar da <strong>repressão</strong> que enfrentaram.</p>
<h3>Chegada e primeiros registros</h3>
<p>É de presumir, embora faltem documentos a respeito, que o aparecimento do <strong>judeu</strong> ou <strong>cristão-novo</strong> nas terras novamente descobertas por <strong>Pedro Álvares Cabral</strong> data das primeiras viagens portuguesas às costas do Brasil.</p>
<p>Era gente afeita ao mar e ao comércio, que não deixaria escapar a oportunidade propícia à aventura e ao lucro.</p>
<p>Por uma carta de Piero Rondinelli, datada de Sevilha, 3 de outubro de 1502, e divulgada pela Raccolta Colombiana (3ª parte, vol. II, p. 121), sabe-se que a terra do Brasil ou dos Papagaios foi arrendada a alguns <strong>cristãos-novos</strong>.</p>
<h3>Arrendamentos e exploração do pau-brasil</h3>
<p>A condição era que mandassem todos os anos seus navios para descobrir trezentas léguas de terra adiante, construíssem uma fortaleza no descoberto e a conservassem por três anos: no primeiro não pagariam nada, no segundo pagariam um sexto e, no terceiro, um quarto do que levassem para o tesouro.</p>
<p>O relatório do veneziano Leonardo de Cha de Messer, escrito de 1506 a 1507 e publicado no livro Comemorativo do Descobrimento da América pela Academia das Ciências de Lisboa, adianta que o arrendamento era de vinte mil quintaes de <strong>pau-brasil</strong> e devia durar um triênio, repetido em 1506, 1509 e 1511.</p>
<p>O nome de <strong>Fernão de Noronha</strong> aparece como um dos principais arrendatários, enviando todos os anos homens e navios para a terra do Brasil.</p>
<h3>Colonizadores espontâneos e integração indígena</h3>
<p>Dessas viagens comerciais, pouco se apura dos documentos da época.</p>
<p>Entretanto, é provável que derivem desses vários indivíduos mais tarde encontrados em diversos pontos do litoral brasileiro, alguns tidos como <strong>degredados</strong>, outros como náufragos, todos integrados à vida dos habitantes indígenas, cheios de mulheres e filhos.</p>
<p>O <strong>Caramuru</strong>, João Ramalho, Francisco de Chaves, o próprio misterioso bacharel de Cananéa, aquele castelhano que vivia no Rio Grande (do Norte), entre os Potiguaras, com os bem assegurados como os deles, e tantos outros desconhecidos, seriam talvez desse número de <strong>judeus</strong>, colonizadores espontâneos das terras de <strong>Santa Cruz</strong>.</p>
<h3>A Inquisição em Portugal e a fuga para o Brasil</h3>
<p>A <strong>Inquisição</strong> custou a entrar em Portugal. De 1531 a 1544 houve várias tentativas para seu estabelecimento, que se tornou definitivo em 1547.</p>
<p>Enquanto isso, sob ameaças de perseguição, os <strong>cristãos-novos</strong> haviam de procurar abrigo no Brasil, longe das vistas ferozes de seus perseguidores.</p>
<h3>Casos individuais — Felippe de Guillen</h3>
<p>Por essa época, mais ou menos em 1540, chegou à <strong>Bahia</strong>, fixando-se em <strong>Ilhéus</strong>, <strong>Felippe de Guillen</strong>, castelhano, que antes vivia em Portugal.</p>
<p>Fora boticário no Porto de Santa Maria, tinha alguma habilidade de matemático, e na corte portuguesa fez saber ao rei D. João III que lhe queria dar a arte de Leste a Oeste, com um astrolábio para medir o sol a toda hora, pelo que conseguiu a mercê de cem mil réis de tença “com o hábito e corretagem da Casa da Índia, que valia muito”.</p>
<p>Descoberto que tal invento não passava de uma mistificação, foi preso, e <strong>Gil Vicente</strong> enviou-lhe umas trovas, em que vem esta décima:</p>
<p>Na <strong>Bahia</strong>, em <strong>Porto Seguro</strong>, <strong>Guillen</strong> alcançou o cargo de provedor da fazenda real. Quando <strong>Thomé de Souza</strong> determinou fazer a entrada em busca de minas de ouro, confiada a <strong>Espinhosa</strong>, <strong>Guillen</strong> inscreveu-se para tomar parte na empreitada; mas, avançado em idade e doente dos olhos, nada pôde fazer.</p>
<p>Ainda vivia cerca de 1571, conforme testemunho do jesuíta <strong>Antônio Dias</strong>, que, denunciando perante a mesa de <strong>Santo Ofício</strong>, na Bahia, a 16 de agosto de 1591, disse que, há vinte anos, ouviu dizer em Porto Seguro que <strong>Felippe de Guillen</strong>, tido por <strong>cristão-novo</strong>, quando se benzia o fazia com uma figa, e que dava por desculpa que tinha o dedo polegar comprido.</p>
<h3>Profissões médicas e boticários</h3>
<p>É sabida a predileção dos <strong>judeus</strong> pela arte de curar e sua derivada, a <strong>farmácia</strong>. Mendes Cios Remédios, Castro Boticário e muitos outros são cognomes que denunciam ainda hoje, pela profissão ancestral, a origem <strong>judaica</strong> de seus portadores.</p>
<p>Foram judeus os primeiros físicos ou <strong>cirurgiões</strong> que vieram ao Brasil, com nomeações reais. <strong>Jorge Fernandes</strong> chegou em companhia do segundo governador-geral, D. Duarte da Costa, e serviu como físico durante três anos.</p>
<p>A 1º de julho de 1556, o governador mandou riscar seu nome da folha de pagamento, mas vinte e um dias depois mandou readmiti-lo.</p>
<p>Teve questões com D. Duarte, mas não era amigo do bispo <strong>D. Pedro Fernandes Sardinha</strong>, de quem disse em carta publicada que “suas qualidades bastavam para despovoar um reino, quanto mais uma cidade tão pobre como esta.”</p>
<p>Faleceu em junho de 1567. Vinte e cinco anos depois, <strong>Fernão Ribeiro de Sousa</strong> denunciou, contando que, durante sua doença final, pediu que o lavassem, quando morresse, e o enterrassem ao modo <strong>judaico</strong>, o que foi cumprido.</p>
<p>O padre <strong>Luís da Gran</strong> também denunciou em 1591 que, há trinta e cinco anos mais ou menos, na cidade do <strong>Salvador</strong>, fora preso <strong>Jorge Fernandes</strong>, físico, meio <strong>cristão-novo</strong>, por dizer que Cristo nascera com corpo glorioso, imortal e impassível, “e estando preso o perguntou a ele denunciante por dúvida se era aquilo verdade ou não.”</p>
<p>Outro físico foi o mestre <strong>Jorge de Valadares</strong>, que serviu pouco tempo, provavelmente <strong>cristão-novo</strong>, como era com certeza seu substituto, o bacharel mestre <strong>Alfonso Mendes</strong>, que devia ter vindo com <strong>Mem de Sá</strong>, e foi uma das testemunhas que depuseram no Instrumento passado àquele governador em 1570.</p>
<p>O cônego <strong>Jacome de Queiroz</strong> acusou-o, quando ele não era mais do rol dos vivos, de adorar um crucifixo que possuía, como era fama pública geralmente tida por verdadeira.</p>
<p>Houve ainda um mestre <strong>Pedro</strong> e diversos outros cirurgiões, que não desmentiram a origem <strong>israelita</strong>, muito embora quase nada se conheça de suas passagens pelo Brasil.</p>
<h3>Comunidade judaica na Bahia</h3>
<p>Os <strong>cristãos-novos</strong> da <strong>Bahia</strong> tinham sua <strong>sinagoga</strong>, ou <strong>esnoga</strong>, como vulgarmente se dizia, em <strong>Matuim</strong>. <strong>Heitor Antunes</strong>, personagem importante entre eles, chegou com <strong>Mem de Sá</strong> e estabeleceu-se na capitania com sua mulher <strong>Anna Rodrigues</strong> e seis filhos, três homens e três mulheres, que todos casaram e tiveram dilatada descendência.</p>
<p>Uma das filhas, <strong>Leonor</strong>, casou com <strong>Henrique Moniz Barreto</strong>, fidalgo da Casa Real, e vereador da Câmara da Bahia e senhor de engenho em Matuim.</p>
<p>Já era velhinha <strong>Anna Rodrigues</strong>, sogra de Moniz Barreto, quando foi presa pelo <strong>Santo Ofício</strong> na Bahia, por culpa de <strong>judaísmo</strong>, mandada para Lisboa e lá queimada viva.</p>
<p>Logo abaixo da gente de <strong>Heitor Antunes</strong> vinha a de <strong>Fernão Lopes</strong>, alfaiate que fora do duque de Bragança, e não se sabe bem por que estava na Bahia, com sua mulher <strong>Branca Rodrigues</strong> e quatro filhas, que casaram e só uma parece não ter deixado gerações; outra casou com o bacharel mestre <strong>Alfonso</strong>, já referido, e desse casal nasceu <strong>Manuel Affonso</strong>, que apesar da impureza de sangue chegou a ordenar-se sacerdote e foi meio cônego da fé da Bahia.</p>
<p>André Lopes Ulhoa pertencia ao número dos <strong>cristãos-novos</strong> abastados de bens na capitania. Morrendo-lhe uma tia muito querida, usou as formalidades do luto <strong>judaico</strong> durante seis meses, tomando as refeições sobre uma caixa da Índia, baixa, e recebendo as visitas sentado no chão, em alcatifa.</p>
<p>Foi por isso denunciado e preso pelo <strong>Santo Ofício</strong>, que o enviou para Lisboa, onde os inquisidores o mandaram abjurar de levi em auto particular.</p>
<p>Um seu tio, <strong>Diogo Lopes Ulhoa</strong>, acompanhou <strong>Christovão Cardoso de Barros</strong> na conquista de Sergipe e aí obteve uma sesmaria; outro consta que foi queimado pela <strong>Inquisição</strong>.</p>
<h3>Perseguições e funcionamento do Santo Ofício</h3>
<p>Foram muitos, como se vê, os <strong>cristãos-novos</strong> da Bahia que tiveram de ajustar contas com o tribunal presidido pelo inquisidor <strong>Heitor Furtado de Mendonça</strong>, que chegou solenemente a 9 de Junho de 1591, domingo de Santíssima Trindade.</p>
<p>Forçados pelas perseguições do <strong>Santo Ofício</strong>, desde que começou a funcionar em <strong>Lisboa</strong>, devem ser sem conta os <strong>judeus</strong> que abandonaram Portugal para viver no Brasil, como linhas acima ficou acentuado.</p>
<p>Alguns tinham bens de fortuna, que trataram de fazer aumentar na colônia por meios lícitos e também ilícitos. <strong>Bento Dias de Santiago</strong> foi do número dos primeiros.</p>
<h3>Presença judaica em Pernambuco e Paraíba</h3>
<p>Teve o contrato dos dízimos reais nas capitanias de <strong>Bahia de Todos os Santos</strong>, <strong>Pernambuco</strong> e <strong>Itamaracá</strong>, pelo menos desde 23 de Dezembro de 1575, mas antes dessa data já se encontrava em Pernambuco, senhor do engenho de <strong>Camaragibe</strong>.</p>
<p>Ainda era contratante em 25 de Novembro de 1583, data do alvará que lhe deu a moratória de dez dias, com fundamento na provisão de 20 de setembro do ano precedente, do rei <strong>Felippe II</strong>, que mandava adotar em seus domínios a correção gregoriana, em virtude da qual ao dia 4 de Outubro de 1582 seguia, não o dia 5, mas o dia 15, sendo o imediato 16, e assim por diante até o dia 31, contando o referido mês apenas vinte e um dias naquele ano.</p>
<p>Pelas suas posses era indivíduo influente na corte portuguesa; chegou a obter uma sesmaria na ilha de <strong>Itamaracá</strong>, de que aliás não fez grande cabedal, porque deixou prescrever a concessão no fim do decênio.</p>
<p>Outro <strong>judeu</strong> opulento, que por esses tempos habitou <strong>Pernambuco</strong>, foi <strong>João Nunes</strong>, cuja fortuna passava de duzentos mil cruzados, uma cifra quase astronômica para aquela época e para aquele lugar. Para a conquista da <strong>Paraíba</strong> concorreu com créditos, e nela se achou com o ouvidor <strong>Martim Leitão</strong>, segundo escreveu <strong>Frei Vicente do Salvador</strong>.</p>
<p>Ali possuiu dois engenhos de açúcar, um moente, outro que não moia.</p>
<p>Perante a mesa do <strong>Santo Ofício</strong>, tanto na <strong>Bahia</strong> quanto depois em <strong>Olinda</strong>, <strong>João Nunes</strong> foi acusado de graves culpas, inclusive, e esta era das mais leves, de ser largo de consciência em seus contratos, fazendo ofensas cruéis contra <strong>Cristovão Vaz do Bom-Jesus</strong>, <strong>Felippe Cavalcanti</strong>, o florentino, <strong>Cristovão Lins</strong>, o alemão, e muitos outros mais.</p>
<p>Era homem sagaz, astuto e de muito saber, o rabino da lei dos <strong>judeus</strong> em <strong>Pernambuco</strong>, ao qual os <strong>cristãos-novos</strong> tinham grande obediência e respeito, apesar de viver escandalosamente amancebado com mulher casada, sem querer restitui-la ao marido complacente, que lhe perdoara o adultério e a reclamava com insistência aos seus caminhos conjugais.</p>
<h3>Diogo Fernandes, Branca Dias e a esnoga de Camaragibe</h3>
<p>Na mesma sociedade em <strong>Pernambuco</strong> se encontravam ainda outros <strong>cristãos-novos</strong> que conseguiram passar à história, mais ou menos interessantes pela influência que exerceram em seu meio. <strong>Diogo Fernandes</strong> e sua mulher <strong>Branca Dias</strong> merecem destaque.</p>
<p><strong>Jeronymo de Albuquerque</strong>, o patriarca pernambucano, em carta a D. João III, datada de <strong>Olinda</strong>, Agosto de 1556, intercedia a favor de <strong>Diogo Fernandes</strong>, que com outros companheiros de Vianna, por causa da guerra com os índios de <strong>Iguarassú</strong>, perdera sua fazenda e ficara muito pobre, com sua mulher, seis ou sete filhas e dois filhos, pelo que merecia que sua alteza lhe fizesse alguma mercê, pois era homem que, para negociar com engenhos, “outro mais suficiente na terra do que ele não se achava.”</p>
<p>Foi, de fato, leitor do engenho de <strong>Camaragibe</strong>, de <strong>Bento Dias de Santiago</strong>, que era parente de sua mulher. Ali havia <strong>esnoga</strong>, onde, nas luas novas de agosto, em carros enramados, os <strong>judeus</strong> da terra iam celebrar o <strong>Yom Kipur</strong> e outras cerimônias do rito <strong>judaico</strong>.</p>
<p>D. <strong>Brites de Albuquerque</strong>, viúva do primeiro donatário, assistiu aos últimos momentos de <strong>Diogo Fernandes</strong>, e na agonia lhe dizia que chamasse pelo nome de <strong>Jesus</strong>, nomeando-o muitas vezes, e “ele virava sempre o focinho, e nunca o quis nomear.”</p>
<p><strong>Branca Dias</strong> sobreviveu ao marido, mas já era defunta em 1594, quando o <strong>Santo Ofício</strong> chegou a Pernambuco. Suas filhas casaram bem na terra: a mais velha, <strong>Ignez Fernandes</strong>, casou com <strong>Balthazar Leitão</strong>; <strong>Violante</strong>, com <strong>João Pereira</strong>; <strong>Guiomar</strong>, com <strong>Francisco Frazão</strong>; <strong>Isabel</strong>, com <strong>Bastião Coelho</strong>, por alcunha <strong>Boas-Noites</strong>; <strong>Felippa</strong>, com <strong>Pero da Costa</strong>; <strong>Andresa</strong>, com <strong>Fernão de Sousa</strong>; e <strong>Anna</strong>, com outro <strong>Diogo Fernandes</strong>. Uma filha de <strong>Ignez</strong> com <strong>Balthazar Leitão</strong>, <strong>Maria de Paiva</strong>, casou com o fidalgo <strong>Agostinho de Hollanda</strong>, filho de <strong>Arnal de Hollanda</strong> e de sua mulher <strong>D. Beatriz Mendes de Vasconcellos</strong>, e sobrinho-neto do papa <strong>Adriano VI</strong>, a acreditar em <strong>Borges da Fonseca e Gamboa</strong>.</p>
<p>Esse consórcio só foi feliz em não haver descendência, acrescenta com o zelo de familiar do <strong>Santo Ofício</strong> o primeiro daqueles genealogistas, que aliás trucida de falso, dando <strong>Brites</strong> ou <strong>Beatriz Fernandes</strong> como mulher de <strong>Agostinho de Hollanda</strong>, quando o certo é que esta foi das filhas de <strong>Branca Dias</strong> a única que não arranjou casamento, porque era aleijada e feia, e tinha até o apelido de <strong>Yella</strong>.</p>
<p><strong>Branca Dias</strong>, quando morou em <strong>Olinda</strong>, tinha casa na Rua dos Palhaços, onde recebia meninas, como pensionistas, para aprenderem a coser e a lavar com ela e as filhas.</p>
<h3>Âmbrosio Fernandes Brandão e Bento Teixeira</h3>
<p>Uma figura singular naquela sociedade foi <strong>Âmbrosio Fernandes Brandão</strong>, sem dúvida o Brandão dos magníficos Diálogos das Grandezas do Brasil, que é um dos mais substanciosos escritos sobre o Brasil no primeiro século.</p>
<p>Custa a crer que um simples colono dispusesse daquela formidável cornucópia de admiráveis conhecimentos, que prodigamente derramou nas páginas de seu livro, de informação tão segura e observação tão justa.</p>
<p>Brandão não era médico, como <strong>Garcia da Orta</strong>; dele nenhum depoimento existe de que tenha passado, como o outro, por Coimbra ou Salamanca.</p>
<p>Por isso mesmo é que maravilha como possuísse tamanho cabedal científico, de tão extensa erudição em matérias que por seu ofício ou profissão não estava obrigado a versar, quanto mais a ensinar.</p>
<p>Estava em <strong>Pernambuco</strong>, pelo menos, em 1583; daí acompanhou o ouvidor <strong>Martim Leitão</strong> como capitão de mercadores, em uma das expedições contra franceses e índios da <strong>Paraíba</strong> e tomou parte com a sua companhia no combate em que foi conquistada a cerca do Braço de Peixe.</p>
<p>Era então um dos leitores da fazenda de <strong>Bento Dias de Santiago</strong>, e frequentava a <strong>esnoga</strong> do engenho de <strong>Camaragibe</strong>; foi por esse motivo denunciado perante a mesa do <strong>Santo Ofício</strong>, na Bahia, em outubro de 1591, com outros seus correligionários, como <strong>João Nunes</strong>, já referido, <strong>Simão Vaz</strong>, <strong>Duarte Dias Henriques</strong> e <strong>Nuno Alvares</strong>, por ventura o interlocutor <strong>Antão dos Diálogos</strong>, que como ele, também era leitor dos dízimos reais a cargo de <strong>Bento Santiago</strong>.</p>
<p>Antes de 1613 estabeleceu-se na <strong>Paraíba</strong>, onde ainda tomou parte em outras entradas contra franceses e índios. Nessa época era senhor de dois engenhos de açúcar, o <strong>Inobi</strong>, ou de <strong>Santos Cosme e Damião</strong>, e do <strong>Meio</strong>, ou <strong>São Gabriel</strong>; naquele ano pedia licença para fabricar terceiro engenho na ribeira do <strong>Garjaú</strong>, e requeria uma sesmaria, que somente lhe foi concedida dez anos depois. Ignora-se quando morreu, mas já não vivia quando os <strong>holandeses</strong> tomaram a <strong>Paraíba</strong>.</p>
<p>Outra figura interessante da capitania pernambucana é a de <strong>Bento Teixeira</strong>, que se qualificou perante a mesa do <strong>Santo Ofício</strong>, em <strong>Olinda</strong>, a 21 de janeiro de 1594, como “<strong>cristão-novo</strong>, natural da cidade do <strong>Porto</strong>, filho de <strong>Manuel Alves de Barros</strong>, que não tinha mais ofício que tratante, e de sua mulher <strong>Lianor Rodrigues</strong>, cristãos-novos, casado com <strong>Felippa Raposa</strong>, cristã-velha, morador nas terras de <strong>João Paes</strong>, na freguesia de <strong>Santo Antonio</strong>, no <strong>Cabo de Santo Agostinho</strong>, mestre de ensinar moços o latim, ler e escrever, a aritmética.&#8221;</p>
<p>O visitador já o conhecia pelas desfavoráveis ausências que fizeram diversos denunciantes na Bahia. Seus pais faleceram nessa capitania, onde parece primeiro a família aportou no Brasil.</p>
<p>Dois irmãos seus também adotaram profissão literária. <strong>Fernão Rodrigues</strong>, o mais velho dos três, foi mestre de ensinar moços na ilha de <strong>Itamaracá</strong>, e <strong>Fernão Rodrigues da Paz</strong>, o caçula, ali tivera a mesma ocupação, mas já não a exercia em julho de 1595.</p>
<p>Esse, aos dezessete anos, esteve no <strong>Rio de Janeiro</strong>, onde tomava lições de aritmética com o <strong>cristão-novo Francisco Lopes</strong>, e já tinha bom conhecimento do latim.</p>
<p>Depondo, em <strong>Olinda</strong>, declarou o mesmo <strong>Fernão Rodrigues da Paz</strong> não saber de parente algum seu que fosse preso ou sentenciado pelo <strong>Santo Ofício</strong>, o que exclui a hipótese de ter vindo a família degredada para o Brasil por culpas no cartório da <strong>Inquisição</strong>. <strong>Bento Teixeira</strong>, cerca de 1580, frequentava os estudos do Colégio da Companhia de <strong>Jesus</strong> na Bahia; era um mancebo alto, grosso, de pouca barba, e andava com vestes compridas e barreto de clérigo; quatro anos depois estava na capitania dos Ilhéus, onde contraiu matrimônio.</p>
<p>Em <strong>Pernambuco</strong> estaria pelos anos de 1586; ali teve escola de ensinar moços em <strong>Iguarassú</strong>, <strong>Olinda</strong> e ultimamente no <strong>Cabo de Santo Agostinho</strong>.</p>
<p>Em dezembro de 1594 asilar-se-ia no mosteiro de <strong>São Bento</strong> por ter assassinado sua mulher; ignora-se a causa determinante do uxoricídio, mas não é fora de cogitação fosse o adultério, que pela legislação coeva não se considerava fato punível, uma vez que o matador já em setembro do ano seguinte, ou mesmo antes, havia dispensado o asilo beneditino, talvez com alívio dos bons monges.</p>
<p>Queiram ou não queiram alguns historiógrafos e compiladores da literatura nacional, esse <strong>Bento Teixeira</strong> não pode deixar de ser o mesmo <strong>Bento Teixeira</strong> que escreveu a <strong>Prosopopéia</strong>, o qual, há mais de três séculos vem sendo considerado por gregos e troianos como brasileiro, natural de <strong>Pernambuco</strong>, e cronologicamente o primeiro poeta do <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Compreende-se quanto é difícil anular uma noção secularmente encrustada nos tratados de literatura, principalmente, como no caso sujeito, quando ela é, de certo modo, simpática ao sentimento nacional de um povo.</p>
<p>Mas, enquanto não se provar a existência em <strong>Pernambuco</strong>, nos fins do século XVI, de um <strong>Bento Teixeira</strong> brasileiro nato, capaz de poetar, será tolice insistir na tese clássica, que só tem a aboná-la a tradição acolhida por <strong>Barbosa Machado</strong> e servilmente recolhida por quantos vieram depois.</p>
<p>O depoimento de <strong>Bento Teixeira</strong> português, natural do <strong>Porto</strong>, perante o <strong>Santo Ofício</strong>, em <strong>Olinda</strong>, eleva-o muito acima da carreira comum dos outros depoentes, pelos conhecimentos que revela das letras sagradas e profanas, e das doutrinas do <strong>Talmud</strong> e da <strong>Cabala</strong>, que procurou contrariar com o livro dos Símbolos de <strong>Frei Luís de Granada</strong>, e com os tratados do bispo <strong>Jeronymo de Osório</strong>, De Gloria et Nobilitate Cirile et Christiana.</p>
<p>Que podia traduzir os Salmos, que declarava a Bíblia de latim em linguagem, que lia a <strong>Diana</strong>, de <strong>Jorge de Montemor</strong>, que era homem ladino, discreto, espirituoso e muito versado na ciência do latim e em outras, bem como no conhecimento da História Sagrada, e que frequentava a escola do colégio dos jesuítas e a do Colégio de <strong>São Bento</strong>, sempre como simples aluno e freqüentador; é também inexplicável que um <strong>cristão-novo</strong> da sorte do acima declinado, para mais se firmar a sua verossimilhança, fosse vítima da fúria inquisitorial.</p>
<p><strong>Bento Teixeira</strong> foi o mais popular dos poetas da primeira metade do século XVII; e há livros na língua espanhola de autores contemporâneos seus, em que lhe é reconhecido um lugar honroso.</p>
<h3>Diáspora, Nassau e colônias judaicas</h3>
<p>Em 1647, a Companhia das Índias Ocidentais, de acordo com os <strong>Estados Gerais</strong>, cogitou enviar novamente <strong>Nassau</strong> a <strong>Pernambuco</strong>, com um grande reforço de tropas destinado a dominar a rebelião pernambucana.</p>
<p>Essa expectativa alarmou <strong>Sousa Coutinho</strong>, que, por intermédio de <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong>, conseguiu uma conferência secreta com o conde no bosque de <strong>Haya</strong>, às dez horas da noite, em uma chuva torrencial.</p>
<p>Posteriormente, através do mesmo intermediário, <strong>Sousa Coutinho</strong> ofereceu um milhão de <strong>florins</strong> se <strong>Nassau</strong> negociasse um acordo que incluísse <strong>Portugal</strong> em uma trégua ampla, e quatrocentos mil florins se não fosse possível.</p>
<p>A promessa influenciou <strong>Nassau</strong>, que, para atender ao objetivo de <strong>Sousa Coutinho</strong>, não se recusou totalmente a aceitar a proposta da Companhia e dos Estados, mas exigiu tanto que se compreendeu que ele estava se eximindo.</p>
<p><strong>Nassau</strong> buscava os mesmos ordenados que viriam na <strong>Holanda</strong>, quinhentos mil florins para pagar suas dívidas e se retirar, além de nove mil homens fornecidos pelos Estados e três mil pela Companhia, com a gente de mar necessária e socorros subsequentes.</p>
<p>Na <strong>Holanda</strong>, <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong> conseguiu uma carta de naturalização como súdito dos <strong>Estados Gerais</strong>.</p>
<p>Contudo, ao rebentar a sublevação pernambucana, ele foi suspeito de conivência com os rebeldes e comprometido por cartas interceptadas, escritas a um tio seu, <strong>Diogo Cardoso</strong>, residente em <strong>Sevilha</strong>, a <strong>Mathias de Albuquerque</strong> e outras pessoas.</p>
<p>Preso, foi condenado, em maio de 1646, a sete anos de prisão, banimento perpétuo ao cumprir a pena e a uma forte multa pecuniária. <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong> conseguiu fugir da prisão, com chave de ouro, em agosto de 1649.</p>
<p>Os Estados publicaram editais oferecendo um prêmio de seiscentos florins a quem denunciasse e trouxesse <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong>, descrito como “homem de estatura um tanto baixa, grosso de corpo, de rosto moreno, e de mais de cinquenta anos de idade.”</p>
<p>Antes de fugir, <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong> havia escrito a <strong>Epistola in carcere</strong>, que foi divulgada pela imprensa e é um dos documentos interessantes da época. Em 1645, ele redigiu um largo memorial endereçado a <strong>D. João IV</strong>, recomendando a compra de <strong>Pernambuco</strong> dos <strong>holandeses</strong>.</p>
<p>O rei mandou o memorial examinar pelo seu conselho. Sobre esse memorial, o padre <strong>Antonio Vieira</strong> escreveu o famoso parecer chamado <strong>Papet-Jorte</strong>, datado de <strong>Lisboa</strong>, 14 de março de 1647, no qual aconselhava a oferta de três milhões de <strong>cruzados</strong>, em prestações anuais de quinhentos e seiscentos mil, em troca da devolução dos territórios ocupados pelos <strong>holandeses</strong> no Brasil, <strong>Angola</strong> e <strong>São Tomé</strong>.</p>
<p>No final de 1652, <strong>Gaspar Dias Ferreira</strong> estava em <strong>Lisboa</strong>, de onde escrevia a <strong>Francisco Barreto</strong>, <strong>Felippe Bandeira de Mello</strong> e <strong>Fernandes Vieira</strong>, buscando ser indicado como procurador de <strong>Pernambuco</strong> perante <strong>D. João IV</strong>.</p>
<h3>Expulsão dos holandeses e destino dos judeus</h3>
<p>Quando os <strong>holandeses</strong> foram finalmente expulsos de <strong>Pernambuco</strong>, o Conselho Supremo de <strong>Recife</strong> pediu ao general <strong>Francisco Barreto</strong> que permitisse aos <strong>judeus</strong> permanecerem no Brasil até a liquidação final de seus negócios.</p>
<p><strong>Barreto</strong> indeferiu o pedido, alegando que, uma vez expirado o prazo de três meses concedido aos <strong>holandeses</strong> para embarcarem para a <strong>Holanda</strong>, não poderia impedir que o vigário geral tomasse os <strong>judeus portugueses</strong> e os entregasse à <strong>Inquisição</strong>.</p>
<p>A maioria dos <strong>judeus</strong> em <strong>Pernambuco</strong> e nas demais capitanias submissas era composta por portugueses que emigraram de <strong>Portugal</strong> para a <strong>Holanda</strong> nas sucessivas perseguições.</p>
<p>Os <strong>judeus</strong> embarcados para a pátria no prazo marcado permaneceram pouco tempo lá.</p>
<p>Acostumados ao clima dos trópicos e aos trabalhos da agricultura, decidiram estabelecer-se na <strong>América</strong>.</p>
<p>Na época, havia uma mania de fundar colônias no <strong>Novo Mundo</strong>. Aproveitando a situação, o <strong>judeu David Nassy</strong>, com sua família e muitos companheiros, solicitou e obteve da <strong>Assembleia dos XIX</strong>, em 1657, o privilégio de formar uma colônia na ilha de <strong>Guiana</strong>, chamada <strong>Patroa Útil</strong>.</p>
<p>Hostilizada pelos <strong>franceses</strong> que se estabeleceram na terra firme, a colônia <strong>judaica</strong> foi obrigada a buscar refúgio em outra parte, mudando-se para <strong>Surinam</strong>.</p>
<p>Em <strong>Surinam</strong>, os <strong>judeus</strong> de <strong>Pernambuco</strong> encontraram seus correligionários vindos da <strong>Inglaterra</strong>, que na época possuía aquela parte da Guiana.</p>
<p>Quando, em 1667, por ocasião da paz de <strong>Breda</strong>, o território ficou para a <strong>Holanda</strong>, muitos <strong>judeus</strong> preferiram sair com os ingleses para a <strong>Jamaica</strong>. <strong>Jacob Josué Bueno Henriques</strong> e <strong>Benjamim Bueno Henriques</strong> são nomes conhecidos na ilha.</p>
<p>Em <strong>Barbados</strong>, <strong>judeus</strong> já estavam presentes desde 1656. Nesse ano, lhes foi concedido o direito de viver lá com as regalias dos demais estrangeiros.</p>
<p><strong>Cromwell</strong> protegia essa emigração e, parece, foi ele mesmo quem a promoveu, enviando em missão especial àquela colônia os hebreus <strong>Abraão Mercado</strong> e um filho, em 1655, sendo o primeiro médico de profissão e também negociante.</p>
<p>Historiadores economistas atribuem a essa emigração do Brasil a difusão da indústria <strong>açucareira</strong> em outras partes da <strong>América Tropical</strong>.</p>
<p>O médico ou boticário <strong>Abraão Mercado</strong> viveu algum tempo em <strong>Pernambuco</strong> e foi ele quem levou ao Conselho de <strong>Recife</strong> a denúncia anônima da conspiração pernambucana contra o domínio <strong>holandês</strong>.</p>
<p>Nomes portugueses podem ser encontrados entre os antigos habitantes de <strong>New York</strong>, <strong>Philadelphia</strong>, <strong>New Haven</strong> e outras localidades, provavelmente levados pelos <strong>judeus</strong> expulsos de <strong>Pernambuco</strong>.</p>
<h3>Século XVIII — Rio de Janeiro e perseguições</h3>
<p>No século XVIII, o centro de atividade dos <strong>judeus</strong> deslocou-se para o Sul do <strong>Brasil</strong>. <strong>Rio de Janeiro</strong> foi o local preferido, embora, como as demais cidades brasileiras, não estivesse isento das terríveis perseguições das autoridades eclesiásticas, sempre vigilantes pela pureza da fé católica.</p>
<p>Não houve mais visitas especiais ao Brasil, mas os <strong>bispos</strong> tinham a comissão do <strong>inquisidor-mór</strong> para prender e processar aqueles que incorressem em culpas de <strong>judaísmo</strong> e outras infrações, remetendo-os depois ao tribunal da <strong>Inquisição</strong> em <strong>Lisboa</strong>.</p>
<p>O historiador <strong>Varnhagen</strong> atribui ao bispo <strong>D. Frei Francisco de São Jerônimo</strong> o impulso para as perseguições aos <strong>cristãos-novos</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong> no início do século. Essa afirmação, porém, carece de fundamento. <strong>J. Lúcio de Azevedo</strong>, em seu artigo <strong>Judaísmo no Brasil</strong> (na Revista do Instituto, tomo 91), contesta a afirmação, indicando que era de <strong>Lisboa</strong>, do palácio dos <strong>Estaus</strong>, onde a <strong>Inquisição</strong> centralizava seus terrores, que se despedia o raio para atingir os apóstatas no além-mar.</p>
<h3>Autos de fé e casos emblemáticos</h3>
<p>Em 1707, no auto de 6 de novembro, <strong>Teresa Barrera</strong>, de 20 anos, natural de <strong>Olinda</strong>, filha de pais castelhanos, inaugurou a série de brasileiros condenados. Ela viera de <strong>Lisboa</strong> há seis anos e os fatos que motivaram sua prisão em <strong>Lisboa</strong> ocorreram lá.</p>
<p>No auto seguinte, de 30 de junho de 1709, pela primeira vez apareceram em número delinquentes trazidos do <strong>Brasil</strong>, um dos quais foi sentenciado à morte, cinco da <strong>Bahia</strong> e sete do <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>As perseguições aumentaram de forma espantosa, ao ponto de, de 1707 a 1711, haver anos em que mais de cento e sessenta pessoas foram presas, incluindo famílias inteiras, sem exceção das crianças.</p>
<p>Monsenhor <strong>Pizarro</strong>, nas <strong>Memórias do Rio de Janeiro</strong>, transcreve uma carta de testemunha ocular sobre a invasão francesa de 1711, na qual se lê um trecho relevante: “Esquecia-me de dizer-lhe a quantidade de gente que se havia preso pelo <strong>Santo Ofício</strong>, que julgo passar de cem pessoas; e por não individualizá-las, digo que é o resto dos <strong>cristãos-novos</strong> que V. S. conhecia; os quais, com a invasão, foram buscar sua vida e ainda andam espalhados, e andarão, até haver navios e ocasião.”</p>
<p>O ano de 1713 teve o maior contingente de pessoas do <strong>Brasil</strong> condenadas pelo <strong>Santo Ofício</strong>: foram trinta e dois homens e quarenta mulheres do <strong>Rio de Janeiro</strong>. No auto desse ano, de 9 de julho, <strong>D. Ventura Isabel Dique</strong>, religiosa professa no convento de <strong>Odivellas</strong>, de 26 anos, natural do <strong>Rio de Janeiro</strong>, abjurou por culpas de <strong>judaísmo</strong>. Após as penitências, ao regressar ao convento, as outras freiras se rebelaram contra sua presença e, como seus protestos não foram atendidos, saíram em cruz assada, abandonando a clausura.</p>
<h3>Confiscos, penas e motivações econômicas</h3>
<p>O pai da freira, <strong>João Dique de Sousa</strong>, de 67 anos, senhor de <strong>engenho</strong>, morador no <strong>Rio de Janeiro</strong>, foi condenado à morte por convicto, negativo e pertinaz, no auto de fé de 14 de outubro de 1714; três irmãos, <strong>Fernando</strong>, <strong>Diogo</strong> e <strong>Luis Dique de Sousa</strong>, também foram sentenciados pelo <strong>Santo Ofício</strong>.</p>
<p>É notável o número de senhores de <strong>engenho</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> que foram enviados para <strong>Lisboa</strong> e depois condenados pela <strong>Inquisição</strong>, variando de abjuração em forma, cárcere e hábito perpétuo ou a arbítrio, até a <strong>relaxação</strong>, ou seja, a entrega à justiça secular para pena de morte na fogueira.</p>
<p>Nesse número estão, somente no auto de 1713, os seguintes: <strong>Pedro Mendes Henriques</strong>, <strong>Manuel Cardoso Coutinho</strong>, <strong>Luis Alvares Monte-Arroyo</strong>, <strong>José Corrêa Ximenes</strong> e sua mulher <strong>Guiomar de Azevedo</strong>, seu irmão <strong>João Corrêa Ximenes</strong> e sua mulher <strong>Brites Paredes</strong>, <strong>João Rodrigues Calassa</strong> e sua mulher <strong>Magdalena Peres</strong>, <strong>Diogo Duarte de Sousa</strong>, <strong>Isabel da Silva</strong>, viúva de <strong>Bento de Lucena</strong>, <strong>Isabel Cardosa Coutinho</strong>, filha de <strong>Balthazar Rodrigues Coutinho</strong> e sua mãe <strong>Brites Cardosa</strong>, entre outros.</p>
<h3>Últimos autos e condenações</h3>
<p>No mesmo auto de fé de 1713, foi sentenciado a seis anos de <strong>galés</strong> <strong>Abraão</strong>, ou <strong>Diogo Rodrigues</strong>, vulgarmente chamado <strong>Dioguinho</strong>, de 49 anos, natural da vila de <strong>Vidaxe</strong>, no reino da <strong>França</strong> e residente na cidade da <strong>Bahia</strong>, por se fingir cristão batizado e receber os sacramentos da <strong>igreja</strong>.</p>
<p>Em 1726, o tribunal do <strong>Santo Ofício</strong> condenou a ser relaxado em carne o padre <strong>Manuel Lopes de Carvalho</strong>, sacerdote do hábito de <strong>São Pedro</strong>, de 44 anos, natural da <strong>Bahia</strong>, “convicto, pertinaz e professo da lei de <strong>Moisés</strong> e outros erros.” Em 1729, igual sorte teve <strong>João Thomaz de Castro</strong>, de 31 anos, médico, filho de <strong>Miguel de Castro Lara</strong>, advogado, natural do <strong>Rio de Janeiro</strong>, “convicto, fixo, falso, simulado, conflitente, diminuto e impenitente.”</p>
<p>Na mesma ocasião, foi queimado em estátua, por ter tido a fortuna de aparecer defunto nos cárceres, <strong>Braz Gomes de Siqueira</strong>, mercador, natural da vila de <strong>Santos</strong> e morador na capitania do <strong>Espírito Santo</strong>, “convicto, negativo e pertinaz.”</p>
<h3>Antônio José da Silva e repercussões</h3>
<p>O caso do extraordinário poeta <strong>Antônio José da Silva</strong>, uma encarnação perfeita de <strong>Gil Vicente</strong> no século XVIII, é bem conhecido e não necessita de maiores explanações.</p>
<p><strong>Domingos José Gonçalves de Magalhães</strong>, o futuro visconde de Araguaya, dedicou-lhe um drama — <em>O Poeta e a Inquisição</em>. Todos os historiadores da literatura luso-brasileira encheram páginas com as desditas de <strong>Antônio José da Silva</strong>, de seu pai, o advogado <strong>João Mendes da Silva</strong>, de sua mãe e de seus irmãos, todos sacrificados ao furor religioso dos Torquemadas do palácio dos <strong>Estaus</strong>.</p>
<h3>Fim da distinção legal e leis pombalinas</h3>
<p>A <strong>Inquisição</strong> de <strong>Lisboa</strong>, de 1700 até 1770, celebrou setenta e seis <strong>autos de fé</strong>; o de 1767 foi o último a sentenciar pessoas vindas do <strong>Brasil</strong>, principalmente do <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>Em 1773, por uma lei de 25 de maio, devida ao grande <strong>Pombal</strong>, foi extinta definitivamente a separação entre <strong>cristãos-novos</strong> e <strong>cristãos-velhos</strong>, declarando aqueles aptos para quaisquer postos e honras, como os demais portugueses.</p>
<p>A lei proibiu o uso público ou particular da designação depreciativa em referência às pessoas de origem <strong>hebraica</strong>, estabelecendo penas de açoites e degredo para os contraventores se fossem peões; perda de empregos ou pensões, se nobres; e extermínio do reino, quando eclesiásticos.</p>
<p>Outra lei, de 15 de dezembro do ano seguinte, ampliou a anterior, com a abolição da <strong>infâmia</strong> atribuída aos que prevaricavam na fé.</p>
<p>Segundo essa disposição, os apóstatas que confessassem o delito e fossem reconciliados no <strong>Santo Ofício</strong> não ficariam com mácula, nem inaptos para dignidades e ofícios, e muito menos seus descendentes.</p>
<p>A infâmia era compreendida somente aos condenados à <strong>morte</strong>, impenitentes, sobre os quais recaía a pena de <strong>confiscação</strong> — o que era amplamente aplicado, pois o produto do confisco deveria pertencer aos inquisidores.</p>
<h3>Conclusão: assimilação e vestígios</h3>
<p>No <strong>Brasil</strong>, apesar das prevenções, a verdade é que o sangue <strong>israelita</strong> sempre se misturou com o sangue <strong>cristão</strong>, mesmo nas famílias de presumida nobreza, como mais de um caso ficou assinalado neste resumido estudo.</p>
<p>Decorridos mais de século e meio da promulgação das leis <strong>pombalinas</strong>, o elemento <strong>judeu</strong> pode considerar-se completamente absorvido na grande massa da população brasileira.</p>
<p>Se ainda existem alguns leves resquícios de sua intromissão, estes se manifestam apenas por características somáticas mais ou menos pronunciadas, por sobrevivências de certos hábitos e costumes, ou por pendores atávicos para determinadas profissões.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/os-judeus-no-brasil-colonial/">Os Judeus no Brasil Colonial: História e Influência</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat em Salvador BA</title>
		<link>https://bahia.ws/forte-de-nossa-senhora-de-monte-serrat-em-salvador-ba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 09:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Salvador da Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, localizado na cidade de Salvador, Bahia, é um dos mais icônicos e bem preservados exemplos de arquitetura militar colonial no Brasil. Considerado um ponto turístico importante, o forte oferece uma combinação de valor histórico, cultural e vistas panorâmicas que atraem visitantes locais [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/forte-de-nossa-senhora-de-monte-serrat-em-salvador-ba/">Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat em Salvador BA</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat</strong>, localizado na cidade de Salvador, Bahia, é um dos mais icônicos e bem preservados exemplos de arquitetura militar colonial no Brasil. Considerado um ponto turístico importante, o forte oferece uma combinação de valor histórico, cultural e vistas panorâmicas que atraem visitantes locais e internacionais.</p>
<p>O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, também conhecido como Forte de Monte Serrat ou simplesmente Forte de São Felipe, é uma das mais importantes e belas construções militares de Salvador, Bahia.</p>
<figure id="attachment_26193" aria-describedby="caption-attachment-26193" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26193 size-loop-large" title="Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-800x536.jpg" alt="Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat" width="800" height="536" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-800x536.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat.jpg 929w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26193" class="wp-caption-text">Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat em Salvador, Bahia</figcaption></figure>
<p>Localizado estrategicamente na península de Itapagipe, próximo à Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, o forte desempenhou um papel crucial na defesa da cidade durante o período colonial.</p>
<h4>Vídeo &#8211; Vista aérea do Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat</h4>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/forte-de-nossa-senhora-de-monte-serrat-em-salvador-ba/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Forte-de-Nossa-Senhora-de-Monte-Serrat-Salvador-BA.jpg" width="400" /></a></p>
<h3>Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat</h3>
<h4>1. Origem e Construção</h4>
<ul>
<li><strong>Início da Construção</strong><br />
A construção do Forte de Monte Serrat começou em 1583, durante o governo de Manoel Teles Barreto, que foi o governador-geral do Brasil na época. O forte foi construído com o objetivo de defender a entrada da Baía de Todos-os-Santos, uma posição estratégica para proteger Salvador, a então capital do Brasil, contra invasões estrangeiras e ataques de piratas.</li>
<li><strong>Arquitetura e Design</strong><br />
O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat é considerado um dos mais belos exemplares da arquitetura militar do Brasil colonial, com um estilo que mistura influências renascentistas e características tradicionais portuguesas. Originalmente, foi projetado como uma fortificação de madeira e taipa (técnica de construção com terra), mas ao longo dos anos, especialmente a partir de 1602, passou por reformas para se transformar em uma estrutura de pedra e cal, mais resistente e permanente.</li>
<li><strong>Localização Estratégica</strong><br />
Situado no alto de uma colina, o forte possui uma vista privilegiada da entrada da Baía de Todos-os-Santos, o que proporcionava um ponto de observação ideal para avistar navios inimigos e proteger a cidade de possíveis ataques. Sua localização permitia que as peças de artilharia cobrissem uma ampla área do litoral, incluindo a entrada do porto de Salvador.</li>
</ul>
<h4>2. Função Militar e Defesa</h4>
<ul>
<li><strong>Defesa contra Invasões Holandesas</strong><br />
Em 1624, durante a invasão holandesa em Salvador, o Forte de Monte Serrat desempenhou um papel crucial na defesa da cidade. Os holandeses conseguiram capturar Salvador, mas o forte foi uma das últimas fortalezas a resistir e a ser conquistada pelos invasores. Após a retomada da cidade pelos portugueses, em 1625, o forte foi reparado e reforçado.</li>
<li><strong>Fortificações Adicionais</strong><br />
Ao longo dos séculos XVII e XVIII, o forte passou por várias ampliações e modernizações. Recebeu novas muralhas, mais altas e mais espessas, além de aumentar o número de canhões e melhorar as instalações para os soldados que ali estavam guarnecidos.</li>
</ul>
<h4>3. Estrutura e Características Arquitetônicas</h4>
<ul>
<li><strong>Formato</strong><br />
O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat possui um formato poligonal irregular, típico das fortificações da época, com bastiões salientes que permitiam uma ampla cobertura de fogo e maior resistência contra ataques. Esta estrutura facilitava a defesa e a visibilidade ao redor, minimizando pontos cegos e melhorando a proteção contra ataques de artilharia inimiga.</li>
<li><strong>Muralhas e Torres</strong><br />
As muralhas são espessas e feitas de alvenaria de pedra e cal, proporcionando uma barreira sólida contra ataques de artilharia. O forte inclui torres de vigia em seus ângulos, que eram usadas para observar o movimento na baía e no entorno da cidade.</li>
<li><strong>Porta de Entrada e Interior</strong><br />
A entrada do forte é protegida por uma porta de madeira robusta, cercada por muralhas defensivas. No interior, existem alojamentos para os soldados, depósitos de armas e munições, além de uma pequena capela dedicada a Nossa Senhora de Monte Serrat, que dá nome ao forte.</li>
</ul>
<h4>4. Declínio e Uso Atual</h4>
<ul>
<li><strong>Perda de Função Militar</strong><br />
Com o passar do tempo e a mudança das necessidades militares, o Forte de Monte Serrat perdeu gradualmente sua importância estratégica. No final do século XIX e início do século XX, com o avanço da tecnologia militar e o crescimento da cidade de Salvador, o forte foi desativado como instalação militar ativa.</li>
<li><strong>Tombamento e Preservação</strong><br />
Em 1938, o forte foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como um patrimônio histórico e cultural do Brasil, reconhecendo sua importância arquitetônica e histórica. Desde então, o forte passou por restaurações e foi preservado como um monumento histórico.</li>
<li><strong>Atração Turística</strong><br />
Hoje, o Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat é uma popular atração turística em Salvador. Aberto ao público, ele oferece uma vista espetacular da Baía de Todos-os-Santos, atraindo visitantes interessados na história militar do Brasil, na arquitetura colonial e na beleza natural da região.</li>
</ul>
<h4>5. Significado Cultural e Histórico</h4>
<ul>
<li><strong>Símbolo de Resistência</strong><br />
O forte representa a resistência e a luta pela defesa de Salvador durante o período colonial, especialmente contra as tentativas de invasão holandesas. Sua história está ligada à defesa do território brasileiro e ao esforço para manter a soberania portuguesa na América do Sul.</li>
<li><strong>Patrimônio Cultural</strong><br />
Além de sua importância militar, o forte é um símbolo cultural e religioso, sendo dedicado a Nossa Senhora de Monte Serrat, a quem muitos fiéis atribuem proteção e milagres. A capela do forte ainda é um local de devoção para muitos baianos.</li>
</ul>
<h4>6. Acesso e Infraestrutura para Visitantes</h4>
<ul>
<li><strong>Acesso:</strong> O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat é acessível ao público e está aberto para visitas. Há uma pequena taxa de entrada que ajuda na manutenção e preservação do local. A localização é de fácil acesso a partir do centro de Salvador, e o local conta com estacionamento nas proximidades.</li>
<li><strong>Infraestrutura:</strong> O local conta com infraestrutura básica para receber visitantes, incluindo sanitários e uma pequena loja de souvenirs. Guias turísticos frequentemente estão disponíveis para oferecer informações detalhadas sobre a história e as curiosidades do forte.</li>
</ul>
<h4>7. Importância Turística</h4>
<ul>
<li><strong>Atração Popular:</strong> O forte é uma atração popular para turistas que desejam explorar a rica história de Salvador e entender melhor a importância da cidade durante o período colonial. Sua preservação e o ambiente tranquilo o tornam um lugar agradável para visitas familiares e para aqueles interessados em história e fotografia.</li>
</ul>
<h4>8. Resumo</h4>
<p>O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, construído no final do século XVI, é uma das mais importantes fortificações históricas de Salvador, Bahia.</p>
<p><b>Conheça em detalhes a <a href="https://bahia.ws/historia-do-forte-de-nossa-senhora-de-monte-serrat/" target="_blank" rel="noopener">história do Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat</a></b></p>
<p>Originalmente projetado para proteger a cidade de invasões estrangeiras e ataques de piratas, o forte desempenhou um papel crucial durante as invasões holandesas no século XVII.</p>
<p>Com uma arquitetura impressionante e uma localização estratégica na península de Itapagipe, o forte não apenas simboliza a resistência e a defesa militar, mas também preserva a herança cultural e religiosa da região.</p>
<p>Atualmente, como um monumento histórico tombado, o Forte de Monte Serrat continua a atrair visitantes e a contar a história de Salvador e do Brasil.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/forte-de-nossa-senhora-de-monte-serrat-em-salvador-ba/">Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat em Salvador BA</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça São Raimundo Nonato: A Capital da Pré-História</title>
		<link>https://bahia.ws/sao-raimundo-nonato-no-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 11:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oeiras e São Raimundo Nonato]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da Serra da Capivara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>São Raimundo Nonato, localizada no estado do Piauí, é uma cidade que atrai turistas interessados em história, cultura, arqueologia e natureza. São Raimundo Nonato é a principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Capivara, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil e do mundo. Os [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/sao-raimundo-nonato-no-piaui/">Conheça São Raimundo Nonato: A Capital da Pré-História</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>São Raimundo Nonato, localizada no estado do Piauí, é uma cidade que atrai turistas interessados em história, cultura, arqueologia e natureza.</p>
<p>São Raimundo Nonato é a principal porta de entrada para o <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-parque-nacional-serra-da-capivara-piaui/" target="_blank" rel="noopener">Parque Nacional da Serra da Capivara</a></strong>, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil e do mundo.</p>
<figure id="attachment_47774" aria-describedby="caption-attachment-47774" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-47774 size-full" title="São Raimundo Nonato no Piauí" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui.jpg" alt="São Raimundo Nonato no Piauí" width="800" height="475" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui-300x178.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui-768x456.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/08/Sao-Raimundo-Nonato-no-Piaui-93x55.jpg 93w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47774" class="wp-caption-text">São Raimundo Nonato no Piauí</figcaption></figure>
<p>Os moradores da cidade orgulham-se de chamá-la de &#8220;capital da pré-história&#8221;.</p>
<p>Porta de entrada do Parque Nacional da Serra da Capivara, São Raimundo Nonato vive do turismo e das atividades relacionadas à conservação do local.</p>
<p>Aqui, como em toda a região, as estações são bem definidas &#8211; há o período de seca, entre maio e novembro, quando a vegetação perde as folhas e ganha tons cinza-claro, e os meses chuvosos, entre dezembro e maio, quando tudo verdeja.</p>
<p>É durante a estiagem que ocorrem os eventos mais importantes do município: a festa do padroeiro, em agosto, quando a cidade se enche de bandeirolas, e o Festival Internacional Serra da Capivara, em setembro, com mostras de música, teatro e artes plásticas vindas de várias partes do mundo.</p>
<h4>Vídeo &#8211; Atrações Turísticas de São Raimundo Nonato</h4>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/sao-raimundo-nonato-no-piaui/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Fundação-Museu-do-Homem-Americano-em-São-Raimundo-Nonato.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>Guia Turístico de São Raimundo Nonato PI</h2>
<h3>1. Parque Nacional da Serra da Capivara</h3>
<p>O principal atrativo turístico de São Raimundo Nonato é o Parque Nacional da Serra da Capivara, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. O parque é famoso por abrigar uma das maiores concentrações de sítios arqueológicos pré-históricos do mundo.</p>
<h4>1.1. Sítios Arqueológicos</h4>
<p>O parque possui mais de mil sítios arqueológicos, muitos dos quais contêm pinturas rupestres com mais de 10 mil anos. As pinturas retratam cenas do cotidiano, como caça, rituais e figuras humanas e animais, e são uma janela para a vida das civilizações antigas que habitaram a região.</p>
<h4>1.2. Trilhas e Mirantes</h4>
<p>O parque oferece várias trilhas que levam os visitantes aos sítios arqueológicos e a mirantes que proporcionam vistas panorâmicas das formações rochosas e da paisagem do sertão. Algumas trilhas são curtas e acessíveis, enquanto outras são mais longas e desafiadoras, ideais para aventureiros.</p>
<h4>1.3. Museu do Homem Americano</h4>
<p>Localizado em São Raimundo Nonato, o museu é dedicado à preservação e exposição dos achados arqueológicos da Serra da Capivara. O acervo inclui fósseis, artefatos e réplicas das pinturas rupestres, oferecendo uma compreensão profunda da pré-história da região.</p>
<p>Inaugurado em 1998 e administrado pela Fundação Museu do Homem Americano em São Raimundo Nonato, responsável pela manutenção do parque nacional, o museu oferece uma eficiente introdução sobre a importância da riqueza do património arqueológico e geológico do Piauí.</p>
<p>Em seus dois andares ficam expostos painéis, fotografias e, sobretudo, amostras de material lítico que sintetizam trinta anos de pesquisas e descobertas na região.</p>
<p>Impressionam as urnas funerárias e os fósseis humanos, com destaque para o Zuzu, nome pelo qual é conhecido o esqueleto de cerca de 10 mil anos encontrado na toca dos Coqueiros. Centro Cultural Sérgio Motta, s/n, Campestre.</p>
<h3>2. Cultura e História</h3>
<p>Além do Parque Nacional da Serra da Capivara, São Raimundo Nonato tem uma rica herança cultural e histórica que vale a pena explorar.</p>
<ul>
<li><strong>Centro Histórico:</strong> A cidade tem um pequeno mas charmoso centro histórico, com edifícios coloniais e ruas de paralelepípedos. Aqui, você pode visitar a Igreja de São Raimundo Nonato, padroeiro da cidade, e conhecer um pouco mais sobre a história local.</li>
<li><strong>Artesanato Local:</strong> A região é conhecida pelo seu artesanato, especialmente peças feitas de argila e cerâmica, que refletem as tradições culturais do sertão. Os visitantes podem comprar essas peças em lojas e feiras locais.</li>
</ul>
<h3>3. Natureza e Aventura</h3>
<p>Além da riqueza arqueológica, a região de São Raimundo Nonato oferece oportunidades para atividades de ecoturismo e aventura.</p>
<ul>
<li><strong>Boqueirão da Pedra Furada:</strong> Um dos sítios mais famosos dentro do Parque Nacional da Serra da Capivara, a Pedra Furada é uma formação rochosa natural que é um símbolo da região. Além de sua beleza cênica, a área ao redor oferece trilhas que permitem explorar a flora e fauna locais.</li>
<li><strong>Trilhas Ecológicas:</strong> A região é perfeita para caminhadas e trilhas ecológicas. Você pode explorar o sertão e observar a rica biodiversidade da caatinga, com plantas endêmicas e uma variedade de animais, como aves, répteis e mamíferos.</li>
</ul>
<h3>4. Eventos e Festividades</h3>
<p>São Raimundo Nonato também é conhecida por suas festividades, que misturam cultura popular e tradições religiosas.</p>
<ul>
<li><strong>Festa de São Raimundo Nonato:</strong> Celebrada em agosto, é a principal festa religiosa da cidade, atraindo fiéis de toda a região. A festa inclui missas, procissões e eventos culturais que envolvem toda a comunidade.</li>
</ul>
<h3>5. Como Chegar</h3>
<p>São Raimundo Nonato está localizada a cerca de 530 km de Teresina, a capital do Piauí. A cidade tem um pequeno aeroporto, o Aeroporto Internacional Serra da Capivara, com voos regulares de Teresina e outras cidades do Nordeste. Para quem prefere viajar por terra, há ônibus saindo de Teresina e de outras cidades do estado.</p>
<h3>6. Hospedagem</h3>
<p>A cidade oferece diversas opções de hospedagem, desde pousadas simples até hotéis mais confortáveis, ideais para quem deseja explorar a Serra da Capivara com tranquilidade.</p>
<ul>
<li><strong>Hotel Real:</strong> Um dos hotéis mais conhecidos da cidade, oferece acomodações confortáveis e um bom serviço, com fácil acesso ao centro e ao Parque Nacional.</li>
<li><strong>Pousada Zabelê:</strong> Uma opção mais econômica, mas com bom atendimento e um ambiente acolhedor, ideal para turistas que buscam uma estadia simples e prática.</li>
</ul>
<h3>7. Dicas de Viagem</h3>
<ul>
<li><strong>Melhor Época para Visitar:</strong> A melhor época para visitar São Raimundo Nonato e a Serra da Capivara é durante a estação seca, que vai de maio a setembro. Nesse período, as temperaturas são mais amenas, e as trilhas estão em melhores condições.</li>
<li><strong>Guias Locais:</strong> Recomenda-se contratar guias locais para explorar o Parque Nacional da Serra da Capivara. Eles oferecem informações valiosas sobre os sítios arqueológicos e garantem uma experiência mais segura e enriquecedora.</li>
</ul>
<p>São Raimundo Nonato é um destino que combina história milenar, cultura rica e belezas naturais. É o lugar perfeito para quem busca uma viagem que seja ao mesmo tempo educativa e inspiradora, mergulhando nas origens da humanidade em um cenário natural deslumbrante.</p>
<p>Guia de Turismo e Viagem de Oeiras e São Raimundo Nonato</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/sao-raimundo-nonato-no-piaui/">Conheça São Raimundo Nonato: A Capital da Pré-História</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atrações Turísticas de Bonito MS: Experiências Inesquecíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 15:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Abismo Anhumas]]></category>
		<category><![CDATA[Aquário Natural Baía Bonita]]></category>
		<category><![CDATA[Arvorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Balneário Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Bóia-Cross no Rio Formosinho]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco das Araras]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira de Aquidabã]]></category>
		<category><![CDATA[Estância Mimosa]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Ceita Corê]]></category>
		<category><![CDATA[Gruta do Lago Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Parque das Cachoeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Fiqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Rafting no Rio Formoso]]></category>
		<category><![CDATA[Rio do Peixe]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Formoso]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Sucuri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Atrações Turísticas de Bonito: Experiências Inesquecíveis A cidade de Bonito, até meados dos anos 1980, era uma pacata localidade agropecuária, rota de passagem de grandes comitivas de gado. Pouco mais de uma década depois, Bonito tornou-se a meca do ecoturismo no Brasil. A cidade de Bonito, localizada entre a serra [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/">Atrações Turísticas de Bonito MS: Experiências Inesquecíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>

<h4 id="h-atracoes-turisticas-de-bonito-experiencias-inesqueciveis" class="wp-block-heading">Atrações Turísticas de Bonito: Experiências Inesquecíveis</h4>



<p>A cidade de Bonito, até meados dos anos 1980, era uma pacata localidade agropecuária, rota de passagem de grandes comitivas de gado.</p>



<p>Pouco mais de uma década depois, Bonito tornou-se a meca do ecoturismo no Brasil.</p>



<p>A cidade de Bonito, localizada entre a serra da Bodoquena e o rio Miranda, a 285 quilômetros da capital Campo Grande e a 140 quilômetros do início do Pantanal, é um dos principais destinos turísticos do Brasil.</p>



<p>Bonito é conhecida pelas suas belezas naturais e atividades ecoturísticas. A cidade oferece uma variedade de atrações, incluindo rios de águas cristalinas, cavernas, cachoeiras e grutas, que proporcionam experiências inesquecíveis aos visitantes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45564" aria-describedby="caption-attachment-45564" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45564" title="Mapa de Regionalização de Turismo no Mato Grosso do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-1024x691.jpg" alt="Mapa de Regionalização de Turismo no Mato Grosso do Sul" width="1024" height="691" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-1024x691.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-300x203.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-768x518.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-800x540.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul.jpg 1422w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45564" class="wp-caption-text">Mapa de Regionalização de Turismo no Mato Grosso do Sul</figcaption></figure>

Para além das belezas naturais que inspiraram o nome do município, o que faz a fama do lugar é o modo como as atrações são exploradas.</figure>





<p>Nas cerca de quarenta propriedades rurais abertas ao público, há regras rígidas de utilização de cachoeiras, rios, trilhas e grutas, que buscam o chamado turismo de mínimo impacto.</p>



<p>Alguns fazendeiros transformaram parte de suas terras em reservas ambientais e investiram na formação de pessoal para atender aos turistas.</p>



<figure class="wp-block-image alignright">
<figure id="attachment_45777" aria-describedby="caption-attachment-45777" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Turistico-de-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45777" title="Mapa Turístico de Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Turistico-de-Bonito-MS-160x120.jpg" alt="Mapa Turístico de Bonito MS" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-45777" class="wp-caption-text">Mapa Turístico de Bonito MS</figcaption></figure>

</figure>



<p>As visitas aos locais mais atraentes só podem ser feitas em pequenos grupos, sempre com o acompanhamento de guias e mediante agendamento prévio nas agências de turismo, de modo que o número máximo de presentes em cada atração seja controlado.</p>



<p>Algumas medidas surpreendem os visitantes &#8211; por exemplo, a proibição de uso de repelente e de protetor solar para quem quiser mergulhar nos rios e podem dar-lhes a sensação de falta de liberdade.</p>



<p>Entretanto, os cuidados se justificam: o ecossistema da região é, de fato, extremamente frágil, e não há melhor solução para que o turismo seja a um só tempo atividade lucrativa e pouco danosa ao meio ambiente.</p>



<p>Com isso, Bonito se transformou em referência no cenário ecoturístico do país.</p>



<p>A vida da cidade de Bonito MS gira em torno dos visitantes.</p>



<p>A zona urbana não guarda atrativos especiais, contudo a rua principal, a Coronel Pilad Kebuá, reúne os mais diversos serviços: pousadas, restaurantes, cibercafés, lojas de suvenires c artesanato, agências de turismo e operadoras de mergulho.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45693" aria-describedby="caption-attachment-45693" style="width: 987px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45693" title="mapa da cidade de Bonito e arredores MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-987x1024.jpg" alt="mapa de Bonito e arredores MS" width="987" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-987x1024.jpg 987w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-289x300.jpg 289w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-768x797.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-53x55.jpg 53w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores-800x830.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Bonito-e-arredores.jpg 1205w" sizes="(max-width: 987px) 100vw, 987px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45693" class="wp-caption-text">mapa da cidade de Bonito e arredores MS</figcaption></figure>

À noite, quando os turistas voltam dos passeios, a rua fica lotada.</figure>





<p>O bar mais frequentado da Pilad Kebuá é o Taboa, cuja programação durante os períodos de férias inclui apresentações de grupos de forró.</p>



<p><strong>Em julho</strong>, é organizado o Festival de Inverno de Bonito, que reúne artistas de expressão nacional.</p>



<p>Em Bonito, há opções de hospedagem para todos os gostos e bolsos.</p>



<p>A maior parte dos hotéis fica nas redondezas do centro. Algumas simpáticas pousadas instaladas em áreas próximas aos rios e às matas, longe da agitação, combinam mais com o espírito da região.</p>


<div class="wpz-sc-box normal  rounded "><strong>Na alta temporada</strong> &#8211; janeiro, fevereiro e julho -, os turistas que não tiverem feito reserva com antecedência correm o risco de não participar dos programas imperdíveis, como os passeios ao lago Azul, ao rio da Prata e ao Aquário Natural.</div>



<p>Para fazer os roteiros turísticos mais indicados, é preciso estar de carro.</p>



<h3 id="h-videos-atracoes-e-pontos-turisticos-de-bonito" class="wp-block-heading">Vídeos -Atrações e Pontos Turísticos de Bonito</h3>


<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Bonito-MS.jpg" width="400" /></a></p>



<h3 id="h-17-atracoes-turisticas-de-bonito-ms" class="wp-block-heading">17 Atrações Turísticas de Bonito MS</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>Flutuação nos Rios</li>



<li>Aquário Natural Baía Bonita</li>



<li>Rio Sucuri</li>



<li>Rio Formoso</li>



<li>Rio do Peixe</li>



<li>Estância Mimosa</li>



<li>Parque das Cachoeiras</li>



<li>Fazenda Ceita Corê</li>



<li>Gruta do Lago Azul</li>



<li>Cachoeira de Aquidabã</li>



<li>Abismo Anhumas</li>



<li>Arvorismo</li>



<li>Bóia-Cross no Rio Formosinho</li>



<li>Rafting no Rio Formoso</li>



<li>Balneário Municipal</li>



<li>Praia da Fiqueira</li>



<li>Buraco das Araras</li>
</ol>


<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Bonito-MS.jpg" width="400" /></a></p>



<h4 id="h-1-flutuacao-nos-rios" class="wp-block-heading">1. Flutuação nos Rios</h4>



<p>Não é preciso ter muita intimidade com a prática de mergulho para se divertir com a experiência única de &#8216;‘flutuar” nos rios de Bonito.</p>



<p>A atividade mais procurada da região é feita com colete salva-vidas &#8211; basta se deixar levar pela correnteza.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45784" aria-describedby="caption-attachment-45784" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45784" title="Flutuação nos Rios de Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-1024x473.jpg" alt="Flutuação nos Rios de Bonito MS" width="1024" height="473" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-1024x473.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-300x138.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-768x354.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-119x55.jpg 119w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS-800x369.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Flutuacao-nos-Rios-de-Bonito-MS.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45784" class="wp-caption-text">Flutuação nos Rios de Bonito MS</figcaption></figure>

Debaixo d’água, o espetáculo é arrebatador. Usando máscaras, a visibilidade pode chegar a incríveis 50 metros. Tal fenômeno ocorre por causa da alta concentração de calcário, uni filtro natural, que decanta as impurezas, deixando as águas cristalinas.</figure>





<p>A profusão da vida aquática impressiona.</p>



<p>São cerca de oitenta espécies de peixes coloridos e grandes &#8211; como piraputangas, dourados e curimbatás &#8211; nadando com mansidão ao lado dos visitantes.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_45712" aria-describedby="caption-attachment-45712" style="width: 984px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" data-id="45712" class="wp-image-45712" title="Espécie de peixe curimbatá em MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS.webp" alt="Espécie de peixe curimbatá em MS" width="984" height="608" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS.webp 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS-300x185.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS-768x475.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS-89x55.webp 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-curimbata-em-MS-800x494.webp 800w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45712" class="wp-caption-text">Espécie de peixe curimbatá en&#8221;></figcaption>
[caption id="attachment_45714" align="aligncenter" width="620"]<a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-dourado-em-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45714" title="Espécie de peixe dourado em MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-dourado-em-MS.jpg" alt="Espécie de peixe dourado em MS" width="620" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-dourado-em-MS.jpg 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-dourado-em-MS-300x203.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-dourado-em-MS-81x55.jpg 81w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a> Espécie de peixe dourado em MS</figcaption></figure>
</figure>





<figure class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_45718" aria-describedby="caption-attachment-45718" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" data-id="45718" class="wp-image-45718" title="Espécie de peixe piraputanga em MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS.webp" alt="Espécie de peixe piraputanga em MS" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Especie-de-peixe-piraputanga-em-MS-98x55.webp 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45718" class="wp-caption-text">Espécie de peixe piraputanga en&#8221;></figcaption>
</figure>
</figure>



<p>Em ocasiões raras, sucuris podem cruzar o caminho, mas sem representar perigo algum.</p>



<p><strong>São três os rios mais recomendados para flutuação: </strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio Sucuri</li>



<li>Rio da Prata</li>



<li>Rio Formoso</li>
</ul>



<p>Cada rio tem características próprias.</p>



<p>Em todos, há estrutura com guias e equipamentos necessários. Algumas regras precisam ser respeitadas à risca para minimizar o impacto ambiental dos mergulhadores.</p>



<p>Cada grupo, acompanhado obrigatoriamente por um guia, é composto por, no máximo, nove pessoas, que realizam o percurso em fila indiana.</p>



<p>Entre um grupo e outro, observa-se um intervalo de meia hora.</p>



<p>Aos novatos, cabem dois avisos importantes: não beba a água dos nos, pois o calcário e o magnésio presentes nela podem causar desarranjos intestinais, e evite tocar o fundo das águas, para não turvá-las e prejudicar a visibilidade do seu grupo e do que vem em seguida.</p>



<h4 id="h-2-aquario-natural-baia-bonita" class="wp-block-heading">2. Aquário Natural Baía Bonita</h4>



<p>Está localizada em uma reserva ecológica particular.</p>



<p>Este é um dos principais passeios em nascente de Bonito, você conseguirá ver um número surpreendente de piraputangas, dourados, curimbas e a vegetação aquática do Rio Baía Bonita durante a flutuação. O passeio é feito com roupa de neoprene e máscara snorkel. </p>



<p>Após caminhar por cinco minutos, a partir do centro de visitantes, chega-se à nascente conhecida como Aquário Natural &#8211; pela absoluta transparência de suas águas e a grande concentração de peixes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
[caption id="attachment_45803" align="aligncenter" width="800"]<a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45803" title="Aquário Natural Baía Bonita em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS.jpg" alt="Aquário Natural Baía Bonita em Bonito MS" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Aquario-Natural-Baia-Bonita-em-Bonito-MS-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a> Aquário Natural Baía Bonita em Bonito MS</figcaption></figure>

Nesse ponto tem início a flutuação, cujo percurso total é de 500 metros, percorridos em uma hora.</figure>





<p>Além da rica vida aquática do rio, experimente tirar um pouco a máscara e observar a mata ciliar; macacos-prego costumam atravessar de um lado para o outro do Aquário.</p>



<p>Trata-se de uma boa opção de programa para crianças e idosos, pois um barco acompanha o trajeto dos mergulhadores, como medida de segurança e opção para quem não se sentir confortável na flutuação.</p>



<p>Concluída a flutuação, retoma-se a caminhada, com parada nos pontos de observação de animais em cativeiro &#8211; emas, jacarés, sucuris, antas e cervos-do-pantanal.</p>



<p>No final do percurso, que dura em média uma hora e meia, há um pequeno museu com ossadas de algumas espécies e textos explicativos sobre o ecossistema da região.</p>



<p>Destaca-se a boa estrutura do receptivo (banheiro, restaurante, loja).</p>



<p><strong>Diferenciais do Aquário Natural</strong></p>



<p>Devido a grande diversidade de fauna e flora, o principal diferencial da flutuação no Aquário Natural é, sem dúvida, a experiência de mergulhar em um verdadeiro aquário gigante. Além disso, esse é o passeio de flutuação mais próximo do centro de Bonito. </p>



<p>A 7 quilômetros de Bonito, acesso pela BR-267, para Jardim.</p>



<h4 id="h-3-rio-sucuri" class="wp-block-heading">3. Rio Sucuri</h4>



<p>Para chegar aqui, percorrem-se dois Fechos. um de dez minutos na carroceria de um caminhão e outro a pé, por uma trilha de 500 metros na mata, onde se observam macacos-prego e várias aves.</p>



<p>O percurso começa num mirante com vista para a nascente do Sucuri, de rara beleza. que já serviu de cenário para novelas e comerciais de televisão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45805" aria-describedby="caption-attachment-45805" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45805" title="Rio Sucuri em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-1024x760.jpg" alt="Rio Sucuri em Bonito MS" width="1024" height="760" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-1024x760.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-300x223.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-768x570.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1-800x594.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-Sucuri-em-Bonito-MS-1.jpg 1329w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45805" class="wp-caption-text">Rio Sucuri em Bonito MS</figcaption></figure>

Em razão da fragilidade do ambiente &#8211; a nascente é rasa, com placas de calcário no fundo &#8211; não é permitido nadar no local.</figure>





<p>A flutuação no rio, organizada pela fazenda São Geraldo, começa 200 metros no abaixo, dura uma hora e estende-se por aproximadamente 1 quilômetro.</p>



<p>Após o passeio, pode-se almoçar na sede da fazenda e conhecer as redondezas andando a cavalo, de bicicleta ou de quadriciclo.</p>



<p>A 17 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para São Geraldo.</p>



<h4 id="h-4-rio-formoso" class="wp-block-heading">4. Rio Formoso</h4>



<p>Aqui, a flutuação no rio Formoso é menos contemplativa &#8211; e mais aventureira.</p>



<p>Não por acaso o programa se chama Bonito Aventura. Em alguns momentos, as corredeiras e a correnteza forte podem assustar quem não tem intimidade com a água.</p>



<p>A base para o passeio é um quiosque com restaurante que serve comida caseira, localizado às margens do Formoso.</p>



<p>Depois de 1,8 quilômetro de caminhada em uma trilha interpretativa &#8211; isto é, com placas indicando a flora do lugar e os animais que podem ser avistados -, inicia-se o trecho no rio, em um percurso de 2,2 quilômetros por suas águas.</p>



<p>O tour completo dura cerca de duas horas e meia. Há a possibilidade de realizar um mergulho autônomo, em profundidades de até 5 metros, com duração de meia hora, sem a necessidade de experiência prévia em mergulho.</p>



<p>A 6 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Guia Lopes.</p>



<h4 id="h-5-rio-do-peixe" class="wp-block-heading">5. Rio do Peixe</h4>



<p>Para quem vai ficar poucos dias em Bonito, o Rio do Peixe, que atravessa a fazenda Agua Viva, é uma ótima opção de passeio.</p>



<p> No atrativo de trilhas e cachoeiras você terá a oportunidade de avistar diversos animais como araras azuis, macacos prego e várias piraputangas nos rios de água cristalina.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45786" aria-describedby="caption-attachment-45786" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45786" title="Rio do Peixe em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-1024x682.webp" alt="Rio do Peixe em Bonito MS" width="1024" height="682" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-1024x682.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-768x511.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-1536x1023.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rio-do-Peixe-em-Bonito-MS.webp 1903w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45786" class="wp-caption-text">Rio do Peixe em Bonito MS</figcaption></figure>

São duas trilhas que passam por nada menos que onze cachoeiras.</figure>





<p>Na sede da Água Viva, serve-se comida típica, feita em fogão a lenha. Redes penduradas em um quiosque convidam ao descanso.</p>



<p>O dono da propriedade recebe a todos pessoalmente, contando histórias da região e mostrando intimidade com macacos-prego e araras &#8211; que vêm comer em suas mãos.</p>



<p>A 35 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Bodoquena.</p>



<h4 id="h-6-estancia-mimosa" class="wp-block-heading">6. Estância Mimosa</h4>



<p>Passeio com duração de duas a três horas, período em que se exploram as cachoeiras da propriedade. Uma trilha de 3,5 quilômetros em meio à mata nativa acompanha o curso do rio Mimoso.</p>



<p>Durante o trajeto, há uma sequência de quedas, algumas ótimas para um banho refrescante, além de plataformas para salto, pequenas cavernas e mirantes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45788" aria-describedby="caption-attachment-45788" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45788" title="Estância Mimosa em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1.jpg" alt="Estância Mimosa em Bonito MS" width="900" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estancia-Mimosa-em-Bonito-MS-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45788" class="wp-caption-text">Estância Mimosa em Bonito MS</figcaption></figure>

Na cachoeira do Sol é possível entrar numa pequena gruta escondida atrás da coluna de água usando um colete salva-vidas.</figure>





<p>A sede da fazenda Estância Mimosa é simples e também oferece comida típica pantaneira preparada em fogão a lenha. Para aqueles que desejam relaxar, a propriedade dispõe de redes penduradas em quiosques localizados às margens de uma lagoa.</p>



<p>A 24 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Bodoquena.</p>



<h4 id="h-7-parque-das-cachoeiras" class="wp-block-heading">7. Parque das Cachoeiras</h4>



<p>Situado na beira do Rio Mimoso, este parque tem quedas-d’água que pertencem também à Estância Mimosa, na margem oposta do rio. Há uma trilha de 1,8 quilômetro em meio à mata atlântica com diversos pontos para banhos e mirantes.</p>



<p>Na sede, que é bastante simples, serve-se comida regional.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45790" aria-describedby="caption-attachment-45790" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45790" title="Parque das Cachoeiras em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1.jpg" alt="Parque das Cachoeiras em Bonito MS" width="1024" height="511" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1-768x383.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Parque-das-Cachoeiras-em-Bonito-MS-1-800x399.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45790" class="wp-caption-text">Parque das Cachoeiras em Bonito MS</figcaption></figure>

O passeio vale pela exuberância da vegetação, sobretudo dos bacuris centenários.</figure>





<p>A 17 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Aquidauana.</p>



<h4 id="h-8-fazenda-ceita-core" class="wp-block-heading">8. Fazenda Ceita Corê</h4>



<p>Uma das melhores fazendas na serra da Bodoquena, fincada numa área de 4 mil hectares, a Ceita-Corê – nome que em tupi-guarani significa ‘&#8217;terra de meus filhos” &#8211; tem atrações de diversos tipos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45794" aria-describedby="caption-attachment-45794" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45794" title="Fazenda Ceita Corê em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-1024x575.jpg" alt="Fazenda Ceita Corê em Bonito MS" width="1024" height="575" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Ceita-Core-em-Bonito-MS-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45794" class="wp-caption-text">Fazenda Ceita Corê em Bonito MS</figcaption></figure>

O programa principal é uma trilha de 2 quilômetros, que passa pela nascente do rio Chapena.</figure>





<p>Também é possível fazer passeios a cavalo, entre árvores centenárias e exuberantes.</p>



<p>No local, há uma lagoa repleta de aves, onde se observam gaviões-caramujeiros ‘&#8217;pescando”.</p>



<p>O almoço típico na fazenda é recomendado.</p>



<p>A 36 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Bodoquena.</p>



<h4 id="h-9-gruta-do-lago-azul" class="wp-block-heading">9. Gruta do Lago Azul</h4>



<p>É uma das maiores cavidades inundadas do Brasil e também a atração mais conhecida de Bonito &#8211; recebe cerca de 60 mil visitantes por ano.</p>



<p>O lugar faz jus à fama, porém não há muito tempo para aproveitar o visual, uma vez que o passeio dura pouco mais de uma hora e a permanência dentro da gruta e de apenas 20 minutos, rigorosamente controlados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45751" aria-describedby="caption-attachment-45751" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45751" title="Gruta do Lago Azul em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-1024x636.png" alt="Gruta do Lago Azul em Bonito MS" width="1024" height="636" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-1024x636.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-300x186.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-768x477.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS-800x497.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gruta-do-Lago-Azul-em-Bonito-MS.png 1240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45751" class="wp-caption-text">Gruta do Lago Azul em Bonito MS</figcaption></figure>

O acesso se dá por uma trilha curta, a partir do centro de visitantes.</figure>





<p>O turista desce 100 metros até um mirante, de onde observa o lago, de 85 metros de profundidade e águas que explicam o seu nome.</p>



<p>Nesse trecho tio terreno já foram encontrados fósseis de animais extintos, como o tigre-dente-de-sabre e a preguiça-gigante. De dezembro a fevereiro, um raio de sol entra pela gruta e ilumina as águas, proporcionando um belo espetáculo.</p>



<p>Além do lago, as formações rochosas do teto e do solo da caverna &#8211; estalactites e estalagmites &#8211; chamam a atenção dos visitantes.</p>



<p>Em 1978, o lago Azul foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Para visitar a gruta, é obrigatório o uso de tênis e capacete, fornecido no local.</p>



<p>A 20 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada de terra para Campos dos índios.</p>



<h4 id="h-10-cachoeira-de-aquidaba" class="wp-block-heading">10. Cachoeira de Aquidabã</h4>



<p>Com uma queda de 120 metros, é uma das mais altas do estado do Mato Grosso do Sul.</p>



<p>Para alcançá-la, é preciso vencer uma longa e tortuosa caminhada, que exige preparo físico e espírito de aventura.</p>



<p>Por todo o trajeto, que margeia o rio Aquidabã, há piscinas naturais e pequenas cachoeiras.</p>



<p>O percurso até a Cachoeira de Aquidabã de  dura cerca de quatro horas e é feito dentro da fazenda Baía das Garças, onde se pode almoçar.</p>



<p><strong>Um alerta: a cachoeira de Aquidabã chega a secar completamente na época da estiagem, isto é, entre os meses de julho e outubro.</strong></p>



<p>A 48 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Campos dos índios.</p>



<h4 id="h-11-abismo-anhumas" class="wp-block-heading">11. Abismo Anhumas</h4>



<p>Trata-se de uma caverna inundada por uni lago, que só pode ser atingida por meio de rapel.</p>



<p>Quem pretende conhecê-la passa, ainda na cidade, por um treinamento para a descida &#8211; que serve também para avaliar se o interessado tem condições de enfrentar o desafio.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45755" aria-describedby="caption-attachment-45755" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45755" title="Abismo Anhumas em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-1024x545.jpg" alt="Abismo Anhumas em Bonito MS" width="1024" height="545" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-1024x545.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-300x160.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-768x409.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-103x55.jpg 103w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS-800x426.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Abismo-Anhumas-em-Bonito-MS.jpg 1127w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45755" class="wp-caption-text">Abismo Anhumas em Bonito MS</figcaption></figure>

Da fenda na rocha que leva à gruta até o lago são 72 metros de desnível.</figure>





<p>No final, alcança-se uma plataforma flutuante.</p>



<p>O lago tem 80 metros de profundidade, o tamanho de uma piscina olímpica, e fica no interior de um salão repleto de formações rochosas calcárias.</p>



<p>Após o rapel, é realizado um pequeno passeio de bote, com direito a nado no lago; quem tiver credencial de mergulhador autônomo pode descer até 18 metros &#8211; basta mostrar a carteirinha de habilitação.</p>



<p>Depois de tudo isso vem o mais difícil: voltar à superfície com as mesmas cordas utilizadas na descida, tarefa que exige enorme esforço físico.</p>



<p>O equipamento fornecido pelas agências que levam os visitantes até o abismo Anhumas &#8211; que fica perto da gruta do lago Azul &#8211; segue padrões internacionais de qualidade.</p>



<p>A 22 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Campos dos índios.</p>



<h4 id="h-12-arvorismo" class="wp-block-heading">12. Arvorismo</h4>



<p>Existem dois locais para a prática desta atividade em Bonito: o Ybira Pe (caminho da madeira, em tupi) e o Circuito Arvorismo, ambos semelhantes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45796" aria-describedby="caption-attachment-45796" style="width: 830px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45796" title="Arvorismo em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS.png" alt="Arvorismo em Bonito MS" width="830" height="520" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS.png 830w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS-768x481.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Arvorismo-em-Bonito-MS-800x501.png 800w" sizes="(max-width: 830px) 100vw, 830px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45796" class="wp-caption-text">Arvorismo em Bonito MS</figcaption></figure>

A atividade consiste em ascender com cordas as plataformas montadas no topo de árvores de até 20 metros de altura e, a partir daí, superar pontes de cordas bambas, trechos em tirolesas, cabos de aço, rapei e outros obstáculos.</figure>





<p>Durante o trajeto, é interessante observar a floresta da perspectiva da copa das árvores, de onde se avistam muitas aves, bromélias, orquídeas e cipós.</p>



<p>O Ybira Pe está localizado às margens do rio Formoso, e o Circuito Arvorismo, em uma área de cerrado e mata atlântica.</p>



<p>Ybira Pe: A 8 quilômetros de Bonito. Acesso pela BR-267, para Jardim.</p>



<p>Circuito Arvorismo: A 12 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Aquidauana</p>



<h4 id="h-13-boia-cross-no-rio-formosinho" class="wp-block-heading">13. Bóia-Cross no Rio Formosinho</h4>



<p>O programa &#8211; pouco divulgado e recomendável somente para quem deseja experimentar emoções mais fortes &#8211; começa no hotel Cabanas, a 6 quilômetros da cidade, onde são fornecidos coletes salva-vidas e boias individuais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45798" aria-describedby="caption-attachment-45798" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45798" title="Bóia-Cross no Rio Formosinho em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS.webp" alt="Bóia-Cross no Rio Formosinho em Bonito MS" width="1024" height="683" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Boia-Cross-no-Rio-Formosinho-em-Bonito-MS-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45798" class="wp-caption-text">Bóia-Cross no Rio Formosinho em Bonito MS</figcaption></figure>

O percurso de 1 quilômetro é feito em 50 minutos, passando por várias quedas-d’água, corredeiras e remansos. A 7 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Guia Lopes.</figure>





<h4 id="h-14-rafting-no-rio-formoso" class="wp-block-heading">14. Rafting no Rio Formoso</h4>



<p>Apesar de ser chamada de rafting, a atividade que se pratica no Rio Formoso é, na verdade, um tranquilo passeio de bote.</p>



<p>O ponto de partida é um quiosque simples localizado na beira do Rio Formoso.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45763" aria-describedby="caption-attachment-45763" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45763" title="Rafting no Rio Formoso em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS.jpg" alt="Rafting no Rio Formoso em Bonito MS" width="1280" height="720" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS.jpg 1280w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Rafting-no-Rio-Formoso-em-Bonito-MS-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45763" class="wp-caption-text">Rafting no Rio Formoso em Bonito MS</figcaption></figure>

Os cuidados com a segurança deixam a desejar, pois não são oferecidos capacetes &#8211; embora não haja perigo.</figure>





<p>O percurso, de 7 quilômetros, passa por três pequenas cachoeiras e duas corredeiras e termina na ilha do Padre, onde há outras corredeiras ótimas para banho.</p>



<p>O programa dura em média duas horas e meia, com paradas em remansos do Formoso.</p>



<p>A 12 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para a ilha do Padre.</p>



<h4 id="h-15-balneario-municipal" class="wp-block-heading">15. Balneário Municipal</h4>



<p>Uma das poucas atrações em Bonito que não necessita de reserva antecipada nem de acompanhamento de guia.</p>



<p>O Balneário Municipal situa-se às margens do rio Formoso e é muito frequentado pelos próprios moradores da região.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45765" aria-describedby="caption-attachment-45765" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45765" title="Balneário Municipal de Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-1024x749.jpg" alt="Balneário Municipal de Bonito MS" width="1024" height="749" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-1024x749.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-300x219.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-768x562.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS-800x585.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Balneario-Municipal-de-Bonito-MS.jpg 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45765" class="wp-caption-text">Balneário Municipal de Bonito MS</figcaption></figure>

A infraestrutura inclui dezenas de barracas &#8211; que servem pescados e bebidas -, quadras de futebol de areia e de vôlei e bancos para relaxar à sombra de árvores seculares.</figure>





<p>A 7 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para Guia Lopes.</p>



<h4 id="h-16-praia-da-fiqueira" class="wp-block-heading">16. Praia da Fiqueira</h4>



<p>Com areias brancas e águas transparentes, este balneário artificial se localiza numa antiga área de extração de calcário, onde as chuvas deram origem a um lago.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45767" aria-describedby="caption-attachment-45767" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45767" title="Praia da Figueira em Bonito MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-1024x636.png" alt="Praia da Figueira em Bonito MS" width="1024" height="636" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-1024x636.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-300x186.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-768x477.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS-800x497.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Praia-da-Figueira-em-Bonito-MS.png 1240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45767" class="wp-caption-text">Praia da Figueira em Bonito MS</figcaption></figure>

O nome do lugar se deve a uma figueira ah existente, cuja copa se projeta sobre uma área de mil metros quadrados.</figure>





<p>Quadras de esportes, cama elástica, espreguiçadeiras, máscaras de flutuação e um bar à beira da água estão à disposição dos frequentadores. Não é necessário o acompanhamento de guias.</p>



<p>A 14 quilômetros de Bonito. Acesso pela estrada para São Geraldo.</p>



<h4 id="h-17-buraco-das-araras" class="wp-block-heading">17. Buraco das Araras</h4>



<p>O Buraco das Araras possui 500 metros de circunferência, 160 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade. Um local onde habitam diversos pássaros, em especial às Arara-Vermelhas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figure id="attachment_45742" aria-describedby="caption-attachment-45742" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45742" title="Buraco das Araras em Jardim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-1024x512.jpg" alt="Buraco das Araras em Jardim MS" width="1024" height="512" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-1024x512.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS-800x400.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Burraco-das-Araras-em-Jardim-MS.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45742" class="wp-caption-text">Buraco das Araras em Jardim MS</figcaption></figure>

O passeio possui trilha interpretativa de aproximadamente 900 metros no entorno de uma depressão no solo, que é esculpida em arenito vermelho cuja cor contrasta com o verde da vegetação da borda e serve de fundo.</figure>





<p>É possível avistar do mirante o voo das araras vermelhas que visitam o local durante o dia.</p>



<p>O Buraco das Araras fica na fazenda Alegria, no município de Jardim, no Mato Grosso do Sul.</p>



<p>Partindo do centro de Bonito, são cerca de 50 km até a atração. </p>



<h3 id="h-quando-ir" class="wp-block-heading">Quando ir</h3>



<p>Os melhores meses para visitar a cidade de Bonito MS são abril, maio, setembro, outubro e novembro.</p>



<p>A partir de dezembro começa a estação chuvosa.</p>



<p>No inverno a temperatura chega a 15°C e as cachoeiras tem pouca agua.</p>



<h3 id="h-como-chegar" class="wp-block-heading">Como chegar</h3>



<p>Partir de Campo Grande, o melhor caminho para a cidade de Bonito é seguir pela BR-060, sentido Sidrolandia até Guia Lopes da Laguna e, então, pegar a MS-382.</p>


<p>Alguns alertas: trechos esburacados nas estradas, chuvas em excesso em janeiro e fevereiro, podendo turvar os rios, além de carrapatos na seca, de maio a setembro.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/">Atrações Turísticas de Bonito MS: Experiências Inesquecíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Miranda no Mato Grosso do Sul – Atrações Turísticas</title>
		<link>https://bahia.ws/miranda-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 23:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Baía Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda San Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[Refúgio Ecológico Caiman]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo Rural]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=45562</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Miranda no Mato Grosso do Sul é ponto de apoio para viajantes que cruzam o sul do Pantanal e existem algumas fazendas na região onde você pode passar o dia, pernoitar e fazer alguns passeios pantaneiros. A cidade de Miranda está situada a 205 quilômetros da capital [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/miranda-ms/">Miranda no Mato Grosso do Sul &#8211; Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Miranda no Mato Grosso do Sul é ponto de apoio para viajantes que cruzam o sul do Pantanal e existem algumas fazendas na região onde você pode passar o dia, pernoitar e fazer alguns passeios pantaneiros.</p>
<p>A cidade de Miranda está situada a 205 quilômetros da capital Campo Grande.</p>
<p><figure id="attachment_45564" aria-describedby="caption-attachment-45564" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45564 size-large" title="Mapa Turístico do Mato Grosso do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-1024x691.jpg" alt="Mapa de Regionalização de Turismo no Mato Grosso do Sul" width="800" height="540" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-1024x691.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-300x203.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-768x518.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul-800x540.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-de-Regionalizacao-de-Turismo-no-Mato-Grosso-do-Sul.jpg 1422w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45564" class="wp-caption-text">Mapa Turístico do Mato Grosso do Sul</figcaption></figure></p>
<p>Nos arredores do município de Miranda MS, estão algumas das mais imponentes fazendas da região abertas ao público, entre elas a famosa Caiman, que abriga o primeiro empreendimento ecoturístico do Mato Grosso do Sul, inaugurado em 1987.</p>
<p>A cidade, que nasceu em 1778, é banhada pelo rio Miranda, um dos maiores afluentes do médio Paraguai.</p>
<p>Tipicamente interiorana, tem ruas arborizadas e tranquilas. À noite, os jovens se encontram nos bares da avenida Afonso Pena.</p>
<p>A construção de maior relevância histórica e arquitetônica de Miranda é a antiga estação ferroviária, onde funcionam, desde 2002, a Casa do Artesão e a Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/miranda-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Miranda-MS.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Atrações Turísticas de Miranda MS</h3>
<ol>
<li>Centro Referencial da Cultura Indígena Terena</li>
<li>Criatório Reino Selvagem</li>
<li>Espetáculo das Comitivas de Gado</li>
<li>Usina Açucareira Santo Antônio</li>
<li>Paróquia Nossa Senhora do Carmo</li>
<li>Hotel Fazenda em Miranda MS &#8211; Turismo Rural&nbsp;</li>
</ol>
<h4>1. Centro Referencial da Cultura Indígena Terena</h4>
<p>Erguido em madeira, este espaço é responsável pela preservação da cultura daquela que é a maior nação indígena do Mato Grosso do Sul, com 15 mil habitantes; desse total, quase a metade vive na região de Miranda.</p>
<p><figure id="attachment_45568" aria-describedby="caption-attachment-45568" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45568 size-large" title="Centro Referencial da Cultura Indígena Terena" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-1024x512.webp" alt="Centro Referencial da Cultura Indígena Terena" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-1024x512.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-300x150.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-768x384.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-110x55.webp 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena-800x400.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Centro-Referencial-da-Cultura-Indigena-Terena.webp 1440w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45568" class="wp-caption-text">Centro Referencial da Cultura Indígena Terena</figcaption></figure></p>
<p>Painéis explicativos contam a história e os costumes dos índios terenas e uma pequena exposição mostra peças em argila feitas pelos índios. Trevo da BR-262, Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente).</p>
<h4>2. Criatório Reino Selvagem</h4>
<p>Trata-se de uma iniciativa do casal de fazendeiros, inaugurado em 1989 para fazer frente à caça ilegal de jacarés, um grave problema no Pantanal naquela década.</p>
<p>No estabelecimento, o turista pode ver a lagoa onde centenas de animais são mantidos durante a fase de reprodução e os viveiros de engorda, com capacidade para 12 mil jacarés.</p>
<p>Na sede da fazenda Cacimba de Pedra, onde fica o criatório, são servidos vários pratos à base de jacaré.</p>
<h4>3. Espetáculo das Comitivas de Gado</h4>
<p>Quando se inicia o período da cheia no Pantanal e a água invade os pastos, os fazendeiros são obrigados a transferir o gado para áreas mais altas, a salvo da inundação.</p>
<p>Cessadas as chuvas, o rebanho é levado de volta às invernadas de origem.</p>
<p><figure id="attachment_45597" aria-describedby="caption-attachment-45597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45597" title="Comitivas de Gado no Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal.webp" alt="Comitivas de Gado no Pantanal" width="800" height="446" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal.webp 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal-300x167.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal-768x428.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal-99x55.webp 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Comitivas-de-Gado-no-Pantanal-800x446.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45597" class="wp-caption-text">Comitivas de Gado no Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Esses deslocamentos ocorrem cm espécies de caravanas chamadas “comitivas” e podem durar de vinte dias a quatro meses. Durante o percurso. que chega a ser de 20 quilômetros diários, conduzem-se cerca de mil animais.</p>
<p>Algumas fazendas do Pantanal &#8211; Aguapé, Baia Grande. Pequi e Santa Inês, por exemplo &#8211; acompanham os turistas nessas incríveis marchas.</p>
<p>Tradicionalmente, sete peões compõem uma comitiva &#8211; a cada um cabe uma função específica.</p>
<p>O cozinheiro sempre se adianta à boiada, a fim de preparar os locais de almoço e de descanso. Muito prestigiado, além de fazer a comida, é ele quem monta o acampamento.</p>
<p>A frente da boiada segue o ponteiro, o chefe do grupo, responsável pela comunicação com os peões, realizada por meio de diferentes toques do berrante.</p>
<p>Nas laterais, os dois fiadores auxiliam o ponteiro na condução da boiada. Atrás, o encarregado de tocar a boiada é auxiliado por dois culateiros &#8211; vaqueiros responsáveis pela captura cias reses que escapam do rebanho.</p>
<p>O dia a dia da comitiva de gado, que começa antes de o sol nascer, é regido por algumas regras de conduta, que podem variar: não é permitido aos peões, por exemplo, tirar o chapéu durante a refeição. Nas comitivas, chama a atenção, também, um participante especialíssimo: o cavalo pantaneiro.</p>
<p>Trata-se de uma raça nativa dotada de extraordinária adaptação às condições do lugar; o animal tem casco resistente a áreas alagadiças, é hábil para pastar em forragens submersas nos períodos de cheia e suporta bem o trabalho na pecuária extensiva.</p>
<p>Além da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Pantaneiro (ABCC), criada em 1972. entidades como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Pantanal) e a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul realizam projetos de pesquisa e preservação da raça.</p>
<h4>4. Usina Açucareira Santo Antônio</h4>
<p><figure id="attachment_45628" aria-describedby="caption-attachment-45628" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45628" title="Usina Açucareira Santo Antônio de Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS.jpg" alt="Usina Açucareira Santo Antônio de Miranda MS" width="800" height="366" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS.jpg 906w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS-300x137.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS-768x351.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS-120x55.jpg 120w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Usina-Acucareira-Santo-Antonio-de-Miranda-MS-800x366.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45628" class="wp-caption-text">Usina Açucareira Santo Antônio de Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>Usina Açúcareira Santo Antônio, este prédio histórico de 1900 foi durante muito tempo uma empresa que trabalhava com derivados da cana-de-açúcar.</p>
<h4>5. Paróquia Nossa Senhora do Carmo</h4>
<p>Miranda está entre as cidades mais antigas de Mato Grosso do Sul, fundada em 16 de julho de 1778.</p>
<p><figure id="attachment_45630" aria-describedby="caption-attachment-45630" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45630 size-large" title="Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-1024x599.jpg" alt="Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Miranda MS" width="800" height="468" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-1024x599.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-300x175.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-768x449.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-94x55.jpg 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS-800x468.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Paroquia-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Miranda-MS.jpg 1055w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45630" class="wp-caption-text">Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>A Matriz de Nossa Senhora do Carmo é uma de suas construções centenárias, situada em frente à Praça Agenor Carrilho, e ladeada por prédios onde funcionam a Casa Paroquial (antiga residência das freiras), a escola Funlec e a sede atual da Prefeitura Municipal.</p>
<p>A igreja foi construída em 1931 com inspiração eclética e atualmente pertence à Mitra Diocesana de Jardim.&nbsp;</p>
<h4>6. Hotel Fazenda em Miranda MS &#8211; Turismo Rural</h4>
<ol>
<li>Fazenda San Francisco em Miranda MS</li>
<li>Fazenda Baía Grande</li>
<li>Refúgio Ecologico Caiman</li>
</ol>
<h5>1. Fazenda San Francisco em Miranda MS</h5>
<p>O destaque desta fazenda de 14,8 mil hectares de terras e dedicada ao gado de corte e a plantação de arroz são os programas de day use.</p>
<p><figure id="attachment_45599" aria-describedby="caption-attachment-45599" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45599 size-large" title="Fazenda San Francisco em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-1024x526.jpg" alt="Fazenda San Francisco em Miranda MS" width="800" height="411" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-1024x526.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-300x154.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-768x395.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-107x55.jpg 107w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-800x411.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg 1366w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45599" class="wp-caption-text">Fazenda San Francisco em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>A Fazenda San Francisco está situada a 36 quilômetros de Miranda, a San Francisco tem capacidade para acolher grupos de mais de cem turistas num único dia. Para os que querem pernoitar, há uma pousada simples.</p>
<p>A fazenda abriga o Projeto Gadonça, que visa ao estudo de onças, e recebe voluntários para roteiros de turismo científico.</p>
<h5>Atracões Turísticas&nbsp;da Fazenda San Francisco</h5>
<ul>
<li><strong>Passeio de chalana</strong></li>
</ul>
<p>O tour fluvial acontece no corixo Sào Domingos, um braço do rio Miranda. No passeio, podem-se observar garças, biguás, martins-pescadores, socós e colhereiros, além de ariranhas e lontras, mais raras.</p>
<p><figure id="attachment_45570" aria-describedby="caption-attachment-45570" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45570 size-large" title="Passeio de chalana na Fazenda San Francisco em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-1024x768.jpg" alt="Passeio de chalana na Fazenda San Francisco em Miranda MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Passeio-de-chalana-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45570" class="wp-caption-text">Passeio de chalana na Fazenda San Francisco em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>O programa dura duas horas e meia, com paradas para pesca de piranhas.</p>
<ul>
<li><strong>Focagem noturna de animais silvestres</strong></li>
</ul>
<p>Durante as duas horas e meia do passeio, em carro com tração nas quatro rodas, percorrem-se campos irrigados e pequenos capões.</p>
<p><figure id="attachment_45572" aria-describedby="caption-attachment-45572" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45572 size-full" title="Focagem noturna de animais silvestres na Fazenda San Francisco em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg" alt="Focagem noturna de animais silvestres na Fazenda San Francisco em Miranda MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Focagem-noturna-de-animais-silvestres-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45572" class="wp-caption-text">Focagem noturna de animais silvestres na Fazenda San Francisco em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>No trajeto, estão antas, lobinhos, tamanduás, cervos e, com sorte, onças-pintadas.</p>
<ul>
<li><strong>Observação de Aves ou Birdwatching</strong></li>
</ul>
<p>Os praticantes desse hobby, conhecidos como observadores de aves ou birdwatchers, geralmente usam binóculos e guias de campo para ajudar na identificação das diferentes espécies de aves.</p>
<p><figure id="attachment_45582" aria-describedby="caption-attachment-45582" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45582 size-loop-large" title="arara-azul (anodorhynchus hyacinthinus)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus-800x463.webp" alt="arara-azul (anodorhynchus hyacinthinus)" width="800" height="463" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus-800x463.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus-300x173.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus-768x444.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus-95x55.webp 95w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/arara-azul-anodorhynchus-hyacinthinus.webp 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45582" class="wp-caption-text">arara-azul (anodorhynchus hyacinthinus)</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45584" aria-describedby="caption-attachment-45584" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45584 size-large" title="Seriema (Cariama cristata)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-1024x683.jpg" alt="Seriema (Cariama cristata)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Seriema-Cariama-cristata-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45584" class="wp-caption-text">Seriema (Cariama cristata)</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45586" aria-describedby="caption-attachment-45586" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45586 size-large" title="Putrião (Sarkidiornis melanotos)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-1024x678.jpg" alt="Putrião (Sarkidiornis melanotos)" width="800" height="530" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-1024x678.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-768x508.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-800x530.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Putriao-Sarkidiornis-melanotos.jpg 1461w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45586" class="wp-caption-text">Putrião (Sarkidiornis melanotos)</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45592" aria-describedby="caption-attachment-45592" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gaviao-pato-Spizaetus-melanoleucus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45592 size-full" title="Gavião pato (Spizaetus melanoleucus)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gaviao-pato-Spizaetus-melanoleucus.jpg" alt="Gavião pato (Spizaetus melanoleucus)" width="512" height="321" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gaviao-pato-Spizaetus-melanoleucus.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gaviao-pato-Spizaetus-melanoleucus-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Gaviao-pato-Spizaetus-melanoleucus-88x55.jpg 88w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45592" class="wp-caption-text">Gavião pato (Spizaetus melanoleucus)</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45594" aria-describedby="caption-attachment-45594" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45594" title="Pintassilgo (Carduelis magellanicus)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus.jpg" alt="Pintassilgo (Carduelis magellanicus)" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Pintassilgo-Carduelis-magellanicus-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45594" class="wp-caption-text">Pintassilgo (Carduelis magellanicus)</figcaption></figure></p>
<p>Na Fazenda San Francisco são encontradas 346 espécies de aves, sendo muitas delas ameaçadas de extinção como:</p>
<ul>
<li>Arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus),</li>
<li>Seriema (Cariama cristata),</li>
<li>Putrião (Sarkidiornis melanotos),</li>
<li>Gavião pato (Spizaetus melanoleucus),</li>
<li>Pintassilgo (Carduelis magellanicus), dentre outros.</li>
</ul>
<p>Uma importante descoberta da pesquisa foi observar que a Fazenda San Francisco é um local estratégico para descanso e alimentação de dezenas de aves <strong>migratórias tanto do Norte</strong>: Águia pescadora (Pandion haliaetus), Triste-pia (Dolichonyx oryzivorus) e maçaricos de diferentes espécies, <strong>quanto do Sul:</strong>&nbsp;Cocoroba (Coscoroba coscoroba),&nbsp;Pernilongo (Himantopus melanurus),&nbsp;Narceja (Gallinago paraguaiae), além dos flycatchers: Tesourinha (Tyrranus savana), Verão (Pyrocephalus rubinus) e outros.</p>
<p>Algumas destas espécies chegam as centenas e até milhares, permanecendo por meses na fazenda até seu retorno à suas respectivas áreas reprodutivas.&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Turismo científico &#8211; Há dois programas</strong></li>
</ul>
<p>Em ambos o participante pode acompanhar as atividades de campo do Projeto Gadonça, que monitora o comportamento das onças que vivem próximas a criações bovinas.</p>
<p><figure id="attachment_45574" aria-describedby="caption-attachment-45574" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45574" title="Onças na Fazenda San Francisco em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.webp" alt="Onças na Fazenda San Francisco em Miranda MS" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS.webp 984w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Oncas-na-Fazenda-San-Francisco-em-Miranda-MS-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45574" class="wp-caption-text">Onças-pintadas na Fazenda San Francisco em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>O objetivo é estabelecer formas mais eficazes de prevenir os ataques dos felinos aos bois.</p>
<ul>
<li>O roteiro “Turismo de pesquisa científica” dura de três a cinco dias, período em que são ministradas palestras e é efetuado o acompanhamento das onças que portam radiotransmissores.</li>
<li>Outra opção e o programa “Voluntários na natureza”, de, no mínimo, duas semanas. Com o treinamento recebido, os visitantes podem participar de todas as tarefas desenvolvidas pelo Gadonça, entre elas a verificação de armadilhas fotográficas, a moldagem de pegadas, a coleta de fezes, e saídas noturnas para a observação de onças.</li>
</ul>
<p>Os participantes, que ficam hospedados em alojamentos coletivos, devem ter no mínimo dezoito anos e bom condicionamento físico.</p>
<h5>Localização</h5>
<p>A partir de Miranda, são 36 quilômetros pela BR-262, km 583, sentido Corumbá, até a entrada da Fazenda San Francisco (existem placas no local indicando a entrada).</p>
<h4>2. Fazenda Baía Grande</h4>
<p>Situada no limite sul do Pantanal, a 20 quilômetros de Miranda, esta fazenda oferece opções de hospedagem e de day use.</p>
<p><figure id="attachment_45603" aria-describedby="caption-attachment-45603" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45603 size-large" title="Fazenda Baía Grande em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-1024x544.jpg" alt="Fazenda Baía Grande em Miranda MS" width="800" height="425" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-1024x544.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-300x159.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-768x408.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-104x55.jpg 104w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-1536x816.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS-800x425.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Fazenda-Baia-Grande-em-Miranda-MS.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45603" class="wp-caption-text">Fazenda Baía Grande em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<p>Quem recebe os visitantes é o proprietário Alexandre da Costa Marques, integrante de uma família tradicional da região e exímio contador de “causos” do Pantanal.</p>
<p>A fazenda de 1,8 mil hectares também faz parte do programa do CRAS; como os biólogos da entidade costumam se hospedar na Baía Grande para monitorar a readaptação de algumas espécies, é possível conhecer de perto esse trabalho de conservação da vida selvagem.</p>
<p>Passeio de barco na baia Grande &#8211; a bela lagoa de 30B mil metros quadrados que dá nome à fazenda estão a 6 quilômetros da sede.</p>
<p>Cercada pela mata, com destaque para as palmeiras carandá que se elevam nas imediações, nela podem ser leitos passeios de barco a motor ou de canoa canadense, além de ser uma boa alternativa para a pesca de piranhas. O ideal é ir ao amanhecer ou no final da tarde, quando a temperatura está mais amena e as aves e os animais silvestres ficam mais ativos.</p>
<p>Programe uma visita para apreciar o pôr-do-sol, mas não se esqueça de usar repelente.</p>
<h5>Atracões Turísticas&nbsp;da Fazenda Baía Grande</h5>
<ul>
<li><strong>Cavalgadas e lida com o gado</strong></li>
</ul>
<p>São muitas as opções de passeios a cavalo em trajetos fora da propriedade ou no seu interior.</p>
<p>Outra sugestão é participar da lida com o gado, em geral conduzida pelos peões, conhecedores dos animais da região.</p>
<p>Crianças, idosos e aqueles que não têm afinidade com cavalos podem ir de charrete, alternativa igualmente interessante.</p>
<ul>
<li><strong>Focagem noturna</strong></li>
</ul>
<p>A atividade de cerca de duas horas c realizada em caminhonete com tração nas quatro rodas e bancos fixos na caçamba do veículo. Durante a noite, a luz emitida pelo “sinbim”, uma lanterna de alta potência, reflete-se nos olhos dos animais.</p>
<p>No percurso entre a sede e a &#8216;baía Grande avistam-se jacarés, além de : mamíferos de hábitos noturnos, como o &#8216; lobinho e o tamanduá-bandeira.</p>
<p><figure id="attachment_45601" aria-describedby="caption-attachment-45601" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45601 size-large" title="tamanduá-bandeira" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-1024x689.jpg" alt="tamanduá-bandeira" width="800" height="538" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-1024x689.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-768x517.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-1536x1034.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira-800x539.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/tamandua-bandeira.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45601" class="wp-caption-text">tamanduá-bandeira</figcaption></figure></p>
<p>Nas proximidades da baía, o coaxar dos sapos fé um espetáculo ã parte.</p>
<h5>Localização</h5>
<p>Em Miranda MS, pegue a estrada de terra para a aldeia indígena Lalima. São 18 km até a entrada da fazenda.</p>
<h4>3. Refúgio Ecológico Caiman</h4>
<p>Primeiro empreendimento ecoturistico do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O Refúgio Ecológico Caiman é um dos destinos mais charmosos do Pantanal. Criado em 1987 pelo empresário e ambientalista Roberto Klabin, fica na fazenda Caiman. que se estende por uma área de 53 mil hectares, onde se combinam pecuária, pesquisa científica e turismo ecológico.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/miranda-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Entre as quatro confortáveis pousadas da fazenda, destacam-se as atraentes Baiazinha e Cordilheira, ambas afastadas da vila, com infraestrutura independente e em meio a belas paisagens.</p>
<p>O Refúgio Ecologico Caiman emprega uma equipe de guias de nível universitário, fluentes em inglês e com amplos conhecimentos a respeito da flora e da fauna pantaneiras.</p>
<p>São eles que lideram os passeios, sempre acompanhados por guias de campo locais.</p>
<p>A Caiman oferece grande variedade de atividades, todas marcadas pelo cuidado especial com a segurança dos hóspedes e a preservação do meio ambiente.</p>
<p>As vezes, o zelo com os turistas é tomado como um limite à sua liberdade c, por isso, a fazenda não é recomendada para quem prefere fazer sua própria programação.</p>
<p>Com o intuito de preservar o ecossistema, foi criada em 2004 a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Dona Aracy, uma área de 5,6 mil hectares no interior da fazenda.</p>
<h5>Projetos de Proteção a Fauna</h5>
<p>O Refúgio Ecológico Caiman abriga dois projetos de proteção a animais em extinção.</p>
<p>O Projeto Onça-Pintada, parceria entre o Fundo para a Conservação da Onça-Pintada (www.jaguar.org.br) e a Conservação Internacional (www.conservation.org.br), desde 2002 compensa financeiramente os fazendeiros que tiveram animais abatidos por onças, com o objetivo de evitar que o animal seja caçado por eles.</p>
<p>Segundo dados de 2006. onze fazendas (uma área de 325 mil hectares) participam do programa, que oferece também assistência médica e odontológica aos trabalhadores das propriedades.</p>
<p>Outro projeto sediado na Caiman é o Arara-Azul, criado em 1990 e que envolve pesquisa, manejo e conservação dessa ave.</p>
<p>Estima-se que só na década de 1980 cerca 10 mil araras-azuis tenham sido contrabandeados para o mercado externo; em decorrência do tráfico, a ave figura na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção do Ibama e da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) O projeto monitora 130 ninhos naturais e 97 artificiais, conforme dados apurados nos anos de 2004 e 2005.</p>
<p>Os resultados são animadores: ao longo de década e meia de trabalho, a população da espécie triplicou, chegando a cerca de 5 mil pássaros na região meridional pantaneira.</p>
<p>O projeto possui outra base na pousada Araraúna, de propriedade da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal (Uniderp).&nbsp;</p>
<h5>Atracões Turísticas&nbsp;do Refúgio Ecologico Caiman</h5>
<ul>
<li><strong>Safári</strong></li>
</ul>
<p>Embarque em carros abertos para descobrir diferentes cenários em busca da vida selvagem do Pantanal: não faltam avistamentos incríveis ao longo de todo o passeio.</p>
<p><figure id="attachment_45607" aria-describedby="caption-attachment-45607" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Safari-no-Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45607 size-full" title="Safári no Refúgio Ecologico Caiman em Miranda MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Safari-no-Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS.jpg" alt="Safári no Refúgio Ecologico Caiman em Miranda MS" width="700" height="458" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Safari-no-Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS.jpg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Safari-no-Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Safari-no-Refugio-Ecologico-Caiman-em-Miranda-MS-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45607" class="wp-caption-text">Safári no Refúgio Ecologico Caiman em Miranda MS</figcaption></figure></p>
<ul>
<li><strong>Caminhadas</strong></li>
</ul>
<p>Doze trilhas operam em sistema de rodízio, medida que ameniza o impacto ambiental. Quase todas elas se iniciam nos arredores das pousadas, prolongando-se por matas típicas.</p>
<p>Não é difícil encontrar, durante o trajeto, bandos de queixada e grupos de macacos-prego.</p>
<p>Dependendo da sorte, o visitante pode avistar até mesmo o udu-de-coroa-azul (Momotus momota), um belo pássaro pantaneiro.</p>
<p>Os percursos variam entre uma hora e meia e três horas. Safári fotográfico e focagem noturna.</p>
<p>Na região da Caiman, generosa quanto à presença de animais, não raro se veem grupos de jacarés, capivaras, araras-azuis. curicacas e tamanduás, entre tantas outras espécies &#8211; apesar de o barulho e a fumaça produzidos pelo caminhão que leva os turistas incomodarem um pouco.</p>
<ul>
<li><strong>Canoa canadense</strong></li>
</ul>
<p>A bordo de canoas para até três pessoas, são exploradas as duas baías da fazenda. Quando se rema lentamente próximo às margens, a diversão torna-se mais enriquecedora, uma vez que se pode observar de bem perto o comportamento de garças, colhereiros. quero-queros, cabeças-secas e maguaris.</p>
<p>Experimente ficar em completo silêncio para ouvir a sinfonia dessas aves. O tour leva cerca de duas horas, com parada para descanso, mas sem desembarque das canoas.</p>
<ul>
<li><strong>Cavalgadas</strong></li>
</ul>
<p>Bastante rígidos no que diz respeito à segurança dos hóspedes, os programas a cavalo na Caiman podem se tornar um tanto monótonos para os mais experientes.</p>
<p>Só é permitido, por exemplo, cavalgar em fila indiana. O passeio dura cerca de três horas. Passeio no rio Aquidauana &#8211; Esta ê unia das atrações mais fascinantes da Caiman, pois reúne em um programa safári fotográfico, passeios de chalana, de canoa canadense, além de caminhadas pelas margens do no.</p>
<p>Entre a sede e o Aquidauana são 32 quilômetros em estradas de terra, vencidos na caçamba de um caminhão, adaptado, de onde se aprecia o belo cenário pantaneiro; há quem já tenha visto a rara onça-pintada nesse trajeto.</p>
<p>A atividade, paga à parte, tem quatro horas e meia.</p>
<ul>
<li><strong>Observação de aves</strong></li>
</ul>
<p>A Caiman oferece um programa especializado para os interessados na observação de pássaros, com o acompanhamento de um guia.</p>
<p>O passeio é pago à parte. Para grupos de birdwatching, recomenda-se reservar com antecedência.</p>
<ul>
<li><strong>Instituto Arara Azul</strong></li>
</ul>
<p>Viva uma aventura monitorando os ninhos de arara azul espalhados pelo refúgio acompanhado pelos biólogos do Projeto Arara Azul.</p>
<ul>
<li><strong>Onçafari</strong></li>
</ul>
<p>Acompanhe a movimentação das onças-pintadas que têm no nosso refúgio seu habitat natural. O passeio é comandado pelos guias especializados do Onçafari, iniciativa pioneira que luta pela conservação da espécie.&nbsp;</p>
<h4>Localização</h4>
<p>No trevo de Miranda, pegue a estrada cm direção à localidade de Agachi e siga por 2 quilômetros. Desse ponto, são mais 36 quilômetros cm estrada de terra até a sede.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/miranda-ms/">Miranda no Mato Grosso do Sul &#8211; Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>11 cidades tombadas pelo patrimonio histórico na Bahia</title>
		<link>https://bahia.ws/11-cidades-tombadas-pelo-patrimonio-historico-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 20:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Igatu]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Itaparica]]></category>
		<category><![CDATA[Lençóis na Chapada Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Santo]]></category>
		<category><![CDATA[mucuge]]></category>
		<category><![CDATA[porto seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Contas]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz de Cabrália]]></category>
		<category><![CDATA[São Félix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As cidades tombadas pelo patrimônio histórico no Nordeste, 11 cidades estão na Bahia e retratam o processo de ocupação do território baiano até final do século XIX. Representam esse momento as cidades tombadas de Cachoeira, Itaparica, Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália, onde a cana de açúcar, e depois [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/11-cidades-tombadas-pelo-patrimonio-historico-na-bahia/">11 cidades tombadas pelo patrimonio histórico na Bahia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As cidades tombadas pelo patrimônio histórico no Nordeste, 11 cidades estão na Bahia e retratam o processo de ocupação do território baiano até final do século XIX.</p>
<p class="AlignJustify">Representam esse momento as cidades tombadas de Cachoeira, Itaparica, Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália, onde a cana de açúcar, e depois o fumo, foram a base de sustentação econômica.</p>
<p class="AlignJustify">A interiorização do território, que se intensifica no final do século XVII, está representada por Rio de Contas, Mucugê, Igatu (no município de Andaraí), Lençóis e Monte Santo.</p>
<p class="AlignJustify">Estas cidades guardam a memória do período da mineração de diamante no Brasil, fundamental para a ocupação dos sertões, e revelam a importância da religiosidade na estruturação desse território.</p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/11-cidades-historicas-do-nordeste/" target="_blank" rel="noopener">11 cidades históricas do nordeste que você precisa conhecer</a></strong></p>
<h3 class="AlignJustify">Cidades tombadas pelo patrimonio histórico na Bahia</h3>
<ol>
<li>Cachoeira</li>
<li>Igatu</li>
<li>Ilha de Itaparica</li>
<li>Lençóis na Chapada Diamantina</li>
<li>Monte Santo</li>
<li>Mucugê</li>
<li>Porto Seguro</li>
<li>Rio de Contas</li>
<li>Salvador da Bahia</li>
<li>Santa Cruz de Cabrália</li>
<li>São Félix</li>
</ol>
<h4>1. Cachoeira</h4>
<p>Mesmo ofuscados pelas atividades de prospecção e refino de petróleo, na segunda metade do século XX, alguns municípios ainda possuem o esplendor da época colonial.</p>
<p class="AlignJustify">A maior expressão do barroco do Recôncavo é a cidade de Cachoeira, com lindos casarões e igrejas.</p>
<p class="AlignJustify">A cidade de Cachoeira na Bahia, que está na margem esquerda do rio Paraguaçu, forma com a cidade de São Félix &#8211; margem direita -, um só organismo urbano.</p>
<p><figure id="attachment_45525" aria-describedby="caption-attachment-45525" style="width: 1100px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45525 size-full" title="Estação Ferroviária de Cachoeira na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia.webp" alt="Estação Ferroviária de Cachoeira na Bahia" width="1100" height="684" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia.webp 1100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia-300x187.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia-1024x637.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia-768x478.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia-88x55.webp 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Estacao-Ferroviaria-de-Cachoeira-na-Bahia-800x497.webp 800w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45525" class="wp-caption-text">Estação Ferroviária de Cachoeira na Bahia</figcaption></figure></p>
<p class="AlignJustify">A área tombada possui 670 edificações e, além do acervo colonial, a Ponte D. Pedro II, o mercado, a Estação Ferroviária e a hidrelétrica são importantes marcos culturais.</p>
<p><figure id="attachment_45527" aria-describedby="caption-attachment-45527" style="width: 890px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45527 size-full" title="Hidrelétrica de Cachoeira na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia.jpeg" alt="Hidrelétrica de Cachoeira na Bahia" width="890" height="510" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia.jpeg 890w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia-300x172.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia-768x440.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia-96x55.jpeg 96w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Hidreletrica-de-Cachoeira-na-Bahia-800x458.jpeg 800w" sizes="(max-width: 890px) 100vw, 890px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45527" class="wp-caption-text">Hidrelétrica de Cachoeira na Bahia</figcaption></figure></p>
<p class="AlignJustify">Em 1756, a riqueza produzida em Cachoeira pela cana de açúcar e pelo fumo ajudou a reconstruir Lisboa, totalmente destruída por um terremoto.</p>
<p>A cidade de Cachoeira na Bahia foi pioneira no movimento emancipador do Brasil, com os batalhões patrióticos liderados por, Rodrigo Antônio Falcão Brandão (Barão de Belém) e Maria Quitéria de Jesus (a mulher-soldado), dentre outras personalidades da história nacional.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/cachoeira-guia-turismo-viagem/" target="_blank" rel="noopener">A cidade de Cachoeira é considerada Monumento Nacional</a></strong></p>
<h4>2. Igatu</h4>
<p>O Iphan tombou a cidade de Igatu na Bahia em 2000 o conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da Vila de Igatu &#8211; distrito do município de Andaraí &#8211; também conhecido como Xique-Xique do Igatu, Cidade de Pedras, e como a &#8220;Machu Picchu Baiana&#8221; &#8211; em uma referência à histórica cidade peruana de pedra.</p>
<p><figure id="attachment_45529" aria-describedby="caption-attachment-45529" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45529 size-full" title="Cidade de Igatu na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia.jpg" alt="Cidade de Igatu na Bahia" width="1024" height="768" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Igatu-na-Bahia-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45529" class="wp-caption-text">Cidade de Igatu na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>O tombamento abrange as ruínas de habitações de pedra localizadas entre a ponte sobre o rio Coisa Boa e a margem esquerda em direção à trilha do antigo garimpo local, com aproximadamente 200 imóveis. Igatu é considerada um museu vivo da história da mineração de diamante no Brasil.</p>
<p>A cidade de Igatu na Chapada Diamantina viveu o apogeu e a decadência do garimpo, deixando os sinais de sua história na arquitetura e no estilo de vida dos moradores atuais. Próxima ao rio Piaba, afluente do rio Paraguaçu, limita-se com o Parque Nacional da Chapada Diamantina.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/igatu-poco-azul-e-poco-encantado/" target="_blank" rel="noopener">Pontos Turisticos de Igatu, Poço Azul e Poço Encantado</a></strong></p>
<h4>3. Ilha de Itaparica</h4>
<p>A Ilha de Itaparica situa-se na <strong><a href="https://bahia.ws/historia-e-turismo-da-baia-de-todos-os-santos/" target="_blank" rel="noopener">Baía de Todos os Santos</a></strong> e sua ocupação se deu desde os primeiros tempos da colonização portuguesa. Por sua localização estratégica, foi alvo de ataques de holandeses que ocuparam o local e construíram um forte para defendê-la.</p>
<p><figure id="attachment_45531" aria-describedby="caption-attachment-45531" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45531" title="Forte de São Lourenço na Ilha de Itaparica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-1024x553.jpg" alt="Forte de São Lourenço na Ilha de Itaparica" width="1200" height="648" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-1024x553.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-300x162.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-768x415.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-102x55.jpg 102w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-1536x830.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica-800x432.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Forte-de-Sao-Lourenco-na-Ilha-de-Itaparica.jpg 1553w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45531" class="wp-caption-text">Forte de São Lourenço na Ilha de Itaparica</figcaption></figure></p>
<p class="AlignJustify">Em 1704, após a saída dos holandeses, os portugueses construíram o Forte de São Lourenço, no mesmo local.</p>
<p>O Iphan tombou o conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico de Itaparica em 1980.</p>
<p>Apesar das transformações ocorridas ao longo dos anos, Itaparica conserva suas características originais, destacando-se pela uniformidade dos muitos edifícios de um só pavimento.</p>
<p>Os sobrados são em pequeno número, onde se sobressai a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento. Itaparica desenvolveu-se ao longo das praias e em direção à Fonte da Bica, unidade de água mineral que abastece a ilha e é nacionalmente comercializada.</p>
<p>Desde 1919, a cidade tem o título de Estância Hidromineral.</p>
<p class="AlignJustify"><a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/115"><strong>Lençóis na Chapada Diamantina</strong></a> &#8211; Situada na Serra do Sincorá, área do <strong><a href="http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=&amp;busca=chapada+diamantina">Parque Nacional da Chapada Diamantina</a></strong>, o conjunto arquitetônico e paisagístico de Lençóis foi tombado em 1973.</p>
<p>Estão sob a proteção do Iphan 570 imóveis. Entre 1845 e 1871, a cidade foi a maior produtora mundial de diamantes e a terceira cidade mais importante da Bahia.</p>
<p>Como importante entreposto comercial recebeu, até, um vice-consulado da França, para facilitar o comércio com este país. Seu acervo arquitetônico é formado, basicamente, por casas e sobrados da segunda metade do século XIX.</p>
<p>As construções têm diferentes técnicas, entre as quais predomina a utilização do adobe ou pedra, e estruturas independentes de madeira com vedação em taipa de mão.</p>
<p>A descoberta de minas de diamantes na África do Sul, em 1865, e a simultânea escassez de pedras na região levaram ao abandono do comércio e do garimpo.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-ilha-de-itaparica/" target="_blank" rel="noopener">Guia Turístico dos municípios de Itaparica e de Vera Cruz da Ilha de Itaparica</a></strong></p>
<h4>4. Monte Santo</h4>
<p>O conjunto arquitetônico, urbanístico, natural e paisagístico de Monte Santo na Bahia foi tombado pelo Iphan, em 1983, e representa um dos maiores marcos dos movimentos religiosos sincréticos no Nordeste &#8211; um dos &#8220;montes sacros&#8221; do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_45534" aria-describedby="caption-attachment-45534" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45534 size-full" title="Cidade de Monte Santo na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg" alt="Cidade de Monte Santo na Bahia" width="800" height="475" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia-300x178.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia-768x456.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia-93x55.jpg 93w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45534" class="wp-caption-text">Cidade de Monte Santo na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>A cidade está localizada no sopé da serra, na base do Monte Santo. Registros históricos indicam que Antônio Vicente Mendes Maciel, o Antônio Conselheiro &#8211; líder religioso e criador de Canudos &#8211; esteve em Monte Santo, por volta de 1892, e realizou reparos e melhorias na Via Sacra, acompanhado por milhares de seguidores.</p>
<p>Cinco anos mais tarde, Monte Santo se converteria na principal base militar da sangrenta Guerra de Canudos.</p>
<p>Tais episódios serviram para consolidar a ocupação de Monte Santo e aumentar seu mistério e fama.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/monte-santo-na-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Monte Santo na Bahia – Pontos Turísticos e História</a></strong></p>
<h4>5. Mucugê</h4>
<p class="AlignJustify">Mucugê é uma das cidades mais antigas da Chapada Diamantina, centro de exploração de ouro e diamantes, Mucugê é patrimônio brasileiro desde 1980.</p>
<p>O conjunto tombado pelo Iphan é constituído por casas térreas e sobrados característicos da segunda metade do século XIX, além de duas igrejas.</p>
<p><figure id="attachment_21950" aria-describedby="caption-attachment-21950" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21950" title="Cemitério de Santa Isabel em Mucugê" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-1024x768.jpg" alt="Cemitério de Santa Isabel em Mucugê" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/06/Cemitério-de-Santa-Isabel-em-Mucugê.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21950" class="wp-caption-text">Cemitério de Santa Isabel em Mucugê</figcaption></figure></p>
<p>Na área protegida está o Cemitério de Santa Isabel, conhecido como “cemitério bizantino”, onde há um conjunto de mausoléus com fachadas que reproduzem miniaturas de igrejas e capelas.</p>
<p>Conhecida como a primeira região baiana onde foram encontrados diamantes de real valor, e chegou a ter mais de 30.000 habitantes entre 1844 e 1848.</p>
<p>Rico em paisagens naturais, como cachoeiras, vales e cânions, o patrimônio cultural da cidade agrega, ainda, as histórias de lutas pela posse do garimpo, contra a invasão da Coluna Prestes e dos coronéis.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-mucuge-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener">Mucugê esta a 900m de altitude e tem uma paisagem privilegiada</a></strong></p>
<h4>6. Porto Seguro</h4>
<p class="AlignJustify">O conjunto arquitetônico e paisagístico da Cidade Alta de Porto Seguro foi tombado pelo Iphan, em 1968.</p>
<p><figure id="attachment_45537" aria-describedby="caption-attachment-45537" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45537" title="conjunto arquitetônico e paisagístico da Cidade Alta de Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-1024x587.jpg" alt="conjunto arquitetônico e paisagístico da Cidade Alta de Porto Seguro" width="1200" height="688" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-1024x587.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-300x172.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-768x440.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-96x55.jpg 96w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-1536x881.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro-800x459.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/conjunto-arquitetonico-e-paisagistico-da-Cidade-Alta-de-Porto-Seguro.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45537" class="wp-caption-text">Conjunto arquitetônico e paisagístico da Cidade Alta de Porto Seguro</figcaption></figure></p>
<p>Todo o município e, em especial, o Monte Pascoal, é Monumento Nacional, desde 18 de abril de 1973.</p>
<p>Um novo tombamento ocorreu em 2000 para adequar a área protegida aos termos do decreto abrangendo, aproximadamente, 800 imóveis.</p>
<p><figure id="attachment_45539" aria-describedby="caption-attachment-45539" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45539" title="Monte Pascoal na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-1024x543.jpg" alt="Monte Pascoal na Bahia" width="1200" height="636" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-1024x543.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-300x159.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-768x407.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-104x55.jpg 104w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-1536x814.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia-800x424.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Monte-Pascoal-na-Bahia.jpg 1900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45539" class="wp-caption-text">Monte Pascoal na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>O Monte Pascoal, com 536 metros de altitude e localizado na área que hoje é o Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal, foi o primeiro ponto da costa brasileira avistado e o local de desembarque dos portugueses, em 1500.</p>
<p>Destaca-se, também,  o Marco do Descobrimento, situado em uma praça na Cidade Alta. Atualmente, o Marco está sobre uma plataforma, protegido por uma redoma de vidro e com quatro rampas de acesso, cujo desenho se refere à Cruz de Malta, símbolo da coragem e das virtudes cristãs.</p>
<p>A colonização da região de Porto Seguro &#8211; onde viviam os índios Tupiniquim &#8211; confunde-se com a própria história do Brasil.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-porto-seguro-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Porto Seguro é um dos principais destinos turísticos brasileiros</a></strong></p>
<h4>7. Rio de Contas</h4>
<p>A cidade de Rio de Contas na Chapada Diamantina foi tombado pelo Iphan, em 1980, o conjunto arquitetônico de Rio de Contas reúne praças e ruas que ainda apresentam o traçado antigo, com monumentos públicos e religiosos em pedra, casario em adobe e igrejas barrocas.</p>
<p><figure id="attachment_45542" aria-describedby="caption-attachment-45542" style="width: 1023px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45542 size-full" title="cidade de Rio de Contas na Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina.jpg" alt="cidade de Rio de Contas na Chapada Diamantina" width="1023" height="490" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina.jpg 1023w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina-300x144.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina-768x368.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina-115x55.jpg 115w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Rio-de-Contas-na-Chapada-Diamantina-800x383.jpg 800w" sizes="(max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45542" class="wp-caption-text">Cidade de Rio de Contas na Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>Área tombada reúne 287 edificações, com os monumentos religiosos e públicos em pedra.</p>
<p>As casas apresentam elementos que lembram a decoração surgida, mais tarde, em Paraty, no Rio de Janeiro, com fachadas que eram tradicionalmente brancas com esquadrias azuis.</p>
<p>Rio de Contas situa-se ao sul da Chapada Diamantina e surgiu como um centro de mineração de ouro, transformando-se em verdadeira Capital Regional.</p>
<p>Durante o século XIX, todo o tráfego para o sudoeste da Bacia do Rio São Francisco era feito pelo Caminho real, entre Goiás e Mato Grosso.</p>
<h4>8. Salvador da Bahia</h4>
<p>O conjunto urbanístico e arquitetônico contido na poligonal do centro histórico de Salvador &#8211; declarado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco em 1985 &#8211; é um dos mais importantes exemplares do urbanismo ultramarino português.</p>
<p class="AlignJustify">Com seus becos e ladeiras, acolhe um dos mais ricos conjuntos urbanos do Brasil, implantado em acrópole e distinguindo-se em dois planos as funções administrativas e residenciais (no alto) e o porto e o comércio (à beira-mar).</p>
<p><figure id="attachment_20101" aria-describedby="caption-attachment-20101" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20101 size-full" title="Pelourinho em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador.jpg" alt="Pelourinho em Salvador" width="800" height="513" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador-300x192.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador-768x492.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador-86x55.jpg 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador-140x90.jpg 140w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Pelourinho-em-Salvador-280x180.jpg 280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20101" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador</figcaption></figure></p>
<p>Entre 1938 e 1945, vários monumentos do centro histórico foram tombados pelo Iphan, para garantir a preservação do Largo do Pelourinho e do seu entorno imediato.</p>
<p>Os espaços públicos de Salvador &#8211; Praça Municipal, Terreiro de Jesus, Caminho de São Francisco, Largo do Pelourinho, Largo de Santo Antônio e Largo do Boqueirão &#8211; decorrentes dos traçados de suas ruas, ladeiras e becos formam um dos mais ricos conjuntos urbanos de origem portuguesa.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-de-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Pontos turísticos de Salvador da Bahia</a></strong></p>
<h4>9. Santa Cruz de Cabrália</h4>
<p>O conjunto paisagístico de Santa Cruz de Cabrália, especialmente o Ilhéu da Coroa Vermelha, a orla marítima e o conjunto arquitetônico e paisagístico da Cidade Alta foram tombados pelo Iphan.</p>
<p>A proteção desse patrimônio inclui a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e a Casa de Câmara e Cadeia; a antiga Casa de Câmara e Cadeia; e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição com seu acervo.</p>
<p>Os registros históricos sobre Santa Cruz Cabrália relatam que, nessa área, <strong><a href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Pedro Álvares Cabral</a></strong> mandou erguer uma cruz com as armas e divisas reais de Portugal, em 1º de maio de 1500. Até maio de 1534, o território fazia parte da capitania de Porto Seguro.</p>
<p>Os tombamentos ocorreram entre 1979 e 1981.</p>
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-de-santa-cruz-de-cabralia/" target="_blank" rel="noopener">Santa Cruz de Cabrália é uma cidade histórica de grande importância</a></strong></p>
<h4>11. São Félix</h4>
<p>O tombamento do conjunto urbanístico e paisagístico da cidade de São Félix ocorreu em 2010. Localizada no Recôncavo Baiano e banhada pelo rio Paraguaçu, a cidade mantém uma interação histórica, urbanística e paisagística com Cachoeira, situada na outra margem do rio.</p>
<p>Uma ponte de ferro, construída por ingleses e inaugurada por D. Pedro II em 1859, liga os dois sítios históricos.</p>
<p><figure id="attachment_45545" aria-describedby="caption-attachment-45545" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45545 size-full" title="cidade de São Félix na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia.jpg" alt="cidade de São Félix na Bahia" width="1000" height="664" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia-800x531.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/cidade-de-Sao-Felix-na-Bahia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45545" class="wp-caption-text">Cidade de São Félix na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Ao longo do século XIX, durante a República, São Félix ficou conhecida como “Cidade Industrial” por ter sido a maior exportadora de charutos do País, e em função do desenvolvimento econômico recebeu a antiga Estrada de Ferro Central da Bahia, em 1881.</p>
<p>Também destacou-se durante as lutas e mobilização social para a Independência da Bahia.</p>
<p>Na Praça Inácio Tosta, está a casa onde morou o poeta abolicionista Castro Alves (1847 &#8211; 1871), autor do livro Espumas Flutuantes e que nasceu na vizinha cidade de Cachoeira.</p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/categoria/historia-do-brasil/">História do Brasil</a></strong></p>
<p>Guia Turístico do Nordeste, Bahia e Salvador</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/11-cidades-tombadas-pelo-patrimonio-historico-na-bahia/">11 cidades tombadas pelo patrimonio histórico na Bahia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cronologia dos Descobrimentos Portugueses</title>
		<link>https://bahia.ws/cronologia-dos-descobrimentos-portugueses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 15:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=45463</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os descobrimentos portugueses ocorreram devido a expansão marítima portuguesa que marcaram a história de Portugal e a história universal. Ao longo do século XV, os portugueses transformaram e aperfeiçoaram todas as técnicas de construção naval e de navegação conhecidas. A expansão maritima portuguesa teve um desenvolvimento nunca visto anteriormente. A [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cronologia-dos-descobrimentos-portugueses/">Cronologia dos Descobrimentos Portugueses</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os descobrimentos portugueses ocorreram devido a expansão marítima portuguesa que marcaram a história de Portugal e a história universal.</p>
<p>Ao longo do século XV, os portugueses transformaram e aperfeiçoaram todas as técnicas de construção naval e de navegação conhecidas.</p>
<p>A expansão maritima portuguesa teve um desenvolvimento nunca visto anteriormente.</p>
<p>A impressão transmitida é que se foram necessários oitenta anos para atingir o Cabo da Boa Esperança, os trinta anos seguintes levaram os portugueses a Groenlândia, em 1498, à índias; em 1500 ao Brasil; em 1511 à China e por volta de 1548 ao Japão.</p>
<p>Entre 1415 e 1492, Portugal, além de ter sido a nação pioneira, teve a exclusividade de navegação no oceano Atlântico. Durante aquele período os portugueses fizeram o périplo da África Ocidental.</p>
<p>O contorno da África colocou nas mãos dos portugueses vários produtores de especiarias: ouro, pimenta, noz-moscada, marfim e escravos.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/cronologia-dos-descobrimentos-portugueses/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Descobrimentos-Maritimas-Portuguesas.png" width="400" /></a></p></p>
<h3>CRONOLOGIA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES</h3>
<ol>
<li>AGOSTO DE 1415 &#8211; CONQUISTA DE CEUTA</li>
<li>JULHO 1418 &#8211; DESCOBERTA DO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA</li>
<li>JANEIRO 1427 &#8211; DESEMBARQUE NO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES</li>
<li>MAIO 1434 &#8211; GIL EANES DOBRA O CABO BOJADOR</li>
<li>OUTUBRO 1437 &#8211; DERROTA PORTUGUESA EM TÂNGER</li>
<li>JANEIRO 1444 &#8211; DESCOBERTA E CONQUISTA DA GUINÉ</li>
<li>JANEIRO 1450 &#8211; NASCE BARTOLOMEU DIAS (1450?-1500)</li>
<li>JANEIRO 1456 &#8211; DESCOBERTA DE CABO VERDE</li>
<li>OUTUBRO 1458 &#8211; CONQUISTA DE ALCÁCER CEGUER</li>
<li>JANEIRO 1467 &#8211; NASCE PEDRO ÁLVARES CABRAL (1467?-1520?)</li>
<li>JANEIRO 1468 &#8211; NASCE VASCO DA GAMA (1468-1525)</li>
<li>AGOSTO 1471 &#8211; CONQUISTA DE ARZILA E DE TÂNGER</li>
<li>OUTUBRO 1492 &#8211; CRISTOVÃO COLOMBO CHEGA À AMÉRICA</li>
<li>JUNHO 1494 &#8211; ASSINATURA DO TRATADO DE TORDESILHAS</li>
<li>MAIO 1498 &#8211; DESCOBERTA DO CAMINHO MARÍTIMO PARA A ÍNDIA</li>
<li>ABRIL 1500 &#8211; DESCOBERTA DO BRASIL</li>
<li>SETEMBRO 1507 &#8211; CONQUISTA DE ORMUZ</li>
<li>NOVEMBRO 1510 &#8211; CONQUISTA DE GOA</li>
<li>AGOSTO 1511 &#8211; CONQUISTA DE MALACA</li>
<li>MAIO 1513 &#8211; PORTUGUESES CHEGAM À CHINA</li>
<li>AGOSTO 1515 &#8211; ESTABELECIMENTO DOS PORTUGUESES EM TIMOR</li>
<li>SETEMBRO 1519 &#8211; FERNÃO DE MAGALHÃES (1480 &#8211; 1521) INICIA A VOLTA AO MUNDO</li>
</ol>
<p><figure id="attachment_45477" aria-describedby="caption-attachment-45477" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45477 size-large" title="Mapa da Africa de 1626" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-1024x792.jpg" alt="Mapa da Africa de 1626" width="800" height="619" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-1024x792.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-300x232.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-768x594.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-1536x1188.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-2048x1585.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Africa-de-1626-800x619.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45477" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Africa de 1626 &#8211; O mapa ilustra as cidades de Tanger, Ceuta, Alger, Tunes, Alexandria, Cairo (Alca), Moçambique e as Canárias.</figcaption></figure></p>
<h4>1. CONQUISTA DE CEUTA &#8211; AGOSTO DE 1415</h4>
<p>Cerca de 20 mil homens, embarcados em Lisboa, conquistam a cidade africana de Ceuta no dia 22 de Agosto de 1415.</p>
<p><figure id="attachment_45481" aria-describedby="caption-attachment-45481" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45481 size-large" title="Esta publicação inclui vistas panorâmicas de cinco cidades portuárias em Marroco - 1575" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-1024x778.jpg" alt="Esta publicação inclui vistas panorâmicas de cinco cidades portuárias em Marroco - 1575" width="800" height="608" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-1024x778.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-300x228.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-768x583.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-1536x1167.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-2048x1556.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Esta-publicacao-inclui-vistas-panoramicas-de-cinco-cidades-portuarias-em-Marroco-Publicado-entre-800x608.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45481" class="wp-caption-text">Esta publicação inclui vistas panorâmicas de cinco cidades portuárias em Marroco &#8211; 1575.</figcaption></figure></p>
<p>Tratava-se de uma importante cidade comercial do mundo muçulmano do mediterrâneo. Causas bélicas, económicas e políticas são apontadas como razões para este primeiro passo naquilo que será a expansão portuguesa para África.</p>
<h4>2. DESCOBERTA DO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA &#8211; JULHO 1418</h4>
<p>É incerta a data em que Gonçalo Zarco e Tristão Vaz Teixeira desembarcaram na ilha de Porto Santo.</p>
<p><figure id="attachment_45483" aria-describedby="caption-attachment-45483" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45483 size-large" title="Mapa da Ilha da Madeira de 1692" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-1024x738.jpg" alt="Mapa da Ilha da Madeira de 1692" width="800" height="577" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-1024x738.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-300x216.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-768x553.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-1536x1107.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-2048x1476.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Ilha-da-Madeira-de-1692-800x576.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45483" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Ilha da Madeira de 1692</figcaption></figure></p>
<p>Sabe-se que partiram dali em Julho de 1418 para desembarcar na ilha da Madeira, terra de que já existiam notícias antes da chegada dos portugueses.</p>
<h4>3. DESEMBARQUE NO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES &#8211; JANEIRO 1427</h4>
<p>Terá sido Diogo de Silves, em data incerta, a às ilhas por ordem do Infante D. Pedro. Nos anos seguintes realizaram-se novas expedições a outras ilhas do arquipélago. Tal como no caso das ilhas da Madeira e Porto Santo, o arquipélago dos Açores não seria completamente desconhecido, pois existem notícias sobre a sua existência anteriores à chegada dos portugueses.</p>
<h4>4. GIL EANES DOBRA O CABO BOJADOR &#8211; MAIO 1434</h4>
<p>Sabe-se que Gil Eanes partiu em Maio para tentar dobrar o Cabo Bojador, também conhecido por Cabo do Medo.</p>
<p>Quando se aproximava do destino decidiu colocar-se ao largo da costa, conseguindo desta forma ultrapassá-lo. Muitas lendas populares asseguravam que o mundo acabava ali.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A passagem do Cabo Bojador</p>
<p>O Cabo Bojador, situado na costa do Saara Ocidental, era conhecido como Cabo do Medo. Recifes de arestas pontiagudas dominam aquela região tornando a navegação muito arriscada.</p>
<p>A 25 quilômetros da costa do cabo, em alto mar, a profundidade é de apenas 2 metros.</p>
<p>A altura das ondas, a frequência das tempestades, a violência dos ventos, o desconhecimento das correntes oceânicas e a neblina permanente tornavam a navegação extremamente perigosa.</p>
<p>Aqueles que passavam por ele, jamais voltavam. As lendas falavam em mais de 12.000 tentativas fracassadas.</p>
<p>Uns acreditavam que os ventos dali em diante sopravam para o sul, impedindo o retorno a Portugal, rumo norte.</p>
<p>Outros pensavam que ali acabava o mundo e a neblina era o resultado da evaporação das águas que ferviam ao cair no inferno lá embaixo. As lendas diziam que havia monstros marinhos e remoinhos gigantescos e ferozes.</p>
<p>O mar fervia no calor e somente certas criaturas bizarras conseguiam sobreviver no intenso calor e aridez. Dizia-se haver grandes tesouros guardados por dragões ferozes e gigantes que entravam no mar e destruíam os navios.</p>
<p>Os relatos fantasiosos das tripulações que desistiam e voltavam alimentavam as lendas. O Cabo Bojador era considerado intransponível, ali terminava o mundo conhecido.</div></p>
<h4>5. DERROTA PORTUGUESA EM TÂNGER &#8211; OUTUBRO 1437</h4>
<p>Os portugueses atacaram a praça de Tânger em inferioridade numérica e desorganizados.</p>
<p><figure id="attachment_45486" aria-describedby="caption-attachment-45486" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-scaled.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-45486 size-large" title="Mapa do Mediterrâneo Ocidental 1705" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-1024x722.jpg" alt="Mapa do Mediterrâneo Ocidental 1705" width="800" height="564" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-1024x722.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-300x211.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-768x541.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-1536x1082.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-2048x1443.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Mediterraneo-Ocidental-1705-800x564.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45486" class="wp-caption-text">Mapa Histórico do Mediterrâneo Ocidental 1705</figcaption></figure></p>
<p>As tropas são cercadas e rendem-se. Após negociações as forças portuguesas recebem autorização para partir, mas em troca os muçulmanos exigem a entrega de Ceuta. Como garantia do acordo fica refém o Infante D. Fernando.</p>
<p>O Infante que desenhou o acordo recua depois de libertado. O Infante D. Fernando morre em cativeiro, em Fez, em 1443.</p>
<h4>6. DESCOBERTA E CONQUISTA DA GUINÉ &#8211; JANEIRO 1444</h4>
<p>A Guiné era um nome genérico dado à África negra que se estendia ao sul do Cabo Bojador.</p>
<p>Após a derrota portuguesa em Tânger há uma aposta na expansão ultramarina para chegar de forma mais direta às matérias-primas.</p>
<h4>7. NASCE BARTOLOMEU DIAS (1450?-1500) &#8211; JANEIRO&nbsp;1450</h4>
<p>Foi o primeiro europeu a dobrar o cabo das Tormentas, depois batizado de Cabo da Boa Esperança, em 1488.</p>
<p>A viagem de Bartolomeu Dias transforma o nome do temerário Cabo em Boa Esperança por abrir a passagem ao caminho marítimo para a Índia.</p>
<p>Bartolomeu Dias era considerado um navegador hábil e experiente. Foram-lhe confiadas diversas missões. Morreu quando a sua caravela naufragou junto ao Cabo da Boa Esperança&nbsp;em 1500.</p>
<h4>8. DESCOBERTA DE CABO VERDE &#8211; JANEIRO 1456</h4>
<p>A data da descoberta do arquipélago é disputada tal como o nome do navegador que ali terá chegado primeiro.</p>
<p>Diogo Gomes, Alvise Cadamosto ou António da Noli são apontados como possíveis descobridores, todos ao serviço do Infante D. Henrique.</p>
<h4>9. CONQUISTA DE ALCÁCER CEGUER &#8211; OUTUBRO 1458</h4>
<p>A conquista foi liderada pelo rei D. Afonso V. A praça foi conquistada, mas a sua manutenção foi sempre muito difícil. Perdeu importância e foi abandonada em 1550 quando Portugal já conquistara Tanger e Arzila.</p>
<p><strong>A vila de Alcácer-Ceguer, ou seja, Al Qasr al saghir,</strong> que significa “pequeno castelo”, localiza-se no litoral do norte de Marrocos, entre Ceuta e Tânger.</p>
<p><figure id="attachment_45490" aria-describedby="caption-attachment-45490" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Portugal-reconquista-o-Marocco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45490 size-full" title="Mapa da domínio portugues no Marocco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Portugal-reconquista-o-Marocco.png" alt="Por mais de um século e meio, Portugal controlou importantes pontos da costa marroquina. No mapa, domínios portugueses no Marocco de 1415 (conquista de Ceuta) a 1578 (derrota de Alcácer-Quibir)." width="768" height="585" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Portugal-reconquista-o-Marocco.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Portugal-reconquista-o-Marocco-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Portugal-reconquista-o-Marocco-72x55.png 72w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45490" class="wp-caption-text">Por mais de um século e meio, Portugal controlou importantes pontos da costa marroquina. No mapa, domínios portugueses no Marocco de 1415 (conquista de Ceuta) a 1578 (derrota de Alcácer-Quibir).</figcaption></figure></p>
<p>Embora sem a importância destas duas cidades, era uma posição com alguma importância no século XV, como ponto de apoio à navegação e reduto de corsários do Estreito de Gibraltar.</p>
<p>A 24 de outubro de 1458, o rei de Portugal entrou na vila, após a rendição dos habitantes às forças militares portuguesas que ali desembarcaram, três dias antes, e cuja artilharia conseguiu abrir uma brecha na muralha.</p>
<p>Alcácer-Ceguer não dispunha, de facto, de forças ou fortificações suficientes para resistir à investida da armada portuguesa, composta por duas centenas de velas e que dispunha de artilharia e de vários milhares de soldados.</p>
<p>A expedição foi liderada pelo próprio monarca e nela participaram algumas das figuras mais importantes da nobreza portuguesa, entre elas o Infante D. Henrique, que desempenhou, aliás, um papel importante na sua preparação.</p>
<h5>Quais foram os motivos que levaram o rei a preparar a expedição?</h5>
<p>A conquista de Alcácer-Ceguer foi uma espécie de “regresso a Marrocos” após o fracasso de Tânger, ocorrida duas décadas antes. Só foi, evidentemente, possível após a subida ao trono de D. Afonso V, que desde cedo manifestava inclinação para retomar os projetos de conquista no norte de África. Diversas circunstâncias eram favoráveis ao regresso dos portugueses a Marrocos, nesta época.</p>
<p>Em primeiro lugar, Ceuta era a única praça portuguesa no norte de África, que se revelava de utilidade e eficácia reduzida, devido ao seu isolamento. Depois, o papa tinha recentemente emitido uma bula de cruzada, a qual atribuía a posse de Alcácer-Ceguer a Portugal.</p>
<p>Finalmente, e talvez o mais importante, a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, em 1453, causou uma comoção por toda a Europa cristã e levou o papa a pregar uma nova cruzada, à qual D. Afonso V parece ter sido o único monarca a responder afirmativamente.</p>
<p>Como esta nunca se realizou, o rei terá decidido canalizar os recursos para uma ofensiva militar em Marrocos.</p>
<h5>Qual foi a importância desta conquista?</h5>
<p>A tomada de Alcácer-Ceguer marcou definitivamente a retoma do interesse português por Marrocos. Depois da conquista da pequena vila, D. Afonso V, inspirado por sonhos de cruzada e de feitos de armas, prosseguiu com a conquista de Tânger e de Arzila.</p>
<p>O seu filho, D. João II, centrou o seu interesse nas regiões mais a sul, onde as produções locais tinham interesse para o comércio português ao longo da costa africana. D. Manuel, por fim, alargou o regime de protetorado sobre várias regiões costeiras de Marrocos e integrou a presença portuguesa no seu projeto global de cruzada.</p>
<p>Contudo, a manutenção das praças portuguesas no norte de África era dispendiosa e difícil, tanto mais que a sua utilidade era cada vez mais reduzida.</p>
<p>Deste modo, e após subir ao trono em 1521, o rei D. João III começou a ponderar a possibilidade de evacuar algumas das praças, o que veio efetivamente a ocorrer ao longo das décadas seguintes.</p>
<p>Alcácer-Ceguer foi abandonada em 1549, ficando a restar apenas Ceuta, Tânger e Mazagão como os últimos marcos da expansão portuguesa em Marrocos.</p>
<h4>10. NASCE PEDRO ÁLVARES CABRAL (1467?-1520?) &#8211; JANEIRO 1467</h4>
<p>Comandou a esquadra de 13 navios que descobriu o Brasil em 1500.</p>
<p>Era a segunda missão com destino à India, mas registou-se um desvio na rota levando a frota até à costa brasileira.</p>
<p>Conhecem-se muito poucos dados sobre a sua vida e só no século XX foi descoberta a sua sepultura. O Brasil só assumiria importância no império português muito depois da sua morte.</p>
<h4>11. NASCE VASCO DA GAMA (1468-1525) &#8211; JANEIRO 1468</h4>
<p>Comandou a frota que descobriu o caminho marítimo para a India. A esquadra de três navios 0 levou cerca de 10 meses no percurso entre Lisboa a Calecute.</p>
<p>Era filho de nobres e membro da Ordem de Santiago. Foi nomeado Governador do estado da India e morreu em Coxim.</p>
<p>Durante o século XV Portugal lançou-se nos descobrimentos. Primeiro conquistou Ceuta e outras praças africanas, para depois de lançar na descoberta da costa até ao Cabo da Boa esperança e a Índia.</p>
<p>Encarregado desta última navegação foi Vasco da Gama, à frente de uma esquadra de quatro navios que levaram cerca de 10 meses a chegar a Calecute.</p>
<p>A conquista de Ceuta foi o primeiro passo para os descobrimentos que os portugueses realizaram nos séculos XV e XVI.</p>
<p>A possibilidade de chegar á Índia tornou-se real na segunda metade do século XV depois dos navegadores portugueses desceram a costa atlântica do continente africano e Bartolomeu Dias transpor o Cabo da Boa Esperança.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Em 1488, Bartolomeu Dias foi o primeiro europeu a dobrar o Cabo das Tormentas.</p>
<p>Na esperança de abrir novos caminhos às descobertas portuguesas o cabo foi rebatizado como sendo da Boa Esperança.No final do século XV, a marinha portuguesa já tinha explorado a maior parte da costa africana virada ao Atlântico.</p>
<p>Para prosseguir para oriente era fundamental perceber onde terminava essa linha de costa e se era ou não possível ligar-se ao Índico por mar. A confirmação desta possibilidade poderia abrir as portas para uma nova rota comercial entre a Europa e a Ásia.</p>
<p>Bartolomeu Dias, supostamente enviado ao encontro do Prestes João, conseguiu realizar essa missão, dobrando o Cabo das Tormentas, mais tarde batizado Cabo da Boa Esperança em 1488.</p>
<p>É a partir desta missão de Bartolomeu Dias que se pode preparar a viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia e para outros lugares do oriente.</div></p>
<p>Vasco da Gama, nascido em Sines e filho de Estevão da Gama, seria o homem escolhido para comandar a frota que navegou à descoberta do caminho marítimo para a Índia.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Em 1497 partia de Lisboa a frota comandada por Vasco da Gama com o objectivo de descobrir o caminho marítimo para a Índia.Eram cerca de 150 homens distribuídos por 3 naus – a S. Gabriel, a S. Rafael e a Bérrio – e um navio de pequeno porto com mantimentos.A partida ficou marcada para o dia 8 de Julho de 1497, com a esquadra a chegar a Calecut em Maio de 1498.O comandante desta frota, Vasco da Gama, era um fidalgo nascido em Sines.A passagem do Cabo da Boa Esperança no ano anterior abriu as portas para que os portugueses penetrassem no Indico.</div></p>
<p>A viagem abriu uma nova rota comercial entre a Europa e a Ásia.</p>
<h4>12. CONQUISTA DE ARZILA E DE TÂNGER &#8211; AGOSTO 1471</h4>
<p>Cerca de 400 navios participaram no assalto à praça de Arzila, no Norte de África.</p>
<p>Apesar de muitas dificuldades o ataque é fulminante e a cidade é saqueada. Vários defensores e moradores de origem muçulmana são mortos, depois de se esconderem na mesquita e no castelo. Assustados os defensores da praça vizinha de Tânger abandonam as defesas e D. Afonso V envia uma força que consegue assenhorar-se da fortaleza.</p>
<p>Ainda hoje há alguns vestígios da ocupação portuguesa em Arzila, cidade marroquina da costa atlântica, tomada pelas tropas de D. Afonso V em 1471. Neste vídeo reconstrói-se a invasão portuguesa e os combates ocorridos nessa ocasião.</p>
<p>A conquista de Arzila enquadra-se na política de expansão ultramarina portuguesa e ocorre na segunda metade do século XV, após o desastre da operação em Tânger, onde inúmeros portugueses – entre os quais o infante D.Fernando – ficaram cativos.</p>
<p>Entendia-se que a tomada de praças em Marrocos seria uma alavanca indispensável à progressão marítima e, no caso de Arzila, a tarefa estava facilitada porque os muçulmanos combatiam entre si. Mesmo assim, como se relata neste vídeo, o combate foi difícil e não se fez sem várias baixas.</p>
<p>Situada na costa norte de Marrocos, a cidade foi uma possessão dos portugueses entre 1471 e 1550 e, mais tarde, entre 1577 e 1589.</p>
<p>A coroa portuguesa enviou diversas famílias judias espanholas para Arzila, com o fim de a colonizar, estabelecendo-se um acordo de paz com os mouros das redondezas pelo período de vinte anos. Apesar de escassos, ainda existem hoje alguns vestígios da presença portuguesa, entre os quais a torre de menagem da fortaleza, cuja recuperação apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian.</p>
<h4>13. CRISTOVÃO COLOMBO CHEGA À AMÉRICA &#8211; OUTUBRO 1492</h4>
<p>Partem da cidade de Palos, no sul de Espanha, e, depois de vários meses de viagem os navios comandados por Colombo avistam terra, desembarcando, no que será hoje a ilha de S. Salvador, nas Bahamas.</p>
<p><figure id="attachment_45492" aria-describedby="caption-attachment-45492" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45492 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental - América 1552. Um dos mais importantes mapas do Novo Mundo do século XVI." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-1024x802.jpg" alt="Mapa do Hemisfério Ocidental - América 1552. Um dos mais importantes mapas do Novo Mundo do século XVI." width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-1024x802.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-768x602.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-1536x1203.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-2048x1604.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1552-800x627.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45492" class="wp-caption-text">Mapa Histórico do Hemisfério Ocidental &#8211; América 1552. Um dos mais importantes mapas do Novo Mundo do século XVI.</figcaption></figure></p>
<p>Continuaria depois para Cuba. Regressou a Espanha convencido que tinha chegado ao Japão.</p>
<p><figure id="attachment_45494" aria-describedby="caption-attachment-45494" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45494 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental - America 1587" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-1024x836.jpg" alt="Mapa do Hemisfério Ocidental - America 1587" width="800" height="653" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-1024x836.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-300x245.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-768x627.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-1536x1253.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-2048x1671.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-America-1587-800x653.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45494" class="wp-caption-text">Mapa Histórico do Hemisfério Ocidental &#8211; America 1587</figcaption></figure></p>
<h4>14. ASSINATURA DO TRATADO DE TORDESILHAS &#8211; JUNHO 1494</h4>
<p>Assinado em Espanha na cidade de Tordesilhas este tratado dividia o mundo “descoberto e por descobrir” em duas partes, sendo que os direitos de exploração de cada uma delas cabiam a Portugal e a Espanha.</p>
<p>O tratado de Tordesilhas foi assinado na cidade espanhola com o mesmo nome e dividia, o mundo “descoberto e por descobrir” em duas partes, com os direitos de exploração, de cada uma delas, destinadas a Portugal e a Espanha.</p>
<p>O Tratado de Tordesilhas foi assinado no dia 7 de Junho de 1494, na cidade espanhola com o mesmo nome, cerca de ano e meio depois da viagem de Cristóvão Colombo à América.</p>
<p><figure id="attachment_43394" aria-describedby="caption-attachment-43394" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43394 size-large" title="Esta pintura do século XV ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp" alt="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43394" class="wp-caption-text">Esta pintura do século XV ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado.</figcaption></figure></p>
<p>As coordenadas fornecidas por Colombo mostravam, segundo os geógrafos portugueses, que a terra descoberta pertencia a Portugal.</p>
<p>A coroa espanhola pediu a intervenção papal para resolver o caso.</p>
<p>O Papa Alexandre VI, estabeleceu, através de uma bula, uma linha meridional que dividiu o planeta em duas partes, ficando os direitos de exploração de cada uma delas entregue aos países ibéricos, mas o rei D. João II não concordou.</p>
<p>Iniciaram-se novas negociações entre os reis católicos e o monarca português de que resultou o Tratado de Tordesilhas.</p>
<h4>15. DESCOBERTA DO CAMINHO MARÍTIMO PARA A ÍNDIA &#8211; MAIO 1498</h4>
<p>A frota de Vasco da Gama levou 10 meses para chegar de Lisboa a Calecute em 1498. Ficava aberta a porta para o comércio com o Oriente, que passava para mãos portuguesas, depois de séculos de controlo pelo mundo muçulmano.</p>
<p><figure id="attachment_45497" aria-describedby="caption-attachment-45497" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45497 size-large" title="Mapa da Ásia de 1615" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-1024x783.jpg" alt="Mapa da Ásia de 1615" width="800" height="612" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-1024x783.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-768x587.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-1536x1175.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-2048x1566.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1615-800x612.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45497" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Ásia de 1615</figcaption></figure></p>
<p>Em 1497 partia de Lisboa a frota comandada por Vasco da Gama com o objectivo de descobrir o caminho marítimo para a Índia.</p>
<p>Eram cerca de 150 homens distribuídos por 3 naus – a S. Gabriel, a S. Rafael e a Bérrio – e um navio de pequeno porto com mantimentos.</p>
<p>A partida ficou marcada para o dia 8 de Julho de 1497, com a esquadra a chegar a Calecut em Maio de 1498.</p>
<p>O comandante desta frota, Vasco da Gama, era um fidalgo nascido em Sines.</p>
<p>A passagem do Cabo da Boa Esperança no ano anterior abriu as portas para que os portugueses penetrassem no Indico.</p>
<h4>16. DESCOBERTA DO BRASIL &#8211; ABRIL 1500</h4>
<p>Os navios, comandados por <strong><a href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Pedro Álvares Cabral</a></strong>, dirigiam-se para a India, mas realizam um desvio que os leva até às costas do Brasil em Abril de 1500. A descoberta foi anunciada como acidental, mas os historiadores colocam esse facto em causa.</p>
<p><figure id="attachment_26016" aria-describedby="caption-attachment-26016" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26016 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1024x803.jpg" alt="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623" width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1024x803.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-768x602.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1536x1205.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-2048x1606.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-800x627.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-do-Hemisferio-Ocidental-de-1623-1320x1035.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26016" class="wp-caption-text">Mapa Histórico do Hemisfério Ocidental de 1623- O mapa das Américas de Jodocus Hondius é um dos exemplos mais elaborados da fina cartografia holandesa. As decorações, incluindo monstros marinhos, pássaros indígenas, canoas nativas e veleiros, foram tiradas das Grand Voyages de De Bry. Particularmente notável é a cena dos nativos preparando uma bebida inebriante feita com raízes de mandioca, derivada da angustiante aventura de Hans Staden no Brasil. Os continentes são apresentados em uma projeção estereográfica, que se tornou cada vez mais popular no início do século XVII. Apresenta um litoral ocidental mais correto da América do Sul e estreita a largura do México. No entanto, a América do Norte ainda é muito ampla e a Virgínia tem um litoral exagerado. Terra Nova é baseada em Plancius. Os litorais são totalmente gravados com nomes de lugares.</figcaption></figure></p>
<p>A esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral, dirigia-se para a India, mas, pelo caminho, descobriu o Brasil. Esta descoberta é por vezes referida como acidental, mas muitos historiadores discordam.</p>
<p>A segunda frota com destino à India, depois do regresso de Vasco da Gama, era constituída por 13 navios e mais de 1000 homens.</p>
<p>Antes de dobrar o Cabo da Boa Esperança o comandante da esquadra, Pedro Álvares Cabral, fez um desvio no Atlântico que o levou até à costa do Brasil, onde aportou a 22 de Abril de 1500.</p>
<p>A descoberta foi anunciada como acidental, mas muitos historiadores acreditam que o desvio foi intencional e os portugueses já conheciam a localização do novo continente.</p>
<h4>17. CONQUISTA DA ILHA DE ORMUZ &#8211; SETEMBRO 1507</h4>
<p>A cidade de Ormuz controlava importantes rotas comerciais.</p>
<p><figure id="attachment_45499" aria-describedby="caption-attachment-45499" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45499 size-large" title="Vista aérea da Ilha de Ormuz de 1750" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-1024x873.jpg" alt="Vista aérea da Ilha de Ormuz de 1750" width="800" height="682" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-1024x873.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-300x256.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-768x654.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-1536x1309.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-2048x1745.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ilha-de-Ormuz-de-1750-800x682.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45499" class="wp-caption-text">Vista aérea da Ilha de Ormuz de 1750 &#8211; Esta é uma versão holandesa da vista aérea de Bellin da Ilha de Ormuz, situada no estrategicamente importante Estreito de Ormuz. O mapa mostra a fortaleza, a igreja de S. Lúcia e o Palácio do Rei na ilha. A fortaleza de Komrun, no continente, e um outro pequeno forte na ilha de Kishm. O mar está repleto de vários navios e barcos de pesca.</figcaption></figure></p>
<p>Portugal estabelece primeiro relações diplomáticas com rei local, mas mais tarde Afonso de Albuquerque toma a cidade.</p>
<p>Na ilha de Ormuz será construída uma fortaleza portuguesa que permitirá o controlo do Golfo Pérsico, e com ele de parte importante do comércio entre o oriente e a Europa.</p>
<h4>18. CONQUISTA DE GOA &#8211; NOVEMBRO 1510</h4>
<p>Goa era, mesmo antes da chegada dos portugueses uma importante cidade integrada nas rotas comerciais da India. Conquistada por Afonso de Albuquerque em Novembro de 1510 transformou-se na capital do império português do oriente.</p>
<p><figure id="attachment_45501" aria-describedby="caption-attachment-45501" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45501 size-large" title="Mapa da Ásia de 1556" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-1024x793.jpg" alt="Mapa da Ásia de 1556" width="800" height="620" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-1024x793.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-300x232.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-768x594.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-1536x1189.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-2048x1585.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1556-800x619.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45501" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Ásia de 1556</figcaption></figure></p>
<p>Goa era uma importante cidade indiana integrada nas principais rotas comerciais do oriente. Foi conquistada por Afonso de Albuquerque e transformou-se na capital do Império Português da India.</p>
<p>A cidade só foi tomada por Afonso de Albuquerque após duas tentativas e forte resistência de forças muçulmanas que controlavam o território.</p>
<p>Depois da conquista, em Novembro de 1510, a cidade cresceu e foi ganhando importância no contexto do império português, transformando-se no seu principal porto do oriente.</p>
<p>Nos finais do século XVI a cidade tinha cerca de 250 mil habitantes, um número bastante elevado, mesmo para os padrões europeus da época.</p>
<p>Perdida para União Indiana, em 1961, Goa continua a ter um importante património que liga a cidade a Portugal.</p>
<p><figure id="attachment_45506" aria-describedby="caption-attachment-45506" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45506 size-large" title="Mapa Histórico de Goa na Índia de 1646" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-1024x809.jpg" alt="Mapa Histórico de Goa na Índia de 1646" width="800" height="632" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-1024x809.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-300x237.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-768x607.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-1536x1213.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-2048x1618.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-Historico-de-Goa-na-India-de-1646-800x632.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45506" class="wp-caption-text">Mapa Histórico de Goa na Índia de 1646</figcaption></figure></p>
<h4>19. CONQUISTA DE MALACA &#8211; AGOSTO 1511</h4>
<p>A conquista de Malaca, em Agosto de 1511, foi também liderada por Afonso de Albuquerque que comandava cerca de 1000 homens e uma dezena de navios.</p>
<p>Depois das conquistas de Ormuz e de Goa, esta operação tinha como objetivo a consolidação do poder português no oriente, com a criação de uma rede de portos e praças que controlassem os acessos às principais rotas comerciais.</p>
<h4>20. PORTUGUESES CHEGAM À CHINA &#8211; MAIO 1513</h4>
<p>O português Jorge Álvares é o primeiro navegador Europeu a chegar à China.</p>
<p><figure id="attachment_45504" aria-describedby="caption-attachment-45504" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45504 size-large" title="Mapa da Ásia de 1573" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-1024x737.jpg" alt="Mapa da Ásia de 1573" width="800" height="576" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-1024x737.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-300x216.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-768x553.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-1536x1106.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-2048x1475.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Mapa-da-Asia-de-1573-800x576.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45504" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Ásia de 1573</figcaption></figure></p>
<p>O seu navio aportou a uma ilha, hoje conhecida como Hong-Kong, durante o mês de Maio de 1513.</p>
<p>Não certezas sobre o dia em que isso aconteceu. A presença portuguesa fortaleceu-se nos anos seguintes culminando com a instalação de um porto comercial em Macau no ano de 1557.</p>
<h4>21. ESTABELECIMENTO DOS PORTUGUESES EM TIMOR &#8211; AGOSTO 1515</h4>
<p>A primeira fortaleza portuguesa em Timor foi construída 1515, mas já existiam informações sobre este território antes desta data.</p>
<p>A presença portuguesa naquela ilha prolongou-se até 1975, ano em que o país foi ocupado pela Indonésia. O território só se tornou independente em 1999.</p>
<h4>22. FERNÃO DE MAGALHÃES (1480 &#8211; 1521) INICIA A VOLTA AO MUNDO &#8211; SETEMBRO 1519</h4>
<p>Fernão de Magalhães foi um capitão português, que ofereceu os seus serviços a Espanha. Partiu para uma viagem de circunavegação de San Lucar de Barrameda, com cinco navios em 1519.</p>
<p>Apenas uma destas embarcações regressará a Espanha em 1522. Magalhães é um dos que não regressa. Morreu em combate na ilha de Cebu, nas Filipinas. Dos 270 homens que partiram de Espanha para a expedição apenas 17 regressaram.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cronologia-dos-descobrimentos-portugueses/">Cronologia dos Descobrimentos Portugueses</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Cronologia da escravidão no Brasil Colonial e Império</title>
		<link>https://bahia.ws/cronologia-da-escravidao-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 11:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abolição da Escravatura]]></category>
		<category><![CDATA[Alforrias]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Bojador]]></category>
		<category><![CDATA[France Antarctique]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Áurea]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Ventre Livre]]></category>
		<category><![CDATA[lei Eusébio de Queirós]]></category>
		<category><![CDATA[lei Saraiva-Cotejipe]]></category>
		<category><![CDATA[missão de Villegaignon.]]></category>
		<category><![CDATA[Princesa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo de Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>No domingo de 13 de maio de 1888 amanheceu ensolarado no Rio de Janeiro, a capital do Império do Brasil. Era um dia de festa. A escravidão chegava ao fim por meio de uma lei votada no Senado e assinada pela princesa Isabel. O Brasil era o último país da [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cronologia-da-escravidao-no-brasil/">Cronologia da escravidão no Brasil Colonial e Império</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>No domingo de 13 de maio de 1888 amanheceu ensolarado no Rio de Janeiro, a capital do Império do Brasil. Era um dia de festa.</p>
<p>A escravidão chegava ao fim por meio de uma lei votada no Senado e assinada pela princesa Isabel.</p>
<p>O Brasil era o último país da América a acabar com a escravidão. Ao longo de mais de três séculos, o Brasil foi o maior destino de tráfico de africanos no mundo, quase cinco milhões de pessoas.</p>
<h3>Cronologia da escravidão no Brasil Colonial e Império</h3>
<ol>
<li>Pioneirismo português na na navegação e os primeiros anos do Brasil Colônia</li>
<li>Quilombos e Resistencia a Escravidão</li>
<li>Alforrias e a Abolição da Escravatura</li>
</ol>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/cronologia-da-escravidao-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/ESCRAVIDAO-NO-BRASIL-Quanto-Tempo-Durou-e-Como-Aconteceu.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h4>1. Pioneirismo português na na navegação e os primeiros anos do Brasil Colônia</h4>
<p>É de aceitação geral que Portugal foi a primeira nação européia a conquistar o Atlântico ao realizar viagens de exploração pela costa africana em busca de rotas alternativas até as fontes das cobiçadas e lucrativas especiarias, monopolizadas no Mediterrâneo por mercadores sobretudo dos microestados itálicos, como Gênova.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Ao dobrar o Cabo Bojador e avançar expedição após expedição pelo Atlântico, Portugal atropela os mitos sobre um “mar tenebroso” que infestavam a cabeça de muita gente e abre caminho para novo tempo.</div></p>
<p><figure id="attachment_45371" aria-describedby="caption-attachment-45371" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45371 size-large" title="Mapa Histórico da Africa de 1570" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1024x803.jpg" alt="Ortelius' Cornerstone Map of Africa &quot;Africae Tabula Nova&quot;, Ortelius, Abraham Period: 1570 (dated) Publication: Theatrum Orbis Terrarum Este impressionante mapa é um dos mapas fundamentais de África e continuou a ser o mapa padrão de África até ao século XVII. Foi concebido por Ortelius a partir de elementos de mapas contemporâneos de Gastaldi, Mercator e Forlani e utilizou várias fontes recentes: Ramusio em Navigationi et Viaggi (1550), João de Barros em Decadas da Ásia (1552), e Leo Africanus em Historiale description de l'Afrique (1556). A maior parte da nomenclatura é retirada de Gastaldi. O Nilo baseia-se no conceito ptolemaico, com origem em dois grandes lagos a sul do equador. Curiosamente, Ortelius não representou as Montanhas da Lua (uma caraterística proeminente na maioria dos mapas anteriores) e os lagos gémeos não são nomeados. Ortelius introduziu duas alterações importantes na forma do continente neste mapa; o Cabo da Boa Esperança é mais pontiagudo e a extensão do continente para leste foi significativamente reduzida. O mapa está decorado com uma cartela de título em cinta, uma grande batalha marítima (copiada do mapa mural das Américas de Diego Gutierez) e monstros marinhos. A presença do monstro fantasma é pouco visível no mar ao largo da península Arábica. Este belo mapa foi gravado por Frans Hogenberg, que gravou muitos dos mapas para o Theatrum. Este é o segundo estado do mapa com texto latino no verso, publicado em 1579." width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1024x803.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-800x627.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-768x602.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1536x1205.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-2048x1606.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45371" class="wp-caption-text">Mapa Histórico da Africa de 1570</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>A passagem do Cabo Bojador</strong></p>
<p>O Cabo Bojador, situado na costa do Saara Ocidental, era conhecido como Cabo do Medo. Recifes de arestas pontiagudas dominam aquela região tornando a navegação muito arriscada.</p>
<p>A 25 quilômetros da costa do cabo, em alto mar, a profundidade é de apenas 2 metros.</p>
<p>A altura das ondas, a frequência das tempestades, a violência dos ventos, o desconhecimento das correntes oceânicas e a neblina permanente tornavam a navegação extremamente perigosa.</p>
<p>Aqueles que passavam por ele, jamais voltavam. As lendas falavam em mais de 12.000 tentativas fracassadas.</p>
<p>Uns acreditavam que os ventos dali em diante sopravam para o sul, impedindo o retorno a Portugal, rumo norte.</p>
<p>Outros pensavam que ali acabava o mundo e a neblina era o resultado da evaporação das águas que ferviam ao cair no inferno lá embaixo. As lendas diziam que havia monstros marinhos e remoinhos gigantescos e ferozes.</p>
<p>O mar fervia no calor e somente certas criaturas bizarras conseguiam sobreviver no intenso calor e aridez. Dizia-se haver grandes tesouros guardados por dragões ferozes e gigantes que entravam no mar e destruíam os navios.</p>
<p>Os relatos fantasiosos das tripulações que desistiam e voltavam alimentavam as lendas. O Cabo Bojador era considerado intransponível, ali terminava o mundo conhecido.</div></p>
<p>Todos os historiadores estão de pleno acôrdo que o comandante da frota de Pedro Álvares Cabral, ao partir da altura das ilhas do Cabo Verde em demanda do cabo da Boa Esperança, se afastou em demasia para Oeste da rota que Vasco da Gama lhe tinha aconselhado, pelo que, a 22 de abril de 1500, arribou ao litoral brasileiro.</p>
<p><figure id="attachment_45438" aria-describedby="caption-attachment-45438" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/A-rota-da-esquadra-de-Cabral-ida-e-volta.avif" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45438 size-full" title="A rota da esquadra de Cabral, ida e volta" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/A-rota-da-esquadra-de-Cabral-ida-e-volta.avif" alt="A rota da esquadra de Cabral, ida e volta" width="770" height="420" /></a><figcaption id="caption-attachment-45438" class="wp-caption-text">A rota da esquadra de Cabral, ida e volta</figcaption></figure></p>
<p>Os adeptos do descobrimento do Brasil casual, opinam que o capitão-mor, contra a sua vontade e ignorando o afastamento, foi arrastado pela corrente equatorial à costa de uma terra situada ao ocidente do continente negro, cuja existência ignorava.</p>
<p>Numa dessas viagens, Pedro Alvares Cabral teria acidentalmente desviado de curso e descoberto uma nova terra a oeste da África, mas tais terras, que viriam a ter diversos nomes até chegar à forma atual, Brasil, de imediato não despertaram o interesse da Coroa Portuguesa, exceto talvez pelo pau-brasil e por outras ditas especiarias encontradas em muito menor volume, já que os esforços financeiros e materiais estavam sendo despendidos nas rotas marítimas extremamente lucrativas que levavam ao que levavam ao Oriente.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Nesse sentido, de 1500 a 1530 a colonização do Brasil foi pouco estimulada, limitando-se quase que exclusivamente a missões de exploração da costa, intensificadas e com caráter belicoso conforme a pressão da França aumentava sobre essa região.</div></p>
<p>De fato, os franceses aproveitaram-se da incúria (ou inabilidade) dos portugueses para tentar o estabelecimento de uma colônia.</p>
<p>O caso mais famoso é o da <strong>France Antarctique</strong>, constituída na região do Rio de Janeiro, que serviria de porto de parada para as viagens francesas e de ponto de partida para uma eventual colonização efetiva.</p>
<p>Ao contrário dos portugueses, é sabido que franceses conseguiam certo nível de amizade com tribos indígenas, tanto na América do Sul quanto mais tarde, na do Norte; não foi diferente com os <strong><a href="https://bahia.ws/indios-pataxos-na-costa-do-descobrimento-na-bahia/" target="_blank" rel="noopener">índios Tamoios e os Tupinambás</a></strong>, povos indígenas considerados extremamente hostis pelos portugueses que habitavam a região escolhida pela missão de Villegaignon.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A 10 de Novembro de 1555 entrava na baia de Guanabara uma expedição de conquista sob o comando do cavaleiro de Malta Nicolau Durand de Villegaignon com o proposito de fundar nesta região, então selvagens, um império que se chamaria França Antártica.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O projeto da França Antártica durou apenas cinco anos, de 1555 a 1560, quando os invasores foram expulsos por forças portuguesas comandadas por Mem de Sá dada a preocupação da coroa em perder um território com enorme potencial e tão pouco explorado.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Um dos principais reveses encontrado pelos franceses foi aquele que acometeria a todos os colonizadores: a falta de mão-de-obra.</div></p>
<p>Os índios não demonstravam a mesma disposição dos escravos africanos na realização das atividades que lhes eram impostas: eles “[&#8230;] eram preguiçosos e incompetentes; cansavam-se com facilidade e fugiam se não fossem vigiados constantemente”.</p>
<p><strong>Nas primeiras décadas da colonização efetiva, isto é, a partir de 1530</strong>, a escassez da mão-de-obra agravou-se porque os nativos, de início facilmente seduzíveis com bugigangas de toda sorte, passaram a exigir bens que os portugueses não estavam dispostos a ceder ou porque eram caros, como vestimentas mais sofisticadas, ou porque eram potencialmente perigosos ao processo de colonização, como as armas.</p>
<p>Além do que, Villegaignon, quando do início da implementação da França Antártica, relata as condições notadamente adversas à colonização numa carta datada do início da segunda metade do século XVI endereçada a seu amigo João Calvino, um dos líderes da Reforma:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Este país era só vastidão e abandono.</p>
<p>Não havia casas nem tetos telhados e nenhuma colheita ou cereal. O povo do lugar vive de um dia para o outro, sem se preocupar em cultivar a terra.</p>
<p>Portanto, não encontramos depósitos de alimentos reunidos num só lugar, mas tivemos de ir cada vez mais longe para procurá-los e reuni-los.</div></p>
<p><strong>A partir da década de 1540, a criação de plantações, sobretudo de <a href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener">cana de açúcar</a>, fez necessário aplicar a experiência portuguesa nas ilhas atlânticas da utilização de mão-de-obra escrava negra.</strong></p>
<p>A proximidade de Portugal e de suas colônias africanas ao litoral brasileiro em relação às outras nações européias e suas colônias facilitava o comércio entre as três partes, gerando uma troca de bens.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A escravidão no Brasil começa com a chegada das primeiras levas de escravos vindos da África. Isto se dá por volta de 1549, quando o primeiro contingente é desembarcado em São Vicente. D. João III concedeu autorização a fim de que cada colono importasse até 120 africanos para as suas propriedades. Muitos desses colonos, no entanto, protestaram contra o limite estabelecido pelo rei, pois desejavam importar um número bem superior.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>De modo resumido, a logística do comércio escravagista era:</strong></p>
<ol>
<li>em uma das pontas, as naus portuguesas deixavam os portos portugueses com mercadorias, como tecidos e alimentos, a serem vendidas aos seus colonos na América;</li>
<li>nos portos brasileiros, por sua vez, eram carregados sobretudo com tabaco, e mais tarde a cachaça, a serem trocados por escravos na Africa, embora moeda também fosse usada;</li>
<li>agora com escravos, as embarcações rumavam de volta ao Brasil, onde a carestia de mão-de-obra sempre foi um problema;</li>
<li>por fim, dos portos brasileiros os navios seguiam para Portugal principalmente com o açúcar, principal produto produzido nestas terras até a descoberta das minas de ouro.</div></li>
</ol>
<p>Esta lógica comercial enredava produtores e distribuidores, compradores e vendedores, dominadores e subjugados, num intrincado jogo conduzido pelas potências européias.</p>
<p>Mas esta lógica comercial dependia essencialmente da existência de negreiros dispostos a trocar os produtos manufaturados transportados por mercadores da Europa – armas de fogo, rum, tecidos de algodão provindos da Ásia, ferro, jóias de baixo valor, entre outros – por seus próprios compatriotas, negros que seriam escravizados na América, onde por sua vez, seriam permutados por açúcar, tabaco, moedas ou barras de ouro e prata.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Negreiros são indivíduos que traficavam negros no continente africano.</div></p>
<p>O Brasil tinha alta necessidade de escravos, pois não havia suficiente mão-de-obra disponível.</p>
<p><figure id="attachment_45397" aria-describedby="caption-attachment-45397" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Quantidade-de-pessoas-escravizadas-que-desembarcaram-no-Brasil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45397 size-full" title="Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Quantidade-de-pessoas-escravizadas-que-desembarcaram-no-Brasil.png" alt="Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil" width="640" height="769" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Quantidade-de-pessoas-escravizadas-que-desembarcaram-no-Brasil.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Quantidade-de-pessoas-escravizadas-que-desembarcaram-no-Brasil-250x300.png 250w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Quantidade-de-pessoas-escravizadas-que-desembarcaram-no-Brasil-46x55.png 46w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45397" class="wp-caption-text">Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil.</p>
<p>Em 1831, o Brasil proibiu o tráfico negreiro. Já prevendo que isso ocorreria, os traficantes de escravos transportaram um número recorde de pessoas em 1829. Logo depois da lei, o tráfico caiu, mas voltou a subir e só foi proibido definitivamente em 1850.</div></p>
<p>Estima-se que em 1630, já havia entre 50.000 e 60.000 escravos negros no Brasil, desembarcando mais 10.000 apenas naquele ano.</p>
<p>O comércio de escravos envolvia somente Portugal, mas outros países europeus, como Inglaterra, Espanha, Holanda e França.</p>
<p><figure id="attachment_45423" aria-describedby="caption-attachment-45423" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45423 size-large" title="Escravos em terreiro de uma fazenda de café. Vale do Paraíba - 1882" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-1024x576.jpg" alt="Escravos em terreiro de uma fazenda de café. Vale do Paraíba - 1882" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-em-terreiro-de-uma-fazenda-de-cafe.-Vale-do-Paraiba-1882.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45423" class="wp-caption-text">Escravos em terreiro de uma fazenda de café. Vale do Paraíba &#8211; 1882</figcaption></figure></p>
<h4>2. Quilombos e Resistencia a Escravidão</h4>
<p>A Consolidação de um sistema atlântico bipolar unindo a África aos portos brasileiros, assegurada pela reconquista de Angola em 1648 garantiu um fluxo continuo de escravos e viabilizou a atividade econômica açucareira em uma conjuntura internacional bastante adversa.</p>
<p>A conjuntura portuguesa era marcada pela competição no mercado açucareiro com as Antilhas, o colapso do “Império da Pimenta” oriental (Comércio Português na Índia no Início do Séc. XVII), gastos com a guerra contra Espanha em prol da independência e uma tributação pesada para arcar com os gastos da diplomacia e defesa do Reino.</p>
<p><figure id="attachment_45425" aria-describedby="caption-attachment-45425" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45425 size-loop-large" title="Negra com seu filho, 1884 - Salvador, Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-800x1141.jpg" alt="Negra com seu filho, 1884 - Salvador, Bahia" width="800" height="1141" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-800x1141.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-210x300.jpg 210w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-718x1024.jpg 718w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-768x1095.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Negra-com-seu-filho-c.1884-Salvador-Bahia.jpg 982w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45425" class="wp-caption-text">Negra com seu filho, 1884 &#8211; Salvador, Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Nesse período conturbado há um crescimento do número de alforrias (liberdade concedida ao escravo pelo senhor).</p>
<p><strong>A resistencia dos escravos a escravidão</strong> acompanhou todo o processo de colonização portuguesa, mas foi mais expressiva em dados momentos de fragilidade social.</p>
<p>Esse quadro de fragilidade pôde ser encontrado durante a <strong><a href="https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener">invasão holandesa</a></strong> e os conflitos que se seguiram contra os colonos luso-brasileiros, abrindo boas oportunidades de resistência aos escravos.</p>
<p>Como maior símbolo dessa resistência, os <strong>Quilombos</strong> surgem já no século XVI como uma tentativa de reconstituição dos modos de vida africanos e, como tal, não devem ser idealizados como “territórios livres da escravidão” como têm sido feito com frequência.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A denominação “quilombo” nada mais queria dizer além de “aldeia”, diferente da conotação “covil de negros fugidos” inventada pelos escravocratas.</p>
<p>Os Quilombos eram esconderijos de escravos fugitivos, geralmente em zona de mato.</div></p>
<p>Nesse contexto, ocorre o apogeu do Quilombo dos Palmares, uma federação de onze quilombos localizados na Zona da Mata, entre Alagoas e Pernambuco.</p>
<p><strong>O Quilombo dos Palmares</strong> resistiu por mais de um século, transformando-se em moderno símbolo da resistência do africano à escravatura.</p>
<p>A população quilombola sobrevivia graças à caça, à pesca, à coleta de frutas e à agricultura. Os excedentes eram comercializados com as populações vizinhas, de tal forma que colonos chegavam a alugar terras para plantio e a trocar alimentos por munição com os quilombolas.</p>
<p>Com a expulsão dos holandeses do Nordeste Brasileiro, acentuou-se a carência de mão-de-obra para a retomada de produção dos engenhos de açúcar da região.</p>
<p><strong>Dado o elevado preço dos escravos africanos, os ataques aos Quilombo dos Palmares aumentaram, visando a recaptura de seus integrantes.</strong></p>
<p>O quilombola Antônio Soares foi capturado e mediante promessa que seria libertado em troca da revelação do esconderijo, o quilombola revelou o esconderijo.</p>
<p>O líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi foi encurralado e morto em uma emboscada, no dia 20 de novembro de 1695.</p>
<h5>Mecanismos de Tortura e Castigo ao Escravos</h5>
<p><figure id="attachment_45409" aria-describedby="caption-attachment-45409" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45409 size-loop-large" title="O castigo de um escravo - Rio de janeiro 1825 -1826" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826-800x610.jpeg" alt="O castigo de um escravo - Rio de janeiro 1825 -1826" width="800" height="610" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826-800x610.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826-300x229.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826-768x586.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826-72x55.jpeg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/O-castigo-de-um-escravo-Rio-de-janeiro-1825-1826.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45409" class="wp-caption-text">O castigo de um escravo &#8211; Rio de janeiro 1825-1826</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45420" aria-describedby="caption-attachment-45420" style="width: 773px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45420 size-full" title="Castigando um escravo - Eduard Hildebrandt - 1846-1849" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg" alt="Castigando um escravo - Eduard Hildebrandt - 1846-1849" width="773" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg 773w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-226x300.jpeg 226w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-768x1017.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Castigando-um-escravo-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-42x55.jpeg 42w" sizes="(max-width: 773px) 100vw, 773px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45420" class="wp-caption-text">Castigando um escravo &#8211; Eduard Hildebrandt &#8211; 1846-1849</figcaption></figure></p>
<p>Nas imagens, escravizados são açoitados em lugares públicos, circulam pelas ruas com as chamadas máscaras de flandres &#8211; máscara de metal flexível geralmente com três buracos (dois para os olhos e um para o nariz), fechada atrás da cabeça por um cadeado &#8211; correntes e pegas no pescoço. Esses são apenas alguns exemplos das punições que eram aplicadas nos escravizados.</p>
<p>Os registros mostram a crueldade e a naturalização dos castigos, prática adotada durante todo o período escravista e que fazia parte do cotidiano da escravidão no Brasil.</p>
<p>No Dicionário da escravidão negra no Brasil, Clóvis Moura e Soraya Silva Moura descrevem, no verbete &#8220;&#8221;Deformações do corpo&#8221;&#8221;, um pouco dessa violência: “Uma constante durante a vigência da escravidão no Brasil foi a equiparação do corpo do cativo ao das bestas, dos animais.</p>
<p>Em face disso, era utilizada constantemente a mutilação, algumas vezes por castigo, com o ferro em brasa ou pelo corte da orelha do fujão, outras vezes como símbolo de propriedade.</p>
<p>Além disso, não se pode esquecer as marcas de instrumentos de tortura, como o anjinho e o tronco, as marcas de açoite, os sinais de queimaduras.</p>
<p>Raramente um escravo não apresentava uma das marcas de violação no seu corpo (&#8230;).</p>
<p>A relação de escravos fugidos com marcas de tortura e castigo percorre todo o período da escravidão e era um mecanismo da classe senhorial para manter o cativo em estado de absoluta sujeição e obediência, sem o que o trabalho escravo não conseguiria se manter por muito tempo”.</p>
<p><strong>Tortura legal dos escravos</strong></p>
<p>Diferentemente da Espanha e da França, que tinham uma legislação específica sobre os escravizados de suas colônias, no período colonial, os crimes cometidos por cativos no Brasil tinham suas penas decididas pelo código legal português, o livro V das Ordenações Filipinas.</p>
<p>Por ele, as penas eram definidas não só pela qualidade do delito mas também a partir do juízo de quem o cometia. No caso dos escravizados, a responsabilidade pelo castigo definido pela pena era do senhor.</p>
<p>No final do século XVII, a tutela da punição começou a mudar. Um alvará proibiu que senhores de escravos usassem instrumentos de ferro nos castigos e que condenassem os escravizados ao cárcere privado.</p>
<p>A coroa portuguesa se preocupava não só com a estabilidade social &#8211; punições muito severas poderiam causar levantes &#8211; mas também com o controle do sistema escravista, limitando a autoridade dos senhores ao poder real.</p>
<p>Depois da Independência, a Constituição de 1824 garantiu, no artigo 179, a extinção das punições físicas. &#8220;&#8221;Desde já ficam abolidos os açoites, a tortura, a marca de ferro quente e todas as mais penas cruéis.&#8221;&#8221;</p>
<p>Mas, em 1830, com a promulgação do Código Criminal brasileiro, definiu-se, no artigo 60, que “Se o réu for escravo e incorrer em pena que não seja a capital ou de galés, será condenado na de açoites, e depois de os sofrer, será entregue a seu senhor, que se obrigará a trazê-lo com um ferro pelo tempo e maneira que o juiz designar, o número de açoites será fixado na sentença e o escravo não poderá levar por dia mais de 50&#8243;&#8221;.</p>
<p>Ou seja, punições específicas para escravizados &#8211; baseadas na tortura &#8211; foram consolidadas e tornaram-se assuntos do Estado, não mais do senhor.</p>
<p>“Muitos juristas, políticos e senhores defendiam a manutenção de penalidades específicas para escravos, argumentando serem o “nível cultural” e a “evolução social” do país incompatíveis com os princípios clássicos da igualdade entre seres humanos”, destaca Keila Grinberg, no texto Castigos físicos e legislação.</p>
<p><figure id="attachment_45413" aria-describedby="caption-attachment-45413" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45413" title="Sapataria - Thierry Frères - 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835.jpeg" alt="Sapataria - Thierry Frères - 1835" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835-300x225.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835-160x120.jpeg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835-768x576.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835-73x55.jpeg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Sapataria-Jean-Baptiste-1835-800x600.jpeg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45413" class="wp-caption-text">Sapataria &#8211; Thierry Frères &#8211; 1835</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45415" aria-describedby="caption-attachment-45415" style="width: 765px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Feitores-que-corrigem-os-negros-1835.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45415 size-full" title="Feitores que corrigem os negros - Thierry Frères - 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Feitores-que-corrigem-os-negros-1835.jpeg" alt="Feitores que corrigem os negros - Thierry Frères - 1835" width="765" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Feitores-que-corrigem-os-negros-1835.jpeg 765w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Feitores-que-corrigem-os-negros-1835-224x300.jpeg 224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Feitores-que-corrigem-os-negros-1835-41x55.jpeg 41w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45415" class="wp-caption-text">Feitores que corrigem os negros &#8211; Thierry Frères &#8211; 1835</figcaption></figure></p>
<p><strong>Duas formas de punição aos escravos eram mais comuns: </strong></p>
<ol>
<li>o açoitamento público, para quem havia sido julgado e condenado</li>
<li>o chicoteamento no calabouço, que substituiu o castigo privado</li>
</ol>
<p><strong>Os senhores tinham que pagar pelo serviço de punição aos escravos – não apenas pelos açoites e pelo tratamento médico subsequente, mas também por acomodação e alimentação.</strong></p>
<p>No começo, eles podiam requisitar muitas centenas de chibatadas, e há registros de que alguns oficiais tentavam limitar a carga de açoites ou distribuir o castigo ao longo de dias, com um máximo de chibatadas por dia.</p>
<p>Não eram poucos os escravos que morriam ainda na prisão em decorrência dos ferimentos, e muitos provavelmente morreram depois de sair do Calabouço.</p>
<p>Alguns senhores usavam a prisão como um recurso para se livrar de escravos indesejados, difíceis de vender: os senhores os entregavam à instituição, e simplesmente paravam de pagar.</p>
<p>Depois de repetidas ameaças, o Estado tentava dar um jeito de vender os escravos por sua própria conta.</p>
<p>Foi somente em outubro de 1886, dois anos antes da Abolição da Escravatura, que o parlamento brasileiro aprovou a criação de uma lei que aboliu a aplicação da pena de açoites em escravizados.</p>
<p>Mas a prática demorou para desaparecer. O escravo era açoitado publicamente, humilhado, torturado.</p>
<p>Depois, semanas depois, quando estivesse reestabelecido (do açoitamento), o escravo voltava a trabalhar.</p>
<p>Então, a tortura foi legal no Brasil até 1888, mas só para os escravos.</p>
<p><figure id="attachment_45417" aria-describedby="caption-attachment-45417" style="width: 797px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45417 size-full" title="Ir para a Casa de Correção - Eduard Hildebrandt - 1846-1849" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg" alt="Ir para a Casa de Correção - Eduard Hildebrandt - 1846-1849" width="797" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849.jpeg 797w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-233x300.jpeg 233w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-768x987.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Ir-para-a-Casa-de-Correcao-Eduard-Hildebrandt-1846-1849-43x55.jpeg 43w" sizes="(max-width: 797px) 100vw, 797px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45417" class="wp-caption-text">Ir para a Casa de Correção &#8211; Eduard Hildebrandt &#8211; 1846-1849</figcaption></figure></p>
<h4>3. Alforrias e a Abolição da Escravatura</h4>
<p>Na festa, Isabel foi exaltada pelo povo. Mas a abolição da escravatura não foi uma ação benevolente da princesa e do Senado. Tampouco derivava apenas da exaustão do modelo econômico baseado no trabalho escravo, que precisava ser substituído pelo trabalho livre.</p>
<p>O fim da escravidão no Brasil foi impulsionado por diversos fatores, entre eles, uma importante participação popular. Cada vez mais escravos, negros livres e brancos se juntaram aos ideais abolicionistas. Sobretudo, na década de 1880.</p>
<p>As principais táticas eram a reunião em diferentes associações abolicionistas, a realização de eventos artísticos para angariar apoio, o ingresso de processos na Justiça e até o apoio a revoltas e fugas de escravos.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Carta de alforria</strong></p>
<p>Carta de alforria era um tipo de documento formal e legalmente válido por meio do qual um proprietário de escravos concedia juridicamente a liberdade a uma pessoa escravizada.</p>
<p>A carta de alforria foi utilizado durante o período da escravidão no Brasil (1500-1888). Os escravizados podiam obter sua liberdade por meio da concessão gratuita, da compra ou da concessão condicionada a um serviço.</p>
<ul>
<li>Muitas cartas de alforria estabeleciam diversas obrigações ao liberto, como prestar serviços à família do antigo senhor.</li>
<li>Apesar de acontecer com pouca frequência, a alforria podia ser revertida a qualquer momento pelo ex-proprietário do escravo.</li>
<li>Existiram diversos tipos de cartas de alforria, como alforrias gratuitas, que dependiam da vontade do senhor, ou pagas, quando o escravo ou um terceiro comprava a liberdade.</li>
<li>Parte das cartas de alforria previam a liberdade do escravo apenas após a morte do senhor.</li>
<li>Durante a Guerra do Paraguai, o Estado brasileiro comprou a liberdade de escravos para que eles lutassem no conflito.</li>
<li>A Lei Áurea é considerada a derradeira carta de alforria, pois tornou livres todos os escravos do país.</div></li>
</ul>
<p><figure id="attachment_45427" aria-describedby="caption-attachment-45427" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45427 size-loop-large" title="Escravos na Fazenda de Quititi - 1865 - Jacarepaguá - Rio de Janeiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro-800x629.jpg" alt="Escravos na Fazenda de Quititi - 1865 - Jacarepaguá - Rio de Janeiro" width="800" height="629" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro-800x629.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro-768x604.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/05/Escravos-na-Fazenda-de-Quititi-1865-Jacarepagua-Rio-de-Janeiro.jpg 1017w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45427" class="wp-caption-text">Escravos na Fazenda de Quititi &#8211; 1865 &#8211; Jacarepaguá &#8211; Rio de Janeiro</figcaption></figure></p>
<p>Na segunda metade da década de 1880, o abolicionismo pôs o Brasil em polvorosa.</p>
<p>Os estados do Ceará, Amazonas e algumas cidades isoladas já tinham se declarado livres da escravidão. Fugas e revoltas de escravos eram cada vez mais frequentes.</p>
<p>Depois de fugir, eles tentavam chegar até quilombos e territórios já libertos. A polícia era convocada para reprimir, mas também passou a se rebelar.</p>
<p>O chefe do Exército chegou a escrever para a princesa exaltando a liberdade e dizendo que não iria mais caçar escravos fugidos.</p>
<p><figure id="attachment_45391" aria-describedby="caption-attachment-45391" style="width: 221px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Princesa-Isabel.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45391 size-full" title="Princesa Isabel" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Princesa-Isabel.jpg" alt="Princesa Isabel" width="221" height="339" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Princesa-Isabel.jpg 221w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Princesa-Isabel-196x300.jpg 196w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Princesa-Isabel-36x55.jpg 36w" sizes="(max-width: 221px) 100vw, 221px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45391" class="wp-caption-text">Princesa Isabel</figcaption></figure></p>
<p>No Parlamento, os debates pela abolição pegavam fogo. Na Justiça, havia um número cada vez maior de ações para reivindicar a liberdade.</p>
<p>Nas cidades, espetáculos artísticos eram seguidos de libertações massivas de escravos &#8211; no final, flores costumavam ser atiradas ao palco e o público saía aos gritos de “Viva a liberdade, viva a abolição”.</p>
<p><strong>A lei assinada pela princesa &#8211; e apelidada de Lei Áurea</strong> &#8211; vinha tarde. Todos os países da América já tinham abolido a escravidão.</p>
<p>O primeiro, foi o Haiti, 95 anos antes, em 1793. A maioria demorou para seguir o pioneiro, e fez suas abolições entre os anos 1830 e 1860.</p>
<p>Os Estados Unidos, em 1865. Cuba, a penúltima a abolir a escravidão, o fez dois anos antes do Brasil.</p>
<p>Em nenhum outro país, contudo, a escravidão teve a dimensão brasileira.</p>
<p>Enquanto 389 mil africanos desembarcaram nos Estados Unidos, no Brasil foram 4,9 milhões &#8211; 45% de toda a população que deixou a África como escrava.</p>
<p>No caminho, cerca de 670 mil escravos morreram. O gigantismo da escravidão no Brasil dificultou o seu fim &#8211; ela estava impregnada na vida nacional.</p>
<p><figure id="attachment_45404" aria-describedby="caption-attachment-45404" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/graf_brasil_2.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45404 size-full" title="Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil de 1829 até 1856" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/graf_brasil_2.png" alt="Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil de 1829 até 1856" width="640" height="763" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/graf_brasil_2.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/graf_brasil_2-252x300.png 252w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/graf_brasil_2-46x55.png 46w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45404" class="wp-caption-text">Quantidade de pessoas escravizadas que desembarcaram no Brasil de 1829 até 1856</figcaption></figure></p>
<p>A primeira proibição do tráfico data de 1831, originada de uma queda-de-braço do Brasil com a Inglaterra, que tentava forçar o fim do comércio de escravos.</p>
<p>Mas a lei foi pouco efetiva. Nos dois primeiros anos, o comércio de africanos caiu. Depois, voltou a subir e continuou como se nada tivesse acontecido. Foi somente em 1850 que veio a proibição definitiva do tráfico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_45388" aria-describedby="caption-attachment-45388" style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45388 size-full" title="Cronologia do escravismo no Brasil até a independência do Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil.jpeg" alt="Cronologia do escravismo no Brasil até a independência do Brasil" width="505" height="1354" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil.jpeg 505w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil-112x300.jpeg 112w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil-382x1024.jpeg 382w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cronologia-do-escravismo-no-Brasil-ate-a-independencia-do-Brasil-21x55.jpeg 21w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45388" class="wp-caption-text">Cronologia do escravismo no Brasil até a independência do Brasil</figcaption></figure></p>
<h4>Cronologia da escravidão no Brasil Colonial e Império</h4>
<ul>
<li>1559  &#8211; A coroa portuguesa permite o ingresso de escravos negros no Brasil.</li>
<li>1693  &#8211; O quilombo de Palmares (principal concentração de escravos foragidos no país) é destruído após ter resistido a 17 expedições organizadas por proprietários de terras. Seu líder, Zumbi, é morto dois anos depois.</li>
<li>1807 &#8211; A Inglaterra declara ilegal o tráfico negreiro.</li>
<li>1830 &#8211; Para obter da Inglaterra o reconhecimento do Brasil como nação independente, D. Pedro I assume compromisso no sentido de abolir o tráfico negreiro no país.</li>
<li>1831 &#8211; Lei do Governo Feijó Declara livres todos os escravos vindos de fora do Império.</li>
<li>1835 &#8211; Estipula penas para escravos que cometeram crimes.</li>
<li>1850 &#8211; É aprovada a lei Eusébio de Queirós, que proíbe o tráfico de negros para o Brasil.</li>
<li>1860 &#8211; O Instituto dos Advogados considera o trabalho escravo como ilegítimo pelo direito natural. A idéia de escravidão passa a ser vista como incompatível com o desenvolvimento industrial.</li>
<li>1864 &#8211; Considera escravos como objeto de hipoteca e penhor.</li>
<li>1866 &#8211; Dom Pedro II assina várias cartas de alforria (documentos que davam liberdade aos escravos).</li>
<li>1871 &#8211; É aprovada a Lei do Ventre Livre. A lei estabelece que os filhos das mulheres negras que nascessem a partir da data de sua promulgação não seriam mais escravos, sendo libertados após os oito anos de vida mediante indenização do governo aos proprietários.</li>
</ul>
<p><strong>A Lei do Ventre Livre foi uma das leis precursoras da Lei Áurea</strong>, a norma determinou que, de 28 de setembro de 1871 em diante, as mulheres escravizadas dariam à luz apenas bebês livres. De acordo com a lei, não nasceria mais nenhum escravizado em solo brasileiro.</p>
<p>Os deputados aprovaram o projeto da Lei do Ventre Livre em três meses e meio. Os senadores, logo depois, em apenas três semanas. A lei foi imediatamente sancionada pela princesa Isabel, que dirigia o Império em razão de uma viagem de Dom Pedro II ao exterior.</p>
<p>Além de prever a libertação dos filhos de mães escravas nascidos a partir de então, a lei do Ventre Livre permitiu que escravos juntassem dinheiro e comprassem a alforria.</p>
<p>Já a libertação das crianças enfrentou mais problemas. Há relatos de que registros de nascimento foram adulterados para simular que as crianças tinham nascido antes da lei e, portanto, seriam escravas.</p>
<p>Em outros casos, os proprietários das mães continuavam explorando o trabalho infantil.</p>
<p><figure id="attachment_45381" aria-describedby="caption-attachment-45381" style="width: 628px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/A-versao-original-da-Lei-do-Ventre-Livre-assinada-pela-princesa-Isabel.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45381 size-full" title="A versão original da Lei do Ventre Livre, assinada pela princesa Isabel" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/A-versao-original-da-Lei-do-Ventre-Livre-assinada-pela-princesa-Isabel.jpg" alt="A versão original da Lei do Ventre Livre, assinada pela princesa Isabel" width="628" height="750" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/A-versao-original-da-Lei-do-Ventre-Livre-assinada-pela-princesa-Isabel.jpg 628w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/A-versao-original-da-Lei-do-Ventre-Livre-assinada-pela-princesa-Isabel-251x300.jpg 251w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/A-versao-original-da-Lei-do-Ventre-Livre-assinada-pela-princesa-Isabel-46x55.jpg 46w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45381" class="wp-caption-text">A versão original da Lei do Ventre Livre, assinada pela princesa Isabel</figcaption></figure></p>
<ul>
<li>1885 &#8211; A lei Saraiva-Cotejipe (dos Sexagenários) declara livres os escravos de mais de 65 anos, mediante indenização.</li>
<li>1888 &#8211; A princesa Isabel sanciona a Lei Áurea, que estabelece a extinção imediata e incondicional da escravidão.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_45383" aria-describedby="caption-attachment-45383" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45383" title="A princesa Isabel surge num dos balcões do Paço da Cidade e é aplaudida pela multidão logo depois de sancionar a Lei Áurea" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel.jpg" alt="A princesa Isabel surge num dos balcões do Paço da Cidade e é aplaudida pela multidão logo depois de sancionar a Lei Áurea" width="800" height="530" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel.jpg 860w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel-768x509.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel-800x530.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Lei-Aurea-Princesa-Isabel-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45383" class="wp-caption-text">A princesa Isabel surge num dos balcões do Paço da Cidade e é aplaudida pela multidão logo depois de sancionar a Lei Áurea</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_45399" aria-describedby="caption-attachment-45399" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45399 size-large" title="missa realizada em 17 de maio de 1888, no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, para celebrar o fim da escravidão no Brasil." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-1024x492.png" alt="missa realizada em 17 de maio de 1888, no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, para celebrar o fim da escravidão no Brasil." width="800" height="384" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-1024x492.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-300x144.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-768x369.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-114x55.png 114w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888-800x384.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/missa-realizada-em-17-de-maio-de-1888.png 1519w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45399" class="wp-caption-text">Missa realizada em 17 de maio de 1888, no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, para celebrar o fim da escravidão no Brasil. Na imagem é possível ver a princesa Isabel. À sua esquerda, um pouco abaixo, estaria Machado de Assis.</figcaption></figure></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/cronologia-da-escravidao-no-brasil/">Cronologia da escravidão no Brasil Colonial e Império</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa da Africa de 1570</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-africa-de-1570/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2024 12:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[mapas históricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa Histórico da Africa de 1570 Ortelius&#8217; Cornerstone Map of Africa &#8220;Africae Tabula Nova&#8221;, Ortelius, Abraham Periodo: 1570 Publication: Theatrum Orbis Terrarum Este impressionante mapa de 1570 é um dos mapas fundamentais de África e continuou a ser o mapa padrão de África até ao século XVII. Foi concebido por [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-africa-de-1570/">Mapa da Africa de 1570</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_45371" aria-describedby="caption-attachment-45371" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45371 size-large" title="Mapa Histórico da Africa de 1570" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1024x803.jpg" alt="Ortelius' Cornerstone Map of Africa &quot;Africae Tabula Nova&quot;, Ortelius, Abraham Period: 1570 (dated) Publication: Theatrum Orbis Terrarum Este impressionante mapa é um dos mapas fundamentais de África e continuou a ser o mapa padrão de África até ao século XVII. Foi concebido por Ortelius a partir de elementos de mapas contemporâneos de Gastaldi, Mercator e Forlani e utilizou várias fontes recentes: Ramusio em Navigationi et Viaggi (1550), João de Barros em Decadas da Ásia (1552), e Leo Africanus em Historiale description de l'Afrique (1556). A maior parte da nomenclatura é retirada de Gastaldi. O Nilo baseia-se no conceito ptolemaico, com origem em dois grandes lagos a sul do equador. Curiosamente, Ortelius não representou as Montanhas da Lua (uma caraterística proeminente na maioria dos mapas anteriores) e os lagos gémeos não são nomeados. Ortelius introduziu duas alterações importantes na forma do continente neste mapa; o Cabo da Boa Esperança é mais pontiagudo e a extensão do continente para leste foi significativamente reduzida. O mapa está decorado com uma cartela de título em cinta, uma grande batalha marítima (copiada do mapa mural das Américas de Diego Gutierez) e monstros marinhos. A presença do monstro fantasma é pouco visível no mar ao largo da península Arábica. Este belo mapa foi gravado por Frans Hogenberg, que gravou muitos dos mapas para o Theatrum. Este é o segundo estado do mapa com texto latino no verso, publicado em 1579." width="800" height="627" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1024x803.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-800x627.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-768x602.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-1536x1205.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/mapa-da-Africa-de-1570-2048x1606.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45371" class="wp-caption-text"><br />Este impressionante mapa é um dos mapas fundamentais de África e continuou a ser o mapa padrão de África até ao século XVII. Foi concebido por Ortelius a partir de elementos de mapas contemporâneos de Gastaldi, Mercator e Forlani e utilizou várias fontes recentes: Ramusio em Navigationi et Viaggi (1550), João de Barros em Decadas da Ásia (1552), e Leo Africanus em Historiale description de l&#8217;Afrique (1556). A maior parte da nomenclatura é retirada de Gastaldi. O Nilo baseia-se no conceito ptolemaico, com origem em dois grandes lagos a sul do equador. Curiosamente, Ortelius não representou as Montanhas da Lua (uma caraterística proeminente na maioria dos mapas anteriores) e os lagos gémeos não são nomeados. Ortelius introduziu duas alterações importantes na forma do continente neste mapa; o Cabo da Boa Esperança é mais pontiagudo e a extensão do continente para leste foi significativamente reduzida. O mapa está decorado com uma cartela de título em cinta, uma grande batalha marítima (copiada do mapa mural das Américas de Diego Gutierez) e monstros marinhos. A presença do monstro fantasma é pouco visível no mar ao largo da península Arábica. Este belo mapa foi gravado por Frans Hogenberg, que gravou muitos dos mapas para o Theatrum. Este é o segundo estado do mapa com texto latino no verso, publicado em 1579. Ortelius&#8217; Cornerstone Map of Africa &#8211; &#8220;Africae Tabula Nova&#8221;, Ortelius, Abraham &#8211; Period: 1570 (dated) &#8211; Publication: Theatrum Orbis Terrarum</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa Histórico da Africa de 1570</h3>
<h4>Ortelius&#8217; Cornerstone Map of Africa<br />
&#8220;Africae Tabula Nova&#8221;, Ortelius, Abraham<br />
Periodo: 1570<br />
Publication: Theatrum Orbis Terrarum</h4>
<p>Este impressionante mapa de 1570 é um dos mapas fundamentais de África e continuou a ser o mapa padrão de África até ao século XVII.</p>
<p>Foi concebido por Ortelius a partir de elementos de mapas contemporâneos de Gastaldi, Mercator e Forlani e utilizou várias fontes recentes: Ramusio em Navigationi et Viaggi (1550), João de Barros em Decadas da Ásia (1552), e Leo Africanus em Historiale description de l&#8217;Afrique (1556). A maior parte da nomenclatura é retirada de Gastaldi.</p>
<p>O rio Nilo baseia-se no conceito ptolemaico, com origem em dois grandes lagos a sul do equador. Curiosamente, Ortelius não representou as Montanhas da Lua (uma caraterística proeminente na maioria dos mapas anteriores) e os lagos gémeos não são nomeados.</p>
<p>Ortelius introduziu duas alterações importantes na forma do continente neste mapa; o Cabo da Boa Esperança é mais pontiagudo e a extensão do continente para leste foi significativamente reduzida.</p>
<p>O mapa está decorado com uma cartela de título em cinta, uma grande batalha marítima (copiada do mapa mural das Américas de Diego Gutierez) e monstros marinhos.</p>
<p>A presença do monstro fantasma é pouco visível no mar ao largo da península Arábica. Este belo mapa foi gravado por Frans Hogenberg, que gravou muitos dos mapas para o Theatrum.</p>
<p>Este é o segundo estado do mapa com texto latino no verso, publicado em 1579.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-africa-de-1570/">Mapa da Africa de 1570</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Monte Santo na Bahia: História e Turismo Religioso</title>
		<link>https://bahia.ws/monte-santo-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 18:57:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Santa Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Monte Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário de Monte Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Via Sacra de Monte Santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Conheça o Santuário de Monte Santo na Bahia, local de peregrinação religiosa e turismo religioso há séculos, em meio à paisagem deslumbrante da Serra do Piquaraçá. O conjunto arquitetônico da cidade de Monte Santo na Bahia possui grande beleza paisagística e simbólica, aliando o patrimônio natural ao cultural, e é [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/monte-santo-na-bahia/">Monte Santo na Bahia: História e Turismo Religioso</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Conheça o Santuário de Monte Santo na Bahia</strong>, local de peregrinação religiosa e turismo religioso há séculos, em meio à <strong>paisagem deslumbrante da Serra do Piquaraçá</strong>.</p>
<p>O <strong>conjunto arquitetônico da cidade de Monte Santo</strong> na Bahia possui grande beleza paisagística e simbólica, aliando o <strong>patrimônio natural ao cultural</strong>, e é um dos maiores marcos dos movimentos religiosos no Nordeste &#8211; um dos <strong>&#8220;montes sacros&#8221;</strong> (monte santo, lugar de devoção localizado no alto de uma montanha) do Brasil.</p>
<p>O <strong>Santuário de Monte Santo</strong> é um local de <strong>peregrinação religiosa e turismo religioso</strong> desde séculos atrás.</p>
<p><figure id="attachment_45163" aria-describedby="caption-attachment-45163" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45163 size-full" title="cidade de Monte Santo BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA.jpg" alt="cidade de Monte Santo BA" width="720" height="538" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA-160x120.jpg 160w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45163" class="wp-caption-text">cidade de Monte Santo BA</figcaption></figure></p>
<p>A cidade de <strong>Monte Santo</strong> está localizada no sopé da <strong>Serra do Piquaraçá</strong> (também conhecida como <strong>Serra da Santa Cruz</strong>), na base do <strong>Monte Santo</strong>, em meio à <strong>planície arenosa</strong> que descamba em suave declividade para o <strong>Vale do Rio Itapicuru</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_45161" aria-describedby="caption-attachment-45161" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45161 size-large" title="Serra da Santa Cruz - Monte Santo na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-768x1024.jpg" alt="Serra da Santa Cruz - Monte Santo na Bahia" width="768" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-768x1024.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-1152x1536.jpg 1152w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-800x1067.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil-1320x1760.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Serra_da_Santa_Cruz_-_Monte_Santo_-_Bahia_-_Brasil.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45161" class="wp-caption-text">Serra da Santa Cruz &#8211; Monte Santo na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>conjunto arquitetônico, urbanístico, natural e paisagístico de Monte Santo</strong> foi tombado pelo <strong>Iphan</strong>, em 1983, devido à sua importância histórica e cultural.</p>
<h4>Vídeo &#8211; Pontos Turísticos de Monte Santo BA</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/monte-santo-na-bahia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/cidade-de-Monte-Santo-BA.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Monte Santo in Bahia</h2>
<ol>
<li>Sítio Histórico</li>
<li>Pontos Turísticos e Monumentos</li>
<li>História</li>
</ol>
<h3>1. Sítio Histórico</h3>
<p>O <strong>Sítio histórico de Monte Santo</strong>, localizado na Bahia, é um dos maiores marcos dos <strong>movimentos religiosos no Nordeste</strong> e o <strong>segundo monte sacro</strong> reconhecido no Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_45168" aria-describedby="caption-attachment-45168" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Foto-antiga-da-cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45168 size-full" title="Foto antiga da cidade de Monte Santo na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Foto-antiga-da-cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg" alt="Foto antiga da cidade de Monte Santo na Bahia" width="720" height="484" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Foto-antiga-da-cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Foto-antiga-da-cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Foto-antiga-da-cidade-de-Monte-Santo-na-Bahia-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45168" class="wp-caption-text">Foto antiga da cidade de Monte Santo na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Destacam-se, no <strong>conjunto arquitetônico</strong> da cidade de <strong>Monte Santo</strong>, as capelas de <strong>Nossa Senhora das Dores</strong> (construída no século XVIII) e do <strong>Senhor dos Passos</strong> (no século XX), e a coleção de <strong>ex-votos</strong> ofertados por peregrinos ao longo de quase 200 anos.</p>
<p>O <strong>Santuário de Monte Santo</strong> se inspira diretamente na tradição italiana, que tenta recriar um <strong>monte sacro</strong> &#8211; o <strong>Monte Calvário</strong>.</p>
<p>O <strong>Santuário de Monte Santo</strong> precede o <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</strong></a> em <strong>Congonhas do Campo MG</strong>.</p>
<p><strong>Congonhas MG</strong> só foi transformado em <strong>monte sacro</strong>, entre 1802 e 1818, quando foram construídos os seis Passos e colocados os grupos da <strong>Paixão de Cristo</strong> executados por <a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Antônio Francisco Lisboa</strong>, o <strong>Aleijadinho</strong></a>, de 1795 a 1799.</p>
<p>O <strong>tombamento</strong> abrange, também, logradouros do núcleo urbano com edificações e em toda a sua extensão.</p>
<p>Tal agrupamento de ruas na cidade de <strong>Monte Santo</strong> localiza-se próximo à serra, onde se inicia a <strong>Via Sacra</strong> ou <strong>Via Crucis</strong> (caminho sagrado ou caminho da Cruz).</p>
<p>Na <strong>Rua Senhor dos Passos</strong>, está situada a <strong>Hospedaria dos Romeiros</strong>, primeira casa a hospedar os peregrinos que chegavam a <strong>Monte Santo</strong> com o objetivo de alcançar graças ou pagar promessas.</p>
<p>A área protegida abrange toda a <strong>Serra do Piquaraçá</strong> e o entorno da via principal que é a <strong>Rua Senhor dos Passos</strong>, onde se inicia a <strong>Via Sacra</strong>, durante a <strong>Semana Santa</strong>.</p>
<p>Esta é a base principal do <strong>conjunto tombado</strong>, formada por um caminho que acompanha as linhas tortuosas da encosta da serra, da cidade até chegar ao topo, onde se encontra a igreja. Caracteriza-se como um espaço muito específico e dedicado, exclusivamente, às atividades religiosas.</p>
<p>Os outros logradouros próximos à serra, que compõem o <strong>sítio histórico</strong>, têm identidade arquitetônica harmônica e são formados por casas simples, na sua maioria térreas.</p>
<p>No alto da serra, está o <strong>Santuário da Santa Cruz de Monte Santo</strong>, erguido a 1.969 metros da primeira capela, no início do íngreme caminho em que são feitas as tradicionais romarias. Ao longo do percurso, são encontradas 25 capelas com os <strong>Passos da Paixão</strong> e da vida de Maria.</p>
<p>Registros históricos indicam que <strong>Antônio Vicente Mendes Maciel</strong> (<strong>Antônio Conselheiro</strong>) &#8211; líder religioso e criador de <a href="https://bahia.ws/bahia-vai-reviver-povoado-de-canudos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Canudos</strong></a> &#8211; esteve em <strong>Monte Santo</strong>, por volta de 1892, onde realizou reparos e melhorias na <strong>Via Sacra</strong>, acompanhado por milhares de seguidores.</p>
<p>Cinco anos mais tarde, <strong>Monte Santo</strong> se converteria na principal base militar da sangrenta <strong>Guerra de Canudos</strong>. Tais episódios serviram para consolidar a ocupação de <strong>Monte Santo</strong> e aumentar seu mistério e fama.</p>
<p>O município também é conhecido como o local onde foi encontrado, em 1784, o <strong>meteorito Bendegó</strong> com, aproximadamente, 6.000 quilos e é considerado um dos maiores do mundo. Em 1887, o meteorito foi transportado para o <strong>Museu Nacional do Rio de Janeiro</strong>, onde ainda se encontra.</p>
<h3>2. Pontos Turísticos e Monumentos</h3>
<ol>
<li>Via Sacra de Monte Santo</li>
<li>Capela de Santa Cruz</li>
<li>Museu de Monte Santo (antigo imóvel residencial, construído no início do século XX)</li>
<li>Ruas Senhor dos Passos, Frei Apolônio Toddi, Coronel José Cordeiro, Barão de Jeremoabo, e das Flores.</li>
<li>Santuário de Monte Santo</li>
</ol>
<p>O <strong>Santuário de Monte Santo</strong> é constituído por escadarias e rampas entre muretas de pedra seca.</p>
<p>O caminho ao <strong>Santuário de Monte Santo</strong> tem <strong>2 km de extensão</strong> e <strong>320 metros de desnível</strong>, ao longo dos quais se perfilam <strong>25 capelas</strong>, construídas em pedra.</p>
<p><figure id="attachment_45166" aria-describedby="caption-attachment-45166" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-45166 size-large" title="Caminho de pedra ao Santuário de Monte Santo BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-1024x681.jpg" alt="Caminho de pedra ao Santuário de Monte Santo BA" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-1536x1021.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-2048x1362.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Caminho-de-pedra-ao-Santuario-de-Monte-Santo-BA-1320x878.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-45166" class="wp-caption-text">Caminho de pedra ao Santuário de Monte Santo BA</figcaption></figure></p>
<p>Dessas <strong>25 capelas</strong>, <strong>21</strong> são pequenos passos, duas capelas de tamanho médio e duas grandes, que marcam os pontos inicial e final de peregrinação: a <strong>Matriz do Santíssimo Coração de Jesus</strong>, na cidade, e a <strong>Capela de Santa Cruz</strong>, no topo da serra e precedida de um cruzeiro.</p>
<p>As três primeiras são dedicadas, respectivamente, às <strong>Almas</strong>, ao <strong>Senhor dos Passos</strong> e a <strong>São José</strong>. As seguintes são dedicadas aos sofrimentos da <strong>Virgem</strong>.</p>
<p>A última destas, a de <strong>Nossa Senhora das Dores</strong>, está situada em meio ao caminho, obrigando o peregrino a cruzar sua nave. Esta capela serve de portal às <strong>catorze estações da paixão</strong> que, ao contrário das anteriores, se situam à mão esquerda de quem sobe.</p>
<p>Surgidos na <strong>Itália</strong>, durante o <strong>Renascimento</strong>, os sacro‐montes tiveram seu maior desenvolvimento durante o período <strong>barroco</strong>.</p>
<p>Em <strong>Portugal</strong>, esses conjuntos paisagísticos, que tentavam recriar o <strong>Monte Calvário</strong>, se difundiram no norte do país, nos séculos <strong>XVII</strong> e <strong>XVIII</strong>.</p>
<p>O <strong>sacro‐monte baiano</strong> é a primeira manifestação deste tipo no Brasil e se inspira diretamente na tradição italiana, inclusive no nome adotado.</p>
<h3>3. História</h3>
<p>A região — habitada pelos índios <strong>Caimbé</strong> — fazia parte do grande <strong>Morgado da Casa da Torre</strong>, imenso latifúndio iniciado por <strong>Garcia d&#8217;Ávila</strong>, no século XVI. Apesar de ter sido a <strong>Fazenda Cassucá</strong> o primeiro ponto devassado, o povoado que originou a atual cidade de Monte Santo se formou em terras da <strong>Fazenda Soledade</strong> arrendadas, em 1750, a <strong>João Dias de Andrade</strong>.</p>
<p>As terras da fazenda pertenciam à <strong>Casa da Torre de Garcia d&#8217;Ávila</strong>, desde o século XVII. No sopé da <strong>Serra de Piquaraçá</strong>, o arrendatário construiu sua casa e uma capelinha dedicada a <strong>Nossa Senhora da Conceição</strong>.</p>
<p>O <strong>Monte Santo</strong> era conhecido, primitivamente, como <strong>Piquaraçá</strong> (Pico Araçá), um lugar lendário, citado nas inúmeras crônicas dos antigos bandeirantes e em seus roteiros de viagens.</p>
<p>Durante o século XVII, serviu como orientação e pouso aos aventureiros que se embrenhavam pelo sertão em busca de metais preciosos.</p>
<p>A origem do <strong>Santuário de Santa Cruz do Monte Santo</strong> é atribuída ao frei <strong>Apolônio de Toddi</strong>, um capuchinho missionário que viajava pela região e, em 1785, considerou o topo da serra que domina a paisagem daquela área semelhante ao <strong>Calvário de Jerusalém</strong>.</p>
<p>Conta-se que o frei realizou seus trabalhos religiosos no sopé da serra e, no <strong>Dia de Todos os Santos</strong>, organizou uma procissão ao seu cume fincando cruzes de madeira em sua trajetória.</p>
<p>Durante o cortejo, ocorreu uma tempestade com ventos muito fortes, que foi dominada pelas orações do capuchinho.</p>
<p>No dia seguinte, ele seguiu viagem, mas os moradores atribuíram milagres ao local, o que determinou a substituição da denominação de <strong>Serra do Piquaraçá</strong> para <strong>Monte Santo</strong>.</p>
<p>Ao longo de <strong>1.969 metros</strong> da <strong>Via Sacra</strong>, as primitivas cruzes de madeira deram lugar a <strong>25 capelas</strong> que abrigam imagens de grande devoção popular, no alto o santuário. Em <strong>1791</strong>, as obras estavam concluídas.</p>
<p>A partir de então, o <strong>Monte Santo</strong> passou a ser um local de peregrinação, atraindo fiéis de todo o sertão, especialmente durante as festas do <strong>Santo Sagrado Coração de Jesus</strong> e da <strong>Quinta-Feira Santa</strong>, quando ocorre uma grande procissão até o alto do morro.</p>
<p>Como apoio a essa atividade, surgiu um pequeno comércio que atraiu outras atividades econômicas mais duradouras — pecuária, agricultura e artesanato de couro, fibra e cerâmica.</p>
<p>A freguesia foi criada em <strong>1790</strong>, com o nome de <strong>Santíssimo Coração de Jesus e Nossa Senhora da Conceição de Monte Santo</strong>, alterado, em 1837, para <strong>Vila do Coração de Jesus de Monte Santo</strong>. Em <strong>1929</strong>, a vila foi elevada à categoria de cidade, com a denominação de <strong>Monte Santo</strong>.</p>
<p>Um século depois de frei Apolônio de Toddi ter criado o monte sacro, um personagem famoso, o cearense <strong>Antônio Vicente Mendes Maciel</strong> (<strong>Antônio Conselheiro</strong>) vagou pelas terras compreendidas ao sul do rio <strong>Vaza Barris</strong> e ao norte do rio <strong>Itapicuru</strong>, realizando pregações, construindo igrejas e cemitérios.</p>
<p>Conselheiro fundou, em terras então pertencentes a Monte Santo, em <strong>1893</strong>, a cidade de <strong>Belo Monte</strong> (<strong>Canudos</strong>), cenário de um dos mais dramáticos episódios da história brasileira.</p>
<p>Embora o Conselheiro conhecesse Monte Santo, foi por volta de <strong>1892</strong> que, acompanhado de milhares de seguidores, realizou uma série de reparos e melhorias na <strong>Via Sacra de Monte Santo</strong>.</p>
<p>Pontos Turísticos e História de Monte Santo na Bahia</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/monte-santo-na-bahia/">Monte Santo na Bahia: História e Turismo Religioso</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estilo arquitetônico da Chapada Diamantina</title>
		<link>https://bahia.ws/estilo-arquitetonico-da-chapada-diamantina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2024 15:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chapada Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público]]></category>
		<category><![CDATA[Casa à Rua Barão de Macaúbas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Câmara e Cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Afrânio Peixoto]]></category>
		<category><![CDATA[Casarão da família Grassi]]></category>
		<category><![CDATA[Cemitério de Santa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Igatu]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nosso Senhor dos Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja e Cemitério de São Sebastião]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz de Santa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Nossa Senhora do Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Lençóis]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Público Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Chapéu]]></category>
		<category><![CDATA[mucuge]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte sobre o rio Lençóis]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Horácio de Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Contas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Arena]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro São Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[Vila do Ventura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O estilo arquitetônico da Chapada Diamantina reflete a riqueza histórica da região, fortemente influenciada pelo ciclo do garimpo de diamantes nos séculos XVIII e XIX e pela presença de elementos europeus, principalmente portugueses. Nas cidades históricas da Chapada, como Lençóis, Mucugê e Rio de Contas, predominam construções coloniais com fachadas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/estilo-arquitetonico-da-chapada-diamantina/">Estilo arquitetônico da Chapada Diamantina</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>estilo arquitetônico da Chapada Diamantina</strong> reflete a <strong>riqueza histórica</strong> da região, fortemente influenciada pelo <strong>ciclo do garimpo de diamantes</strong> nos séculos <strong>XVIII e XIX</strong> e pela presença de elementos <strong>europeus</strong>, principalmente <strong>portugueses</strong>.</p>
<p>Nas cidades <strong>históricas</strong> da Chapada, como <strong>Lençóis, Mucugê e Rio de Contas</strong>, predominam <strong>construções coloniais</strong> com <strong>fachadas simples e coloridas</strong>, adornadas com detalhes em <strong>madeira e ferro</strong>. Essas edificações seguem padrões <strong>simétricos</strong>, com traços do <strong>barroco e neoclássico</strong>, refletidos em <strong>igrejas, casarões e sobrados</strong> que remetem ao período áureo da mineração.</p>
<p>A arquitetura da região também se adapta ao <strong>relevo acidentado</strong>, aproveitando <strong>recursos naturais</strong> como a <strong>pedra</strong>, presente tanto nas construções quanto no calçamento das ruas. Essa integração com o ambiente confere às cidades da <strong>Chapada Diamantina</strong> uma <strong>atmosfera histórica e pitoresca</strong>, preservando sua <strong>identidade cultural</strong> e atraindo visitantes.</p>
<p>Além de sua diversidade arquitetônica, a Chapada se destaca pela <strong>simplicidade e harmonia com a natureza</strong>, utilizando <strong>materiais naturais</strong> como <strong>pedra, madeira e adobe</strong>, reforçando seu caráter autêntico e sustentável.</p>
<blockquote><p>Adobe é um tijolo de terra e fibras vegetal misturados com água, moldados e secos ao ar livre (sem queima).</p></blockquote>
<h3>Arquitetura da Chapada Diamantina: História, Tradição e Beleza</h3>
<p>O <strong>estilo arquitetônico da Chapada Diamantina</strong> é influenciado por diversos fatores, como a <strong>cultura local, o clima, a disponibilidade de materiais</strong> e a <strong>colonização portuguesa</strong> no Brasil, refletida no <strong>estilo colonial</strong>.</p>
<h4>1. Casas de Taipa: Tradição e Sustentabilidade</h4>
<p>Um dos principais exemplos da <strong>arquitetura vernacular</strong> da região são as <strong>casas de taipa</strong>, também conhecidas como <strong>casas de barro</strong>. Construídas com <strong>barro misturado com palha e madeira</strong>, essas edificações possuem <strong>paredes espessas</strong>, que ajudam a manter a temperatura interna agradável, mesmo sob o calor intenso do verão. Além da funcionalidade, essas casas carregam um <strong>charme rústico</strong> e uma forte <strong>conexão com a natureza</strong>.</p>
<h4>2. Arquitetura Colonial e a História do Diamante</h4>
<p>Outro destaque arquitetônico da Chapada Diamantina é o <strong>estilo colonial</strong>, que remonta ao período em que a região era uma <strong>importante rota de comércio de diamantes</strong>. A cidade de <strong>Igatu</strong>, encravada entre <strong>afloramentos rochosos, rios e cachoeiras</strong>, preserva um <strong>casario histórico do século XIX</strong>, construído em <strong>pedra</strong>, um resquício da época da mineração.</p>
<p>As <strong>construções coloniais</strong> são marcadas por <strong>fachadas coloridas, varandas amplas e janelas de madeira</strong>, elementos que <strong>preservam a memória dos tempos áureos da mineração</strong> e contam a história da região.</p>
<h4>3. Igrejas e Capelas: Tesouros Arquitetônicos</h4>
<p>A <strong>arquitetura religiosa</strong> também tem um papel fundamental na Chapada Diamantina. <strong>Igrejas e capelas antigas</strong> são verdadeiros <strong>tesouros históricos</strong>, com <strong>altares em estilo barroco, pinturas sacras e detalhes em ouro</strong>, que remetem à grandiosidade do passado colonial.</p>
<p>Caminhar por suas <strong>ruas de pedra</strong>, admirando os <strong>casarios, praças e templos</strong>, é uma verdadeira viagem ao passado, relembrando os tempos em que a região prosperava com os <strong>ciclos do ouro e do diamante</strong>.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/estilo-arquitetonico-da-chapada-diamantina/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mucuge-na-Chapada-Diamantina.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Destaques arquitetônicos das cidades da Chapada Diamantina</h3>
<ol>
<li><span style="color: #444444; font-size: 16px;">Rio de Contas</span></li>
<li>Igatu</li>
<li>Lençóis na Bahia</li>
<li>Mucugê</li>
<li>Morro do Chapéu</li>
</ol>
<h4>1. Rio de Contas: Patrimônio Arquitetônico e Histórico na Chapada Diamantina</h4>
<p>Tombado pelo <strong>IPHAN</strong> em 1980, o conjunto arquitetônico de <strong>Rio de Contas</strong> preserva praças e ruas com traçado colonial, além de monumentos públicos e religiosos em pedra, casario de adobe e igrejas barrocas.</p>
<p>A área tombada abriga <strong>287 edificações centenárias</strong>, destacando-se:</p>
<ul>
<li><strong>Casa de Câmara e Cadeia</strong> (atual Fórum)</li>
<li><strong>Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento</strong></li>
<li><strong>Igreja Santana</strong></li>
</ul>
<p>Essas construções, tombadas individualmente desde 1958, datam da segunda metade do <strong>século XVIII e início do XIX</strong>. A arquitetura segue o modelo do litoral baiano: monumentos em pedra e residências de adobe, com fachadas brancas e esquadrias azuis, lembrando a estética de <strong>Paraty (RJ)</strong>.</p>
<p>Nos arredores da cidade, há vestígios de <strong>represas, aquedutos, túneis e galerias</strong>, testemunhos da intensa mineração de ouro na região.</p>
<p>Localizada ao sul da <strong>Chapada Diamantina</strong>, na <strong>Serra das Almas</strong>, Rio de Contas possui um traçado <strong>regular e homogêneo</strong>, sendo uma das raras &#8220;cidades novas&#8221; coloniais planejadas por Portugal. Criada por <strong>Provisão Real em 1745</strong>, a cidade deveria ser estabelecida em um local saudável e com arquitetura que garantisse seu <strong>embelezamento</strong>.</p>
<p>Inicialmente um centro de mineração, Rio de Contas se tornou uma importante <strong>capital regional</strong>, preservando até hoje seu <strong>rico patrimônio histórico</strong>.</p>
<h5>Monumentos arquitetônicos</h5>
<ol>
<li>Casa de Câmara e Cadeia em Rio de Contas</li>
<li>Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento</li>
<li>Teatro São Carlos</li>
<li class="AlignJustify">Casa à Rua Barão de Macaúbas</li>
<li>Igreja de Santana</li>
</ol>
<h6>1. Casa de Câmara e Cadeia em Rio de Contas</h6>
<p><figure id="attachment_44941" aria-describedby="caption-attachment-44941" style="width: 794px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44941 size-full" title="Casa de câmara e cadeia em Rio de Contas BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg" alt="Casa de câmara e cadeia em Rio de Contas BA" width="794" height="506" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg 794w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA-300x191.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA-768x489.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-camara-e-cadeia-em-Rio-de-Ccontas-BA-86x55.jpg 86w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44941" class="wp-caption-text">Casa de câmara e cadeia em Rio de Contas BA</figcaption></figure></p>
<p>Atual Fórum Barão de Macaúbas. É uma construção de meados do século XVIII ou início do século XIX, exemplo tardio de Casa de Câmara e Cadeia, com dois pavimentos recobertos por telhado de quatro águas, desenvolvendo-se em planta retangular com cômodos intercomunicantes.</p>
<p>Funcionava no térreo, a Cadeia, Casa do Carcereiro e a Audiência. Situada entre duas praças, destaca-se pela sua volumetria e implantação, e apresenta como particularidade o sino-do-povo, instalado na ombreira de uma das janelas do segundo pavimento.</p>
<h6>2. Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento</h6>
<p><figure id="attachment_44943" aria-describedby="caption-attachment-44943" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44943 size-full" title="Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento em Rio de Contas BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg" alt="Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento em Rio de Contas BA" width="800" height="332" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA-300x125.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA-768x319.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-do-Santissimo-Sacramento-em-Rio-de-Ccontas-BA-133x55.jpg 133w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44943" class="wp-caption-text">Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento em Rio de Contas BA</figcaption></figure></p>
<p>Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento foi construída na segunda metade do século XVIII para ser a Igreja Matriz da Vila Nova de Nossa Senhora do Livramento e Minas do Rio de Contas, e considerada o mais relevante exemplar da arquitetura religiosa do sertão baiano, com uma forte influência barroca.</p>
<p>Projetada para ter corredores laterais superpostos por galerias de tribunas, entretanto as tribunas entaipadas, os alicerces e pedras de amarração indicam que o edifício não chegou a ser concluído.</p>
<p>Apresenta planta semelhante a um &#8220;T&#8221; que se desenvolve em nave única com coro, capela-mor com duas sacristias justapostas e uma torre. Sua volumetria distingue-se pelo jogo de alturas dos telhados e tratamento das superfícies, emolduradas por cunhais.</p>
<p>No seu interior, destacam-se a carpintaria das sanefas, guarda-corpos do coro, tribuna e escada do púlpito, entre outros elementos.</p>
<p>O forro da capela-mor apresenta pintura ilusionista, de inspiração italiana.</p>
<p>O IPHAN realizou obras de restauro nos seus bens artísticos (móveis e integrados).</p>
<p>Durante o trabalho, foi descoberto um inusitado nicho barroco, em chinoiserie, um estilo popular nos séculos XVI e XVII, com forte influência oriental, de Goa (Índia) ou Macau (China), territórios ocupados pelos portugueses.</p>
<h6>3. Teatro São Carlos</h6>
<p><figure id="attachment_26245" aria-describedby="caption-attachment-26245" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Teatro-Sao-Carlos-em-Rio-de-Contas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26245 size-full" title="Teatro São Carlos em Rio de Contas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Teatro-Sao-Carlos-em-Rio-de-Contas.jpg" alt="Teatro São Carlos em Rio de Contas" width="650" height="375" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Teatro-Sao-Carlos-em-Rio-de-Contas.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Teatro-Sao-Carlos-em-Rio-de-Contas-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26245" class="wp-caption-text">Teatro São Carlos em Rio de Contas</figcaption></figure></p>
<p>Teatro São Carlos é um dos três mais antigos do Brasil e o mais antigo do interior baiano. Inaugurado em 1892, foi palco de inúmeras apresentações de grupos locais e de produções vindas de outras partes do Brasil. Funciona, atualmente, como um espaço onde ocorrem ações e atividades educacionais e culturais.</p>
<h6 class="AlignJustify">4. Casa à Rua Barão de Macaúbas</h6>
<p><figure id="attachment_44947" aria-describedby="caption-attachment-44947" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44947 size-large" title="Casa à Rua Barão de Macaúbas em Rio de Contas BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-1024x576.jpg" alt="Casa à Rua Barão de Macaúbas em Rio de Contas BA" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-a-Rua-Barao-de-Macaubas-em-Rio-de-Contas-BA.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44947" class="wp-caption-text">Casa à Rua Barão de Macaúbas em Rio de Contas BA</figcaption></figure></p>
<p>Por suas características arquitetônicas &#8211; vivenda e loja &#8211; presume-se que seja de meados do século XIX, tipo comum na vertente oriental da Chapada Diamantina e Serra Geral durante o período diamantífero.</p>
<p>A casa, com estrutura autoportante de alvenaria e adobes, desenvolve-se em planta praticamente quadrada, com um anexo para serviços nos fundos.</p>
<p>Um trecho da casa era destinado à loja, com entrada independente e salas para depósito, o outro destinava-se à residência, onde estão os salões de uso social e familiar na frente e nos fundos, separados por quartos e alcovas, ao longo de um corredor central.</p>
<p>Destacam-se os baixos relevos em estuque e em forma de folhas, que conferem ao edifício certa singularidade.</p>
<h6>5. Igreja de Santana (ruínas)</h6>
<p><figure id="attachment_44951" aria-describedby="caption-attachment-44951" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44951" title="Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg" alt="Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44951" class="wp-caption-text">Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas</figcaption></figure></p>
<p>Datada da primeira metade do século XVIII, localiza-se no antigo largo do mesmo nome (atual Praça Duque de Caxias), recuada em relação às edificações vizinhas e precedida por um adro (espaço externo) que se articula com sua nave por ampla escadaria.</p>
<p>Em alvenaria de pedra, nunca chegou a ser concluída e suas obras foram paralisadas, em torno de 1850, devido ao êxodo da população local para outra região mineira.</p>
<p><figure id="attachment_44953" aria-describedby="caption-attachment-44953" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44953 size-full" title="Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg" alt="Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" width="800" height="551" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-300x207.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-768x529.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-80x55.jpg 80w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44953" class="wp-caption-text">Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas</figcaption></figure></p>
<p>Possui três naves e capela-mor que se comunica com as sacristias que lhe são justapostas, através de arcos. No fundo da capela-mor, janelas altas lhe conferem uma característica especial.</p>
<p><figure id="attachment_44955" aria-describedby="caption-attachment-44955" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44955" title="Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.webp" alt="Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas" width="800" height="531" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-300x199.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-768x510.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-800x531.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Interior-da-Igreja-de-Santana-ruinas-em-Rio-de-Contas-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44955" class="wp-caption-text">Interior da Igreja de Santana (ruínas) em Rio de Contas</figcaption></figure></p>
<p>Naves laterais e torres não ultrapassam o nível do térreo e, ao que tudo indica, seriam as primeiras recobertas por galerias.</p>
<p>Seu frontispício apresenta três portas de acesso em arco pleno, superpostos por janelas rasgadas de igual número, e os muros em alvenaria de pedra não são rebocados, exceção feita ao frontão e trecho superior da fachada.</p>
<h4>2. Igatu: A Machu Picchu Baiana e seu Legado da Mineração de Diamantes</h4>
<p>O <strong>conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico</strong> de <strong>Igatu</strong>, distrito de <strong>Andaraí</strong>, foi tombado pelo <strong>IPHAN</strong> em 2000. Conhecida como <strong>Xique-Xique do Igatu</strong> ou <strong>Cidade de Pedras</strong>, a vila preserva ruínas de habitações construídas em pedra, testemunhos do ciclo do garimpo na <strong>Chapada Diamantina</strong>.</p>
<p>O tombamento inclui as <strong>ruínas das antigas moradias</strong> entre a ponte sobre o <strong>rio Coisa Boa</strong> e a trilha do antigo garimpo, além do <strong>núcleo original</strong> da vila, datado do <strong>século XIX</strong>, que permanece em excelente estado de conservação. O perímetro protegido conta com <strong>cerca de 200 imóveis</strong>.</p>
<h5>Um Museu Vivo da Mineração</h5>
<p>Igatu é considerada um verdadeiro <strong>museu a céu aberto</strong>, preservando vestígios do apogeu e decadência do garimpo. Na <strong>Galeria Arte e Memória</strong>, encontram-se utensílios utilizados por <strong>garimpeiros e escravizados</strong>, revelando a dura realidade do trabalho nas lavras diamantíferas.</p>
<p>Encravada entre <strong>afloramentos rochosos, rios e cachoeiras</strong>, Igatu abriga um <strong>casario histórico do século XIX</strong>, construído com <strong>pedras brutas</strong> remanescentes da mineração. Sua paisagem única lhe rendeu o título de <strong>&#8220;Machu Picchu Baiana&#8221;</strong>, em referência à famosa cidade inca no Peru.</p>
<h5>O Ouro e o Declínio da Vila</h5>
<p>No auge da mineração, Igatu <strong>abrigava mais de 10 mil habitantes</strong>, contando com grandes <strong>casarões coloniais</strong>, onde residiam os <strong>barões do diamante</strong>. A vila era próspera, mas o declínio da atividade diamantífera levou à sua decadência, provocando o êxodo da maior parte da população.</p>
<p>Durante anos, a vila permaneceu <strong>quase abandonada</strong>, com <strong>casas e comércios fechados</strong>. Porém, alguns moradores resistiram e, ao longo do tempo, Igatu se <strong>reergueu</strong>.</p>
<h5>Igatu Hoje: Turismo e Cultura</h5>
<p>Atualmente, a vila <strong>atrai visitantes do mundo inteiro</strong>, com o turismo sendo sua principal atividade econômica. O destino é referência para quem busca <strong>turismo histórico-cultural, ecoturismo e turismo de aventura</strong>.</p>
<p>Além disso, Igatu é a terra natal do escritor <strong>Herberto Sales</strong>, autor de <em>Cascalho</em>, romance que retrata o poder do <strong>coronelismo</strong> na sociedade local.</p>
<p>Assim como em grande parte do Nordeste, o coronelismo moldou a história da vila, influenciando seus costumes e estrutura social. Hoje, Igatu mantém viva sua memória, oferecendo aos visitantes uma verdadeira viagem no tempo, entre <strong>ruínas de pedra, trilhas e um legado cultural inestimável</strong>.</p>
<h5>Monumentos arquitetônicos</h5>
<ol>
<li>Casas de pedra em Igatu</li>
<li>Igreja e Cemitério de São Sebastião</li>
</ol>
<h6>1. Casas de pedra em Igatu</h6>
<p><figure id="attachment_44959" aria-describedby="caption-attachment-44959" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44959 size-full" title="Casa de pedra em Igatu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu.jpg" alt="Casa de pedra em Igatu" width="700" height="467" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu.jpg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44959" class="wp-caption-text">Casa de pedra em Igatu</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44962" aria-describedby="caption-attachment-44962" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44962 size-large" title="Casas em Igatu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-1024x576.webp" alt="Casas em Igatu" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu-1320x742.webp 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casas-em-Igatu.webp 1366w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44962" class="wp-caption-text">Casas em Igatu</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44971" aria-describedby="caption-attachment-44971" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44971 size-large" title="Casa de pedra em Igatu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-1024x768.jpg" alt="Casa de pedra em Igatu" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-em-Igatu-1-1320x990.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44971" class="wp-caption-text">Casa de pedra em Igatu</figcaption></figure></p>
<h6>2. Igreja e Cemitério de São Sebastião</h6>
<p><figure id="attachment_44964" aria-describedby="caption-attachment-44964" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44964 size-large" title="Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1024x683.webp" alt="Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1536x1024.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-2048x1365.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1320x880.webp 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44964" class="wp-caption-text">Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44966" aria-describedby="caption-attachment-44966" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44966" title="Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1.webp" alt="Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-e-Cemiterio-de-Sao-Sebastiao-em-Igatu-1-800x600.webp 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44966" class="wp-caption-text">Igreja e Cemitério de São Sebastião em Igatu</figcaption></figure></p>
<h4>3. Lençóis: O Tesouro Arquitetônico e Paisagístico da Chapada Diamantina</h4>
<p>O <strong>conjunto arquitetônico e paisagístico de Lençóis</strong>, situado na <strong>Chapada Diamantina</strong>, foi tombado pelo <strong>IPHAN</strong> em <strong>1973</strong>. A cidade, localizada na <strong>região centro-oeste da Bahia</strong>, encontra-se em um <strong>anfiteatro natural</strong> na encosta oriental da <strong>Serra do Sincorá</strong>, integrando-se à exuberante paisagem do <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>.</p>
<p>Com um patrimônio riquíssimo, Lençóis <strong>preservou suas características originais</strong> e destaca-se por seu <strong>casario colorido, ruas irregulares e história marcada pela mineração</strong>. A área protegida abrange cerca de <strong>570 imóveis</strong>, testemunhos do auge econômico da cidade no <strong>século XIX</strong>.</p>
<h5>A Riqueza do Diamante e a Ascensão de Lençóis</h5>
<p>Entre <strong>1845 e 1871</strong>, Lençóis foi <strong>a maior produtora mundial de diamantes</strong> e a <strong>terceira cidade mais importante da Bahia</strong>. Tornou-se um entreposto comercial fundamental, exportando diamantes para a Europa e importando artigos de luxo. Seu desenvolvimento foi tão acelerado que a França instalou um <strong>vice-consulado</strong> na cidade para facilitar o comércio.</p>
<p>Durante esse período, surgiram os primeiros <strong>sobrados e edificações mais elaboradas</strong>, refletindo a ascensão econômica da vila. O <strong>casario</strong> da cidade, em sua maioria do <strong>século XIX</strong>, foi construído com técnicas variadas, predominando o <strong>adobe, pedra e estruturas de madeira com vedação em taipa de mão</strong>. As <strong>fachadas vibrantes</strong> das casas e sobrados compõem a identidade visual de Lençóis.</p>
<h5>Urbanismo e Arquitetura: A Evolução do Espaço</h5>
<p>Diferente de outras cidades históricas, Lençóis <strong>não possui um monumento dominante</strong>. Seu crescimento foi marcado pela mineração e pela <strong>adaptação ao terreno acidentado</strong>, resultando em um traçado <strong>irregular de ruas, largos e pequenas praças</strong>.</p>
<p>A cidade se originou da fusão de dois núcleos:</p>
<ul>
<li><strong>Serrano</strong>, em uma área elevada junto a uma corredeira do rio.</li>
<li><strong>São Félix</strong>, localizado na margem oposta do rio.</li>
</ul>
<p>Com o crescimento, ambos se uniram, tendo como <strong>eixo central</strong> a <strong>Igreja de Nossa Senhora da Conceição</strong> e a ponte construída em <strong>1860</strong>, esta última erguida para empregar a <strong>mão de obra ociosa durante a grande seca de 1859-1862</strong>.</p>
<h5>Praça Horácio de Matos e os Grandes Sobrados</h5>
<p>A partir dessa época, surgiram os <strong>grandes sobrados</strong> que hoje marcam a <strong>Praça Horácio de Matos</strong>, antiga <strong>Praça do Mercado</strong>, onde estão <strong>cinco residências tombadas</strong>. Um desses edifícios foi a <strong>Casa do Conselho</strong>, demolida nos anos <strong>1940</strong> para dar lugar à Agência dos <strong>Correios e Telégrafos</strong>.</p>
<p>As ruas de Lençóis refletem seu passado:</p>
<ul>
<li>Algumas possuem o <strong>piso rochoso natural</strong>.</li>
<li>Outras são pavimentadas com <strong>pedras irregulares</strong> formando desenhos decorativos.</li>
<li>As novas ruas seguem <strong>o padrão colonial</strong>, subindo e descendo ladeiras conforme o terreno.</li>
</ul>
<h5>Lençóis Hoje: Um Patrimônio Vivo</h5>
<p>Atualmente, Lençóis é um dos destinos turísticos mais procurados da Bahia, combinando <strong>história, cultura e natureza</strong>. Seu casario colonial, aliado às trilhas, cachoeiras e grutas da <strong>Chapada Diamantina</strong>, fazem da cidade um <strong>patrimônio vivo</strong>, onde o passado do garimpo e o presente do turismo se encontram.</p>
<h5>Monumentos arquitetônicos</h5>
<ol>
<li>Praça Horácio de Matos</li>
<li>Mercado Público Municipal</li>
<li>Ponte sobre o rio Lençóis</li>
<li>Prefeitura Municipal</li>
<li>Teatro de Arena</li>
<li>Igreja Nossa Senhora do Rosário</li>
<li>Igreja de Nosso Senhor dos Passos</li>
<li>Casa de Cultura Afrânio Peixoto</li>
<li>Arquivo Público</li>
</ol>
<h6>1. Praça Horácio de Matos</h6>
<p><figure id="attachment_44976" aria-describedby="caption-attachment-44976" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44976" title="Praça Horácio de Matos em Lençóis na Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg" alt="Praça Horácio de Matos em Lençóis na Chapada Diamantina" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg 880w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Praca-Horacio-de-Matos-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44976" class="wp-caption-text">Praça Horácio de Matos em Lençóis na Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<h6>2. Mercado Público Municipal</h6>
<p><figure id="attachment_44978" aria-describedby="caption-attachment-44978" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44978 size-large" title="Mercado Público Municipal em Lençóis na Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-1024x576.jpg" alt="Mercado Público Municipal em Lençóis na Chapada Diamantina" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Mercado-Publico-Municipal-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44978" class="wp-caption-text">Mercado Público Municipal em Lençóis na Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<h6>3. Ponte sobre o rio Lençóis</h6>
<p><figure id="attachment_44980" aria-describedby="caption-attachment-44980" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44980 size-full" title="Ponte sobre o rio Lençóis" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois.webp" alt="Ponte sobre o rio Lençóis" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois-768x575.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Ponte-sobre-o-rio-Lencois-73x55.webp 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44980" class="wp-caption-text">Ponte sobre o rio Lençóis</figcaption></figure></p>
<h6>4. Prefeitura Municipal, imóvel onde funciona o Escritório Técnico do Iphan</h6>
<p><figure id="attachment_44982" aria-describedby="caption-attachment-44982" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-44982" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg" alt="Escritório Técnico do Iphan em Lençóis na Chapada Diamantina" width="512" height="342" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Escritorio-Tecnico-do-Iphan-em-Lencois-na-Chapada-Diamantina-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44982" class="wp-caption-text">Escritório Técnico do Iphan em Lençóis na Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<h6>5. Teatro de Arena</h6>
<p><figure id="attachment_44985" aria-describedby="caption-attachment-44985" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Teatro-de-Arena-em-Lencois-na-Bahia.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44985 size-full" title="Teatro de Arena em Lençóis na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Teatro-de-Arena-em-Lencois-na-Bahia.webp" alt="Teatro de Arena em Lençóis na Bahia" width="747" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Teatro-de-Arena-em-Lencois-na-Bahia.webp 747w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Teatro-de-Arena-em-Lencois-na-Bahia-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Teatro-de-Arena-em-Lencois-na-Bahia-98x55.webp 98w" sizes="(max-width: 747px) 100vw, 747px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44985" class="wp-caption-text">Teatro de Arena em Lençóis na Bahia</figcaption></figure></p>
<h6>6. Igreja Nossa Senhora do Rosário</h6>
<p><figure id="attachment_44987" aria-describedby="caption-attachment-44987" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-44987" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Rosário em Lençóis na Bahia" width="512" height="342" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Lencois-na-Bahia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44987" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Rosário em Lençóis na Bahia</figcaption></figure></p>
<h6>7. Igreja de Nosso Senhor dos Passos</h6>
<p><figure id="attachment_44989" aria-describedby="caption-attachment-44989" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44989 size-large" title="Igreja de Nosso Senhor dos Passos em Lençóis na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-1024x768.jpg" alt="Igreja de Nosso Senhor dos Passos em Lençóis na Bahia" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-de-Nosso-Senhor-dos-Passos-em-Lencois-na-Bahia-1320x990.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44989" class="wp-caption-text">Igreja de Nosso Senhor dos Passos em Lençóis na Bahia</figcaption></figure></p>
<h6>8. Casa de Cultura Afrânio Peixoto</h6>
<p><figure id="attachment_44991" aria-describedby="caption-attachment-44991" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-Cultura-Afranio-Peixoto-em-Lencois-na-Bahia.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-44991" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-Cultura-Afranio-Peixoto-em-Lencois-na-Bahia.jpg" alt="Casa de Cultura Afrânio Peixoto em Lençóis na Bahia" width="512" height="298" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-Cultura-Afranio-Peixoto-em-Lencois-na-Bahia.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-Cultura-Afranio-Peixoto-em-Lencois-na-Bahia-300x175.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Casa-de-Cultura-Afranio-Peixoto-em-Lencois-na-Bahia-94x55.jpg 94w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44991" class="wp-caption-text">Casa de Cultura Afrânio Peixoto em Lençóis na Bahia</figcaption></figure></p>
<h6>9. Arquivo Público</h6>
<p><figure id="attachment_44993" aria-describedby="caption-attachment-44993" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44993 size-full" title="Arquivo Público em Lençóis na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia.jpg" alt="Arquivo Público em Lençóis na Bahia" width="750" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Arquivo-Publico-em-Lencois-na-Bahia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44993" class="wp-caption-text">Arquivo Público em Lençóis na Bahia</figcaption></figure></p>
<h4>4. Mucugê: Tesouro Arquitetônico e Natural da Chapada Diamantina</h4>
<p>O <strong>conjunto arquitetônico e paisagístico de Mucugê</strong>, com destaque para seu <strong>cemitério bizantino</strong>, foi <strong>tombado pelo IPHAN em 1980</strong>. A cidade, uma das <strong>mais antigas da Chapada Diamantina</strong>, teve papel fundamental na <strong>exploração de ouro e diamantes</strong>, assim como Lençóis.</p>
<p>Com um <strong>patrimônio arquitetônico bem preservado</strong>, Mucugê mantém <strong>casas térreas e sobrados do século XIX</strong>, além de <strong>duas igrejas históricas</strong>.</p>
<h5>Urbanismo: O Crescimento em Forma de “L”</h5>
<p>Mucugê está situada em um <strong>vale amplo e plano</strong>, cercado por <strong>encostas íngremes</strong>. Para adaptar-se ao relevo, sua urbanização seguiu um <strong>formato em “L”</strong>, com suas extremidades ocupadas pelas igrejas.</p>
<ul>
<li><strong>Rua Direita do Comércio</strong>: Paralela ao <strong>riacho Mucugê</strong>, acredita-se que tenha sido o núcleo original do povoamento.</li>
<li><strong>Pequena praça na convergência das ruas</strong>, reforçando a tipologia <strong>mononuclear</strong> da cidade.</li>
</ul>
<h5>Casario Colonial e Expansão Urbana</h5>
<p>O <strong>sítio tombado</strong> engloba <strong>toda a área urbana</strong> e o <strong>cemitério na colina</strong>, este último afastado do núcleo original.<br />
A cidade cresceu por meio de <strong>faixas de terrenos planos</strong>, limitadas entre:</p>
<ul>
<li>O <strong>núcleo colonial</strong>.</li>
<li>As <strong>cercas de pedra</strong>.</li>
<li>A <strong>escarpa onde está o cemitério</strong>.</li>
</ul>
<p>Nessas áreas foram erguidas novas <strong>residências e edifícios públicos</strong>, que não puderam ser instalados no casario colonial.</p>
<p>Os <strong>casarões coloniais</strong>, construídos <strong>no final do século XVIII e século XIX</strong>, utilizam <strong>adobe ou pedra</strong>. Mucugê destaca-se pela sua <strong>preservação arquitetônica</strong>, ruas <strong>limpas e ajardinadas</strong>, com <strong>canteiros floridos</strong> que dão charme à cidade.</p>
<h5>Cemitério Bizantino: Um Ícone da Cidade</h5>
<p>O <strong>cemitério de Mucugê</strong>, um dos mais emblemáticos do Brasil, tem inspiração na <strong>arquitetura bizantina</strong>, com pequenos <strong>mausoléus brancos</strong> erguidos na encosta da colina. Ele se destaca pelo visual singular e sua posição dissociada do núcleo urbano.</p>
<h5>Patrimônio Cultural e Histórico</h5>
<p>Além da arquitetura, a cidade guarda <strong>histórias de lutas e resistência</strong>, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Disputas pelo garimpo</strong>.</li>
<li><strong>Conflitos contra a Coluna Prestes</strong>.</li>
<li><strong>A força dos coronéis</strong>, que dominaram a política e economia da região.</li>
</ul>
<h5>Natureza e Contemplação</h5>
<p>Mucugê também se destaca pelas <strong>belezas naturais</strong>, com <strong>cachoeiras, vales e cânions</strong>. Um dos pontos mais famosos é o <strong>Alto do Capa Bode</strong>, considerado um <strong>local de contemplação</strong>, perfeito para apreciar a paisagem da Chapada Diamantina.</p>
<h5>Mucugê: História e Natureza em Harmonia</h5>
<p>Com seu <strong>acervo arquitetônico de 300 casas térreas e 10 sobrados</strong>, suas <strong>ruas floridas</strong> e <strong>memórias da mineração</strong>, Mucugê é um destino onde <strong>história, cultura e natureza</strong> se encontram, preservando seu <strong>legado colonial e paisagístico</strong>.</p>
<h5>Monumentos arquitetônicos</h5>
<ol>
<li>Cemitério de Santa Isabel</li>
<li>Igreja Matriz de Santa Isabel</li>
</ol>
<h6><span style="color: #222222;">1. Cemitério de Santa Isabel</span></h6>
<p><figure id="attachment_44996" aria-describedby="caption-attachment-44996" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44996 size-large" title="Cemitério de Santa Isabel em Mucugê na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1024x685.jpg" alt="Cemitério de Santa Isabel em Mucugê na Bahia" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1024x685.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Cemiterio-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44996" class="wp-caption-text">Cemitério de Santa Isabel em Mucugê na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Entre o núcleo histórico e a encosta encontra-se o Cemitério de Santa Isabel (também chamado “cemitério bizantino”) que tem área plana e murada, e a área especial onde está um conjunto de mausoléus, em cujas fachadas se reproduzem miniaturas de fachadas de igrejas e capelas &#8211; apoiadas na encosta rochosa da serra &#8211; se distinguem por sua cor branca.</p>
<p>O arranjo paisagístico integra os mausoléus à rocha em decomposição.</p>
<p>Construído no século XIX, tem em destaque a silhueta das sepulturas brancas diante do fundo montanhoso. Implantado na encosta rochosa da Serra do Sincorá, a noroeste de Mucugê, começou a ser construído em 1854, pela Câmara Municipal.</p>
<p>A obra foi concluída em 1886, quando uma epidemia assolou a vila.</p>
<p>A escolha deste sítio deveu-se, provavelmente, à existência de terrenos planos fáceis de escavar e próximos da cidade.</p>
<p>O cemitério está dividido em duas partes: uma plana, murada, situada sobre os terrenos de aluvião do vale onde estão as covas rasas e a outra, constituída por um conjunto de mausoléus implantado sobre a encosta rochosa da serra.</p>
<p>Os túmulos caiados são vistos à distância e se integram de forma notável à paisagem do cerrado.</p>
<p>Os mausoléus brotam da rocha nua, como a vegetação, em uma integração similar às &#8220;locas&#8221; ou &#8220;tocas&#8221;, habitação dos garimpeiros que se instalavam na região.</p>
<p>A distinção é promovida pela cor dos mausoléus &#8211; construídos em pedra e/ou tijolos, revestidos de reboco e caiados &#8211; e muitos terminam em arcos ornamentais, coroados e outros tantos são miniaturas de igrejas e capelas.</p>
<h6>2. Igreja Matriz de Santa Isabel</h6>
<p><figure id="attachment_44998" aria-describedby="caption-attachment-44998" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44998 size-large" title="Igreja Matriz de Santa Isabel em Mucugê" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1024x768.jpeg" alt="Igreja Matriz de Santa Isabel em Mucugê na Bahia" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1024x768.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-160x120.jpeg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-300x225.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-768x576.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-73x55.jpeg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1536x1152.jpeg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-800x600.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia-1320x990.jpeg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/04/Igreja-Matriz-de-Santa-Isabel-em-Mucuge-na-Bahia.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44998" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Santa Isabel em Mucugê na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Igreja Matriz de Santa Isabel &#8211; Erguida em meados do século XIX, pelo frei Caetano de Troyria, com grande auxílio da população, em um terreno doado pelo coronel Reginaldo Landulpho.</p>
<p>Totalmente restaurada pelo Iphan, em 2014, com obras de conservação da edificação, além da restauração dos bens móveis e integrados ao monumento (acervo de imagens sacras).</p>
<p>O templo estava deteriorado pelas condições climáticas e desgaste natural dos materiais, o que comprometeu as atividades religiosas.</p>
<p>Apresenta uma fachada neoclássica, com três naves internas e um coro em formato de U, estruturados por uma alvenaria em pedra e pilares internos.</p>
<p>Em 1952, foram realizadas algumas obras, inclusive a substituição do piso de pedra pelo piso de ladrilho e, em 1978, houve a recuperação do telhado.</p>
<h4>5. Morro do Chapéu: Natureza, História e Arqueologia na Chapada Diamantina</h4>
<p>Localizada na <strong>Chapada Diamantina</strong>, <strong>Morro do Chapéu</strong> destaca-se por sua <strong>riqueza natural e histórico-cultural</strong>. A cidade abriga <strong>cachoeiras, cavernas e sítios arqueológicos</strong>, além de vestígios do <strong>ciclo do diamante</strong>.</p>
<h5>Patrimônio Natural e Arqueológico</h5>
<p>Morro do Chapéu é um verdadeiro <strong>paraíso ecológico</strong>, com formações geológicas únicas e paisagens deslumbrantes. Entre seus atrativos, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Cachoeiras</strong> imponentes, como a <strong>Cachoeira do Ferro Doido</strong>, com mais de <strong>100 metros de queda</strong>, situada em um <strong>cânion impressionante</strong>.</li>
<li><strong>Grutas e cavernas</strong>, algumas ainda pouco exploradas, com formações calcárias e inscrições rupestres.</li>
<li><strong>Sítios arqueológicos</strong>, onde foram encontrados vestígios das populações indígenas que habitaram a região há milhares de anos.</li>
</ul>
<h5>Vila do Ventura: O Passado Diamantino</h5>
<p>Nos arredores da cidade, encontra-se a <strong>Vila do Ventura</strong>, que foi o <strong>maior centro de diamantes da região no início do século XX</strong>. Essa vila foi um polo de extração mineral e ainda conserva ruínas e construções da época, testemunhando o <strong>auge da exploração do diamante</strong> na Chapada.</p>
<h5>Um Destino para História e Aventura</h5>
<p>Morro do Chapéu é um destino perfeito para quem busca <strong>contato com a natureza, história e cultura</strong>. Seu rico patrimônio natural e arqueológico, somado ao legado do <strong>garimpo de diamantes</strong>, faz da cidade um dos <strong>lugares mais fascinantes da Bahia</strong>.</p>
<h5>Monumentos arquitetônicos</h5>
<ol>
<li>Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça</li>
<li>Casarão da família Grassi</li>
<li>Vila do Ventura</li>
</ol>
<h6>1. Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça</h6>
<p>Em 1794, a fazenda Morro Velho recebeu a visita do missionário Capuchinho Frei Clemente de Adorno, que durante sua viagem, rezou ali uma missa, construiu um pequeno cemitério e foi embora, deixando os moradores locais entusiasmados para que construíssem uma capela.</p>
<p><figure id="attachment_4754" aria-describedby="caption-attachment-4754" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-Matriz-no-centro-de-Morro-do-Chapéu.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="wp-image-4754 size-full" title="Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça no centro do Morro do Chapéu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-Matriz-no-centro-de-Morro-do-Chapéu.jpg" alt="Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça no centro do Morro do Chapéu" width="640" height="426" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-Matriz-no-centro-de-Morro-do-Chapéu.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-Matriz-no-centro-de-Morro-do-Chapéu-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Igreja-Matriz-no-centro-de-Morro-do-Chapéu-82x55.jpg 82w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4754" class="wp-caption-text">Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça no centro do Morro do Chapéu</figcaption></figure></p>
<p>Em 1800, os próprios moradores dão início às obras daquela que se tornaria a Igreja Matriz da cidade. Esta Igreja foi uma das mais belas da região, não só pela fachada, mas pelos trabalhos artísticos na parte interna.</p>
<h6>2. Casarão da família Grassi</h6>
<p>No inicio do século XX, a família italiana Grassi vivia neste casarão. O pai da família chamava-se Giuseppe, mas era chamado de “Giuseppino”.</p>
<p><figure id="attachment_26253" aria-describedby="caption-attachment-26253" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Casarao-da-familia-Grassi-no-Morro-do-Chapeu.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26253 size-full" title="Casarão da família Grassi no Morro do Chapéu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Casarao-da-familia-Grassi-no-Morro-do-Chapeu.jpg" alt="Casarão da família Grassi no Morro do Chapéu" width="600" height="397" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Casarao-da-familia-Grassi-no-Morro-do-Chapeu.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Casarao-da-familia-Grassi-no-Morro-do-Chapeu-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26253" class="wp-caption-text">Casarão da família Grassi no Morro do Chapéu</figcaption></figure></p>
<p>Como a família era dona de boa parte das terras no entorno da Vila, daí veio o nome de “Toca do Pepino”, uma toca muito conhecida atualmente,  que abriga diversas pinturas rupestres.</p>
<h6>3. Vila do Ventura</h6>
<p>Por volta de 1840, garimpeiros foragidos de Lençóis se abrigaram próximo à atual fazenda Várzea da Cobra.</p>
<p>Um desses garimpeiros chamava-se Ventura. Em pouco tempo, descobriram diamante e carbonato na região e instalaram um pequeno <strong><a href="https://bahia.ws/historia-garimpo-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener">garimpo</a></strong> ali.</p>
<p>Passaram, então, a vender as pedras em Lençóis, tendo sido o garimpeiro Ventura, o responsável pela venda dos primeiros diamantes.</p>
<p><figure id="attachment_26251" aria-describedby="caption-attachment-26251" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Vila-do-Ventura-distrito-de-Morro-do-Chapeu.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26251 size-full" title="Vila do Ventura, distrito de Morro do Chapéu" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Vila-do-Ventura-distrito-de-Morro-do-Chapeu.jpg" alt="Vila do Ventura, distrito de Morro do Chapéu" width="600" height="398" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Vila-do-Ventura-distrito-de-Morro-do-Chapeu.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Vila-do-Ventura-distrito-de-Morro-do-Chapeu-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Vila-do-Ventura-distrito-de-Morro-do-Chapeu-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26251" class="wp-caption-text">Vila do Ventura, distrito de Morro do Chapéu</figcaption></figure></p>
<p>O nome “Ventura” tornou-se referência e o local começou a atrair muitos outros garimpeiros, que começaram a povoar as terras em torno da área.</p>
<p>Logo, a pequena vila entra em decadência em razão da Guerra do Paraguai, pois quase todos os homens foram recrutados para as batalhas.</p>
<p>Após a guerra, a vila volta a crescer, atraindo aproximadamente 12 mil residentes, e atinge seu apogeu, com forte comércio, escolas, correios e capelas.</p>
<p>A Vila entra em decadência novamente, após a retração do mercado de carbonato mundial. Atualmente, só três famílias moram no distrito que guarda ruínas e casarões, em suas ruas de pedras.</p>
<p>Possui ruínas do período áureo da mineração, quando foi o maior produtor de diamantes da região.</p>
<p>Foi o maior centro produtor de diamante da região, possuindo, na década de 1920, cerca de 4.000 habitantes e, inclusive, um teatro e filarmônica. Com a seca de 1932 e alterações no mercado de carbonato, o garimpo entrou em declínio.</p>
<p>Bahia.ws é o maior guia turístico da Bahia, Salvador e Nordeste</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/estilo-arquitetonico-da-chapada-diamantina/">Estilo arquitetônico da Chapada Diamantina</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História do povoamento da Chapada Diamantina BA</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-do-povoamento-da-chapada-diamantina-ba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 19:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chapada Diamantina]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada Aurífera]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada Diamantífera]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada Turística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A povoação da Chapada Diamantina está intimamente ligada à exploração dos recursos naturais e às transformações econômicas que moldaram a região ao longo dos séculos. Sua história pode ser dividida em três períodos distintos: a era do ouro, iniciada no final do século XVII com a chegada dos primeiros bandeirantes [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-povoamento-da-chapada-diamantina-ba/">História do povoamento da Chapada Diamantina BA</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A povoação da <strong>Chapada Diamantina</strong> está intimamente ligada à exploração dos <strong>recursos naturais</strong> e às transformações <strong>econômicas</strong> que moldaram a região ao longo dos séculos.</p>
<p><figure id="attachment_23862" aria-describedby="caption-attachment-23862" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23862" title="História do povoamento da Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina.jpg" alt="Chapada Diamantina" width="800" height="472" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina-300x177.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina-768x453.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina-93x55.jpg 93w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina-800x472.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23862" class="wp-caption-text">Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>Sua história pode ser dividida em três períodos distintos: a <strong>era do ouro</strong>, iniciada no final do século XVII com a chegada dos primeiros <strong>bandeirantes</strong> e a fundação de <strong>arraiais mineradores</strong>; a <strong>era do diamante</strong>, a partir do século XVIII, que atraiu <strong>aventureiros</strong> e <strong>comerciantes</strong> e levou ao crescimento de cidades como <strong>Lençóis</strong> e <strong>Mucugê</strong>; e, por fim, o <strong>período pós-garimpo</strong>, marcado pela decadência da <strong>mineração</strong> e a adaptação da <strong>economia local</strong> para a <strong>agricultura</strong>, o <strong>turismo</strong> e a <strong>preservação ambiental</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_13966" aria-describedby="caption-attachment-13966" style="width: 724px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13966 size-large" title="Mapa turístico da Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22-724x1024.jpg" alt="Mapa turístico da Chapada Diamantina" width="724" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22-724x1024.jpg 724w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22-768x1086.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2016/01/mapa-chapada-diamantina22.jpg 1194w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></a><figcaption id="caption-attachment-13966" class="wp-caption-text">Mapa turístico da Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>Esses ciclos históricos deixaram um legado <strong>cultural</strong>, <strong>arquitetônico</strong> e <strong>ambiental</strong> que faz da <strong>Chapada Diamantina</strong> uma das regiões mais fascinantes do Brasil.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-povoamento-da-chapada-diamantina-ba/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2021/10/Chapada-Diamantina.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>A Povoação da Chapada Diamantina e seus Três Períodos Históricos</h3>
<h4>A Chapada Diamantina teve três períodos marcantes em sua história:</h4>
<ol>
<li>Chapada Aurífera</li>
<li>Chapada Diamantífera</li>
<li>Chapada Turística</li>
</ol>
<h4>1. Chapada Aurífera</h4>
<p>Penetrar pelo <strong>sertão</strong> adentro da <strong>Bahia</strong> foi a recomendação do rei <strong>D. João III</strong> a <strong>Tomé de Sousa</strong>, primeiro <strong>governador-geral</strong> do Brasil.</p>
<p>O <strong>regimento</strong> que passou a vigorar em <strong>1549</strong> trazia, entre outras determinações, ordens categóricas para que <strong>Tomé de Sousa</strong> desvendasse, dominasse e povoasse os territórios do <strong>interior</strong>, entregues ao <strong>gentio bravo</strong>. Assim, a <strong>Bahia</strong> declarou <strong>guerra</strong> a seus <strong>índios</strong> e partiu para a <strong>conquista do sertão</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_25546" aria-describedby="caption-attachment-25546" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-scaled.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-25546" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-scaled.jpg" alt="Map of Brazil 1707 - Brasiliaanze Scheepvaard, door Johan Lerius Gedaan uit Vrankryk, in't Iaar 1556, Aa, Pieter van der" width="2560" height="1794" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-scaled.jpg 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-300x210.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-1024x718.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-768x538.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-1536x1077.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-2048x1435.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-800x561.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Map-of-Brazil-1707-Brasiliaanze-Scheepvaard-door-Johan-Lerius-Gedaan-uit-Vrankryk-int-Iaar-1556-Aa-Pieter-van-der-1320x925.jpg 1320w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25546" class="wp-caption-text">Map of Brazil 1707 &#8211; Brasiliaanze Scheepvaard, door Johan Lerius Gedaan uit Vrankryk, in&#8217;t Iaar 1556, Aa, Pieter van der</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>epopeia bandeirante</strong>, inaugurada a partir de então, transformou-se no movimento que estenderia nossas <strong>fronteiras ocidentais</strong> para muito além do conhecido.</p>
<p>Navegando pelos <strong>rios</strong> e percorrendo a pé pelos <strong>sertões</strong> mais distantes da <strong>costa marítima</strong>, inúmeros <strong>aventureiros</strong> lançaram-se ao desconhecido em busca de <strong>terras e riquezas</strong>, seja na forma de <strong>mercadoria humana</strong> – <strong>indígenas para escravizar</strong> – seja na forma de <strong>metais e pedras preciosas</strong> – especialmente <strong>ouro, prata e <a href="/?p=5274" target="_blank" rel="noopener">esmeraldas</a></strong>.</p>
<p>Aqueles que procuraram atingir o <strong>coração geográfico</strong> da <strong>Capitania da Bahia</strong> se depararam com uma <strong>paisagem surpreendente</strong>, dominada por <strong>montanhas escarpadas, desfiladeiros profundos, rios engrumados</strong> e <strong>grandes chapadões</strong>.</p>
<p>Era a <strong>Serra do Espinhaço</strong>, penetrando na porção <strong>central da Bahia</strong> e projetando suas <strong>serras</strong> a <strong>picos em torno de 2.000 metros</strong>.</p>
<p>Mais tarde, todo o conjunto receberia o nome de <strong>Chapada Diamantina</strong>.</p>
<p>Embora se considerem as <strong>bandeiras</strong> de <strong>Gabriel Soares de Sousa</strong> e <strong>Belchior Dias Moreira</strong> pioneiras na abertura de <strong>caminhos</strong> para o <strong>povoamento</strong> do <strong>interior da Bahia</strong>, no final do <strong>século XVI</strong>, a <strong>Chapada Diamantina</strong> permaneceu <strong>desabitada</strong> até meados do <strong>século XVII</strong>, apesar de circundada por <strong>núcleos populacionais</strong> ligados à <strong>pecuária</strong>.</p>
<p>A ocupação de suas bordas <strong>norte e nordeste</strong> teve como fator decisivo as <strong>lutas para a expulsão dos holandeses</strong>, travadas no <strong>sertão da Bahia</strong> sob a forma de <strong>guerrilha</strong>.</p>
<p>Depois, vencidos os <strong>índios Maracá</strong>, e com a distribuição de <strong>sesmarias</strong>, o entorno da <strong>Chapada</strong> foi ocupado pela <strong>pecuária</strong>, com destaque para as <strong>fazendas de gado</strong> dos <strong>Morgado, Guedes, Brito</strong> e da <strong>Casa da Ponte</strong>.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-povoamento-da-chapada-diamantina-ba/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/bahia/igaratu.jpg?token=kP3eOPgYxO7Zgaw4Vs54MQ&amp;expires=1775914002" width="400" /></a></p></p>
<p>Apenas no início do <strong>século XVIII</strong>, o processo de <strong>fixação do homem</strong> na <strong>Chapada</strong> ganhou impulso, com a <strong>descoberta do ouro</strong>, que tanto havia sido buscado desde o <strong>regimento de Tomé de Sousa</strong>. De <strong>gigantesco obstáculo de pedra</strong> a ser contornado, a <strong>Chapada</strong> transformou-se em um <strong>importante polo de convergência</strong> dos <strong>movimentos migratórios</strong> da época.</p>
<p>As primeiras descobertas foram ao <strong>norte da Chapada Diamantina</strong>, na região da atual cidade de <strong>Jacobina</strong>, mas a <strong>Coroa Portuguesa</strong> ordenou a <strong>proibição da mineração</strong>, para evitar o esvaziamento das <strong>lavras de Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Todavia, com a <strong>mineração clandestina</strong>, a <strong>Coroa</strong> acabou revendo sua decisão e, em <strong>1720</strong>, decretou a <strong>livre exploração do ouro</strong>, exigindo, porém, o pagamento do <strong>quinto</strong>.</p>
<p>Quase simultaneamente, foi descoberto <strong>ouro</strong> no <strong>sul da Chapada Diamantina</strong>, nos aluviões do <strong>rio de Contas Pequeno</strong> (atual <strong>rio Brumado</strong>).</p>
<p>Assim, foi assentado o primeiro povoado, no local da atual cidade de <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-rio-de-contas-2/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio de Contas</strong></a>.</p>
<p>As duas frentes de exploração – <strong>Jacobina e Rio de Contas</strong> – permitiram o avanço na <strong>conquista do sertão</strong> à procura de <strong>ouro</strong>, resultando no <strong>assentamento de povoações</strong> e na criação de <strong>vias de comunicação terrestre</strong> ao longo da <strong>Borda Ocidental da Chapada</strong>.</p>
<p>A <strong>exploração aurífera</strong> atingiu tal vigor que, em <strong>1726</strong>, o <strong>Conselho Ultramarino</strong> mandou erguer uma <strong>Casa de Fundição</strong> em cada uma das duas cidades.</p>
<p>Nos anos <strong>1747 e 1748</strong>, apesar do <strong>desenfreado contrabando</strong>, registraram-se <strong>recordes de produção</strong>, grande parte da qual foi usada na decoração das <strong>inúmeras igrejas construídas em Salvador</strong> durante o <strong>século XVIII</strong>.</p>
<p><strong>Jacobina e Rio de Contas</strong>, em seu <strong>apogeu</strong>, rivalizavam em <strong>pompa e refinamento de costumes</strong> com as cidades do <strong>Recôncavo Açucareiro</strong>.</p>
<p>Hoje, <strong>Rio de Contas</strong> possui <strong>mais de 300 prédios tombados</strong> pelo <strong>Patrimônio Histórico Nacional</strong>.</p>
<p>Todavia, antes que se completasse um século de efervescência, a <strong>região aurífera da Chapada Diamantina</strong> entrou em <strong>decadência</strong>.</p>
<p>O <strong>ouro de aluvião</strong> escasseou, assim como o <strong>recolhimento do quinto</strong>; veio a <strong>crise</strong> e, nos primeiros anos do <strong>século XIX</strong>, a atividade já era praticada por poucos <strong>garimpeiros</strong>.</p>
<p>A <strong>região</strong> começou a sofrer um <strong>esvaziamento populacional</strong> e <strong>Rio de Contas</strong> só conseguiu enfrentar a nova realidade graças à <strong>habilidade de seus artesãos do metal</strong>.</p>
<p>Em <strong>1818</strong>, os viajantes <strong>Spix e Martius</strong> atravessaram o <strong>sul da Chapada Diamantina</strong> e constataram que essa <strong>região</strong> era habitada apenas por <strong>alguns roceiros, criadores de gado e caçadores</strong>.</p>
<p>Conforme informado pelo <strong>vigário da diocese local</strong>, que se estendia de <strong>Rio de Contas</strong> a <strong>Jacobina</strong>, abrangendo, portanto, toda a <strong>parte oriental da Chapada Diamantina</strong>, essa <strong>região</strong> contava, então, com apenas <strong>9.000 habitantes</strong>.</p>
<p>Ainda na <strong>primeira metade do século XIX</strong>, entretanto, a <strong>Chapada Diamantina</strong> renasceu de suas <strong>cinzas</strong>.</p>
<p>A <strong>descoberta de grandes depósitos de diamante</strong> no leito do <strong>rio Mucugê</strong> desencadeou uma nova <strong>corrida</strong> à <strong>região</strong>, agora na sua <strong>Borda Oriental</strong>, onde hoje está situado o <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>, dando início à fase mais <strong>próspera e faustosa</strong> de sua história – origem de sua <strong>atual denominação</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_44919" aria-describedby="caption-attachment-44919" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Historia-do-povoamento-da-Chapada-Diamantina-BA.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44919 size-full" title="História do povoamento da Chapada Diamantina BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Historia-do-povoamento-da-Chapada-Diamantina-BA.webp" alt="História do povoamento da Chapada Diamantina BA" width="620" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Historia-do-povoamento-da-Chapada-Diamantina-BA.webp 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Historia-do-povoamento-da-Chapada-Diamantina-BA-300x194.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Historia-do-povoamento-da-Chapada-Diamantina-BA-85x55.webp 85w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44919" class="wp-caption-text">História do povoamento da Chapada Diamantina BA</figcaption></figure></p>
<h4>2. Chapada Diamantífera</h4>
<p>A corrida pelos <strong>diamantes</strong> ocorreu somente em meados do século <strong>XIX</strong>, embora haja evidências de que as minas já houvessem sido descobertas desde o segundo quartel do século <strong>XVIII</strong>, nas proximidades de <strong>Jacobina</strong>, situada em região limítrofe à <strong>Chapada Diamantina</strong>.</p>
<p>É possível que, desde o século <strong>XVIII</strong>, já se soubesse da existência de <strong>diamantes</strong> nas cabeceiras do <strong>rio de Contas</strong>, onde se fazia a exploração de <strong>ouro</strong>, mas a primeira descoberta de <strong>diamantes</strong> na <strong>Chapada Diamantina</strong> deu-se em <strong>1817</strong> e <strong>1818</strong>, na <strong>Serra do Gagau</strong>, situada paralelamente à <strong>Serra do Sincorá</strong>.</p>
<p>Somente com o fim do monopólio da <strong>Coroa Portuguesa</strong> sobre exploração de <strong>diamantes</strong>, em <strong>1832</strong>, a exploração diamantífera teve início na <strong>Bahia</strong>.</p>
<p>Entre <strong>1838</strong> e <strong>1842</strong>, sucederam-se várias descobertas no município de <strong>Gentio do Ouro</strong>, em <strong>Santo Inácio</strong>, em <a href="https://bahia.ws/trilha-rupestre-no-morro-do-chapeu-e-vila-do-ventura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Morro do Chapéu</strong> </a>e na <strong>Chapada Velha</strong> (atual Município de <strong>Brotas de Macaúbas</strong>).</p>
<p>As jazidas da <strong>Serra do Sincorá</strong> foram encontradas em <strong>1844</strong>, na região de <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-mucuge-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mucugê</strong></a>, por <strong>José Pereira do Prado</strong>, tropeiro da cidade de <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-piata-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Piatã</strong></a>.</p>
<p>Essa descoberta e outras, que se seguiram, fizeram acorrer à região grandes contingentes populacionais provenientes do norte e do sul da <strong>Chapada</strong>, do <a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-salinas-da-margarida-e-barra-do-paraguacu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Recôncavo Baiano</strong></a> e de <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Poucos meses após a descoberta das jazidas, a população local já chegava a <strong>25.000 habitantes</strong>.</p>
<p>Entre <strong>1844</strong> e <strong>1848</strong>, a região recebeu cerca de <strong>50.000 pessoas</strong>.</p>
<p>Em <strong>1845</strong>, foram descobertas as jazidas dos rios <strong>São José</strong> e <strong>Lençóis</strong>, fundando-se, às margens deste, o povoado do mesmo nome.</p>
<p>Dada a riqueza dessas minas, <strong>Lençóis</strong> alçou da condição de distrito do Município de <strong>Santa Izabel do Paraguaçu</strong> (hoje <strong>Mucugê</strong>) em <strong>1852</strong>, à categoria de cidade, em <strong>1864</strong>. Tornou-se sede da Repartição dos <strong>Terrenos Diamantinos</strong> (que cuidava dos interesses fiscais), em <strong>1857</strong>, e centro comercial da região então chamada de <strong>Lavras Diamantinas</strong>.</p>
<p>Os produtos da lavoura dos rios <strong>São Francisco</strong> e de <strong>Contas</strong> e <strong>Utinga</strong>, bem como das cidades de <strong>Campestre</strong> (hoje <strong>Seabra</strong>) e <strong>Palmeiras</strong>, convergiam para a região, em especial para <strong>Lençóis</strong>, onde surgiram diversas concentrações de garimpos, como <strong>Marco</strong>, <strong>Capivaras</strong>, <strong>Bicas</strong>, <strong>Rabudo</strong>, <strong>Roncador</strong>, <strong>Barro Branco</strong> e muitos outros.</p>
<p>Referindo-se à importância das <strong>Lavras Diamantinas</strong> no contexto da <strong>Bahia</strong>, em <strong>1857</strong>, o então Presidente da Província, <strong>Cansansão do Sinimbu</strong>, afirmou que a descoberta das jazidas da <strong>Serra do Sincorá</strong> &#8220;mudou a condição de grande parte da população do interior&#8221;.</p>
<p>A extração mineral, por ser um trabalho simples, que não exigia qualificação técnica, garantiu &#8220;emprego e ocupação lucrativa&#8221; para muitas pessoas.</p>
<p>A sociedade local abrangia comerciantes e grandes negociantes de <strong>diamantes</strong>, proprietários de terras e de garimpos, pequenos comerciantes e compradores de <strong>diamantes</strong>, artesãos e funcionários e a grande massa da população garimpeira.</p>
<p>A população garimpeira era constituída principalmente de mão-de-obra desqualificada e marginalizada. Em geral, o indivíduo levado a garimpar o fazia pelas promessas que o garimpo representava, em termos de enriquecimento rápido e ascensão social.</p>
<p>A própria origem da figura do <strong>garimpeiro</strong> no <strong>Brasil</strong> atesta esse fato.</p>
<p>As primeiras populações garimpeiras surgiram na metade do século <strong>XVIII</strong>, depois da descoberta das jazidas de <strong>diamantes</strong> no <strong>Arraial do Tijuco</strong> (hoje <strong>Diamantina</strong>), em <strong>Minas Gerais</strong>, em <strong>1729</strong>, e eram constituídas de mestiços, negros alforriados, indivíduos sem recursos econômicos e sem escravos, não absorvidos pelo reduzido mercado de trabalho local.</p>
<p>Exploravam o <strong>diamante</strong> clandestinamente, pois a <strong>Coroa Portuguesa</strong>, logo em <strong>1731</strong>, mandou despejar todos os mineradores das lavras diamantinas, para demarcá-las e redistribuir os lotes das minas a indivíduos abastados.</p>
<p>Mais tarde, em <strong>1771</strong>, a exploração diamantífera foi totalmente proibida, passando a ser monopólio da <strong>Coroa</strong>.</p>
<p>A história da população garimpeira na <strong>Serra do Sincorá</strong> não foge a essa regra.</p>
<p>Os <strong>garimpeiros</strong> viviam em condições de extrema pobreza na sua região de origem: sem terras, sem recursos financeiros, excluídos do mercado de trabalho.</p>
<p>Mesmo na <strong>Serra do Sincorá</strong>, os <strong>garimpeiros</strong> não passaram da condição de pobreza e marginalidade social.</p>
<p>Aqueles poucos que bamburraram não souberam conservar as riquezas obtidas.</p>
<p>A primeira fase de prosperidade durou apenas 25 anos.</p>
<p>Nas décadas de <strong>1860</strong> e <strong>1870</strong>, a exploração das minas da <strong>África do Sul</strong> fez cair o preço do <strong>diamante</strong>, o que causou a decadência do comércio local. Nesses anos, os garimpos de <strong>Lençóis</strong> estavam praticamente abandonados.</p>
<p>Analisando-se o papel da região num contexto mais amplo, verifica-se que o <strong>diamante</strong> teve expressão na economia provincial na década de <strong>1850</strong>.</p>
<p>Entre <strong>1850</strong> e <strong>1878</strong> o <strong>diamante</strong> foi um dos cinco principais produtos de exportação da <strong>Bahia</strong>, em praticamente todos os anos.</p>
<p>Em <strong>1855</strong> e <strong>1856</strong>, chegou a contribuir com <strong>15,2%</strong> da exportação provincial. Ainda assim, o <strong>diamante</strong> não deslocou o eixo da hegemonia econômica do <strong>Recôncavo Baiano</strong> para o interior.</p>
<p>O <strong>açúcar</strong> era o principal produto da <strong>Província</strong>, embora sua produção estivesse em plena decadência.</p>
<p>No contexto nacional, a exploração diamantífera na <strong>Bahia</strong> não repetiu o ciclo da mineração em <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>No século <strong>XVIII</strong>, o <strong>diamante</strong> e o <strong>ouro</strong> foram os principais produtos de exportação do <strong>Brasil Colônia</strong>, mas, no século <strong>XIX</strong>, coube ao <strong>café</strong> esse papel, que participava com aproximadamente <strong>50%</strong> do valor das exportações, entre <strong>1850</strong> e <strong>1886</strong>.</p>
<p>No mesmo período, os <strong>diamantes</strong> contribuíram com menos de <strong>4%</strong> da exportação nacional, em praticamente todos os anos.</p>
<p>Um novo ciclo de <strong>diamantes</strong> ocorreu a partir de <strong>1883</strong>, quando passou a ter valor o <strong>carbonado</strong>, <strong>diamante negro</strong> empregado na perfuração de rochas que, naquela época, constituía produto exclusivo da região.</p>
<p>A produção começou a declinar em <strong>1900</strong>, mas a baixa produção e a alta demanda garantiram a ascensão dos preços até a <strong>Primeira Guerra Mundial</strong>. A partir de então, novos produtos industriais substituíram o <strong>carbonado</strong>, e a mineração voltou a cair na região.</p>
<p>Em <strong>1917</strong>, os seus habitantes já estavam em êxodo para &#8220;os sertões, para o <strong>Estado de São Paulo</strong>, para as obras de barragem do <strong>rio Paraguaçu</strong> e para o <strong>Estado do Paraná</strong>, onde foram descobertas minas de <strong>diamantes</strong> no <strong>rio Tibagi</strong>&#8220;.</p>
<p>Ainda assim, o <strong>diamante</strong> continuou sendo o principal produto da região até as primeiras décadas do século <strong>XX</strong>.</p>
<p>Em <strong>1920</strong>, havia em <strong>Lençóis</strong> <strong>1.651 garimpeiros</strong>, correspondendo a <strong>21%</strong> da população municipal (<strong>7.789 habitantes</strong>) e <strong>45,5%</strong> de sua massa trabalhadora.</p>
<p><strong>Herberto Sales</strong>, em seus romances <strong>Cascalho</strong> e <strong>Além dos Marimbus</strong>, oferece um retrato socioeconômico e paisagístico da região de <strong>Andaraí</strong> por volta dos anos <strong>1930</strong>.</p>
<p>As terras, divididas em grandes latifúndios, estavam sendo desmatadas para a implantação de pastagens. Mas o comércio de <strong>diamantes</strong> ainda consistia na base da economia regional e o <strong>garimpo</strong> continuava atraindo boa parte da mão-de-obra.</p>
<p>Em <strong>Lençóis</strong> na <strong>Chapada Diamantina</strong>, havia uma grande concentração de <strong>garimpeiros</strong> nos garimpos <strong>Bororó</strong> e <strong>Pulgas</strong>, por exemplo, entre <strong>1935</strong> e <strong>1938</strong>, cuja produção atraía grande número de jovens.</p>
<p>Dos <strong>3.747 garimpeiros</strong> aí registrados nesses anos, em torno de <strong>67%</strong> tinha entre <strong>15</strong> e <strong>29 anos</strong>.</p>
<p>Com o passar dos anos, a exploração manual entrou em colapso.</p>
<p>A decadência foi inevitável, dada a falta de atividades econômicas alternativas, e as famílias passaram a emigrar.</p>
<p>Dos <strong>22.230 habitantes</strong> presentes no Município de <strong>Lençóis</strong> em <strong>1900</strong>, restaram <strong>5.640</strong> em <strong>1980</strong>.</p>
<p>Na década de <strong>1980</strong>, quando o <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong> foi criado, a <strong>garimpagem</strong> manual estava praticamente extinta.</p>
<p>No Município de <strong>Lençóis</strong>, por exemplo, não havia mais que <strong>50 homens</strong> em atividade, todos com mais de <strong>40 anos</strong> de idade.</p>
<p>Esses <strong>garimpeiros</strong> eram, então, meros &#8220;faiscadores&#8221; circulando de uma área para outra, revolvendo garimpos antigos, próximos à cidade e ao longo da margem direita do <strong>rio São José</strong>.</p>
<p>Já não havia <strong>garimpeiros</strong> trabalhando nas serras mais interiores, difíceis de garimpar.</p>
<p>A produção extremamente reduzida desestimulava totalmente o interesse daqueles mais abastados e os jovens já não viam no <strong>garimpo</strong> um meio de vida.</p>
<p>A roça, a pesca, a caça e a criação de animais eram, então, as atividades que sustentavam os <strong>garimpeiros</strong>, muito mais do que a própria <strong>garimpagem</strong>.</p>
<p>A lavra de <strong>diamantes</strong> mecanizada nunca alcançou sucesso na região.</p>
<p>Em <strong>1926</strong>, foi criada a <strong>Companhia Brasileira de Exploração Diamantina</strong>, para exploração dos aluviões do <strong>Paraguaçu</strong>, em <strong>Andaraí</strong>, mas a empresa não prosperou, devido à baixa produção das jazidas.</p>
<p>Na década de <strong>1980</strong>, a área mais favorável a exploração diamantífera encontrava-se nos <strong>rios São José</strong> e <strong>Santo Antônio</strong>.</p>
<p>Ainda na década de <strong>1970</strong>, havia sido criada a <strong>PARADISA</strong> (Parque de Desenvolvimento e Saneamento do Interior da Bahia), com o objetivo de resgatar a cidade de <strong>Lençóis</strong> e o entorno.</p>
<p><strong>Lençóis</strong>, no entanto, ainda mantém suas referências no <strong>garimpo</strong> e, em <strong>1980</strong>, cerca de <strong>47%</strong> das famílias residentes em <strong>Lençóis</strong> tinham rendimento igual ou menor que um <strong>salário-mínimo</strong> ou não tinham rendimento algum.</p>
<h4>3. Chapada Turística</h4>
<p>O <strong>turismo</strong> tornou-se uma atividade emergente na <strong>região</strong> a partir da <strong>década de 1980</strong>. O primeiro passo, entretanto, ocorreu em <strong>1973</strong>, com o <strong>tombamento da cidade de Lençóis</strong> como <strong>Monumento Histórico Nacional</strong> pelo <strong>IPHAN</strong> (<strong>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</strong>).</p>
<p>Em <strong>1980</strong>, as cidades de <strong>Mucugê</strong> e <strong>Rio de Contas</strong> também foram <strong>tombadas</strong>.</p>
<p>Posteriormente, a criação do <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong> deu novo impulso à <strong>divulgação das belezas da região</strong>.</p>
<p>No início da <strong>década de 1990</strong>, a <strong>região</strong> ainda carecia de <strong>infraestrutura adequada</strong> para receber um <strong>fluxo intenso e constante de visitantes</strong>.</p>
<p>Além disso, havia pouca <strong>divulgação</strong> de suas <strong>belezas arquitetônicas e paisagísticas</strong>, bem como de sua <strong>importância histórica</strong> em nível nacional. A <strong>estruturação do turismo</strong> acontecia lentamente.</p>
<p>Mesmo assim, seus <strong>efeitos transformadores</strong> já eram perceptíveis, com a <strong>construção de novas casas e hotéis</strong> na cidade.</p>
<p>Nos <strong>anos 90</strong>, foi construído o <strong>Aeroporto de Lençóis</strong>, com capacidade para <strong>pouso e decolagem de jatos de grande porte</strong> de <strong>linhas comerciais</strong>. Atualmente, a cidade conta com <strong>voos regulares para Salvador</strong>.</p>
<p>Foram construídos, ainda, <strong>bons hotéis, pousadas e restaurantes</strong>, principalmente na cidade de <strong>Lençóis</strong>, considerada o <strong>principal portal de entrada</strong> para a <strong>Chapada</strong> e para o <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>.</p>
<p><strong>Veja também o <a href="https://bahia.ws/categoria/bahia-guia-de-turismo/chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener">Guia de Turismo da Chapada Diamantina</a></strong></p>
<p>Também nessa época, a <strong>região</strong> tornou-se conhecida <strong>nacional e internacionalmente</strong>.</p>
<p>Muitos <strong>turistas do Sudeste do Brasil e estrangeiros</strong> chegam à <strong>Chapada Diamantina</strong> por meio de <strong>pacotes turísticos</strong> adquiridos em seus locais de origem.</p>
<p><strong>Reportagens</strong> sobre a <strong>região</strong> em <strong>revistas de turismo, jornais e televisão</strong> tornaram-se frequentes.</p>
<p>O <strong>&#8220;Guia Quatro Rodas de 2006&#8221;</strong> indicou a <strong>Chapada Diamantina</strong> entre seus roteiros de &#8220;<strong>Brasil Imperdível</strong>&#8220;.</p>
<p>As atrações da <strong>região</strong> são inúmeras.</p>
<p>Além do <strong>casario colonial</strong> das principais cidades (<strong>Lençóis, Mucugê, Andaraí e Palmeiras</strong>), há diversos <strong>passeios</strong> pelo interior da <strong>serra</strong>, incluindo <strong>cachoeiras, piscinas naturais, paredões rochosos, paisagens deslumbrantes, corredeiras, grutas</strong> e <strong>locais de interesse histórico</strong>.</p>
<p>Alguns <strong>pontos turísticos</strong> situam-se no interior do <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>, enquanto outros estão em suas <strong>proximidades</strong>.</p>
<p>As principais <strong>bases de apoio</strong> para o acesso às atrações do <strong>norte e sul do parque</strong> são, respectivamente, as cidades de <strong>Lençóis</strong> – que possui <strong>boa infraestrutura hoteleira e gastronômica</strong> – e <strong>Mucugê</strong>, de <strong>menor porte</strong>, mas ainda assim equipada com <strong>quatro boas pousadas, outras menores e alguns restaurantes</strong>.</p>
<h3>Geografia, Clima e Paisagem da Chapada Diamantina</h3>
<h4>Localização e Extensão</h4>
<p>A Chapada Diamantina situa-se no centro do Estado da Bahia e abrange uma área de 50.610 km², estendendo-se no sentido Norte-Sul em forma de &#8220;Y&#8221;.</p>
<p><figure id="attachment_44913" aria-describedby="caption-attachment-44913" style="width: 687px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Relevo-da-Bahia-com-serras.gif" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44913 size-full" title="Relevo da Bahia com serras" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Relevo-da-Bahia-com-serras.gif" alt="Relevo da Bahia com serras" width="687" height="783" /></a><figcaption id="caption-attachment-44913" class="wp-caption-text">Relevo da Bahia com serras</figcaption></figure></p>
<h4>Clima e Condições Meteorológicas</h4>
<p>O clima da Chapada é condicionado pelo relevo, diferenciando-se do seu entorno, que é tipicamente árido. A região apresenta um clima tropical semiúmido, com temperaturas médias anuais entre 20°C e 24°C.</p>
<p>As serras da Chapada funcionam como uma barreira natural para as nuvens que vêm do mar em direção ao sertão, provocando chuvas frequentes, com média anual superior a 1000 mm. Em Lençóis, esse índice chega a 1400 mm.</p>
<p>Os meses mais chuvosos vão de novembro a março, enquanto os mais secos ocorrem de julho a outubro. No entanto, é comum a ocorrência de veranicos prolongados na estação chuvosa e chuvas contínuas nos meses mais frios.</p>
<h4>Relevo e Formação Geológica</h4>
<p>Em meio às depressões e planícies do sertão baiano, as montanhas, chapadas e planaltos da Serra do Espinhaço se destacam como um verdadeiro oásis. Essa cadeia montanhosa se estende para o sul, alcançando Minas Gerais.</p>
<p>Na Bahia, há dois sistemas montanhosos principais, ambos com orientação norte-sul: as serras da Borda Ocidental e as serras da Borda Oriental.</p>
<h4><strong>Serras da Borda Ocidental</strong></h4>
<p>As serras da Borda Ocidental abrigam os pontos mais altos da Bahia, como o Pico do Barbado (2.030 m), o Pico do Itobira (1.970 m) e o Pico das Almas (1.850 m).</p>
<p>Essa região foi um importante centro de mineração de ouro no século XVIII e inclui cidades históricas como Rio de Contas, Livramento de Nossa Senhora, Piatã e Ibitiara. Por sua relevância, essa área é conhecida turisticamente como &#8220;Circuito do Ouro&#8221;.</p>
<p>Além disso, abriga a Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra do Barbado, criada em 1993 e abrangendo 63.652 hectares.</p>
<h4>Serras da Borda Oriental</h4>
<p>A Serra do Sincorá, na Borda Oriental, possui cerca de 100 km de extensão, com altitudes variando entre 1.600 metros a oeste e menos de 400 metros a leste, na região dos Marimbus. Essa serra abriga o Parque Nacional da Chapada Diamantina e cidades como Lençóis, Andaraí e Mucugê.</p>
<p>Entre Andaraí e Mucugê, encontram-se as ruínas de Xique-Xique de Igatu, antiga vila de garimpeiros que teve grande importância na extração de diamantes no século XIX. Atualmente, essa região é chamada de &#8220;Circuito do Diamante&#8221;.</p>
<h4>Paisagens e Atrações Naturais</h4>
<p>A geologia da Chapada Diamantina formou elevações escarpadas icônicas, como os Morros do Camelo, Pai Inácio e Morrão. Estes compõem a paisagem mais famosa da região, localizada ao norte da Chapada, com o Morrão situado dentro dos limites do Parque Nacional.</p>
<p>A erosão fluvial moldou cânions profundos, de onde despencam impressionantes cachoeiras. Um dos exemplos mais famosos é a Cachoeira da Fumaça, que possui 340 metros de altura e está localizada próxima à vila de Caeté-Açu (Capão), no município de Palmeiras.</p>
<h4><strong>Grutas e Cavernas</strong></h4>
<p>Além das montanhas e cachoeiras, a Chapada Diamantina abriga inúmeras grutas e cavernas, resultado da erosão ao longo de milhões de anos. Entre as mais conhecidas estão Lapa Doce, Torrinha e Pratinha, situadas no interior da Área de Proteção Ambiental (APA) de Marimbus-Iraquara. Outras formações notáveis incluem o Poço Encantado, Poço Azul e Lapa do Bode, próximas à estrada que liga Andaraí a Itaetê.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-povoamento-da-chapada-diamantina-ba/">História do povoamento da Chapada Diamantina BA</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal</title>
		<link>https://bahia.ws/aquidauana-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 13:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Aquidauana]]></category>
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		<category><![CDATA[Colégio Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária de Aquidauana]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada-Parque Piraputanga - MS450]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)]]></category>
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		<category><![CDATA[Praça Afonso Pena (Dos Estudantes)]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=44818</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal, um dos mais belos ecossistemas do mundo e com muitas atrações turísticas. A cidade encanta com seus cenários únicos. O Rio Aquidauana deu nome ao município, sua origem vem do vocabulário dos índios da etnia Guaicuru, que significa rio estreito. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/aquidauana-ms/">A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal, um dos mais belos ecossistemas do mundo e com muitas atrações turísticas. A cidade encanta com seus cenários únicos.</p>
<p><figure id="attachment_44833" aria-describedby="caption-attachment-44833" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44833 size-large" title="Aquidauana - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-1024x575.jpg" alt="Aquidauana - MS" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-1536x863.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana.jpg 2047w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44833" class="wp-caption-text">Aquidauana &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p>O Rio Aquidauana deu nome ao município, sua origem vem do vocabulário dos índios da etnia Guaicuru, que significa rio estreito.</p>
<p>Atualmente, os índios que habitam o município são da etnia Terena, que formam uma população de mais de 9 mil indígenas, distribuídos em 09 aldeias. Ao lado da Estação Ferroviária está localizada a Feirinha Indígena, onde é comercializada a produção agrícola das aldeias.</p>
<p>Fundada em 15 de agosto de1892 por 05 pecuaristas, Aquidauana é uma cidade centenária, possui uma arquitetura colonial no Centro Histórico, às margens do rio Aquidauana e entorno da Igreja Matriz, alguns prédios são e outros estão em vias de se tornarem centenários.</p>
<p><figure id="attachment_44835" aria-describedby="caption-attachment-44835" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44835 size-large" title="Rio Aquidauana - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-1024x682.jpg" alt="Rio Aquidauana - MS" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-1536x1023.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-2048x1364.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Rio-Aquidauana-MS-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44835" class="wp-caption-text">Rio Aquidauana &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p>Além do Centro Histórico, em Aquidauana existem as ruínas da extinta cidadela de Santiago de Xerez, construída às margens do rio à 12 km do atual centro da cidade.</p>
<p>Está listada entre as primeiras 34 cidades construídas na América, de origem espanhola, Santiago de Xerez foi erguida em 1600 e destruída em 1632 pelos bandeirantes portugueses.</p>
<p>Outra característica natural de Aquidauana, além do Pantanal, é a Serra de Maracaju que possui belezas cênicas e bucólicas, típicas do interior, como morros escarpados, cachoeiras, praias de areia branca situadas às margens do rio.</p>
<p>Na região perpassa a MS 450, que por esses motivos em 2000, foi criada uma categoria de Unidade de Conservação, a Estrada Parque de Piraputanga com 42,4 Km às margens do rio Aquidauana.</p>
<p>Há também algumas cavernas catalogadas, com inscrições rupestres da época dos caçadores-coletores que habitaram essa região a milhares de anos atrás.</p>
<p>Suas belezas exuberantes, culturais e históricas possuem forte apelo.</p>
<p>No final do século XX, o turismo chegou às fazendas pantaneiras com o advento das gravações da novela Pantanal (da extinta Rede Manchete), que teve como cenário a Fazenda Rio Negro, de propriedade da tradicional família Rondon, isso no início da década de 1990.</p>
<p>O Pantanal de Aquidauana possui pousadas pantaneiras que permanecem em atividade e estão distribuídas pelo município, estas oferecem as mais variadas opções de lazer como passeio a cavalo, focagem noturna, safari fotográfico, caminhada, passeio de chalana, e o visitante ainda poderá desfrutar da típica gastronomia pantaneira.</p>
<p>Outro aspecto do turismo no município são os eventos que ocorrem durante o ano, como as competições de laçadas nos Clubes de Laço, a Festa da Sopa Paraguaia que é organizada pela colônia paraguaia, a ExpoAqui, o PiraFolia, o Encontro de Comitivas, a Festa do Peixe que também é uma atividade tradicional que fez a fama do rio Aquidauana, este é um evento de realização através da Prefeitura de Aquidauana, com o apoio da Colônia dos Pescadores.</p>
<p>Venha descobrir Aquidauana&#8230; Uma combinação de povo receptivo, de cultura forte e natureza concentrada.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/aquidauana-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Aquidauana.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Principais Pontos Turísticos de Aquidauana MS</h3>
<ol>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição</li>
<li>Casa Parachial Padre José May (casa dos padres)</li>
<li>Escola Parochial (Ginásio Imaculada Conceição &#8211; GIC)</li>
<li>Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição</li>
<li>Museu de Arte Pantaneira</li>
<li>Praça Afonso Pena (Dos Estudantes)</li>
<li>Igreja Santo Afonso &#8211; Igreja de Pedra &#8211; Aldeia Limão Verde</li>
<li>Estação Ferroviária de Aquidauana</li>
<li>Colégio Modelo</li>
<li>Ponte Roldão Carlos de Oliveira (Velha ou da Amizade)</li>
<li>9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)</li>
<li>Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)</li>
<li>Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida</li>
<li>Estrada-Parque Piraputanga &#8211; MS 450</li>
</ol>
<h4 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">1. Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição</h4>
<p>Construção da década de 1930, em estilo arquitetônico com características das construções góticas.</p>
<p><figure id="attachment_44819" aria-describedby="caption-attachment-44819" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44819 size-large" title="Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-1024x748.png" alt="Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" width="800" height="584" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-1024x748.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-300x219.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-768x561.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-800x585.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em.png 1478w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44819" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44838" aria-describedby="caption-attachment-44838" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44838 size-large" title="Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1024x685.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1024x685.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1536x1028.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-2048x1370.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44838" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44840" aria-describedby="caption-attachment-44840" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44840 size-large" title="Vista da Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1024x683.jpg" alt="Vista da Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Vista-da-Igreja-Nossa-Senhora-da-Imaculada-Conceicao-em-Aquidauana-MS-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44840" class="wp-caption-text">Vista da Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição em Aquidauana MS</figcaption></figure></p>
<p>A responsabilidade do projeto pode ser atribuída ao engenheiro paulista Alexandre Albuquerque, que trabalhou na equipe responsável pela construção da Catedral da Sé, em São Paulo-SP.</p>
<p>Por muito tempo afirmou-se que a idealização teria sido do construtor Francisco Luciano Seccomani, italiano que chegou a Aquidauana nos anos iniciais do séc. XX, e que era o encarregado das obras.</p>
<p>Hoje é a Igreja Matriz da Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição, está sob tutela dos missionários redentoristas, que foram os responsáveis por sua edificação. Pertence a Cúria Diocesana de Jardim MS. Praça Nossa Senhora da Imaculada Conceição, s/nº &#8211; Centro.</p>
<h4>2. Casa Parachial Padre José May (casa dos padres)</h4>
<p>Construção da década de 1930 é a residência dos Missionários Redentoristas que atuam na Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição e da equipe missionária itinerante da Congregação do Santíssimo Redentor.</p>
<p><figure id="attachment_44822" aria-describedby="caption-attachment-44822" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44822 size-loop-large" title="Casa Parachial Padre José May em Aquidauana MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-800x537.png" alt="Casa Parachial Padre José May em Aquidauana MS" width="800" height="537" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-800x537.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-1024x687.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-1536x1031.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Casa-Parachial-Padre-Jose-May-2048x1375.png 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44822" class="wp-caption-text">Casa Parachial Padre José May em Aquidauana MS</figcaption></figure></p>
<p>A casa tem estilo arquitetônico semelhante às demais construções sob responsabilidade dos Redentoristas nas cidades da região, como pode ser observado nos municípios de Miranda, Bela Vista e Ponta Porã. Pertence a Província de Campo Grande da Congregação do Santíssimo Redentor. Praça Nossa Senhora da Imaculada Conceição, s/nº &#8211; Centro.</p>
<h4>3. Escola Parochial (Ginásio Imaculada Conceição &#8211; GIC)</h4>
<p><figure id="attachment_44824" aria-describedby="caption-attachment-44824" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44824 size-large" title="Escola Parochial (Ginásio Imaculada Conceição - GIC) - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-1024x687.png" alt="Escola Parochial (Ginásio Imaculada Conceição - GIC) - MS" width="800" height="537" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-1024x687.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-768x516.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-1536x1031.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-2048x1375.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Escola-Parochial-Ginasio-Imaculada-Conceicao-GIC-MS-800x537.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44824" class="wp-caption-text">Escola Parochial (Ginásio Imaculada Conceição &#8211; GIC) &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p>O ano de 1931 marcou uma nova fase para a recém-criada Missão Redentorista de Aquidauana. Após a reunião de outubro do ano anterior, o Pe. Francís solícitou ao Pe. Estevão Heigenhauser, em S. Paulo, que lhe indicasse alguma Congregação religiosa feminina para dirigir as escolas que pretendia criar em todas as paróquias.</p>
<p>Pe. Estevão simplesmente atravessou a rua que separava a residência dos padres redentoristas da Casa Provincial das Irmãs Vicentinas atrás da Igreja da Penha, em São Paulo, e conversou com a madre provincial.</p>
<p>No dia 20 de janeiro a madre provincial e mais duas irmãs vicentinas estiveram em Aquidauana para um reconhecimento de seu futuro campo apostólico. No dia 09 de março de 1931, começou a funcionar a primeira escola paroquial em Aquidauana com o nome de “Colégio de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro”, sob a orientação das Irmãs Vicentinas. Mais tarde recebeu o nome de “Ginásio Imaculada Conceição” – GIC, e formou milhares de estudantes desde o então curso primário até o ginasial.</p>
<p>Construção da década de 1930 funcionou até a década de 1970 como escola, sempre ligada a religiosos católicos, ficou na memória popular como o Ginásio Imaculada Conceição &#8211; GIC. Tem estilo arquitetônico semelhante as demais construções sobre responsabilidade dos Redentoristas nas cidades da região, como pode ser observado nos municípios de Miranda, Bela Vista e Ponta Porã. Pertence a Província de Campo Grande da Congregação do Santíssimo Redentor. Praça Nossa Senhora da Imaculada Conceição, s/nº &#8211; Centro.</p>
<h4>4. Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição</h4>
<p><figure id="attachment_44826" aria-describedby="caption-attachment-44826" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44826 size-large" title="Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição em Aquidauana - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-1024x683.jpg" alt="Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição em Aquidauana - MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Nossa-Senhora-Imaculada-Conceicao-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44826" class="wp-caption-text">Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição em Aquidauana &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p style="font-weight: 400;">Nesta área da praça que se reuniram os fundadores e que foi lavrada a ata de fundação da cidade, sob uma sombra de frondosa árvore de acury. Marco inicial das primeiras construções, sendo estas as mais antigas da cidade. Rua Praça Nossa Senhora Imaculada Conceição, Centro.</p>
<h4>5. Museu de Arte Pantaneira</h4>
<p><figure id="attachment_44828" aria-describedby="caption-attachment-44828" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-scaled.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44828 size-large" title="Museu de Arte Pantaneira em Aquidauana - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-1024x684.webp" alt="Museu de Arte Pantaneira em Aquidauana - MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-1024x684.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-300x201.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-768x513.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-1536x1027.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-2048x1369.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-800x535.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-de-Arte-Pantaneira-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44828" class="wp-caption-text">Museu de Arte Pantaneira em Aquidauana &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p>Construção da década de 1918, edificada por ordem do Sr. Manoel Antônio Paes de Barros, um dos organizadores do povoado inicial, tinha cunho residencial. Ao longo dos anos foi ocupada por várias atividades, públicas e privadas.</p>
<p>Em 1998 instituído, no local, o Museu de Arte Pantaneira. Tem um estilo arquitetônico neocolonial acompanhando as demais construções do entorno. Pertence ao Poder Público Municipal.</p>
<h4>6. Praça Afonso Pena (Dos Estudantes)</h4>
<p><figure id="attachment_44830" aria-describedby="caption-attachment-44830" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44830 size-full" title="Praça Afonso Pena (Dos Estudantes) em Aquidauana - MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes.png" alt="Praça Afonso Pena (Dos Estudantes) em Aquidauana - MS" width="800" height="548" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes-300x206.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes-768x526.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Afonso-Pena-Dos-Estudantes-80x55.png 80w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44830" class="wp-caption-text">Praça Afonso Pena (Dos Estudantes) em Aquidauana &#8211; MS</figcaption></figure></p>
<p>Praça dos Estudantes como é conhecida popularmente, oferece uma grande área de lazer com parque infantil, espaço para jogos de mesa e uma concha acústica para eventos. Rua Sete de Setembro, Centro.</p>
<h4>7. Igreja Santo Afonso &#8211; Igreja de Pedra &#8211; Aldeia Limão Verde</h4>
<p><figure id="attachment_44843" aria-describedby="caption-attachment-44843" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44843 size-large" title="Igreja Santo Afonso - Igreja de Pedra - Aldeia Limão Verde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-1024x575.jpg" alt="Igreja Santo Afonso - Igreja de Pedra - Aldeia Limão Verde" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-1536x863.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Igreja-Santo-Afonso-Igreja-de-Pedra-Aldeia-Limao-Verde.jpg 2047w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44843" class="wp-caption-text">Igreja Santo Afonso &#8211; Igreja de Pedra &#8211; Aldeia Limão Verde</figcaption></figure></p>
<p>A Igreja Católica fica no entroncamento da estrada com a via principal do centro da aldeia.</p>
<p>Os Padres Redentoristas, em 1932, com a ajuda de duas Irmãs Vicentinas e utilizando-se de quatro carroças, trouxeram as pedras para construírem o templo que, de início, também serviu de escola. O pedreiro chefe era português, José Maria da Cruz.</p>
<h4>8. Estação Ferroviária de Aquidauana</h4>
<p><figure id="attachment_44845" aria-describedby="caption-attachment-44845" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-scaled.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44845 size-large" title="Estação Ferroviária de Aquidauana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-1024x683.webp" alt="Estação Ferroviária de Aquidauana" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-1536x1025.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-2048x1367.webp 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estacao-Ferroviaria-de-Aquidauana-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44845" class="wp-caption-text">Estação Ferroviária de Aquidauana</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Estação Ferroviária de Aquidauana começou a ser construída em 1908 e foi inaugurada em 21 de dezembro de 1912, originalmente era um prédio com uma pequena plataforma, no estilo das estações da época (Piraputanga, Camisão e Taunay).</p>
<p>O movimento na estação fez com que o centro comercial que antes estava concentrado às margens do rio Aquidauana, fosse aos poucos se transferindo para as proximidades da estação. Foi por muitas décadas o principal meio de transporte para a população.</p>
<p>Na década de 1960, a antiga estação foi reformada com a estrutura que se conhece atualmente, mais ampla e moderna com os traços retos (arquitetura característica da época, devido aos traços de Brasília).</p>
<p>Em 1996, o trem de passageiros parou de percorrer os trilhos, ficando apenas o trem de transporte de cargas.</p>
<p>No ano de 2009 passou por uma revitalização e começou a circular o trem turístico Pantanal Express, trazendo turistas para conhecerem as belezas do Pantanal sul-mato-grossense, tendo suas atividades encerradas em 2013.</p>
<p>Hoje a estação tem um novo sentido para nossa cidade, atualmente, no local existe um restaurante, o Estação Pantaneira, a Sala do Empreendedor de Aquidauana, a Casa do Artesão e o CAT (Centro de Atendimento ao Turista).</p>
<h4>9. Colégio Modelo</h4>
<p><figure id="attachment_44847" aria-describedby="caption-attachment-44847" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44847 size-large" title="Colégio Modelo em Aquidauana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-1024x684.jpg" alt="Colégio Modelo em Aquidauana" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-1536x1027.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-2048x1369.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Colegio-Modelo-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44847" class="wp-caption-text">Colégio Modelo em Aquidauana</figcaption></figure></p>
<p>Construção de 1930 foi uma das primeiras escolas da cidade, e o primeiro grupo escolar público. Nos últimos anos funcionava no local a Escola Estadual Antônio Corrêa, que encerrou suas atividades no final de 2008.</p>
<p>É de propriedade do Estado de Mato Grosso do Sul, que cedeu o prédio ao município que abrigou por um período a Casa das Fundações de Cultura, Turismo e de Esporte &#8211; Endereço: Rua Teodoro Rondon, s/nº &#8211; Centro.</p>
<h4>10. Ponte Roldão Carlos de Oliveira (Velha Ou da Amizade)</h4>
<p><figure id="attachment_44849" aria-describedby="caption-attachment-44849" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44849 size-full" title="Ponte Roldão Carlos de Oliveira (Velha Ou da Amizade)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade.jpg" alt="Ponte Roldão Carlos de Oliveira (Velha Ou da Amizade)" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ponte-Roldao-Carlos-de-Oliveira-Velha-Ou-da-Amizade-98x55.jpg 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44849" class="wp-caption-text">Ponte Roldão Carlos de Oliveira (Velha Ou da Amizade)</figcaption></figure></p>
<p>Sua construção iniciou em 1918 sobre pilares de pedras e lastros de madeira, foi inaugurada em 19 de dezembro de 1921, foi a primeira ligação não fluvial entre as duas partes da cidade, a margem esquerda, hoje Anastácio, e na região central Aquidauana.</p>
<p>Sua arquitetura chama à atenção, e esta foi adaptação de uma ponte ferroviária, de tecnologia inglesa que por várias décadas serviu como única ligação com o município vizinho Anastácio.</p>
<p>Em 13 de outubro de 1950, teve seu fechamento interrompido para veículos pesados, devido possuir 23 metros de altura e 63m de comprimento, também cruza o rio Aquidauana que deu nome ao município.</p>
<p>Sua utilização é muito importante para o trânsito nas regiões. &#8211; Endereço: Rua Praça Nossa Senhora da Imaculada Conceição.</p>
<h4>11. 9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)</h4>
<p><figure id="attachment_44852" aria-describedby="caption-attachment-44852" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44852 size-large" title="9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-1024x683.jpg" alt="9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/9o-Batalhao-de-Engenharia-e-Combate-Batalhao-Carlos-Camisao-9o-BEC.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44852" class="wp-caption-text">9º Batalhão de Engenharia e Combate “Batalhão Carlos Camisão” (9º BEC)</figcaption></figure></p>
<p style="font-weight: 400;">A construção do prédio iniciou em 1920, sendo finalizada em 1923. Abrigou várias corporações do Exército Brasileiro, pela localização estratégica em que se encontra o município. Desde sua criação em 06/out/1942, foi incorporado à Força Expedicionária Brasileira, para os combates na Segunda Guerra Mundial, onde estiveram mais de 700 homens ligados a esta unidade militar.</p>
<p style="font-weight: 400;">É um marco na história do Exército, sendo a primeira tropa brasileira a entrar em combate na campanha da Itália, participou com êxito das batalhas de Monte Castelo, Castelnuovo e Montese. Subordinado ao Comando Militar do Oeste, forma contingentes de reservistas e qualifica para o mercado de trabalho. Faz-se presente na comunidade local, principalmente em situações de calamidade, além de prestar serviços de construção para os governos locais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em algumas situações, participa das campanhas de multivacinação. É de propriedade do Ministério do Exército.</p>
<p style="font-weight: 400;">Carlos de Morais Camisão, coronel que liderou a tropa da Retirada da Laguna, durante a Guerra do Paraguai. Nasceu no Rio de Janeiro (08/mai/1821) e morreu de cólera em Jardim/MS (29/mai/1867). Recebeu condecorações de diversas ordens da época: Ordem de Cristo (1849), Imperial Ordem da Rosa (1849) e Ordem de Avis (1860).</p>
<p style="font-weight: 400;">Guerra do Paraguai ou Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em abril de 1865, partiu do Rio de Janeiro uma coluna que ganhou reforço em Uberaba/MG, formando uma coluna militar com 3.000 homens para combater os paraguaios. Esta guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É chamada de Guerra da Tríplice Aliança, na Argentina e Uruguai, e de Grande Guerra, no Paraguai.</p>
<p style="font-weight: 400;">Retirada de Laguna episódio marcante da Guerra do Paraguai, quando em janeiro de 1867 o coronel Calos Camisão assumiu o comando da coluna, então reduzida a 1.680 homens, e decidiu invadir o território paraguaio, onde penetrou até ao atual município de Bela Vista/MS, em abril.</p>
<p style="font-weight: 400;">A tropa ficou bem distante da fronteira brasileira, e sem alimento suficiente foi afetada pela cólera, o tifo e pelo beribéri. Com isto, a tropa brasileira foi forçada a se retirar sob os constantes ataques da cavalaria paraguaios.</p>
<p style="font-weight: 400;">Da tropa que chegou cerca de 3.000 homens, apenas 700 chegaram às linhas brasileiras em Coxim/MS, em junho de 1868. Foi retratada no romance de Visconde de Taunay – A Retirada da Laguna (que era na época um jovem oficial) que descreve toda a epopéia e descreve também a região de Aquidauana e Anastácio.</p>
<h4>12. Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)</h4>
<p><figure id="attachment_44854" aria-describedby="caption-attachment-44854" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44854 size-large" title="Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-1024x683.jpg" alt="Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Marechal-Jose-Machado-Lopes-9o-BEC-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44854" class="wp-caption-text">Museu Marechal José Machado Lopes (9º BEC)</figcaption></figure></p>
<p style="font-weight: 400;">Localizado nas instalações do Batalhão Carlos Camisão, criado para receber o acervo composto pelo que é considerado o maior troféu de guerra conquistado pelo Brasil, uma bandeira alemã apreendida na região de Scodogna, (1m50cm por 2m50cm, capturada pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), durante a Campanha da Itália (1944-1945), fotos documentos e objetos usados pelos soldados.</p>
<p style="font-weight: 400;">O 9º Batalhão de Engenharia, que foi a primeira tropa a entrar em combate na Campanha da Itália, e o único batalhão da engenharia militar brasileira a participar da 2ª Guerra Mundial. Rua Duque de Caxias, s/nº &#8211; Bairro Alto.</p>
<h4>13. Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida</h4>
<p><figure id="attachment_44856" aria-describedby="caption-attachment-44856" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44856 size-large" title="Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-1024x683.jpg" alt="Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Natural-Municipal-da-Lagoa-Comprida-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44856" class="wp-caption-text">Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida</figcaption></figure></p>
<p>Existe na área urbana de Aquidauana uma lagoa denominada Comprida. Localiza-se distante em torno de 1,5 km do baixo curso do córrego João Dias.</p>
<p>Com preocupações ambientais, a prefeitura criou o Parque Natural Municipal da Lagoa Comprida com o objetivo de preservar o ecossistema natural de grande relevância ecológica e beleza cênica, protegendo o patrimônio natural e cultural da região.</p>
<p>O Parque da Lagoa Comprida é um espaço de contemplação e lazer, já que oferta para a população espaços livres para interação, quadra de vôlei de areia e pista de caminhada, além da paisagem deslumbrante que ajuda inclusive na saúde mental das pessoas, além de possuir enorme importância na conservação do sistema urbano da cidade.</p>
<h4>14. Estrada-Parque Piraputanga &#8211; MS 450</h4>
<p><figure id="attachment_44858" aria-describedby="caption-attachment-44858" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44858 size-large" title="Estrada-Parque Piraputanga - MS450" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-1024x682.jpg" alt="Estrada-Parque Piraputanga - MS450" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-1536x1023.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-2048x1364.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Estrada-Parque-Piraputanga-MS450-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44858" class="wp-caption-text">Estrada-Parque Piraputanga &#8211; MS450</figcaption></figure></p>
<p>Com 10.108 hectares, esta Área de Proteção Ambiental(APA) foi criada em 2000 e compreende um trecho de 42,5 quilômetros contínuos de estrada entre Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti.</p>
<p>Com beleza cênica singular e atrativos naturais, a Estrada Parque Piraputanga é constituída de cerrado e serras, sendo habitat de inúmeras espécies de animais.</p>
<p>Objetivos: proteger o conjunto paisagístico, ecológico e histórico cultural, promover a recuperação da bacia hidrográfica do Rio Aquidauana, e formações da Serra de Maracaju, compatibilizando-as com o uso racional dos recursos ambientais e ocupação ordenada do solo, garantindo qualidade ambiental e de vida das comunidades autóctones.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/aquidauana-ms/">A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Turismo e Natureza em Coxim MS</title>
		<link>https://bahia.ws/turismo-e-natureza-em-coxim-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 10:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Balneário 13 de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Balneário Canuto]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira das Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo Redentor do Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Letreiro das Monções]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial Henrique de Melo Spengler]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Arqueológico e Histórico de Coxim]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Temático do Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Noêmia Serrou Camy]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Zacarias Mourão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Coxim pertence a região centro-oeste do estado do Mato Grosso do Sul. Inicialmente índios caiapós habitavam em Coxima e a cidade era conhecida pelos índios como &#8220;Portal Monçoeiro do Pantanal&#8221;, &#8220;Capital do Peixe&#8221; e &#8220;Terra do Pé-de-cedro&#8221;. A cidade de Coxim está situada na borda setentrional da Bacia do Alto [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/turismo-e-natureza-em-coxim-ms/">Turismo e Natureza em Coxim MS</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Coxim pertence a região centro-oeste do estado do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Inicialmente índios caiapós habitavam em Coxima e a cidade era conhecida pelos índios como &#8220;Portal Monçoeiro do Pantanal&#8221;, &#8220;Capital do Peixe&#8221; e &#8220;Terra do Pé-de-cedro&#8221;.</p>
<p>A cidade de Coxim está situada na borda setentrional da Bacia do Alto Paraguai.</p>
<p>Coxim é um dos principais pontos de pesca do país, atraindo milhares de turistas, pescadores amadores, que buscam as águas piscosas dos rios Taquari, Coxim, Jauru e Piqueri.</p>
<p>A cidade possui um centro econômico e turístico regional, sendo nacionalmente conhecida por abrigar diversos ícones paisagísticos, como as cachoeiras: Salto, Palmeiras e os Rios Taquari e Coxim.</p>
<p>Coxim é o maior município da região norte de Mato Grosso do Sul, sendo o mais populoso também.</p>
<p><figure id="attachment_44776" aria-describedby="caption-attachment-44776" style="width: 415px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/mapa-das-cidades-do-estado-de-mato-grosso-do-sul.gif" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44776 size-full" title="mapa das cidades do estado de mato grosso do sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/mapa-das-cidades-do-estado-de-mato-grosso-do-sul.gif" alt="mapa das cidades do estado de mato grosso do sul" width="415" height="415"/></a><figcaption id="caption-attachment-44776" class="wp-caption-text">mapa das cidades do estado de mato grosso do sul</figcaption></figure></p>
<p>A cerca de 250 km ao norte de Campo Grande, Coxim ressurge no cenário turístico de Mato Grosso do Sul. O destino continua famoso pelas memoráveis pescarias, mas o foco agora é na contemplação da natureza e nas artes.</p>
<p><figure id="attachment_44808" aria-describedby="caption-attachment-44808" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44808 size-loop-large" title="Cidade de Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-800x530.webp" alt="Cidade de Coxim MS" width="800" height="530" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-800x530.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-300x199.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-768x509.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cidade-de-Coxim-MS.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44808" class="wp-caption-text">Cidade de Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>O acesso é pela BR-163, com grande extensão de pistas duplicadas, intercaladas com três pedágios e boas paradas. Há opções de passeios, hospedagens e pratos deliciosos (especialmente de peixes) para todos os gostos e bolsos.</p>
<p>O município de Coxim localiza-se estrategicamente entre os biomas Cerrado, a leste, e Pantanal, a oeste, tendo a cidade sido fundada no encontro do rio Coxim com o rio Taquari, um dos principais formadores do Pantanal.</p>
<p>Surgiu em 1729 como um entreposto comercial das Monções, expedições fluviais que percorriam mais de 3 mil km entre a Capitania de São Paulo até a vila de Cuiabá, onde a descoberta de ouro em 1719 alavancou um movimento migratório intenso por mais de um século, contribuindo com a consolidação da fronteira oeste do Brasil.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/turismo-e-natureza-em-coxim-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Coxim-no-MS-Pantanal-BRASIL.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Coxim possui um grande número de hotéis, ranchos e pousadas. A cidade é um dos principais pontos de pesca do Brasil.&nbsp;</p>
<h3>Principais Pontos Turísticos de Coxim MS</h3>
<p><figure id="attachment_44774" aria-describedby="caption-attachment-44774" style="width: 328px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-de-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44774 size-full" title="Mapa de Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-de-Coxim-MS.jpg" alt="Mapa de Coxim MS" width="328" height="519" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-de-Coxim-MS.jpg 328w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-de-Coxim-MS-190x300.jpg 190w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-de-Coxim-MS-35x55.jpg 35w" sizes="(max-width: 328px) 100vw, 328px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44774" class="wp-caption-text">Mapa de Coxim MS</figcaption></figure></p>
<ol>
<li>Praça Zacarias Mourão</li>
<li>Cristo Redentor do Pantanal</li>
<li>Parque Temático do Pantanal</li>
<li>Praça Noêmia Serrou Camy (Praça do Flutuante)</li>
<li>Museu Arqueológico e Histórico de Coxim</li>
<li>Memorial Henrique de Melo Spengler</li>
<li>Balneário 13 de Maio</li>
<li>Balneário Canuto</li>
<li>Cachoeira das Palmeiras</li>
<li>Letreiro das Monções</li>
<li>Passeios de canoa</li>
<li>Pescarias</li>
</ol>
<p>O rio Taquari é o maior afluente do Pantanal brasileiro, isso quer dizer que Coxim é o lugar certo para conhecer todas as belezas desse bioma incrível.</p>
<p>Ao experienciar Turismo e Natureza em Coxim você encontrará opções de passeio de barco e chalana, avistamento de fauna e flora, banho de cachoeira, visita a sítios arqueológicos, museus e atrativos naturais de uma cidade ribeirinha que ama receber visitantes</p>
<h4>1. Praça Zacarias Mourão</h4>
<p>Praça pública símbolo de Coxim onde está localizado o famoso Pé de Cedro plantado pelo cantor e compositor Zacarias Mourão, célebre expoente da arte Coxinense que projetou o município a nível nacional com a música Pé de Cedro.</p>
<p><figure id="attachment_44779" aria-describedby="caption-attachment-44779" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Zacarias-Mourao-em-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44779 size-featured" title="Praça Zacarias Mourão em Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Zacarias-Mourao-em-Coxim-MS-823x550.jpg" alt="Praça Zacarias Mourão em Coxim MS" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Zacarias-Mourao-em-Coxim-MS-823x550.jpg 823w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Praca-Zacarias-Mourao-em-Coxim-MS-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44779" class="wp-caption-text">Praça Zacarias Mourão em Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>Revitalizada entre os anos de 2021/21 hoje a praça está impecavelmente decorada e adequada ao uso público, ao lazer e as atividades culturais coxinenses.</p>
<h4>2. Cristo Redentor do Pantanal</h4>
<p>Localizado no início da estrada pantaneira, próximo a UFMS, a estátua de 20 m de altura estende os braços para a cidade. São mais de 400 degraus até chegar ao topo e a magnífica visão de Coxim banhada pelo rio Taquari e por uma natureza exuberante.</p>
<p><figure id="attachment_44781" aria-describedby="caption-attachment-44781" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cristo-Redentor-do-Pantanal-em-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44781 size-featured" title="Cristo Redentor do Pantanal em Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Cristo-Redentor-do-Pantanal-em-Coxim-MS-1280x550.jpg" alt="Cristo Redentor do Pantanal em Coxim MS" width="800" height="344"/></a><figcaption id="caption-attachment-44781" class="wp-caption-text">Cristo Redentor do Pantanal em Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>Local de devoção religiosa e contemplação, com uma réplica de 20m de altura do monumento do Rio de Janeiro, construído por iniciativa de dois amigos empresários da cidade, devotos do Cristianismo.</p>
<p>Localiza-se em um morro no início da estrada Pantaneira. Uma escadaria de mais de 430 degraus leva ao ponto aonde o Cristo recebe os visitantes de braços abertos e abençoa a cidade de Coxim.</p>
<p>O acesso é gratuito e os únicos pedidos dos proprietários são para que os visitantes mantenham o local limpo e respeitem a natureza. Há ainda trilhas no morro que levam a mirantes do poente do Rio Taquari. Quem opta pelas trilhas deve fazer acompanhado de guias locais.</p>
<h4>3. Parque Temático do Pantanal</h4>
<p>O Parque Temático do Pantanal, idealizado pelo artista plástico José Alves Branco Correa, é um livro de barro a céu aberto contando parte da História de Coxim, do Centro Oeste e do Brasil colonial.</p>
<p><figure id="attachment_44783" aria-describedby="caption-attachment-44783" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44783 size-loop-large" title="Parque Temático do Pantanal em Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-800x600.jpg" alt="Parque Temático do Pantanal em Coxim MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Parque-Tematico-do-Pantanal-em-Coxim-MS.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44783" class="wp-caption-text">Parque Temático do Pantanal em Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>Entre estátuas, esculturas, bustos e obras em barro e concreto, em meio aos jardins e árvores típicas dos biomas pantanal e cerrado, encontram-se salas ricamente decoradas com objetos e antiguidades de cerâmica, bronze e porcelana, entre outros. Av. Márcio Lima Nantes, 1020 &#8211; Vila Santa Marta.</p>
<h4>4. Praça Noêmia Serrou Camy (Praça do Flutuante)</h4>
<p>A praça Noêmia Serrou Camy (notável cidadã coxinense), também é chamada de Praça do Flutuante. Fica na orla central do município às margens do rio Taquari. Tem cerca de 350 m de extensão, play-ground, bancos à vontade, paisagem exuberante e muita sombra para descansar.</p>
<p>Completamente reformada e iluminada entre 2020 e 2021 a praça tem uma edificação construída sobre o rio. Atualmente ali funciona um restaurante de alta gastronomia chamado Ahau, que serve pratos que vão desde o peixe pantaneiro até os frutos do mar.</p>
<p>Para observadores de pássaros, chegar á praça ao alvorecer é deparar-se com uma orquestra de mil passarinhos cantando, um passeio inesquecível para os amantes da natureza.</p>
<h4>5. Museu Arqueológico e Histórico de Coxim &#8211; MAHC</h4>
<p>Situado ao lado da praça do Pé de Cedro, no centro de Coxim, o MAHC cumpre papel de destaque na preservação de um acervo que conta a História da cidade, da região e da população Coxinense.</p>
<p><figure id="attachment_44787" aria-describedby="caption-attachment-44787" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44787 size-loop-large" title="Museu Arqueológico e Histórico de Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-800x533.jpg" alt="Museu Arqueológico e Histórico de Coxim MS" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Museu-Arqueologico-e-Historico-de-Coxim-MS.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44787" class="wp-caption-text">Museu Arqueológico e Histórico de Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>Entre as raridades do acervo estão peças que vão desde a pré-história até o fim do século XX, como fósseis de milhares de anos, artefatos líticos, urnas funerárias, objetos do antigo garimpo de diamantes, entre outros que preservam parte da identidade do povo Coxinense. A visitação é gratuita.</p>
<h4>6. Memorial Henrique de Melo Spengler &#8211; MHMS</h4>
<p>Patrimônio arquitetônico e Histórico de Coxim foi a última residência do historiador e artista-plástico Henrique de Melo Spengler, que dedicou a vida à valorização da cultura e da identidade do povo sul-matogrossense.</p>
<p>No acervo é possível encontrar obras que retratam a cultura nativo-americana, especialmente a do povo Kadiwéu, remanescentes da etnia Mbayá-Guaicuru, a cultura monçoeira, responsável pela colonização no centro oeste brasileiro, além de obras de arte do próprio artista.</p>
<h4>7. Balneário 13 de Maio</h4>
<p>À cerca de 10 km do centro da cidade o Balneário é banhado pelo córrego fortaleza, de águas cristalinas e transparentes, opção agradável para apreciar a natureza tomando banho de cachoeira.</p>
<p><figure id="attachment_44801" aria-describedby="caption-attachment-44801" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44801 size-loop-large" title="Balneário 13 de maio é um dos principais atrativos de Coxim." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-800x600.jpg" alt="Balneário 13 de maio é um dos principais atrativos de Coxim." width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Balneario-13-de-maio-e-um-dos-principais-atrativos-de-Coxim.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44801" class="wp-caption-text">Balneário 13 de maio é um dos principais atrativos de Coxim.</figcaption></figure></p>
<p>A estrutura conta com área ara camping, banheiros, restaurante e quartos para hospedagem.</p>
<h4>8. Balneário Canuto</h4>
<p>Situado à 10 Km de Coxim o Balneário Canuto conta com pousada, restaurante, área para camping e motor home, piscina de água corrente, trilhas ecológicas para observação da fauna e flora e bóia-cross.</p>
<h4>9. Cachoeira das Palmeiras</h4>
<p>Um dos cartões postais mais reverenciados de Coxim, onde o rio Taquari se espraia por um trecho largo em degraus formando uma bela paisagem, aonde o fenômeno da migração dos peixes em sua época de reprodução – a piracema – pode ser admirado com os saltos de belos exemplares de piaus, piraputangas e até mesmo dourados.</p>
<p>Ao longo de décadas gerações de pescadores de todo o Brasil passaram por ali, e o local foi eternizado nas páginas da revista Veja em 1979, mostrando a abundância dos recursos pesqueiros à época.</p>
<p>O local oferece hospedagem, área para camping, serviço de guia de pesca, bar e restaurante. Fica a cerca de 30km da cidade de Coxim pela BR-163, sentido Norte.</p>
<h4>10. Letreiro das Monções</h4>
<p>Laje natural à margem esquerda do rio Coxim com inscrições deixadas pelos navegadores das Monções do século XIX, na qual escreviam a data e os nomes de suas expedições da época do Império.</p>
<p><figure id="attachment_44803" aria-describedby="caption-attachment-44803" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44803 size-loop-large" title="Letreiro das Monções em Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-800x800.jpg" alt="Letreiro das Monções em Coxim MS" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Letreiro-das-Moncoes-em-Coxim-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44803" class="wp-caption-text">Letreiro das Monções em Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>O sítio histórico é protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e fica a cerca de duas horas de barco à montante do rio Coxim, na Cachoeira do Quatro Pé.</p>
<h4>11. Passeios de canoa em Coxim MS</h4>
<p>Os passeios de canoas estão em alta em Coxim, pelos rios Taquari-Mirim (Riozinho) e Taquari, em caiaques individuais e duplos.</p>
<p><figure id="attachment_44805" aria-describedby="caption-attachment-44805" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44805 size-loop-large" title="Passeios de canoa em Coxim MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-800x600.jpg" alt="Passeios de canoa em Coxim MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Passeios-de-canoa-em-Coxim-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44805" class="wp-caption-text">Passeios de canoa em Coxim MS</figcaption></figure></p>
<p>Os passeios têm duração variada e divertem toda a família. Para quem curte aventuras mais “nível&nbsp;hard”, há expedições de dois dias e uma noite pelos rios Jauru e Coxim, com acampamento em lugares de paisagem surpreendentes.</p>
<p>Os guias acompanham os turistas e passam toda a orientação de segurança, prestando suporte ao longo dos passeios, inclusive com barcos de apoio.</p>
<h4>12. Pescarias</h4>
<p>Ainda tem muito peixe nos rios da região, mas você vai precisar de um bom guia piloteiro pois pescar e navegar nesses rios cheios de pedras e bancos de areia é só com os locais, além de depender da época certa, do tempo bom, da isca adequada, e de pequenos truques. Não esqueça que o colete salva-vidas é obrigatório em embarcações motorizadas.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/turismo-e-natureza-em-coxim-ms/">Turismo e Natureza em Coxim MS</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Arquipélago de Alcatrazes é laboratório vivo de estudos evolutivos</title>
		<link>https://bahia.ws/arquipelago-de-alcatrazes-e-laboratorio-vivo-de-estudos-evolutivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 15:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ilhas do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Arquipélago de Alcatrazes era um antigo alvo de tiros de canhão, Alcatrazes é laboratório vivo de estudos evolutivos. O Arquipélago de Alcatrazes está a poucos quilômetros da costa do estado de São Paulo, um pequeno conjunto de ilhas de importância estratégica para o Brasil tem sido alvo de interesses [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/arquipelago-de-alcatrazes-e-laboratorio-vivo-de-estudos-evolutivos/">Arquipélago de Alcatrazes é laboratório vivo de estudos evolutivos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Arquipélago de Alcatrazes era um antigo alvo de tiros de canhão, Alcatrazes é laboratório vivo de estudos evolutivos.</p>
<p>O Arquipélago de Alcatrazes está a poucos quilômetros da costa do estado de São Paulo, um pequeno conjunto de ilhas de importância estratégica para o Brasil tem sido alvo de interesses distintos.</p>
<p><figure id="attachment_44755" aria-describedby="caption-attachment-44755" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44755 size-loop-large" title="Arquipélago de Alcatrazes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-800x417.jpg" alt="Arquipélago de Alcatrazes" width="800" height="417" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-800x417.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-300x156.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-768x400.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-106x55.jpg 106w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.jpg 929w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44755" class="wp-caption-text">Arquipélago de Alcatrazes</figcaption></figure></p>
<p>Isolados do continente há cerca de 20 mil anos, animais terrestres do Arquipélago de Alcatrazes localizado a 35 km do litoral paulista guardam segredos sobre o processo de evolução.</p>
<p><figure id="attachment_44753" aria-describedby="caption-attachment-44753" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44753 size-full" title="Localização do Arquipélago de Alcatrazes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.webp" alt="Localização do Arquipélago de Alcatrazes" width="650" height="392" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.webp 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-300x181.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Localizacao-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-91x55.webp 91w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44753" class="wp-caption-text">Localização do Arquipélago de Alcatrazes</figcaption></figure></p>
<p>O arquipélago de Alcatrazes é formado por cinco ilhas maiores e várias pequenas ilhotas e afloramentos rochosos menores que apontam sobre o azul intenso do Atlântico.</p>
<p><figure id="attachment_44751" aria-describedby="caption-attachment-44751" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44751 size-full" title="Mapa do Arquipélago de Alcatrazes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.jpg" alt="Mapa do Arquipélago de Alcatrazes" width="640" height="427" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Mapa-do-Arquipelago-de-Alcatrazes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44751" class="wp-caption-text">Mapa do Arquipélago de Alcatrazes</figcaption></figure></p>
<p>A cerca três horas de barco do porto de São Sebastião, a maior ilha do conjunto, também conhecida por Alcatrazes, possui uma grande diversidade de plantas e animais, muitas ameaçadas de extinção e que não ocorrem em nenhum outro lugar do planeta.</p>
<p>Esse santuário da vida selvagem, seus animais e plantas, são estudados há décadas.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/arquipelago-de-alcatrazes-e-laboratorio-vivo-de-estudos-evolutivos/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Arquipelago-de-Alcatrazes-1.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>A história da ilha, sua beleza cênica, bem como a facilidade com que se observa algumas das espécies mais icônicas que habitam essa enorme montanha no mar, continuam a atrair o interesse de conservacionistas e apaixonados pela natureza, como observadores de aves, mergulhadores e biólogos de todo o mundo.</p>
<p>Duas espécies são especialmente abundantes por lá – a fragata-comum (Fregata magnificens), também conhecida como tesourão, e o atobá-pardo (Sula leucogaster).</p>
<p>Logo na chegada da ilha, e bem antes do desembarque, já é possível ver centenas de aves sobrevoando a floresta rala que que surge imponente sobre o enorme afloramento rochoso.</p>
<p>O desembarque é, portanto, feito sob o olhar atento das fragatas e atobás de Alcatrazes, o maior sítio de reprodução de aves insulares do Sudeste brasileiro.</p>
<p>Mas o arquipélago não é casa somente de aves marinhas.</p>
<p>Dentre os moradores, outros três merecem destaque, e foram o motivo da minha visita, acompanhado de um grupo de cientistas do Instituto Butantan, em novembro de 2020: uma serpente (<strong><a href="https://bahia.ws/jararaca-da-ilha-da-queimada-grande/" target="_blank" rel="noopener">Bothrops alcatraz</a></strong>), uma perereca (Ololygon alcatraz) e uma rã (Cycloramphus faustoi).</p>
<p>A serpente e a rã só foram descritas depois da virada do milênio – em 2002 e 2007, respectivamente. Por estarem restritas à Alcatrazes, uma área pequena e frágil, as três espécies estão na categoria criticamente em perigo, a mais alta da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção.</p>
<p>Embora pesquisadores tenham visitado esporadicamente o arquipélago no início do século 20, essas descobertas e descrições foram resultado da intensificação das pesquisas na ilha nas décadas de 1980 e 90, mesmo período em que a ilha começou a ser bombardeada, literalmente.</p>
<h4>Marinha do Brasil usava a Ilha de Alcatrazes como alvo em exercícios de tiro de canhão</h4>
<p>No início da década de 1980, Alcatrazes passou a ser utilizada pela Marinha do Brasil como alvo em exercícios de tiro de canhão de embarcações.</p>
<p>Apesar de protestos dos ambientalistas que começavam a descobrir a biodiversidade do lugar – inflamados depois que um incêndio causado por um tiro destruiu 20 hectares da ilha em 2004 –, as práticas militares continuaram até 2016, quando foi criado o Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes.</p>
<p>A visitação por turistas foi aberta no fim de 2018 e é bastante controlada – o desembarque nas ilhas ainda é proibido.</p>
<p>Hoje, a ilha principal está protegida integralmente e os exercícios de tiro, quando ocorrem, são realizados na Sapata, uma ilha menor e não tão densamente habitada por espécies da fauna e flora.</p>
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		<title>Jararaca-ilhoa: Curiosidades sobre a Serpente Endêmica</title>
		<link>https://bahia.ws/jararaca-da-ilha-da-queimada-grande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 23:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ilhas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bothrops alcatraz]]></category>
		<category><![CDATA[Bothrops insularis]]></category>
		<category><![CDATA[ilha da Queimada Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha da Queimada Pequena]]></category>
		<category><![CDATA[ilha dos Alcatrazes]]></category>
		<category><![CDATA[Jararaca-de-alcatrazes]]></category>
		<category><![CDATA[jararaca-ilhoa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A jararaca-ilhoa vive exclusivamente na Ilha da Queimada Grande, também conhecida como a ilha das cobras. A jararaca-ilhoa é uma serpente sui generis, adaptada a vida arborícola ou semi arborícola, o que se reflete em diversos aspectos de sua morfologia e comportamento. Existem mais de 30 espécies de cobras jararacas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/jararaca-da-ilha-da-queimada-grande/">Jararaca-ilhoa: Curiosidades sobre a Serpente Endêmica</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A jararaca-ilhoa vive exclusivamente na Ilha da Queimada Grande, também conhecida como a ilha das cobras.</p>
<p>A jararaca-ilhoa é uma serpente sui generis, adaptada a vida arborícola ou semi arborícola, o que se reflete em diversos aspectos de sua morfologia e comportamento.</p>
<p>Existem mais de 30 espécies de cobras jararacas catalogadas.</p>
<p><figure id="attachment_44720" aria-describedby="caption-attachment-44720" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44720 size-loop-large" title="Jararaca-ilhoa na ilha da Queimada Grande" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-800x562.jpg" alt="Jararaca-ilhoa na ilha da Queimada Grande" width="800" height="562" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-800x562.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-300x211.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-768x539.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44720" class="wp-caption-text">Jararaca-ilhoa na ilha da Queimada Grande</figcaption></figure></p>
<p>A formação das ilhas costeiras do litoral do sudeste se deu a partir da última era glacial. Estas estavam ligadas ao continente cerca de 17.000 anos atrás, quando o mar estava 110m abaixo do nível atual.</p>
<p>Com o fim da glaciação as espécies que permaneceram ilhadas entraram em processo de especiação por deriva genética ou endogamia.</p>
<p>Assim, estes locais se tornaram espaços únicos por abrigarem espécies endêmicas, como a jararaca-ilhoa (Bothrops insularis).</p>
<h3>Ilha da Queimada Grande</h3>
<p>A ilha da Queimada Grande está situada a cerca de 30 km da costa sul de São Paulo, nas vizinhanças de Itanhaém e Peruíbe.</p>
<p><figure id="attachment_44717" aria-describedby="caption-attachment-44717" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44717 size-loop-large" title="ilha da Queimada Grande" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande-800x503.webp" alt="ilha da Queimada Grande" width="800" height="503" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande-800x503.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande-300x189.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande-768x483.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande-87x55.webp 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Grande.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44717" class="wp-caption-text">ilha da Queimada Grande</figcaption></figure></p>
<p>A maior parte dos seus 430 mil m2 é coberta pela mata atlântica, mas há gramíneas em algumas áreas alteradas pelo homem.</p>
<p>A ilha da Queimada Grande tem sua maior porção de superfície acima da cota de 50m, com o ponto mais alto – Pico da Boa Vista – a 210 m acima do nível do mar. Não existem praias na ilha e a fonte de água doce é de difícil acesso.</p>
<p><figure id="attachment_44727" aria-describedby="caption-attachment-44727" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44727 size-loop-large" title="O farol existe até hoje na Ilha da Queimada Grande" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-800x600.webp" alt="O farol existe até hoje na Ilha da Queimada Grande" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/O-farol-existe-ate-hoje-na-Ilha-da-Queimada-Grande.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44727" class="wp-caption-text">O farol existe até hoje na Ilha da Queimada Grande</figcaption></figure></p>
<p>No passado, havia moradores na ilha, para manter funcionando um farol de sinalização marítima, mas o farol atual é automático.</p>
<blockquote><p>O nome “Queimada Grande” não é à toa, já que a própria Marinha ateou fogo diversas vezes na Ilha por medo das serpentes. A prática ocorreu por alguns séculos na tentativa de acabar com a população excessiva de cobras. As queimadas eram grandes e diversas vezes podiam ser avistadas do continente.</p></blockquote>
<h3>Ilha da Queimada Pequena</h3>
<p>A ilha da Queimada Pequena também pela ilha da Queimada-Pequena que também faz parte da Unidade de Conservação. A ilha é bem menor e não tem cobras.</p>
<p><figure id="attachment_44715" aria-describedby="caption-attachment-44715" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44715 size-loop-large" title="Ilhas da Queimada Pequena e Queimada Grande" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande-800x445.webp" alt="Ilhas da Queimada Pequena e Queimada Grande" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande-800x445.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande-300x167.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande-768x428.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande-99x55.webp 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/Ilhas-da-Queimada-Pequena-e-Queimada-Grande.webp 950w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44715" class="wp-caption-text">Ilhas da Queimada Pequena e Queimada Grande</figcaption></figure></p>
<p>A ilha é quase pura rocha com um resto de mata atlântica no topo. A ilha tem lindos costões e bandos de trinta- réis descansando.</p>
<p><figure id="attachment_44725" aria-describedby="caption-attachment-44725" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Pequena-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44725 size-full" title="ilha da Queimada Pequena" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Pequena-1.jpg" alt="ilha da Queimada Pequena" width="512" height="370" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Pequena-1.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Pequena-1-300x217.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/ilha-da-Queimada-Pequena-1-76x55.jpg 76w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44725" class="wp-caption-text">ilha da Queimada Pequena</figcaption></figure></p>
<h3>Várias aves marinhas frequentam a ilha da Queimada Grande</h3>
<ul>
<li>a fragata (Fregata magnificens)</li>
<li>o gaivotão (Larus dominicanus)</li>
<li>o trinta-réis (gênero Sterna)</li>
<li>principalmente, o atobá (Sula leucogaster), que faz ninhos ali</li>
</ul>
<p>Além das aves marinhas, cerca de 30 espécies de pássaros, a maioria migratórias, são avistadas na ilha da Queimada Grande em certas épocas do ano.</p>
<h3>Pássaros, morcegos, vertebrados e serpentes encontrados na ilha da Queimada Grande</h3>
<p>Não há mamíferos terrestres na ilha.</p>
<h4>Pássaros</h4>
<ul>
<li>corruíra (Troglodytes aedon)</li>
<li>cambacica (Coereba flaveola)</li>
</ul>
<h4>morcegos</h4>
<ul>
<li>Nyctinomops laticaudatus</li>
<li>Nyctinomops macrotis</li>
</ul>
<h4>Anfíbios</h4>
<ul>
<li>Scinax aff. Perpusillus</li>
<li>Eleuterodactylus aff. binotatus</li>
</ul>
<h4>Lagartos</h4>
<ul>
<li>Colobodactylus Taunay</li>
<li>Hemidactylus mabouia</li>
<li>Mabuya macrorhyncha;</li>
</ul>
<h4>Anfisbenídeos (répteis subterrâneos)</h4>
<ul>
<li>Amphisbaena hogei</li>
<li>Leposternon microcephalum</li>
</ul>
<h4>Serpentes</h4>
<ul>
<li>dormideira (Dipsas albifrons)</li>
<li>jararaca-ilhoa (Bothrops insularis).</li>
</ul>
<h3>Estudos sobre a jararaca-ilhoa</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/jararaca-da-ilha-da-queimada-grande/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>A jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) foi descrita em 1921 pelo herpetólogo Afrânio do Amaral (1894-1982), do Instituto Butantan.</p>
<p>Em 1959, o zoólogo belga Alphonse R. Hoge (1912-1982) e colaboradores, também do Butantan, relataram a presença em várias fêmeas do órgão copulador do macho (hemipênis), com tamanho reduzido, e as chamaram de intersexos.</p>
<p>Sabe-se agora que são fêmeas verdadeiras e o órgão é denominado hemiclitóris. Esses mesmos pesquisadores também coletaram um exemplar hermafrodita (com aparelho reprodutor masculino e feminino) da jararaca-ilhoa.</p>
<h4>Origem da jararaca-ilhoa</h4>
<p>No continente, a espécie mais aparentada à jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) é a jararaca comum (Bothrops jararaca) habitante da mata atlântica.</p>
<p>As duas espécies de cobras são facilmente distinguidas pelo padrão de coloração, apresentando ainda outras diferenças.</p>
<p><figure id="attachment_44734" aria-describedby="caption-attachment-44734" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44734 size-loop-large" title="jararaca-ilhoa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-800x533.webp" alt="jararaca-ilhoa" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-ilhoa-1.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44734" class="wp-caption-text">jararaca-ilhoa</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_44736" aria-describedby="caption-attachment-44736" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44736 size-full" title="jararaca comum (Bothrops jararaca)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca.jpg" alt="jararaca comum (Bothrops jararaca)" width="800" height="625" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca-300x234.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca-768x600.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-comum-Bothrops-jararaca-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44736" class="wp-caption-text">jararaca comum (Bothrops jararaca)</figcaption></figure></p>
<p>Um modelo para explicar a diferenciação entre a jararaca-ilhoa e a do continente é a especiação alopátrica.</p>
<p>Segundo esse modelo, duas populações separadas por alguma barreira geográfica podem sofrer diferenciação ao longo do tempo, tornando-se espécies distintas. Um cenário desse tipo pode ter dado origem à jararaca-ilhoa.</p>
<p>O nível do mar sofreu oscilações no período Quaternário, criando em vários momentos passagens secas entre a ilha e o continente.</p>
<p>Possivelmente, em um desses momentos havia apenas uma espécie ancestral de jararaca. Com a elevação do nível do mar, uma população teria ficado isolada na ilha, diferenciando-se na jararaca-ilhoa, e a população restante teria originado a espécie do continente.</p>
<h4>Hábitos diferentes da espécie jararaca-ilhoa</h4>
<p>A ilha da Queimada Grande apresenta uma das maiores densidades populacionais de serpentes conhecidas no mundo.</p>
<p>Não há estimativas precisas da população total de jararacas-ilhoas, mas alguns cálculos indicam um número entre 2 mil e 4 mil.</p>
<p>A densidade da espécie na ilha é tão grande que em apenas um dia é possível encontrar até 60 dessas serpentes.</p>
<p>No continente, em contraste, estudos realizados na mata atlântica nos últimos 15 anos encontraram no máximo três jararacas comuns por dia.</p>
<p>A superpopulação de jararacas-ilhoas na ilha da Queimada Grande pode decorrer da quase ausência de predadores de serpentes e da grande disponibilidade de alimento.</p>
<p>Em várias espécies de jararacas do continente, incluindo a comum (Bothrops jararaca), os indivíduos jovens têm hábitos arborícolas, mas os adultos são quase exclusivamente terrestres.</p>
<p>Já os adultos da jararaca-ilhoa são com frequência encontrados sobre árvores e arbustos, mas também utilizam o chão da mata.</p>
<p>Afrânio do Amaral afirmou que, além de ser mais arborícola, a jararaca-ilhoa é diurna e que as duas características estariam relacionadas à sua alimentação.</p>
<p>Ao contrário da maioria das jararacas do continente, cujos adultos se alimentam principalmente de roedores, a dieta de adultos da jararaca-ilhoa é baseada em pássaros.</p>
<p>A necessidade de uma nova dieta, já que não há pequenos mamíferos terrestres (roedores, marsupiais) na ilha, fez com que, ao longo das gerações, a atividade diurna e o hábito arborícola se tornas sem vantajosos (ao favorecer a captura de aves) e fossem naturalmente selecionados na população de jararacas-ilhoas.</p>
<p>Jararacas-ilhoas adultas, porém, também capturam aves no chão, e para isso podem se concentrar sob árvores frutíferas, locais visitados por pássaros. Lacraias, rãs, pererecas, lagartos e até a outra serpente que ocorre na ilha (a dormideira, Dipsas albifrons), parecem ser as presas principais dos jovens e, ocasionalmente, de adultos.</p>
<h4>Pássaros mais apresados pela jararaca-ilhoa são</h4>
<ul>
<li>sabiá-una (Platycichla favipes)</li>
<li>tuque (Elaenia mesoleuca)</li>
<li>coleirinha (Sporophila caerulescens)</li>
</ul>
<p>Os dados publicados por Amaral e os obtidos em expedições recentes à ilha indicam que apenas pássaros migratórios são usados como alimento pela jararaca-ilhoa.</p>
<p>A corruíra, pássaro residente e muito abundante na ilha, parece ter aprendido a evitar o ataque da serpente, segundo nossas observações preliminares.</p>
<p>Além da mudança parcial do chão para as árvores, outra característica da jararaca-ilhoa parece decorrer da especialização alimentar: a ação do veneno, cinco vezes mais potente para matar uma ave que o da jararaca comum.</p>
<p>O modo como a jararaca-ilhoa lida com aves também é diferente do modo como a jararaca comum lida com roedores.</p>
<p>Ao picar um roedor, a jararaca comum solta o roedor de imediato, pois uma mordida do animal poderia feri-la gravemente.</p>
<p>Depois, ela acompanha a trilha de cheiro até achar a presa, já imobilizada pelo veneno.</p>
<p>A jararaca-ilhoa, ao contrário, retém na boca a ave capturada até o veneno matá-la. Se fosse solta, a ave voaria até que o veneno fizesse efeito e, assim, não deixaria trilha de cheiro no chão.</p>
<p>Além disso, o bico e as garras de uma ave não representam um risco de ferimento tão grande quanto os dentes de um mamífero.</p>
<p>Um aspecto evidente na coloração da jararaca ilhoa é a ponta da cauda, escura nos adultos e nos jovens.</p>
<p>Em diversas espécies de jararacas continentais, a extremidade da cauda dos jovens é contrastante (claro ou escuro) com a cor do resto do corpo.</p>
<p>Se um anfíbio ou lagarto passa perto de uma serpente jovem em busca de alimento, esta imita, com a ponta da cauda, os movimentos de uma larva de inseto. A ‘falsa larva’ atrai a presa e facilita sua captura.</p>
<p>Como a jararaca-ilhoa alimenta-se de aves – que também apresam larvas de insetos –, é possível que também utilize essa estratégia de caça.</p>
<p>A jararaca-ilhoa parece acasalar-se entre março e julho, e os filhotes nascem nos primeiros meses do ano.</p>
<p>A taxa de natalidade parece ser baixa, pois uma ninhada de jararaca-ilhoa raramente ultrapassa 10 filhotes, enquanto a da jararaca comum pode chegar a 30.</p>
<p>Além disso, poucas fêmeas prenhes foram registradas durante os estudos na ilha.</p>
<p>Expedições recentes indicam que juvenis são encontrados com maior frequência durante a noite, hábito que deve ter sido favorecido pela atividade noturna de suas principais presas (anfíbios e lacraias).</p>
<p>Graças ao isolamento, a jararaca-ilhoa tem hoje características biológicas próprias, que a diferenciam de outras espécies de jararacas.</p>
<h3>Jararaca-de-alcatrazes &#8211; História parecida</h3>
<p><strong>Outra jararaca – encontrada na ilha dos Alcatrazes – pode ter origem semelhante.</strong></p>
<p>A jararaca-de-alcatrazes (Bothrops alcatraz) vive apenas na ilha dos Alcatrazes, também situada a 30 km da costa, mas no litoral norte de São Paulo.</p>
<p><figure id="attachment_44732" aria-describedby="caption-attachment-44732" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44732 size-large" title="jararaca-de-alcatrazes (Bothrops alcatraz)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-1024x627.jpg" alt="jararaca-de-alcatrazes (Bothrops alcatraz)" width="800" height="490" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-1024x627.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-300x184.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-768x470.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-1536x941.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz-800x490.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/03/jararaca-de-alcatrazes-Bothrops-alcatraz.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44732" class="wp-caption-text">jararaca-de-alcatrazes (Bothrops alcatraz)</figcaption></figure></p>
<p>Como já ocorreu com a jararaca-ilhoa (Bothrops insularis), essa outra jararaca está sendo reconhecida como uma espécie distinta.</p>
<p>Provavelmente sua origem é semelhante à da jararaca-ilhoa, mas sua dieta – em na ilha de Alcatrazes também não há mamíferos terrestres – não se voltou para as aves.</p>
<p><strong>A jararaca-de-alcatrazes adaptou-se ao consumo de lacraias e lagartos, como os filhotes da jararaca do continente.</strong></p>
<p>Essa adaptação incluiu a redução do tamanho dessa serpente e mudanças em seu veneno (também semelhante ao dos filhotes de Bothrops jararaca).</p>
<blockquote><p>Portanto, a jararaca-de-alcatrazes pode ser considerada uma jararaca-anã, na qual algumas características juvenis foram retidas nos adultos (fenômeno denominado pedogênese).</p></blockquote>
<p>Como a jararaca-ilhoa, a jararaca-de-alcatrazes também sofre risco de extinção, em especial por ocorrer em apenas uma ilha e em baixa densidade.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/jararaca-da-ilha-da-queimada-grande/">Jararaca-ilhoa: Curiosidades sobre a Serpente Endêmica</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corumbá MS: Descubra a Beleza e a História da Cidade</title>
		<link>https://bahia.ws/corumba-no-mato-grosso-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 17:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Barcos-Hotéis]]></category>
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		<category><![CDATA[Praça da Independência]]></category>
		<category><![CDATA[Rumo à fronteira Boliviana]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário Nossa Senhora Auxiliadora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Corumbá MS fica na divisa entre Mato Grosso do Sul e Bolívia, sendo também fortemente influenciada pelos costumes e tradições do país vizinho. Além de ser uma das cidades mais antigas do Estado, também é a terceira cidade mais populosa e relevante. No velho porto de Corumbá no Mato Grosso [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/corumba-no-mato-grosso-do-sul/">Corumbá MS: Descubra a Beleza e a História da Cidade</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Corumbá MS fica na divisa entre Mato Grosso do Sul e Bolívia, sendo também fortemente influenciada pelos costumes e tradições do país vizinho. Além de ser uma das cidades mais antigas do Estado, também é a terceira cidade mais populosa e relevante.</p>
<p>No velho porto de Corumbá no Mato Grosso do Sul, uma série de casarões antigos rememora a opulência do início do século XX, quando os comerciantes locais recebiam produtos vindos do mundo inteiro, que chegavam pelo rio Paraguai.</p>
<p><figure id="attachment_44672" aria-describedby="caption-attachment-44672" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44672" title="cidade de Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS.jpg" alt="cidade de Corumbá MS" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS.jpg 950w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS-300x158.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS-105x55.jpg 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS-800x420.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44672" class="wp-caption-text">cidade de Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Hoje, a pacata cidade de 100 mil habitantes, erguida pelos portugueses em 1778 para fortalecer a fronteira oeste colonial, é mais conhecida por ser o principal destino de pesca do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Situada a 403 quilômetros de <strong><a href="https://bahia.ws/campo-grande-ms/" target="_blank" rel="noopener">Campo Grande</a></strong>, já perto da fronteira com a Bolívia, Corumbá recebe todos os anos milhares de pescadores, que se hospedam em hotéis ribeirinhos ou partem em viagem pelo Paraguai a bordo de barcos-hotéis.</p>
<p>Entre os eventos mais importantes da cidade está o Festival Internacional de Pesca Esportiva, que ocorre em meados de outubro.</p>
<p>Já no fim do período em que a atividade é permitida &#8211; de novembro a fevereiro, por causa da reprodução dos peixes, não se pode pescar.</p>
<p>Para os ecoturistas, os maiores atrativos da região ficam na Estrada Parque, um aterro de 120 quilômetros que corta uma área pantaneira bem preservada e que conta com ótimas opções de hospedagem em pousadas e fazendas.</p>
<p>Corumbá, que significa “lugar distante”, em tupi-guarani, é ligada a São Paulo por uma estrada de ferro, o chamado “trem do Pantanal”, que atualmente só funciona para carga, transportando sobretudo minério de ferro e manganês extraídos da serra do Urucum.</p>
<p>Há, no entanto, planos de reativar a rota para passageiros, que fez muito sucesso no passado.</p>
<p>No lado boliviano, o célebre “trem da morte” continua em atividade, ligando a fronteiriça Puerto Quijarro até Santa Cruz de la Sierra. Como chegar: A partir de Campo Grande, siga pela BR-262.</p>
<p><figure id="attachment_44609" aria-describedby="caption-attachment-44609" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44609 size-large" title="mapa turístico de Mato Grosso do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1024x683.jpg" alt="mapa turístico de Mato Grosso do Sul" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44609" class="wp-caption-text">mapa turístico de Mato Grosso do Sul</figcaption></figure></p>
<h3>Atracões turísticas de Corumbá MS</h3>
<p>Corumbá é o local perfeito para turistas que amam explorar a diversidade natural do Brasil e vivenciar a história por trás de cada ponto turístico, cada detalhe.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/corumba-no-mato-grosso-do-sul/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Corumba-MS.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Corumbá é repleta de histórias, que podem ser identificadas em casarões antigos, monumentos, museus e mirantes, como o São Felipe, que possibilita a visualização de toda a cidade, do rio Pantanal e do Paraguai.</p>
<p>A cidade foi criada foi marcado por guerras, invasões e conquistas que deixam seu rastro na cultura atual.</p>
<ol>
<li>Casario Histórico em Corumbá</li>
<li>Casa do Massabarro</li>
<li>Museu de História do Pantanal &#8211; Muphan</li>
<li>Cristo Rei do Pantanal</li>
<li>Forte Junqueira</li>
<li>Porto Geral</li>
<li>Catedral Nossa Senhora da Candelária</li>
<li>Barcos-Hotéis</li>
<li>Forte Coimbra</li>
<li>ILA – Instituto Luiz de Albuquerque</li>
<li>Santuário Nossa Senhora Auxiliadora</li>
<li>Praça da Independência</li>
<li>Rumo à fronteira Boliviana</li>
<li>Estrada Parque Pantanal</li>
</ol>
<h4>1. Casario Histórico</h4>
<p>Há um século, Corumbá tinha um dos maiores portos fluviais da América Latina.</p>
<p><figure id="attachment_44654" aria-describedby="caption-attachment-44654" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44654 size-large" title="Casario Histórico em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-1024x768.webp" alt="Casario Histórico em Corumbá MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-1024x768.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casario-Historico-em-Corumba-MS.webp 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44654" class="wp-caption-text">Casario Histórico em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Na época, os imponentes casarões da orla da cidade foram construídos para abrigar agências bancárias internacionais, grandes empórios e curtumes.</p>
<p>Embora tenha sido tombado como patrimônio histórico nacional em 1992, o casario encontra-se deteriorado, conferindo ares decadentes ao chamado centro histórico, que também enfrenta um sério problema de prostituição.</p>
<p>Entre os prédios que mantêm o charme, destacam-se a Casa Vasquez &amp; Filhos (ladeira José Bonifácio, 171, Centro), de 1909, em estilo art nouveau, e o edifício Wanderley Baís &amp; Cia, onde funciona a Secretaria de Turismo do município (rua Manoel Cavassa, 275, Porto Geral).</p>
<p>Em 2006, deu-se início às obras de revitalização da região, dentro do Programa Monumenta, uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Iphan e a Unesco. Durante a reforma, a Casa Vasquez &amp; Filhos estará fechada à visitação.</p>
<h4>2. Casa do Massa Barro</h4>
<p>Neste local funciona uma associação de artesãos que trema e incentiva jovens de Corumbá a trabalhar com cerâmica.</p>
<p><figure id="attachment_44666" aria-describedby="caption-attachment-44666" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casa-do-Massabarro-em-Corumba-MS.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-44666" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casa-do-Massabarro-em-Corumba-MS.jpg" alt="Casa do Massabarro em Corumbá MS" width="480" height="329" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casa-do-Massabarro-em-Corumba-MS.jpg 480w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casa-do-Massabarro-em-Corumba-MS-300x206.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Casa-do-Massabarro-em-Corumba-MS-80x55.jpg 80w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44666" class="wp-caption-text">Casa do Massabarro em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Quem visita a Casa do Massa Barro pode observar as etapas do processo e comprar miniaturas de animais, como onça e tuiuiú, além de imagens de Nossa Senhora do Pantanal e de são Francisco.</p>
<p>A instituição ganhou notoriedade graças ao carnavalesco Joãosinho Trinta, que por duas vezes levou os aprendizes de artesãos para decorar carros alegóricos do Carnaval carioca. Rua Cacimba da Saúde, s/n.</p>
<h4>3. Museu de História do Pantanal &#8211; Muphan</h4>
<p>O museu conta a historia da ocupação humana do Pantanal, expõe sobre a arqueologia da região, com características tais que servem também de chamariz para um turismo ecológico e cultural assim como a etnologia, etnohistória, história e antropologia social, com áreas de exposições permanentes e temporárias, destinadas ao público regional, nacional e internacional.</p>
<p><figure id="attachment_44629" aria-describedby="caption-attachment-44629" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44629 size-loop-large" title="Museu de História do Pantanal em Corumbá" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-800x534.jpg" alt="Museu de História do Pantanal em Corumbá" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-de-Historia-do-Pantanal-em-Corumba.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44629" class="wp-caption-text">Museu de História do Pantanal em Corumbá</figcaption></figure></p>
<p>Atualmente o museu só oferece o acervo fixo, o prédio é dividido em três pavimentos, onde se encontra exposição de: Dez Pantanais (flora, fauna, clima, relevo e entre outros), Ocupação Humana no Pantanal, Povos Indígenas, Conquista Espanhola, Missões Jesuíticas, Dominação Portuguesa, A Grande Guerra no Sul de Mato Grosso, Trem do Pantanal e Porto de Corumbá.</p>
<p>No museu podemos encontrar biblioteca, cinemateca, auditório, sala para reunião e sala para dar cursos, além de um espaço para exposições itinerante.</p>
<h4>4. Cristo Rei do Pantanal</h4>
<p>Confeccionado pela artesã Izulina Xavier, o Cristo Rei do Pantanal está situado no topo do Morro do Cruzeiro, na parte alta da cidade.</p>
<p>A 293 m de altura e com visão de 360º é possível contemplar Corumbá, Ladário, Bolívia e o Pantanal.</p>
<p><figure id="attachment_44658" aria-describedby="caption-attachment-44658" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44658 size-large" title="Cristo Rei do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-1024x768.jpg" alt="Cristo Rei do Pantanal" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Cristo-Rei-do-Pantanal.jpg 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44658" class="wp-caption-text">Cristo Rei do Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Uma das vistas mais bonitas do local é o impressionante pôr-do-sol pantaneiro. O trajeto para chegar ao Cristo Rei também é um atrativo à parte. Ao longo do caminho, esculturas de Izulina Xavier representam as 14 estações da Paixão de Cristo.</p>
<h4>5. Forte Junqueira</h4>
<p>Foi construído logo após a Guerra do Paraguai (1871) em uma área privilegiada, de onde se avista o Rio Paraguai e a paisagem pantaneira.</p>
<p><figure id="attachment_44660" aria-describedby="caption-attachment-44660" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44660 size-loop-large" title="Forte Junqueira em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-800x534.jpg" alt="Forte Junqueira em Corumbá MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Junqueira-em-Corumba-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44660" class="wp-caption-text">Forte Junqueira em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Os 12 canhões de 75 mm pertencentes ao forte foram fabricados pela indústria inglesa Fried Krupp, por volta de 1872, e nunca foram usados.</p>
<p>As paredes do forte são de calcário e têm três metros de espessura.</p>
<p>Está situado dentro do 17º Batalhão de Caçadores.</p>
<p>O nome homenageia o Ministro da Guerra na época, José de Oliveira Junqueira, falecido em 1887. A visitação pode ser realizada com autorização.</p>
<h4><strong>6. Porto Geral</strong></h4>
<p>Corumbá tem em sua Orla Portuária registro de grandes feitos. É composta de prédios centenários, onde localiza-se a centro comercial no início do século passado.</p>
<p>Sua importância comercial, revela-se por ter sido o 3º maior porto comercial da América Latina. No local estão instalados agências de turismo, restaurantes e lojas de artesanato.</p>
<p>Essa região portuária é um dos principais atrativos turísticos e recebe a população principalmente nos finais de semana. O conjunto do Casario do Porto é tombado como patrimônio da cultura material do município.</p>
<h4>7. Catedral Nossa Senhora da Candelária</h4>
<p>A Matriz de Nossa Senhora da Candelária é uma das mais antigas do Estado, foi construída por Frei Mariano de Bagnaia no século 19 e, desde 2017, é Patrimônio Histórico e Cultural de Corumbá.</p>
<p><figure id="attachment_44664" aria-describedby="caption-attachment-44664" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44664 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora da Candelária em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-800x534.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora da Candelária em Corumbá MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Igreja-Nossa-Senhora-da-Candelaria-em-Corumba-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44664" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora da Candelária em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Em 2021 foi tombada pelo Governo do Estado como Patrimônio Histórico Material de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O templo foi erguido com elementos da arquitetura eclética em frente à Praça da República, onde se deu a heroica retomada de Corumbá durante a Guerra do Paraguai (1864-1870).</p>
<p>Em seu altar, destaca-se um brasão da coroa portuguesa, o que indica as influências europeias no bem, e guarda também uma imagem de Nossa Senhora da Candelária, padroeira da cidade.</p>
<h4>8. Barcos-Hotéis</h4>
<p>O maior sonho dos pescadores que frequentam o rio Paraguai é viajar em um barco-hotel, grande embarcação com serviços hoteleiros convencionais &#8211; sempre em regime de pensão completa &#8211; e que oferece toda a estrutura necessária para as pescarias.</p>
<p>Os mais confortáveis são padronizados, com pouquíssimas variações entre eles: as maiores diferenças ficam por conta da quantidade dos camarotes e da configuração das camas.</p>
<p>Em todos, as acomodações têm banheiro próprio e ar-condicionado.</p>
<p>Os pacotes de viagem em geral são vendidos para grupos fechados, que escolhem o tempo de viagem desejado e pagam pelo número de diárias; alguns barcos-hotéis programam pacotes com duração determinada.</p>
<p>Os pescadores têm disposição lancha com piloteio, incluída na diária, e câmara fria para os pescados. Alguns barcos-hotéis possuem sistema de rádio integrado à telefonia.</p>
<p>Apesar de o público dessas embarcações ser em sua maioria pescadores, trata-se também de um ótimo programa para ecoturistas, que se encantarão com o maravilhoso céu estrelado. Vale alertar.</p>
<p>Contudo, que não raro esses barcos infelizmente são alvo da indústria de prostituição local, em que meninas são incluídas nos passeios.</p>
<p>Mais informações na seção Hotéis, restaurantes c serviços, nas páginas dedicadas às cidades de Cáceres, Poconé, Porto Murtinho e Corumbá.</p>
<h4>9. Forte Coimbra</h4>
<p>O Forte Coimbra esta localizado na margem direita do Rio Paraguai, próximo a tríplice fronteira Brasil-Bolívia-Paraguai, este forte começou a ser construído em 1775 pela Coroa portuguesa para defender de ataques de espanhóis e dos índios paiaguás e guaicurus a fronteira oeste da colônia.</p>
<p><figure id="attachment_44656" aria-describedby="caption-attachment-44656" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44656 size-loop-large" title="Forte Coimbra em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS-800x489.jpg" alt="Forte Coimbra em Corumbá MS" width="800" height="489" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS-800x489.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS-300x183.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS-768x469.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Forte-Coimbra-em-Corumba-MS.jpg 930w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44656" class="wp-caption-text">Forte Coimbra em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>O teste de fogo do Coimbra ocorreu em 1801, quando ele foi atacado por forças espanholas.</p>
<p>Os portugueses, mesmo desguarnecidos, resistiram heroicamente a quatro dias de bombardeios, até que a esquadra espanhola desistiu da investida. Em1864, na Guerra do Paraguai, tropas inimigas chegaram a ocupar a fortaleza.</p>
<p>Hoje funciona no local uma base de fronteira do Exército brasileiro e um hotel militar, que recebe turistas. Edificação fica num aclive, o que garante Boa visão do rio Paraguai e dos arredores da planície.</p>
<p>A vista mais bonita é proporcionada pelo mirante do canhão. No forte, há um museu com fotos, textos e objetos históricos.</p>
<p>O acesso ao forte Coimbra é feito de barco, a partir de Porto Mortinho, na ponte da BR-262, debruçada sobre o Rio Paraguai.</p>
<p>Ali há lanchas que fazem percurso diariamente em duas horas e uma embarcação do Exército, que, quinzenalmente, realiza o trajeto em cerca de seis horas.</p>
<h4>10. ILA – Instituto Luiz de Albuquerque</h4>
<p><figure id="attachment_44662" aria-describedby="caption-attachment-44662" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44662 size-large" title="ILA – Instituto Luiz de Albuquerque em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-1024x767.jpg" alt="ILA – Instituto Luiz de Albuquerque em Corumbá MS" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-1536x1151.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/ILA-–-Instituto-Luiz-de-Albuquerque-em-Corumba-MS.jpg 1996w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44662" class="wp-caption-text">ILA – Instituto Luiz de Albuquerque em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>O Instituto Luiz de Albuquerque fica em um prédio construído em 1871 para abrigar o Grupo Escolar Luiz Albuquerque, em homenagem ao fundador de Corumbá.</p>
<p>Em 1978, passou a ser sede do Instituto Luiz de Albuquerque, Centro Regional de Pesquisa e Cultura, que visava contribuir para o desenvolvimento integrado da microrregião do Pantanal.</p>
<p>Em 1997, transformou-se em Casa da Cultura, sob responsabilidade da Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul. Atualmente, além das atividades culturais realizadas no local, é também a sede da Superintendência de Cultura do Município.</p>
<h4>11. Santuário Nossa Senhora Auxiliadora</h4>
<p><figure id="attachment_44668" aria-describedby="caption-attachment-44668" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44668 size-loop-large" title="Santuário Nossa Senhora Auxiliadora em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS-800x656.jpg" alt="Santuário Nossa Senhora Auxiliadora em Corumbá MS" width="800" height="656" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS-800x656.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS-300x246.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS-768x630.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Santuario-Nossa-Senhora-Auxiliadora-em-Corumba-MS.jpg 850w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44668" class="wp-caption-text">Santuário Nossa Senhora Auxiliadora em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>Uma escultura em madeira de tamanho real de Cristo na Cruz, criada pelo artista local Burgo, que na época era amigo de Pablo Picasso, está alojada dentro do Santuário, que foi construído em 1899. Foi declarado um marco histórico nacional em 1992.</p>
<h4>12. Praça da Independência</h4>
<p><figure id="attachment_44670" aria-describedby="caption-attachment-44670" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44670 size-large" title="Praça da Independência em Corumbá MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-1024x768.jpg" alt="Praça da Independência em Corumbá MS" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-da-Independencia-em-Corumba-MS.jpg 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44670" class="wp-caption-text">Praça da Independência em Corumbá MS</figcaption></figure></p>
<p>A Praça da Independência foi oficialmente inaugurada em 1917, com 4 esculturas feitas em pedra de mármore de Carrara, que representam as 4 estações do ano. As pedras foram doadas por um conde italiano que visitava o Pantanal para caçar.</p>
<p>Também nessa praça está um coreto em forma octogonal e um mosaico de calçamento vindos da Alemanha.</p>
<h4>13. Rumo à fronteira Boliviana</h4>
<p>Corumbá está a apenas 20 quilômetros da Bolívia. As duas cidades bolivianas mais próximas.</p>
<p>Quijarro e Puerto Suárez. são zonas de livre comércio. Em seus shoppings e feiras de rua podem ser encontrados produtos eletrônicos, cosméticos, roupas e artesanatos andinos, entre outros.</p>
<p>Cada pessoa tem direito a comprar cento e cinquenta dólares em mercadorias, sem pagar impostos. Turistas brasileiros que desejam atravessar para o lado boliviano devem portar o documento de identidade com foto recente.</p>
<p>Estrangeiros precisam ficar atentos aos acordos entre seus países de origem e a Bolívia sobre a necessidade ou não de visto de entrada.</p>
<p>Para fazer o trajeto de ida e volta entre a fronteira e a zona franca de Quijarro os taxistas cobram cerca de vinte reais (nesse valor está incluído o tempo de espera para as compras).</p>
<p>De Quijarro parte o famoso “trem da morte”, que liga a cidade a Santa Cruz de la Sierra. numa viagem que dura dezenove horas.</p>
<p>A rota é usada por mochileiros que a partir de Santa Cruz, seguem para Cuzco e Machu Picchu no Peru.</p>
<p>As passagens variam entre 6 e 15 dólares: a opção mais cara oferece um pouco mais desconforto, enquanto na mais barata os turistas viajam em vagões que. não raro, ficam superlotados.</p>
<h4>14. Estrada Parque Pantanal</h4>
<p>O traçado da chamada Estrada Parque do Pantanal corresponde ao caminho aberto por Cândido Mariano da Silva Rondou (1865-1958) no começo do século XX para a transmissão de linhas telegráficas.</p>
<p><figure id="attachment_44678" aria-describedby="caption-attachment-44678" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44678 size-full" title="mapa Estrada Parque Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal.jpg" alt="mapa Estrada Parque Pantanal" width="738" height="553" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal.jpg 738w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-Estrada-Parque-Pantanal-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44678" class="wp-caption-text">mapa Estrada Parque Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Até a inauguração da BR-262, era o único acesso terrestre a Corumbá.</p>
<p>Depois de um tempo esquecida, foi resgatada como roteiro ecoturístico, quando recebeu o nome pelo qual é conhecida hoje.</p>
<p>Seus 120 quilômetros de terra &#8211; interligados por 87 precárias pontes de madeira e transitáveis durante a época das chuvas somente em veículos com tração nas quatro rodas &#8211; cortam uma área pantaneira bela e selvagem.</p>
<p><figure id="attachment_44680" aria-describedby="caption-attachment-44680" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44680 size-full" title="Estrada Parque Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal.webp" alt="Estrada Parque Pantanal" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Estrada-Parque-Pantanal-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44680" class="wp-caption-text">Estrada Parque Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Além das paisagens, é possível avistar muitos animais, inclusive uma enorme diversidade de aves.</p>
<p>Nos 50 quilômetros iniciais, partindo de Corumbá, onde é recomendável abastecer o veículo, transpõe-se a serrado Urucum, um maciço cujas rochas têm coloração avermelhada devido alta concentração de minério de ferro.</p>
<p>No final da serra, alcança-se o Porto da Manga, distrito pesqueiro na beirado rio Paraguai, onde é realizada uma travessia de balsa. A viagem prossegue por 18 quilômetros até a Curva do Leque, uma encruzilhada.</p>
<p>Virando à direita, chega-se depois de 42 quilômetros, ao Passo do Lontra, área mais povoada da região, onde há uma série de pousadas para pescadores e um posto de gasolina.</p>
<p>Na sequência, a Estrada Parque passa por algumas fazendas (há ramais que podem ficar intransitáveis) e termina no km 664 da BR-262 na localidade conhecida como Buraco, das Piranhas.</p>
<p>Vale sublinhar que a Estrada Parque é um dos poucos locais do Pantanal em que o visitante tem boas condições de fazer turismo autônomo.</p>
<h3>História de Corumbá MS</h3>
<p>Corumbá é um nome de origem tupi-guarani, que significa “lugar distante”, essa foi a denominação final, depois das que ocorreram ao longo da história. Outro nome dado ao local foi Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque, mantido até a vila crescer um pouco mais ao sul pantaneiro e ser um ambiente de destaque na área militar. Ao se tornar um povoado, o explorador de terras português Aleixo Garcia viajou para a região de Corumbá, chegando ao Rio Paraguai ou Rio Miranda em 1524.</p>
<p>Como dissemos anteriormente, o que atraiu os portugueses para o local era a presença de pedras e metais preciosos, que até então estavam sendo usados como ornamentos pelos indígenas que já habitavam a região. Essa disputa gerou conflitos entre os dois povos. Mesmo assim, o interesse europeu nas terras pantaneiras tornou-se uma realidade comum, já que poucos anos depois, em 1537 e 1538, dois espanhóis seguiram viagem pelo Rio Paraguai em busca de ouro. Nesta viagem, dominaram Puerto de los Reyes, também conhecido como a lagoa Gaíva.</p>
<p>A capital pantaneira se formou oficialmente em 1778 e tornou-se o principal entreposto comercial na região. Com esse título, a passagem de barcos pelo Rio Paraguai foi liberada para as transações comerciais. Essa liberação contribuiu para que entre os anos de 1864 e 1870, Corumbá fosse palco para uma das maiores batalhas durante a Guerra do Paraguai. Nessa época foi ocupada e praticamente destruída pelas de Solano Lopez.</p>
<p>Após a Guerra do Paraguai, a cidade foi retomada e começou a ser reconstruída, logo novos imigrantes europeus e povos da América do Sul foram chegando ao local para apoiar e impulsionar o desenvolvimento econômico de Corumbá. Essa chegada fez com que a capital abrigasse o terceiro maior porto de toda a América Latina.</p>
<p>No início do século XX, com a construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, o eixo comercial do Brasil mudou do Mato Grosso do Sul para Campo Grande, logo houve uma ênfase nas atividades agropecuárias, rurais e de extração de minerais em Corumbá. Como a cidade já era beneficiada pelo bioma e até hoje é conhecida como o “santuário ecológico” do Pantanal. Assim, todo o turismo e principalmente o ecoturismo pantaneiro pela cidade de Corumbá começou no fim dos anos 70, quando a cidade foi revitalizada e as construções históricas restauradas.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/corumba-no-mato-grosso-do-sul/">Corumbá MS: Descubra a Beleza e a História da Cidade</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campo Grande: O que Fazer na Capital do Mato Grosso do Sul</title>
		<link>https://bahia.ws/campo-grande-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 11:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Bioparque Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Artesão]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Central]]></category>
		<category><![CDATA[Horto Florestal - Parque Florestal Antônio de Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[Lago do Amor]]></category>
		<category><![CDATA[MARCO - Museu de Arte Contemporânea de MS]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial da Cultura Indígena]]></category>
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		<category><![CDATA[Orla Ferroviária – Maria Fumaça]]></category>
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		<category><![CDATA[Praça Pantaneira]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Fogo Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A agradável cidade de Campo Grande,  capital do estado do Mato Grosso do Sul, é marcada pelo planejamento urbanístico, com avenidas largas e arborizadas. A cidade de Campo Grande é quase plana, tem parques bem cuidados e reservas de mata nativa, que contribuem para a boa qualidade de vida dos [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/campo-grande-ms/">Campo Grande: O que Fazer na Capital do Mato Grosso do Sul</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A agradável cidade de Campo Grande,  capital do estado do Mato Grosso do Sul, é marcada pelo planejamento urbanístico, com avenidas largas e arborizadas.</p>
<p>A cidade de Campo Grande é quase plana, tem parques bem cuidados e reservas de mata nativa, que contribuem para a boa qualidade de vida dos seus pouco mais de 700 mil habitantes.</p>
<p><figure id="attachment_44612" aria-describedby="caption-attachment-44612" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44612 size-loop-large" title="cidade de Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS-800x500.jpg" alt="cidade de Campo Grande MS" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS-800x500.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS-768x480.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS-88x55.jpg 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/cidade-de-Campo-Grande-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44612" class="wp-caption-text">cidade de Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Campo Grande começou a se formar na segunda metade do século XIX, quando agricultores de Minas Gerais se fixaram aos pés da serra de Maracaju, atraídos pelos solos férteis.</p>
<p>A cidade floresceu como entreposto de comércio de gado, tomando grande impulso com a chegada, em 1914, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que facilitou o transporte para o Centro-Sul do país.</p>
<p>No Movimento Constitucionalista de 1932, aliou-se a São Paulo e proclamou-se capital do estado de Maracaju, que durou apenas cinco meses &#8211; as forças do presidente Getúlio Vargas sufocaram a revolta.</p>
<p>Em 1977, com a divisão do Mato Grosso, passou a ser a capital do novo estado, Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Para os turistas, a chamada “Cidade Morena”, conhecida assim por causa do tom avermelhado da terra, serve de base para quem vai ao Pantanal Sul ou a Bonito, na serra da Bodoquena, e ainda oferece algumas atrações.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/campo-grande-ms/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Melhores-Pontos-Turisticos-de-Campo-Grande-Mato-Grosso-do-Sul.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>A vida noturna é agitada: há farta variedade de bares com música ao vivo, bons restaurantes e casas de shows.</p>
<p>Um lugar inusitado para ir à noite é a Feira Livre, com várias opções gastronômicas, que revelam um pouco da diversidade da cultura local.</p>
<p>Além dos portugueses, dos indígenas e dos gaúchos, os campo-grandenses receberam forte contribuição das tradições de países da bacia do Prata, sobretudo do Paraguai.</p>
<p>A cidade foi igualmente influenciada pela imigração japonesa &#8211; nela vive uma das maiores colônias nipônicas do Brasil o que explica a popularidade de pratos como o sobá (espécie de macarrão ensopado com carne de porco e frango).</p>
<p>Os pontos turísticos de interesse da capital sul-mato-grossense estão espalhados, e a melhor maneira de circular por lá é de carro.</p>
<p>Há dois eixos principais, as avenidas Afonso Pena e Mato Grosso, que correm paralelamente e cortam Campo Grande de leste a oeste.</p>
<p>Nos arredores, concentram-se hotéis, restaurantes, bares, lojas e bancos. E recomendável não circular a pé no centro à noite.</p>
<p><figure id="attachment_44609" aria-describedby="caption-attachment-44609" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44609 size-large" title="mapa turístico de Mato Grosso do Sul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1024x683.jpg" alt="mapa turístico de Mato Grosso do Sul" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/mapa-turistico-de-Mato-Grosso-do-Sul.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44609" class="wp-caption-text">mapa turístico de Mato Grosso do Sul</figcaption></figure></p>
<h3>Atracões turísticas de Campo Grande MS</h3>
<ol>
<li>Casa do Artesão</li>
<li>Museu das Culturas Dom Bosco</li>
<li>Bioparque Pantanal</li>
<li>MARCO &#8211; Museu de Arte Contemporânea de MS</li>
<li>Feira Central</li>
<li>Memorial da Cultura Indígena</li>
<li>Mercadão de Campo Grande</li>
<li>Restaurante Fogo Caipira</li>
<li> Horto Florestal &#8211; Parque Florestal Antônio de Albuquerque</li>
<li>Praça das Araras</li>
<li>Lago do Amor</li>
<li>Orla Ferroviária – Maria Fumaça</li>
<li>Morada dos Baís</li>
<li>Praça do Rádio Clube</li>
<li>Praça Pantaneira</li>
<li>Museu da Imagem e do Som (MIS)</li>
</ol>
<h4>1. Casa do Artesão</h4>
<p>Localizada num prédio de 1918, é o lugar mais indicado para a compra de produtos da região.</p>
<p><figure id="attachment_44568" aria-describedby="caption-attachment-44568" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44568 size-loop-large" title="Casa do artesão em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-800x535.webp" alt="Casa do artesão em Campo Grande MS" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-800x535.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-300x201.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-768x514.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Campo-Grande-Casa-do-artesa-MS-o-1024x685-1.webp 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44568" class="wp-caption-text">Casa do artesão em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Aqui se encontram cerâmicas dos índios cadiuéus (kadiwéus) e dos terenas, assim como colares de sementes, cestarias feitas com folhas de buriti, licores e doces típicos.</p>
<p>Esculturas de madeira representando índios, cobertos de cera de abelha &#8211; obra da artista plástica Conceição de Freitas &#8211; estão entre as peças mais procuradas. Avenida Calógeras, 2050, Centro.</p>
<h4>2. Museu das Culturas Dom Bosco</h4>
<p>Museu das Culturas Dom Bosco é um museu brasileiro, idealizado pela Inspetoria Salesiana de Mato Grosso localizado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (MS).</p>
<p><figure id="attachment_44570" aria-describedby="caption-attachment-44570" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-das-Culturas-Dom-Bosco-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44570 size-full" title="Museu das Culturas Dom Bosco em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-das-Culturas-Dom-Bosco-em-Campo-Grande-MS.jpg" alt="Museu das Culturas Dom Bosco em Campo Grande MS" width="746" height="423" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-das-Culturas-Dom-Bosco-em-Campo-Grande-MS.jpg 746w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-das-Culturas-Dom-Bosco-em-Campo-Grande-MS-300x170.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-das-Culturas-Dom-Bosco-em-Campo-Grande-MS-97x55.jpg 97w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44570" class="wp-caption-text">Museu das Culturas Dom Bosco em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>O museu Dom Bosco é mais conhecido como Museu do Índio, foi criado em 1950 e inaugurado em 27 de outubro 1951 por padres salesianos.</p>
<p>O museu é conhecido mundialmente pelo rigor científico de seu considerável acervo. Localiza-se no Parque das Nações Indígenas e ele visa desenvolvimento, educação, lazer para adultos e crianças.</p>
<p>Na sua existência o museu formou um rico e variado acervo devido ao trabalho e dedicacao dos seguintes salesianos: Félix Zavataro, Cesar Albisetti, Angelo Jaime Venturelli, João Falco e recentemente Emilia Kashimoto na área de arqueologia, Aivone Carvalho na área de etnologia e Liane Calarge na área de paleontologia.</p>
<h4>3. Bioparque Pantanal</h4>
<p>Bioparque Pantanal é o maior aquário de água doce do mundo.</p>
<p>Você vai conhecer as principais espécies de peixes do Pantanal e dos 5 continentes, em tanques com uma cenografia incrível.</p>
<p><figure id="attachment_44593" aria-describedby="caption-attachment-44593" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44593 size-loop-large" title="Bioparque Pantanal em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS-800x373.jpg" alt="Bioparque Pantanal em Campo Grande MS" width="800" height="373" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS-800x373.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS-300x140.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS-768x359.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS-118x55.jpg 118w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Bioparque-Pantanal-em-Campo-Grande-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44593" class="wp-caption-text">Bioparque Pantanal em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>O local também conta com um ambiente aberto que representa o Pantanal na sua forma “bruta”, possibilitando contato com animais típicos do bioma como o jacaré vivendo ao ar livre e mirante de contemplação de aves e outros animais em seu habitat natural, além de um museu da biodiversidade.</p>
<p>Endereço: Parque das Nações Indígenas (Av. Afonso Pena, 6277 – Chácara Cachoeira);</p>
<h4>4. MARCO &#8211; Museu de Arte Contemporânea de MS</h4>
<p>O acervo do MARCO originou-se da Pinacoteca Estadual, prêmios aquisitivos dos salões de arte (realizados a partir de 1979), além de doações espontâneas e de artistas plásticos.</p>
<p><figure id="attachment_44573" aria-describedby="caption-attachment-44573" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44573 size-large" title="MARCO - Museu de Arte Contemporânea de MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-1024x538.webp" alt="MARCO - Museu de Arte Contemporânea de MS" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-1024x538.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-300x158.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-768x403.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-105x55.webp 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS-800x420.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/MARCO-Museu-de-Arte-Contemporanea-de-MS.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44573" class="wp-caption-text">MARCO &#8211; Museu de Arte Contemporânea de MS</figcaption></figure></p>
<p>Cabe destacar a doação de 110 obras de Lídia Baís, feita por sua família, considerada uma das pioneiras das artes plásticas no Estado</p>
<p>Endereço: Rua Antônio Maria Coelho, Parque das Nações Indígenas, 6000, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>5. Feira Central</h4>
<p>Na Feira Central é possível encontrar o prato considerado Patrimônio Imaterial Municipal, o Sobá &#8211; uma espécie de yakisoba com ovo e carne.</p>
<p><figure id="attachment_44604" aria-describedby="caption-attachment-44604" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44604 size-loop-large" title="Feira Central em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS-800x459.webp" alt="Feira Central em Campo Grande MS" width="800" height="459" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS-800x459.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS-300x172.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS-768x441.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS-96x55.webp 96w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Feira-Central-em-Campo-Grande-MS.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44604" class="wp-caption-text">Feira Central em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Na entrada, há inclusive um monumento do prato. Você pode escolher entre os diversos restaurantes. Às vezes, há apresentações musicais. Em agosto acontece o tradicional Festival de Sobá.</p>
<p>Endereço: Rua 14 de Julho, 3351 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>6. Memorial da Cultura Indígena</h4>
<p>Criado em 1999, o Memorial da Cultura Indígena Cacique Enir Terena está localizado na Aldeia Urbana Marçal de Souza. Possui uma estrutura em forma de ema, onde se comercializa produtos étnicos da cultura Terena, Kinikinau, Guarani e Kadiwéu.</p>
<p><figure id="attachment_44575" aria-describedby="caption-attachment-44575" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44575 size-large" title="Memorial da Cultura Indígena em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-1024x523.jpg" alt="Memorial da Cultura Indígena em Campo Grande MS" width="800" height="409" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-1024x523.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-300x153.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-768x392.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-108x55.jpg 108w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS-800x409.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Memorial-da-Cultura-Indigena-em-Campo-Grande-MS.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44575" class="wp-caption-text">Memorial da Cultura Indígena em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>A Aldeia Urbana Marçal de Souza, a primeira aldeia urbana de Mato Grosso do Sul, possui 340 m², ocupados em sua maioria por famílias da etnia Terena.</p>
<p>Endereço: R. Terena, 88 &#8211; Tiradentes, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>7. Mercadão de Campo Grande</h4>
<p>Uma visita ao mercado municipal é sempre uma boa forma de conhecer produtos e a cultura local.</p>
<p>Aqui é um bom local para comprar seu kit de tereré (a bebida típica que, ao contrário do chimarrão, é consumida gelada), com diversas opções ervas de sabores diferenciados.</p>
<p><figure id="attachment_44577" aria-describedby="caption-attachment-44577" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44577 size-large" title="Mercadão de Campo Grande em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-1024x683.webp" alt="Mercadão de Campo Grande em Campo Grande MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-1536x1024.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Mercadao-de-Campo-Grande-em-Campo-Grande-MS.webp 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44577" class="wp-caption-text">Mercadão de Campo Grande em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Endereço: R. Sete de Setembro, 65 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>8. Restaurante Fogo Caipira</h4>
<p><span class="">A casa é uma referência para quem quer provar a melhor comida pantaneira. Entre as especialidades: carne de sol na moranga, moqueca de pintado e arroz carreteiro. Para sobremesa, petit gateau de rapadura.</span></p>
<p><figure id="attachment_44579" aria-describedby="caption-attachment-44579" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44579 size-loop-large" title="Restaurante Fogo Caipira em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-800x533.png" alt="Restaurante Fogo Caipira em Campo Grande MS" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS-360x240.png 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Restaurante-Fogo-Caipira-em-Campo-Grande-MS.png 950w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44579" class="wp-caption-text">Restaurante Fogo Caipira em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Endereço: R. José Antônio, 145 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>9. Horto Florestal &#8211; Parque Florestal Antônio de Albuquerque</h4>
<p>O parque tem um teatro de arena, biblioteca, playground, espelho d´água, pista de cooper e é um bom local para observar pássaros. Aproveite para conhecer o Monumento Carro de Boi, um amplo painel instalado na confluência dos córregos Prosa e Segredo.</p>
<p><figure id="attachment_44583" aria-describedby="caption-attachment-44583" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44583 size-loop-large" title="Horto Florestal - Parque Florestal Antônio de Albuquerque em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS-800x441.jpg" alt="Horto Florestal - Parque Florestal Antônio de Albuquerque em Campo Grande MS" width="800" height="441" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS-800x441.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS-300x165.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS-768x423.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS-100x55.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Horto-Florestal-Parque-Florestal-Antonio-de-Albuquerque-em-Campo-Grande-MS.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44583" class="wp-caption-text">Horto Florestal &#8211; Parque Florestal Antônio de Albuquerque em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Promove um registro histórico do início da ocupação urbana de Campo Grande, por volta de 1872. Foi idealizado pelas artistas plástica Neide Ono e Marisa Oshiro Tibana, com peças fundidas em alumínio e metal dourado sobre fundo de granito preto.</p>
<p>Endereço: S/N 65894, R. Joel Dibo, 1 &#8211; Vila Carvalho, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>10. Praça das Araras</h4>
<p>Localizada no cruzamento com a Rua Dom Aquino, tem quadra de esportes e parquinho.</p>
<p><figure id="attachment_44587" aria-describedby="caption-attachment-44587" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44587 size-loop-large" title="Praça das Araras em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-800x534.jpg" alt="Praça das Araras em Campo Grande MS" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-das-Araras-em-Campo-Grande-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44587" class="wp-caption-text">Praça das Araras em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>É comum ver uma roda de tereré enquanto amigos observam o pôr do sol. O Monumento das Araras tem um trio de araras nas cores azul e vermelha, feitas pelo artista plástico Cleir D’Avila, que buscou despertar na população a importância da preservação.</p>
<p>Endereço: No cruzamento com a Rua Dom Aquino, Praça Cuiabá, S/N &#8211; Amambai, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>11. Lago do Amor</h4>
<p>Local de trânsito de capivaras, o lago artificial é um ponto de turístico. Em 2008, foi inaugurada a escultura O Beijo, do artista plástico Pedro Guilherme, na rotatória do lago.</p>
<p><figure id="attachment_44589" aria-describedby="caption-attachment-44589" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44589 size-loop-large" title="Lago do Amor em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS-800x450.jpg" alt="Lago do Amor em Campo Grande MS" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Lago-do-Amor-em-Campo-Grande-MS.jpg 850w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44589" class="wp-caption-text">Lago do Amor em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O monumento é feito de concreto armado e retrata dois peixes carás se beijando. É uma boa dica para apreciar o pôr do sol.</p>
<p>Endereço: Av. Sen. Filinto Müler, 713-917 &#8211; Pioneiros, Campo Grande – MS.</p>
<h4>12. Orla Ferroviária – Maria Fumaça</h4>
<p>Um passeio nostálgico no ponto de chegada e partida de quem ajudou a construir o Estado. O Monumento da Maria Fumaça foi instalado em homenagem à antiga estrada de ferro Noroeste do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_44591" aria-describedby="caption-attachment-44591" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44591 size-loop-large" title="Orla Ferroviária – Maria Fumaça em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS-800x472.jpg" alt="Orla Ferroviária – Maria Fumaça em Campo Grande MS" width="800" height="472" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS-800x472.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS-300x177.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS-768x453.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS-93x55.jpg 93w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Orla-Ferroviaria-–-Maria-Fumaca-em-Campo-Grande-MS.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44591" class="wp-caption-text">Orla Ferroviária – Maria Fumaça em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Tem cinco metros de altura por 20 de comprimento – pesando 20 toneladas. A obra fica suspensa em um balanço, com impressão de levantar voo. Fica no cruzamento das avenidas Mato Grosso e Calógeras.</p>
<p>Endereço: Av. Calógeras, 5045 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>13. Morada dos Baís</h4>
<p>O prédio histórico Morada do Baís foi construído em 1913 para abrigar a família do italiano Bernardo Franco Baís.</p>
<p><figure id="attachment_44606" aria-describedby="caption-attachment-44606" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44606 size-full" title="Morada dos Baís em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS.jpg" alt="Morada dos Baís em Campo Grande MS" width="512" height="384" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Morada-dos-Bais-em-Campo-Grande-MS-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44606" class="wp-caption-text">Morada dos Baís em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>A personalidade mais representativa nas artes em Campo Grande, Lydia Baís, filha de Bernardo Baís, morou no sobrado durante alguns anos.</p>
<p>Lá é possível conhecer parte de seu acervo e peças de museu.</p>
<p>Endereço: Av. Noroeste, 5140 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>14. Praça do Rádio Clube</h4>
<p>A praça é palco de muitas atividades. Também chamada como Praça da República, nela fica o monumento da imigração japonesa. Na região há algumas opções de restaurantes japoneses, inclusive.</p>
<p><figure id="attachment_44595" aria-describedby="caption-attachment-44595" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44595 size-full" title="Praça do Rádio Clube em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS.jpg" alt="Praça do Rádio Clube em Campo Grande MS" width="640" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-do-Radio-Clube-em-Campo-Grande-MS-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44595" class="wp-caption-text">Praça do Rádio Clube em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Endereço: Av. Afonso Pena &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>15. Praça Pantaneira</h4>
<p>Perto da Prefeitura, tem decoração inspirada no bioma do Pantanal, com estátuas de animais criadas pelo artista plástico Levi Batista. Vale o passeio para foto.</p>
<p><figure id="attachment_44597" aria-describedby="caption-attachment-44597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44597 size-loop-large" title="Praça Pantaneira em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-800x533.jpg" alt="Praça Pantaneira em Campo Grande MS" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Praca-Pantaneira-em-Campo-Grande-MS.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44597" class="wp-caption-text">Praça Pantaneira em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>Endereço: R. Vinte e Cinco de Dezembro, 230 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h4>16. Museu da Imagem e do Som (MIS)</h4>
<p>Local para preservar os registros que compõem a memória visual e sonora sul-mato-grossense.</p>
<p><figure id="attachment_44599" aria-describedby="caption-attachment-44599" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44599 size-full" title="Museu da Imagem e do Som (MIS) em Campo Grande MS" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS.jpg" alt="Museu da Imagem e do Som (MIS) em Campo Grande MS" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/02/Museu-da-Imagem-e-do-Som-MIS-em-Campo-Grande-MS-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44599" class="wp-caption-text">Museu da Imagem e do Som (MIS) em Campo Grande MS</figcaption></figure></p>
<p>O acervo do MIS conta com mais de 8.000 mil itens entre fotografias, filmes, vídeos, cartazes, discos de vinil, objetos e registros sonoros.</p>
<p>Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa, 559 &#8211; Centro, Campo Grande &#8211; MS.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/campo-grande-ms/">Campo Grande: O que Fazer na Capital do Mato Grosso do Sul</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mamíferos e Répteis no Pantanal: Guia Completo</title>
		<link>https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 13:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Alouata caraya]]></category>
		<category><![CDATA[Anta]]></category>
		<category><![CDATA[Ariranha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Assim como a pesca e o birdwatching, a observação de animais terrestres (sobretudo de mamíferos e répteis, mas também de anfíbios, moluscos e insetos) é um grande espetáculo no Pantanal – um espetáculo que tem lugar todos os dias, garantido pela extraordinária riqueza e variedade da fauna no pantanal. A [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/">Mamíferos e Répteis no Pantanal: Guia Completo</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Assim como a pesca e o <strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">birdwatching</a></strong>, a observação de animais terrestres (sobretudo de mamíferos e répteis, mas também de anfíbios, moluscos e insetos) é um grande espetáculo no Pantanal – um espetáculo que tem lugar todos os dias, garantido pela extraordinária riqueza e variedade da <strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">fauna no pantanal</a></strong>.</p>
<p>A maior parte das fazendas e agências oferece programas como focagem noturna (uso de lanternas cuja luz se reflete nos olhos dos animais) e safaris fotográficos, mas qualquer passeio revela várias surpresas a quem tiver olhos e ouvidos atentos &#8211; além de binóculos e de uma boa lanterna.</p>
<p>A seguir, uma lista de algumas entre as muitas espécies encontradas em toda a planície.</p>
<h3>Mamíferos e Répteis mais comuns no Pantanal</h3>
<ol>
<li>Anta, Tapirus terrestris ou Tapir</li>
<li>Ariranha, Pteronura brasiliensis ou Brazilian giant water-otter</li>
<li>Bugio, Alouatta caraya ou Bugio</li>
<li>Capivara, Hydrochaeris hydrochaeris ou Capybara</li>
<li>Cervo-do-Pantanal, Blastocerus dichotomus ou Marsh deer</li>
<li>Cutia, Dasyprocta azarae ou Azara&#8217;s agouti</li>
<li>Jacaré, Caiman crocodilus yacare ou Caiman alligator</li>
<li>Macaco-prego, Cebus apella ou Capuchin monkey</li>
<li>Onça-pintada, Panthera onca ou Jaguar</li>
<li>Queixada, Tayassu pecarí ou White-lipped peccary</li>
<li>Sinimbu, Iguana iguana ou Iguana</li>
<li>Sucuri-amarela, Eunectes murinus ou Yellow anaconda</li>
<li>Tamanduá-bandeira, Myrmecophaga tridactyla ou Giant-anteater</li>
<li>Tatu-peba, Euphactus sexcintus ou Armadillo</li>
<li>Veado-campeiro, Ozotoceros bezoarticus ou Pampas deer</li>
</ol>
<h4>1. Anta</h4>
<p>(Tapirus terrestris)</p>
<p>Nome em inglês: Tapir</p>
<p><figure id="attachment_43981" aria-describedby="caption-attachment-43981" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43981 size-large" title="Anta, Tapirus terrestris ou Tapir" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-1024x561.jpg" alt="Anta, Tapirus terrestris ou Tapir" width="800" height="438" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-1024x561.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-300x164.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-768x420.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-100x55.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-1536x841.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-2048x1121.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Anta-Tapirus-terrestris-ou-Tapir-800x438.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43981" class="wp-caption-text">Anta, Tapirus terrestris ou Tapir</figcaption></figure></p>
<p>Também chamada de tapir, é o maior mamífero terrestre brasileiro: pode atingir dois metros de comprimento e pesar 200 quilos. De hábitos preferencialmente noturnos, tem o couro grosso e resistente e uma tromba curta e móvel.</p>
<p>Excelente nadadora, vive em matas próximas aos rios. Alimenta-se de frutos, folhas e raízes.</p>
<h4>2. Ariranha</h4>
<p>(Pteronura brasiliensis)</p>
<p>Nome em inglês: Brazilian giant water-otter</p>
<p><figure id="attachment_43983" aria-describedby="caption-attachment-43983" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43983 size-large" title="Ariranha, Pteronura brasiliensis ou Brazilian giant water-otter" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-1024x683.jpg" alt="Ariranha, Pteronura brasiliensis ou Brazilian giant water-otter" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ariranha-Pteronura-brasiliensis-ou-Brazilian-giant-water-otter-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43983" class="wp-caption-text">Ariranha, Pteronura brasiliensis ou Brazilian giant water-otter</figcaption></figure></p>
<p>O comércio clandestino de peles levou a ariranha do Pantanal às listas de espécies em extinção.</p>
<p>Mamífero aquático de cerca de 1,40 metro e 30 quilos, tem pele escura com uma amarelada no peito e no pescoço, cauda larga e achatada e membranas entre os dedos que favorecem o deslocamento na água.</p>
<p>Vive em bandos e alimenta-se de aves, ovos, pequenos répteis e sobretudo de peixes, que costuma devorar em terra firme.</p>
<h4>3. Bugio</h4>
<p>(Alouatta caraya)</p>
<p>Nome em inglês: Bugio</p>
<p><figure id="attachment_43985" aria-describedby="caption-attachment-43985" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43985 size-loop-large" title="Bugio, Alouata caraya ou Bugio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-800x532.jpg" alt="Bugio, Alouata caraya ou Bugio" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Bugio-Alouata-caraya-ou-Bugio.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43985" class="wp-caption-text">Bugio, Alouata caraya ou Bugio</figcaption></figure></p>
<p>Macaco de cerca de 1,20 metro, o bugio vive em grupos de até 20 indivíduos, nos galhos mais altos das árvores das matas e do cerrado.</p>
<p>São conhecidos por seus inconfundíveis gritos &#8211; no começo e no fim do dia, quando se sentem ameaçados ou quando pressentem mudanças climáticas. Alimenta-se de frutas e folhas.</p>
<h4>4. Capivara</h4>
<p>(Hydrochaeris hydrochaeris)</p>
<p>Nome em inglês: Capybara</p>
<p><figure id="attachment_43988" aria-describedby="caption-attachment-43988" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43988 size-large" title="Capivara, Hydrochaeris hydrochaeris ou Capybara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-1024x683.jpg" alt="Capivara, Hydrochaeris hydrochaeris ou Capybara" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Capivara-Hydrochaeris-hydrochaeris-ou-Capybara.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43988" class="wp-caption-text">Capivara, Hydrochaeris hydrochaeris ou Capybara</figcaption></figure></p>
<p>O maior dos roedores vive em grandes grupos à beira de rios, lagos e brejos; alimenta-se de plantas aquáticas, gramíneas, raízes e espigas e é excelente nadador.</p>
<p>Mede cerca de um metro e pode pesar até 100 quilos. Tem a cabeça grande, pelos curtos e patas com membranas interdigitais para auxiliar a natação.</p>
<h4>5. Cervo-do-Pantanal</h4>
<p>(Blastocerus dichotomus)</p>
<p>Nome em inglês: Marsh deer</p>
<p><figure id="attachment_43990" aria-describedby="caption-attachment-43990" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43990 size-loop-large" title="Cervo-do-Pantanal, Blastocerus dichotomus dichotomus ou Marsh deer" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-800x534.jpg" alt="Cervo-do-Pantanal, Blastocerus dichotomus dichotomus ou Marsh deer" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cervo-do-Pantanal-Blastocerus-dichotomus-dichotomus-ou-Marsh-deer.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43990" class="wp-caption-text">Cervo-do-Pantanal, Blastocerus dichotomus dichotomus ou Marsh deer</figcaption></figure></p>
<p>E o maior cervídeo da América do Sul, com até 1,50 metro de altura e 150 quilos; seus galhos podem atingir 60 centímetros.</p>
<p>Tem pelagem avermelhada, com pernas e focinhos pretos. As patas são adaptadas para a locomoção em brejos e «áreas alagadas, onde se move com grande agilidade. Alimenta-se de ervas, talos e gramíneas.</p>
<h4>6. Cutia</h4>
<p>(Dasyprocta azarae)</p>
<p>Nome em inglês: Azara&#8217;s agouti</p>
<p><figure id="attachment_43996" aria-describedby="caption-attachment-43996" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43996 size-large" title="Cutia, Dasyprocta azarae, Azara's agouti" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-1024x768.jpg" alt="Cutia, Dasyprocta azarae, Azara's agouti" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Cutia-Dasyprocta-azarae-Azaras-agouti-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43996" class="wp-caption-text">Cutia, Dasyprocta azarae ou Azara&#8217;s agouti</figcaption></figure></p>
<p>Pequeno roedor, a cutia mede cerca de 50 centímetros e vive em regiões de mata, em tocas escavadas junto às raízes das «árvores. Arredia, tem hábitos noturnos e, quando se sente ameaçada, corre em grande velocidade.</p>
<p>Alimenta-se de vegetais, frutas, raízes e sementes, que come sentada sobre as patas traseiras.</p>
<h4>7. Jacaré</h4>
<p>(Caiman crocodilus yacare)</p>
<p>Nome em inglês: Caiman alligator</p>
<p><figure id="attachment_43999" aria-describedby="caption-attachment-43999" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43999 size-large" title="Jacaré, Caiman crocodilus yacare ou Caiman alligator" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-1024x682.jpg" alt="Jacaré, Caiman crocodilus yacare, Caiman alligator" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jacare-Caiman-crocodilus-yacare-Caiman-alligator.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43999" class="wp-caption-text">Jacaré, Caiman crocodilus yacare ou Caiman alligator</figcaption></figure></p>
<p>A espécie de jacaré mais comum no Pantanal apresenta manchas escuras na mandíbula e mede até 2,50 metros.</p>
<p>Pode ser visto em grande quantidade em rios e baías; alimenta-se de peixes, crustáceos e mamíferos de pequeno porte.</p>
<p>Durante anos, foi alvo da exploração predatória devido ao couro e chegou a ser incluído na lista de espécies ameaçadas. Após projetos de proteção e criação controlada, encontra-se fora do risco de extinção.</p>
<h4>8. Macaco-prego</h4>
<p>(Cebus apella)</p>
<p>Nome em inglês: Capuchin monkey</p>
<p><figure id="attachment_44001" aria-describedby="caption-attachment-44001" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44001 size-loop-large" title="Macaco-prego, Cebus apella, Capuchin monkey" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-800x536.jpg" alt="Macaco-prego, Cebus apella, Capuchin monkey" width="800" height="536" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-800x536.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-768x515.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Macaco-prego-Cebus-apella-Macaco-prego.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44001" class="wp-caption-text">Macaco-prego, Cebus apella ou Capuchin monkey</figcaption></figure></p>
<p>Pequeno, ágil, de hábitos diurnos e sociável (ainda que imprevisível), o macaco-prego tem cerca de 50 cm de altura e pesa em torno de 3 quilos. Vive em grupo, no alto das árvores, mas desce ao chão com frequência.</p>
<p>Emite assobios característicos. Alimenta-se de frutas, folhas, sementes, ovos e pequenos animais.</p>
<h4>9. Onça-pintada</h4>
<p>(Panthera onca)</p>
<p>Nome em inglês: Jaguar</p>
<p><figure id="attachment_44003" aria-describedby="caption-attachment-44003" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44003 size-loop-large" title="Onça-pintada, Panthera onca ou Jaguar" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-800x532.jpg" alt="Onça-pintada, Panthera onca, Jaguar" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-pintada-Panthera-onca-Jaguar.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44003" class="wp-caption-text">Onça-pintada, Panthera onca, Jaguar</figcaption></figure></p>
<p>A onça-pintada é um animal arredio e de hábitos noturnos, a onça-pintada não se deixa avistar com frequência. Com cerca de 1,80 metro e até 120 quilos, é o maior felino das Américas.</p>
<p>A onça-pintada é caçadora solitária e nômade, pode atacar o gado nas fazendas; abatida por criadores, entrou nas listagens de animais ameaçados de extinção e hoje é objeto de programas de proteção à fauna. Vive em matas e florestas, de preferência perto de rios &#8211; é excelente nadadora. Alimenta-se sobretudo de jacarés, capivaras, veados, macacos e outros mamíferos.</p>
<p>A onça-preta é uma variedade da mesma espécie (de perto, podem-se perceber pintas de um tom negros mais escuro em sua pelagem).</p>
<p>A onça-parda ou suçuarana (Felis concolor), mountain lion em inglês, tem pelagem uniforme e castanha e é um pouco menor que a pintada.</p>
<h4>10. Queixada</h4>
<p>(Tayassu pecarí)</p>
<p>Nome em inglês: White-lipped peccary</p>
<p><figure id="attachment_44005" aria-describedby="caption-attachment-44005" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44005 size-loop-large" title="Queixada, Tayassu pecarí, White-lipped peccary" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-800x536.jpg" alt="Queixada, Tayassu pecarí, White-lipped peccary" width="800" height="536" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-800x536.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-768x515.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Queixada-Tayassu-pecari-White-lipped-peccary.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44005" class="wp-caption-text">Queixada, Tayassu pecarí ou White-lipped peccary</figcaption></figure></p>
<p>A Queixada, porco-do-mato, é conhecida pela agressividade &#8211; quando irritado, emite sons altos e bate os dentes &#8211; o grande porco-do-mato vive um grupos grandes liderados por um macho mais velho. Pode medir até 1,30 metro e pesar 40 quilos.</p>
<p>A pelagem é longa e densa, e o focinho é branco. Come raízes, vegetais e pequenos animais.</p>
<p>A Queixada não deve ser confundido com o cateto, ou peccary, em inglês (Tayassu tajacuy), espécie menor, identificável pelo colar branco que apresenta em volta do pescoço.</p>
<h4>11. Sinimbu</h4>
<p>(Iguana iguana)</p>
<p>Nome em inglês: Iguana</p>
<p><figure id="attachment_44007" aria-describedby="caption-attachment-44007" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44007 size-full" title="Sinimbu, Iguana iguana, Iguana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana.jpg" alt="Sinimbu, Iguana iguana, Iguana" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sinimbu-Iguana-iguana-Iguana-98x55.jpg 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44007" class="wp-caption-text">Sinimbu, Iguana iguana ou Iguanau</figcaption></figure></p>
<p>Esta espécie de iguana verde vive em árvores e em terra, preferencialmente perto da água; é hábil nadadora. Um dos maiores lagartos das Américas, pode atingir até 1,70 metro. Devora insetos, vegetais e larvas.</p>
<h4>12. Sucuri-amarela</h4>
<p>(Eunectes notaeus)</p>
<p>Nome em inglês: Yellow anaconda</p>
<p><figure id="attachment_44010" aria-describedby="caption-attachment-44010" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44010 size-loop-large" title="Sucuri-amarela, Eunectes notaeus ou Yellow anaconda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-800x469.jpg" alt="Sucuri-amarela, Eunectes notaeus, Yellow anaconda" width="800" height="469" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-800x469.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-300x176.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-1024x600.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-768x450.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda-94x55.jpg 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Sucuri-amarela-Eunectes-notaeus-Yellow-anaconda.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44010" class="wp-caption-text">Sucuri-amarela, Eunectes notaeus ou Yellow anaconda</figcaption></figure></p>
<p>A sucuri-amarela é a maior serpente do Pantanal e pode atingir 5 metros de comprimento. Locomove-se lentamente em terra, mas é rápida na água, habitando as margens de rios e lagoas.</p>
<p>Não é venenosa: enrola-se na presa e a mata por asfixia; depois, pode passar semanas digerindo-a.</p>
<p>Segundo a lenda, a sucuri-amarela pode matar bezerros ou pessoas; na realidade, come animais de pequeno porte, como roedores, lagartos, aves e peixes.</p>
<h4>13. Tamanduá-bandeira</h4>
<p>(Myrmecophaga tridactyla)</p>
<p>Nome em inglês: Giant-anteater</p>
<p><figure id="attachment_44012" aria-describedby="caption-attachment-44012" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44012 size-loop-large" title="Tamanduá-bandeira, Myrmecophaga tridactyla, Giant-anteater" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-800x536.jpg" alt="Tamanduá-bandeira, Myrmecophaga tridactyla, Giant-anteater" width="800" height="536" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-800x536.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-768x515.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tamandua-bandeira-Myrmecophaga-tridactyla-Giant-anteater.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44012" class="wp-caption-text">Tamanduá-bandeira, Myrmecophaga tridactyla ou Giant-anteater</figcaption></figure></p>
<p>O Tamanduá-bandeira é um animal típico da região do cerrado e dos campos abertos, pode atingir 2 metros e pesar 30 quilos.</p>
<p>Tem pelagem longa, sobretudo na cauda e unhas fortes e compridas nas patas dianteiras, que lhe permitem abrir cupinzeiros e ninhos de pequenos insetos, que se colam à sua língua pegajosa.</p>
<p>Outra espécie presente no pantanal é o tamanduá-mirim ou tamanduá -de-colete (Tamanduá tetradactyla), chamado, em inglês, lesser-anteater. O tamanduá-mirim mede 1,40 metro tem cauda preênsil e vive em árvores.</p>
<h4>14. Tatu-peba</h4>
<p>(Euphactus sexcintus)</p>
<p>Nome em inglês: Armadillo</p>
<p><figure id="attachment_44015" aria-describedby="caption-attachment-44015" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44015 size-loop-large" title="Tatupeba, Euphactus sexcintus, Armadillo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo-800x506.jpg" alt="Tatupeba, Euphactus sexcintus, Armadillo" width="800" height="506" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo-800x506.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo-300x190.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo-768x486.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo-87x55.jpg 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Tatupeba-Euphactus-sexcintus-Armadillo.jpg 1023w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44015" class="wp-caption-text">Tatupeba, Euphactus sexcintus, Armadillo</figcaption></figure></p>
<p>Também conhecido como tatu-peludo, tem uma carapaça duríssima com pêlos, unhas longas e fortes com que cava a terra e cauda longa.</p>
<p>De hábitos diurnos, alimenta-se de raízes, tubérculos e carniça.</p>
<p>No Pantanal ocorrem ainda outras espécies de tatu: o raríssimo tatu-canastra ou giant armadillo (Priodontes maximus) &#8211; o maior do mundo, com cerca de 85 centímetros &#8211; e o pequeno e ágil tatu-galinha, nine-banded armadillo (Dasypus novem cinctus).</p>
<h4>15. Veado-campeiro</h4>
<p>(Ozotoceros bezoarticus)</p>
<p>Nome em inglês: Pampas deer</p>
<p><figure id="attachment_44017" aria-describedby="caption-attachment-44017" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-44017 size-loop-large" title="Veado-campeiro, Ozotoceros bezoarticus, Pampas deer" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer-800x619.jpg" alt="Veado-campeiro, Ozotoceros bezoarticus, Pampas deer" width="800" height="619" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer-800x619.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer-300x232.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer-768x594.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Veado-campeiro-Ozotoceros-bezoarticus-Pampas-deer.jpg 1023w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-44017" class="wp-caption-text">Veado-campeiro, Ozotoceros bezoarticus, Pampas deer</figcaption></figure></p>
<p>O Veado-campeiro habita o cerrado e campos abertos, tem a pelagem avermelhada no dorso e branca na parte inferior do pescoço e da barriga. É bom nadador. Os machos apresentam galhada curta, de no máximo 30 centímetros.</p>
<p>Sua dieta compreende ervas, folhas e plantas aquáticas.</p>
<p>Outra espécie presente na planície pantaneira é o veado-mateiro ou red brocket deer (Mazama americana), que mede cerca de 70 centímetros e pesa 20 quilos; vive em matas fechadas e em regiões aquáticas.</p>
<p>Ambas as espécies encontram-se sob o risco de extinção.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense?<br />
</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/">Mamíferos e Répteis no Pantanal: Guia Completo</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</title>
		<link>https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 19:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Ageneiosus brevifilis]]></category>
		<category><![CDATA[Astyanax spp]]></category>
		<category><![CDATA[Brycon hilarii]]></category>
		<category><![CDATA[Chacara]]></category>
		<category><![CDATA[Curimbatá]]></category>
		<category><![CDATA[Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Hemisorubim platyrhynchos]]></category>
		<category><![CDATA[Hoplias malabaricus]]></category>
		<category><![CDATA[Jaú]]></category>
		<category><![CDATA[Jurupensém]]></category>
		<category><![CDATA[Jurupoca]]></category>
		<category><![CDATA[Lambari]]></category>
		<category><![CDATA[Leporinus macrocephalus]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulicea lutkeni]]></category>
		<category><![CDATA[Piaractus mesopotamicus]]></category>
		<category><![CDATA[Piavuçu]]></category>
		<category><![CDATA[Pintado]]></category>
		<category><![CDATA[Piranha]]></category>
		<category><![CDATA[Piraputanga]]></category>
		<category><![CDATA[Prochilodus lineatus]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudoplatystoma corruscans]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudoplatystoma fasciatum]]></category>
		<category><![CDATA[Salminus brasiliensis]]></category>
		<category><![CDATA[Serrasalmus spilopleura]]></category>
		<category><![CDATA[Sorubim lima]]></category>
		<category><![CDATA[Traíra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal é um excelente destino para quem gosta de lugares para viajar e pescar. Na região pantaneira, há vários rios e cerca de 300 espécies de peixes. Em matéria de peixe, o que chama a atenção no Pantanal não é a variedade e sim a quantidade. Embora atualmente haja [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/">Pescar no Pantanal &#8211; Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal é um excelente destino para quem gosta de lugares para viajar e pescar. Na região pantaneira, há vários rios e cerca de 300 espécies de peixes.</p>
<p>Em matéria de peixe, o que chama a atenção no Pantanal não é a variedade e sim a quantidade.</p>
<p>Embora atualmente haja na região cerca de 300 espécies descritas &#8211; um número modesto, se comparado às 1800 da Amazônia -, os peixes existem aos milhares.</p>
<p>A explicação para essa abundância é simples.</p>
<p><figure id="attachment_43964" aria-describedby="caption-attachment-43964" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43964 size-loop-large" title="Pesca no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-800x600.webp" alt="Pesca no Pantanal Matogrossense" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pesca-no-Pantanal-Matogrossense.webp 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43964" class="wp-caption-text">Pesca no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>No período das chuvas, entre novembro e março, uma grande área do Pantanal fica debaixo d’água.</p>
<p>As baías, contudo, se mantêm rasas, o que implica intensa incidência de luz, tornando o ambiente favorável ao crescimento de plantas, microalgas e macrofitas, base da cadeia alimentar de pequenos invertebrados e peixes, que encontram nas águas pantaneiras fartura de alimento.</p>
<p>Parcialmente isoladas dos grandes rios, as baías são excelente berçário para pequenos peixes, que aí ficam a salvo dos predadores.</p>
<p>A pesca no Pantanal, inclusive a esportiva, vem dando sinais de que está seriamente comprometida devido ao excesso de exploração.</p>
<p>Especula-se que o modelo atual talvez não seja sustentável, por se concentrar em cerca de vinte espécies.</p>
<p>O tamanho dos peixes dourados, por exemplo, está diminuindo, bem como sua quantidade. A fiscalização aos barcos de pesca, entretanto, tem se tornado mais rigorosa.</p>
<p>Vale lembrar que as águas do Pantanal abrigam ainda jacarés, capivaras, ariranhas, entre outros animais, além de aves aquáticas, o que torna a região especialmente rica e interessante.</p>
<p>Daí a necessária e obrigatória preservação do meio ambiente e a manutenção dos respectivos hábitats de todas as espécies.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pescaria-no-pantanal.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>PESCARIA NO PANTANAL</h3>
<h4>1. MELHORES DESTINOS PESQUEIROS</h4>
<h5>1.1. MATO GROSSO</h5>
<p>Cáceres e Porto Jofre. Rios: Cuiabá, das Mortes, Liberdade, Paraguai, Piquiri e São Lourenço.</p>
<h5>1.2. MATO GROSSO DO SUL</h5>
<p>Aquidauana, Corumbá e Porto Murtinho. Rios: Paraguai, Miranda e Aquidauana.</p>
<h4>2. MODALIDADES DE PESCA NO PANTANAL</h4>
<h5>2.1. PESQUE-E-SOLTE</h5>
<p>Essa modalidade não consiste apenas em devolver o peixe à água.</p>
<p>A preocupação com a sobrevivência do animal deve levar em conta o cuidado na manipulação e o uso de equipamentos adequados, como anzóis sem farpa, para não machucá-lo.</p>
<h5>2.2. PESCA DE ARREMESSO</h5>
<p>O pescador escolhe os pontos mais interessantes e joga ali as iscas, naturais ou artificiais (neste caso, elas devem ser movimentadas na água para dar a impressão de que são vivas).</p>
<h5>2.3. PESCA DE CORRICO</h5>
<p>O barco em que se encontra o pescador permanece em baixa velocidade. Para esta modalidade, são utilizadas varas curtas e fortes.</p>
<h5>2.4. PESCA DE BARRANCO</h5>
<p>A mais popular entre as modalidades praticadas mundialmente, utiliza caniços simples, feitos de bambu, varas de carbono ou até a tradicional linha de mão.</p>
<p>Os lugares preferidos pelos adeptos para construir seus ranchos ou montar acampamentos são beiras de rio, de lago ou de represa.</p>
<p>A pesca de barranco talvez seja a mais prejudicada pelos efeitos da ação do homem, que resultam na poluição das águas e nos desmatamentos.</p>
<p>Com a retirada da mata ciliar, por exemplo, os peixes sofrem com a falta de sombreamento e de frutos, que compõem parte da dieta de espécies como o pacu.</p>
<h5>2.5. PESCA COM MOSCA</h5>
<p>Modalidade das mais antigas, a pesca com mosca deve seu nome à isca utilizada, já que imita insetos, alimento natural de alguns peixes.</p>
<p>Atualmente existem algumas iscas que também se parecem com rãs e até mesmo as que simulam pequenos peixes.</p>
<h5>2.6. PESCA DE RODADA</h5>
<p>A embarcação desce o rio ao sabor da correnteza, enquanto a isca se arrasta pelo fundo. Silêncio e pouco movimento no barco são regras básicas para uma pesca bem-sucedida.</p>
<h4>3. ÉPOCAS MAIS PROPÍCIAS DE PESCA</h4>
<p><strong>Entre o início de novembro e o final de fevereiro</strong>, o chamado período da piracema &#8211; quando os peixes sobem até a cabeceira dos rios para procriar -, a pesca é proibida no Pantanal.</p>
<p>Nessa época, o máximo que se permite é a pesca de barranco com vara simples, sem molinete.</p>
<p>Quando um rio está muito cheio, a dificuldade de captura é maior, porque os peixes se espalham.</p>
<p>No entanto, as chuvas originam lagoas e corixos, que concentram grande quantidade de espécies e, assim, <strong>entre março e maio</strong>, com muitas áreas ainda alagadas, os pacus, por exemplo, costumam ficar perto de árvores cujas frutas caem na água, alimentando-se de tucuns, jenipapos, figos silvestres, marmelos e outras; não é preciso muito esforço para pegá-los em tais pontos.</p>
<p>Ao cessarem as chuvas, esses peixes que estavam próximos às margens retornam para o leito dos rios.</p>
<p><strong>De agosto a outubro </strong>a pesca mais recomendada é a do pintado e de outros peixes de couro &#8211; o nome se refere à pele lisa que cobre seu corpo &#8211; como o jaú e o barbado, que, em razão do baixo nível das águas, ficam concentrados.</p>
<p><strong>Em junho e julho</strong>, a entrada de frentes frias pode atrapalhar as pescarias.</p>
<p>Em quaisquer desses períodos, contudo, o turista precisa procurar um bom pirangueiro — guia de pesca local, conhecedor dos melhores lugares para a prática da atividade —, que pode ser contratado diretamente na maioria dos hotéis.</p>
<h5>3.1. FESTIVAIS DE PESCA</h5>
<p><strong>Há dois eventos tradicionais de pesca no Pantanal: </strong></p>
<ul>
<li>Festival Internacional de Pesca (FIP)</li>
<li>Festival Internacional de Pesca do Pantanal</li>
</ul>
<p>O primeiro é realizado desde 1979 em Cáceres, no Mato Grosso, durante o mês de setembro. Trata-se da maior competição em água doce no país.</p>
<p>Em 2005, ocorreu a 26a edição do encontro, com oito dias de festas e shows que movimentam toda a cidade.</p>
<p>Embora menos representativo, o segundo evento, promovido anualmente em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, no mês de outubro, atrai muitos turistas à região.</p>
<p>Em 2005 teve vez a 22a edição, com a participação de 167 equipes.</p>
<p>Ao mesmo tempo que divulgam a região, os festivais não raro trazem consequências danosas ao Pantanal.</p>
<p>Com o grande número de turistas muitas vezes instalam-se o desrespeito à natureza e o incentivo à exploração sexual, inclusive infantil.</p>
<p>Alguns dos chamados barcos-hotéis, que hospedam viajantes no período de pesca, infelizmente se tornaram um vetor da indústria da prostituição local, fato que constitui uma realidade lamentável.</p>
<h4>4. LICENÇAS DE PESCA</h4>
<p>Tanto a pesca comercial como a esportiva seguem uma regulamentação.</p>
<p>Para a pesca com embarcação ou em barranco, o interessado deve solicitar sua licença à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) ou ao Ibama, cuja carteira é válida para todo o território nacional.</p>
<p>Uma vez licenciado pelo Ibama, o usuário pode pescar em qualquer região do país, sem a necessidade de pagar a licença estadual.</p>
<p>A exceção fica por conta do estado do Mato Grosso do Sul, em que o governo local exige a licença emitida pela Secretaria do Meio Ambiente.</p>
<p>Nos demais estados, as normas estaduais devem ser respeitadas quando forem mais restritivas do que a federal.</p>
<p>Atualmente, o transporte de pescado no Mato Grosso está limitado a 10 quilos de peixe acrescidos de um exemplar.</p>
<p>Já no Mato Grosso do Sul, cada pescador pode levar um peixe de couro, um peixe de escamas e cinco piranhas.</p>
<p>Alguns equipamentos, como espinhel, tarrafas, rede, fisga e arpão são proibidos, assim como as modalidades ligeirinho (com garatéia, aparelho com três anzóis na mesma linha) e joão-bobo (chamada também de bóia ou cavalinho, consiste na pesca em que se acompanha o movimento de galões ou latas, que funcionam como bóias, amarradas a linhas com anzóis encastoados nas pontas).</p>
<p>Em certos rios, como o Taquari, o Coxim, o Piquiri e o Jauru, só é permitida a pesca esportiva, no sistema pesque-e-solte.</p>
<p>Não há garantias, contudo, de que esse modelo seja menos predatório que os demais, por isso recomenda-se ao pescador não segurar o peixe pelas brânquias, devolvê-lo com delicadeza à água, evitar batê-lo no fundo do barco, entre outras precauções.</p>
<p>Em qualquer modalidade, os peixes com medidas inferiores às estabelecidas para a captura têm de ser devolvidos imediatamente ao rio.</p>
<p>Há espécies, porém &#8211; caso da piranha, do botoado e do bagre que não sofrem nenhuma restrição.</p>
<p><figure id="attachment_43968" aria-describedby="caption-attachment-43968" style="width: 371px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pescaria-Esportiva-Pantanal.bmp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43968 size-full" title="Pescaria Esportiva Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pescaria-Esportiva-Pantanal.bmp" alt="Pescaria Esportiva Pantanal" width="371" height="603" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pescaria-Esportiva-Pantanal.bmp 371w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pescaria-Esportiva-Pantanal-185x300.jpg 185w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pescaria-Esportiva-Pantanal-34x55.jpg 34w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43968" class="wp-caption-text">Pescaria Esportiva Pantanal</figcaption></figure></p>
<h5>Entre as que possuem tamanho mínimo estipulado para a pesca estão a seguir:</h5>
<ul>
<li><span style="color: #222222;"> <strong>Peixe                    cm</strong></span></li>
<li>Barbado              60</li>
<li>Dourado              65</li>
<li>Pacupeva            20</li>
<li>Bicuda                  40</li>
<li>Jaú                          90</li>
<li>Piavuçu                35</li>
<li>Cachara               80</li>
<li>Jurupensém      35</li>
<li>Pintado                85</li>
<li>Caranha              40</li>
<li>Jurupoca             40</li>
<li>Piraputanga      30</li>
<li>Curimbatá          30</li>
<li>Pacu                      45</li>
<li>Ximburé               25</li>
</ul>
<p>As embarcações de pesca só têm autorização para navegar das seis da manhã às seis da tarde.</p>
<p>Normas gerais, legais e regulamentares podem ser obtidas no site da Sema MT e da Sema MS.</p>
<h4>5. EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA PESCA</h4>
<h5>5.1. ESPESSURA DA LINHA DE PESCA</h5>
<p>O tamanho e a espécie do peixe que se pretende capturar é que determinam a seleção de varas, iscas, linhas e anzóis.</p>
<p>As linhas, além da espessura, que é diretamente proporcional a sua resistência, podem ser de dois tipos básicos: monofilamento e multifilamento.</p>
<p>As primeiras caracterizam-se por maior elasticidade e menor resistência, a um custo menor.</p>
<p>Já as segundas apresentam alta resistência, maior facilidade para desfazer “cabeleira” (nós), baixa elasticidade e, portanto, uma fisgada mais eficiente.</p>
<h5>5.2. ISCAS</h5>
<p><strong>As iscas vivas</strong> ainda são bastante utilizadas pelos pescadores que frequentam o Pantanal, mas o uso das artificiais tem sido cada vez mais incentivado, já que evitam potenciais desequilíbrios no meio ambiente.</p>
<p><strong>As iscas artificiais funcionam muito bem na captura do dourado</strong>, entretanto não se pode dizer o mesmo com relação a pintados, cacharas e jaús.</p>
<p><strong>Para pescar piraputangas</strong>, devem-se usar frutas e milho verde.</p>
<p><strong>O pacu</strong> prefere frutos silvestres &#8211; jenipapo, por exemplo.</p>
<p><strong>Peixes como a tuvira, o mato-grosso, a joaninha e a pirambóia</strong> também podem servir de isca.</p>
<p>Outros equipamentos importantes são anzol (deve ser usado com encastoador porque os peixes com dentes fortes ou serrilhados tendem a cortar a linha), molinete, passaguá, samburá, carretilha oceânica, engates ou snaps, empates, garatéias, faca, canivete, lanterna, alicates, chumbos e bóia (esta, para a pesca de peixes de superfície, como a piraputanga).</p>
<h5>5.3. VESTUÁRIO</h5>
<p>O pescador deve sempre trajar camisa de manga comprida para se proteger do sol e dos insetos. Tecidos hidrorrepelentes sensação desagradável de roupa molhada no corpo. Um colete é</p>
<p>muito útil para guardar alguns equipamentos. Igualmente indispensáveis são a capa de chuva, o boné ou chapéu — o de carandá, uma palmeira comum no Pantanal, proporciona boa ventilação óculos polarizados, botas de cano alto e luvas. Já o uso de colete salva-vidas é obrigatório. Leve sempre um agasalho &#8211; quando o sol de mais de 30 graus começar a baixar, você precisará dele.</p>
<h5>5.4. CUIDADOS ESPECIAIS</h5>
<p>Na beira dos rios, fique atento para não ser picado por cobras.</p>
<p>A cobra jararaca &#8211; chamada no Pantanal de boca-de-sapo por exemplo, e bastante comum na região.</p>
<p>Ao entrar na água para-pescar, é preciso ter muito cuidado com as piranhas, conhecidas por seus dentes afiadíssimos, e também com bagres e arraias, que podem causar ferimentos bastante doloridos.</p>
<p>No rio Paraguai, muito largo, quando os ventos estão fortes, as ondas passam de 1 metro e fazem virar com facilidade embarcações de pequeno porte.</p>
<p>Evite usá-las sobretudo nos meses de junho e julho, época em que os de grande porte são mais recomendáveis.</p>
<p>E preciso verificar cuidadosamente a segurança da embarcação em que permanecerá durante a pesca e informar-se sobre as condições climáticas.</p>
<p>Um kit de primeiros socorros contendo antialérgico, anti-inflamatório e analgésico, comprados sob orientação médica, é fundamental em algumas emergências.</p>
<p>Outro artigo de primeira necessidade é protetor solar no mínimo com fator 30. No Pantanal, o sol é tão forte que penetra pela roupa.</p>
<p>Diante disso, só tomando muita água para suportar o calor e evitar problemas de saúde.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/">Pescar no Pantanal &#8211; Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</title>
		<link>https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 09:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Ageneiosus brevifilis]]></category>
		<category><![CDATA[Astyanax spp]]></category>
		<category><![CDATA[Brycon hilarii]]></category>
		<category><![CDATA[Chacara]]></category>
		<category><![CDATA[Curimbatá]]></category>
		<category><![CDATA[Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Hemisorubim platyrhynchos]]></category>
		<category><![CDATA[Hoplias malabaricus]]></category>
		<category><![CDATA[Jaú]]></category>
		<category><![CDATA[Jurupensém]]></category>
		<category><![CDATA[Jurupoca]]></category>
		<category><![CDATA[Lambari]]></category>
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		<category><![CDATA[Pacu]]></category>
		<category><![CDATA[Paulicea lutkeni]]></category>
		<category><![CDATA[Piaractus mesopotamicus]]></category>
		<category><![CDATA[Piavuçu]]></category>
		<category><![CDATA[Pintado]]></category>
		<category><![CDATA[Piranha]]></category>
		<category><![CDATA[Piraputanga]]></category>
		<category><![CDATA[Prochilodus lineatus]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudoplatystoma corruscans]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudoplatystoma fasciatum]]></category>
		<category><![CDATA[Salminus brasiliensis]]></category>
		<category><![CDATA[Serrasalmus spilopleura]]></category>
		<category><![CDATA[Sorubim lima]]></category>
		<category><![CDATA[Traíra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As espécies de peixes encontrados no Pantanal matogrossense não é grande, mas a quantidade de peixes é grande. Embora atualmente haja na região cerca de 260 espécies descritas &#8211; um número modesto, se comparado às 1800 da Amazônia -, os peixes existem aos milhares. A explicação para essa abundância é [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As espécies de peixes encontrados no Pantanal matogrossense não é grande, mas a quantidade de peixes é grande.</p>
<p>Embora atualmente haja na região cerca de 260 espécies descritas &#8211; um número modesto, se comparado às 1800 da Amazônia -, os peixes existem aos milhares.</p>
<p>A explicação para essa abundância é simples.</p>
<p><figure id="attachment_43953" aria-describedby="caption-attachment-43953" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43953 size-loop-large" title="Peixes no Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal-800x477.jpg" alt="Peixes no Pantanal" width="800" height="477" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal-800x477.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal-300x179.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal-768x458.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal-92x55.jpg 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixes-do-Pantanal.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43953" class="wp-caption-text">Peixes no Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>No período das chuvas, entre novembro e março, uma grande área do Pantanal fica debaixo d’água.</p>
<p>As baías, contudo, se mantêm rasas, o que implica intensa incidência de luz, tornando o ambiente favorável ao crescimento de plantas, microalgas e macrofitas, base da cadeia alimentar de pequenos invertebrados e peixes, que encontram nas águas pantaneiras fartura de alimento.</p>
<p>Parcialmente isoladas dos grandes rios, as baías são excelente berçário para pequenos peixes, que aí ficam a salvo dos predadores.</p>
<p>A pesca no Pantanal, inclusive a esportiva, vem dando sinais de que está seriamente comprometida devido ao excesso de exploração.</p>
<p>Especula-se que o modelo atual talvez não seja sustentável, por se concentrar em cerca de vinte espécies.</p>
<p>O tamanho dos peixes dourados, por exemplo, está diminuindo, bem como sua quantidade. A fiscalização aos barcos de pesca, entretanto, tem se tornado mais rigorosa.</p>
<p>Vale lembrar que as águas do Pantanal abrigam ainda jacarés, capivaras, ariranhas, entre outros animais, além de aves aquáticas, o que torna a região especialmente rica e interessante.</p>
<p>Daí a necessária e obrigatória preservação do meio ambiente e a manutenção dos respectivos hábitats de todas as espécies.</p>
<h3>ESPÉCIES DE PEIXES MAIS ENCONTRADAS NO PANTANAL</h3>
<ol>
<li>Chacara ou Pseudoplatystoma fasciatum</li>
<li>Curimbatá ou Prochilodus lineatus</li>
<li>Dourado ou Salminus brasiliensis</li>
<li>Jaú ou Paulicea lutkeni</li>
<li>Jurupensém ou Sorubim lima</li>
<li>Jurupoca ou Hemisorubim platyrhynchos</li>
<li>Lambari ou Astyanax spp</li>
<li>Pacu ou Piaractus mesopotamicus</li>
<li>Mandubé ou Ageneiosus brevifilis</li>
<li>Piavuçu ou Leporinus macrocephalus</li>
<li>Pintado ou Pseudoplatystoma corruscans</li>
<li>Piranha ou Serrasalmus spilopleura</li>
<li>Piraputanga ou Brycon hilarii</li>
<li>Traíra ou Hoplias malabaricus</li>
</ol>
<h4>1. CACHARA</h4>
<p>(Pseudoplatystoma fasciatum)</p>
<p>Outros nomes populares: surubim, surubim-cachara</p>
<p><figure id="attachment_43897" aria-describedby="caption-attachment-43897" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43897 size-full" title="Chacara ou Pseudoplatystoma fasciatum" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum.jpg" alt="Chacara ou Pseudoplatystoma fasciatum" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chacara-ou-Pseudoplatystoma-fasciatum-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43897" class="wp-caption-text">Chacara ou Pseudoplatystoma fasciatum</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de couro cujo corpo é alongado e roliço, c a cabeça, grande e achatada.</p>
<p>Espécie de amplo valor comercial, resiste bastante quando é capturado.</p>
<p>Durante o dia, abriga-se em águas profundas e, à noite, concentra e nas praias e em margens rasas.</p>
<p>Alimenta-se de pequenos peixes. Pode chegara 1 metro de comprimento e pesar até 70 quilos, em geral, os exemplares pescados atualmente não ultrapassarem os 20 quilos.</p>
<p>Para pescá-lo, utilizam-se equipamentos do tipo médio / pesado, iscas naturais ou artificiais de meia água e de fundo.</p>
<p>Tome cuidado com as espinhas das nadadeiras.</p>
<h4>2. CURIMBATÁ</h4>
<p>(Prochilodus lineatus)</p>
<p>Outros nomes populares: curimatá. curimba e papa-terra</p>
<p><figure id="attachment_43902" aria-describedby="caption-attachment-43902" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43902 size-loop-large" title="Curimbatá ou Prochilodus lineatus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus-800x494.webp" alt="Curimbatá ou Prochilodus lineatus" width="800" height="494" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus-800x494.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus-300x185.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus-768x475.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus-89x55.webp 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Curimbata-ou-Prochilodus-lineatus.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43902" class="wp-caption-text">Curimbatá ou Prochilodus lineatus</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de escamas. No Brasil, sua carne é utilizada largamente na culinária pelos descendentes de japoneses.</p>
<p>O curimbatá consome diversos detritos, além de lodo, algas e pequenos invertebrados do leito dos rios.</p>
<p>Vive em grandes cardumes, principalmente cm águas calmas.</p>
<p>Atinge cerca de 40 centímetros de comprimento e 5 quilos de peso.</p>
<p>Sua pesca é mais proveitosa se praticada nos barrancos, na beira dos rios, com equipamentos bem simples e leves. Este peixe não é atraído com iscas artificiais; recomenda-se o uso de massa de farinha de trigo.</p>
<h3>3. DOURADO</h3>
<p>(Salminus brasiliensis)</p>
<p><figure id="attachment_43904" aria-describedby="caption-attachment-43904" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43904 size-large" title="Dourado ou Salminus brasiliensis" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-1024x684.jpg" alt="Dourado ou Salminus brasiliensis" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-2048x1367.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Dourado-ou-Salminus-brasiliensis-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43904" class="wp-caption-text">Dourado ou Salminus brasiliensis</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de escamas. Predador voraz, vive em águas com correnteza, de profundidades variadas, preferencialmente a meia água para superfície, cm águas abertas, no meio de pedras ou em cachoeiras.</p>
<p>O peixe dourado chega a medir 1 metro e a pesar 20 quilos.</p>
<p>O equipamento deve ser médio ou pesado, com iscas artificiais de meia água e as chamadas colheres, feitas de metal e em forma de concha, tanto na pesca de corrico como na de arremesso. Iscas naturais também são recomendáveis.</p>
<p>Quando o peixe dourado fisgar uma delas, deve-se manter a linha esticada para que ele não se solte.</p>
<h4>4. JAÚ</h4>
<p>(Paulicea lutkeni)</p>
<p>Outros nomes populares: pacamum, pacamão</p>
<p><figure id="attachment_43908" aria-describedby="caption-attachment-43908" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jau-ou-Paulicea-lutkeni.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43908" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jau-ou-Paulicea-lutkeni.jpg" alt="Jaú ou Paulicea lutkeni" width="530" height="331" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jau-ou-Paulicea-lutkeni.jpg 530w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jau-ou-Paulicea-lutkeni-300x187.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jau-ou-Paulicea-lutkeni-88x55.jpg 88w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43908" class="wp-caption-text">Jaú ou Paulicea lutkeni</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de couro. Alimenta-se de outros peixes e vive usualmente em águas agitadas, em cachoeiras, nas profundezas dos rios e em locais com grande concentração de pedras.</p>
<p>De grande porte, o jaú pode chegar a 1,2 metro de comprimento e 100 quilos. Protege-se entre as pedras quando fisgado, o que dificulta sua captura.</p>
<p>Os equipamentos para pescá-lo devem ser pesados e as iscas &#8211; naturais &#8211; precisam ficar no fundo das águas. E mais fácil capturá-lo à noite, quando ele é mais ativo.</p>
<h4>5. JURUPENSÉM</h4>
<p>(Sorubim lima)</p>
<p>Outro nome popular; bico-de-pato</p>
<p><figure id="attachment_43910" aria-describedby="caption-attachment-43910" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupensem-ou-Sorubim-lima.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43910 size-full" title="Jurupensém ou Sorubim lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupensem-ou-Sorubim-lima.jpeg" alt="Jurupensém ou Sorubim lima" width="500" height="294" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupensem-ou-Sorubim-lima.jpeg 500w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupensem-ou-Sorubim-lima-300x176.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupensem-ou-Sorubim-lima-94x55.jpeg 94w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43910" class="wp-caption-text">Jurupensém ou Sorubim lima</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de couro que se alimenta&nbsp;de pequenos peixes e de invertebrados. Vive em cardumes, abaixo das corredeiras ou nos poções.</p>
<p>O peixe Jurupensém chega a ter 70 centímetros de comprimento e 15 quilos de peso.</p>
<p>Para pescá-lo, devem-se usar equipamentos leves a médios e iscas naturais, mais eficientes neste caso.</p>
<h4>6. JURUPOCA</h4>
<p>(Hemisorubim platyrhynchos)</p>
<p>Outros nomes populares: jerepoca, braço-de-moça</p>
<p><figure id="attachment_43913" aria-describedby="caption-attachment-43913" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupoca-ou-Hemisorubim-platyrhynchos.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43913" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupoca-ou-Hemisorubim-platyrhynchos.jpg" alt="Jurupoca ou Hemisorubim platyrhynchos" width="640" height="303" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupoca-ou-Hemisorubim-platyrhynchos.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupoca-ou-Hemisorubim-platyrhynchos-300x142.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jurupoca-ou-Hemisorubim-platyrhynchos-116x55.jpg 116w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43913" class="wp-caption-text">Jurupoca ou Hemisorubim platyrhynchos</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de couro cuja carne é bastante apreciada.</p>
<p>O peixe jurupoca consome peixes e invertebrados e vive nas baías e na beira dos rios. Pode chegar a 50 centímetros de comprimento e a pesar 3 quilos.</p>
<p>As iscas mais apropriadas são filés ou pedaços de peixes pequenos, e os equipamentos, leves a médios.</p>
<h4>7. LAMBARI</h4>
<p>(Astyanax spp.)</p>
<p>Outro nome popular: piaba</p>
<p><figure id="attachment_43916" aria-describedby="caption-attachment-43916" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43916 size-full" title="Lambari ou Astyanax spp" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp.webp" alt="Lambari ou Astyanax spp" width="790" height="474" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp.webp 790w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp-300x180.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp-768x461.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Lambari-ou-Astyanax-spp-92x55.webp 92w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43916" class="wp-caption-text">Lambari ou Astyanax spp</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de escamas, bastante ligeiro, costuma pegar facilmente a isca sem ser fisgado.</p>
<p>O lambari tem um tamanho máximo de 15 centímetros, e o peso não ultrapassa 50 gramas.</p>
<p>Por isso, o equipamento para pescá-lo deve ser bem leve também é usado como isca.</p>
<p>O lambari alimenta-se de flores, frutos, sementes, insetos, algas e outros animais e vegetais.</p>
<p>Vive em hábitats diversos, em geral nas margens de rios e baías. As melhores iscas para capturá-lo são massa de farinha, minhocas, insetos, pequenos peixes ou pedaços de queijo.</p>
<h4>8. PACU</h4>
<p>(Piaractus mesopotamicus)</p>
<p>Outros nomes populares: pacu-caranha, caranha</p>
<p><figure id="attachment_43919" aria-describedby="caption-attachment-43919" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43919 size-large" title="Pacu ou Piaractus mesopotamicus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-1024x683.jpg" alt="Pacu ou Piaractus mesopotamicus" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pacu-ou-Piaractus-mesopotamicus.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43919" class="wp-caption-text">Pacu ou Piaractus mesopotamicus</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de escamas. Sua carne é considerada muito saborosa. Alimenta-se de frutos, flores, caranguejos, plantas aquáticas, peixes e caramujos.</p>
<p>O pacu vive próximo a árvores frutíferas, nas barrancas dos rios, em meio a galhos caídos ou nas águas mais profundas.</p>
<p>Pode chegar a 50 centímetros de comprimento e pesar aproximadamente 15 quilos.</p>
<p>O equipamento deve ser do tipo médio e as iscas, naturais (frutos silvestres, sementes, plantas aquáticas e caranguejos) ou artificiais (pequenas, de meia água ou fundo).</p>
<p>Na época em que as árvores frutificam, é melhor usar frutos e imitar o barulho destes caindo na água para atrair os peixes.</p>
<h4>9. MANDUBÉ</h4>
<p>(Ageneiosus brevifilis)</p>
<p>Outros nomes populares: palmito, fidaldo</p>
<p><figure id="attachment_43937" aria-describedby="caption-attachment-43937" style="width: 399px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/mandube-ou-ageneiosus-brevifilis.gif"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43937" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/mandube-ou-ageneiosus-brevifilis.gif" alt="mandubé ou ageneiosus brevifilis" width="399" height="144"/></a><figcaption id="caption-attachment-43937" class="wp-caption-text">mandubé ou ageneiosus brevifilis</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de couro cuja carne é considerada tão saborosa quanto a do pintado.</p>
<p>Alimenta-se de peixes e invertebrados e vive nos remansos dos rios. Alcança 50 centímetros de comprimento e 2,5 quilos. Para pescá-lo, é necessário utilizar material leve e, como iscas, pedaços de peixes, minhocas e insetos.</p>
<h4>10. PlAVUÇU</h4>
<p>(Leporinus macrocephalus)</p>
<p><figure id="attachment_43939" aria-describedby="caption-attachment-43939" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43939 size-loop-large" title="piavuçu ou leporinus macrocephalus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-800x600.jpg" alt="piavuçu ou leporinus macrocephalus" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piavucu-ou-leporinus-macrocephalus.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43939" class="wp-caption-text">piavuçu ou leporinus macrocephalus</figcaption></figure></p>
<p>O piavuçu tem escamas.</p>
<p>Alimenta-se de outros peixes, frutos, flores, caranguejos, plantas aquáticas e caramujos.</p>
<p>O piavuçu concentra-se nas margens dos rios e nos canais, nas baías, nas áreas próximas a vegetações ou sob quedas-d’água.</p>
<p>Muito veloz, constantemente arrebenta a linha e, não raro, retira a isca com delicadeza sem prender-se ao anzol.</p>
<p>O piavuçu chega a ter 60 centímetros e 3 quilos.</p>
<p>Use equipamento médio, além de carretilha ou molinete. Para a pesca de barranco recomenda-se a vara de bambu.</p>
<p>As iscas mais eficientes são caramujo, caranguejo ou massa de farinha, embora minhoca também funcione.</p>
<h4>11. PINTADO</h4>
<p>(Pseudoplatystoma corruscans)</p>
<p><figure id="attachment_43941" aria-describedby="caption-attachment-43941" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43941 size-large" title="pintado ou pseudoplatystoma corruscans" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-1024x762.jpg" alt="pintado ou Pseudoplatystoma corruscans" width="800" height="595" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-1024x762.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-300x223.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-768x571.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans-800x595.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pintado-ou-Pseudoplatystoma-corruscans.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43941" class="wp-caption-text">pintado ou pseudoplatystoma corruscans</figcaption></figure></p>
<p>Outros nomes populares: cambucu, surubim-pintado</p>
<p>Peixe de couro. O mais procurado pelos pescadores do Pantanal, alimenta-se de pequenos peixes, tuviras, muçuns e minhocoçus, bem como de pequenos roedores, cobras e lagartos.</p>
<p>Habita os canais de rios, as bocas de baías e estruturas de madeira localizadas no fundo dos rios.</p>
<p>De grande porte, há exemplares com até pouco mais de 1 metro de comprimento. Embora haja relatos antigos de peixes com até 80 quilos, em anos recentes tornou-se raro pescar exemplares com mais de 20.</p>
<p>Exige equipamento médio ou pesado. E mais facilmente capturado com iscas naturais de peixe. Entre as artificiais, recomendam-se as de meia água e de fundo. E preciso cuidado com as espinhas das nadadeiras.</p>
<h4>12. PIRANHAS</h4>
<p>(Pygocentrus nattereri e Serrasalmus spilopleura)</p>
<p>Outros nomes populares: catarina, pirambeba</p>
<p><figure id="attachment_43943" aria-describedby="caption-attachment-43943" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Piranha-ou-Serrasalmus-spilopleura.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43943 size-full" title="Piranha ou Serrasalmus spilopleura" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Piranha-ou-Serrasalmus-spilopleura.jpg" alt="Piranha ou Serrasalmus spilopleura" width="551" height="407" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Piranha-ou-Serrasalmus-spilopleura.jpg 551w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Piranha-ou-Serrasalmus-spilopleura-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Piranha-ou-Serrasalmus-spilopleura-74x55.jpg 74w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43943" class="wp-caption-text">piranha ou serrasalmus spilopleura</figcaption></figure></p>
<p>Piranha tem escamas. Existem várias espécies de piranhas, cuja alimentação é bastante variada.</p>
<p>Em geral, alimentam-se de pedaços de outros peixes, como nadadeiras, e também cadáveres de outros animais &#8211; por isso são consideradas grandes limpadores das águas do Pantanal.</p>
<p>Atacam animais feridos, que se movem com dificuldade na água. Vivem em cardumes, em rios, lagoas e lagos.</p>
<p>Chegam a medir 50 centímetros de comprimento e a pesar cerca de 2 quilos</p>
<p>O material para fisgá-las deve ser do tipo médio. Use peixes em pedaços ou iscas artificiais de meia água. Tome muito cuidado com possíveis mordidas ao retirá-las do anzol.</p>
<h4>13. PlRAPUTANGA</h4>
<p>(Brycon hilarii)</p>
<p><figure id="attachment_43946" aria-describedby="caption-attachment-43946" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43946 size-full" title="piraputanga ou brycon hilarii" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii.jpg" alt="piraputanga ou brycon hilarii" width="512" height="383" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/piraputanga-ou-brycon-hilarii-74x55.jpg 74w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43946" class="wp-caption-text">piraputanga ou brycon hilarii</figcaption></figure></p>
<p>Peixe de escamas. O peixe piraputanga, um dos peixes mais comuns da região pantaneira, é bastante arisca.</p>
<p>Alimenta-se de sementes, frutos (ingás, figos silvestres, goiabinhas), peixes e invertebrados.</p>
<p>Vive em corredeiras e remansos, sob árvores frutíferas, próximo a plantas aquáticas, e nas margens dos rios ou em meio à vegetação (estes, aliás, são os lugares mais apropriados para pescá-la).</p>
<p>O peixe piraputanga atinge cerca de 50 centímetros de comprimento e 2,5 quilos.</p>
<p>Os equipamentos leves, com varas de ação leve ou média, garantem boas pescarias. As iscas podem ser naturais (frutinhas, pequenos peixes, milho verde) ou artificiais (spinners e pequenos plugs de meia água).</p>
<p>O peixe piraputanga tem uma substância de alarme na pele.</p>
<p>Quando pescada, ela solta a substância de alarme na água, o que afasta outros exemplares da espécie. Por isso, é muito difícil capturar mais de uma no mesmo local.</p>
<h4>4. TRAÍRA</h4>
<p>(Hoplias malabaricus)</p>
<p><figure id="attachment_43948" aria-describedby="caption-attachment-43948" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43948 size-large" title="traíra ou hoplias malabaricus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-1024x512.jpg" alt="traíra ou hoplias malabaricus" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-1024x512.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-1536x768.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus-800x400.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/traira-ou-hoplias-malabaricus.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43948" class="wp-caption-text">traíra ou hoplias malabaricus</figcaption></figure></p>
<p>O peixe traíra tem escamas. Predador voraz, é ativo principalmente à noite. Alimenta-se de outros peixes e de insetos.</p>
<p>O peixe traíra tem pode ser encontrado em águas paradas e rasas, em baías, nos corixos e em áreas marginais de rios, em meio a plantas aquáticas.</p>
<p>Atinge 60 centímetros de comprimento e 3 quilos. Pode ser pescado com equipamentos leves e iscas naturais (peixes e miúdos de frango), ou artificiais, (spinners-baits, spinners, poppers ou sapos de borracha).</p>
<p>A traíra deve ser retirada com cuidado do anzol para evitar mordidas, o que causa acidentes frequentes. Seu sabor é muito apreciado pelos pescadores, embora o preparo exija cuidados para a retirada dos numerosos espinhos.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal&nbsp;</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense?&nbsp;</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Observações de Aves no Pantanal</title>
		<link>https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 11:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=43885</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Matogrossense é uma planície inundável mais rica em espécies de aves do planeta e é um lugar perfeito para a observação de aves. O Pantanal conta com cerca de 650 aves já catalogadas por pesquisadores. Trata-se de uma diversidade ainda mais formidável porque a imensidão pantaneira é famosa [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/">Observações de Aves no Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Matogrossense é uma planície inundável mais rica em espécies de aves do planeta e é um lugar perfeito para a observação de aves.</p>
<p>O Pantanal conta com cerca de 650 aves já catalogadas por pesquisadores.</p>
<p>Trata-se de uma diversidade ainda mais formidável porque a imensidão pantaneira é famosa por abrigar populações numerosas de uma mesma espécie.</p>
<p><figure id="attachment_43839" aria-describedby="caption-attachment-43839" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43839 size-large" title="arara-azul ou hyacinth macaw" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1024x768.jpg" alt="arara-azul ou hyacinth macaw" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43839" class="wp-caption-text">arara-azul ou hyacinth macaw</figcaption></figure></p>
<p>Durante as primeiras horas do dia ou nos fins de tarde, por exemplo, não é difícil ver pousados em manduvis e em palmeiras bandos com até vinte araras-azuis – ave presente na Lista de Espécies Ameaçadas de Extinção do Brasil, elaborada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>Nesses horários, o que mais chama a atenção é a sinfonia composta de uma grande variedade de espécies, com destaque para os sons marcantes (graves, fortes e bem ritmados) emitidos pelo carão e pelo aracuã.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Observações de Aves no Pantanal Mato-grossense</h3>
<p><figure id="attachment_43889" aria-describedby="caption-attachment-43889" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43889 size-full" title="Observações de Aves no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" alt="Observações de Aves no Pantanal Matogrossense" width="730" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense.jpg 730w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Observacoes-de-Aves-no-Pantanal-Matogrossense-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43889" class="wp-caption-text">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<h4>1. Adaptação ao Ambiente</h4>
<p>Ao longo da história evolutiva das espécies, as aves desenvolveram mecanismos biológicos e ecológicos capazes de assegurar a sobrevivência em seu ambiente natural.</p>
<p>Assim, animais de regiões alagadas têm necessidades diferentes dos que habitam áreas de cerrado, os quais sofreram adaptações distintas daqueles que vivem nas florestas.</p>
<p><strong>O ambiente pantaneiro é influenciado pelos três grandes ecossistemas que o cercam:</strong></p>
<ul>
<li>o cerrado, ao leste</li>
<li>a floresta tropical, ao norte</li>
<li>o chaco da Bolívia e do Paraguai, a oeste — este último marcado pela aridez</li>
</ul>
<p>A confluência desses biomas, em conjunção com o ciclo das águas que inundam e encharcam áreas extensas para depois dar lugar a terras completamente secas, criou condições para abrigar aves bem diferentes entre si.</p>
<p>No Pantanal, avistam-se com facilidade tanto espécies acostumadas a locais quentes e úmidos da Amazônia, como outras habituadas a campos abertos e matas baixas do cerrado, assim como as que são comuns em áreas castigadas pela seca.</p>
<p>A despeito da rica diversidade de sua avifauna, a região tem apenas uma espécie endêmica: o papa-formigas-do-pantanal, ave rara, de cor cinza-escura com pequenas manchas brancas.&nbsp;Vive no sub-bosque e, por isso, é difícil observá-la.</p>
<h4>2. Melhor época&nbsp;</h4>
<p>O padrão de comportamento das aves varia, claro, de acordo com as espécies. Apesar disso, o melhor período para observá-las é nas primeiras horas da manhã, ao do nascer do sol, quando elas, em busca de alimento e ocupadas em marcar território, estão mais ativas.</p>
<p>Nos dias mais frios, as aves costumam se agitar um pouco mais tarde e são vistas sobretudo onde possam ficar expostas ao sol.</p>
<p>Ao final da tarde, com o sol mais fraco e a temperatura mais amena, a movimentação matinal é repetida, porém com menor intensidade.</p>
<p>O período de reprodução é o mais notável para a observação de pássaros. Nessa fase, eles estão naturalmente mais ativos, e os filhotes, escoltados pelos pais, ensaiam seus primeiros voos.</p>
<p>E o que ocorre entre julho e novembro, quando as águas estão baixas e as aves dirigem-se aos bandos às proximidades de baías (denominação local para lagoa) e corixos (canais por onde as águas das próprias baías, vazantes, brejos e campos baixos escoam para os rios).</p>
<p>Esse também é o principal momento de migração ou de passagem de pássaros vindos da Amazônia e das regiões mais ao norte das Américas.</p>
<p>Em busca da generosa oferta de alimentos na região, algumas espécies migratórias chegam para se reproduzir, outras para se hospedar durante poucos dias antes de rumar em direção ao sul do continente: um fenômeno que se repete todos os anos e que pode ser facilmente apreciado nas planícies pantaneiras.</p>
<p>Entre dezembro e junho, com as áreas alagadas, a observação é mais difícil, pois as aves estão mais dispersas.</p>
<h4>3. O que levar</h4>
<p>Em geral, as aves podem ser observadas a olho nu, sobretudo na região pantaneira, onde é comum o agrupamento de muitas delas em um só lugar. No entanto, o uso de equipamentos adequados permite identificar detalhes importantes das espécies.</p>
<p>Por isso, binóculos e lunetas são dois dos instrumentos mais utilizados pelos birdwatchers.</p>
<p>Especialistas recomendam que os binóculos não sejam escolhidos apenas por seu potencial de aumento, mas também por sua leveza e luminosidade. Binóculos muito grandes são mais difíceis de segurar com firmeza &#8211; e o tremor das mãos atrapalha o bom desenvolvimento da atividade.</p>
<p>Os ideais são os aparelhos menores, com aumento entre sete e dez vezes e boa entrada de luz.</p>
<p>Para observar os animais a distância, em especial os pássaros que têm o hábito de permanecer pousados, como os gaviões, recomendam-se lunetas com aumento entre vinte e sessenta vezes, que exigem o uso de tripé ou monopé.</p>
<p>Para os que já fizeram da observação de aves um hobby, os gravadores com microfones direcionais &#8211; capazes de registrar o som proveniente de um ponto específico, reduzindo ruídos do ambiente &#8211; são úteis para a identificação posterior de pios e cantos, além de servir para atrair aves (por meio da técnica do playback).</p>
<p>Essa prática, contudo, pode provocar irritação nos pássaros.</p>
<h4>4. Vestuário</h4>
<p>A prática do birdwatching no Pantanal exige cuidados especiais com o que se deve vestir.</p>
<p>Extremamente sensíveis a qualquer movimento não habitual ao seu ambiente, os pássaros também são capazes de perceber a distância cores muito vibrantes ou que refletem a luz solar.</p>
<p>Por essa razão, evite usar roupas de tons fortes (como o laranja, o vermelho, o amarelo e o azul), além do branco, cujo poder de reflexão é absoluto.</p>
<p>O ideal é que a vestimenta, incluindo o boné, seja camuflada ou tenha cores discretas, como o verde-musgo e suas variações, o marrom-claro e o bege &#8211; artificio que “disfarça” a silhueta humana na mata e nos campos.</p>
<p>Apesar do calor, não use bermudas nem camisetas do tipo regata; calças e camisas de mangas compridas são quase obrigatórias, por causa da presença de mosquitos e de outros insetos.</p>
<p>Como a observação de aves pode requerer muitas horas de caminhada, é igualmente recomendável que as roupas sejam leves e confortáveis &#8211; porém, não esqueça de levar um agasalho, pois costuma fazer frio na madrugada, quando em geral os passeios têm início.</p>
<p>No Pantanal, botas impermeáveis ajudam a vencer as áreas que permanecem alagadas mesmo durante os períodos de seca. O boné está longe de ser uma peça complementar: é indispensável.</p>
<p>Além de evitar queimaduras provocadas pelo sol, ele corta a sua luminosidade quando se usa o binóculo.</p>
<h4>5. Regras de observação</h4>
<p>A observação de pássaros exige que se atente para alguns aspectos importantes.</p>
<p>Mantenha uma distância dos ninhais de. no mínimo 400 metros.</p>
<p>Desobedecer a essa regra pode trazer sérios prejuízos à natureza: muitas espécies se sentem ameaçadas com a presença humana e podem abandonar seus ninhos, deixando ovos e filhotes. Provocar revoadas é outro risco.</p>
<p>Sem os pais por perto, aves jovens ficam vulneráveis aos predadores.</p>
<p>O uso abusivo do playback também pode perturbar os adultos em períodos de reprodução. Grupos reduzidos, de no máximo seis pessoas, conduzidas por um guia experiente, são ideais para a prática do birdwatching.</p>
<h4>6. Profissionais e guia de campo</h4>
<p>Algumas agências dispõem de profissionais especializados na observação de aves.</p>
<p>Em muitas fazendas também se pode contratar um guia local com bons conhecimentos da região e dos pássaros.</p>
<p>Outro auxílio imprescindível para os observadores de aves são os guias de campo — catálogos de identificação de aves, ilustrados com desenhos ou fotografias, e de tamanho pequeno, para que possam ser carregados com facilidade nas caminhadas pelas matas.</p>
<p>Alguns deles, como os indicados a seguir, embora não sejam fáceis de encontrar, podem ser encomendados a livreiros, pela internet ou nas editoras.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal&nbsp;</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense?&nbsp;</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/">Observações de Aves no Pantanal</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</title>
		<link>https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 08:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[anhina anhinga]]></category>
		<category><![CDATA[anhinga]]></category>
		<category><![CDATA[anodorhynchus hyacinthinus]]></category>
		<category><![CDATA[ara chloroptera]]></category>
		<category><![CDATA[arara-azul]]></category>
		<category><![CDATA[arara-vermelha]]></category>
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		<category><![CDATA[buff-necked Ibis]]></category>
		<category><![CDATA[busarellus nigricollis]]></category>
		<category><![CDATA[cabeça-seca]]></category>
		<category><![CDATA[cafezinho]]></category>
		<category><![CDATA[ceryle torquata]]></category>
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		<category><![CDATA[curicaca]]></category>
		<category><![CDATA[ema]]></category>
		<category><![CDATA[gavião-belo]]></category>
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		<category><![CDATA[rhea americana]]></category>
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		<category><![CDATA[tigrisoma lineatum]]></category>
		<category><![CDATA[toco toucan]]></category>
		<category><![CDATA[tucanuçu]]></category>
		<category><![CDATA[tuiuiú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A lista de espécies de aves a seguir, elaborada com a colaboração de especialistas, apresenta algumas das espécies observadas com maior frequência no Pantanal Matogrossense. Essas espécies de aves no Pantanal Matogrossense estão identificadas pelos nomes comuns, seguidos da nomenclatura científica e da identificação em inglês. As denominações populares, muitas [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A lista de espécies de aves a seguir, elaborada com a colaboração de especialistas, apresenta algumas das espécies observadas com maior frequência no Pantanal Matogrossense.</p>
<p>Essas espécies de aves no Pantanal Matogrossense estão identificadas pelos nomes comuns, seguidos da nomenclatura científica e da identificação em inglês.</p>
<p>As denominações populares, muitas vezes herdadas dos nativos indígenas, são de grande importância, já que podem denotar características dos pássaros.</p>
<p><figure id="attachment_43879" aria-describedby="caption-attachment-43879" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43879 size-large" title="Tuiuiú ou Jaburu é o símbolo do pantanal matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-1024x768.jpg" alt="tuiuiú, jaburu,mycteria americana ou jabiru" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43879" class="wp-caption-text">Tuiuiú ou Jaburu é o símbolo do pantanal matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Os nomes científicos das aves, em latim, classificam-nas quanto ao gênero e á espécie, o que facilita o reconhecimento da similaridade entre elas.</p>
<p>Por fim, optamos por incluir as denominações também em inglês, com o propósito de ajudar os interessados na prática do <strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">birdwatching</a></strong> identificá-las nos guias de campo estrangeiros.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Aves-do-Pantanal-Matogrossense.webp" width="400" /></a></p></p>
<h3>Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</h3>
<ol>
<li>arara-azul, anodorhynchus hyacinthinus ou hyacinth macaw</li>
<li>arara-vermelha, ara chloroptera ou green-winged macaw</li>
<li>biguá, phalacrocorax olivaceus ou neotropic cormorant</li>
<li>biguatinga, anhina anhinga ou anhinga</li>
<li>cabeça-seca, mycteria americana ou wood stork</li>
<li>cafezinho, Jacana jacana ou wattled jacana</li>
<li>colheiro, platalea ajaja ou roseata spoonbill</li>
<li>curicaca, theristicus caudatus ou buff-necked Ibis</li>
<li>ema, rhea americana ou greater rhea</li>
<li>gavião-belo, busarellus nigricollis ou black-collared hawk</li>
<li>maria-faceira, syrigma sibilatrix ou whistling heron</li>
<li>martim-pescador-grande, ceryle torquata ou ringed kingfisher</li>
<li>socó-boi, tigrisoma lineatum ou rufescent tiger-Heron</li>
<li>tucanuçu, ramphastos toco ou toco toucan</li>
<li>tuiuiú, jaburu, mycteria americana ou jabiru</li>
</ol>
<h4>1. Arara-Azul</h4>
<p>(Anodorhynchus Hyacinthinus)</p>
<p>Nome em inglês: Hyacinthine Macaw</p>
<p><figure id="attachment_43839" aria-describedby="caption-attachment-43839" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43839 size-large" title="arara-azul, hyacinth macaw ou anodorhynchus hyacinthinus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1024x768.jpg" alt="arara-azul, hyacinth macaw ou anodorhynchus hyacinthinus" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-azul-ou-hyacinth-macaw.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43839" class="wp-caption-text">arara-azul, anodorhynchus hyacinthinus ou hyacinth macaw</figcaption></figure></p>
<p>Esta ave encantadora é o maior dos psitacídeos do planeta, família que reúne as araras, os papagaios, as maritacas e os periquitos em geral. Chega a medir 1 metro da cabeça à ponta da cauda e a pesar 1,5 quilo.</p>
<p>A espécie, que se alimenta principalmente dos cocos do acuri e da bocaiuva, esteve bem perto da extinção por causa do intenso comércio ilegal de animais silvestres.</p>
<p>As populações são sedentárias, mas podem fazer pequenas migrações diárias para se alimentar ou se reproduzir.</p>
<p>Com asas a arara-azul que alcançam 36 centímetros cada, a arara-azul consegue realizar voos longos, de até 25 quilômetros, e altos, de até 100 metros.</p>
<p>Sua cor é predominantemente azul-cobalto, em degradê da cabeça à ponta da cauda, enquanto o amarelo da pele aparece ao redor dos olhos e no contorno da mandíbula inferior.</p>
<p>As penas das asas e da cauda são pretas na parte inferior, o que explica seus outros nomes populares: arara-preta e araraúna (em tupi-guarani significa “de cor negra&#8221;).</p>
<p>Curioso, este pássaro costuma fazer voos rasantes próximos de carros ou de barcos, emitindo seus sons característicos, que podem ser identificados de longe.</p>
<p>No período reprodutivo, de julho a dezembro, os casais se isolam e podem se mostrar agressivos.</p>
<p>No Pantanal, as araras-azuis procuram especialmente as cavidades dos troncos de arvores de manduvi para construir seus ninhos.</p>
<p>Em 2006, figurava na lista do Ibama dos animais ameaçados de extinção.</p>
<h4>2. Arara-Vermelha</h4>
<p>(Ara chloroptera)</p>
<p>Nome em inglês: Green-winged Macaw</p>
<p><figure id="attachment_43842" aria-describedby="caption-attachment-43842" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43842 size-large" title="arara-vermelha, ara chloroptera ou green-winged macaw" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-1024x768.webp" alt="arara-vermelha ou green-winged macaw" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-1024x768.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/arara-vermelha-ou-green-winged-macaw.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43842" class="wp-caption-text">arara-vermelha, ara chloroptera ou green-winged macaw</figcaption></figure></p>
<p>Diferentemente da arara-azul, a arara-vermelha não voa em bandos; ela costuma ser vista aos pares e com certa facilidade, por causa da sua plumagem exuberante, em que predomina, como o nome indica, a cor vermelha.</p>
<p>A pele da cara da arara-vermelha é branca com algumas estrias vermelhas, e as penas das asas são quase todas azul-escuras, com faixas verdes. A cauda longa vermelha termina em um tom de azul.</p>
<p>Por força do seu tamanho &#8211; chega a alcançar 95 centímetros -, este pássaro necessita de grandes cavidades para fazer ninhos.</p>
<p>Assim, utiliza ocos naturais de árvores altas (muitos aproveitam os ninhos das araras-azuis) ou de paredões rochosos.</p>
<p>A pressão da caça a extinguiu em trechos da mata atlântica, no Sudeste brasileiro, onde era frequente.</p>
<p>No Pantanal Matogrossense a arara-vermelha pode ser vista entre maio e dezembro, durante o período de sua reprodução.</p>
<h4>3. Biguá</h4>
<p>(Phalacrocorax olivaceus)</p>
<p>Nome em inglês: Neotropic Cormorant</p>
<p><figure id="attachment_43844" aria-describedby="caption-attachment-43844" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43844 size-large" title="biguá, phalacrocorax olivaceus ou neotropic cormorant" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-1024x769.jpg" alt="biguá ou phalacrocorax olivaceus" width="800" height="601" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-1024x769.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-768x577.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-1536x1154.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus-800x601.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/bigua-ou-phalacrocorax-olivaceus.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43844" class="wp-caption-text">biguá, phalacrocorax olivaceus ou neotropic cormorant</figcaption></figure></p>
<p>Parente distante dos pelicanos, este pássaro de cor escura mede entre 58 e 73 centímetros.</p>
<p>O biguá é um exímio pescador, adota um procedimento curioso quando está em busca de peixes: ele os fisga em bandos, numa espécie de pescaria coletiva.</p>
<p>Quando está envolvido nessa empreitada, o biguá mergulha até 20 metros de profundidade.</p>
<p>Os pés e o bico do biguá são essenciais para perseguir e capturar as presas.</p>
<p>Como perde boa parte da impermeabilidade de suas penas em contato com a água, é comum vê-lo batendo as asas seguidamente para secá-las mesmo enquanto está nadando, ou abrindo-as ao sol quando pousa em troncos e em árvores às margens de rios e baías.</p>
<p>Pela manhã, quando os biguás saem em busca de seu alimento predileto, os biguás voam em grupo, formando um “V” prolongado no céu. Costuma fazer seu ninho em grandes colônias, junto com as garças.</p>
<h4>4. Biguatinga</h4>
<p>(Anhinga anhinga)</p>
<p>Nome em inglês: Anhinga</p>
<p><figure id="attachment_43847" aria-describedby="caption-attachment-43847" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43847 size-large" title="biguatinga ou anhinga" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-1024x768.jpg" alt="biguatinga ou anhinga" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/biguatinga-anhinga.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43847" class="wp-caption-text">biguatinga, anhina anhinga ou anhinga</figcaption></figure></p>
<p>Biguatinga é um pássaro de pescoço longo e bico comprido e pontiagudo, o biguatinga tem silhueta inconfundível – mesmo quando está voando a altitudes elevadas.</p>
<p>A espécie possui marcante dimorfismo sexual: o macho é todo preto e a fêmea apresenta pescoço claro, na cor castanho-amarelado.</p>
<p>Somente durante o período reprodutivo, entre setembro e dezembro, é que essas aves vivem aos pares.</p>
<p>Medindo entre 81 e 91 centímetros, o biguatinga é hábil mergulhador, capaz de capturar peixes com bastante facilidade.</p>
<p>Pescador solitário, o biguatingafica próximo às margens de rios, baias e corixos, utilizando o bico como se fosse um arpão: sob a água, perfura o peixe e depois emerge com a caça atravessada.</p>
<p>Assim como o biguá, as penas do biguatinga se molham com facilidade. Para secá-las ou para se livrar do excesso de calor em dias muito quentes, empoleira-se em árvores altas e secas, com as asas abertas.</p>
<h4>5. Cabeça-Seca</h4>
<p>(Mycteria americana)</p>
<p>Nome em inglês: Wood Stork</p>
<p><figure id="attachment_43851" aria-describedby="caption-attachment-43851" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43851 size-large" title="cabeça-seca, mycteria americana ou wood stork" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-1024x768.jpg" alt="cabeça-seca, mycteria americana ou wood stork" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mycteria-americana.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43851" class="wp-caption-text">cabeça-seca, mycteria americana ou wood stork</figcaption></figure></p>
<p>Ao deixarem os ninhos, os filhotes de cabeça-seca apresentam o pescoço e a cabeça cobertos de plumagem.</p>
<p>A medida que crescem os filhotes de cabeça-seca, eles perdem essa característica e, por volta dos três anos de vida, terão depenadas aquelas partes do corpo &#8211; vem daí o seu nome popular.</p>
<p>Aos quatro anos, os cabeças-secas atingem a maturidade sexual e, para se reproduzir, formam grandes colônias nos ninhais pantaneiros.</p>
<p>Menor das três espécies de cegonhas que vivem no Brasil, chega a 95 centímetros de comprimento e pode ser encontrado isolado ou em grupos em áreas alagadas, nas margens de rios e baías.</p>
<p>Durante os períodos da vazante, a ave caminha contra a correnteza e mantém aberto o seu bico em forma de pinça com metade dele dentro da água: é uma estratégia para capturar os peixes trazidos pela correnteza dos rios.</p>
<h4>6. Cafezinho</h4>
<p>(Jacana jacana)</p>
<p>Nome em inglês: Wattled Jacana</p>
<p><figure id="attachment_43853" aria-describedby="caption-attachment-43853" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43853 size-large" title="cafezinho, wattled jacana ou Jacana jacana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-1024x683.jpg" alt="cafezinho, wattled jacana ou Jacana jacana" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Wattled-Jacana-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43853" class="wp-caption-text">cafezinho, Jacana jacana ou wattled jacana&nbsp;</figcaption></figure></p>
<p>Espécie das mais comuns no Pantanal, a ave cafezinho é negra e castanho-ferrugem profundo, o que explica seu nome popular, com bico amarelo e membranas frontais e laterais vermelhas.</p>
<p>A ave cafezinho mede cerca de 23 centímetros e, com suas pernas altas, dedos longos e unhas finas de até 4 centímetros de comprimento, consegue caminhar na superfície da água, sustentado apenas por folhas e capins flutuantes.</p>
<p>A fêmea adulta é mais pesada que o macho: chega a 159 gramas contra 69 gramas de seu par.</p>
<p>Também conhecido como jaçanã, o cafezinho alimenta-se de insetos, moluscos, sementes e pequenos peixes.</p>
<p>As fêmeas são agressivas e defendem seu território mesmo de outros cafezinhos. enquanto os machos cuidam da prole.</p>
<p>Atento, este pássaro tem o hábito de emitir sinais quando ocorrem mudanças no ambiente &#8211; como a presença de predadores ou de pessoas.</p>
<h4>7. Colhereiro</h4>
<p>(Platalea ajaja)</p>
<p>Nome em inglês: Roseata Spoonbill</p>
<p><figure id="attachment_43855" aria-describedby="caption-attachment-43855" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43855 size-full" title="colheiro, platalea ajaja ou roseata spoonbill" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill.jpg" alt="Colheiro ou Roseata Spoonbill" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Colheiro-ou-Roseata-Spoonbill-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43855" class="wp-caption-text">colheiro, platalea ajaja ou roseata spoonbill</figcaption></figure></p>
<p>Seu nome popular colhereiro está relacionado a unia de suas formas físicas mais vistosas: o bico em forma de colher, que começa reto e termina em uma ponta arredondada e larga.</p>
<p>O colhereiro está adaptado para capturar pequenos animais, como peixes, crustáceos, moluscos e insetos aquáticos, o bico do colhereiro está munido de terminações nervosas que captam o movimento das presas na água.</p>
<p>A ave, que alcança 87 centímetros de comprimento, também chama a atenção pela beleza de sua plumagem rósea, adquirida em virtude dos carotenóides (pigmentos) presentes em sua dieta.</p>
<p>Na época da seca, o colhereiro é visto com frequência nas praias, nos finais de tarde, junto a biguás, garças e cabeças-secas.</p>
<p>A partir de novembro, sua presença torna-se reduzida na planície pantaneira, pois o colhereiro migra para regiões menos chuvosas.</p>
<h4>8. Curicaca</h4>
<p>(Theristicus caudatus)</p>
<p>Nome em inglês: Buff-necked Ibis</p>
<p><figure id="attachment_43859" aria-describedby="caption-attachment-43859" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43859 size-loop-large" title="curicaca, theristicus caudatus ou buff-necked Ibis" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-800x600.jpg" alt="curicaca ou Buff-necked Ibis" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Buff-necked-Ibis.jpg 971w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43859" class="wp-caption-text">curicaca, theristicus caudatus ou buff-necked Ibis</figcaption></figure></p>
<p>E difícil ver uma curicaca na água.</p>
<p>Em pequenos grupos, o curicaca pássaro costuma andar pelos campos, nas bordas de brejos e mesmo em áreas queimadas.</p>
<p>Com seu longo bico curvo, voltado para baixo e adaptado para capturar pequenos caramujos, insetos, anfíbios ou cobras que circulam em águas rasas, ele extrai larvas de insetos em terra fofa ou na lama.</p>
<p>Além dessa característica, o curicaca é fácil distingui-lo por causa de sua coloração clara, com o dorso cinzento-claro e de brilho esverdeado.</p>
<p>O macho, que alcança até 69 centímetros de comprimento e 43 centímetros de envergadura, geralmente é um pouco maior que a fêmea.</p>
<p>Fora do período reprodutivo, que compreende o intervalo de setembro a dezembro, vive em grupos de oito a dez aves.</p>
<p>Ao anoitecer, antes de dormir, e ao amanhecer, também em grupos, as curicacas se reúnem no alto das palmeiras nas fazendas e produzem algazarras.</p>
<h4>9. Ema</h4>
<p>(Rhea americana)</p>
<p>Nome em inglês: Greater Rhea</p>
<p><figure id="attachment_43861" aria-describedby="caption-attachment-43861" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43861 size-large" title="ema, rhea americana ou greater rhea" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-1024x768.jpg" alt="ema, rhea americana ou greater rhea" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Greater-Rhea.jpg 1729w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43861" class="wp-caption-text">ema, rhea americana ou greater rhea</figcaption></figure></p>
<p>A ema é ave mais pesada do Brasil, a ema pode medir 1,40 metro e chegar a 34 quilos.</p>
<p>Ao correr, a ema alcança a velocidade de 60 quilômetros por hora – perde apenas para o avestruz, seu parente africano. que alcança 80 quilômetros por hora.</p>
<p>As emas foram muito caçadas até o final da década de 1960, pois, com suas penas, eram fabricados espanadores e adornos de diversos tipos.</p>
<p>Além disso, elas perderam extensões significativas de seu habitat para a agropecuária.</p>
<p>Capazes de sobreviver a secas prolongadas, sua dieta é composta de gramíneas, leguminosas, frutas, sementes e pequenos animais, como cobras, rãs, lagartos e insetos.</p>
<p>Na fase reprodutiva, os machos formam haréns com até nove fêmeas. São eles que preparam o ninho onde a parceira bota os ovos.</p>
<p>Na sequência, os machos é que se encarregam de chocá-los, enquanto as fêmeas se deslocam e se integram a outro harém.</p>
<p>Aos quinze dias de vida, os filhotes da ema já têm meio metro de altura.</p>
<h4>10. Gavião-Belo</h4>
<p>(Busarellus nigricollis)</p>
<p>Nome em inglês: Black-collared Hawk</p>
<p><figure id="attachment_43875" aria-describedby="caption-attachment-43875" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43875 size-full" title="gavião-belo, busarellus nigricollis or black-collared hawk" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk.jpg" alt="Black-collared Hawk" width="512" height="341" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Black-collared-Hawk-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43875" class="wp-caption-text">gavião-belo, busarellus nigricollis ou black-collared hawk</figcaption></figure></p>
<p>Entre os pantaneiros. O gavião-belo é também conhecido como gavião-velho, gavião-lavadeira ou vovô.</p>
<p>Com aproximadamente 50 centímetros de comprimento, o gavião-belo é reconhecida pela plumagem marrom-avermelhada, levemente alaranjada na barriga, pelo bico negro e por uma faixa escura no pescoço. Tem asas longas e largas e cauda curta.</p>
<p>E mais fácil identificá-lo quando está pousado: mesmo de longe, percebe-se sua cabeça branca &#8211; daí algumas denominações que lhe dão os habitantes do Pantanal.</p>
<p>O gavião-belo pode passar horas empoleirado em árvores à beira de rios e baías à espera de um movimento na água; quando percebe a presença de algum peixe na superfície, dispara sobre ele e o captura com seus pés providos de unhas longas e curvas.</p>
<p>Peixe é a comida predileta do gavião-belo, mas o pássaro também se alimenta de insetos e moluscos.</p>
<p>Atualmente o gavião-belo está quase extinta na região Sudeste brasileira.</p>
<h4>11. Maria-Faceira</h4>
<p>(Syrigma sibilatrix)</p>
<p>Nome em inglês: Whistling Heron</p>
<p><figure id="attachment_43863" aria-describedby="caption-attachment-43863" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43863 size-large" title="maria-faceira, syrigma sibilatrix ou whistling heron" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-1024x768.jpg" alt="maria-faceira ou whistling heron" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Whistling-Heron.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43863" class="wp-caption-text">maria-faceira, syrigma sibilatrix ou whistling heron</figcaption></figure></p>
<p>Com cerca de 53 centímetros de comprimento, a maria-faceira costuma viver aos pares e, não raro, é vista nos cerrados abertos e nos campos limpos formados durante os períodos de seca.</p>
<p>De face azul e bico róseo, coloração acinzentada com peito e ventre claros, a maria-faceira chama a atenção pelo caminhar elegante e lento durante a caça de insetos &#8211; parte de sua dieta, da qual também constam pererecas, pequenos lagartos e cobras-d’água.</p>
<p>A maria-faceira possui a ponta das asas avermelhada com um cinza escuro e patas pretas. Este pássaro em geral permanece no solo, e somente nos fins de tarde é que escolhe árvores altas para pousar e passar a noite, local onde também costumam fazer seus ninhos.</p>
<p>Normalmente a maria-faceira habita campos secos ou lugares pouco alagados. Ao contrário das outras espécies de garças, a maria-faceira não forma colônias: cada casal constrói seu ninho isolado, no alto de árvores com copa densa.</p>
<p>Seu canto, melodioso, é agudo e prolongado.</p>
<h4>12. Martim-Pescador-Grande</h4>
<p>(Ceryle torquata)</p>
<p>Nome em inglês: Ringed Kingfisher</p>
<p><figure id="attachment_43865" aria-describedby="caption-attachment-43865" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43865 size-large" title="martim-pescador-grande, ceryle torquata ou ringed kingfisher" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-1024x768.jpg" alt="martim-pescador-grande ou ringed kingfisher" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ringed-Kingfisher.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43865" class="wp-caption-text">martim-pescador-grande, ceryle torquata ou ringed kingfisher</figcaption></figure></p>
<p>Cinco das 84 espécies de martim-pescador vivem no Brasil.</p>
<p>A mais conhecida é a que tem o nome popular de martim-pescador-grande, ou matraca &#8211; denominações que se devem ao seu tamanho (42 centímetros em média) e ao fato de ser muito barulhenta: seu canto lembra exatamente o ruído da &#8220;matraca” (usada como instrumento litúrgico, no lugar da sineta, nas manifestações da Semana Santa).</p>
<p>Normalmente, o martim-pescador-grande é visto à beira d’água à espreita de pequenos peixes e insetos.</p>
<p>Pousado em galhos, o martim-pescador-grande dispara em vôos certeiros, muitas vezes verticais, assim que identifica sua presa.</p>
<p>A ave também paira no ar a fim de encontrar o alimento e fisgá-lo com seu bico de até 8 centímetros. A espécie destaca-se pelo tom cinza-azulado da plumagem no dorso e no alto da cabeça, bem como pelo colar branco do pescoço e a barriga avermelhada.</p>
<p>Os martins-pescadores caracterizam-se por cantar enquanto voam e por nidificar em buracos feitos por eles mesmos em barrancos à beira de rios ou de baías.</p>
<h4>13. Socó-Boi</h4>
<p>(Tigrisoma lineatum)</p>
<p>Nome em inglês: Rufescent Tiger-Heron</p>
<p><figure id="attachment_43867" aria-describedby="caption-attachment-43867" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43867 size-large" title="socó-boi, tigrisoma lineatum ou rufescent tiger-Heron" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-1024x767.jpg" alt="socó-boi ou rufescent tiger-Heron" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-1536x1151.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Rufescent-Tiger-Heron.jpg 1736w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43867" class="wp-caption-text">socó-boi, tigrisoma lineatum ou rufescent tiger-Heron</figcaption></figure></p>
<p>O socó-boi é um pássaro de grande porte, que pode alcançar 76 centímetros, o passaro ganhou esse nome popular porque seu canto típico, longo e alto, lembra o mugido de um boi.</p>
<p>Na época de reprodução. esse som torna-se bem grave e chega a ser comparado com o esturro da onça-pintada.</p>
<p>O socó-boi, que se alimenta de pequenos peixes, insetos aquáticos e crustáceos, tem habilidade para caçar anfíbios e mesmo filhotes de sucuri.</p>
<p>Ao se sentir ameaçado, o socó-boi fica imóvel, estica o pescoço, aponta o bico para o alto e balança a cauda.</p>
<p>Ave que vive solitária e tem hábito crepuscular, mantém esse comportamento ao nidificar &#8211; os casais preferem se isolar a formar colônias. Somente aos dois anos de idade adquire a plumagem adulta.</p>
<p>As aves jovens apresentam o corpo marrom com listras pretas, o que lhes confere perfeita camuflagem. Ave de comportamento desconfiado, esconde-se nas vegetações ribeirinhas, mas se deixa observar quando surpreendida na beira das águas, mantendo-se imóvel.</p>
<h4>14. Tucanuçu</h4>
<p>(Ramphastos toco)</p>
<p>Nome cm inglês: Toco Toucan</p>
<p><figure id="attachment_43870" aria-describedby="caption-attachment-43870" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43870 size-large" title="tucanuçu, Ramphastos toco ou toco toucan" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-1024x768.jpg" alt="tucanuçu ou toco toucan" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Toco-Toucan.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43870" class="wp-caption-text">tucanuçu, ramphastos toco ou toco toucan</figcaption></figure></p>
<p>Com 56 centímetros de comprimento &#8211; vinte deles só de bico -, o tucanuçu ou tucano-toco é a maior espécie conhecida de tucano.</p>
<p>O Tucanuçu não vive somente na floresta: aventura-se por campos abertos. Seu enorme bico com tons vibrantes de amarelo, laranja e vermelho, com a ponta preta, parece pesado, entretanto sua estrutura óssea não é maciça, o que o torna leve, não atrapalhando o vôo.</p>
<p>Adaptado para apanhar frutos e descascá-los, o tucanuçu utiliza o bico para intimidar outros animais e atrair fêmeas durante o ritual de acasalamento.</p>
<p>No período reprodutivo, de julho a dezembro, os tucanuçus são vistos aos pares.</p>
<p>Nessa época, o tucanuçu costuma procurar ninhos de pássaros para predar ovos ou filhotes. Quando os filhotes deixam os ninhos &#8211; 45 dias após o nascimento —, eles se juntam aos bandos.</p>
<p>O pássaro ainda não está ameaçado de extinção, no entanto sua captura para fins de tráfico tem diminuído a populaçào, o que coloca em risco a variabilidade genética da espécie.</p>
<h4>15. Tuiuiú ou Jaburu</h4>
<p>(Jabiru mycteria)</p>
<p>Nome em inglês: Jabiru</p>
<p><figure id="attachment_43879" aria-describedby="caption-attachment-43879" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43879 size-large" title="tuiuiú, jaburu,mycteria americana ou jabiru" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-1024x768.jpg" alt="tuiuiú, jaburu,mycteria americana ou jabiru" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Jabiru.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43879" class="wp-caption-text">tuiuiú, jaburu,mycteria americana ou jabiru</figcaption></figure></p>
<p>Tuiuiú ou Jaburu é o símbolo do pantanal, a ave com a maior envergadura da região (2,80 metros) e uma das maiores da América do Sul alcança 1,60 metro de altura e 8 quilos de peso.</p>
<p>Seu bico grosso e afilado tem até 30 centímetros de comprimento.</p>
<p>Outra curiosidade do Tuiuiú ou Jaburu é o tamanho do ninho, o ninho é construído no alto de manduvis e de piúvas ou sobre troncos secos: à sua estrutura, com quase 2 metros de diâmetro e 70 centímetros de altura, são acrescidos novos materiais a cada ano, já que os ninhos são reutilizados.</p>
<p>Os casais de tuiuiú ou jaburu permanecem unidos no período reprodutivo, quando a pele vermelha do papo de ambos fica ressaltada em virtude do aumento da irrigação sanguínea.</p>
<p>A temporada de reprodução do tuiuiú ou jaburu coincide com a baixa da água &#8211; época em que a alimentação é fácil, uma vez que os peixes ficam represados em pequenas áreas alagadas.</p>
<p>Com grande capacidade de vôo, o tuiuiú eleva-se a grandes altitudes, e no céu destacam-se a plumagem branca de suas asas e cauda e a cor negra do bico, da cabeça e dos pés.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal&nbsp;</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense?&nbsp;</a></strong></li>
</ol>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Flora do Pantanal Matogrossense: Um Mosaico de Ecossistemas</title>
		<link>https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 09:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Flora do Pantanal Matogrossense é surpreendente e exuberante, a paisagem do Pantanal se compõe de fragmentos de vários ecossistemas, numa extraordinária diversidade de espécies vegetais. Um intricado mosaico em que se entrelaçam várias formações vegetais, típicas de biomas como o cerrado (ao leste, norte e sul), o chaco (a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Flora do Pantanal Matogrossense é surpreendente e exuberante, a paisagem do Pantanal se compõe de fragmentos de vários ecossistemas, numa extraordinária diversidade de espécies vegetais.</p>
<p>Um intricado mosaico em que se entrelaçam várias formações vegetais, típicas de biomas como o cerrado (ao leste, norte e sul), o chaco (a sudoeste), a mata atlântica (ao sul e sudeste), além de espécies da floresta amazônica (ao norte) e do boliviano bosque seco Chiquitano (a noroeste).</p>
<p><figure id="attachment_43822" aria-describedby="caption-attachment-43822" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ipe-roxo-no-Pantanal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43822 size-full" title="Ipê-roxo no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ipe-roxo-no-Pantanal.jpg" alt="Ipê-roxo no Pantanal Matogrossense" width="640" height="416" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ipe-roxo-no-Pantanal.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ipe-roxo-no-Pantanal-300x195.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ipe-roxo-no-Pantanal-85x55.jpg 85w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43822" class="wp-caption-text">Ipê-roxo no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Na maior planície alagável da Terra, as amostras de biomas aparecem isoladas em determinados trechos, ou desconcertantemente embaralhadas.</p>
<p>Trata-se de uma síntese de ecossistemas, que se espalha pela extensão do Pantanal, abrigando perto de 1800 espécies de plantas.</p>
<p>Uma das árvores mais conhecidas e belas é a piúva, nome regional do ipê-roxo.</p>
<p>Os ipês, aliás, recebem no Pantanal a denominação genérica de “paratudo”, termo que revela as múltiplas utilidades de sua madeira.</p>
<p>Há, ainda, cerca de 250 espécies de plantas aquáticas, como os aguapés e a erva-de-santa-luzia, que desempenham papel fundamental: contribuem para a despoluição dos corpos d’água, pois assimilam metais pesados pelas raízes, e oferecem abrigo aos peixes nos primeiros estágios de suas vidas.</p>
<p>Os aglomerados de vegetação aquática formam massas volumosas chamadas camalotes, que, levadas pela correnteza, se deslocam pelos rios.</p>
<p>Em águas calmas e paradas florescem outras espécies, como as ninfeias e a vitória-régia amazônica.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Flora-e-Vegetacao-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>FLORA DO PANTANAL &#8211; DA MATA À CAATINGA</h3>
<p>O tipo de vegetação e flora predominante em cada região depende de sua altitude.</p>
<p>Nos terrenos baixos e úmidos, as gramíneas espalham-se pelo solo: são os chamados campos limpos, utilizados para pasto.</p>
<p>Em zonas onde o solo é arenoso e ácido, prevalecem as espécies típicas do cerrado.</p>
<p>São árvores de porte médio e de casca grossa e resistente ao fogo, como o pequi, a aroeira e o embiruçu.</p>
<p>Ladeando os cursos d&#8217;água intercalam-se árvores de grande e médio portes &#8211; são as típicas matas de galeria ou ciliares, formadas por tucuns, jenipapos, tarumãs e timbós, entre outras.</p>
<p>Nas imediações de rios, e nos locais em que o solo está sempre alagado, nascem plantas peculiares dos brejais de água doce, como ararutas, taboas, piris e bananeiras.</p>
<p>Em Bonito, destaca-se o bacuri ou acuri, uma palmeira de usos múltiplos. As folhas servem de alimento para o gado e para fazer cobertura de casas. Com as fibras, confeccionam-se peças artesanais.</p>
<p>Do caule é extraído um licor e com a polpa fabricam-se compotas.</p>
<p>O símbolo dos vegetais do Pantanal, porém, é a carandá, palmeira de até 10 metros de altura, tronco quase liso e folhagem em forma de leque usada na construção de moradias — sua madeira é muito resistente à invasão das águas &#8211; e na confecção de esteiras, cestos e leques.</p>
<p>Em alguns trechos, elas se aglomeram, formando carandazais: um fenômeno comum na região são os parques (nome que toma a concentração de árvores de uma mesma espécie).</p>
<p>Nos trechos de solo seco e árido e em alguns pontos de altitude mais elevada, brotam mandacarus, juazeiros, caraguatás e barrigudas, compondo uma surpreendente paisagem de caatinga.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
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		<title>Descubra a Vida Selvagem do Pantanal Matogrossense</title>
		<link>https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 10:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A vida selvagem e fauna do Pantanal Matogrossense são compostos por um universo harmônico, único no mundo em sua extraordinária e fervilhante beleza, com os seus mamíferos, aves, répteis, anfíbios e insetos. No Pantanal convivem animais de diferentes ecossistemas &#8211; e em poucos lugares do mundo eles podem ser avistados, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/">Descubra a Vida Selvagem do Pantanal Matogrossense</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A vida selvagem e fauna do Pantanal Matogrossense são compostos por um universo harmônico, único no mundo em sua extraordinária e fervilhante beleza, com os seus mamíferos, aves, répteis, anfíbios e insetos.</p>
<p>No Pantanal convivem animais de diferentes ecossistemas &#8211; e em poucos lugares do mundo eles podem ser avistados, em estado selvagem, com tanta facilidade.</p>
<p><figure id="attachment_43814" aria-describedby="caption-attachment-43814" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43814 size-loop-large" title="Fauna do Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense-800x478.webp" alt="Fauna do Pantanal Matogrossense" width="800" height="478" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense-800x478.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense-300x179.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense-768x459.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense-92x55.webp 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Fauna-do-Pantanal-Matogrossense.webp 1008w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43814" class="wp-caption-text">Fauna do Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Eles estão ali há muito tempo: em cavernas e grutas calcárias nas bordas da serra da Bodoquena foram encontrados vestígios dos animais que dominavam a planície pantaneira antes da última glaciação, há cerca de 12 mil anos — entre eles, o tigre-dentes-de-sabre (Smílodo popudator) e a preguiça-gigante (Eremotherium lundi).</p>
<p>A exuberância da fauna se perpetua. Durante milênios, uma série de condições favoráveis concorreu para que o Pantanal se tornasse um dos mais ricos refúgios de fauna silvestre do planeta.</p>
<p>Se não tem muitas espécies endêmicas, por ser zona de confluência de biomas, seu território abriga uma fabulosa quantidade de animais em migração e outros típicos do cerrado e das matas tropicais.</p>
<p>Os números são impressionantes. Estima-se que existam 665 espécies de aves, 263 de peixes, 95 de mamíferos e 162 de répteis, além de 1132 de borboletas.</p>
<p>Já foram registrados 3,9 milhões de jacarés, 400 mil capivaras e dezenas de milhões de aves.</p>
<p>Os animais são avistados nas proximidades das fazendas, nas estradas, às margens dos rios, vazantes, corixos e baías, mesmo por quem não dispõe de equipamentos especiais.</p>
<h3>VIDA SELVAGEM E FAUNA DO PANTANAL MATOGROSSENSE</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/60-Especies-da-Fauna-do-Pantanal.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h4>1. ONÇAS E OUTROS MAMÍFEROS</h4>
<p>O principal atrativo do Pantanal é a facilidade com que se podem avistar os animais selvagens vivendo em liberdade. Alguns, porém, são mais ariscos.</p>
<p>Não é sempre que se vê uma onça-pintada, por exemplo – mas quem consegue jamais esquecer da beleza majestosa do maior felino das Américas.</p>
<p>As maiores onças-pintadas podem pesar mais de 120 quilos.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense-1.webp" width="400" /></a></p></p>
<p>Calcula-se que haja mais de 20 mil exemplares de onças-pintadas nas matas, em lugares sombrios e úmidos, quase sempre perto de rios.</p>
<p><figure id="attachment_43806" aria-describedby="caption-attachment-43806" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43806 size-full" title="Onça-parda no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" alt="Onça-parda no Pantanal Matogrossense" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-parda-no-Pantanal-Matogrossense-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43806" class="wp-caption-text">Onça-parda no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Outros felinos comuns na planície úmida são a <strong>onça-parda</strong>, menor e mais ágil que a pintada (pesa cerca de 50 quilos), a <strong>jaguatirica</strong>, o <strong>gato-do-mato</strong> e o <strong>gato-mourisco</strong>.</p>
<p>Os cervídeos também são comuns.</p>
<p>Um deles é o grande cervo-do-pantanal, que vive em lugares alagados e de vegetação densa, próximos a rios e banhados, onde divide espaço com o veado-campeiro e o veado-mateiro.</p>
<p>Há ainda capivaras, porcos-do-mato, morcegos, ariranhas, lontras, tamanduás, macacos e tatus.</p>
<h4>2. AVES</h4>
<p>A extensa planície alagada pode ser chamada &#8211; sem risco de exagero &#8211; de paraíso das aves.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Aves-do-Pantanal-Matogrossense.webp" width="400" /></a></p></p>
<p>Cerca de 650 espécies já foram identificadas em seus limites.</p>
<p>Ao longo do ano, há um contínuo vaivém de espécies, intensificado no período de julho a novembro, época de reprodução da maioria das aves.</p>
<p>Não é por acaso que a observação de pássaros, o birdwatching, leva cada vez mais visitantes à região.</p>
<p>A espécie que mais imediatamente se associa ao Pantanal é o tuiuiú ou jaburu, ave de grande porte da família das cegonhas, que constrói seus ninhos nas árvores mais altas.</p>
<p>Os ninhais, nome que recebe a concentração de ninhos em um mesmo local, são marca registrada do cenário pantaneiro.</p>
<p>Entre os grandes tuiuiús e as chocas, denominação geral dada às aves pequenas, há todo um universo.</p>
<p><figure id="attachment_43810" aria-describedby="caption-attachment-43810" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43810 size-full" title="Arara-azul no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense.jpg" alt="Arara-azul no Pantanal Matogrossense" width="800" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense-300x167.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense-768x427.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-azul-no-Pantanal-Matogrossense-99x55.jpg 99w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43810" class="wp-caption-text">Arara-azul no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Há araras, de diversos tipos <strong>arara-azul, arara-vermelha e arara-canindé</strong> —, além de periquitos e outros psitacídeos; há gaviões, também muitos e variados, como o gavião-belo, o gavião-caboclo e o caramujeiro, que se alimenta de crustáceos e moluscos aquáticos servindo-se de sua garra em forma de gancho.</p>
<p>Igualmente comuns são os colhereiros, as emas e seriemas, as garças, os socós, os biguás, as biguatingas, as anhumas e as tachãs, que emitem gritos fortes e estridentes, razão pela qual são consideradas as sentinelas do Pantanal.</p>
<h4>3. PEIXES</h4>
<p>Peixes de escama, de couro, coloridos, miméticos, em cardumes ou solitários.</p>
<p>A bacia do Paraguai é uma das mais ricas do mundo em número e diversidade de seres aquáticos e atrai pescadores e estudiosos de todas as partes.</p>
<p><figure id="attachment_43812" aria-describedby="caption-attachment-43812" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43812 size-full" title="Peixe dourado" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado.jpg" alt="Peixe dourado" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Peixe-dourado-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43812" class="wp-caption-text">Peixe dourado</figcaption></figure></p>
<p>Entre os peixes mais comuns dos rios pantaneiros está o ágil peixe dourado, que pode atingir 18 quilos.</p>
<p>Saltador de corredeiras, o dourado, assim como outras espécies de peixes (curimbatá, piraputanga, lambaris, piaus e alguns bagres), nadam contra a correnteza em direção às nascentes para a reprodução e a desova.</p>
<p>Nesse período, chamado piracema, a pesca é proibida; o volume de peixes nos cursos d’água é tào elevado que ocorrem verdadeiros congestionamentos.</p>
<p>Quando as águas começam a baixar, os peixes fazem o caminho de volta, mas muitos não conseguem atravessar os obstáculos e ficam presos em lagos e lagoas, tornando-se alvos fáceis para aves, jacarés, entre outros predadores.</p>
<p>A piranha, outro peixe típico do Pantanal, vive principalmente em águas profundas.</p>
<p>Embora sempre seja vista como temível predadora, ela dificilmente ataca animais de grande porte, a não ser que estejam feridos; na verdade, come principalmente pedaços de nadadeiras de outros peixes &#8211; as piranhas são mutiladoras &#8211; ou animais mortos.</p>
<p>As arraias pantaneiras, que têm um perigoso ferrão na cauda, raramente são avistadas, pois ficam enterradas no fundo de águas lodosas.</p>
<p>Entre as espécies que atraem pescadores estão o jaú, imenso peixe de couro que chega a pesar 100 quilos, e o pintado, que pode alcançar 1,5 metro de comprimento e mais de 25 quilos de peso.</p>
<h4>5. RÉPTEIS E ANFÍBIOS</h4>
<p>Sucuris, víboras e jacarés estão entre os répteis que vivem no Pantanal &#8211; muitas vezes, marcando presença embaixo dos ninhais, à espera de que filhotes caiam do galho. Apesar da aparência ameaçadora, os répteis não costumam ser agressivos e fogem em situação de ameaça.</p>
<p>Entre as serpentes, a mais conhecida é a majestosa sucuri. A espécie presente no Pantanal pode alcançar 5 metros e, com sua força muscular, enrola-se na presa e a mata por constrição e asfixia: depois, passa dias digerindo a comida.</p>
<p>Alvo do comércio ilegal de peles, os jacarés foram mortos aos milhares até a década de 1970, quando as leis de proteção ambiental se tornaram mais rigorosas.</p>
<p><figure id="attachment_43712" aria-describedby="caption-attachment-43712" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-43712 size-large" title="Jacaré do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-1024x683.jpg" alt="Caiman, Yacare Caiman, crocodilos na superfície do rio, noite com céu azul, animais no habitat natural. Pantanal, Brasil" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal.jpg 1254w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43712" class="wp-caption-text">Jacaré do Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Hoje, livres da ameaça de extinção, os jacarés do Pantanal são avistados em rios (as expedições noturnas estão entre os programas mais concorridos) ou criados em cativeiros autorizados pelo Ibama.</p>
<p>As águas pantaneiras abrigam, ainda, quarenta espécies de sapos e rãs.</p>
<p>Juntos, mamíferos, aves, répteis, anfíbios e insetos compõem um universo harmônico, único no mundo em sua extraordinária e fervilhante beleza.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/">Descubra a Vida Selvagem do Pantanal Matogrossense</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</title>
		<link>https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 19:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Rios]]></category>
		<category><![CDATA[Solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Descubra a paisagem única do Pantanal Matogrossense e suas características geográficas, climáticas, solos e rios. A geografia, a complexa rede de rios e a imensa extensão de áreas úmidas da planície pantaneira do Pantanal Matogrossense constituem uma paisagem única no planeta, patrimônio de toda a humanidade. Corredor biogeográfico é a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/">Pantanal Matogrossense &#8211; Geografia, Clima, Solo e Rios</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Descubra a paisagem única do Pantanal Matogrossense e suas características geográficas, climáticas, solos e rios.</p>
<p>A geografia, a complexa rede de rios e a imensa extensão de áreas úmidas da planície pantaneira do Pantanal Matogrossense constituem uma paisagem única no planeta, patrimônio de toda a humanidade.</p>
<p>Corredor biogeográfico é a expressão usada por ecólogos para referir-se a regiões que permitem o trânsito e a dispersão de espécies de fauna e flora. E exatamente esse papel que o Pantanal, na zona de transição entre o cerrado, o chaco paraguaio e a Amazônia, representa.</p>
<p><figure id="attachment_43785" aria-describedby="caption-attachment-43785" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense.webp"><img decoding="async" class="wp-image-43785 size-full" title="Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense.webp" alt="Pantanal Matogrossense" width="700" height="467" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense.webp 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pantanal-Matogrossense-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43785" class="wp-caption-text">Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>O maior conjunto de áreas úmidas do mundo ocupa cerca de 210 mil quilômetros quadrados, dos quais quase 140 mil estão em território brasileiro; localizado na parte mais elevada da bacia do rio Paraguai, esse gigantesco sistema se estrutura ao longo dos rios Paraguai e Paraná (médio e inferior).</p>
<p>O rio Paraguai, assim como o rio Paraná no Pantanal, é um dos poucos rios do planeta livres de barragens.</p>
<p>Mas a drenagem desse imenso quadrilátero é feita também por outros cursos d’água extensos e caudalosos: ao sul, o rio Taquari (800 quilômetros), o rio Aquidauana (565 quilômetros), o rio Miranda (490 quilômetros) e o rio Coxim (280 quilômetros), e, ao norte, o rio São Lourenço (670 quilômetros) e o rio Cuiabá (650 quilômetros).</p>
<p><figure id="attachment_43773" aria-describedby="caption-attachment-43773" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43773 size-loop-large" title="Mapa do Pantanal e de sua bacia hidrográfica e a posição das áreas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-800x1174.png" alt="Mapa do Pantanal e de sua bacia hidrográfica e a posição das áreas" width="800" height="1174" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-800x1174.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-204x300.png 204w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-698x1024.png 698w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-768x1127.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas-37x55.png 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-e-de-sua-bacia-hidrografica-e-a-posicao-das-areas.png 850w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43773" class="wp-caption-text">Mapa do Pantanal e de sua bacia hidrográfica e a posição das áreas.</figcaption></figure></p>
<p>O rio Taquari, que se alonga por 500 quilômetros em terras pantaneiras, tem especial relevância em virtude da extensão de sua bacia, de cerca de 29 mil quilômetros.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Ciclo-das-Aguas-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>GEOGRAFIA DO PANTANAL MATOGROSSENSE</h3>
<h4>1. FORMAÇÃO</h4>
<p>A natureza começou a moldar esse mostruário de vida selvagem há cerca de 60 milhões de anos.</p>
<p>Estima-se que o Planalto Central do Brasil soergueu-se no período Jurássico, formando um enorme escudo que acabaria por se romper e desabar. Assim surgiu a planície pantaneira.</p>
<p>Ao longo das eras geológicas que se seguiram, a força dos elementos transformou o território em uma superfície plana, com declividade quase nula, bordejada por grandes planaltos situados 600 metros acima de seu leito inundado.</p>
<p>O tempo esculpiu nas pedras um reservatório inigualável, eternamente alimentado pela água dos rios e das chuvas tropicais que se avolumam no quadrante brasileiro do Alto Paraguai.</p>
<p><figure id="attachment_43632" aria-describedby="caption-attachment-43632" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43632 size-large" title="Mapa do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png" alt="Mapa do Pantanal" width="800" height="963" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png 851w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-249x300.png 249w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-768x924.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-46x55.png 46w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-800x963.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43632" class="wp-caption-text">Mapa do Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<h4>2. MICROVIDA NAS ÁGUAS</h4>
<p>Os rios que abastecem o Pantanal originam-se, ao norte, da Chapada dos Parecis; a leste, do Planalto Central e, ao sul, da serra da Bodoquena.</p>
<p>Quando os rios transbordam de seu leito, esses cursos d’água promovem a dispersão da microflora e da microfauna locais; assim, uma elevada quantidade de crustáceos, moluscos e peixes se distribui pelas baías (nome regional dos lagos), corixos (canais de ligação entre as baías) e banhados.</p>
<p>O número de microalgas por litro chega a 500 milhões, mais do que o que ocorre nos deltas do Mississippi e do Nilo, duas das regiões mais férteis do planeta.</p>
<p>A terra, a areia e os sedimentos agem como freio das águas que escoam do grande planalto que cerca o Pantanal.</p>
<p>Por causa desses sinuosos leques aluviais, elas já chegam lentas, sem energia suficiente para ultrapassá-los.</p>
<p>Com o leito dos rios asfixiado pelos tributários, as margens alagam e forma-se uma lâmina rasa de águas, logo engrossada pelas chuvas que desabam abundantemente.</p>
<p>As nascentes localizadas nas cabeceiras e serras de pequena altitude ao redor do Pantanal alimentam 175 rios e, durante as cheias, as águas avançam sobre suas margens.</p>
<p>As vastas e planas extensões territoriais dão origem a um mar fechado, com intenso movimento subaquático.</p>
<p>São poupadas do alagamento as elevações arenosas que servem de abrigo para o gado.</p>
<p>Quando chega a vazante, em junho, as águas baixam e nutrientes, assim como microrganismos animais e vegetais se depositam no solo.</p>
<p><figure id="attachment_43771" aria-describedby="caption-attachment-43771" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43771 size-loop-large" title="O ciclo anual das águas no Pantanal Matogrossense, a interdependência do planalto-planície." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie-800x760.png" alt="O ciclo anual das águas no Pantanal Matogrossense, a interdependência do planalto-planície." width="800" height="760" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie-800x760.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie-300x285.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie-768x730.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie-58x55.png 58w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-ciclo-anual-das-aguas-no-Pantanal-a-interdependencia-do-planalto-planicie.png 850w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43771" class="wp-caption-text">O ciclo anual das águas no Pantanal Matogrossense, a interdependência do planalto-planície.</figcaption></figure></p>
<h4>3. VÁRIOS PANTANAIS</h4>
<p>Campos com baías e capões, campos alagados, cordilheiras com lagoas salinas, galerias de mata ciliar, espinheirais: a variedade caracteriza o Pantanal.</p>
<p>As paisagens do Pantanal Matogrossense se intercalam e formam um ecossistema único, no qual o relevo e a hidrografia interagem profundamente.</p>
<p>Para melhor compreender os fragmentos que compõem esse todo, o Pantanal foi dividido em onze sub-regiões — “pequenos pantanais” —, cada qual com características e história próprias: Nabileque, Miranda, Aquidauana, Abobral, Nhecolândia, Paiaguás, Barão de Melgaço, Poconé, Cáceres, Paraguai e Porto Murtinho.</p>
<p><strong>O pantanal da Nhecolândia</strong>, por exemplo, onde existem baías salinas, de água doce, com vegetação de camalotes, ou ainda desprovidas de vegetação, recebeu seu nome em homenagem ao proprietário de uma das mais antigas fazendas do local.</p>
<p>Essa região vem sofrendo o crescente impacto da substituição da mata de galeria das margens do rio Taquari, o alimentador da área, por pastagens, o que causa seu assoreamento.</p>
<p>Entre a serra da Bodoquena e o rio Paraguai está o pantanal do Nabileque, que, com o pantanal de Paiaguás, entre os rios Taquari, São Lourenço e Itiquira (também chamado de Piquiri), sofre as cheias mais acentuadas.</p>
<p>No pantanal do Poconé, entre os rios Cuiabá e Paraguai, o garimpo de ouro assoreou rios e causou a redução da fauna ictiológica.</p>
<p>O pantanal do Barão de Melgaço, próximo à Chapada dos Guimarães, ao norte, está entre os rios Cuiabá e Itiquira; tem extensas áreas de savanas, grande parte coberta de capim.</p>
<p>Entre o rio Paraguai e a Chapada dos Parecis, situa-se o pantanal de Cáceres, cujas vegetações predominantes são o cerrado e o campo, embora haja igualmente trechos de mata pluvial tropical, por causa da proximidade com a região amazônica.</p>
<p>O pantanal do Paraguai, que se limita a oeste com a serra do Amolar e com o maciço do Urucum, apresenta períodos de cheia de mais de seis meses.</p>
<p>O pantanal de Aquidauana, assim como o de Miranda, a oeste, é menos afetado pelas enchentes; neste segundo encontram-se grandes extensões de carandás e paratudos, nome regional do ipê.</p>
<p>O pantanal do Abobral, a leste do rio Paraguai, é um dos mais baixos e um dos primeiros a encher.</p>
<p>Ao sul, o pantanal de Porto Murtinho tem vegetação de chaco e inundações anuais. Esses “pequenos pantanais” costumam ser agrupados em duas grandes regiões: Pantanal Sul (no estado de Mato Grosso do Sul) e Pantanal Norte (Mato Grosso).</p>
<h4>4. CLIMA E SOLO</h4>
<p>O clima do Pantanal apresenta diferenças marcantes entre as estações seca e chuvosa; é predominantemente tropical, livre de influências oceânicas.</p>
<p>Está exposto à invasão de massas frias oriundas das porções mais ao sul, com veloz penetração pelas planícies do pampa e do chaco.</p>
<p>A temperatura pode baixar rapidamente e até provocar geadas, com mínimas em torno de 0 °C, enquanto as máximas atingem quase 40 °C, com médias anuais de 25 °C.</p>
<p><strong>A estação seca, com pancadas de chuvas e temperatura agradável, estende-se de maio a setembro. </strong></p>
<p><strong>Em julho, o ponto crucial da seca, a água restringe-se aos leitos dos rios ou aos banhados e lagoas localizados nas porções inferiores das planícies.</strong></p>
<p><strong>Em novembro começam as chuvas</strong>, <strong>que atingem o ponto culminante em janeiro e fevereiro e se prolongam até março</strong> &#8211; é o verão pantaneiro.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Como pode ser visto nos gráficos abaixo, o Pantanal Norte (no Mato Grosso) é geralmente alguns graus mais quente do que o Sul (Mato Grosso do Sul) e recebe mais chuvas durante a estação úmida.Nesse período, cerca de 80% das planícies aluviais do Pantanal são inundadas.</p>
<p>As inundações ocorrem inicialmente no norte, depois fluem gradualmente para o sul, onde essas águas se combinam com o alto índice pluviométrico da região sul, resultando em sua inundação cerca de dois meses depois.</p>
<p>A precipitação anual total na região varia entre 1.000 e 1.250 mm. Isso é, na verdade, menos chuva do que em outros estados vizinhos, o que significa que o Pantanal pode ser tecnicamente classificado como semiárido.</p>
<p>A maior parte da precipitação ocorre nos meses de novembro a março.Nos meses mais frios da estação seca, a temperatura média fica em torno de 24 °C, mas pode sofrer quedas repentinas coincidindo com a chegada de frentes frias de tempestades vindas dos Andes. Isso geralmente ocorre em julho e é conhecido localmente como friagem, com temperaturas que chegam a cair até -1 °C por curtos períodos.</p>
<p>Por outro lado, as temperaturas nos meses mais quentes podem ultrapassar os 40 °C e se tornar muito desconfortáveis devido à chuva e à alta umidade.</div></p>
<p><figure id="attachment_43780" aria-describedby="caption-attachment-43780" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Cuiaba.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43780" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Cuiaba.png" alt="Temperatura média de Cuiabá" width="640" height="403" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Cuiaba.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Cuiaba-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Cuiaba-87x55.png 87w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43780" class="wp-caption-text">Temperatura média de Cuiabá</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43776" aria-describedby="caption-attachment-43776" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Cuiaba.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43776" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Cuiaba.png" alt="Chuva média de Cuiabá" width="640" height="403" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Cuiaba.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Cuiaba-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Cuiaba-87x55.png 87w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43776" class="wp-caption-text">Chuva média de Cuiabá</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43782" aria-describedby="caption-attachment-43782" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Corumba.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-43782" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Corumba.png" alt="Temperatura média de Corumbá" width="640" height="403" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Corumba.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Corumba-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Temperatura-media-de-Corumba-87x55.png 87w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43782" class="wp-caption-text">Temperatura média de Corumbá</figcaption></figure></p>
<p><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Corumba.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-43778" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Corumba.png" alt="" width="640" height="403" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Corumba.png 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Corumba-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Chuva-media-de-Corumba-87x55.png 87w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>A temperatura se eleva e só diminui imediatamente após as fortes pancadas. Nesse período, a região, úmida e quente, transforma-se num enorme alagado em que se misturam rios, banhados e lagos.</p>
<p>O solo, influenciado pelo regime de chuvas, varia de alagado no verão a seco no inverno.</p>
<p>A composição do solo do Pantanal Matogrossense mais encontrada é a argilo-arenosa, considerada pobre na parte mais funda, mas muito fértil na camada superficial, graças à deposição de matéria orgânica.</p>
<p>O Pantanal sofre de uma série de problemas causados pela ação humana.</p>
<p>Entre eles estão as pastagens e as lavouras de soja e arroz mal administradas, que podem aumentar a carga de partículas sedimentáveis dos rios e provocar a erosão. Nas secas, é comum a prática das queimadas, extremamente prejudiciais.</p>
<p>Quando a intervenção humana se dá nas cabeceiras dos rios, a situação se agrava: como o movimento de águas é intenso, todo o território acaba sendo afetado.</p>
<p>Assim, os rios que nascem e percorrem áreas de muita atividade agrícola podem levar para a planície sedimentos, pesticidas e outros detritos.</p>
<p>Ainda assim, o Pantanal resiste como uma espécie de paraíso ecológico, uma imensa extensão de rios e áreas úmidas intactas.</p>
<p>O desafio que se impõe &#8211; a moradores, autoridades, turistas e a todos os brasileiros &#8211; é mantê-lo assim para as próximas gerações.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/">Pantanal Matogrossense &#8211; Geografia, Clima, Solo e Rios</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História do Pantanal Matogrossense: da ocupação ao ecoturismo</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Expedição Langsdorff]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra do Paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal Matogrossense]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária pantaneira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Conheça a história do Pantanal Matogrossense e sua transformação ao longo dos séculos, desde a ocupação por fazendas de gado até a ascensão do ecoturismo. Distante dos pólos industriais, o Pantanal Matogrossense se manteve quase intocado durante séculos, até que seus espaços fossem ocupados por fazendas de gado. Hoje, o [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/">História do Pantanal Matogrossense: da ocupação ao ecoturismo</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Conheça a história do Pantanal Matogrossense e sua transformação ao longo dos séculos, desde a ocupação por fazendas de gado até a ascensão do ecoturismo.</p>
<p>Distante dos pólos industriais, o Pantanal Matogrossense se manteve quase intocado durante séculos, até que seus espaços fossem ocupados por fazendas de gado.</p>
<p>Hoje, o ecoturismo emerge no Pantanal como fator de desenvolvimento econômico da região.</p>
<p>A História do Pantanal Matogrossense começa com os primeiros aventureiros europeus que, ainda na primeira metade do século XVI, percorreram a porção oeste dos atuais estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, perto do Paraguai e da Bolívia, pouco se interessaram pelo lugar.</p>
<p>O Pantanal Matogrossense desnorteava os conquistadores com seus labirintos de rios e suas vastas planícies alagadas, habitadas por diferentes povos indígenas: xaraiés (xarayés), orejones, guaxaparatos</p>
<p>Os mais numerosos, no entanto, eram os guaicurus e os paiaguás.</p>
<p>Os índios guaicurus, exímios cavaleiros, dominavam toda a parte sul do Pantanal, área entre a serra da Bodoquena e Porto Murtinho.</p>
<p>Os índios paiaguás, canoeiros, ocupavam os territórios às margens dos rios Paraguai, Miranda, Negro e Taquari.</p>
<p>Também eram canoeiros os índios guatós, que viviam dispersos em pequenos grupos.</p>
<p>Esse encontro inicial entre europeus e nativos ocorreu em 1543, quando a expedição comandada pelo espanhol Álvaro Nunes Cabeza de Vaca passou pelo Pantanal.</p>
<p><figure id="attachment_43152" aria-describedby="caption-attachment-43152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43152 size-large" title="Tratado de Tordesilhas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg" alt="Antonio de Herrera Y Tordelislas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples. O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco. O continente é dominado pelas enormes &quot;R. de los Amazona&quot; e R. de la Plato&quot; e pela cordilheira ocidental. É apresentado o &quot;Meridiano de la de Marcacion&quot;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal." width="800" height="611" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1536x1173.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-768x586.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-2048x1563.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-800x611.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43152" class="wp-caption-text">Tratado de Tordesilhas &#8211; Antonio de Herrera Y Tordesilhas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples. O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco. O continente é dominado pelas enormes &#8220;R. de los Amazona&#8221; e R. de la Plato&#8221; e pela cordilheira ocidental. É apresentado o &#8220;Meridiano de la de Marcacion&#8221;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal.</figcaption></figure></p>
<p>O <strong><a href="https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener">Tratado de Tordesilhas</a></strong> garantia então à Espanha a posse de todas as terras ao longo desse meridiano.</p>
<p><figure id="attachment_43394" aria-describedby="caption-attachment-43394" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43394 size-large" title="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp" alt="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43394" class="wp-caption-text">Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado.</figcaption></figure></p>
<p>Surpreendido pelo volume das águas, Cabeza de Vaca chamou a região de Mar dos Xaraiés; os espanhóis, contudo, estavam à procura de metais preciosos e, indiferentes, seguiram viagem.</p>
<p>O Pantanal somente despertaria o interesse dos colonos europeus dois séculos depois, quando a corrida pelo ouro arrastou bandeirantes paulistas ao Centro-Oeste.</p>
<p>A resistência indígena foi persistente e violenta; ainda assim, após séculos de confrontos, sua dizimação foi quase completa.</p>
<p>Os cadiuéus (kadiwéus), remanescentes dos guaicurus, vivem hoje em uma reserva próxima à serra da Bodoquena; os terenas pouco guardam de suas tradições e se deslocaram para a zona urbana.</p>
<p>Dos guatós, resta um número reduzido de indivíduos nos confins da serra do Amolar, próximo ao Parque Nacional do Pantanal.</p>
<h3>HISTÓRIA DO PANTANAL MATOGROSSENSE</h3>
<p>História do Pantanal Matogrossense, as expedições, a ocupação, a expansão territorial e o desenvolvimento econômico.</p>
<h4>1. DESCOBERTA DO OURO</h4>
<p>No ano de 1709, terminou na região das Minas Gerais a Guerra dos Emboadas, travada entre bandeirantes paulistas &#8211; que exigiam o monopólio da exploração das reservas auríferas que haviam descoberto &#8211; e exploradores portugueses e de outras regiões que haviam acorrido às lavras mineiras.</p>
<p>Vencidos, os paulistas passaram a buscar outras rotas, rumando em direção ao Centro-Oeste.</p>
<p><figure id="attachment_43734" aria-describedby="caption-attachment-43734" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43734 size-large" title="Partida da Monção, de Almeida Júnior (1897)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-1024x623.jpg" alt="Partida da Monção, de Almeida Júnior (1897). Retratando Porto Feliz, no interior de São Paulo, durante a partida de bandeirantes em viagens fluviais pelo Rio Tietê, destaque para o naturalismo e realismo nas figuras dos sertanistas." width="800" height="487" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-1024x623.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-300x182.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-768x467.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-1536x934.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-2048x1246.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Partida-da-Moncao-de-Jose-Ferraz-de-Almeida-Junior-800x487.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43734" class="wp-caption-text">Partida da Monção, de Almeida Júnior (1897). Retratando Porto Feliz, no interior de São Paulo, durante a partida de bandeirantes em viagens fluviais pelo Rio Tietê, destaque para o naturalismo e realismo nas figuras dos sertanistas.</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">As chamadas monções foram expedições fluviais que, entre a segunda década do século XVIII e a primeira metade do século XIX, mantiveram contato entre a Capitania de São Paulo e a Capitania de Mato Grosso.</div></p>
<p>Em 1718, o bandeirante Pascoal Moreira Cabral encontrou ouro na região do córrego da Prainha, afluente do caudaloso rio Cuiabá; em 1727, Rodrigo César de Meneses, capitão-general da capitania de São Paulo, ergueu uma vila no local e a batizou com o mesmo nome do grande rio.</p>
<p>Apesar de pertencerem oficialmente à Espanha, as terras foram ocupadas por mineradores luso-brasileiros, que conviveram pacificamente com a população de alguns núcleos de ocupação espanhola comandados por jesuítas.</p>
<p>Para fortalecer sua presença na região, Portugal criou em 1748 a capitania de Mato Grosso, em uma área de cerca de 210 mil quilômetros quadrados.</p>
<p>Em 1750, o Tratado de Madri estabeleceu as fronteiras da região e oficializou a possessão de tais territórios pela Coroa portuguesa, que ordenou na sequência a construção de núcleos militares para proteger a nova capitania.</p>
<p>Um desses núcleos militares, o Forte Coimbra, erguido em 1775 nas proximidades de Corumbá, resiste até hoje.</p>
<p>Entre as várias vilas que surgiram naquela época, estão Miranda, Vila Maria do Paraguai e São Pedro Del Rei.</p>
<p>A riqueza do ouro, porém, foi breve &#8211; no começo do século XIX, a produção das lavras já declinava. A história do Pantanal tomaria novo rumo.</p>
<h4>2. PECUÁRIA PANTANEIRA</h4>
<p>A pecuária pantaneira, parte essencial da história e da cultura pantaneiras, era considerada atividade secundária durante o ciclo do ouro na Baixada Cuiabana, mas adquiriu força quando a exploração das lavras auríferas entrou em decadência.</p>
<p><figure id="attachment_43732" aria-describedby="caption-attachment-43732" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43732 size-loop-large" title="pecuária pantaneira" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-800x534.jpg" alt="pecuária pantaneira" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/pecuaria-pantaneira.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43732" class="wp-caption-text">pecuária pantaneira</figcaption></figure></p>
<p>A expansão foi rápida: as pastagens da planície facilitaram a adaptação dos animais e os latifúndios logo se consolidaram e prosperaram.</p>
<p>Ao longo do século XIX, os rebanhos cresceram, e multiplicaram-se os curtumes em que a carne era salgada para que pudesse ser exportada.</p>
<p>Foi o início da produção intensiva de carne bovina, que tinha como principal via de escoamento o rio Paraguai, através da navegação da bacia do Prata.</p>
<p>Várias comunidades se formaram em torno desses curtumes, ao longo do principal curso d’água regional.</p>
<p>O gigantesco labirinto de águas interiores, entretanto, permaneceu preservado, distante, ocupado por poucos homens e muitos bois.</p>
<h4>3. EXPEDIÇÃO LANGSDORFF</h4>
<p>As dificuldades de acesso e o isolamento do Pantanal do restante do território brasileiro concorreram para que o antigo Mar dos Xaraiés mantivesse ao longo do tempo sua aura de mundo perdido e selvagem &#8211; e, como tal, atraísse o interesse de cientistas, aventureiros e cronistas, sobretudo durante o século XIX.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Pintura-Ponte-de-Cipo-de-Johann-Moritz-Rugendas-feita-em-1835-durante-expedicao-Langsdorff.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Entre as expedições que percorreram a região destaca-se a organizada pelo barão Georg Heinrich von Langsdorff, cônsul russo no Brasil.</p>
<p>A Expedição Langsdorff viajava em direção à Amazônia e passou pelos sertões brasileiros entre os anos de 1821 e 1829.</p>
<p>O desenhista oficial Hercule Florence foi o responsável pelos cadernos de viagem &#8211; publicados sob o nome de Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas &#8211; onde registrou a sociedade e a natureza pantaneiras da época.</p>
<p>A comitiva se hospedou na Fazenda Jacobina, nas proximidades da cidade de Cáceres já perto da fronteira boliviana &#8211; uma propriedade típica dos grandes latifúndios desenvolvidos no século XIX, com total autonomia, lavoura, muito gado e até milícia própria para garantir a lei nos domínios dos coronéis da pecuária.</p>
<p>Acompanhando Langsdorff estavam Ludwig Riedel (botânico), Nestor Rubtsov (astrônomo), o médico e zoólogo Cristian Hasse, além de escravos, guias e remadores, somando 39 pessoas na expedição.</p>
<p>Juntamente com os cientistas, fizeram parte da expedição o artista alemão Johan Mauritz Rugendas (João Mauricio Rugendas) e os franceses Aimé-Adrien Taunay (Aimé Adriano Taunay) e Hercule Florence (Hércules Florence).</p>
<p>Os registros de Hercule Florence (Hércules Florence), ao lado dos trabalhos do artista alemão Rugendas (1802 &#8211; 1858) e do desenhista francês Adrien Taunay (1803 &#8211; 1828), constituem a única documentação completa dessa viagem.</p>
<p><figure id="attachment_43742" aria-describedby="caption-attachment-43742" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43742 size-large" title="FLORENCE, Hercule - Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. - 1828 - Aquarela e nanquim sobre papel - 21,3 x 30,7 cm" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-1024x698.jpg" alt="FLORENCE, Hercule - Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. - 1828 - Aquarela e nanquim sobre papel - 21,3 x 30,7 cm" width="800" height="545" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-1024x698.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-300x205.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-768x524.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-1536x1047.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-2048x1397.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Habitation-des-Apiacas-sur-le-Juruenna.-25-Avril-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aguada-de-nanquim-sobre-papel-308-x-220-cm-800x546.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43742" class="wp-caption-text">FLORENCE, Hercule &#8211; Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. &#8211; 1828 &#8211; Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; 21,3 x 30,7 cm</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43744" aria-describedby="caption-attachment-43744" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43744 size-large" title="FLORENCE, Hercule - Indiens Guanás. Cuyabá, Novembre 1827. Hercule Florence, f. - 1827 - Aquarela sobre papel - 21,5 x 27,5 cm" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-1024x617.jpg" alt="FLORENCE, Hercule - Indiens Guanás. Cuyabá, Novembre 1827. Hercule Florence, f. - 1827 - Aquarela sobre papel - 21,5 x 27,5 cm" width="800" height="482" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-1024x617.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-300x181.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-768x463.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-91x55.jpg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-1536x926.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-2048x1234.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Indiens-Guanas.-Cuyaba-Novembre-1827.-Hercule-Florence-f.-1827-Aquarela-sobre-papel-215-x-275-cm-800x482.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43744" class="wp-caption-text">FLORENCE, Hercule &#8211; Indiens Guanás. Cuyabá, Novembre 1827. Hercule Florence, f. &#8211; 1827 &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; 21,5 x 27,5 cm</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43746" aria-describedby="caption-attachment-43746" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43746 size-large" title="FLORENCE, Hercule - Pacú. Réduit. Cuyabá, 20 Avril 1827. Hercule Florence, fecit. - 1827 - Aquarela sobre papel - 20,6 x 28,7 cm" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-1024x701.jpg" alt="FLORENCE, Hercule - Pacú. Réduit. Cuyabá, 20 Avril 1827. Hercule Florence, fecit. - 1827 - Aquarela sobre papel - 20,6 x 28,7 cm" width="800" height="548" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-1024x701.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-300x205.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-768x526.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-80x55.jpg 80w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-1536x1051.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-2048x1401.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Pacu.-Reduit.-Cuyaba-20-Avril-1827.-Hercule-Florence-fecit.-1827-Aquarela-sobre-papel-206-x-287-cm-800x547.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43746" class="wp-caption-text">FLORENCE, Hercule &#8211; Pacú. Réduit. Cuyabá, 20 Avril 1827. Hercule Florence, fecit. &#8211; 1827 &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; 20,6 x 28,7 cm</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43748" aria-describedby="caption-attachment-43748" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43748 size-large" title="FLORENCE, Hercule - Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. - 1828 - Aquarela e nanquim sobre papel - 21,3 x 30,7 cm" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-1024x712.jpg" alt="FLORENCE, Hercule - Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. - 1828 - Aquarela e nanquim sobre papel - 21,3 x 30,7 cm" width="800" height="556" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-1024x712.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-300x209.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-768x534.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-79x55.jpg 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-1536x1068.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-2048x1424.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/FLORENCE-Hercule-Tocano-cachorro-Gr.-naturelle.-Port-du-Rio-preto-Mars-1828.-Hercule-Florence-fecit.-1828-Aquarela-e-nanquim-sobre-papel-213-x-307-cm-800x556.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43748" class="wp-caption-text">FLORENCE, Hercule &#8211; Tocano cachorro Gr. naturelle. Port du Rio-preto, Mars 1828. Hercule Florence, fecit. &#8211; 1828 &#8211; Aquarela e nanquim sobre papel &#8211; 21,3 x 30,7 cm</figcaption></figure></p>
<h4>4. GUERRA DO PARAGUAI</h4>
<p>Desde os primeiros anos do século XIX, Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina debatiam-se em conflitos fronteiriços.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/BATALHA-DO-RIACHUELO-O-EPISODIO-MAIS-BRUTAL-DA-GUERRA-DO-PARAGUAI.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>O presidente paraguaio, Francisco Solano López, apoiou o presidente do Uruguai, Atanásio Aguirre, quando este resistiu a uma intervenção do Brasil, que exigia o pagamento de indenização a fazendeiros gaúchos supostamente prejudicados por uruguaios.</p>
<p>Tropas brasileiras invadiram Montevidéu e derrubaram Aguirre; Francisco Solano López, presidente paraguaio, revidou e invadiu as cidades de Corumbá e Cáceres, fazendo com que os fazendeiros se deslocassem para Cuiabá.</p>
<p>Foi o início, em 1864, do mais sangrento conflito da América Latina: a Guerra do Paraguai, que dizimou cerca de dois terços da população paraguaia.</p>
<p>Brasil, Argentina e Uruguai uniram-se na chama da Tríplice Aliança, financiada pela Inglaterra.</p>
<p>Seguiram-se cinco anos de lutas, travadas em terra e nos rios Paraná e Paraguai, em que o Paraguai foi arrasado pela superioridade naval aliada, sobretudo brasileira.</p>
<p>Entre as batalhas, as mais conhecidas foram a Naval de Riachuelo, a Retirada de Laguna e a Tomada do Forte Coimbra.</p>
<p>Em 1870, Solano López foi capturado e morto.</p>
<p>Com a vitória na Guerra do Paraguai, o Brasil ampliou seu território, incorporando 47 mil quilômetros de terras paraguaias, boa parte dos quais integra o Pantanal mato-grossense — entre outras consequências, a incorporação dessa área aprofundou e ampliou a influência da cultura platina sobre o Pantanal.</p>
<p>As fazendas e as cidades pantaneiras sofreram com o embate: várias delas foram destruídas e o gado restante dispersou-se pela planície, tornando-se selvagem e arisco.</p>
<p><figure id="attachment_43752" aria-describedby="caption-attachment-43752" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43752 size-large" title="Território depois da Guerra do Paraguai" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-871x1024.png" alt="Território depois da Guerra do Paraguai" width="800" height="941" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-871x1024.png 871w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-255x300.png 255w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-768x903.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-47x55.png 47w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai-800x940.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Territorio-depois-da-Guerra-do-Paraguai.png 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43752" class="wp-caption-text">Território depois da Guerra do Paraguai</figcaption></figure></p>
<p>Com o final do conflito, as propriedades rurais foram novamente divididas e a da navegação do rio Paraguai até o estuário do Prata foi reaberta.</p>
<h4>5. PRESERVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE</h4>
<p>No século XX, o Mato Grosso emergiu como uma economia próspera apoiada na pecuária, e desde então vem rompendo lentamente o seu isolamento do restante do Brasil e do mundo.</p>
<p>Em 1905, teve início a construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, entre a cidade de Bauru, em São Paulo, e Corumbá.</p>
<p>O Marco da conexão do Mato Grosso aos centros industriais no Sudeste, a estrada foi privatizada em 1996 e passou a se chamar Ferrovia Novoeste SA.</p>
<p>Outro momento fundamental da integração do Pantanal deu-se em 1913, quando a Expedição Científica Roosevelt-Rondon realizou o reconhecimento zoogeógrafo das terras do extremo oeste brasileiro, com o apoio do Museu Americano de História Natural.</p>
<p>A comissão Rondon, após passar pelos confins da jurisdição de Cáceres, seguiu pelo rio Paraguai.</p>
<p>Tinha como objetivo, além da dar continuidade à secular tradição das expedições científicas, expandir a rede telegráfica nacional e explorar um vasto território até então desconhecido.</p>
<p>Na década de 1930, o antropólogo Claude Lévi-Strauss debruçou-se sobre a diversidade etnográfica do mundo pantaneiro: foi a partir de sua estada nas aldeias dos bororos e cadiuéus que o estudioso estabeleceu os fundamentos da antropologia no século XX.</p>
<p>Apesar dos movimentos de integração, o Pantanal manteve-se quase intacto até as décadas de 1960 e 1970, quando o impacto da invasão de couteiros &#8211; em busca do cobiçado couro de jacaré &#8211; e da pesca predatória se tornou evidente.</p>
<p>No final dos anos 1970, o governo federal começou a intervir nas questões ambientais.</p>
<p>Em 1977, para facilitar sua administração, o estado do Mato Grosso foi dividido em dois: Mato Grosso (MT), com capital em Cuiabá, e Mato Grosso do Sul (MS), cuja capital é Campo Grande. Ao longo do século, intensificou-se a chegada de imigrantes à região, vindos notadamente do Sul e do Sudeste em busca de terras para a pecuária e o cultivo de soja.</p>
<p>Em princípios do século XXI, a construção do gasoduto Brasil-Bolívia promete oferecer energia para a instalação de indústrias pesadas no entorno da planície do Pantanal — um processo já em andamento e cuja intensificação desperta a apreensão dos ambientalistas.</p>
<p>O universo pantaneiro, embora frágil, permanece como uma vastidão de incertas fronteiras, ainda repleto de mistérios e descobertas. Cada vez mais valorizado pelo seu potencial em recursos naturais, foi declarado, em 2000, Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco, tornando-se um dos destinos mais procurados por ecoturistas de todo o mundo.</p>
<p>Agora a planície alagada se prepara para um novo desafio: o de abrir-se para o turismo organizado, que cada vez mais se firma como eixo de preservação e sustentabilidade econômica.</p>
<p>História do Pantanal Matogrossense, as expedições, a ocupação, a expansão territorial e o desenvolvimento econômico.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/">História do Pantanal Matogrossense: da ocupação ao ecoturismo</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pantanal Sul: O Melhor Destino para Observação de Animais</title>
		<link>https://bahia.ws/pantanal-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 09:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Aquidauana]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Corumbá]]></category>
		<category><![CDATA[Coxim]]></category>
		<category><![CDATA[Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Murtinho]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Verde de Mato Grosso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Sul ocupa quase dois terços do Pantanal estão situados no estado brasileiro do Mato Grosso do Sul. O Pantanal Sul é um excelente ponto de partida para quem deseja explorar o Pantanal a fundo &#8211; com algumas das melhores fazendas de gado do Pantanal, a habitual variedade de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/">Pantanal Sul: O Melhor Destino para Observação de Animais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Sul ocupa quase dois terços do Pantanal estão situados no estado brasileiro do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O Pantanal Sul é um excelente ponto de partida para quem deseja explorar o Pantanal a fundo &#8211; com algumas das melhores fazendas de gado do Pantanal, a habitual variedade de vida selvagem do Pantanal e o imperdível parque de diversões de Bonito.</p>
<p>Para aqueles que chegam de outros lugares do Brasil, seu principal ponto de entrada provavelmente será Campo Grande, a capital do estado.</p>
<p><figure id="attachment_43632" aria-describedby="caption-attachment-43632" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43632 size-large" title="Mapa do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png" alt="Mapa do Pantanal" width="800" height="963" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png 851w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-249x300.png 249w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-768x924.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-46x55.png 46w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-800x963.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43632" class="wp-caption-text">Mapa do Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>Essa é uma cidade moderna e planejada, com ruas e avenidas largas. Também possui uma quantidade impressionante de parques que valem a pena ser explorados e que fornecem informações interessantes sobre a cultura e a história da região.</p>
<p>Apesar de estar localizada fora do Pantanal, é um centro conveniente para viajar para vários locais do Pantanal.</p>
<p><strong>Corumbá ganhou o título honorário de &#8220;Capital do Pantanal&#8221;. </strong></p>
<p>Embora consideravelmente menor (e mais sonolenta) que Campo Grande, é a maior cidade do Pantanal e um importante centro histórico.</p>
<p>Antigamente, era um dos portos fluviais mais movimentados do mundo, transportando os produtos da região (inclusive peles de animais exóticos) para o resto do Brasil, América do Norte e Europa.</p>
<p>Prédios antigos em Corumbá que datam desse período ainda se alinham à margem do rio e estão sendo progressivamente restaurados.</p>
<p>A cidade tem até seu próprio toque de Rio de Janeiro, com sua estátua do Cristo Rei do Pantanal com vista para a cidade e as grandes festividades anuais de Carnaval que atraem participantes de toda a região.</p>
<p>Corumbá também é um destino favorito para a fraternidade da pesca esportiva do Brasil, com muitos barcos de pesca e Barco-Hotéis operando na orla. É provável que Corumbá seja a sua entrada na região se chegar da Bolívia no infame Trem da Morte.</p>
<p>Para os interessados em ver a vida selvagem, a Estrada Parque é outra grande atração.</p>
<p>Trata-se de uma estrada não pavimentada que sai de Corumbá e que fornece uma rota para vários pequenos povoados e fazendas de gado no coração do Pantanal.</p>
<p><figure id="attachment_43721" aria-describedby="caption-attachment-43721" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43721 size-full" title="Arara no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" alt="Arara no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense" width="768" height="513" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Arara-no-Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43721" class="wp-caption-text">Arara no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Embora não tenha a fama da <strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Transpantaneira</a></strong>, os viajantes ao longo da Estrada Parque verão com frequência capivaras, jacarés (em seus milhares), tamanduás-bandeira, anacondas e diversas aves.</p>
<p>As onças-pintadas também são vistas às vezes, mas são raras e exigem muita sorte.</p>
<p><strong>Aquidauana</strong> é outra região do Pantanal Sul muito procurada pelos visitantes.</p>
<p>Essa região, juntamente com a vizinha <strong>Miranda</strong>, contém a maior parte das fazendas de gado acessíveis aos turistas no sul do Pantanal.</p>
<p><strong>Aquidauana e</strong> <strong>Miranda </strong>garantem uma imersão completa em sua experiência no Pantanal, oferecendo acomodações confortáveis com amplas oportunidades de observação da vida selvagem e uma chance de experimentar a cultura do vaqueiro pantaneiro.</p>
<p>Essa região inclui pequenas cadeias de montanhas, conhecidas como Planalto de Maracajú e Serra.</p>
<p>As altitudes mais elevadas significam temperaturas mais frescas e confortáveis, além de vários rios de fluxo rápido adequados para caiaque, pesca e cachoeiras pitorescas.</p>
<p><strong>A região pantaneira da Nhecolândia</strong> está localizada entre o rio Taquari e o rio Negro, incluindo as cidades de <strong>Coxim e Rio Verde</strong>.</p>
<p>Essa é uma área popular entre os pescadores esportivos, com corredeiras e pequenas cachoeiras que proporcionam uma visão espetacular à medida que os peixes sobem o rio durante a temporada anual de desova da piracema (novembro a março) e garantem um banquete para os jacarés da região.</p>
<p><strong>A região pantaneira da Nhecolândia</strong> também é historicamente importante, pois há mais de dois séculos os rios locais eram a principal estrada para os primeiros colonizadores e garimpeiros por meio das monções (expedições fluviais).</p>
<p>Uma antiga rocha conhecida como Pedra do Leireiro, que serviu de marco e contém inscrições dessas expedições, ainda pode ser encontrada aqui.</p>
<p><strong>O extremo sul da região do Pantanal é a área de Nabileque</strong>. Ela inclui a cidade de <strong>Porto Murtinho</strong>, que é a última grande cidade brasileira antes de entrar no Paraguai. Essa é outra cidade histórica, além de outro grande centro de pesca.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Patanal.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Cidades e Regiões no Pantanal Sul</h2>
<h3>1. Campo Grande</h3>
<p>Campo Grande é a capital do Mato Grosso do Sul e é a porta de entrada para o Pantanal Sul.</p>
<p>Campo Grande é também um ótimo lugar para aprender mais sobre a cultura e a história do Pantaneiro, conhecer a Música Sertaneja e explorar os parques com a vida selvagem local&#8230; só não mencione o novo Aquário do Pantanal.</p>
<p>É provável que você passe por aqui em seu caminho de/para o Pantanal Sul, já que esse é o centro dos serviços de transporte local. Embora Campo Grande provavelmente não esteja no topo de sua lista de desejos, vale a pena passar um ou dois dias para conhecer melhor a história, a natureza e a cultura do Pantanal.</p>
<p>Além disso, se você estiver no Pantanal há muito tempo, ir a um show, a um shopping center ou assistir ao último filme de sucesso em um cinema moderno com ar-condicionado é uma ótima opção para se reencontrar com a civilização.</p>
<p>A cidade é conhecida localmente como Cidade Morena, graças ao seu solo vermelho escuro (e fértil). O clima é bastante quente (a temperatura média chega a 28°C em julho e agosto), mas é mais fresco e menos úmido do que o Pantanal.</p>
<h3>2. Corumbá</h3>
<p>Corumbá é uma pequena cidade histórica localizada no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul, na fronteira com a Bolívia.</p>
<p>A cidade oferece uma oportunidade para os visitantes apreciarem a elegância desbotada de suas ruas de paralelepípedos e arquitetura art déco, relembrando seu apogeu como um movimentado porto comercial de produtos do Pantanal e da Amazônia boliviana.</p>
<p>Corumbá é uma das cidades mais antigas do Mato Grosso do Sul. Embora muitos edifícios no centro da cidade e ao longo da orla datem do século XIX e início do século XX, a cidade foi fundada muito antes, em 1778. As estruturas mais antigas não resistiram à passagem do tempo ou foram destruídas durante a ocupação paraguaia da cidade durante a Guerra do Paraguai (1864-70).</p>
<p>A maioria dos edifícios históricos que os visitantes veem hoje data do período pós-guerra, quando o porto fluvial estrategicamente importante da cidade trouxe novos colonos, comércio e o estabelecimento de novas bases militares para fortalecer a fronteira.</p>
<p>No entanto, o advento das ferrovias e do transporte rodoviário fez com que o foco do desenvolvimento da região se deslocasse para outras cidades, como Campo Grande, Aquidauana e Dourados, deixando para trás a cápsula do tempo viva que os visitantes podem ver hoje. Recentemente, a cidade reconheceu seu patrimônio, com muitos prédios antigos sendo restaurados à sua antiga glória.</p>
<p>Corumbá tem o apelido de Capital do Pantanal por ser a maior cidade dentro dos limites do Pantanal.</p>
<p>Também é conhecida como Cidade Branca devido à cor clara de seu solo, que tem um alto teor de calcário.</p>
<p>A economia local baseia-se na criação de gado, pesca, turismo, produção de cimento e manutenção do gasoduto Brasil-Bolívia. Várias pequenas minas de ferro e manganês também estavam operando nas colinas próximas até recentemente.</p>
<p>Embora Corumbá seja a cidade principal, a região imediata é, na verdade, uma conurbação com várias outras cidades, incluindo:</p>
<ul>
<li>Ladário: é o local de uma base naval brasileira estabelecida em 1872, após a Guerra do Paraguai</li>
<li>Puerto Suárez: no lado boliviano da fronteira, tem um grande shopping center, bancos, hotéis e passeios no Pantanal boliviano</li>
<li>Puerto Quijarro: também no lado boliviano. Não há muito para ver, mas é o local da estação de trem que oferece transporte para Santa Cruz.</li>
</ul>
<p>Viajar de/para a Bolívia é bastante simples, mas talvez seja necessário carimbar o passaporte (nem sempre necessário para uma simples viagem de compras) e trocar entre os táxis brasileiros e bolivianos na fronteira.</p>
<p>Os táxis brasileiros podem ser muito caro, portanto, esteja ciente de que também há um ônibus regular no lado brasileiro que viaja para o centro da cidade.</p>
<h4>2.1. Turismo</h4>
<p>Até uma década atrás, Corumbá era um ponto de trânsito popular para mochileiros que viajavam de/para a Bolívia.</p>
<p>A cidade de Corumbá tinha vários albergues para mochileiros e era um bom local para organizar excursões para o Pantanal.</p>
<p>Entretanto, essas agências se mudaram ou não existem mais. Embora os hotéis locais possam, às vezes, oferecer detalhes de alguns guias particulares, sua qualidade pode variar significativamente.</p>
<p>A aposta mais segura para os visitantes que desejam passar alguns dias no Pantanal é reservar diretamente com uma pousada ou fazenda online ou usar uma das agências mais conhecidas que operam em Campo Grande.</p>
<p>Por outro lado, se você quiser fazer um cruzeiro de um dia de lazer ao longo do rio Paraguai (ainda uma ótima oportunidade para ver a vida selvagem) e/ou tentar pescar, há muitas agências para escolher ao longo da margem do rio no Porto Geral.</p>
<p>As agências permitem até que você alugue um pequeno barco para que você possa definir seu próprio ritmo de viagem.</p>
<p>Para os brasileiros, a atração turística de Corumbá é a pesca, com barcos-hotéis e pousadas de pescadores que proporcionam um refúgio ideal de tranquilidade.</p>
<p>A cidade também realiza eventos importantes, como o carnaval anual e o Festival América do Sul.</p>
<h3>3. Aquidauana</h3>
<p>Aquidauana é um dos melhores locais do Pantanal para conhecer o estilo de vida pantaneiro, já que muitas fazendas de gado próximas foram abertas aos turistas.</p>
<p>Além de apreciar a vida selvagem local, isso dá aos visitantes a oportunidade de vivenciar a vida dos vaqueiros pantaneiros com seus passeios de gado, música, trabalhos tradicionais em couro e o compartilhamento de tereré gelado (chá de mate) no final de um longo dia.</p>
<p>Os municípios de Aquidauana e Anastácio juntos cobrem quase 20.000 km2, fazendo fronteira com outros municípios próximos, como <strong>Corumbá e Rio Verde</strong>.</p>
<p>A região pode ser dividida em duas áreas geográficas: uma planície que ocupa cerca de dois terços da região e o terço restante é ocupado pelas montanhas da Serra da Maracaju e da Serra da Piraputanga.</p>
<p>Essas cadeias de montanhas são um refúgio popular, pois a altitude extra ajuda a aliviar o calor e a umidade durante o verão.</p>
<p>Há também vários rios de fluxo rápido que são procurados pelos habitantes locais para a prática de canoagem e rafting, e que dizem ter algumas das melhores pescarias do Pantanal.</p>
<p>O município de Aquidauana é, na verdade, duas cidades: <strong>Aquidauana (no lado norte do rio) e Anastácio (no lado sul)</strong>.</p>
<p>As duas cidades cresceram de forma independente e foram ligadas pela primeira vez em 1926 com a construção de uma pequena ponte de pista única.</p>
<p>Essa ponte (conhecida como Ponte da Amizade) ainda existe, mas agora é complementada por duas outras grandes pontes de várias pistas, permitindo que as cidades gêmeas funcionem efetivamente como uma única entidade.</p>
<p>As cidades estão localizadas a 140 km da capital do estado, Campo Grande, e têm uma população conjunta de cerca de 70.000 pessoas.</p>
<p><strong>Aquidauana é conhecida como Cidade Natureza</strong>, e sua proximidade com o Pantanal significa que a vida selvagem pode ser vista até mesmo em seus parques, incluindo araras, garças e tuiuiú, que às vezes fazem ninhos na Praça da Matriz, perto da catedral.</p>
<h3>4. Miranda</h3>
<p>Miranda é uma pequena cidade de 25 mil habitantes localizada entre Aquidauana e Corumbá.</p>
<p>É tão pequena que você pode caminhar de uma ponta a outra em cerca de 10 minutos. No entanto, além de ser o coração de uma área de criação de gado, a região circundante é conhecida pela pesca e pelas pousadas no Pantanal.</p>
<p>Esse é um local popular para os turistas, com várias pousadas bem estabelecidas no Pantanal, como o Refúgio Ecológico Caimain, que conquistou uma boa reputação entre os visitantes internacionais e por seu apoio aos esforços de conservação, como o Projeto Arara Azul.</p>
<p>A temperatura média varia entre 20°C e 24°C, dependendo da época do ano, chegando a 10°C na estação seca (inverno) e subindo até 35°C na estação úmida (verão).</p>
<h3>5. Coxim e Rio Verde de Mato Grosso</h3>
<p><strong>As cidades de Coxim e Rio Verde de Mato Grosso</strong> são a porta de entrada para a região da Nhecolândia, no Pantanal.</p>
<p>Essas cidades ficam fora do ecossistema do Pantanal, mas alcançaram fama local pela abundância de pesca esportiva e por serem um refúgio idílico com cachoeiras e riachos de águas claras.</p>
<p><strong>A região da Nhecolândia</strong> abrange a área entre o rio Taquari e o rio Negro.</p>
<p>A temperatura varia de 20°C no inverno, chegando a 41°C no verão.</p>
<p><strong>As duas principais cidades são Coxim e Rio Verde de Mato Grosso</strong>, localizadas nos arredores do Pantanal, em uma área predominantemente de cerrados e matas.</p>
<p>O cerrado é reconhecido por sua alta biodiversidade e é o segundo maior ecossistema do Brasil, cobrindo originalmente uma área superior a dois milhões de km² e espalhado por quatro estados no centro do Brasil.</p>
<h4>5.1. Coxim</h4>
<p>Coxim é um local popular para a pesca e está localizada na confluência dos rios Coxim e Taquari.</p>
<p>A cidade também é cercada por vários outros rios, o que faz com que seja conhecida localmente como o &#8220;Paraíso das Águas&#8221;. Nesses rios, os pescadores podem encontrar bagre pintado, jaú, dourado e piraputanga.</p>
<h4>5.2. Rio Verde de Mato Grosso</h4>
<p>O Rio Verde de Mato Grosso está localizado a 52 km ao sul de Coxim, ao longo da BR-163.</p>
<p>Compartilha uma história semelhante, também tendo sido originalmente povoada pelos Kayapó.</p>
<p>Rio Verde começou recentemente a investir no turismo, estabelecendo novos serviços e infraestrutura.</p>
<p>Os pacotes são voltados para a comunidade de pescadores esportivos do Brasil e para viagens de fim de semana para moradores de Campo Grande, a capital do estado, localizada a 200 km de distância.</p>
<p>Esses pacotes enfatizam as cachoeiras pitorescas da região, pontos de banho, spas, acampamentos e outros refúgios idílicos.</p>
<p>As atividades incluem passeios a cavalo, sítios arqueológicos e descidas de rapel em cachoeiras, passeios de Acqua e até mesmo asa delta no mirante do Pindaivão.</p>
<h3>6. Porto Murtinho</h3>
<p>Porto Murtinho é uma pequena cidade de 14 mil habitantes, localizada no extremo sul do Pantanal.</p>
<p>É nesse ponto que o rio Paraguai deixa o território brasileiro, indo em direção à capital paraguaia, Assunção.</p>
<p>A cidade não é muito visitada por turistas estrangeiros, mas tem várias pequenas pousadas e Barco-Hotéis usados para passeios de pesca.</p>
<p>O trecho do rio Paraguai ao redor de Porto Murtinho é considerado um dos melhores do Brasil para a pesca.</p>
<p>Há também uma seleção de flora e fauna do Pantanal, embora não tão abundante ou diversificada quanto a do norte.</p>
<p>Como em outros lugares do Pantanal, a economia é baseada principalmente na pecuária, mas também no turismo, na agricultura e na produção de taninos para processamento de couro a partir de madeiras de lei de quebracho.</p>
<p>O clima é bastante quente, com chuvas intensas, principalmente entre outubro e janeiro.</p>
<p>Durante esse período, a temperatura atinge cerca de 38°C. Nos meses de inverno (junho/julho), ela cai para cerca de 10°C.</p>
<h2>Quando ir ao Pantanal Matogrossense?</h2>
<p><b>A melhor época para visitação é de maio a setembro</b>, quando chove menos. Nos meses de abril a maio, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna torna-se melhor.</p>
<p>A época das chuvas inicia-se em outubro e vai até abril, sendo janeiro e fevereiro os meses mais chuvosos.</p>
<p>Veja em detalhes o <strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">clima do Pantanal Matogrossense</a></strong></p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/">Pantanal Sul: O Melhor Destino para Observação de Animais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que e Quando ir ao Pantanal Matogrossense?</title>
		<link>https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 14:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal Matogrossense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Matogrossense é o melhor local da América do Sul para ver e fotografar a vida selvagem. Claro, toda a gente já ouviu falar da Amazónia, mas é difícil avistar a vida selvagem numa floresta tropical. Começa-se com um engano. O Pantanal não é um pântano, como o nome [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/">Por que e Quando ir ao Pantanal Matogrossense?</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Matogrossense é o melhor local da América do Sul para ver e fotografar a vida selvagem.</p>
<p>Claro, toda a gente já ouviu falar da Amazónia, mas é difícil avistar a vida selvagem numa floresta tropical.</p>
<p><strong>Começa-se com um engano. O Pantanal não é um pântano, como o nome sugere.</strong></p>
<p>O Pantanal é uma imensa planície, alagada durante parte do ano; é a “maior área úmida do planeta”, anunciam manuais e folhetos turísticos.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/PANTANAL-MATOGROSSENSE.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>E é um mundo à parte, com seus códigos, sua linguagem, seu ritmo — e uma riqueza que nenhum folheto consegue resumir.</p>
<p>Se é impossível resumir, tampouco é fácil compreender o Pantanal.</p>
<p>Aquele que chega, ele se apresenta como uma região sem limites, de contornos fluidos, imune a qualquer tentativa de contenção.</p>
<p><strong>O Pantanal Matogrossense tem 2 divisões normalmente utilizadas:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Sul</a></strong></li>
</ul>
<p>Cada divisão com seus pequenos subpantanais &#8211; são tentativas de apreender e impor alguma racionalidade à grande planície alagada.</p>
<p><strong>Visto de mais perto, porém, percebe-se que o Pantanal tem sua lógica e seu tempo, inteiramente subordinados ao ciclo das águas e à sucessão de estações: vê, mas chuvas e as enchentes, depois as vazantes e a seca, num movimento de eterno recomeço.</strong></p>
<p>Em todas as estações do ano, a vida fervilha no Pantanal, uma das maiores reservas de animais selvagens do mundo. Ali o viajante poderá ver jacarés, porcos-do-mato, capivaras, veados e macacos; com um pouco de sorte, avistará espécies mais arredias, como a onça.</p>
<p><figure id="attachment_43632" aria-describedby="caption-attachment-43632" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43632 size-large" title="Mapa do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png" alt="Mapa do Pantanal" width="800" height="963" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png 851w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-249x300.png 249w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-768x924.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-46x55.png 46w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-800x963.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43632" class="wp-caption-text">Mapa do Pantanal</figcaption></figure></p>
<p>As aves voam em bandos ou se apinham às centenas nos galhos das árvores; seu alvoroço abre e fecha o dia.</p>
<p>O barulho incessante dos insetos e dos sapos preenche a noite. A riqueza da fauna resulta de um complexo entrelaçamento de ecossistemas, o que confere à paisagem uma variedade insuspeitada.</p>
<p>Nela se alternam cordilheiras &#8211; nome que tomam, na vastidão plana, as pequenas elevações entre as regiões alagadas lagos, rios, matas de galeria, cerrados, vestígios de mata amazônica, águas calcárias, cavernas, capões, banhados, charcos.</p>
<p>Perto do Pantanal, mas fora de seus limites, a Chapada dos Guimarães e a região cidade de Bonito oferecem ao viajante novas possibilidades de assombro e encantamento, em paisagens de cachoeiras, grandes paredões avermelhados, cachoeiras e lagos submersos que revelam um com único de azul quando iluminadas por uma réstia de sol.</p>
<p>Na desmesurada extensão das planícies alagadas, entre a vida selvagem e singulares formações geográficas, desenvolveu-se uma cultura única, filha do cruzamento de várias outras e perfeitamente integrada à natureza local.</p>
<p>São traços indígenas, paraguaios, paulistas, mineiros e sulistas que se deixam ver na lida diária do peão pantaneiro com o gado, no curioso sotaque dos nativos, nas sonoridades hispânicas dos violeiros, nas festas populares, nos pratos típicos, no artesanato em argila.</p>
<p>Um universo que, embora cada vez mais permeável a influências externas, se mantém fiel a sua origem e essência &#8211; ainda autêntico, rústico, pantaneiro.</p>
<p>Não é incomum que no Pantanal rios substituam as estradas e a locomoção seja feita em barcos e voadeiras; os hotéis são fazendas às vezes isoladas pelas águas ou alcançáveis a cavalo ou em jipes, únicos meios capazes de vencer o barro do caminho.</p>
<p>O dia passa rápido, preenchido por cavalgadas, pescarias e excursões para avistar animais, por conversas demoradas com os pantaneiros e por refeições copiosas à beira do fogão a lenha.</p>
<p>À noite, na varanda da fazenda ou na proa de um barco, o viajante, ao olhar para cima, terá mais uma surpresa: as estrelas são tantas que o céu se torna prateado, dispersamente riscado por faixas negras.</p>
<p>Ele se sentirá então parte desse ciclo que se repete indefinidamente, com suas secas e cheias, com o movimento dos animais selvagens e o deslocamento das boiadas, com a voz dos violeiros sob a superfície estrelada: ir ao Pantanal, o emaranhado de nós aparentemente inapreensível, é compreender finalmente o que é integração e permanência &#8211; ou eternidade.</p>
<h3>Por que ir ao Pantanal?</h3>
<p>Ir ao Pantanal oferece uma experiência única e inesquecível por várias razões. Aqui estão algumas delas:</p>
<h4>1. Biodiversidade Rica</h4>
<p>O Pantanal é uma das maiores áreas úmidas do mundo e abriga uma vasta diversidade de vida selvagem. É o lar de muitas espécies de animais, incluindo jaguares, araras-azuis, capivaras, jacarés, e uma enorme variedade de aves e peixes.</p>
<h4>2. Beleza Natural</h4>
<p>A paisagem do Pantanal é deslumbrante, com suas vastas planícies inundadas, rios sinuosos e vegetação exuberante. A beleza natural da região oferece oportunidades fantásticas para a fotografia de natureza.</p>
<h4>3. Observação de Aves</h4>
<p>O Pantanal é um paraíso para os observadores de aves. Com mais de 650 espécies de aves, os visitantes podem ver aves raras e exóticas em seu habitat natural.</p>
<h4>4. Experiências Culturais</h4>
<p>A região é habitada por comunidades tradicionais que mantêm modos de vida e culturas únicas. Visitar o Pantanal oferece a oportunidade de conhecer essas culturas e tradições locais.</p>
<h4>5. Turismo Sustentável</h4>
<p>Muitos operadores de turismo no Pantanal promovem práticas sustentáveis que ajudam a preservar a biodiversidade e a apoiar as comunidades locais. Isso permite aos visitantes ter um impacto positivo na região.</p>
<h4>6. Aventuras ao Ar Livre</h4>
<p>O Pantanal oferece inúmeras atividades ao ar livre, como safáris fotográficos, passeios de barco, cavalgadas, e pesca esportiva. Essas atividades proporcionam uma conexão direta com a natureza.</p>
<h4>7. Educação Ambiental</h4>
<p>Visitar o Pantanal pode ser uma experiência educativa, ajudando a aumentar a conscientização sobre a importância da conservação das áreas úmidas e da biodiversidade global.</p>
<h4>8. Clima Favorável</h4>
<p>O clima do Pantanal, especialmente durante a estação seca, é favorável para viagens e atividades ao ar livre. A melhor época para visitar é durante a estação seca (de maio a setembro), quando as águas baixam e a vida selvagem se torna mais concentrada e visível.</p>
<h4>9. Fotografia de Vida Selvagem</h4>
<p>As oportunidades fotográficas são excepcionais no Pantanal. Desde grandes mamíferos a pequenas aves coloridas, a abundância de vida selvagem permite capturar imagens impressionantes.</p>
<h4>10. Hospitalidade e Infraestrutura Turística</h4>
<p>O Pantanal possui uma infraestrutura turística desenvolvida, com lodges confortáveis e guias experientes que podem proporcionar uma estadia segura e agradável.</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p>Visitar o Pantanal é uma oportunidade de se conectar com uma das regiões mais ricas em biodiversidade do planeta, apreciar a beleza natural, e aprender sobre a importância da conservação ambiental. É uma experiência que oferece tanto aventura quanto educação, tornando-se uma viagem inesquecível para qualquer amante da natureza.&nbsp;</p>
<h3>Quando ir ao Pantanal Matogrossense?</h3>
<p><b>A melhor época para visitação é de maio a setembro</b>, quando chove menos. Nos meses de abril a maio, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna torna-se melhor.</p>
<p>A época das chuvas inicia-se em outubro e vai até abril, sendo janeiro e fevereiro os meses mais chuvosos.</p>
<p><strong>Veja em detalhes o</strong> <strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">clima do Pantanal Matogrossense</a></strong></p>
<h3>Atrações Turísticas do Pantanal e Arredores</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense?&nbsp;</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/campo-grande-ms/" target="_blank" rel="noopener">Campo Grande MS &#8211; Guia de Turísmo</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/corumba-no-mato-grosso-do-sul/" target="_blank" rel="noopener">Corumbá no Mato Grosso do Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/turismo-e-natureza-em-coxim-ms/" target="_blank" rel="noopener">Turismo e Natureza em Coxim MS</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/aquidauana-ms/" target="_blank" rel="noopener">A cidade de Aquidauana MS é o Portal do Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/miranda-ms/" target="_blank" rel="noopener">Miranda no Mato Grosso do Sul – Atrações Turísticas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/cidade-bonito-ms/" target="_blank" rel="noopener">Cidade de Bonito é a Meca do Ecoturismo no Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/">Por que e Quando ir ao Pantanal Matogrossense?</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Descubra a Riqueza de Vida Selvagem no Pantanal Norte</title>
		<link>https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 10:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pantanal Mato-grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Barão de Melgaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cáceres]]></category>
		<category><![CDATA[Cuiabá]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense]]></category>
		<category><![CDATA[Poconé]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Bela da Santíssima Trindade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Norte compreende cerca de um terço da área total do Pantanal. É notavelmente rico em vida selvagem no Pantanal Norte, com algumas áreas abrigando o que se acredita ser a maior concentração de onças-pintadas do mundo. Um passeio de carro pela Transpantaneira no Pantanal Norte também é considerado [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/">Descubra a Riqueza de Vida Selvagem no Pantanal Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pantanal Norte compreende cerca de um terço da área total do Pantanal.</p>
<p>É notavelmente rico em vida selvagem no Pantanal Norte, com algumas áreas abrigando o que se acredita ser a maior concentração de onças-pintadas do mundo.</p>
<p><figure id="attachment_43653" aria-describedby="caption-attachment-43653" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43653 size-full" title="Onça-Pintada no Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense.webp" alt="Onça-Pintada no Pantanal Matogrossense" width="768" height="512" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Onca-Pintada-no-Pantanal-Matogrossense-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43653" class="wp-caption-text">Onça-Pintada no Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>Um passeio de carro pela Transpantaneira no Pantanal Norte também é considerado popularmente como uma das melhores experiências de observação de vida selvagem na América do Sul.</p>
<p>Além da vida selvagem, a região tem uma cultura exuberante &#8211; com grandes festas em Cuiabá, Poconé e Vila Bela da Santíssima Trindade.</p>
<p>A região do Pantanal Norte compreende cerca de um terço da área total do Pantanal e é mais aquática do que a região sul.</p>
<p>É composta por uma planície com um grande número de rios, lagos e lagoas &#8211; que inundam e se unem durante a estação chuvosa.</p>
<p>A área é pontuada por colinas arborizadas que permanecem acima do nível da água e constituem um refúgio para a vida selvagem durante a estação das chuvas.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Evidências arqueológicas também sugerem que essas colinas foram o local dos primeiros assentamentos humanos na região.</p>
<p>O Pantanal Norte foi também a primeira região do Pantanal a se tornar o foco da colonização européia.</p>
<p>Esse assentamento foi impulsionado pela descoberta de ouro no início do século XVIII &#8211; levando à fundação de Cuiabá, Poconé e Vila Bela da Santíssima Trindade (então nas fronteiras entre os impérios rivais português e espanhol).</p>
<p><figure id="attachment_43651" aria-describedby="caption-attachment-43651" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43651 size-loop-large" title="Parque Nacional do Pantanal Matogrossense" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-800x391.jpg" alt="Parque Nacional do Pantanal Matogrossense" width="800" height="391" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-800x391.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-300x146.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-768x375.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense-113x55.jpg 113w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parque-Nacional-do-Pantanal-Matogrossense.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43651" class="wp-caption-text">Parque Nacional do Pantanal Matogrossense</figcaption></figure></p>
<p>O início do povoamento e a diversidade de culturas envolvidas deixaram um rico património cultural que os visitantes da região ainda hoje podem testemunhar.</p>
<h3>Cidades e Regiões no Pantanal Norte</h3>
<p><figure id="attachment_43632" aria-describedby="caption-attachment-43632" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43632 size-large" title="Mapa do Pantanal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png" alt="Mapa do Pantanal" width="800" height="963" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-851x1024.png 851w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-249x300.png 249w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-768x924.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-46x55.png 46w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal-800x963.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-do-Pantanal.png 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43632" class="wp-caption-text">Mapa do Pantanal</figcaption></figure></p>
<h4>1. Cuiabá</h4>
<p>Apesar de estar fora do Pantanal, a cidade de Cuiabá é o centro das viagens na região.</p>
<p>No entanto, ao passar por lá, é altamente recomendável que os visitantes experimentem os museus, a culinária regional e os festivais culturais que a cidade tem a oferecer.</p>
<p>Cuiabá é a capital do estado de Mato Grosso. Juntamente com sua cidade irmã, Vázea Grande, do outro lado do rio Cuiabá, é a principal área metropolitana do estado &#8211; com uma população combinada de quase 1 milhão de habitantes.</p>
<p>Se estiver a voar para a região, esta será provavelmente a sua primeira parada.</p>
<p>Cuiabá é a porta de entrada para o norte do Pantanal &#8211; além da vizinha Chapada dos Guimarães e outras atrações. Cuiabá também tem sua própria cultura local e pontos turísticos que merecem ser explorados.</p>
<p>Cuiabá é uma das cidades mais quentes do Brasil, literalmente, chegando às vezes a 43 °C (110 °F).</p>
<p>Essas altas temperaturas correspondem à estação chuvosa &#8211; o que também a torna mais húmida. Acredita-se que o nome da cidade, Cuiabá, venha da palavra indígena Bororó IKUIAPÁ &#8211; que significa &#8220;lugar de IKUIA&#8221;. Ikuia é o nome que os Bororó davam à prática da pesca com arco e flecha.</p>
<h4>2. Cáceres</h4>
<p>A região do Pantanal em torno de Cáceres inclui várias fazendas históricas, áreas ecológicas nas Estações Ecológicas de Taiamã e Serra das Araras, e um grande festival anual de pesca.</p>
<p>A cidade é também o centro de vários Barco-Hotéis que permitem explorar o interior do Pantanal com conforto.</p>
<p>A cidade histórica de Cáceres é conhecida como a &#8220;Princesinha do Paraguai&#8221;. Anualmente, é palco da maior competição de pesca de água doce do Brasil (e provavelmente do mundo) &#8211; além de prédios antigos lindamente restaurados.</p>
<p>O distrito circundante inclui duas estações de pesquisa ecológica, mergulho em cavernas e oportunidades para viagens de pesca prolongadas em Barco-Hotéis no meio do Pantanal.</p>
<h4>3. Poconé</h4>
<p>Poconé é um lugar imperdível para a vida selvagem.</p>
<p>Também conhecida localmente como Cidade Rosa, devido à floração dos ipês, Poconé é a principal porta de entrada para o Pantanal Norte.</p>
<p>É o ponto de partida para a Transpantaneira, um trecho de 150 km de estrada de terra que liga Poconé a Porto Jofre &#8211; uma viagem que oferece algumas das melhores oportunidades para ver a vida selvagem.</p>
<p><figure id="attachment_43659" aria-describedby="caption-attachment-43659" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43659 size-loop-large" title="Transpantaneira no Pantanal Norte" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1-800x443.webp" alt="Transpantaneira" width="800" height="443" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1-800x443.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1-300x166.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1-768x425.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1-99x55.webp 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Transpantaneira-1.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43659" class="wp-caption-text">Transpantaneira no Pantanal Norte</figcaption></figure></p>
<p>A região é servida por uma rede estabelecida de pousadas e fazendas.</p>
<p>A região inclui a Transpantaneira &#8211; uma estrada de terra que leva ao coração do Pantanal (e também dá acesso a cerca de uma dúzia de fazendas) com oportunidades inigualáveis de observação da vida selvagem.</p>
<p>A cultura de Poconé, com a cavalhada anual que recria uma batalha medieval entre cristãos e mouros, e a Dança dos Mascarados também são únicas.</p>
<p>A maior parte da economia da região ainda é baseada principalmente na pecuária e na agricultura, mas uma contribuição significativa vem agora do turismo.</p>
<p>O garimpo de ouro também voltou, mas foi modernizado, operando sob controles que visam reduzir a poluição dos cursos d&#8217;água e do meio ambiente.</p>
<h4>4. Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense</h4>
<p>Porto Jofre (no outro extremo da Transpantaneira) é a porta de entrada para o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense.</p>
<p><figure id="attachment_43648" aria-describedby="caption-attachment-43648" style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-da-Transpantaneira.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43648 size-full" title="Mapa da Transpantaneira no Pantanal Norte" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-da-Transpantaneira.png" alt="Mapa da Transpantaneira no Pantanal Norte" width="589" height="691" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-da-Transpantaneira.png 589w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-da-Transpantaneira-256x300.png 256w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Mapa-da-Transpantaneira-47x55.png 47w" sizes="(max-width: 589px) 100vw, 589px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43648" class="wp-caption-text">Mapa da Transpantaneira no Pantanal Norte</figcaption></figure></p>
<p>A área permanece subdesenvolvida e quase intocada &#8211; o que significa que é um dos melhores locais da região para ver e fotografar uma grande variedade de vida selvagem, incluindo mais de 600 espécies de aves, bem como animais maiores, como tamanduás-bandeira, ariranhas, antas, bugios e onças</p>
<p>O parque está localizado na confluência dos rios Paraguai e Cuiabá, e inclui vários grandes lagos, como o Baía Uberaba.</p>
<p>Foi criado em 1981, a partir de uma antiga estação ecológica e reserva habitada pelos índios Guató.</p>
<p>O parque expandiu-se com a aquisição de várias fazendas nos arredores do parque.</p>
<p>Não há muitas infra-estruturas para os visitantes, estando mais orientado para a conservação e investigação do que para o turismo. Não há acampamento ou alojamento no parque. No entanto, podem ser organizadas viagens de barco pelo parque a partir de Porto Jofre.</p>
<h4>5. Barão de Melgaço</h4>
<p>Barão de Melgaço inclui o local de nascimento do marechal Cândido Rondon, uma das figuras históricas mais respeitadas do Brasil.</p>
<p>A cidade possui vários lagos e pousadas que merecem ser explorados &#8211; enquanto a cidade regional de Jaciara é um destino popular para a prática de rafting.</p>
<p>A região do Pantanal de Barão de Melgaço oferece outras opções para os viajantes.</p>
<p>Embora não seja tão famosa pela vida selvagem como a região de Poconé, ainda há muito para ver e fazer.</p>
<p>Mais longe, a cidade de Rondonópolis oferece aos visitantes a oportunidade de explorar formações rochosas e sítios arqueológicos, enquanto as cidades de Jaciara e Juscimeira oferecem esportes de aventura como rafting, rapel em cachoeiras (ou apenas apreciar a vista) e a oportunidade de relaxar em piscinas termais.</p>
<h4>6. Vila Bela da Santíssima Trindade</h4>
<p>Finalmente, a cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no extremo norte da região do Pantanal, é um importante centro histórico, que já foi a capital do território de Mato Grosso.</p>
<p>A cidade oferece uma visão única da cultura africana do Brasil &#8211; bem como uma mistura de fauna e paisagens do Pantanal e da Amazónia ao longo do rio Guaporé. É também o único local da região onde se pode encontrar botos cor-de-rosa.</p>
<p>Vila Bela da Santíssima Trindade (ou Vila Bela) foi fundada em 1752, e foi a primeira capital do território mato-grossense, até 1835, quando esse título foi transferido para a cidade de Cuiabá, de mais fácil acesso.</p>
<p>Vila Bela da Santíssima Trindade está localizada próxima à fronteira com a Bolívia, a cerca de 540 km de Cuiabá e 300 km de Cáceres. Apesar de ainda hoje estar fora do caminho, vale a pena visitar Vila Bela. Além de seus sítios históricos, a cidade preserva antigos costumes africanos (alguns dos quais não existem mais na África).</p>
<p>A cidade fica perto do Pantanal, mas o seu ambiente local é uma mistura de floresta amazónica e Catinga (pastagens altas).</p>
<p>Há afloramentos rochosos altos e cachoeiras pitorescas. Além disso, o rio Guaporé, que atravessa a cidade, é o único local da região onde se pode ver o boto cor-de-rosa, bem como os botos-cinza (tucuxi ou boto-cinza).</p>
<p>No entanto, a cidade continua subdesenvolvida, sem grandes infra-estruturas turísticas, o que significa que as visitas são mais adequadas para os viajantes mais aventureiros com algum português básico para negociar alojamento e excursões localmente.</p>
<h3>Veja as seguintes publicações sobre o pantanal</h3>
<ol>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacao-de-mamiferos-e-repteis-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Observação de Mamíferos e Répteis no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pescar-no-pantanal-melhores-lugares-iscas-modalidades-e-epocas/" target="_blank" rel="noopener">Pescar no Pantanal – Melhores lugares, iscas, modalidades e épocas</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-peixes-mais-encontrados-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de peixes mais encontrados no Pantanal</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/observacoes-de-aves-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Observações de Aves no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/especies-de-aves-mais-comuns-no-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Espécies de aves mais comuns no Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/flora-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Flora do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/fauna-do-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Fauna do Pantanal Matogrossense</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-matogrossense-geografia-clima-solo-e-rios/" target="_blank" rel="noopener">Pantanal Matogrossense – Geografia, Clima, Solo e Rios</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-pantanal-matogrossense-descoberta-e-desenvolvimento-economico/" target="_blank" rel="noopener">História do Pantanal Matogrossense – Descoberta e Desenvolvimento Econômico</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/pantanal-sul/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Sul</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/" target="_blank" rel="noopener">Região do Pantanal Norte</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/por-que-ir-ao-pantanal-matogrossense/" target="_blank" rel="noopener">Por que ir ao Pantanal Matogrossense? </a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/regiao-do-pantanal-norte/">Descubra a Riqueza de Vida Selvagem no Pantanal Norte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lugares interessantes para conhecer no litoral sul da Bahia</title>
		<link>https://bahia.ws/lugares-interessantes-para-conhecer-no-litoral-sul-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 16:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Arraial d'Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Caraíva]]></category>
		<category><![CDATA[Costa do Descobrimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cumuruxatiba]]></category>
		<category><![CDATA[Parcel das Paredes]]></category>
		<category><![CDATA[porto seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Barra do Cahy]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Ponta de Corumbau]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Caraíva]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Espelho]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Satu]]></category>
		<category><![CDATA[Trancoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O litoral sul da Bahia também entrega algumas experiências de alto padrão, mas é composto principalmente por destinos mais rústicos, com vilarejos que fazem sucesso entre os turistas. A famosa Costa do Descobrimento está localizada exatamente nesta parte da Bahia, junto a seus destinos de sucesso, como Arraial D’Ajuda, Caraíva, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/lugares-interessantes-para-conhecer-no-litoral-sul-da-bahia/">Lugares interessantes para conhecer no litoral sul da Bahia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O litoral sul da Bahia também entrega algumas experiências de alto padrão, mas é composto principalmente por destinos mais rústicos, com vilarejos que fazem sucesso entre os turistas.</p>
<p>A famosa Costa do Descobrimento está localizada exatamente nesta parte da Bahia, junto a seus destinos de sucesso, como Arraial D’Ajuda, Caraíva, Trancoso e Porto Seguro.</p>
<p>O litoral sul da Bahia, inclusive, é uma ótima opção para quem quer curtir as festas de fim de ano ou o Carnaval.</p>
<p><figure id="attachment_7587" aria-describedby="caption-attachment-7587" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-7587 size-full" title="mapa da Costa do Descobrimento na Bahi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15.jpg" alt="mapa da Costa do Descobrimento na Bahia" width="810" height="1228" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15.jpg 810w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15-197x300.jpg 197w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15-675x1024.jpg 675w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-costa-descobrimento15-36x55.jpg 36w" sizes="(max-width: 810px) 100vw, 810px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7587" class="wp-caption-text">mapa da Costa do Descobrimento na Bahia</figcaption></figure></p>
<h2>Lugares para conhecer no sul da Bahia</h2>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/lugares-interessantes-para-conhecer-no-litoral-sul-da-bahia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA.webp" width="400" /></a></p></p>
<h3>1. Caraíva</h3>
<p>Caraíva no no litoral sul da Bahia proporciona enorme paz de espírito e tranquilidade aos visitantes.</p>
<p>É um privilégio tomar banho no mar, caminhar na areia da braia, apreciar o pôr do sol e também bater perna pelo centrinho para fazer compras e comer nos restaurantes.</p>
<p><figure id="attachment_21103" aria-describedby="caption-attachment-21103" style="width: 659px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Vila-de-Caraíva.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21103 size-full" title="Vila de Caraíva na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Vila-de-Caraíva.jpg" alt="Vila de Caraíva" width="659" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Vila-de-Caraíva.jpg 659w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Vila-de-Caraíva-300x212.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Vila-de-Caraíva-78x55.jpg 78w" sizes="(max-width: 659px) 100vw, 659px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21103" class="wp-caption-text">Vila de Caraíva na Bahia</figcaption></figure></p>
<h4 id="2">1.1. O QUE FAZER EM CARAÍVA?</h4>
<p><figure id="attachment_7613" aria-describedby="caption-attachment-7613" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-7613 size-large" title="mapa da Costa do Descobrimento na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13-1024x615.jpg" alt="mapa da Costa do Descobrimento na Bahia" width="800" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13-1024x615.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13-300x180.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13-91x55.jpg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/mapa-porto-seguro13.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7613" class="wp-caption-text">mapa da Costa do Descobrimento na Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Chegou a hora de saber aonde ir nos maravilhosos momentos de lazer que te esperam. Se ao pesquisar por&nbsp; Caraíva as fotos já impressionam, com certeza, ao colocar os pés nesse pedacinho do paraíso a satisfação vai ser completa!</p>
<p>Guarde essas&nbsp;<strong>atividades turísticas em Caraíva</strong>, porque você irá aproveitar bastante:</p>
<h5>1.1.1. PASSAR O DIA NAS PRAIAS DE CARAÍVA</h5>
<p>Caraíva é cortada por praias desertas, dessas praticamente isoladas e que agradam entusiastas de ambientes naturais vazios e distantes do movimento de cidades.</p>
<p>Do mesmo modo, há outras movimentadas, com bares de frente para o mar que disponibilizam petiscos e deliciosas receitas da gastronomia baiana.</p>
<p>Assim como as <strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-porto-seguro-bahia/" target="_blank" rel="noopener">praias de Porto Seguro</a></strong> despertam o interesse por apresentarem características variadas, em Caraíva não é diferente.</p>
<p>São lugares bacanas para quem gosta de comes e bebes de frente para o oceano, para quem vai levar crianças pequenas para brincar na areia e depois na água rasinha, ou também aos que não resistem ao hábito de estender a espreguiçadeira na areia para sossegar escutando o som das ondas.</p>
<h5>1.1.2. CONHECER A ALDEIA PATAXÓ BARRA VELHA</h5>
<p>A <strong><a href="http://bahia.ws/povos-indigenas-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">aldeia indígena Barra Velha</a></strong> fica a 6 km do centro de Caraíva, no <strong><a href="http://bahia.ws/parque-nacional-monte-pascoal-na-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Parque Nacional do Monte Pascoal</a></strong>.</p>
<p>Com 500 famílias da tribo pataxó, o local é um dos destinos de maior relevância histórica e cultural na <strong><a href="http://bahia.ws/rota-do-descobrimento/" target="_blank" rel="noopener">Rota do Descobrimento</a></strong>.</p>
<p>Na aldeia você irá passear por um pequeno núcleo com escolas, posto de saúde e benfeitorias diversas. Lá, cada visitante também conhece o modo de fabricação da farinha e dos produtos artesanais produzidos pelos índios, os quais são vendidos para os visitantes.</p>
<p>Já sabe, né? Vale incluir na programação a visita a um lugar habitado pelos povos que já habitavam o Brasil antes da chegada dos portugueses em 1500, e ainda adquirir belas peças artesanais.</p>
<h5>1.1.3. REALIZAR PASSEIOS DE BUGGY PARA CORUMBAU</h5>
<p>O passeio de buggy de Caraíva até a <strong><a href="http://bahia.ws/corumbau/" target="_blank" rel="noopener">Ponta de Corumbau</a></strong> – uma dos cartões postais do litoral baiano – é dessas atividades que não podem ficar de fora da sua lista.</p>
<p><figure id="attachment_23742" aria-describedby="caption-attachment-23742" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-da-Ponta-do-Corumbau-em-Prado-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23742 size-full" title="Praia da Ponta do Corumbau em Prado BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-da-Ponta-do-Corumbau-em-Prado-BA.jpg" alt="Praia da Ponta do Corumbau em Prado BA" width="720" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-da-Ponta-do-Corumbau-em-Prado-BA.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-da-Ponta-do-Corumbau-em-Prado-BA-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/09/Praia-da-Ponta-do-Corumbau-em-Prado-BA-88x55.jpg 88w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23742" class="wp-caption-text">Praia da Ponta do Corumbau em Prado BA</figcaption></figure></p>
<p>Nos 10 km de percurso, há regiões embelezadas por coqueiros suntuosos, pedras, formações rochosas, areias claras e o mar de águas límpidas. Imagina só conferir todo o esplendor visual enquanto sente o vento fresco no rosto ao passar no motorizado. Bom, heim!</p>
<p>Ao fazer o passeio de buggy a partir de Caraíva, é preciso atravessar o rio Corumbau de barco. Ou seja, vão surgir muitas fotos!&nbsp;</p>
<h5>1.1.4. PASSEIOS DE LANCHA</h5>
<p>Por falar em fotos, que tal contemplar a região de Caraíva por ângulos surreais e fazer aqueles registros instagramáveis? Agende os passeios de lancha oferecidos por agências locais.</p>
<p><figure id="attachment_19987" aria-describedby="caption-attachment-19987" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-19987 size-large" title="Praia do Espelho em Trancoso - Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-1024x697.jpg" alt="Praia do Espelho em Trancoso - Bahia" width="800" height="545" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-1024x697.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-300x204.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-768x523.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/12/Praia-do-Espelho-em-Trancoso.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19987" class="wp-caption-text">Praia do Espelho em Trancoso &#8211; Bahia</figcaption></figure></p>
<p>Não faltam opções. Há passeio de lancha para <strong><a href="http://bahia.ws/corumbau/" target="_blank" rel="noopener">Corumbau</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-trancoso-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Trancoso</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/praias-do-litoral-sul-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Praia do Espelho</a></strong>, até a Reserva Indígena Porto do Boi e até a <strong>Praia do Satú</strong> e o recife Tatuaçu, local muito bom para snorkel.</p>
<p><figure id="attachment_43588" aria-describedby="caption-attachment-43588" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43588 size-large" title="Praia do Satú em Caraíva BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-1024x683.jpg" alt="Praia do Satú em Caraíva BA" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Satu-em-Caraiva-BA.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43588" class="wp-caption-text">Praia do Satú em Caraíva BA</figcaption></figure></p>
<p>As saídas das lanchas acontecem entre 08h30 e 09h e o retorno entre 14h e 17h, depende do passeio.&nbsp;</p>
<h5>1.1.5. DIVERSÃO NO RIO CARAÍVA</h5>
<p>A área de encontro do rio com o mar é a Praia da Barra.</p>
<p><figure id="attachment_43590" aria-describedby="caption-attachment-43590" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43590 size-large" title="Foz do Rio Caraíva" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-1024x575.jpg" alt="Foz do Rio Caraíva" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-1024x575.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Foz-do-Rio-Caraiva.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-43590" class="wp-caption-text">Foz do Rio Caraíva</figcaption></figure></p>
<p>Eis um ótimo recanto para caminhadas e a apreciação de um pôr do sol impecável. E como na margem do rio existem bares e restaurantes, trata-se de um bom lugar para tomar uma água de coco ou petiscar com a turma após os passeios.</p>
<p>Já no rio, dá para praticar kitsurfe, stand-up paddle, passear de caiaque e se divertir com boias. Excelente trecho para ir com a família inteira e aproveitar até o anoitecer.</p>
<p>Deu pra sentir que vai ser maravilhoso passar o dia inteiro nesse encantador destino do litoral baiano, né?</p>
<p>No próximo tópico, vamos apresentar as melhores praias de Caraíva. Coloque o protetor solar na bolsa e escolha a sua roupa de banho preferida, pois os dias de sol são intensos na maior parte do ano.</p>
<h5>1.1.6. PRAIAS DE CARAÍVA</h5>
<p>Aí estão graciosas praias as quais precisam constar na lista dos recantos que merecem uma visita.</p>
<ul>
<li><strong>PRAIA DE CARAÍVA</strong></li>
</ul>
<p>Tranquila e com pontos um pouco mais badalados, a Praia de Caraíva fica do lado oposto ao rio homônimo e é recomendada para públicos com diferentes perfis.</p>
<p>Excelente recanto turístico para quem curte caminhar na areia, ou mesmo colocar a toalha na areia para sentir na pele a vibe local. Como a atração tem ondas fortes, é preciso ter cautela ao entrar no mar, porém, vale entrar na água morninha e limpa, mesmo que seja no rasinho.</p>
<p>Por ficar a apenas 10 minutos do centro da vila, é ótima para quem pretende realizar mais de uma atividade em um mesmo dia com mais tranquilidade. Para ouvir música ao vivo, tomar uns drinks e comer do bom e melhor, a boa é passar no Bar da Praia, estabelecimento muito procurado por jovens.</p>
<ul>
<li><strong>PRAIA DO SATÚ</strong></li>
</ul>
<p>A Praia do Satú tem águas azuis, piscinas naturais e no entorno é contornada por coqueiros e falésias. Situada a 4 km do núcleo central de Caraíva, a atração ainda conta com duas lagoas, uma de água salgada e outra doce.</p>
<p>Essa apaixonante praia deserta de Caraíva é acessada por meio da travessia do rio Caraíva e posterior caminhada pela areia. Até chegar à Satu, cada viajante ainda passará pela Praia do Lontra e a Praia do Camarão. Como qualquer atrativo da área, ambas esbanjam beleza.</p>
<p>Busca pegar um bronze nas areias entre um mergulho e outro nas águas quentes e convidativas? Aqui a diversão e o sossego estão conectados. E tem mais! Por lá, o Satu Beach Club é o melhor lugar para comer. Enquanto se diverte na praia, você pode pedir petiscos, pratos mais sofisticados – como o arroz de polvo – e variados drinks.</p>
<ul>
<li><strong>PRAIA DA PONTA DE CORUMBAU</strong></li>
</ul>
<p>O passeio até buggy a Ponta de Corumbau é uma das atividades mais concorridas entre quem procura o que fazer em Caraíva. Da mesma forma, é igualmente satisfatório passar um tempo nessa praia irresistível.</p>
<p>Localizada a 10 km do centro de Caraíva, a atração tem mar tranquilo e faixa de areia que favorece caminhadas e até corridas. Familiar e paradisíaca, dispõe de restaurantes de frente para o mar, os quais oferecem petiscos, frutos do mar e exemplares gastronômicos regionais.</p>
<p>Ah, caso a disposição esteja alta, dá para ir andando de Caraíva até a Ponta de Corumbau. O percurso, feito entre 3 e 4 horas, fica ainda mais fácil em dias de maré baixa. A travessia de canoa do rio Corumbau custa 5 R$. Vale acrescentar essa aventura à sua agenda, ok?</p>
<ul>
<li><strong>PRAIA DO ESPELHO</strong></li>
</ul>
<p>Ao fazer a trilha de 11 km de Caraíva até a Praia do Espelho dá para conferir algumas das paisagens mais bonitas do litoral brasileiro. Há falésias grandiosas, vegetação preservada, águas transparentes e uma brisa fresquinha que combina perfeitamente com o sol intenso.</p>
<p>É impossível não querer mergulhar no Caribe brasileiro do litoral sul da Bahia. Aproveite as piscinas naturais, descanse da caminhada nas areias claras e faça registros inspiradores de todo o cenário.</p>
<p>Essa maravilha tem ótimos restaurantes e quiosques, ou seja, também é viável tomar uma bebida geladinha e desfrutar dos sabores baianos depois da trilha. Coisa boa, né? Aqui está uma das melhores praias de Porto Seguro.Aproveite!</p>
<p>Se os dias em Caraíva são contagiantes, a diversão não acaba quando o sol se despede. Continue a leitura, porque, em seguida, você vai descobrir os encantos noturnos dessa vila surpreendente.</p>
<h5>1.1.7. O QUE FAZER A NOITE EM CARAÍVA</h5>
<p>Convidou a galera para curtir a vida noturna de Caraíva? Perfeito. Mesmo com o delicioso clima interiorano, Caraíva a noite é animada. É uma boa andar quando as ruas de areia e as casas coloridas ganham uma irresistível iluminação indireta. Puro charme.</p>
<p>Vale a pena ir à Praia da Barra e confraternizar com os amigos nos restaurantes de frente para o rio. Lá, o Catioba e o Boteco do Barra são os destinos certos para comer aqueles tiragostos que sempre combinam muito bem com uma cerveja gelada e longas horas de bate papo.</p>
<p>Os melhores restaurantes de Caraíva perto do centrinho são o Culinária Central e o tradicional Cantinho do Duca. Já o Forro do Pelé e o Forro do Ouriço, são os points da alta temporada para quem curte uma baladinha.</p>
<p>Mas mesmo em meses menos festivos, existem estabelecimentos com música ao vivo e cheios de gente bonita. Conclusão, suas noites vão ser para lá de proveitosas em Caraíva.</p>
<h3>2. Praia da Barra do Cahy</h3>
<p><figure id="attachment_15954" aria-describedby="caption-attachment-15954" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado.jpg" target="_blank" rel="Barra Cahy Praia da do noopener"><img decoding="async" class="wp-image-15954" title="Praia da Barra do Cahy em Prado" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado.jpg" alt="Praia da Barra do Cahy em Prado" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado.jpg 1000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Praia-da-Barra-do-Cahy-em-Prado-220x145.jpg 220w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-15954" class="wp-caption-text">Praia da Barra do Cahy em Prado</figcaption></figure></p>
<p>Praia da Barra do Cahy no litoral sul da Bahia tem águas claras se encontra com um rio. Há ainda grandes falésias e muitos coqueiros.</p>
<p>O paraíso fica a 18 km de Cumuruxatiba, também em Prado.</p>
<p>Do mar na Barra do Cahy é possível avistar o Monte Pascoal, que fica a cerca de 62 quilômetros da cidade de Porto Seguro e que, segundo os registros históricos, teria sido a primeira porção de terra avistada por Pedro Álvares Cabral e sua tripulação.</p>
<h3>3. Praia da Moreira</h3>
<p>A Praia do Moreira no litoral sul da Bahia, no balneário de <strong><a href="http://bahia.ws/cumuruxatiba-guia-turismo-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Cumuruxatiba</a></strong>, no litoral norte do município de <strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-de-prado-costa-das-baleias/" target="_blank" rel="noopener">Prado</a></strong>, no extremo sul da Bahia, está situada numa região de reserva de proteção ambiental, denominada Reserva Extrativista Marinha de Corumbau.</p>
<p>Numa perspectiva do mar para o litoral, avistamos os recifes de corais, vegetação de restinga, coqueiral, manguezal, rio e mata atlântica.</p>
<p>A Praia do Moreira possui um mar de águas claras, com praias recortadas por fontes e falésias coloridas e é destino para quem aprecia a singularidade das belezas naturais e as riquezas da cultura nordestina.</p>
<p>A paisagem tropical desta praia escreve suas linhas nas águas mansas e mornas, coloridas de um tom verde esmeralda, dividindo espaço com um céu de nuvens espaçadas, emolduradas por um azul quebrado somente pela luz do Sol.</p>
<p>O mar da Praia do Moreira causa um impacto visual digno de contemplação e está na lista dos destinos obrigatórios para quem visita o balneário de Cumuruxatiba, com suas vistas exuberantes e piscinas naturais na maré baixa.</p>
<h3>4. Trancoso</h3>
<p><strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-trancoso-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Trancoso</a></strong> no litoral sul da Bahia é um vilarejo do Sul da Bahia que fica a 28 kms de Porto Seguro.</p>
<p>A principal atração turística é O Quadrado de Trancoso.</p>
<p><figure id="attachment_43595" aria-describedby="caption-attachment-43595" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43595 size-large" title="O Quadrado de Trancoso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-1024x683.jpg" alt="O Quadrado de Trancoso" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/O-Quadrado-de-Trancoso.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43595" class="wp-caption-text">O Quadrado de Trancoso</figcaption></figure></p>
<p>No fundo localiza-se a Igreja de São João Batista construída no século XV e o mirante com uma vista panorâmica esplêndida; No final da tarde sempre rola o jogo de bola na grama do Quadrado (Centro Histórico).</p>
<p>A arquitetura das casas tradicionais coloridas e da igreja é mantida a mesma até hoje e protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.</p>
<p>É possível se hospedar no Quadrado de Trancoso em pousadas charmosas, comer em restaurantes refinados e fazer compras nas lojas de arte local, moda praiana e decoração rústica.</p>
<h3>5. Porto Seguro</h3>
<p>Desfrute da vista espetacular das florestas no topo das falésias tropicais que pairam sobre praias intocadas nesta região com história marcante.</p>
<p><strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-porto-seguro-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Porto Seguro</a></strong> no litoral sul da Bahia é o ponto histórico de descoberta dos colonizadores portugueses no começo do século XVI.</p>
<p>Com suas diversas baías incríveis e lugar exclusivo na história, a cidade é um porto cultural e belíssimo para viajantes. Descubra o rico passado da região no vibrante Centro Velho de Porto Seguro e relaxe em uma das incríveis praias.</p>
<p>Passeie pelo centro velho da cidade à noite para ver as igrejas e as construções coloniais iluminadas por um sistema inovador.</p>
<p>Aprenda sobre a chegada dos portugueses no Memorial da Epopeia do Descobrimento.</p>
<p><figure id="attachment_43597" aria-describedby="caption-attachment-43597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43597 size-large" title="Memorial da Epopeia do Descobrimento" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-1024x427.jpg" alt="Memorial da Epopeia do Descobrimento" width="800" height="334" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-1024x427.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-300x125.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-768x320.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-132x55.jpg 132w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-1536x640.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento-800x333.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Memorial-da-Epopeia-do-Descobrimento.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43597" class="wp-caption-text">Memorial da Epopeia do Descobrimento</figcaption></figure></p>
<p>No museu, veja interessantes exposições temporárias e permanentes que detalham a chegada histórica em 1500. O complexo inclui uma réplica de um navio da frota, que você pode explorar com um docente.</p>
<p><figure id="attachment_43599" aria-describedby="caption-attachment-43599" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43599 size-full" title="Praia do Mutá em Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro.jpg" alt="Praia do Mutá em Porto Seguro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-do-Muta-em-Porto-Seguro-98x55.jpg 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43599" class="wp-caption-text">Praia do Mutá em Porto Seguro</figcaption></figure></p>
<p>Entre as praias nas extremidades da cidade está a <strong><a href="http://bahia.ws/praias-do-litoral-sul-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Praia do Mutá</a></strong> na parte norte, conhecida por seu labirinto de recifes de corais.</p>
<p>Veja caranguejos e outros tesouros da praia na areia.</p>
<p>Visite a Praia da Pitinga, no outro lado da cidade, para ver piscinas naturais que surgem com a maré baixa e as instalações disponíveis nas barracas na praia.</p>
<p><figure id="attachment_43601" aria-describedby="caption-attachment-43601" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43601 size-loop-large" title="Praia da Pitinga em Arraial d’Ajuda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro-800x450.jpg" alt="Praia da Pitinga em Arraial d’Ajuda" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-da-Pitinga-em-Porto-Seguro.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43601" class="wp-caption-text">Praia da Pitinga em Arraial d’Ajuda</figcaption></figure></p>
<p>Mais perto do centro da cidade está a Praia de Taperapuã, agitada com artistas de rua, música ao vivo e aulas de atividade física.</p>
<p><figure id="attachment_43603" aria-describedby="caption-attachment-43603" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43603 size-loop-large" title="Praia de Taperapuã em Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-800x450.jpg" alt="Praia de Taperapuã em Porto Seguro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Praia-de-Taperapua-em-Porto-Seguro.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43603" class="wp-caption-text">Praia de Taperapuã em Porto Seguro</figcaption></figure></p>
<p>Faça uma refeição em um dos diversos restaurantes e bares na animada Passarela do Álcool na área central da cidade. Deguste camarão, lagosta e outros frutos do mar regionais, além de pratos internacionais.</p>
<p><figure id="attachment_43605" aria-describedby="caption-attachment-43605" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43605 size-full" title="Passarela do Álcool em Porto Seguro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro.webp" alt="Passarela do Álcool em Porto Seguro" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Passarela-do-Alcool-em-Porto-Seguro-98x55.webp 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43605" class="wp-caption-text">Passarela do Álcool em Porto Seguro</figcaption></figure></p>
<p>Ao sul está a pitoresca cidade de resorts de Arraial d’Ajuda, com algumas das primeiras estruturas coloniais do Brasil. Agrade as crianças com um dia no Arraial d’Ajuda Eco Parque com vista para o oceano.</p>
<p>A cidade de Porto Seguro fica no estado da Bahia no canto nordeste do Brasil.</p>
<p>Suas praias estão ao lado da Mata Atlântica, que cobre boa parte do país.</p>
<p>Chegue ao Aeroporto de Porto Seguro de outras partes do Brasil e dirija ao leste por 10 minutos para chegar às praias. Pegue um ônibus noturno de Salvador para chegar ao local.</p>
<p>Porto Seguro é um oásis de praia fascinante que era ponto de partida para a cultura influenciada pelos portugueses no Brasil.</p>
<h3>6. Arraial d&#8217;Ajuda</h3>
<p>Arraial d&#8217;Ajuda no litoral sul da Bahia é um distrito do município brasileiro de Porto Seguro, no litoral do estado da Bahia.</p>
<p><figure id="attachment_43607" aria-describedby="caption-attachment-43607" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43607 size-full" title="Arraial d'Ajuda BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA.webp" alt="Arraial d'Ajuda" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/ARRAIAL-DAJUDA-BA-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43607" class="wp-caption-text">Arraial d&#8217;Ajuda BA</figcaption></figure></p>
<p><strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-viagem-arraial-da-ajuda/" target="_blank" rel="noopener">Arraial d’Ajuda</a></strong> é um dos destinos mais importantes e sofisticados do litoral baiano. Este bairro isolado de Porto Seguro junto a um amplo rio sem pontes, possui praias com uma notável variedade de paisagens, população internacional e opções culturais típicas das cidades no espaço do que ainda é quase uma vila.</p>
<p>Somente a largura do rio Buranhém e 10 minutos de travessia de balsa separam Arraial d’Ajuda de Porto Seguro, a ausência de uma ponte ligando os dois destinos turísticos mais importantes do sul da Bahia fez de Arraial d’Ajuda um destino claramente diferenciado do popular e agitado Porto Seguro.</p>
<p>Basta atravessar o rio com o Balsa e já se vê a mudança urbana radical: a estrada que leva ao Arraial é arborizada, agradável e rodeada de pousadas integradas à paisagem.</p>
<p>O Arraial d’Ajuda mostra o bom gosto que falta ao seu vizinho Porto Seguro.</p>
<p>Ao contrário de Porto Seguro (com sua orientação popular e turismo predominantemente local) Arraial d’Ajuda é um dos destinos mais sofisticados e cosmopolitas da costa brasileira, e em seu pequeno tamanho de vila concentra habitantes do mundo inteiro que um dia vieram como turistas e não resistiram à tentação de voltar sempre de novo para se estabelecer permanentemente: quem vem a Arraial quer ficar.</p>
<h3>7. Parcel das Paredes</h3>
<p>O Parcel das Paredes é um grande banco oceânico submerso do Brasil com uma área de cerca de 200Km2. É uma estrutura de corais localizada no Oceano Atlântico, próximo à costa de <strong><a href="http://bahia.ws/guia-turismo-caravelas-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Caravelas</a></strong>, no estado da da Bahia.</p>
<p><figure id="attachment_43609" aria-describedby="caption-attachment-43609" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43609 size-large" title="Parcel das Paredes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-1024x552.jpg" alt="Parcel das Paredes" width="800" height="431" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-1024x552.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-300x162.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-768x414.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-102x55.jpg 102w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-1536x829.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-2048x1105.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2024/01/Parcel-das-Paredes-800x432.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43609" class="wp-caption-text">Parcel das Paredes</figcaption></figure></p>
<p>O Parcel das Paredes fica a cerca de 30Km a leste da costa continental. Embora o recife esteja submerso, partes dele ficam acima da água na maré baixa.</p>
<p>É uma zona perigosa para a navegação, mas um excelente local para pesca e mergulho.</p>
<p>O <strong><a href="http://bahia.ws/cidades-praias-e-o-arquipelago-de-abrolhos-do-extremo-sul-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Arquipélago dos Abrolhos</a></strong> fica a 35Km a leste sendo que este parcel pertence à mesma estrutura. A altura máxima da maré na área do recife é de aproximadamente 1,7m.</p>
<p>Trata-se de um complexo de recifes com 30Km de extensão, composto por corais que formam labirintos e piscinas naturais. Durante o mês de julho é comum avistar <strong><a href="http://bahia.ws/caracteristicas-da-baleia-jubarte/" target="_blank" rel="noopener">baleias Jubarte</a></strong> na região.</p>
<p>O Parcel das Paredes, juntamente com o Recife Timbebas, localizado cerca de 40Km ao norte, bem como o Recife Sebastião Gomes, o Recife Coroa Vermelha e o Recife Viçosa ao sudoeste, fazem parte do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.</p>
<p>Lugares interessantes para conhecer no litoral sul da Bahia</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/lugares-interessantes-para-conhecer-no-litoral-sul-da-bahia/">Lugares interessantes para conhecer no litoral sul da Bahia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Períodos Históricos do Brasil ––– Rompimento dos laços coloniais no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 19:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Era Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Nova República]]></category>
		<category><![CDATA[Período Colonial]]></category>
		<category><![CDATA[Período Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[Período Pré-Cabralino]]></category>
		<category><![CDATA[Período Pré-Colonial]]></category>
		<category><![CDATA[Período Republicano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Períodos Históricos do Brasil são desenvolvidos a partir de um longo e complexo período de disputas por projetos de nação marcadas por fortes momentos de instabilidade. História do Brasil não possui um marco inicial bem definido. Não obstante, tradicionalmente, existe uma datação recorrente sobre a chegada dos portugueses com Pedro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Períodos Históricos do Brasil são desenvolvidos a partir de um longo e complexo período de disputas por projetos de nação marcadas por fortes momentos de instabilidade.</p>
<p>História do Brasil não possui um marco inicial bem definido.</p>
<p>Não obstante, tradicionalmente, existe uma datação recorrente sobre a chegada dos portugueses com Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500, à região costeira de onde hoje é a Bahia. Seria esse então o “descobrimento do Brasil”.</p>
<p>No entanto, cabe ressaltar que se trata da descoberta dos portugueses. Diversos grupos étnicos já habitavam o território que veio a ser o Brasil muito antes de qualquer europeu desembarcar nele.</p>
<p>O Brasil é o resultado histórico de diversos projetos distintos que se sucederam em uma delimitação geográfica específica. Primeiro tratava-se de um projeto de conquista; depois, um projeto de colonização; já no século XIX, um projeto de Império e de constituição de um Estado-nação; e, por fim, um projeto de Brasil República, que é o que se tenta manter até hoje.</p>
<p>Nossos hinos, bandeiras, brasões, emblemas, palavras de ordem, e tudo aquilo que nos remete à identidade nacional, dizem respeito a essa construção.</p>
<p>Ser patriota é ser adepto de um projeto de nação, que muitas vezes diverge de outros projetos que também estão em construção.</p>
<p>Portanto, seria mais preciso referirmo-nos ao processo da chegada dos portugueses como a invenção do Brasil, da qual se sucederam projetos diferentes.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil-1.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Períodos Históricos do Brasil</h2>
<p><figure id="attachment_43521" aria-describedby="caption-attachment-43521" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43521 size-full" title="Períodos Históricos do Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil.jpg" alt="Períodos Históricos do Brasil" width="760" height="538" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil.jpg 760w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil-300x212.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Periodos-Historicos-do-Brasil-78x55.jpg 78w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43521" class="wp-caption-text">Períodos Históricos do Brasil</figcaption></figure></p>
<h3>1. Período Pré-Cabralino (~ -1500)</h3>
<p>Antes da chegada dos portugueses, havia diversos grupos étnicos ocupantes do território que, futuramente, seria chamado Brasil.</p>
<p>O período Pré-Cabralino diz respeito, como o próprio nome sugere, à história que antecede o contato desses povos separados pelo Atlântico.</p>
<p>Durante algum tempo, era comum encontrar a denominação “Pré-História do Brasil”, que já não é considerada adequada por grande parte dos historiadores e antropólogos.</p>
<p>A história não passa a existir após a chegada dos portugueses.</p>
<p>E mesmo que exista o argumento de que essa expressão preserva a noção de que a história diz respeito às fontes escritas, desde meados do século XX até os dias de hoje, a historiografia desenvolveu-se bastante tendo em vista metodologias que analisem outros tipos de fontes.</p>
<p>Estima-se que os primeiros povos começaram a habitar o território onde hoje é o Brasil há 60.000 anos.</p>
<p>Contudo, devido a esse enorme traçado temporal e à ausência de qualquer tentativa de preservação do seu início, muito foi perdido da integridade dessa história.</p>
<p>Nesse sentido, um dos indícios mais trabalhados pela arqueologia sobre o território brasileiro são os sambaquis, que consistem em depósitos de matéria orgânica e calcário formados pela ação humana e que, ao longo do tempo, sofreram um processo de fossilização.</p>
<p>Eles oferecem informações importantes sobre as primeiras populações que habitaram nosso território por volta de 2.000 a 8.000 anos atrás.</p>
<p>Com a chegada dos jesuítas, em meados do século XVI, uma série de “obras gramaticais” foi produzida com o objetivo de normatizar algumas “línguas dificultosas” da colônia.</p>
<p>Nesse empreendimento, foram catalogados conhecimentos valiosos sobre línguas indígenas do período que corresponde à chegada dos portugueses à América.</p>
<p>Assim se descobriu que existiam quatro grupos linguísticos principais, sendo eles: os tupi-guarani, os caraíba, os macro-jê e os arauaque.</p>
<p>Desses troncos linguísticos, como também são chamados, derivam uma série de grupos étnicos e variações linguísticas que dão origem aos idiomas indígenas modernos.</p>
<h3>2. <a href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener">Período Pré-Colonial</a> (1500-1530)</h3>
<p>Após 22 de abril de 1500, com a chegada dos portugueses ao território americano, essas novas terras desconhecidas não despertaram grande interesse na Coroa de imediato.</p>
<p>O Império português estava, nesse momento, voltado para o comércio com as Índias, o qual, por sua vez, já estava em processo de declínio, desde a tomada da Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453, dando fim ao Império bizantino.</p>
<p>Já os franceses não tardaram muito e, no início do século XVI, fizeram o envio de embarcações para o Atlântico Sul, pois estavam de olho nessas novas terras e questionavam a divisão luso-espanhola determinada pelo Tratado de Tordesilhas.</p>
<p>Nisso estabeleceram, em 1555, uma colônia, na Baía de Guanabara, conhecida como França Antártica.</p>
<p>Portugal, nesse momento inicial, promovia as chamadas expedições exploradoras no território sul-americano com o objetivo de reconhecer e mapear o território e estabelecer contato com os índios nativos.</p>
<p>O principal produto extraído dessas terras, até então, era uma árvore nativa da Mata Atlântica que passou a ser chamada de pau-brasil.</p>
<p>É interessante saber que o nome Brasil surge antes da própria terra brasileira.</p>
<p>Desde o século XIV, mapas europeus atribuíam-no, com diversas variantes possíveis (Bracil, Brazille, Bersil, Braxili etc.), a uma ou mais ilhas, “expressando um horizonte geográfico ainda mítico”, segundo a historiadora Laura de Mello e Souza. Contudo, em 1º de maio de 1500, em carta, Pero Vaz de Caminha referia-se a essa terra por Vera Cruz.</p>
<p>Posteriormente, outros nomes também foram utilizados, como Terra dos Papagaios e Santa Cruz.</p>
<p>No fim do Período Pré-Colonial, em 1530, quando Portugal envia expedições com o objetivo de estabelecer colonos e implementar uma administração colonial, o nome Estado do Brasil passa a ser oficial. Se quiser conhecer mais sobre esse período, leia: Período Pré-Colonial.</p>
<h3>3. <a href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener">Período Colonial</a> (1530-1815)</h3>
<p>Em 1530, Portugal envia Martim Afonso de Souza como chefe de uma expedição colonizadora. Sua missão era combater os traficantes franceses, que preocupavam a Coroa, estabelecer alguns núcleos de povoamento na região litorânea e buscar metais preciosos.</p>
<p>Para isso, foi Afonso de Souza designado capitão-mor, o que lhe acumulava a função de exercer a justiça civil e criminal, distribuir sesmarias, reivindicar terras em nome do rei e nomear funcionários para administração colonial.</p>
<p>Em 1532, o explorador recebeu a ordem, vinda de D. João III, de implementar o sistema de capitanias hereditárias.</p>
<p>Nesse sistema, o território recém-descoberto foi dividido em 15 lotes, que formavam 14 capitanias, e eram nomeados capitães donatários os responsáveis pela administração de cada uma delas.</p>
<p>O sistema é implementado em 1534 (nele, o próprio Martim Afonso de Souza torna-se donatário da capitania de São Vicente) e dura até 1548, quando surge o governo geral, com o objetivo de centralizar a administração colonial de todo o território.</p>
<p>É também na capitania de São Vicente que Martim Afonso de Souza estabelece, em meados do século XVI, o primeiro <strong><a href="https://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">engenho de açúcar</a></strong> (que, até meados do século XVII, seria o principal produto de exportação da colônia), inaugurando, então, o ciclo do açúcar.</p>
<p>O sistema de plantation era o modelo utilizado nesse tipo produção.</p>
<p>Extensas faixas territoriais eram concedidas aos senhores de engenho, que, munidos com a fertilidade da terra, a mão de obra escrava e a monocultura da cana-de-açúcar, transformaram-se na principal elite econômica, social e política a partir de então.</p>
<p>Em um primeiro momento, os portugueses utilizaram a mão de obra escrava indígena.</p>
<p>Entretanto, com a pressão do crescente tráfico negreiro, já em meados do século XVI, a escravização negra tornou-se a maior fonte de trabalho, tendo o Brasil recebido cerca de 4,9 milhões de escravos africanos até século XIX, quando houve a promulgação da Lei Eusébio de Queirós, em 1850.</p>
<p>O fim do ciclo do açúcar é marcado pela invasão e tentativa de colonização holandesa.</p>
<p>Os <strong><a href="https://bahia.ws/recife-dos-holandeses/" target="_blank" rel="noopener">holandeses</a></strong> conseguem estabelecer-se em 1637, e, até 1644, o conde <strong><a href="https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener">Maurício de Nassau</a></strong> governa a região de Pernambuco, a qual também começa a produzir açúcar. No entanto, em 1645, com o apoio da Inglaterra, os portugueses voltam a combater os holandeses, no que ficou conhecido como insurreição pernambucana, até que, em 1654, conseguem restabelecer a <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-olinda-pe/" target="_blank" rel="noopener">cidade de Olinda</a></strong> como posse da Coroa portuguesa.</p>
<p>A partir de então, os holandeses instalam-se na América Central e passam competir com sua produção de açúcar, prejudicando diretamente o comércio exterior do Império português.</p>
<p>Com isso, as entradas e bandeiras começam a voltar-se em busca de metais preciosos, até que, já no final do século XVII, na região da capitania de São Paulo, quantidades significativas são encontradas, dando início ao ciclo do ouro.</p>
<p>O Período Colonial também é marcado por uma série de conflitos e revoltas, como as rebeliões nativistas e as rebeliões separatistas.</p>
<p>Sobretudo a partir do final do século XVII, os interesses de uma crescente elite local e de portugueses começaram a criar problemas para a administração colonial.</p>
<p>Além disso a <strong><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Família Real portuguesa</a></strong>, sob ameaça de invasão francesa em Portugal, foge para o Brasil que, em 1815, é designado Reino de Portugal, Brasil e Algarves, sendo o Rio de Janeiro sede da administração do reino. Esse movimento deu fim ao Período Colonial.</p>
<p>Desde o final do século XVIII começou a ocorrer processos de independência das colônias inglesas, francesas, espanholas e portuguesas.</p>
<p>Os conflitos entre o Partido Brasileiro, nome que se dava ao grupo político que defendia interesses locais, e os portugueses acentuavam-se cada vez mais, culminando, em 1822, no processo de independência do Brasil.</p>
<p>Para conhecer mais detalhes desse período, acesse: <strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener">Brasil Colônia</a></strong>.</p>
<h3>4. Período Imperial</h3>
<p>Período Imperial vai de 1822, com a independência do Brasil, até 1889, com a proclamação da República, e é dividido em três fases principais: o</p>
<ul>
<li>Primeiro Reinado (1822-1831)</li>
<li>Período Regencial (1831-1840)</li>
<li>Segundo Reinado (1840-1889)</li>
</ul>
<p>Embora, desde 1815 que o Brasil tornara-se Reino de Portugal, Brasil e Algarves, como consequência direta da <strong><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">transferência Corte para o Rio de Janeiro</a></strong>.</p>
<p>Outras medidas importantes foram tomadas, tais como a abertura dos portos às nações amigas em 1808, a fundação do Banco do Brasil no mesmo ano, os tratados de 1810, a fundação da Real Biblioteca, a <strong><a href="https://bahia.ws/obras-que-mostram-os-principais-momentos-da-historia-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Missão Artística Francesa</a></strong> em 1816, entre outras coisas.</p>
<p>Estima-se que entre 10 a 15 mil pessoas embarcaram rumo ao Brasil, entre 25 e 27 de novembro de 1807.</p>
<p>Estruturas administrativas inteiras instalaram-se do outro lado do Atlântico.</p>
<p>A partir de então, o Brasil sofreu grandes transformações. Na política, por exemplo, houve um movimento emancipacionista, inspirado nos ideais iluministas, na capitania de Pernambuco.</p>
<p>Conhecido como <strong><a href="https://bahia.ws/historia-de-pernambuco-e-recife/" target="_blank" rel="noopener">Revolução Pernambucana</a></strong>, ou Revolução dos Padres, tal motim foi fortemente reprimido pelo Reino.</p>
<p>Esses e outros conflitos estabelecidos nesse período, somados à Revolução Liberal do Porto e ao retorno da Corte para Portugal, foram decisivos para o processo de independência brasileira, que Portugal só reconheceu oficialmente em 1825, após receber uma indenização volumosa.</p>
<h4>4.1. Primeiro Reinado</h4>
<p>O principal ícone da independência brasileira foi Pedro de Alcântara (o quarto filho de D. João VI), que, após esse processo, torna-se o primeiro imperador do Brasil, assumindo a alcunha de Pedro I do Brasil.</p>
<p>Diferentemente de seu pai, Pedro I admirava os ideais iluministas, defendia ideias liberais, como a abolição da escravidão, e liberdades individuais.</p>
<p><strong>Bandeira do Brasil imperial</strong></p>
<p>A construção de símbolos nacionais é parte fundamental de um Estado-nação. Assim foi com o Brasil após tornar-se independente.</p>
<p>Nesse contexto, surgem dois grupos políticos informais na disputa por espaços de poder: o Partido Português, que concentrava defensores do absolutismo, de um governo centralizado e forte, dos comerciantes portugueses e, muitas vezes, da restauração do Brasil enquanto colônia de Portugal; e o Partido Brasileiro, composto por comerciantes brasileiros, latifundiários e senhores de escravos, cujos principais objetivos eram na defesa e a ampliação de direitos e privilégios conquistados.</p>
<p>Em 1823, foi instalada a Assembleia Nacional Constituinte, que deu origem à Constituição Política do Império do Brasil, de 1824.</p>
<p>Embora, a princípio, o seu papel seria limitar os poderes do monarca, conforme os ideais iluministas, a Constituição de 1824 possuía forte caráter autoritário e centralizador, sobretudo por meio da instituição do poder moderador.</p>
<p>Ainda com resquícios da Revolução Pernambucana no ar, após a promulgação da Constituição de 1824 e seu caráter expressamente autoritário, os pernambucanos novamente revoltaram-se, e, em julho de 1824, deflagra-se a Confederação do Equador, de caráter separatista e republicano. Logo em seguida, o Império envolve-se na Guerra da Cisplatina, trazendo ainda mais impopularidade a D. Pedro I.</p>
<p>Em 1826, com a morte de João VI, pai do imperador, abre-se um problema de sucessão na monarquia lusitana.</p>
<p>Diante disso e da incapacidade de acalmar os ânimos no Brasil, Pedro I abdica do trono e deixa seu filho, Pedro II, com apenas cinco anos, como seu sucessor.</p>
<p>Contudo, a própria Constituição de 1824 determinava que o imperador deveria ter, pelo menos, 21 anos de idade para assumir o cargo.</p>
<p>Foi preciso, assim, estabelecer um governo regencial, inaugurando uma nova fase do Período Imperial.</p>
<h4>4.2. Período Regencial</h4>
<p>O Período Regencial foi marcado por uma série de conflitos constantes com o governo central, criando sucessivos quadros de instabilidade política, agravada pela grave situação econômica.</p>
<p>As forças políticas dividiam-se, basicamente, em duas vertentes: os liberais e os conservadores, estes com maior presença política.</p>
<p>Na tentativa de conter essas rebeliões, em 1834 foi promulgado um ato adicional que revisou pontos importantes da Constituição de 1824, proporcionando, entre outras coisas, maior autonomia das províncias.</p>
<p>Contudo isso não foi suficiente. Dentre essas revoltas regenciais, destacaram-se: Revolta dos Malês (1835), Cabanagem (1835-1840), Sabinada (1837-1838), Balaiada (1838-1841) e Revolta dos Farrapos (1835-1845).</p>
<p>Em julho de 1840, sob iniciativa dos liberais, que pressionavam a Regência, foi dado o Golpe da Maioridade, nomeando D. Pedro II, com apenas 14 anos de idade, imperador do Brasil.</p>
<p>Foi uma tentativa dos liberais de ocuparem mais espaço nas decisões políticas, além de viabilizarem uma forma de conter as agitações políticas que se alastravam por todo o território. Inicia-se, assim, o Segundo Reinado (1840-1889).</p>
<h4>4.3. Segundo Reinado</h4>
<p>Durante esse período, ocorreram transformações profundas.</p>
<p>A economia do Império que, desde o ciclo do ouro, estava em sérias dificuldades, encontrou no aumento do consumo do café no exterior a possibilidade de aumentar suas exportações, diminuindo, assim, seu déficit comercial.</p>
<p>Essa atitude deu início ao ciclo do café. Tal atividade, que já vinha ocorrendo antes mesmo da chegada da Corte portuguesa, portanto, acelerou-se.</p>
<p>O poder econômico passou a transferir-se do Nordeste para o Sudeste do país, onde se concentravam as plantações de café.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o próprio sistema de produção agrícola, a plantation, começa a sofrer fortes pressões, sobretudo dos ingleses, com a exigência do fim do comércio de escravos e, consequentemente, da abolição da escravidão.</p>
<p>No entanto, somente com a promulgação das leis abolicionistas, a partir de 1850 com a Lei Eusébio de Queirós, o combate à escravidão começou a ser colocado em prática no Brasil.</p>
<p>Outro evento importante, tanto para a abolição quanto para a formação sociopolítica que deu origem ao movimento de derrubar a monarquia brasileira, foi a Guerra do Paraguai (1864-1870).</p>
<p>Escravos foram enviados ao campo de batalha, muitos deles até obrigados, sob a promessa de alforria após o término do conflito.</p>
<p>Após a vitória brasileira, e seu alto nível de endividamento para financiar a guerra, D. Pedro II sai fragilizado politicamente, ao mesmo tempo que os militares passam a ocupar mais espaço dentro do debate político.</p>
<p>São eles, inclusive, que encabeçam a proclamação da República, em 1889. Caso queira aprofundar-se mais nesse período da história do Brasil.</p>
<h3>5. Período Republicano</h3>
<p>A República Brasileira, período sob o qual o país ainda está em vigência, pode ser dividida da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Primeira República/República Velha (1889-1930)</li>
<li>Governo Provisório (1930-1934)</li>
<li>Constitucional de Vargas (1934-1937)</li>
<li>Estado Novo (1937-1945)</li>
<li>Quarta República (1945-1964)</li>
<li>Ditadura Militar (1964-1985)</li>
<li>Nova República (1985-até os dias atuais)</li>
</ul>
<p>É importante destacar que, mesmo diante do sistema republicano, o Brasil possui historicamente sérias dificuldades em manter-se sob o regime democrático.</p>
<p>Durante esse período, foram promulgadas outras seis constituições, sendo duas delas (a de 1937 do Estado Novo e a de 1967 da Ditadura Militar) de caráter fortemente autoritário.</p>
<h4>5.1. Primeira República</h4>
<p>Logo no começo da República, durante a presidência de Prudente de Morais, primeiro civil eleito e por voto popular, deflagrou-se um dos maiores conflitos armados do período, cujas motivações ainda são incertas e imprecisas: a <strong><a href="https://bahia.ws/bahia-vai-reviver-povoado-de-canudos/" target="_blank" rel="noopener">Guerra dos Canudos</a></strong> (1896-1897).</p>
<p>Esse período da Primeira República também foi marcado pela alternância do poder, entre as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais, que ficou conhecida como política do café com leite.</p>
<p>Esse tipo de política contribuía ainda mais para o isolamento dos outros Estados da federação e consolidava a hegemonia do Sudeste do país.</p>
<h4>5.2. Bandeira do Brasil República</h4>
<p>A bandeira do Brasil República indica as cores da bandeira do Império. O verde representa a dinastia dos Bragança, o amarelo, a dos Habsburgo.</p>
<p>Apenas em 1930, com o movimento civil militar liderado por Getúlio Vargas, após vitória de Washington Luís ao cargo do executivo nacional ser questionada pela Aliança Liberal, deu-se início então à Revolução de 1930.</p>
<p>O Brasil, a partir de então, inicia uma nova fase da República.</p>
<h4>5.3. Era Vargas</h4>
<p>Durante a Era Vargas (1930-1945), houve um rearranjo das forças políticas, que se concentravam em setores médios dos centros urbanos.</p>
<p>Esse, inclusive, foi o período de maior crescimento industrial da história do Brasil. Foi quando, também, criou-se a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), no dia 1º de maio de 1943, unificando e ampliando os direitos dos trabalhadores, entre outras coisas.</p>
<p>Contudo, é importante ressaltar que o Estado Novo foi uma ditadura que perseguiu lideranças políticas, sobretudo ligadas ao Partido Comunista do Brasil, além de ter feito aliança, em alguns momentos, com a Ação Integralista Brasileira, de inspiração fascista, com o Integralismo Lusitano e com a Doutrina Social da Igreja Católica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Vargas possuía forte capilaridade nos movimentos dos trabalhadores, conseguindo, inclusive, controlar de perto as atividades dos sindicatos. Por esses motivos, muitas vezes, Vargas é chamado de populista.</p>
<p>Todavia, uma historiografia já consolidada no assunto identifica problemas desse tipo de atribuição, uma vez que trata a massa de eleitores que o apoiou não por ser facilmente manipulável em torno de um projeto de poder, mas porque parte considerável de suas demandas foi atendida pelo Executivo.</p>
<p>Aliás, Getúlio Vargas é uma personalidade com muitas nuances.</p>
<p>Toda a era que leva o seu nome na história da República do Brasil divide-se em momentos muito distintos, estando em lados distintos do espectro político e atendendo demandas aparentemente contraditórias.</p>
<p>Ainda hoje é a principal referência política e histórica para o trabalhismo brasileiro.</p>
<p>No entanto, a tradição do trabalhismo deixada por Vargas transformou-se em uma grande ameaça política, segundo os militares e forças da Unidade Democrática Nacional (UDN), que queriam sua renúncia.</p>
<p>Na segunda metade da década de 1940, sucedem-se uma série de pressões buscando interferir na já fragilizada democracia recentemente instaurada após o fim do Estado Novo.</p>
<p>Vargas foi eleito em 1950 pelo voto direto, assumiu a presidência em 1951 e, sob pressão dos militares, que já ameaçavam um golpe no país, suicidou na madrugada de 24 de agosto de 1954.</p>
<p>Apesar desse ato “retardar o golpe”, o clima de instabilidade política acirrou-se cada vez mais. Em 1961, quando o ex-ministro do trabalho de Vargas, João Goulart, na ocasião vice-presidente do Brasil, deveria assumir a presidência da República após a renúncia de Jânio Quadros, os militares tentaram impedi-lo.</p>
<p>Foi quando Leonel Brizola, naquela ocasião governador do Rio Grande do Sul, promoveu a campanha da legalidade, pegando em armas, inclusive, para garantir a posse do novo presidente.</p>
<p>Apesar disso, em abril de 1964, é deflagrado o golpe militar no Brasil, com apoio dos Estados Unidos da América, instaurando uma ditadura que durou 21 anos.</p>
<h4>5.4. Ditadura Militar</h4>
<p>Durante a Ditadura Militar, uma série de conquistas obtidas com a Constituição de 1946, no breve período da Quarta República, foram suspendidas com as promulgações dos atos institucionais.</p>
<p>Em 1968, o AI-5, considerado o golpe dentro do golpe, proibiu reuniões políticas, executou censura prévia em filmes, livros, peças de teatros e programas de televisão, suspendeu o habeas corpus, conferiu ao presidente o direito de fechar o Congresso Nacional, entre outras coisas. Tal documento institucionalizou a repressão no país.</p>
<p>Durante esse período, surgiram também importantes movimentos artísticos que se colocaram ao lado da resistência ao regime, como o cinema novo e o <strong><a href="https://bahia.ws/biografia-caetano-veloso/" target="_blank" rel="noopener">Tropicalismo</a></strong>, e que revolucionaram seus respectivos campos de atuação no Brasil, tendo reverberação até os dias atuais.</p>
<p>A partir de 1974, inicia-se o processo de abertura política do regime, de forma lenta e gradual, com o objetivo de entregar aos civis o poder político.</p>
<p>Em 1985 o poder Executivo é, de fato, entregue pelos militares.</p>
<p>Ainda de forma indireta, Tancredo Neves é eleito presidente do Brasil, porém, antes mesmo de assumir, faleceu vítima de uma infecção generalizada.</p>
<p>José Sarney, o vice, assume, por fim, a presidência do Brasil em março de 1985, encerrando o período da Ditadura Militar.</p>
<h4>5.5. Nova República</h4>
<p>Assim se inicia o período da Nova República.</p>
<p>Até hoje, esse é o período democrático mais longevo de nossa história, seu início foi marcado pelo combate à hiperinflação, além de uma dívida externa que, durante os governos militares, cresceu 30 vezes.</p>
<p>Até hoje, sucederam-se oito presidentes, sendo o primeiro eleito Fernando Collor de Mello, em 1989.</p>
<p>Em 1988 foi promulgada também uma nova Constituição, que, pela ampla garantia de acessos aos serviços públicos, recebeu a alcunha de Constituição Cidadã.</p>
<p>Apesar de ser o maior período democrático da história brasileira, a Nova República já passou por dois processos de impedimento (ou impeachment).</p>
<p>No regime presidencialista, como é o caso do Brasil desde que se tornou República, o processo de impeachment deve ser empenhado com muitas ressalvas, uma vez que a dinâmica do cargo de presidente confere-lhe mais poderes do que o cargo de primeiro-ministro, como é o caso do parlamentarismo.</p>
<p>Caso contrário, a própria credibilidade do regime democrático é colocada em risco, destacando que se trata de um processo político-jurídico, o que minimiza o poder do voto.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/">Períodos Históricos do Brasil &#8211; Período Colonial até Nova República</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Períodos Históricos do Brasil ––– Rompimento dos laços coloniais no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 15:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Grito do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[José Bonifácio]]></category>
		<category><![CDATA[maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Leopoldina]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Liberal do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução no Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Independência do Brasil &#8211; Rompimento dos laços coloniais no Brasil 1. Introdução Como você já deve ter percebido apresentamos uma leitura de diferentes fatores relacionados com a emancipação da América Portuguesa. O crescimento e a diversificação da sociedade, a instalação da Corte Portuguesa no Brasil, e os movimentos de contestação [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/">Independência do Brasil &#8211; Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Independência do Brasil &#8211; Rompimento dos laços coloniais no Brasil</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Como você já deve ter percebido apresentamos uma leitura de diferentes fatores relacionados com a emancipação da América Portuguesa.</p>
<p>O crescimento e a diversificação da sociedade, a instalação da Corte Portuguesa no Brasil, e os movimentos de contestação constituem-se, assim, num conjunto de acontecimentos que nos ajudam a compreender melhor a maioridade política e econômica do Brasil.</p>
<p>Contudo, veremos neste tópico alguns episódios significativos dos últimos anos do período colonial, afim de complementar nossas aulas sobre o processo de luta contra o domínio de Portugal sobre o Brasil.</p>
<p>Podemos começar dizendo que o “Grito do Ipiranga” representa um gesto simbólico e político do então Príncipe Regente Dom Pedro, que instituiu oficialmente a independência do Brasil.</p>
<p>Este acontecimento que serviu para formalizar a emancipação, apresentou-se também como uma forma da aristocracia brasileira permanecer no poder.</p>
<p>O ato de proclamação da independência do Brasil surge como um acordo entre a elite nacional e o monarca.</p>
<p>Mesmo a data de independência do Brasil pode variar.</p>
<p>Apesar de Dom Pedro ter anunciado a independência no dia 7 de setembro de 1822, os baianos tinham o dia 2 de julho de 1823, como data da libertação do Brasil, quando as tropas portuguesas, lideradas por Madeira de Melo, foram derrotadas pelas forças brasileiras financiadas pelos senhores de engenho e comandadas por Lorde Cochrane.</p>
<p>Portugal, por sua vez, só reconheceu formalmente a independência do Brasil em agosto de 1825, quando o governo brasileiro indenizou a antiga metrópole.</p>
<p>Naquela época foram pagos a Portugal 2 milhões de libras.</p>
<p>Este foi então o primeiro episódio de uma nova dependência: a dívida externa brasileira.</p>
<p>Mas esta é uma outra história. Voltemos, então, ao ano de 1817, quando aconteceu a luta da população nordestina pela libertação do Brasil, que será abordada no próximo item.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/independencia-do-brasil.webp" width="400" /></a></p></p>
<h3>2. A Revolução no Nordeste</h3>
<p>Como você já sabe, no decorrer do século XVIII houve um crescimento econômico na região sudeste.</p>
<p>A mineração transformou a capitania de Minas e a do Rio de Janeiro. Por outro lado, a antiga região produtora de cana-de-açúcar passou por uma grave crise financeira.</p>
<p>De fato, havia uma desigualdade econômica entre estas duas regiões: sudeste e nordeste.</p>
<p>Além da situação de desigualdade regional na economia produtora, a população teve que pagar, naquela época, pesados impostos: para sustentar os altos gastos da Corte (que não se contentava com as substanciais doações da elite luso-brasileira), e para financiar as campanhas militares do Império Português.</p>
<p>Jurandir Malerba (2000, p. 242) nos mostra um caso pontual de gastos da Corte, mas que teve consequências importantes na economia carioca.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">No ano de 1819 assistiu-se na corte ao total estrangulamento do mercado regulador de gêneros comestíveis, criando uma situação mais que embaraçosa para os governantes.</p>
<p>Por conta da carestia, da inflação sobre os preços dos mantimentos, a população do Rio de Janeiro viu-se em meio à maior crise de abastecimento de que se podia ter memória e, irada, solicitou providências rápidas junto ao rei.</p>
<p>Produziu então o marquês de Valada extenso relatório expondo à Sua Majestade os motivos da inflação, particularmente grave no que respeitava às aves do consumo da corte, de que não dava mais conta de suprir a corte portuguesa.</div></p>
<p>A falta de aves no mercado foi apenas uma das consequências do alto consumo do séquito de nobres e da família real no Brasil.</p>
<p>Porém, este caso nos serve de exemplo ilustrativo da situação em que vivia a população, que teve que pagar impostos elevados, não apenas para saldar os gastos diários da Corte, mas também as obras de infraestrutura do novo Reino.</p>
<p>Por outro lado, no Nordeste alguns fatores específicos – como os gastos para financiar a guerra, pesaram de maneira decisiva para o levante de 1817.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">No Nordeste, tendo como pano de fundo o declínio das produções de açúcar e algodão, a corte no Rio de Janeiro era tão mal vista como quando estava em Lisboa.</p>
<p>Os impostos criados em 1812, as contribuições – inclusive em pessoal – para as tropas na campanha da Guiana (invadida em fins de 1808 como represália pela ocupação de Portugal e para garantir as fronteiras estabelecidas pelo primeiro Tratado de Utrecht) e o agravamento da situação social, com a seca de 1816, favoreciam a difusão do liberalismo.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Você deve ter reparado que voltamos ao tema do liberalismo.</p>
<p>Apresentamos as ideias liberais nos capítulos anteriores, quando nos referimos aos movimentos de contestação ao regime absolutista e à política mercantilista.</p>
<p>O movimento “antilusitano” ocorrido em Pernambuco, também contou com o apoio da maçonaria.</p>
<p>Dentre as lojas maçônicas pernambucanas destacou- se o Areópago de Itambé (ver sobre esta loja maçônica em “<strong><a href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener">Conspiração dos Suassunas</a></strong>”.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Liberalismo – pode ser resumido como o postulado do livre uso, por cada indivíduo ou membro de uma sociedade, de sua propriedade.</p>
<p>O fato de uns terem apenas uma propriedade: sua força de trabalho, enquanto outros detêm os meios de produção não é desmentido, apenas omitido no ideário liberal.</p>
<p>Nesse sentido, todos os homens são iguais, fato consagrado no princípio fundamental da constituição burguesa: todos são iguais perante a lei, base concreta da igualdade formal entre os membros de uma sociedade.</p>
<p>Em uma extensão dessa, uma segunda ideia propõe o bem comum (o Commonwealth), segundo a qual a organização social baseada na propriedade e na liberdade serve o bem de todos.</p>
<p>Um corolário dessa proposição é que não havendo antagonismo entre classes sociais, a ação pode ser orientada simplesmente pela razão &#8211; donde racionalismo.</p>
<p>Esse é o cerne da proposição ideológica, que visa à dominação consentida dos trabalhadores, através da operação de identificar o interesse da classe dominante (a manutenção da ordem social vigente) com o interesse da sociedade como um todo &#8211; a nação.</div></p>
<p>Neste sentido, os fatores que desencadearam a revolução de 1817 já vinham se formando desde a conspiração de 1801 (a dos Suassunas).</p>
<p>Mas foi desencadeada em função dos acontecimentos daquele momento. Em específico, a crise econômica e o descontentamento social.</p>
<p>A combinação de dois fatores econômicos foram decisivos para a mobilização da aristocracia rural: a queda do preço do açúcar e do algodão no mercado internacional e a alta do preço dos escravos.</p>
<p>Entretanto, a revolução de Pernambuco, que estourou em março de 1817, uniu diferentes camadas sociais (militares, proprietários rurais, juízes, artesãos, comerciantes e sacerdotes) descontentes diante dos privilégios concedidos aos portugueses.</p>
<p>Os militares brasileiros, em especíico, estavam insatisfeitos porque os melhores postos de comando eram reservados aos portugueses.</p>
<p>Assim, o sentimento de antilusitanismo se espalhou de Recife para outras cidades: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
<p>Boris Fausto (2007, p. 129) narra o desfecho da revolução da seguinte forma:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os revolucionários tomaram Recife e implantaram um governo provisório baseado em uma “lei orgânica” que proclamou a república e estabeleceu a igualdade de direitos e a tolerância religiosa, mas não tocou no problema da escravidão.</p>
<p>Foram enviados emissários às outras capitanias em busca de apoio e aos Estados Unidos, Inglaterra e Argentina, em busca também de apoio e reconhecimento.</p>
<p>A revolta avançou pelo sertão, porém, logo em seguida veio o ataque das forças portuguesas, a partir do bloqueio de Recife e do desembarque em Alagoas.</p>
<p>As lutas se desenrolaram no interior, revelando o despreparo e as desavenças entre os revolucionários.</p>
<p>Afinal, as tropas portuguesas ocuparam Recife, em maio de 1817.</p>
<p>Seguiram-se as prisões e execuções dos líderes da rebelião. O movimento durara mais de dois meses e deixou uma profunda marca no Nordeste.</div></p>
<h3>3. A Revolução Liberal do Porto</h3>
<p>A revolução liberal do porto foi um acontecimento que se deu em Portugal no ano de 1820.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Revolucao-Liberal-do-Porto.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Mas apesar da imensa distância que separa a Península Ibérica e o Novo Continente, as repercussões daquele movimento foram definitivas para o último ato da independência do Brasil.</p>
<p>E, mais uma vez, as ideias liberais serviram de pano de fundo desta revolução.</p>
<p>De fato, o descontentamento dos portugueses teve início com a vinda da Corte ao Brasil.</p>
<p>A ausência do rei e do aparato administrativo da monarquia gerou um estado de incerteza política em Portugal.</p>
<p>Por sua vez, o vazio deixado por D. João foi preenchido por um “conselho de regência” liderado pelo marechal inglês Willian Carr Beresford (ele liderou a expulsão dos franceses de Portugal).</p>
<p>O marechal inglês, ao impedir que militares lusitanos assumissem os altos postos militares, gerou uma grande insatisfação dentro do exército.</p>
<p>Os privilégios comerciais concedidos à Inglaterra, com a abertura dos portos brasileiros, foi outro motivo de descontentamento entre os portugueses.</p>
<p>Os revoltosos tinham como objetivos: limitar a influência inglesa no comando da nação, e retomar a relação colonialista com o Brasil, reinstalando o Pacto Colonial.</p>
<p>Porém os tempos eram outros, dificilmente a elite brasileira aceitaria tal acordo, você não acha?</p>
<p>Lembre-se das signiicativas mudanças que ocorreram no Brasil desde a chegada da família real.</p>
<p>Você concordaria que em 1820 o Brasil era menos uma colônia e mais um império?</p>
<p>Pacto Colonial – foi um sistema que perdurou no Brasil até 1808, ele determinava as relações políticas e econômicas entre a colônia e a metrópole.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Abaixo estão os principais pontos deste sistema:</p>
<ul>
<li>A colônia só poderia comercializar com a metrópole.</li>
<li>A colônia deveria fornecer mercadorias por um preço estipulado pela metrópole.</li>
<li>A colônia tinha que produzir aquilo que a metrópole.</li>
<li>A colônia deveria consumir os produtos manufaturados produzidos na metrópole.</div></li>
</ul>
<p>Além das reivindicações dos revolucionários portugueses anteriormente citados, era exigido o retorno imediato da Corte para Portugal.</p>
<p>Desejava-se restabelecer a monarquia, porém, sob a condição do rei estar subordinado a uma carta constitucional.</p>
<p>Os revolucionários formaram a “Junta Provisória do Governo Supremo do Reino”, um grupo heterogêneo de representantes do clero, da nobreza e do exército.</p>
<p>No Brasil, por sua vez, iniciaram as disputas entre dois grupos: os que defendiam o retorno de Dom João VI, a “facção portuguesa”, que era “formada por altas patentes militares, burocratas e comerciantes interessados em subordinar o Brasil à Metrópole, se possível de acordo com os padrões do sistema colonial”.</p>
<p>O outro grupo, que ficou sendo chamado de “partido brasileiro”, era constituído por grandes proprietários rurais das capitanias próximas à capital, burocratas e membros do judiciário nascidos no Brasil.</p>
<p>Acrescentem-se a eles os portugueses cujos interesses tinham passado a vincular-se aos da Colônia: comerciantes ajustados às novas circunstâncias do livre comércio e investidores em terras e propriedades urbanas, muitas vezes ligados por laços de casamento à gente da Colônia.</p>
<p>Os interesses da elite portuguesa em relação ao Brasil icaram claros no episódio da Revolução do Porto. Ali se formaram grupos opostos, que eram favoráveis ou contrários à partida do rei.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A corte que acompanhou a família real foi criando raízes no território brasileiro e formando um poderoso grupo contrário ao retorno de D. João VI.</p>
<p>A tensa relação entre essa elite e a que permaneceu em Portugal culminou em 1820. Nesse ano teve início a Revolução do Porto.</p>
<p>Tratava-se de um movimento liberal, voltado para a convocação de uma assembleia constituinte, mas que exigia o retorno imediato do rei à metrópole.</div></p>
<p>O monarca continuava, mesmo após as revoluções Industrial e Francesa, sendo uma referência simbólica e real do poder, tanto em Portugal quanto no Brasil.</p>
<p>Por outro lado, a&nbsp;classe burguesa de ambos os países (comerciantes, banqueiros, proissionais liberais etc.) se organizou para aprovar uma constituição (documento que regularia, em forma de leis, a política governamental do reino).</p>
<p>Portanto, ao mesmo tempo em que certas práticas continuavam como antes – como, por exemplo, a adoração ao rei – outras mudavam em função da burguesia, que buscava maneiras legítimas de exercer o poder dentro do regime monárquico.</p>
<p>A “facção portuguesa” saiu vencedora.&nbsp;O rei retornou para Portugal em abril de 1821, após treze anos de permanência no Brasil.</p>
<p>O seu regresso foi acompanhado por cerca de 4 mil pessoas.</p>
<p>Por sua vez, seu filho, Pedro (de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Seraim de Bragança e Bourbon), futuro Dom Pedro I, ficou no Brasil.</p>
<p>No decorrer de 1821 se seguiram debates acalorados na Corte portuguesa.</p>
<p>Discutia-se, de maneira geral, o destino do Brasil. Nestes debates, a Corte buscou formas de reassumir o controle sobre a Colônia.</p>
<p>Pretendia-se extinguir as capitanias hereditárias e instituir governos provinciais que passariam a ficar subordinados diretamente a Lisboa.</p>
<p>O objetivo era retirar do Rio de Janeiro os poderes antes concedidos. De fato, pensava-se em maneiras de recolonizar o Brasil.</p>
<h3>4. Resistências no Brasil&nbsp;</h3>
<p>Apesar das manobras da Corte portuguesa, haviam políticos em Portugal que defendiam a emancipação brasileira. Entre eles destacou-se José Bonifácio de Andrada, descendente de uma família de ricos comerciantes da cidade de Santos.</p>
<p><figure id="attachment_43491" aria-describedby="caption-attachment-43491" style="width: 791px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43491 size-large" title="Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, entre 1858 e 1861, por S. A. Sisson" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-791x1024.png" alt="Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, entre 1858 e 1861, por S. A. Sisson" width="791" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-791x1024.png 791w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-232x300.png 232w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-768x995.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-42x55.png 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson-800x1036.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Patriarca-da-Independencia-Jose-Bonifacio-de-Andrada-e-Silva-entre-1858-e-1861-por-S.-A.-Sisson.png 1146w" sizes="(max-width: 791px) 100vw, 791px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43491" class="wp-caption-text">Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, entre 1858 e 1861, por S. A. Sisson</figcaption></figure></p>
<p>Sua formação se deu na Universidade de Coimbra, onde se graduou em Direito, Filosoia e Ciências Naturais. No Brasil se tornou o principal ministro no governo de D. Pedro.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">José Bonifácio direcionou sua administração no sentido de fazer do Brasil uma nação ativa e independente: ele queria acabar com o tráfico de escravos e libertá-los; pretendia que os libertos e os índios fossem integrados à nação brasileira; ele queria confiscar as propriedades dos portugueses que não tivessem optado pelo Brasil; rever as doações de terra feita no período colonial recuperando para a Coroa todos os latifúndios improdutivos; queria mudar a capital para o Centro-Oeste propiciando o desenvolvimento do interior.</p>
<p>José Bonifácio se recusou a contrair empréstimos internacionais para não gerar dívidas a serem pagas pelas futuras gerações; propôs a criação de uma Marinha de Guerra capaz de proteger a imensa costa brasileira e de manter sob o controle da metrópole as demais províncias.</p>
<p>Foi um homem de uma notável visão e o destino de nosso país seria outro se suas ideias tivessem prosperado. Mas os projetos arrojados de José Bonifácio contrariavam interesses poderosos.</p>
<p>Ele conseguira desagradar aos ricos comerciantes portugueses, aos traficantes de escravos e aos grandes senhores de terras. E brigava também com os radicais, aqueles que queriam estabelecer no Brasil uma democracia.</div></p>
<p>Podemos perceber que o pensamento de José Bonifácio oscilava entre as ideias progressivas, no campo social, e as ideias conservadoras, no campo político.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que defendia a abolição da escravidão, agia na defesa da monarquia representativa (onde seria formada uma assembleia constituída por deputados eleitos indiretamente, pelos grupos dominantes da população).</p>
<p>José Bonifácio liderou o movimento de criação da Assembleia Constituinte e Legislativa do Brasil. Esta proposta se deu, entretanto, após o famoso “Dia do Fico”.</p>
<p>No dia 9 de janeiro de 1822 foi solenizada a decisão de Dom Pedro I em permanecer no Brasil, em desacordo com as determinações da Corte portuguesa, que pedia seu retorno à Europa. Esta data ficou conhecida como o “Dia do Fico”.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O registro do senado da Câmara do Rio de Janeiro revela que, formalizada a permanência, o presidente do Senado da Câmara levantou das janelas do palácio uma série de vivas repetidos pelo povo: “Viva a religião, Viva a Constituição, Vivam as Cortes, Viva o Rei Constitucional, Viva a União de Portugal e Brasil”.</div></p>
<p>Em um primeiro momento o ato de Dom Pedro não visou à independência do Brasil, pois o príncipe acatou as orientações da chamada “elite coimbrã” (grupo formado na Universidade de Coimbra, que desejava imprimir reformas políticas no Brasil, e evitar, assim, sua separação definitiva de Portugal.</p>
<p>Este grupo tinha um ideal grandioso: construir um império português que integrasse Brasil e Portugal.</p>
<p>Porém, os planos desta elite ilustrada não vingaram. As tropas portuguesas deixaram o Rio de Janeiro após tentar embarcar o príncipe a Portugal.</p>
<p>Houve resistência e, com apoio da população, Dom Pedro recusou-se a ocupar seu lugar ao lado de D. João. Não houve outra alternativa para o exército português senão deixar o Brasil, e levar consigo as notícias dos últimos acontecimentos.</p>
<p><figure id="attachment_43435" aria-describedby="caption-attachment-43435" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43435 size-large" title="D. Pedro I e a família real portuguesa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1024x682.jpg" alt="D. Pedro I e a família real portuguesa" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa.jpg 1772w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43435" class="wp-caption-text">D. Pedro I e a família real portuguesa</figcaption></figure></p>
<h3>5. Grito do Ipiranga &#8211; Viva o Rei, Viva o Brasil</h3>
<p>Menos de um ano após o “Dia do Fico”, foi formalizada a independência do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_43482" aria-describedby="caption-attachment-43482" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43482 size-large" title="Grito do Ipiranga" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-1024x576.jpg" alt="Grito do Ipiranga" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Grito-do-Ipiranga.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43482" class="wp-caption-text">Grito do Ipiranga</figcaption></figure></p>
<p>O episódio entrou para os anais da História como o “<strong>Grito do Ipiranga</strong>”, quando o então príncipe Dom Pedro, de apenas 24 anos de idade, teria, às margens do riacho do Ipiranga, anunciado a independência do Brasil.</p>
<p>Porém, só em dezembro de 1822, ele foi nomeado rei, em uma cerimônia religiosa, mas fundamentalmente política.</p>
<p>A cerimônia de coroação de Dom Pedro teve uma importante função política e cultural no reino que nascia.&nbsp;</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A coroação de D. Pedro I aconteceu em 1º de dezembro de 1822, no Rio de Janeiro, depois das várias aclamações, das adesões das Câmaras, do início da guerra de Independência.</p>
<p>Ela recuperava astutamente essa data, pois os portugueses comemoram nesse dia o fim do jugo espanhol.</p>
<p>Era uma maneira de o Brasil explicar a Portugal que não voltaria a ser colônia, a se submeter a seu mando, da mesma forma como Portugal se tornara independente da Espanha.</p>
<p>A introdução da coroação diferenciava a monarquia brasileira da lusa, sendo um rito completamente novo para a dinastia bragantina.</p>
<p>Esse rito transcende o reconhecimento dos homens, dado que o soberano recebe, na Igreja, uma tarefa prescrita por Deus, assim como um bispo.</p>
<p>Tal gesto reforça a união mística entre o povo e o soberano, justamente porque estava inscrito, desde sempre, nos planos divinos – como comentou frei Sampaio no sermão da coroação na capela real.</p>
<p>Não se pode deixar de aventar a hipótese de que um monarca coroado tivesse maior apelo junto às camadas negras, africanas, libertas, que reverenciavam a festa e o império do Divino Espírito Santo e os reis de Congo – facilitando assim sua recepção.</div></p>
<p>Esta passagem do livro “A independência do Brasil” de Iara Souza, nos coloca diante de um importante ritual simbólico: a coroação do rei.</p>
<p>Hoje, em nossa sociedade presenciamos e/ou participamos de uma série de rituais: batizado, baile de debutante, casamento, sepultamento etc.</p>
<p>Estes rituais servem para marcar um momento de passagem, de transformação em nossas vidas, mas, podem assumir também a função de legitimar o poder de uma liderança.</p>
<p>No regime presidencialista de nosso país, por exemplo, o candidato eleito se torna presidente, oficialmente, após receber a faixa presidencial do chefe da nação que o antecedeu.</p>
<p>Portanto, as festas também podem se apresentar enquanto ritual de legitimação, ou seja, como um evento de promoção de determinada personalidade.</p>
<p>Apesar de D. Pedro ter proclamado a independência em 1822, a emancipação do Brasil se deu, de fato, em um intervalo de tempo mais longo.</p>
<p>Podemos dizer, com fins didáticos, que a independência do Brasil se deu entre a chegada da Corte e a sua proclamação (1808 – 1822).</p>
<p>Temos, então, a independência como um processo, que envolveu diversos personagens, nacionais e estrangeiros. Aliás, devemos lembrar que uma nação só se faz “independente” na relação com outros países, contrapondo-se ou aliando-se a eles.</p>
<h4>5.1. Quadro “Independência ou Morte” de Pedro Américo, realizado em 1888</h4>
<p>O quadro “Independência ou Morte” de Pedro Américo, realizado em 1888, mais conhecido como “O Grito do Ipiranga” mostra D. Pedro I ao centro erguendo sua espada às margens do rio Ipiranga e decretando a Independência do Brasil (7 de Setembro de 1822), à direita os cavaleiros da comitiva e à esquerda tropeiros vendo a cena curiosamente.</p>
<p>A obra foi encomendada pelo Imperador D. Pedro II para exaltar D. Pedro I e rememorar o nascimento da nação e do Império Brasileiro e relacionar o declínio da monarquia brasileira com a Proclamação da República, e para investir na construção do Museu do Ipiranga em São Paulo, o Museu Paulista onde se encontra, hoje, o quadro.</p>
<p><figure id="attachment_43484" aria-describedby="caption-attachment-43484" style="width: 651px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43484 size-large" title="Dom Pedro I, imperador do Brasil (1824), de Henrique José da Silva" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-651x1024.jpg" alt="Dom Pedro I, imperador do Brasil (1824), de Henrique José da SilvaA imagem retrata D. Pedro I, imperador do Brasil, pela visão do pintor português Henrique José da Silva, no ano de 1824. No Rio de Janeiro, a imagem contempla ao fundo a baía de Guanabara, e como plano de fundo o outeiro, a igreja de N. Senhora da Glória e o Pão de Açúcar." width="651" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-651x1024.jpg 651w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-191x300.jpg 191w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-768x1208.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-35x55.jpg 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-977x1536.jpg 977w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva-800x1258.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-imperador-do-Brasil-1824-de-Henrique-Jose-da-Silva.jpg 1302w" sizes="(max-width: 651px) 100vw, 651px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43484" class="wp-caption-text">Dom Pedro I, imperador do Brasil (1824), de Henrique José da Silva. A imagem retrata D. Pedro I, imperador do Brasil, pela visão do pintor português Henrique José da Silva, no ano de 1824. No Rio de Janeiro, a imagem contempla ao fundo a baía de Guanabara, e como plano de fundo o outeiro, a igreja de N. Senhora da Glória e o Pão de Açúcar.</figcaption></figure></p>
<p>A imagem simboliza a proclamação da Independência do Brasil, consagrou o 7 de Setembro, mas não relata com exatidão o momento em que D. Pedro I voltava de São Paulo, recebeu a carta oriunda de Portugal e declarou Independência do Brasil.</p>
<p>A cena foi produzida pela imaginação de Pedro Américo, uma vez que seria impossível fazer uma real relação entre o quadro e o ocorrido devido a grande diferença de tempo (quadro foi feito em 1888 e a Independência ocorreu em 1822) e à falta de relatos.</p>
<p>Existem contradições significativas: não era apropriado fazer longas viagens a cavalo, mas sim com mulas; os trajes usados pelo príncipe e pela comitiva eram galantes demais para a viagem; a comitiva não era tão numerosa e não existem registros em documentos de que o príncipe tenha pronunciado a frase “Independência ou Morte!”.</p>
<p>A pintura retrata o episódio de maneira grandiosa, não imitando a realidade, mas recriando a beleza ideal, enaltecendo o Império e o nacionalismo do Brasil que, a pouco tempo, havia proclamado Independência.</p>
<p><figure id="attachment_43486" aria-describedby="caption-attachment-43486" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43486 size-large" title="Dom Pedro I e Dona Leopoldina, 1826, por Armand Pallière" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-875x1024.jpg" alt="Dom Pedro I e Dona Leopoldina, 1826, por Armand Pallière. Dona Leopoldina (retratada abaixo pelo pintor Joseph Kreutzinger, aproximadamente em 1817), ou Maria Leopoldina, como também passou a assinar como princesa do Brasil, acreditava fielmente que sua vinda ao Brasil e seu casamento com D. Pedro era uma missão conduzida por Deus em sua vida." width="800" height="936" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-875x1024.jpg 875w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-256x300.jpg 256w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-768x899.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-47x55.jpg 47w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-1312x1536.jpg 1312w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere-800x937.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Dom-Pedro-I-e-Dona-Leopoldina-1826-por-Armand-Palliere.jpg 1749w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43486" class="wp-caption-text">Dom Pedro I e Dona Leopoldina, 1826, por Armand Pallière. Dona Leopoldina (retratada abaixo pelo pintor Joseph Kreutzinger, aproximadamente em 1817), ou Maria Leopoldina, como também passou a assinar como princesa do Brasil, acreditava fielmente que sua vinda ao Brasil e seu casamento com D. Pedro era uma missão conduzida por Deus em sua vida.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_43488" aria-describedby="caption-attachment-43488" style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43488 size-large" title="Maria Leopoldina Carolina Josefa de Habsburgo, 1817, por Joseph Kreutzinger" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-683x1024.jpg" alt="Maria Leopoldina Carolina Josefa de Habsburgo, 1817, por Joseph Kreutzinger" width="683" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-683x1024.jpg 683w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-768x1152.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger-800x1200.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Maria-Leopoldina-Carolina-Josefa-de-Habsburgo-1817-por-Joseph-Kreutzinger.jpg 1000w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43488" class="wp-caption-text">Maria Leopoldina Carolina Josefa de Habsburgo, 1817, por Joseph Kreutzinger</figcaption></figure></p>
<h3>6. Açăo das sociedades secretas</h3>
<p>O estudo das sociedades existentes no Brasil, a partir de fins do século XVIII, requer uma análise de seu verdadeiro papel em nossos movimentos políticos.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/A-Maconaria-e-a-Independencia-do-Brasil.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Com efeito, a própria existência da maioria dessas sociedades só é conhecida através de sua ação política.</p>
<p>Algumas desenvolveram-se com maior ou menor rapidez em resultado dos princípios que encarnavam, da organização que assumiram e da projeção que chegariam a alcançar seus membros.</p>
<p>Contudo, o modelo de sociedade secreta que adquiriu lugar decisivo em nossa história é fornecido pela Maçonaria.</p>
<p>É extremamente difícil, sendo impossível, determinar hoje como funcionavam tais sociedades ou se tinham outros objetivos além dos que se especificavam em seus programas.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">
<p>A Maçonaria, a Jardineira e Beneficiência tinham como objetivo o melhoramento da espécie humana e sua conservação e nenhum envolvimento com negócios, religião e política.</p>
<p>Porém o Apostolado é todo puramente político; porque o seu fim é constituir o Império do Brasil de um modo que eu direi. [&#8230;] Segundo A Sentinela de Liberdade, de Pernambuco, número 47, é um clube de corrompidos ou estúpidos aristocratas, propagadores da malvada fé da monarquia absolutista, despotismo e tirania atroz, dirigida a conservar um ramo da dinastia de Bragança, absoluto e arbitrário, a fim de sermos açoitados com ferros e ossos dos nossos antepassados, que por fracos tanto sofrem.</div></p>
<p>Segundo ainda o próprio Frei Caneca, esta sociedade funcionava também no Rio de Janeiro.</p>
<p>Enquanto as demais sociedades, secretas ou não, funcionavam dentro do próprio país, com âmbitos regionais apenas, a Maçonaria desenvolvia-se por toda a colônia, vinda do reino, diretamente ou não, e sobretudo das Universidades francesas e inglesas.</p>
<p>Este caráter internacional concedia-lhe, sobretudo no Brasil, força e prestígio.</p>
<p>Sua origem é praticamente ignorada, pois os próprios maçons que tratam do problema não concordam entre si.</p>
<p>De todas essas discussões, o que podemos saber de mais provável é estar ela originariamente ligada às velhas confrarias de pedreiros, donde a denominação adotada.</p>
<p>Essas confrarias tinham ritos de iniciação e segredos de construção que naturalmente permaneciam ao círculo dos iniciados.</p>
<p>Deixando de lado o problema da origem que não nos diz respeito diretamente, vamo-nos ao fato inegável do grande desenvolvimento que a Maçonaria passa a ter, no século XVIII, e à importante ação que exerceu em fins desse mesmo século e princípios do XIX em todo o mundo.</p>
<p>Entre os princípios considerados sagrados para os maçons, existe toda uma filosoia liberal individualista tomada à Ilustração do século XVIII ou resultante de uma convergência na mesma direção.</p>
<p>&nbsp;Segundo o <em>Syllabus</em> Maçônico, a liberdade de pensamento e o racionalismo são os princípios fundamentais da sociedade.</p>
<p>A Maçonaria aceita para seus adeptos membros de qualquer religião, e sua concepção de “Grande Arquiteto do Universo” não apresenta ligação com a crença em Deus nas diferentes religiões.</p>
<p>Com ideais liberal-democráticos – o lema das revoluções liberal-democráticas: liberdade, igualdade, fraternidade, é de inspiração maçônica – a Maçonaria vai manter uma posição política caracterizada pelo combate aos poderes absolutos. É nesta posição que encontramos explicação para a grande difusão da Maçonaria.</p>
<p>A difusão e o consequente desenvolvimento de Lojas com fins políticos, na França e em outros países absolutistas, é uma resposta ao <em>status</em> <em>quo</em>.</p>
<p>Com efeito, os princípios ideológicos maçônicos, correspondentes à ideologia liberal individualista, vão deinir os interesses da burguesia em ascensão.</p>
<p>Eis por que a Maçonaria é adotada e aceita por todos os que não querem passar por reacionários em ins do século XVIII e princípio do XIX.</p>
<p>A Maçonaria organizada ideologicamente, desta forma, assume então uma posição revolucionária definida contra os poderes absolutistas.</p>
<p>Aliada dos movimentos liberais, a sociedade secreta também procurará marcar sua presença efetiva nos grandes acontecimentos políticos, que poderão trazer alguma transformação capaz de atingir as monarquias absolutas.</p>
<p>Assim, não apenas irá transformar seus membros revolucionários, mas tentará atrair pessoas capacitadas a exercer poderes políticos.</p>
<p>Desse modo, em nosso país, D. Pedro I torna-se maçom, não tanto porque faça seus os ideais maçônicos, mas porque à Maçonaria interessa fazê-lo maçom.</p>
<p>Quanto à data da penetração da Maçonaria em território brasileiro, nada pode ser dito com precisão, pois não há consenso nem mesmo entre historiadores maçons. Encontramos diferentes notícias a respeito de sua presença desde 1788, mas não se conhece documento que a confirme.</p>
<p>É certo, entretanto, que a Maçonaria deve ter-se introduzido juntamente com as ideias iluministas adquiridas por estudantes brasileiros na Europa, os quais muitas vezes, ao terminarem o curso da Universidade de Coimbra, iam completar seus estudos na França e na Inglaterra.</p>
<p>A Universidade de Montpellier, considerada um dos focos maçônicos da época, foi das mais frequentadas por estudantes brasileiros.</p>
<p>Por ela passaram José Joaquim da Maia, Álvares Maciel, Domingos Vidal Barbosa e outros.</p>
<p>Na Europa do século XVIII, a Maçonaria desenvolve-se e adquire prestígio graças à ascensão da burguesia e à difusão das ideias iluministas, ao passo que no Brasil a inexistência de uma burguesia como classe impede um processo semelhante.</p>
<p>O que a Maçonaria vai atingir no Brasil não é, pois, a classe que lhe é mais acessível no Velho Continente.</p>
<p>Aqui os privilegiados são os filhos dos senhores; os filhos daqueles aristocratas da terra que vão estudar em universidades europeias.</p>
<p>Só estes, por conseguinte, terão oportunidade de conhecer a filosoia da ilustração; só estes podem fazer entrar no Brasil os livros de Voltaire, Rousseau, Montesquieu e de outros, e, dada a relação existente entre Maçonaria e ilustração, só estes poderão ser iniciados na Maçonaria.</p>
<p>Não nos esqueçamos também do objetivo libertador que a sociedade adquiriu nas colônias americanas.</p>
<p>Era interessante, pois, que esses colonos, indo à Europa a ilustrar-se, conhecessem também as sociedades secretas, não só porque, de certa forma, isso lhes concedia prestígio e os colocava em dia com as transformações sociopolíticas correntes, mas também porque os tornava interessados na libertação de sua terra.</p>
<h3>7. Neste capítulo você viu que:</h3>
<ul>
<li>O período entre a chegada da Corte e a proclamação da independência do Brasil representa um espaço de transição entre a Colônia e o Império brasileiro.</li>
<li>A independência do Brasil foi o resultado de um processo político, econômico e cultural.</li>
<li>A reação pernambucana diante das desigualdades econômicas entre as regiões do nordeste e sudeste resultou em um importante movimento antilusitano.</li>
<li>A Revolução Liberal do Porto resultou na volta de Dom João VI a Portugal (1821), e a proclamação da independência do Brasil.</li>
</ul>
<h2>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h2>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/">Independência do Brasil &#8211; Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Império Português no Brasil – Família Real Portuguesa no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2023 18:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil 1. Introdução Nós vimos a influência das ideias revolucionárias nos principais movimentos de tendência libertadora na América Portuguesa. Também estudamos determinados acontecimentos relacionados à vinda da Corte ao Brasil. Neste capítulo iremos abordar o período em que Dom João VI [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Nós vimos a influência das ideias revolucionárias nos principais movimentos de tendência libertadora na América Portuguesa.</p>
<p>Também estudamos determinados acontecimentos relacionados à vinda da Corte ao Brasil.</p>
<p>Neste capítulo iremos abordar o período em que Dom João VI permaneceu no Rio de Janeiro, cidade-capital do Império lusitano nos trópicos.</p>
<p><figure id="attachment_40807" aria-describedby="caption-attachment-40807" style="width: 834px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40807 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Retrato de João VI de Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg" alt="Jean-Baptiste Debret - Portrait of John VI of Portugal" width="834" height="1182" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg 834w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-723x1024.jpg 723w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-768x1088.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-800x1134.jpg 800w" sizes="(max-width: 834px) 100vw, 834px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40807" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Retrato de João VI de Portugal</figcaption></figure></p>
<p>Este período, que vai de 1808 a 1821, é caracterizado por uma série de transformações socioculturais.</p>
<p>Foi marcado, de maneira geral, por um acelerado desenvolvimento social e urbano.</p>
<p>A cidade-sede do Império será nosso principal foco de estudos a partir de agora, pois foi no Rio de Janeiro que a família real se instalou, e imprimiu as principais alterações do Reino.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>2. Transferência da capital de Lisboa para o Brasil</h3>
<p>A transferência da capital do Brasil, de Salvador para o Rio de Janeiro, foi uma decisão estratégico-militar tomada pelo Secretário de Estado, o marquês de Pombal.</p>
<p>Em 1763, Sebastião José de Carvalho e Melo, que detinha os títulos de Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, recebeu de Dom José I (sucessor de D. João V e antecessor de D. Maria e de D. João VI) a missão de administrar o Estado Português.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Marquês de Pombal, ao formar o gabinete de Dom José I, em 1750, procurou reforçar o Estado, de cuja solidez dependia o funcionamento do mercantilismo, e investiu no absolutismo monárquico como forma de sobrevivência de Portugal enquanto nação independente. [&#8230;] Na colônia, o período pombalino caracterizou-se por grande opressão, típica do mercantilismo, mas também por uma preocupação com realizações administrativas.</div></p>
<p>Portugal era, em 1750, um país atrasado em relação à Inglaterra e França.</p>
<p>Mesmo assim, Pombal tinha como objetivo manter as possessões coloniais portuguesas, e limitar a presença inglesa no Brasil.</p>
<p><strong>Dentre as reformas administrativas do marquês de Pombal, foram criadas as seguintes Companhias:</strong></p>
<ul>
<li>Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão – 1755</li>
<li>Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba – 1759</li>
</ul>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 110):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A primeira companhia tinha por objetivo desenvolver a região Norte, oferecendo preços atraentes para mercadorias aí produzidas e consumidas na Europa, como o cacau, o cravo, a canela, o algodão e o arroz, transportadas com exclusividade nos navios da companhia.</p>
<p>Introduziu também escravos negros que, dada a pobreza regional, foram na sua maior parte reexportados para as minas de Mato Grosso.</p>
<p>A segunda companhia buscou reativar o Nordeste dentro da mesma linha de atuação.</div></p>
<p>Apesar das tentativas de reerguer o Império português, Pombal teve dificuldades para gerenciar a crise econômica causada pela queda do preço do açúcar, devido à já citada concorrência antilhana, e pela redução do volume de ouro retirado das minas interioranas.</p>
<p>Dentre as políticas pombalinas, a mais polêmica foi a expulsão dos jesuítas de Portugal e de suas colônias.</p>
<p>Pombal tinha planos de integrar os índios à civilização portuguesa, e impedir o desenvolvimento das Companhias de Jesus dentro do território colonial.</p>
<p>Como forma de “remediar os problemas criados com a expulsão dos jesuítas na área de ensino, a Coroa Portuguesa tomou medidas.</p>
<p>Foi criado um imposto especial, o subsídio literário – para sustentar o ensino promovido pelo Estado”.</p>
<p>Assim, Pombal reformou o ensino em Portugal e no Brasil, retirando dos jesuítas o direito de ensinar. Em função das reformas pombalinas foi criado em Pernambuco o seminário de Olinda – instituição especializada em ciências naturais e matemática.</p>
<p>O ensino passou então a ser responsabilidade do Estado, como podemos ver no documento que segue:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Estatutos que hão de observar os mestres das escolas dos meninos&nbsp;</strong><strong>nesta</strong> <strong>capitania</strong> <strong>de</strong> <strong>são</strong> <strong>Paulo,</strong> <strong>1768.</strong></p>
<ol>
<li><strong>&nbsp;</strong>Que haverá dois Mestres nesta Cidade e um em cada uma das Vilas adjacentes, os quais serão propostos pelas Câmaras respectivas, e aprovados pelo General, e não poderão exercitar o seu ministério sem ser com esta aprovação e dela tirarem Provisão ou licença.</li>
<li>Que todos os meninos que admitirem, será com despacho do mesmo General, e não poderão passar à outra escola sem preceder o mesmo despacho, e isto para que os Mestres os possam castigar livremente sem o receio de que os pais os tirem por esse motivo ou por outros frívolos que comumente se praticam, e havendo de os quererem tirar para outro qualquer emprego, darão fiança para apresentarem, em tempo determinado, certidão de ocupação ou ofício, em que os tem empregado.</li>
<li>Que nenhum menino possa passar aos estudos da língua latina, sem preceder a mesma licença, a qual se dará com informação do mestre, sobre a sua capacidade, para se saber se se acham bem instruídos no ler, escrever, e contar, e bons costumes, para que não suceda passarem a outros estudos maiores, sem estes primeiros e mais necessários fundamentos, da Religião Cristã e obrigações civis.</li>
</ol>
<p>FONTE: Documento retirado do livro de: DEL PRIORE, Mary. <strong>o</strong> <strong>livro</strong> <strong>de</strong> <strong>ouro</strong> <strong>da</strong> <strong>história</strong> <strong>do</strong> <strong>Brasil</strong>. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001, p. 120-121</div></p>
<p>Neste sentido, o marquês de Pombal representava o próprio Estado português. Ou melhor, ele era o principal representante de um grupo social específico, a burguesia portuguesa.</p>
<p>Camada social que pedia reformas políticas, educacionais e, principalmente, vantagens comerciais que foram suspensas com a abertura dos portos brasileiros.</p>
<p>A centralização política foi uma das principais ações da administração pombalina.</p>
<p>Esta centralização caracterizou-se pelo poder reunido em um único lugar.</p>
<p>Se em Portugal as ordens partiam de Lisboa, no Brasil as ações deveriam ser gerenciadas do Rio de Janeiro.</p>
<p>Devemos considerar que o Rio de Janeiro detinha portos mais próximos da região das Minas Gerais, os quais passaram a superar o porto de Salvador, em termos de volume de mercadorias comercializadas.</p>
<p>A localização do porto também significou, para a Coroa, um controle mais eficaz sobre a região de mineração.</p>
<p>Neste sentido, a nova capital do Império passou a desfrutar uma hegemonia política e econômica.</p>
<p>O mercado, por sua vez, passou a ser influenciado por uma camada social de profissionais liberais ligados ao comércio, que tiravam vantagens mercantis com as novas condições que a cidade luminense desfrutava.</p>
<h3>3. Reestruturação da capital Rio de Janeiro</h3>
<p>A presença de D. João VI e da Corte Portuguesa impulsionou uma série de transformações socioculturais na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p><figure id="attachment_43435" aria-describedby="caption-attachment-43435" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43435 size-large" title="D. Pedro I e a família real portuguesa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1024x682.jpg" alt="D. Pedro I e a família real portuguesa" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/D.-Pedro-I-e-a-familia-real-portuguesa.jpg 1772w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43435" class="wp-caption-text">D. Pedro I e a família real portuguesa</figcaption></figure></p>
<p>Gilberto Freyre em seu livro “Sobrados e Mucambos”, nos apresenta um quadro impressionista do príncipe regente, ao mesmo tempo que aponta as inovações urbanas da capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.</p>
<p><strong>Que tal então ler um trecho desta importante obra sobre o passado colonial brasileiro?</strong></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A presença no Rio de Janeiro de um príncipe com poderes de rei; príncipe aburguesado, porcalhão, os gestos moles, os dedos quase sempre melados de molho de galinha, mas trazendo consigo a coroa; trazendo a rainha, a corte, fidalgos para lhe beijarem a mão gordurosa mas prudente, soldados para desfilarem em dia de festa diante de seu palácio, ministros estrangeiros, físicos, maestros para lhe tocarem música de igreja, palmeiras imperiais a cuja sombra cresciam as primeiras escolas superiores, a primeira biblioteca, o primeiro banco; a simples presença de um monarca em terra tão republicanizada como o Brasil, com suas rochelas de insubordinação, seus senhores de engenho, seus mineiros e seus paulistas que desobedeciam ao rei distante, que desrespeitavam, prendiam e até expulsavam representantes de Sua Majestade (como os senhores de Pernambuco com os Xumbergas); que já tinham tentado se estabelecer em repúblicas; a simples presença de um monarca em terra tão antimonárquica nas suas tendências para autonomias regionais e até feudais, veio modificar a isionomia da sociedade colonial; alterá-la nos seus traços mais característicos (FREYRE, 2002, p. 723).</div></p>
<p>Entre as significativas alterações no panorama urbano do Rio destacamos a presença de órgãos de imprensa oficial (Gazeta do Rio de Janeiro e Idade de Ouro do Brasil); o Real Teatro de São João; além de bibliotecas, museus e academias.</p>
<p>Aconteceu naquele momento, na sede provisória do Império, uma verdadeira efervescência cultural.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Fundaram-se escolas: de medicina, de marinha, de guerra, de comércio; uma imprensa Régia; que sempre nos fora recusada; em 1814, uma livraria, que seria o núcleo de nossa biblioteca nacional; o Museu, o Jardim Botânico.</p>
<p>Uma verdadeira euforia – é o que narra John Mawe – tomava conta da colônia.</p>
<p>Criava-se tudo quanto até então nos havia sido recusado, tudo o que nos faltava, principalmente os utensílios, os instrumentos capazes de engendrar&nbsp;progressos no domínio da cultura intelectual.</p>
<p>Era como se o Brasil despertasse de um prolongado sono e se pusesse a caminho de sua libertação, um esboço de Universidade, que o Príncipe Regente quis confiar à direção de José Bonifácio.</p>
<p>O que a colônia não obtivera em três séculos obtinha agora em menos de uma década.</div></p>
<p>Este intenso movimento cultural estimulou os estudos científicos sobre a fauna e flora brasileira.</p>
<p>Com o intuito de conhecer os potenciais da natureza brasileira, naturalistas estrangeiros tiveram permissão para estudar a parte lusa do Novo Continente.</p>
<p>Estes estudiosos realizaram um verdadeiro trabalho de mapeamento da vegetação, dos animais, da geografia e das diferentes etnias da colônia.</p>
<h3>4. O Espírito Científico e Artístico</h3>
<p>A partir do início do século XIX, o mundo ocidental começou a conhecer a flora, a fauna e a geografia do Brasil.</p>
<p>O governo de D. João promoveu a vinda de cientistas e artistas europeus, que espalharam pelo país as primeiras sementes do desenvolvimento acadêmico.</p>
<p>Os naturalistas estrangeiros buscaram registrar as espécies animais e vegetais das florestas brasileiras, assim como mapear, através da pintura e do desenho, as paisagens do campo e da cidade.</p>
<p>Da mesma maneira, hábitos do povo, ou melhor, as diferentes culturas regionais, foram registradas (o que denominamos de registros etnográicos) pelos cientistas viajantes.</p>
<p>Entre os naturalistas, tiveram destaque Carlo Frederico Filipe von Martius, médico e botânico, João Batista von Spix, zoólogo, e Jorge Henrique von Langsdorff.</p>
<p>Além deles, vieram ao Brasil o mineralogista inglês John Mawe, e o naturalista francês Saint-Hilaire.</p>
<p>Em 1816 a <strong><a href="http://bahia.ws/obras-que-mostram-os-principais-momentos-da-historia-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Missão Artística Francesa</a></strong> chegou ao Rio de Janeiro.</p>
<p><figure id="attachment_43317" aria-describedby="caption-attachment-43317" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43317 size-loop-large" title="Casamento de D. Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-800x483.jpeg" alt="" width="800" height="483" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-800x483.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-300x181.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-768x464.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-91x55.jpeg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43317" class="wp-caption-text">Casamento de D. Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure></p>
<p>Fizeram parte da Missão o arquiteto Montigny, que elaborou projetos de edifícios urbanos, e os pintores Taunay e <strong><a href="http://bahia.ws/biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret/" target="_blank" rel="noopener">Debret</a></strong>.</p>
<p>O último pintou, inclusive, os integrantes da família real portuguesa.</p>
<p><figure id="attachment_43493" aria-describedby="caption-attachment-43493" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43493 size-large" title="Vista do Convento de Santo Antônio para a baía de Guanabara (RJ), 1816, por de Nicolas Antoine Taunay." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-1024x822.jpg" alt="Vista do Convento de Santo Antônio para a baía de Guanabara (RJ), 1816, por de Nicolas Antoine Taunay." width="800" height="642" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-1024x822.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-300x241.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-768x616.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-69x55.jpg 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-1536x1232.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay-800x642.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-do-Convento-de-Santo-Antonio-1816-por-de-Nicolas-Antoine-Taunay.jpg 1887w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43493" class="wp-caption-text">Vista do Convento de Santo Antônio para a baía de Guanabara (RJ), 1816, por de Nicolas Antoine Taunay.</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Naqueles decênios em que não existia a fotografia, não havia outro meio para fixar as plantas, os animais e as paisagens senão o desenho ou a pintura.</p>
<p>Por esse motivo, os naturalistas geralmente eram exímios desenhistas ou se faziam acompanhar por desenhistas especializados e pintores [&#8230;].Debret passou 15 anos entre nossa gente, pintando e desenhando.</p>
<p>Além de exercer as atividades na Academia, retratou os diversos membros da família real e imperial, pintou quadros históricos e fez inúmeros estudos e esboços, que aproveitou em parte para confeccionar a sua obra Voyage Pitoresque et Historique au Brésil [&#8230;].</p>
<p>Essa obra, publicada entre 1834 e 1839, é o resultado das observações e estudos da vida e da história brasileiras, sendo o primeiro volume dedicado aos indígenas e, os dois últimos, à vida quotidiana, cenas de rua e cenas históricas .</div></p>
<p>Os escritos e as imagens produzidas por estes viajantes, artistas e naturalistas estrangeiros, surgem como verdadeiros documentos históricos. Podemos conhecer, através deles, mais sobre aquele período.</p>
<p>Contudo, estas representações estrangeiras do Rio de Janeiro e de outras regiões brasileiras, estão repletas de preconceitos sobre a população, os costumes e a estrutura urbana colonial.</p>
<p>O Brasil era visto, de maneira geral, como um país arcaico e atrasado. Porém, a exuberante vegetação tropical foi o principal ponto de destaque daquelas imagens, representações do Brasil.</p>
<h3>5. Hábitos da Corte Portuguesa</h3>
<p>Além da construção de uma nova estrutura arquitetônica e do desenvolvimento das ciências e das artes, o espaço urbano do Rio de Janeiro serviu de palco aos nobres cortesãos e para membros da família real.</p>
<p>As ruas da cidade se tornaram palco para a encenação pública dos hábitos corteses.</p>
<p>Carruagens e vestimentas luxuosas, contrastavam com as ruas sujas e estreitas de uma cidade povoada por uma maioria afrodescendente.</p>
<p>A elite luso-brasileira incorporou novos hábitos, vindos menos de Portugal e mais da França e da Inglaterra.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Através dos ingleses chegou o gosto pelas residências em casas isoladas, bem divididas e mais higiênicas, distantes do centro da cidade; por produtos superiores em qualidade: cristais e vidros, louças e porcelanas, panelas de ferro.</p>
<p>Vieram também o reinamento dos modos de comer, com o uso de garfo e faca, e a utilização de novos remédios.</div></p>
<p>Apesar dos conflitos militares entre portugueses e franceses, quem ditava a moda no Rio era a França.</p>
<p>Ter “bom gosto” naquela época era ter sua casa decorada com papéis de parede franceses e móveis ingleses.</p>
<p>As mulheres deveriam saber se portar em público com a máxima discrição, saber ler e escrever.</p>
<p>Em um baile era necessário saber dançar adequadamente.</p>
<p>Todo um conjunto de normas de conduta servia, de fato, como uma forma simbólica de diferenciação entre a elite e a população pobre, quando não escrava. A etiqueta era uma forma visual de marcar as diferenças sociais e culturais.</p>
<p>Não tardou para a classe média urbana começar a imitar os hábitos corteses. Das práticas culturais apropriadas da nobreza, encontramos o passeio público nos jardins, o culto ao jardim, a admiração da natureza e o lazer ao ar livre.</p>
<h3>6. Formação de uma Classe-Média</h3>
<p>O desenvolvimento econômico, incentivado pela mineração do século XVIII e pela presença da Corte no Brasil, imprimiu características mais urbanas à sociedade colonial.</p>
<p>Neste sentido, novos grupos citadinos apareceram, e com eles uma maior diversificação proissional foi sentida na sociedade brasileira.</p>
<p>Até então esta sociedade estava dividida, predominantemente, entre uma aristocracia rural, que detinha as grandes propriedades, uma camada intermediária de trabalhadores livres (agricultores, artesãos, mercadores etc.) e escravos.</p>
<p>Contudo, nos tempos da mineração, houve um desenvolvimento comercial e de prestação de serviços que fez crescer uma camada média urbana, formada por funcionários públicos, militares, artesãos, profissionais liberais, literatos e comerciantes.</p>
<p>Por sua vez, as cidades, enquanto locais de moradia desta classe média, sofreram um processo de remodelação.</p>
<p>Os comerciantes das cidades investiam em inúmeros negócios: em escravos, em secos e molhados, em companhias de seguros, no sistema postal e em empresas educacionais.</p>
<p>Outros se tornaram banqueiros. Havia, também, os comerciantes que percorriam diferentes cidades para vender suas mercadorias.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Paralelamente às diversas formas de comércio volante, a urbanização havia, sobretudo, incrementado o mercado fixo. Esse se dividia em lojas e vendas.</p>
<p>As primeiras, grandes, encontravam-se nos centros urbanos, as segundas, menores, nas periferias.</p>
<p>Ambas mercadejavam produtos secos e manufaturados como panos e ferramentas, além de bebidas e alimentos.</p>
<p>Os inventários revelam, por exemplo, que numa dessas lojas o comprador encontrava diversos produtos, tais como incenso, marmelada, canela, barris de cachaça, toucinho e sal às panelas, sabão e frascos de vinagre.&nbsp;</p>
<p>Seus proprietários financiavam a atividade de comerciantes ainda menores que lhes traziam mercadorias dos portos distantes, além de manter caixeiros, escriturários e guarda-livros, encarregados de cobranças e listas de estoque.</div></p>
<p>Os imigrantes que buscavam novas oportunidades no “eldorado tropical” foram os principais atores desta diversiicação sociocultural.</p>
<p>Eram alfaiates, tanoeiros, carapinas (marceneiros da marinha), calafates, prateiros, ourives, sapateiros. As mulheres dividiam-se entre bordadeiras, costureiras, chapeleiras e fabricantes de penas.</p>
<p>Entretanto, o desenvolvimento urbano e todo o colorido cultural contrastavam com as diferenças sociais entre livres e escravos, ricos e pobres.</p>
<p>Começava, então, a se configurar a diferença entre campo e cidade, entre o burguês urbano, identificado com os valores da civilização e o humilde interiorano que era associado a um país atrasado e ignorante.</p>
<h3>7. Neste capítulo você viu:</h3>
<ul>
<li>As medidas centralizadoras adotadas pelo marquês de Pombal no Brasil, para fortalecer a estrutura administrativa da Colônia.</li>
<li>As principais transformações urbanas e sociais realizadas na cidade-capital do império português, nos trópicos.</li>
<li>O incentivo à criação de instituições de pesquisa e de ensino laico, e o financiamento de expedições cientíicas e artísticas ao Brasil, a fim de conhecer a natureza e a cultura brasileira.</li>
<li>Os hábitos da corte como diferencial simbólico de poder.</li>
<li>A formação de uma classe média urbana, em função do desenvolvimento e da diversificação da sociedade colonial.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transferência da corte portuguesa para o Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 13:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Transferência da corte portuguesa para o Brasil 1. Introdução Vimos no capítulo anterior os principais movimentos de libertação influenciados pelos ideais revolucionários franceses e ingleses. Estes ideais igualitários, todavia, faziam parte dos projetos de uma elite letrada, que olhava o Velho Continente como um exemplo a ser seguido. Contudo, entre [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Transferência da corte portuguesa para o Brasil</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Vimos no capítulo anterior os principais movimentos de libertação influenciados pelos ideais revolucionários franceses e ingleses.</p>
<p>Estes ideais igualitários, todavia, faziam parte dos projetos de uma elite letrada, que olhava o Velho Continente como um exemplo a ser seguido.</p>
<p>Contudo, entre a camada mais humilde da população o rei ainda era uma igura reverenciada.</p>
<p>Para grande parte da população da colônia portuguesa, a monarquia era a melhor forma de governo. Neste sentido, o poder do rei era pouco contestado (a não ser entre um grupo social especíico, a classe média e a elite).</p>
<p>As relações sociais hierárquicas entre a colônia e a metrópole, foram aos poucos sendo recusadas, pois não foi de uma hora para outra que a população passou a reivindicar seus direitos e clamar por igualdade.</p>
<p>Em uma monarquia os lugares sociais eram rigidamente definidos.</p>
<p>Cada um deveria permanecer em seus respectivos lugares sociais. Os laços sanguíneos, associados aos costumes de corte, é que definiam uma identidade de elite.</p>
<p>Por outro lado, a grande maioria da população era composta de trabalhadores do campo e da cidade.</p>
<p>Entretanto, com a transferência da corte para o Rio de Janeiro, começou a se dar uma significativa transformação social, política e cultural na Colônia.</p>
<p>A sociedade urbana se diversificou, cresceu.</p>
<p>A partir do momento em que o Brasil passou a ser a sede do governo imperial português, com a transferência da Corte, aumentou-se relativamente a mobilidade social na coletividade luso-brasileira estabelecida na América Portuguesa.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Embarque-do-principe-D.-Joao-para-o-Brasil-de-acordo-com-Giuseppe-Gianni.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>2. Transferência da família real e corte portuguesa para o Brasil Colônia</h3>
<p>A mudança da corte e da família de Dom João VI para o Brasil, foi uma das consequências das Guerras Napoleônicas (1799-1815).</p>
<p>A guerra que a França de Napoleão Bonaparte moveu contra a Inglaterra, fez com que o rei Dom João colocasse em prática o plano de transferir o aparelho administrativo lusitano, para sua mais promissora colônia: o Brasil.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O projeto de transladar a Corte para o Brasil tomou forma quando as tropas napoleônicas, vindas do território espanhol, avançaram sobre a capital.</p>
<p>Embora o embarque tenha sido atropelado, a decisão de atravessar o Atlântico não foi imposta pelo pânico. Há muito se estudava esta possibilidade (DEL PRIORE, 2001, p. 185).</div></p>
<p>O plano de se mudar para o Brasil não foi elaborado subitamente em 1808.</p>
<p>Segundo a historiadora Lílian Moritz Schwarcz, (apud O’NEIL, 2007) em 1580, no período em que a Espanha invadiu e anexou Portugal a seus domínios, o príncipe de Portugal “foi aconselhado a embarcar para o Brasil” (2007, p. 35).</p>
<p>Da mesma maneira, o padre Vieira já tinha considerado o Brasil como lugar ideal para a montagem da sede do “Quinto Império”.</p>
<p>“Interpretando a Bíblia, Vieira defendia que os desígnios divinos teriam escolhido Portugal para a fundação do V Império, sucedendo assim o Egito, Assíria, Pérsia e Roma” (apud SOUZA, 2000, p. 14).</p>
<p>No século XVIII este desejo de construir um grande império foi revisto. Segundo Iara Lis Carvalho Souza, um grupo de letrados portugueses (entre eles Andrada e Silva, Manuel Arruda da Câmara Bittencourt de Sá, José Vieira Coutinho), propôs uma reestruturação do império português, tendo em vista os ideais iluministas.</p>
<p>Pretendia-se tornar Portugal uma grande nação imperialista, de economia mais produtiva e politicamente mais eficaz.</p>
<p>Então, podemos perceber que já havia, antes de 1808, planos promissores para o Brasil. Ele seria, de fato, uma “colônia emancipada e ligada à metrópole” (SOUZA, 2000, p. 18).</p>
<p>Apesar desta perspectiva de futuro não ter se concretizado, os portugueses já imaginavam uma “emancipação” para sua Colônia tropical.</p>
<p>A estratégia era elaborar reformas administrativas para que Portugal continuasse controlando o Brasil.</p>
<p>Portanto, é importante reforçar que desde o começo do século XIX, eram pensadas alternativas para que o Brasil não rompesse de forma radical e definitiva, as relações de dependência com a metrópole.</p>
<p>Estas ideias circulavam em Portugal quando a família real portuguesa embarcou para o Brasil. Chegaram, inclusive, a serem postas em prática pelo ministro e secretário de Estado Rodrigo Coutinho.</p>
<p>Desde ins do século XVIII, a condição do Brasil dentro do império português foi, paulatinamente, alterada.</p>
<p>Repensaram-se o papel e a concepção de colônia, reviu-se o estatuto colonial e projetou-se mesmo uma transformação desse império transoceânico, centrado em Portugal, que se estendia da Ásia à América Portuguesa, sem falar das possessões na África.</p>
<p>A partir daí o projeto de um “vasto e poderoso império” ganhou envergadura e se tornou uma eiciente política de Estado com Dom Rodrigo de Souza Coutinho à frente do governo português.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Dom Rodrigo fomentou uma série de instituições de saber capazes de formar letrados e se valer do trabalho destes: Casa Literária do Arco do Cego, em Lisboa; Seminário de Olinda; Academia de Guardas-Marinhas e Observatório Astronômico, no Rio de Janeiro; Escola Médico-Cirurgiã, na Bahia e no Rio; Curso de Estudos Matemáticos, em Pernambuco; Curso de Economia Política e Imprensa Régia, no Rio de Janeiro.</p>
<p>No espírito da Academia, essas instituições promoviam o progresso científico sem alterar a estrutura de poder e a ordem social (SOUZA, 2000, p. 12-13).</div></p>
<p>Neste sentido, estava em marcha, mesmo antes da chegada da Corte, ações de cunho liberal, que buscavam promover um desenvolvimento à colônia.</p>
<p>A ideia era: se o ideal libertário proclamado na Revolução Francesa não poderia ser encoberto, deveria, ao menos, ser adaptado aos interesses e necessidades dos colonizadores portugueses.</p>
<h4>2.1. Partida para o Brasil&nbsp;</h4>
<p>As reações do povo de Lisboa à viagem da comitiva real portuguesa podem ter sido diversas, mas, de fato, era o rei quem estava partindo e isto causou uma comoção geral.</p>
<p>Sem previsão de retorno (o que só aconteceu treze anos depois, em 1821), Dom João, junto com sua família, deixava “órfãos” os súditos lusitanos.</p>
<p>Ao assistir o espetáculo incomum, houve gente que chorou, se sentiu desolada, como se o seu próprio pai estivesse partindo.</p>
<p>Jurandir Malerba (2000, p. 206) analisa este sentimento de comunhão entre o rei e seus súditos, ele diz: “a imagem do rei como pai conforma-se no imaginário, no conjunto social de imagens criadas para representar a soberania monárquica”.</p>
<p>O rei era visto, inclusive, como um ser supremo, sagrado.</p>
<p>Esta imagem do rei também era compartilhada no Brasil. “A ideia – ou o sentimento? – paternal é tão forte para luminenses como para lisboetas, que utilizaram profundamente a orfandade para definir sua condição em função da partida do rei” (MALERBA, 2000, p. 206).</p>
<p>O embarque para a América foi confuso.</p>
<p>Segundo relato do inglês Thomas O’Neil escrito em 1810, muitos homens, mulheres e crianças tentaram embarcar em vão, pois as naus estavam lotadas.</p>
<p><figure id="attachment_43387" aria-describedby="caption-attachment-43387" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43387 size-large" title="Transferência da corte portuguesa para o Brasil - Nicolas Louis Albert Delerive" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-1024x724.png" alt="Transferência da corte portuguesa para o Brasil - Nicolas Louis Albert Delerive" width="800" height="566" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-1024x724.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-300x212.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-768x543.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-78x55.png 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-1536x1086.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-2048x1449.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-Brasil-Nicolas-Louis-Albert-Delerive-800x566.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43387" class="wp-caption-text">Transferência da corte portuguesa para o Brasil &#8211; Nicolas Louis Albert Delerive</figcaption></figure></p>
<p>No dia 27 de novembro de 1807, toda a Família Real, D. João, Príncipe Regente, futuro D. João VI.</p>
<p>A corte portuguesa muda-se para o Brasil face ao perigo das invasões Napoleónicas em Portugal.</p>
<p>Sua Alteza real o príncipe&nbsp;regente e seus ilhos estavam a bordo da frota, a qual transportava ao todo de 16 a 18 mil súditos de Portugal: todas as naus estavam superlotadas.</p>
<p>No navio Príncipe Real, não havia menos de 412 pessoas, além da tripulação (O’NEIL, 2007, p. 59).</p>
<p>O’Neil nos apresenta um quadro da dimensão da partida, que ele julgou como uma “fuga”, que contou com a notável ajuda de seus compatriotas, os ingleses, inimigos da França e de Napoleão.</p>
<p>O’Neil desenha o caos que se instala no porto de Belém: de um momento a outro, acorreram milhares de pessoas, com suas bagagens e caixotes, isso sem esquecer da burocracia do Estado e das riquezas que viajavam junto com o rei.</p>
<p>Nas praias e cais do Tejo, até Belém, espalhavam-se pacotes e baús largados na última hora (SCHWARCZ apud O’NEIL, 2007, p. 36).</p>
<p>De maneira geral, a partida da corte portuguesa para o Brasil é vista de duas formas.</p>
<p>Enquanto uma fuga, um ato de covardia do rei, e como uma sábia decisão, pois impediu que a França depusesse o rei e conquistasse as colônias lusas.</p>
<p>A Inglaterra temia que o Brasil caísse nas mãos dos franceses. Isto iria diminuir ainda mais sua possibilidade de comércio.</p>
<p>Os ingleses já sofriam as consequências da guerra contra a França, que ocasionou o fechamento dos portos europeus aos navios britânicos (o fechamento dos portos, orquestrado por Napoleão, visava enfraquecer economicamente a Inglaterra).</p>
<p>Neste sentido, interessava aos ingleses uma aliança com Portugal e, principalmente, com o Brasil, só assim seria possível manter o comércio ultramarino com a América Portuguesa.</p>
<p>Não foi por menos que os ingleses se dispuseram a escoltar a corte portuguesa para o Brasil.</p>
<p>A Inglaterra colocara sua marinha de guerra à disposição da Corte lusa, em troca de vantagens comerciais com o Brasil.</p>
<p>O relato de Thomas O’Neil apresenta as dezenas de navios que compunham a frota real. Junto com as 15 embarcações da esquadra real, dezenas de navios mercantes (30 aproximadamente) levaram a família real e milhares de súditos em direção aos trópicos.</p>
<h4>2.2. A Viagem&nbsp;</h4>
<p>A viagem não foi fácil. Houve racionamento de água e comida. O excesso de passageiros&nbsp;e a falta de higiene, que, inclusive, obrigou as mulheres a cortar os cabelos por causa dos piolhos.</p>
<p>Não havia camas para todos, tampouco cadeiras e pratos. Mas, apesar das dificuldades, houve cantoria ao som da viola e jogos de carta.</p>
<p>A esquadra real enfrentou duas tempestades em alto mar, que separaram os navios da esquadra.</p>
<p><figure id="attachment_43389" aria-describedby="caption-attachment-43389" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43389 size-full" title="Viagem&nbsp;da familia real portuguesa para o Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Viagem-da-familia-real-portuguesa-para-o-Brasil.jpg" alt="Viagem&nbsp;da familia real portuguesa para o Brasil" width="494" height="373" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Viagem-da-familia-real-portuguesa-para-o-Brasil.jpg 494w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Viagem-da-familia-real-portuguesa-para-o-Brasil-300x227.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Viagem-da-familia-real-portuguesa-para-o-Brasil-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Viagem-da-familia-real-portuguesa-para-o-Brasil-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 494px) 100vw, 494px" /><figcaption id="caption-attachment-43389" class="wp-caption-text">Viagem&nbsp;da familia real portuguesa para o Brasil</figcaption></figure></p>
<p>O navio Príncipe Real, que conduziu Dom João, aportou em Salvador, mas outros rumaram para o Rio de Janeiro.</p>
<p>Foi no dia 22 de janeiro de 1808, após 54 dias em alto mar, que o Príncipe Real chegou ao Brasil.</p>
<p>Thomas O’Neil (2007, p. 69) publicou uma carta que fala do transporte da Corte através do oceano Atlântico:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Tivemos sorte de estar na companhia de Sua Alteza Real, que parou aqui (São Salvador) por falta de provisões.</p>
<p>É inadequada para descrever a situação angustiosa das pobres mulheres que superlotaram a nau: estando desprovidas do que lhes seria necessário, fiquei espantado de ver como superaram as dificuldades.</p>
<p>Hoje de manhã morreu o duque de Caraval, literalmente sucumbiu de tristeza. Soube que ele era um dos principais fidalgos de Portugal e homem de caráter exemplar.</p>
<p>Acho realmente que ele passava fome na viagem, e espero que o príncipe desembarque todos aqui, para evitar cenas de infortúnio.</div></p>
<p>Após um mês em Salvador, D. João chegou no Rio de Janeiro.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O Pão de Açúcar daria as boas-vindas a essa tripulação e a seu comandante (Sir Sidney Smith, que era conhecido como “Leão do Mar”) acostumado a tantas guerras e batalhas. Por outro lado, os ares dos trópicos, encantados com o clima, as árvores, as frutas e as gentes do local (SCHWARCZ, 2007, p. 43).</div></p>
<h4>2.3. A Chegada</h4>
<p>O príncipe regente D. João VI, sua mãe e rainha D. Maria, e a família real desembarcaram no Rio de Janeiro no dia 8 de março de 1808.</p>
<p><figure id="attachment_43401" aria-describedby="caption-attachment-43401" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43401 size-large" title="Chegada da família real portuguesa no Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-1024x598.jpg" alt="Chegada da família real portuguesa no Brasil" width="800" height="467" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-1024x598.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-300x175.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-768x449.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-94x55.jpg 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-1536x898.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-2048x1197.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Chegada-da-familia-real-portuguesa-no-Brasil-800x468.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43401" class="wp-caption-text">Chegada da família real portuguesa no Brasil</figcaption></figure></p>
<p>A chegada da corte real causou grande mobilização na cidade. Houve uma verdadeira festa popular.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">As ruas estavam atapetadas de areia da praia e ervas aromáticas, colchas de Goa tremulavam nas varandas e os sinos repicavam. [&#8230;] À medida que a Corte descia dos navios, era recebida com uma chuva de lores e plantas odoríferas.</p>
<p>Na frente da igreja do Rosário, sacerdotes paramentados com pluviais de seda incensavam os viajantes recém-chegados, enquanto o ar era sacudido por fanfarras, foguetes e o matraquear da artilharia (DEL PRIORE, 2001, p. 187).</div></p>
<p>Este ato público simbólico representou o início dos novos tempos para a capital do Império, mas também para o Brasil.</p>
<p>Até mesmo o calendário foi modificado, dia 13 de maio, aniversário do príncipe, passou a ser celebrado com festas.</p>
<p>Para que a nobreza pudesse ser instalada, foram desocupadas casas e mansões de pessoas importantes da colônia, este ato ficou conhecido como “aposentadorias”.</p>
<p>As melhores casas foram escolhidas para abrigar a comitiva real. As letras P e R (Príncipe Regente) eram pintadas nas portas das casas escolhidas.</p>
<p>A Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, passou a ser a residência da família real. A mansão da Quinta foi cedida pelo comerciante português Elias Antônio Lopes.</p>
<p><figure id="attachment_43403" aria-describedby="caption-attachment-43403" style="width: 763px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43403 size-large" title="Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista) e suas progressivas reformas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-763x1024.jpg" alt="O Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista)e suas progressivas reformas, Jean-Baptiste Debret, 1839" width="763" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-763x1024.jpg 763w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-223x300.jpg 223w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista.jpg 768w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43403" class="wp-caption-text">O Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista) e suas progressivas reformas, Jean-Baptiste Debret, 1839.</figcaption></figure></p>
<p>Foi este cenário que marcou os primeiros momentos da chegada da família real no Rio de Janeiro. Mas as mudanças estavam apenas começando.</p>
<h4>2.4. Abertura dos Portos</h4>
<p>Antes mesmo de Dom João chegar ao Rio de Janeiro, ele havia decretado a abertura dos portos do Brasil às chamadas “nações amigas”, em especial à Inglaterra.</p>
<p>A Carta Régia, que documenta a abertura, é de 28 de janeiro de 1808, foi redigida por José da Silva Lisboa, um leitor apaixonado do economista liberal Adam Smith.</p>
<p>Este documento contrariava o Pacto Colonial (o monopólio comercial que Portugal detinha para fazer comércio com o Brasil).</p>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 122):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A abertura dos portos foi um ato historicamente previsível, mas ao mesmo tempo impulsionado pelas circunstâncias do momento.</p>
<p>Portugal estava ocupado por tropas francesas, e o comércio não podia ser feito através dele.</p>
<p>Para a Coroa Portuguesa era preferível legalizar o extenso contrabando existente entre a Colônia e a Inglaterra e receber os tributos devidos.</p>
<p>A Inglaterra foi a principal beneficiária da medida. O Rio de Janeiro se tornou porto de entrada dos produtos manufaturados ingleses [&#8230;].</div></p>
<p>Com a abertura houve modificação dos valores das tarifas alfandegárias.</p>
<p>Os gêneros denominados molhados (azeite, vinho e aguardente) passaram a custar o dobro do preço para serem comercializados no Brasil.</p>
<p>As outras mercadorias, os gêneros secos, pagariam uma taxa de 24% <em>ad</em> <em>valorem</em> (sobre seu valor). Por sua vez, os estrangeiros podiam levar para fora do Brasil produtos coloniais, exceto o pau-brasil.</p>
<p>Porém, a Inglaterra passou a pagar taxas diferenciadas, 16% <em>ad</em> <em>valorem</em> sobre os gêneros secos e 30% menos dos impostos estabelecidos para os molhados.</p>
<p>Estas medidas diminuíram o contrabando e acabaram enchendo o mercado brasileiro de produtos ingleses.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O mercado ficou inteiramente abarrotado; tão grande e inesperado foi o luxo de manufaturas inglesas no Rio, logo em seguida à chegada do príncipe regente, que os aluguéis das casas para armazená-las elevaram-se vertiginosamente.</p>
<p>A Baía da Guanabara estava coalhada de navios e, em breve, a alfândega transbordou com o volume das mercadorias.</p>
<p>Montes de ferramentas e de pregos, peixe salgado, montanhas de queijo, chapéus, caixas de vidro, cerâmica, cordoalha, cervejas engarrafadas em barris, tintas, gomas, resinas, alcatrão etc., achavam-se expostos não somente ao sol e à chuva, mas à depredação geral.</div></p>
<p>O comércio internacional se intensiicou ainda mais com o Tratado de 1810 entre Portugal e Inglaterra.</p>
<p>Este tratado foi “o preço pago por Portugal à Inglaterra pelo auxílio que&nbsp;dela recebera na Europa” (HOLANDA et al., 2003, p. 93).</p>
<p>Entenda-se que o “auxílio” foi a escolta da marinha inglesa, que acompanhou a Corte na travessia oceânica.</p>
<p>A Inglaterra obteve concessão especial, e a partir daquela data passou a pagar apenas 15% <em>ad</em> <em>valorem</em>.</p>
<p>Os tratados comerciais anteriores foram abolidos.</p>
<p>Até mesmo as mercadorias portuguesas tinham taxas mais elevadas, 16% sobre o valor da mercadoria. “Tal concessão teve resultados vários: impediu o desenvolvimento da indústria no Brasil, pois seus produtos não podiam concorrer com as mercadorias inglesas vendidas a preços muito baixos” (HOLANDA et al., 2003, p. 96).</p>
<p><strong>Alguns dos principais artigos do Tratado de 1810, denominados Aliança e Amizade e Comércio e Navegação, foram os seguintes:</strong></p>
<p>Os dois reinos se apoiariam mutuamente, sendo que de imediato a Inglaterra apoiaria a invasão da Guiana Francesa, consequência da declaração de guerra lançada por Dom João, assim que chegou ao Brasil.</p>
<ul>
<li>A Coroa britânica ratificava seu apoio integral aos Braganças.</li>
<li>A Inglaterra teria renovados seus direitos sobre a ilha da Madeira e ganharia um porto neutro na ilha de Santa Catarina.</li>
<li>A Inglaterra teria o direito de cortar madeiras, como o jacarandá e o vinhático, construir navios e manter permanentemente uma esquadra de guerra no litoral brasileiro.</li>
<li>Os súditos ingleses aqui residentes teriam garantida sua liberdade religiosa, com a não instalação da Inquisição, e seriam julgados em qualquer caso pelos Juízes Conservadores (nomeados pela Inglaterra), “reconhecida a superioridade da jurisprudência britânica”.</li>
<li>O governo português comprometia-se a abolir gradualmente o trabalho escravo. De imediato, o tráfico ficava limitado às colônias portuguesas na África.</li>
<li>A Inglaterra obtinha o direito de reexportação de gêneros tropicais.</li>
</ul>
<p>Além do já citado acordo alfandegário (taxas a 15% <em>ad</em> <em>valorem</em>), estes foram os pontos acordados entre Portugal e Inglaterra, que perduraram por 14 anos.</p>
<p>Porém, a elite luso-brasileira não aceitou os termos deste contrato. Acusando o governo de traição, agiam na verdade com o objetivo de defender suas propriedades; em especial seus escravos. E, como não podia ser diferente, a Igreja Católica também se manifestou contra a Aliança.</p>
<p>Outro ponto deve ser indicado: as ações militares de D. João na América.</p>
<p>Em 1809 houve a invasão da Guiana Francesa como retaliação à tomada de Portugal por Napoleão.</p>
<p>E em 1817 Montevidéu, no Uruguai, foi invadida. Estas ações militares fizeram parte da expansão do Império português, neste caso, contra a Espanha, que estava sob o comando dos exércitos franceses.</p>
<h3>3. O Brasil de Colônia a Reino Unido</h3>
<p>Com a presença da Corte lusitana, a América Portuguesa passou a ser o centro de comando do Império, vindo a se chamar, em 1815, de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. O Brasil passou, então, a ser a sede do poder monárquico.</p>
<p>Para se adequar aos novos tempos, a estrutura administrativa portuguesa, que foi transferida para o Brasil, começou a funcionar.</p>
<p>No Rio de Janeiro estavam instalados os órgãos administrativos, como a Junta de Comércio, Agricultura, Fábrica e Navegação do Brasil; a Real Fábrica de Pólvora e a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica.</p>
<p>A nova capital do Império dobrou sua população entre 1808 e 1821.</p>
<p>O Brasil passou de 50 mil para 100 mil habitantes. Eram, na maioria, imigrantes (portugueses, espanhóis, franceses e ingleses), que formaram uma “classe média de profissionais e artesãos qualiicados”.</p>
<p><strong>A educação teve atenção especial naquele período:</strong></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Durante a sua permanência no Brasil, D. João incentivou o aumento das escolas régias – equivalentes, hoje, ao segundo grau –, incentivando o ensino primário e as cadeiras de arte e ofícios.</p>
<p>O príncipe regente criou também o nosso primeiro estabelecimento de ensino superior, a Escola Médico-Cirúrgica, mandada organizar na Bahia, em 1808.</p>
<p>No Rio, fundaram-se as Academias Militar e da Marinha, enquanto na Bahia e no Maranhão funcionavam Escolas de Artilharia e Fortificação.</p>
<p>Bibliotecas e topograias entraram em atividade, sendo a Imprensa Régia, na capital, responsável pela impressão de livros, folhetos e periódicos, nela publicados entre 1808 e 1821.</div></p>
<p>Dom Rodrigo de Souza Coutinho, conde de Linhares, foi uma importante liderança este processo de desenvolvimento científico e educacional.</p>
<p>Enquanto Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, esteve à frente da criação de instituições de promoção intelectual.</p>
<p>Na verdade, ele era o herdeiro das ideias de marquês de Pombal (1750-1777) – um antigo aliado da burguesia mercantil que tinha planos de transformar Portugal em um poderoso império.</p>
<p>Apesar do Príncipe Regente fazer do Brasil a sede do reino e equipá-lo de instituições voltadas à produção, sejam elas de caráter econômico ou cultural, pretendia-se que o Brasil; continuasse em uma situação de dependência em relação aos portugueses.</p>
<p>Contudo, tais reformas institucionais acabaram tendo um efeito indesejado, serviram, de fato, como base econômica, política e cultural para uma emancipação do Brasil.</p>
<p>Todavia, a implantação do Império nos trópicos fez nascer um sentimento de “nacionalidade” (nativismo).</p>
<p>Uma civilização diferente formava-se do encontro do rural com o urbano.</p>
<p>A natureza exuberante servia de paisagem a uma miscigenação entre povos e culturas.</p>
<p>O Rio de Janeiro, por sua vez, foi o microcosmo onde se deram tais transformações de maneira rápida e intensa.</p>
<h3>4. Nesse capítulo você viu que:</h3>
<ul>
<li>Os planos de mudança para o Brasil eram anteriores a 1808. Já se projetava construir um poderoso império português, tendo o Brasil como principal colônia.</li>
<li>Não há um consenso sobre a transferência de Dom João e a família real, mas alguns estudiosos consideram um ato de covardia, outros uma estratégia militar.</li>
<li>A partida da Corte para o Brasil foi impulsionada pela invasão de Portugal pelo exército de Napoleão Bonaparte, que lutava pela hegemonia política no continente europeu.</li>
<li>A Inglaterra escoltou a Corte até o Brasil, pois tinha interesses comerciais com Portugal. Os ingleses foram os principais beneficiários após a abertura dos portos brasileiros.</li>
<li>Com a presença do aparato administrativo do reino de Portugal no Rio de Janeiro, o Brasil deixou de ser colônia para se tornar Reino Unido.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Brasil de 1730</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1730/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 10:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=43378</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Brasil de 1730 &#8211; Mapa Histórico &#8220;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&#8221;, Blaeu/Schenk Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu. O mapa inclui as capitanias hereditárias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43379" aria-describedby="caption-attachment-43379" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43379 size-large" title="Mapa do Brasil de 1730" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1024x881.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1730&quot;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&quot;, Blaeu/Schenk
Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu. Ele inclui as capitanias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas anteriores de Blaeu do Brasil. A bela cartela é cercada por querubins e um deus do rio. Esse mapa, desenhado por Joannes de Broen e gravado por Abraham Wolfgang, foi concluído pouco antes do grande incêndio que destruiu a gráfica e, portanto, foi incluído em apenas uma edição dos atlas de Blaeu. Em 1694, Pieter Schenk adquiriu várias placas de cobre de Blaeu, incluindo esta." width="800" height="688" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1024x881.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-300x258.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-768x661.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1536x1322.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-2048x1763.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-800x689.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43379" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1730<br />&#8220;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&#8221;, Blaeu/Schenk<br />Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu. Ele inclui as capitanias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas anteriores de Blaeu do Brasil. A bela cartela é cercada por querubins e um deus do rio. Esse mapa, desenhado por Joannes de Broen e gravado por Abraham Wolfgang, foi concluído pouco antes do grande incêndio que destruiu a gráfica e, portanto, foi incluído em apenas uma edição dos atlas de Blaeu. Em 1694, Pieter Schenk adquiriu várias placas de cobre de Blaeu, incluindo esta.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Brasil de 1730 &#8211; Mapa Histórico</h3>
<h4>&#8220;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&#8221;, Blaeu/Schenk</h4>
<p>Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu.</p>
<p>O mapa inclui as capitanias hereditárias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas anteriores de Blaeu do Brasil.</p>
<p>A bela cartela é cercada por querubins e um deus do rio.</p>
<p>Esse mapa, desenhado por Joannes de Broen e gravado por Abraham Wolfgang, foi concluído pouco antes do grande incêndio que destruiu a gráfica e, portanto, foi incluído em apenas uma edição dos atlas de Blaeu.</p>
<p>Em 1694, Pieter Schenk adquiriu várias placas de cobre de Blaeu, incluindo esta.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1730/">Mapa do Brasil de 1730</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</title>
		<link>https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 15:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<category><![CDATA[Bandeirantes]]></category>
		<category><![CDATA[Navio Negreiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes 1. Introdução Neste capítulo iremos estudar a fundação da cidade de São Paulo e a sua importância para o processo de colonização e povoamento do Brasil colonial. Além disso, estudaremos a ação dos bandeirantes paulistas no processo de interiorização do território [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Neste capítulo iremos estudar a fundação da cidade de São Paulo e a sua importância para o processo de colonização e povoamento do Brasil colonial.</p>
<p>Além disso, estudaremos a ação dos bandeirantes paulistas no processo de interiorização do território brasileiro e na consequente descoberta de metais preciosos.</p>
<p>A fundação de São Vicente e, mais tarde, de São Paulo foram marcos na história do Brasil, pois permitiram o surgimento de regiões habitadas por europeus fora do nordeste.</p>
<p>Além disso, a ação dos bandeirantes paulistas, neste processo, foi de suma importância, pois os mesmos passaram a desenvolver atividades econômicas relacionadas à caça ao índio, e mais tarde, seriam os responsáveis diretos pela ampliação do Tratado de Tordesilhas.</p>
<p><figure id="attachment_43394" aria-describedby="caption-attachment-43394" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43394 size-large" title="Tratado de Tordesilhas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp" alt="Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-1024x576.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-300x169.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-768x432.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-98x55.webp 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado-800x450.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Esta-pintura-do-seculo-15-ilustra-como-o-Tratado-de-Tordesilhas-foi-assinado.webp 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43394" class="wp-caption-text">Esta pintura do século 15 ilustra como o Tratado de Tordesilhas foi assinado</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O Tratado de Tordesilhas, que dividiu o controle de territórios pelo mundo entre portugueses e espanhóis.O acordo foi uma tentativa de apaziguar disputas pela posse de terras entre as duas nações, então potências mundiais.</p>
<p>O descobrimento da América, em 1492, tornou ainda mais urgente a necessidade de um entendimento entre Portugal e Espanha sobre as terras além-mar, mesmo aquelas que ainda faltavam descobrir.</p>
<p>Com o passar dos séculos, os limites criados no papel foram desrespeitados e entraram no palco das disputas na América os canhões e as fortalezas.</p>
<p>O Tratado de Tordesilhas foi assinado entre Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494. Recebeu este nome pois os diplomatas que discutiram os termos do documento se reuniram na cidade de Tordesilhas, na região de Castela e Leão.</p>
<p>As duas nações já tinham produzidos acordos outras vezes e, portanto, não chegava a ser uma grande novidade sentar e discutir.</p>
<p>Dessa vez, o tratado definiu uma linha imaginária que ficava a cerca de 1.780 quilômetros (ou 370 léguas) a oeste das ilhas de Cabo Verde.</p>
<p>Esse limite, chamado de Meridiano de Tordesilhas, era uma referência: a oeste dele, as terras pertenceriam a Espanha; a leste, seriam de Portugal.</p>
<p>Nenhuma das duas nações sabia ao certo, naquele momento, quanto de “terra” isso envolvia. Hoje existe até um marco em Laguna, cidade da região sul de Santa Catarina, por onde passava o meridiano. </div></p>
<p><figure id="attachment_43379" aria-describedby="caption-attachment-43379" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43379 size-large" title="Mapa do Brasil de 1730" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1024x881.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1730 &quot;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&quot;, Blaeu/Schenk Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu. Ele inclui as capitanias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas anteriores de Blaeu do Brasil. A bela cartela é cercada por querubins e um deus do rio. Esse mapa, desenhado por Joannes de Broen e gravado por Abraham Wolfgang, foi concluído pouco antes do grande incêndio que destruiu a gráfica e, portanto, foi incluído em apenas uma edição dos atlas de Blaeu. Em 1694, Pieter Schenk adquiriu várias placas de cobre de Blaeu, incluindo esta." width="800" height="688" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1024x881.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-300x258.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-768x661.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-1536x1322.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-2048x1763.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-do-Brasil-de-1730-800x689.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43379" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1730 &#8220;Nova et Accurata Brasiliae Totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.&#8221;, Blaeu/Schenk Este mapa escasso é o terceiro mapa do Brasil de Johannes Blaeu. Ele inclui as capitanias ao longo da costa e é uma melhoria significativa em relação aos mapas anteriores de Blaeu do Brasil. A bela cartela é cercada por querubins e um deus do rio. Esse mapa, desenhado por Joannes de Broen e gravado por Abraham Wolfgang, foi concluído pouco antes do grande incêndio que destruiu a gráfica e, portanto, foi incluído em apenas uma edição dos atlas de Blaeu. Em 1694, Pieter Schenk adquiriu várias placas de cobre de Blaeu, incluindo esta.</figcaption></figure></p>
<h3>2. Fundação de São Paulo</h3>
<p>Foi a 25 de janeiro de 1554 que um grupo de missionários jesuítas, chefiado pelo padre Manuel da Nóbrega, se fixou num planalto chamado então de Piratininga, onde fundou um colégio destinado à evangelização das populações ameríndias.</p>
<p>Após a consagração do local, foi-lhe dado o nome de São Paulo, por ser o dia dedicado ao apóstolo com esse nome.</p>
<p>A escolha do local, que fica a uns 50 km da costa, prendeu-se com as condições naturais da região e, sobretudo, com o bom acolhimento concedido pelos líderes locais à presença portuguesa e pela sua abertura à conversão ao catolicismo.</p>
<p>É de destacar a influência exercida por João Ramalho, um português que ali vivia há várias décadas entre os índios Tupiniquins e que tinha casado com a filha de um dos chefes. Foi, portanto, uma fundação pacífica e consensual, que resultou da vontade dos missionários de desenvolverem o seu trabalho de forma autónoma e longe da influência das autoridades e dos colonos portugueses.&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_43357" aria-describedby="caption-attachment-43357" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-43357 size-large" title="Fundação de São Paulo, Oscar Pereira da Silva, 1909" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-1024x558.jpg" alt="Fundação de São Paulo, Oscar Pereira da Silva, 1909" width="800" height="436" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-1024x558.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-300x164.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-768x419.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-101x55.jpg 101w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-1536x838.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo-800x436.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Fundacao-de-Sao-Paulo.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43357" class="wp-caption-text">Fundação de São Paulo, Oscar Pereira da Silva, 1909</figcaption></figure></p>
<p>A cidade de São Paulo não teve apenas um nascimento, mas sim vários.</p>
<p>Vejamos o que o estudioso Eduardo Bueno (2004, p. 7) afirma sobre a fundação da cidade:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O primeiro, inteiramente informal, deu-se com o enigmático João Ramalho, entre 1510 e 1515, provavelmente no sítio, ou nos arredores, da futura Santo André da Borba do Campo; o segundo foi obra do fidalgo Martim Afonso de Sousa, no verão de 1532, em local desconhecido mas talvez no atual centro histórico, na colina de Tabatinguera; o terceiro surgiu da iniciativa do padre Leonardo Nunes, responsável pelo estabelecimento da capela de Santo André da Borba do Campo, em junho de 1550; o quarto, consagrado pela historiograia clássica, concretizou-se com a missa rezada pelos jesuítas, em 25 de janeiro de 1554, no pátio do Colégio, e por fim, o quinto, e definitivo, ocorreu em 1560, quando os moradores de Santo André se transferiram para Piratininga, onde até então não existia uma vila, e muito menos uma cidade, mas tão somente o pequeno colégio e igreja dos jesuítas.</div></p>
<p>Para nós, o marco de nascimento da cidade de São Paulo não é importante, porém devemos ter clareza que o fato da cidade ter sido fundada no século XVI significa que ela pôde se desenvolver participando de praticamente todos os acontecimentos do Brasil colonial.</p>
<p>É essa a importância da cidade, desse verdadeiro marco civilizatório, que hoje é uma das maiores cidades do mundo.</p>
<p>A fundação da cidade de&nbsp;São Paulo representou uma alternativa de colonização, necessariamente não baseada na monocultura da cana-de-açúcar.</p>
<p>Sua economia era variada, porém o que predominou foram as andanças dos bandeirantes pelos sertões e a caça ao índio.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Encravada no sertão, a mais de 750 metros do nível do mar, ergueu-se a vila de São Paulo de Piratininga, cuja privilegiada posição geográfica predestinou-a ao domínio do Planalto Meridional brasileiro, ou seja, à condução do movimento de penetração, desbravamento e conquista de grandes áreas situadas além do meridiano de Tordesilhas (HOLANDA, 2007, p. 300).</div></p>
<p>São vários os motivos que levaram a região do planalto a superar a região litorânea no processo de povoamento e colonização, nas palavras de Sergio Buarque de Holanda ( 2007, p. 301).</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Eis como o planalto, na região vicentina, sobrepujou o litoral, pelas vantagens que oferecia à colonização.</p>
<p>A estreita faixa costeira, os terrenos baixos constituídos por mangues e pântanos, a inexistência de um solo rico e comparável aos massapés do nordeste do Brasil, um clima tropical, gerador de endemias, tudo isso contribuiu de forma a impulsionar o homem serra acima, permanecendo quase desprezada a zona costeira.</p>
<p>Os fatores geográficos explicam, pois, vários motivos de deslocamento do centro colonização do litoral para o planalto, da escolha do sítio para a localização da célula inicial do aglomerado paulistano e do seu posterior desenvolvimento.</div></p>
<p>A região de São Paulo obteve condição propícia para o seu desenvolvimento em virtude da sua posição geográfica que facilitava o contato com outras regiões do Brasil. A partir do planalto paulista, o viajante poderia alcançar o sul, o centro-oeste e o nordeste.</p>
<p>Para facilitar o entendimento desta questão introduziremos um fragmento do livro “História Geral da Civilização Brasileira” do historiador Sergio Buarque de Holanda (2007, p. 302-303).</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Zona de convergência das linhas do relevo e do sistema hidrográfico da região, São Paulo de Piratininga é um centro de entroncamento de passagens naturais. Sem dúvida alguma, foi esse um fator de grande influência no estabelecimento da vila e no seu destino pioneiro.</p>
<p>Três grandes passagens partem de São Paulo, seguindo as linhas do relevo que condicionaram as diretrizes da expansão:</p>
<ul>
<li>A passagem rumo nordeste, pelo vale do Paraíba, rota das expedições para Minas Gerais, para o rio São Francisco, para o norte e nordeste do Brasil.</li>
<li>A passagem para o norte, por Campinas e Mojimirim em direção a Minas Gerais e Goiás.</li>
<li>A passagem em direção ao sul e sudoeste, via Sorocaba e Itapetinga visando às regiões meridionais.</li>
</ul>
<p>As duas primeiras resultam da posição da serra da Mantiqueira que penetra em São Paulo pelo norte, como uma cunha cuja ponta é o morro do Jaraguá.</p>
<p>De um lado e de outro&nbsp;&nbsp;situam-se, então, a passagem da planície da Paraíba para o nordeste e a passagem em direção norte formada por terrenos da depressão periférica mais ou menos planos que se estendem do nordeste do Estado – Mococa, Casa Branca – até sudoeste – Itararé, Faxina -, descrevendo amplo arco de círculo, cuja face convexa passa nas proximidades de São&nbsp;Paulo, por Campinas e Itu.</p>
<p>São terrenos que para oeste seguem-se logo após a escarpa da Mantiqueira ao norte de São Paulo e para o sul sucedem-se à topografia movimentada da serra de Paranapiacaba.</p>
<p>A passagem rumo sul é a própria continuação desses terrenos de configuração quase uniforme, que continuam em direção às partes meridionais do Brasil, infletindo para sudoeste na altura de Itapetininga.</p>
<p>Foi a passagem que facilitou a penetração dos paulistas até o vale do Paranapanema e seus afluentes da margem esquerda, onde se estabeleceram os jesuítas em terras do alto Paraná no século XVII.</p>
<p>Nesses terrenos localizam-se os campos de Sorocaba e de Itapetininga, aproveitando nas comunicações estabelecidas não só com a região do Paraná, como de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, percorrida e devassada pelos bandeirantes.</p>
<p>Essas três grandes passagens naturais que convergem para São Paulo, estabelecidas pelo relevo, fizeram de Piratininga um verdadeiro núcleo do sistema topográico da região, possibilitando e canalizando a expansão desbravadora e colonizadora levada avante naquelas direções rumo ao interior do Brasil.</p>
<p>Além disso, São Paulo foi a escala intermediária das comunicações entre o planalto e o litoral.</p>
<p>O caminho do mar, antiga trilha dos índios, foi a principal via de passagem da Capitania de São Vicente através da serra, não obstante as grandes dificuldades que se antepunham ao livre trânsito.</p>
<p>Ainda mais.</p>
<p>A presença do rio Tietê fez de São Paulo o centro natural de importante sistema hidrográico.</p>
<p>Acessível pelo Tamanduateí nos tempos coloniais, cortando todo o território paulista rumo noroeste e atirando-se no rio Paraná, o rio Tietê estabeleceu comunicações fluviais para a região de Mato Grosso.</p>
<p>Por aí navegaram as monções cuiabanas no século XVIII.</div></p>
<p>O rio Tietê fez de São Paulo um centro privilegiado, pois o mesmo corria em direção ao interior. Esse rio era uma verdadeira hidrovia, que facilitava a penetração dos bandeirantes em direção ao sertão.</p>
<p>Além disso, convergiam para São Paulo diversas rotas sertanistas, são elas:</p>
<ul>
<li>o caminho do vale do Paraíba, que levava às “minas gerais”;</li>
<li>o caminho do sul, que levava às missões jesuíticas;</li>
<li>os caminhos do norte que levavam até Goiás;</li>
<li>o caminho fluvial do Tietê que levava em direção a Cuiabá;</li>
<li>o caminho do mar que levava em direção norte e sul.</li>
</ul>
<p>Em função do que foi exposto anteriormente podemos perceber que a fundação de São Paulo não foi casual.</p>
<p>A localização da cidade é estratégica, possibilitando ao colonizador alcançar praticamente todas as regiões do Brasil, a partir de uma sede segura.</p>
<p>São Paulo nunca sofreu ações e pilhagens de piratas, pois a mesma ficava no interior.</p>
<p>São Paulo foi o primeiro centro urbano brasileiro a se encontrar afastado do litoral.</p>
<p>Além disso, a tipologia social e étnica do morador da cidade era única. O paulista era fruto da mistura do branco com o índio, pois esse fator fez do bandeirante paulista uma pessoa altamente adaptada para as grandes expedições de colonização.</p>
<p>No próximo item iremos estudar a tipologia social do bandeirante paulista, bem como sua importância no processo de colonização e povoamento do Brasil colonial.</p>
<p><figure id="attachment_43349" aria-describedby="caption-attachment-43349" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43349 size-large" title="Diferença entre entradas e bandeiras" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-1024x576.jpg" alt="Diferença entre entradas e bandeiras" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/ENTRADAS-E-BANDEIRAS.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43349" class="wp-caption-text">Diferença entre entradas e bandeiras</figcaption></figure></p>
<h3>3. Os Bandeirantes</h3>
<p>A pobreza da capitania de São Vicente (atual Estado de São Paulo) devido à decadência dos canaviais durante o Período Colonial estimulou a organização de expedições pelo interior do Brasil conhecidas como bandeiras e entradas.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Bandeirantes.webp" width="400" /></a></p></p>
<p>O bandeirante paulista não era aquela figura romântica idealizada e retratada, através da pintura ou da escultura, nos séculos XIX e XX.</p>
<p>Na verdade, o bandeirante era uma figura “rude”, mistura de branco com índio (mameluco), que soube se adaptar muito bem à lida dos sertões.</p>
<p>Geralmente ele se vestia com as poucas roupas que tinha à disposição, andava descalço como o índio, sua imagem era muito diferente daquela que estamos acostumados a ver nas imagens dos livros de história.</p>
<p>Além disso, temos que desconstruir a ideia de que o bandeirante era um herói. Na verdade, em muitos momentos da história colonial, ele foi um vilão que escravizava e tratava com extrema crueldade os índios, destruindo aldeias inteiras.</p>
<p>Apesar disso, o bandeirante foi muito importante para a história colonial brasileira, pois o mesmo foi o responsável por ações que levaram o Brasil a ampliar os limites do Tratado de Tordesilhas.</p>
<p>Além disso, foi ele o responsável pelo achamento de metais preciosos nos sertões brasileiros. Sem falar que, a partir da sua iniciativa, diversos povoados e vilas foram fundados em várias regiões do Brasil.</p>
<p>Nas palavras de Eduardo Bueno (2003, p. 59):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Eles eram os piratas do sertão. Perambulavam pelos atalhos, pelos planaltos e pelas planícies armados até os dentes, com seus sons de guerra e suas bandeiras desfraldadas.</p>
<p>Eram grupos paramilitares rasgando a mata e caçando homens – para além da lei e das fronteiras; para aquém da ética.</p>
<p>À sua passagem, restava apenas um rastro de aldeias e vilas devastadas; velhos, mulheres e crianças passadas a fio de espada; altares profanados, sangue, lágrimas e chamas.</p>
<p>Incendiados pela ganância e em nome do avanço da civilização, escravizaram indígenas aos milhares.</p>
<p>Alguns historiadores paulistas os definiram como uma “raça de gigantes” – e não restam dúvidas de que eles foram sujeitos intrépidos e indomáveis.</p>
<p>São tidos como os principais responsáveis pela expansão territorial do Brasil – e com certeza o foram. Embora tenham sido heróis brasileiros, tornaram-se também os maiores criminosos de seu tempo.</div></p>
<p>Nas primeiras três décadas do século XVII, os bandeirantes mataram ou escravizaram cerca de 500 mil índios, sem falar que destruíram mais de cinquenta reduções jesuíticas.</p>
<p>Eles enfrentaram os reis de Portugal e Espanha, além do próprio Papa.</p>
<p>Transformaram sua capital, São Paulo “[&#8230;] num dos maiores centros do escravismo indígena de todo o continente e [&#8230;] fizeram dela uma cidade sem lei, reino de terror, ganância e miséria.</p>
<p>E também o polo a partir do qual todo o sul do Brasil pôde crescer e se desenvolver” (BUENO, 2003, p. 58).</p>
<p>A história do bandeirante é uma história de contradições, pois ao mesmo tempo que&nbsp;são odiados e retratados enquanto criminosos, são amados e elevados como heróis.</p>
<p>São Paulo foi uma cidade que nasceu pobre, mas era necessário “buscar o remédio para a sua pobreza”, remédio este que seria possível apenas com a ação do bandeirante.</p>
<p>Foi logo, então, que o paulista descobriu a escravidão do índio como sua principal fonte de riqueza.</p>
<p>A ironia se constrói no sentido de que o próprio bandeirante paulista era metade índio, quem sabe a selvageria não tenha sido uma forma de negar a descendência?</p>
<p>A mistura de raças foi determinante na índole do bandeirante, segundo Sergio Buarque de Holanda (2007, p. 307):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O mameluco, além do espírito aventureiro, da intrepidez, audácia e mobilidade do pai, receberam por via materna o amor à liberdade, a índole inquieta e nômade e as inclinações sertanistas do ameríndio também dotado de extrema mobilidade.</p>
<p>Constituíram os elementos formadores da maior parte das primeiras famílias paulistas, troncos originários de gente possuidora de estupendos atributos de fecundidade, longevidade e virilidade, gente que mais tarde Saint-Hilaire denominou “raça de gigantes”.</p>
<p>Foram essas famílias&nbsp;patriarcas, amestiçadas e cristãs, as vigas mestras do grupo social que gerou os contingentes humanos das bandeiras. Para elas, participar de uma daquelas expedições era índice de prestígio e título de honra.</div></p>
<p>A escravidão dos índios reduzidos nas missões jesuíticas era ilegal, porém os paulistas não respeitavam essa regra. Eles viviam no topo do planalto, isolados de todo o resto do Brasil.</p>
<p>Além disso, se sentiam abandonados pela coroa e não respeitavam as regras e acabavam atacando até mesmo a mais organizada redução jesuítica.</p>
<p>Foram os paulistas que destruíram os chamados “sete povos das missões”, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Reduções jesuíticas famosas pelas belas construções e a difusão da cultura entre os índios, incentivada pela dedicação e ensino dos padres jesuítas.</p>
<p>Porém, também foram os bandeirantes os primeiros a achar pedras preciosas no interior do Brasil.</p>
<p>A coroa portuguesa passou a enviar cartas régias incentivando os bandeirantes a organizarem expedições com o intuito de encontrarem ouro.</p>
<p>As primeiras expedições foram organizadas ainda no século XVI, porém o sucesso só viria a acontecer na inal do século XVII.</p>
<p>Certamente as cartas enviadas pelo rei a, pelo menos, onze renomados bandeirantes&nbsp;tenham surtido efeito, pois diversas expedições foram realizadas.</p>
<p>Segundo Eduardo Bueno (2003, p. 103):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Alguns historiadores acham que “os efeitos psicológicos” que as missivas (cartas) reais de Pedro II teriam exercido sobre os onze sertanistas que as receberam não devem ser desconsiderados.</p>
<p>Mas o fato é que aos bandeirantes de São Paulo não restava outra forma de manter suas vidas nômades senão caçando ouro: seus “currais” indígenas estavam esgotados.</p>
<p>Ao rei também não sobrava outra opção: anos antes, enquanto perdurava a União Ibérica, foram enviados da Corte especialistas em minas para estudar as potencialidades minerais do Brasil.</p>
<p>O único deles que resistiu às agruras do sertão – o espanhol Rodrigo Castelo Branco – foi assassinado por Borba Gato, genro de Fernão Dias, assim que chegou à mina que o “caçador de esmeraldas” acabara de descobrir.</p>
<p>Depois deste crime sem castigo, quem não fosse bandeirante e paulista não se arriscaria a percorrer os ermos do Brasil.</p>
<p>Aos paulistas caberia a façanha de encontrar a maior jazida de ouro já encontrada no mundo. Mas não seriam eles que lucrariam com ela.</div></p>
<p>Desta forma, por volta de 1694, os bandeirantes paulistas escreveram a sua história ao acharem ouro nos sertões do Brasil. A partir desta data a história de Portugal e do Brasil iria mudar, pois as reservas descobertas eram as maiores do mundo.</p>
<h3>4. Leitura Complementar &#8211; O Navio Negreiro</h3>
<p>Terá sido o pior lugar do mundo, o ventre da besta e o bojo da fera, embora para aqueles que eram responsáveis por ele, e não estavam lá, fosse o mais lucrativo dos depósitos e o mais vendável dos estoques.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>No porão dos navios negreiros que por mais de trezentos anos cruzaram o Atlântico, desde a costa oeste da África até a costa nordeste do Brasil, mais de três milhões de africanos fizeram uma viagem sem volta, cujos horrores geraram fortunas fabulosas, ergueram impérios familiares e construíram uma nação.</p>
<p>O bojo dos navios da danação e da morte era o ventre da besta mercantilista: uma máquina de moer carne humana, funcionando incessantemente para alimentar as plantações e os engenhos, as minas e as mesas, as cãs e a cama dos senhores – e, mais do que tudo, os cofres dos traficantes de homens.</p>
<p>A cena foi minuciosamente descrita por centenas de observadores.</p>
<p>Quanto mais são os depoimentos cotejados, mais difícil é crer que tamanhos horrores possam ter se prolongado por três séculos – e que tantos sobrenomes famosos tenham seu fausto e suas glórias vinculados a tanta desgraça.</p>
<p>Mas assim foi, e assim teria sido mais tempo se, por circunstâncias meramente econômicas, a escravidão não deixasse de ser um negócio tão lucrativo.</p>
<p>Castro Alves compôs versos repletos de furor e fúria.</p>
<p>Rugendas usou tons sombrios e um ângulo surpreendente para criar um relato alegórico.</p>
<p>Ainda assim, ambos, poeta e ilustrador, talvez tenham transmitido uma versão branda do espetáculo hediondo que de fato se desenrolava no porão dos navios negreiros – apropriadamente chamados de tumbeiros.</p>
<p>Os registros escritos por observadores – a maioria deles britânicos – revelam um quadro ainda mais assustador do que aquele que as rimas e as tintas puderam pintar.</p>
<p>Um único exemplo.</p>
<p>Em 1841, a belo-nave inglesa Fawn capturou, na costa brasileira, o navio Dois de Fevereiro.</p>
<p>Desde 7 de novembro de 1831, o tráfico era ilegal no Brasil e navios de guerra britânicos patrulhavam o litoral.</p>
<p>Após a apreensão do tumbeiro, o capitão do Fawn anotou, no diário de bordo, a cena com a qual se deparou nos porões da embarcação: “os vivos, os moribundos e os mortos amontoados numa única massa.</p>
<p>Alguns desafortunados no mais lamentável estado de varíola, doentes com oftalmia, alguns completamente cegos; outros esqueletos vivos, arrastando-se com diiculdade, incapazes de suportar o peso de seus corpos miseráveis.</p>
<p>Mães com crianças pequenas penduradas em seus peitos, incapazes de darem a elas uma gota de alimento.</p>
<p>Como os tinham trazido até aquele ponto era surpreendente: todos estavam completamente nus.</p>
<p>Seus membros tinham escoriações por terem estado deitados sobre o assoalho durante tanto tempo.</p>
<p>No compartimento inferior o mau cheiro era insuportável. Parecia inacreditável que seres sobrevivessem naquela atmosfera”.</p>
<p>Na verdade, um em cada cinco escravos embarcados na África não sobrevivia à viagem ao Brasil – constituíam mercadoria literalmente perecível.</p>
<p>Os demais não viviam mais do que&nbsp;sete anos, em média.</p>
<p>Mas eram baratos e substituíveis: havia muitos outros no lugar de onde tinham vindo aqueles.</p>
<p>Esta é uma nação erguida por seis milhões de braços escravos – e sobre três milhões&nbsp;de cadáveres.</p>
<p>FONTE: Bueno (2003, p. 112)</p>
<p><strong>Neste capítulo você estudou que:</strong></p>
<ul>
<li>A fundação da cidade de São Paulo foi determinante para o processo de ocupação do interior do Brasil.</li>
<li>Os bandeirantes foram os principais responsáveis pela ampliação dos limites do Tratado de Tordesilhas.</li>
<li>Os bandeirantes foram responsáveis pela caça ao índio e pelo achamento de ouro no interior do Brasil.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</title>
		<link>https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 15:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<category><![CDATA[Conjuração Baiana]]></category>
		<category><![CDATA[Conjuração Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Conjuração Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[Conspiração dos Suassunas]]></category>
		<category><![CDATA[Inconfidência Mineira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42951</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Entre o regime colonial e a instalação do Império no Brasil A independência do Brasil não se deu da noite para o dia, a partir do desejo individual do príncipe regente, mas ela foi de fato o resultado de um processo político, econômico e cultural, que envolveu uma série de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Entre o regime colonial e a instalação do Império no Brasil</h2>
<p>A independência do Brasil não se deu da noite para o dia, a partir do desejo individual do príncipe regente, mas ela foi de fato o resultado de um processo político, econômico e cultural, que envolveu uma série de circunstâncias e interesses.</p>
<h4>A partir desta capítulo você será capaz de:</h4>
<ul>
<li>identificar as principais características do último período da História do Brasil Colonial;</li>
<li>associar os movimentos de emancipação no Brasil, com as revoluções industrial e francesa;</li>
<li>perceber determinadas transformações sociais, políticas, econômicas e culturais, advindas com a mudança da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro;</li>
<li>compreender a proclamação da independência do Brasil como resultado de um processo e não enquanto um fato isolado.</li>
</ul>
<h4>Os períodos foram divididos em fases temporais</h4>
<ul>
<li>os movimentos de contestação</li>
<li>a transferência da Corte</li>
<li>&nbsp;o império português nos trópicos</li>
<li>rompimento dos laços coloniais</li>
</ul>
<h3>Os movimentos de contestação</h3>
<h4>1. Introdução</h4>
<p>Iniciarmos um estudo sobre o processo de independência da América Portuguesa, comumente conhecida como Brasil.</p>
<p>Esse processo, por sua vez, pode ser percebido como a última fase do período colonial brasileiro, ou, como uma época de transição, entre o regime colonial e a instalação do Império.</p>
<p><figure id="attachment_26066" aria-describedby="caption-attachment-26066" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26066 size-large" title="Mapa do Brasil de 1798" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-768x1024.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1798 - Este é um mapa italiano incomum do Brasil, Paraguai e Uruguai. Estende-se para incluir os arredores de Buenos Aires. Ele fornece uma boa quantidade de detalhes, incluindo extensos sistemas fluviais. A grande cartela de títulos em estilo paisagístico apresenta nativos americanos cuidando de uma fogueira. &quot;Il Brasile ed il Paese delle Amazzoni col Paraguai Delineati sulle Ultime Osservazioni&quot;, Cassini, Giovanni Maria" width="768" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-768x1024.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-1152x1536.jpg 1152w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-1537x2048.jpg 1537w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-800x1066.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-1320x1759.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-do-Brasil-de-1798-scaled.jpg 1921w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26066" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1798</figcaption></figure></p>
<p>Nossa história começa no século XVIII.</p>
<p>O século XVIII, também conhecido como o “século das luzes”, foi uma época de intensas transformações na Europa ocidental.</p>
<p>Creio que você deve se lembrar que a palavra “luz”, neste caso, é uma metáfora, que está associada à “razão”.</p>
<p>Naqueles tempos, por sua vez, enfatizava-se a ilosoia iluminista e os conhecimentos cientíicos.</p>
<p>Portanto, o século XVIII apresenta-se como um novo período histórico, identiicado pelo Iluminismo e pela Revolução Industrial.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Iluminismo: Movimento intelectual do século XVIII, caracterizado pela centralidade da ciência e da racionalidade crítica no questionamento ilosóico, o que implica recusa a todas as&nbsp; formas de dogmatismo, especialmente o das doutrinas políticas e religiosas tradicionais.</p>
<p>Sinônimos, por extensão de sentido: Lilosoia das Luzes, Ilustração, Esclarecimento, Século das Luzes (HOUAISS, 2001, 1572).</div></p>
<p>Neste sentido, o movimento iluminista tem uma significativa influência no processo de emancipação do Brasil.</p>
<p>Além disso, os acontecimentos revolucionários do final do século XVII e século XVIII também aparecem como pano de fundo para a compreensão da independência de nosso país.</p>
<p>Vamos aos principais acontecimentos.</p>
<p>No final do século XVII, na Inglaterra, a monarquia absolutista teve sua primeira grande derrota, com a Revolução Gloriosa (1688).</p>
<p>Na América do Norte, em 1776 as Treze Colônias declararam independência e romperam o domínio inglês.</p>
<p>Em 1789 a Revolução Francesa selou uma nova fase política, com o regime republicano.</p>
<p>Por sua vez, o sistema econômico capitalista se afirmava após a Revolução Industrial e a exploração do trabalho assalariado.</p>
<p>No bojo destes movimentos revolucionários da burguesia (revoluções liberais), se deu, concomitantemente, a luta contra o tráfico de escravos.</p>
<p>A primeira nação a abolir a escravidão foi a Inglaterra em 1807.</p>
<p>Já na América, em 1791, foi proclamada a independência do Haiti, sob a influência dos ideais franceses de “liberdade, igualdade e fraternidade”.</p>
<p>De fato, estes acontecimentos prepararam o terreno para o fim do regime colonial no Brasil.</p>
<p>Segundo Mary Del Priore (2001, p. 174):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A conjuntura econômica e política agravava a situação do lado de cá do Atlântico, pois tinha início a passagem de um regime de monopólios para o regime de livre concorrência e, do trabalho escravo, para o assalariado.</p>
<p>Livre-cambismo, igualdade civil, trabalho livre, liberdade e propriedade eram considerados direitos naturais dos indivíduos.</div></p>
<p>De maneira geral, estes fatos apresentam-se como um rompimento com o Antigo Regime da Europa Ocidental (período conhecido como Idade Moderna), caracterizado por uma política absolutista (Absolutismo) e uma economia de mercado protecionista.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Absolutismo: Sistema político de governo em que os dirigentes assumem poderes absolutos, sem limitações ou restrições, passando a exercer, de fato e de direito, todos os atributos da soberania (HOUAISS, 2001, p. 30).</div></p>
<p>Neste primeiro tópico estudaremos os principais acontecimentos que marcaram o&nbsp;processo de independência do Brasil.</p>
<p>Iniciaremos nossa viagem ao passado colonial da América Portuguesa, a partir das últimas décadas do século XVIII, na região de Minas Gerais.</p>
<p>Mas percorreremos outros tempos e lugares, a fim de entender melhor os motivos que levaram Dom Pedro I a declarar, com o apoio da elite colonial brasileira, o rompimento dos laços de dependência com Portugal.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira.webp" width="400" /></a></p></p>
<h4>2. Processo de Emancipação do Brasil Colônia</h4>
<p>No dia 7 de setembro de 1822, na região do Ipiranga, em São Paulo, o príncipe Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_43317" aria-describedby="caption-attachment-43317" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43317 size-loop-large" title="Casamento de D. Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-800x483.jpeg" alt="Casamento de D. Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret" width="800" height="483" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-800x483.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-300x181.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-768x464.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia-91x55.jpeg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Casamento-de-D.-Pedro-I-e-D.-Amelia.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43317" class="wp-caption-text">Casamento de D. Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure></p>
<p>A independência do Brasil representou um ato simbólico da autonomia política do país, que deixava de ser uma colônia portuguesa para se transformar em um Estado autônomo.</p>
<p>Porém a emancipação do Brasil não se deu da noite para o dia, a partir do desejo individual do príncipe regente, mas ela foi de fato o resultado de um processo político, econômico e cultural, que envolveu uma série de circunstâncias e interesses.</p>
<p><strong>Vejamos então alguns dos principais conlitos que marcaram o processo de emancipação do Brasil.</strong></p>
<h5>2.1. Inconfidência Mineira</h5>
<p>A Inconfidência Mineira (inconfidência significa: deslealdade, traição contra um soberano), foi um dos principais movimentos pela libertação da Colônia.</p>
<p><figure id="attachment_43307" aria-describedby="caption-attachment-43307" style="width: 675px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43307 size-full" title="Tiradentes e a inconfidência mineira" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira.webp" alt="Tiradentes e a inconfidência mineira" width="675" height="509" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira.webp 675w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira-300x226.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Tiradentes-e-a-inconfidencia-mineira-73x55.webp 73w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43307" class="wp-caption-text">Tiradentes e a inconfidência mineira</figcaption></figure></p>
<p>As ideias liberais, vindas de além-mar e determinadas por motivos econômicos internos, constituem-se como fatores fundamentais para explicar esta revolta que aconteceu na capitania de Minas Gerais.</p>
<p>A história da mineração no Brasil começa com os paulistas (bandeirantes), que em suas expedições pelo interior do Brasil, realizaram, em 1695, um antigo desejo da coroa portuguesa: descobriram as primeiras jazidas de ouro.</p>
<p>Foi no Rio das Velhas, em Minas Gerais, próximo à atual Sabará.</p>
<p>Daí em diante foi crescente o movimento de imigração para o Brasil, com os estrangeiros e colonos rumando em massa para a região sudeste, começando uma nova fase política, econômica e cultural do Brasil colonial.</p>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 98), nos primeiros sessenta anos do século XVIII, “[&#8230;] chegaram de Portugal e das Ilhas do Atlântico cerca de 600 mil pessoas, em média anual de 8 a 10 mil, gente da mais variada condição, desde pequenos proprietários, padres, comerciantes, até prostitutas e aventureiros”.</p>
<p>A imigração de portugueses foi tão grande que o governo passou a controlar e proibir a saída para o Brasil.</p>
<p>Em março de 1720, a Coroa lançou um decreto restringindo a imigração, a partir daquela data para embarcar era preciso apresentar um passaporte especial.</p>
<p>A mineração fez a população colonial crescer rapidamente.</p>
<p>No fim do primeiro século do período colonial, a América Portuguesa contava com aproximadamente 100 mil habitantes; no fim do século XVII a população girava em torno de 300 mil pessoas; no final do século XVIII a Colônia passou a contar com cerca de 3 milhões e trezentos mil habitantes.</p>
<p>As consequências deste crescimento são signiicativas: o valor da terra caiu, em função da valorização do ouro, e os centros urbanos se desenvolveram.</p>
<p>Onde antes era sertão nasceram vilas e cidades, como: <strong><a href="http://bahia.ws/historia-e-pontos-turisticos-de-sabara-em-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">Sabará</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener">São João del-Rei</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/historia-ecoturismo-e-atracoes-turisticas-de-tiradentes-mg/" target="_blank" rel="noopener">Tiradentes</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener">Diamantina</a></strong> e Vila Rica (atual <strong><a href="http://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener">Ouro Preto</a></strong>).</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A mineração proporcionou à Colônia na verdade, as grandes transformações que antecederam a fase da autonomia política.</p>
<p>As principais foram, sem dúvida, o surto demográfico que então se processou, com o deslocamento de parte da população colonial e o luxo migratório; a abertura de nova e extensa área de povoamento; o conhecimento amplo da terra, com as penetrações, devassando quase totalmente o Brasil [&#8230;]; as ligações internas e a circulação terrestre que correspondem aos roteiros da região mineradora a São Paulo, ao Rio de Janeiro, a Goiás, a Mato Grosso, sem falar no longo roteiro para a zona platina; à criação de novas Capitanias, a de Minas Gerais (1720) e a de Goiás e Mato Grosso (1749); o deslocamento da sede colonial da cidade de Salvador para a do Rio de Janeiro (1763); ao enorme aumento do aparelho administrativo, particularmente nos setores fiscal, militar e judiciário [&#8230;].</div></p>
<p>A descoberta de ouro foi feita em um momento de queda do preço do açúcar, devido à concorrência antilhana, e passou a representar, de fato, uma importante fonte de renda para a metrópole portuguesa.</p>
<p>A criação das capitanias, anteriormente citadas, foi consequência das preocupações de Portugal em controlar, administrativa e militarmente, as regiões de mineração.</p>
<p>A “Intendência das Minas” (criada em 1702) foi o órgão de controle daquelas paragens, e tinha as funções de: administrar o território aurífero, julgar questões ligadas à mineração e cobrar os impostos – neste caso, a Coroa ficava com um quinto dos metais extraídos.</p>
<p>A cobrança abusiva de impostos, aliada às influências dos ideais de liberdade, culminou na Inconidência Mineira.</p>
<p>Nas últimas décadas do século XVIII as minas davam sinais de esgotamento, e os mineradores, que formavam a elite da sociedade, não conseguiam saldar suas dívidas com o governo.</p>
<p>A pressão da Coroa resultou na “derrama” (cobrança forçada dos impostos – em forma de arrobas de ouro), que, por sua vez, incitou as manifestações contrárias ao governo português.</p>
<p>Membros da elite mineira, que lideraram o movimento rebelde, como João Joaquim da Maia e José Álvares Maciel, estudaram em universidades europeias, outros, por sua vez, compunham a “nova” classe média urbana.</p>
<p>Tiradentes, José Joaquim da Silva Xavier, foi uma exceção no grupo. De família pobre trabalhou como oficial militar e dentista nas horas vagas.</p>
<p>A imagem heróica de Tiradentes, enquanto mártir, é uma construção histórica que&nbsp;ganhou projeção no im do século XIX, com a proclamação da República.</p>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 118):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A proclamação da República favoreceu a projeção do movimento e a transformação da figura de Tiradentes em mártir republicano. Existia uma base real para isso.</p>
<p>Há indícios de que o grande espetáculo, montado pela Coroa portuguesa para intimidar a população da colônia, causou o efeito oposto, mantendo viva a memória do acontecimento e a simpatia pelos inconfidentes.</p>
<p>A atitude de Tiradentes, assumindo toda a responsabilidade pela conspiração, a partir de certo momento do processo, e o sacrifício final facilitaram a mitificação de sua figura, logo após a proclamação da República.</div></p>
<p>O objetivo dos inconfidentes era libertar o Brasil do controle colonial lusitano e proclamar a República, a qual teria como modelo a Constituição dos Estados Unidos da América.</p>
<p>Interessante notar que a libertação dos escravos representou o ponto de discórdia entre o grupo rebelado, pois alguns deles eram, inclusive, senhores de escravos.</p>
<h5>2.2. Conjuração Fluminense ou Conjuração Carioca</h5>
<p>As ideias liberais atravessaram o Atlântico, foram apropriadas por diversos grupos de intelectuais de elite, e serviram de base ideológica para os movimentos de emancipação do Brasil.</p>
<p>Entre eles apontamos a Conjuração Fluminense, que criticava o governo monárquico e aconteceu na cidade do Rio de Janeiro em 1794, então capital da Colônia.</p>
<p>Os conjurados formaram a Sociedade Literária, uma associação de intelectuais (escritores e poetas) que debatia, de maneira geral, obras de filósofos iluministas.</p>
<p>Os assuntos relacionados à política, filosoia e ciência eram motivos de discussões.</p>
<p>Mariano José Pereira da Fonseca, por exemplo, foi acusado de possuir em sua casa uma obra de Rousseau.</p>
<p>Assim como outros movimentos liberais, os integrantes da Conjuração Carioca foram delatados, porém, neste episódio, os envolvidos foram libertos após um pequeno período de detenção.</p>
<p>Contudo, nos interessa perceber que as ideias liberais eram temas de debates, e conquistavam corpos e mentes em diferentes cidades brasileiras.</p>
<p>Com ideais liberal-democráticos, os conjurados defendiam o racionalismo e a liberdade de pensamento.</p>
<h5 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">2.3. Conjuração Baiana</h5>
<p>No ano de 1798 ocorreu outro movimento de luta contra o regime colonial português.</p>
<p><figure id="attachment_43311" aria-describedby="caption-attachment-43311" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43311 size-full" title="Conjuração Baiana" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Conjuracao-Baiana.jpg" alt="Conjuração Baiana" width="640" height="417" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Conjuracao-Baiana.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Conjuracao-Baiana-300x195.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Conjuracao-Baiana-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-43311" class="wp-caption-text">Conjuração Baiana</figcaption></figure></p>
<p>Na Bahia, em uma Loja Maçônica (maçonaria), foi fundado o grupo “Cavaleiros da Luz”.</p>
<p>Como o próprio nome indica, os ideais da Revolução Francesa eram temas de debate nas reuniões daquela sociedade.</p>
<p>Porém, diferentemente do que houve em Minas e no Rio de Janeiro, a Conjuração Baiana, ou dos Alfaiates (os alfaiates destacaram-se na conspiração), foi um movimento de libertação que contou com a participação de grupos mais humildes.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Maçonaria: A maçonaria teve um papel muito importante na Independência do Brasil.</p>
<p>Sociedade de caráter secreto, sua origem remonta às confrarias medievais, que detinham o segredo das construções de Igrejas.</p>
<p>Durante o século XVIII os maçons (“Pedreiros”) deram um sentido político ao seu agrupamento em clubes (ou lojas), organizando-se sob certos princípios.</p>
<p>Sua principal bandeira era a luta contra o poder da monarquia absoluta.</p>
<p>Os focos mais importantes de irradiação dessas ideias foram as universidades. [&#8230;] Na época da Independência, duas tendências se confrontaram dentro do “Grande Oriente”, a principal loja maçônica brasileira: a chamada maçonaria “vermelha”, dos liberais radicais, e a monarquia “azul”, dos partidários de José Bonifácio (BARROS, 1994, p. 7).</div></p>
<p>Conforme o historiador Boris Fausto (2007, p. 119): “a escassez de gêneros alimentícios e a carestia deram origem a vários motins na cidade, entre 1797 e 1798”.</p>
<p>Ainda, segundo o mesmo autor, “os conspiradores defendiam a proclamação da República, o fim da escravidão, o livre comércio especialmente com a França, o aumento do salário dos militares, a punição de padres contrários à liberdade”.</p>
<p>Nas palavras da historiadora Mary Del Priore (2001, p. 185): “[&#8230;] artífices, soldados, mestre-escolas assalariados, na maioria mulatos, gente exasperada contra a dominação portuguesa e a riqueza dos brasileiros”, formaram um corpo na luta contra os privilégios e desigualdades sociais.</p>
<p>O movimento de revolta tinha como ideal “a construção de uma sociedade igualitária e democrática, onde as diferenças de raça não estorvassem as oportunidades de emprego, nem a mobilidade social” (PRIORE, 2001, p. 185).</p>
<p>Importante ressaltar, que o movimento de contestação da Bahia diferencia-se da Inconfidência Mineira e da Conjuração Fluminense, pois defendia a libertação dos escravos e, seguindo o pensamento liberal burguês, agiam a favor da abertura do porto da cidade de Salvador, ao comércio marítimo com outras nacionalidades.</p>
<p>Convido você a ler o panleto revolucionário na sequência.</p>
<p>Ele foi fixado em diversos lugares de Salvador, na manhã de 12 de agosto de 1798.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">
<p><strong>Aviso</strong> <strong>ao</strong> <strong>Povo</strong> <strong>Bahiense</strong></p>
<p>Ó vós homens cidadãos; ó vós Povos curvados, e abandonados pelo Rei, pelos seus despotismos, pelos seus Ministros.</p>
<p>Ó vós Povo, que nascestes para seres livre e para gozardes dos bons efeitos da liberdade, ó vós Povos, que vivereis flagelados com o pleno poder do indigno coroado, esse mesmo rei que vós criastes; esse mesmo rei tirano é quem se irma no trono para vos roubar e para vos maltratar.</p>
<p>Homens, o tempo é chegado para a vossa ressurreição, sim para ressuscitardes do abismo da escravidão, para levantardes a sagrada Bandeira da Liberdade.</p>
<p>A liberdade consiste no estado feliz, no estado livre do abatimento; a liberdade é a doçura da vida, o descanso do homem com igual paralelo de uns para outros, finalmente a liberdade é o repouso e a bem-aventurança do mundo.</p>
<p>A França está cada vez mais exaltada, a Alemanha já lhe dobrou o joelho, Castela só aspira sua aliança, Roma já vive anexa, o Pontíice está abandonado, e desterrado; o rei da Prússia está preso pelo seu próprio povo, as nações do mundo todas têm seus olhos fixos na França, a liberdade é agradável para todos; é tempo povo, povo, o tempo é chegado para vós defenderdes a vossa Liberdade; o dia da nossa revolução; da nossa Liberdade e de nossa felicidade está para chegar, animai-vos que sereis felizes.</p>
<p>Vocabulário:</p>
<p>Despotismo: forma de governo baseada na tirania, no autoritarismo. Vexar: maltratar, perseguir, humilhar.</p>
<p>FONTE: Memórias históricas e políticas da província da Bahia. Bahia, Imprensa Oficial do estado, 1931. v. III, p. 106-7.</p>
<p>Documentos de história do Brasil: de Cabral aos anos 90. São Paulo: Scipione, 1997.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Você conseguiu perceber qual o país que serve de referência aos conjurados?</p>
<p>Quantas vezes a palavra “liberdade” aparece no texto?</p>
<p>Sugiro que você volte ao texto para marcar esta palavra. Este, aliás, é um bom exercício de análise de texto! A repetição de determinados termos surge como um destaque a certas ideias e aponta os principais anseios.</div></p>
<p>Ser livre para o comerciante era poder comprar e vender sem a intervenção do Estado, ser livre para um escravo era ter o direito de ir e vir, de constituir uma família e ser tratado dignamente.</p>
<h5>2.4. Conspiração dos Suassunas</h5>
<p>A conspiração dos Suassunas foi um movimento ocorrido em Pernambuco nos primeiros anos do século XIX.</p>
<p>A maçonaria teve uma importante participação neste episódio de sedição.</p>
<p>Em 1798, foi fundado o Aerópago de Itambé, e em 1802 a Academia de Suassuna, locais de divulgação das ideias revolucionárias francesas.</p>
<p>Segundo Maximiliano Machado (apud HOLANDA, 2003, p. 228), o Aerópago foi:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Uma sociedade política secreta, intencionalmente colocada na raia das províncias de Pernambuco e Paraíba, frequentada por pessoas salientes de uma e outra parte e donde saíam, como de um centro para a periferia, sem ressaltos nem arruídos, as doutrinas ensinadas.</p>
<p>Tinha por fim tornar conhecido o Estado geral da Europa, os estremecimentos e destroços dos governos absolutos, sob o inluxo das ideias democráticas.</p>
<p>Era uma espécie de magistério que instruía e despertava o entusiasmo pela República, mais em harmonia com a natureza e dignidade do homem, inspirando, ao mesmo tempo, o ódio à tirania dos reis.</p>
<p>Era finalmente a revolução doutrinada que traria oportunamente a independência e o governo republicano a Pernambuco.</div></p>
<p>A acusação que caiu sobre os revoltosos foi a de que eles pretendiam formar uma República sob a proteção de Napoleão.</p>
<p>Assim como os outros movimentos de conjuração, os pernambucanos combatiam o domínio português no Brasil.</p>
<p>Pretendiam acima de tudo conscientizar os colonos de que eram explorados por um governo absolutista.</p>
<p>Nas palavras de José Honório Rodrigues: a Conspiração dos Suassunas “não passou do plano das ideias, não se concretizou em ato de rebeldia”.</p>
<p>Ela foi de fato “um pensamento sem ação e, como tal, pertence à História das ideias formadoras da consciência nacional contra o domínio colonial”.</p>
<h3>3. Neste capítulo você viu que:</h3>
<ul>
<li>Os ideais iluministas tiveram um papel fundamental nos movimentos de emancipação da América Portuguesa.</li>
<li>A descoberta de ouro em Minas Gerais deu origem a uma série de transformações políticas, econômicas e culturais na Colônia.</li>
<li>As principais rebeliões que clamaram pela autonomização do Brasil, no final do século XVIII e no primeiro ano do século XIX, foram: a Inconfidência Mineira, a Conjuração Fluminense, a Conjuração Baiana e a Conspiração dos Suassunas.</li>
<li>A Conjuração Baiana foi o movimento de emancipação que defendeu a libertação dos escravos e contou com a participação da camada mais humilde da população.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil Colônia</title>
		<link>https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 15:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil 1. Introdução Na primeira parte deste capítulo estudaremos a chamada “União Ibérica”, que representou a união da coroa portuguesa com a coroa espanhola. Isto ocorreu em virtude da morte do rei de Portugal, sendo que seu parente mais próximo era o rei [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/">União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Na primeira parte deste capítulo estudaremos a chamada “União Ibérica”, que representou a união da coroa portuguesa com a coroa espanhola. Isto ocorreu em virtude da morte do rei de Portugal, sendo que seu parente mais próximo era o rei espanhol Felipe II, sendo este coroado rei das duas coroas.</p>
<p>Na segunda parte deste capítulo, iremos demonstrar que a união dinástica, efetuada entre Portugal e Espanha, foi o estímulo para as chamadas invasões holandesas do Brasil, pois os espanhóis fecharam o Brasil ao comércio holandês. Esse período também é chamado pelos historiadores de “Brasil espanhol” e de “Brasil holandês”.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-scaled.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>2. União Ibérica ou Domínio Espanhol</h3>
<p>Na segunda metade do século XVI, a dinastia de Avis, que governou Portugal por mais de 200 anos, parecia estar com seus dias contados.&nbsp;Nesta época estavam vivos apenas o rei&nbsp;Dom João III e seu irmão o cardeal Dom Henrique.</p>
<p><figure id="attachment_43272" aria-describedby="caption-attachment-43272" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/DOMINIOS-IBERICOS-NO-SECULO-XVI.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43272 size-full" title="DOMÍNIOS IBÉRICOS NO SÉCULO XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/DOMINIOS-IBERICOS-NO-SECULO-XVI.jpg" alt="DOMÍNIOS IBÉRICOS NO SÉCULO XVI" width="613" height="288" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/DOMINIOS-IBERICOS-NO-SECULO-XVI.jpg 613w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/DOMINIOS-IBERICOS-NO-SECULO-XVI-300x141.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/DOMINIOS-IBERICOS-NO-SECULO-XVI-117x55.jpg 117w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43272" class="wp-caption-text">DOMÍNIOS IBÉRICOS NO SÉCULO XVI</figcaption></figure></p>
<p>Para melhor entendermos esta questão, veja parte do texto “O domínio holandês no Brasil 1630-1654”, dos historiadores Mozart Vergetti de Menezes e Regina Célia Gonçalves (2002, p. 9-10). Acompanhe, na sequência, o recorte do texto.</p>
<p><figure id="attachment_43275" aria-describedby="caption-attachment-43275" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43275 size-large" title="Vista panorâmica de Lisboa de 1572 - Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-1024x448.jpg" alt="Vista panorâmica de Lisboa com as cidadelas romana e moura nas colinas ao fundo. Durante o século XVI, Lisboa alcançou grande riqueza com o estabelecimento do império marítimo português para a África, a Índia e o Extremo Oriente." width="800" height="350" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-1024x448.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-300x131.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-768x336.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-126x55.jpg 126w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-1536x672.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-2048x896.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Gravura-de-Lisboa-em-Portugal-de-1572-800x350.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43275" class="wp-caption-text">Vista panorâmica de Lisboa de 1572 com as cidadelas romana e moura nas colinas ao fundo. Durante o século XVI, Lisboa alcançou grande riqueza com o estabelecimento do império marítimo português para a África, a Índia e o Extremo Oriente.</figcaption></figure></p>
<p><strong>Portugal, reino sem rei.</strong></p>
<p>Dom João III assistira à morte de seus nove filhos homens e aguardava ansioso pelo nascimento de um neto que desse continuidade à sua descendência. Caso isso não ocorresse, Portugal corria o risco de cair nas mãos de algum estrangeiro.</p>
<p>O velho rei morreu meses antes do nascimento de Dom Sebastião, o desejado, cuja gestação fora acompanhada de muita reza pelo povo português.</p>
<p>O novo monarca assumiu o governo contando apenas 14 anos de idade. Sonhava em organizar cruzadas contra os muçulmanos e expandir a fé cristã.</p>
<p>Como Dom Sebastião era muito jovem, não teve a preocupação em casar-se e dar continuidade à dinastia.</p>
<p>Em 1578, preparou uma expedição para conquistar o Marrocos. Mas seu exército era fraco, mal organizado e rapidamente foi aniquilado pelos muçulmanos.</p>
<p>Na batalha de Alcácer Quibir, Dom Sebastião morreu e, com ele, boa parte da nobreza portuguesa.</p>
<p><strong>Rei morto, rei posto. </strong></p>
<p>Com a morte de Dom Sebastião, assumiu o trono seu tio-avô, o já citado cardeal Dom Henrique.</p>
<p>De idade muito avançada, não permaneceu no poder por muito tempo, morrendo dois anos mais tarde.</p>
<p>A nação portuguesa perdia, assim, o último representante da dinastia de Avis e viu iniciar-se, então, a disputa pelo trono português, que só teria im em 1580.</p>
<p>Como vimos no texto “Portugal, reino sem rei”, Portugal estava com as portas abertas ao domínio espanhol, pois o parente mais próximo do rei morto, Dom Henrique, era Felipe II da Espanha.</p>
<p>Apesar disso, vários candidatos apresentaram-se para assumir a coroa portuguesa. Entre os candidatos estavam Dom Antônio e Felipe II, rei da Espanha, que reclamava o direito ao reino português por ser neto de um antigo rei de Portugal, chamado Dom Manuel.</p>
<p><figure id="attachment_43278" aria-describedby="caption-attachment-43278" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43278 size-large" title="Mapa de Portugal e Espanha de 1620" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1024x757.jpg" alt="Mapa de Portugal e Espanha de 1620. Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola. O mar está gravado em um padrão moiré arrojado." width="800" height="591" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1024x757.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-2048x1513.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-768x568.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1536x1135.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-800x591.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43278" class="wp-caption-text">Mapa de Portugal e Espanha de 1620 Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola. O mar está gravado em um padrão moiré arrojado.</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Antônio contava com o apoio do povo, que não aceitava a ideia de ver o trono entregue a uma estrangeiro.</p>
<p>Filipe II, católico convicto e, como não poderia deixar de ser, contrário aos reformistas cristãos, recebeu apoio total do clero e de grande parte da nobreza, além dos burocratas e dos comerciantes.</p>
<p>Em junho de 1580, o duque de Alba, o melhor general do império espanhol, invadiu Portugal com forte exército e acabou com as pretensões de Dom Antônio, garantindo a coroa portuguesa para Filipe II, que recebeu, em Portugal, o nome de Felipe I.</p>
<p>Inaugurou-se assim, a dinastia dos Habsburgo em terra lusitana.</p>
<p>Filipe II foi sucedido por mais dois Felipes, o segundo (terceiro na Espanha), em 1598, e o terceiro (quarto na Espanha), em 1621, que se manteve no poder em Portugal até 1640.</p>
<p>Foi durante o governo deste último que aconteceu a invasão holandesa do Brasil (MENEZES; GONÇALVES, 2002, p. 10).</div></p>
<p>Neste sentido, Portugal iria permanecer sob domínio espanhol por sessenta anos. Nesta época, a Espanha se transformou no maior império do mundo, pois uniu as suas colônias com as colônias portuguesas.</p>
<p>Para o Brasil a união ibérica foi saudável, pois anulou as fronteiras do Tratado de Tordesilhas, permitindo assim que o Brasil construísse um esboço das suas atuais fronteiras.</p>
<p>Segundo Eduardo Bueno (2003, p. 85):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Sob Felipe II e, depois, no reinado de seu sucessor Filipe III, o Brasil pôde sair de uma posição “regional”, a de mero coadjuvante no jogo das trocas comerciais, para adquirir um novo e mais honroso papel geopolítico, integrando-se à trama do império atlântico concebido por Felipe II.</p>
<p>De 1580 a 1615, o Brasil também se expandiria internamente: a Paraíba e o Maranhão foram definitivamente conquistados, fundaram-se duas dezenas de povoados, abriram-se novas linhas de comércio, criaram-se novos cargos públicos, estabeleceu-se definitivamente a ligação entre o Sul do Brasil e a região do Prata.</p>
<p>Além disso, o foco da atividade econômica desviou-se da agricultura e do extrativismo vegetal para voltar-se à busca de riquezas minerais – e isso provocaria uma profunda guinada nos rumos e nos destinos da futura nação.</p>
<p>Foi também durante a época dos Felipes que os bandeirantes paulistas agiram com desenvoltura dificilmente concebível fora de um período no qual os limites das possessões da Espanha e Portugal não estivessem tão misturados.</p>
<p>Quando a União Ibérica se encerrou, com o frágil reinado de Felipe IV e a restauração portuguesa, o imenso território tomado pelos bandeirantes passou a pertencer ao Brasil.</p>
<p>Embora fundamental na história do país, o período dos Felipes continua sendo um dos menos estudados no Brasil.</div></p>
<p>Foi a partir da União Ibérica que os bandeirantes paulistas começaram a ter uma presença mais constante na história do Brasil. Mais tarde os bandeirantes paulistas seriam estes personagens os responsáveis pelo achamento de ouro nos sertões das minas-gerais.</p>
<p>No próximo item iremos estudar a invasão holandesa no nordeste brasileiro.</p>
<h3>3. Invasões holandesas no Brasil</h3>
<p>Os holandeses sempre foram parceiros comerciais dos portugueses, porém, em tempos de união ibérica, eles planejaram e executaram duas invasões da colônia.</p>
<p>A primeira invasão holandesa ocorreu em Salvador nos anos de 1624 e 1625, porém, logo os portugueses expulsaram os invasores.</p>
<p>Já a segunda invasão holandesa foi mais duradoura e de maiores consequências para a história brasileira, ela aconteceu de 1630 a 1654, e expandiu-se por quase todo o nordeste.</p>
<p>Segundo Mozart Vergetti de Menezes e Regina Célia Gonçalves (2002, p. 4):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O período do domínio holandês no Brasil e da luta para encerrá-lo constituiu-se, ao longo da história do Brasil, em tema constantemente alimentado pelo imaginário do povo e das elites locais, ao mesmo tempo que tem sido revisitado, com frequência, por vários historiadores de diferentes épocas.</p>
<p>Alguns ressaltam a riqueza cultural do período, em especial durante a administração do conde João Maurício de Nassau-Siegen, que, com sua corte de artistas, arquitetos, cartógrafos, naturalistas etc., promoveu, entre outras obras, a transformação, em apenas sete anos, do povoado do Recife na cidade mais urbanizada das Américas.</p>
<p>Idealizando esse momento, há quem afirme que teria sido melhor para o nordeste não ter retornado ao mando português.</div></p>
<p>Antes do advento da União Ibérica, Portugal e Holanda, também chamada de Províncias Unidas, mantinham prósperas relações comerciais.</p>
<p>Navios flamengos e holandeses atracavam em portos portugueses. Estes navios desembarcavam os mais variados artigos, tais como: trigo, peixe, manteiga e queijo e importavam sal grosso de Portugal.</p>
<p>Para o porto de Antuérpia seguiam as especiarias, bem como, outros produtos vindos do oriente, além de açúcar e madeira do Brasil (MENESES; GONÇALVES, 2002).</p>
<p>Quando Filipe II da Espanha declarou guerra às Províncias Unidas, cancelou todos os contratos destes mercadores com Portugal.</p>
<p>Por outro lado, restringiu a entrada de produtos vitais para a sobrevivência do povo português; por outro, comprometeu atividades significativas da economia holandesa, já que o sal grosso de Portugal era essencial tanto para a conservação do pescado holandês quanto para a produção de derivados de leite.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Com a falta de trigo, cereal utilizado na fabricação do pão, a população portuguesa pressionou a corte espanhola para que cedesse e reabrisse os contratos anteriormente existentes entre os dois países.</p>
<p>Assim, foi promulgada uma trégua, a Trégua dos Doze Anos, reeditando o comércio luso-holandês. Esta trégua, que duraria de 1609 a 1621, deu oportunidade para os contatos dos holandeses com o Brasil se intensificarem.</p>
<p>Os holandeses frequentavam a costa brasileira desde o século XVI.</p>
<p>O mais antigo registro da presença de seus navios em portos brasileiros data de 1587, quando um ataque de corsários ingleses à Bahia aprisionou um navio de bandeira flamenga de 250 toneladas.</p>
<p>Há notícias, também, de um engenho de açúcar que fora adquirido por um banqueiro da Antuérpia nos fins do século XVI, na capitania de São Vicente – o Engenho dos Erasmos –, bem como o registro do navio São João, de origem portuguesa, que, ao zarpar do Brasil em 1581, carregava um total de 428 caixas de açúcar, das quais 350 caixas pertenciam a três mercadores flamengos e a um alemão.</p>
<p>Durante a Trégua dos Doze Anos, os holandeses dedicaram-se intensamente ao comércio do açúcar, chegando a embarcar mais de 50 mil caixas do produto por ano.</p>
<p>Quando, em 1621, expirou a trégua, os mercadores holandeses sentiram que todo o trabalho realizado iria por água abaixo e procuraram, a todo custo, evitar que isso acontecesse.</p>
<p>Como já tinham o exemplo da bem sucedida Companhia das Índias Orientais, resolveram fundar uma outra companhia, a Companhia das Índias Ocidentais, que viria a arregimentar capital, unindo os mercadores envolvidos no comércio do açúcar para combater os espanhóis e permanecer em um negócio tão vantajoso (MENEZES; GONÇALVES, 2002, p. 14-15).</div></p>
<p>Com o fim da trégua, em 1621, os mercadores holandeses resolveram tomar providências até então impensadas, pois os mesmos, não poderiam arcar com os prejuízos decorrentes do fechamento do mercado português e brasileiro.</p>
<p>Estas providências, até então impensadas, diziam respeito à invasão do nordeste brasileiro. Assim sendo, os holandeses passaram a organizar a invasão, o alvo seria a cidade de Salvador,&nbsp;capital&nbsp;da&nbsp;colônia.</p>
<h4 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">3.1. Primeira invasão holandesa: Salvador</h4>
<p>A primeira invasão aconteceu no dia 4 de maio de 1624. Para esta tarefa os holandeses&nbsp;organizaram uma poderosa esquadra, composta de 28 embarcações, tripulada por cerca de&nbsp;3.300 homens.</p>
<p><figure id="attachment_25538" aria-describedby="caption-attachment-25538" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25538 size-large" title="Gravura da Salvador da Bahia de 1671" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-1024x861.jpg" alt="Urbs Salvador, Montanus, Arnoldus - 1671" width="800" height="673" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-1024x861.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-300x252.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-768x646.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-1536x1292.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-2048x1722.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-800x673.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/Urbs-Salvador-Montanus-Arnoldus-1320x1110.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25538" class="wp-caption-text">Gravura da Salvador da Bahia de 1671 – A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII. As placas retratam vividamente fortes, festivais, ocupações, frotas holandesas, batalhas, ritos religiosos e costumes dos habitantes nativos. Bela gravura em cobre da cidade murada de Salvador com navios e barcos enchendo o porto em primeiro plano. Uma chave com letras no canto superior esquerdo identifica vários locais. “Urbs Salvador”, Montanus, Arnoldus</figcaption></figure></p>
<p>Logo os invasores tomaram a cidade e prenderam seu governador, Diego de Mendonza, sendo o mesmo deportado para a Holanda.</p>
<p>Porém, em julho de 1624 o almirante holandês Jacob Willekens, comandante da esquadra, resolveu voltar à Holanda, deixando na Bahia cerca de um terço de suas forças.</p>
<p>Esta decisão demonstrou ter sido um erro estratégico, pois os portugueses e espanhóis não tardariam a enviar forças para reaver a cidade.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Sendo assim, quando, em abril de 1625, chegou a São Salvador a armada luso-espanhola comandada por Dom Fradique de Toledo, formada por 31 galeões, algumas caravelas e 7.500 homens em armas, as forças holandesas encontravam-se em difícil situação.</p>
<p>As forças portuguesas e espanholas colocaram-se à entrada da barra e incendiaram os barcos holandeses. Com ataques frequentes em terra minando as forças inimigas, até que, por fim, no início de maio, a tropa holandesa foi obrigada a se render.</p>
<p>Pelas condições da capitulação, todas as armas seriam entregues aos vencedores, e os holandeses podiam voltar para o seu país nos barcos que lhe restaram (MENEZES; GONÇALVES, 2002, p. 17).</div></p>
<p><figure id="attachment_15744" aria-describedby="caption-attachment-15744" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Invasão-holandesa-de-Salvador-.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-15744 size-full" title="Invasão holandesa de Salvador de 1624" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Invasão-holandesa-de-Salvador-.jpg" alt="Invasão holandesa de Salvador" width="612" height="359" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Invasão-holandesa-de-Salvador-.jpg 612w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Invasão-holandesa-de-Salvador--300x176.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/02/Invasão-holandesa-de-Salvador--94x55.jpg 94w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></a><figcaption id="caption-attachment-15744" class="wp-caption-text">Invasão holandesa de Salvador de 1624</figcaption></figure></p>
<p>A primeira invasão holandesa do Brasil foi um grande fracasso. Além disso, ela trouxe enormes prejuízos à Companhia das Índias Ocidentais. Décadas depois, os holandeses iriam novamente invadir o nordeste brasileiro, desta vez, porém, seriam mais bem sucedidos, permanecendo aqui por cerca de 24 anos.</p>
<h4 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">3.2. Segunda invasão holandesa: Pernambuco</h4>
<p>A invasão holandesa, ocorrida na Bahia, em 1624, fracassou, em virtude de uma série de fatores expostos no item anterior.</p>
<p><figure id="attachment_26064" aria-describedby="caption-attachment-26064" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-26064 size-large" title="Mapa de Recife em Pernambuco de 1679 - Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-1024x866.jpg" alt="Mapa de Recife em Pernambuco de 1679 - Brasil - Rara planta aérea da cidade do Recife e arredores com destaque para as fortificações holandesas. Embora inicialmente fundada pelos portugueses, os holandeses decidiram invadir várias cidades de Pernambuco devido à indústria local de cana-de-açúcar. De 1630 a 1654 os holandeses controlaram a cidade do Recife, que se tornou a nova capital do Brasil holandês, a cidade de Mauritsstad. Mauritsstad (aqui chamada de Mauritiópolis) tornou-se uma das cidades mais cosmopolitas do mundo sob o domínio holandês e é conhecida por abrigar a primeira comunidade judaica e sinagoga, jardim botânico e zoológico das Américas. &quot;Mauritiopolis Reciffa, et Circumiacentia Castra&quot;, Merian, Matthaus" width="800" height="677" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-1024x866.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-300x254.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-768x649.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-1536x1298.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-2048x1731.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-800x676.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-de-Recife-Brasil-1679-1320x1116.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-26064" class="wp-caption-text">Mapa de Recife em Pernambuco de 1679 &#8211; Brasil &#8211; Rara planta aérea da cidade do Recife e arredores com destaque para as fortificações holandesas. Embora inicialmente fundada pelos portugueses, os holandeses decidiram invadir várias cidades de Pernambuco devido à indústria local de cana-de-açúcar. De 1630 a 1654 os holandeses controlaram a cidade do Recife, que se tornou a nova capital do Brasil holandês, a cidade de Mauritsstad. Mauritsstad (aqui chamada de Mauritiópolis) tornou-se uma das cidades mais cosmopolitas do mundo sob o domínio holandês e é conhecida por abrigar a primeira comunidade judaica e sinagoga, jardim botânico e zoológico das Américas. &#8220;Mauritiopolis Reciffa, et Circumiacentia Castra&#8221;, Merian, Matthaus</figcaption></figure></p>
<p>Apesar disso, os holandeses não desistiram do projeto de invadir o nordeste brasileiro, o mesmo fazia parte da intenção holandesa de dominar a&nbsp;produção, o reino e o comércio do açúcar na Europa.</p>
<p><figure id="attachment_25989" aria-describedby="caption-attachment-25989" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25989 size-large" title="Vila de Olinda em Pernambuco em 1630" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-1024x767.jpg" alt="Vila de Olinda em Pernambuco em 1630" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-2048x1533.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-1536x1150.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-800x599.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Vila-de-Olinda-em-Pernambuco-em-1671-1320x988.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25989" class="wp-caption-text">Vila de Olinda em Pernambuco em 1630 &#8211; Essas esplêndidas vistas ilustram o ataque holandês à cidade portuguesa de Olinda em 1630. Durante a maior parte do século XVII, Portugal e Holanda fizeram um acordo comercial em que as colônias portuguesas no Novo Mundo produziam açúcar e os holandeses o distribuíam pela Europa usando seus rede comercial fixa. Após a fusão dos reinos de Portugal e Espanha, os holandeses perderam o monopólio da distribuição e criaram a Companhia das Índias Ocidentais em 1621. Pouco depois, os holandeses iniciaram seu ataque a Pernambuco, primeiro em Salvador e depois em Olinda. Do alto, a vista do Povo (que depois se transformou em Recife) e Olinda vista do mar. Ao fundo, uma grande vista panorâmica da região repleta de navios, alguns em batalha, e a cidade do Povo já em chamas.</figcaption></figure></p>
<p>Segundo&nbsp;Eduardo&nbsp;Bueno&nbsp;(2003,&nbsp;p.&nbsp;91):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A invasão da Bahia só trouxe prejuízos para a nascente Companhia das Índias Ocidentais. Em 1628, porém, a companhia capturou, ao largo de Cuba, a frota anual de prata espanhola e obteve um butim de 14 milhões de florins (o dobro do seu capital inicial).</p>
<p>Enriquecida, a companhia planejou nova invasão ao Brasil.</p>
<p>O alvo escolhido desta vez foi a maior e mais rica região produtora de açúcar do mundo.</p>
<p>Além de possuir 130 engenhos (responsáveis por mil toneladas de açúcar/ano), Pernambuco era uma capitania particular, e não real, sendo, portanto, mal-aparelhada na sua defesa.</p>
<p>No dia 15 de fevereiro de 1630, uma armada com 77 navios, sete mil homens e 170 peças de artilharia surgiu diante de Olinda.</p>
<p>Embora a resistência do governador Matias de Albuquerque (neto do velho donatário Duarte Coelho) fosse, mais uma vez, heróica – e, antes de partir, ele ainda conseguiu incendiar 24 navios fundeados no porto –, Recife foi rapidamente tomada.</p>
<p>Desta vez a ocupação iria durar mais de 20 anos.</div></p>
<p>Como vimos anteriormente, a capitania de Pernambuco era muito rica e sua produção açucareira era a maior do mundo, por isso, não foi à toa que os holandeses escolheram esta região.</p>
<p>Nos vinte e quatro anos seguintes, grande parte do nordeste brasileiro passaria pela experiência do domínio holandês.</p>
<p>Para muitos seria mais vantajoso para o nordeste se os holandeses não tivessem sido expulsos, pois esta região, durante o domínio holandês, foi transformada na região mais urbanizada e rica das Américas.</p>
<p><figure id="attachment_26075" aria-describedby="caption-attachment-26075" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-26075 size-large" title="Mapa da Capitania de Pernambuco de 1698" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-1024x804.jpg" alt="Mapa da Capitania de Pernambuco de 1698 - Este magnífico mapa da província brasileira de Pernambuco foi um dos 23 mapas deste raro relato da guerra colonial luso-holandesa. Escrita por João José de Santa Teresa, conhecida entre os bibliófilos como a Santa Teresa, é considerada uma das mais suntuosas obras do século XVII sobre o Brasil. Santa Teresa, carmelita portuguesa, passou doze anos nas missões jesuítas da América do Sul e depois voltou para a Europa onde se tornou bibliotecário do colégio dos jesuítas em Roma. Sua conta foi fortemente subsidiada por Pedro II de Portugal, e alguns dos principais artistas e gravadores do período, incluindo Antonio Horacio Andreas, foram contratados para trabalhar no projeto. Foi publicado por Giacomo Giovanni Rossi. O mapa em si é lindamente desenhado e oferece uma excelente visão da região com rios e córregos cuidadosamente delineados. São registradas as localizações de vilas, missões e fortes, inclusive Olinda. Mesmo os perigos de navegação são mostrados ao longo da costa. Uma grande rosa dos ventos orienta o mapa com o norte à direita. O mapa é adornado de forma elaborada com putti que sustentam a cartela do título, o brasão real e a chave do mapa. &quot;Provincia di Pernambuco&quot;, Horatius, Andreas Antonius." width="800" height="628" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-1024x804.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-768x603.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-1536x1207.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-2048x1609.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-800x628.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Mapa-da-Capitania-de-Pernambuco-de-1698-1320x1037.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26075" class="wp-caption-text">Mapa da Capitania de Pernambuco de 1698</figcaption></figure></p>
<h5>Domínio holandês em Pernambuco dividiu-se em três fases:</h5>
<ul>
<li>a primeira, de 1630 a 1637, seria marcada pela resistência dos luso-brasileiros, guerreando no interior, contra a dominação;&nbsp;</li>
<li>a segunda fase vai de 1637 a 1644, é o período do florescimento do Brasil holandês. Nesta fase são feitas as principais obras de urbanização no Recife por Maurício de Nassau;</li>
<li>a terceira fase, de 1644 a 1654, é caracterizada pela guerra de reconquista, que resultaria na expulsão dos holandeses.</li>
</ul>
<p>É importante ressaltar que a principal fase do domínio holandês do nordeste brasileiro foi aquela representada pela administração do conde Maurício de Nassau.</p>
<p>O mesmo chegou ao Brasil em 1637 e logo demonstrou ser um grande administrador. Através de sua mediação houve a pacificação dos luso-brasileiros, que passaram a vender a sua produção açucareira para os holandeses.</p>
<h5>Principais medidas do governo holandês&nbsp;foram:</h5>
<ul>
<li>Concessão de créditos: a companhia concedeu créditos aos senhores de engenho, que se destinaram ao reaparelhamento dos engenhos, à recuperação dos canaviais e à compra de escravos, reativando a produção açucareira.</li>
<li>Tolerância religiosa: as diversas religiões (catolicismo, judaísmo, protestantismo) foram, de certo modo, toleradas pelo governo de Maurício de Nassau-Siegen. Os holandeses não tinham como objetivo principal expandir sua fé religiosa no Brasil. Entretanto, a religião oicial do Brasil holandês era o calvinismo, tendo sido, por isso, a mais incentivada.</li>
<li>Obras urbanas: a cidade do Recife foi beneficiada com a construção de pontes e obras sanitárias. Criou-se também a cidade de Maurícia, hoje bairro da capital pernambucana.</li>
<li>Vida cultural: O governo de Nassau promoveu a vinda de artistas, médicos, astrônomos, e naturalistas. Entre os pintores, estavam Franz Post e Albert Eckhout, autores de diversos quadros inspirados nas paisagens brasileiras. No setor cientíico destacam-se Jorge Marcgrave, um dos primeiros a usar nossa natureza, e Willen Piso, médico que pesquisou a cura das doenças mais comuns da região.</li>
</ul>
<p><strong>Veja também <a href="http://bahia.ws/recife-dos-holandeses/" target="_blank" rel="noopener">Recife dos Holandeses</a></strong></p>
<p>Em função de todas estas medidas citadas anteriormente, o governo de Nassau foi muito próspero, pois nesta época o Brasil holandês alcançou o seu maior esplendor.</p>
<p><figure id="attachment_28515" aria-describedby="caption-attachment-28515" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-28515 size-large" title="Vista de Olinda, Frans Post (1662)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-1024x635.jpg" alt="Vista de Olinda, Frans Post (1662)" width="800" height="496" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-1024x635.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-300x186.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-768x477.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-89x55.jpg 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-1536x953.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662-800x496.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/07/View-of-Olinda-Brazil-1662.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-28515" class="wp-caption-text">Vista de Olinda, Frans Post (1662)</figcaption></figure></p>
<p>Apesar da experiência bem sucedida do governo de Nassau, após a sua saída houve uma mudança de mentalidade na forma de governar a colônia. Os outros governantes, que sucederam Nassau, mudaram radicalmente de conduta, criando assim descontentamentos entre a população luso-brasileira.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Interessada somente em aumentar seus lucros, a Companhia das Índias Ocidentais passou a pressionar os senhores de engenho para que aumentassem a produção, pagassem mais impostos, liquidassem as dívidas atrasadas.</p>
<p>A Companhia das Índias Ocidentais ameaçava confiscar os engenhos de seus proprietários, caso as exigências não fossem cumpridas. Até mesmo a tolerância religiosa havia acabado. Os católicos passaram a ser proibidos de praticar livremente sua religião (COTRIM, 1999, p. 104).</div></p>
<p>Indignados com as pressões holandesas na forma de administrar a colônia, grupos de brasileiros e portugueses começaram a se revoltar, exigindo que os invasores abandonassem o nordeste brasileiro. Isso irá acontecer a partir de 1645, recebendo o nome de Insurreição Pernambucana.</p>
<p>O interessante é que este movimento reuniu diversos setores sociais da sociedade brasileira, os quais passaram a lutar lado a lado, senhores de engenho, escravos e índios.</p>
<p>Alguns historiadores afirmam que o movimento que levou à expulsão dos holandeses do Brasil é a primeira expressão de brasilidade e de identidade na história do Brasil. Este movimento demonstrou a maturidade da colônia, pois quem mais se empenhou na expulsão foram os próprios brasileiros.</p>
<p>Com a expulsão dos holandeses, ocorrida definitivamente em 1654, surgiu um outro problema para Portugal, pois os holandeses, ao abandonarem o Brasil, levaram mudas de cana- de-açúcar para serem plantadas nas Antilhas, região situada no Caribe.</p>
<p>A decisão holandesa de produzir açúcar gerou uma grave crise no Brasil, pois o açúcar produzido na América Central possuía um preço de venda inferior ao do açúcar produzido no nordeste brasileiro. Além disso, este açúcar gerou concorrência, pois anteriormente apenas o açúcar brasileiro era vendido na Europa.</p>
<p>Desta forma, Portugal percebeu que deveria incentivar os moradores do Brasil, principalmente os bandeirantes, que viviam em São Vicente e São Paulo a realizarem expedições com o intuito de encontrarem metais preciosos nos sertões do Brasil.</p>
<p>O Brasil não poderia depender apenas da cana-de-açúcar para mover sua economia.</p>
<p>Sobre esta questão, iremos tratar no próximo capítulo, pois o incentivo dado aos bandeirantes traria retorno à coroa e que os mesmos não tardariam a descobrir ouro nas “minas gerais”.</p>
<p><figure id="attachment_26047" aria-describedby="caption-attachment-26047" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-26047 size-large" title="Forte Orange na Ilha de Itamaraca de 1671" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-1024x851.jpg" alt="Forte Orange na Ilha de Itamaraca de 1671 - A obra de Montanus foi talvez o maior livro ilustrado sobre o Novo Mundo produzido no século XVII. Continha mais de cem placas, vistas e mapas lindamente gravados da América do Norte e do Sul. As placas retratam vividamente fortes, festivais, ocupações, frotas holandesas, batalhas, ritos religiosos e costumes dos habitantes nativos. Esta importante obra foi traduzida para o alemão por Olivier Dapper e para o inglês por John Ogilby. Várias das placas foram posteriormente adquiridas por Pierre Vander Aa. Uma bela vista do holandês Fort Oranje, na ilha de Itamaraca, na costa nordeste do Brasil. Povos nativos e barcos ocupam o primeiro plano e uma legenda na parte inferior identifica os locais importantes. &quot;I. Tamaraca&quot;, Montanus, Arnoldus" width="800" height="665" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-1024x851.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-300x249.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-768x639.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-66x55.jpg 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-1536x1277.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-2048x1703.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-800x665.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/12/Ilha-de-Itamaraca-Brasil-1671-1320x1098.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-26047" class="wp-caption-text">Forte Orange na Ilha de Itamaraca de 1671 &#8211; Uma bela vista do holandês Forte Orange, na ilha de Itamaraca, na costa nordeste do Brasil. Povos nativos e barcos ocupam o primeiro plano e uma legenda na parte inferior identifica os locais importantes. &#8220;I. Tamaraca&#8221;, Montanus, Arnoldus</figcaption></figure></p>
<h3>4. Acontecimentos históricos relacionados à União Ibérica e as invasões holandesas no Brasil</h3>
<ul>
<li>1566-1609: Guerra de Independência dos Países Baixos contra a Espanha.</li>
<li>1578: Derrota de Alcácer-Quibir, morre Dom Sebastião, rei de Portugal.</li>
<li>1580: Início da União Ibérica, que se estenderá até 1640.</li>
<li>1602: Fundação da Holandesa das Índias Orientais.</li>
<li>1609: Assinatura da “Trégua dos 12 Anos” entre Holanda e Espanha.</li>
<li>1621: Fundação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Início do reinado de Filipe III em Portugal (Filipe IV na Espanha).</li>
<li>1624: Primeira invasão holandesa: tomada de Salvador.</li>
<li>1625: Armada luso-espanhola comandada por Dom Fradique de Toledo reconquista Salvador.</li>
<li>1630: Os holandeses invadem Pernambuco: tomada de Olinda e Recife.</li>
<li>1631: Evacuação de Olinda e Recife pelos luso-brasileiros.</li>
<li>1633: Tomada holandesa de Itamaracá e do Forte dos Reis Magos.</li>
<li>1634: Conquista da Paraíba pelos holandeses.</li>
<li>1636: Batalha campal de Mata Redonda, com vitória holandesa.</li>
<li>1637: Chegada de Maurício de Nassau-Siegen ao Recife, início do governo de Nassau.</li>
<li>1639: Fundação da cidade de Maurícia.</li>
<li>1640: Fim da União Ibérica.</li>
<li>1641: Os holandeses conquistam o Maranhão e o Sergipe.</li>
<li>1643: Restauração portuguesa.</li>
<li>1644: Regresso de Nassau à Holanda.</li>
<li>1648: Primeira Batalha de Guararapes.</li>
<li>1649: Segunda Batalha de Guararapes.</li>
<li>1654: Os holandeses se rendem no Recife.</li>
</ul>
<p>No próximo capítulo estudaremos a fundação da cidade de São Paulo e a ação de povoamento e colonização efetuada pelos bandeirantes.</p>
<h3>5. Neste tópico você estudou que:</h3>
<ul>
<li>O processo histórico é que determinou a União Ibérica.</li>
<li>Os holandeses invadiram o Brasil e permaneceram até 1654, quando se renderam em Recife.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/">União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa de Portugal e Espanha de 1620</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-portugal-e-espanha-de-1620/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 09:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=43277</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa de Portugal e Espanha de 1620 &#8220;Hispaniae Nova Describtio, de integro Multis Inlocis, Secundum Hydrographicas, Desc. Emendata&#8221;, Hondius, Jodocus&#160; Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-portugal-e-espanha-de-1620/">Mapa de Portugal e Espanha de 1620</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43278" aria-describedby="caption-attachment-43278" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43278 size-large" title="Mapa de Portugal e Espanha de 1620" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1024x757.jpg" alt="Mapa de Portugal e Espanha de 1620.Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola. O mar está gravado em um padrão moiré arrojado." width="800" height="591" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1024x757.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-2048x1513.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-768x568.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-1536x1135.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-de-Portugal-e-Espanha-de-1620-800x591.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43278" class="wp-caption-text">Mapa de Portugal e Espanha de 1620 &#8220;Hispaniae Nova Describtio, de integro Multis Inlocis, Secundum Hydrographicas, Desc. Emendata&#8221;, Hondius, Jodocus&nbsp; Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola. O mar está gravado em um padrão moiré arrojado.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa de Portugal e Espanha de 1620</h3>
<h4>&#8220;Hispaniae Nova Describtio, de integro Multis Inlocis, Secundum Hydrographicas, Desc. Emendata&#8221;, Hondius, Jodocus&nbsp;</h4>
<p>Excelente mapa da Espanha e de Portugal, incluindo Maiorca e Menorca. Gravado com muito requinte por Petrus Kaerius, com cartelas elaboradas, navios a vela, monstros marinhos e rosas de bússola.</p>
<p>O mar está gravado em um padrão moiré arrojado.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-portugal-e-espanha-de-1620/">Mapa de Portugal e Espanha de 1620</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 20:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Engenho Colonial Açucareiro no Brasil 1. Introdução Neste capítulo iremos estudar a instituição no Brasil dos chamados engenhos coloniais açucareiros ou os engenhos de açúcar no Brasil Colônia Os engenhos de açucar montadas pelos portugueses, principalmente no nordeste e na região de São Vicente, viriam a se transformar em uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Neste capítulo iremos estudar a instituição no Brasil dos chamados engenhos coloniais açucareiros ou os engenhos de açúcar no Brasil Colônia</p>
<p>Os engenhos de açucar montadas pelos portugueses, principalmente no nordeste e na região de São Vicente, viriam a se transformar em uma lucrativa indústria responsável pela fabricação do açúcar, muito utilizado na Europa como produto culinário.</p>
<p>Para construirmos a relexão sobre a importância do engenho na história colonial brasileira iremos nos basear no livro “Casa Grande e Senzala”, do historiador pernambucano Gilberto Freire. Este livro, é um marco na historiografia cultural do Brasil e do mundo, pois o autor teceu uma relexão sobre a história brasileira, tendo como base as relações raciais.</p>
<p>Outro assunto importante a ser estudado neste tópico, diz respeito à religiosidade na colônia.</p>
<p>A religião católica, introduzida pelos portugueses sofreu grande influência, não só da religião indígena, mas principalmente da religião africana. Em muitas regiões do Brasil houve um verdadeiro sincretismo, que misturou as três expressões religiosas em uma só.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Sincretismo</strong> – A palavra sincretismo significa mistura! No Brasil, não apenas houve sincretismo relacionado ao aspecto religioso,&nbsp;mas em muitas outras formas de expressão dos diversos povos&nbsp;que contribuíram para a formação do povo brasileiro.</div></p>
<h3>2. Engenho de Açucar</h3>
<p>A partir da intensificação da colonização, ocorrida após a instalação do Governo Geral, em 1549, diversos engenhos de açucar coloniais foram instalados no Brasil.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Apesar disso, Martim Afonso de Souza, já havia fundado engenhos, a partir de 1530, sendo que o primeiro engenho de açucar foi instalado na região de São Vicente, atual estado de São Paulo.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">No Brasil, a cana-de-açúcar foi introduzida por Martim Afonso de Souza, também dono do primeiro engenho erguido no país, em associação com o holandês Johann Van Hielst (chamado de João Vaniste), representante dos Schetz, ricos armadores, comerciantes e banqueiros de Amsterdã (BUENO, 2003, p. 44).</div></p>
<p>Segundo Mary Del Priore e Renato Venâncio (2006), a cana-de-açúcar já fazia parte da economia colonial desde os primórdios da colonização.</p>
<p>Há sinais de que a cana-de-açúcar veio para o Brasil logo nos primeiros anos da colonização.&nbsp;Ela teria chegado em 1502 a 1503.</p>
<p>Sua exploração sistemática da cana-de-açúcar, no entanto, demorou mais uma década.</p>
<p>Em 1516, a poderosa Casa da Índia, órgão metropolitano encarregado das alfândegas, procurava mestres de açúcar para trabalhar em engenhos que teriam se estabelecido em áreas próximas às feitorias litorâneas. No ano de 1518, escravos vindos da Guiné e colonos da Ilha da Madeira já estavam em atividades.</p>
<p>A partir de 1520, a Alfândega de Lisboa passou a cobrar direitos sobre o açúcar vindo da Terra de Santa Cruz. Quando os Portugueses primeiro chegaram ao Brasil, no ano de 1500, chamaram o Brasil de &#8220;Terra de Vera Cruz&#8221;.</p>
<p>Apesar da cana-de-açúcar já ter sido plantada no Brasil desde os primórdios da colonização, ela irá se transformar em um produto economicamente viável apenas a partir de 1530, com os estímulos oriundos das iniciativas de Martim Afonso de Sousa.</p>
<p>É importante salientar que, mesmo nos primórdios da colonização do Brasil, já existia um acordo entre Portugal e Holanda relacionado à produção e comercialização do valioso produto.</p>
<p>Esta parceria será prejudicada com a União Ibérica, ocorrida a partir de 1580, quando Portugal e Espanha passaram a ser governados pelo mesmo rei (rei Felipe II).</p>
<p>Essa união deu origem a sérios conflitos com a Holanda, pois os espanhóis eram inimigos dos holandeses, impedindo que os mesmos mantivessem relações comerciais com o Brasil.</p>
<p>Este fator motivou a invasão holandesa do nordeste brasileiro.</p>
<p><figure id="attachment_27079" aria-describedby="caption-attachment-27079" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27079 size-full" title="Engenho de açúcar" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1.jpg" alt="Engenho de açúcar com roda d’água contida num trecho do mapa de Pernambuco pintado por Willem J. Blaeu, em 1635" width="1024" height="455" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1-300x133.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1-768x341.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1-124x55.jpg 124w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/01_casa-de-engenho_original-Copia-1024x455-1-800x355.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27079" class="wp-caption-text">Engenho de açúcar com roda d’água contida num trecho do mapa de Pernambuco pintado por Willem J. Blaeu, em 1635</figcaption></figure></p>
<p>Com a intensificação da colonização, portugueses, em parceria com os holandeses, começaram a investir grandes somas de capitais na fundação dos engenhos e na consequente plantação de grandes áreas destinadas ao cultivo da cana-de-açúcar.</p>
<p>Segundo Eduardo Bueno (2003, p. 44-45):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A partir da chegada dos donatários, a cultura açucareira adquiriu estupendo impulso no Brasil.</p>
<p>Impossibilitados por lei de explorar o pau-brasil (um monopólio da coroa), os donatários –Duarte Coelho à frente – trouxeram consigo colonos da Ilha da Madeira, deram início à derrubada das matas litorâneas e instalaram seus primeiros engenhos.</p>
<p>O aumento da população na Europa, a relativa queda do preço do produto, a fertilidade do massapé nordestino – tudo contribuiu para tornar o açúcar um produto cada vez mais consumido nas cidades e disputado no mercado.</div></p>
<p>Temos que ter clareza de que o português foi um colonizador inovador para os parâmetros da época, como menciona Gilberto Freyre em seu livro Casa Grande e Senzala:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O colonizador português do Brasil foi o primeiro entre os colonizadores modernos a deslocar a base da colonização tropical da pura extração de riqueza mineral, vegetal ou animal – o ouro, a prata, a madeira, o âmbar – para a de criação local de riqueza.</p>
<p>Ainda que riqueza – a criada por eles sob a pressão das circunstâncias americanas – à custa do trabalho escravo: tocada, portanto, daquela perversão de instinto econômico que cedo desviou o português da atividade de produzir valores para a de explorá-los, transportá-los ou adquiri-los (2003, p. 79).</div></p>
<p>Ainda citando Freyre:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A sociedade colonial no Brasil, principalmente em Pernambuco e no Recôncavo da Bahia, desenvolveu-se patriarcal e aristocraticamente à sombra das grandes plantações de açúcar, não em grupos a esmo e estáveis; em casas grandes de taipa ou de pedra e cal, não em palhoças de aventureiros.</p>
<p>Observa Oliveira Martins que a população colonial no Brasil, “especialmente ao norte, constitui-se aristocraticamente, isto é, as casas de Portugal enviaram ramos para o ultramar; desde todo o princípio da colônia apresentou um aspecto diverso das turbulentas imigrações dos castelhanos na América Central e Ocidental”.</p>
<p>E antes dele já escrevera Southey que nas casas de engenho de Pernambuco encontravam-se, nos primeiros séculos de colonização, as decências e o conforto que debalde se procurariam entre as populações do Paraguai e do Prata (2003, p. 79).</div></p>
<p>Tudo estava conspirando para que o Brasil se transformasse no maior produtor mundial de açúcar.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em 1628 já haviam sido instalados no Brasil, em torno de 235 engenhos, a grande maioria no nordeste.</p>
<p>Quando da invasão holandesa, a partir de 1637, a produção de Pernambuco, Itamaracá, Paraíba e Rio Grande do Norte ultrapassou 1 milhão de arrobas anuais (BUENO, 2003).</p>
<p><figure id="attachment_27912" aria-describedby="caption-attachment-27912" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27912 size-loop-large" title="Escravos na moenda - Debret 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835-800x573.jpg" alt="Escravos na moenda - Debret 1835" width="800" height="573" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835-800x573.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835-300x215.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835-768x550.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2014/05/Escravos-na-moenda-Debret-1835.jpg 952w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-27912" class="wp-caption-text">Escravos na moenda &#8211; Debret 1835</figcaption></figure></p>
<p>Salientamos que existiam diversos tipos de engenhos, conforme o poder aquisitivo dos seus donos, desde pequenos engenhos de açúcar manuais, conforme figura anterior, até grandes engenhos movidos a força hidráulica. Apesar das diferenças todos produziam açúcar e derivados da cana-de-açúcar.</p>
<p><figure id="attachment_43245" aria-describedby="caption-attachment-43245" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43245 size-loop-large" title="PREÇO DO AÇúCAR BRANCO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO-800x220.jpg" alt="PREÇO DO AÇúCAR BRANCO" width="800" height="220" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO-800x220.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO-300x82.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO-768x211.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO-200x55.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/PRECO-DO-ACuCAR-BRANCO.jpg 951w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43245" class="wp-caption-text">PREÇO DO AÇúCAR BRANCO</figcaption></figure></p>
<p>Apesar do grande número de engenhos, temos que entender que o verdadeiro lucro para essa atividade advinha da distribuição e do reino do açúcar na Europa, atividade esta geralmente desenvolvida pelos holandeses, e não propriamente, da plantação da cana-de-açúcar e da fabricação do açúcar bruto nos engenhos.</p>
<p>Ainda citando Eduardo Bueno (2003, p. 45):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Mas a pujança e grande lucratividade da lavoura de cana parecem ter cruzado apenas de passagem pela casa-grande que abrigava os senhores de engenho. O</p>
<p>verdadeiro lucro ia para os que embarcavam o açúcar para a Europa. Lucros estes que eram utilizados para fazer novos empréstimos aos senhores de engenho, que viviam assim em “perpétua dívida, da qual periodicamente clamavam por perdão”.</p>
<p>De qualquer maneira, após uma ou duas boas colheitas, vários proprietários vendiam tudo o que tinham e regressavam a Portugal.</div></p>
<p>É certo, que muitos dos colonizadores portugueses, que escolhiam o Brasil como investimento de seus capitais não traziam família.</p>
<p>Neste sentido, o engenho se transformava em uma verdadeira Babilônia, pois os portugueses logo iriam cruzar seus corpos com as negras e com as índias, promovendo assim, o início da miscigenação.</p>
<p>Segundo o padre Antônio Vieira (apud BUENO, 2003, p. 48):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Quem ver na escuridão da noite aquelas fornalhas tremendas perpetuamente ardentes [&#8230;] o ruído das rodas, das cadeias, da gente toda de cor da mesma noite, e gemendo tudo, sem trégua nem descanso; quem ver toda a máquina e aparato confuso e estrondoso daquela Babilônia, não poderá duvidar, ainda que tenha visto Etnas e Vesúvios, que é uma semelhança do inferno.</div></p>
<p>A palavra deste famoso padre jesuíta vem a fortalecer a ideia de que o escravo era o&nbsp;sujeito social que tudo fazia na colônia.</p>
<p>A importância do engenho não pode ser menos prezada em função de que as atividades mais lucrativas eram aquelas de reino e de distribuição do açúcar na Europa.</p>
<p>Na verdade, a importância do engenho não era apenas econômica, mas acima de tudo social e cultural.</p>
<p>No próximo item iremos estudar a importância social e cultural do engenho colonial açucareiro.</p>
<h3 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">3. Importância Social e Cultural do Engenho Colonial de Açucar</h3>
<p>O colonizador português do Brasil inventou uma estrutura chamada de engenho colonial açucareiro.</p>
<p>Era um complexo composto por várias benfeitorias que iam desde a capela, passando pela casa de purgar, casa da caldeira, casa de farinha, casa de bagaço, roda do engenho, curral, pomar, cemitério, senzala, que muitas vezes icava próxima à casa grande.</p>
<p>Eram construções tipicamente lusitanas, contendo todas as simbologias que as mesmas poderiam ter em Portugal, porém quem as habitava eram pessoas das mais variadas tipologias culturais.</p>
<p>Segundo Gilberto Freire (2003, p. 79):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O colonizador português do Brasil foi o primeiro entre os colonizadores modernos a deslocar a base da colonização tropical para extração de riqueza mineral, vegetal ou animal – o ouro, a prata, a madeira, o âmbar, o marim – para a de criação local de riqueza.</p>
<p>Ainda que riqueza – a criada por eles sob a pressão das circunstâncias americanas – à custa do trabalho escravo: tocada, portanto, daquela perversão de instinto econômico que cedo desviou o português da atividade de produzir valores para a de explorá-los, transportá-los ou adquiri-los.</div></p>
<p>O engenho era muito importante, pois representava um marco de civilização em meio à floresta, pois foi aí que a cultura afro-brasileira se desenvolveu. Nesta estrutura, brancos e negros conviviam segundo uma relação de senhores e escravos.</p>
<p>Segundo Gilberto Freire (2001, p. 27):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Nenhuma cultura, nenhuma gente, nenhum povo depois do português, exerceu maior influência na brasileira do que o negro.</p>
<p>Quase todo brasileiro traz a marca dessa inluência. Da negra que o embalou e lhe deu de mamar.</p>
<p>Da sinhama (ama de leite) que lhe deu de comer, ela própria fazendo com os dedos o bolão de comida.</div></p>
<p>Temos que ter clareza que o sucesso do engenho de açucar&nbsp;em terras brasileiras foi uma realidade em função das características culturais do africano, pois o mesmo era muito diferente do índio.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os negros importados da África &#8211; como já se disse – tinham, de modo geral, uma cultura superior à dos indígenas.</p>
<p>Além disso, o negro se adaptava melhor aos trópicos. Ao contrário do índio ou do caboclo, que mostrava desalento ao&nbsp;rigor do sol.</p>
<p>Em termos modernos, o negro era extrovertido (alegre, fácil, divertido, acomodatício, confiante) e o índio um introvertido (triste, difícil, bisonho, relutante) (FREIRE, 2001, p. 27).</div></p>
<p>Estas características explicam por que o negro foi o maior aliado do branco na colonização do Brasil.</p>
<p>Apesar disso, negros das mais variadas regiões da África foram trazidos para o Brasil. No dizer de Gilberto Freire (2001, p. 29):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os angolas eram Bantos; como os do Congo, eram bons para o trabalho bruto.</p>
<p>Os angolas “ladinos” prestavam-se bem para iniciar os “boçais” nos serviços de eito (limpeza de uma plantação, feita a enxada ou com instrumentos manuais).</p>
<p>Os Ardas vinham do Daomé. Eram “tão fogosos que tudo querem cortar de um só golpe”, como deles dizia Henrique Dias.</p>
<p>Os Minas (Nagô) da Costa do Ouro. O Daomé e a Costa do Ouro eram os centros de cultura sudanesa.</p>
<p>O negro sudanês é um dos povos mais altos da terra. No Senegal, parece até que andam em perna de pau; com seus camisões, de longe lembram almas de outro mundo.</p>
<p>Os negros da Guiné, bonitos de corpo, eram excelentes para os serviços domésticos, principalmente as mulheres.</p>
<p>Os negros de Cabo Verde eram os melhores e os mais robustos de todos e os mais caros.</p>
<p>Os Bantos eram, dentre todos, os negros os mais característicos; mas não compreendiam, como se viu, a totalidade dos elementos africanos importados para o Brasil. Ao lado da língua banto, os nossos negros falavam outras línguas ou dialetos do grupo sudanês (o Jeje, o Hauçá, o Nagô ou Ioruba).</div></p>
<p>Neste contexto de origens variadas, o negro irá se adaptar a uma vida dura no Brasil, pois não devemos esquecer que o mesmo era escravo e devia obedecer ao seu senhor.</p>
<p>Apesar disso, o negro provou desde cedo a sua força e intenção de sobreviver em uma terra estranha que lhe privava de liberdade.</p>
<p>Para ilustrar, introduziremos um fragmento do livro “<strong>Casa</strong> <strong>Grande</strong> <strong>e</strong> <strong>senzala</strong>”, adaptado em forma de quadrinho (2001, p. 38), que problematiza o cotidiano e a relação entre portugueses e negros em um engenho colonial açucareiro do Nordeste brasileiro.</p>
<p><figure id="attachment_43248" aria-describedby="caption-attachment-43248" style="width: 887px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43248 size-full" title="O COTIDIANO E A RELAÇÃO ENTRE PORTUGUESES E NEGROS EM UM ENGENHO COLONIAL AÇUCAREIRO DO NORDESTE BRASILEIRO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS.jpg" alt="O COTIDIANO E A RELAÇÃO ENTRE PORTUGUESES E NEGROS EM UM ENGENHO COLONIAL AÇUCAREIRO DO NORDESTE BRASILEIRO" width="887" height="1414" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS.jpg 887w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS-188x300.jpg 188w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS-642x1024.jpg 642w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS-768x1224.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS-35x55.jpg 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/RELACAO-ENTRE-PORTUGUESES-E-NEGROS-800x1275.jpg 800w" sizes="(max-width: 887px) 100vw, 887px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43248" class="wp-caption-text">O COTIDIANO E A RELAÇÃO ENTRE PORTUGUESES E NEGROS EM UM ENGENHO COLONIAL AÇUCAREIRO DO NORDESTE BRASILEIRO</figcaption></figure></p>
<p>Como seria a vida em um engenho de açucar&nbsp;do século XVI, que tipo de alimentos consumiam, como eram suas relações sociais, como se estruturava a sua religiosidade, enim que tipo de problemas enfrentavam?</p>
<p>Segundo Freyre, a vida no engenho de açucar e, especialmente a alimentação, era difícil, pois apesar de toda a riqueza gerada pelo açúcar e dos inúmeros recursos naturais, os senhores procuravam imitar os hábitos europeus.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os próprios senhores de engenho dos tempos coloniais que, através das crônicas de Cardim e de Soares, nos habituamos a imaginar uns regalões no meio da rica variedade de frutas maduras, verduras frescas e lombos de excelente carne de boi, gente de mesa farta comendo como uns desadorados – eles, suas famílias, seus aderentes, seus amigos, seus hóspedes; os próprios senhores de engenho de Pernambuco e da Bahia nutriam-se deficientemente: carne de boi de má qualidade e só uma vez ou outra, os frutos pouco e bichados, os legumes raros.</p>
<p>A abundância ou excelência de víveres que se surpreendesse seria por exceção e não geral entre aqueles grandes proprietários (2003, p. 98).</div></p>
<p>Afirma ainda que:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Grande parte de sua alimentação davam-se eles ao luxo tolo de mandar vir de Portugal e das ilhas; do que resultava consumirem víveres nem sempre bem conservados: carne, cereais e até frutos secos, desprovidos dos seus princípios nutritivos, quando não deteriorados pelo mau acondicionamento ou pelas circunstâncias do transporte irregular e moroso.</p>
<p>Por mais esquisito que pareça, faltavam à mesa da nossa aristocracia colonial legumes frescos, carne verde e leite. Daí certamente, muitas das doenças do aparelho digestivo, comuns na época e por muito doutor caturra atribuídas aos “maus ares” (2003, p. 98).</div></p>
<p>A imagem que segue contradiz a afirmação acima, revelando uma mesa farta e diversificada, o que certamente faz parte de uma representação romântica e fora da realidade do Brasil colonial.</p>
<p><figure id="attachment_25544" aria-describedby="caption-attachment-25544" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25544 size-large" title="A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1024x737.jpg" alt="A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839" width="800" height="576" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1024x737.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-300x216.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-768x553.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1536x1106.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-2048x1475.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-800x576.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1320x951.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25544" class="wp-caption-text">Uma família brasileira no Rio de Janeiro, de Jean Baptiste Debret, 1839</figcaption></figure></p>
<p>Para aprofundar esta discussão e facilitarmos o entendimento, apresentaremos um fragmento do “Livro de Ouro da História do Brasil” dos historiadores Mary Del Priore e Renato Pinto Venâncio (2001, p. 57-60).</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Se aceitarmos a opinião dos letrados da época, podemos afirmar que, apesar da aparência contrária, mesmo os fazendeiros mais ricos alimentavam-se mal, comendo dura carne de vaca.</p>
<p>Só uma vez ou outra, degustavam frutos. Mais raramente ainda, os legumes.</p>
<p>A falta de boa comida era compensada pelos excessos de doces: goiabadas, marmeladas, doces de caju e mel de engenho, alfenins e cocadas.</p>
<p>Quando da passagem de um padre, abriam-se, com esforços, as despensas e matavam-se animais de criação: patos, leitões e cabritos.</p>
<p>Em Pernambuco, conta-nos um cronista, “escravos pescadores” eram, nestas ocasiões, encarregados de buscar “todo gênero de pescados e mariscos”.</p>
<p>A abundância registrada em alguns engenhos não era norma. Os que se davam ao luxo de mandar vir alimentos do Reino consumiam víveres mal conservados.</p>
<p>O senhor de engenho sofria doenças do estômago, atribuídas, por doutores da época, não à precária alimentação, mas aos maus ares do trópico. A saúva, as enchentes ou a seca dificultavam ainda mais o suprimento de víveres frescos.</p>
<p>A sífilis marcava-lhes o corpo, deixando-o vincado com chagas.</p>
<p>A maior parte dos engenhos de açucar aninhava-se na mata, não muito distantes dos centros portuários, o que se explica pela maior fertilidade dos terrenos bem vestidos de capa verde e pela abundância de lenha, necessária às fornalhas famintas, alimentadas num labor que, às vezes, durava dia e noite, oito e nove meses.</p>
<p>E eles não deviam afastar- se muito do litoral, sob pena de, sendo um só o preço dos gêneros de exportação, não poderem competir com os fazendeiros mais próximos do mercado, cujo produto não se amesquinhava com as despesas de transportes.</p>
<p>Em Pernambuco, instalavam-se ao longo dos rios que se concentram na vertente do Atlântico do planalto da Borborema, na zona da Mata, em que predominam arredondados morros e colinas.</p>
<p>O corolário da terra era a água. Se a irrigação era desnecessária graças ao rico massapé, tanto o gado quanto as pessoas precisavam de água doce. Usavam-na, também nos engenhos de trapiches, nas prensas e moinhos.</p>
<p>Não à toa, a maior parte dos engenhos localizava-se à beira de rios como Paraguaçu, o Jaguaribe e o Sergipe, na Bahia, e o Beberibe, o Jaboatão, o Uma e o Serinhaém, em Pernambuco.</p>
<p>No interior das verdadeiras fortalezas de adobe e taipa, que eram as casas grandes, vigiam a simplicidade e até o desconforto.</p>
<p>O mobiliário era pobre e escasso: catres, baús, arcazes e cabides. Todas peças toscas feitas pelo carapina do engenho.</p>
<p>Alguns preferiam a doçura das redes, solução refrescante nas noites quentes. Varandas entaladas no meio da fachada principal e pequenos alpendres davam ao senhor de engenho a vista sobre sua terra, cana e gente.</p>
<p>Hirsutos pavimentos térreos, verdadeiros depósitos fechados, iluminados por seteiras, permitiam-lhes melhor se defender do inimigo.</p>
<p>Não faltavam, contudo, observadores de época, capazes de entusiasmar-se com a imponência do conjunto: “engenho de água muito adornado de edifícios”, “engenho com grandes edifícios e uma igreja”, “engenho ornado de edifícios com uma ermida muito concertada e formosos canaviais”, diria o cronista e senhor de engenho português Gabriel Soares de Souza, descrevendo-os em 1587.</p>
<p>A rigidez da casa opunha-se, em dias de festa, o exagero das vestimentas: “vestem-se, e as mulheres e os filhos, de toda a sorte de veludos, damascos&nbsp;&nbsp;e outras sedas, e nisso tem muito excesso [&#8230;] os guiões e selas dos cavalos eram das mesmas sedas que iam vestidos”, comentava um elevado Cardim, na fase de expansão canavieira.</p>
<p>Os casamentos festejavam-se, segundo o mesmo, com banquetes, touradas,&nbsp;&nbsp;jogos de canas e argolinhas, e vinho de Portugal.</p>
<p>Muitos batizavam seus engenhos com&nbsp; o nome de santos protetores: São Francisco, São Cosme, São Damião e Santo Antônio.</p>
<p>Outros tinham nomes africanos – Maçangana. Outros ainda lhes davam nomes de frutas e árvores: Pau-de-Sangue, Cajueiro-de-baixo, Jenipapo.&nbsp;</p>
<p>No centro de sua família, o senhor de engenho devia irradiar autoridade, respeito e ação.</p>
<p>Sob seu comando dobravam-se filhos, parentes pobres, irmãos, bastardos, afilhados, doçaria, bordados – alternada com práticas de devoções piedosa. Na sua ausência, contudo, assumia as responsabilidades de trabalho com vigor igual ao do marido.</p>
<p>No centro de sua família, o senhor de engenho devia irradiar autoridade, respeito e ação.</p>
<p>Sob seu comando dobravam-se filhos, parentes pobres, irmãos, bastardos, afilhados, agregados e escravos.</p>
<p>Uma esposa, às vezes bem mais jovem, movia-se em sua sombra. Ela vivia para gerar filhos, desenvolvendo, entretempo, uma atividade doméstica – costura, doçaria, bordados – alternada com práticas de devoções piedosa. Na sua ausência, contudo, assumia as responsabilidades de trabalho com vigor igual ao do marido.&nbsp;</p>
<p>Sua família era a formulação exterior de uma sociedade, mas não o domínio do prazer sexual. A possibilidade de se servirem de escravas criou no mundo dos senhores uma divisão racial do sexo.</p>
<p>A esposa branca era a dona-de-casa, a mãe dos filhos. A indígena, e depois a negra e a mulata, o território do prazer.</p>
<p>Disputas pelo acesso à terra também marcaram a ocupação das terras açucareiras, e não faltavam os que “se infiltravam manhosa e furtivamente” – no entender de um observador, em 1635 – em terras virgens, na esperança de enriquecer graças à instalação de engenhos.</p>
<p>O engenho de açúcar correspondia a uma estrutura extremamente complexa. Estrutura, diga-se, que se expandiu no Nordeste do Brasil, na sua forma clássica, ou seja, associada às grandes plantações e ao trabalho escravo, nos séculos XVI e XVII, aproximadamente.</p>
<p>Apesar de assentada em capitais vultuosos, capazes de garantir a produção em larga escala, a empresa do açúcar contava igualmente com pequenos empreendedores que abasteciam o engenho com suas canas de açúcar.</p>
<p>Um relatório holandês de 1640 informa que somente 40% dos engenhos de Pernambuco moíam canas próprias, e os demais dependiam da matéria-prima aportada por tais lavradores.</p>
<p>A empresa do açúcar não envolvia apenas senhores e escravos. Ela obrigava um grupo diversificado de trabalhadores especializados e agregados, que orbitavam em suas franjas, prestando, ao senhor de terras, seus serviços. Eram mestres-de-açúcar, purgadores, caixeiros, calafates, caldeireiros, carpinteiros, pedreiros, barqueiros, entre outros.</p>
<p>A eles juntavam-se outros grupos a animar a vida econômica e social das áreas litorâneas: mercadores, roceiros, artesões, lavradores de roças de subsistência e de cana e, até mesmo, desocupados compunham uma complexa fragmentação de pequenos ou&nbsp;grandes proprietários.</p>
<p>O número de escravos que possuíam (de dois a dezenas) permitia inferir a diversidade de origens sociais e de situações econômicas.</p>
<p>No século XVIII, com o declínio da atividade e o aumento das alforrias, alguns libertos tornaram-se, também, proprietários de partidos de cana. </div></p>
<p><figure id="attachment_27050" aria-describedby="caption-attachment-27050" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-27050 size-large" title="Carregadores de caixas de açúcar. Jean Baptiste Debret, Voyage Pittoresque et Historique au Bresil (Paris, 1834-39)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-1024x768.jpg" alt="Carregadores de caixas de açúcar. Jean Baptiste Debret, Voyage Pittoresque et Historique au Bresil (Paris, 1834-39). O açúcar era, desde o século XVI, embalado em caixas de madeira, as quais eram marcadas com ferros. As marcas, elaboradas por artesãos especialistas nesta atividade, eram específicas de cada engenho." width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/01/Carregadores-de-caixas-de-acucar.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-27050" class="wp-caption-text">Carregadores de caixas de açúcar. Jean Baptiste Debret, Voyage Pittoresque et Historique au Bresil (Paris, 1834-39)</figcaption></figure></p>
<p>A sociedade açucareira era uma sociedade estanque, ou seja, não havia mobilidade social. Existiam basicamente dois grupos sociais: o do senhor de engenho e sua família e o dos&nbsp; seus dependentes, agregados e escravos.</p>
<p>Já na sociedade mineradora, que será estudada na próxima unidade, ocorria uma maior mobilidade social, pois existiam pelo menos três classes sociais, são elas: os ricos mineradores e os funcionários da coroa; os pequenos mineradores, comerciantes, tropeiros, soldados, proissionais liberais e padres; por último os escravos.</p>
<p>Veja a imagem na sequência que representa as duas pirâmides sociais.&nbsp;Como era composta a sociedade colonial açucareira e mineradora no Brasil?</p>
<p><figure id="attachment_43251" aria-describedby="caption-attachment-43251" style="width: 603px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43251 size-full" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/sociedade-acucareira.png" alt="sociedade açucareira" width="603" height="321" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/sociedade-acucareira.png 603w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/sociedade-acucareira-300x160.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/sociedade-acucareira-103x55.png 103w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /><figcaption id="caption-attachment-43251" class="wp-caption-text">sociedade açucareira</figcaption></figure></p>
<p><strong>Sobre a sociedade açucareira, Gilberto Freyre afirma que:</strong></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A cana-de-açúcar começou a ser cultivada igualmente em São Vicente e em Pernambuco, estendendo-se depois à Bahia e ao Maranhão a sua cultura, que onde logrou êxito – medíocre como em São Vicente ou máximo como em Pernambuco, no Recôncavo e no Maranhão – trouxe em consequência uma sociedade e um gênero de vida de tendências mais ou menos aristocráticas e escravocratas.</p>
<p>Por conseguinte, de interesses econômicos semelhantes.</p>
<p>O antagonismo econômico se esboçaria mais tarde entre os homens de capital, que podiam suportar os custos da agricultura da cana e da indústria do açúcar, e os menos favorecidos de recursos, obrigados a se espalharem pelos sertões em busca de escravos – espécie de capital vivo – ou a ficarem por lá, como criadores de gado.</p>
<p>Antagonismo que a terra vasta pôde tolerar sem quebra do equilíbrio econômico.</p>
<p>Dele resultaria, entretanto, o Brasil antiescravocrata ou indiferente aos interesses da escravidão, representados pelo Ceará em particular, e de modo geral pelo sertanejo ou vaqueiro (2003, p. 93).</div></p>
<p>Analisando a relexão de Gilberto Freyre, podemos concluir que a atividade econômica da cana-de-açúcar era excludente, tendo como base a escravidão, fator este que dificultava a ascensão social dos homens livres, forçando os mesmos a procurarem outras atividades econômicas sertão adentro.</p>
<p>No próximo capítulo iremos estudar a invasão holandesa do nordeste brasileiro. O estudo desta invasão é muito importante, pois modificou a estrutura colonial, além de inserir uma nova realidade na história do Brasil colonial.</p>
<h3>4. Neste capítulo você viu:</h3>
<ul>
<li>A importância do engenho colonial açucareiro na história do Brasil.</li>
<li>As principais características socioculturais do engenho colonial açucareiro.&nbsp;</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</title>
		<link>https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 16:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42931</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia 1. Introdução Neste capítulo iremos estudar o processo histórico da introdução do projeto civilizatório português para o povoamento e colonização do Brasil. O Brasil Colônia, na História do Brasil, é a época que compreende o período de 1530 a 1822. Este período começou [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h3>Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</h3>
<h4>1. Introdução</h4>
<p>Neste capítulo iremos estudar o processo histórico da introdução do projeto civilizatório português para o povoamento e colonização do Brasil.</p>
<p>O Brasil Colônia, na História do Brasil, é a época que compreende o período de 1530 a 1822. Este período começou quando o governo português enviou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza.</p>
<p>Este projeto estava embasado no tripé: latifúndio, trabalho escravo e monocultura.</p>
<p>Sabemos que no primeiro século da colonização não foram encontrados metais preciosos que poderiam dar um sentido econômico para a colonização. Neste sentido, foi necessária a criação de bases para a introdução no Brasil de uma atividade econômica que viesse a dar lucro.</p>
<p>Esta atividade econômica era o cultivo da cana-de-açúcar, bem como a consequente produção, nos engenhos, do açúcar, que na época possuía grande valor de revenda na Europa.</p>
<p>Foi a partir da grande lavoura que os portugueses passaram a administrar sua colônia americana.</p>
<p>A utilização do trabalho escravo iria predominar nesta atividade, sendo que, num primeiro momento, foi utilizada mão de obra indígena para, num segundo momento, com o processo de capitalização dos senhores de engenho, ser introduzida a mão de obra africana.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-scaled.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h4>2. Projeto Civilizador Português no Brasil</h4>
<p>Como afirmamos nos parágrafos anteriores, o projeto civilizatório português, para o Brasil, foi idealizado tendo como fundamento o tripé: latifúndio, trabalho escravo e a monocultura.</p>
<p>Inicialmente, a cultura agrícola escolhida foi a cana-de-açúcar, porém com o desenvolvimento da colônia, outras monoculturas foram introduzidas, tais como: o algodão, o café, entre outras.</p>
<p>Neste sentido, toda a colônia se organizou em torno deste projeto civilizatório. Esta escolha irá contribuir definitivamente para a definição das características sociais, culturais e econômicas do país que estava se formando.</p>
<p>Segundo Tamás Szmrecsányi:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A grande propriedade fundiária, a monocultura de exportação e o trabalho escravo foram os três componentes fundamentais da organização social do Brasil Colônia.</p>
<p>Eles se conjugaram num sistema típico de exploração do trabalho e da natureza, sobre o qual acabaram se assentando todas as atividades econômicas da sociedade colonial – desde as lavouras até a mineração, passando pelas raras atividades urbanas e mercantis.</p>
<p>Padrões diversos só podiam ser encontrados em atividades marginais e subsidiárias – como a pecuária extensiva dos sertões ou as pequenas culturas de subsistência –, como a pecuária extensiva dos sertões ou as pequenas culturas de subsistência – atividades que em nada afetavam os atributos dominantes da economia colonial (1998, p. 12).</div></p>
<p>Para tanto, Portugal teve que organizar no Brasil um projeto civilizatório que desse conta do povoamento e colonização nas terras portuguesas na América do Sul, especialmente no Nordeste brasileiro.</p>
<p>Segundo Gilberto Freyre:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Quando em 1532 se organizou economicamente e civilmente a sociedade brasileira, já foi depois de um século inteiro de contato dos portugueses com os trópicos; de demonstrada na Índia e na África sua aptidão para a vida tropical.</p>
<p>Mudando em São Vicente e em Pernambuco o rumo da colonização portuguesa do fácil, mercantil, para o agrícola; organizada a sociedade colonial sobre base mais sólida e em condições mais estáveis que na Índia ou nas feitorias africanas, no Brasil é que se realizaria a prova definitiva daquela aptidão.</p>
<p>A base, a agricultura; as condições, a estabilidade patriarcal da família, a regularidade do trabalho por meio da escravidão, a união do português com a mulher índia, incorporada assim à cultura econômica e social do invasor (2003, p. 65).</div></p>
<p>Ainda segundo Freyre:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Formou-se na América tropical uma sociedade agrária na estrutura, escravocrata na técnica de exploração econômica, hibrida de índio – e mais tarde de negro – na composição.</p>
<p>Sociedade que se desenvolveria defendida menos pela consciência de raça, quase nenhuma no português cosmopolita e plástico, do que pelo exclusivismo religioso desdobrado em sistema de profilaxia social e política. Menos pela ação oficial do que pelo braço e pela espada particular.</p>
<p>Mas tudo isso subordinado ao espírito político e de realismo econômico e jurídico que aqui, como em Portugal, foi desde o primeiro século elemento decisivo de formação nacional; sendo que entre nós através das grandes famílias proprietárias e autônomas: senhores de engenho com altar e capelão dentro de casa e índios de arco e flecha ou negros armados de arcabuzes às suas ordens [&#8230;] (2003, p. 65).</div></p>
<p>Assim, a partir da decisão e, acima de tudo, da predisposição portuguesa em transformar o Brasil em uma colônia agrícola, diversos engenhos passam a aparecer no cenário do Nordeste e Sudeste do Brasil colonial.</p>
<p><figure id="attachment_25544" aria-describedby="caption-attachment-25544" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25544 size-large" title="Uma família brasileira no Rio de Janeiro, de Jean Baptiste Debret, 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1024x737.jpg" alt="A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839" width="800" height="576" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1024x737.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-300x216.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-768x553.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1536x1106.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-2048x1475.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-800x576.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/06/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1320x951.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25544" class="wp-caption-text">Uma família brasileira no Rio de Janeiro, de Jean Baptiste Debret, 1839</figcaption></figure></p>
<p>Portugal, com a intenção de intensificar a produção de açúcar em terras brasileiras, criou uma série de incentivos para que esta atividade prosperasse.</p>
<p>Segundo Celso Furtado (1989, p. 41), a atividade açucareira seria implantada com muita diiculdade, pois:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O rápido desenvolvimento da indústria açucareira, malgrado as enormes dificuldades decorrentes do meio físico, da hostilidade do silvícola e do custo dos transportes, indica claramente que o esforço do governo português se concentrará nesse setor.</p>
<p>O privilégio, outorgado ao donatário, de só ele fabricar moenda e engenho de água, denota ser a lavoura do açúcar a que se tinha especialmente em mira introduzir.</p>
<p>Favores especiais foram concedidos subsequentemente àqueles que instalassem engenhos: isenções de tributos, garantia contra a penhora dos instrumentos de produção, honrarias e títulos, etc. As possibilidades maiores, encontradas na etapa inicial advieram da escassez de mão de obra.</p>
<p>O aproveitamento do escravo indígena, em que aparentemente se baseavam todos os planos iniciais, resultou inviável na escala requerida pelas empresas agrícolas de grande envergadura que eram os engenhos de açúcar.</div></p>
<p>Além disso, esta atividade deveria estar atrelada ao trabalho escravo, pois o colono português não tinha muita predisposição ao trabalho braçal.</p>
<p>Assim, o escravo passa a compor função de extrema importância no contexto da produção açucareira.</p>
<p>O padre jesuíta Antonil, afirma que os escravos, tanto os de origem indígena, quanto os de origem africana, “eram os braços e as pernas dos senhores de engenho”.</p>
<p><figure id="attachment_43217" aria-describedby="caption-attachment-43217" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43217" title="TRÁFICO NEGREIRO – SÉCULO XVI – XIX" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX.jpg" alt="TRÁFICO NEGREIRO – SÉCULO XVI – XIX" width="800" height="581" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX.jpg 944w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX-300x218.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX-768x557.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/TRAFICO-NEGREIRO-–-SECULO-XVI-–-XIX-800x581.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43217" class="wp-caption-text">TRÁFICO NEGREIRO – SÉCULO XVI – XIX</figcaption></figure></p>
<p>Porém, segundo Eduardo Bueno (2003, p. 118-119) eles eram muito mais do que isso, vejamos na sequência:</p>
<p>Os escravos eram plantadores e moedores de cana, derrubadores de mata e semeadores de mudas; eram vaqueiros, remeiros, pescadores, mineiros e lavradores; eram artífices, caldeireiros, marceneiros, ferreiros, pedreiros e oleiros; eram domésticos e pajens, guarda-costas, capangas e capitães do mato; feitores, capatazes e até carrascos de outros negros.</p>
<p>Os escravos estavam em todos os lugares: nas cidades, nas lavouras, nas vilas, na mata, nas senzalas, nos portos, nos mercados, nos palácios.</p>
<p><figure id="attachment_43224" aria-describedby="caption-attachment-43224" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43224 size-large" title="Família de Fazendeiros” ilustração de Johann Moritz Rugendas, 1822" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-1024x769.jpg" alt="Família de Fazendeiros” ilustração de Johann Moritz Rugendas, 1822" width="800" height="601" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-1024x769.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-768x577.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-1536x1153.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-2048x1537.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Familia-de-Fazendeiros-ilustracao-de-Johann-Moritz-Rugendas-1822-800x601.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43224" class="wp-caption-text">Família de Fazendeiros” ilustração de Johann Moritz Rugendas, 1822</figcaption></figure></p>
<p>Eles carregavam baús, caixas, cestas, caixotes, lenha, cana, quitutes, ouro e pedras, terra e dejetos. Também transportavam cadeirinhas, redes e liteiras onde, sentados ou deitados, seus senhores passeavam (ou até viajavam).</p>
<p>Mas, no Brasil, os escravos foram ainda mais do que isso: foram os olhos e os braços dos donos de minas; foram os pastores dos rebanhos e as bestas de carga; foram os ombros, as costas e as pernas que fizeram andar a Colônia e, mais tarde, o Império. Foram o ventre que gerou imensa população mestiça e o seio que amamentou os filhos dos senhores.</p>
<p>Deixaram uma herança profunda: em 500 anos de história, o Brasil teve três séculos e meio de regime escravocrata contra apenas um de trabalho livre.</p>
<p>Analisando as palavras de Bueno, podemos ter uma ideia mais profunda acerca da importância do escravo na sociedade colonial.</p>
<p>O mais interessante é que, cada vez mais, a sociedade colonial irá se transformar em uma sociedade híbrida, na qual brancos, negros e índios formaram um verdadeiro caldo cultural que contribuirá para a formação étnica do Brasil. Este assunto será visto com mais propriedade no próximo tópico.</p>
<p><figure id="attachment_43226" aria-describedby="caption-attachment-43226" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43226 size-large" title="Dança do Batuque - Rugendas, Johann Moritz" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-1024x813.jpg" alt="Dança do Batuque - Rugendas, Johann Moritz" width="800" height="635" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-1024x813.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-300x238.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-768x610.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-69x55.jpg 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz-800x635.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Danca-do-Batuque-Rugendas-Johann-Moritz.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-43226" class="wp-caption-text">Dança do Batuque &#8211; Rugendas, Johann Moritz</figcaption></figure></p>
<p>Sobre a temática da escravidão e sua relação com a monocultura da cana-de-açúcar, é prudente citar Celso Furtado (1989, p. 42), pois nos faz refletir sobre a relação de produção, o sucesso da colônia e sobre o trabalho escravo.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A escravidão demonstrou ser, desde o primeiro momento, uma condição de sobrevivência para o colono europeu na nova terra. Como observa um cronista da época, sem escravos os colonos “não se podem sustentar na terra”.</p>
<p>Com efeito, para subsistir sem trabalho escravo, seria necessário que os colonos se organizassem em comunidades dedicadas a produzir para autoconsumo, o que só teria sido possível se a imigração houvesse sido organizada em bases totalmente distintas.</p>
<p>Aqueles grupos de colonos que, em razão da escassez de capital ou da escolha de uma base geográfica inadequada encontraram maiores dificuldades para consolidar-se economicamente, tiveram de empenhar-se por todas as formas na captura dos homens da terra.</p>
<p>A captura e o comércio do indígena vieram constituir, assim, a primeira atividade econômica estável dos grupos de população não dedicados à indústria açucareira.</p>
<p>Essa mão de obra indígena, considerada de segunda classe, é que permitirá a subsistência dos núcleos de população localizados naquelas partes do país que não se transformaram em produtores de açúcar.</div></p>
<p>Conforme nos informa Celso Furtado, devemos ter clareza de que o cultivo da cana-de-açúcar, num primeiro momento, permitiu a criação de uma atividade econômica paralela.</p>
<p>Esta atividade estava relacionada à caça ao índio, sendo a Capitania de São Vicente o seu expoente máximo. Esta capitania prosperou em função do comércio do indígena, que era considerado mão de obra de segunda qualidade. Porém, no princípio, os senhores de engenho não possuíam recursos para adquirir escravos trazidos da África.</p>
<p>O fato dos vicentinos escravizarem elementos indígenas criou conflitos com os padres jesuítas, pois os mesmos, desde a sua chegada ao Brasil, procuraram proteger os nativos.</p>
<p>Com o sucesso da indústria açucareira, grandes “carregamentos” de escravos passaram a ser desembarcados nos principais portos do nordeste. O escravo africano era mais caro que o escravo indígena, porém ele era mais produtivo e, além disso, mais resistente, às duras provas da escravidão.</p>
<p>Para entendermos com mais propriedade a questão do trabalho escravo na colônia, iremos introduzir um fragmento do livro “O que se deve ler para conhecer o Brasil”, do historiador Nelson Werneck Sodré (1976, p. 74-75-78).</p>
<p><figure id="attachment_43221" aria-describedby="caption-attachment-43221" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43221 size-large" title="Navio Negreiro - Johann Moritz Rugendas, 1830" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-1024x614.jpg" alt="Navio Negreiro - Johann Moritz Rugendas, 1830" width="800" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-1024x614.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-768x460.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-300x180.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-92x55.jpg 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-1536x921.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-2048x1228.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Navio-Negreiro-Johann-Moritz-Rugendas-1830-800x480.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43221" class="wp-caption-text">Navio Negreiro &#8211; Johann Moritz Rugendas, 1830</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">
<h5>Tráfico Negreiro e Trabalho Escravo</h5>
<p>O aparecimento do trabalho escravo no início da Idade Moderna não tem sido apreciado em seus devidos termos, com a análise dos motivos que exigiram o restabelecimento de uma forma de exploração humana que parecia relegada ao passado.</p>
<p>Os esforços para admitir, por outro lado, aquele aparecimento como reprodução exata do que ocorrera na Antiguidade vêm resultando infrutíferos e conduzindo a conclusões errôneas.</p>
<p>A expansão ultramarina e a descoberta de novas terras, abrindo ao comércio amplas perspectivas, trazem a primeiro plano o tráfico de escravos, fazendo destes uma das mais importantes mercadorias do tempo.</p>
<p>Eram poucas as áreas europeias, entretanto, em que o trabalho escravo conseguira implantar-se, particularmente aquele que se alimentava dos fornecimentos de terras distantes. As lutas contra os árabes fizeram da península ibérica, e particularmente de Portugal uma dessas áreas.</p>
<p>Foi, entretanto, a colonização de posses ultramarinas que deu ao tráfico o extraordinário impulso que o transformou em atividade comercial de primeiro plano.</p>
<p>A colonização, surgindo de súbito no quadro da expansão em ultramar, mostrou a  impossibilidade da estrutura dominante nas metrópoles enfrentar o problema da produção onde ele não constituía atividade preexistente.</p>
<p>Ali onde se torna necessário levantar uma estrutura de produção, desde os alicerces, ali onde se torna indispensável colonizar, é que a escravidão aparece como fator importante e alimenta o impulso ao tráfico negreiro.</p>
<p>O tráfico é um problema, no quadro da Revolução Comercial, muito diferentes, pois, daquilo que fora em outros tempos, quando o trabalho escravo existira e até caracterizara uma época do desenvolvimento econômico.</p>
<p>Na antiguidade, realmente, essa forma de exploração do esforço físico do homem fora o regime generalizado, uma etapa no desenvolvimento histórico.</p>
<p>Na Idade Moderna não seria assim.</p>
<p>As entidades motoras do desenvolvimento econômico estavam, ao contrário, interessadas em eliminar as formas residuais de trabalho escravo ainda subsistentes.</p>
<p>A expansão ultramarina e a colonização obrigam-nas a transigir com a sua reconstituição, agora em outros termos, aceitando o trabalho escravo como peculiar às áreas coloniais, destinado a fazer delas componentes subsidiárias da grande transformação que se processava na economia do ocidente.</p>
<p>Aceitando, levaram o tráfico negreiro a extremos de organização, tornando-o um dos fatores da acumulação em desenvolvimento.</p>
<p>Para o pleno conhecimento do problema do tráfico e do problema do trabalho escravo nas áreas coloniais torna-se assim, indispensável discriminar o que havia nele de diferente, com relação à escravidão antiga e a sua ruína, com o advento do colonato, de que surge, no processo histórico, a servidão medieval.</p>
<p>Sem distinguir, no seu condicionamento histórico, tais formas de exploração do trabalho, qualquer exame do tráfico e do regime escravista colonial se deforma, levando a falsas conclusões.</p>
<p>Tem importância, em seguida, distinguir, na atividade do tráfico, com a importação de braços a que correspondia, aquilo que era português daquilo que não o era, isto é, de que maneira e até que ponto o tráfico teve inluência na acumulação de riqueza metropolitana, de que maneira e até que ponto a uma evasão de riqueza.</p>
<p>O escravo era a mercadoria de mais alto preço que se introduzia nas áreas coloniais dominadas pela corte de Lisboa.</p>
<p>Nele, entretanto, os capitais portugueses foram sendo reduzidos, com a passagem do tempo, dominando os ingleses os fornecimentos.</p>
<p>Na fase final, ao aproximar-se do seu total desaparecimento como atividade de comércio, havia capitais brasileiros investidos no tráfico. Há que apreciar, em seguida, o papel e a importância que teve o regime escravista na colônia, uma vez que sobre ele se levantou a estrutura de produção que decorreu da necessidade de colonizar.</p>
<p>Tendo sido peça básica na referida estrutura de produção, o regime escravista condicionou as suas manifestações e só na medida em que o campo do trabalho livre se foi pouco a pouco ampliando é que outras formas de produção surgiram e se desenvolveram.</div></p>
<p>De acordo com o texto de Nelson Werneck Sodré sobre o “Tráfico Negreiro e Trabalho Escravo”, o escravo era o bem mais valioso do senhor.</p>
<p>A riqueza de um senhor de engenho não era medida pela quantidade de terras que o mesmo possuía, mas sim, pela quantidade de escravos.</p>
<p>Apesar de ser o bem mais valioso do senhor, ele, o escravo, era muito mal tratado.</p>
<p>Basta ver, na imagem que segue, como o negro era transportado da África até o seu destino final: o Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_43215" aria-describedby="caption-attachment-43215" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43215 size-large" title="Planta de um Navio negreiro com capacidade para 400 escravos." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-1024x713.png" alt="Planta de um Navio negreiro com capacidade para 400 escravos." width="800" height="557" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-1024x713.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-300x209.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-768x535.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-79x55.png 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-1536x1070.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-2048x1427.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Planta-de-um-Navio-negreiro-com-capacidade-para-400-escravos-800x557.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43215" class="wp-caption-text">Planta de um Navio negreiro com capacidade para 400 escravos.</figcaption></figure></p>
<p>Segundo Nelson Werneck Sodré (1976, p. 69):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A propriedade da terra não era difícil de conquistar, aceita aquela inevitável discriminação.</p>
<p>A terra era doada, isto é, gratuita. Mas não eram gratuitas as sementes, não eram gratuitas as moendas, não eram gratuitos os animais.</p>
<p>Surge desde os primeiros tempos, assim uma diferença fundamental entre o sesmeiro que é apenas plantador e o sesmeiro que, além de plantador, é também senhor de engenho.</p>
<p>A história e a crônica guardam, como tipo, apenas o segundo, mas o primeiro existiu. <strong>Quais foram as razões de seu desaparecimento?</strong></p>
<p><strong>Como se processou a sua eliminação?</strong></p>
<p>À medida que as lavouras se desenvolveram, e com elas os engenhos, aquelas eram mais numerosas do que estes, isto é, havia um número muito grande de plantadores, mas um reduzido número de senhores de engenho.</p>
<p>A necessidade obrigava os que eram apenas plantadores a levar as suas safras ao senhor de engenho, que as comprava segundo a sua conveniência. Com o passar dos tempos, não há mais lugar para os plantadores.</div></p>
<p>Significa dizer que, aos poucos, os plantadores foram sendo substituídos pelos senhores de engenho, que praticamente passaram a monopolizar a produção açucareira.</p>
<p>Essa substituição, através do monopólio do senhor de engenho, passaria a dificultar o estabelecimento de uma classe média nos séculos XVI e XVII, pois os colonos livres se viam explorados pelos grandes senhores, o que inviabilizava a sua produção agrícola.</p>
<p>Acredita-se que a implantação deste sistema elitizado, puramente mercantilista, tenha sido responsável pelo surgimento do embrião de um cenário que passaria apenas a atender às aspirações econômicas da metrópole, ignorando as iniciativas dos pequenos povoadores estabelecidos na colônia recém-formada.</p>
<p>A negativa do estímulo ao surgimento de um processo de colonização que tivesse a intenção de povoar e ao mesmo tempo dar condições de desenvolvimento ao colono de origem humilde acaba por deixar de prevalecer, indicando a intenção de Portugal em privilegiar o poderio dos grandes senhores.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A ocupação da terra se deu por meio de instrumentos que viabilizaram a colonização mercantil.</p>
<p>Assim, a partir de 1534, as capitanias hereditárias e as sesmarias se multiplicam. Posseiros e agregados vindos de Portugal se fazem presentes entre grandes funcionários da Coroa.</p>
<p>O modelo da grande propriedade, monocultora e escravista, que Portugal implanta, acaba por consagrar, contudo, o poderio dos senhores de engenho, dificultando a vida da camada de pequenos e médios proprietários.</p>
<p>Os que não tinham recursos sequer para arrendar terras gravitam em torno dos engenhos que se formariam desde o início da colonização, como trabalhadores especializados do açúcar ou prestadores de serviço.</p>
<p>A necessidade de controlar a produção por meio do engenho complicava, e muito, a existência da pequena propriedade, desvinculada do processo de produção e não destinada a fins comerciais.</p>
<p>Apesar disso, aos poucos se instituiu um número expressivo de homens livres pequenos proprietários, além dos tradicionais senhores de escravos, lutando contra o solo e diversificando.</p>
<p>A lavoura tradicional regulada pelas quatro estações do ano (PRIORE; VENÂNCIO, 2006, p. 31).</div></p>
<p>A possibilidade de crescer economicamente só virá a se manifestar novamente para os pequenos produtores através da instituição da pecuária no nordeste brasileiro.</p>
<p>A criação de gado possibilitaria o surgimento de uma nova classe social tendo como base o trabalho livre.</p>
<h4>3. Estrutura da economia colonial foi alicerçada tendo como base o tripé:</h4>
<ul>
<li>latifúndio</li>
<li>trabalho escravo</li>
<li>monocultura</li>
</ul>
<p>Estes três elementos forneceram as bases iniciais da colônia. Sem eles, certamente o processo de colonização não teria alcançado êxito.</p>
<p>No próximo capítulo iremos estudar a estrutura do engenho colonial açucareiro, salientaremos que esta estrutura permitiu o convívio de, pelo menos, três raças diferentes – o europeu, o africano e o índio – que, com seu processo de miscigenação, viriam a dar origem ao povo brasileiro.</p>
<h4>4. Escravidão no Brasil</h4>
<p>Os primeiros escravos africanos chegaram ao Brasil em meados do século 16.</p>
<p>Os negros trazidos da África foram destinados a trabalhos como a agromanufatura açucareira no Nordeste e à extração de metais preciosos em Minas Gerais.</p>
<p>A libertação total dos escravos só aconteceu em 1888, com a promulgação da Lei Áurea.</p>
<h4>5. Neste capítulo você estudou sobre:</h4>
<ul>
<li>A idealização do projeto civilizatório português para colonizar o Brasil.</li>
<li>A instituição da monocultura da cana-de-açúcar, do trabalho escravo e do latifúndio como fundamento para o processo de povoamento e colonização do Brasil.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</title>
		<link>https://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 01:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador 1. Introdução Estudaremos neste tópico a instalação do Governo Geral. Este acontecimento histórico foi um importante marco na história colonial brasileira, pois foi a partir deste acontecimento que o povoamento e a colonização do Brasil se intensificou. Isto permitiu [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Estudaremos neste tópico a instalação do Governo Geral.</p>
<p>Este acontecimento histórico foi um importante marco na história colonial brasileira, pois foi a partir deste acontecimento que o povoamento e a colonização do Brasil se intensificou.</p>
<p>Isto permitiu que a colônia obtivesse um maior desenvolvimento, principalmente no aspecto relacionado ao cultivo da cana-de-açúcar, bem como a instituição de engenhos açucareiros que passaram a produzir o valioso produto.</p>
<p>Além disso, estudaremos o processo histórico que levou à fundação de Salvador, atual capital da Bahia, em 1º de maio de 1549.</p>
<p>A cidade de Salvador passaria a ser a primeira capital do Brasil e um importante centro comercial e cultural, pois foi a partir de Salvador que as bases da colonização do Brasil foram lançadas.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/A-fundacao-de-Salvador-na-Baia-de-Todos-os-Santos.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>2. Governo-Geral do Brasil</h3>
<p>Com a derrocada do projeto das Capitanias Hereditárias, Portugal viu-se na obrigação de assumir a tarefa de povoar e colonizar deinitivamente o Brasil.</p>
<p>No centro desta questão está a instituição do Governo-Geral.</p>
<p>Porém, para reorganizar o processo de colonização, pois o mesmo estava esfacelado em virtude da mal sucedida experiência colonizadora das capitanias hereditárias, Portugal teria que investir uma grande soma de moedas.</p>
<p>Conforme foi dito anteriormente, a experiência das capitanias hereditárias foi um investimento privado, a Coroa não desembolsou nenhum centavo nesta tarefa.</p>
<p>Chegava, agora, a hora do rei de Portugal assumir deinitivamente, para si, a tarefa de povoar e colonizar a colônia.</p>
<p>Segundo Eduardo Bueno (2006, p. 32):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Para reorganizar o processo de ocupação e colonização da América portuguesa, seria necessário investir cerca de 400 mil cruzados, o equivalente a 1,4 toneladas de ouro.</p>
<p>Dessa vez, porém, o dinheiro não viria de investidores particulares, arrendatários ou especuladores, mas do Tesouro Régio. Tesouro, aliás, progressivamente depauperado, pois Portugal atravessava uma grave crise econômica que, desde 1537, só fazia crescer.</p>
<p>Em 1547, o reino possuía em caixa pouco mais de 3 milhões de cruzados, mas devia 3 milhões e 880 mil, a maioria em empréstimos a juros de 25% ao ano.</p>
<p>Criar o Governo Geral no Brasil significaria, portanto, despender mais de 1/8 da receita régia num momento em que a Coroa devia mais do que arrecadava.</p>
<p>Para investir tanto dinheiro em um território que, até então, era menos rentável dentre todas as possessões ultramarinas portuguesas, o rei Dom João III e seus assessores precisavam ter bons motivos.</div></p>
<p>Nesta época, a América portuguesa era pouco lucrativa.</p>
<p>Além disso, ela era pouco povoada, pois viviam aqui não mais do que 2 mil colonos de origem europeia.</p>
<p>Apesar disso, o rei fazia questão que o Brasil fosse colonizado e povoado, pois esse posicionamento estava ligado “[&#8230;] a uma política imperial na qual o definhamento financeiro da Índia, o avanço mulçumano no Marrocos e no Mediterrâneo e as sempre instáveis relações de Portugal com as Coroas vizinhas desempenharam papel preponderante” (BUENO, 2006, p. 33).</p>
<p>O estabelecimento do Governo-Geral iria permitir um maior controle da colônia por parte de Portugal.</p>
<p>A Coroa cada vez mais iria impor os seus desejos sobre as terras americanas.</p>
<p>A centralização imposta pelo Governo Geral irá diminuir sensivelmente o poder dos donatários, assim Portugal criava as bases da centralização política no Brasil. Certamente, e não é exagero afirmar que, o Governo Geral contribuiu em muito para a atual configuração do território brasileiro, pois somos o único país da América Latina que não viu seu território se fragmentar em pequenos estados.</p>
<p>Ainda citando Bueno (2006, p. 33-34):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O Estado português começara a estabelecer, a partir de 1540, uma série de mecanismos que lhe haviam permitido aumentar o controle, a coerção e o domínio sobre seus súditos.</p>
<p>Essas novas e eficientes formas de exercícios de poder incluíam a realização de recenseamentos populacionais, alistamento militar obrigatório, deinição mais rígida das fronteiras do reino e criação de um sistema judicial mais poderoso e intrusivo – além, é claro, de formas de tributação mais amplas, associadas a métodos de cobrança mais eficientes.</p>
<p>Os novos mecanismos de controle desse governo mais forte, centralizado e racional iriam se tornar presentes não só no cotidiano daqueles que viviam em Portugal: tão cedo quanto possível, seriam exportados para os territórios ultramarinos.</p>
<p>O estabelecimento do Governo Geral – e a concentração da Coroa – desponta como a face mais visível desse processo em relação ao Brasil.</div></p>
<p>Resumindo, a instituição do Governo Geral, em 1º de abril de 1549, tinha como principal objetivo organizar e botar ordem na casa.</p>
<p>Isso seria feito na forma de normatização dos impostos, das condutas, e o principal, submeter não apenas os índios revoltosos às regras dos colonizadores portugueses, mas todos aqueles que, de alguma forma, contestassem a autoridade do rei.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O que estava prestes a se iniciar no Brasil com a instalação do Governo Geral era, portanto, “uma reação do Estado contra a ambiguidade, a fraqueza e a experimentação” que haviam marcado a aventura colonial dos portugueses na primeira metade do século XVI, como observa o historiador norte-americano Harold B. Johnson.</p>
<p>Esse “movimento rumo à rigidez e à codificação”, e a deliberada “exclusão de alternativas”, decretaria o fim daquilo que, com alguma liberalidade, se pode chamar de “período romântico” do expansionismo luso.</p>
<p>Do ponto de vista dos que estavam do outro lado do processo – no caso do Brasil, os colonos que tentavam reinventar suas vidas no trópico, lutando para libertar-se das amarras e “travões” sociais tão presentes no reino –, as novas regras seriam percebidas como uma profunda intromissão em seu cotidiano.</p>
<p>Como não é difícil supor, os portugueses radicados na América fariam de tudo para conspirar contra a nova ordem.</p>
<p>Pode-se afirmar, por isso, que a chegada do Governo Geral assinala o primeiro conflito entre o indivíduo e o Estado em terras brasileiras (BUENO, 2006, p. 36).</div></p>
<p>Juntamente com a expedição que trouxe o primeiro governador geral do Brasil – Tomé de Sousa – estavam presentes os primeiros jesuítas, Manuel da Nóbrega e outros cinco padres.</p>
<p>Estes jesuítas seriam os responsáveis pela instalação das primeiras escolas na colônia. Além disso, eles tinham a árdua tarefa de catequizar os indígenas.</p>
<p><figure id="attachment_26029" aria-describedby="caption-attachment-26029" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-26029 size-large" title="Mapa da Baia de Todos os Santos de 1644" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-1024x818.jpg" alt="Mapa da Baia de Todos os Santos de 1644 - Este raro mapa de Salvador e da Baía de Todos os Santos é uma representação do ataque holandês e captura da cidade de Salvador em maio de 1624. Salvador, então capital do Brasil, era um porto estratégico sob controle português. Os holandeses, determinados a assumir o controle do Brasil, formaram a Companhia das Índias Ocidentais em 1621 e enviaram uma grande expedição ao Brasil. Em 8 de maio de 1624, a frota holandesa sob o comando do almirante Jacob Willekens e do vice-almirante Pieter Heyn chegou a Salvador e atacou a cidade. Os holandeses conseguiram capturar a cidade, embora os portugueses tenham recuperado o controle menos de um ano depois. Este mapa mostra a cidade de Salvador e suas fortificações, com os navios holandeses avançando sobre a cidade. O restante do litoral é esparsamente gravado com algumas pequenas cidades, igrejas e assentamentos. O mapa é orientado com o norte para a esquerda e apresenta uma bela cartela de tiras que incorpora a escala de distância. Publicado no relato de De Laet sobre a história da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais desde seu início até 1636. &quot;Baya de Todos os Sanctos&quot;, de Laet, Joannes" width="800" height="639" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-1024x818.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-300x240.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-768x613.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-69x55.jpg 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-1536x1226.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-2048x1635.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-800x639.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-da-Baia-de-Todos-os-Santos-Brasil-1644-1320x1054.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-26029" class="wp-caption-text">Mapa da Baia de Todos os Santos de 1644 &#8211; Este raro mapa de Salvador e da Baía de Todos os Santos é uma representação do ataque holandês e captura da cidade de Salvador em maio de 1624. Salvador, então capital do Brasil, era um porto estratégico sob controle português.</figcaption></figure></p>
<h4>Os três primeiro governadores do Brasil foram:</h4>
<ul>
<li><strong>Tomé de Sousa</strong>: foi o fundador da cidade de Salvador. Ele governou de 1549 até 1553 e sua expedição, composta de seis navios, trouxe cerca de mil pessoas, além de gado, cavalos e ovelhas. Nesta época, foi criado o primeiro bispado brasileiro, início da pecuária e do cultivo da cana-de-açúcar, além da fundação de engenhos.</li>
<li><strong>Duarte</strong> <strong>da</strong> <strong>Costa</strong>: segundo governador-geral do Brasil. Ele governou de 1553 até 1558 e sua expedição trouxe o jesuíta José de Anchieta. No seu governo os franceses invadiram o                      Rio de Janeiro e fundaram um povoado chamado de “França Antártica”.</li>
</ul>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Em janeiro de 1554, José de Anchieta e Manuel da Nóbrega fundaram o Colégio de São Paulo. Junto a esse colégio, nasceu a vila que deu origem à cidade de São Paulo.</div></p>
<ul>
<li><strong>Mem de Sá</strong>: foi o terceiro governador-geral do Brasil. Ele governou de 1558 até 1572 e expulsou os franceses do Rio de Janeiro, combateu os índios, sendo o responsável pela destruição de mais ou menos trezentas aldeias, incentivou a importação de negros africanos para servirem de mão de obra escrava.</li>
</ul>
<p>Desta forma, o Governo-Geral se instituiu no Brasil, tendo como principal característica a centralização política e a normatização das condutas dos habitantes do Brasil.</p>
<p>No próximo item estudaremos a fundação da cidade de Salvador e sua importância no contexto do Brasil colonial.</p>
<h3>3. Fundação de Salvador</h3>
<p>São Salvador da Bahia de Todos os Santos começou a ser construída no dia 1 de abril de 1549.</p>
<p><figure id="attachment_43204" aria-describedby="caption-attachment-43204" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43204 size-large" title="Vista da cidade de Salvador em 1625" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-1024x841.jpg" alt="Vista da cidade de Salvador em 1625" width="800" height="657" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-1024x841.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-300x246.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-768x631.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-1536x1261.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-2048x1682.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Vista-da-cidade-de-Salvador-em-1625-800x657.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-43204" class="wp-caption-text">Vista da cidade de Salvador em 1625 &#8211; Essa bela vista retrata uma frota holandesa na baía de Todos os Santos atacando a cidade de São Salvador e a frota mercante portuguesa em 1625. Os edifícios estão agrupados na crista da baía, com quatro fortes principais protegendo o porto. Uma chave abaixo identifica 24 locais importantes. São Salvador foi o principal porto marítimo do Brasil e um importante centro da indústria açucareira e do comércio de escravos. Esta vista é da importante History of the Netherlands (História da Holanda) de Van Meteren.</figcaption></figure></p>
<p>Ela foi a primeira capital do Brasil, sendo que sua construção foi cuidadosamente planejada e coordenada diretamente por Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Na ensolarada manhã de 29 de março de 1549 – uma sexta-feira, como no dia da partida –, após exatas oito semanas de viagem, a frota do governador avistou terra.</p>
<p>Eram os baixios arenosos de Tatuapara (hoje praia do Forte), que se prolongavam até a ponta de Itapuã.</p>
<p>Depois de deixar para trás os pontiagudos recifes do rio Vermelho – temível barreira de corais onde, trinta anos antes, Caramuru naufragara –, os navios de Tomé de Sousa contornaram a ponta do Padrão, penetrando, um a um, na baía de Todos os Santos (BUENO, 2006, p. 86).</div></p>
<p>A região da atual Salvador foi escolhida para abrigar a capital do Brasil, pois tinha boa posição geográfica além de possuir uma baía segura e um bom porto.</p>
<p>Além disso, há mais de trinta anos vivia ali Diogo Álvares, o Caramuru, que, foi muito importante na fundação da cidade, pois ajudou Tomé de Sousa na árdua tarefa de construir a cidade.</p>
<p>A expedição de Tomé de Sousa trouxe diversos profissionais que vieram com a tarefa de construir a cidade.</p>
<p>Sobre esta questão, veja como Eduardo Bueno (2006, p. 82) descreve esta situação:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Mas os objetivos da expedição, como se sabe, não eram apenas militares.</p>
<p>Por isso, um conjunto de artesões, cujas habilidades eram indispensáveis à construção da nova cidade, misturava-se à soldadesca e à maruagem, perambulando entre as cobertas dos navios.</p>
<p>Esses artesões vinham sob o comando do “mestre da pedraria” Luis Dias, arquiteto de renome, responsável pelo projeto e encarregado de supervisionar as obras da primeira capital do Brasil.</p>
<p>Da equipe de Luis Dias faziam parte 15 carpinteiros, nove ferreiros, oito serradores, oito telheiros, cinco caieiros, quatro serralheiros, quatro carvoeiros e três cavouqueiros, além de 16 pedreiros – um total de 72 profissionais que, tão logo se iniciassem as obras, seriam auxiliados por pelo menos 62 degredados.</p>
<p>Esses artesões ganhavam em média 1.200 reais por mês. Os degredados, cujas penas incluíam trabalhos forçados, recebiam ainda assim 330 reais por mês (abaixo do soldo mínimo de 360 reais.)</div></p>
<p>Podemos perceber a importância da fundação da cidade de Salvador em função da quantidade de artesões que vieram com a expedição de Tomé de Sousa.</p>
<p>A cidade é consequência do processo de instalação do Governo Geral, sua construção possui uma simbologia muito grande, pois representa os novos ideais de Portugal relacionados ao Brasil, no dizer de Sergio Buarque de Holanda (2007, p. 129), Salvador representa:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Dessa estrutura a cidade de Tomé de Sousa haveria de ser o centro e, de todas as capitanias hereditárias, segundo o dirá no século seguinte um frade historiador, filho da mesma cidade, “como o coração no meio do corpo donde todas [&#8230;] se socorressem e fossem governadas”.</p>
<p>É justo, pois, que lhe deem o governo-geral, com os auxiliares que trouxe, o principal de suas necessidades durante os primeiros tempos, corresponde nisso, aliás, a um vivo empenho da Coroa, desde que ficara decidido inaugurar-se uma nova fase na vida da colônia.</p>
<p>A todos os trabalhos estariam presente e solícito o próprio Tomé de Sousa: segundo tradição oral registrada ainda por Frei Vicente de Salvador, que pôde colher pessoalmente algumas pessoas daquele tempo, era ele “o primeiro que lançava mão do pilão para os taipais e ajudava a levar a seus ombros os caibros e madeiras para as casas, mostrando-se a todos companheiro afável”.</div></p>
<p>A simbologia relacionada a Salvador comprova a intenção portuguesa de intensificar o povoamento e colonização do Brasil.</p>
<p>Sua fundação cria novos horizontes para a colonização portuguesa. A partir deste esforço, o Brasil entrará definitivamente nos planos portugueses de futuro, a colônia será integrada à economia da metrópole através da intensificação crescente do cultivo da cana-de-açúcar e manufatura do açúcar nos engenhos.</p>
<p>Acerca disso, Eduardo Bueno (2006, p. 97-98) afirma:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Salvador se transformaria em um símbolo ainda mais sólido do que Mazagão.</p>
<p>Afinal, como já notaram os especialistas, a primeira capital do Brasil foi a “pedra de toque” que marcou o verdadeiro início de uma revolucionária política de urbanização dos territórios ultramarinos, estabelecendo o momento em que “o projeto imperial começou a voltar-se em projeto colonial”.</p>
<p>“Salvador foi o primeiro ramo a marcar o vínculo entre as cidades reguladas e as cidades da futura escola portuguesa de urbanização da Índia”, anotou Walter Rosa em seu ensaio Cidades Hindoportuguesas.</p>
<p>O erguimento daquela “fortaleza forte” iria comprovar que os portugueses estavam determinados a transformar as meras franjas litorâneas que até então constituíam seu império em um território colonial, fortificado e urbanizado.</div></p>
<p>Como vimos, a fundação de Salvador foi um marco na mudança de mentalidade dos portugueses com relação ao Brasil.</p>
<p>Após 1549, a história do Brasil entrará em uma nova fase.</p>
<p>A metrópole irá intensificar o “pacto colonial”. Além disso, ela irá intensificar o controle sobre a produção econômica na colônia. A fundação da cidade irá cobrar o seu preço!</p>
<p>No próximo capítulo iremos estudar a implantação do projeto civilizatório português para o Brasil, projeto este baseado no latifúndio, trabalho escravo e monocultura.</p>
<h3>4. Neste capítulo você estudou que:</h3>
<ul>
<li>Como estabelecimento do Governo-Geral, há um maior controle da colônia por parte de Portugal. A centralização imposta pelo Governo-Geral irá diminuir, sensivelmente, o poder dos donatários, assim Portugal cria as bases da centralização política no Brasil.</li>
<li>A fundação da cidade de Salvador, em 1549, é consequência do processo de instalação do Governo-Geral. Sua construção possui uma simbologia muito grande, pois representa os novos ideais de Portugal relacionados ao Brasil.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>As Causas da Expansão Marítima Portuguesa 1. Introdução Damos início aos estudos da disciplina de História Colonial Brasileira. Todo este processo é marcado por problematizações, causas de diferentes ordens, que motivaram a chamada expansão marítima e comercial portuguesa. Este acontecimento histórico é de primordial importância para entendermos, de forma crítica, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h3>As Causas da Expansão Marítima Portuguesa</h3>
<h4>1. Introdução</h4>
<p>Damos início aos estudos da disciplina de História Colonial Brasileira. Todo este processo é marcado por problematizações, causas de diferentes ordens, que motivaram a chamada expansão marítima e comercial portuguesa.</p>
<p>Este acontecimento histórico é de primordial importância para entendermos, de forma crítica, o processo que culminou na “descoberta” do Brasil, e, como não poderia deixar de ser, na sua consequente colonização.</p>
<p>Este processo é fruto de um fenômeno histórico complexo ocorrido em Portugal a partir do início do século XV.</p>
<p>Porém, para entendê-lo devemos estudar as transformações ocorridas na Europa a partir do século XII, pois foi nesta época que o continente europeu começava a se modificar, em função da expansão agrícola e do renascimento comercial, ocorridos ainda na Idade Média.</p>
<p>Todos estes fatores citados irão contribuir signiicativamente para a mudança de mentalidade, que dará <a href="http://bahia.ws/arquitetura-europeia-cronologia-estilos-e-caracteristicas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>origem ao Renascimento</strong></a>, contribuindo para o início da chamada expansão marítima e comercial.</p>
<p>Foi a partir do pioneirismo dos portugueses que diversas regiões foram conquistadas, dando início assim a uma nova era, que irá redefinir o mundo conhecido até o século XV.</p>
<p>Foram os portugueses os principais responsáveis pela conquista da costa africana, pela descoberta do caminho marítimo, que possibilitou uma rota alternativa até a Índia, e o mais importante para nós, pela conquista do Brasil.</p>
<p>Neste sentido, é necessário entendermos que a conquista do Brasil foi fruto, não do acaso, mas sim, de um processo histórico iniciado muito antes e que ocasionou modiicações profundas, tanto em Portugal, quanto no Brasil.</p>
<h4>2. Expansão marítima e comercial portuguesa não foi casual</h4>
<p>O processo que culminou na expansão marítima portuguesa e, consequentemente, na conquista do Brasil foi muito bem planejado, pois, desde o início do século XV, Portugal já vinha efetuando pesquisas e aprimorando suas técnicas de construção naval, bem como de navegação oceânica.</p>
<h4>3. Por que Portugal liderou a expansão marítima?</h4>
<p><strong>Este projeto foi possível em função de vários fatores, são eles: </strong></p>
<ul>
<li>a unidade nacional conquistada muito cedo;</li>
<li>a posição geográica que propiciava as grandes navegações;</li>
<li>o difícil acesso das terras portuguesas ao restante da Europa</li>
<li>a estabilidade interna que permitia o investimento em projetos de navegações.</li>
</ul>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Infante-Dom-Henrique.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Mas é a <strong>Escola de Sagres</strong> e a criação de uma estrutura profissional para os descobrimentos que fazem a diferença. Concentrando intensamente as energias e recursos nacionais, Portugal, um país pobre, pouco populoso e relativamente atrasado, conseguiu levar a cabo, com sucesso, a tarefa dos descobrimentos.</div></p>
<p>O Estado português foi um dos primeiros estados modernos fundados no continente europeu.</p>
<p>Sua base política, econômica, cultural, religiosa e, acima de tudo, de identidade, foi&nbsp;fruto da luta contra os <strong>mouros</strong>, que permitiu o surgimento do estado centralizado.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Mouros</strong> &#8211; Povos árabes que viviam no norte da África e na Península Ibérica.</div></p>
<p>A partir do século XIII, foram-se definindo por uma série de batalhas algumas fronteiras da Europa que, no caso da França, da Inglaterra, da Espanha e de Portugal permanecem aproximadamente as mesmas até hoje.</p>
<p>Dentro das fronteiras foi nascendo o estado Portugues como uma organização política centralizada, cuja figura dominante – o príncipe – e a burocracia em que se apoiava tomaram contornos próprios que não se confundiam com os grupos sociais mesmo os mais privilegiados, como a nobreza.</p>
<p>Esse processo durou séculos e alcançou seu ponto decisivo entre 1450 e 1550.</p>
<p>Este processo permitiu a unificação dos feudos medievais, facilitando a capitalização do estado, e o consequente investimento em uma frota naval, que iria dar suporte logístico à futura expansão marítima e comercial portuguesa.</p>
<p>Além disso, a Península Ibérica, na qual Portugal se encontrava, possibilitava uma situação geográfica privilegiada, que lhe permitia o pleno domínio do Oceano Atlântico.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Portugal se afirmava no conjunto da Europa como um país autônomo</strong>, com tendência a voltar-se para fora.</p>
<p>Os portugueses já tinham experiência, acumulada ao longo dos séculos XIII e XIV, no comércio de longa distância, embora não se comparassem ainda a venezianos e genoveses, a quem iriam ultrapassar.</p>
<p>Aliás, antes de os portugueses assumirem o controle de seu comércio internacional, os genoveses investiram na sua expansão, transformando Lisboa em um grande centro mercantil sob sua hegemonia.</p>
<p>A experiência comercial foi facilitada também pelo envolvimento econômico de Portugal com o mundo islâmico do Mediterrâneo, onde o avanço das trocas pode ser medido pela crescente utilização da moeda como meio de pagamento.</p>
<p>Sem dúvida, a atração para o mar foi incentivada pela posição geográica do país, próximo às ilhas do Atlântico e à costa da África.</p>
<p>Dada a tecnologia da época, era importante contar com correntes marítimas favoráveis, e elas começavam exatamente nos portos portugueses ou nos situados no sudoeste da Espanha.</div></p>
<p>No século XV, Portugal buscou sua unificação política, em virtude da existência de um sentimento de identidade, pois existia a consciência, entre os portugueses, de que a única forma de se construir um reino forte seria através de um estado autônomo e unificado.</p>
<p><figure id="attachment_43018" aria-describedby="caption-attachment-43018" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43018 size-large" title="Mapa da Europa de 1575" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1024x735.jpg" alt="Mapa da Europa de 1575 -&nbsp;Cosmographie Universelle de Tout le Monde Escassa versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius -&nbsp;&quot;Europae&quot;,&nbsp;Belleforest, Francois Este mapa escasso é uma versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius. O mapa estende-se até incluir a Islândia e parte da Gronelândia, e há uma pequena porção do Labrador a invadir o mapa no canto superior esquerdo. Também se estende à Ásia Ocidental e ao Norte de África. O cortador de blocos tentou imitar a gravura em cobre com um mar pontilhado e os adornos de Ortelius, mas a execução num bloco de madeira é visivelmente mais grosseira. O mapa é modestamente adornado com um barco à vela, uma rosa dos ventos e um acampamento de tendas na Rússia. A personificação de Europa a ser raptada por Zeus sob a forma de um touro adorna a cartela de título. Houve apenas uma edição da Cosmographie de Belleforest, pelo que o mapa é escasso e raramente se encontra disponível no mercado." width="800" height="574" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1024x735.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-300x215.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-768x551.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1536x1102.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-2048x1470.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-800x574.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-43018" class="wp-caption-text">Mapa da Europa de 1575</figcaption></figure></p>
<p><a class="LinkSuggestion__Link-sc-1gewdgc-4 cLBplk" href="http://bahia.ws/mapas-evolucao-territorial-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mapas históricos mostrando a evolução e a expansão territorial do Brasil</strong></a></p>
<p>&nbsp;<div class="wpz-sc-box info   "><strong>Durante todo o século XV, Portugal foi um reino unificado e menos sujeito a convulsões e disputas</strong>, contrastando com a França, a Inglaterra, a Espanha e a Itália, todas envolvidas em guerras e complicações dinásticas.</p>
<p>A monarquia portuguesa consolidou-se através de uma história que teve um dos seus pontos mais significativos na revolução de 1383 – 1385.</p>
<p>A partir de uma disputa em torno da sucessão ao trono português, a burguesia comercial de Lisboa se revoltou. Seguiu-se uma grande sublevação popular, a “revolta do povo miúdo”, no dizer do cronista Fernão Lopes.</p>
<p>A revolução era semelhante a outros acontecimentos que agitaram o ocidente europeu na mesma época, mas teve um desfecho diferente das revoltas camponesas esmagadas em outros países pelos grandes senhores.</div></p>
<p>A expansão marítima portuguesa correspondia aos interesses não só da classe dominante como também das classes populares. Esse fator potencializou ainda mais o processo.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Ao começar o século XV, as condições internas de Portugal</strong> criavam uma oportunidade excelente, porque a expansão correspondia aos interesses de todas as classes sociais, que, no conjunto, constituíam a contraditória sociedade portuguesa.</p>
<p>Para o povo, a expansão foi sobretudo uma forma de emigração e representava o que para ele a emigração sempre representou: a possibilidade de uma vida melhor e a libertação aos “pequenos”, foi sempre pesado e do qual eles também sempre se procuraram libertar buscando novas terras.</div></p>
<p>Além disso, nobres e clérigos viam a expansão de forma positiva, pois novos horizontes comerciais, de conquistas e de evangelização iriam permitir a construção de um estado ainda mais centralizado, forte, e acima de tudo, católico.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Para clérigos e nobres</strong>, cristianização e conquista eram formas de servir Deus e servir o rei e de merecer por isso as recompensas concomitantes: comendas, tenças, capitanias, ofícios, oportunidades que no estreito quadro da metrópole se tornava cada vez mais raro conseguir.</p>
<p>Para os mercadores era a perspectiva do bom negócio, das matérias-primas colhidas na origem e revendidas com bom lucro.</p>
<p>Para o rei era motivo de prestígio, uma boa forma de ocupar os nobres e, sobretudo a criação de novas fontes de receita, numa época em que os rendimentos da coroa tinham descido muito.</p>
<p>Desta convergência de interesses só ficavam fora os lavradores, empresários das explorações agrícolas, para quem a saída dos lavradores do País representava o encarecimento da mão de obra.</div></p>
<p>Em Portugal, a expansão marítima e comercial passou a representar o ideal renascentista.</p>
<p>Com o Renascimento, diversos dos valores dogmáticos da vida medieval foram postos em xeque e foram abertos caminhos para as descobertas e avanços nos campos da geografia e das ciências aplicadas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, os portugueses embarcaram em um projeto de um século, e chegaram exatamente ao destino que visavam.</p>
<p>Os espanhóis foram aventureiros da descoberta, cavaleiros andantes dos mares em busca do inesperado.</p>
<p>Os portugueses foram marinheiros do Renascimento: estudaram, projetaram, calcularam. No final, triunfaram sobre o desconhecido, e souberam, de imediato, o que haviam descoberto.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>A melhor contribuição do Renascimento</strong> não está na contestação dos dogmas, na recuperação do conhecimento clássico ou no progresso artístico, mas simplesmente na defesa do direito de duvidar, e de ver o mundo na medida do homem.</p>
<p>Sem o Renascimento, não haveria o Novo Mundo, porque não haveria os novos olhos para vê-lo.</div></p>
<p>Diferentemente dos outros estados emergentes, os portugueses apostaram nas grandes navegações.</p>
<p>Os lusitanos foram pioneiros na maioria dos aspectos tecnológicos ligados às navegações. Os ideais renascentistas, que indicavam os novos tempos, tiveram em Portugal a expressão das conquistas marítimas e da abertura de novos mercados para o então decadente continente europeu.</p>
<p>Os portugueses foram os primeiros povos europeus, organizados em um estado centralizado na figura do rei ou do príncipe, a embasar as navegações como fruto do conhecimento cientíico.</p>
<p>Apesar de Portugal ser um dos países mais católicos da Europa, foram eles os pioneiros na superação do mito medieval do “mar tenebroso”.</p>
<p>Mito este que sempre contribuiu para a construção de uma visão negativa dos povos europeus em relação à navegação oceânica.</p>
<p>A expansão marítima só aconteceu em Portugal em função do fato de que os portugueses foram os primeiros povos europeus a promoverem a unificação política.</p>
<p>Este fator fez com que os recursos fossem canalizados para o comércio e a construção naval. Era o Estado que poderia se transformar no grande empreendedor, se alcançasse as condições de força e estabilidade para tanto.</p>
<p>É necessário frisar que os estímulos para as grandes navegações não foram apenas comerciais, ou mesmo em função do estado português ter sido o primeiro a se uniicar enquanto reino autônomo e centralizado.</p>
<p>Temos que salientar que existia entre os portugueses um espírito de aventura muito acentuado.</p>
<p>Culturalmente os portugueses tinham uma forte ligação com o mar e esse fator foi determinante no pioneirismo português ligado às grandes navegação e à expansão comercial.</p>
<p><strong>Para entendermos essa questão com maior clareza,&nbsp;a questão que motivou as grandes navegações:</strong></p>
<p>Podemos perceber que os impulsos para a aventura marítima não eram apenas comerciais.</p>
<p>Não é possível tentar entendê-la com os olhos de hoje, e vale a pena, por isso, pensar um pouco no sentido da palavra aventura.</p>
<p>Há cinco séculos, estávamos muito distantes de um mundo inteiramente conhecido, fotografado por satélites, oferecido ao desfrute por pacotes de turismo.</p>
<p>Havia continentes mal ou inteiramente desconhecidos. Oceanos inteiros ainda não atravessados. As chamadas regiões ignotas concentravam a imaginação dos povos europeus, que aí vislumbravam, conforme o caso, reinos fantásticos, habitantes monstruosos, a sede do paraíso terrestre.</p>
<p>Por exemplo, Cristóvão Colombo pensava que, mais para o interior da terra por ele descoberta, encontrariam homens de um só olho e outros com focinho de cachorro.</p>
<p>Ele dizia ter visto três sereias pularem para fora do mar, decepcionando-se com seu rosto: não eram tão belas quanto imaginara.</p>
<p>Em uma de suas cartas, referia-se às pessoas que, na direção do poente, nasciam com rabo.</p>
<p>Em 1487, quando deixaram Portugal encarregados de descobrir o caminho terrestre para as Índias, Afonso de Paiva e Pedro da Covilhã levaram instruções de Dom João II para localizar o reino de Preste João.</p>
<blockquote><p>A lenda do Preste João, descendente&nbsp;dos Reis Magos e inimigo ferrenho dos muçulmanos, fazia parte do imaginário europeu&nbsp;desde pelo menos meados do século XII.</p></blockquote>
<p>Ela se construiu a partir de um dado real – a existência da Etiópia, no leste da África, onde vivia uma população negra que adotara um ramo do cristianismo. Não devemos tomar como fantasias desprezíveis, encobrindo a verdade representada pelo interesse material, os sonhos associados à aventura marítima.</p>
<p>Mas não há dúvida de que o interesse material prevaleceu, sobretudo quando os contornos do mundo foram sendo cada vez mais conhecidos e questões práticas de colonização entraram em ordem do dia.</p>
<p>Outro fator que facilitou as grandes navegações foi a invenção e o desenvolvimento de um navio especial para os descobrimentos: a caravela.</p>
<p>A caravela era diferente de tudo que havia sido inventado até então. Ela foi projetada para navegações oceânicas, pois não era um navio de carga, mas sim uma embarcação avançada e segura que permitia a navegação nas mais variadas situações.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Não é um navio de carga</strong>, mas sim uma embarcação destinada a viajar longas distâncias em águas não familiares, e deve ter, para isso, capacidade de velejar em ventos desfavoráveis, que as carracas não tinham devido à sua baixa manobrabilidade e ao uso exclusivo da vela quadrada.</p>
<p><strong>A caravela, empregando velas latinas</strong> (triangulares), era mais manobrável, e mantinha mesmo assim a capacidade de transporte de carga necessária a sustentar as pequenas tripulações dos descobridores nos longos meses que passavam no mar.</p>
<p>Uma caravela tinha em geral de 40 a 50 tripulantes, enquanto uma carraca – especializada em transporte de carga – tinha 100, uma galera de combate 300, e os galeões das frotas reais chegavam a levar 800 tripulantes.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>As vantagens de manobrabilidade da vela latina</strong> ficam mais claras com uma pequena explicação sobre as técnicas de navegação a vela.</p>
<p>Uma vela quadrada só permite navegar a favor do vento, ou seja, com ventos que sopram detrás do navio, num ângulo máximo de cerca de 12 graus em relação à direção em que o navio caminha.</p>
<p>A vela latina, no sistema empregado pelas caravelas, permite o aproveitamento de ventos em ângulos de até 30 graus em relação à direção de deslocamento do navio.</p>
<p>Assim, levando em consideração que, nas regiões de ventos desfavoráveis, os navios precisam velejar em zigue-zague para manter a orientação geral da viagem, a maior manobrabilidade das caravelas está em sua capacidade superior de velejar “contra” o vento, ziguezagueando em ângulo mais fechado em relação à rota.</div></p>
<p>Em síntese, a expansão marítima e comercial portuguesa não foi casual, mas muito bem planejada e fruto de um processo histórico.</p>
<h4>4. Principais elementos da expansão marítima e comercial portuguesa foram:</h4>
<ul>
<li>o fato de Portugal ter sido o primeiro país europeu a promover a sua uniicação política e&nbsp;administrativa;</li>
<li>os interesses das diversas classes sociais convergiam para as grandes navegações, bem&nbsp;como para a expansão comercial;</li>
<li>o ideal renascentista foi expresso em Portugal através das grandes navegações;</li>
<li>a posição geográica de Portugal facilitava as grandes navegações;</li>
<li>o espírito aventureiro do português e sua vocação para as navegações;</li>
<li>o desenvolvimento e a invenção de embarcações e de técnicas próprias para a navegação&nbsp;oceânica;</li>
<li>a ausência de guerras;</li>
<li>contatos de Portugal com a cultura islâmica.</li>
</ul>
<p>Temos que entender que as grandes navegações desenvolveram-se em um processo contínuo que culminou com o descobrimento de uma rota alternativa para as Índias e mais tarde no “descobrimento” do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_43027" aria-describedby="caption-attachment-43027" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43027 size-large" title="Mapa da Africa de 1593" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg" alt="Mapa da Africa de 1593" width="800" height="609" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1536x1170.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-768x585.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-2048x1561.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-800x610.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43027" class="wp-caption-text">Mapa da Africa de 1593</figcaption></figure></p>
<h4>5. Principais etapas da Expansão Portuguesa:</h4>
<ul>
<li>1415: Conquista da cidade de Ceuta.</li>
<li>1419: Expedição portuguesa chega à ilha da Madeira.</li>
<li>1431: Reconhecimento do arquipélago dos Açores.</li>
<li>1434: Gil Eanes ultrapassa o Cabo Bojador.</li>
<li>1443: Nuno Tristão chega à ilha de Arguim.</li>
<li>1445: Nuno Tristão atinge a Senegâmbia e Dinis Dias ultrapassa a foz do Senegal.</li>
<li>1482: Diogo Cão descobre o Zaire.</li>
<li>1487: Bartolomeu Dias atinge o cabo sul-africano, onde enfrenta uma perigosa tempestade. Por essa razão, denomina-o Cabo das Tormentas. Com esse grandioso evento, abre-se a possibilidade de se chegar às Índias. Por essa razão, o rei de Portugal, D. João resolve alterar o nome do cabo para outro mais otimista: cabo da Boa Esperança.</li>
<li>1498: Vasco da Gama, comandando uma frota de quatro navios (S. Gabriel, S. Rafael, Bérrio e uma barca de mantimentos), atinge a cidade de Calicute, nas Índias.</li>
<li>1500: Pedro Álvares Cabral “descobre” o Brasil.</li>
</ul>
<h4>&nbsp;6. Escola de sagres e o Infante Henrique</h4>
<p>A partir do século XV, Portugal decidiu embarcar em um grande projeto nacional de exploração da costa atlântica, tendo como localização inicial o norte da África.</p>
<p>Esse projeto foi capitaneado pelo quinto filho do rei Dom João I, o infante Dom Henrique (1394-1460).</p>
<p>O plano inicial evoluiu para uma meta mais ambiciosa, a circum-navegação do continente africano, que permitiria chegar às Índias, terra das especiarias, por mar.</p>
<p>O infante Dom Henrique foi o principal responsável pela fundação, em 1433, da lendária “<strong>Escola de Sagres</strong>”. Essa escola é considerada um dos símbolos da formação do Estado português.</p>
<p>Sua fundação representa o poder do estado centralizado que viria a predominar em Portugal.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>A escola de Sagres</strong> não foi uma entidade formal de ensino e treinamento, e sim uma “escola” de pensamento e ação.</p>
<p>Em seu castelo, e sob o lema “O talento do bem-fazer”, Dom Henrique reuniu cartógrafos e matemáticos para desenvolver as técnicas astronômicas que permitiriam a navegação oceânica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, nos estaleiros de Lagos, centenas de homens dedicavam-se à construção naval, usando técnicas cada vez mais aperfeiçoadas de escolha e preparo de madeiras para as diversas partes dos navios e de vedação e selagem dos cascos.</p>
<p>A cada expedição na costa africana, as informações coletadas serviam para aprimorar mapas, técnicas de navegação e o desenho dos navios.</p>
<p>O infante, para quem o conhecimento era a fonte “de onde emerge todo o bem”, mantinha o título de protetor da Universidade de Lisboa e patrocinava cátedras de ciências.</p>
<p>Agindo contra o costume da época, mostrava tolerância para com outros credos e raças, ao escolher seus colaboradores prioritariamente por seu conhecimento.</p>
<p>Com isso, atraiu para seu esforço vários <strong>sábios judeus</strong>, que sofriam menos restrições que os cristãos para viajar e obter informações no mundo árabe.</p>
<p>Dom Henrique morreu em 1460, sem ver a África circum-navegada, mas teve em vida o reconhecimento internacional por seus feitos. </div></p>
<p><strong>O infante Dom Henrique e a escola de Sagres</strong> foram muito importantes para a expansão marítima portuguesa, pois permitiu que os portugueses elaborassem conhecimentos embasados na ciência da época.</p>
<p>Além de inovações relacionadas à construção naval, a escola de Sagres desenvolveu, através de estudos e experimentações práticas constantes, técnicas revolucionárias, ligadas, sobretudo, à navegação marítima em alto-mar.</p>
<p>Estas novas técnicas permitiram que os navegadores se afastassem cada vez mais da costa, possibilitando assim uma maior autonomia para alcançar terras localizadas em outros continentes.</p>
<p>Apesar disso, Portugal praticaria unicamente a navegação de cabotagem até meados de 1500, só se aventurando oficialmente no “mar oceano” a partir da expedição de Pedro Álvares Cabral.</p>
<p>Essas inovações são chamadas por alguns estudiosos de “a arte da navegação”, pois incorporam elementos de navegação e orientação até então desconhecidos.</p>
<p><strong>Citaremos no texto a seguir alguns destes novos conhecimentos:</strong></p>
<p>As informações foram retiradas da obra “<strong>Os</strong><strong> Grandes Exploradores &#8211; de Cristóvão Colombo à Conquista do Continente Africano”.</strong></p>
<ul>
<li><strong>Calcular</strong> <strong>a</strong> <strong>distância &#8211; </strong>Os navegadores sabem avaliar a velocidade do seu navio. Para conhecê-la, lançam ao mar uma corda escalonada por meio de nós, cuja extremidade permanece no lugar, pois está ixada num pedaço de chumbo, depois a deixam deslizar durante determinado tempo. Renovando a manobra periodicamente, chegam assim a calcular a distância percorrida diariamente.</li>
<li><strong>Determinar</strong> <strong>a</strong> <strong>orientação &#8211; </strong>A questão da direção não é mais problema nesse inal do século XV, pois os navegadores dispõem, há algumas décadas, de um instrumento precioso, a bússola. A única diiculdade é que se conhece ainda muito mal as alterações do campo magnético terrestre e a diferença entre norte geográico e norte magnético.</li>
<li><strong>Calcular</strong> <strong>a</strong> <strong>latitude &#8211; </strong>O cálculo da latitude é, na realidade, relativamente bem dominado pelos navegadores, que sabem estabelecer a situação de um objeto no arco meridiano, graças ao ponto astronômico. Um instrumento de óptica, ancestral do sextante, o <strong>astrolábio</strong>, é aperfeiçoado no inal da Idade Média, de tal maneira que já é utilizável a bordo de um navio em movimento.</li>
<li><strong>Uma</strong> <strong>incerteza,</strong> <strong>a</strong> <strong>longitude &#8211; </strong>Em contrapartida, ica difícil, no inal do século XV, avaliar a longitude. Esta não pode ser conhecida senão comparando a hora local com a hora do meridiano de origem. Só se disporá de um relógio bastante preciso – relógio dito de marinha – para obter um resultado coniável em 1761. O capitão Cook será o primeiro a utilizá-lo.</li>
</ul>
<h3>Neste capítulo você estudou que:&nbsp;</h3>
<ul>
<li>As causas da expansãomarítima portuguesa não foram casuais, mas fruto de um processo de exaustiva pesquisa.</li>
</ul>
<ul>
<li>O infante Dom Henrique e a Escola de Sagres foram fundamentais na realização do processo de expansão marítima portuguesa.&nbsp;</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A ocupação da costa africana e a expedição de Vasco da Gama</title>
		<link>https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a A viagem de Vasco da Gama à Índia Introdução Neste tópico iremos estudar a ocupação da costa africana, bem como as ilhas do Atlântico, colonizadas pelos portugueses a partir do século XV. Além disso, estudaremos a viagem de Vasco da [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/">A ocupação da costa africana e a expedição de Vasco da Gama</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h3>Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a A viagem de Vasco da Gama à Índia</h3>
<h4>Introdução</h4>
<p>Neste tópico iremos estudar a ocupação da costa africana, bem como as ilhas do Atlântico, colonizadas pelos portugueses a partir do século XV. Além disso, estudaremos a viagem de Vasco da Gama, viagem esta que levou ao descobrimento de uma rota marítima até as Índias.</p>
<p>Desde o início do século XV os portugueses vinham explorando a costa africana e sua intenção era fundar feitorias que viessem a garantir o comércio com estas regiões desconhecidas.</p>
<p>O principal interesse dos portugueses era a busca de metais preciosos, especiarias e, mais tarde, escravos africanos.</p>
<p>Em decorrência dos avanços dos conhecimentos adquiridos com o prolongamento das expedições que colonizaram a costa africana e ilhas do Atlântico, Portugal pôde chegar até a Índia, região rica em especiarias.</p>
<p><figure id="attachment_43059" aria-describedby="caption-attachment-43059" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43059 size-medium" title="cabo bojador na Africa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa-300x300.jpg" alt="cabo bojador na Africa" width="300" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cabo-bojador-na-Africa.jpg 429w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43059" class="wp-caption-text">cabo bojador na Africa</figcaption></figure></p>
<p>Foi a partir da expedição de Vasco da Gama que Portugal pôde manter comércio com o oriente.</p>
<p>Além disso, esta expedição provou a viabilidade de uma rota marítima que levasse até o oriente. A partir da expedição de Vasco da Gama muitas outras foram realizadas, incluindo a de Pedro Álvares Cabral que culminou com o “descobrimento” do Brasil em 1500.</p>
<h4>A ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico</h4>
<p>O marco inicial da ocupação da costa africana foi a conquista de Ceuta, localizada no norte da África (atual Marrocos), em 1415.</p>
<p>Essa conquista foi o ponto de partida para a expansão portuguesa.</p>
<p>Foi a partir deste entreposto que os portugueses levaram adiante seu  projeto de ocupação e conquista da costa africana ocidental das Ilhas da Madeira, Açores, Cabo Verde e São Tomé.</p>
<p>A partir desta conquista a expansão se estendeu a toda a costa.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A expansão metódica desenvolveu-se ao longo da costa ocidental africana e nas ilhas do Oceano Atlântico.</p>
<p>Fruto do mesmo movimento, o contato com esses dois espaços geográicos resultou em situações tão diversas, que vale a pena separá-las em nossa exposição.</p>
<p>O reconhecimento da costa ocidental africana não se fez da noite para o dia.</p>
<p>Levou 53 anos, da ultrapassagem do Cabo Bojador por Gil Eanes (1434) até a temida passagem do Cabo da Boa Esperança por Bartolomeu Dias (1487).</p>
<p>A partir da entrada no Oceano Índico, foi possível a chegada de Vasco da Gama à Índia, a sonhada e ilusória Índia das especiarias.</p>
<p>Depois, os portugueses alcançaram a China e o Japão, onde sua inluência foi considerável, a ponto de os historiadores japoneses chamarem de “século cristão”, o período compreendido entre 1540 e 1630.</div></p>
<p>Os portugueses, no processo de colonização da costa, não procuravam penetrar no continente, a intenção dos mesmos era estabelecer diversas feitorias (postos fortiicados e de comércio) com o objetivo de efetuar trocas e comercializar produtos com os nativos.</p>
<p>Não foi realizada pelos portugueses uma colonização efetiva do continente africano, pois geralmente os lusitanos preferiam estabelecer as feitorias.</p>
<p>Estas feitorias geralmente eram mantidas com a intervenção militar.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Sem penetrar profundamente no território africano, os portugueses foram estabelecendo na costa uma série de feitorias, que eram postos fortificados de comércio; isso indica a existência de uma situação em que as trocas eram precárias, exigindo a garantia das armas.</p>
<p>A parte comercial do núcleo era dirigida por um agente chamado feitor.</p>
<p>Cabia a ele fazer compras de mercadorias dos chefes ou mercadores nativos e estocá-las, até que fossem recolhidas pelos navios portugueses para a entrega na Europa.</p>
<p>A opção pela feitoria praticamente tornava desnecessária a colonização do território ocupado pelas populações africanas, bem organizadas a partir do Cabo Verde.</div></p>
<p>Apesar dos portugueses não penetrarem de forma efetiva na costa africana e não promoverem a colonização deste espaço, eles criaram uma série de procedimentos que garantiam o efetivo controle do comércio realizado nesta região.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Mas se os portugueses não avançavam territorialmente, a Coroa organizou o comércio africano, estabelecendo o monopólio real sobre as transações com ouro, obrigando a cunhagem de moeda em uma Casa de Moeda e criando também, por volta de 1481, a Casa da Mina ou Casa da Guiné, como uma alfândega especial para o comércio africano.</p>
<p>Da costa ocidental da África, os portugueses levavam pequenas quantidades de ouro em pó, marfim, cujo comércio se achava até então em mãos de mercadores árabes e era feito através do Egito, a variedade de pimenta chamada malagueta e, a partir de 1441, sobretudo escravos.</p>
<p>Estes foram, no começo, encaminhados a Portugal, sendo utilizados em trabalhos domésticos e ocupações urbanas.</div></p>
<p>Com relação à colonização das Ilhas, o processo foi mais elaborado.</p>
<p>Os portugueses, desde o início enviaram colonos para o seu efetivo povoamento, além de incentivar a criação de carneiros e o cultivo da cana-de-açúcar, do trigo e das vinhas.</p>
<p>Desta forma, desde a primeira metade do século XV, as ilhas se transformaram em importantes colônias avançadas da expansão marítima portuguesa.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os portugueses, que já anteriormente a tinham conhecido, desembarcaram em Porto Santo em 1419 e na Madeira em 1420.</p>
<p>Alguns anos depois, a colonização foi iniciada. Uma centena de colonos foi ali instalada.</p>
<p>Começou imediatamente o desbravamento das terras.</p>
<p>Os pequenos abrigos dos primeiros colonizadores depressa se transformaram em vilas: o Funchal e o Machico receberam carta de foral em 1451.</p>
<p>No solo dos antigos bosques foi plantado trigo, a cana-de-açúcar e a vinha.</p>
<p>Em 1455 já a exportação para Portugal e para as fortalezas do norte da África era considerável.</p>
<p>O ritmo de desenvolvimento continuou muito intenso até o im do século.</p>
<p>Nas Cortes de 1481 afirmou-se que, no ano anterior, vinte naus estrangeiras tinham saído da ilha carregadas de açúcar e pede-se ao Rei que proíba ali a fixação de estrangeiros, que aluíam em grande número.</p>
<p>A população, antes de 1500, andava já por vinte mil pessoas.</div></p>
<p>O processo de colonização das ilhas daria experiência aos portugueses.</p>
<p>Mais tarde, com a colonização do Brasil, essa experiência seria útil, pois os portugueses iriam adaptar as estratégias de colonização das ilhas para o processo de povoamento e colonização do Brasil.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A história da ocupação das ilhas do Atlântico é bem diferente do que ocorreu na África.</p>
<p>Nelas os portugueses realizaram experiências signiicativas de plantio em grande escala, empregando trabalho escravo.</p>
<p>Após disputar com os espanhóis e perder para eles a posse das Ilhas Canárias, conseguiram se implantar nas outras ilhas: na Madeira, por volta de 1420, nos Açores, em torno de 1427, nas Ilhas de Cabo Verde, em 1460, e na de São Tomé, em 1471.</p>
<p>Na Ilha da Madeira, dois sistemas agrícolas paralelos competiam pela predominância econômica.</p>
<p>O cultivo tradicional do trigo atraiu um número considerável de modestos camponeses portugueses, que tinham a posse de suas terras.</p>
<p>Ao mesmo tempo, surgiram plantações de cana-de-açúcar, incentivadas por mercadores e agentes comerciais genoveses e judeus, baseadas no trabalho escravo.</p>
<p>A economia açucareira acabou por triunfar, mas seu êxito foi breve.</p>
<p>O rápido declínio deveu-se tanto a fatores internos como à concorrência do açúcar do Brasil e São Tomé.</p>
<p>De fato, nessa ilha situada no Golfo da Guiné, os portugueses implantaram um sistema de grande lavoura da cana-de-açúcar, com muitas semelhanças ao criado no Brasil.</p>
<p>Próxima da costa africana, especialmente das feitorias de São Jorge da Mina e Axim, a ilha contou com um abundante suprimento de escravos.</p>
<p>Nela existiram engenhos que, segundo uma descrição de 1554, chegavam a ter de 150 a 300 cativos.</p>
<p>São Tomé foi sempre um entreposto de escravos vindos do continente para serem distribuídos na América e na Europa, e esta acabou sendo a atividade principal da ilha.</div></p>
<p><figure id="attachment_43027" aria-describedby="caption-attachment-43027" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43027 size-large" title="Mapa da Africa de 1593" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg" alt="Mapa da Africa de 1593" width="800" height="609" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1536x1170.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-768x585.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-2048x1561.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-800x610.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43027" class="wp-caption-text">Mapa da Africa de 1593</figcaption></figure></p>
<p>Como vimos nos parágrafos anteriores, o ponto de partida para a colonização da costa africana foi a tomada de Ceuta, em 1415.</p>
<p>Porém, muito ainda teria que ser feito para que o caminho marítimo que levasse até as Índias fosse descoberto.</p>
<p>Vimos também que a colonização das ilhas do Atlântico forneceu experiência para que futuramente os portugueses implantassem no Brasil o latifúndio, o trabalho escravo e a monocultura da cana-de-açúcar.</p>
<p>Nos próximos parágrafos iremos estudar as diversas etapas que levaram a conquista da costa africana, bem como a descoberta do caminho marítimo até as Índias.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Animacao-atualizada-As-Grandes-Navegacoes-Parte-1-Introducao.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Entre os anos de 1421 e 1434, mais de 15 expedições portuguesas fracassaram diante do objetivo de ultrapassar o Cabo Bojador, na costa oeste da África.</p>
<p>Obstáculo muito mais simbólico do que técnico, pois o cabo forçava os navegadores a se afastarem da costa, o que na época era aterrorizante para os navegadores, pois os mesmos tinham temores de que as águas oceânicas eram habitadas por seres diabólicos.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O principal motivo para as diculdades na passagem do Cabo Bojador era o temor dos marinheiros portugueses de arriscarem-se no oceano; perto da costa, as correntezas, recifes e bancos de areia tornavam a passagem do cabo muito difícil, se não impossível, para os meios então disponíveis.</p>
<p>E no mar aberto, a superstição de que o oceano levava ao fim do mundo tirava a coragem dos mais ousados.</p>
<p>A superação dessa barreira mais psicológica que física, em 1434, foi o primeiro grande feito dos descobridores portugueses – porque, a partir dali, os obstáculos eram difíceis de transpor, mas todos os acreditavam transponíveis.</div></p>
<p>Após a superação do Cabo Bojador, as expedições portuguesas progrediram ano após ano em seu objetivo de conquistar a costa da África.</p>
<p>Dezenas de expedições foram organizadas e em 1444 o navegador Gil Eanes trouxe da África o primeiro carregamento de escravos, cerca de 200.</p>
<p>Esse carregamento trouxe otimismo aos portugueses, pois essa carga propiciava um bom lucro aos cofres da Coroa.</p>
<p>Além disso, a partir desse sucesso comercial a opinião pública portuguesa se mostrou favorável aos esforços de colonizar a costa africana.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Depois de 1445, os portugueses chegaram a regiões mais ricas da costa africana, e a partir daí seu comércio prosperou.</p>
<p>Doze anos mais tarde, um capitão veneziano a serviço de Dom Henrique descobriu o Arquipélago de Cabo Verde e navegou quase 100 quilômetros para o interior do continente através dos rios Senegal e Gâmbia.</div></p>
<p>O Rei de Portugal, Dom João II usufruiu da estrutura montada por seus antecessores.</p>
<p>O mesmo construiu fortiicações para proteger o comércio português na costa da África, além disso, ele financiou expedições terrestres ao interior do continente.</p>
<p>O avanço naval em direção ao sul foi mantido por Diogo Cão que atingiu a foz do Rio Congo entre 1480 e 1484.</p>
<p>O otimismo em Portugal era crescente, pois segundo os relatos de Covilhã, os navios portugueses poderiam atingir a costa oriental da África com facilidade, pois existiam víveres em abundância em toda a costa.</p>
<p>Para tanto, era necessário superar um grande desafio, ultrapassar o Cabo das Tormentas que mais tarde será chamado de Cabo da Boa Esperança.</p>
<p>Para entendermos com mais clareza o processo histórico que levou à ultrapassagem do Cabo da Boa Esperança pela expedição de Bartolomeu Dias, em 1488, apresentaremos um fragmento do livro “Os Descobrimentos – Origens da Supremacia Europeia”, do historiador Paulo Migliacci. Vamos a ele.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Assim, para abrir a almejada rota marítima, D. João II preparou cuidadosamente uma grande expedição destinada a contornar a África e atingir os mares da Índia.</p>
<p>O projeto, sob o comando de Bartolomeu Dias, envolvia três navios, duas caravelas e um navio de abastecimento.</p>
<p>Bartolomeu Dias transportava seis africanos capturados nas expedições anteriores dos portugueses à África e que deveriam ser desembarcados na costa a intervalos regulares para fazer contato com os navios das regiões inexploradas e iniciar relações comerciais.</p>
<p>Depois de desembarcar o último destes mensageiros, os navios de Bartalomeu Dias enfrentaram uma tempestade que os levou para longe da costa, rumo ao sul, em mar aberto.</p>
<p>Ao terminar a tempestade, Bartalomeu Dias ordenou que seus navios tomassem rumo leste, em busca da costa africana.</p>
<p>Após velejar 700 quilômetros sem encontrar terra, Bartalomeu Dias determinou uma rota para o norte, e com outros 250 quilômetros de viagem, encontrou terras nas proximidades da atual Cidade do Cabo, na África do Sul.</p>
<p>Localizara-se a extremidade meridional da África. A rota para a Índia estava praticamente aberta.</p>
<p>Ele acompanhou a costa, que se dobrava rumo nordeste, por mais de 500 quilômetros, abrindo uma rota para o Índico.</p>
<p>Bartolomeu Dias queria prosseguir, mas seus comandados recusaram-se.</p>
<p>Localizando o navio de abastecimento no retorno pela África, as duas caravelas de Dias encaminharam-se a Portugal, onde chegaram em dezembro de 1488, dezesseis meses e meio depois da partida.</p>
<p>No porto de Lisboa, Cristóvão Colombo assistiu à chegada das caravelas.</p>
<p>Quando soube das notícias que traziam, concluiu que seria inútil tentar de novo o patrocínio do soberano português para sua viagem às Índias pela rota do oeste, já que o caminho do leste estava aberto aos portugueses.</p>
<p>Entre o retorno de Dias, 1488, e a expedição de Vasco da Gama, a primeira a chegar à  Índia, em 1498, decorreram nove anos.</p>
<p>Os motivos da demora foram, inicialmente, a doença de Dom João e as controvérsias quanto à sucessão, seguida mais tarde pela morte do rei e finalmente, pela ascensão de seu filho Dom Manuel, o Venturoso, 1495.</p>
<p>Nesse meio tempo, houve ainda o envolvimento de Portugal numa disputa diplomática com os espanhóis sobre os territórios descobertos por Cristóvão Colombo, resolvida em 1494, pelo <strong>Tratado de Tordesilhas</strong>.</p>
<p>Mas talvez o verdadeiro motivo do atraso dos portugueses tenha sido a realização de   expedições (tão secretas que nem sequer temos registros delas) para traçar as melhores rotas de navegação pelo Atlântico Sul.</p>
<p>Isso pode ser deduzido pelo trajeto que Vasco da Gama viria a percorrer, não acompanhando a rota da costa africana utilizada pelos navios de comércio portugueses, mas penetrando profundamente no Atlântico para aproveitar os ventos favoráveis à navegação rumo ao leste, que prevalecem próximos às costas sul-americanas.</div></p>
<p><figure id="attachment_43097" aria-describedby="caption-attachment-43097" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43097 size-large" title="Mapa do Mundo de 1584" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1024x767.jpg" alt="Mapa do Mundo de 1584" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1536x1151.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-2048x1534.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-800x599.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-43097" class="wp-caption-text">Mapa do Mundo de 1584</figcaption></figure></p>
<h4 class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Descoberta do caminho marítimo até as Índia &#8211; A Viagem de Vasco da Gama</h4>
<p>Após dois anos de preparativos, finalmente a expedição de Vasco da Gama rumo às Índias deixava Portugal.</p>
<p>Esta expedição foi uma das mais importantes para Portugal, pois abriria uma rota comercial sem precedentes na história do comércio europeu com o oriente.</p>
<p>Além disso, ela irá contribuir signiicativamente para a solidez do império português.</p>
<p><figure id="attachment_43054" aria-describedby="caption-attachment-43054" style="width: 599px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Imagem1.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43054 size-full" title="NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Imagem1.png" alt="NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI" width="599" height="387" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Imagem1.png 599w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Imagem1-300x194.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Imagem1-85x55.png 85w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43054" class="wp-caption-text">NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI</figcaption></figure></p>
<p>Outro fator que agrega importância a esta expedição é o fato de que após a sua realização será organizada uma segunda expedição comandada por Pedro Álvares Cabral que culminará na “descoberta” do Brasil.</p>
<p>Acerca da expedição de Vasco da Gama, Paulo Migliacci (1997, p. 44) afirma que:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Depois de dois anos de preparativos, a expedição de Vasco da Gama, com dois barcos de velas quadradas, uma caravela de velas latinas e um navio de abastecimento, partiu com 170 tripulantes e provisões para três anos.</p>
<p>Saindo de Lisboa em junho de 1497, os navios fizeram uma parada de reabastecimento nas Ilhas de Cabo Verde e adentraram o Atlântico, chegando à costa sul africana 93 dias mais tarde.</p>
<p>Dali, depois de encontrar o caminho rumo ao norte e de perder algum tempo negociando sua passagem junto aos sultões mulçumanos das cidades costeiras de Moçambique e da Tanzânia, Vasco da Gama levou sua expedição a Calicute.</div></p>
<p>A expedição chefiada por Vasco da Gama pode ser considerada como a conclusão do esforço português relacionado à navegação na costa africana. Esforço este que tem origem desde a época de Henrique, o Navegador.</p>
<p>A expedição representa o acúmulo de conhecimentos marítimos relacionados aos esforços anteriores, sendo um dos principais frutos da <strong>Escola de Sagres</strong>.</p>
<p>Vasco da Gama recorreu à experiência dos navegadores anteriores, seguindo à risca os conselhos de Bartolomeu Dias.</p>
<p>Vasco daGama pôde se beneficiar dos ventos favoráveis e alcançar o mais rapidamente possível o Cabo da Boa Esperança.</p>
<p><figure id="attachment_43056" aria-describedby="caption-attachment-43056" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43056 size-large" title="MAPA DAS NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-1024x724.jpg" alt="MAPA DAS NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI" width="800" height="566" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-1024x724.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-300x212.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-768x543.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-1536x1086.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-2048x1447.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MAPA-DAS-NAVEGACOES-PORTUGUESAS-–-SECULO-XV-XVI-800x565.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43056" class="wp-caption-text">MAPA DAS NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS – SÉCULO XV-XVI</figcaption></figure></p>
<p>Navegar nesta região era muito difícil, pois não existiam mapas e cartas de navegações coniáveis que permitissem a localização da esquadra.</p>
<p>Neste sentido, foi necessário que Vasco da Gama contratasse um piloto mulçumano para guiar a sua frota até Calicute.</p>
<p>“Conta-se que o piloto que Vasco da Gama contratou para guiá-lo a Calicute era Ibn Majid, o mais brilhante dos navegadores árabes, e que gozava da fama de ser o homem que mais conhecia o Mar Vermelho e o Oceano Índico”. (MIGLIACCI, p. 45).</p>
<p>Os portugueses atingiram as Índias depois de um esforço de 70 anos, este esforço tinha a intenção de abrir o oriente ao comércio europeu, destruindo assim os diversos monopólios comerciais que predominavam na época.</p>
<p>Os feitos de Vasco da Gama podem ser considerados superiores aos feitos de Cristóvão Colombo, pois Portugal não fez as descobertas ao acaso como Colombo.</p>
<p>Os portugueses foram extremamente criteriosos e cientíicos nas suas expedições.</p>
<p>O interesse de Portugal ao aportar na Índia era de garantir a rota das especiarias, pois as mesmas possuíam grande valor comercial.</p>
<p><strong>Mas qual o significado da palavra especiaria? </strong></p>
<p>A palavra é de origem latina e signiica <em>especia</em>, termo utilizado pelos médicos para designar substância.</p>
<p>“O termo ganhou depois o sentido de substância muito ativa, muito cara, utilizada para vários ins, como condimento – isto é, tempero de comida –, remédio ou perfumaria”. (FAUSTO, 2007, p. 26).</p>
<p>Especiaria se associa à ideia de produto caro, durante algum tempo o açúcar foi considerado uma especiaria, porém com sua produção em larga escala ele perdeu este <em>status</em>.</p>
<p>São consideradas especiarias a noz-moscada, o gengibre, a canela, o cravo e, especialmente a pimenta que permitia a conservação dos alimentos, principalmente da carne.</p>
<p>Nas palavras de Boris Fausto (2007, p. 28), as especiarias eram importantes, pois:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O alto valor das especiarias se explica pelos limites das técnicas de conservação existentes na época e também por hábitos alimentares.</p>
<p>A Europa Ocidental da Idade Média foi “uma civilização carnívora”.</p>
<p>Grandes quantidades de gado eram abatidas no início do verão, quando as forragens acabavam no campo.</p>
<p>A carne era armazenada e precariamente conservada pelo sal, pela defumação ou simplesmente pelo sol.</p>
<p>Esses processos, usados também para conservar o peixe, deixavam os alimentos intragáveis, e a pimenta servia para disfarçar o que tinham de desagradável.</p>
<p>Os condimentos representavam também um gosto alimentar da época, como o café, que bem mais tarde passou a ser consumido em grande escala em todo o mundo.</p>
<p>Havia mesmo uma espécie de hierarquia em seu consumo: na base, os de cheiro acre, como o alho e a cebola; no alto, os condimentos mais inos, com odores aromáticos, suaves, lembrando o perfume das lores.</div></p>
<p>Segundo o relato anterior, podemos imaginar a importância das especiarias na sociedade europeia dos séculos XV, XVI e XVII.</p>
<p>Em função desta importância, os portugueses investiram muitos recursos, materiais e humanos no processo de abertura de uma rota com o oriente.</p>
<p>A expedição de Vasco da Gama fez contato com Calicute, na Índia, porém ela não foi bem recebida pelos governantes locais.</p>
<p>“Gama voltou a Lisboa em 1499, com dois dos quatro navios e 55 dos 170 homens, sem ter obtido a amizade do Samorim (rajá, governante local), que significaria a permissão de instalar um posto comercial na cidade”. (MIGLIACCI, 1997, p. 45).</p>
<p>Para entendermos melhor a questão da negação da população indiana, bem como dos comerciantes muçulmanos frente aos desejos dos portugueses em constituírem parcerias e feitorias comerciais em território indiano, introduziremos na discussão um fragmento do livro “Os Grandes Exploradores – de Cristóvão Colombo à Conquista do Continente Africano” (2009, p. 94-95).</p>
<h4>Dificuldades nas Índias</h4>
<p>Nos portos da costa oriental da África, os habitantes, muçulmanos, e particularmente os comerciantes árabes, cientes dos objetivos da missão e das consequências que podem resultar para eles, manifestam para com os portugueses uma franca hostilidade.</p>
<p>Ocorre o mesmo na Índia, onde a existência de Estados fortemente estruturados e dotados de poderosos meios de ação para dificultar o explorador, combinada com a má vontade dos exploradores e dos comerciantes árabes, que fazem de tudo para afastar Vasco da Gama e impedi-lo de conseguir seda e especiarias, quase fazem a empresa malograr.</p>
<p>A decepção do enviado de João II é muito maior do que os portugueses tinham julgado até então, ou seja, que os muçulmanos só mantinham uma fração da rota que conduzia para as especiarias e não todos os Estados da Índia.</p>
<p>Ora, Vasco da Gama é forçado a constatar isso: o espaço controlado pelo Islã é muito mais considerável do que a opinião comum admitia: regiões inteiras da Índia estão nas mãos dos muçulmanos.</p>
<p>Vasco da Gama descobre também aos poucos, para sua grande inconveniência, que as práticas comerciais a que os portugueses se habituaram nas costas africanas, isto é, a troca de quinquilharias por objetos de valor, não tem eficácia no território indiano.</p>
<p>Os mercadores indianos só demonstram desprezo pelas imitações de vidro, tão apreciadas pelos africanos.</p>
<p>O investimento será, portanto, mais pesado do que o previsto, caso os portugueses cheguem a ter acesso às mercadorias que cobiçavam.</p>
<p>Mais pesado relativamente, porque o chefe da expedição tem uma boa surpresa ao constatar que, no total, as especiarias oferecidas no local estão com um preço irrisório com relação ao seu valor no Ocidente. Após muitas dificuldades, os portugueses conseguem negociar.</p>
<p>Pimenta, canela, gengibre e cravo são  embarcados nos três maiores navios, em grande quantidade, pois ocupam pouco espaço.</p>
<p>Vasco da Gama carrega igualmente muitas pedras, compradas a preço bastante elevado, contudo, pois os indianos têm conhecimento preciso do valor desses bens.</p>
<p>O regresso se realiza em condições penosas. Vasco da Gama não tem nenhum conhecimento do regime das monções.</p>
<p>Ele embarca nas piores condições: leva três meses para chegar à África.</p>
<p>A frota se dispersa. Perde dois dos quatro navios. A tripulação, esgotada, é acometida pelo escorbuto.</p>
<p>Os sobreviventes chegam a Lisboa em agosto de 1499; os custos da expedição são cobertos sessenta vezes pela venda das especiarias.</p>
<p>A missão trouxe a prova de que a Índia podia ser alcançada pela África e as especiarias entregues ao Ocidente sem a intermediação dos mercadores muçulmanos.</p>
<p>Apesar de todas as diiculdades enfrentadas pela expedição de Vasco da Gama junto aos mercadores muçulmanos que dominavam parte signiicativa do comércio indiano, o caminho para o comércio e, acima de tudo, dos lucros, parecia se abrir aos ambiciosos portugueses.</p>
<p>Caberia ao Rei de Portugal organizar uma nova expedição, ainda maior, para fortalecer o contado com Calicute.</p>
<p>O comandante desta expedição seria Pedro Álvares Cabral, que, além de impor o comércio com as Índias pela força, seria famoso por ter “descoberto” o Brasil.</p>
<h3>Neste capítulo você estudou que:</h3>
<ul>
<li>A ocupação da costa africana e das ilhas do Atlântico foi fruto de uma vasta pesquisa que envolveu praticamente toda a sociedade portuguesa.</li>
<li>A viagem de Vasco da Gama foi a descoberta do caminho marítimo até as Índias.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
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<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/">A ocupação da costa africana e a expedição de Vasco da Gama</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil 1. Introdução Neste capítulo daremos início ao estudo do “descobrimento” do Brasil. A palavra “descobrimento” não é apropriada, pois antes da chegada dos portugueses à região, que hoje chamamos de Brasil, já era habitada pelos mais variados povos. Neste sentido, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Expedição de Pedro Álvares Cabral e a <strong>Conquista</strong> <strong>do</strong> <strong>Brasil</strong></h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Neste capítulo daremos início ao estudo do “descobrimento” do Brasil.</p>
<p>A palavra “descobrimento” não é apropriada, pois antes da chegada dos portugueses à região, que hoje chamamos de Brasil, já era habitada pelos mais variados povos.</p>
<p>Neste sentido, o Brasil não foi descoberto, mas sim conquistado.</p>
<p>Estudaremos a organização da esquadra portuguesa comandada por Pedro Álvares Cabral, bem como um pouco do cotidiano da travessia que levou ao “descobrimento”.</p>
<p>Além disso, iremos problematizar o processo de conquista e o contato cultural, num primeiro momento, entre o elemento português colonizador e o “índio” nativo colonizado.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Índio – o termo nasceu do engano histórico, pois Cristóvão Colombo, ao descobrir a América, achou que havia descoberto a Índia.</p>
<p>A partir daí o termo se popularizou. Com o tempo surgiram outras designações para o nativo americano, são elas: aborígene, ameríndio, autóctone, brasilíndio, gentio, íncola, negro da terra, nativo, bugre, silvícola, entre outras.</div></p>
<h3>2. Expedição de Pedro Álvares Cabral</h3>
<p>A expedição de Pedro Álvares Cabral possui o mérito de ter sido a responsável pelo “descobrimento” do Brasil, porém existem alguns historiadores que afirmam que o Brasil já havia sido descoberto há alguns anos antes, tanto por portugueses, quanto por espanhóis.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/As-Grandes-Navegacoes-Parte-11-Pedro-Alvares-Cabral-A-descoberta-do-Brasil.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Sobre esse assunto Boris Fausto afirma (2007, p. 30) que:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Desde o século XIX, discute-se se a chegada dos portugueses ao Brasil foi obra do acaso, sendo produzida pelas correntes marítimas, ou se já havia conhecimento anterior do Novo Mundo e Cabral estava incumbido de uma espécie de missão secreta que o levasse a tomar o rumo do ocidente.</p>
<p>Tudo indica que a expedição de Cabral se destinava efetivamente às Índias. Isso elimina a probabilidade de navegantes europeus, sobretudo portugueses, terem frequentado a costa do Brasil antes de 1500.</p>
<p>De qualquer forma, trata-se de uma controvérsia que hoje interessa pouco, pertencendo mais ao campo da curiosidade histórica do que da compreensão dos processos históricos.</div></p>
<p>Sobre essa polêmica, Eduardo Bueno (1998, p. 32-33) afirma que:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">De qualquer modo – o rei Dom João II sabia ou não&nbsp; da existência do Brasil –, o certo é que, no segundo semestre de 1497, quando navegava em direção à Índia, Vasco da Gama já pressentira a existência dessas mesmas terras.</p>
<p>De fato, no dia 22 de agosto daquele ano, depois de zarpar das ilhas do Cabo Verde, no rumo da Índia, Gama e seus homens avistaram, em pleno mar, aves marinhas voando “muito rijas, como aves que iam para terra”.</p>
<p>Vasco da Gama não pôde desviar sua rota para segui-las, mas a aparição foi registrada no seu diário de bordo.</p>
<p>Naquele momento, os navegadores portugueses estavam interessados na verdadeira Índia – que eles sabiam que ficava a leste, para além do Oceano Atlântico – e não nas terras que Cristóvão Colombo descobria a oeste.</p>
<p>Em junho de 1499, logo que Vasco da Gama chegou a Lisboa com a notícia longamente aguardada de que a Índia poderia ser alcançada por mar, o rei de Portugal, Dom Manoel, tratou de organizar o envio de uma nova expedição para o fabuloso reino das especiarias.</p>
<p>Em sua jornada de ida, essa expedição poderia explorar também a margem ocidental do Atlântico, cuja posse Portugal assegurara desde o Tratado de Tordesilhas, firmado em 1494.</div></p>
<p>Como vimos anteriormente, a polêmica gerada acerca do “descobrimento” do Brasil não pode ser considerada como o centro da questão.</p>
<p>Intencional ou não, o achamento do Brasil fez de Portugal uma potência. Devemos considerar este como um marco nas grandes navegações, pois foi a expedição mais poderosa até então organizada por um estado europeu.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Não sabemos se o nascimento do Brasil se deu por acaso, mas não há dúvida de que foi cercado de grande pompa.</p>
<p>A primeira nau de regresso da viagem de Vasco da Gama chegou a Portugal, produzindo grande entusiasmo, em julho de 1499.</p>
<p>Meses depois, a 9 de março de 1500, partia do Rio Tejo, em Lisboa, uma frota de 13 navios, a mais aparatosa que até então tinha deixado o reino, aparentemente com destino às Índias, sob o comando do fidalgo de pouco mais de trinta anos, Pedro Álvares Cabral.</p>
<p>A frota, após passar as Ilhas de Cabo Verde, tomou rumo oeste, afastando-se da costa africana até avistar o que seria terra brasileira a 21 de abril.</p>
<p>Nessa data, houve apenas uma breve descida à terra e só no dia seguinte a frota ancoraria no litoral da Bahia, em Porto Seguro (BUENO, 2007, p. 30).</div></p>
<p>A travessia atlântica da frota de Cabral, desde a sua saída de Lisboa, até o avistamento de terra na costa brasileira, durou em torno de 44 dias.</p>
<p>O percurso foi marcado por alguns incidentes, o mais grave deles foi a perda de um navio que não foi mais localizado. Apesar disso, a travessia foi tranquila, afirmando assim a possibilidade do Brasil passar a ser um ponto seguro de escala e aguada para as futuras expedições que almejavam chegar até as Índias.</p>
<p>Para entendermos um pouco do cotidiano a bordo de uma caravela na travessia do Atlântico, iremos introduzir um fragmento do “Livro de Ouro da História do Brasil”, dos historiadores Mary Del Priore e Renato Pinto Venâncio (2001, p. 14-17). Acompanhe na sequência.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Apesar de pequenas – cerca de 20 metros de comprimento –, ágeis, capazes de avançar em zigue-zague contra o vento e dotadas de artilharia pesada, as caravelas eram tidas como os melhores veleiros a navegar em alto-mar.</p>
<p>Mas, mesmo se a embarcação fosse boa, o cotidiano das viagens ultramarinas não era nada fácil.</p>
<p>A precariedade da higiene a bordo começava pelo espaço restrito que era utilizado pelos passageiros: algo em torno de 50 centímetros por pessoa.</p>
<p>Em uma nau de três cobertas, duas eram utilizadas para a carga da Coroa, dos mercadores e dos próprios passageiros.</p>
<p>A terceira era ocupada em sua maior parte pelo armazenamento de água, vinho, madeira e outros artefatos de utilidade.</p>
<p>Nos “castelos” das embarcações encontravam-se as câmaras dos oficiais – capitão, mestre, piloto, feitor, escrivão e dos marinheiros, armazenando-se no mesmo local pólvora, biscoitos, velas, panos, etc.</p>
<p>O banho a bordo era impossível, pois, além de não existir esse hábito de higiene, a água potável era destinada ao consumo e ao cozimento de alimentos.</p>
<p>Nos corpos ou na comida, proliferavam toda a sorte de parasitas como piolhos, pulgas e percevejos. Confinados em cubículos, os passageiros satisfaziam suas necessidades&nbsp; fisiológicas, vomitavam ou escarravam próximos aos que consumiam as refeições.</p>
<p>Por isso mesmo, costumavam-se embarcar alguns litros de “água de lor”, destinada a disfarçar. Em meio ao constante mau cheiro e associado ao balanço natural, o “enjoamento” era constante.</p>
<p>Para piorar ainda mais a situação, a má higiene a bordo costumava contaminar&nbsp;os alimentos e a água embarcada.</p>
<p>A diarréia, para os quais não se tinha cura, ceifavam, rapidamente, indivíduos já desidratados e desnutridos.</p>
<p>A alimentação durante essas longas viagens sempre foi um problema para a Coroa portuguesa.</p>
<p>A falta habitual de víveres em Portugal impedia que os navios fossem abastecidos com quantidade suficiente de alimentos.</p>
<p>O Armazém Real, encarregado desse fornecimento,&nbsp;com certa frequência simplesmente deixava de fazê-lo.</p>
<p>A fome crônica e a debilidade física colaboravam para a morte de uma parcela importante de marinheiros.</p>
<p>Em Memória de um Soldado na Índia, Francisco Rodrigues Silveira relatava queixoso que eram raros os “soldados que escapam das corrupções das gengivas (o temido escorbuto, doença causada pela falta de vitamina C), febres, diarréia e outra cópia de enfermidades&#8230;”.</p>
<p>Além de escassos, os alimentos embarcados encontravam-se estragados antes mesmo de começar a viagem.</p>
<p>Armazenados em porões úmidos, os comestíveis, ao longo da jornada, apodreciam ainda mais rapidamente.</p>
<p>O “rol dos mantimentos” costumava incluir biscoitos, carne salgada, peixe seco (principalmente bacalhau salgado), banha, lentilhas, arroz, favas, cebolas, alho, sal, azeite, vinagre, açúcar, mel, passas, trigo, vinho e água.</p>
<p>Nem todos os passageiros tinham acesso aos víveres, controlados rigorosamente por um despenseiro ou pelo próprio capitão.</p>
<p>Oficiais mais graduados ficavam com os produtos que estivessem em melhores condições, muitas vezes vendendo-os numa espécie de mercado negro a outros viajantes famintos.</p>
<p>Grumetes e marinheiros pobres eram obrigados a consumir “biscoito todo podre de baratas, e com bolor muito fedorento”, entre outros alimentos em adiantado estado de decomposição.</p>
<p>Mel e passas eram oferecidos aos doentes da tripulação nobre.</p>
<p>Febres altas e delírios, que costumavam atingir muitos dos tripulantes, decorriam da ingestão de carnes excessivamente salgadas e podres, regadas a vinho avinagrado.</p>
<p>Quando ocorriam calmarias, sob o calor tórrido dos trópicos, os marinheiros famintos ingeriam de tudo: sola de sapatos, couro dos baús, papéis, biscoitos repletos de larvas de insetos, ratos, animais mortos e até mesmo carne humana.</p>
<p>Matavam a sede com a própria urina.</p>
<p>Muitos, contudo, preferiam suicidar-se a morrer de sede.</p>
<p>Na realidade, a dramática situação dos navegadores não diferia muito daquela enfrentada pelos camponeses em terra firme.</p>
<p>Um trabalhador que cavasse de sol a sol, sete dias por semana, não ganhava mais do que dois tostões por dia.</p>
<p>A quantia mal lhe permitia comprar um alqueire de pão.</p>
<p>O que dizer do sustento de famílias inteiras, sem alimentos ou&nbsp;vestimentas?&nbsp;</p>
<p>Um&nbsp;grande&nbsp;número&nbsp;de&nbsp;camponeses&nbsp;pobres preferia&nbsp;fugir&nbsp;da&nbsp;fome enfrentando os riscos do mar, mesmo conhecendo as privações a que seriam submetidos na Carreira da Índia.</p>
<p>O sonho com o império das especiarias era um alento e uma possibilidade num&nbsp;quadro de miséria e desesperança.</div></p>
<p>Neste texto pode-se constatar que as viagens não eram nada confortáveis, praticamente faltava de tudo, apesar disso muitas pessoas preferiam enfrentar as privações das viagens a ficarem em terra vivendo uma vida miserável como camponeses.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Escorbuto – era uma doença comum entre os marinheiros que realizavam as travessias marítimas em direção às Índias ou ao Novo Mundo. Este “mal” era originado pela falta de vitamina C, em decorrência da má alimentação a bordo das naus.</div></p>
<p>Além disso, o texto informa como era o cotidiano em uma caravela, essa realidade praticamente perdurou até o século XIX, quando se inseriu na dieta dos marinheiros frutas cítricas, o que veio a fornecer vitamina, pois a maior causa do escorbuto era justamente a falta desta vitamina.</p>
<p>Com o consumo das frutas, a incidência do escorbuto diminuiu bastante.</p>
<p>É necessário entender que o Brasil, num primeiro momento, não se transformou em um importante entreposto comercial para os portugueses, pois o que importava naquela época era solidificar as relações comerciais com a Índia. Esta tarefa era árdua em virtude de Portugal ser um país de escassos recursos populacionais.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Pedro Álvares Cabral seguiu a rota de Vasco da Gama e, por acidente ou propositadamente (é concebível que os portugueses tivessem informações sobre a presença de terras nas proximidades), localizou a costa brasileira, atracando em Porto Seguro no ano de 1500.</p>
<p>De lá, com 11 navios (um se separara no Atlântico e não foi mais localizado e um segundo foi enviado a Portugal com a notícia da descoberta do Brasil), os portugueses partiram para a Índia.</p>
<p>Apesar da perda de quatro navios na travessia do Atlântico (um deles comandado por Bartolomeu Dias, o primeiro homem a contornar a África), Pedro Álvares Cabral chegou a Calicute, levando presentes ricos para o samorim hindu, que reclamara por Vasco da Gama não havê-lo presenteado adequadamente.</p>
<p>Os mercadores mulçumanos, que dominavam o comércio da região, procuraram impedir que os portugueses obtivessem as mercadorias que desejavam e, quando Pedro Álvares Cabral capturou um navio muçulmano de transporte de especiarias, os mercadores protestaram atacando seu posto de comércio e matando os que lá se encontravam.</p>
<p>Pedro Ávares Cabral reagiu capturando outros dez navios muçulmanos e partiu para Cochin e Cananor, onde completou o carregamento de seus barcos.</p>
<p>Voltou a Lisboa em julho de 1501; a carga dos seis navios que trouxe ao porto mais do que compensou os custos da expedição (MIGLIACCI, 1997, p. 46).</div></p>
<p>A expedição de Pedro Álvares Cabral foi um sucesso sob todos os aspectos, pois a mesma tomou posse do Brasil e estabeleceu uma base sólida de comércio com a Índia.</p>
<p>No próximo item, iremos estudar o processo de conquista do Brasil após a “descoberta”.</p>
<h3>3. Conquista do Brasil</h3>
<p>Quando os portugueses “descobriram” oficialmente o Brasil em 22 de abril de 1500, ele era habitado por uma infinidade de povos, distribuídos por praticamente todo o território que hoje forma o Brasil contemporâneo. Podemos dividir esses povos ameríndios em dois grandes grupos, são eles: os <strong>tupis-guaranis e os tapuias</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_43116" aria-describedby="caption-attachment-43116" style="width: 449px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tupi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43116 size-full" title="Índio Tupi, 1643 Albert Eckhout" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tupi.jpg" alt="Índio Tupi, 1643Albert Eckhout" width="449" height="768" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tupi.jpg 449w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tupi-175x300.jpg 175w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tupi-32x55.jpg 32w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43116" class="wp-caption-text">Índio Tupi, 1643 Albert Eckhout</figcaption></figure></p>
<p>O primeiro grupo denominado <strong>tupis-guaranis</strong> habitava praticamente toda a costa brasileira, desde o Ceará até a Lagoa dos Patos, no atual Rio Grande do Sul.</p>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 37):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Os Tupis, também denominados tupinambás</strong>, dominavam a faixa litorânea, do Norte até Ananeia, no sul do atual estado de São Paulo; os <strong>guaranis</strong>&nbsp;localizavam-se na bacia Paraná-Paraguai e no trecho do litoral entre Cananeia e o extremo sul do que viria a ser o Brasil.</p>
<p>Apesar dessa localização geográfica diversa dos tupis e dos guaranis, falamos em conjunto tupi-guarani, dada a semelhança de cultura e de língua.</div></p>
<p><strong>O segundo grupo, denominado tapuias</strong>, habitava áreas onde a presença tupi-guarani era interrompida, citamos o exemplo dos Goitacases, localizados na foz do Rio Paraíba, dos Aimorés no sul da Bahia e no norte do Espírito Santo, pelos Tremembés ixados entre o Ceará e o Maranhão.</p>
<p><figure id="attachment_43118" aria-describedby="caption-attachment-43118" style="width: 517px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-43118" title="Índio Tapuia, Albert Eckhout" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia-662x1024.jpg" alt="Índio Tapuia, Albert Eckhout" width="517" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia-662x1024.jpg 662w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia-194x300.jpg 194w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia-768x1188.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia-36x55.jpg 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Indio-Tapuia.jpg 800w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43118" class="wp-caption-text">Índio Tapuia, Albert Eckhout</figcaption></figure></p>
<p>“<strong>Essas populações eram chamadas tapuias</strong>, uma palavra genérica usada pelos tupis-guaranis para designar índios que falavam outra língua” (FAUSTO, 2007, p. 38).</p>
<p>Os tupis-guaranis eram mais numerosos que os tapuias, entretanto os tapuias eram mais aguerridos que os primeiros.</p>
<p>Ambos os grupos possuem grande importância no contexto do Brasil pré-colombiano, pois desenvolveram experiências culturais únicas na pré-história do continente americano.</p>
<p>A classificação relacionada nos parágrafos anteriores deriva de estudos da antropologia contemporânea, que procurou organizar os povos indígenas brasileiros segundo suas afinidades culturais e a língua.</p>
<p>Ambos os grupos praticavam a caça, a pesca, a coleta de frutas e raízes e a agricultura. Sua experiência relacionada ao domínio da natureza será aproveitada pelos portugueses no processo futuro de colonização do Brasil.</p>
<p>Segundo Boris Fausto (2007, p. 38), “[&#8230;] os cálculos oscilam entre números tão variados como 2 milhões para todo o território e cerca de 5 milhões só para a Amazônia brasileira”. Desta forma, é difícil estabelecer o número da população nativa na época do “descobrimento”. Esta questão será aprofundada no próximo item.</p>
<p>Para aprofundarmos o estudo dos povos indígenas brasileiros introduziremos um fragmento do livro “História do Brasil: um olhar crítico”, do historiador Gilberto Cotrim (1999, p.13-15),&nbsp; que aborda a cultura tupi.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Apresentaremos a seguir características básicas das sociedades tupis.</p>
<p>Essa caracterização é baseada nos registros deixados por missionários e viajantes europeus dos séculos XVI e XVII.</p>
<p>Entretanto, apesar da aparente semelhança, qualquer tentativa de síntese etnográica desses povos oferece problemas em razão da diversidade das sociedades que integram a família linguística dos tupis.</p>
<p><strong>Para descrever a diversidade cultural das sociedades indígenas os europeus reduziram-nas a duas categorias genéricas: tupi-guarani e tapuia. </strong></p>
<p>Como tapuia eram classiicados os grupos pouco conhecidos pelos europeus, percebidos como a antítese das sociedades tupis e guaranis, isto é, grupos que falavam línguas diferentes dos tupis e dos guaranis (jês, aruaques etc.).</p>
<p>Os tupis-guaranis praticavam uma agricultura de subsistência, cujo objetivo era produzir alimentos para satisfazer as necessidades de sobrevivência do grupo. Não havia a preocupação de acumular excedentes.</p>
<p>Cultivavam a mandioca, o milho, a batata-doce, o feijão, o amendoim, o tabaco, a abóbora, o algodão, as pimentas, o abacaxi, o mamão, a erva-mate, o guaraná e muitas outras plantas. Na preparação do solo, os homens abriam clareiras na mata, derrubando árvores com machados de pedra e limpando o terreno com queimadas. As mulheres dedicavam-se ao plantio.</p>
<p>Mesmo sendo agricultores, os tupis-guaranis não constituíam povoados fixos e permanentes: a mobilidade espacial ainda era uma característica cultural desses povos. O deslocamento de uma aldeia era motivado por razões diversas: o desgaste do solo, a diminuição de reservas de caça, disputas internas entre facções, ou a morte de um chefe.</p>
<p>A identidade de cada aldeia associava-se ao líder da comunidade, responsável pela mobilização de parentes e seguidores e pela organização da vida material. Entretanto, a liderança indígena geralmente não implicava privilégios econômicos ou sociais.</p>
<p>Apesar de certa unidade linguística e cultural, os índios do tronco tupi-guarani não formavam uma única sociedade. Ao contrário, constituíam, frequentemente, grupos rivais que receberam várias denominações como: tupinambás, tupiniquins, guaranis, caetés, potiguares etc.</p>
<p>Os tupis-guaranis viviam em permanente guerra contra seus adversários, fossem eles tribos da sua própria matriz cultural ou tribos de outras matrizes, como os jês, os aruaques,&nbsp; etc.</p>
<p>A guerra, o cativeiro e o sacrifício dos prisioneiros constituíam uma das bases das relações entre as aldeias tupis-guaranis no Brasil pré-colonial.</p>
<p>Eram elementos fundamentais nas relações intertribais e, depois, nas relações euroindígenas. A compreensão dessa dinâmica de conflitos forneceu aos europeus uma das chaves para o controle sobre a população nativa.</p>
<p>Em inúmeros setores da expressão cultural do país (música, artes plásticas, literatura, dança, religião, técnicas de trabalho etc.), encontramos a marcante presença das sociedades indígenas.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos que ilustram essa presença cultural no cotidiano da vida brasileira:</p>
<ul>
<li>Alimentos: batata, milho, mandioca, batata-doce, mel de abelha, tomate, feijão, amendoim, abacaxi, mamão, goiaba, jabuticaba, maracujá.</li>
<li>Espécies vegetais utilizadas na economia mundial: borracha, cacau, palmito, tabaco, erva-mate.</li>
<li>Plantas medicinais: jaborandi, copaíba,q uinino, folha de coca,</li>
<li>Plantas manufatureiras: algodão, piaçaba (vassouras), babaçu (fabricação de óleos).</li>
<li>Vocabulário: Curitiba, Piauí, caju, mandioca, jacaré, sabiá, Tietê, tatu, abacaxi, entre muitas.</li>
<li>Técnicas: trabalhos de cerâmica, preparo de farinha de mandioca e de milho.</div></li>
</ul>
<p>Para tanto, é importante salientar que o contato com os portugueses representou uma verdadeira catástrofe no cotidiano das populações nativas.</p>
<p>Os conquistadores introduziram novos hábitos e costumes, além de professarem uma nova religião que mais tarde iria predominar entre as populações nativas.</p>
<p>O cristianismo seria uma das principais bandeiras dos portugueses, sendo os jesuítas os principais representantes.</p>
<p><figure id="attachment_43120" aria-describedby="caption-attachment-43120" style="width: 467px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Cabanas-indigenas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43120 size-full" title="Cabanas indígenas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Cabanas-indigenas.png" alt="Cabanas indígenas" width="467" height="699" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Cabanas-indigenas.png 467w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Cabanas-indigenas-200x300.png 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Cabanas-indigenas-37x55.png 37w" sizes="(max-width: 467px) 100vw, 467px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43120" class="wp-caption-text">Cabanas indígenas</figcaption></figure></p>
<p>No próximo item iremos estudar, com mais propriedade, a questão da conquista portuguesa do Brasil e suas consequências para as nações indígenas.</p>
<h3>4. Chegada dos Portugueses no Brasil</h3>
<p><figure id="attachment_41060" aria-describedby="caption-attachment-41060" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41060 size-large" title="Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 - Oscar Pereira da Silva" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1024x578.jpg" alt="Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 - Oscar Pereira da Silva" width="800" height="452" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1024x578.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-768x434.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-97x55.jpg 97w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1536x867.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-800x452.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41060" class="wp-caption-text">Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 &#8211; Oscar Pereira da Silva</figcaption></figure></p>
<p>Temos que entender que o processo de povoamento e colonização do Brasil não foi um “conto de fadas”, mas sim um processo histórico doloroso, principalmente para os povos nativos, processo este repleto de rupturas.</p>
<p>Pero Vaz de Caminha (2002, p. 94), escrivão da esquadra de Cabral, relata em sua famosa carta ao rei de Portugal que os habitantes das terras “recém-descobertas” possuíam as seguintes características:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos.</p>
<p>Andam nus, sem cobertura alguma.</p>
<p>Não fazem o menor caso de encobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto.</p>
<p>Ambos traziam os beiços de baixo furados e metido neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento de uma mão travessa, da grossura de um fuso de algodão, agudos na ponta como furador.</p>
<p>Metem-nos pela parte do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no beber.</p>
<p>Os cabelos seus são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta, de boa grandura e raspados até por cima das orelhas.</p>
<p>E um deles trazia por baixo da solapa, de a fonte para detrás, uma espécie de cabeleira de penas de ave amarelas, que seria do comprimento de um coto, muito basta e muito serrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas.</p>
<p>E andava pegada aos cabelos, pena e pena, com uma confeição branda como cera (mas não era) de maneira que a cabeleira ficava muito redonda e muito basta, e muito igual, e não fazia míngua mais lavagem para a levantar.</div></p>
<p>Em seu relato Caminha apenas descreve os índios, ele não menciona nenhum conflito ocorrido entre europeus e nativos, sabemos que os primeiros anos da colonização foram relativamente pacíficos, apesar disso os conflitos não demorariam a ocorrer.</p>
<p>Gilberto Freyre afirma que os portugueses, ao desembarcarem no Brasil, encontraram uma população nativa vivendo ainda na pré-história, com hábitos simples e uma forte ligação com a natureza.</p>
<p>Freyre elabora uma discussão muito interessante, ao comparar os nativos com os colonizadores portugueses recém-chegados.</p>
<p>O historiador tece uma análise do encontro entre os nativos e os colonizadores, afirmando que os primeiros viviam ainda na adolescência da civilização, sendo que os portugueses já se encontravam na fase adulta.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">De modo que não é o encontro de uma cultura exuberante de maturidade com outra já adolescente, que aqui se veriica; a colonização europeia vem surpreender nesta parte da América quase que bandos de crianças grandes; uma cultura verde e incipiente; ainda na primeira dentição; sem os ossos nem o desenvolvimento nem a resistência das grandes semicivilizações americanas (FREYRE, 2003, p. 158).</div></p>
<p>Assim, os primeiros contatos foram pacíficos e de bom entendimento. Apesar disso, os portugueses sempre desenvolveram uma postura arrogante, indicando a sua cultura e religião como superiores às dos nativos.</p>
<p>Segundo Mary Del Priore e Renato Pinto Venâncio (2001, p. 30):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Inicialmente, os portugueses não afetaram a vida dos indígenas e a autonomia do sistema tribal.</p>
<p>Enfurnados em apenas três ou quatro feitorias dispersas ao longo do litoral, dependiam dos segundos, seus “aliados”, para a sua alimentação e proteção.</p>
<p>O escambo de produtos como pau-brasil, farinha, papagaios e escravos – vítimas de guerras intertribais – por enxadas, facas, foices, espelhos e quinquilharias dava regularidade aos entendimentos.</p>
<p>Mas a partir de 1534, aproximadamente, tais relações começaram a alterar-se.</p>
<p>Se antes os brancos estavam submissos à vontade dos nativos, o panorama começava a mudar. O estilo de vida e as instituições sociais europeias, como o regime das donatárias, entranhavam-se na nova terra.</div></p>
<p>Em relação ao indígena, a ideia inicial desenvolvida pelos colonizadores foi de simpatia.</p>
<p>Segundo Nelson Werneck Sodré (1976, p. 56), os primeiros contatos “[&#8230;] simples, cordiais sem nenhum entrave e sem nenhuma preocupação, de parte a parte, tudo correu da melhor maneira, e começaram a aparecer os elogios desmedidos, a louvação continuada, uma repetição curiosa de qualidades”.</p>
<p>Um aspecto cultural interessante e que fez parte, inicialmente com estranhamento e, em seguida, com a efetiva participação do português, está relacionado diretamente à sexualidade tanto do colonizador quanto do nativo.</p>
<p>Pois como nos ensina Gilberto Freyre:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O europeu saltava em terra escorregando em índia nua; os próprios padres da Companhia precisavam descer com cuidado, senão atolavam o pé em carne.</p>
<p>Muitos clérigos, dos outros, deixaram-se contaminar pela devassidão.</p>
<p>As mulheres eram as primeiras a se entregarem aos brancos, as mais ardentes indo esfregar-se nas pernas desses que supunham deuses.</p>
<p>Davam-se ao europeu por um pente ou um caco de espelho (FREYRE, 2003, p. 161).</div></p>
<p>A seguir, uma adaptação do livro “<strong>Casa</strong> <strong>Grande</strong> <strong>e</strong> <strong>senzala</strong>”, do historiador Gilberto Freyre (2001, p. 2), que demonstra, em forma de quadrinho, um pouco da história do relacionamento cultural entre portugueses e nativos.</p>
<p>O português colonizador exercia um verdadeiro fascínio sobre os nativos, pois sua base tecnológica era muito superior. Neste contexto, europeus e índios conviveram de forma pacífica nas primeiras décadas da colonização do Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_43126" aria-describedby="caption-attachment-43126" style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43126 size-large" title="Portugueses relacionamento com índias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-744x1024.jpg" alt="Portugueses relacionamento com índias" width="744" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-744x1024.jpg 744w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-218x300.jpg 218w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-768x1057.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-40x55.jpg 40w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias-800x1101.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Portugueses-relacionamento-com-indias.jpg 955w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /><figcaption id="caption-attachment-43126" class="wp-caption-text">Portugueses relacionamento com índias</figcaption></figure></p>
<p>Apesar disso, o processo de conquista empreendido pelos portugueses iria se intensificar no momento da decisão de se iniciar o processo de colonização propriamente dito.</p>
<p>Isso irá acontecer a partir de 1530 com a chegada da expedição de Martim Afonso de Sousa.</p>
<p>Era natural que as relações entre índios e brancos fossem mais harmoniosas nos anos iniciais da colonização, pois no dizer de Nelson Werneck Sodré (1976, p. 57):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">No período inicial da vida brasileira, quando a costa era apenas policiada, ou nela se instalaram umas poucas feitorias, não surgiram motivos de atrito entre povoadores primitivos e novos povoadores.</p>
<p>Estes não vinham disputar a terra, apropriar-se dela, plantar e colher.</p>
<p>Eram poucos, desinteressados das coisas da terra nova, voltados para o oceano e dele esperando, quando não a liberdade, com o retorno, pelo menos as utilidades, a retomada de contato com gente sua igual, que lhes falava a língua e lhes entendia os desejos.</p>
<p>O branco das feitorias acomodava-se à vida que os índios levavam, valia-se de sua experiência, vivia com os índios.</div></p>
<p>Com a intensiicação do processo de colonização e conquista, essa realidade tenderia a mudar, pois os portugueses passariam a ver os índios como mão de obra a ser escravizada, além disso, eles iriam cobiçar as terras ocupadas pelas populações nativas.</p>
<p>Estes aspectos tenderiam a tensionar as relações entre índios e portugueses, dando início a sérios conflitos.</p>
<p>Nas palavras de Sodré (1976, p. 57-58):</p>
<p>Numa segunda fase, e quando ocorreu o estabelecimento definitivo dos povoadores, quando se tratou, a rigor, de colonizar – o que não aconteceu em toda a costa e nem em todo o tempo – as relações foram subvertidas.</p>
<p>O índio apresentou-se como mão de obra, e mão de obra ao pé da obra, com imensas e insubstituíveis vantagens portanto.</p>
<p>Aí, como era inevitável, a luta abriu-se e assumiu as proporções de destruição sistemática.</p>
<p>Com a introdução da monocultura, o processo de conquista dos povos nativos e da própria terra em si irá tomar proporções inéditas. As consequências deste processo será o extermínio das tribos, a cultura indígena não irá suportar a estrutura de produção que se estabelecia.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Ao substituir o escambo pela agricultura, os portugueses começavam a virar o jogo.</p>
<p>O indígena passou a ser, simultaneamente, o grande obstáculo para a ocupação da terra e a força de trabalho necessária para colonizá-la.</p>
<p>Submetê-los, sujeitá-los, escravizá-los, negociá-los passou a ser a grande preocupação (DEL PRIORE; VENÂNCIO, 2001, p. 31).</div></p>
<p>As populações indígenas litorâneas serão forçadas a migrarem para o interior, perdendo parte signiicativa de sua população. Começa assim o martírio do índio brasileiro que passou de aliado a inimigo em poucas décadas.</p>
<p>As populações indígenas litorâneas serão forçadas a migrarem para o interior, perdendo parte signiicativa de sua população. Começa assim o martírio do índio brasileiro que passou de aliado a inimigo em poucas décadas.</p>
<h3>4. Neste capítulo vimos que:</h3>
<ul>
<li>A expedição de Pedro Álvares Cabral, além de oficializar o “descobrimento” do Brasil, construiu bases sólidas de comércio com o oriente.</li>
<li>O descobrimento do Brasil foi casual ou intencional.</li>
<li>O Brasil foi conquistado e não descoberto, pois aqui já viviam povos muito diferentes dos portugueses.</li>
<li>Num primeiro momento, a relação com os nativos foi relativamente pacíica, porém isto mudaria com a intensificação do processo de povoamento e colonização.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</title>
		<link>https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Período Pré-Colonial no Brasil &#8211; Os Anos Esquecidos 1. Introdução Neste capítulo iremos estudar o período pré-colonial, também conhecido como “os anos esquecidos” da colonização do Brasil. Período Pré-Colonial no Brasil vai de 1500, com o “descobrimento” do Brasil, até 1531, com a chegada da “missão civilizadora” de Martim Afonso [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/">Período Pré-Colonial no Brasil &#8211; Os Anos Esquecidos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Período Pré-Colonial no Brasil &#8211; Os Anos Esquecidos</h2>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>Neste capítulo iremos estudar o período pré-colonial, também conhecido como “os anos esquecidos” da colonização do Brasil.</p>
<p>Período Pré-Colonial no Brasil vai de 1500, com o “descobrimento” do Brasil, até 1531, com a chegada da “missão civilizadora” de Martim Afonso de Sousa.</p>
<p>Estes primeiros anos da história do Brasil são particularmente curiosos, pois os portugueses demonstraram muito pouco interesse pelo efetivo povoamento e pela colonização da colônia, preferindo investir no lucrativo comércio com o extremo oriente.</p>
<p>Foi uma época na qual os principais colonizadores eram traficantes, náufragos e degredados, além disso, foi um tempo de convívio pacífico com os nativos.</p>
<p>A principal atividade econômica, durante estes primeiros 30 anos, foi a extração do pau-brasil, também conhecido como “pau-de-tinta”.</p>
<p><figure id="attachment_42536" aria-describedby="caption-attachment-42536" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42536 size-large" title="Mapa do Brasil de 1606" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1024x819.jpg" alt="Este fascinante mapa pictórico é um dos primeiros mapas regionais do Brasil que se pode obter. Ilustrado com o norte à direita, o mapa está repleto de vinhetas que representam a vida nativa, em vez de se concentrar em informações geográficas. Os índios nativos são mostrados com arcos e flechas, machados, lhamas e redes, pelos quais os brasileiros são bem conhecidos. O oceano ao redor está repleto de navios franceses e portugueses e monstros marinhos. Ao longo da costa, os europeus são retratados interagindo com os nativos. As poucas informações geográficas apresentadas são bastante imprecisas. O rio Amazonas (aqui chamado Maranon F.) e o rio Paraná têm origem em lagos situados ao lado de um vulcão em erupção. Montanhas e rios espúrios preenchem a porção ocidental do Brasil, denominada Terra non Discoperta (terra não descoberta)." width="800" height="640" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1024x819.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-2048x1637.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-300x240.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-768x614.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-69x55.jpg 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1536x1228.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-800x640.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42536" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1606</figcaption></figure></p>
<p>Geralmente essa atividade era feita em parceria com os nativos que, em troca da extração das árvores na floresta, recebiam “quinquilharias”, tais como: espelhos, gorros, facas, machados, bijuterias, roupas, entre outros produtos manufaturados.</p>
<h3>2. Falta de interesse de Portugal colonizar o Brasil</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Trabalho-Indigena-no-Brasil-Colonia.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>A abertura de uma rota marítimo-comercial com a Índia praticamente coincidiu com a “descoberta” do Brasil.</p>
<p>Por ser Portugal um país de escassos recursos e, além disso, ter um baixo índice demográfico, teve que optar em direcionar seus esforços de colonização para apenas uma das áreas geográficas.</p>
<p>Para piorar ainda mais a situação, não foram encontrados, em um primeiro momento, metais preciosos ou outros produtos que pudessem dar um sentido econômico para o povoamento e colonização das terras recém-descobertas.</p>
<p>É de conhecimento de todos que as terras brasileiras eram ricas em pau-brasil, madeira que era utilizada para a fabricação de um corante vermelho utilizado para o tingimento de tecidos. “Porém, o lucro a ser obtido com a exploração dessa madeira seria menor do que o vantajoso comércio de produtos africanos e asiáticos” (COTRIM, 1999, p. 58).</p>
<p>Segundo Caio Prado Júnior (1987, p. 12):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A colonização do Brasil constituiu para Portugal um problema de difícil solução.</p>
<p>Com sua população pouco superior a um milhão de habitantes e suas demais conquistas ultramarinas da África e Ásia de que cuidar, pouco lhe sobrava, em gente e recursos financeiros, para dedicar ao ocasional achado de Cabral.</div></p>
<p>Como nos diz Boris Fausto (2007, p. 42):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Nesses anos iniciais, entre 1500 e 1535, a principal atividade econômica foi a extração do pau-brasil, obtida principalmente mediante troca com os índios.</p>
<p>As árvores não cresciam juntas, em grandes áreas, mas encontravam-se dispersas.</p>
<p>À medida que a madeira foi se esgotando no litoral, os europeus passaram a recorrer aos índios para obtê-la.</p>
<p>O trabalho coletivo, especialmente a derrubada de árvores, era uma tarefa comum na sociedade tupinambá. Assim, o corte do pau-brasil podia integrar-se com relativa facilidade aos padrões tradicionais da vida indígena.</p>
<p>Os índios forneciam a madeira e, em menor escala, farinha de mandioca, trocadas por peças de tecido, facas, canivetes e quinquilharias, objetos de pouco valor para os portugueses.</div></p>
<p>Assim, o “descobrimento” do Brasil não provocou em Portugal muito entusiasmo.</p>
<p>O Brasil aparece para os portugueses como uma terra virgem e exótica, lugar de morada de aves e animais estranhos, além de povoado por seres humanos estranhos ao olhar europeu.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Radiografia do Pau-Brasil</strong></p>
<ul>
<li>Nome: <em>Caesalpinia</em> <em>Echinata</em> (família <em>leguminosae</em>).</li>
<li>Nomes indígenas: ibïrapitanga e arabutã.</li>
<li>Distribuição: do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Norte.</li>
<li>Altura média de cada árvore: entre 10 e 15 metros.</li>
<li>Tamanho e peso das toras: 1,5 metros e 30 quilogramas. Cada navio levava em média 5 mil toras para a Europa. Para derrubar e partir cada árvore: em torno de 4 horas, com machado de pedra e cerca de 15 minutos com machado de ferro.</li>
<li>Distância de onde eram trazidas: em 1558, de 18 quilômetros da costa.</li>
<li>Em 1890, a mais de 150 quilômetros.</li>
<li>Árvores derrubadas: 70 milhões de pés. Foram mais de 3 mil toneladas por ano durante 3 séculos.</li>
<li>Quanto valia o pau-brasil: um navio carregado com a madeira valia sete vezes menos do que o navio cheio de especiarias. Ainda assim, dava um lucro de 300% (BUENO, 2003, p. 35).</li>
</ul>
</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O descobrimento do Brasil não provocou, nem de longe o entusiasmo despertado pela chegada de Vasco da Gama à Índia.</p>
<p>O Brasil aparece como uma terra cujas possibilidades de exploração e contornos geográicos eram desconhecidos.</p>
<p>Por vários anos, pensou-se que não passava de uma grande ilha.</p>
<p>As atrações exóticas – índios, papagaios, araras – prevaleceram, a ponto de alguns informantes, particularmente italianos, darem-lhe o <strong>nome de terra dos papagaios</strong>.</p>
<p>O Rei Dom Manuel preferiu chamá-la de Vera Cruz e logo de Santa Cruz.</p>
<p><strong>O nome Brasil começou a aparecer em 1503. </strong></p>
<p>Ele tem sido associado à principal riqueza da terra em seus primeiros tempos, o pau-brasil (FAUSTO, 2007, p. 42).</div></p>
<p>Em função disso, o interesse de Portugal por sua colônia americana foi muito pequeno nos primeiros 30 anos de colonização.</p>
<p>Os esforços portugueses foram limitados ao envio de algumas expedições destinadas ao reconhecimento da costa, além de combater as visitas de embarcações de outras nacionalidades, a esta iniciativa foi dado o nome de “expedições guarda-costa”.</p>
<h3>3. Primeiras Expedições<strong> ao Brasil</strong></h3>
<ul>
<li>Expedição comandada, provavelmente, por Gaspar de Lemos (1501): explorou grande parte do litoral brasileiro e deu nome aos principais acidentes geográicos então encontrados (ilhas, cabos, rios, baías). Constatou-se a existência de grande quantidade de pau-brasil ao longo do litoral. Essa constatação foi atribuída ao navegador lorentino Américo Vespúcio, que fazia parte da expedição.</li>
<li>Expedição comandada, provavelmente, por Gonçalo Coelho (1503): organizada em função de um contrato assinado entre o rei de Portugal e um grupo de comerciantes interessados na exploração do pau-brasil. Dentre eles, destacava-se o rico comerciante Fernão de Noronha.</li>
<li>Expedições comandadas por Cristóvão Jacques (1516 e 1526): duas expedições foram organizadas para deter o contrabando de pau-brasil feito por outros comerciantes europeus, como os franceses. Eram as chamadas expedições guarda-costa. Essas expedições, porém, não conseguiram impedir o contrabando, devido à grande extensão do nosso litoral. FONTE: Cotrim (1999, p. 58)</li>
</ul>
<p>Apesar de Portugal ter demonstrado pouco interesse pela colonização, nos primeiros 30 anos do descobrimento, muitos europeus fizeram contatos com os nativos, sendo que estes contatos foram relativamente saudáveis para ambas as partes. Este será o assunto a ser estudado no próximo item.</p>
<h3>4. Náufragos, Traficantes e Degredados</h3>
<p>Estudar os primeiros 30 anos da colonização do Brasil não é tarefa fácil, pois existem poucos estudos publicados sobre esse assunto. Um livro interessante se chama “Náufragos, Traficantes e Degredados” de autoria do jornalista Eduardo Bueno.</p>
<p>Esta obra procura analisar, como o próprio título sugere, estas três figuras sociais de origem europeia que, por razões diversas, acabaram convivendo com os índios brasileiros durante o período pré-colonial.</p>
<p>O período pré-colonial é o mais nebuloso da história do Brasil, como afirmamos anteriormente, pois existem poucos relatos sobre o assunto.</p>
<p>Nestas três décadas iniciais da colonização, muitos europeus foram abandonados pelos seus próprios conterrâneos em nosso território.</p>
<p>Essas pessoas eram degredados que foram condenados em Portugal a cumprir pena na colônia. Isso era comum, pois a metrópole possuía escassez de recursos humanos e aproveitava até mesmo os criminosos.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded "><strong>Degredados</strong> – eram pessoas que eram expulsas de sua pátria ou de sua terra de origem.</div></p>
<p>Além dos degredados, muitos náufragos e desertores, das mais diversas expedições, passaram a conviver com os nativos.</p>
<p>O convívio entre estes europeus e os índios, ocorreu praticamente em todo o litoral brasileiro.</p>
<p>Mais tarde, com a instituição do Governo Geral, em 1549, esses europeus seriam muito úteis para o estabelecimento de bases mais sólidas para a colonização do Brasil.</p>
<p>Segundo Eduardo Bueno (1998, p. 7):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O que se pode afirmar com certeza é que a partir de 1525, quando os europeus começaram a desembarcar com mais frequência no Brasil, encontraram uma galeria de personagens enigmáticos.</p>
<p>Eram homens brancos que viviam entre os nativos: alguns tinham sobrevivido ao naufrágio de seus navios, outros haviam desertado.</p>
<p>Muitos haviam cometido algum crime em Portugal e foram condenados ao degredo no Brasil, outros tiveram a audácia de discordar de seus capitães e acabaram desterrados.</p>
<p>Vários estavam casados com as filhas dos principais chefes indígenas, exerciam papel preponderante na tribo, conheciam suas trilhas, usos e costumes, e intermediavam as negociações entre várias nações indígenas e os representantes de potências europeias.</p>
<p>Sua presença em pontos estratégicos do litoral seria decisiva para os rumos do futuro país.</div></p>
<p>Esses personagens individuais foram muito importantes para os primeiros anos da colonização, pois estavam muito bem integrados à cultura dos índios brasileiros.</p>
<p>Foram eles os responsáveis pelo conhecimento de diversos saberes indígenas, tais como: localização de reservas de pau-brasil, fontes de água, trilhas e caminhos indígenas, conhecimento da fauna e flora e do conhecimento da técnica de fabricação da farinha de mandioca.</p>
<p>Além disso, estes europeus mantinham um bom relacionamento com os chefes tribais. Em muitas tribos, eles acabaram casando com as ilhas dos próprios caciques. O fruto dessa relação com os índios acabou sendo muito benéfico para o futuro processo de colonização do Brasil.</p>
<p>Este aspecto acaba sendo uma ironia, pois as mesmas pessoas que eram condenadas como criminosas em Portugal, ou mesmo, desertoras na colônia, acabaram sendo consideradas pessoas importantes na colonização do Brasil.</p>
<p>O próprio rei escrevia cartas para estas figuras enigmáticas exaltando os seus feitos. Naquela época isso era considerado uma honra muito grande.</p>
<p><strong>Uma dessas figuras foi Diogo Álvares, conhecido entre os nativos como Caramuru</strong>, que era português e naufragou nos baixios do rio Vermelho em 1509 ou 1510, na atual Salvador, capital da Bahia.</p>
<p><strong>Caramuru</strong> recebeu uma carta do rei Dom João III, que lhe foi entregue por Tomé de Sousa, primeiro Governador Geral do Brasil, que foi, sem dúvida nenhuma, uma grande demonstração de reconhecimento e respeito.</p>
<p>Eduardo Bueno (2006. p. 41) apresenta, na íntegra, a carta enviada pelo rei D. João&nbsp;III.</p>
<p>Leia-a com muita atenção.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Diogo Álvares: Eu El-Rey vos envio muito a saudar.</p>
<p>Eu ora mando Tomé de Sousa, fidalgo de minha casa, a essa Bahia de Todos os Santos, por capitão e governador dela, para a dita capitania, e mais outras desse Estado do Brasil, prover de justiça a ela e do mais que ao meu serviço cumprir; e mando que na dita Bahia faça uma povoação e assento grande e outras coisas do meu serviço: e por que sou informado, pela muita prática e experiência que tendes dessas terras e da gente e costumes delas, o sabereis bem ajudar e conciliar, vos mando que o dito Tomé de Sousa lá chegar, vos vades para ele, e o ajudeis no que lhe deveis cumprir e ele vos encarregar; porque farei nisso muito serviço.</p>
<p>E porque o cumprimento e tempo de sua chegada, a ache ele abastada de mantimentos da terra, para provimento da gente que com ele vai, escrevo sobre isso a Paulo Dias, vosso genro.</p>
<p>Procurem se haverem e os vades buscar (os mantimentos) pelos portos da capitania de Jorge de igueiredo (a vizinha Ilhéus). Sendo necessária vossa companhia e ajuda, encomendo-vos que o ajudeis (a Tomé de Sousa), no que virdes que cumpre, como creio que o fareis.</div></p>
<p>Como vimos, na leitura da carta anterior, figuras como Caramuru eram muito importantes para a futura colonização do Brasil. Para melhor entendermos esta questão, iremos introduzir um fragmento do livro “Náufragos, Traficantes e Degredados”, do jornalista Eduardo Bueno (1999, p. 8-9). Acompanhe.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A galeria de nomes não se limita a nomes mais conhecidos, como o mitológico Caramuru, responsável indireto pela fundação de Salvador, ou João Ramalho, virtual fundador da cidade de São Paulo.</p>
<p>Tão importante quanto eles foi, por exemplo, o misterioso Bacharel de Cananeia, primeiro grande traficante de escravos do Brasil e do qual nem mesmo o nome se conhece.</p>
<p>Mas há vários outros, cuja trajetória é ainda mais obscura.</p>
<p>O que dizer do intrépido Aleixo Garcia, que em 1524 marchou de Santa Catarina, com um exército particular de dois mil índios, para atacar as cidades limítrofes do Império Inca, a mais de dois mil quilômetros dali?</p>
<p>E de seus companheiros Henrique Montes e Melchior Ramires – desertores e polígamos – que, ainda assim, foram recebidos na corte pelos reis de Portugal e Espanha e se transformaram nos homens mais importantes na exploração do rio da Prata e do litoral sul do Brasil?</p>
<p>A lista de personagens assombrosos dos 30 primeiros anos do Brasil não se encerra com eles.</p>
<p>Resta ainda João Lopes de Carvalho, piloto português que foi desterrado no Rio em 1511 e, após ser recolhido pelos espanhóis, retornou ao Brasil em 1519 apenas para, dois anos mais tarde, ser abandonado em Bornéu, na Ásia, em companhia de seu ilho, garoto indígena de sete anos.</p>
<p>E o que pensar do grumete Francisco del Puerto, que viveu 14 anos entre os nativos do Prata e depois traiu o europeus que o recolheram, abrindo o portão de um forte para permitir que espanhóis e portugueses fossem massacrados pelos indígenas.</p>
<p>Esses são apenas alguns dos protagonistas dos 30 primeiros anos do Brasil – as três décadas perdidas.</p>
<p>Sua história pessoal, e a própria história de sua época, pode ser reconstruída a partir de cartas, referências esparsas encontradas em arquivos estrangeiros, diários de bordo e relatos de viagens.</p>
<p>A ausência de documentos oficiais tem diicultado a pesquisa sobre essa época e, na maior parte dos livros sobre a história do Brasil, o período que vai de 1500 a 1531 se reduz, em geral, a dois parágrafos.</div></p>
<p>Portanto, os náufragos e degredados tiveram papel importante nos primeiros cinquenta anos da colonização do Brasil.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Na próxima unidade iremos estudar o processo efetivo de colonização do Brasil, efetuado a partir das capitanias hereditárias, do Governo Geral, da monocultura da cana-de- açúcar e da utilização do trabalho escravo com mão de obra índia e africana.</div></p>
<h3>4. Os Índios do Brasil eram Canibais ou Bons Selvagens?</h3>
<p>A visão europeia dos índios oscilava entre dois extremos igualmente parciais.</p>
<p>Cristóvão Colombo e Pero Vaz de Caminha, por exemplo, os viram como belos e inocentes selvagens vivendo em estado quase endêmico.</p>
<p>Já o Frei Vicente de Valverde, que acompanhou a expedição de Pizarro na conquista do Império Inca, os considerava canibais ímpios e selvagens, merecedores de mil mortes.</p>
<p>Nada disso corresponde ou correspondeu à realidade.</p>
<p>É certo que algumas tribos indígenas (mas de forma alguma a maioria) eram canibais; entretanto o canibalismo que praticavam era ritual, em geral um gesto de respeito a um adversário bravo ou venerável.</p>
<p>O horror repetidamente registrado dos europeus a esse rito é ainda mais difícil de compreender se levarmos em conta que o principal rito católico, a comunhão ou eucaristia, no qual simbolicamente são consumidos o corpo e o sangue de Cristo, é igualmente um ritual de canibalismo.</p>
<p>Esse fato talvez ajude a compreender o atraso da mentalidade européia na época, a incapacidade de grande parte dos europeus de compreender outros conjuntos de referências, ou seja, outras culturas, para a avaliação de problemas morais.</p>
<p>E é talvez a única justiicativa para a selvageria que os “civilizados” europeus praticaram contra os que chamavam de selvagens.</p>
<p>Uma das ironias dos descobrimentos é exatamente a revelação do atraso europeu, especialmente ibérico, no exato momento em que a superioridade europeia sobre o mundo começou a ser afirmada.</p>
<p>Outra, é o papel de boa parte da Igreja espanhola, especialmente das ordens franciscana e dominicana, na defesa dos indígenas contra a exploração excessiva por parte dos colonizadores.</p>
<p>A Igreja da Inquisição, a defensora de absurdos dogmas científicos que, se respeitados, teriam impossibilitado os descobrimentos, tornou-se a primeira instituição a defender os índios, a reconhecer que tinham almas e eram “iguais” aos europeus, sem deixar, ao mesmo tempo, de desrespeitar constantemente o direito deles de divergir de suas normas.</p>
<p>Se os índios encontraram defesa na Igreja, já os escravos africanos eram considerados exclusivamente como mercadorias.</p>
<p>O frei dominicano Bartolomeu de Lãs Casas, um dos mais ardorosos defensores dos índios americanos, chegou a solicitar, numa carta ao prior da ordem, que fosse apressado o envio de escravos negros às colônias, para pôr fim às crueldades praticadas contra os índios.</p>
<p>De fato, desde 1512 os índios eram considerados cidadãos espanhóis, ainda que com direitos restritos; o mesmo não ocorria com os escravos negros, destituídos de quaisquer direitos.</p>
<p>FONTE: Migliacci (1997, p. 69)</p>
<h3>5. Neste capítulo vimos que:</h3>
<ul>
<li>Os primeiros trinta anos da história do Brasil foram de relativo abandono, pois, neste período, os portugueses não se interessaram pela colonização do Brasil, visto que o mesmo não apresentava possibilidade de lucros para a coroa.</li>
<li>Nos primeiros trinta anos, apenas o comércio de pau-brasil forneceu algum lucro para Portugal.</li>
<li>Neste período, foram organizadas algumas expedições guarda-costa, com o intuito de manter a posse da terra.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil Nesse capítulo você será capaz de: compreender o processo histórico que levou à instalação da colônia; refletir acerca das relações de poder estabelecidas com o processo de colonização do Brasil; ter consciência dos desdobramentos históricos da colonização do Brasil nos dias atuais; entender a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<h2>Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</h2>
<h4>Nesse capítulo você será capaz de:</h4>
<ul>
<li>compreender o processo histórico que levou à instalação da colônia;</li>
<li>refletir acerca das relações de poder estabelecidas com o processo de colonização do Brasil;</li>
<li>ter consciência dos desdobramentos históricos da colonização do Brasil nos dias atuais;</li>
<li>entender a colonização enquanto um processo de dominação.</li>
</ul>
<h3>1. Expedição de Martim Afonso de Souza e as Capitanias Hereditárias</h3>
<p>Neste capítulo estudaremos a expedição de Martim Afonso de Souza, expedição esta considerada como o marco inicial do processo efetivo de povoamento e colonização do Brasil.</p>
<p>Esta expedição é chamada por alguns historiadores de “missão colonizadora”, pois pretendia introduzir na colônia a monocultura da cana-de-açúcar, além de garantir a posse da terra, pois a mesma estava sendo ameaçada por invasões de outras nações europeias que contestavam a legitimidade do Tratado de Tordesilhas.</p>
<p><figure id="attachment_43152" aria-describedby="caption-attachment-43152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43152 size-large" title="Mapa da América do Sul de 1601" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg" alt="Antonio de Herrera Y Tordelisllas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples. O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco. O continente é dominado pelas enormes &quot;R. de los Amazona&quot; e R. de la Plato&quot; e pela cordilheira ocidental. É apresentado o &quot;Meridiano de la de Marcacion&quot;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal." width="800" height="611" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1536x1173.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-768x586.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-2048x1563.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-800x611.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43152" class="wp-caption-text">Mapa da América do Sul de 1601</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Tratado de Tordesilhas – Tem este nome por ter sido redigido na cidade de Tordesilhas, na Espanha, e sua assinatura aconteceu nesta cidade em 7 de junho de 1494.</p>
<p>Foi o responsável pela divisão do mundo em um meridiano estabelecido a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As terras a ocidente pertenceriam à Espanha e as terras a oriente deste meridiano pertenceriam a Portugal.</div></p>
<p>Estudaremos também o processo histórico de criação das chamadas “Capitanias Hereditárias”, que na verdade eram grandes latifúndios doados pelo rei de Portugal à iniciativa privada. Veremos que o Brasil foi dividido em quinze quinhões, porém apenas dois deles prosperaram: a capitania de Pernambuco e a capitania de São Vicente.</p>
<h4>1.1. Expedição Colonizadora de Martim Afonso de Souza</h4>
<p>Era necessário colonizar para não perder a terra! Portugal tinha consciência disso, pois as nações europeias não aceitavam o Tratado de Tordesilhas, que airmava que Portugal e Espanha eram os únicos donos das terras da América.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Expedicao-Colonizadora-de-Martim-Afonso-de-Souza.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>A costa brasileira frequentemente era visitada por embarcações das mais variadas nacionalidades, principalmente a francesa, a inglesa e a holandesa, que tinham a intenção declarada de fundar colônias em terras do Brasil.</p>
<p>Segundo Fernando Novaes (1979, p. 55), “[&#8230;] a colonização propriamente dita obedeceu de início a preocupação antes de tudo política: visava-se, através do povoamento, preservar a posse já então disputada pelos corsários holandeses, ingleses e franceses”.</p>
<p>O historiador Boris Fausto (2007, p. 43) reairma o que foi citado anteriormente:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Considerações políticas levaram a Coroa Portuguesa à convicção de que era necessário colonizar a nova terra.</p>
<p>A expedição de Martim Afonso de Souza (1530-1533) representou um momento de transição entre o velho e o novo período.</p>
<p>Tinha por objetivo patrulhar a costa, estabelecer uma colônia através da concessão não hereditária de terras aos povoadores que trazia (São Vicente, 1532) e explorar a terra, tendo em vista a necessidade de sua efetiva ocupação.</div></p>
<p>Apesar da preocupação com as visitas indesejadas de corsários de outras nacionalidades e o medo de perder a posse da terra para os mesmos, este não foi o único fator que levou a organização da expedição.</p>
<p>Outros fatores determinaram a concretização desta, são eles:</p>
<ul>
<li>o comércio com o oriente entrou em declínio devido aos custos elevados, além da concorrência com franceses, ingleses e espanhóis;</li>
<li>Portugal necessitava de novas alternativas par aaumentar seus lucros;</li>
<li>a esperança de se descobrir metais preciosos nas terras.</li>
</ul>
<p>Para garantir a posse da terra e criar novas alternativas comerciais, Portugal organizou a primeira grande expedição colonizadora destinada ao Brasil. Esta expedição era comandada pelo fidalgo Martim Afonso de Souza.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">&nbsp;<strong>Expedição colonizadora</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong>Cinco navios e uma tripulação de mais ou menos 400 pessoas. Era assim composta&nbsp;a expedição comandada por Martim Afonso de Souza, que partiu de Lisboa em dezembro de 1530.</p>
<p>Seu principal objetivo era iniciar a colonização do Brasil; por isso, icou conhecida como expedição colonizadora.</p>
<p>Além de iniciar a colonização, Martim Afonso de Souza também tinha como objetivos: combater os corsários estrangeiros, procurar ouro e fazer um maior reconhecimento geográico de nosso litoral.</p>
<p>Em 22 de janeiro de 1532, Martim Afonso fundou a primeira vila do Brasil, a Vila de São Vicente.</p>
<p>Além dessa vila, fundou alguns povoados, como Santo André da Borba do Campo e Santo Amaro.</p>
<p>Na região de São Vicente, Martim Afonso iniciou o plantio da cana-de-açúcar. Um ano após o plantio das primeiras mudas, instalou-se o primeiro engenho de açúcar do Brasil.</p>
<p>FONTE: COTRIM, Gilberto. História do Brasil: uma olhar crítico. São Paulo: Saraiva, 1999. p. 60. </div></p>
<p>A expedição de Martim Afonso de Souza enfrentou muitas dificuldades, pois as terras Brasileiras eram praticamente virgens.</p>
<p>A grande virtude desta expedição foi ter fundado a vila de São Vicente, no atual litoral de São Paulo, e de ter introduzido o cultivo da cana-de-açúcar, além de ter feito várias expedições com a intenção de explorar o litoral e o interior do Brasil.</p>
<p>Segundo Sergio Buarque de Holanda (2007, p. 108):</p>
<p>Nenhuma expedição anterior tivera a importância dessa para o desenvolvimento dos planos de ocupação efetiva da terra.</p>
<p>O próprio sertão chegou a ser percorrido em alguns pontos. Assim foi que do Rio de Janeiro, onde a esquadra permaneceu cerca de 90 dias, foram expedidos quatro homens pela terra adentro.</p>
<p>Regressariam ao cabo de dois meses, depois de correr cento e quinze léguas, trazendo consigo amostras de cristal, notícia do longínquo rio Paraguai e a informação de que existia muito ouro e prata naquelas partes.</p>
<p>No próximo item iremos estudar a questão da introdução das Capitanias Hereditárias, as mesmas foram instituídas alguns anos após a chegada da expedição de Martim Afonso de Souza ao Brasil.</p>
<h3>1.2. Capitanias Hereditárias</h3>
<p>O reino português não possuía recursos para colonizar o Brasil, e o mais importante, fazer com que a colônia produzisse lucros.</p>
<p><figure id="attachment_22807" aria-describedby="caption-attachment-22807" style="width: 993px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22807 size-full" title="Capitanias hereditárias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias.jpg" alt="Capitanias hereditárias" width="993" height="1011" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias.jpg 993w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias-295x300.jpg 295w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias-768x782.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias-54x55.jpg 54w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2021/04/Capitanias-herediarias-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 993px) 100vw, 993px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22807" class="wp-caption-text">Capitanias hereditárias</figcaption></figure></p>
<p>Este era um sério problema que deveria ser resolvido pelos portugueses. A solução temporária veio com a fundação das Capitanias Hereditárias, transferindo assim a responsabilidade de povoar e colonizar para a iniciativa particular dos futuros donatários.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Donatários – Eram pessoas importantes indicadas pelo rei para administrar as capitanias hereditárias.</div></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">&nbsp;<strong>Os nomes do Brasil Pindorama (nome indígena)</strong></p>
<ul>
<li>Ilha de Vera Cruz (1500) Terra Nova (1501)</li>
<li>Terra dos Papagaios (1501)</li>
<li>Terra de Vera Cruz (1503)</li>
<li>Terra de Santa Cruz (1503)</li>
<li>Terra Santa Cruz do Brasil (1505)</li>
<li>Terra do Brasil (1505)</li>
<li>Brasil (a partir de 1527)</li>
</ul>
<p>(BUENO, 2003, p. 36)</div></p>
<p>Desta forma, em 1534, o Brasil foi dividido em 15 lotes de terras, que deveriam ser administrados pelos donatários nomeados pelo rei.</p>
<p><figure id="attachment_43161" aria-describedby="caption-attachment-43161" style="width: 603px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-43161 size-full" title="Capitanias hereditárias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Capitanias-hereditarias.png" alt="Capitanias hereditárias " width="603" height="401" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Capitanias-hereditarias.png 603w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Capitanias-hereditarias-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Capitanias-hereditarias-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Capitanias-hereditarias-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /><figcaption id="caption-attachment-43161" class="wp-caption-text">Capitanias hereditárias</figcaption></figure></p>
<p>Os futuros proprietários eram pessoas de razoável poder econômico, porém não eram nobres, pois os nobres preferiam investir seus recursos na África ou na Índia.</p>
<p>O Brasil nesta época não era confiável para grandes investimentos, pois tudo estava para ser feito.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Nomeado pelo rei, o donatário era a autoridade máxima dentro da capitania. Com a morte do donatário, a administração da capitania passava para seus descendentes.</p>
<p>Por esse motivo as capitanias eram chamadas de Capitanias Hereditárias (COTRIM, 1999, p. 60).</div></p>
<p>Apesar disso, os donatários não eram proprietários das terras, isso signiicava que os mesmos não poderiam vender as terras ou dividi-las, isso era um direito do rei. Ainda assim os donatários possuíam vastos poderes, tanto na esfera econômica, como na administrativa.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">A instalação de engenhos de açúcar e de moinhos de água e o uso de depósitos de sal dependiam do pagamento de direitos; parte dos tributos devidos à Coroa pela exploração de pau-brasil, de metais preciosos e de derivados da pesca cabiam também aos capitães-donatários.</p>
<p>Do ponto de vista administrativo, eles tinham o monopólio da justiça, autorização para fundar vilas, doar sesmarias, alistar colonos para serem militares e formar milícias sob seu comando (FAUSTO, 2007, p. 44).</div></p>
<p>Ainda citando Boris Fausto (2007, p. 45):</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">As capitanias hereditárias são uma instituição a que frequentemente se referem os historiadores, sobretudo portugueses, defensores da tese da natureza feudal da colonização.</p>
<p>Essa tese e a própria discussão perderam hoje a importância que já tiveram, cedendo lugar à tendência historiográfica mais recente, que não considera indispensável rotular com etiquetas rígidas formações sociais complexas que não reproduzem o modelo europeu.</p>
<p>Sem avançar neste assunto, lembremos que ao instituir as Capitanias Hereditárias a Coroa lançou mão de algumas fórmulas cuja origem se encontra na sociedade medieval europeia.</p>
<p>É o caso, por exemplo, do direito concedido aos donatários de obter pagamento para licenciar a instalação de engenhos de açúcar; esse direito é&nbsp;análogo às “banalidades” pagas pelos lavradores aos senhores feudais.</p>
<p>Mas, em essência, mesmo na sua forma original, as Capitanias Hereditárias representaram uma tentativa transitória e ainda tateante de colonização, com o objetivo de integrar a Colônia à economia mercantil europeia.</div></p>
<p>Apesar de todo o alarde que a historiográfica faz acerca das capitanias hereditárias apenas duas floresceram, são elas: São Vicente e Pernambuco.</p>
<p>As outras fracassaram logo nos primeiros anos, ou pela falta de recursos, ou por ataques de índios, ou pelo desinteresse do próprio donatário.</p>
<p>O florescimento das capitanias de Pernambuco e São Vicente esteve sempre associado ao cultivo da cana-de-açúcar que prevaleceu desde a sua fundação em ambas as capitanias.</p>
<p>Ou da caça ao índio que foi uma importante atividade econômica na capitania de São Vicente, pois os vicentinos passaram a vender mão de obra escrava índia para as demais regiões do Brasil.</p>
<p>É importante salientar que o Brasil inicialmente se transformou em uma colônia muito diferente das que se criaram na América do Norte, ou mesmo na América Espanhola, a partir dos séculos XVI e XVII.</p>
<p>Segundo Caio Prado Junior:</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Diversamente do que ocorreu nestas últimas, os colonizadores que aqui foram se estabelecendo vieram não para refazer suas vidas nos mesmos moldes que os vigentes em seu país de origem, mas para fazer fortuna – ou “fazer a América” –, procurando extrair o máximo tanto da natureza como dos que trabalharam para eles no menor tempo necessário.</p>
<p>Nessa modalidade de colonização, o objetivo de nossos povoadores não era, de modo algum, produzir por conta própria (e menos ainda por meio de seu próprio trabalho), mas, primordialmente, enriquecer o mais depressa possível pela exploração dos recursos naturais disponíveis e do trabalho alheio em bases servis – mediante a escravização, primeiro dos povos indígenas da região e depois de africanos especialmente importados (SZMRECSÁNYI, 1998, p. 12).</div></p>
<p>Essa mentalidade foi muito prejudicial ao Brasil, pois tratava o país como um lugar a ser colonizado com razões puramente exploratórias. Esta visão irá se intensificar, perdurando por muitas décadas.</p>
<p>Aos poucos, em função da falência e do abandono, as capitanias foram sendo retomadas pela Coroa, sendo que as mesmas desapareceram definitivamente na segunda metade do século XVII.</p>
<p>Aos poucos as capitanias foram sendo retomadas pela Coroa, sendo que as mesmas desapareceram definitivamente na segunda metade do século XVII.</p>
<p>No próximo capítulo estudaremos a instituição do Governo Geral e fundação da cidade de Salvador.</p>
<h3>2. Neste capítulo você estudou que:</h3>
<ul>
<li><strong>&nbsp;</strong>A expedição de Martim Afonso de Souza foi muito importante para o início da colonização do Brasil.</li>
<li>O Brasil foi dividido em 15 capitanias hereditárias.</li>
</ul>
<h3>Veja os seguintes Períodos da História do Brasil Colonial:</h3>
<ol>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil” (Editar)">Independência do Brasil – Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Império Português no Brasil &#8211; Família Real Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Transferência da corte portuguesa para o Brasil” (Editar)">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes” (Editar)">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-de-transicao-entre-o-brasil-colonia-e-brasil-imperio/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Engenho Colonial Açucareiro no Brasil” (Editar)">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia” (Editar)">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil Colônia</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador” (Editar)">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil” (Editar)">A Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama” (Editar)">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do atlântico e a viagem de Vasco da Gama</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil” (Editar)">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a Conquista do Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos” (Editar)">Período Pré-Colonial no Brasil – Os Anos Esquecidos</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil” (Editar)">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></strong></li>
<li><strong><a class="row-title" href="http://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Períodos da História do Brasil Colonial” (Editar)">Períodos da História do Brasil Colonial</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Períodos da História do Brasil Colonial</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 13:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil Colônial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O estudo dos períodos da História do Brasil Colonial abaixo mencionados é de suma importância, pois foi a partir desta época que as bases da história do Brasil foram lançadas. A História do Brasil Colonial foi dividida nos seguintes períodos: a expansão marítima portuguesa e a conquista do Brasil, as [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/">Períodos da História do Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O estudo dos períodos da História do Brasil Colonial abaixo mencionados é de suma importância, pois foi a partir desta época que as bases da história do Brasil foram lançadas.</p>
<h3><strong>A História do Brasil Colonial foi dividida nos seguintes períodos:</strong></h3>
<ul>
<li>a expansão marítima portuguesa e a conquista do Brasil, as etapas desta expansão, bem como a sua importância no contexto da sociedade européia.</li>
<li>a “descoberta” do Brasil que aqui chamaremos de conquista, pois, na época do “achamento”, o território já era habitado pelos povos autóctones (indígenas).</li>
<li>o processo de instalação da Colônia, processo este que determinou a fundação do Governo Geral, além da intensificação do cultivo da cana, da fabricação do açúcar nos engenhos e da sua comercialização na Europa e da intensificação do tráfico negreiro.</li>
<li>as invasões holandesas no nordeste brasileiro, a fundação de São Paulo e a expansão bandeirante ocorrida a partir do século XVII.</li>
<li>o processo de emancipação da América Portuguesa. Veremos os principais movimentos revolucionários do século XVIII na Colônia, que foram inluenciados tanto pelos ideais iluministas do Velho Mundo, quanto por determinados fatores sociais e políticos internos. Além disso, estudaremos a mudança da família real portuguesa para o Brasil, em 1808, e as consequências deste acontecimento para o futuro do Brasil.</li>
</ul>
<h3>Clique nos links abaixo e conheça os períodos da História do Brasil Colonial</h3>
<h4>1. <a href="http://bahia.ws/a-expansao-maritima-portuguesa-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Expansão Marítima Portuguesa e a Conquista do Brasil</a></h4>
<ul>
<li>As Causas da Expansão Marítima Portuguesa&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</li>
<li>Expansão marítima e comercial portuguesa não foi casual</li>
<li>Por que Portugal liderou a expansão marítima?</li>
<li>Os principais elementos da expansão marítima e comercial portuguesa</li>
<li>As principais etapas da Expansão Portuguesa</li>
<li>A Escola de Sagres e o Infante Henrique</li>
</ul>
<h4>2. <a href="http://bahia.ws/ocupacao-da-costa-africana/" target="_blank" rel="noopener">Ocupação da Costa Africana, das Ilhas do Atlântico e a Viagem de Vasco da Gama</a></h4>
<ul>
<li>A ocupação da Costa africana e das Ilhas do atlântico</li>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Descoberta do caminho marítimo até as Índia &#8211; A Viagem de Vasco da Gama</li>
</ul>
<h4>3. <a href="http://bahia.ws/expedicao-de-pedro-alvares-cabral-e-a-conquista-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Expedição de Pedro Álvares Cabral e a <strong>Conquista</strong> <strong>do</strong> <strong>Brasil</strong></a></h4>
<ul>
<li>Expedição de Pedro Álvares Cabral</li>
<li>Conquista do Brasil</li>
<li>Chegada dos Portugueses no Brasil</li>
</ul>
<h4>4 . <a href="http://bahia.ws/periodo-pre-colonial-no-brasil-os-anos-esquecidos/" target="_blank" rel="noopener">Período Pré-colonial no Brasil: “Os Anos Esquecidos”</a></h4>
<ul>
<li>Falta de interesse de Portugal colonizar o Brasil</li>
<li>Primeiras Expedições ao Brasil</li>
<li>Náufragos, Traficantes e Degredados</li>
<li>Índios do Brasil eram Canibais ou Bons Selvagens?</li>
</ul>
<h4>5. <a href="http://bahia.ws/instalacao-da-colonia-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Instalação da Colônia Portuguesa no Brasil</a></h4>
<ul>
<li>Expedição de Martim Afonso de Souza</li>
<li>Capitanias Hereditárias</li>
</ul>
<h4>6. <a href="http://bahia.ws/instalacao-do-governo-geral-no-brasil-e-a-fundacao-de-salvador/" target="_blank" rel="noopener">Instalação do Governo Geral no Brasil e a Fundação de Salvador</a></h4>
<ul>
<li>Governo Geral do Brasil</li>
<li>Fundação de Salvador</li>
</ul>
<h4>7. <a href="http://bahia.ws/monocultura-trabalho-escravo-e-latifundio-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener">Monocultura, Trabalho Escravo e Latifúndio no Brasil&nbsp;Colônia</a></h4>
<ul>
<li>Projeto Civilizador Português no Brasil</li>
<li>Tráfico Negreiro e Trabalho Escravo&nbsp;</li>
<li>Estrutura da economia colonial</li>
</ul>
<h4><span style="color: #222222;">8. <a href="http://bahia.ws/engenho-colonial-acucareiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Engenho Colonial Açucareiro no Brasil</a></span></h4>
<ul>
<li>Engenho de Açucar</li>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Importância Social e Cultural do Engenho Colonial de Açucar</li>
</ul>
<h4>9. <a href="http://bahia.ws/uniao-iberica-e-a-invasao-holandesa-no-brasil-colonia/" target="_blank" rel="noopener">União Ibérica e a Invasão Holandesa no Brasil</a></h4>
<ul>
<li>União Ibérica ou Domínio Espanhol</li>
<li>Invasões holandesas no Brasil</li>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Primeira invasão holandesa: Salvador</li>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Segunda invasão holandesa: Pernambuco</li>
<li>Acontecimentos históricos relacionados à União Ibérica e as invasões holandesas no Brasil</li>
</ul>
<h4>10. <a href="http://bahia.ws/fundacao-da-cidade-de-sao-paulo-e-os-bandeirantes/" target="_blank" rel="noopener">Fundação da cidade de São Paulo e os Bandeirantes</a></h4>
<ul>
<li>Fundação de São Paulo</li>
<li>Os Bandeirantes</li>
<li>O Navio Negreiro</li>
</ul>
<h4>11. <a class="row-title" href="http://bahia.ws/wp-admin/post.php?post=42951&amp;action=edit&amp;lang=pt-br&amp;classic-editor" target="_blank" rel="noopener" aria-label="“Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império” (Editar)">Periodo de Transição entre o Brasil Colônia e Brasil Império</a></h4>
<ul>
<li>Os movimentos de contestação</li>
<li>Processo de Emancipação</li>
<li>Inconfidência Mineira</li>
<li>Conjuração Fluminense</li>
<li class="LC20lb MBeuO DKV0Md">Conjuração Baiana</li>
<li>Conspiração dos Suassunas</li>
</ul>
<h4>12. <a href="http://bahia.ws/transferencia-da-corte-portuguesa-para-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Transferência da corte portuguesa para o Brasil</a></h4>
<ul>
<li>Travessia de Portugal para o Brasil era um projeto antigo</li>
<li>A Partida</li>
<li>A Viagem&nbsp;</li>
<li>A Chegada</li>
<li>Abertura dos Portos</li>
<li>O Brasil de Colônia a Reino Unido</li>
</ul>
<h4>13. <a href="http://bahia.ws/imperio-portugues-no-brasil-familia-real-portuguesa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">O império português no Brasil</a></h4>
<ul>
<li>Transferência da capital de Lisboa para o Brasil</li>
<li>Reestruturação da capital Rio de Janeiro</li>
<li>Espírito Científico e Artístico</li>
<li>Hábitos da Corte</li>
<li>Formação de uma Classe-Média</li>
</ul>
<h4>14. <a href="http://bahia.ws/independencia-do-brasil-rompimento-dos-lacos-coloniais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Independência do Brasil &#8211; Rompimento dos laços coloniais no Brasil</a></h4>
<ul>
<li>A Revolução no Nordeste</li>
<li>A Revolução Liberal do Porto</li>
<li>Resistências no Brasil&nbsp;</li>
<li>Grito do Ipiranga</li>
<li>Açăo das sociedades secretas</li>
</ul>
<p><strong>Veja também&nbsp;<a href="http://bahia.ws/periodos-historicos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Períodos Históricos do Brasil</a></strong></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-brasil-colonial/">Períodos da História do Brasil Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa da América do Sul de 1601</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-de-1601/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 09:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da América do Sul de 1601 &#8211;&#160;Descripcion de las Indias &#8220;Descripcion de las Yndias de Mediodia&#8221;,&#160;Herrera y Tordesillas, Antonio de Antonio de Herrera Y Tordelisllas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-de-1601/">Mapa da América do Sul de 1601</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43152" aria-describedby="caption-attachment-43152" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43152 size-large" title="Mapa da América do Sul de 1601" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg" alt="Mapa da América do Sul de 1601 -&nbsp;Descripcion de las Indias&quot;Descripcion de las Yndias de Mediodia&quot;,&nbsp;Herrera y Tordesillas, Antonio de Antonio de Herrera Y Tordelisllas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples. O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco. O continente é dominado pelas enormes &quot;R. de los Amazona&quot; e R. de la Plato&quot; e pela cordilheira ocidental. É apresentado o &quot;Meridiano de la de Marcacion&quot;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal. Tratado de Tordesilhas: Tem este nome por ter sido redigido na cidade de Tordesilhas, na Espanha, e sua assinatura aconteceu nesta cidade em 7 de junho de 1494. Foi o responsável pela divisão do mundo em um meridiano estabelecido a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As terras a ocidente pertenceriam à Espanha e as terras a oriente deste meridiano pertenceriam a Portugal." width="800" height="611" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1024x782.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-1536x1173.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-768x586.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-2048x1563.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/Mapa-da-America-do-Sul-de-1601-800x611.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43152" class="wp-caption-text">Mapa da América do Sul de 1601 &#8211;&nbsp;Descripcion de las Indias &#8220;Descripcion de las Yndias de Mediodia&#8221;,&nbsp;Herrera y Tordesillas, Antonio de Antonio de Herrera Y Tordelisllas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias. Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples. O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco. O continente é dominado pelas enormes &#8220;R. de los Amazona&#8221; e R. de la Plato&#8221; e pela cordilheira ocidental. É apresentado o &#8220;Meridiano de la de Marcacion&#8221;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal. Tratado de Tordesilhas: Tem este nome por ter sido redigido na cidade de Tordesilhas, na Espanha, e sua assinatura aconteceu nesta cidade em 7 de junho de 1494. Foi o responsável pela divisão do mundo em um meridiano estabelecido a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As terras a ocidente pertenceriam à Espanha e as terras a oriente deste meridiano pertenceriam a Portugal.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa da América do Sul de 1601 &#8211;&nbsp;Descripcion de las Indias</h3>
<h4>&#8220;Descripcion de las Yndias de Mediodia&#8221;,&nbsp;Herrera y Tordesillas, Antonio de</h4>
<p>Antonio de Herrera Y Tordelisllas foi o historiador oficial de Espanha e das Índias.</p>
<p>Ele compilou uma história das conquistas espanholas e das primeiras explorações nas Américas, que incluía este mapa do continente gravado de forma simples.</p>
<p>O mapa é em grande parte derivado das cartas manuscritas de Juan Lopez de Velasco.</p>
<p>O continente é dominado pelas enormes &#8220;R. de los Amazona&#8221; e R. de la Plato&#8221; e pela cordilheira ocidental.</p>
<p>É apresentado o &#8220;Meridiano de la de Marcacion&#8221;, que dividia o mundo não cristão entre Espanha e Portugal.</p>
<p>Tratado de Tordesilhas: Tem este nome por ter sido redigido na cidade de Tordesilhas, na Espanha, e sua assinatura aconteceu nesta cidade em 7 de junho de 1494.</p>
<p>Foi o responsável pela divisão do mundo em um meridiano estabelecido a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As terras a ocidente pertenceriam à Espanha e as terras a oriente deste meridiano pertenceriam a Portugal.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-de-1601/">Mapa da América do Sul de 1601</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Mundo de 1584</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-mundo-de-1584/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 19:53:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=43096</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Mundo de 1584 &#8211; Theatrum Orbis Terrarum Ortelius&#8217; Famous World Map &#8211; First Plate in Full Contemporary Color &#8220;Typus Orbis Terrarum&#8221;,&#160;Ortelius, Abraham Este é o primeiro (de três) mapas-múndi que foi incluído no famoso atlas de Ortelius. É uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-mundo-de-1584/">Mapa do Mundo de 1584</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43097" aria-describedby="caption-attachment-43097" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43097 size-large" title="Mapa do Mundo de 1584" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1024x767.jpg" alt="Mapa do Mundo de 1584 - Theatrum Orbis TerrarumOrtelius' Famous World Map - First Plate in Full Contemporary Color &quot;Typus Orbis Terrarum&quot;,&nbsp;Ortelius, Abraham Este é o primeiro (de três) mapas-múndi que foi incluído no famoso atlas de Ortelius. É uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, apresentado numa projeção oval em vez da projeção pela qual Mercator é agora famoso. Da correspondência sobrevivente, sabe-se que Mercator encorajou Ortelius e forneceu-lhe informações, nomeadamente coordenadas de locais nas Américas. Colocado sobre um fundo de nuvens, o mapa mostra que a América do Norte é demasiado larga e que a América do Sul mantém a invulgar costa sudoeste abaulada. Nos pólos, uma proeminente Passagem do Noroeste serpenteia para sul das quatro ilhas que constituem as regiões árcticas, e uma enorme Terra Australis Nondum Cognita constitui o continente meridional imaginário. Uma anotação junto à Nova Guiné indica que não se sabe se esta grande ilha faz parte do continente meridional. O título é apresentado numa faixa em cinta na parte superior, que é equilibrada com uma citação de Cícero na parte inferior. Este magnífico mapa foi gravado por Frans Hogenberg com a sua assinatura na parte inferior. A placa foi utilizada nas primeiras 16 edições do Theatrum. A partir de 1570, surgiu uma fenda no canto inferior esquerdo. Este exemplar apresenta indícios dessa fissura, juntamente com pequenas impressões de parafusos.&nbsp;" width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1024x767.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-1536x1151.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-2048x1534.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/11/World-Map-from-1584-800x599.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43097" class="wp-caption-text">Mapa do Mundo de 1584 &#8211; Theatrum Orbis Terrarum Ortelius&#8217; Famous World Map &#8211; First Plate in Full Contemporary Color &#8220;Typus Orbis Terrarum&#8221;,&nbsp;Ortelius, Abraham Este é o primeiro (de três) mapas-múndi que foi incluído no famoso atlas de Ortelius. É uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, apresentado numa projeção oval em vez da projeção pela qual Mercator é agora famoso. Da correspondência sobrevivente, sabe-se que Mercator encorajou Ortelius e forneceu-lhe informações, nomeadamente coordenadas de locais nas Américas. Colocado sobre um fundo de nuvens, o mapa mostra que a América do Norte é demasiado larga e que a América do Sul mantém a invulgar costa sudoeste abaulada. Nos pólos, uma proeminente Passagem do Noroeste serpenteia para sul das quatro ilhas que constituem as regiões árcticas, e uma enorme Terra Australis Nondum Cognita constitui o continente meridional imaginário. Uma anotação junto à Nova Guiné indica que não se sabe se esta grande ilha faz parte do continente meridional. O título é apresentado numa faixa em cinta na parte superior, que é equilibrada com uma citação de Cícero na parte inferior. Este magnífico mapa foi gravado por Frans Hogenberg com a sua assinatura na parte inferior. A placa foi utilizada nas primeiras 16 edições do Theatrum. A partir de 1570, surgiu uma fenda no canto inferior esquerdo. Este exemplar apresenta indícios dessa fissura, juntamente com pequenas impressões de parafusos.&nbsp;</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Mundo de 1584 &#8211; Theatrum Orbis Terrarum</h3>
<h4 class="color-red">Ortelius&#8217; Famous World Map &#8211; First Plate in Full Contemporary Color</h4>
<h4>&#8220;Typus Orbis Terrarum&#8221;,&nbsp;Ortelius, Abraham</h4>
<p>Este é o primeiro (de três) mapas-múndi que foi incluído no famoso atlas de Ortelius.</p>
<p>É uma redução simplificada do influente mapa de Mercator de 1569, apresentado numa projeção oval em vez da projeção pela qual Mercator é agora famoso.</p>
<p>Da correspondência sobrevivente, sabe-se que Mercator encorajou Ortelius e forneceu-lhe informações, nomeadamente coordenadas de locais nas Américas.</p>
<p>Colocado sobre um fundo de nuvens, o mapa mostra que a América do Norte é demasiado larga e que a América do Sul mantém a invulgar costa sudoeste abaulada.</p>
<p>Nos pólos, uma proeminente Passagem do Noroeste serpenteia para sul das quatro ilhas que constituem as regiões árcticas, e uma enorme Terra Australis Nondum Cognita constitui o continente meridional imaginário. Uma anotação junto à Nova Guiné indica que não se sabe se esta grande ilha faz parte do continente meridional.</p>
<p>O título é apresentado numa faixa em cinta na parte superior, que é equilibrada com uma citação de Cícero na parte inferior. Este magnífico mapa foi gravado por Frans Hogenberg com a sua assinatura na parte inferior.</p>
<p>A placa foi utilizada nas primeiras 16 edições do Theatrum. A partir de 1570, surgiu uma fenda no canto inferior esquerdo. Este exemplar apresenta indícios dessa fissura, juntamente com pequenas impressões de parafusos.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-mundo-de-1584/">Mapa do Mundo de 1584</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa da Africa de 1593</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-africa-de-1593/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 12:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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<p>Mapa da Africa de 1593 &#8211;&#160;Speculum Orbis Terrae &#8220;Africae Vera Forma, et Situs&#8221;,&#160;Jode, Cornelis de Este mapa, extremamente raro, é uma interessante resultado da combinação de fontes cartográficas. Cornelis preparou este mapa para a segunda edição do Speculum após a morte do seu pai em 1591. Substituiu o mapa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43027" aria-describedby="caption-attachment-43027" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43027 size-large" title="Mapa da Africa de 1593" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg" alt="Mapa da Africa de 1593 -&nbsp;Speculum Orbis Terrae&quot;Africae Vera Forma, et Situs&quot;,&nbsp;Jode, Cornelis de Este mapa, extremamente raro, é uma interessante resultado da combinação de fontes cartográficas. Cornelis preparou este mapa para a segunda edição do Speculum após a morte do seu pai em 1591. Substituiu o mapa de África da primeira edição que tinha sido atribuído a Gastaldi. Este mapa mantém o contorno continental de Gastaldi, sendo o interior baseado principalmente no mapa-mundo de Mercator de 1569. Isto é mais evidente nos sistemas fluviais, incluindo o Sachaf lac como a nascente dos rios Zabere (Zembere), Cuama e R. d S. Spirito na África Austral. O mapa também incorpora informações de Ortelius, incluindo a colocação de Zanzibar na costa sudoeste. O mapa está magnificamente decorado com navios e monstros marinhos e representações dos povos nativos espalhados pelo mapa. Infelizmente, o atlas de Cornelis teve o mesmo destino que o atlas do seu pai, tendo sido vendidas muito poucas cópias. Após a morte de Cornelis, as placas de cobre foram vendidas a Jan Baptist Vrients, editor do atlas de Ortelius, que as adquiriu apenas para impedir a sua reedição. Por este motivo, o mapa é muito raro. Texto latino no verso.&nbsp;" width="800" height="609" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1024x780.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-1536x1170.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-300x229.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-768x585.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-2048x1561.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-da-Africa-de-1593-800x610.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43027" class="wp-caption-text">Mapa da Africa de 1593 &#8211; Speculum Orbis Terrae &#8220;Africae Vera Forma, et Situs&#8221;, Jode, Cornelis de Este mapa, extremamente raro, é uma interessante resultado da combinação de fontes cartográficas. Cornelis preparou este mapa para a segunda edição do Speculum após a morte do seu pai em 1591. Substituiu o mapa de África da primeira edição que tinha sido atribuído a Gastaldi. Este mapa mantém o contorno continental de Gastaldi, sendo o interior baseado principalmente no mapa-mundo de Mercator de 1569. Isto é mais evidente nos sistemas fluviais, incluindo o Sachaf lac como a nascente dos rios Zabere (Zembere), Cuama e R. d S. Spirito na África Austral. O mapa também incorpora informações de Ortelius, incluindo a colocação de Zanzibar na costa sudoeste. O mapa está magnificamente decorado com navios e monstros marinhos e representações dos povos nativos espalhados pelo mapa. Infelizmente, o atlas de Cornelis teve o mesmo destino que o atlas do seu pai, tendo sido vendidas muito poucas cópias. Após a morte de Cornelis, as placas de cobre foram vendidas a Jan Baptist Vrients, editor do atlas de Ortelius, que as adquiriu apenas para impedir a sua reedição. Por este motivo, o mapa é muito raro.&nbsp;&nbsp;</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa da Africa de 1593 &#8211;&nbsp;Speculum Orbis Terrae</h3>
<h4>&#8220;Africae Vera Forma, et Situs&#8221;,&nbsp;Jode, Cornelis de</h4>
<p>Este mapa, extremamente raro, é uma interessante resultado da combinação de fontes cartográficas.</p>
<p>Cornelis preparou este mapa para a segunda edição do Speculum após a morte do seu pai em 1591.</p>
<p>Substituiu o mapa de África da primeira edição que tinha sido atribuído a Gastaldi.</p>
<p>Este mapa mantém o contorno continental de Gastaldi, sendo o interior baseado principalmente no mapa-mundo de Mercator de 1569. Isto é mais evidente nos sistemas fluviais, incluindo o Sachaf lac como a nascente dos rios Zabere (Zembere), Cuama e R. d S. Spirito na África Austral.</p>
<p>O mapa também incorpora informações de Ortelius, incluindo a colocação de Zanzibar na costa sudoeste.</p>
<p>O mapa está magnificamente decorado com navios e monstros marinhos e representações dos povos nativos espalhados pelo mapa.</p>
<p>Infelizmente, o atlas de Cornelis teve o mesmo destino que o atlas do seu pai, tendo sido vendidas muito poucas cópias.</p>
<p>Após a morte de Cornelis, as placas de cobre foram vendidas a Jan Baptist Vrients, editor do atlas de Ortelius, que as adquiriu apenas para impedir a sua reedição. Por este motivo, o mapa é muito raro.&nbsp;</p>
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		<title>Mapa da Europa de 1575</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-europa-de-1575/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 11:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa da Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da Europa de 1575 &#8211;&#160;Cosmographie Universelle de Tout le Monde Escassa versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius &#8211;&#160;&#8220;Europae&#8221;,&#160;Belleforest, Francois Este mapa escasso é uma versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius. O mapa estende-se até incluir a Islândia e parte da Gronelândia, e há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_43018" aria-describedby="caption-attachment-43018" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-43018 size-large" title="Mapa da Europa de 1575" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1024x735.jpg" alt="Mapa da Europa de 1575 -&nbsp;Cosmographie Universelle de Tout le MondeEscassa versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius -&nbsp;&quot;Europae&quot;,&nbsp;Belleforest, Francois Este mapa escasso é uma versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius. O mapa estende-se até incluir a Islândia e parte da Gronelândia, e há uma pequena porção do Labrador a invadir o mapa no canto superior esquerdo. Também se estende à Ásia Ocidental e ao Norte de África. O cortador de blocos tentou imitar a gravura em cobre com um mar pontilhado e os adornos de Ortelius, mas a execução num bloco de madeira é visivelmente mais grosseira. O mapa é modestamente adornado com um barco à vela, uma rosa dos ventos e um acampamento de tendas na Rússia. A personificação de Europa a ser raptada por Zeus sob a forma de um touro adorna a cartela de título. Houve apenas uma edição da Cosmographie de Belleforest, pelo que o mapa é escasso e raramente se encontra disponível no mercado." width="800" height="574" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1024x735.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-300x215.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-768x551.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-1536x1102.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-2048x1470.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Europa-de-1575-800x574.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-43018" class="wp-caption-text">Mapa da Europa de 1575 &#8211;&nbsp;Cosmographie Universelle de Tout le Monde Escassa versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius &#8211;&nbsp;&#8220;Europae&#8221;,&nbsp;Belleforest, Francois Este mapa escasso é uma versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius. O mapa estende-se até incluir a Islândia e parte da Gronelândia, e há uma pequena porção do Labrador a invadir o mapa no canto superior esquerdo. Também se estende à Ásia Ocidental e ao Norte de África. O cortador de blocos tentou imitar a gravura em cobre com um mar pontilhado e os adornos de Ortelius, mas a execução num bloco de madeira é visivelmente mais grosseira. O mapa é modestamente adornado com um barco à vela, uma rosa dos ventos e um acampamento de tendas na Rússia. A personificação de Europa a ser raptada por Zeus sob a forma de um touro adorna a cartela de título. Houve apenas uma edição da Cosmographie de Belleforest, pelo que o mapa é escasso e raramente se encontra disponível no mercado.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa da Europa de 1575 &#8211;&nbsp;Cosmographie Universelle de Tout le Monde</h3>
<h4>Escassa versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius &#8211;&nbsp;&#8220;Europae&#8221;,&nbsp;Belleforest, Francois</h4>
<p>Este mapa escasso é uma versão em xilogravura do mapa da Europa de Ortelius.</p>
<p>O mapa estende-se até incluir a Islândia e parte da Gronelândia, e há uma pequena porção do Labrador a invadir o mapa no canto superior esquerdo.</p>
<p>Também se estende à Ásia Ocidental e ao Norte de África.</p>
<p>O cortador de blocos tentou imitar a gravura em cobre com um mar pontilhado e os adornos de Ortelius, mas a execução num bloco de madeira é visivelmente mais grosseira.</p>
<p>O mapa é modestamente adornado com um barco à vela, uma rosa dos ventos e um acampamento de tendas na Rússia.</p>
<p>A personificação de Europa a ser raptada por Zeus sob a forma de um touro adorna a cartela de título. Houve apenas uma edição da Cosmographie de Belleforest, pelo que o mapa é escasso e raramente se encontra disponível no mercado.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-europa-de-1575/">Mapa da Europa de 1575</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>A pedra água-marinha é muito utilizada na indústria de joias</title>
		<link>https://bahia.ws/pedra-aqua-marinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 23:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[água-marinha]]></category>
		<category><![CDATA[berilo]]></category>
		<category><![CDATA[esmeraldas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A  pedra água-marinha é uma pedra preciosa cativante, conhecida por sua fascinante cor azul, tornando-a uma escolha apreciada tanto para colecionadores de pedras preciosas quanto para entusiastas de joias. Além disso água-marinha é uma pedra preciosa popular usada em joias e também é a pedra do mês de março. Assim [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A  pedra água-marinha é uma pedra preciosa cativante, conhecida por sua fascinante cor azul, tornando-a uma escolha apreciada tanto para colecionadores de pedras preciosas quanto para entusiastas de joias.</p>
<p>Além disso água-marinha é uma pedra preciosa popular usada em joias e também é a pedra do mês de março.</p>
<p>Assim como a Água-Marinha, a <strong><a href="https://bahia.ws/pedra-esmeralda-caracteristicas-variedades-e-qualidade/" target="_blank" rel="noopener">Esmeralda</a></strong>, Heliodoro e Morganita são uma variação do berilo.</p>
<p><em><strong>Os berilos são encontrados</strong> geralmente com um especial brilho vítreo, transparente. A pedra pura é incolor, porém, por causa das matizações de outros elementos, ela pode aparecer nas cores azul, amarela, vermelha, branca e verde.</em></p>
<p><figure id="attachment_42852" aria-describedby="caption-attachment-42852" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42852 size-loop-large" title="Pedra Água-Marinha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-800x800.webp" alt="Pedra Água-Marinha" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-800x800.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-300x300.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-768x768.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-55x55.webp 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-360x360.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-600x600.webp 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-650x650.webp 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-100x100.webp 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42852" class="wp-caption-text">Pedra Água-Marinha</figcaption></figure></p>
<p>É muito apreciado pela sua deslumbrante cor azul a azul esverdeado, que lembra as águas límpidas do mar, o que lhe dá o nome de “água-marinha” (aqua significa água e marinho significa mar).</p>
<p>A cor da pedra água-marinha provém de vestígios de ferro na pedra.</p>
<blockquote><p>A pedra água-marinha é tipicamente azul-esverdeada na natureza, por isso é tratada termicamente para remover o componente amarelo e produzir uma cor azul verdadeira.</p></blockquote>
<p>O Brasil é uma das fontes mais significativas de água-marinha.</p>
<p>O estado de Minas Gerais é particularmente conhecido por seus depósitos de água-marinha. O Vale do Jequitinhonha e as famosas minas da região de Teófilo Otoni são conhecidas por produzir cristais de água-marinha de alta qualidade.</p>
<p>A pedra é encontrada em vários locais ao redor do mundo, como Brasil, Madagascar, Nigéria, Zâmbia, Paquistão e Rússia, entre outros.</p>
<p>A qualidade e a cor podem variar dependendo da fonte.</p>
<p>A gema pode ser transparente a translúcida, com pedras de maior qualidade apresentando maior transparência.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pedra-aqua-marinha/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-2.webp" width="400" /></a></p></p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/pedra-esmeralda-caracteristicas-variedades-e-qualidade/" target="_blank" rel="noopener">Pedra Esmeralda – Caracteristicas, Variedades e Qualidade</a></strong></p>
<h3>Simbolismo e significado</h3>
<p>A água-marinha tem sido associada a vários significados simbólicos ao longo da história. Muitas vezes é considerado um símbolo de juventude, esperança e vida eterna. Acredita-se também que a pedra preciosa promove calma, clareza e equilíbrio emocional.</p>
<h3>Usos</h3>
<p>O principal uso da água-marinha é como uma pedra preciosa em joias.</p>
<p>É lapidado e lapidado em várias formas para ser colocado em anéis, brincos, colares e pulseiras. A beleza e a popularidade da água-marinha a tornam uma pedra preciosa muito procurada na indústria de joias.</p>
<h3>Nomes utilizados pelo mercado</h3>
<ul>
<li>água-marinha de Madagascar &#8211; azul médio</li>
<li>água-marinha do Brasil &#8211; verde azulado e azul esverdeado</li>
</ul>
<h3>Cuidados e manutenção</h3>
<p>A água-marinha é relativamente durável, mas ainda pode ser suscetível a arranhões e danos causados ​​por manuseio brusco ou golpes fortes.</p>
<p>Para cuidar de suas joias de água-marinha, é aconselhável guardá-las separadas de outras pedras preciosas para evitar arranhões.</p>
<p>A limpeza pode ser feita com água morna e sabão e uma escova macia. Limpadores ultrassônicos geralmente são seguros para água-marinha, mas é melhor consultar um joalheiro profissional para recomendações específicas de limpeza.</p>
<p><figure id="attachment_42857" aria-describedby="caption-attachment-42857" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-42857 size-loop-large" title="Pedra Água-Marinha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4-800x528.webp" alt="Pedra Água-Marinha " width="800" height="528" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4-800x528.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4-300x198.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4-768x507.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-Agua-Marinha-4.webp 893w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-42857" class="wp-caption-text">Pedra Água-Marinha</figcaption></figure></p>
<h3>Características da Pedra Água-Marinha</h3>
<h4>1. Cor</h4>
<p>A água-marinha é conhecida por sua cativante cor azul a azul esverdeado. A tonalidade pode variar de azul pálido e claro a tons mais profundos e vibrantes, lembrando as cores do mar.</p>
<p>A cor é causada por vestígios de ferro presentes na estrutura do cristal.</p>
<h4>2. Transparência</h4>
<p>A pedra é normalmente transparente a translúcida. Gemas de água-marinha de alta qualidade tendem a ter melhor transparência, permitindo que a luz passe pelo cristal com obstrução mínima.</p>
<h4>3. Sistema Cristal</h4>
<p>A água-marinha cristaliza no sistema de cristal hexagonal. Forma cristais prismáticos com seção transversal hexagonal. Esses cristais geralmente têm faces estriadas verticalmente e podem ocorrer em vários tamanhos, variando de pequenos a grandes.</p>
<h4>4. Dureza</h4>
<p>Dureza de 7.5 a 8 na escala de Mohs. Isso o coloca relativamente alto na escala, indicando boa durabilidade. No entanto, é importante observar que a dureza se refere à resistência de um mineral a arranhões e não à sua tenacidade ou resistência à quebra.</p>
<h4>5. Fratura</h4>
<p>A água-marinha tem clivagem pobre a indistinta. A clivagem refere-se à tendência de um mineral quebrar ao longo de certos planos de fraqueza. No caso da água-marinha, ela quebra de forma desigual, exibindo uma fratura concoidal ou em forma de concha.</p>
<h4>6. Brilho</h4>
<p>O cristal exibe um brilho vítreo a resinoso. Quando devidamente cortado e polido, pode exibir um brilho brilhante e um brilho semelhante ao vidro.</p>
<h4>7. Características de identificação</h4>
<p>Relativamente livre de inclusões; tubos de crescimento ocos ou preenchidos com fluidos, paralelos ao eixo c do cristal (“efeito chuva”); gotículas fluidas arranjadas radialmente (“estrela de neve” ou “crisântemo”) e, menos freqüentemente, inclusões minerais (óxido de ferro)</p>
<h4>8. Tratamentos possíveis</h4>
<p>Exemplares azuis esverdeados passam a azuis (remoção do componente ou centro de cor amarelo) mediante tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 450ºC, aproximadamente (estável, irreversível).</p>
<p><figure id="attachment_42865" aria-describedby="caption-attachment-42865" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-42865 size-full" title="Comparação de peças Agua Marinha tratadas e não tratadas cortadas a partir da mesma pedra." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Comparacao-de-pecas-Agua-Marinha-tratadas-e-nao-tratadas.jpg" alt="Comparação de peças Agua Marinha tratadas e não tratadas cortadas a partir da mesma pedra. A metade aquecida agora tem aquela cor azul Agua Marinha a maioria das pessoas está acostumada a ver. A pedra foi aquecida a 400 ° C durante uma hora ou mais." width="298" height="200" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Comparacao-de-pecas-Agua-Marinha-tratadas-e-nao-tratadas.jpg 298w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Comparacao-de-pecas-Agua-Marinha-tratadas-e-nao-tratadas-82x55.jpg 82w" sizes="(max-width: 298px) 100vw, 298px" /><figcaption id="caption-attachment-42865" class="wp-caption-text">Comparação de peças Agua Marinha tratadas e não tratadas cortadas a partir da mesma pedra. </figcaption></figure></p>
<p>A metade da pedra aquecida tem agora aquela cor azul Agua Marinha que a maioria das pessoas está acostumada a ver. A pedra foi aquecida a 400 ° C durante uma hora ou mais.</p>
<h4>9. Possíveis confusões</h4>
<p>Topázio azul , espinélio sintético azul, quartzo azul sintético e berilo maxixe (um tipo de berilo tratado por irradiação)</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pedra-aqua-marinha/">A pedra água-marinha é muito utilizada na indústria de joias</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Pindobaçu (BA) é conhecida como a capital das esmeraldas</title>
		<link>https://bahia.ws/pindobacu-ba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 14:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[esmeraldas]]></category>
		<category><![CDATA[Pindobaçu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O sertão da Bahia é uma região cheia de preciosidades, culturais e materiais, com várias cidades conhecidas pela exploração de minérios e joias. Assim como outros municípios, Pindobaçu também é famosa pela extração de esmeraldas mas, para além disso, é um excelente ponto turístico. Conhecida como capital mundial das esmeraldas, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pindobacu-ba/">Pindobaçu (BA) é conhecida como a capital das esmeraldas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O sertão da Bahia é uma região cheia de preciosidades, culturais e materiais, com várias cidades conhecidas pela exploração de minérios e joias.</p>
<p>Assim como outros municípios, Pindobaçu também é famosa pela extração de esmeraldas mas, para além disso, é um excelente ponto turístico.</p>
<p>Conhecida como capital mundial das esmeraldas, a cidade de Pindobaçu, localizada no norte da Bahia do Brasil, conta com uma população de cerca de 20 mil habitantes.</p>
<p><figure id="attachment_42830" aria-describedby="caption-attachment-42830" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42830 size-large" title="Pindobaçu (BA)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-1024x498.jpg" alt="Pindobaçu (BA)" width="800" height="389" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-1024x498.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-300x146.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-768x373.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-113x55.jpg 113w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA-800x389.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pindobacu-BA.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42830" class="wp-caption-text">Pindobaçu (BA)</figcaption></figure></p>
<p>De origem na língua Tupi Guarani, o nome Pindobaçu significa &#8220;palmeira grande&#8221;, fazendo referência ao fato de que na cidade sempre existiram muitas palmeira de babaçu.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">O município de Pindobaçu está situado no Centro Norte baiano, mais especificamente na microrregião de Senhor do Bonfim e faz fronteira com os municípios de Campo Formoso, Antônio Gonçalves, Mirangaba, Filadélfia, Saúde e Ponto Novo.</div></p>
<p>Entretanto, na cidade, com área inferior a 500 k㎡, são encontradas mais de 200 minas de esmeraldas, atraindo muitas pessoas em busca das pedras preciosas possivelmente descartadas pelos mineiros.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pindobacu-ba/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/esmeralda.webp" width="400" /></a></p></p>
<p><strong>Veja também&nbsp;<a href="http://bahia.ws/en/emerald-stone-characteristics-varieties-and-quality/" target="_blank" rel="noopener">Pedra Esmeralda – Caracteristicas, Variedades e Qualidade</a></strong></p>
<p>A Serra da Carnaíba é uma cadeia montanhosa no município de Pindobaçu e <strong><a href="http://bahia.ws/esmeraldas-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener">Campo Formoso</a></strong>, no estado da Bahia, no Brasil.</p>
<p>O lugar é sobretudo conhecido pelas atividades de garimpo de esmeraldas.</p>
<p>O garimpo na região começou na década de 1960, conhecendo-se desde essa altura veios de esmeralda e de minerais a ela associados: berilo, talco, água-marinha, molibdênio, entre outros.</p>
<p>Joalheiros provenientes de todo o mundo vêm ao mercado no centro da cidade comprar esmeraldas em estado bruto.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pindobacu-ba/">Pindobaçu (BA) é conhecida como a capital das esmeraldas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Catas Altas MG – História e Atrações Turísticas</title>
		<link>https://bahia.ws/catas-altas-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Oct 2023 17:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Catas Altas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Catas Altas é uma graciosa cidade colonial surgiu como povoado em 1712. A 110 quilômetros de Belo Horizonte, pela-MG-129 e a BR-381, faz divisa com Santa Bárbara, Mariana e Alvinópolis. Fincada aos pés da cadeia montanhosa do Caraça, especialmente o pico de Catas Altas, de 1820 metros de altitude, apresenta [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/catas-altas-mg/">Catas Altas MG &#8211; História e Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Catas Altas é uma graciosa cidade colonial surgiu como povoado em 1712.</p>
<p>A 110 quilômetros de Belo Horizonte, pela-MG-129 e a BR-381, faz divisa com Santa Bárbara, Mariana e Alvinópolis.</p>
<p>Fincada aos pés da cadeia montanhosa do Caraça, especialmente o pico de Catas Altas, de 1820 metros de altitude, apresenta construções baixas e calçamento de pedras no centro.</p>
<p><figure id="attachment_42805" aria-describedby="caption-attachment-42805" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42805 size-full" title="igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição em Catas Altas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas.jpg" alt="igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição em Catas Altas" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Catas-Altas-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42805" class="wp-caption-text">igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição em Catas Altas</figcaption></figure></p>
<p>A igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição (praça Monsenhor Mendes, s/n), tombada pelo poder federal, guarda a escultura do Cristo Crucificado de <strong><a href="http://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/" target="_blank" rel="noopener">Aleijadinho</a></strong>.</p>
<p>Voltada para a cadeia de-montanhas, de seu adro tem-se bela visão panorâmica.</p>
<p>Outra construção religiosa relevante e a pequena capela Santa Quitéria (praça de Santa Quitéria, com interior barroco em estilo joanino.</p>
<p><figure id="attachment_42807" aria-describedby="caption-attachment-42807" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42807 size-full" title="capela Santa Quitéria em Catas Altas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas.jpg" alt="capela Santa Quitéria em Catas Altas" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-Santa-Quiteria-em-Catas-Altas-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42807" class="wp-caption-text">capela Santa Quitéria em Catas Altas</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;Catas Altas é-conhecida pela produção de licores, doces e vinho de jabuticaba.</p>
<p>No fim da primeira quinzena de maio, os-produtores se reúnem em frente à-matriz para a Festa do Vinho.</p>
<p><figure id="attachment_42810" aria-describedby="caption-attachment-42810" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42810" title="Cidade de Catas Altas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG.webp" alt="Cidade de Catas Altas MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG.webp 850w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-800x534.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42810" class="wp-caption-text">Cidade de Catas Altas MG</figcaption></figure></p>
<h2>Catas Altas</h2>
<h3>História</h3>
<p>Situada aos pés da <strong><a href="http://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/" target="_blank" rel="noopener">Serra do Caraça</a></strong> e resguardados pelo contraforte da serra do espinhaço, a formação do povoado que deu origem ao atual município começou a ocorrer no final do século XVII por volta de 1694 com a descoberta de ricas minas auríferas mais tardes denominadas de Catas Altas.</p>
<p>Atribui-se a Domingos Borges a fundação do arraial em 1703.</p>
<p>A história de Catas Altas, assim como de diversas cidades mineiras, está relacionada com o ciclo da mineração no século XVIII.</p>
<p><strong>O nome “Catas Altas” provém das profundas escavações que se faziam no alto dos morros.&nbsp;</strong></p>
<p><figure id="attachment_42812" aria-describedby="caption-attachment-42812" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42812 size-full" title="Cidade de Catas Altas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1.webp" alt="Cidade de Catas Altas MG" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42812" class="wp-caption-text">Cidade de Catas Altas MG</figcaption></figure></p>
<p>A palavra “catas” significa garimpo, escavação mais ou menos profunda, conforme a natureza do terreno para a mineração.</p>
<p>No povoado, as catas, os garimpos, as minas mais ricas e produtivas, estavam situadas nas partes mais altas, no alto da serra e por isso, a atual cidade ficou conhecida como Catas Altas.</p>
<p>Com o esgotamento das minas o arraial ficou praticamente abandonado.</p>
<p>Em 1868, chega em Catas Altas o Monsenhor Manuel Mendes Pereira de Vasconcelos para ser o vigário do arraial.</p>
<p>O padre nota a ausência de qualquer forma de cultura de subsistência.</p>
<p>Ele ensina ao povo como plantar as videiras, as épocas das podas, das colheitas, como esmagar as uvas, o período de fermentação, o armazenamento adequado para não acontecer nenhuma alteração.</p>
<p>E assim, o vigário conseguiu que a produção do vinho de Catas Altas aumentasse cada vez mais, sempre com melhor qualidade.</p>
<p>Entre 1839 e 1995, Catas Altas pertenceu ao município de Santa Bárbara emancipando-se através da lei nº12. 030, de 21 de dezembro de 1995.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/catas-altas-mg/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Catas-Altas-MG-1.webp" width="400" /></a></p></p>
<h3>Atrações&nbsp; Turísticas</h3>
<ul>
<li>Passear pelo Centro Histórico de Catas Altas</li>
<li>Visitar e Hospedar no Santuário do Caraça</li>
<li>Visitar a Capela de Santa Quitéria e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição</li>
<li>Conhecer as belas cachoeiras da região como a Cachoeira do Maquiné, Castatinha, Cascatona e Cachoeira da Santa</li>
<li>Ecoturismo</li>
</ul>
<h4>Ecoturismo</h4>
<p>Catas Altas tem cachoeiras e pontos para escalada.</p>
<p><strong>A trilha Parque Estrada Real começa a 2 quilômetros do centro.</strong></p>
<p>Constitui-se de um trecho de estrada de terra de 5,7 quilômetros sobreposto à antiga <strong><a href="http://bahia.ws/estrada-real/" target="_blank" rel="noopener">Estrada Real</a></strong>, que no século XVIII ligava a cidade a <strong><a href="http://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">Mariana</a></strong>.</p>
<p>O percurso pode ser feito a pé ou de bicicleta e margeia trilhos da-antiga ferrovia Centro Atlântica, que parte de Belo Horizonte e vai até Vitória.</p>
<p>Do fim da trilha Parque Estrada são apenas 500 metros até a cachoeira da Santa, com queda de 12 metros e poço raso, ideal para crianças.</p>
<p>A puxada <strong>trilha do pico de Catas Altas</strong>, a 4,5 quilômetros do centro, requer guia: composta de ubidas, revela cachoeiras e ribeirões pelo caminho.</p>
<p>Uma trilha de cerca de 30 minutos leva à parte alta da cachoeira Maquiné, a 3 quilômetros do centro, com 14 metros de queda, poço para banho e duchas naturais.</p>
<p>O balneário Morro de Água Quente (acesso pela MG-129 para Mariana, km 97, a 6 quilômetros do centro de Catas Altas), com piscinas naturais com águas termais a 28°C, é o ponto de partida de uma trilha de aproximadamente 1 quilômetro ao longo do córrego do Mosquito, onde se encontram antigos pilões de pedra, caixas d’água do mesmo material e um poço de água quente.</p>
<p><figure id="attachment_42815" aria-describedby="caption-attachment-42815" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42815 size-full" title="Aqueduto Bicame de Pedra em Catas Altas - MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG.jpg" alt="Aqueduto Bicame de Pedra em Catas Altas - MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Aqueduto-Bicame-de-Pedra-em-Catas-Altas-MG-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42815" class="wp-caption-text">Aqueduto Bicame de Pedra em Catas Altas &#8211; MG</figcaption></figure></p>
<p>O aqueduto Bicame de Pedra, de 1792, foi erguido por escravos para captar água da <strong><a href="http://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/" target="_blank" rel="noopener">serra do Caraça</a></strong> e lavar o ouro. Situa-se a 10 quilômetros do centro, dois deles em terra (pela MG-129 para Santa Bárbara).</p>
<p>O monumento foi construído usando técnicas inspiradas da arte romana, sem necessidade de cimento ou argamassa. No arco do portal é possível observar que as pedras de quartzitos foram colocadas de modo a que umas travem as outras.</p>
<p>Atualmente, restam apenas 200 metros da muralha de pedras secas, que tem no seu ponto mais alto, cerca de 5,10 metros de altura.</p>
<p>Dali, 1,5 quilômetro de caminhada permite chegar à trilha que conduz ao transparente córrego do Quebra Ossos, rodeado por prainhas de areia branca.</p>
<p>O pico do Baiano (a 6 quilômetros do centro pela <strong><a href="http://bahia.ws/estrada-real/" target="_blank" rel="noopener">Estrada Real</a></strong>) &#8211; um dos mais famosos entre os praticantes de escalada -, tem 2016 metros de altitude, com 850 metros de vias com grampos fixos de segurança. Quem leva: Associação dos Condutores de Turismo de Catas Alfas (praça Monsenhor Mendes, 362).</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/catas-altas-mg/">Catas Altas MG &#8211; História e Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pico do Itacolomi – Atrações Turísticas, História e Trilhas</title>
		<link>https://bahia.ws/pico-do-itacolomi-atracoes-turisticas-historia-e-trilhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 11:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda do Manso]]></category>
		<category><![CDATA[Pico do Itacolomi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pico do Itacolomi no&#160;Parque Estadual Pico do Itacolomi (“pedra-criança” em tupi-guarani), com seus 1772 metros, era o ponto de referência dos bandeirantes que procuravam ouro nas brenhas de Minas no fim do século XVll. Foi nos riachos que cortam seu-entorno que o ouro enfim foi-descoberto; foi a seus pés [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pico-do-itacolomi-atracoes-turisticas-historia-e-trilhas/">Pico do Itacolomi &#8211; Atrações Turísticas, História e Trilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Pico do Itacolomi no&nbsp;Parque Estadual Pico do Itacolomi (“pedra-criança” em tupi-guarani), com seus 1772 metros, era o ponto de referência dos bandeirantes que procuravam ouro nas brenhas de Minas no fim do século XVll.</p>
<p>Foi nos riachos que cortam seu-entorno que o ouro enfim foi-descoberto; foi a seus pés que Antônio Dias fundou a futura Vila Rica em 24-de junho de 1698.</p>
<p><figure id="attachment_42787" aria-describedby="caption-attachment-42787" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42787 size-large" title="Parque Estadual Pico do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1024x576.jpg" alt="Parque Estadual Pico do Itacolomi" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42787" class="wp-caption-text">Parque Estadual Pico do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<p>Transformada em parque estadual em 1967, a serra do Itacolomi, parte da serra do Espinhaço, abrange hoje 7543 hectares, pertencentes a <strong><a href="http://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener">Ouro Preto</a></strong> e a <strong><a href="http://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">Mariana</a></strong>.</p>
<p>O grande atrativo do passeio é a combinação de natureza e história.</p>
<p>Bem organizado, o parque conta com estacionamentos pagos na portaria e no Centro de Visitantes; além disso, oferece bons serviços de apoio, com vans, monitores, banheiros e lanchonete.</p>
<p>Situado em uma área de transição da mata atlântica para o cerrado, veem-se nas regiões mais baixas do parque árvores de grande porte &#8211; perobas, canelas, baraúnas, jatobás e quaresmeiras; na parte mais alta, predominam os campos de altitude, com begônias, bromélias, canelas-de-ema, sempre-vivas e orquídeas, das quais uma é endêmica, a Habenaria itaculumínia.</p>
<p>Entre os animais, há tamanduás, quatis, lontras. Gatos mouriscos e tatus, além de aves como o beija-flor-de-gravata-verde e o pavó.</p>
<p>Mais ariscas e difíceis de avistar são as onças, pardas e pintadas, e os-macacos sauás.</p>
<p>As atrações são divididas em histórico-culturais, trilhas e expedições.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pico-do-itacolomi-atracoes-turisticas-historia-e-trilhas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p><strong>Veja também<a href="http://bahia.ws/categoria/cidades-historicas-de-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener"> Cidades Históricas de Minas Gerais</a></strong></p>
<h2>Parque Estadual Pico do Itacolomi</h2>
<p><figure id="attachment_42778" aria-describedby="caption-attachment-42778" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42778 size-full" title="Mapa do Parque Estadual Pico do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.webp" alt="Mapa do Parque Estadual Pico do Itacolomi" width="500" height="505" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi.webp 500w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-297x300.webp 297w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-54x55.webp 54w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-100x100.webp 100w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42778" class="wp-caption-text">Mapa do Parque Estadual Pico do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<h3>1. Histórico</h3>
<p>Grande parte da responsabilidade pela exploração da região de <strong><a href="http://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener">Ouro Preto</a></strong> se deveu a presença de um símbolo natural que guiava os bandeirantes do século XVII: o Pico do Itacolomi, a “Pedra- Menino”.</p>
<p>Em um dos pontos do parque, no caminho por onde se escoava a produção aurífera, foi construído um entreposto comercial-fiscal para a cobrança do quinto, o imposto da exploração do mineral em Minas Gerais, já logo após o início da povoação na região, em torno de 1706.</p>
<p>Esse posto também era útil por ter sido uma forma de vigilância e defesa do acesso às minas. Ela é considerada um dos primeiros prédios públicos do Estado.</p>
<p>O local também foi cenário para os viajantes naturalistas dos séculos XVIII e XIX, como Spix e Von Martius, onde realizaram importantes estudos e pesquisas.</p>
<p>Com o declínio da exploração aurífera na região, em meados do século XVIII, a região foi ocupada para a agricultura, com a plantação de chá.</p>
<p>A área foi arrematada em 1772 pelo Sargento Mor Manoel Manso da Costa Reis, e era conhecida na época com Fazenda da Vargem da Olaria.</p>
<p>Em 1871 a propriedade foi hipotecada e, em 1909, passou às mãos dos irmãos Soares. Em data ainda não precisa, foi vendida a Francisco Diogo de Vasconcelos.</p>
<p>A então Fazenda do Manso, que ocupava a atual área do Parque do Itacolomi, estava entre as duas mais importantes produtoras de chá em Ouro Preto – que contava com mais sete outras empresas produtoras da erva.</p>
<p>A produção do Chá Edelweiss prosperou a partir do início da década de 1930 e persistiu até o final dos anos 50.</p>
<p>Na Fazenda São José do Manso havia, em 1946, 1,8 milhões de pés de chá.</p>
<p>O proprietário da fazenda na época era José Salles Andrade, que importou as sementes da Índia e o maquinário da Alemanha.</p>
<p>O chá tinha o nome de Edelweiss em homenagem à esposa do fazendeiro.</p>
<p>Em 1974, a Fazenda São José do Manso foi vendida para o historiador Tarquínio José Barbosa de Oliveira, que tentou recomeçar a produção do chá preto.</p>
<p>Quando assumiu a fazenda, o historiador encontrou a área de plantio tomada pelo mato. Limpou tudo e recomeçou a produção, mas não teve o mesmo sucesso do Chá Edelweiss.&nbsp;</p>
<h3>2. Aspectos Geomorfológicos</h3>
<p>A região tem grande apelo pela sua geomorfologia, que se destaca na paisagem não somente pela imponência da Serra – porção sul da Serra do Espinhaço – mas também pelo seu monumento natural, o Pico do Itacolomi, que é um dos símbolos da ocupação e da história de Ouro Preto.</p>
<p>A Serra do Itacolomi é um dos ramos isolados da Serra do Espinhaço, que atravessa Minas Gerais do sul para o norte.</p>
<p>A composição rochosa do parque é formada principalmente por quartizitos, filitos, granitos e arenitos.</p>
<p>Tem destaque os afloramentos rochosos nos campos de altitude e platôs com declives, como a Serra do Trovão, a de Lavras Novas, a do Cibrão e o Pico do Itacolomi.</p>
<p>Essa diversidade geomorfológica do parque é caracterizada pela variação de altitude, que vai de 700m a 1772m – cume do pico.</p>
<h3>3. Cobertura Vegetal</h3>
<p>A vegetação do parque é composta de uma área de transição entre dois diferentes biomas, estando situado no extremo oeste dos domínios da Mata Atlântica e a leste do Cerrado.</p>
<p>Tal diversidade é facilmente percebida nas trilhas oferecidas aos visitantes no parque, ainda que aproximadamente 60% de todo o terreno seja composto de Campos de Altitude.</p>
<p>Sua vegetação é composta ainda por Floresta Estacional Semidecidual e Floresta de Galeria.</p>
<p>Uma árvore de grande beleza cênica encontrada no parque é quaresmeira, presente principalmente ao longo dos cursos d’água que cruzam a região.</p>
<p>Nas partes mais elevadas destaca-se a existência de gramíneas e ciperáceas, sendo um exemplo importante a canela-de-ema. São presentes ainda campos de candeia pela região.</p>
<p>Mas o grande destaque – que também causa preocupação devido à biopirataria – são as exóticas bromélias e orquídeas, plantas que atraem o interesse do visitante e que muitas vezes, inconseqüentemente, acabam levando-as para fora do parque.</p>
<h3>4. Fauna</h3>
<p>Um levantamento do IEF constatou que existem cerca de 400 espécies diferentes de animais na área do Parque do Itacolomi, conferindo à região grande diversidade de fauna.</p>
<p>Grande parte dessas espécies encontram-se ameaçadas em sua presença na área em que o parque está assentado, devido às queimadas freqüentes, principalmente nos meses que abrangem o inverno, época de seca e ventos intensos.</p>
<p>Dentre as espécies existentes na região que se encontram ameaçadas destacam-se o lobo-guará, a onça parda, o macaco sauá, a ave-povó e o tamanduá-mirim.</p>
<h3>5. Hidrografia</h3>
<p>A bacia onde está situado o Parque Estadual do Itacolomi é a do Gualaxo do Sul, rio que é um dos afluentes do Rio do Carmo.</p>
<p>Outros cursos d’água que cruzam o parque são: Rio Mainart, Ribeirão Belchior, Córrego dos Prazeres, Córrego Domingas e Córrego do Manso.</p>
<p>Todos estes fazem parte da rede hidrográfica que compõe a Bacia do Rio Doce, uma das principais e mais importantes do Estado.</p>
<h3>6. Clima</h3>
<p>O clima da região assemelha-se ao da cidade de Ouro Preto: um clima típico de altitude, relativamente úmido com nevoeiros e ventos dominantes da região sudoeste.</p>
<p>As chuvas são abundantes no verão, principalmente entre os meses de Novembro e Março.</p>
<p>No inverno a paisagem fica mais seca, e devido à falta de chuvas e ventos os riscos de incêndios são grandes.</p>
<p>A temperatura ao longo do ano varia de 4ºC a 33ºC, com média de 21 graus centígrados.</p>
<h3>7. Aspectos Históricos &#8211; Ocupação da Região</h3>
<p>O desbravamento da região fez parte dos trabalhos das bandeiras exploradoras do interior do continente ao longo do século XVII.</p>
<p>Pouco se sabe sobre a primeira bandeira que atingiu a região, mas cogita-se que tenha sido as de Bartolomeu Bueno da Siqueira e Antônio Rodrigues Arzão.</p>
<p>Entretanto, foi a Bandeira de Duarte Lopes que primeiro encontrou ouro na região, já no final do século XVII.</p>
<p>A descoberta se deu ao acaso, quando um dos integrantes da expedição encontrou pedras escuras no leito do Rio Tripuí que, após terem sido levadas para o Rio de Janeiro para análise, relevaram-se como ouro de mais alto quilate, e sua cor escura era somente uma fina camada de óxido de ferro.</p>
<p><figure id="attachment_42789" aria-describedby="caption-attachment-42789" style="width: 276px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42789 size-full" title="Parque Estadual Pico do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1.jpg" alt="Parque Estadual Pico do Itacolomi" width="276" height="183" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1.jpg 276w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Estadual-Pico-do-Itacolomi-1-83x55.jpg 83w" sizes="(max-width: 276px) 100vw, 276px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42789" class="wp-caption-text">Parque Estadual Pico do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<p>Trinta anos após a descoberta, um novo arraial do Morro de São Paulo, futura Vila Rica, já estaria instalado e contaria com aproximadamente 40 mil habitantes, sendo considerada a maior aglomeração humana da América Latina até então.</p>
<p>Próximo a esta vila, às margens do Ribeirão do Carmo, surgia o Arraial de Nossa Senhora do Carmo, que mais tarde foi elevada a primeira cidade de Minas Gerais e escolhida como sede do Bispado mineiro.</p>
<p>O ouro movimentava não somente a economia diretamente ligada a ele, mas também os mercadores que abasteciam a cidade, artesãos produtores de ferramentas, objetos e até mesmo arte, engenheiros de todos os setores, advogados, clero, médicos etc.</p>
<p>Até meados do século XVIII, o ouro era encontrado abundantemente, quando o metal começou a se escassear. Iniciou-se uma intensificação com relação a fiscalização da produção de ouro e cobrança de impostos dos mineradores. Tal pressão por parte da Coroa culminou com a Inconfidência Mineira.</p>
<p>Vila Rica virou Imperial Cidade de Ouro Preto em 1823 e permaneceu como capital da Província de Minas Gerais até 1897, ano da inauguração de Belo Horizonte. Já Mariana, uma das primeiras cidades projetadas do Brasil, foi tombada como Patrimônio histórico Nacional em 1945.</p>
<p><figure id="attachment_42776" aria-describedby="caption-attachment-42776" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ambiente-Interno-do-Parque.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42776 size-full" title="mapa do Parque Estadual do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ambiente-Interno-do-Parque.jpg" alt="mapa do Parque Estadual do Itacolomi" width="613" height="919" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ambiente-Interno-do-Parque.jpg 613w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ambiente-Interno-do-Parque-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ambiente-Interno-do-Parque-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42776" class="wp-caption-text">mapa do Parque Estadual do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<h3>8. Atrações Turísticas</h3>
<ul>
<li>Centro de Visitantes</li>
<li>Museu do Chá</li>
<li>Casa Bandeirista</li>
<li>Trilha do Forno</li>
<li>Trilha da Capela</li>
<li>Trilha da Lagoa</li>
<li>Expedições rumo ao Morro do Cachorro</li>
<li>Mirante</li>
<li>Bacia do Custódio</li>
<li>Pico Itacolomi</li>
</ul>
<p>Toda visitação é acompanhada por um monitor ambiental, o qual passa informações de cada local.&nbsp;</p>
<h3>9. Passeio Histórico</h3>
<p>O Centro de Visitantes do parque ocupa a área de secagem da antiga Fazenda de São José do Manso, grande produtora de chá preto entre-as décadas de 1930 e 1950.</p>
<p>A história-pode ser conhecida nas visitas-monitoradas ao Museu do Chá, que-guarda a maquinaria alemã utilizada no processamento das ervas.</p>
<p><figure id="attachment_42780" aria-describedby="caption-attachment-42780" style="width: 653px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42780 size-full" title="Museu do Chá no Parque Estadual do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" alt="Museu do Chá no Parque Estadual do Itacolomi" width="653" height="490" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg 653w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Museu-do-Cha-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 653px) 100vw, 653px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42780" class="wp-caption-text">Museu do Chá no Parque Estadual do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<p>Um pouco mais adiante, o visitante-retorna a tempos ainda mais remotos.</p>
<p>A Casa Bandeirista foi erguida entre 1706 e 1708, segundo padrões da-arquitetura rural paulista. Primeiro prédio público de Minas Gerais, nele se recolhiam impostos e se fiscalizava o ouro que seguia pela <strong><a href="http://bahia.ws/estrada-real/" target="_blank" rel="noopener">Estrada Real</a></strong> até o porto.</p>
<p><figure id="attachment_42785" aria-describedby="caption-attachment-42785" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42785 size-full" title="Casa Bandeirista no Parque Estadual do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" alt="Casa Bandeirista no Parque Estadual do Itacolomi" width="550" height="412" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg 550w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Bandeirista-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42785" class="wp-caption-text">Casa Bandeirista no Parque Estadual do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<p>A construção, tombada como-patrimônio histórico nacional em 1998, tem elementos típicos como as seteiras (espécie de janela muito-estreita), usadas para a defesa da casa e compartimentos no subsolo onde se depositavam armas, munição e ouro.</p>
<p><figure id="attachment_42782" aria-describedby="caption-attachment-42782" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42782 size-full" title="capela de São José no Parque Estadual do Itacolomi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg" alt="capela de São José no Parque Estadual do Itacolomi" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/capela-de-Sao-Jose-no-Parque-Estadual-do-Itacolomi-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42782" class="wp-caption-text">capela de São José no Parque Estadual do Itacolomi</figcaption></figure></p>
<p>O piso conserva trechos originais, de-cerâmica ali produzida, recobertos por vidro para evitar a deterioração.</p>
<p>Faz-parte também desse passeio histórico a capela de São José, reformada na-década de 1990 e decorada por artistas-locais com matérias-primas nativas.</p>
<h3>10. Trilhas</h3>
<p>O parque oferece quatro trilhas e três mini expedições monitoradas, que-devem ser agendadas previamente.</p>
<h4>10.1. Trilha do Forno</h4>
<p>A Trilha do Forno é circular e tem-cerca de 1200 metros de extensão.</p>
<p>De nível fácil, passa por uma área de mata-atlântica pontuada por bromélias e grandes árvores, com alguns trechos alagadiços.</p>
<p>O nome se deve às ruínas de um forno de pedra do século XIX.</p>
<h4>10.2. Trilha da Capela</h4>
<p>A Trilha da Capela, também circular e fácil, com cerca de 1500 metros de extensão, passa por uma área de candeias, árvore ameaçada de extinção, e outros exemplares típicos do cerrado.</p>
<p>Há duas lagoas na subida entre a portaria e o Centro de Visitantes, a lagoa da Curva e a lagoa da Capela.</p>
<p>Quem quiser nadar deve assinar um termo de responsabilidade.</p>
<h4>10.3. Trilha da Lagoa da Capela</h4>
<p>A Trilha da Lagoa da Capela contorna o lago por cerca de 500 metros.</p>
<p>Fácil, é uma trilha tranquila, que pode ser percorrida com crianças.</p>
<h4>10.4. Trilha do Caminho Velho da Estrada Real</h4>
<p>A Trilha do Caminho Velho da Estrada Real, com cerca de 20 quilômetros, é o trecho de terra que liga a portaria do parque a Lavras Novas.</p>
<p>Pode ser percorrida a pé ou de bicicleta.</p>
<h3>11. Mini-expedições</h3>
<p>O morro do Cachorro oferece uma-bela vista do pico do Itacolomi e de toda a região.</p>
<p>São 4 quilômetros de subida que levam a 1400 metros de-altitude e que podem ser feitos a pé, de carro ou de bicicleta.</p>
<p>Boa parte da-trilha de ida da represa do Custódio, a 8 quilômetros do Centro de Visitantes, é em estrada aberta, com mata alta, agradável; no caminho há um mirante.</p>
<p>No retorno, mais pesado, é preciso subir por uma trilha fechada-de dificuldade média.</p>
<p>A represa do Custódio, rodeada por vegetação de mata atlântica, é formada pelo rio dos Prazeres, cuja nascente se localiza-dentro do parque; são cerca de 3 quilômetros de extensão e 20 metros-de profundidade.</p>
<p>E possível alcançá-la também a partir de Lavras Novas, após-6 quilômetros de trilha. Para nadar na represa do Custódio é necessário assinar um termo de responsabilidade.</p>
<p>Ao redor dela, há cabaninhas de sapé, ótimas para piqueniques, e uma área-para camping ainda não-regulamentada.</p>
<p>Quem tiver disposição-pode caminhar mais 2 quilômetros até a cachoeira dos Três Pingos, pequena queda-d’água sem poço, só para-refrescar.</p>
<p>Um pouco mais à frente está a bela e a mais selvagem cachoeira-dos Namorados.</p>
<p>Na caminhada ao Pico do Itacolomi percorrem-se 8 quilômetros a partir da Fazenda do-Manso.</p>
<p>Os monitores não-recomendam a subida até o topo por-questões de segurança, razão pela qual-eles acompanham os visitantes apenas até a base do pico. Rod. MG-356 (rodovia dos Inconfidentes), trevo do hospital, a 3 km do centro.</p>
<h3>12. Como chegar</h3>
<p>A portaria do parque fica entre os municípios de Ouro Preto e <strong><a href="http://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">Mariana</a></strong>.</p>
<p>A partir de Ouro Preto, pegue a rodovia BR-356 (Rodovia dos Inconfidentes) até o entroncamento com a MG-262, em direção ao Parque.</p>
<p>E a partir de Belo Horizonte pegue a BR-356, em sentido ao Rio de Janeiro, passando pela cidade de Itabirito, até o entroncamento com a MG-262.</p>
<p>Veículos são permitidos da portaria até a sede da fazenda.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pico-do-itacolomi-atracoes-turisticas-historia-e-trilhas/">Pico do Itacolomi &#8211; Atrações Turísticas, História e Trilhas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa da Jamaica de 1671</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-jamaica-de-1671/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 13:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da Jamaica de 1671 &#8211;&#160;Atlas Maritimus &#8220;Novissima et Accuratissima Insulae Jamaicae Descriptio&#8221;, Seller, John&#160; Este é o primeiro estado de um mapa inglês muito raro que mostra a ilha dividida em distritos. Em 1670, Sir Thomas Modyford encomendou um levantamento da ilha, que foi concluído por John Man, o [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-jamaica-de-1671/">Mapa da Jamaica de 1671</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42757" aria-describedby="caption-attachment-42757" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42757 size-large" title="Mapa da Jamaica de 1671" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-1024x786.jpg" alt="Mapa da Jamaica de 1671 -&nbsp;Atlas Maritimus&quot;Novissima et Accuratissima Insulae Jamaicae Descriptio&quot;, Seller, John&nbsp;

Este é o primeiro estado de um mapa inglês muito raro que mostra a ilha dividida em distritos.

Em 1670, Sir Thomas Modyford encomendou um levantamento da ilha, que foi concluído por John Man, o inspetor-geral da Jamaica de 1661 a 1671. No ano seguinte, John Seller, John Ogilby e Richard Blome utilizaram o levantamento para publicar mapas da Jamaica.

O mapa de Seller, que se assemelha muito à versão de Ogilby, apresenta as povoações mais proeminentes com os proprietários de terras nomeados na legenda grande na parte inferior.

Port Royal está corretamente localizado e existem numerosas povoações na parte sul da ilha.

Ao longo da linha costeira são identificados ancoradouros, rochedos, baixios e sondagens de profundidade.

O mapa está magnificamente ornamentado com uma cartela de título em cinta com o brasão de armas da Jamaica e putti segurando no alto os brasões dos governadores da ilha: Doyley, Winsor, Modiford e Lynch.

A grande cartela de dedicatória é deixada em branco, encimada por índios e ladeada por crocodilos. Os elementos decorativos adicionais incluem um homem a disparar contra um touro, uma rosa dos ventos, um monstro marinho e um barco à vela.

John Seller foi um editor britânico pioneiro de cartas náuticas e uma das figuras mais importantes do início da história da cartografia britânica.

A loja de Seller, situada perto da Torre de Londres, em Wapping, tornou-se um ponto de encontro para os marinheiros que chegavam com as últimas notícias de lugares distantes e forneceu a Seller informações essenciais para o seu negócio de cartas náuticas.

Para além das cartas náuticas, produziu uma vasta gama de material cartográfico, o primeiro a rivalizar com as grandes empresas holandesas, como Blaeu e Jansson.

Seller foi nomeado Hidrógrafo Real por Carlos II em 1671, tendo também prestado serviço sob a direção de Jaime II e Guilherme III.

Infelizmente, o seu negócio foi construído sobre uma base instável e, embora tenha feito várias tentativas para evitar a falência, incluindo uma parceria de consórcio com outros cartógrafos, como William Fisher e John Thornton, acabou por não ter êxito." width="800" height="614" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-1024x786.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-768x590.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-1536x1179.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-2048x1572.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Jamaica-de-1671-800x614.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42757" class="wp-caption-text">Mapa da Jamaica de 1671 &#8211;&nbsp;Atlas Maritimus &#8220;Novissima et Accuratissima Insulae Jamaicae Descriptio&#8221;, Seller, John&nbsp; Este é o primeiro estado de um mapa inglês muito raro que mostra a ilha dividida em distritos. Em 1670, Sir Thomas Modyford encomendou um levantamento da ilha, que foi concluído por John Man, o inspetor-geral da Jamaica de 1661 a 1671. No ano seguinte, John Seller, John Ogilby e Richard Blome utilizaram o levantamento para publicar mapas da Jamaica. O mapa de Seller, que se assemelha muito à versão de Ogilby, apresenta as povoações mais proeminentes com os proprietários de terras nomeados na legenda grande na parte inferior. Port Royal está corretamente localizado e existem numerosas povoações na parte sul da ilha. Ao longo da linha costeira são identificados ancoradouros, rochedos, baixios e sondagens de profundidade. O mapa está magnificamente ornamentado com uma cartela de título em cinta com o brasão de armas da Jamaica e putti segurando no alto os brasões dos governadores da ilha: Doyley, Winsor, Modiford e Lynch. A grande cartela de dedicatória é deixada em branco, encimada por índios e ladeada por crocodilos. Os elementos decorativos adicionais incluem um homem a disparar contra um touro, uma rosa dos ventos, um monstro marinho e um barco à vela. John Seller foi um editor britânico pioneiro de cartas náuticas e uma das figuras mais importantes do início da história da cartografia britânica. A loja de Seller, situada perto da Torre de Londres, em Wapping, tornou-se um ponto de encontro para os marinheiros que chegavam com as últimas notícias de lugares distantes e forneceu a Seller informações essenciais para o seu negócio de cartas náuticas. Para além das cartas náuticas, produziu uma vasta gama de material cartográfico, o primeiro a rivalizar com as grandes empresas holandesas, como Blaeu e Jansson. Seller foi nomeado Hidrógrafo Real por Carlos II em 1671, tendo também prestado serviço sob a direção de Jaime II e Guilherme III. Infelizmente, o seu negócio foi construído sobre uma base instável e, embora tenha feito várias tentativas para evitar a falência, incluindo uma parceria de consórcio com outros cartógrafos, como William Fisher e John Thornton, acabou por não ter êxito.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa da Jamaica de 1671 &#8211;&nbsp;Atlas Maritimus</h3>
<h4>&#8220;Novissima et Accuratissima Insulae Jamaicae Descriptio&#8221;, Seller, John&nbsp;</h4>
<p>Este é o primeiro estado de um mapa inglês muito raro que mostra a ilha dividida em distritos.</p>
<p>Em 1670, Sir Thomas Modyford encomendou um levantamento da ilha, que foi concluído por John Man, o inspetor-geral da Jamaica de 1661 a 1671.</p>
<p>No ano seguinte, John Seller, John Ogilby e Richard Blome utilizaram o levantamento para publicar mapas da Jamaica.</p>
<p>O mapa de Seller, que se assemelha muito à versão de Ogilby, apresenta as povoações mais proeminentes com os proprietários de terras nomeados na legenda grande na parte inferior.</p>
<p>Port Royal está corretamente localizado e existem numerosas povoações na parte sul da ilha.</p>
<p>Ao longo da linha costeira são identificados ancoradouros, rochedos, baixios e sondagens de profundidade.</p>
<p>O mapa está magnificamente ornamentado com uma cartela de título em cinta com o brasão de armas da Jamaica e putti segurando no alto os brasões dos governadores da ilha: Doyley, Winsor, Modiford e Lynch.</p>
<p>A grande cartela de dedicatória é deixada em branco, encimada por índios e ladeada por crocodilos. Os elementos decorativos adicionais incluem um homem a disparar contra um touro, uma rosa dos ventos, um monstro marinho e um barco à vela.</p>
<p>John Seller foi um editor britânico pioneiro de cartas náuticas e uma das figuras mais importantes do início da história da cartografia britânica.</p>
<p>A loja de Seller, situada perto da Torre de Londres, em Wapping, tornou-se um ponto de encontro para os marinheiros que chegavam com as últimas notícias de lugares distantes e forneceu a Seller informações essenciais para o seu negócio de cartas náuticas.</p>
<p>Para além das cartas náuticas, produziu uma vasta gama de material cartográfico, o primeiro a rivalizar com as grandes empresas holandesas, como Blaeu e Jansson.</p>
<p>Seller foi nomeado Hidrógrafo Real por Carlos II em 1671, tendo também prestado serviço sob a direção de Jaime II e Guilherme III.</p>
<p>Infelizmente, o seu negócio foi construído sobre uma base instável e, embora tenha feito várias tentativas para evitar a falência, incluindo uma parceria de consórcio com outros cartógrafos, como William Fisher e John Thornton, acabou por não ter êxito.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-jamaica-de-1671/">Mapa da Jamaica de 1671</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>História e Pontos Turísticos de Sabará em Minas Gerais</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-e-pontos-turisticos-de-sabara-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 12:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CHAFARIZ DO KAQUENDE]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DO Ó]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos]]></category>
		<category><![CDATA[MUSEU DO OURO]]></category>
		<category><![CDATA[TEATRO MUNICIPAL DE SABARÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Arraial de Sabarabuçu, fundado em 1674 com a chegada da bandeira de Fernão Dias, sob o comando de Borba Gato, foi elevado a Vila Real de-Nossa Senhora da Conceição de Sabarabuçu em 1711. 0 ouro de aluvião que brotava do hoje poluído e pálido rio das Velhas lhe proporcionou [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-pontos-turisticos-de-sabara-em-minas-gerais/">História e Pontos Turísticos de Sabará em Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Arraial de Sabarabuçu, fundado em 1674 com a chegada da bandeira de Fernão Dias, sob o comando de Borba Gato, foi elevado a Vila Real de-Nossa Senhora da Conceição de Sabarabuçu em 1711.</p>
<p>0 ouro de aluvião que brotava do hoje poluído e pálido rio das Velhas lhe proporcionou uma próspera fase &#8211; foi perto dali que as primeiras descobertas de ouro se deram; de Sabará partiria em 1867, em viagem até o Atlântico, o explorador-britânico Richard Burton, que-descreveu o no das Velhas como piscoso, e a vegetação, como frondosa.</p>
<p>Situada no vale que resulta do-encontro desse rio com o Sabará, a cidade &#8211; hoje populosa, movimentada e com tráfego intenso – manteve preservado o considerável acervo-barroco do interior de suas igrejas, a maior parte dele tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.</p>
<p><figure id="attachment_42742" aria-describedby="caption-attachment-42742" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42742 size-full" title="Centro da cidade de Sabará MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara.webp" alt="Centro da cidade de Sabará MG" width="790" height="474" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara.webp 790w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara-300x180.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara-768x461.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ruas-de-Sabara-92x55.webp 92w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42742" class="wp-caption-text">Centro da cidade de Sabará MG</figcaption></figure></p>
<p>Ainda-sobrevive, na zona rural e nos distritos-de Sabará, uma profusão de pequenas-capelas setecentistas.</p>
<p>O conjunto-arquitetônico da antiga rua Direita, atual rua Dom Pedro II, merece ser-explorado em uma caminhada.</p>
<h3>HISTÓRIA DE SABARÁ</h3>
<p>A história de Sabará tem suas raízes nos primórdios da colonização do Brasil e está intimamente relacionada à lenda do sabarabuçu, região de limites.</p>
<p>O sabarabuçu fervilhou na imaginação dos colonizadores, que buscavam no sertão “uma serra feita de prata e pedras preciosas”.</p>
<p>O sertanista paulista capitão Matias Cardoso de Labuquerque foi eleito, por Fernão Dias Paes, o lider da equipe de vanguarda da Bandeira das Esmeraldas. Seu objetivo era preparar o caminho, abrir picadas implantar roças e pouso.</p>
<p>Depois de muito viajar, Matias de Albuquerque encontrou um local favorável para a implantação de roças, com fonte de água, livre de perigo das enchentes e um ponto de travessia do rio a pé. Assim, Sabará passou a ser local de pousada para a travessia do sertão.</p>
<p>Em 1674, chegou à região a bandeira de Fernão Dias Paes, dando início ao que tornar-se-ia o mais importante arraial fundado pelo bandeirante paulista.</p>
<p>Entretando, insigne publicação do historiador professor Zoroastro Viana Passos cita que os baianos chegaram aos sertões de Sabará, em 1555, muito antes dos bandeirantes paulistas. Existem algumas citações de que Borba Gato, quando aqui chegou, assistiu missa em uma pequena capela já existente.</p>
<p>O Arraial da Barra do Sabará, foi o centro comercial estratégico diretamente ligado à <strong><a href="http://bahia.ws/estrada-real/" target="_blank" rel="noopener">Estrada Real</a></strong>, já por volta de 1700, possuia intensa movimentação, sendo um dos mais populosos das Minas.</p>
<p>Em 1711, foi elevado à condição de Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará, tembém conehcida como Vila do Sabará.</p>
<p>Três anos depois, tornou-se sede da extensa Comarca do Rio das Velhas, cuja jurisdição alcançava os limites de Goiás, Pernambuco e Bahia.</p>
<p>O fastio de ouro fez a Coroa Portuguesa instalar as casas de Fundição, a fim de serem cobrados os impostos sobre a produção aurífera.</p>
<p>Contudo, terminado o Ciclo do Ouro, Sabará manteve uma relativa atividade comercial até boa parte do século XIX e, ainda hoje, o ouro é explorado no município.</p>
<p>Em 1822, Sabará contribui com uma significativa importância em dinheiro e com voluntários para a luta pela Independência.</p>
<p>A chegada da Ferrovia Central do Brasil à Sabará, inaugurou Ciclo do Ferro, que também persiste até os dias atuais.</p>
<p>Muitos resquícios do periódo colonial esperam por serem descobertos.</p>
<p>Recentemente, foram feitas prospecções ao longo da Estrada Real e do Caminho da Bahia e algumas edificações e ruínas merecem destaque, como é o caso do Calçamento e do Forno de Cal, encontrados no Conjunto Paisagistico do Morro São Francisco, das ruínas do Arraial Velho e do dito Cemitério dos Ingleses, na mata da Serra da Piedade, próximo ao Arraial de Pompéu.</p>
<p>No Centro Histórico está localizada a maioria dos atrativos históricos e arquitetônicos: igrejas do século XVIII, o Teatro Municipal, Museu do Ouro, chafarizes e o casario de arquitetura colonial.</p>
<p>Há igrejas em Sabará que mesclam características artísticas de diferentes fases do barroco mineiro.</p>
<p>A Matriz de Nossa Senhora da Conceição apresenta características de três períodos da Arte Barroca, fato raro nas cidades históricas de Minas Gerais.</p>
<p><figure id="attachment_42746" aria-describedby="caption-attachment-42746" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42746 size-loop-large" title="Cidade de Sabará MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-800x533.webp" alt="Cidade de Sabará MG" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-768x511.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42746" class="wp-caption-text">Cidade de Sabará MG</figcaption></figure></p>
<h4>CURIOSIDADES HISTÓRICAS</h4>
<ul>
<li>Primeiro povoado colonial de Minas</li>
<li>Foi a maior comarca do Brasil colonial</li>
<li>Mãe da Capital do Estado</li>
<li>Terra da Jabuticaba e do Ora-Pro-Nobis</li>
<li>Cidade referência da Cozinha Mineira (Abrasel)</li>
<li>Possui o 2º teatro mais antigo Brasil</li>
<li>Terra da Palma Barroca e da Renda Turca de Bicos</li>
<li>Possui a única casa de Intendência e Fundição ainda de pé no país</li>
<li>Uma das poucas cidades mineiras que possui as três fases do Barroco&nbsp;</li>
</ul>
<h4>NOME SABARÁ</h4>
<p>O nome Sabará tem várias interpretações. Uma das mais prováveis é a corruptela do tupi-guarani sabaá (enseada, curva do rio) e buçu (grande), designando o encontro do rio Sabará com o rio das Velhas. Outra interpretação é que o nome Sabarabuçu é uma derivação de Itaberabuçu, isto é, montanha grande que resplandece, numa alusão à atual Serra da Piedade.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-e-pontos-turisticos-de-sabara-em-minas-gerais/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cidade-de-Sabara-MG.webp" width="400" /></a></p></p>
<p><strong>Conheça também <a href="http://bahia.ws/categoria/cidades-historicas-de-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">cidades históricas de Minas Gerais</a></strong></p>
<h3>PONTOS TURÍSTICOS DE SABARÁ</h3>
<p>Situada na <strong><a href="http://bahia.ws/estrada-real/" target="_blank" rel="noopener">Estrada Real</a></strong>, a apenas 25 km de Belo Horizonte, Sabará é uma pequena cidade com inúmeros atrativos.</p>
<h4>1. TEATRO MUNICIPAL DE SABARÁ</h4>
<p><figure id="attachment_42723" aria-describedby="caption-attachment-42723" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42723" title="Teatro Municipal de Sabará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara.jpg" alt="Teatro Municipal de Sabará" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara.jpg 999w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Teatro-Municipal-de-Sabara-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42723" class="wp-caption-text">Teatro Municipal de Sabará</figcaption></figure></p>
<p>Um dos mais antigos do país, este-pequeno e charmoso teatro-inaugurado em 1819 ocupou o lugar da antiga Casa da Ópera, abandonada-em 1783 com a decadência da-localidade dado o rareamento aurífero.</p>
<p>Povoam sua história a visita dos dois-imperadores (dom Pedro I e dom Pedro II) e uma prática curiosa da população: quando o teatro ainda não tinha assentos, cada habitante levava a sua cadeira de casa.</p>
<p><figure id="attachment_42725" aria-describedby="caption-attachment-42725" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42725 size-large" title="Interior do Teatro Municipal de Sabará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-1024x683.jpg" alt="Interior do Teatro Municipal de Sabará" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Interior-do-Teatro-Municipal-de-Sabara.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42725" class="wp-caption-text">Interior do Teatro Municipal de Sabará</figcaption></figure></p>
<p>Bem preservado, nele são realizadas apresentações de-balé, recitais, peças e óperas.</p>
<p>Pode ser-visitado durante o dia. Rua Dom Pedro II, Centro.</p>
<h4>2. IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS</h4>
<p>Jamais terminada devido à falta de-recursos da Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, ela ainda-mantém em sua nave principal a capela que seria a provisória; a interrupção das obras permite ver, no final das contas, como era o processo de construção de uma igreja.</p>
<p><figure id="attachment_42727" aria-describedby="caption-attachment-42727" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42727 size-full" title="IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS DE SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA.jpg" alt="IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS DE SABARÁ" width="960" height="638" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA.jpg 960w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA-768x510.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-DE-SABARA-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42727" class="wp-caption-text">IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS DE SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>De 1767 a 1780 foram concluídas apenas as obras da sacristia e da capela-mor; várias retomadas e interrupções se-sucedem desde aquela década até o abandono.</p>
<p>A ornamentação interna, apesar de simples, exibe imagens-relevantes, com a pintura do teto da-capela-mor um pouco mais-requintada.</p>
<p>Próximo a ela-está uma fonte pública-importante: o chafariz do-Rosário, de 1752. Praça Melo Viana.</p>
<h4>3. MUSEU DO OURO</h4>
<p>Está instalado, desde 1946, antiga casa da intendência e fundição, estabelecimento responsável, durante o ciclo do-ouro, pela pesagem, fundição e-transformação do metal em barras, assim como pelo-recolhimento do quinto.</p>
<p><figure id="attachment_42729" aria-describedby="caption-attachment-42729" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42729 size-loop-large" title="MUSEU DO OURO EM SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-800x533.jpg" alt="MUSEU DO OURO EM SABARÁ" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/MUSEU-DO-OURO-EM-SABARA.jpg 840w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42729" class="wp-caption-text">MUSEU DO OURO EM SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>Uma das primeiras em funcionamento-e a única remanescente do Brasil, a intendência funcionou até 1833.</p>
<p>Em seu acervo de mais de trezentas peças expõem-se instrumentos originais-do processo de extração aurífera e da produção do metal (bateia, antiga prensa, balança, estojo com peso), maquetes, algumas peças sacras c prataria, além da Santana Mestra, escultura de <strong><a href="http://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/" target="_blank" rel="noopener">Aleijadinho</a></strong>.</p>
<p><strong>Veja também <a href="http://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/" target="_blank" rel="noopener">Barroco Mineiro</a></strong></p>
<p>No primeiro pavimento &#8211; onde morava o intendente -, vê-se a reprodução de um quarto com mobília de época e, no-pátio ajardinado, um engenho de triturar-minério de ouro.</p>
<p>O acervo histórico bibliográfico pertencente ao museu está na Casa Borba Gato (rua Borba Gato, 71, Centro.</p>
<h4>4. IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO</h4>
<p>Construída entre 1763 e 1818 por decisão da Ordem Terceira do Carmo com projeto de Tiago Moreira, é a única igreja em Sabará com obras de Aleijadinho.</p>
<p><figure id="attachment_42732" aria-describedby="caption-attachment-42732" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42732 size-full" title="IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA.jpg" alt="IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM SABARÁ" width="640" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DA-ORDEM-TERCEIRA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-SABARA-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42732" class="wp-caption-text">IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>São de sua autoria o projeto da portada (1770) e sua ornamentação escultural em pedra-sabão (1774); a planta das balaustradas (1779); a ornamentação policromada da nave em talha dourada (1781) &#8211; belo coro, os púlpitos, as colunas e as pilastras as, e os pequenos atlantes de São Simão Stock e São João da Cruz (1779) que suportam o coro.</p>
<p>Destaca-se ainda a talha dos dois altares do arco-cruzeiro, mais bem executada que a do altar-mor.</p>
<p>Compõem o conjunto o adro, a capela Passo do Calvário e um cemitério. Rua do Carmo, s/n.</p>
<h4>5. IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO</h4>
<p>Considerada por alguns estudiosos a mais antiga matriz de Minas (1701-10), a edificação apresenta duas torres, fachada equilibrada e singela.</p>
<p><figure id="attachment_42734" aria-describedby="caption-attachment-42734" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42734 size-full" title="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA.webp" alt="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM SABARÁ" width="800" height="592" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA-300x222.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA-768x568.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-EM-SABARA-74x55.webp 74w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42734" class="wp-caption-text">IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>As talhas douradas que lhe revestem o interior, característica da primeira e da segunda fases do barroco, não poupam exuberância.</p>
<p>Merecem atenção os belos púlpitos, com parapeitos vazados, os painéis do forro da capela-mor, as figuras em relevo no arco-cruzeiro e cada uni dos oito altares laterais.</p>
<p>As pinturas nas portas que ligam as-sacristias à capela-mor denotam-influência oriental, lembrando o-interior da igreja de Nossa Senhora do Ó. O teto da nave invoca a ladainha de Nossa Senhora.</p>
<p>No coro, veem-se quadros que retratam cenas da vida de Cristo. No altar-mor, repousa a grande imagem-da Imaculada Conceição que teria sido trazida de Portugal por volta de 1750.</p>
<p>A festa de Nossa-Senhora da Conceição, padroeira da cidade, ocorre de 1° a 8 de dezembro. Praça Getúlio Vargas.</p>
<h4>6. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO Ó</h4>
<p>Preciosa edificação que levou três anos para ser concluída, de 1717 a 1720, é das mais expressivas da primeira fase do barroco mineiro. Na fachada, uma única torre central e detalhes orientais.</p>
<p><figure id="attachment_42736" aria-describedby="caption-attachment-42736" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42736 size-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO Ó EM SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-1024x768.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO Ó EM SABARÁ" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-O-EM-SABARA.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42736" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DO Ó EM SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>No interior, sobressaem ricos entalhes e as pinturas com dourado, vermelho e azul dos painéis na nave e nos forros – são passagens sobre Maria e o nascimento de Jesus que merecem contemplação.</p>
<p>Repare na riqueza dos traços orientais-do arco-cruzeiro e dos seis painéis que-ladeiam o altar-mor, cujos motivos-achinesados, em que se retratam pássaros-e árvores, teriam sido inspirados em-porcelanas de Macau e feitos por volta de 1725 pelas mãos de artesão vindo-daquela possessão portuguesa no-Oriente. No trono, vê-se a-imagem da padroeira.</p>
<p>Como a igreja está afastada do centro, recomenda-se-que o visitante vá até a igreja de carro. Largo Nossa Senhora do Ó (saída para Cacté).</p>
<h4>CHAFARIZ DO KAQUENDE</h4>
<p><figure id="attachment_42744" aria-describedby="caption-attachment-42744" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42744 size-large" title="CHAFARIZ DO KAQUENDE EM SABARÁ" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-1024x768.jpg" alt="CHAFARIZ DO KAQUENDE EM SABARÁ" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/CHAFARIZ-DO-KAQUENDE-EM-SABARA.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42744" class="wp-caption-text">CHAFARIZ DO KAQUENDE EM SABARÁ</figcaption></figure></p>
<p>Para o abastecimento de água nas vilas mineiras, no início da colonização, os chafarizes foram os primeiros equipamentos públicos implantados. Em Sabará, foram construídos pela Câmara, inúmeros chafarizes, num total de onze, possíveis identificar documentalmente, entre os séculos XVIII e XIX.</p>
<p>Mas, depois de muitos anos servindo, precariamente, à população com água sempre límpida e cristalina, os chafarizes perderam sua função, com a implantação, no início do século XX, do abastecimento domiciliar, com água encanada, restando no presente, apenas quatro deles, públicos, além de dois, particulares.</p>
<p>Destes, três tornaram-se apenas elementos de decoração dos espaços públicos, com suas belas formas escultóricas.</p>
<p>Um único, o Kaquende, continua jorrando água.</p>
<p>Ele foi construído em 1757, em pedra, com duas torres e a tradicional cruz, ao alto, com uma grande bacia desgastada pelo tempo, pintado na cor cinza, uma das cores da Casa de Bragança.</p>
<p>A água é transportada através de um canal fechado, também em pedra.</p>
<p>A sua captação, entretanto, é feita no antigo beco que sai atrás do chafariz, numa grande bacia, coberta de pedra e argamassa, em local fechado por muro alto.&nbsp;</p>
<h4>7. ARTESANATO</h4>
<p>A antiga prática de adornar altares e-oratórios de igrejas com as palmas-portuguesas foi resgatada em Sabará, por isso até hoje artesãos locais-confeccionam réplicas de palmas em papel laminado ou cobre, algumas-banhadas em ouro ou prata e encontradas em diversas lojas da-cidade.</p>
<p>A renda turca, com que se-fazem toalhas, entre outros artigos, é mais um exemplar do artesanato de Sabará: transmitida de geração em geração, sobretudo entre as mulheres.</p>
<p>Essa técnica tombada como bem cultural de natureza imaterial requer agulha e um bastão que-demarca a distância dos pontos. É vendida no Centro de Artesanato-(rua Borba Cato, 3, Centro).</p>
<h4>8. POMPÉU</h4>
<p>No bairro de Pompéu, um antigo arraial, o principal atrativo é a pequena capela de Santo Antônio do Pompéu (rua Raimundo Francisco Ferreira, 26. Pompéu.</p>
<p><figure id="attachment_42738" aria-describedby="caption-attachment-42738" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42738 size-large" title="Capela de Santo Antônio do Pompéu em Sabará" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-1024x683.jpg" alt="Capela de Santo Antônio do Pompéu em Sabará" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Capela-de-Santo-Antonio-do-Pompeu-em-Sabara-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42738" class="wp-caption-text">Capela de Santo Antônio do Pompéu em Sabará</figcaption></figure></p>
<p>Tombada como patrimônio histórico nacional, é representativa do início do barroco em Minas.</p>
<p>Não se sabe ao certo quando foi erguida, mas há registros de sua existência desde 1731.</p>
<p>Possui fachada simples e um único altar, e sua talha guarda semelhanças com as de Nossa Senhora do Ó e com os altares iniciais da matriz da Conceição.</p>
<p>A capela-mor é bem ornamentada: observe a policromia em dourado, vermelho e azul do retábulo formado de colunas torsas e Moldura que sobressai no contorno de um arco com anjos em relevo de feições orientalizadas.</p>
<p>A pintura do teto alude à vida de santo Antônio.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-pontos-turisticos-de-sabara-em-minas-gerais/">História e Pontos Turísticos de Sabará em Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>História da Arte – Caracteristicas, Aspectos e Periodos</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-da-arte-caracteristicas-aspectos-e-periodos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 11:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A História da Arte, também chamada de Historiografia da Arte, é o estudo histórico das artes visuais. A História da Arte se dedica à identificação, classificação, descrição, avaliação, interpretação e compreensão das obras artísticas e do desenvolvimento histórico de diversas formas de expressão, como a pintura, escultura, arquitetura, artes decorativas, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-arte-caracteristicas-aspectos-e-periodos/">História da Arte &#8211; Caracteristicas, Aspectos e Periodos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A <strong>História da Arte</strong>, também chamada de <strong>Historiografia da Arte</strong>, é o <strong>estudo histórico das artes visuais</strong>.</p>
<p>A <strong>História da Arte</strong> se dedica à <strong>identificação</strong>, <strong>classificação</strong>, <strong>descrição</strong>, <strong>avaliação</strong>, <strong>interpretação</strong> e <strong>compreensão</strong> das <strong>obras artísticas</strong> e do <strong>desenvolvimento histórico</strong> de diversas formas de expressão, como a <strong>pintura</strong>, <strong>escultura</strong>, <strong>arquitetura</strong>, <strong>artes decorativas</strong>, <strong>desenho</strong>, <strong>gravura</strong>, <strong>fotografia</strong>, <strong>design de interiores</strong>, entre outras.</p>
<h4>O que é arte?</h4>
<p><strong>Criação humana com valores estéticos</strong> (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta),  que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.</p>
<h4>Quem faz arte?</h4>
<p>O homem cria a arte como <strong>meio de vida</strong>, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.</p>
<h4>O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?</h4>
<p>Estilo <strong>é como o trabalho se mostra</strong>, depois de o artista ter tomado suas decisões. Críticos e historiadores, costumam classificá-las por <strong>categorias</strong> e rotulá-las.</p>
<p><strong> </strong><strong>Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte?</strong></p>
<p>Podemos verificar que tipo de arte foi feita, <strong>quando, onde e como</strong>. Assim podemos entender as mudanças que o mundo teve.</p>
<h4>O que é a história da arte?</h4>
<p>A <strong>História da Arte</strong> é uma área do conhecimento que estuda as <strong>artes visuais</strong> ao longo do tempo, analisando suas <strong>origens</strong>, <strong>evolução</strong>, <strong>estilos</strong>, <strong>técnicas</strong>, <strong>contextos culturais</strong> e <strong>significados</strong>. Vai além da simples apreciação estética: busca entender como as obras refletem a <strong>sociedade</strong>, a <strong>política</strong>, a <strong>religião</strong>, a <strong>filosofia</strong> e os <strong>valores</strong> de uma época.</p>
<p>Ela investiga produções como:</p>
<ul>
<li><strong>Pintura</strong></li>
<li><strong>Escultura</strong></li>
<li><strong>Arquitetura</strong></li>
<li><strong>Desenho</strong></li>
<li><strong>Gravura</strong></li>
<li><strong>Artes decorativas</strong></li>
<li><strong>Fotografia</strong></li>
<li><strong>Design</strong>, entre outras.</li>
</ul>
<p>A História da Arte também estuda os <strong>artistas</strong>, suas <strong>biografias</strong>, <strong>influências</strong> e os <strong>movimentos artísticos</strong> (como o Renascimento, Barroco, Modernismo, etc.), além de abordar as <strong>transformações</strong> que ocorreram nas formas de produzir e pensar arte ao longo dos séculos.</p>
<p>Em resumo, é uma disciplina que conecta <strong>arte e história</strong>, ajudando-nos a compreender melhor tanto as <strong>obras de arte</strong> quanto os <strong>momentos históricos</strong> em que elas foram criadas.</p>
<h2>História da arte foi dividida nos seguintes periodos</h2>
<h4>1. PRÉ-HISTÓRIA</h4>
<ul>
<li>PALEOLÍTICO INFERIOR</li>
<li>PALEOLÍTICO SUPERIOR</li>
<li>NEOLÍTICO</li>
<li>IDADE DOS METAIS</li>
</ul>
<h4>2. ANTIGA</h4>
<ul>
<li>EGÍPCIA</li>
<li>GREGA</li>
<li>ROMANA</li>
<li>PALEOCRISTÃ</li>
<li>BIZANTINA</li>
<li>ISLÂMICA</li>
</ul>
<h4>3. IDADE MÉDIA</h4>
<ul>
<li>ROMÂNICA</li>
<li>GÓTICA</li>
</ul>
<h4>4. IDADE MODERNA</h4>
<ul>
<li>RENASCIMENTO</li>
<li>MANEIRISMO</li>
<li>BARROCO</li>
<li>ROCOCÓ</li>
</ul>
<h4>5. CONTEMPORÂNEA</h4>
<ul>
<li>NEOCLÁSSICO</li>
<li>ROMÂNTICA</li>
<li>REALISTA</li>
<li>IMPRESSIONISMO</li>
<li>EXPRESSIONISMO</li>
<li>CUBISMO</li>
<li>ABSTRACIONISMO</li>
<li>FAUVISMO</li>
<li>CONSTRUTIVISMO</li>
<li>SURREALISMO</li>
<li>DADAÍSMO</li>
<li>OP ART</li>
<li>POP ART</li>
<li>INSTALAÇÃO</li>
<li>INTERFERÊNCIA</li>
<li>COBRA</li>
<li>FUTURISMO</li>
<li>ART NAIF</li>
<li>PINTURA METAFÍSICA</li>
</ul>
<h3>1. PRÉ-HISTÓRIA</h3>
<p>A pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita, desde o começo dos tempos históricos registrados até aproximadamente em 3 500 a.C..</p>
<h4>1.1. PALEOLÍTICO INFERIOR</h4>
<p>Até 25.000 a.C..</p>
<p>A principal característica dos desenhos da Idade da Pedra Lascada é o <strong>naturalismo</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_33191" aria-describedby="caption-attachment-33191" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Pinturas-rupestres-com-policromia..jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-33191 size-thumbnail" title="Pintura Rupreste - Grota dos Caboclos (Boqueirão da Onça - Bahia)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2018/06/Pinturas-rupestres-com-policromia.-160x120.jpg" alt="Grota dos Caboclos (Boqueirão da Onça - Bahia)" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-33191" class="wp-caption-text">Pintura Rupreste &#8211; Grota dos Caboclos (Boqueirão da Onça &#8211; Bahia)</figcaption></figure></p>
<p>O artista  pintava os seres, um animal, por exemplo, do modo como o via de uma determinada perspectiva, reproduzindo a natureza tal qual sua vista captava.</p>
<p>Esta arte era realizada por caçadores, que utilizavam as <strong>pinturas rupestres</strong>, isto é, feitas em rochedos e paredes de cavernas. O homem deste período era <strong>nômade</strong>.</p>
<h4>1.2. PALEOLÍTICO SUPERIOR</h4>
<p>Os artistas do Paleolítico Superior realizaram também trabalhos em escultura.</p>
<p>Mas, tanto na pintura quanto na escultura, nota-se a ausência de figuras masculinas. Predominam <strong>figuras femininas</strong>. Destaca-se: <strong>Vênus de Willendorf</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42630" aria-describedby="caption-attachment-42630" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42630 size-full" title="Paleolítico Superior - Vênus de Willendorf" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf.jpg" alt="Paleolítico Superior - Vênus de Willendorf" width="800" height="345" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf-300x129.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf-768x331.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Paleolitico-Superior-Venus-de-Willendorf-128x55.jpg 128w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42630" class="wp-caption-text">Paleolítico Superior &#8211; Vênus de Willendorf</figcaption></figure></p>
<h4>1.3. NEOLÍTICO</h4>
<p>O período Neolítico <b>se estendeu de 10.000 a.C. até cerca de 3.000 a.C. e foi um dos períodos da Pré-História</b>.</p>
<p>A fixação do homem da Idade da Pedra Polida, garantida pelo <strong>cultivo da terra</strong> e pela manutenção de manadas.</p>
<p>O seu <strong>poder de observação</strong> foi substituído pela <strong>abstração e racionalização</strong>. Começam as representações da vida coletiva.</p>
<p>O <strong>Santuário de Stonehenge</strong>, no sul da Inglaterra, é a primeira obra da arquitetura que a História registra.</p>
<p><figure id="attachment_42632" aria-describedby="caption-attachment-42632" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42632 size-large" title="neolítico - Santuário de Stonehenge" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-1024x683.jpg" alt="neolítico - Santuário de Stonehenge" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/neolitico-Santuario-de-Stonehenge.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42632" class="wp-caption-text">neolítico &#8211; Santuário de Stonehenge</figcaption></figure></p>
<h4>1.4. IDADE DOS METAIS</h4>
<p><figure id="attachment_42634" aria-describedby="caption-attachment-42634" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42634" title="Idade dos Metais" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais-300x150.jpg" alt="Idade dos Metais" width="600" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Idade-dos-Metais.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42634" class="wp-caption-text">Idade dos Metais</figcaption></figure></p>
<p>Aparecimento de metalurgia, das cidades, invenção da roda, invenção da escrita e do arado de bois.</p>
<ul>
<li>A Idade dos Metais foi um período de transição entre a Pré-História e a Idade Antiga e, por isso, foi o último período da Pré-História.</li>
<li>Ficou caracterizada pelo domínio da tecnologia de metais, incluindo bronze e ferro.</li>
<li>Suas características incluem o uso de metais para utensílios, armas, arte e tecnologia e o florescimento de civilizações antigas, como a mesopotâmica.</li>
<li>Seus períodos foram: Idade do Cobre (Calcolítico), Idade do Bronze e Idade do Ferro, cada uma marcando avanços tecnológicos e culturais distintos.</li>
<li>Marcou a transição da Pré-História para a Idade Antiga.</li>
<li>Suas descobertas incluíram a criação de ligas metálicas, técnicas avançadas de metalurgia, sistemas de escrita e a transformação das sociedades antigas.</li>
<li>As principais diferenças entre o Paleolítico, o Neolítico e a Idade dos Metais envolveram a transição de caçadores-coletores nômades para agricultores sedentários, o avanço tecnológico da metalurgia e a complexificação das sociedades urbanas.</li>
</ul>
<h3>2. ARTE ANTIGA</h3>
<p>A arte antiga refere-se aos muitos tipos de arte produzidos pelas culturas avançadas das sociedades antigas com diferentes formas de escrita, como as da China antiga, Índia, Mesopotâmia, Pérsia, Palestina, Egipto, Grécia e Roma.</p>
<p>A arte das sociedades pré-alfabetizadas é normalmente designada por arte pré-histórica e não é aqui abordada.</p>
<p>Embora algumas culturas pré-colombianas tenham desenvolvido a escrita durante os séculos que antecederam a chegada dos europeus, por motivos de datação, estas são abordadas em Arte pré-colombiana e artigos como a arte maia, a arte azteca e a arte olmeca.</p>
<h4>2.1. EGÍPCIA</h4>
<p><strong> </strong>A <strong>religião</strong> invadiu toda a vida egípcia e a produção artística desse povo.</p>
<p>Os egípcios acreditavam numa vida após a morte.</p>
<p>O <strong>fundamento ideológico</strong> da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para o qual se erguiam templos funerários e túmulos grandiosos.</p>
<h5>2.1.1. ARQUITETURA</h5>
<p>As pirâmides do deserto de Gizé são as obras arquitetônicas mais <strong>famosas</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42648" aria-describedby="caption-attachment-42648" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42648 size-full" title="pirâmides do deserto de Gizé" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize.webp" alt="pirâmides do deserto de Gizé" width="600" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize.webp 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/piramides-do-deserto-de-Gize-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42648" class="wp-caption-text">pirâmides do deserto de Gizé</figcaption></figure></p>
<p>As <strong>características </strong>gerais da arquitetura egípcia são:</p>
<ul>
<li>solidez e durabilidade</li>
<li>sentimento de eternidade</li>
<li>aspecto misterioso e impenetrável</li>
</ul>
<p><strong>Os templos</strong> mais significativos são: Karnac e Luxor, ambos dedicados ao <strong>deus Amon</strong>. <strong>Os monumentos </strong>mais expressivos da arte egípcia são os túmulos</p>
<h5>2.1.2. ESCULTURA</h5>
<p>Os <strong>faraós e os deuses</strong> são representados quase sempre de frente, sem demonstrar nenhuma emoção.</p>
<p>Exageravam freqüentemente as proporções do corpo humano, dando às figuras representadas uma impressão de força e de majestade.</p>
<p><figure id="attachment_42650" aria-describedby="caption-attachment-42650" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42650" title="hieróglifos egípcios" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios.webp" alt="hieróglifos egípcios" width="600" height="410" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios.webp 1836w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-300x205.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-1024x701.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-768x525.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-80x55.webp 80w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-1536x1051.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/hieroglifos-egipcios-800x547.webp 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42650" class="wp-caption-text">hieróglifos egípcios</figcaption></figure></p>
<p>Os <strong>baixos-relevos egípcios</strong>, foram expressão de qualidade. Os próprios <strong>hieróglifos</strong> eram transcritos, muitas vezes, em <strong>baixo-relevo</strong>.</p>
<h5>2.1.3. PINTURA</h5>
<p>A <strong>decoração colorida</strong> era um poderoso elemento de complementação das atitudes religiosas. Suas <strong>características</strong> gerais são: ausência de três dimensões e ignorância da profundidade. Eram representadas <strong>maiores</strong> as pessoas com <strong>maior importância</strong>, nesta ordem de grandeza: o rei, a mulher do rei, o sacerdote, os soldados e o povo.</p>
<h4>2.2. ARTE GREGA</h4>
<p>A arte grega liga-se à <strong>inteligência</strong>, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo, ao <strong>gozo da vida presente</strong>.</p>
<p>Na sua constante <strong>busca da perfeição</strong> predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal.</p>
<h5>2.2.1. ARQUITETURA</h5>
<p>As edificações que despertaram maior interesse são os <strong>templos</strong>.</p>
<p>O mais importante é o <strong>Partenon</strong> de Atenas.</p>
<p><figure id="attachment_42652" aria-describedby="caption-attachment-42652" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42652" title="Partenon de Atenas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas.jpg" alt="Partenon de Atenas" width="600" height="422" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas-300x211.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas-768x540.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Partenon-de-Atenas-78x55.jpg 78w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42652" class="wp-caption-text">Partenon de Atenas</figcaption></figure></p>
<p><strong>As colunas dividem-se nas ordens:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Ordem Dórica</strong> &#8211; era simples e maciça.</li>
<li><strong>Ordem Jônica</strong> &#8211; representava a graça e o feminino</li>
<li><strong>Ordem Coríntia</strong> &#8211; sugere luxo e ostentação.</li>
</ul>
<h5>2.2.2. PINTURA</h5>
<p>A pintura grega encontra-se na arte <strong>cerâmica</strong>. Os vasos servem para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos.</p>
<p><figure id="attachment_42654" aria-describedby="caption-attachment-42654" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/pintura-grega-na-arte-ceramica.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42654 size-loop-retina" title="pintura grega na arte cerâmica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/pintura-grega-na-arte-ceramica-600x311.jpg" alt="pintura grega na arte cerâmica" width="600" height="311" /></a><figcaption id="caption-attachment-42654" class="wp-caption-text">pintura grega na arte cerâmica</figcaption></figure></p>
<p>Por isso, a sua forma correspondia à função</p>
<h5>2.2.3. ESCULTURA</h5>
<p>A estatuária grega representa os mais<strong> altos padrões </strong>já atingidos pelo homem. Na escultura, o <strong>antropomorfismo</strong> &#8211; esculturas de formas humanas &#8211; foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, <strong>o movimento</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>No Período Arcaico</strong> aparecem esculturas <strong>simétricas</strong>, em rigorosa posição frontal.</li>
<li><strong>No Período Clássico</strong> procura-se o <strong>movimento</strong> nas estátuas. Surge o <strong>nu feminino</strong>, pois no período arcaico, as figuras de mulheres eram esculpidas sempre vestidas.</li>
<li><strong>No Período Helenístico</strong> cresce o naturalismo: os seres humanos também eram representados pelas <strong>emoções</strong> e o estado de espírito de um momento.</li>
</ul>
<h4>2.3. ARTE ROMANA</h4>
<p><strong>A arte romana sofreu duas fortes influências:</strong></p>
<ul>
<li>a da arte etrusca, na realidade vivida, e com o uso do arco e da abóbada</li>
<li>a da greco-helenística, com seu ideal de beleza.</li>
</ul>
<h5>2.3.1. ARQUITETURA</h5>
<p>As <strong>características gerais</strong> da arquitetura romana são:</p>
<p>Busca do útil imediato, senso de realismo, grandeza material, realce da idéia de força.</p>
<p><strong>As construção eram de cinco espécies, de acordo com as funções:</strong></p>
<ul>
<li>Religião: Templos &#8211; o Panteão, construído em Roma durante o reinado do Imperador Adriano foi planejado para reunir a grande variedade de deuses existentes em todo o Império</li>
<li>Comércio e civismo: Basílica &#8211; com sua planta retangular, era a sede do comércio</li>
<li>Higiene: Termas &#8211; as termas eram o centro social de Roma.</li>
<li>Divertimentos &#8211; Circo, teatro, anfiteatro</li>
<li>Monumentos decorativos &#8211; Arco de Triunfo, Coluna Triunfal</li>
<li>Moradia &#8211; era construída ao redor de um pátio chamada Atrio.</li>
</ul>
<h5>2.3.2. PINTURA</h5>
<p><figure id="attachment_42656" aria-describedby="caption-attachment-42656" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42656" title="Herculano - Mosaicode Neptuno e Anfitrite" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite.jpg" alt="Herculano - Mosaicode Neptuno e Anfitrite" width="600" height="393" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite.jpg 1221w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite-1024x671.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite-768x503.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Herculano-Mosaicode-Neptuno-e-Anfitrite-800x524.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42656" class="wp-caption-text">Herculano &#8211; Mosaicode Neptuno e Anfitrite</figcaption></figure></p>
<p><strong>O Mosaico</strong> foi muito utilizado na decoração. O que conhecemos hoje provém das cidades de <strong>Pompéia e Herculano</strong>, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C.</p>
<h5>2.3.3. ESCULTURA</h5>
<p>Por serem os romanos <strong>realistas e práticos</strong>, suas esculturas são uma representação <strong>fiel</strong> das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos.</p>
<p>Com a invasão dos bárbaros, as preocupações com as artes. Era o começo da decadência do Império Romano que, no séc. V &#8211; precisamente no ano de 476 &#8211; perde o domínio do seu vasto território do Ocidente para os invasores germânicos.</p>
<h4>2.4. PALEOCRISTÃ</h4>
<p><strong> </strong>Os cristãos (aqueles que seguiam os ensinamentos de Jesus Cristo) começaram a criar uma arte simples e simbólica executada por pessoas <strong>que não eram</strong> grandes artistas. Pela perseguição, a pintura é <strong>simbólica</strong>.</p>
<p>Em 313 d.C. o imperador Constantino legaliza o cristianismo, dando início à <strong>2a fase</strong> da arte paleocristã : a fase <strong>basilical</strong>.</p>
<p>Os romanos cederam algumas basílicas para eles poderem usar como local para as suas celebrações.</p>
<h4>2.5. BIZANTINA</h4>
<p><strong> </strong>Por volta do século IV, começou a invasão dos povos bárbaros ao império romano, o que levou Constantino a transferir a capital do Império para Bizâncio, cidade grega, depois batizada de Constantinopla.</p>
<p>A mudança possibilitou o aparecimento do primeiro estilo de arte cristã &#8211; Arte Bizantina, num estilo novo, rico, tanto na técnica como na cor.</p>
<p>A arte bizantina está dirigida <strong>pela religião</strong>.</p>
<p>O regime era <strong>teocrático</strong> e o imperador possuía poderes administrativos e espirituais.</p>
<p>O <strong>mosaico</strong> é expressão máxima da arte bizantina.</p>
<p>As pessoas são representadas de frente e verticalizadas para <strong>criar certa espiritualidade</strong>; a perspectiva e o volume são ignorados e o <strong>dourado</strong> é demasiadamente utilizado devido à associação com o  maior bem existente na terra: o ouro.</p>
<p><strong>A arquitetura das igrejas</strong> foi a que recebeu maior atenção da arte bizantina, com planta base circular, octogonal ou quadrada. Tinha imensas cúpulas.</p>
<p><figure id="attachment_42659" aria-describedby="caption-attachment-42659" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Igreja-de-Santa-Sofia-em-Instambul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42659" title="Igreja de Santa Sofia em Instambul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Igreja-de-Santa-Sofia-em-Instambul.jpg" alt="Igreja de Santa Sofia em Instambul" width="600" height="255" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Igreja-de-Santa-Sofia-em-Instambul.jpg 757w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Igreja-de-Santa-Sofia-em-Instambul-300x128.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Igreja-de-Santa-Sofia-em-Instambul-129x55.jpg 129w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42659" class="wp-caption-text">Igreja de Santa Sofia em Instambul</figcaption></figure></p>
<p><strong>A Igreja de Santa Sofia</strong> (Sofia = Sabedoria), na hoje Istambul, foi um dos maiores triunfos da nova técnica bizantina.</p>
<p><strong>A escultura não teve tanto destaque neste período</strong>. O que se encontra restringe-se a baixos relevos acoplados à decoração.</p>
<p>A arte bizantina teve seu grande apogeu no século VI, durante o reinado do Imperador Justiniano. Porém, logo sucedeu-se um período de crise chamado de <strong>Iconoclastia</strong>. Constituía na <strong>destruição</strong> de qualquer imagem santa devido ao conflito entre os imperadores e o clero.</p>
<p>A arte bizantina <strong>não se extinguiu em 1453</strong>, com a tomada de Constantinopla pelos turcos. Essa arte extravasou em muito os limites territoriais do império, penetrando, por exemplo, nos países eslavos.</p>
<h4>2.6. ISLÂMICA</h4>
<p>No ano de <strong>622</strong>, o profeta Maomé se exilou em Medina.</p>
<p>De origem nômade, os muçulmanos demoraram certo tempo para estabelecer-se definitivamente e assentar as bases de uma estética própria com a qual se identificassem. Absorveram traços estilísticos dos povos conquistados. Foi assim que as cúpulas bizantinas coroaram suas <strong>mesquitas.</strong></p>
<p>No âmbito sagrado evitou-se a arte figurativa, concentrando-se no <strong>geométrico e abstrato</strong>, mais simbólico do que transcendental. Daí o emprego de formas como os <strong>arabescos</strong></p>
<h5>2.6.1. ARQUITETURA</h5>
<p><strong>As mesquitas</strong> seguem o modelo da <strong>casa de Maomé</strong> em Medina.</p>
<p><figure id="attachment_42661" aria-describedby="caption-attachment-42661" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42661" title="mesquita islamica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica.jpg" alt="mesquita islamica" width="600" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mesquita-islamica-110x55.jpg 110w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42661" class="wp-caption-text">mesquita islamica</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>geômetra</strong> era tão importante quanto o arquiteto. Na realidade, era ele quem realmente projetava o edifício, enquanto o segundo controlava sua realização.<strong>As residências dos emires</strong> constituíam o habitat privativo do governante.</p>
<h5>2.6.2. TAPETES</h5>
<p>Como povo nômade, esses eram os únicos materiais utilizados para decorar o interior das tendas. À medida que foram se tornando sedentários, as sedas, brocados e tapetes passaram a decorar palácios e castelos, além de cumprir uma função fundamental nas mesquitas, já que o <strong>muçulmano, ao rezar,</strong> <strong>não deve ficar</strong> em contato com a terra.</p>
<h5>2.6.3. PINTURA E GRÁFICA</h5>
<p>As obras de pintura islâmica são representadas por <strong>afrescos e miniaturas</strong>.</p>
<p>Estreitamente ligada à pintura, encontra-se a arte dos <strong>mosaicistas.</strong> A mesma função desempenhava a <strong>cerâmica</strong>, mais utilizada a partir do século XII e que atingiu o esplendor na Espanha, onde foram criadas peças de uso cotidiano.</p>
<h2>3. ARTE NA IDADE MÉDIA</h2>
<p>Idade Média, período da história europeia que vai desde o colapso da civilização romana no século V d.C. até ao período do Renascimento (interpretado de várias formas como tendo começado no século XIII, XIV ou XV, consoante a região da Europa e outros factores).</p>
<h3>3.1. ROMÂNICA</h3>
<h5>3.1.1. ARQUITETURA</h5>
<p>No final dos séculos XI e XII, na Europa, surge a arte românica cuja <strong>estrutura</strong> era semelhante às construções dos antigos romanos.</p>
<p>As <strong>características</strong> mais significativas da arquitetura românica são: abóbadas em substituição ao telhado das basílicas, pilares maciços que sustentavam as paredes espessas, aberturas raras e  estreitas usadas como janelas.</p>
<p><figure id="attachment_42663" aria-describedby="caption-attachment-42663" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-42663" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1.jpg" alt="arquitetura românica" width="600" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1.jpg 870w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-1-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42663" class="wp-caption-text">arquitetura românica</figcaption></figure></p>
<p>A primeira coisa que chama a atenção nas <strong>igrejas românicas</strong> é o seu tamanho. Elas são sempre <strong>grandes e sólidas</strong>. Daí serem chamadas: <strong>fortalezas de Deus</strong>.</p>
<p>É<strong> um estilo essencialmente clerical</strong>. A mais famosa é a <strong>Catedral de Pisa</strong> sendo o campanário o  edifício mais conhecido do seu conjunto .</p>
<h5>3.1.2. PINTURA E ESCULTURA</h5>
<p>A pintura românica desenvolveu-se sobretudo nas <strong>grandes decorações murais</strong>, através da técnica do <strong>afresco</strong>, que originalmente era uma técnica de pintar sobre a parede úmida.</p>
<p>A figura de Cristo é <strong>sempre maior</strong> do que as outras que o cercam.</p>
<p>O <strong>colorismo</strong> realizou-se no emprego de cores chapadas, sem preocupação com meios tons ou jogos de luz e sombra, pois não havia a menor intenção de imitar a natureza.</p>
<p><strong>Mosaicos, </strong>especialmente em azul e dourado, foi utilizado principalmente nas igrejas.</p>
<h4>3.2. GÓTICA</h4>
<p>No século XII, entre os anos 1150 e 1500, tem início uma economia fundamentada no comércio, na burguesia urbana. Estas mudanças conduziram a uma revolução profunda na arte de projetar e construir grandes edifícios.</p>
<h5>3.2.1- ARQUITETURA</h5>
<p>A primeira diferença que notamos entre a igreja gótica e a românica <strong>é a fachada. </strong>Na igreja românica temos um único portal, na igreja gótica temos <strong>três portais</strong> A <strong>rosácea</strong> é um elemento arquitetônico  característico do estilo gótico.</p>
<p><figure id="attachment_42665" aria-describedby="caption-attachment-42665" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-gotica.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42665" title="igreja gótica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-gotica.webp" alt="igreja gótica" width="600" height="462" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-gotica.webp 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-gotica-300x231.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/igreja-gotica-72x55.webp 72w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42665" class="wp-caption-text">igreja gótica</figcaption></figure></p>
<p>Outros elementos característicos da arquitetura gótica são <strong>os arcos</strong> góticos ou <strong>ogivais e os vitrais</strong> coloridíssimos que filtram a luminosidade para o interior da igreja. As catedrais góticas mais conhecidas são: <strong>Catedral de Notre Dame</strong> de Paris e a Catedral de <strong>Notre Dame de Chartres.</strong></p>
<h5>3.2.2. ESCULTURA</h5>
<p>As esculturas estão ligadas à arquitetura e se alongam para o alto.</p>
<h5>3.2.3. ILUMINURAS</h5>
<p>Iluminura é a ilustração sobre o pergaminho de livros manuscritos. A gravura não fora ainda inventada.</p>
<h5>3.2.4. PINTURA</h5>
<p>Os principais artistas na pintura gótica são os verdadeiros precursores da pintura do Renascimento.</p>
<p><figure id="attachment_42675" aria-describedby="caption-attachment-42675" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42675" title="Lamentation do pintor Giotto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto.webp" alt="Lamentation do pintor Giotto" width="600" height="561" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto.webp 1207w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto-300x280.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto-1024x957.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto-768x718.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto-59x55.webp 59w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Lamentation-do-pintor-Giotto-800x748.webp 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42675" class="wp-caption-text">Lamentation do pintor Giotto</figcaption></figure></p>
<p>Como exemplo temos <strong>Giotto </strong> &#8211; identificação da figura dos santos com seres humanos, numa visão <strong>humanista</strong> do mundo.</p>
<h3>4. ARTE NA IDADE MODERNA</h3>
<h4>4.1. RENASCIMENTO</h4>
<p><strong> </strong>Além de <strong>reviver</strong> a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica.</p>
<p>O ideal do <strong>humanismo</strong> com a valorização do homem e da natureza, <strong>em oposição ao divino e ao sobrenatural</strong>, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média.</p>
<p><strong> Características gerais:</strong></p>
<ul>
<li>racionalidade</li>
<li>dignidade do Ser Humano</li>
<li>rigor científico</li>
<li>ideal Humanista</li>
<li>reutilização das artes greco-romana</li>
</ul>
<h5>4.1.1. ARQUITETURA</h5>
<p><figure id="attachment_42566" aria-describedby="caption-attachment-42566" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42566" title="Arquitetura do Renascimento" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.jpg" alt="Arquitetura do Renascimento" width="600" height="392" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.jpg 2500w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1024x669.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-768x502.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1536x1004.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-2048x1339.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-800x523.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42566" class="wp-caption-text">Arquitetura do Renascimento</figcaption></figure></p>
<p>Na arquitetura renascentista, a ocupação do espaço pelo edifício baseia-se em relações <strong>matemáticas</strong> (geometria, perspectiva)</p>
<h5>4.1.2. PINTURA</h5>
<p>Principais características: <strong>Perspectiva, uso do claro-escuro, realismo </strong>: o artistas do Renascimento não vê mais <strong>o homem</strong> como simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como <strong>a expressão mais grandiosa do próprio Deus</strong>.</p>
<p>E o mundo é pensado como uma realidade a ser compreendida cientificamente, e não apenas admirada. Inicia-se o uso da <strong>tela e da tinta à óleo</strong>.</p>
<p>Outra característica da arte do Renascimento, em especial da pintura, foi o surgimento de artistas com um <strong>estilo pessoal</strong>, diferente dos demais, já que o período é marcado pelo ideal de <strong>liberdade</strong> e, consequentemente, pelo <strong>individualismo</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42667" aria-describedby="caption-attachment-42667" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42667" title="O Nascimento de Vênus - Botticelli" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli.jpg" alt="O Nascimento de Vênus - Botticelli" width="600" height="333" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli.jpg 810w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli-300x167.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli-768x427.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli-99x55.jpg 99w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Nascimento-de-Venus-Botticelli-800x444.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42667" class="wp-caption-text">O Nascimento de Vênus &#8211; Botticelli</figcaption></figure></p>
<p><strong>Os principais pintores foram:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Botticelli</strong> &#8211; Seus quadros são belos porque <strong>manifestam a graça divina</strong>. Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus.</li>
<li>Leonardo<strong> da Vinci</strong> &#8211; Ele dominou com sabedoria um <strong>jogo expressivo de luz e sombra</strong>. Parte da realidade mas estimula a imaginação do observador. Obras destacadas: A Virgem dos Rochedos e <strong>Monalisa.</strong></li>
<li><strong>Michelângelo</strong>  &#8211; Pintou o teto da <strong>Capela Sistina, no Vaticano</strong>. Obras destacadas: Teto da Capela Sistina e a Sagrada Família</li>
<li><strong>Rafael</strong> &#8211; suas obras comunicam ao observador um <strong>sentimento de ordem e segurança.</strong></li>
</ul>
<p>Obras destacadas: A Escola de Atenas e Madona da Manhã.</p>
<h5>4.1.3. ESCULTURA</h5>
<p>Protetores das artes, os papas passam a residir no Vaticano.</p>
<p><figure id="attachment_42669" aria-describedby="caption-attachment-42669" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42669" title="Moisés de Michelângelo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo.jpg" alt="Moisés de Michelângelo" width="600" height="401" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo.jpg 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-1024x684.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-768x513.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-1536x1025.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Moises-de-Michelangelo-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42669" class="wp-caption-text">Moisés de Michelângelo</figcaption></figure></p>
<p>Ali, grandes escultores se revelam, o maior dos quais é <strong>Michelângelo</strong>, que domina toda a escultura italiana do século XVI. Algumas obras: Moisés, Davi (4,10m) e Pietá.</p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>Buscavam representar o homem tal como ele é na realidade</li>
<li>Proporção da figura mantendo a sua relação com a realidade</li>
<li>Profundidade e perspectiva</li>
<li>Estudo do corpo e do caráter humano</li>
</ul>
<h4>4.2. MANEIRISMO</h4>
<p><strong>Paralelamente</strong> ao renascimento clássico, desenvolve-se em <strong>Roma</strong>, do ano de 1520 até por volta de 1610, um movimento artístico <strong>afastado conscientemente</strong> do modelo da antigüidade clássica: o maneirismo (maniera, em italiano, significa maneira).</p>
<p>Uma evidente tendência para a <strong>estilização exagerada</strong> e um capricho nos detalhes.</p>
<p>Os grandes impérios começam a se formar, e o homem <strong>já não é a principal e única</strong> medida do universo.</p>
<p>Pintores, arquitetos e escultores são impelidos a deixar Roma com destino a outras cidades. Valendo-se dos mesmos elementos do renascimento, criam uma arte de labirintos, espirais e proporções estranhas.</p>
<h5>4.2.1. ARQUITETURA</h5>
<p>A arquitetura maneirista dá prioridade à construção de igrejas de <strong>plano longitudinal</strong>, com espaços mais longos do que largos, com a cúpula principal sobre o transepto, <strong>na distribuição da luz e na decoração.</strong></p>
<h5>4.2.2. PINTURA</h5>
<p>É na pintura que o espírito maneirista se manifesta em <strong>primeiro</strong> lugar, procurando <strong>deformar</strong> uma realidade que já não os satisfaz e tentando re-valorizar a arte pela própria arte.</p>
<p>Principais características : <strong>tensão</strong> permanente, formas esguias e alongadas, rostos <strong>melancólicos.</strong> Os verdadeiros protagonistas do quadro já não se posicionam no centro da perspectiva, mas em algum ponto da arquitetura, onde o olho atento deve, não sem certa dificuldade, encontrá-lo.</p>
<p><figure id="attachment_42671" aria-describedby="caption-attachment-42671" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cristo-cura-um-cego-EL-Greco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42671" title="Cristo cura um cego - EL Greco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cristo-cura-um-cego-EL-Greco.jpg" alt="Cristo cura um cego - EL Greco" width="600" height="470" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cristo-cura-um-cego-EL-Greco.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cristo-cura-um-cego-EL-Greco-300x235.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cristo-cura-um-cego-EL-Greco-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42671" class="wp-caption-text">Cristo cura um cego &#8211; EL Greco</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principal Artista:</strong> EL GRECO</p>
<h5>4.2.3. ESCULTURA</h5>
<p>Na escultura, o maneirismo segue o caminho traçado por Michelangelo. Principais <strong>características</strong>: equilíbrio aparentemente frágil e a graciosidade de todo o conjunto.</p>
<h4>4.3. BARROCO</h4>
<p>A arte barroca <strong>originou-se na Itália</strong> <strong>(séc. XVII)</strong> mas não tardou a irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis.</p>
<p>As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão ou entre a arte e a ciência. Na arte barroca predominam as <strong>emoções</strong> e não o racionalismo da arte renascentista.</p>
<p>É uma época de conflitos espirituais e religiosos. O homem se coloca em constante dualismo: Paganismo X Cristianismo e Espírito X Matéria.</p>
<h5>4.3.1. PINTURA</h5>
<p><strong>Características</strong> da pintura barroca: Composição em diagonal, acentuado contraste de claro-escuro (expressão dos sentimentos) e realista, abrangendo todas as camadas sociais. A Itália foi o centro irradiador do estilo barroco.</p>
<p><figure id="attachment_42677" aria-describedby="caption-attachment-42677" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42677" title="Judite e Holofernes - Caravaggio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio.webp" alt="Judite e Holofernes - Caravaggio" width="600" height="445" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio.webp 685w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio-300x222.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Judite-e-Holofernes-Caravaggio-74x55.webp 74w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42677" class="wp-caption-text">Judite e Holofernes &#8211; Caravaggio</figcaption></figure></p>
<p>Dentre os pintores barrocos italianos: <strong>Caravaggio</strong> e <strong>Andrea Pozzo</strong>.</p>
<p>Dentre os pintores mais representativos, de outros países da Europa, temos: <strong>Velázquez </strong>(espanhol<strong>)</strong>, <strong>Rubens</strong> (espanhol), <strong>Rembrandt</strong> (holandês)</p>
<h5> 4.3.2. ESCULTURA</h5>
<p>Predominam as linhas curvas, os drapeados das vestes e o uso do dourado. Os gestos e os rostos das personagens revelam <strong>emoções violentas</strong> e atingem uma dramaticidade desconhecida no Renascimento.</p>
<h5>4.3.3. ARQUITETURA</h5>
<p>A arquitetura barroca tem o patrocínio da igreja católica que, investindo em obras ricas e suntuosas, tenta resgatar os fiéis perdidos para o protestantismo.</p>
<p><figure id="attachment_42574" aria-describedby="caption-attachment-42574" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42574" title="Arquitetura Barroca" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1.jpg" alt="Arquitetura Barroca" width="600" height="338" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1.jpg 1520w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42574" class="wp-caption-text">Arquitetura Barroca</figcaption></figure></p>
<p>É a arquitetura da contra-reforma. Nas obras profanas destaca-se o Palácio de Versallhes, com o seu incrível Salão dos Espelhos.</p>
<h3>4.4. ROCOCÓ</h3>
<p>Rococó é o estilo artístico que surgiu na França como desdobramento do barroco, mais <strong>leve e intimista</strong> que aquele e usado inicialmente em decoração de interiores. Na França, o rococó é também chamado <strong>estilo Luís XV e Luís XVI</strong>.</p>
<p><strong>Características gerais:</strong> Uso abundante de formas <strong>curvas</strong> e pela profusão de <strong>elementos decorativos</strong>, tais como conchas, laços e flores.</p>
<h5>4.4.1. ARQUITETURA</h5>
<p>Durante o Iluminismo, entre 1700 e 1780, o rococó foi a principal corrente da arte e da arquitetura pós-barroca.</p>
<p><figure id="attachment_42596" aria-describedby="caption-attachment-42596" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42596" title="Arquitetura Rococó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo.jpg" alt="Arquitetura Rococó" width="620" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo.jpg 1280w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42596" class="wp-caption-text">Arquitetura Rococó</figcaption></figure></p>
<p>Nos primeiros anos do século XVIII, o centro artístico da Europa transferiu-se de Roma para Paris.</p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>Cores vivas foram substituídas por tons pastéis, a luz difusa inundou os interiores por meio de numerosas janelas e o relevo abrupto das superfícies deu lugar a texturas suaves.</li>
<li>A estrutura das construções ganhou leveza e o espaço interno foi unificado, com maior graça e intimidade.</li>
</ul>
<h4>4.4.2. ESCULTURA</h4>
<p>Na escultura e na pintura, não é possível traçar uma clara linha divisória entre o barroco e o rococó</p>
<h4>4.4.3. PINTURA</h4>
<p><figure id="attachment_42679" aria-describedby="caption-attachment-42679" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rubens-and-Isabella-Brandt-the-Honeysuckle-Bower-oil-on-panel-1609-10-.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42679" title="“Rubens and Isabella Brandt, the Honeysuckle Bower,” oil on panel, 1609-10 - Peter Paul Rubens" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rubens-and-Isabella-Brandt-the-Honeysuckle-Bower-oil-on-panel-1609-10-.jpg" alt="“Rubens and Isabella Brandt, the Honeysuckle Bower,” oil on panel, 1609-10 - Peter Paul Rubens" width="650" height="850" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rubens-and-Isabella-Brandt-the-Honeysuckle-Bower-oil-on-panel-1609-10-.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rubens-and-Isabella-Brandt-the-Honeysuckle-Bower-oil-on-panel-1609-10--229x300.jpg 229w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rubens-and-Isabella-Brandt-the-Honeysuckle-Bower-oil-on-panel-1609-10--42x55.jpg 42w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42679" class="wp-caption-text">“Rubens and Isabella Brandt, the Honeysuckle Bower,” oil on panel, 1609-10 &#8211; Peter Paul Rubens</figcaption></figure></p>
<p>No final do reinado de Luís XIV, em que se afirmou o predomínio político e cultural da França sobre o resto da Europa, apareceram as primeiras pinturas rococós sob influência da técnica de Peter Paul Rubens.</p>
<h3>5. ARTE CONTEMPORÂNEA</h3>
<h4>5.1. NEOCLÁSSICO</h4>
<p>Nas duas últimas décadas do século XVIII e nas três primeiras do século XIX, uma nova tendência estética predominou. Trata-se do Academicismo ou Neoclassicismo, com uma nova e fortalecida burguesia, principalmente com o Império de Napoleão.</p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>retorno ao passado, pela imitação dos modelos antigos <strong>greco-latinos</strong>;</li>
<li>academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, <strong>sujeição aos modelos e às regras</strong> ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes;</li>
<li><strong>arte </strong>entendida como <strong>imitação da natureza,</strong> num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles.</li>
</ul>
<h5>5.1.1. ARQUITETURA</h5>
<p><figure id="attachment_42582" aria-describedby="caption-attachment-42582" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42582" title="Arquitetura Neoclássica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica.webp" alt="Arquitetura Neoclássica" width="620" height="477" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-300x231.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-768x590.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-72x55.webp 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-800x615.webp 800w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42582" class="wp-caption-text">Arquitetura Neoclássica</figcaption></figure></p>
<p>A arquitetura neoclássica <strong>seguiu o modelo dos templos greco-romanos ou o das edificações do Renascimento italiano</strong>.</p>
<h5>5.1.2. PINTURA</h5>
<p><figure id="attachment_42708" aria-describedby="caption-attachment-42708" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Rafael-Sanzio.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42708" title="obra de Rafael Sanzio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Rafael-Sanzio.webp" alt="obra de Rafael Sanzio" width="600" height="620" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Rafael-Sanzio.webp 619w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Rafael-Sanzio-290x300.webp 290w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Rafael-Sanzio-53x55.webp 53w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42708" class="wp-caption-text">obra de Rafael Sanzio</figcaption></figure></p>
<p>A pintura desse período foi inspirada principalmente na escultura clássica grega e na pintura renascentista italiana, <strong>sobretudo em Rafael</strong>, mestre inegável do equilíbrio da composição.</p>
<h4>5.2. ROMÂNTICA</h4>
<p>O século XIX foi agitado por fortes mudanças sociais, políticas e culturais causadas pela <strong>Revolução Industrial </strong>do final do século XVIII.</p>
<p>Do mesmo modo, a atividade artística tornou-se complexa.</p>
<p>Os artistas românticos procuraram se <strong>libertar</strong> das convenções acadêmicas em favor da livre expressão da personalidade do artista.</p>
<p><strong>Características gerais:</strong> a valorização dos sentimentos e da imaginação, o nacionalismo, a valorização da natureza como princípios da criação artística, e os sentimentos do presente.</p>
<h5> 5.2.1. ARQUITETURA</h5>
<p>Característica principal da arquitetura: Revaloriza-se <strong>o gótico</strong>, considerado estilo genuinamente europeu.</p>
<p><figure id="attachment_42681" aria-describedby="caption-attachment-42681" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42681" title="Parlamento Britânico e Palácio de Westminster em Londres" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres.jpg" alt="Parlamento Britânico e Palácio de Westminster em Londres" width="600" height="315" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres-300x158.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres-1024x538.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres-105x55.jpg 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parlamento-Britanico-e-Palacio-de-Westminster-em-Londres-800x420.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42681" class="wp-caption-text">Parlamento Britânico e Palácio de Westminster em Londres</figcaption></figure></p>
<p><strong>Obra Destacada:</strong> Edifício do Parlamento Inglês</p>
<h5>5.2.2. PINTURA</h5>
<p>Temas da pintura: Fatos reais da história nacional e contemporânea da vida dos artistas , e natureza revelando um dinamismo equivalente as emoções humanas.</p>
<p><figure id="attachment_42683" aria-describedby="caption-attachment-42683" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Francisco-Goya-Apolo-na-Forja-de-Vulcano-1639.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42683" title="Francisco Goya, Apolo na Forja de Vulcano , 1639" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Francisco-Goya-Apolo-na-Forja-de-Vulcano-1639.jpg" alt="Francisco Goya, Apolo na Forja de Vulcano , 1639" width="600" height="466" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Francisco-Goya-Apolo-na-Forja-de-Vulcano-1639.jpg 720w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Francisco-Goya-Apolo-na-Forja-de-Vulcano-1639-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Francisco-Goya-Apolo-na-Forja-de-Vulcano-1639-71x55.jpg 71w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42683" class="wp-caption-text">Francisco Goya, Apolo na Forja de Vulcano , 1639</figcaption></figure></p>
<p><strong> Principais artistas:</strong> Goya, Turner, Delacroix</p>
<h4>5.3. REALISTA</h4>
<p>Entre <strong>1850 e 1900</strong> surge nas artes européias, sobretudo na pintura francesa, uma nova tendência estética chamada Realismo, que se desenvolveu ao lado da crescente industrialização das sociedades.</p>
<p><strong>O homem europeu, convenceu-se de que precisava ser realista</strong>, inclusive em suas criações artísticas, deixando de lado as visões subjetivas e emotivas da realidade.</p>
<p>São <strong>características</strong> gerais: o cientificismo, a valorização do objeto, o sóbrio e o minucioso, a expressão da realidade e dos aspectos descritivos.</p>
<p><figure id="attachment_42706" aria-describedby="caption-attachment-42706" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Gustave-Courbet.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42706" title="Obra de Gustave Courbet - Realismo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Gustave-Courbet.webp" alt="Obra de Gustave Courbet" width="600" height="473" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Gustave-Courbet.webp 685w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Gustave-Courbet-300x236.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Gustave-Courbet-70x55.webp 70w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42706" class="wp-caption-text">Obra de Gustave Courbet &#8211; Realismo</figcaption></figure></p>
<h5>5.3.1. ARQUITETURA</h5>
<p>Os <strong>arquitetos e engenheiros</strong> procuram responder adequadamente às <strong>novas necessidades urbanas</strong>.</p>
<p>As cidades não exigem mais ricos palácios e templos. Elas precisam de fábricas, estações, ferroviárias, armazéns, lojas, bibliotecas, escolas, hospitais e moradias, tanto para os operários quanto para a nova burguesia.</p>
<p><figure id="attachment_42685" aria-describedby="caption-attachment-42685" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42685" title="Torre Eiffel" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel.jpg" alt="Torre Eiffel" width="600" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel.jpg 669w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Torre-Eiffel-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42685" class="wp-caption-text">Torre Eiffel</figcaption></figure></p>
<p>Em 1889, Gustavo Eiffel levanta, em Paris, a <strong>Torre Eiffel</strong>, hoje logotipo da &#8220;Cidade Luz&#8221;.</p>
<h5>5.3.2. ESCULTURA</h5>
<p><figure id="attachment_42687" aria-describedby="caption-attachment-42687" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42687" title="&quot;O Pensador&quot; de Auguste Rodin" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin.jpg" alt="&quot;O Pensador&quot; de Auguste Rodin" width="620" height="482" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin-768x597.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/O-Pensador-de-Auguste-Rodin-800x622.jpg 800w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42687" class="wp-caption-text">&#8220;O Pensador&#8221; de Auguste Rodin</figcaption></figure></p>
<p><strong>Auguste Rodin</strong> procurou recriar os seres tais como eles são. É a fixação do momento significativo de um gesto humano.</p>
<p>Obras destacadas: Balzac, Os Burgueses de Calais, O Beijo e O Pensador.</p>
<h5>5.3.3. PINTURA</h5>
<p><strong>Características da pintura:</strong></p>
<ul>
<li>Realidade com a mesma objetividade com que um cientista estuda um fenômeno da natureza.</li>
<li>Ao artista não cabe &#8220;melhorar&#8221; artisticamente a natureza, pois a beleza está na realidade tal qual ela é.</li>
<li>Revelação dos aspectos mais característicos e expressivos da realidade</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_42700" aria-describedby="caption-attachment-42700" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42700" title="obra de jean françois millet" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet.jpg" alt="obra de jean françois millet" width="600" height="454" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet.jpg 2024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-300x227.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-1024x775.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-768x581.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-1536x1162.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-jean-francois-millet-800x605.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42700" class="wp-caption-text">Obra de Jean François Millet</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principais pintores: </strong>Courbet, Jean-François Millet.</p>
<h4>5.4. IMPRESSIONISMO</h4>
<p>O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e <strong>deu início às grandes tendências da arte do século XX. </strong></p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao <strong>refletir a luz solar</strong> num determinado momento</li>
<li>As figuras não devem ter contornos nítidos, pois <strong>a linha é uma abstração do ser humano</strong> para representar imagens.</li>
<li>As <strong>sombras devem ser luminosas e coloridas</strong>, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá-las no passado.</li>
<li>As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. <strong>É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final</strong>. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se óptica.</li>
</ul>
<p>A primeira vez que o público teve contato com a obra dos impressionistas foi numa exposição coletiva realizada em Paris, em abril de <strong>1874</strong>. Mas o público e a crítica reagiram muito mal ao novo movimento, pois ainda se mantinham fiéis aos princípios acadêmicos da pintura.</p>
<p><figure id="attachment_42704" aria-describedby="caption-attachment-42704" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42704" title="obra de Pierre Auguste Renoir" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir.jpg" alt="obra de Pierre Auguste Renoir" width="600" height="443" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir-1024x756.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir-768x567.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Pierre-Auguste-Renoir-800x591.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42704" class="wp-caption-text">obra de Pierre Auguste Renoir</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principais artistas:</strong> Monet, Renoir, Seurat</p>
<h4>5.5. EXPRESSIONISMO</h4>
<p>O Expressionismo é <strong>a arte do instinto</strong>, trata-se de uma pintura dramática, subjetiva, <strong>“expressando”</strong> sentimentos humanos. Predominância dos valores emocionais sobre os intelectuais.</p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>pesquisa no <strong>domínio psicológico</strong>;</li>
<li><strong>cores resplandecentes</strong>, vibrantes, fundidas ou separadas;</li>
<li>preferência pelo <strong>patético, trágico e sombrio</strong>
<p><figure id="attachment_42698" aria-describedby="caption-attachment-42698" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Van-Gogh.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42698" title="obra de Van Gogh" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Van-Gogh.webp" alt="obra de Van Gogh" width="600" height="458" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Van-Gogh.webp 655w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Van-Gogh-300x229.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Van-Gogh-72x55.webp 72w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42698" class="wp-caption-text">obra de Van Gogh</figcaption></figure></li>
</ul>
<p><strong>Principais artistas:</strong> Gauguin, Cézanne, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Van Gogh</p>
<h4>5.6. CUBISMO</h4>
<p><strong> </strong>Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne, Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram a representar <strong>os objetos com todas as suas partes num mesmo plano</strong>.</p>
<p>O cubismo não representa, mas sugere a estrutura dos corpos ou objetos.</p>
<p><strong>Principais características:</strong></p>
<ul>
<li>geometrização das formas e volumes</li>
<li>renúncia à perspectiva</li>
<li>o claro-escuro perde sua função</li>
<li>também no observador as sensações táteis.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_42696" aria-describedby="caption-attachment-42696" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42696" title="Obra de Pablo Picasso" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso.jpg" alt="Obra de Pablo Picasso" width="600" height="467" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso.jpg 900w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso-768x597.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Pablo-Picasso-800x622.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42696" class="wp-caption-text">Obra de Pablo Picasso</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principais artistas: </strong>Picasso, Braque</p>
<h4>5.7. ABSTRACIONISMO</h4>
<p><strong> </strong>Quando a significação de um quadro depende essencialmente da cor e da forma, quando o pintor <strong>rompe os últimos laços</strong> que ligam a sua obra à <strong>realidade visível, ela passa a ser abstrata</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42690" aria-describedby="caption-attachment-42690" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42690" title="Obra de Paul Klee" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee.jpg" alt="Obra de Paul Klee" width="600" height="487" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee-300x244.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee-1024x831.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee-768x623.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee-68x55.jpg 68w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Paul-Klee-800x649.jpg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42690" class="wp-caption-text">Obra de Paul Klee</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principais Artistas: </strong>KANDINSKY, PAUL KLEE</p>
<h4>5.8. FAUVISMO</h4>
<p><strong> </strong>Em 1905, em Paris, no Salão de Outono, alguns artistas foram chamados de fauves (<strong>em português significa feras</strong>), em virtude da <strong>intensidade</strong> com que usavam as <strong>cores puras</strong>.</p>
<p>Os princípios deste movimento artístico eram:</p>
<ul>
<li><strong>Criar</strong>, em arte, <strong>não</strong> tem <strong>relação</strong> com o <strong>intelecto</strong> e nem com</li>
<li>Criar é <strong>seguir os impulsos do instinto</strong>, as sensações primárias.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_42692" aria-describedby="caption-attachment-42692" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42692" title="Obra de Henri Matisse" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse.webp" alt="Obra de Henri Matisse" width="600" height="405" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse.webp 1036w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse-300x203.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse-1024x692.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse-768x519.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse-81x55.webp 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Henri-Matisse-800x541.webp 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42692" class="wp-caption-text">Obra de Henri Matisse</figcaption></figure></p>
<p><strong>Artista destacado: </strong>HENRI MATISSE</p>
<h4>5.9. CONTRUTIVISMO</h4>
<p>Trata-se de um <strong>abstrato geométrico</strong> que busca movimento perspectivo vibratório através das cores e linhas. É a síntese das teorias abstratas e científicas da arte moderna. É uma pintura em duas dimensões.</p>
<p><figure id="attachment_42694" aria-describedby="caption-attachment-42694" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42694" title="Obra de Mondrian" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian.jpg" alt="Obra de Mondrian" width="600" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-de-Mondrian-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42694" class="wp-caption-text">Obra de Mondrian</figcaption></figure></p>
<p><strong>Artista destacado:</strong> Mondrian</p>
<h4>5.10. SURREALISMO</h4>
<p><strong> </strong>Nas duas primeiras décadas do <strong>século XX, os estudos psicanalíticos de FREUD e as incertezas políticas</strong> criaram um clima favorável para o desenvolvimento de uma <strong>arte que criticava a cultura</strong> européia e a frágil condição humana diante de um mundo cada vez mais complexo.</p>
<p>O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da <strong>representação do irracional e do subconsciente</strong>.</p>
<p>Por meio do automatismo, ou seja, qualquer forma de expressão em que a mente não exercesse nenhum tipo de controle, os surrealistas tentavam <strong>plasmar</strong>, seja por meio de formas abstratas ou figurativas simbólicas, as imagens da realidade mais profunda do ser humano: <strong>o subconsciente</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42702" aria-describedby="caption-attachment-42702" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Salvador-Dali.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42702 size-full" title="obra de Salvador Dali" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Salvador-Dali.webp" alt="obra de Salvador Dali" width="600" height="440" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Salvador-Dali.webp 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Salvador-Dali-300x220.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/obra-de-Salvador-Dali-75x55.webp 75w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42702" class="wp-caption-text">obra de Salvador Dali</figcaption></figure></p>
<p><strong>Principais artistas :</strong> Salvador Dali , Joan Miró</p>
<h4>5.11. DADAÍSMO</h4>
<p><strong> </strong>Formado em <strong>1916 em Zurique </strong>por jovens franceses e alemães que, se tivessem permanecido em seus respectivos países, teriam sido convocados para o serviço militar, o Dada foi um movimento de <strong>negação</strong>.</p>
<p>Sua proposta é que <strong>a arte ficasse solta das amarras racionalistas e fosse apenas o resultado do automatismo psíquico</strong>, selecionado e combinando elementos por acaso.</p>
<p>O fim do Dada como atividade de grupo ocorreu por volta de 1921.</p>
<h4>5.12. OP ART</h4>
<p><strong> </strong>A expressão “op-art” vem do inglês (<strong>optical art</strong>) e significa “arte óptica”.</p>
<p><strong>Parece excessivamente cerebral e sistemática</strong>, mais próxima das ciências do que das humanidades. Por outro lado, suas possibilidades parecem ser tão limitadas quanto as da ciência e da tecnologia.</p>
<h4>5.13. POP ART</h4>
<p>Movimento principalmente americano e britânico, para designar os <strong>produtos da cultura popular da civilização ocidental</strong>, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos.</p>
<p>Representavam os componentes mais <strong>ostensivos</strong> da cultura popular. A Pop. Art proporcionou a transformação do que era considerado <strong>vulgar</strong> em <strong>refinado</strong>, e aproximou a arte das massas, desmistificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.</p>
<h4>5.14. INSTALAÇÃO</h4>
<p>São ampliações de ambientes que são transformados em <strong>cenários do tamanho de uma sala</strong>. O espectador <strong>participa da obra</strong>, e não somente à aprecia.</p>
<h4>5.15. INTERFERÊNCIA</h4>
<p>Alguns artistas <strong>interferem</strong> na paisagem, colocam cortinas, guarda-sóis, embrulhos em locais públicos..</p>
<h4>5.16. COBRA</h4>
<p>Movimento artístico criado na Holanda, Sigla de Copenhague-Bruxelas-Amsterdam. Essa pintura é <strong>gestual, livre, violenta</strong> na escolha de cores e texturas.</p>
<h4>5.17. FUTURISMO</h4>
<p>Para os futuristas, os objetos não se esgotam no contorno aparente e seus aspectos se interpenetram continuamente a um só tempo, ou vários tempos num só espaço. &#8220;O esplendor do mundo enriqueceu-se com uma nova beleza: a beleza da <strong>velocidade</strong>. Um automóvel de carreira é mais belo que a Vitória de Samotrácia&#8221;.</p>
<p>O futurismo é a concretização desta pesquisa no espaço bidimensional. Procura-se neste estilo expressar o <strong>movimento real</strong>, registrando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço.</p>
<p>O artista futurista não está interessado em pintar um automóvel, mas captar a forma plástica a velocidade descrita por ele no espaço.</p>
<h4>5.18. ART NAIF</h4>
<p>É a arte da espontaneidade, da criatividade autêntica, do fazer artístico sem escola nem orientação, portanto é <strong>instintiva</strong> Art naïf (<strong>arte ingênua</strong>) está numa faixa próxima à da arte infantil, da arte do doente mental e da arte primitiva, sem que, no entanto, se confunda com elas.</p>
<h4>5.19. PINTURA METAFÍSICA</h4>
<p><strong> </strong>A pintura deve criar um impressão de <strong>mistério</strong>. Tem inspiração na Metafísica, ciência que estuda tudo quanto se manifesta de maneira sobrenatural.</p>
<p>História da Arte: Caracteristicas, Aspectos e Periodos</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-da-arte-caracteristicas-aspectos-e-periodos/">História da Arte &#8211; Caracteristicas, Aspectos e Periodos</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1638/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2023 10:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42621</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638 &#8211;&#160;Theatre du Monde ou Nouvel Atlas… &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali, cum Terris Adiacentibus&#8221;,&#160;Blaeu, Willem Este belo mapa centrado nas Índias Ocidentais reflete o conhecimento em primeira mão de Hessel Gerritsz durante a sua viagem à América do Sul e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1638/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42622" aria-describedby="caption-attachment-42622" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42622 size-large" title="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-1024x786.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638 -&nbsp;Theatre du Monde ou Nouvel Atlas…&quot;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali, cum Terris Adiacentibus&quot;,&nbsp;Blaeu, Willem

Este belo mapa centrado nas Índias Ocidentais reflete o conhecimento em primeira mão de Hessel Gerritsz durante a sua viagem à América do Sul e às Índias Ocidentais, realizada em 1628.

Abrange a mesma região que o mapa de Gerritsz de 1631; desde a Baía de Chesapeake até à costa norte da América do Sul, com a adição da costa oeste da América Central.

A nomenclatura na América do Norte é praticamente idêntica, com a notável adição do nome Virgínia.

A nomenclatura foi provavelmente derivada de uma carta espanhola, uma vez que não tem qualquer influência francesa.

O mapa está ricamente decorado com três belas cartelas, veleiros, linhas de rumo e rosas de compasso." width="800" height="614" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-1024x786.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-768x589.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-1536x1178.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-2048x1571.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1638-800x614.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42622" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638 &#8211;&nbsp;Theatre du Monde ou Nouvel Atlas… &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali, cum Terris Adiacentibus&#8221;,&nbsp;Blaeu, Willem Este belo mapa centrado nas Índias Ocidentais reflete o conhecimento em primeira mão de Hessel Gerritsz durante a sua viagem à América do Sul e às Índias Ocidentais, realizada em 1628. Abrange a mesma região que o mapa de Gerritsz de 1631; desde a Baía de Chesapeake até à costa norte da América do Sul, com a adição da costa oeste da América Central. A nomenclatura na América do Norte é praticamente idêntica, com a notável adição do nome Virgínia. A nomenclatura foi provavelmente derivada de uma carta espanhola, uma vez que não tem qualquer influência francesa. O mapa está ricamente decorado com três belas cartelas, veleiros, linhas de rumo e rosas de compasso.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638 &#8211;&nbsp;Theatre du Monde ou Nouvel Atlas…</h3>
<h4>&#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali, cum Terris Adiacentibus&#8221;,&nbsp;Blaeu, Willem</h4>
<p>Este belo mapa centrado nas Índias Ocidentais reflete o conhecimento em primeira mão de Hessel Gerritsz durante a sua viagem à América do Sul e às Índias Ocidentais, realizada em 1628.</p>
<p>Abrange a mesma região que o mapa de Gerritsz de 1631; desde a Baía de Chesapeake até à costa norte da América do Sul, com a adição da costa oeste da América Central.</p>
<p>A nomenclatura na América do Norte é praticamente idêntica, com a notável adição do nome Virgínia.</p>
<p>A nomenclatura foi provavelmente derivada de uma carta espanhola, uma vez que não tem qualquer influência francesa.</p>
<p>O mapa está ricamente decorado com três belas cartelas, veleiros, linhas de rumo e rosas de compasso.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1638/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1638</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Panama de 1699</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-panama-de-1699/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2023 00:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42608</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Panama de 1699 &#8220;A Draft of the Golden &#38; Adjacent Islands, with Part of ye Isthmus of Darien&#8230; [on sheet with] A New Map of ye Isthmus of Darien in America, the Bay of Panama, the Gulph of Vallona or St. Michael&#8230;&#8221;, Hacke, William (Capt.) Dois mapas numa [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-panama-de-1699/">Mapa do Panama de 1699</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42609" aria-describedby="caption-attachment-42609" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42609 size-large" title="Mapa do Panama de 1699" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-839x1024.jpg" alt="Mapa do Panama de 1699&quot;A Draft of the Golden &amp; Adjacent Islands, with Part of ye Isthmus of Darien... [on sheet with] A New Map of ye Isthmus of Darien in America, the Bay of Panama, the Gulph of Vallona or St. Michael...&quot;, Hacke, William (Capt.)

Dois mapas numa folha.

O mapa superior mostra a costa norte do Panamá com parte das Ilhas San Blas e apresenta a colónia de curta duração de Nova Edimburgo.

A Companhia da Escócia estabeleceu esta malfadada colónia comercial na costa de Darien, no Panamá, em 1698.

A colónia estava bem localizada, com um bom porto, mas no espaço de um ano falhou devido a uma doença devastadora e ao ataque de galeões espanhóis.

O fracasso do Esquema de Darien (como ficou conhecido) contribuiu grandemente para a paralisação de toda a economia escocesa, que acabou por levar à dissolução do Parlamento escocês e ao Ato de União com a Inglaterra de 1707.

O mapa inferior, atribuído a Hacke e Robert Morden, mostra todo o istmo do Panamá com parte da Costa Rica e da Colômbia.

Ambos os mapas foram finamente gravados por Herman Moll com linhas de rumo, rosas de compasso, navios à vela, sondagens e cartelas decorativas. Esta é a rara primeira edição." width="800" height="976" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-839x1024.jpg 839w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-768x937.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-246x300.jpg 246w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-45x55.jpg 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-1258x1536.jpg 1258w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-1678x2048.jpg 1678w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Panama-de-1699-800x977.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42609" class="wp-caption-text">Mapa do Panama de 1699 &#8220;A Draft of the Golden &amp; Adjacent Islands, with Part of ye Isthmus of Darien&#8230; [on sheet with] A New Map of ye Isthmus of Darien in America, the Bay of Panama, the Gulph of Vallona or St. Michael&#8230;&#8221;, Hacke, William (Capt.) Dois mapas numa folha. O mapa superior mostra a costa norte do Panamá com parte das Ilhas San Blas e apresenta a colónia de curta duração de Nova Edimburgo. A Companhia da Escócia estabeleceu esta malfadada colónia comercial na costa de Darien, no Panamá, em 1698. A colónia estava bem localizada, com um bom porto, mas no espaço de um ano falhou devido a uma doença devastadora e ao ataque de galeões espanhóis. O fracasso do Esquema de Darien (como ficou conhecido) contribuiu grandemente para a paralisação de toda a economia escocesa, que acabou por levar à dissolução do Parlamento escocês e ao Ato de União com a Inglaterra de 1707. O mapa inferior, atribuído a Hacke e Robert Morden, mostra todo o istmo do Panamá com parte da Costa Rica e da Colômbia. Ambos os mapas foram finamente gravados por Herman Moll com linhas de rumo, rosas de compasso, navios à vela, sondagens e cartelas decorativas. Esta é a rara primeira edição.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Panama de 1699</h3>
<h4>&#8220;A Draft of the Golden &amp; Adjacent Islands, with Part of ye Isthmus of Darien&#8230; [on sheet with] A New Map of ye Isthmus of Darien in America, the Bay of Panama, the Gulph of Vallona or St. Michael&#8230;&#8221;, Hacke, William (Capt.)</h4>
<p>Dois mapas numa folha.</p>
<p>O mapa superior mostra a costa norte do Panamá com parte das Ilhas San Blas e apresenta a colónia de curta duração de Nova Edimburgo.</p>
<p>A Companhia da Escócia estabeleceu esta malfadada colónia comercial na costa de Darien, no Panamá, em 1698.</p>
<p>A colónia estava bem localizada, com um bom porto, mas no espaço de um ano falhou devido a uma doença devastadora e ao ataque de galeões espanhóis.</p>
<p>O fracasso do Esquema de Darien (como ficou conhecido) contribuiu grandemente para a paralisação de toda a economia escocesa, que acabou por levar à dissolução do Parlamento escocês e ao Ato de União com a Inglaterra de 1707.</p>
<p>O mapa inferior, atribuído a Hacke e Robert Morden, mostra todo o istmo do Panamá com parte da Costa Rica e da Colômbia.</p>
<p>Ambos os mapas foram finamente gravados por Herman Moll com linhas de rumo, rosas de compasso, navios à vela, sondagens e cartelas decorativas. Esta é a rara primeira edição.</p>
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		<title>Arquitetura Europeia – Cronologia, Estilos e Características</title>
		<link>https://bahia.ws/arquitetura-europeia-cronologia-estilos-e-caracteristicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2023 20:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Arte Nova]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura barroca]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Gótica]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Historicista]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Modernismo Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Neoclássica]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Rococó]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Românica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A arquitetura europeia teve varios estilos arquitetônicos que mudam lentamente ao longo dos séculos. Ao contrário de outros estilos, como a moda ou o design de mobiliário, os estilos de construção mudam muito mais lentamente ao longo dos séculos. No entanto, o estilo arquitetónico de um edifício também nos pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A arquitetura europeia teve varios estilos arquitetônicos que mudam lentamente ao longo dos séculos.</p>
<p>Ao contrário de outros estilos, como a moda ou o design de mobiliário, os estilos de construção mudam muito mais lentamente ao longo dos séculos.</p>
<p>No entanto, o estilo arquitetónico de um edifício também nos pode indicar a sua época de origem.</p>
<h3>Cronologia dos estilos arquitetônicos europeus</h3>
<ul>
<li>Românico &#8211; do final do século X ao século XII</li>
<li>Gótico &#8211; século XII ao século XVI</li>
<li>Renascentista &#8211; início do século XV até o começo do século XVI</li>
<li>Barroco &#8211; no final do século XVI na Itália, e que se prolongou na Alemanha e na América do Sul colonial, até ao século XVIII</li>
<li>Rococó &#8211; século XVIII</li>
<li>Neoclássica &#8211; de 1750 a 1830 &#8211; século XVIII e início do século XIX</li>
<li>Historicismo &#8211; século XIX e no início do século XX</li>
<li>Arte Nova &#8211; de 1890 a 1910</li>
<li>Moderno &#8211; de 1930 ao início dos anos 1960</li>
</ul>
<p>Cada estilo tem as suas próprias características que o tornam fácil de reconhecer e distinguir de outros estilos&nbsp;arquitetônicos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, é claro que também existem sobreposições no que diz respeito a certos elementos dos estilos arquitectónicos históricos.</p>
<p>Dependendo da região, os respectivos estilos foram predominantes em épocas diferentes.</p>
<h3>Estilos e características arquitetônicas</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/arquitetura-europeia-cronologia-estilos-e-caracteristicas/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Vamos dar-lhe uma breve visão geral das épocas e das suas características arquitetônica.</p>
<h4>1. Arquitetura Românica</h4>
<p>O período românico na Alemanha começa no início da Idade Média e pode ser dividido, grosso modo, em três épocas:</p>
<ul>
<li>Românico inicial: de 900 a 1070</li>
<li>Românico alto: de 1070 a 1170</li>
<li>Românico tardio: de 1170 a 1240</li>
</ul>
<p><strong>O estilo românico pode ainda ser encontrado em edifícios como igrejas, mosteiros e castelos.</strong></p>
<p>Os edifícios que podem ser atribuídos a este estilo arquitetónico são frequentemente maciços e escuros.</p>
<p>Embora as suas fachadas sejam bastante simples, as áreas por cima das janelas e das portas foram concebidas de forma elaborada.</p>
<p><figure id="attachment_42556" aria-describedby="caption-attachment-42556" style="width: 764px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42556 size-full" title="Arquitetura Românica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica.jpg" alt="Arquitetura Românica" width="764" height="509" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica.jpg 764w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Romanica-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42556" class="wp-caption-text">Arquitetura Românica</figcaption></figure></p>
<p>Por cima destas aberturas na alvenaria, encontram-se normalmente arcos semicirculares. Para além disso, encontram-se por vezes as chamadas rosas de janela e numerosas decorações, como figuras ou rostos.</p>
<p>A arquitetura românica caracteriza-se por edifícios maciços com arcos semicirculares nas janelas e aberturas.</p>
<p>Os edifícios sagrados, como igrejas, mosteiros e castelos, foram construídos no estilo arquitetónico românico.</p>
<p>As paredes grossas e as janelas pequenas são características deste estilo arquitetónico. Os edifícios maciços e escuros têm geralmente fachadas simples.</p>
<p>Os arcos semi-circulares são utilizados nas janelas, portas e aberturas de alvenaria.</p>
<p>Foi utilizado o friso de arco redondo, um elemento decorativo de arcos semicirculares utilizado para desenhar superfícies de paredes e fachadas.</p>
<p>Além disso, nos edifícios do período romântico encontram-se mosaicos ornamentados de paredes e pavimentos com padrões geométricos feitos de mármore.</p>
<h4>2. Arquitetura Gótica</h4>
<p>O período gótico seguiu-se ao período românico.&nbsp;&nbsp;O gótico foi substituído pelo Renascimento no século XVI.</p>
<p><figure id="attachment_42558" aria-describedby="caption-attachment-42558" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42558 size-large" title="Arquitetura Gótica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-964x1024.jpeg" alt="arquitetura Gótica" width="800" height="850" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-964x1024.jpeg 964w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-283x300.jpeg 283w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-768x816.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-52x55.jpeg 52w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-800x850.jpeg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica.jpeg 1050w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42558" class="wp-caption-text">Arquitetura Gótica</figcaption></figure></p>
<p><strong>Os edifícios góticos caracterizam-se normalmente pelas seguintes características:</strong></p>
<ul>
<li>edifícios maioritariamente altos</li>
<li>obra de filigrana</li>
<li>arcos pontiagudos</li>
<li>traçados</li>
<li>reforços exteriores</li>
<li>paredes exteriores a céu aberto</li>
<li>janelas de vidro colorido com estrutura fina</li>
<li>rosas de janela</li>
<li>gárgula</li>
</ul>
<p>A construção em esqueleto com abóbadas de nervuras cruzadas caracteriza os interiores e permite a abertura das paredes.</p>
<p><figure id="attachment_42560" aria-describedby="caption-attachment-42560" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42560 size-large" title="Elementos arquitetônicos góticos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-1024x724.jpg" alt="Elementos arquitetônicos góticos" width="800" height="566" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-1024x724.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-300x212.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-768x543.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos-800x566.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Elementos-arquitetonicos-goticos.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42560" class="wp-caption-text">Elementos arquitetônicos góticos</figcaption></figure></p>
<p>Para além disso, existe um sistema elaborado de contrafortes que torna possível a construção de catedrais altas.</p>
<p><figure id="attachment_42563" aria-describedby="caption-attachment-42563" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42563 size-large" title="Arquitetura Gótica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-1024x683.jpg" alt="Arquitetura Gótica" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Gotica.jpg 1224w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42563" class="wp-caption-text">Arquitetura Gótica</figcaption></figure></p>
<h4>3. Arquitetura do Renascimento</h4>
<p>O período gótico foi substituído pelo Renascimento, que também marcou o início da era moderna. Começou no primeiro terço do século XV e terminou em meados do século XVI.</p>
<p>O termo Renascimento vem do francês e significa renascimento.</p>
<p><strong>Características gerais: </strong></p>
<ul>
<li>racionalidade,</li>
<li>dignidade do Ser Humano</li>
<li>rigor científico</li>
<li>ideal Humanista</li>
<li>reutilização das artes greco-romana&nbsp;</li>
<li>na arquitetura renascentista, a ocupação do espaço pelo edifício baseia-se em relações <strong>matemáticas</strong> (geometria, perspectiva)</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_42566" aria-describedby="caption-attachment-42566" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42566 size-large" title="Arquitetura do Renascimento" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1024x669.jpg" alt="Arquitetura do Renascimento" width="800" height="523" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1024x669.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-768x502.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1536x1004.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-2048x1339.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-800x523.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42566" class="wp-caption-text">Arquitetura do Renascimento</figcaption></figure></p>
<p>Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica.</p>
<p>O ideal do humanismo com a valorização do homem e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média&nbsp;</p>
<p>Nesta época, os edifícios antigos eram o modelo da arquitetura. Sobretudo, foram copiados elementos da arquitetura romana.</p>
<p>Os arquitectos desta época tinham muito cuidado em manter a simetria e as proporções rigorosas.</p>
<p><figure id="attachment_42568" aria-describedby="caption-attachment-42568" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42568 size-large" title="Arquitetura do Renascimento" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1024x713.png" alt="Arquitetura do Renascimento" width="800" height="557" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-1024x713.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-300x209.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-768x535.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-79x55.png 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento-800x557.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-do-Renascimento.png 1270w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42568" class="wp-caption-text">Arquitetura do Renascimento</figcaption></figure></p>
<p>Os elementos utilizados baseavam-se frequentemente em formas geométricas.</p>
<p>Nesta época, os locais sagrados foram convertidos. As igrejas, por exemplo, destinavam-se a servir de locais de reunião. Além disso, os edifícios eram frequentemente revestidos de mármore claro.</p>
<h4>4. Arquitetura Barroca</h4>
<p>A arte barroca originou-se na Itália (séc. XVII) mas não tardou a irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis.</p>
<p><figure id="attachment_42574" aria-describedby="caption-attachment-42574" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42574 size-large" title="Arquitetura Barroca " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-1024x576.jpg" alt="Arquitetura Barroca " width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-1.jpg 1520w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42574" class="wp-caption-text">Arquitetura Barroca</figcaption></figure></p>
<p>A arquitetura barroca&nbsp;abrange os séculos XVII e XVIII tem o patrocínio da igreja católica que, investindo em obras ricas e suntuosas, tenta resgatar os fiéis perdidos para o protestantismo.</p>
<p>O barroco busca afirmar a soberania católica, as artes desse período são marcadas pela exaltação de Deus e da Igreja.&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_42576" aria-describedby="caption-attachment-42576" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42576 size-full" title="Arquitetura Barroca " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca.jpg" alt="Arquitetura Barroca " width="750" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Barroca-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42576" class="wp-caption-text">Arquitetura Barroca</figcaption></figure></p>
<p><strong>Características da arquitetura barroca:</strong></p>
<ul>
<li>forte presença de espaços e formas ovais, que trazem a ideia de centralização</li>
<li>uso da cruz grega, que identifica o cristianismo</li>
<li>fachadas convexas ou côncavas, que reforçam a ideia de movimento</li>
<li>uso de colunas tortas e de arcos</li>
<li>elementos decorativos de muita exuberância e forte presença do dourado</li>
<li>efeitos em gesso ou estuque</li>
<li>sensação de infinitude e grandeza</li>
<li>murais e pinturas nos tetos</li>
<li>uso da iluminação para criar a sensação de mistério</li>
<li>exaltação de Deus e de Cristo como figuras principais</li>
<li>fortes contrastes na iluminação, cor e forma</li>
<li>muitas pinturas elaboradas</li>
</ul>
<p>Durante um curto período de tempo, o Barroco foi ultrapassado pelo Rococó, que foi depois substituído pela Arquitetura Neoclássica.</p>
<p><strong>Veja também&nbsp;<a href="http://bahia.ws/arquitetura-barroca-no-nordeste-do-brasil-e-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">História da Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</a></strong></p>
<h4>5. Arquitetura Rococó</h4>
<p>A arquitetura rococó (1700-1790), frequentemente conhecida como barroco tardio, é um estilo de arquitetura altamente ornamental e teatral.</p>
<p><figure id="attachment_42596" aria-describedby="caption-attachment-42596" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42596 size-large" title="Arquitetura Rococó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-1024x768.jpg" alt="Arquitetura Rococó" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Rococo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42596" class="wp-caption-text">Arquitetura Rococó</figcaption></figure></p>
<p>Enquanto a arquitetura barroca começou em Roma para exprimir os mistérios religiosos, a arquitetura rococó desenvolveu-se em Paris como um estilo secular.</p>
<p>A arte e a decoração do Rococó combinam simetria, uso delicado de cores claras, curvas amplas, douramento, molduras esculturais e frescos Trompe-l&#8217;œil para criar uma ilusão de drama e movimento.</p>
<p><strong>O rococó é, sobretudo, um estilo de decoração de interiores residenciais.&nbsp;</strong></p>
<p>As características da arquitetura rococó estabelecem um sentido de emoção dramática com energia e ação.</p>
<p><strong>Características da arquitetura rococó:</strong></p>
<ul>
<li>texturas ricas/Tratamentos de superfície ricos</li>
<li>paleta de cores claras</li>
<li>espaços assimétricos</li>
<li>formas curvas/espremidas &#8211; especialmente cúpulas</li>
<li>elementos retorcidos</li>
<li>formas irregulares ou complicadas</li>
<li>superfícies côncavas e convexas para imitar a ondulação</li>
<li>grandes escadarias</li>
<li>grandeza exagerada</li>
<li>utilização do oval, tanto na planta como na ornamentação</li>
<li>tratamentos Trompe-I&#8217;oeil em interiores &#8211; Recurso técnico-artístico empregado com a finalidade de criar uma ilusão de ótica.</li>
<li>agrupamentos de colunas e nichos</li>
<li>pinturas luxuosas e dramáticas nos tectos e paredes.</li>
<li>imagens que criam ilusões de ótica</li>
<li>ornamento rococó deriva de formas naturais &#8211; conchas, flores, bem como algas marinhas, particularmente se forem de dupla curva em S.</li>
</ul>
<h4>6. Arquitetura Neoclássica</h4>
<p>Arquitetura neoclássica, renovação da arquitetura clássica durante o século XVIII e início do século XIX.</p>
<p><figure id="attachment_42582" aria-describedby="caption-attachment-42582" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42582 size-loop-large" title="Arquitetura Neoclássica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-800x615.webp" alt="Arquitetura Neoclássica" width="800" height="615" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-800x615.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-300x231.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-768x590.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica-72x55.webp 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Neoclassica.webp 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42582" class="wp-caption-text">Arquitetura Neoclássica</figcaption></figure></p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Arquitetura clássica, arquitetura da Grécia e de Roma antigas, especialmente do século V a.C. na Grécia até ao século III d.C. em Roma, que privilegiava a coluna e o frontão.</div></p>
<p><strong>Caracteristicas da arquitetura Neoclássica:</strong></p>
<ul>
<li>filas de colunas</li>
<li>uma grande escala</li>
<li>plantas rectangulares ou quadradas</li>
<li>pouca ornamentação</li>
<li>pórticos, frisos e outros elementos de design grego e romano</li>
<li>telhados abobadados, planos e de duas águas, consoante o estilo</li>
<li>arquitetura voltou a estar mais fortemente orientada para a Antiguidade</li>
</ul>
<p>No entanto, ao contrário do Renascimento, baseava-se sobretudo em modelos da antiguidade grega.</p>
<p>As colunas, em particular, eram frequentemente utilizadas como elemento de design nos edifícios clássicos.</p>
<p>Na maioria dos casos, existe também o chamado pórtico, ou seja, uma galeria cujo teto ou abóbada são sustentados por colunas ou por uma arcada.</p>
<p>Estes elementos estilísticos podem ser vistos, por exemplo, na Casa Branca em Washington D.C.. Consoante a classificação, a época de construção abrange o período de 1770 a 1840.</p>
<p>O modelo da arquitetura classicista eram sobretudo os templos gregos da Antiguidade. Nesta época, a arquitetura era expressa pelo desejo de monumentalidade, pompa e grandeza.</p>
<p>A estrutura em cúpula suportada por colunas era muito popular. As formas básicas clássicas, como triângulos, círculos, colunas e quadrados, eram também cada vez mais utilizadas.</p>
<h4>7. Arquitetura Historicista</h4>
<p>O historicismo, também chamado Romantismo, desenvolvido principalmente no século XIX e no início do século XX, concentrou todos os seus esforços na recuperação da arquitetura do passado.</p>
<p>Tratava-se de imitar estilos arquitetónicos de outras épocas, incorporando algumas características culturais desse século, enquanto a arquitetura eclética se dedicava a misturar estilos para dar forma a algo novo.</p>
<p>Tal como o Neoclássico antes dele, o Historicismo também se inspira em épocas arquitetônicas anteriores.</p>
<p><strong>Muitos subtipos estilísticos podem ser observados no Historicismo:</strong></p>
<ul>
<li>Neo-Romanesco</li>
<li>Neo-Gótico</li>
<li>Neo-Bizantinismo</li>
<li>Neo-Barroco</li>
</ul>
<p>A técnica de construção utilizada depende, por vezes, da função do edifício em causa.</p>
<p>Por exemplo, é frequente encontrar igrejas construídas em estilo gótico, ao passo que, por exemplo, as casas de cidade estão mais orientadas para o estilo renascentista e os edifícios representativos seguem principalmente o estilo barroco.</p>
<p>Atualmente, muitos edifícios podem ser atribuídos à época estilística do Historicismo &#8211; o que, por vezes, também se deve ao forte boom de construção desta época, desencadeado pela Revolução Industrial.</p>
<h4>8. Arquitetura Arte Nova</h4>
<p>Na história da arquitetura, a Arte Nova surgiu por volta da viragem dos séculos XIX e XX.</p>
<p><figure id="attachment_42588" aria-describedby="caption-attachment-42588" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42588 size-loop-large" title="Casa Milá, em Barcelona (Espanha), do arquiteto catalão Antoni Gaudí, é um exemplo de obra no estilo Art Nouveau" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau-800x623.webp" alt="Casa Milá, em Barcelona (Espanha), do arquiteto catalão Antoni Gaudí, é um exemplo de obra no estilo Art Nouveau" width="800" height="623" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau-800x623.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau-300x233.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau-768x598.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau-71x55.webp 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Casa-Mila-em-Barcelona-Espanha-do-arquiteto-catalao-Antoni-Gaudi-e-um-exemplo-de-obra-no-estilo-Art-Nouveau.webp 888w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42588" class="wp-caption-text">Casa Milá, em Barcelona (Espanha), do arquiteto catalão Antoni Gaudí, é um exemplo de obra no estilo Arte Nova</figcaption></figure></p>
<p>Entre outros nomes, o estilo também é conhecido como L&#8217;Art Noveau,&nbsp;Estilo de Secessão ou Estilo Moderno.</p>
<p>É de notar, no entanto, que a Arte Nova não era inicialmente um estilo autónomo; em vez disso, a delimitação atual desenvolveu-se a partir de vários estilos.</p>
<p>O estilo Art Nouveau é inspirado no mundo natural, caracterizado por formas sinuosas, esculturais e orgânicas, arcos, linhas curvas e ornamentação sensual.</p>
<p>Os elementos decorativos encontrados no interior e no exterior dos edifícios incluem trabalhos de mosaico intrincados, vidros coloridos e curvos e ferro forjado decorativo.</p>
<p>O que estes diferentes estilos tinham em comum era, sobretudo, o facto de se afastarem do historicismo que prevalecia até então.</p>
<p><figure id="attachment_42590" aria-describedby="caption-attachment-42590" style="width: 627px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42590 size-full" title="Art Nouveau na Arquitetura" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura.jpeg" alt="Art Nouveau na Arquitetura" width="627" height="418" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura.jpeg 627w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura-300x200.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura-83x55.jpeg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Art-Nouveau-na-Arquitetura-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 627px) 100vw, 627px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42590" class="wp-caption-text">Art Nouveau na Arquitetura</figcaption></figure></p>
<p><strong>As características da Arte Nova incluem:</strong></p>
<ul>
<li>motivos comuns incluem versões estilizadas de folhas, flores, videiras, insectos, animais e outros elementos naturais.</li>
<li>Figuras</li>
<li>formas sinuosas, esculturais e orgânicas, arcos, linhas curvas e ornamentação sensual.</li>
<li>afastamento da simetria</li>
<li>desenho segundo o lema &#8220;arte e vida&#8221;</li>
</ul>
<p>É de notar, no entanto, que devido aos diferentes estilos, nem todas as características têm de aparecer em conjunto.</p>
<h4>9. Arquitetura Modernismo Clássico</h4>
<p>Por volta de 1900, juntamente com o Expressionismo, o Futurismo e o Cubismo, inicia-se a fase do Modernismo Clássico.</p>
<p>Os edifícios da arquitetura moderna centravam-se na razão, na lógica e na funcionalidade pura.</p>
<p><figure id="attachment_42592" aria-describedby="caption-attachment-42592" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Modernismo-Classico.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42592 size-full" title="Arquitetura Modernismo Clássico" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Modernismo-Classico.webp" alt="Arquitetura Modernismo Clássico" width="640" height="336" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Modernismo-Classico.webp 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Modernismo-Classico-300x158.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Arquitetura-Modernismo-Classico-105x55.webp 105w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42592" class="wp-caption-text">Arquitetura Modernismo Clássico</figcaption></figure></p>
<p>Assim, os pormenores representativos e a ornamentação conspícua foram omitidos.</p>
<p>Os materiais utilizados nos edifícios eram materiais de construção fabricados industrialmente.</p>
<p><strong>As características da Modernismo Clássico incluem:</strong></p>
<ul>
<li>funcionalidade</li>
<li>sem ornamentação</li>
<li>planos de espaços abertos, funcionais e fluidos</li>
<li>estrutura exposta</li>
<li>utilização de materiais modernos como o betão armado, o vidro e o aço</li>
<li>utilização de materiais tradicionais de forma inovadora</li>
<li>plantas baixas abertas</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/arquitetura-europeia-cronologia-estilos-e-caracteristicas/">Arquitetura Europeia &#8211; Cronologia, Estilos e Características</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Brasil de 1606</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1606/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 15:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42537</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Brasil de 1606 &#8211;&#160;Delle Navigationi et Viaggi Raccolta&#8230; &#8220;Brasil&#8221;,&#160;Ramusio, Giovanni Battista Este fascinante mapa pictórico é um dos primeiros mapas regionais do Brasil que se pode obter. Ilustrado com o norte à direita, o mapa está repleto de vinhetas que representam a vida nativa, em vez de se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42536" aria-describedby="caption-attachment-42536" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42536 size-large" title="Mapa do Brasil de 1606" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1024x819.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1606 -&nbsp;Delle Navigationi et Viaggi Raccolta...&quot;Brasil&quot;,&nbsp;Ramusio, Giovanni Battista Este fascinante mapa pictórico é um dos primeiros mapas regionais do Brasil que se pode obter. Ilustrado com o norte à direita, o mapa está repleto de vinhetas que representam a vida nativa, em vez de se concentrar em informações geográficas. Os índios nativos são mostrados com arcos e flechas, machados, lhamas e redes, pelos quais os brasileiros são bem conhecidos. O oceano ao redor está repleto de navios franceses e portugueses e monstros marinhos. Ao longo da costa, os europeus são retratados interagindo com os nativos. As poucas informações geográficas apresentadas são bastante imprecisas. O rio Amazonas (aqui chamado Maranon F.) e o rio Paraná têm origem em lagos situados ao lado de um vulcão em erupção. Montanhas e rios espúrios preenchem a porção ocidental do Brasil, rotulada de Terra non Discoperta (terra não descoberta). Este mapa em xilogravura é do segundo bloco, cortado em 1565 depois que o original foi destruído por um incêndio na casa de impressão de Thomaso Guinti em 1557. No segundo bloco, Descoperta está escrito na parte superior central em vez de Discoperta. O segundo bloco foi utilizado novamente em 1606, distinguindo-se da impressão anterior pelo facto de o bloco de impressão ter sido danificado por caruncho. As pequenas áreas em branco ao longo da margem e nos mares sugerem que este exemplar provém do bloco danificado pelo caruncho. Muitos dos blocos para a edição de 1554 da obra Delle Navigationi Et Viaggi de Ramusio foram produzidos pelo grande cartógrafo veneziano Giacomo Gastaldi." width="800" height="640" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1024x819.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-2048x1637.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-300x240.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-768x614.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-69x55.jpg 69w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-1536x1228.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Brasil-de-1606-800x640.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42536" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1606 &#8211;&nbsp;Delle Navigationi et Viaggi Raccolta&#8230; &#8220;Brasil&#8221;,&nbsp;Ramusio, Giovanni Battista Este fascinante mapa pictórico é um dos primeiros mapas regionais do Brasil que se pode obter. Ilustrado com o norte à direita, o mapa está repleto de vinhetas que representam a vida nativa, em vez de se concentrar em informações geográficas. Os índios nativos são mostrados com arcos e flechas, machados, lhamas e redes, pelos quais os brasileiros são bem conhecidos. O oceano ao redor está repleto de navios franceses e portugueses e monstros marinhos. Ao longo da costa, os europeus são retratados interagindo com os nativos. As poucas informações geográficas apresentadas são bastante imprecisas. O rio Amazonas (aqui chamado Maranon F.) e o rio Paraná têm origem em lagos situados ao lado de um vulcão em erupção. Montanhas e rios espúrios preenchem a porção ocidental do Brasil, rotulada de Terra non Discoperta (terra não descoberta). Este mapa em xilogravura é do segundo bloco, cortado em 1565 depois que o original foi destruído por um incêndio na casa de impressão de Thomaso Guinti em 1557. No segundo bloco, Descoperta está escrito na parte superior central em vez de Discoperta. O segundo bloco foi utilizado novamente em 1606, distinguindo-se da impressão anterior pelo facto de o bloco de impressão ter sido danificado por caruncho. As pequenas áreas em branco ao longo da margem e nos mares sugerem que este exemplar provém do bloco danificado pelo caruncho. Muitos dos blocos para a edição de 1554 da obra Delle Navigationi Et Viaggi de Ramusio foram produzidos pelo grande cartógrafo veneziano Giacomo Gastaldi..</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Brasil de 1606 &#8211;&nbsp;Delle Navigationi et Viaggi Raccolta&#8230;</h3>
<h4>&#8220;Brasil&#8221;,&nbsp;Ramusio, Giovanni Battista</h4>
<p>Este fascinante mapa pictórico é um dos primeiros mapas regionais do Brasil que se pode obter. Ilustrado com o norte à direita, o mapa está repleto de vinhetas que representam a vida nativa, em vez de se concentrar em informações geográficas.</p>
<p>Os índios nativos são mostrados com arcos e flechas, machados, lhamas e redes, pelos quais os brasileiros são bem conhecidos.</p>
<p>O oceano ao redor está repleto de navios franceses e portugueses e monstros marinhos.</p>
<p>Ao longo da costa, os europeus são retratados interagindo com os nativos.</p>
<p>As poucas informações geográficas apresentadas são bastante imprecisas.</p>
<p>O rio Amazonas (aqui chamado Maranon F.) e o rio Paraná têm origem em lagos situados ao lado de um vulcão em erupção.</p>
<p>Montanhas e rios espúrios preenchem a porção ocidental do Brasil, rotulada de Terra non Discoperta (terra não descoberta).</p>
<p>Este mapa em xilogravura é do segundo bloco, cortado em 1565 depois que o original foi destruído por um incêndio na casa de impressão de Thomaso Guinti em 1557. No segundo bloco, Descoperta está escrito na parte superior central em vez de Discoperta.</p>
<p>O segundo bloco foi utilizado novamente em 1606, distinguindo-se da impressão anterior pelo facto de o bloco de impressão ter sido danificado por caruncho.</p>
<p>As pequenas áreas em branco ao longo da margem e nos mares sugerem que este exemplar provém do bloco danificado pelo caruncho.</p>
<p>Muitos dos blocos para a edição de 1554 da obra Delle Navigationi Et Viaggi de Ramusio foram produzidos pelo grande cartógrafo veneziano Giacomo Gastaldi.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1606/">Mapa do Brasil de 1606</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1681/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 15:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681 &#8220;Pascaerte van Westindien Begrypende in zich de Vaste Kusten en Eylanden, Alles op syn Waere Lengte en Breete op Wassende Graden Gelegt&#8221;,&#160;Keulen, Johannes van A carta marítima elegantemente gravada de Van Keulen do Golfo do México e das Caraíbas foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42527" aria-describedby="caption-attachment-42527" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42527 size-large" title="mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-1024x878.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681&quot;Pascaerte van Westindien Begrypende in zich de Vaste Kusten en Eylanden, Alles op syn Waere Lengte en Breete op Wassende Graden Gelegt&quot;,&nbsp;Keulen, Johannes van

A carta marítima elegantemente gravada de Van Keulen do Golfo do México e das Caraíbas foi baseada no mapa de Hessel Gerritsz da região, publicado por volta de 1631, que influenciou numerosos derivados.

A inserção de Gerritsz da costa norte de Cuba foi mantida, mas van Keulen faz melhorias consideráveis na linha costeira da região do Atlântico Médio.

Embora estas actualizações tenham sido provavelmente derivadas de fontes inglesas, van Keulen mantém a nomenclatura Nieu Nederland, apesar do facto de os holandeses terem perdido duas vezes a região para os ingleses.

Esta carta é uma das primeiras a incorporar estas actualizações no Atlântico Médio com base na cartografia inglesa.

O mapa é adornado com uma bela cartela de título com putti, instrumentos de navegação e uma grinalda drapeada. Este é o segundo estado com o privilégio acrescentado à cartela de título.&nbsp;" width="800" height="686" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-1024x878.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-300x257.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-768x659.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-64x55.jpg 64w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-1536x1318.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-2048x1757.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1681-800x686.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42527" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681 &#8220;Pascaerte van Westindien Begrypende in zich de Vaste Kusten en Eylanden, Alles op syn Waere Lengte en Breete op Wassende Graden Gelegt&#8221;,&nbsp;Keulen, Johannes van A carta marítima elegantemente gravada de Van Keulen do Golfo do México e das Caraíbas foi baseada no mapa de Hessel Gerritsz da região, publicado por volta de 1631, que influenciou numerosos derivados. A inserção de Gerritsz da costa norte de Cuba foi mantida, mas van Keulen faz melhorias consideráveis na linha costeira da região do Atlântico Médio. Embora estas actualizações tenham sido provavelmente derivadas de fontes inglesas, van Keulen mantém a nomenclatura Nieu Nederland, apesar do facto de os holandeses terem perdido duas vezes a região para os ingleses. Esta carta é uma das primeiras a incorporar estas actualizações no Atlântico Médio com base na cartografia inglesa. O mapa é adornado com uma bela cartela de título com putti, instrumentos de navegação e uma grinalda drapeada. Este é o segundo estado com o privilégio acrescentado à cartela de título.&nbsp;</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681</h3>
<h4>&#8220;Pascaerte van Westindien Begrypende in zich de Vaste Kusten en Eylanden, Alles op syn Waere Lengte en Breete op Wassende Graden Gelegt&#8221;,&nbsp;Keulen, Johannes van</h4>
<p>A carta marítima elegantemente gravada de Van Keulen do Golfo do México e das Caraíbas foi baseada no mapa de Hessel Gerritsz da região, publicado por volta de 1631, que influenciou numerosos derivados.</p>
<p>A inserção de Gerritsz da costa norte de Cuba foi mantida, mas van Keulen faz melhorias consideráveis na linha costeira da região do Atlântico Médio.</p>
<p>Embora estas actualizações tenham sido provavelmente derivadas de fontes inglesas, van Keulen mantém a nomenclatura Nieu Nederland, apesar do facto de os holandeses terem perdido duas vezes a região para os ingleses.</p>
<p>Esta carta é uma das primeiras a incorporar estas actualizações no Atlântico Médio com base na cartografia inglesa.</p>
<p>O mapa é adornado com uma bela cartela de título com putti, instrumentos de navegação e uma grinalda drapeada. Este é o segundo estado com o privilégio acrescentado à cartela de título.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1681/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1681</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Golfo do México, das Caraíbas e do Sul dos Estados Unidos de 1682</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-das-caraibas-e-do-sul-dos-estados-unidos-de-1682/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 10:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México, Caraíbas e Sul dos Estados Unidos de 1682 &#8211; Atlas Minor &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas Este bonito mapa mostra as Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_42518" aria-describedby="caption-attachment-42518" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42518 size-large" title="Mapa do Golfo do México, Caraíbas e Sul dos Estados Unidos de 1682" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-1024x894.jpg" alt="Mapa do Golfo do México, Caraíbas e Sul dos Estados Unidos de 1682 - Atlas Minor&quot;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&quot;, Visscher, Nicolas Este bonito mapa mostra as Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com a América Central e a parte norte da América do Sul. Duas encantadoras cartelas com querubins e sereias decoram os cantos opostos. Oito navios navegam pelos mares e três canoas nativas são representadas na costa da América do Norte. O mapa apresenta uma série de mitos cartográficos interessantes. Estes incluem dois grandes lagos inexistentes na região da Geórgia ocidental e uma cadeia de montanhas inexistente que se estende dos Piemontes ao longo do continente norte-americano. Na América do Sul, o arquétipo do mito cartográfico, Manoa o' El Dorado (a cidade dourada), está localizado nas margens do Lacus Parime vel Roponowini, na Guiana. Este é o segundo estado com a adição do privilégio na cartela." width="800" height="698" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-1024x894.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-768x670.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-300x262.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-63x55.jpg 63w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-1536x1341.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-2048x1788.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Map-of-Gulf-of-Mexico-Caribbean-and-Southern-United-States-from-1682-800x698.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42518" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México, Caraíbas e Sul dos Estados Unidos de 1682 &#8211; Atlas Minor &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas Este bonito mapa mostra as Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com a América Central e a parte norte da América do Sul. Duas encantadoras cartelas com querubins e sereias decoram os cantos opostos. Oito navios navegam pelos mares e três canoas nativas são representadas na costa da América do Norte. O mapa apresenta uma série de mitos cartográficos interessantes. Estes incluem dois grandes lagos inexistentes na região da Geórgia ocidental e uma cadeia de montanhas inexistente que se estende dos Piemontes ao longo do continente norte-americano. Na América do Sul, o arquétipo do mito cartográfico, Manoa o&#8217; El Dorado (a cidade dourada), está localizado nas margens do Lacus Parime vel Roponowini, na Guiana. Este é o segundo estado com a adição do privilégio na cartela.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México, Caraíbas e Sul dos Estados Unidos de 1682 &#8211; Atlas Minor</h3>
<h4>&#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas</h4>
<p>Este bonito mapa mostra as Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com a América Central e a parte norte da América do Sul.</p>
<p>Duas encantadoras cartelas com querubins e sereias decoram os cantos opostos.</p>
<p>Oito navios navegam pelos mares e três canoas nativas são representadas na costa da América do Norte.</p>
<p>O mapa apresenta uma série de mitos cartográficos interessantes. Estes incluem dois grandes lagos inexistentes na região da Geórgia ocidental e uma cadeia de montanhas inexistente que se estende dos Piemontes ao longo do continente norte-americano.</p>
<p>Na América do Sul, o arquétipo do mito cartográfico, Manoa o&#8217; El Dorado (a cidade dourada), está localizado nas margens do Lacus Parime vel Roponowini, na Guiana. Este é o segundo estado com a adição do privilégio na cartela.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-das-caraibas-e-do-sul-dos-estados-unidos-de-1682/">Mapa do Golfo do México, das Caraíbas e do Sul dos Estados Unidos de 1682</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resumo da História de Minas Gerais</title>
		<link>https://bahia.ws/resumo-da-historia-de-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 18:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Ao longo de mais de trezentos anos, Minas Gerais sustentou a Coroa portuguesa, ajudou a construir a ideia de uma nação brasileira independente e soube manter-se sempre influente nas decisões políticas brasileiras. No início foi o sertão. Nos primeiros séculos da colonização, o território que hoje chamamos Minas Gerais era, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/resumo-da-historia-de-minas-gerais/">Resumo da História de Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Ao longo de mais de trezentos anos, Minas Gerais sustentou a Coroa portuguesa, ajudou a construir a ideia de uma nação brasileira independente e soube manter-se sempre influente nas decisões políticas brasileiras.</p>
<p>No início foi o sertão.</p>
<p>Nos primeiros séculos da colonização, o território que hoje chamamos Minas Gerais era, aos olhos dos colonizadores, uma vastidão de escarpas e florestas impenetráveis, habitada por criaturas desconhecidas &#8211; calcula-se que à época da chegada dos europeus (1500), uma centena de grupos indígenas vivesse na região.</p>
<p>Um território ameaçador, mas também cheio de promessas: esperava-se que no continente houvesse os metais e pedras preciosas que moviam os conquistadores; certamente havia braços escravos para o trabalho nas plantações de cana-de-açúcar que no primeiro século de colonização vinham se expandindo nas áreas litorâneas.</p>
<p>Assim, para apresar indígenas e descobrir riquezas minerais, iniciou- se a epopeia do desbravamento da América portuguesa.</p>
<p>Expedições organizadas pelo governo e por particulares percorriam o Brasil e alargavam suas fronteiras.</p>
<p>Partindo de São Paulo, exploradores venciam a serra da Mantiqueira, alcançando as terras então conhecidas como sertão dos Cataguás (nome dos índios da região); vindos da Bahia, percorriam a região do rio Jequitinhonha e as margens do rio São Francisco.</p>
<p>Foi só no fim do século XVII, porém, que se encontrou a primeira amostra significativa de ouro, nas proximidades do rio das Velhas, perto da atual Sabará.</p>
<p>A notícia correu a colônia. Minas Gerais nascia.</p>
<h3>HISTÓRIA DE MINAS GERAIS</h3>
<h4>1. EXPLORAÇÃO DO OURO</h4>
<p>O anúncio dos primeiros achados provocou uma desesperada corrida em direção à região das minas.</p>
<p>Aventureiros vinham de todos os pontos da colônia, estimulados pelo sonho da riqueza fácil: a exploração do ouro de Minas, encontrado no leito dos rios e córregos, dispensava grandes investimentos de capital.</p>
<p>A região também recebeu milhares de europeus; cerca de 600 mil portugueses desembarcaram na América portuguesa nos primeiros sessenta anos do século XVIII.</p>
<p>A explosão demográfica, somada à precariedade das rotas de abastecimento, levou a terra do ouro ao caos. Surtos de fome assolaram a região, e senhores e escravos chegaram a comer animais de carga e insetos.</p>
<p>Em 1707, os paulistas, descobridores das minas, exigindo o contro­le da área de exploração do ouro, entraram em conflito com portugue­ses e colonos vindos de outras capitanias — a quem chamavam, pejora­tivamente, de <em>emboabas,</em> ou seja, “estrangeiros”.</p>
<p>A Guerra dos Emboabas estendeu-se por dois anos e culminou com o massacre dos paulistas.</p>
<p>Após o confronto, o governo português criou a capitania de São Pau­lo e Minas do Ouro, para garantir a exploração de uma zona que esta­va se revelando incontrolável; muitos paulistas, por sua vez, rumaram pa­ra o oeste, em direção a Goiás, em busca de novas jazidas.</p>
<p>Entre conflitos e tensões consolidava-se uma nova sociedade na re­gião das lavras.</p>
<p>Ao longo da primeira metade do século XVIII surgi­ram roças de subsistência e abriram-se os caminhos que uniam o ter­ritório das minas ao litoral da colônia. Quem não possuía fontes próprias de abastecimento submetia-se aos preços altíssimos cobra­ dos pelos mercadores &#8211; tropeiros — que traziam víveres do Sul e da Bahia.</p>
<p>Esboçava-se, pela primeira vez, a integração da colônia.</p>
<h4>2. UMA NOVA ORDEM SOCIAL</h4>
<p>À medida que encontravam novos veios de ouro, os mineradores fundavam arraiais, logo transformados em vilas populosas: Caeté (1701), Conceição do Mato Dentro (1702), São José del-Rei, atualmente Tiradentes (1702), São João del-Rei (1704), Vila Rica, hoje Ouro Preto (1711), Mariana (1711), Sabará (1711), Congonhas do Campo (1734), Paracatu (1798).</p>
<p>Nelas circulavam comerciantes, artesãos, médicos, advogados e funcionários ligados à administração e ao controle das minas.</p>
<p>E cativos: em meados do século XVIII havia em Minas cerca de 100 mil escravos de origem africana.</p>
<p>As condições de vida desses trabalhadores eram precárias, mas eles tinham alguma possibilidade de conseguir a liberdade: não era incomum que os senhores oferecessem pequenos prêmios em ouro para estimular a lida nas minas; além disso, os escravos podiam obter o metal escondendo-o nos ca¬ belos ou sob as unhas até juntarem o suficiente para comprar sua alforria.</p>
<p>Assim, negros forros passaram também a compor o cenário das cidades, muitas vezes transformados em pequenos comerciantes.</p>
<p>O afluxo de europeus, colonos de várias regiões, negros e índios resultou num processo de mestiçagem até então inédito na colônia.</p>
<h4>3. SOB O CONTROLE DA COROA PORTUGUESA</h4>
<p>Durante quase um século a colônia portuguesa viveu em torno da economia do ouro.</p>
<p>A Coroa portuguesa, imersa em dívidas, montou um gigantesco aparato de fiscalização e cobrança de tributos.</p>
<p>A princípio, os mineradores deviam a Portugal a quinta parte de todo o ouro encontrado.</p>
<p>Depois, o governo fixou um montante mínimo a ser arrecadado.</p>
<p>Se não se atingisse a cota pretendida, ocorria a derrama &#8211; um regime de exceção no qual cobradores invadiam residências e confiscavam bens.</p>
<p>Em 1720, a cobiça da coroa portuguesa resultou na primeira rebelião dos colonos de Minas.</p>
<p>A revolta, ocorrida em Vila Rica, foi rapidamente esmagada, e um de seus líderes, o tropeiro Filipe dos Santos, executado.</p>
<p>Em nova tentativa de controle, o governo separou Minas e São Paulo, criando a capitania de Minas Gerais, com capital em Vila Rica, hoje Ouro Preto.</p>
<p>Em 1727 anunciou-se que diamantes haviam sido encontrados no arraial do Tijuco, hoje Diamantina, nas montanhas conhecidas como Serro Frio.</p>
<p>Provavelmente uma década antes os mineradores já haviam descoberto as pedras, mas não divulgaram a notícia para despistar o fisco.</p>
<p>Com razão: as regras na área, transformada no Distrito Diamantino, eram ainda mais rígidas do que nas zonas produtoras de ouro.</p>
<p>Durante cem anos, ninguém podia circular pelo distrito sem autorização oficial.</p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/categoria/historia-do-brasil/cidades-historicas-de-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">Cidades Históricas de Minas Gerais</a></strong></p>
<h4>4. INCONFIDÊNCIA MINEIRA</h4>
<p>Com o passar do tempo, a sociedade urbanizada das Minas tornava- se também culturalmente mais rica.</p>
<p><figure id="attachment_42393" aria-describedby="caption-attachment-42393" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42393 size-loop-large" title="Óleo sobre tela de Leopoldino de Faria (1836-1911) retratando a resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-800x603.webp" alt="Óleo sobre tela de Leopoldino de Faria (1836-1911) retratando a resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes." width="800" height="603" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-800x603.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-300x226.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-768x579.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Oleo-sobre-tela-de-Leopoldino-de-Faria-1836-1911.webp 820w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42393" class="wp-caption-text">Óleo sobre tela de Leopoldino de Faria (1836-1911) retratando a resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes.</figcaption></figure></p>
<p>Vindo da Europa, o barroco assumia feições próprias na colônia, firmando-se como primeira forma de arte nativa. Filhos de famílias endinheiradas partiam para universidades europeias e ao voltar traziam novas ideias &#8211; entre elas, a da república.</p>
<p>Em 1789, na mesma Vila Rica que assistira à morte de Filipe dos Santos, um grupo de intelectuais, comerciantes, mineradores e proprietários rurais, endividados e exasperados pela ameaça de derrama, concebeu uma revolta que instituísse a república independente das Minas. Delatados, os inconfidentes foram presos; alguns, deportados; outros tiveram os bens confiscados.</p>
<p>Apenas o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi enforcado e esquartejado, em abril de 1792.</p>
<p>Muitos anos depois, a República brasileira elevou-o ao patamar de mártir, incluindo-o na galeria dos heróis da pátria.</p>
<h4>5. UM ESTADO AGRÁRIO</h4>
<p>No fim do século XVIII, o ouro começou a rarear. A exploração das jazidas minerais profundas exigia capital e conhecimento técnico inexistentes no Brasil.</p>
<p>A procura de novas reservas de ouro e gemas ou de espaço para a criação de gado, exploradores adentravam os sertões, fundavam vilas e delimitavam as fronteiras da capitania: as regiões Norte e Nordeste, próximas do vale do Jequitinhonha, que pertenciam à Bahia, foram anexadas a Minas na virada do século XIX; o Triângulo, disputado com Goiás, passou a ser mineiro em 1815.</p>
<p>Em pouco tempo, a capitania já não era a terra do ouro; as cidades esvaziavam-se.</p>
<p>A produção de gêneros para abastecer as ex-cidades mineradoras e o Rio de Janeiro, alçado à sede da Coroa portuguesa e, depois, do governo brasileiro, movimentava a economia local.</p>
<p>A pecuária espalhou-se pelo sul de Minas e a ela juntaram-se a indústria leiteira e a cafeicultura. No fim do século XIX, as minas falidas foram adquiridas por empresas inglesas, que as exploraram até a exaustão das lavras.</p>
<p>Sustentada pela elite rural, a província de Minas Gerais continuou exercendo sua influência ao longo do século XIX.</p>
<p>Em 1842, liberais mineiros e paulistas, desgostosos com a influência conservadora da elite rural sobre o governo central, deflagraram a Revolução Liberal.</p>
<p>Em São Paulo, o movimento foi reprimido em junho; Minas, sob o comando de Teófilo Otoni, resistiu até agosto, quando capitulou às tropas do duque de Caxias na cidade de Santa Luzia.</p>
<p>A força das oligarquias mineiras estendeu-se após a República.</p>
<p>A partir de 1894, políticos de Minas e de São Paulo se revezariam no poder, no pacto conhecido como política do café com leite.</p>
<p>Nessa mesma década, a capital do estado foi transferida de Vila Rica para a recém-construída Cidade de Minas, depois Belo Horizonte. Entre 1898 e 1930, três dos onze presidentes eleitos eram mineiros.</p>
<p>Quando a aliança entre as oligarquias rurais se rompeu, os mineiros aliaram-se aos gaúchos na Revolução de 30, que levaria Getúlio Vargas à presidência e poria fim à Primeira República.</p>
<p>Em 1937, por meio de um golpe de Estado, Getúlio Vargas implantaria sua ditadura, o Estado Novo.</p>
<p>Minas Gerais, que apoiou a ascensão de Getúlio Vargas, trabalhou também por sua queda, publicando em 1943 o Manifesto dos Mineiros, documento que conclamava o país à volta à democracia, o que ocorreria em 1945.</p>
<p>Ainda na década de 1940 ocorreria uma mudança no cenário econômico, com a fundação da Companhia Vale do Rio Doce, para explorar minério de ferro — o estado voltava, por novos caminhos, à mineração.</p>
<h4>6. JUSCELINO KUBITSCHEK</h4>
<p>Entre 1934 e 1954, Juscelino Kubitschek de Oliveira, nascido em Diamantina, foi deputado federal, prefeito de Belo Horizonte e governador do estado.</p>
<p>Na capital, deixou sua marca com a construção do complexo da Pampulha, projeto de Oscar Niemeyer.</p>
<p>Em 1955, foi eleito presidente; no ano seguinte, pôs em prática um ambicioso plano de metas que visava à industrialização do país e ao desenvolvimento de seu parque automobilístico.</p>
<p>Também naquele ano Juscelino iniciou a construção da nova capital do país, Brasília, projetada por Lúcio Costa e, novamente, Niemeyer, e inaugurada em 1960.</p>
<p>O preço da euforia modernizadora foi o endividamento do Brasil e o aumento da inflação.</p>
<p>Ainda assim, os anos de Juscelino Kubitschek no governo (entre meados da década de 1950 e o início da de 1960) marcaram a história brasileira como um de seus períodos mais otimistas, em que se acreditou na formação de um país moderno e democrático &#8211; um sonho que ruiria poucos anos depois, em 1964, quando um golpe de Estado instaurou a ditadura militar no Brasil.</p>
<p>Os tanques de guerra que encerrariam o período democrático saíram da guarnição de Juiz de Fora.</p>
<p>Entre os principais articuladores do golpe estava o governador mineiro, Magalhães Pinto. Durante a ditadura, Minas viveu um surto de desenvolvimento, com a expansão dos complexos de mineração e siderurgia e a instalação, em Betim, de um polo automobilístico.</p>
<h4>7. REDEMOCRATIZAÇÃO</h4>
<p>Quando, vinte anos depois, a ditadura militar começou a ceder às pressões da sociedade brasileira, outro político mineiro figurou entre os líderes da articulação do retorno dos civis ao poder: em janeiro de 1985, Tancredo de Almeida Neves, homem de confiança de Juscelino, foi eleito presidente pelo Congresso Nacional.</p>
<p>Pouco antes de ser empossado, Tancredo adoeceu gravemente; o vice, José Sarney, assumiu. Incrédulo, o país assistiu à sua morte em 21 de abril, dia da execução de Tiradentes.</p>
<p>Alguns anos depois, Minas faria mais um presidente: Itamar Franco, vice de Fernando Collor, assumiu o cargo em 1994, quando es¬ te, acusado de corrupção, perdeu o mandato.</p>
<p>Sob o governo Itamar, o então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso lançou o Plano Real para conter a inflação. O sucesso do plano garantiu a Fernando Henrique a presidência, em 1996.</p>
<p>No século XXI, Minas Gerais é o segundo estado mais industrializado do Brasil; é o maior produtor de minério de ferro, nióbio, zinco e ouro do país; a agricultura e a pecuária prevalecem nas regiões Sul e Sudeste e no Triângulo Mineiro.</p>
<p>Resumo da História de Minas Gerais</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/resumo-da-historia-de-minas-gerais/">Resumo da História de Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Barroco Mineiro em Foco: História, Técnicas e Obras</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 13:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Ataíde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O barroco surgiu no Brasil um pouco mais tarde, no decorrer do século XVIII. O Barroco Mineiro foi uma versão peculiar do Barroco que se desenvolveu em Minas Gerais entre os séculos XVIII e XIX. A arquitetura, a pintura, a escultura sacra e a música tiveram destaque no barroco mineiro. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/">Barroco Mineiro em Foco: História, Técnicas e Obras</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>

<p><strong>O barroco surgiu no Brasil um pouco mais tarde</strong>, no decorrer do século XVIII.</p>
<p>O <strong>Barroco Mineiro</strong> foi uma versão peculiar do Barroco que se desenvolveu em <strong>Minas Gerais entre os séculos XVIII e XIX</strong>.</p>
<p>A <strong>arquitetura</strong>, a <strong>pintura</strong>, a <strong>escultura sacra</strong> e a <strong>música</strong> tiveram destaque no barroco mineiro. Evocando a religião em cada detalhe, o barroco mineiro seguiu a tendência da Arte Barroca, crescendo, sobretudo, em torno das <strong>igrejas e confrarias</strong>.</p>
<p>A história de Minas Gerais começa com as primeiras <strong>bandeiras paulistas</strong> realizadas para explorar o território no século XVI, mas foi no final do século XVII em diante, com a <strong>descoberta de jazidas de ouro</strong> e de outras pedras preciosas, que as primeiras vilas começaram a ser criadas e o território foi ocupado, já que os <strong>bandeirantes e estrangeiros</strong> se sentiram atraídos pelas riquezas que o local proporcionaria.</p>
<p>De início, a localidade ficou vinculada à <strong>capitania do Rio de Janeiro</strong>, mas como os bandeirantes paulistas foram supostamente os que encontraram as minas auríferas, em <strong>1709 Minas se uniu à Capitania de São Paulo</strong>, formando a <strong>Capitania de São Paulo e Minas Gerais</strong>. Somente em <strong>1720 ela se tornaria autônoma</strong> e denominada <strong>Capitania de Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Além dos primeiros desbravadores, <strong>grandes quantidades de reinóis</strong> e habitantes de outras áreas da colônia também chegaram à capitania, encantados com a notícia do ouro lá existente.</p>
<p>A partir daí, inúmeros portugueses, incluindo <strong>artistas</strong>, vêm da metrópole para a colônia buscando <strong>rápido enriquecimento</strong> e trazem consigo muitas <strong>gravuras e livros sacros ilustrados</strong> que serão utilizados como referência nas pinturas coloniais.</p>
<p>Assim, os primeiros artistas serão os <strong>portugueses</strong>, os quais passarão suas <strong>técnicas e referências</strong> aos brasileiros, que as <strong>reproduzirão em suas obras</strong>.</p>
<p><strong>São Paulo não teve uma difusão do Barroco tão esplendorosa</strong>, o que nos faz crer que a influência do movimento nas terras mineiras tenha realmente chegado através dos vindos da metrópole. No entanto, <strong>não podemos subestimar os paulistas e outros colonos</strong>, que certamente trouxeram traços dessa arte para Minas Gerais, mesmo que com menos representatividade.</p>
<p>Diferente de outras escolas como <strong>Bahia e Pernambuco</strong>, que estavam muito mais ligadas ao <strong>estilo formal da arte europeia</strong>, o <strong>Barroco Mineiro</strong> se caracterizou pela <strong>diversidade e pelo ecletismo</strong>.</p>
<p>O Barroco Mineiro <strong>não segue padrões acadêmicos</strong>, priorizando <strong>usar cores mais uniformes</strong> e <strong>feições mais ingênuas e joviais</strong>.</p>
<p>Fato é que com o grande contingente de pessoas chegando às “novas” terras, vilas como <strong>Sabará, Mariana, Ouro Preto, São João Del Rei e Congonhas do Campo</strong> começaram a se desenvolver e a formar seus grandes edifícios, que demandavam uma influência arquitetônica, no caso, a <strong>Barroca</strong>.</p>
<p>Brevemente, a respeito da arquitetura mineira colonial, podemos citar <strong>Antônio Francisco Lisboa</strong>, o <strong>Aleijadinho</strong>, como o <strong>maior e mais conhecido arquiteto do Barroco brasileiro</strong>.</p>
<p>Como este possuía um talento ímpar, as <strong>ordens religiosas</strong>, principalmente a <strong>Carmelita</strong> e a <strong>Franciscana</strong>, requisitaram seus trabalhos, sendo ele quem projetou a <strong>Igreja de São Francisco</strong>, na cidade de <strong>Ouro Preto</strong>, e a de <strong>Bom Jesus de Matosinhos</strong>, em <strong>Congonhas do Campo</strong>.</p>
<p>O escultor sempre se utilizava de <strong>medalhões e entalhes</strong>, muitos deles <strong>cobertos de ouro</strong>, e foi no <strong>Santuário de Matosinhos</strong> onde realizou uma de suas maiores obras, a dos <strong>doze profetas esculpidos de forma que seus gestos se coordenam e dão aparência de movimento</strong>.</p>
<p>Vale ressaltar que a <strong>arquitetura e pinturas barrocas sempre estiveram ligadas</strong>, pois muitas das produções iconográficas se desenvolveram graças aos <strong>grandes tetos e paredes das construções</strong> – principalmente igrejas – que precisavam ser decoradas. Assim, os <strong>pintores entravam para realizar os adornamentos</strong>.</p>
<p><strong>Aleijadinho e o pintor Manuel da Costa Ataíde</strong> trabalharam na <strong>Igreja São Francisco de Assis</strong>, em <strong>Ouro Preto</strong>.</p>
<p>O importante a se ressaltar no caso da <strong>pintura colonial barroca mineira</strong>, é que a <strong>utilização de modelos europeus</strong> para realizá-las era algo comum para os pintores da época. Todavia, <strong>não se pode caracterizá-los como meros copistas, desprovidos de criatividade e talento</strong>.</p>
<p>A <strong>imitação</strong> seria definida mais como a <strong>invenção de uma obra distinta, mas sem o ocultamento do modelo</strong>, pois, muitas vezes, a apreciação do artista por tal obra era tão grande que ele queria <strong>se igualar ou superar a obra inicial</strong>.</p>
<p>Talvez no caso brasileiro a questão do porquê de se utilizar a cópia seja um pouco diferente, mesmo que esta primeira hipótese não precise ser descartada.</p>
<p>Para a <strong>arte ou literatura chegar à colônia brasileira</strong>, primeiramente deveria passar por uma <strong>avaliação em Portugal</strong>, que poderia <strong>censurar a obra</strong> e impedi-la de entrar na América.</p>
<p>Dessa forma, a maior parte do que aqui chegava com o aval português era de <strong>caráter religioso</strong>, como <strong>missais, bíblias</strong>, entre outros <strong>livros sacros</strong>.</p>
<p>Muitos desses livros vinham acompanhados com <strong>ilustrações das passagens bíblicas</strong> e dos mais importantes acontecimentos religiosos para o <strong>imaginário cristão</strong>.</p>
<p>Como a maioria dos <strong>artistas mineiros era financiada por clérigos, paróquias e Irmandades</strong>, cabia a eles <strong>produzir obras voltadas ao catolicismo</strong>, se utilizando dessas <strong>gravuras</strong> que aqui possuíam retiradas dos <strong>livros religiosos</strong> – era melhor <strong>copiar o que já vinha aprovado de Portugal</strong>, do que tentar inovar e acabar sendo censurado pelos fiscais da colônia.</p>
<p>Aqui talvez entre também a hipótese do <strong>sentimento de emulação</strong> pelo artista do outro lado do Oceano Atlântico, pois a <strong>admiração</strong> poderia levar ao anseio de querer <strong>fazer algo parecido para ficar igualmente belo</strong>.</p>
<p>Esses fatores levavam um mesmo artista a produzir <strong>obras heterogêneas</strong>, pois as <strong>gravuras nas quais se inspiravam eram de pintores diferentes</strong>.</p>
<p><strong>Manuel da Costa Ataíde</strong>, ou <strong>mestre Ataíde</strong>, foi um dos artistas que <strong>se utilizaram de outras obras para compor suas produções</strong>.</p>
<p>O mineiro nasceu por volta de <strong>1762</strong>, na cidade <strong>Mariana</strong>, e <strong>pouco se sabe sobre sua vida</strong>.</p>
<p>A grande característica de suas pinturas está no fato de que ele fazia muito bem a utilização da <strong>perspectiva</strong> – <strong>colunas que parecem avançar para o céu em interação com anjos e santos</strong>, por exemplo – nas pinturas realizadas nos <strong>tetos das igrejas</strong> e também nas <strong>obras avulsas</strong>.</p>
<p>O <strong>declínio do barroco não significou o fim das artes plásticas em Minas</strong>; a partir da <strong>segunda metade do século XIX</strong>, a pintura, já <strong>divorciada da arquitetura</strong>, desenvolveu-se sob a influência do <strong>neoclassicismo</strong> e do <strong>romantismo europeus</strong>.</p>



<blockquote>
<p id="h-as-maiores-expressoes-do-barroco-mineiro-foram-mestre-ataide-e-aleijadinho" class="wp-block-heading">As maiores expressões do barroco mineiro foram mestre Ataíde e Aleijadinho</p>
</blockquote>
<hr />
<h3 class="wp-block-heading">Biografias de Manuel da Costa Ataíde e Aleijadinho</h3>


<h4>1. Manuel da Costa Ataíde</h4>
<p>O <strong>mestre Ataíde</strong> nasceu em <strong>Mariana</strong>, em <strong>1762</strong>, e morreu em <strong>1830</strong>, aos <strong>68 anos</strong>. Foi um dos <strong>pintores</strong>, <strong>douradores</strong> e <strong>artífices</strong> na arte da <strong>encarnação</strong> mais relevantes da época.</p>
<p>Pouco se sabe sobre a <strong>vida do mestre Ataíde</strong>. Sua <strong>primeira obra pública</strong> foi a <strong>corporificação de dois ícones de Jesus</strong> para a <strong>Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos</strong>, em <strong>Congonhas do Campo</strong>, no ano de <strong>1781</strong>.</p>
<p>Foi um dos poucos <strong>pintores mineiros</strong> reconhecidos no período. Era visto como uma figura <strong>humana</strong>, <strong>religiosa</strong>, membro de diversas <strong>irmandades</strong>, <strong>pessoa desprendida materialmente</strong> e que <strong>cobrava preços justos</strong> por suas obras.</p>
<h5 id="h-video-mostrando-a-biografia-do-mestre-ataide" class="wp-block-heading">Vídeo mostrando a Biografia do Mestre Ataíde</h5>
<p>


</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg" width="400" /></a></p>
<h4>2. Biografia de Aleijadinho</h4>
<p><strong>Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho,</strong> nasceu em <strong>Cachoeira do Campo</strong>, distrito de <strong>Ouro Preto</strong>, na primeira metade do século XVIII.</p>
<p><strong>Antônio Francisco Lisboa</strong> mudou a história da <strong>arte no Brasil</strong>. <strong>Mestre Aleijadinho</strong>, como ficou mundialmente conhecido, recebeu esse nome devido à <strong>deficiência</strong> que o acometeu até a morte.</p>
<p>Boa parte da <strong>produção artística</strong> da oficina de mestre Aleijadinho está concentrada na cidade histórica de <strong>Ouro Preto</strong>.</p>
<p>Mas é em <strong>Congonhas</strong> que se encontra o famoso conjunto do <strong>Santuário do Bom Jesus do Matosinhos</strong>, com os <strong>doze profetas</strong> esculpidos em <strong>pedra-sabão</strong> e os <strong>seis passos da Paixão de Cristo</strong>.</p>
<p>Entre os <strong>ícones</strong> da produção do artista está a <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong>, arquitetada por ele em <strong>1766</strong>. Essa obra também possui detalhes de autoria da sua oficina, como o <strong>altar-mor</strong>, o <strong>retábulo</strong>, o <strong>frontispício</strong> e a <strong>fonte-lavabo da sacristia</strong>.</p>
<p>Em <strong>1767</strong>, morreu seu pai, o arquiteto português <strong>Manoel Francisco Lisboa</strong>. No entanto, como Aleijadinho <strong>não era filho legítimo</strong>, não foi contemplado no <strong>testamento</strong>.</p>
<p>Em <strong>1777</strong>, <strong>Aleijadinho</strong> foi à cidade do <strong>Rio de Janeiro</strong> para um processo judicial de <strong>reconhecimento de paternidade</strong> de seu filho, que levava o mesmo nome do avô, <strong>Manoel Francisco Lisboa</strong>, com uma <strong>escrava forra</strong>, assim como sua mãe era quando ele nasceu, chamada <strong>Narciza Rodrigues da Conceição</strong>.</p>
<p>Neste mesmo ano, é detectada uma <strong>doença grave</strong>, que <strong>deforma seu corpo e os membros</strong>, principalmente as <strong>mãos</strong>.</p>
<p>O apelido <strong>Aleijadinho</strong> foi dado ao artista por causa dessa enfermidade, que o fazia <strong>trabalhar de joelhos</strong> após perder os <strong>dedos dos pés</strong>. Apesar da doença, o <strong>mestre artífice</strong> continuou trabalhando em sua <strong>oficina</strong>.</p>
<p>Em <strong>1800</strong>, o artista trabalhava na execução das <strong>estátuas em pedra-sabão dos profetas</strong>, localizadas no <strong>adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong>, em Congonhas. Os <strong>seis passos da Paixão de Cristo</strong>, representados nas <strong>capelas</strong> em frente ao Santuário, também foram construídos nessa época, também pela <strong>oficina do mestre Aleijadinho</strong>.</p>
<p>Os <strong>profetas</strong> e a <strong>Paixão de Cristo</strong>, em <strong>Congonhas</strong>, e a <strong>Igreja de São Franaacisco de Assis</strong>, em <strong>Ouro Preto</strong>, são reconhecidas como as <strong>maiores obras do artífice</strong>.</p>
<p>Aleijadinho deixou para a posteridade, ainda, <strong>capelas, igrejas e ornamentações</strong> em várias cidades como <strong>Sabará</strong>, <strong>São João del-Rei</strong>, <strong>Tiradentes</strong>, <strong>Caeté</strong>, <strong>Mariana</strong>, <strong>Felixlândia</strong>, <strong>Matosinhos</strong>, <strong>Barão de Cocais</strong> e <strong>São Paulo (capital)</strong>, com peças hoje expostas no <strong>Palácio dos Bandeirantes</strong>.</p>







<p><strong>Veja também a <a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/" target="_blank" rel="noopener">completa Biografia de Aleijadinho</a></strong></p>


<!-- wp:blockquote><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span>
<p>Os mestres do Barroco Mineiro foram Antônio Francisco da Costa Lisboa  (Aleijadinho) e Manoel da Costa Ataíde (Mestre Ataíde).</p>

<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:heading {"level":4} --><hr />
<h2>Barroco Mineiro</h2>
<ol>
<li>A Influência da Geografia na Arquitetura Barroca Mineira</li>
<li>Peculiaridades da Escultura no Barroco Mineiro</li>
<li>A Pintura Barroca de Mestre Ataíde: Espiritualidade, Técnica e Simbolismo</li>
<li id="h-principais-obras-do-mestre-ataide" class="wp-block-heading">Principais Obras do Mestre Ataíde</li>
</ol>
<p><!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<h3 class="wp-block-heading">1. A Influência da Geografia na Arquitetura Barroca Mineira</h3>
<p>A <strong>configuração geográfica montanhosa e irregular</strong> da região de Minas Gerais exerceu papel fundamental no desenvolvimento de uma <strong>arquitetura barroca singular</strong>.</p>
<p>O <strong>relevo acidentado</strong>, caracterizado por <strong>morros e vales</strong>, influenciou diretamente o processo de <strong>ocupação urbana</strong>, resultando em uma forma de urbanização <strong>distinta e visualmente impactante</strong>.</p>
<figure id="attachment_40622" aria-describedby="caption-attachment-40622" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40622" title="Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" alt="Ouro Preto MG" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-768x480.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-88x55.jpg 88w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40622" class="wp-caption-text">A Influência da Geografia na Arquitetura Barroca Mineira -Ouro Preto MG</figcaption></figure>
<p>Nos <strong>pontos mais elevados</strong> das cidades, foram erguidos os <strong>principais templos religiosos</strong>, estratégia que conferiu maior <strong>visibilidade e destaque simbólico</strong> a essas construções. Essa disposição contribuiu para uma <strong>integração estética</strong> entre a <strong>arquitetura sacra</strong> e a <strong>paisagem natural</strong>, reforçando o caráter contemplativo e espiritual do espaço urbano.</p>
<p>A <strong>topografia desafiadora</strong>, longe de ser um obstáculo, foi incorporada ao projeto urbano e arquitetônico, criando <strong>cenários de grande expressividade visual</strong>, que ainda hoje despertam o interesse de estudiosos e visitantes. As cidades históricas mineiras, como resultado desse processo, consolidaram-se como um dos <strong>principais núcleos do barroco brasileiro</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h3 class="wp-block-heading">2. Peculiaridades da Escultura no Barroco Mineiro</h3>
<p>A <strong>escultura barroca mineira</strong> desenvolveu características próprias, em parte decorrentes do <strong>isolamento geográfico em relação ao litoral</strong>, o que dificultava a <strong>importação de obras e materiais europeus</strong>, especialmente os de origem portuguesa.</p>
<p>Diante dessas limitações, os artistas locais passaram a utilizar <strong>materiais disponíveis na região</strong>, como o <strong>cedro</strong> e a <strong>pedra-sabão</strong>, adaptando suas técnicas às <strong>condições materiais e estruturais</strong> do ambiente. Essa <strong>adequação criativa</strong> resultou em uma produção escultórica original, que reflete tanto a <strong>influência europeia</strong> quanto as <strong>condições locais</strong> de produção artística.</p>
<figure id="attachment_41410" aria-describedby="caption-attachment-41410" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41410 size-loop-large" title="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg" alt="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41410" class="wp-caption-text">Prisão de Jesus &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
<p>Um dos exemplos mais emblemáticos dessa expressão escultórica é o conjunto dos <strong>Doze Profetas de Aleijadinho</strong>, localizado no <strong>adro do <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" target="_blank" rel="noopener">Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</a></strong>, na cidade de <strong>Congonhas</strong>. Essas esculturas sintetizam a <strong>riqueza técnica</strong> e a <strong>complexidade simbólica</strong> da obra do artista. O conjunto destaca-se como exemplar do <strong>barroco brasileiro</strong>, pela disposição cenográfica das estátuas em um espaço arquitetônico cuidadosamente planejado.</p>
<p>Individualmente, porém, as figuras apresentam <strong>assimetrias e detalhes ornamentais</strong> que remetem ao <strong>estilo rococó</strong>, revelando uma fusão estética que marca a <strong>originalidade e a expressividade do barroco mineiro</strong>.</p>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph /-->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h3 class="wp-block-heading">3. A Pintura Barroca de Mestre Ataíde: Espiritualidade, Técnica e Simbolismo</h3>
<p>A <strong>pintura de Mestre Ataíde</strong> é reconhecida por sua profunda <strong>espiritualidade</strong> e por um estilo <strong>visualmente inquietante</strong>, marcado por fortes elementos simbólicos e técnicos. Suas obras destacam-se pelo uso do <strong>contraste entre claro e escuro</strong>, técnica que intensifica a <strong>sensação de profundidade</strong> e dramatismo. Além disso, é frequente o uso de <strong>figuras desproporcionais em relação à perspectiva</strong>, desafiando os cânones clássicos do equilíbrio visual.</p>
<p>Sua <strong>composição assimétrica e diagonal</strong> rompe com a <strong>unidade geométrica e o equilíbrio renascentista</strong>, adotando uma estética <strong>grandiosa, monumental e retorcida</strong>, típica do <strong>barroco tardio</strong> e próxima do <strong>rococó</strong>.</p>
<figure id="attachment_42355" aria-describedby="caption-attachment-42355" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42355" title="Mestre Ataíde - Glorificação de Nossa Senhora - Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-635x1024.jpg" alt="Mestre Ataíde - Glorificação de Nossa Senhora - Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto" width="635" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-635x1024.jpg 635w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-186x300.jpg 186w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-768x1238.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-953x1536.jpg 953w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-1271x2048.jpg 1271w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-800x1290.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto.jpg 1358w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42355" class="wp-caption-text">Mestre Ataíde &#8211; Glorificação de Nossa Senhora &#8211; Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto</figcaption></figure>
<h4>3.1. O Simbolismo das Cores na Pintura Barroca</h4>
<p>Na pintura barroca, as <strong>cores</strong> possuem uma função que transcende o aspecto meramente estético: são elementos fundamentais da <strong>iconografia sacra</strong>, carregando <strong>significados espirituais e emocionais</strong>.</p>
<p>Mestre Ataíde, ao aplicar sua paleta, &#8220;faz viverem cores e imagens&#8221;, conferindo-lhes <strong>vitalidade simbólica</strong>. Entre as cores mais recorrentes em sua obra destacam-se o <strong>vermelho</strong> e o <strong>azul</strong>, ambos com profundo conteúdo simbólico:</p>
<ul>
<li>O <strong>vermelho</strong>, na tradição iconográfica barroca, representa o <strong>amor divino</strong>, a <strong>caridade</strong>, a <strong>adoração a Deus</strong>, além de evocar o <strong>temor sagrado</strong>, a <strong>proteção espiritual</strong>, o <strong>êxtase místico</strong>, o <strong>martírio</strong>, o <strong>sofrimento</strong>, a <strong>realeza</strong> e o <strong>poder absoluto</strong>.<br />Também se atribui ao vermelho um sentido de <strong>energia vital e sexualidade sublimada</strong>, como expresso em interpretações simbólicas que o contrapõem ao azul:</li>
</ul>
<blockquote>
<p>“O vermelho vivo, berrante, indica, com segurança, extroversão sexual, embora sublimado pelos motivos sacros [&#8230;] Ele fornece-nos, simbolicamente, os elementos manifestantes da sexualidade irreprimida, tal o azul, os sentimentos opostos aninhados na alma do decorador.”</p>
</blockquote>
<ul>
<li>O <strong>azul</strong>, por sua vez, remete à <strong>obscuridade</strong>, ao <strong>sobrenatural</strong>, ao <strong>mistério divino</strong>, e ao <strong>êxtase diante da vida extraterrena</strong>. Sua associação com o <strong>infinito</strong> induz ao <strong>sonho</strong>, aguça a <strong>curiosidade mística</strong> e atrai o fiel à <strong>fé e à contemplação</strong>.</li>
</ul>
<h4>3.2. O Simbolismo do Ouro</h4>
<p>O uso do <strong>ouro</strong> na pintura e na talha barroca não é apenas decorativo, mas profundamente <strong>simbólico</strong>. O <strong>amarelo</strong>, o <strong>ouro</strong> e o <strong>sol</strong> constituem três graus de uma mesma revelação espiritual, simbolizando a <strong>união da alma com Deus</strong> e a <strong>luz divina</strong> que se manifesta aos profanos.</p>
<p>Embora o ouro seja um <strong>metal precioso</strong>, na <strong>prática iconográfica</strong> barroca ele adquire o valor simbólico da própria <strong>luz divina</strong> — <strong>pura, genuína e transcendental</strong>. Dessa forma, a aplicação do ouro em elementos arquitetônicos e pictóricos busca <strong>materializar o sagrado</strong>, transformando o espaço artístico em <strong>expressão da presença divina</strong>.</p>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 id="h-principais-obras-do-mestre-ataide" class="wp-block-heading">4. Principais Obras do Mestre Ataíde</h3>
<ol>
<li id="h-1-pinturas-nos-tetos" class="wp-block-heading"><strong>Pinturas nos Tetos</strong></li>
<li id="h-2-pintura-de-cavaletes" class="wp-block-heading"><strong>Pintura de Cavaletes</strong></li>
<li class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><strong>Douração de Talha em Madeira e Pintura de Estátuas</strong></li>
</ol>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Os tetos, são os mais marcantes legados de Mestre Ataíde.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 id="h-1-pinturas-nos-tetos" class="wp-block-heading">4.1. Pinturas nos Tetos</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<h5>4.1.1. A “Ascensão de Cristo” na Matriz de Santo Antônio em Santa Bárbara: O Início do Ilusionismo Pictórico de Mestre Ataíde</h5>
<p>O teto da <strong>Matriz de Santo Antônio</strong>, localizada na cidade de <strong>Santa Bárbara (MG)</strong>, abriga aquela que é considerada, possivelmente, a <strong>primeira obra de Mestre Ataíde no gênero ilusionístico</strong>. Essa composição marca um momento decisivo na trajetória do pintor, inaugurando uma fase em que a <strong>pintura se funde com a arquitetura</strong>, criando uma experiência visual de <strong>profundidade e teatralidade</strong>.</p>
<p>A técnica de <strong>ilusão arquitetônica</strong> tem início já na <strong>cimalha</strong>, onde o artista pintou <strong>dois consoles em cada lateral da nave</strong>, dando início à construção visual de um espaço tridimensional fictício.</p>
<p>Sobre cada console, ele representou um <strong>pedestal</strong> e uma <strong>coluna</strong>, que se conectam ao <strong>medalhão central</strong> por meio de um delicado <strong>concheado</strong>, elemento ornamental típico do <strong>rococó</strong>, que reforça a leveza e a fluidez da composição.</p>
<figure id="attachment_42362" aria-describedby="caption-attachment-42362" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42362 size-full" title="“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg" alt="“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara" width="667" height="696" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg 667w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara-288x300.jpeg 288w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara-53x55.jpeg 53w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42362" class="wp-caption-text">“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara</figcaption></figure>
<p>A cena é enriquecida por diversos <strong>elementos ilusionísticos</strong>, como <strong>figuras de atlantes</strong>, <strong>falsos pilares</strong>, <strong>púlpitos pintados</strong>, <strong>formas vegetais</strong> e <strong>rocalhas</strong>, compondo um conjunto que desafia os limites entre o real e o representado, entre a estrutura material e a pintura.</p>
<p>No centro do teto, no <strong>medalhão principal</strong>, está representada a <strong>Ascensão de Cristo</strong>, cercado pelos <strong>doze apóstolos</strong> e pela <strong>Virgem Maria</strong>. A disposição das figuras e o tratamento da luz conferem à cena um caráter de <strong>elevação espiritual</strong>, conduzindo o olhar do espectador ao alto, em sintonia com os propósitos devocionais do espaço sacro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h5>4.1.2. “Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde</h5>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":42364,"align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter">
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<p>A <strong>“Assunção de Nossa Senhora”</strong> é uma das obras mais <strong>emblemáticas</strong> e <strong>reconhecidas</strong> do pintor <strong>Mestre Ataíde</strong>, destacando-se tanto pela complexidade compositiva quanto pela expressividade simbólica.</p>
<p>O <strong>medalhão central</strong> retrata a <strong>gloriosa Assunção da Virgem Maria</strong>, envolta por uma vibrante <strong>orquestra celeste de anjos</strong>, representados em diferentes idades e atitudes, conferindo dinamismo e diversidade à cena.</p>
<figure id="attachment_42364" aria-describedby="caption-attachment-42364" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42364 size-full" title="“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide.jpeg" alt="“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde" width="700" height="1128" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-186x300.jpeg 186w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-635x1024.jpeg 635w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-34x55.jpeg 34w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42364" class="wp-caption-text">“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde</figcaption></figure>
<p>Notavelmente, tanto <strong>Maria</strong> quanto diversos <strong>anjos</strong> apresentam <strong>traços afrodescendentes</strong>, revelando um traço singular da produção artística de Ataíde, que introduz elementos da realidade local à iconografia tradicional, humanizando as figuras sagradas e propondo uma representação inclusiva no contexto colonial brasileiro.</p>
<p>A Virgem aparece em <strong>atitude de oração</strong>, <strong>assentada sobre um trono de nuvens</strong>, envolta por <strong>raios de luz</strong> e sustentada por um <strong>crescente lunar</strong>, símbolo tradicional da <strong>Imaculada Conceição</strong>, que reforça seu caráter celeste e puro.</p>
<p>Trata-se de uma <strong>composição visualmente densa</strong>, marcada pelo uso expressivo da <strong>cor</strong>, pela <strong>integração com a arquitetura da igreja</strong> e pelo forte teor <strong>espiritual e devocional</strong>, características centrais da pintura <strong>barroca mineira</strong>.</p>
</figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<h5>4.1.3. A Pintura Ilusionística de Mestre Ataíde na Matriz de Santo Antônio</h5>
<p>A Pintura Ilusionística de Mestre Ataíde na <strong>Matriz de Santo Antônio em Ouro Branco</strong> e as <strong>Representações na Igreja de São Francisco de Assis em Mariana.</strong></p>
<p>Uma das mais notáveis <strong>obras ilusionísticas</strong> atribuídas a <strong>Mestre Ataíde</strong> encontra-se no <strong>teto da Matriz de Santo Antônio</strong>, localizada na cidade de <strong>Ouro Branco</strong>. Nesta composição, predomina o uso de <strong>linhas retas</strong>, o que representa uma ruptura com a tradição barroca de curvas sinuosas e movimentação cênica. Tanto a <strong>organização do espaço pictórico</strong> quanto a <strong>paleta cromática adotada</strong> revelam escolhas inovadoras para o período.</p>
<figure id="attachment_42366" aria-describedby="caption-attachment-42366" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42366 size-full" title="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg" alt="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" width="700" height="376" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-300x161.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-102x55.jpeg 102w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42366" class="wp-caption-text">Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio</figcaption></figure>
<p>No <strong>medalhão central</strong>, ricamente ornamentado, observa-se a representação da <strong>Virgem Maria</strong>, do <strong>Menino Jesus</strong> e de <strong>Santo Antônio de Lisboa</strong>. Maria encontra-se <strong>entronizada em nuvens</strong>, com um <strong>semblante sereno e acolhedor</strong>, enquanto o <strong>Menino Jesus</strong>, de pé sobre uma mesa, dirige-se a um <strong>Santo Antônio em atitude devocional</strong>, conferindo à cena uma aura de intimidade e sacralidade.</p>
<p>Na <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong>, em <strong>Mariana</strong>, duas importantes composições dividem o forro da <strong>sacristia</strong>, ambas retratando a <strong>Agonia de São Francisco</strong>. Embora <strong>não existam documentos que atestem formalmente a autoria de Mestre Ataíde</strong>, a obra foi <strong>atribuída ao artista</strong> por meio de estudos comparativos realizados por diversos especialistas, que identificaram <strong>traços estilísticos característicos</strong> de sua produção.</p>
<figure id="attachment_42368" aria-describedby="caption-attachment-42368" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42368 size-full" title="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg" alt="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" width="700" height="787" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-267x300.jpeg 267w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-49x55.jpeg 49w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42368" class="wp-caption-text">“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde</figcaption></figure>
<p>Diferentemente da pintura ilusionística presente na Matriz de Santo Antônio, nas obras de Mariana o artista opta por <strong>grandes cenas abertas</strong>, com <strong>fundos paisagísticos</strong>, nos quais se evidencia sua habilidade em <strong>transmitir significados profundos</strong> por meio da <strong>manipulação das cores</strong> e do <strong>equilíbrio compositivo</strong>. Trata-se de um exemplo claro da versatilidade de Ataíde, capaz de adaptar-se a diferentes demandas narrativas e espaciais, sem perder a densidade simbólica que marca sua obra.</p>
<figure id="attachment_42370" aria-describedby="caption-attachment-42370" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42370 size-full" title="Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg" alt="Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde" width="700" height="440" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide-300x189.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide-88x55.jpeg 88w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42370" class="wp-caption-text">Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde</figcaption></figure>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4>4.2. Pintura de Cavalete: A Produção em Telas e Painéis de Mestre Ataíde</h4>
<p>Além de sua consagrada atuação na <strong>pintura ilusionística de forros</strong>, <strong>Mestre Ataíde</strong> também se destacou na produção de <strong>obras de menor dimensão</strong>, realizadas sobre <strong>telas</strong> ou <strong>painéis de madeira</strong>, que evidenciam sua versatilidade técnica e inventividade iconográfica.</p>
<p>Dentre essas obras, merece especial atenção a tela <strong><em>A Última Ceia</em></strong>, datada de <strong>1828</strong>, amplamente reconhecida como uma de suas criações mais relevantes. Esta composição revela com clareza a <strong>capacidade criativa do artista</strong>, expressa nos <strong>detalhes anedóticos</strong> que conferem dinamismo e humanidade à cena. Um elemento que chama a atenção é a presença de <strong>ossos de carneiro sobre a mesa</strong>, o que representa uma leitura <strong>heterodoxa</strong> do episódio bíblico, em tensão com os <strong>preceitos iconográficos tradicionais do Catolicismo</strong>.</p>
<p>Outras pinturas de cavalete de Mestre Ataíde também se destacam por sua riqueza simbólica e técnica refinada:</p>
<ul>
<li><strong>Cenas da Vida de Abraão</strong> e <strong>São Francisco Alcança as Graças da Porciúncula</strong>, localizadas na <strong>Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto</strong>;</li>
<li><strong>Nossa Senhora do Carmo, o Menino Jesus e São Simão Stock</strong>, parte do acervo do <strong>Museu da Inconfidência</strong>;</li>
<li><strong>Flagelação de Cristo</strong>, pertencente ao <strong>acervo dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo</strong>;</li>
<li><strong>Cristo a Caminho do Calvário</strong>, em exibição no <strong>Museu de Arte Sacra de Mariana</strong>;</li>
<li><strong>Batismo de Cristo</strong>, instalado na <strong>Catedral de Mariana</strong>.</li>
<li>Tais obras reforçam a singularidade do legado artístico de Ataíde, cuja <strong>imagética religiosa</strong>, mesmo nos formatos mais intimistas, mantém <strong>densidade teológica, apelo emocional</strong> e <strong>inovação compositiva</strong>, características que o consagram como um dos mais importantes representantes do <strong>Barroco Mineiro</strong>.</li>
</ul>
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<figure id="attachment_42479" aria-describedby="caption-attachment-42479" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-2.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42479 size-full" title="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-2.jpeg" alt="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" width="700" height="376" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-2.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-2-300x161.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-2-102x55.jpeg 102w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42479" class="wp-caption-text">Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42477" aria-describedby="caption-attachment-42477" style="width: 366px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/nossa-senhora-do-carmo-e-s-o-sim-o-stock-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42477 size-full" title="Nossa Senhora do Carmo e São Simão - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/nossa-senhora-do-carmo-e-s-o-sim-o-stock-1.jpg" alt="Nossa Senhora do Carmo e São Simão - Mestre Ataíde" width="366" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/nossa-senhora-do-carmo-e-s-o-sim-o-stock-1.jpg 366w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/nossa-senhora-do-carmo-e-s-o-sim-o-stock-1-183x300.jpg 183w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/nossa-senhora-do-carmo-e-s-o-sim-o-stock-1-34x55.jpg 34w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42477" class="wp-caption-text">Nossa Senhora do Carmo e São Simão &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42475" aria-describedby="caption-attachment-42475" style="width: 454px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Nossa-Senhora-da-Porciuncula-1812-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42475" title="Nossa Senhora da Porciúncula (1812) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Nossa-Senhora-da-Porciuncula-1812-1.jpg" alt="Nossa Senhora da Porciúncula (1812) - Mestre Ataíde" width="454" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Nossa-Senhora-da-Porciuncula-1812-1.jpg 454w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Nossa-Senhora-da-Porciuncula-1812-1-227x300.jpg 227w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Nossa-Senhora-da-Porciuncula-1812-1-42x55.jpg 42w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42475" class="wp-caption-text">Nossa Senhora da Porciúncula (1812) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42473" aria-describedby="caption-attachment-42473" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Irmao-Lourenco-de-Nossa-Senhora-Mestre-Ataide-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42473 size-full" title="Irmão Lourenço de Nossa Senhora - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Irmao-Lourenco-de-Nossa-Senhora-Mestre-Ataide-1.jpg" alt="Irmão Lourenço de Nossa Senhora - Mestre Ataíde" width="280" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Irmao-Lourenco-de-Nossa-Senhora-Mestre-Ataide-1.jpg 280w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Irmao-Lourenco-de-Nossa-Senhora-Mestre-Ataide-1-210x300.jpg 210w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Irmao-Lourenco-de-Nossa-Senhora-Mestre-Ataide-1-39x55.jpg 39w" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42473" class="wp-caption-text">Irmão Lourenço de Nossa Senhora &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42471" aria-describedby="caption-attachment-42471" style="width: 517px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Deus-promete-a-Abraao-multiplicar-sua-descendencia-1799-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42471 size-full" title="Deus promete a Abraão multiplicar sua descendência (1799) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Deus-promete-a-Abraao-multiplicar-sua-descendencia-1799-1.jpg" alt="Deus promete a Abraão multiplicar sua descendência (1799) - Mestre Ataíde" width="517" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Deus-promete-a-Abraao-multiplicar-sua-descendencia-1799-1.jpg 517w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Deus-promete-a-Abraao-multiplicar-sua-descendencia-1799-1-259x300.jpg 259w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Deus-promete-a-Abraao-multiplicar-sua-descendencia-1799-1-47x55.jpg 47w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42471" class="wp-caption-text">Deus promete a Abraão multiplicar sua descendência (1799) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42467" aria-describedby="caption-attachment-42467" style="width: 397px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Crucificacao-de-Cristo-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42467 size-full" title="Crucificação de Cristo - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Crucificacao-de-Cristo-1.jpg" alt="Crucificação de Cristo - Mestre Ataíde" width="397" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Crucificacao-de-Cristo-1.jpg 397w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Crucificacao-de-Cristo-1-248x300.jpg 248w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Crucificacao-de-Cristo-1-45x55.jpg 45w" sizes="(max-width: 397px) 100vw, 397px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42467" class="wp-caption-text">Crucificação de Cristo &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42465" aria-describedby="caption-attachment-42465" style="width: 360px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Batismo-de-Cristo-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42465 size-full" title="Batismo de Cristo - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Batismo-de-Cristo-1.jpg" alt="Batismo de Cristo - Mestre Ataíde" width="360" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Batismo-de-Cristo-1.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Batismo-de-Cristo-1-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Batismo-de-Cristo-1-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42465" class="wp-caption-text">Batismo de Cristo &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42463" aria-describedby="caption-attachment-42463" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-da-Virgem-detail-1823-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42463 size-full" title="Assunção da Virgem (1823) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-da-Virgem-detail-1823-1.jpg" alt="Assunção da Virgem (1823) - Mestre Ataíde" width="640" height="491" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-da-Virgem-detail-1823-1.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-da-Virgem-detail-1823-1-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-da-Virgem-detail-1823-1-72x55.jpg 72w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42463" class="wp-caption-text">Assunção da Virgem (1823) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42461" aria-describedby="caption-attachment-42461" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42461" title="Ascensão de Cristo - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-1.jpg" alt="Ascensão de Cristo - Mestre Ataíde" width="575" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-1.jpg 575w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-1-288x300.jpg 288w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-1-53x55.jpg 53w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42461" class="wp-caption-text">Ascensão de Cristo &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_42459" aria-describedby="caption-attachment-42459" style="width: 582px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-musicos-detail-1807-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42459 size-full" title="Anjos músicos (1807) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-musicos-detail-1807-1.jpg" alt="Anjos músicos (1807) - Mestre Ataíde" width="582" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-musicos-detail-1807-1.jpg 582w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-musicos-detail-1807-1-300x247.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-musicos-detail-1807-1-67x55.jpg 67w" sizes="(max-width: 582px) 100vw, 582px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42459" class="wp-caption-text">Anjos músicos (1807) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42457" aria-describedby="caption-attachment-42457" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-detail-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42457 size-full" title="Anjos - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-detail-1.jpg" alt="Anjos - Mestre Ataíde" width="290" height="388" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-detail-1.jpg 290w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-detail-1-224x300.jpg 224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Anjos-detail-1-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 290px) 100vw, 290px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42457" class="wp-caption-text">Anjos &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42455" aria-describedby="caption-attachment-42455" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-1800-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42455 size-full" title="Agonia e Morte de São Francisco (1800) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-1800-1.jpg" alt="Agonia e Morte de São Francisco (1800) - Mestre Ataíde" width="533" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-1800-1.jpg 533w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-1800-1-267x300.jpg 267w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-1800-1-49x55.jpg 49w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42455" class="wp-caption-text">Agonia e Morte de São Francisco (1800) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42453" aria-describedby="caption-attachment-42453" style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Abraao-Adora-os-Tres-Anjos-1799-Mestre-Ataide-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42453 size-full" title="Abraão Adora os Três Anjos (1799) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Abraao-Adora-os-Tres-Anjos-1799-Mestre-Ataide-1.jpg" alt="Abraão Adora os Três Anjos (1799) - Mestre Ataíde" width="424" height="477" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Abraao-Adora-os-Tres-Anjos-1799-Mestre-Ataide-1.jpg 424w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Abraao-Adora-os-Tres-Anjos-1799-Mestre-Ataide-1-267x300.jpg 267w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Abraao-Adora-os-Tres-Anjos-1799-Mestre-Ataide-1-49x55.jpg 49w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42453" class="wp-caption-text">Abraão Adora os Três Anjos (1799) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42451" aria-describedby="caption-attachment-42451" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Virgem-entrega-o-Menino-Jesus-a-Santo-Antonio-de-Padua-detail-1810-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42451 size-full" title="A Virgem entrega o Menino Jesus a Santo Antônio de Pádua (1810) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Virgem-entrega-o-Menino-Jesus-a-Santo-Antonio-de-Padua-detail-1810-1.jpg" alt="A Virgem entrega o Menino Jesus a Santo Antônio de Pádua (1810) - Mestre Ataíde" width="750" height="403" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Virgem-entrega-o-Menino-Jesus-a-Santo-Antonio-de-Padua-detail-1810-1.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Virgem-entrega-o-Menino-Jesus-a-Santo-Antonio-de-Padua-detail-1810-1-300x161.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Virgem-entrega-o-Menino-Jesus-a-Santo-Antonio-de-Padua-detail-1810-1-102x55.jpg 102w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42451" class="wp-caption-text">A Virgem entrega o Menino Jesus a Santo Antônio de Pádua (1810) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42449" aria-describedby="caption-attachment-42449" style="width: 351px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Flagelacao-de-Cristo-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42449 size-full" title="A Flagelação de Cristo - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Flagelacao-de-Cristo-1.jpg" alt="A Flagelação de Cristo - Mestre Ataíde" width="351" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Flagelacao-de-Cristo-1.jpg 351w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Flagelacao-de-Cristo-1-176x300.jpg 176w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Flagelacao-de-Cristo-1-32x55.jpg 32w" sizes="(max-width: 351px) 100vw, 351px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42449" class="wp-caption-text">A Flagelação de Cristo &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42447" aria-describedby="caption-attachment-42447" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Coroacao-da-Virgem-pela-Santissima-Trindade-detail-1811-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42447" title="A Coroação da Virgem pela Santíssima Trindade (1811) - Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Coroacao-da-Virgem-pela-Santissima-Trindade-detail-1811-1.jpg" alt="A Coroação da Virgem pela Santíssima Trindade (1811) - Mestre Ataíde" width="488" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Coroacao-da-Virgem-pela-Santissima-Trindade-detail-1811-1.jpg 488w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Coroacao-da-Virgem-pela-Santissima-Trindade-detail-1811-1-300x295.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/A-Coroacao-da-Virgem-pela-Santissima-Trindade-detail-1811-1-56x55.jpg 56w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42447" class="wp-caption-text">A Coroação da Virgem pela Santíssima Trindade (1811) &#8211; Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42445" aria-describedby="caption-attachment-42445" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42445 size-full" title="“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2.jpeg" alt="“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde" width="700" height="1128" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2-186x300.jpeg 186w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2-635x1024.jpeg 635w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Assuncao-de-Nossa-Senhora-e-uma-das-obras-mais-famosas-e-conhecidas-de-Mestre-Ataide-2-34x55.jpeg 34w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42445" class="wp-caption-text">“Assunção de Nossa Senhora” é uma das obras mais famosas e conhecidas de Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42441" aria-describedby="caption-attachment-42441" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-2.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42441" title="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-2.jpeg" alt="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" width="700" height="787" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-2.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-2-267x300.jpeg 267w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-2-49x55.jpeg 49w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42441" class="wp-caption-text">“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42372" aria-describedby="caption-attachment-42372" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42372 size-full" title="Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg" alt="Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde" width="700" height="933" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide-225x300.jpeg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide-41x55.jpeg 41w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42372" class="wp-caption-text">Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<!-- wp:image {"id":42370,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} --></h3>
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<figure id="attachment_42370" aria-describedby="caption-attachment-42370" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42370 size-full" title="Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg" alt="Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde" width="700" height="440" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide-300x189.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-da-Ultima-Ceia-considerada-uma-das-obras-mais-importantes-de-Mestre-Ataide-88x55.jpeg 88w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42370" class="wp-caption-text">Detalhe da “Última Ceia”, considerada uma das obras mais importantes de Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42368" aria-describedby="caption-attachment-42368" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42368" title="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg" alt="“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde" width="700" height="787" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-267x300.jpeg 267w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Agonia-e-Morte-de-Sao-Francisco-em-Mariana-uma-obra-cuja-autoria-foi-atribuida-a-Mestre-Ataide-49x55.jpeg 49w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42368" class="wp-caption-text">“Agonia e Morte de São Francisco”, em Mariana, uma obra cuja autoria foi atribuída a Mestre Ataíde</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_42366" aria-describedby="caption-attachment-42366" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42366 size-full" title="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg" alt="Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio" width="700" height="376" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-300x161.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Obra-ilusionistica-de-Mestre-Ataide-e-o-teto-da-Matriz-de-Santo-Antonio-102x55.jpeg 102w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42366" class="wp-caption-text">Obra ilusionística de Mestre Ataíde é o teto da Matriz de Santo Antônio</figcaption></figure>
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<!-- wp:image {"id":42362,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} --></h3>
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<figure id="attachment_42362" aria-describedby="caption-attachment-42362" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42362 size-full" title="“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg" alt="“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara" width="667" height="696" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara.jpeg 667w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara-288x300.jpeg 288w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Ascensao-de-Cristo-do-mestre-Ataide-na-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Santa-Barbara-53x55.jpeg 53w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42362" class="wp-caption-text">“Ascensão de Cristo” do mestre Ataíde, na Matriz de Santo Antônio em Santa Barbara</figcaption></figure>
</figure>
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<!-- wp:image {"id":42300,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} --></h3>
<figure class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_42300" aria-describedby="caption-attachment-42300" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42300 size-large" title="Santuário do Caraça - A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-1024x795.jpg" alt="Santuário do Caraça - A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada." width="800" height="621" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-1024x795.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-768x596.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-800x621.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4.jpg 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42300" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada.</figcaption></figure>
</figure>
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<!-- wp:image {"id":42270,"sizeSlug":"full","linkDestination":"media"} --></h3>
<figure id="attachment_42270" class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_42270" aria-describedby="caption-attachment-42270" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-42270 size-full" title="Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415.jpg" alt="Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-300x174.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-768x446.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-95x55.jpg 95w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-42270" class="wp-caption-text">Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
</figure>
<h4>“A Última Ceia”, de Mestre Ataíde: uma obra-prima do acervo do Caraça</h4>
<p>A pintura <strong><em>A Última Ceia</em></strong>, realizada em <strong>1828</strong> pelo tenente-pintor <strong>Manuel da Costa Ataíde (1762–1830)</strong>, configura-se como uma das mais significativas expressões artísticas do <strong>Complexo do Caraça</strong>, tanto por sua riqueza simbólica quanto por sua composição formal.</p>
<p>No <strong>centro da tela</strong>, a figura de <strong>Cristo</strong> destaca-se, <strong>aureolada por uma luz intensa</strong>, elemento que reforça sua natureza divina. Ele é circundado pelos <strong>doze apóstolos</strong>, organizados harmonicamente em <strong>grupos de três</strong>, conforme os cânones clássicos da composição sacra.</p>
<p>A <strong>mesa</strong>, coberta com uma <strong>toalha rendada</strong>, cuidadosamente representada com <strong>dobras visíveis</strong>, remete à autenticidade e ao realismo. Sobre ela encontram-se o <strong>pão</strong> e o <strong>vinho</strong>, símbolos eucarísticos por excelência, além de um <strong>prato com carne de cordeiro</strong>, uma clara alusão ao <strong>Cordeiro Pascal</strong>, que remete ao sacrifício redentor de Cristo.</p>
<p>No <strong>plano inferior</strong>, a <strong>bacia e a toalha utilizadas no Lava-Pés</strong> sugerem a dimensão do <strong>amor cristão como serviço</strong>, antecipando a narrativa da Paixão.</p>
<p>A figura de <strong>Judas Iscariotes</strong>, o traidor, encontra-se em posição <strong>frontal</strong>, à frente da mesa, prestes a deixar o recinto. Ele segura uma <strong>bolsa de dinheiro</strong>, símbolo de sua traição, e sua expressão parece dirigir-se ao <strong>espectador</strong>, instaurando um diálogo direto com quem contempla a obra, <strong>independentemente da posição que ocupe na igreja</strong> — recurso típico da teatralidade barroca.</p>
<p>Nas <strong>extremidades da cena</strong>, do lado esquerdo, três personagens compõem um episódio secundário: uma <strong>jovem servente</strong> carrega pães, sendo <strong>acariciada por um homem</strong> que a segue de perto, enquanto uma <strong>mulher mulata</strong>, presença constante nas obras de Ataíde, reforça sua atenção às <strong>identidades afrodescendentes</strong> no contexto colonial. À direita, mais duas figuras entram em cena de maneira <strong>festiva e espontânea</strong>, ampliando a narrativa para além do núcleo apostólico.</p>
<p>Segundo os registros da Casa, a pintura teve o custo de <strong>350$000 réis</strong>, e foi encomendada pelo <strong>Padre Jerônimo de Macedo</strong>, então superior do Caraça. A <strong>atribuição autoral</strong>, hoje confirmada, foi reforçada posteriormente pelo pintor alemão <strong>George Grimm</strong>, que, ao visitar o local, <strong>inscreveu o nome de Ataíde na obra</strong>, já que o artista raramente assinava suas criações.</p>
<p>Esta pintura sintetiza a genialidade de Mestre Ataíde em conjugar o <strong>rigor simbólico do catolicismo</strong>, a <strong>delicadeza técnica</strong>, e a <strong>inclusão de tipos sociais diversos</strong>, resultando em uma obra que transcende o mero registro religioso e se afirma como documento histórico, teológico e estético.</p>
<h4 class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- /wp:image -->4.3. <strong>Douração de Talha em Madeira e Pintura de Estátuas</strong></h4>
<p><strong>Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”</strong>, parte da série de esculturas de <strong>Aleijadinho</strong> encarnadas por <strong>Mestre Ataíde</strong>.</p>
<figure id="attachment_41712" aria-describedby="caption-attachment-41712" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41712 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg" alt="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto." width="800" height="826" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg 992w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-291x300.jpg 291w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-768x793.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-53x55.jpg 53w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-1488x1536.jpg 1488w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-800x826.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg 1690w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41712" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto.</figcaption></figure>
<p>Além da <strong>pintura de tetos</strong>, <strong>telas</strong> e <strong>painéis de madeira</strong>, <strong>Mestre Ataíde</strong> realizava a <strong>douração de talha em madeira</strong> e a <strong>pintura de estátuas</strong>, com uma técnica conhecida como <strong>encarnação</strong> e <strong>estofamento</strong>.</p>
<p>A <strong>encarnação</strong> visa imitar o efeito da <strong>carne humana</strong> nas partes visíveis do corpo (como rosto e mãos), e o <strong>estofamento</strong> imita <strong>vestimentas e tecidos</strong>. As obras dele estão presentes em várias <strong>igrejas mineiras</strong>.</p>
<figure id="attachment_42372" aria-describedby="caption-attachment-42372" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42372" title="Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg" alt="Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde" width="700" height="933" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide.jpeg 700w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide-225x300.jpeg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Detalhe-do-Cristo-carregando-a-Cruz-parte-da-serie-de-esculturas-de-Aleijadinho-encarnadas-por-Mestre-Ataide-41x55.jpeg 41w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42372" class="wp-caption-text">Detalhe do “Cristo carregando a Cruz”, parte da série de esculturas de Aleijadinho encarnadas por Mestre Ataíde</figcaption></figure>
<p>Ele também deixou sua marca em diversos aspectos da <strong>decoração das igrejas</strong> e projetou a arquitetura de <strong>retábulos</strong> e objetos litúrgicos, como <strong>castiçais</strong> e <strong>crucifixos</strong>.</p>
<p>Um exemplo desse trabalho é a <strong>Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo</strong>, em <strong>Ouro Preto</strong>. Ela demonstra como a <strong>decoração dos interiores</strong> era vista por <strong>Ataíde</strong>: como uma <strong>obra única</strong>, integrando <strong>arquitetura</strong>, <strong>pintura</strong>, <strong>talha</strong> e <strong>objetos</strong>.</p>
<p>Além de tudo isso, ele foi <strong>ilustrador</strong> (pintando <strong>iluminuras</strong> em <strong>Livros de Compromisso de Irmandades</strong>) e pintou a mais importante série de <strong>estátuas de Aleijadinho</strong>, instalada nas <strong>Capelas dos Passos do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph --><p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-do-barroco-mineiro-aleijadinho-e-o-mestre-ataide/">Barroco Mineiro em Foco: História, Técnicas e Obras</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Complexo Santuário do Caraça em Minas Gerais</title>
		<link>https://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2023 20:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Santuário do Caraça]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário do Caraça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42238</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Complexo Santuário do Caraça é a única Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) com 11.233 hectares de encantadoras paisagens, resultado da transição entre Mata Atlântica e Cerrado, emolduradas por uma cadeia de montanhas com picos superiores a 2 mil metros de altitude, que fazem parte da Serra do Espinhaço. [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/">Complexo Santuário do Caraça em Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>Complexo Santuário do Caraça</strong> é a <strong>única Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)</strong> com <strong>11.233 hectares</strong> de <strong>encantadoras paisagens</strong>, resultado da transição entre <strong>Mata Atlântica e Cerrado</strong>, emolduradas por uma <strong>cadeia de montanhas</strong> com <strong>picos superiores a 2 mil metros de altitude</strong>, que fazem parte da <strong>Serra do Espinhaço</strong>.</p>
<p>A <strong>Serra do Espinhaço</strong> é uma <strong>cadeia montanhosa</strong> localizada no <strong>Planalto Atlântico</strong>, estendendo-se pelos estados de <strong>Minas Gerais</strong> e <strong>Bahia</strong>.</p>
<p>A cadeia também é conhecida como <strong>Caraça</strong>, devido ao formato de um de seus picos, que lembra um <strong>gigante deitado com uma grande face</strong> — a chamada “<strong>caraça</strong>”.</p>
<p><figure id="attachment_42240" aria-describedby="caption-attachment-42240" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42240 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-800x535.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça." width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42240" class="wp-caption-text">A Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça foi construída em estilo neogótico.</figcaption></figure></p>
<p>As <strong>temperaturas</strong> na região são geralmente <strong>amenas ou baixas</strong>, com média anual em torno de <strong>15 °C</strong>, em razão da <strong>altitude</strong> — a sede está a <strong>1.300 metros</strong> de altura. Por isso, <strong>agasalhos são imprescindíveis</strong>.</p>
<p>Outra curiosidade são as <strong>densas névoas</strong>, provocadas pela <strong>elevada umidade</strong> da região, que chega a quase <strong>100%</strong> nos meses de <strong>maio e junho</strong>.</p>
<p>Destino turístico <strong>conhecido mundialmente</strong> por suas <strong>belezas naturais, gastronômicas, culturais e religiosas</strong>, o <strong>Santuário do Caraça</strong> está localizado na <strong>Estrada do Caraça, km 9</strong>, entre as cidades de <strong>Catas Altas</strong> e <strong>Santa Bárbara</strong>, em <strong>Minas Gerais</strong>, e tem também <strong>muita história para contar</strong>.</p>
<p>No <strong>Complexo Santuário do Caraça</strong>, encontram-se:</p>
<ul>
<li>o <strong>Conjunto Arquitetônico do Santuário</strong>;</li>
<li>a <strong>igreja neogótica</strong>;</li>
<li>o prédio do <strong>antigo colégio</strong> (atualmente <strong>museu</strong> e <strong>biblioteca</strong>);</li>
<li>a <strong>pousada</strong>;</li>
<li>a área da <strong>RPPN</strong>;</li>
<li>e áreas identificadas pela proprietária como <strong>zonas de manejo</strong>, como a <strong>Fazenda do Engenho</strong>, o <strong>Buraco da Boiada</strong> e a <strong>Fazenda do Capivari</strong>.</li>
</ul>
<p>A <strong>imponente fachada</strong> da <strong>Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens</strong>, construída em <strong>estilo neogótico</strong>, pode ser vista de longe. Sua estrutura, feita de <strong>pedra-sabão</strong> e <strong>mármore</strong>, guarda diversas <strong>curiosidades</strong> que encantam turistas e visitantes.</p>
<p><strong>Primeira igreja neogótica do Brasil</strong>, abriga:</p>
<ul>
<li>a tela da <strong>Santa Ceia</strong>, do <strong>mestre Ataíde</strong>, de <strong>valor inestimável</strong>;</li>
<li>o <strong>corpo de São Pio Mártir</strong>;</li>
<li><strong>altares laterais</strong> da antiga capela, que retratam a <strong>Pietà</strong> e o <strong>Sagrado Coração</strong>, também pintados por Ataíde;</li>
<li>e o <strong>vitral central francês</strong>, <strong>doado por Dom Pedro II</strong> durante sua visita ao local.</li>
</ul>
<p>Na <strong>sede</strong> também estão:</p>
<ul>
<li>o <strong>claustro</strong>;</li>
<li>as <strong>catacumbas</strong>;</li>
<li>as <strong>ruínas restauradas do antigo colégio</strong>;</li>
<li>a <strong>biblioteca</strong>;</li>
<li>o <strong>jardim com relógio de sol</strong>;</li>
<li>o <strong>calvário</strong>;</li>
<li>e o <strong>museu</strong>, cujo acervo inclui <strong>mobília</strong>, <strong>objetos do cotidiano do colégio e seminário</strong>, e até a <strong>cama em que dormiu o imperador</strong>.</li>
</ul>
<p>Parte do colégio foi transformada em <strong>hospedaria</strong>, com <strong>quartos reformados</strong>, simples e pequenos.</p>
<p>Uma peculiaridade que encanta os visitantes é a <strong>visita noturna de uma família de lobos-guará</strong>, por volta das <strong>20h</strong>, no <strong>pátio do santuário</strong>.</p>
<p>O parque é bem <strong>sinalizado e equipado</strong>, com <strong>áreas para piqueniques</strong>, <strong>churrasqueiras</strong> e <strong>monitores</strong> para atividades históricas. Há <strong>diversas trilhas</strong> que levam a <strong>cachoeiras, cascatas, piscinas naturais, represas</strong> e <strong>mirantes</strong>.</p>
<p>Destacam-se também as <strong>cavernas</strong>, como:</p>
<ul>
<li>a <strong>Caverna do Centenário</strong>, localizada no <strong>Pico do Inficionado</strong>, considerada a <strong>maior gruta de quartzito do mundo em profundidade</strong>, com <strong>485 metros</strong>, e a <strong>segunda maior em extensão de galerias</strong>, com cerca de <strong>4.700 metros</strong>, em vários níveis;</li>
<li>e outras, como a <strong>Caverna da Bocaina</strong>, que possui uma <strong>cachoeira interna</strong>.</li>
</ul>
<p>Para <strong>trilhas longas</strong> e <strong>exploração de cavernas</strong>, é <strong>recomendado contratar guias especializados</strong>.</p>
<h3>Vídeo sobre Atrações turísticas e História do Santuário do Caraça</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Como chegar no Santuário do Caraça</h3>
<p><figure id="attachment_42336" aria-describedby="caption-attachment-42336" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42336 size-full" title="cidade de Catas Altas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG.jpg" alt="cidade de Catas Altas MG" width="640" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/cidade-de-Catas-Altas-MG-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42336" class="wp-caption-text">cidade de Catas Altas MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>Santuário do Caraça</strong> está localizado a <strong>120 quilômetros de Belo Horizonte</strong> e a <strong>26 quilômetros da sede de Catas Altas</strong>, por <strong>estrada asfaltada</strong>. Em <strong>linha reta</strong>, a distância é de <strong>5,5 quilômetros</strong>, porém essa rota é <strong>interrompida pelos picos da Serra de Catas Altas</strong> e pelo <strong>Pico da Carapuça</strong>.</p>
<p><strong>Pode-se ir ao Caraça por Mariana, Catas Altas ou Santa Bárbara.</strong></p>
<p><figure id="attachment_42242" aria-describedby="caption-attachment-42242" style="width: 565px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-como-chegar-no-caraca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42242 size-full" title="mapa - como chegar no Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-como-chegar-no-caraca.jpg" alt="mapa - como chegar no Santuário do Caraça" width="565" height="577" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-como-chegar-no-caraca.jpg 565w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-como-chegar-no-caraca-294x300.jpg 294w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/mapa-como-chegar-no-caraca-54x55.jpg 54w" sizes="(max-width: 565px) 100vw, 565px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42242" class="wp-caption-text">Mapa &#8211; como chegar no Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p>O percurso mais indicado para se chegar ao <strong>Santuário do Caraça</strong> é o que parte da cidade de <strong>Santa Bárbara</strong>, uma vez que a <strong>entrada do parque</strong> fica mais próxima dessa cidade, <strong>embora os principais atrativos estejam em Catas Altas</strong>.</p>
<p>A partir de <strong>Santa Bárbara</strong>, são <strong>6 quilômetros até o início da Estrada do Caraça (MG-436)</strong>, seguidos de mais <strong>20 quilômetros</strong> em <strong>boas condições de tráfego</strong>. A <strong>portaria</strong> do parque está localizada no <strong>quilômetro 9</strong> dessa estrada.</p>
<p>A <strong>entrada é paga</strong>, e no local o visitante recebe um <strong>mapa detalhado</strong> e o <strong>regulamento do parque</strong>.</p>
<p><strong>Não há ônibus</strong> com destino ao Caraça; o <strong>acesso é feito exclusivamente por carros particulares ou táxis</strong>.</p>
<h3>Visitação ao Santuário do Caraça</h3>
<h4><strong>Sem necessidade de reservas</strong></h4>
<p>O <strong>Santuário do Caraça</strong> alterou sua política de visitação e <strong>não é mais necessário fazer reservas prévias</strong>. Os visitantes podem se dirigir diretamente ao local, <strong>exceto grupos e agências de viagens</strong>, que devem <strong>agendar com antecedência</strong>.</p>
<p>Todos os <strong>protocolos sanitários</strong> determinados pelas autoridades estão mantidos, incluindo o <strong>limite máximo de 400 visitantes por dia</strong>.</p>
<p>As <strong>vagas são distribuídas por ordem de chegada</strong>. Quando o limite é atingido, os visitantes seguintes deverão <strong>aguardar a liberação de novas vagas</strong>, por meio de um sistema de <strong>rodízio</strong> — ou seja, à medida que visitantes saem, o mesmo número de vagas é disponibilizado para os que estão esperando.</p>
<p>O <strong>horário de funcionamento</strong> do Santuário é das <strong>8h às 16h30</strong>, <strong>todos os dias da semana</strong>. <strong>Saídas após as 17h estão sujeitas à multa.</strong></p>
<h2>Atrações turísticas e História do Santuário do Caraça MG</h2>
<h3>1. <strong>Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens – Santuário do Caraça</strong></h3>
<p><figure id="attachment_42292" aria-describedby="caption-attachment-42292" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42292 size-full" title="Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça" width="779" height="1100" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca.jpg 779w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-725x1024.jpg 725w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-768x1084.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-39x55.jpg 39w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42292" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p>Entre o conjunto arquitetônico do <strong>Santuário do Caraça</strong>, o destaque é a imponente <strong>Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens</strong>, o <strong>primeiro templo neogótico do Brasil</strong>, inaugurado em <strong>27 de maio de 1883</strong>, com a presença dos bispos do <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>Mariana</strong> e <strong>Bahia</strong>.</p>
<h4>Arquitetura e Construção</h4>
<ul>
<li>Estilo: <strong>Neogótico</strong>, uma retomada das formas medievais em oposição ao estilo clássico predominante no Brasil à época.</li>
<li><strong>Altura da torre</strong>: 48 metros.</li>
</ul>
<h5>Materiais utilizados</h5>
<ul>
<li><strong>Pedra-sabão</strong>, retirada da região da <strong>Cascatona</strong>.</li>
<li><strong>Mármore</strong>, vindo de <strong>Mariana</strong> e <strong>Itabirito</strong>.</li>
<li><strong>Quartzito</strong>, extraído do próprio Caraça e arredores.</li>
<li><strong>Argamassa especial</strong> à base de <strong>cal</strong>, <strong>pó de pedra</strong> e <strong>óleo</strong>.</li>
<li>A construção foi realizada com <strong>mão de obra escravizada</strong> e materiais da região, o que reforça o caráter histórico da edificação.</li>
</ul>
<h4>História e simbolismo</h4>
<ul>
<li>Foi erguida no local onde existia a antiga <strong>Ermida do Irmão Lourenço</strong>.</li>
<li>Dois <strong>altares laterais</strong> da igreja original ainda estão preservados.</li>
<li>O <strong>frontispício</strong> exibe o <strong>símbolo de São Francisco de Assis</strong>: duas mãos chagadas entrelaçadas — uma representando <strong>Cristo</strong> e a outra <strong>São Francisco</strong> —, já que o Irmão Lourenço fazia parte da <strong>Ordem Terceira Franciscana</strong>.</li>
</ul>
<h4>Obras e relíquias</h4>
<ul>
<li>No <strong>altar principal</strong>, uma imagem barroca de <strong>Nossa Senhora Mãe dos Homens</strong>, vinda de <strong>Portugal</strong> em <strong>1784</strong>, <strong>talhada em peça única de madeira</strong> e com <strong>roupas pintadas a ouro</strong>.</li>
</ul>
<h5>A Ceia de Ataíde (1828)</h5>
<p>Uma das principais obras do templo é a pintura <strong>&#8220;A Ceia&#8221;</strong>, do <strong>Mestre Ataíde</strong>, considerada uma das mais belas do acervo:</p>
<ul>
<li>Cristo ao centro, aureolado de luz, rodeado pelos apóstolos em grupos de três.</li>
<li>Detalhes como o pão, vinho em cálice de vidro, cordeiro pascal, bacia e toalha do lava-pés.</li>
<li><strong>Judas</strong> é retratado em destaque, segurando a bolsa de dinheiro, olhando para os visitantes de qualquer ponto da igreja.</li>
<li>Nos cantos, figuras típicas da obra de Ataíde, como a <strong>mulata</strong>, a <strong>jovem servente</strong>, e outras personagens populares.</li>
</ul>
<h5>Relíquia de São Pio Mártir</h5>
<ul>
<li><strong>Primeiro corpo de santo trazido ao Brasil</strong>, considerado por muito tempo a <strong>maior relíquia cristã</strong> do país.</li>
<li>O corpo, <strong>revestido de cera</strong>, está em um relicário que também contém: areia do túmulo e um pouco de sangue.É possível ver <strong>as unhas</strong> e <strong>os dentes superiores</strong> do mártir.</li>
</ul>
<p>A <strong>visita à Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens</strong> é uma verdadeira imersão na <strong>fé</strong>, <strong>arte sacra</strong> e <strong>história nacional</strong>, sendo uma das atrações mais significativas do Santuário do Caraça e um ponto alto para quem se interessa por <strong>patrimônio religioso e cultural brasileiro</strong>.</p>
<h3>2. <strong>Gastronomia no Santuário do Caraça</strong></h3>
<p>A <strong>gastronomia do Caraça</strong> é um verdadeiro convite à tradição e ao paladar mineiro, enriquecendo a experiência dos visitantes com <strong>sabores autênticos</strong> e <strong>receitas centenárias</strong>.</p>
<h4>Refeitório histórico</h4>
<p>Os visitantes têm a oportunidade de fazer suas refeições no <strong>refeitório do antigo colégio</strong>, um ambiente repleto de história e simplicidade, onde são servidos pratos típicos da <strong>culinária mineira</strong>, com fartura, variedade e aquele toque caseiro que conquista todos os paladares.</p>
<h4>Adega artesanal</h4>
<p>No local, funciona uma <strong>adega</strong> onde é possível conhecer o processo artesanal de produção de:</p>
<ul>
<li><strong>Vinho tinto</strong></li>
<li><strong>Hidromel</strong> (bebida fermentada de mel)</li>
<li><strong>Fermentados de frutas</strong>: laranja, jabuticaba e morango</li>
</ul>
<p>Essa produção resgata técnicas tradicionais e agrega ainda mais valor à experiência gastronômica e cultural do santuário.</p>
<h4>Padaria e doçaria</h4>
<p>A tradição mineira também se mantém viva na:</p>
<ul>
<li><strong>Padaria</strong>, onde são preparados diariamente <strong>pães, bolos e biscoitos</strong></li>
<li><strong>Doçaria</strong>, que produz <strong>geleias, compotas e doces típicos</strong> com frutas da região</li>
</ul>
<h4>Queijo Minas Artesanal</h4>
<p>Um dos maiores destaques da gastronomia local é o <strong>queijo minas artesanal</strong>, cujo modo de produção é preservado há <strong>mais de 200 anos</strong>. Este queijo é base de diversos pratos e se destaca em <strong>festivais e concursos gastronômicos</strong> da região.</p>
<h3>3. <strong>Fonte de Conhecimento e Patrimônio</strong></h3>
<p>O <strong>Santuário do Caraça</strong> é um lugar onde história, natureza, cultura e espiritualidade se entrelaçam de forma única. Reconhecido como <strong>Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Estadual</strong>, o complexo foi também eleito como uma das <strong>Sete Maravilhas da Estrada Real</strong>, reafirmando sua importância no cenário turístico e patrimonial do Brasil.</p>
<h4>3.1. Conjunto Arquitetônico</h4>
<p><strong>O complexo abriga:</strong></p>
<ul>
<li>A <strong>primeira igreja neogótica do Brasil</strong>: a imponente Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens</li>
<li>O antigo prédio do <strong>Colégio do Caraça</strong>, hoje sede da <strong>Biblioteca, Museu, Arquivo e Centro de Convenções</strong></li>
<li>Um confortável <strong>hotel com 57 apartamentos</strong> e capacidade para até 230 pessoas</li>
<li>A <strong>Fazenda do Engenho</strong>, com 26 apartamentos, integrando-se à proposta de hospedagem em harmonia com a natureza</li>
</ul>
<h4>3.2. Riqueza Natural</h4>
<p>O Caraça está situado em uma das áreas mais ricas em biodiversidade do país. Sua <strong>Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)</strong> faz parte de duas <strong>Reservas da Biosfera</strong> reconhecidas pela UNESCO:</p>
<ul>
<li><strong>Serra do Espinhaço Sul</strong></li>
<li><strong>Mata Atlântica</strong></li>
</ul>
<p>A reserva abrange <strong>ecossistemas variados</strong>, como campos rupestres, Cerrado e Mata Atlântica. Entre os <strong>destaques da fauna</strong>, estão:</p>
<ul>
<li><strong>386 espécies de aves</strong></li>
<li><strong>76 espécies de mamíferos</strong></li>
<li><strong>42 espécies de répteis</strong></li>
<li><strong>12 espécies de peixes</strong></li>
</ul>
<p>A flora é igualmente rica, com espécies endêmicas e raras. O local abriga <strong>nascentes, ribeirões e lagos</strong> de águas escuras, alimentadas por matéria orgânica. O solo, rico em minérios e <strong>quartzito</strong>, foi alvo de intensa exploração no passado, mas desde <strong>2011</strong> a área é protegida contra exploração comercial.</p>
<h4>3.3. Importância Hídrica</h4>
<p>O território do Caraça integra a <strong>Área de Proteção Ambiental ao sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte</strong>, onde nascem duas das maiores bacias hidrográficas do Brasil:</p>
<ul>
<li>A do <strong>rio São Francisco</strong></li>
<li>A do <strong>rio Doce</strong></li>
</ul>
<p>Essas bacias abastecem cerca de <strong>70% da população de Belo Horizonte</strong> e <strong>50% da região metropolitana</strong>, o que ressalta a <strong>importância ecológica estratégica</strong> do Santuário.</p>
<h4>3.4. Centro Cultural e Educativo</h4>
<p>O conhecimento é parte essencial da vocação do Caraça:</p>
<h4>3.5. Biblioteca</h4>
<p>Instalada no edifício do antigo colégio, a biblioteca conserva um valioso acervo histórico e literário. Junto a ela, funcionam o <strong>Museu</strong>, o <strong>Arquivo Histórico</strong> e o <strong>Centro de Convenções</strong>, que promovem encontros culturais, acadêmicos e religiosos.</p>
<h4><strong>3.6. Museu</strong></h4>
<p>O museu do Caraça reúne <strong>artefatos históricos e mobiliário antigo</strong>, muitos dos quais utilizados no próprio cotidiano do colégio. Visitas monitoradas apresentam objetos originais dos séculos XVIII e XIX, permitindo uma imersão na vida religiosa, educativa e social da época.</p>
<h3>4. Galerias de Fotos do Complexo Santuário do Caraça</h3>
<p><figure id="attachment_42304" aria-describedby="caption-attachment-42304" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42304 size-loop-large" title="Santuário do Caraça - O edifício do museu e biblioteca." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5-800x543.jpg" alt="Santuário do Caraça - O edifício do museu e biblioteca." width="800" height="543" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5-800x543.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5-300x204.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5-768x521.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-5.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42304" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; O edifício do museu e biblioteca.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42302" aria-describedby="caption-attachment-42302" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42302 size-large" title="Parque Natural do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-1024x668.jpg" alt="Parque Natural do Caraça" width="800" height="522" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-1024x668.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-768x501.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca-800x522.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Natural-do-Caraca.jpg 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42302" class="wp-caption-text">Parque Natural do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42300" aria-describedby="caption-attachment-42300" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42300 size-large" title="Santuário do Caraça - A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-1024x795.jpg" alt="Santuário do Caraça - A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada." width="800" height="621" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-1024x795.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-300x233.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-768x596.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4-800x621.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-4.jpg 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42300" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; A tela Santa Ceia, de Mestre Ataíde, e o local onde está insatalada.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42298" aria-describedby="caption-attachment-42298" style="width: 702px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42298 size-large" title="Santuário do Caraça - Uma das telas que foram a via sacra na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3-702x1024.jpg" alt="Santuário do Caraça - Uma das telas que foram a via sacra na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens." width="702" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3-702x1024.jpg 702w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3-206x300.jpg 206w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3-38x55.jpg 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-3.jpg 754w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42298" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; Uma das telas que foram a via sacra na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42296" aria-describedby="caption-attachment-42296" style="width: 648px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42296 size-large" title="Santuário do Caraça - A porta de entrada do templo e o orgão. um instrumento raro." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2-648x1024.jpg" alt="Santuário do Caraça - A porta de entrada do templo e o orgão. um instrumento raro." width="648" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2-648x1024.jpg 648w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2-190x300.jpg 190w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2-35x55.jpg 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-2.jpg 696w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42296" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; A porta de entrada do templo e o orgão. um instrumento raro.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42294" aria-describedby="caption-attachment-42294" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42294 size-large" title="Santuário do Caraça - Detalhes do prédio do Museu, à direita, e da hospedaria." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-1024x682.jpg" alt="Santuário do Caraça - Detalhes do prédio do Museu, à direita, e da hospedaria." width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-1.jpg 1100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42294" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça &#8211; Detalhes do prédio do Museu, à direita, e da hospedaria.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42292" aria-describedby="caption-attachment-42292" style="width: 725px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42292 size-large" title="Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-725x1024.jpg" alt="Santuário do Caraça" width="725" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-725x1024.jpg 725w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-768x1084.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-do-Caraca.jpg 779w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42292" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42290" aria-describedby="caption-attachment-42290" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42290 size-loop-large" title="Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-800x534.jpg" alt="Santuário do Caraça" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0581.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42290" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42288" aria-describedby="caption-attachment-42288" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42288 size-loop-large" title="O Calvário no Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562-800x509.jpg" alt="O Calvário no Santuário do Caraça" width="800" height="509" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562-800x509.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562-300x191.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562-768x488.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562-86x55.jpg 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0562.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42288" class="wp-caption-text">O Calvário no Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42286" aria-describedby="caption-attachment-42286" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42286 size-loop-large" title="Imagem de Nossa Senhora das Graças no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Imagem de Nossa Senhora das Graças, em frente à rosácea de pedra-sabão, com a inscrição da Medalha Milagrosa: “Ó Maria concebida sem pecado, orai por nós que recorremos a vós!”." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548-800x570.jpg" alt="Imagem de Nossa Senhora das Graças no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Imagem de Nossa Senhora das Graças, em frente à rosácea de pedra-sabão, com a inscrição da Medalha Milagrosa: “Ó Maria concebida sem pecado, orai por nós que recorremos a vós!”." width="800" height="570" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548-800x570.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548-300x214.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548-768x548.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0548.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42286" class="wp-caption-text">Imagem de Nossa Senhora das Graças no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Imagem de Nossa Senhora das Graças, em frente à rosácea de pedra-sabão, com a inscrição da Medalha Milagrosa: “Ó Maria concebida sem pecado, orai por nós que recorremos a vós!”.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42284" aria-describedby="caption-attachment-42284" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42284 size-loop-large" title="Interior da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, podendo-se notar as colunas feitas com pedras retiradas da montanha." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-800x534.jpg" alt="Interior da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, podendo-se notar as colunas feitas com pedras retiradas da montanha." width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0535.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42284" class="wp-caption-text">Interior da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, podendo-se notar as colunas feitas com pedras retiradas da montanha.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42282" aria-describedby="caption-attachment-42282" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0493.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42282 size-full" title="Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0493.jpg" alt="Santuário do Caraça" width="600" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0493.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0493-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0493-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42282" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42280" aria-describedby="caption-attachment-42280" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42280 size-loop-large" title="O relógio da torre da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, com os seguintes dizeres: “Omni temporis hora – aeternitatis Deum adora” (Em todas as horas que marco, adore ao Deus eterno)." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-800x598.jpg" alt="O relógio da torre da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, com os seguintes dizeres: “Omni temporis hora – aeternitatis Deum adora” (Em todas as horas que marco, adore ao Deus eterno)." width="800" height="598" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-800x598.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-768x574.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0483.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42280" class="wp-caption-text">O relógio da torre da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça, com os seguintes dizeres: “Omni temporis hora – aeternitatis Deum adora” (Em todas as horas que marco, adore ao Deus eterno).</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42278" aria-describedby="caption-attachment-42278" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42278 size-full" title="Símbolo dos franciscanos na fachada da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. O símbolo dos franciscanos, feito em homenagem ao Irmão Lourenço: duas mãos chagadas entrecruzadas, uma simbolizando a mão de Jesus Cristo e outra, a de São Francisco." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468.jpg" alt="Símbolo dos franciscanos na fachada da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. O símbolo dos franciscanos, feito em homenagem ao Irmão Lourenço: duas mãos chagadas entrecruzadas, uma simbolizando a mão de Jesus Cristo e outra, a de São Francisco." width="810" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468.jpg 810w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468-243x300.jpg 243w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468-768x948.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468-45x55.jpg 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0468-800x988.jpg 800w" sizes="(max-width: 810px) 100vw, 810px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42278" class="wp-caption-text">Símbolo dos franciscanos na fachada da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. O símbolo dos franciscanos, feito em homenagem ao Irmão Lourenço: duas mãos chagadas entrecruzadas, uma simbolizando a mão de Jesus Cristo e outra, a de São Francisco.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42276" aria-describedby="caption-attachment-42276" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42276 size-loop-large" title="Parte do jardim do Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-800x534.jpg" alt="Parte do jardim do Santuário do Caraça" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0466.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42276" class="wp-caption-text">Parte do jardim do Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42274" aria-describedby="caption-attachment-42274" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42274 size-loop-large" title="Um quadro do Santuário do Caraça pintado por George Grimm em 1885, a pedido do Imperador Dom Pedro II." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447-800x491.jpg" alt="Um quadro do Santuário do Caraça pintado por George Grimm em 1885, a pedido do Imperador Dom Pedro II." width="800" height="491" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447-800x491.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447-300x184.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447-768x472.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447-90x55.jpg 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0447.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42274" class="wp-caption-text">Um quadro do Santuário do Caraça pintado por George Grimm em 1885, a pedido do Imperador Dom Pedro II.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42272" aria-describedby="caption-attachment-42272" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42272 size-loop-large" title="Vitral da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433-800x580.jpg" alt="Vitral da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="580" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433-800x580.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433-300x218.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433-768x557.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0433.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42272" class="wp-caption-text">Vitral da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42270" aria-describedby="caption-attachment-42270" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42270 size-full" title="Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415.jpg" alt="Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-300x174.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-768x446.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0415-95x55.jpg 95w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42270" class="wp-caption-text">Quadro da Santa Ceia pintado por Manoel da Costa Ataíde na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42268" aria-describedby="caption-attachment-42268" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42268 size-loop-large" title="Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-800x599.jpg" alt="Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="599" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-800x599.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-768x575.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0399.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42268" class="wp-caption-text">Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42266" aria-describedby="caption-attachment-42266" style="width: 653px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0388.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42266 size-full" title="O órgão do Santuário do Caraça, feito para a atual Igreja e inaugurado junto com ela, em 1883, é obra-prima do Padre Luis Gonzaga Boavida. Com 628 tubos, o órgão reúne tubos portugueses (possivelmente do órgão da antiga Ermida), tubos franceses e tubos de madeira caracense." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0388.jpg" alt="O órgão do Santuário do Caraça, feito para a atual Igreja e inaugurado junto com ela, em 1883, é obra-prima do Padre Luis Gonzaga Boavida. Com 628 tubos, o órgão reúne tubos portugueses (possivelmente do órgão da antiga Ermida), tubos franceses e tubos de madeira caracense." width="653" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0388.jpg 653w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0388-196x300.jpg 196w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0388-36x55.jpg 36w" sizes="(max-width: 653px) 100vw, 653px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42266" class="wp-caption-text">O órgão do Santuário do Caraça, feito para a atual Igreja e inaugurado junto com ela, em 1883, é obra-prima do Padre Luis Gonzaga Boavida. Com 628 tubos, o órgão reúne tubos portugueses (possivelmente do órgão da antiga Ermida), tubos franceses e tubos de madeira caracense.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42264" aria-describedby="caption-attachment-42264" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42264 size-loop-large" title="Oratório com a imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a mesma venerada no local desde a época do Irmão Lourenço. Os vitrais vieram da França, e aquele posicionado no centro foi adquirido mediante uma doação pessoal do Imperador Dom Pedro II - Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-800x534.jpg" alt="Oratório com a imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a mesma venerada no local desde a época do Irmão Lourenço. Os vitrais vieram da França, e aquele posicionado no centro foi adquirido mediante uma doação pessoal do Imperador Dom Pedro II - Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0381.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42264" class="wp-caption-text">Oratório com a imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a mesma venerada no local desde a época do Irmão Lourenço. Os vitrais vieram da França, e aquele posicionado no centro foi adquirido mediante uma doação pessoal do Imperador Dom Pedro II &#8211; Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42262" aria-describedby="caption-attachment-42262" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42262 size-loop-large" title="Relíquias de São Pio" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-800x534.jpg" alt="Relíquias de São Pio, um soldado romano martirizado por ser cristão. Tratam-se de ossos recobertos com uma imagem de cera, e um recipiente com pouco de sangue e areia. Esses restos mortais foram encontrados nas catacumbas de Santa Ciríaca, em Roma, em escavações realizadas no século XVIII. O papa Pio VI enviou essas relíquias de presente ao santuário, ainda na época do Irmão Lourenço (1797) - Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0378.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42262" class="wp-caption-text">Relíquias de São Pio, um soldado romano martirizado por ser cristão. Tratam-se de ossos recobertos com uma imagem de cera, e um recipiente com pouco de sangue e areia. Esses restos mortais foram encontrados nas catacumbas de Santa Ciríaca, em Roma, em escavações realizadas no século XVIII. O papa Pio VI enviou essas relíquias de presente ao santuário, ainda na época do Irmão Lourenço (1797) &#8211; Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42260" aria-describedby="caption-attachment-42260" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0367.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42260 size-full" title="Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0367.jpg" alt="Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="667" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0367.jpg 667w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0367-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0367-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42260" class="wp-caption-text">Ornamentação em pedra-sabão da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42258" aria-describedby="caption-attachment-42258" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42258 size-loop-large" title="Local aproximado da sepultura do Irmão Lourenço na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-800x534.jpg" alt="Local aproximado da sepultura do Irmão Lourenço na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0366.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42258" class="wp-caption-text">Local aproximado da sepultura do Irmão Lourenço na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42256" aria-describedby="caption-attachment-42256" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42256 size-loop-large" title="Capela lateral do Sagrado Coração de Jesus" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-800x534.jpg" alt="Capela lateral do Sagrado Coração de Jesus (com uma imagem francesa do século XIX, e que anteriormente abrigava as relíquias de São Pio) na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Essa capela é parte da antiga ermida da época do Irmão Lourenço, e ainda guardam seus dois retábulos originais, que teriam sido policromados pelo Ataíde. A talha é atribuída a Francisco Vieira Servas, e, observando o traçado geral, bem como o estilo das colunas, percebe-se uma nítida semelhança destes com o retábulo do altar da ermida da Serra da Piedade, indicando que, talvez, os três sejam obras do mesmo artista." width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0324.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42256" class="wp-caption-text">Capela lateral do Sagrado Coração de Jesus (com uma imagem francesa do século XIX, e que anteriormente abrigava as relíquias de São Pio) na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Essa capela é parte da antiga ermida da época do Irmão Lourenço, e ainda guardam seus dois retábulos originais, que teriam sido policromados pelo Ataíde. A talha é atribuída a Francisco Vieira Servas, e, observando o traçado geral, bem como o estilo das colunas, percebe-se uma nítida semelhança destes com o retábulo do altar da ermida da Serra da Piedade, indicando que, talvez, os três sejam obras do mesmo artista.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42254" aria-describedby="caption-attachment-42254" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0276.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42254 size-full" title="Capela lateral de Nossa Senhora das Dores no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0276.jpg" alt="Capela lateral de Nossa Senhora das Dores no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Essa capela é parte da antiga ermida da época do Irmão Lourenço, e ainda guardam seus dois retábulos originais, que teriam sido policromados pelo Ataíde. A talha é atribuída a Francisco Vieira Servas, e, observando o traçado geral, bem como o estilo das colunas, percebe-se uma nítida semelhança destes com o retábulo do altar da ermida da Serra da Piedade, indicando que, talvez, os três sejam obras do mesmo artista." width="667" height="1000" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0276.jpg 667w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0276-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0276-37x55.jpg 37w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42254" class="wp-caption-text">Capela lateral de Nossa Senhora das Dores no Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens do Santuário do Caraça. Essa capela é parte da antiga ermida da época do Irmão Lourenço, e ainda guardam seus dois retábulos originais, que teriam sido policromados pelo Ataíde. A talha é atribuída a Francisco Vieira Servas, e, observando o traçado geral, bem como o estilo das colunas, percebe-se uma nítida semelhança destes com o retábulo do altar da ermida da Serra da Piedade, indicando que, talvez, os três sejam obras do mesmo artista.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42252" aria-describedby="caption-attachment-42252" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42252 size-loop-large" title="Santuário do Caraça" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-800x534.jpg" alt="Santuário do Caraça" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/img_0266.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42252" class="wp-caption-text">Santuário do Caraça</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_42240" aria-describedby="caption-attachment-42240" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42240 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-800x535.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça." width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Santuario-Neogotico-de-Nossa-Senhora-Mae-dos-Homens.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42240" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens no Santuário do Caraça.</figcaption></figure></p>
<h3>5. Principais atrativos do parque agrupados por região, com distâncias a partir da sede</h3>
<p><figure id="attachment_42244" aria-describedby="caption-attachment-42244" style="width: 825px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42244 size-full" title="Mapa do complexo do Caraça MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG.jpg" alt="Mapa do complexo do Caraça MG" width="825" height="1186" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG.jpg 825w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG-209x300.jpg 209w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG-712x1024.jpg 712w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG-768x1104.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG-38x55.jpg 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-do-Caraca-MG-800x1150.jpg 800w" sizes="(max-width: 825px) 100vw, 825px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42244" class="wp-caption-text">Mapa do complexo do Caraça MG</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Ao Norte da Sede</h4>
<ul>
<li><strong>Cachoeira Cascatona</strong>: 6 km – Trilha fácil (1h30 ida, 2h volta). Queda de 70 metros em degraus.</li>
<li><strong>Caminhada pelo leito do rio com cânion</strong>: 4 km – Possibilidade de avistar antas, macacos e aves.</li>
</ul>
<h4>A Leste da Sede</h4>
<ul>
<li><strong>Capela do Sagrado Coração de Jesus</strong>: 30 min de trilha fácil. Construída em 1866, altitude de 1500m.</li>
<li><strong>Gruta de Lourdes</strong>: 1h de trilha de nível médio. Vista panorâmica.</li>
<li><strong>Pico da Carapuça</strong>: 4,5 km – Trilha de 3h com guia. Altitude de 1909m.</li>
<li><strong>Cachoeira Cascatinha</strong>: 2 km – Trilha fácil (30 min). Quatro quedas e poço para banho. <em>No caminho</em>: Ponte de Pedras.</li>
<li><strong>Pico do Sol</strong>: 10,5 km – Trilha difícil (4–5h), guia obrigatório. Ponto culminante da Serra do Espinhaço (2072m).</li>
<li><strong>Cachoeira e Gruta da Bocaina</strong>: 5,5 km – Trilha leve (2h até a cachoeira), subida até a gruta. <em>Gruta</em>: Caminhada de 50m em escuridão; leva a uma cachoeira interna.</li>
<li><strong>Pico Inficionado + Caverna do Centenário</strong>: 9,5 km – Trilha difícil (4–5h). Altitude de 2069m. Caverna com rios subterrâneos e cachoeiras.</li>
<li><strong>Pico da Verruguinha</strong>: 5,5 km – Trilha difícil (2h30). Altitude de 1630m.</li>
</ul>
<h4>Ao Sul da Sede</h4>
<ul>
<li><strong>Ponte do Bode</strong>: Bem próxima – vista do rio Caraça.</li>
<li><strong>Bosque do Padre Leite</strong>: Acesso por estrada de terra – possível de carro.</li>
<li><strong>Área dos Pinheiros (Araucárias)</strong>: 1,8 km – Trilha fácil. Vista do “rosto do gigante”.</li>
<li><strong>Banho do Belchior</strong>: Após área dos pinheiros – pequena queda d’água.</li>
<li><strong>Tanque Grande</strong>: 800 m – Caminhada leve (15 min). Antiga represa, sem banho.</li>
<li><strong>Piscina natural</strong>: 2 km – Água gelada. Próxima ao mirante (mais 15 min).</li>
<li><strong>Campos de Fora</strong>: 7 km – Trilha média (2–3h). Campos rupestres e cachoeira de 40 metros.</li>
<li><strong>Pico da Canjerana</strong>: 12 km – Trilha média com guia (3h, últimos 6 km puxados). Altitude: 1850m.</li>
</ul>
<h4>A Oeste da Sede</h4>
<ul>
<li><strong>Funil</strong>: 1h de caminhada (maioria por asfalto). Rio subterrâneo sob uma pedra.</li>
<li><strong>Riacho Cascudos</strong>: 1 km – Pequena queda d’água.</li>
<li><strong>Sumidouro e Taboões</strong>: 1,7 km – Confluência de riachos, queda de até 5m. Acesso pelo asfalto.</li>
<li><strong>Pico da Conceição</strong>: 8,5 km – Trilha difícil (4h), guia obrigatório. Vista do conjunto do Santuário.</li>
<li><strong>Pico Três Irmãos (ou da Trindade)</strong>: 7,5 km – Trilha difícil (4h), com guia. Altitudes entre 1840–1885m.</li>
</ul>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/complexo-santuario-do-caraca/">Complexo Santuário do Caraça em Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrações turísticas e Roteiros da Serra do Cipó MG</title>
		<link>https://bahia.ws/parque-nacional-da-serra-do-cipo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 16:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira da Capivara]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira da Caverna]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira da Farofa]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira da Morena]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira das Andorinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira das Braunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira de Baixo]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira de Congonhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Bené]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Gavião]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Tombador]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Tomé]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira Véu da Noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cânion Bandeirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito das Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Estátua do Juquinha]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da Serra do Cipó]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra do Elefante]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Cipó]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Cipó]]></category>
		<category><![CDATA[Trilha dos Escravos]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Travessão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=42170</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Parque Nacional da Serra do Cipó está localizado no sul da cadeia de montanhas da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais. A Serra do Cipó abrange os municípios de Jaboticatubas e Santana do Riacho, ambos com boa infraestrutura de pousadas e restaurantes. O Parque Nacional da Serra do Cipó, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-da-serra-do-cipo/">Atrações turísticas e Roteiros da Serra do Cipó MG</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>Parque Nacional da Serra do Cipó</strong> está localizado no sul da cadeia de montanhas da <strong>Serra do Espinhaço</strong>, em <strong>Minas Gerais</strong>. A <strong>Serra do Cipó</strong> abrange os municípios de <strong>Jaboticatubas</strong> e <strong>Santana do Riacho</strong>, ambos com boa infraestrutura de <strong>pousadas</strong> e <strong>restaurantes</strong>.</p>
<p>O <strong>Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>, com <strong>altitudes que variam entre 700 e 1.670 metros</strong>, é um <strong>tesouro escondido</strong> reconhecido por suas <strong>exuberantes cachoeiras</strong> e <strong>beleza natural</strong>.</p>
<p>Nesse paraíso, a <strong>natureza oferece uma variedade de atrativos</strong>, incluindo <strong>cascatas</strong>, <strong>rios cristalinos</strong>, <strong>campos rupestres</strong> e <strong>montanhas imponentes</strong>, o que faz do destino um lugar <strong>imperdível</strong> para os amantes do <strong>ecoturismo</strong> e da <strong>aventura</strong>.</p>
<p>Estendendo-se por mais de <strong>30 mil hectares</strong>, o parque abrange áreas de diversos municípios, incluindo <strong>Jaboticatubas</strong>, <strong>Santana do Riacho</strong>, <strong>Morro do Pilar</strong> e <strong>Itambé do Mato Dentro</strong>. Sua <strong>topografia diversificada</strong>, pontilhada por <strong>nascentes</strong>, cria um cenário de <strong>rios</strong>, <strong>cânions</strong>, <strong>cachoeiras</strong> e <strong>cavernas</strong> que cativam os corações dos amantes do ecoturismo.</p>
<p>O <strong>Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>, principal atrativo da região, permite ao turista <strong>desfrutar de paisagens deslumbrantes</strong>, <strong>conhecer cachoeiras</strong> e <strong>fazer caminhadas</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42218" aria-describedby="caption-attachment-42218" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42218 size-large" title="Parque Nacional da Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-1024x555.jpg" alt="Parque Nacional da Serra do Cipó" width="800" height="434" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-1024x555.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-300x163.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-768x416.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-102x55.jpg 102w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo-800x433.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Parque-Nacional-da-Serra-do-Cipo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42218" class="wp-caption-text">Parque Nacional da Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma enorme variedade de <strong>espécies de pássaros endêmicos</strong> se concentra em áreas de <strong>vegetação nativa</strong>, <strong>cerrados</strong>, <strong>campos rupestres</strong> e <strong>matas ciliares</strong>.</p>
<p>As <strong>trilhas da parte baixa</strong> do parque são bons pontos de <strong>observação</strong>, embora nem sempre com <strong>acesso bem-sinalizado</strong>.</p>
<p>Outro atrativo é a grande quantidade de <strong>flores durante todo o ano</strong>, uma das maiores por metro quadrado do <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Além de englobar a <strong>Serra do Cipó</strong>, o parque compreende os municípios de <strong>Morro do Pilar</strong> e <strong>Itambé do Mato Dentro</strong>, em uma área de <strong>33.800 hectares</strong>.</p>
<p>Somente a <strong>parte baixa do parque</strong>, no <strong>vale do Ribeirão dos Mascates</strong>, pode ser visitada <strong>sem guias</strong>.</p>
<p>Na <strong>parte alta</strong>, pode-se entrar apenas com <strong>guias autorizados pelo Ibama</strong>, e <strong>não é permitido acampar</strong> em nenhum ponto.</p>
<p>Na <strong>portaria</strong> (no distrito da <strong>Serra do Cipó</strong>), que dispõe de <strong>banheiros</strong>, <strong>chuveiros</strong>, <strong>centro de visitantes simples</strong> e <strong>auditório</strong>, <strong>funcionários do Ibama</strong> fornecem contatos de <strong>guias</strong> e de empresas locadoras de <strong>bicicletas</strong> e de <strong>cavalos</strong>.</p>
<p>As melhores épocas para visitação são o <strong>inverno</strong> e a <strong>primavera</strong>: não há riscos de <strong>chuvas</strong> e <strong>atoleiros</strong>.</p>
<p>No entanto, é o período em que os <strong>carrapatos</strong> costumam incomodar mais os visitantes, que devem trajar <strong>calça comprida</strong>, <strong>bota de cano alto</strong> e <strong>agasalho</strong>.</p>
<p>O acesso a partir de <strong>Belo Horizonte</strong> é pela <strong>rodovia MG-424</strong>, sentido <strong>Vespasiano</strong>, ou pelo município de <strong>Lagoa Santa</strong>, seguindo pela <strong>MG-010</strong> até o <strong>km 94</strong>, onde está a entrada para o parque.</p>
<p>Em <strong>Belo Horizonte</strong>, a estrada é <strong>bem-sinalizada</strong>, mas é preciso ficar atento à entrada para <strong>Vespasiano</strong>, trecho em que as placas indicativas da <strong>Serra do Cipó</strong> desaparecem.</p>
<p><strong>Rod. MG-010, km 94, distrito da Serra do Cipó.</strong></p>
<p><figure id="attachment_42216" aria-describedby="caption-attachment-42216" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42216 size-large" title="Mapa da Serra do Cipó MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-1024x772.jpg" alt="Mapa da Serra do Cipó MG" width="800" height="603" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-1024x772.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-300x226.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-768x579.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-1536x1158.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG-800x603.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mapa-da-Serra-do-Cipo-MG.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42216" class="wp-caption-text">Mapa da Serra do Cipó MG</figcaption></figure></p>
<h3>Vídeo sobre os Pontos Turísticos da Serra do Cipó</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/parque-nacional-da-serra-do-cipo/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trekking-na-Serra-do-Cipo.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2><strong>Atrações turísticas da Serra do Cipó &#8211; MG</strong></h2>
<h3>1. <strong>Circuito das Lagoas</strong></h3>
<p>O <strong>Circuito das Lagoas</strong> é uma caminhada <strong>curta e leve</strong>, de aproximadamente <strong>2 km</strong>, que você pode fazer <strong>a pé ou de bicicleta</strong>. Portanto, você pode considerar <strong>30 minutos de caminhada</strong> até o Circuito das Lagoas e <strong>30 minutos de volta</strong> para a <strong>portaria do Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>.</p>
<p>O <strong>nível de caminhada é fácil</strong> e durante o passeio você pode aproveitar para <strong>observar os pássaros</strong> e a <strong>linda paisagem</strong> da Serra, <strong>tirar lindas fotos</strong>, <strong>explorar o terreno</strong>, <strong>fazer um piquenique com a família</strong> ou <strong>tomar um belo banho</strong> nas <strong>deliciosas e geladas águas</strong> da região.</p>
<h3>2. <strong>Cachoeira das Braunas</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira das Braunas</strong> é uma das <strong>maiores piscinas naturais</strong> localizada na região da <strong>Serra do Cipó</strong> (dona de outras belezas também).</p>
<p><figure id="attachment_42172" aria-describedby="caption-attachment-42172" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42172 size-large" title="Cachoeira das Braunas na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-1024x576.jpg" alt="Cachoeira das Braunas na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Braunas-na-Serra-do-Cipo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42172" class="wp-caption-text">Cachoeira das Braunas na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Encontramos a Cachoeira das Braunas próxima ao <strong>Cânion das Bandeirinhas</strong>, apresenta mais ou menos <strong>65 metros de queda d’água</strong>, além de um <strong>poço gigante</strong>.</p>
<p>Nesse sentido é o <strong>maior poço do Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>.</p>
<p>O <strong>poço da Cachoeira das Braunas</strong> é <strong>próprio para banho</strong>, e com a sua <strong>água cristalina</strong> a visita se torna ainda mais <strong>espetacular</strong>.</p>
<h3>3. <strong>Cachoeira da Morena</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira Serra Morena</strong> conta principalmente com <strong>duas cachoeiras enormes</strong>, chamadas de <strong>Serra Morena I</strong> e <strong>Serra Morena II</strong>.</p>
<p>Fazendo, portanto, com que esse passeio se torne um dos <strong>lugares mais especiais</strong> dessa região.</p>
<p><figure id="attachment_42174" aria-describedby="caption-attachment-42174" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42174 size-full" title="Cachoeira da Morena na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo.jpg" alt="Cachoeira da Morena na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Morena-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42174" class="wp-caption-text">Cachoeira da Morena na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>Cachoeira Serra Morena</strong> possui uma das <strong>maiores cachoeiras da região</strong> e uma <strong>enorme queda livre</strong>, com em média <strong>100 metros de extensão</strong>.</p>
<p>Essa queda forma uma <strong>belíssima piscina natural</strong>, com <strong>300 metros quadrados</strong>, o que se torna outra <strong>característica de destaque</strong> para a cachoeira.</p>
<p>A <strong>Cachoeira Serra Morena</strong> é totalmente cercada da <strong>mata ciliar</strong>, e até mesmo de <strong>cerrados e campos rupestres</strong>. Além disso, vemos que o banho nessa cachoeira oferta aos visitantes um <strong>exuberante cenário para caminhadas</strong> e <strong>observar a fauna ou flora</strong> do local.</p>
<h3>4. <strong>Cachoeira de Baixo</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira de Baixo</strong> na <strong>Serra do Cipó</strong> é conhecida por oferecer aos seus turistas a <strong>história local</strong> e <strong>muita diversão em meio à natureza</strong>.</p>
<p>Algumas agências de viagem fazem um percurso para esse destino, unindo a <strong>Cachoeira de Baixo</strong> com o <strong>Canyon do Pedrão</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42177" aria-describedby="caption-attachment-42177" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42177 size-large" title="Cachoeira de Baixo na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-1024x574.jpg" alt="Cachoeira de Baixo na Serra do Cipó" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-1024x574.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-1536x862.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Baixo-na-Serra-do-Cipo.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42177" class="wp-caption-text">Cachoeira de Baixo na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>O horário desses percursos costuma ser a partir das <strong>10h</strong>, com retorno por volta das <strong>14h</strong>, isso depende da agência que você feche contrato.</p>
<p>Você vai se <strong>alongar</strong> e o guia fará uma <strong>introdução breve sobre a história da região</strong>.</p>
<p>Depois disso, o caminho é bem <strong>curto (cerca de 500 metros, de ida)</strong> até chegar no <strong>Canyon do Pedrão</strong> e na <strong>Cachoeira de Baixo</strong>.</p>
<p>Chegando lá, você pode <strong>tirar várias fotos</strong> e <strong>admirar o cenário</strong>.</p>
<p>Além disso, tanto o <strong>Canyon do Pedrão</strong> como a <strong>Cachoeira de Baixo</strong> apresentam um lugar <strong>perfeito para tomar banho e saltar</strong>.</p>
<h3>5. <strong>Cachoeira de Congonhas</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira de Congonhas</strong> é uma das <strong>opções mais procuradas</strong> na Serra do Cipó, então se você está por essas redondezas, <strong>vale a pena a visita</strong>.</p>
<p>Na <strong>Cachoeira de Congonhas</strong> a altura é de <strong>30 metros</strong>, além de apresentar um <strong>poço com cor esverdeada e transparente</strong>, sendo muito <strong>propícia para os banhos</strong> de turistas e visitantes.</p>
<p><figure id="attachment_42179" aria-describedby="caption-attachment-42179" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42179 size-loop-large" title="Cachoeira de Congonhas na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg" alt="Cachoeira de Congonhas na Serra do Cipó" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-de-Congonhas-na-Serra-do-Cipo.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42179" class="wp-caption-text">Cachoeira de Congonhas na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Para chegar até a <strong>Cachoeira de Congonhas</strong> é preciso caminhar um percurso de, em cerca, <strong>7 quilômetros</strong>, e você ainda vai passar por diversos <strong>afloramentos rochosos</strong>, com <strong>travessias de alguns riachos</strong>.</p>
<p>Se você descer em média <strong>500 metros</strong>, vai perceber que tem uma <strong>queda d’água</strong>, com o nome de <strong>Congonhas de Baixo</strong>, que tem um <strong>poço para o banho</strong> de quem está visitando.</p>
<p>Ou seja, além de possuir a <strong>atividade do banho na cachoeira</strong>, aqueles que visitam podem aproveitar a <strong>Cachoeira Congonhas</strong> para realizar <strong>caminhadas</strong>.</p>
<h3>6. <strong>Rio Cipó</strong></h3>
<p>O <strong>Rio Cipó</strong> está localizado nos limites de <strong>Santana do Riacho</strong> e de <strong>Jaboticatubas</strong>.</p>
<p>O <strong>Rio Cipó</strong> possui a sua <strong>origem no próprio Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>, por isso sempre citamos o Parque como <strong>referência para informações</strong>.</p>
<p>Além disso, a sua formação é feita a partir do encontro do <strong>Rio Mascates</strong> com o <strong>Rio Bocaina ou Palmital</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42181" aria-describedby="caption-attachment-42181" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42181 size-loop-large" title="Rio Cipó na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo-800x400.jpg" alt="Rio Cipó na Serra do Cipó" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo-800x400.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Rio-Cipo-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42181" class="wp-caption-text">Rio Cipó na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>Rio Cipó</strong> como um atrativo tem a sua caracterização marcada por <strong>cachoeiras e corredeiras</strong>, o que é <strong>perfeito para a prática de stand up paddle, canoagem ou passeios de caiaque</strong>.</p>
<p>Portanto, por conta da <strong>topografia acidentada</strong> dessa região, com a <strong>temperatura variando entre os 17 e 20 graus</strong>, você encontrará um <strong>clima perfeito para curtir a Serra do Cipó</strong> e praticar canoagem.</p>
<p>No rio também existem <strong>peixes</strong>, a exemplo do <strong>peixe dourada</strong>, o <strong>peixe bagre</strong>, o <strong>pacu</strong>, a <strong>traíra</strong> e outras espécies também.</p>
<p>O <strong>Rio Cipó</strong> se destaca por ser o <strong>único afluente localizado no Rio das Velhas</strong> que ainda <strong>não foi invadido por poluição</strong>.</p>
<h3>7. <strong>Cachoeira do Bené</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira do Bené</strong> é uma das cachoeiras da Serra com o <strong>acesso considerado difícil</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42183" aria-describedby="caption-attachment-42183" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42183 size-loop-large" title="Cachoeira do Bené na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg" alt="Cachoeira do Bené na Serra do Cipó" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Bene-na-Serra-do-Cipo.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42183" class="wp-caption-text">Cachoeira do Bené na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Sendo assim, ela é mais apropriada para <strong>pessoas que já têm o costume de praticar atividade física</strong> e afins. Nessa cachoeira, encontramos <strong>águas com temperaturas baixas</strong> e um <strong>belíssimo poço propício para o banho</strong> dos turistas e visitantes.</p>
<h3>8. <strong>Pedra do Elefante</strong></h3>
<p>A <strong>Pedra do Elefante</strong> está situada na <strong>Serra do Pau D’alho</strong>, tendo <strong>1490 metros acima do nível do mar</strong>.</p>
<p>Não tenha dúvida da <strong>visão maravilhosa</strong> que terá ao chegar no <strong>alto da pedra</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42186" aria-describedby="caption-attachment-42186" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42186 size-loop-large" title="Pedra do Elefante na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg" alt="Pedra do Elefante na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Pedra-do-Elefante-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42186" class="wp-caption-text">Pedra do Elefante na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>Pedra do Elefante</strong> ainda ganha destaque por estar cercada de <strong>galerias e vales fluviais</strong>, contando com <strong>espécies diversificadas</strong>.</p>
<p>Nesse sentido, a <strong>fauna local</strong> é <strong>riquíssima</strong>, com <strong>aves silvestres</strong> e outros <strong>animais</strong>.</p>
<p>O caminho <strong>corta o trecho do percurso da Fé</strong>, e vai até o <strong>Km 13</strong>, em direção à <strong>famosa Serra dos Lima</strong>, a <strong>subida não é tão fácil</strong>.</p>
<p>Ah, e são aproximadamente <strong>3 km de subida</strong>, porém <strong>todo esforço vale a pena</strong>. E não acaba por aí, o trajeto continua.</p>
<p>Ao <strong>Km 17</strong> você encontrará o <strong>Bar do Tira-Fogo</strong>, sendo uma <strong>ótima parada para reabastecer as energias</strong>, a subida ainda conta com mais <strong>700 metros</strong>.</p>
<p>Na trilha da <strong>Pedra do Elefante</strong> as principais atrações são <strong>pinturas de caráter rupestre</strong> e uma <strong>cachoeira que está escondida</strong>.</p>
<h3>9. <strong>Cânion Bandeirinhas</strong></h3>
<p>O <strong>Cânion das Bandeirinhas</strong> apresenta <strong>6 km de extensão</strong> e tem <strong>diversas cascatas</strong>.</p>
<p>Sua formação ocorre a partir do <strong>afunilamento do Ribeirão Bandeirinhas</strong>, além, claro, de <strong>cachoeiras e piscinas naturais</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42188" aria-describedby="caption-attachment-42188" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42188 size-loop-large" title="Cânion Bandeirinhas na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo-800x420.jpg" alt="Cânion Bandeirinhas na Serra do Cipó" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo-800x420.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo-300x157.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo-105x55.jpg 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Canion-das-Bandeirinhas-na-Serra-do-Cipo.jpg 1020w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42188" class="wp-caption-text">Cânion Bandeirinhas na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Na parte interna dos <strong>blocos de rocha</strong> pode-se perceber que existem algumas <strong>espécies diferentes do comum</strong>.</p>
<p>É o caso de <strong>orquídeas</strong>, e em muitas das vezes é possível encontrar também <strong>ninhos de pássaros</strong>.</p>
<p>O <strong>acesso para o Cânion das Bandeirinhas</strong> é através de uma <strong>trilha considerada difícil</strong> (para quem já está acostumado com esse tipo de atividade), com <strong>12 km de extensão</strong>, podendo ser percorrida <strong>caminhando ou de bicicleta</strong>.</p>
<h3>10. <strong>Cachoeira do Gavião</strong></h3>
<p>A <strong>Cachoeira do Gavião</strong> trata-se de um <strong>complexo com corredeiras</strong>, além de <strong>cachoeiras</strong>, que são <strong>perfeitas para praticar esportes</strong> como, por exemplo, <strong>rafting</strong>.</p>
<p>É necessário realizar um <strong>percurso com 8 km do Rio Carinhanha</strong>, onde você encontra, em específico, <strong>5 cachoeiras maiores</strong> que outras existentes no ambiente.</p>
<p><figure id="attachment_42191" aria-describedby="caption-attachment-42191" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42191 size-large" title="Cachoeira do Gavião na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-1024x576.jpg" alt="Cachoeira do Gavião na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Gaviao-na-Serra-do-Cipo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42191" class="wp-caption-text">Cachoeira do Gavião na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Essa aventura chega ao fim na <strong>Cachoeira do Gavião</strong>, local onde as águas do <strong>Rio Carinhanha formam um lago</strong>.</p>
<p>O ambiente também conta com algumas <strong>trilhas</strong>, onde os visitantes podem <strong>apreciar a natureza selvagem</strong>, criando um <strong>contato mais íntimo com o meio ambiente</strong>.</p>
<p>A <strong>Cachoeira do Gavião</strong> é um <strong>ambiente campestre</strong>, que está situado na <strong>Comunidade de Gibão</strong>, na <strong>zona rural</strong>.</p>
<p>A <strong>sede do município fica a 120 km de estrada de chão da Cachoeira do Gavião</strong>, sendo esse um <strong>ponto de referência</strong>.</p>
<h3>11. Cachoeira do Tombador</h3>
<p>A <strong>Cachoeira do Tombador</strong> está localizada no <strong>Parque Nacional da Serra do Cipó</strong>, que fica a uma distância de <strong>11 km da Portaria Retiro</strong>. Essa <strong>beleza natural</strong> é considerada como uma das <strong>mais belas</strong> em toda a <strong>Unidade de Conservação</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42193" aria-describedby="caption-attachment-42193" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42193 size-loop-large" title="Cachoeira do Tombador na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-800x600.png" alt="Cachoeira do Tombador na Serra do Cipó" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-800x600.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tombador-na-Serra-do-Cipo.png 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42193" class="wp-caption-text">Cachoeira do Tombador na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>Cachoeira do Tombador</strong> é composta por <strong>2 poços</strong>, além de uma <strong>queda de 12 metros</strong>, sendo acessada pela <strong>trilha</strong> que também dá acesso às cachoeiras tanto do <strong>Gavião</strong> como da <strong>Andorinhas</strong>.</p>
<h3>12. Estátua do Juquinha</h3>
<p>A <strong>Estátua do Juquinha</strong> trata-se de uma <strong>homenagem</strong> feita para o <strong>andarilho</strong> que morou e viveu naquele lugar, sendo hoje uma parte importante para o <strong>turismo da Serra do Cipó</strong>.</p>
<p>Portanto, o andarilho, cujo nome era <strong>Juquinha</strong>, foi um <strong>personagem real</strong> e vivia andando pelos <strong>campos</strong>, consequentemente colhendo as <strong>flores</strong> e <strong>mudas</strong> que ali estavam.</p>
<p><figure id="attachment_42195" aria-describedby="caption-attachment-42195" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42195 size-full" title="Estátua do Juquinha na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo.webp" alt="Estátua do Juquinha na Serra do Cipó" width="790" height="474" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo.webp 790w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo-300x180.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo-768x461.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Estatua-do-Juquinha-na-Serra-do-Cipo-92x55.webp 92w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42195" class="wp-caption-text">Estátua do Juquinha na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Com essas flores e mudas, o <strong>andarilho Juquinha</strong> oferecia aos <strong>turistas visitantes</strong> ou até mesmo <strong>trocava</strong> por coisas que ele gostaria de ter, <strong>permuta mesmo</strong>.</p>
<p>A <strong>Estátua do Juquinha</strong>, está até hoje no mesmo lugar, possui a sua composição <strong>inteiramente de cimento</strong>, com cerca de <strong>3 metros de altura</strong>.</p>
<p>A sua construção foi feita sobre um <strong>platô</strong>, o que oferece aos visitantes uma <strong>visão incrível de toda a serra</strong>.</p>
<h3>13. Vale do Travessão</h3>
<p>O <strong>Vale do Travessão</strong> se localiza na <strong>parte alta da Serra do Cipó</strong>, fazendo divisa com o <strong>Rio Doce</strong> e o <strong>Rio São Francisco</strong>.</p>
<p>O vale trata-se de uma <strong>caminhada extremamente prazerosa</strong>, com uma extensão de <strong>18 Km</strong>, visitando ainda <strong>3 pontos de água</strong> nessa trilha: a <strong>Mata das Samambaias</strong>, <strong>Cachoeira Espelhada</strong> e <strong>Pinturas Rupestres</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42197" aria-describedby="caption-attachment-42197" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42197 size-loop-large" title="Vale do Travessão na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg" alt="Vale do Travessão na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Vale-do-Travessao-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42197" class="wp-caption-text">Vale do Travessão na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>O início do percurso começa a partir da <strong>Pousada Duas Pontes</strong>, no <strong>KM 144, da MG 010</strong>. Nos primeiros <strong>350 metros</strong>, a trilha é <strong>plana</strong>, e depois seguem-se <strong>pequenas elevações tranquilas</strong>.</p>
<p>As pessoas da região preferem começar a caminhada logo pela manhã, no mais tardar às <strong>8h</strong>, passando primeiro pela <strong>Cachoeira Espelhada</strong>, e deixando o retorno para a volta.</p>
<p>Depois disso, passe pelas <strong>pinturas rupestres</strong>, ficando no <strong>Vale do Travessão</strong> por cerca de <strong>1 hora</strong>, para aproveitar o local com tranquilidade. Após essa diversão, retorne à <strong>Cachoeira Espelhada</strong>, aproveitando por <strong>2 horas</strong>.</p>
<p>Os últimos <strong>3 quilômetros</strong>, seguindo esse caminho, serão contemplados por um <strong>maravilhoso pôr do sol</strong>.</p>
<h3>14. Cachoeira da Capivara</h3>
<p>A <strong>Cachoeira da Capivara</strong> trata-se de um <strong>ponto turístico</strong> para os viajantes em busca de <strong>belezas naturais</strong>.</p>
<p>Ela conta com uma das <strong>mais altas quedas d’água</strong> da Serra do Cipó, além de um dos <strong>maiores poços</strong>, sendo muito procurada por <strong>turistas</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42200" aria-describedby="caption-attachment-42200" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42200 size-loop-large" title="Cachoeira da Capivara na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg" alt="Cachoeira da Capivara na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Capivara-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42200" class="wp-caption-text">Cachoeira da Capivara na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Está situada na <strong>Usina do Pacífico Mascarenhas / Companhia Cedro Cachoeira</strong>.</p>
<p>Para acessá-la, é necessário partir do <strong>distrito da Serra do Cipó</strong>, seguindo a <strong>Rodovia MG 10</strong> em direção a <strong>Conceição do Mato Dentro</strong>, passando pelo <strong>Chapéu do Sol</strong> e pela <strong>Fazenda Palácio</strong>.</p>
<p>Depois de encontrar a <strong>Estátua do Juquinha</strong>, entre à <strong>esquerda</strong> para visualizar a <strong>placa</strong> e a <strong>portaria</strong>.</p>
<p>Ao chegar ao <strong>centro do distrito</strong>, conte <strong>21 km</strong> de estrada de terra de carro. Depois, será preciso fazer uma <strong>trilha de 1,5 km</strong>, mais <strong>íngreme</strong>, para acessar o <strong>segundo poço</strong>.</p>
<h3>15. Trilha dos Escravos</h3>
<p>A <strong>Trilha dos Escravos</strong> é um <strong>lindo percurso</strong> que leva à <strong>parte de cima da Cachoeira Véu da Noiva</strong>, na <strong>Serra do Cipó</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42203" aria-describedby="caption-attachment-42203" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42203 size-loop-large" title="Trilha dos Escravos na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg" alt="Trilha dos Escravos na Serra do Cipó" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Trilha-dos-Escravos-na-Serra-do-Cipo.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42203" class="wp-caption-text">Trilha dos Escravos na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>O trajeto tem pouco mais de <strong>2 km</strong> e oferece <strong>belas paisagens</strong> e <strong>contato com a natureza</strong>.</p>
<h3>16. Cachoeira Véu da Noiva</h3>
<p>Localizada em <strong>local de fácil acesso</strong>, a <strong>Cachoeira Véu da Noiva</strong> é uma das <strong>mais populares</strong> da Serra do Cipó, com <strong>infraestrutura para camping</strong>.</p>
<p>A <strong>trilha</strong> é <strong>tranquila</strong>, bem <strong>batida</strong> e <strong>aberta</strong>, com <strong>corrimão</strong>, e a caminhada dura apenas <strong>10 minutos</strong>. A cachoeira tem <strong>água cristalina</strong> e poucos lugares para ficar nas margens.</p>
<p><figure id="attachment_42205" aria-describedby="caption-attachment-42205" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42205 size-loop-large" title="Cachoeira Veu da Noiva na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg" alt="Cachoeira Veu da Noiva na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Veu-da-Noiva-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42205" class="wp-caption-text">Cachoeira Veu da Noiva na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Há <strong>salva-vidas de plantão</strong> para garantir a <strong>segurança</strong> dos visitantes.</p>
<p>Ela também possui <strong>poços para banho</strong>. A <strong>subida até os poços</strong> é mais <strong>íngreme</strong>, mas oferece mais <strong>tranquilidade</strong> quando a cachoeira está cheia.</p>
<p>É possível subir ao topo pela <strong>Trilha dos Escravos</strong>, com <strong>entrada fora da propriedade do Véu da Noiva</strong> (cerca de <strong>500m</strong> da entrada principal).</p>
<p>No local também há uma <strong>piscina natural</strong> com <strong>água represada</strong>, ao lado da <strong>área de camping</strong>.</p>
<h3>17. Cachoeira da Farofa</h3>
<p>A <strong>Cachoeira da Farofa</strong>, localizada na <strong>Serra da Bandeirinha</strong>, é um dos atrativos mais procurados do <strong>Parque Nacional</strong>.</p>
<p>Com uma sucessão de <strong>07 quedas d’água</strong>, forma um <strong>poço em meio a um paredão de rocha quartzítica</strong>, rodeado por <strong>gramíneas</strong> e <strong>orquídeas</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42232" aria-describedby="caption-attachment-42232" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42232 size-large" title="Cachoeira da Farofa na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-1024x911.jpg" alt="Cachoeira da Farofa na Serra do Cipó" width="800" height="712" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-1024x911.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-300x267.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-768x683.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-62x55.jpg 62w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo-800x712.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Farofa-na-Serra-do-Cipo.jpg 1112w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42232" class="wp-caption-text">Cachoeira da Farofa na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>O acesso pela <strong>parte baixa</strong> da serra é feito por uma <strong>trilha plana de 7 km</strong>, com vista para o <strong>Córrego das Pedras</strong>, <strong>Lagoa Comprida</strong> e <strong>Ribeirão Mascates</strong>.</p>
<p>O percurso é bem <strong>sinalizado</strong>, mas recomenda-se o <strong>acompanhamento de um guia local</strong>.</p>
<p>O ponto de partida é a <strong>Portaria Areias</strong>, acessível por uma <strong>estrada de terra</strong> logo antes da <strong>ponte do Rio Cipó</strong>, ao lado da <strong>Pousada Cipó Veraneio</strong>.</p>
<h3>18. Cachoeira Grande</h3>
<p>A <strong>Cachoeira Grande</strong>, um dos <strong>principais cartões-postais</strong> da Serra do Cipó, é formada pelo <strong>Rio Cipó</strong>. Tem <strong>60 metros de extensão</strong> e <strong>10 metros de altura</strong>.</p>
<p>Ideal para quem quer <strong>relaxar em contato com a natureza</strong>, o complexo inclui as <strong>corredeiras da Xica, Tomé, Lageado</strong> e <strong>vários poços</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42207" aria-describedby="caption-attachment-42207" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42207 size-large" title="Cachoeira Grande na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-1024x683.webp" alt="Cachoeira Grande na Serra do Cipó" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-Grande-na-Serra-do-Cipo.webp 1140w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42207" class="wp-caption-text">Cachoeira Grande na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Por ser de <strong>fácil acesso</strong>, é indicada para <strong>crianças</strong> e <strong>pessoas sem prática em atividades físicas</strong>.</p>
<p>Também são comuns passeios de <strong>caiaque</strong> e <strong>stand up paddle</strong> no <strong>Rio Cipó</strong>.</p>
<h3>19. Cachoeira das Andorinhas</h3>
<p>A <strong>Cachoeira das Andorinhas</strong> é uma <strong>queda d’água</strong> de aproximadamente <strong>30 metros de altura</strong>, dividida em duas quedas de <strong>10</strong> e <strong>15 metros</strong>, com um <strong>poço de 4 metros de profundidade</strong>, ideal para banho.</p>
<p><figure id="attachment_42209" aria-describedby="caption-attachment-42209" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42209 size-loop-large" title="Cachoeira das Andorinhas na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg" alt="Cachoeira das Andorinhas na Serra do Cipó" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-das-Andorinhas-na-Serra-do-Cipo.jpg 960w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42209" class="wp-caption-text">Cachoeira das Andorinhas na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>É banhada pelo <strong>rio Bocaina</strong>, rodeada por <strong>mata de transição</strong>, <strong>endemismo</strong> e <strong>afloramentos rochosos</strong>.</p>
<h3>20. Cachoeira da Caverna</h3>
<p>Localizada a <strong>15 km do centro da Serra do Cipó</strong>, a <strong>Cachoeira da Caverna</strong> tem <strong>águas esverdeadas</strong> e está na <strong>parte alta da serra</strong>, próxima à <strong>Cachoeira da Serra Morena</strong>.</p>
<p>O acesso é feito pela <strong>estrada de terra</strong>, a <strong>9,5 km da ponte do Rio Cipó</strong>, em direção a <strong>Conceição do Mato Dentro</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42211" aria-describedby="caption-attachment-42211" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42211 size-full" title="Cachoeira da Caverna na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo.jpg" alt="Cachoeira da Caverna na Serra do Cipó" width="600" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-da-Caverna-na-Serra-do-Cipo-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42211" class="wp-caption-text">Cachoeira da Caverna na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Apesar de pequena e de <strong>águas geladas</strong>, a <strong>luz na vegetação</strong> cria um <strong>efeito esverdeado</strong> que vale o passeio. Seguindo a trilha, chega-se ao <strong>Rio Parauninha</strong>, ótimo para nadar.</p>
<h3>21. Cachoeira do Tomé</h3>
<p>A <strong>Cachoeira do Tomé</strong> é uma <strong>pequena queda d’água</strong> com um <strong>grande poço</strong>, ideal para um <strong>banho refrescante</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42213" aria-describedby="caption-attachment-42213" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42213 size-loop-retina" title="Cachoeira do Tomé na Serra do Cipó" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-600x600.jpg" alt="Cachoeira do Tomé na Serra do Cipó" width="600" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-1024x1024.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Cachoeira-do-Tome-na-Serra-do-Cipo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42213" class="wp-caption-text">Cachoeira do Tomé na Serra do Cipó</figcaption></figure></p>
<p>Localizada a <strong>100 km de Belo Horizonte</strong>, após <strong>Lagoa Santa</strong>, na <strong>Serra do Cipó</strong>, a região abriga <strong>pousadinhas charmosas</strong> e é perfeita para <strong>aventura</strong> como <strong>rapel, ciclismo, trekking e rafting</strong>.</p>
<p>É de <strong>fácil acesso</strong>, podendo ser feita como um <strong>bate-volta</strong>. São <strong>2,5 km de carro</strong> a partir da <strong>prefeitura</strong>, e mais <strong>15 minutos de caminhada fácil</strong>.</p>
<h3>22. <strong>Roteiro na Serra do Cipó e arredores em Quatro Dias</strong></h3>
<h4>1. Primeiro dia – Dentro do Parque</h4>
<p>No <strong>primeiro dia</strong>, explore as <strong>atrações do interior do Parque Nacional</strong>, caminhando entre os <strong>vastos campos floridos do cerrado</strong>.</p>
<p>É preciso sair <strong>bastante cedo</strong> para voltar antes do anoitecer.</p>
<p>Deixe o carro na <strong>portaria</strong> e siga <strong>a pé</strong>, <strong>a cavalo</strong>, ou <strong>de bicicleta</strong>, de preferência acompanhado por um <strong>guia</strong>, por trilha de <strong>4 quilômetros</strong> até alcançar a <strong>Cachoeira da Farofa</strong>.</p>
<p>A <strong>Cachoeira da Farofa</strong> tem <strong>240 metros de altura</strong> e <strong>sete quedas</strong>, sendo considerada uma das <strong>mais bonitas da região</strong>.</p>
<p>Apesar de longa, a <strong>caminhada de duas horas</strong> pode ser feita até por <strong>crianças</strong>, recompensadas, na chegada, com um <strong>agradável banho na piscina natural</strong>.</p>
<p>Se estiver disposto, siga para o <strong>cartão-postal do parque</strong>, o <strong>Cânion das Bandeirinhas</strong>, imenso <strong>paredão rochoso</strong> ao longo do <strong>Ribeirão Bandeirinhas</strong>, com <strong>pequenas quedas</strong> e <strong>piscinas naturais de águas cristalinas</strong>, onde é possível banhar-se.</p>
<p>A paisagem vale a <strong>caminhada moderada de 10 quilômetros</strong>, que dura cerca de <strong>três horas</strong> desde a <strong>Cachoeira da Farofa</strong> até o <strong>cânion</strong> e pode ser <strong>exaustiva para as crianças</strong>.</p>
<p>Se preferir – e houver <strong>tempo hábil</strong> –, o passeio pode ser feito com mais calma em <strong>dois dias</strong>.</p>
<h4>2. Segundo dia – Fora do Parque</h4>
<p>Reserve o <strong>segundo dia</strong> para conhecer, no <strong>entorno do parque</strong>, as <strong>atrações de Santana do Riacho</strong>, preferencialmente na companhia de um <strong>guia</strong>.</p>
<p>Pela <strong>MG-010</strong>, são <strong>20 quilômetros de carro</strong> (em época de <strong>chuva</strong>, só é possível chegar com veículo <strong>4&#215;4</strong>) em estrada <strong>sem sinalização</strong>.</p>
<p>Estacione em uma <strong>propriedade particular</strong> e siga caminhando por <strong>500 metros</strong> (aproximadamente <strong>20 minutos</strong>), até a <strong>Lapa da Sucupira</strong>, um paredão com cerca de <strong>80 metros de altura</strong> que concentra a <strong>maior quantidade de inscrições rupestres da região</strong>, algumas com mais de <strong>6 mil anos de idade</strong>.</p>
<p>O passeio pode terminar na <strong>Cachoeira da Noiva</strong>, com <strong>70 metros de altura</strong> e <strong>piscinas naturais</strong>.</p>
<p>Para chegar, <strong>retorne o carro</strong> e dirija-se por <strong>16 km em estrada de terra</strong> até o início de uma <strong>trilha leve de 600 metros</strong>.</p>
<p>Na propriedade onde está a <strong>cachoeira</strong>, há <strong>restaurante</strong>, <strong>lanchonete</strong>, <strong>área para camping</strong> e <strong>chalés</strong>.</p>
<h4>3. Terceiro dia – Fora do Parque</h4>
<p>Próximo à <strong>portaria principal do parque</strong>, no distrito da <strong>Serra do Cipó</strong>, está a <strong>Fazenda Cipó</strong>, uma propriedade do <strong>século XVIII</strong> ainda preservada, que funcionou no passado como <strong>rancho de tropeiros</strong> que rumavam para <strong>Diamantina</strong> (acesso pela <strong>MG-010, km 93</strong>).</p>
<p>A <strong>fazenda</strong> abriga uma <strong>capela</strong> e o <strong>Museu Nhá Rita</strong>, que, instalado em uma <strong>senzala de pau-a-pique</strong>, guarda <strong>manuscritos do século XIX</strong>, <strong>documentos sobre a escravidão</strong> daquele século e do anterior, além de <strong>livros raros</strong>, <strong>utensílios domésticos</strong>, <strong>móveis</strong> e <strong>moedas antigas</strong>.</p>
<p>A <strong>3 quilômetros</strong> situa-se a centenária <strong>Fazenda do Campinho</strong>, com <strong>alambique em plena atividade</strong>, ainda com a <strong>roda-d’água original</strong> (acesso pela <strong>MG-010, km 94</strong>).</p>
<p>O proprietário tem prazer em mostrar o <strong>processo artesanal de produção</strong> da famosa <strong>“cachaça do João”</strong>, que pode ser <strong>degustada e comprada</strong>.</p>
<p>Na fazenda também funcionam uma <strong>lojinha de artesanato</strong> e o <strong>restaurante Café da Serra</strong>.</p>
<p>De carro, por mais <strong>25 quilômetros</strong> pela <strong>MG-010</strong>, no sentido de <strong>Conceição do Mato Dentro</strong>, aproveite para conhecer no <strong>alto da serra</strong>, em região <strong>fria e úmida</strong>, o <strong>Alto do Palácio</strong>, uma importante <strong>reunião de pedras pontiagudas</strong>, todas apontando para o <strong>oeste</strong>.</p>
<p>Acredita-se que ali teria sido <strong>fundo de mar</strong> no período <strong>pré-cambriano</strong>.</p>
<h4>4. Quarto dia – Lapinha de Santana</h4>
<p>O <strong>vilarejo da Lapinha de Santana</strong>, um dos <strong>lugares mais belos da região</strong>, porém <strong>pouco frequentado</strong> devido ao <strong>difícil acesso</strong> e à <strong>falta de infraestrutura turística</strong>, fica a <strong>40 quilômetros</strong> do distrito da <strong>Serra do Cipó</strong>, em estrada de terra <strong>sem sinalização</strong>, num percurso de <strong>uma hora e 20 minutos</strong>, preferencialmente com <strong>carro 4&#215;4</strong> e <strong>fora do período chuvoso</strong> – opte, se possível, pelo intervalo de <strong>março a maio</strong>, quando as chuvas diminuem e a <strong>lagoa ainda está cheia</strong>.</p>
<p>O passeio, que requer o <strong>acompanhamento de um guia</strong>, começa cedo, por volta das <strong>oito horas</strong>.</p>
<p>Do centro da <strong>Lapinha de Santana</strong>, anda-se a pé por cerca de <strong>15 minutos</strong> até a <strong>Cachoeira do Boqueirão</strong>, com <strong>duas pequenas quedas de água</strong>, uma delas com <strong>piscina natural profunda</strong>, ideal para <strong>nadar</strong>.</p>
<p>Mais acima, um <strong>platô</strong> oferece <strong>vista panorâmica da vila e da lagoa</strong>, sendo perfeito para <strong>apreciar o nascer ou pôr-do-sol</strong>.</p>
<p>Na região, existem muitas <strong>minas com água potável</strong>. No caminho de volta, o <strong>restaurante da Tia Cláudia</strong> pode ser uma <strong>alternativa para o almoço</strong>.</p>
<p>A tarde é reservada para uma <strong>travessia em canoa pela lagoa da Lapinha</strong>, um <strong>lago artificial com 12 quilômetros de extensão</strong>.</p>
<p>O <strong>seu Luís</strong> aluga a <strong>canoa empurrada a bambu</strong> (ele fica próximo ao restaurante da Tia Cláudia). O <strong>passeio de uma hora e meia</strong> (ida e volta) passa por <strong>diversas lapas</strong> e inclui a visita a <strong>pinturas rupestres</strong>.</p>
<p>Atrações turísticas e Roteiros do Parque Nacional da Serra do Cipó MG</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-da-serra-do-cipo/">Atrações turísticas e Roteiros da Serra do Cipó MG</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Estrada Real – História, Caminhos e Atrações Turísticas</title>
		<link>https://bahia.ws/estrada-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 08:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Caminho Geral do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Caminho Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Caminho Velho]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Real]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Nos primórdios da exploração da região do ouro, em fins do século XVII, uma longa picada ligava os arraiais mineradores ao porto de Paraty, atravessando a serra da Mantiqueira. A jornada levava três meses. Em 1698, o bandeirante Garcia Rodrigues conseguiu autorização para abrir uma nova rota, que partia de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/estrada-real/">Estrada Real &#8211; História, Caminhos e Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Nos <strong>primórdios da exploração</strong> da <strong>região do ouro</strong>, em fins do <strong>século XVII</strong>, uma longa <strong>picada</strong> ligava os <strong>arraiais mineradores</strong> ao <strong>porto de Paraty</strong>, atravessando a <strong>serra da Mantiqueira</strong>.</p>
<p>A <strong>jornada</strong> levava <strong>três meses</strong>.</p>
<p>Em <strong>1698</strong>, o bandeirante <strong>Garcia Rodrigues</strong> conseguiu <strong>autorização</strong> para abrir uma <strong>nova rota</strong>, que partia de <strong>Vila Rica</strong> (hoje <strong>Ouro Preto</strong>) em direção ao <strong>Rio de Janeiro</strong>, passando pela atual <strong>Juiz de Fora</strong> — o chamado <strong>Caminho Novo</strong>, como ficou conhecido.</p>
<p><figure id="attachment_42131" aria-describedby="caption-attachment-42131" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42131 size-loop-large" title="Estrada Real" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-800x655.jpg" alt="Estrada Real" width="800" height="655" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-800x655.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-300x246.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1024x839.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-768x629.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real.jpg 1101w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42131" class="wp-caption-text">Estrada Real</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>Coroa portuguesa</strong> controlava com <strong>mão-de-ferro</strong> o <strong>fluxo de metal</strong> de sua colônia, e tanto o <strong>Caminho Novo</strong> como o <strong>Velho</strong> só podiam ser trilhados sob seu <strong>conhecimento</strong>; abrir <strong>novas estradas</strong> era <strong>crime de lesa-majestade</strong>.</p>
<p>Com a <strong>exaustão das minas</strong>, na virada para o <strong>século XIX</strong>, a <strong>Estrada Real</strong> foi perdendo sua <strong>solenidade</strong>.</p>
<p>Somente após a <strong>Independência do Brasil (1822)</strong> é que as antigas &#8220;<strong>estradas reais</strong>&#8221; ficaram <strong>livres para trânsito</strong>. A elas foram se encontrando <strong>estradas ordinárias</strong>, tendo alguns trechos caído em <strong>desuso</strong> e <strong>desaparecido</strong>, engolidos pelo <strong>tempo</strong> e pelas <strong>matas</strong>.</p>
<p>Outros trechos viraram meros <strong>caminhos rurais</strong>, <strong>leitos de estradas de rodagem</strong> e <strong>ferrovias</strong>.</p>
<p>Assim, a <strong>história da Estrada Real</strong> meio que se &#8220;<strong>apagou</strong>&#8220;; muitos a percorriam sem ao menos saber que aqueles <strong>caminhos</strong> foram palco de <strong>tantas histórias</strong>. Estas histórias começaram a ser <strong>resgatadas</strong> somente no final do <strong>séc. XX</strong>, com o <strong>ressurgimento da Estrada Real</strong>, agora como <strong>produto turístico</strong>.</p>
<p>Os <strong>caminhos oficiais</strong> receberam, assim, a designação genérica de <strong>Estrada Real</strong>.</p>
<p>Os dois <strong>antigos caminhos</strong> — e sua posterior <strong>extensão</strong>, entre <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ouro Preto</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Diamantina</strong></a> — estão sendo <strong>reestruturados</strong> hoje pelo <strong>Instituto Estrada Real</strong>, em parceria com o <strong>governo de Minas Gerais</strong>, com o objetivo de <strong>estimular o turismo</strong> na região.</p>
<p>Fazem parte do <strong>projeto</strong> <strong>177 cidades</strong> ao longo de <strong>1400 quilômetros</strong>, num trajeto que cruza <strong>montanhas</strong>, <strong>vales</strong>, <strong>chapadões</strong>, <strong>várzeas</strong>, <strong>matas</strong> e <strong>cerrados</strong>.</p>
<p>Dentro da <strong>Estrada Real</strong> há <strong>circuitos</strong> e <strong>roteiros regionais</strong> — a <strong>Trilha dos Inconfidentes</strong>, que reúne <strong>dezesseis cidades</strong> nas imediações de <strong>Tiradentes</strong>, por exemplo, ou o <strong>Circuito das Vilas e Fazendas</strong>, seleção de locais para <strong>hospedagem rural</strong> nas imediações de <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Congonhas</strong></a>.</p>
<p>Muitas das <strong>cidades</strong> que compõem a <strong>Estrada Real</strong> estão em processo de <strong>implantação</strong> e <strong>aprimoramento</strong> de sua <strong>infraestrutura turística</strong>; pequenos <strong>núcleos</strong> até agora alheios ao <strong>turismo convencional</strong> mobilizam-se para oferecer <strong>apoio</strong> e <strong>bons serviços</strong> aos <strong>novos visitantes</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42141" aria-describedby="caption-attachment-42141" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42141 size-loop-large" title="Estrada Real" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-800x534.jpg" alt="Estrada Real" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estrada-Real-1.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42141" class="wp-caption-text">Estrada Real</figcaption></figure></p>
<p><strong>Compensam</strong> as <strong>falhas</strong> da <strong>profissionalização incipiente</strong> com a <strong>riqueza</strong> de suas <strong>antigas construções</strong>, a <strong>beleza</strong> da <strong>paisagem de seu entorno</strong> e a <strong>comovente autenticidade</strong> de suas <strong>manifestações culturais</strong>.</p>
<h3>Vídeo sobre Rota dos Diamantes na Estrada Real</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/estrada-real/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Caminhos para conhecer as atrações turísticas da Estrada Real</h2>
<h3><strong>1. Caminho Velho</strong></h3>
<p>Também chamado de <strong>Caminho do Ouro</strong>, foi o <strong>primeiro trajeto</strong> a ser criado pela <strong>Coroa Portuguesa</strong> e liga <strong>Ouro Preto</strong> a <strong>Paraty</strong>.</p>
<p><strong>Algumas das cidades e distritos que fazem parte do Caminho Velho</strong>: <strong>Aiuruoca</strong>, <strong>Baependi</strong>, <strong>Bananal</strong>, <strong>Cachoeira Paulista</strong>, <strong>Carrancas</strong>, <strong>Caxambu</strong>, <strong>Delfim Moreira</strong>, <strong>Itamonte</strong>, <strong>Lambari</strong>, <strong>Lavras</strong>, <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Paraty</strong>, <strong>Queluz</strong>, <strong>São Luiz do Paraitinga</strong>, <strong>Tiradentes</strong> e <strong>Três Corações</strong>.</p>
<h3>2. Caminho Novo</h3>
<p>Criado para servir como um <strong>trajeto mais seguro</strong> ao <strong>porto do Rio de Janeiro</strong>, principalmente porque as <strong>cargas estavam sujeitas a ataques piratas</strong> na <strong>rota marítima</strong> entre <strong>Paraty</strong> e <strong>Rio</strong>.</p>
<p><strong>Algumas das cidades e distritos que fazem parte do Caminho Novo</strong>: <strong>Antônio Carlos</strong>, <strong>Barbacena</strong>, <strong>Conceição de Ibitipoca</strong>, <strong>Inconfidência</strong>, <strong>Itatiaia</strong>, <strong>Juiz de Fora</strong>, <strong>Lima Duarte</strong>, <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Petrópolis</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>Santa Rita de Ibitipoca</strong>.</p>
<h3>3. Caminho Sabarabuçu</h3>
<p><strong>Distrito de Ouro Preto</strong>, o lugar é cercado por <strong>esplêndidas paisagens de montanha</strong> e <strong>lendas</strong> que permeiam o <strong>imaginário popular</strong>.</p>
<p><strong>Algumas das cidades e distritos que fazem parte do Caminho Sabarabuçu</strong>: <strong>Brumadinho</strong>, <strong>Caeté</strong>, <strong>Cocais</strong>, <strong>Morro Vermelho</strong>, <strong>Nova Lima</strong>, <strong>Ouro Preto</strong> e <strong>Sabará</strong>.</p>
<h3>4. Caminho dos Diamantes</h3>
<p>Criado para conectar a <strong>sede da Capitania</strong>, <strong>Ouro Preto</strong>, à principal cidade de <strong>exploração de diamantes</strong>, <strong>Diamantina</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42143" aria-describedby="caption-attachment-42143" style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caminho-dos-Diamantes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42143 size-full" title="Caminho dos Diamantes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caminho-dos-Diamantes.jpg" alt="Caminho dos Diamantes" width="576" height="768" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caminho-dos-Diamantes.jpg 576w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caminho-dos-Diamantes-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caminho-dos-Diamantes-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42143" class="wp-caption-text">Caminho dos Diamantes</figcaption></figure></p>
<p><strong>Algumas das cidades e distritos que fazem parte do Caminho dos Diamantes</strong>: <strong>Alvinópolis</strong>, <strong>Conceição do Mato Dentro</strong>, <strong>Diamantina</strong>, <strong>Ipoema</strong>, <strong>Mariana</strong>, <strong>Milho Verde</strong>, <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Santa Bárbara</strong>, <strong>Santana do Riacho</strong> e <strong>Serra do Cipó</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>História da Estrada Real</h2>
<p>O <strong>percurso da Estrada Real</strong>, com seus <strong>1400 km de extensão</strong>, envolve mais de <strong>200 municípios</strong>, divididos em <strong>três estados brasileiros</strong>: <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>São Paulo</strong> e <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42138" aria-describedby="caption-attachment-42138" style="width: 724px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42138 size-large" title="Mapa da Estrada Real" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-724x1024.jpg" alt="Mapa da Estrada Real" width="724" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-724x1024.jpg 724w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-768x1086.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-1086x1536.jpg 1086w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-1448x2048.jpg 1448w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-800x1131.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-da-Estrada-Real_page-0001-scaled.jpg 1811w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42138" class="wp-caption-text">Mapa da Estrada Real</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>rota da Estrada Real</strong> movimentou a <strong>economia do país</strong> por um período de mais de <strong>150 anos</strong>.</p>
<p>Por esses <strong>caminhos</strong>, o <strong>ouro</strong> e as <strong>pedras preciosas</strong> eram levados à <strong>corte do Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>Neste período, a <strong>ênfase econômica</strong> do Brasil estava em <strong>Minas Gerais</strong>, região que permaneceu <strong>desabitada de “cristãos” até finais do século XVII</strong>.</p>
<p>Foi a <strong>descoberta do ouro e dos diamantes</strong> que contribuiu decisivamente para atrair <strong>pessoas de diversas proveniências</strong> para a região, no intuito de um <strong>fácil enriquecimento com um investimento mínimo</strong>.</p>
<p>Após o período da <strong>ocupação do litoral brasileiro</strong>, as <strong>expedições dos bandeirantes e sertanistas</strong>, nas últimas décadas do <strong>seiscentismo</strong>, começaram as <strong>descobertas auríferas</strong> e o estabelecimento dos <strong>primeiros arraiais e núcleos populacionais</strong>.</p>
<p>Uma grande quantidade de <strong>pessoas vindas de várias partes da colônia e da Europa</strong> começou a ocupar essa região.</p>
<p>A <strong>Coroa Portuguesa</strong> tentou, em <strong>1705</strong>, impedir a entrada de <strong>estranhos na zona do ouro</strong>.</p>
<p>O <strong>auge da busca pelo ouro</strong> nas <strong>Minas Gerais</strong> deu-se na <strong>época colonial até meados do século XVIII</strong>.</p>
<p>O início do <strong>garimpo do ouro</strong> começou nas <strong>margens de riachos e beira dos rios</strong>, passando em seguida a ser extraído nas <strong>margens mais elevadas</strong>, já nas <strong>encostas das montanhas</strong>.</p>
<p>A busca pelo <strong>ouro</strong> e pelas <strong>pedras preciosas</strong> vai fazer surgir <strong>“os muitos caminhos”</strong> que levavam às minas, ampliando as <strong>Entradas deixadas pelos bandeirantes</strong> e os <strong>caminhos demarcados pelos indígenas</strong>.</p>
<p><strong>Inúmeros caminhos</strong> foram construídos a partir do <strong>Rio de Janeiro para Minas</strong>, passando por <strong>São Paulo</strong>.</p>
<p>Devido à <strong>diversidade de caminhos</strong>, <strong>desvios</strong> e <strong>mudanças ocorridas ao longo do tempo</strong>, três caminhos foram delineados nos mapas:</p>
<ul>
<li><strong>Caminho Velho</strong></li>
<li><strong>Caminho Geral do Sertão</strong></li>
<li><strong>Caminho Novo</strong></li>
</ul>
<p>Assim, o chamado <strong>Caminho Velho</strong> compreende o <strong>maior dos itinerários da Estrada Real</strong>.</p>
<p>O <strong>Caminho Geral do Sertão</strong>, como ficou conhecido o <strong>antigo caminho dos paulistas</strong>, deu-se pelo empenho do <strong>bandeirante Fernão Dias Paes</strong> em sua <strong>última expedição (1674–1681)</strong>.</p>
<p>Por esse caminho foi estabelecida a <strong>comunicação entre São Paulo de Piratininga</strong> às <strong>vilas do Vale do Paraíba</strong> – <strong>Mogi, Jacareí, Taubaté, Pindamonhangaba</strong> e <strong>Guaratinguetá</strong>, atravessando a <strong>serra da Mantiqueira</strong> e cruzando o <strong>rio Grande</strong> no seu trecho oriental em direção ao <strong>rio das Velhas</strong>.</p>
<p>Pelo <strong>Caminho Velho</strong>, a <strong>duração da travessia</strong> de <strong>São Paulo a Ouro Preto</strong> ou à região do <strong>rio das Velhas</strong> era cerca de <strong>74 dias de viagem</strong>. Saindo do <strong>Rio de Janeiro</strong>, passando por <strong>Paraty</strong>, a travessia durava cerca de <strong>73 dias</strong>, isso compreendendo <strong>“35 dias de jornada e 38 de paradas”</strong>.</p>
<p>Mesmo com todas as dificuldades, esse trajeto só deixou de ser amplamente utilizado quando adveio o <strong>Caminho Novo</strong>, que permitiu <strong>acesso rápido e ligeiro às minas</strong>.</p>
<p>O <strong>Caminho Novo</strong> é tido como a <strong>primeira estrada oficial brasileira</strong>.</p>
<p>A construção desse trajeto recebeu um forte apoio do <strong>Governador Artur de Sá e Meneses</strong> que, impressionado com as <strong>dificuldades encontradas na primeira viagem às minas de ouro</strong>, rapidamente encomendou outra estrada ao <strong>filho do caçador de esmeraldas Garcia Rodrigues Paes</strong>, que concluiu esta estrada em <strong>1707</strong>.</p>
<p>No início do <strong>século XVIII</strong> até meados do <strong>século XIX</strong>, o <strong>Caminho Novo</strong> era o <strong>principal caminho do ouro</strong>, dentre todos os <strong>caminhos coloniais</strong> e <strong>estradas do século XIX</strong>.</p>
<p>O caminho partia do <strong>Rio de Janeiro em direção às minas</strong>. Esse novo itinerário era percorrido em <strong>10 a 12 dias</strong>, com suas <strong>80 léguas ou 494 km</strong>.</p>
<p>O <strong>Caminho dos Diamantes</strong>, também chamado <strong>Caminho do Sabarabuçu</strong>, é um caminho destacado de maneira <strong>regional</strong>, dentro do âmbito da <strong>capitania das Minas Gerais</strong>.</p>
<p>A descoberta dos <strong>veios auríferos nas regiões do Serro Frio (cidade do Serro)</strong> e do <strong>Tijuco (Diamantina)</strong> causou o surgimento desse caminho.</p>
<p>O <strong>acesso</strong> a ele passou a ser muito <strong>concorrido</strong>. Por meio dessa rota, chegavam a partir de <strong>Vila Rica (Ouro Preto)</strong> as <strong>pedras preciosas tão cobiçadas do Distrito Diamantino</strong>.</p>
<p>Dos <strong>traçados originais</strong> dos <strong>Caminhos do Ouro para as minas</strong>, poucos se mantiveram <strong>intactos</strong>.</p>
<p>A partir do <strong>Rio de Janeiro</strong> e de <strong>São Paulo</strong>, trechos foram <strong>transformados</strong>, principalmente em <strong>estradas de ferro</strong>, considerando-se as <strong>facilidades representadas</strong> para tais projetos pelas <strong>inúmeras gargantas localizadas nas serras do Mar e da Mantiqueira</strong>, por onde passavam esses caminhos.</p>
<p>Outros <strong>trechos foram retrabalhados</strong>, surgindo <strong>novos traçados de estradas carroçáveis</strong> no <strong>século XIX</strong>, que deram lugar a <strong>rodovias do século XX</strong>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/estrada-real/">Estrada Real &#8211; História, Caminhos e Atrações Turísticas</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Atrações Turísticas e a História de Serro MG </title>
		<link>https://bahia.ws/atracoes-turisticas-e-a-historia-de-serro-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 10:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Nossa Senhora do Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Santa Rita]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de bom Jesus de Matosinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora do Carmo]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Regional Casa dos Otoni]]></category>
		<category><![CDATA[Pico do Itambé]]></category>
		<category><![CDATA[serro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Serro, nos seus primórdios conhecida como a antiga Vila do Príncipe do Serro Frio, foi sede de uma das quatro primeiras comarcas da Capitania das Minas Gerais. Cidade de arquitetura colonial preservada, guarda em suas ruas características das vilas setecentistas mineiras. Características essas que lhe deram o [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/atracoes-turisticas-e-a-historia-de-serro-mg/">Atrações Turísticas e a História de Serro MG </a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de <strong>Serro</strong>, nos seus primórdios conhecida como a <strong>antiga Vila do Príncipe do Serro Frio</strong>, foi <strong>sede de uma das quatro primeiras comarcas</strong> da <strong>Capitania das Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Cidade de <strong>arquitetura colonial preservada</strong>, guarda em suas ruas <strong>características das vilas setecentistas mineiras</strong>.</p>
<p>Características essas que lhe deram o reconhecimento de ser o <strong>primeiro município brasileiro</strong> a ter seu <strong>conjunto arquitetônico e urbanístico tombado</strong> pelo <strong>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)</strong>, em <strong>abril de 1938</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42067" aria-describedby="caption-attachment-42067" style="width: 678px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42067 size-full" title="Cidade de Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Serro-MG.jpg" alt="Cidade de Serro MG" width="678" height="441" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Serro-MG.jpg 678w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Serro-MG-300x195.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Serro-MG-85x55.jpg 85w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42067" class="wp-caption-text">Cidade de Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ofuscado por Diamantina</strong>, <strong>Serro</strong> tem <strong>vida própria</strong>, <strong>tesouros da arquitetura colonial</strong> e um <strong>entorno ainda verdejante</strong>.</p>
<p>Suas <strong>igrejas</strong> caracterizam-se pela <strong>fachada simples</strong> (a <strong>madeira</strong> e a <strong>taipa</strong> são técnicas empregadas na construção) e pelo <strong>interior luxuoso</strong>.</p>
<p>Mais que a talha, destacam-se as <strong>pinturas dos forros</strong>, principalmente as de <strong>Silvestre de Almeida Lopes</strong>, <strong>grande pintor local</strong>.</p>
<p>As igrejas ficam <strong>fechadas a maior parte do tempo</strong> e abrem apenas para missas, em <strong>horários irregulares</strong>.</p>
<p>Por fim, vale lembrar que no <strong>Serro se fabrica um tipo único de queijo</strong>, <strong>claro</strong> e de <strong>textura macia</strong>, considerado <strong>um dos melhores do estado</strong>.</p>
<h2>História de Serro MG</h2>
<p>A <strong>história da cidade do Serro</strong> remonta a <strong>1702</strong>, quando teve início o <strong>Arraial do Ribeirão das Minas de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro do Frio</strong>, data das <strong>primeiras minerações de ouro na região</strong>.</p>
<p>Ali, vários ranchos foram erguidos nas proximidades dos córregos, formando os <strong>arraiais de Baixo e de Cima</strong>, que se desenvolveram e, juntos, deram origem ao <strong>povoado do Serro Frio</strong>.</p>
<p>A <strong>denominação é atribuída aos índios tupi-guarani</strong> e advém da palavra <strong>Ivituruí</strong> (<em>ivi</em> = vento, <em>turi</em> = morro, <em>huí</em> = frio).</p>
<p>A <strong>exploração desordenada</strong> da primeira década do século XVIII levou à criação do <strong>cargo de superintendente das minas de ouro da região</strong>.</p>
<p>E, devido ao seu crescimento, em <strong>1714</strong>, o arraial é elevado a <strong>Vila</strong>, recebendo o nome de <strong>Vila do Príncipe</strong>.</p>
<p>Mais tarde, os mineradores descobriram <strong>lavras de diamante na região</strong>.</p>
<p>Para <strong>defender os interesses portugueses</strong>, em <strong>1720</strong>, foi criada a <strong>grande comarca do Serro Frio</strong>, que passa a ser a <strong>maior comarca das Minas</strong>, e cuja sede era a <strong>Vila do Príncipe</strong>.</p>
<p>A partir desse momento, após a <strong>descoberta dos diamantes</strong>, várias <strong>restrições foram impostas à exploração de ouro na comarca</strong>, culminando com a criação da <strong>Casa de Fundição</strong>, que recebia toda produção aurífera da região.</p>
<p>O <strong>processo de urbanização do Serro</strong> foi determinado pela <strong>mineração de ouro e diamante</strong>.</p>
<p>Cabe ressaltar que a cidade mantém, ainda hoje, sua <strong>imagem urbana e arquitetônica semelhante à dos séculos XVIII e XIX</strong>, caracterizada por <strong>longas vias longitudinais</strong>, <strong>áreas verdes</strong> e <strong>edificações</strong>.</p>
<p>A cidade de <strong>Serro</strong> apresenta um <strong>conjunto homogêneo de arquitetura colonial</strong>, onde se destacam dois exemplares:</p>
<ul>
<li><strong>Casa dos Otoni</strong> – construída no <strong>século XVIII</strong>, com <strong>estrutura de madeira</strong>, possui <strong>extenso terreno</strong> e <strong>forma assobradada</strong>, com <strong>varanda e balaustrada</strong>, <strong>piso em madeira</strong> e <strong>forro de esteira</strong>, e hoje abriga o <strong>Museu Regional Casa dos Otoni</strong>.</li>
<li><strong>Chácara do Barão</strong> – construída na <strong>segunda metade do século XIX</strong>, em <strong>madeira e taipa</strong>, destaca-se também pela <strong>cantaria empregada nos bancos e no fogão de pedra sabão</strong>, além dos <strong>tanques em pedra</strong>, componentes do <strong>sistema de abastecimento de água</strong>.</li>
</ul>
<p>As <strong>edificações religiosas</strong>, construídas a partir da <strong>segunda metade do século XVIII</strong>, utilizaram os <strong>sistemas construtivos da época da mineração</strong> – <strong>madeira e taipa</strong> – e obedecem ao <strong>estilo das capelas e matrizes mineiras</strong> das <strong>primeiras décadas do século XVIII</strong>, compostas por <strong>plantas retangulares</strong>, <strong>frontispícios retos</strong> e <strong>torres de seção quadrada com cobertura de telhas</strong>, com <strong>tendência à linha reta</strong>.</p>
<p>Observa-se, entretanto, a <strong>inserção de elementos típicos da região</strong>, tais como <strong>óculos colocados abaixo da empena</strong> e <strong>anexos laterais</strong>, estes muitas vezes incorporados mais tarde, para funcionamento de <strong>sacristias</strong>, <strong>consistórios</strong> ou <strong>depósitos</strong>.</p>
<p>Algumas outras igrejas ou capelas diferenciam-se pelo <strong>emprego de torre única central</strong>, ou pela <strong>ausência de torres</strong>.</p>
<p>Entre elas se destacam:</p>
<ul>
<li><strong>Matriz de Nossa Senhora da Conceição</strong> – construída em <strong>madeira e taipa</strong> e, internamente, apresentando <strong>pinturas decorativas</strong> e <strong>ornamentação em estilo rococó</strong>;</li>
<li><strong>Igreja Nossa Senhora do Carmo</strong>;</li>
<li><strong>Igreja Bom Jesus de Matozinhos</strong>.</li>
</ul>
<h2>Passeios pela cidade de Serro</h2>
<p>Um <strong>passeio pelas ruas do Serro</strong> é uma <strong>viagem ao passado</strong>.</p>
<p>Como em todas as <strong>cidades históricas mineiras</strong>, exige apenas <strong>sapatos baixos e confortáveis</strong> para <strong>palmilhar o calçamento de lajes</strong>, bem como <strong>fôlego para o sobe-e-desce das ladeiras</strong>.</p>
<p>Entre as <strong>casas da cidade</strong>, repare na de <strong>João Pinheiro</strong> (<em>rua Luiz Advíncula Reis, s/n, Centro</em>), <strong>bem conservado sobrado de meados do século XIX</strong>, e na de <strong>Pedro Lessa</strong> (<em>r. Antônio Honório Pires, 38, Centro</em>), da <strong>mesma época</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42065" aria-describedby="caption-attachment-42065" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42065 size-loop-large" title="Chácara do barão do Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-800x534.jpg" alt="Chácara do barão do Serro MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chacara-do-barao-do-Serro-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42065" class="wp-caption-text">Chácara do barão do Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>Afastada do centro, no <strong>bairro dos Quatro Vinténs</strong>, fica a <strong>luxuosa chácara do barão do Serro</strong> (<em>rua da Real Fundição do Ouro, s/n</em>), <strong>importante político local no século XIX</strong>.</p>
<p>Na construção, <strong>cercada de belas e antigas palmeiras-imperiais</strong> e <strong>restaurada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico</strong>, destacam-se as <strong>janelas de guilhotina que culminam em ângulo</strong> e os <strong>três belos bancos de pedra</strong>, semelhantes a poltronas, <strong>fixados na varanda</strong>.</p>
<h2>Atrações Turísticas de Serro em Minas Gerais</h2>
<ol>
<li><strong>Capela de Santa Rita</strong></li>
<li><strong>Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição</strong></li>
<li><strong>Capela de Nossa Senhora do Rosário</strong></li>
<li><strong>Igreja de Bom Jesus de Matosinhos</strong></li>
<li><strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</strong></li>
<li><strong>Museu Regional Casa dos Otoni</strong></li>
<li><strong>Pico do Itambé</strong></li>
</ol>
<h3>1. Capela de Santa Rita</h3>
<p>Localizada no ponto mais alto do centro da cidade, de onde se podem avistar todo o <strong>centro histórico</strong> e o <strong>Pico do Itambé</strong>, é alcançada por uma grande <strong>escadaria de pedras</strong>, um dos <strong>cartões-postais do Serro</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42049" aria-describedby="caption-attachment-42049" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42049 size-large" title="Capela de Santa Rita em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-1024x498.jpg" alt="Capela de Santa Rita em Serro MG" width="800" height="389" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-1024x498.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-300x146.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-768x373.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-113x55.jpg 113w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-1536x746.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG-800x389.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Santa-Rita-em-Serro-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42049" class="wp-caption-text">Capela de Santa Rita em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>A capela foi construída em <strong>1745</strong>, mas passou por <strong>várias reformas</strong>.</p>
<p>Sua edificação remonta ao <strong>século XVIII</strong>, sem data precisa, passando no <strong>século XIX</strong> por sucessivas reformas que caracterizaram sua atual <strong>fachada chanfrada</strong>.</p>
<p>Em seu interior, destaca-se a singeleza da <strong>ornamentação marmorizada</strong> e o <strong>alar de São Sebastião</strong>, confeccionado por ordem do <strong>Alferes Ângelo Martins de Siqueira</strong>, pai da lendária <strong>Ana D’África</strong>.</p>
<p>A igreja se localiza no alto de uma longa escadaria de onde se avistam o <strong>Pico do Itambé</strong>, com seus <strong>2044 metros de altitude</strong>, e uma <strong>vista panorâmica</strong> do centro histórico do Serro.</p>
<p>O arquiteto <strong>Silvio de Vasconcelos</strong> esteve neste adro e, em meio a uma revoada de andorinhas, registrou sua célebre frase: <em>“Serro cidade encantada que parou no tempo.”</em></p>
<p>Na torre central há um <strong>relógio vindo de Paris</strong>, em perfeito funcionamento.<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça João Pessoa, s/n.</p>
<h3>2. Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição</h3>
<p>Um dos mais belos <strong>monumentos religiosos</strong> de toda a região do diamante, esta igreja foi construída em <strong>1776</strong>, no local que abrigava uma antiga capela, erguida em <strong>1713</strong>.</p>
<p>A <strong>fachada é simples</strong>, com duas torres laterais; no interior, porém, a <strong>exuberância barroca</strong> revela-se no grande relevo representando a <strong>Santíssima Trindade</strong> cercada de <strong>anjos e querubins</strong>, no <strong>retábulo do altar-mor</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42052" aria-describedby="caption-attachment-42052" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42052 size-large" title="Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-1024x768.jpg" alt="Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição em Serro MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-em-Serro-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42052" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é a <strong>principal igreja da cidade do Serro</strong>, em Minas Gerais.</p>
<p><strong>Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</strong>, é uma das maiores <strong>igrejas barrocas</strong> do estado, possuindo as <strong>torres em madeira mais altas</strong> entre as igrejas coloniais mineiras.</p>
<p><strong>Saint-Hilaire</strong> a descreveu como &#8220;uma das mais belas e grandes que ele vira em toda a Província de Minas&#8221;. Foi possivelmente neste templo que o <strong>Maestro Lobo de Mesquita</strong> ensaiou seus primeiros acordes musicais.</p>
<p>No púlpito sobressai o <strong>lustre de prata maciça</strong>, ricamente trabalhado.<br />
<strong>Endereço:</strong> Ladeira do Pelourinho, s/n.</p>
<h3>3. Capela de Nossa Senhora do Rosário</h3>
<p>Pouco se conhece oficialmente sobre a história desta <strong>pequena capela</strong>, erguida, possivelmente por devoção de <strong>negros livres ou escravos</strong>, no curso do <strong>século XIX</strong>, como indicam algumas de suas características construtivas.</p>
<p>Está valorizada pela inserção na <strong>magnífica paisagem</strong>, no topo de uma colina com ampla vista para o <strong>vale e serras</strong> que integram o maciço do <strong>Pico do Itambé.</strong></p>
<p><figure id="attachment_42054" aria-describedby="caption-attachment-42054" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42054 size-large" title="Capela de Nossa Senhora do Rosário em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-1024x766.jpg" alt="Capela de Nossa Senhora do Rosário em Serro MG" width="800" height="598" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-1024x766.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-768x574.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-1536x1149.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG-800x598.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Serro-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42054" class="wp-caption-text">Capela de Nossa Senhora do Rosário em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>A construção, de <strong>1759</strong>, é muito simples e desprovida de ornamentação; ao lado, localiza-se o <strong>cemitério dos membros da Irmandade</strong>.</p>
<p>Embora suas linhas originais estejam desfiguradas, a capela ocupa posição importante na cidade, pois sedia a <strong>Festa do Rosário</strong>, com apresentações de <strong>congadas, reisados e outros folguedos tradicionais</strong>.<br />
<strong>Endereço:</strong> Largo do Rosário, s/n.</p>
<h3>4. Igreja de Bom Jesus de Matosinhos</h3>
<p>Situada numa encosta na confluência das ruas <strong>General Pedra</strong> e <strong>Matozinhos</strong>, esta igreja foi construída no final do <strong>século XVIII</strong>, embora a escassez de fontes documentais não nos permita historiar as diversas etapas de sua edificação.</p>
<p>Ignora-se, assim, a data precisa do início de sua construção, bem como a autoria do <strong>projeto arquitetônico</strong> e dos trabalhos de ornamentação.</p>
<p><figure id="attachment_42056" aria-describedby="caption-attachment-42056" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42056 size-large" title="Igreja de bom Jesus de Matosinhos em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-1024x760.jpg" alt="Igreja de bom Jesus de Matosinhos em Serro MG" width="800" height="594" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-1024x760.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-300x223.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-768x570.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-1536x1140.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG-800x594.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Serro-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42056" class="wp-caption-text">Igreja de bom Jesus de Matosinhos em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>A primeira notícia que se tem acerca desta igreja é fornecida pelo historiador <strong>Cônego Raimundo Trindade</strong>, que informa ser o seu fundador o <strong>tenente José Ferreira de Vila Nova Ivo</strong>, que, em <strong>1781</strong>, justificou judicialmente a respectiva instituição.</p>
<p><strong>Aires da Mata Machado</strong>, em seu relatório de pesquisa realizado em <strong>1941</strong>, para o <strong>IPHAN</strong>, afirma ter encontrado uma alusão à existência desta igreja num livro de assentamento datado de <strong>1785</strong>.</p>
<p>Entretanto, julgam os historiadores que a data mais concreta sobre a história deste templo, no século XVIII, é a de <strong>1797</strong>, inscrita em <strong>medalhão da pintura do forro da capela-mor</strong>, que atesta o estágio adiantado da construção – pelo menos desta parte do edifício –, pois refere-se ao <strong>término dos trabalhos de decoração interna</strong>.</p>
<p>A <strong>ornamentação barroca</strong> está presente sobretudo no <strong>arco do trono</strong>.</p>
<p>No forro, a pintura do padroeiro é atribuída a <strong>Silvestre de Almeida Lopes</strong>, um dos maiores artistas da região no final de 1700.<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Cristiano Otoni, s/n.</p>
<h3>5. Igreja de Nossa Senhora do Carmo</h3>
<p>As obras desta igreja duraram de <strong>1768 a 1780</strong>, mas ao longo do século seguinte muitas reformas alteraram sua fachada.</p>
<p>A construção deste templo se deu por iniciativa da <strong>Ordem Terceira do Carmo local</strong>, que, desmembrada da <strong>Irmandade carmelita do arraial do Tijuco</strong>, formou-se autonomamente na <strong>Vila do Príncipe</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42058" aria-describedby="caption-attachment-42058" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42058 size-loop-large" title="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-800x533.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Serro MG" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Serro-MG.jpg 1023w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42058" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>Em <strong>1768</strong>, os Irmãos obtiveram do <strong>Senado da Câmara</strong> o terreno onde fizeram edificar a igreja.</p>
<p>Em <strong>1780</strong>, já se trabalhava na fachada, pois em junho deste ano foi ajustado com o mestre <strong>José da Silva Ribeiro</strong> o trabalho de edificação das torres.</p>
<p>A <strong>20 de julho do ano seguinte</strong>, o templo foi consagrado, o que indica que as obras estavam praticamente concluídas.</p>
<p>Mas, muito provavelmente, pela precariedade e fragilidade do material empregado – <strong>taipa e madeira</strong> – cedo a edificação já reclamava cuidados de <strong>reconstrução e/ou reformas</strong>. Assim, durante praticamente todo o <strong>século XIX</strong>, a igreja sofreu inúmeras intervenções visando sua estabilidade.</p>
<p>Na atual, o destaque é o <strong>medalhão de madeira pintada</strong> sobre a portada, exceção à sobriedade característica do exterior das igrejas do Serro.</p>
<p>A <strong>decoração do interior</strong>, harmoniosa, combina o <strong>rococó dos altares laterais</strong> ao <strong>prenúncio do neoclássico</strong> visível no <strong>altar-mor</strong>, mais recente.<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça João Pinheiro, s/n.</p>
<h3>6. Museu Regional Casa dos Otoni</h3>
<p>A casa em que nasceu <strong>Teófilo Otoni</strong>, líder político e empresário, foi construída no <strong>século XVIII</strong>, em <strong>taipa de pilão</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42060" aria-describedby="caption-attachment-42060" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42060 size-large" title="Museu Regional Casa dos Otoni em Serro MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-1024x768.jpg" alt="Museu Regional Casa dos Otoni em Serro MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-Casa-dos-Otoni-em-Serro-MG.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42060" class="wp-caption-text">Museu Regional Casa dos Otoni em Serro MG</figcaption></figure></p>
<p>Restaurada, foi transformada em <strong>museu</strong>, abrigando também o <strong>escritório regional do Iphan</strong>.</p>
<p>No acervo, há <strong>peças sacras</strong> e <strong>objetos de uso cotidiano</strong> que recompõem a vida diária dos <strong>séculos XVIII e XIX</strong>, além de <strong>documentos oficiais dos tempos da colônia</strong>.<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Cristiano Otoni, 72, Centro.</p>
<h3>7. Pico do Itambé</h3>
<p><figure id="attachment_42062" aria-describedby="caption-attachment-42062" style="width: 850px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42062 size-full" title="Pico do Itambé MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG.png" alt="Pico do Itambé MG" width="850" height="637" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG.png 850w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pico-do-Itambe-MG-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42062" class="wp-caption-text">Pico do Itambé MG</figcaption></figure></p>
<p>Ponto culminante da <strong>Serra do Espinhaço</strong>, o pico de <strong>2002 metros de altitude</strong> está dentro do <strong>Parque Estadual de mesmo nome</strong> e pode ser alcançado pelos distritos de <strong>Capivari</strong> (39 quilômetros de estrada de terra precária, de carro, e mais 5 quilômetros de caminhada de nível fácil) ou <strong>Alto do Jequitinhonha</strong> (30 quilômetros também de estrada de terra precária, mais 8 quilômetros de trilha de nível médio).</p>
<p>No caminho até o topo, há várias <strong>quedas-d’água</strong> e <strong>piscinas para banho</strong>.</p>
<p>Guia Turístico de Serro em Minas Gerais</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/atracoes-turisticas-e-a-historia-de-serro-mg/">Atrações Turísticas e a História de Serro MG </a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diamantina – Atrações Turísticas, História e Arquitetura</title>
		<link>https://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 14:03:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Antiga Casa da Intendência]]></category>
		<category><![CDATA[Antiga Estação Ferroviária de Diamantina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Diamantina está a 280 quilômetros ao norte de Belo Horizonte, via BR-040, e é a porta de entrada do Vale do Jequitinhonha. Sua formação data do século XVIII; chamava-se, então, Arraial do Tijuco, e surgiu da exploração de diamantes, controlada de modo implacável pela Coroa portuguesa: ninguém circulava pela região [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/">Diamantina &#8211; Atrações Turísticas, História e Arquitetura</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Diamantina</strong> está a <strong>280 quilômetros ao norte de Belo Horizonte</strong>, via <strong>BR-040</strong>, e é a <strong>porta de entrada do Vale do Jequitinhonha</strong>.</p>
<p>Sua <strong>formação data do século XVIII</strong>; chamava-se, então, <strong>Arraial do Tijuco</strong>, e surgiu da <strong>exploração de diamantes</strong>, controlada de modo <strong>implacável pela Coroa portuguesa</strong>: ninguém circulava pela região <strong>sem autorização oficial</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42039" aria-describedby="caption-attachment-42039" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42039 size-loop-large" title="Cidade de Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG-800x449.jpg" alt="Cidade de Diamantina MG" width="800" height="449" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG-800x449.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG-768x431.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Diamantina-MG.jpg 942w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42039" class="wp-caption-text">Cidade de Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p><strong>Isolado do restante da colônia</strong>, o <strong>Tijuco prosperava</strong> – durante mais de um século foi o <strong>maior produtor mundial de diamantes</strong>.</p>
<p>O <strong>nome atual</strong> foi atribuído ao arraial em <strong>1831</strong>, quando se viviam os <strong>últimos anos de esplendor</strong>: no <strong>fim do século XIX</strong>, as pedras já <strong>escasseavam</strong>, e <strong>novas minas</strong> foram descobertas na <strong>África do Sul</strong>.</p>
<p>Dos <strong>tempos de riqueza</strong>, <strong>Diamantina guarda um belíssimo conjunto arquitetônico</strong>, declarado <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco</strong>.</p>
<p>Embora suas <strong>igrejas</strong> não sejam tão <strong>opulentas quanto as de Ouro Preto</strong>, integram-se ao <strong>casario colonial com absoluta harmonia</strong>.</p>
<p><strong>Importante polo regional</strong>, ela conseguiu a façanha de <strong>manter-se viva e sempre renovada sem comprometer sua memória</strong>: é a <strong>mais tranquila e bem conservada das cidades históricas</strong>, ainda <strong>intocada pelos problemas urbanos</strong> que assombram o <strong>circuito do ouro</strong>.</p>
<h3>Video sobre Diamantina e a História de Chica da Silva</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Diamantina</h2>
<p>A cidade de <strong>Diamantina</strong> teve sua <strong>formação com a descoberta e exploração do ouro</strong> no <strong>vale do córrego do Tijuco</strong>, em <strong>1713</strong>, pela <strong>bandeira liderada por Jerônimo Gouveia</strong>, que, partindo do <strong>Serro</strong>, acompanhou o curso do <strong>rio Jequitinhonha</strong> até atingir a confluência do <strong>córrego Pururuca</strong> e <strong>Rio Grande</strong>.</p>
<p>Os <strong>primeiros povoados</strong> se instalaram no lugar denominado <strong>Burgalhau</strong> (hoje <strong>Rua do Burgalhau</strong>, <strong>Rua do Espírito Santo</strong> e <strong>Beco das Beatas</strong>), mas o <strong>crescimento do povoado</strong> se deu a partir de <strong>1720</strong>, em decorrência da <strong>descoberta do diamante</strong>.</p>
<p>Durante este <strong>período de formação histórica baseada na mineração</strong>, a cidade de <strong>Diamantina conservou significativas referências culturais do período colonial</strong>, mantendo um <strong>rico acervo</strong>, sobretudo <strong>arquitetônico e urbanístico</strong>.</p>
<p>Desta forma, o <strong>centro urbano de Diamantina</strong> apresenta uma configuração característica das <strong>cidades do período colonial</strong>, com um <strong>padrão irregular</strong>, com <strong>arruamentos transversais à encosta</strong>, marcados, principalmente, pelas <strong>ruas paralelas com pequenas variações de abertura</strong> ou desvio de alguns <strong>becos e ruas estreitas</strong>.</p>
<p>No <strong>conjunto arquitetônico</strong>, a cidade conta com <strong>monumentos significativos para a história da arte e da arquitetura no Brasil dos séculos XVIII, XIX e XX</strong>, como as igrejas das <strong>Mercês</strong>, do <strong>Amparo</strong>, do <strong>Carmo</strong>, do <strong>Rosário</strong>, de <strong>São Francisco de Assis</strong>, do <strong>Senhor do Bonfim</strong>, bem como a <strong>Casa do Forro Pintado</strong>, o <strong>edifício do Fórum</strong>, o <strong>Mercado Municipal</strong>, o <strong>Museu do Diamante</strong>, a <strong>Biblioteca Antônio Torres</strong>, a <strong>Casa da Chica da Silva</strong> e os prédios projetados pelo arquiteto <strong>Oscar Niemeyer</strong>: <strong>Hotel Tijuco</strong>, <strong>Faculdade Federal de Odontologia de Diamantina</strong>, <strong>Escola Estadual Professora Júlia Kubistchek</strong> e <strong>Diamantina Tênis Clube</strong>.</p>
<p>A <strong>arquitetura civil</strong> da cidade também é uma referência especial com <strong>ausência de casas térreas</strong>, ficando em destaque os <strong>conjuntos de sobrados</strong>. O <strong>centro histórico de Diamantina</strong> também é dotado de <strong>excepcional beleza</strong> por sua composição com a <strong>Serra dos Cristais</strong>, formando um dos <strong>conjuntos paisagísticos mais significativos de Minas</strong>.</p>
<h2>Atrações e Pontos Turísticas de Diamantina MG</h2>
<ol>
<li>Igreja do Carmo</li>
<li>Igreja do Bonfim</li>
<li>Igreja Nossa Senhora do Rosário</li>
<li>Mercado Municipal (dos Tropeiros)</li>
<li>Museu do Diamante</li>
<li>Igreja São Francisco de Assis</li>
<li>Casa de Juscelino Kubitschek</li>
<li>Passadiço da Glória</li>
<li>Biblioteca Antônio Torres (Casa do Muxarabiê)</li>
<li>Antiga Casa da Intendência</li>
<li>Capela Nossa Senhora da Luz</li>
<li>Teatro Santa Izabel</li>
<li>Casa de Chica da Silva</li>
<li>Antiga Estação Ferroviária de Diamantina</li>
<li>Edifício do Fórum de Diamantina</li>
<li>Igreja Nossa Senhora do Amparo</li>
<li>Basílio do Sagrado Coração de Jesus</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora das Mercês</li>
<li>Catedral Metropolitana de Diamantina – Santo Antônio da Sé</li>
<li>Passeio pela cidade de Diamantina</li>
</ol>
<h3>1. Igreja do Carmo</h3>
<p><figure id="attachment_41978" aria-describedby="caption-attachment-41978" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41978 size-large" title="Igreja do Carmo em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja do Carmo em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Carmo-em-Diamantina-MG.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41978" class="wp-caption-text">Igreja do Carmo em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Construída de 1760 a 1765</strong>, às custas do <strong>contratador João Fernandes</strong>, a <strong>Igreja Nossa Senhora do Carmo</strong> é um <strong>marco na imagem urbana do Centro Histórico de Diamantina</strong>.</p>
<p>Além de todo o <strong>contexto histórico</strong> que envolve o contratador e sua <strong>história com Chica da Silva</strong>, a <strong>Igreja Nossa Senhora do Carmo</strong> destaca-se por ser a <strong>única na cidade que não possui torre frontal</strong>.</p>
<p>A solução confere <strong>graça especial à edificação</strong>, uma das <strong>mais importantes e bem preservadas de Diamantina</strong>.</p>
<p>No <strong>interior</strong>, destaca-se a <strong>impressionante pintura do forro da nave</strong>, considerada a <strong>obra-prima do pintor e guarda-mor português José Soares de Araújo</strong>, um dos <strong>mais ativos na região diamantina</strong>.</p>
<p>Repare na <strong>primorosa talha dos retábulos</strong>.<br />
<strong>R. do Carmo, s/n, Centro.</strong></p>
<h3>2. Igreja do Bonfim</h3>
<p><figure id="attachment_41980" aria-describedby="caption-attachment-41980" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41980 size-loop-large" title="Igreja do Bonfim em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-800x534.jpg" alt="Igreja do Bonfim em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Bonfim-em-Diamantina-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41980" class="wp-caption-text">Igreja do Bonfim em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p><strong>Erguida por militares em meados do século XVIII</strong>, ao lado de onde, acredita-se, existia um <strong>quartel</strong>, esta <strong>igreja combina elementos do barroco e do rococó</strong>.</p>
<p><strong>Singela</strong>, tem um <strong>único retábulo na capela-mor</strong>, e as <strong>pinturas</strong>, de <strong>autor desconhecido</strong>, revelam a <strong>influência do estilo de José Soares de Araújo</strong> sobre os <strong>artistas da época</strong>.<br />
<strong>Pça. Monsenhor Neves, s/n, Centro.</strong></p>
<h3>3. Igreja Nossa Senhora do Rosário</h3>
<p><figure id="attachment_41982" aria-describedby="caption-attachment-41982" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41982 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora do Rosário em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-800x534.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Rosário em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Diamantina-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41982" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Rosário em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>Uma das <strong>mais antigas igrejas da cidade</strong>, foi <strong>construída em 1731</strong> e <strong>ampliada em 1772</strong>, mantendo-se a <strong>capela-mor original</strong>.</p>
<p>Seu principal atrativo é a <strong>pintura em perspectiva do forro da capela-mor</strong>, com <strong>Nossa Senhora do Rosário cercada de anjos</strong>, feita por <strong>José Soares de Araújo</strong>, assim como os <strong>retábulos</strong> e a <strong>pintura do arco-cruzeiro</strong>.</p>
<p>Situa-se no <strong>centro de uma praça revestida de pedra</strong>, e em seu largo há um <strong>chafariz, também de pedra</strong>, do <strong>século XVIII</strong>.<br />
<strong>Pça. Dom Joaquim Silvério de Souza, s/n, Centro.</strong></p>
<h3>4. Mercado Municipal (dos Tropeiros)</h3>
<p><figure id="attachment_41984" aria-describedby="caption-attachment-41984" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41984 size-large" title="Mercado Municipal (dos Tropeiros) em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-1024x768.jpg" alt="Mercado Municipal (dos Tropeiros) em Diamantina MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mercado-Municipal-dos-Tropeiros-em-Diamantina-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41984" class="wp-caption-text">Mercado Municipal (dos Tropeiros) em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>Em <strong>1835</strong>, o <strong>tenente Joaquim Cassimiro Lages</strong> construiu este prédio que agregava as funções de <strong>residência e ponto de comércio</strong>, dotado de <strong>local para descarregamento das mercadorias</strong> transportadas pelos <strong>tropeiros</strong>.</p>
<p>Hoje, ele sedia o <strong>Mercado Municipal</strong>, onde se encontram <strong>produtos da roça, artesanato, queijos, doces e cachaças</strong>. Há quem afirme que <strong>Oscar Niemeyer se inspirou nas arcadas da construção</strong> para desenhar o <strong>Palácio da Alvorada</strong>, em Brasília.<br />
<strong>Pça. Bardo de Guaicuí, 451, Centro.</strong></p>
<h3>5. Museu do Diamante</h3>
<p><figure id="attachment_41986" aria-describedby="caption-attachment-41986" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41986 size-full" title="Museu do Diamante em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG.jpg" alt="Museu do Diamante em Diamantina MG" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Diamante-em-Diamantina-MG-110x55.jpg 110w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41986" class="wp-caption-text">Museu do Diamante em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>Instalado na <strong>casa em que viveu o padre Rolim</strong>, um dos <strong>inconfidentes de maior influência</strong>, o <strong>museu</strong> recompõe a <strong>história do ciclo do diamante na região</strong> por meio de <strong>objetos de uso corrente nos séculos XVIII e XIX</strong>.</p>
<p>Constam em seu <strong>acervo</strong>: <strong>utensílios domésticos</strong>, <strong>mobiliário</strong>, <strong>pinturas</strong>, <strong>imagens</strong> e <strong>armas</strong>, além de <strong>ferramentas e instrumentos usados na mineração de diamantes</strong>.<br />
<strong>R. Direita, 14.</strong></p>
<h3>6. Igreja São Francisco de Assis</h3>
<p><figure id="attachment_41988" aria-describedby="caption-attachment-41988" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41988 size-large" title="Igreja São Francisco de Assis em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja São Francisco de Assis em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Sao-Francisco-de-Assis-em-Diamantina-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41988" class="wp-caption-text">Igreja São Francisco de Assis em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>estilo predominante</strong> na <strong>Igreja de São Francisco</strong>, de <strong>1775</strong>, é o <strong>rococó</strong> – os <strong>bonitos entalhes dos altares</strong> combinam <strong>madeira e ouro</strong>. Aproveite para <strong>subir na torre dos sinos</strong>, aberta à visitação.</p>
<p>Vale a pena, porém, <strong>admirar a antiga edificação</strong>, com <strong>fachada sóbria</strong> e <strong>torre única</strong>, erguida <strong>numa esquina</strong>, em um <strong>plano elevado em relação à rua</strong>.<br />
<strong>R. São Francisco, s/n.</strong></p>
<h3>7. Casa de Juscelino Kubitschek</h3>
<p><figure id="attachment_42023" aria-describedby="caption-attachment-42023" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42023 size-large" title="Casa de Juscelino Kubitschek em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-1024x699.jpg" alt="Casa de Juscelino Kubitschek em Diamantina MG" width="800" height="546" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-1024x699.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-300x205.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-768x524.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-1536x1048.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-2048x1398.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Juscelino-Kubitschek-em-Diamantina-MG-800x546.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42023" class="wp-caption-text">Casa de Juscelino Kubitschek em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p><strong>Casa onde Juscelino Kubitschek</strong>, ex-presidente do Brasil, <strong>viveu sua infância e adolescência</strong>, na <strong>Rua São Francisco</strong>.</p>
<p>A construção é de <strong>pau a pique</strong>, técnica construtiva <strong>típica do século XVIII</strong>. A <strong>casa foi transformada em museu</strong> e os cômodos abrigam <strong>biblioteca</strong>, <strong>objetos pessoais</strong>, <strong>fotos</strong> e os <strong>violões usados pelo político</strong> para participar das <strong>serestas</strong>.</p>
<h3>8. Passadiço da Glória</h3>
<p><figure id="attachment_41990" aria-describedby="caption-attachment-41990" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41990 size-loop-large" title="Passadiço da Glória em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG-800x400.jpg" alt="Passadiço da Glória em Diamantina MG" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG-800x400.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passadico-da-Gloria-em-Diamantina-MG.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41990" class="wp-caption-text">Passadiço da Glória em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>cartão-postal da cidade</strong> foi construído em <strong>1876</strong> para <strong>interligar duas construções</strong> (uma <strong>colonial</strong> e outra do <strong>século XIX</strong>) que abrigavam um <strong>colégio de freiras</strong> – o objetivo era que as <strong>internas pudessem transitar de uma ala a outra sem serem vistas</strong>.</p>
<p>Integrada por <strong>duas edificações dos séculos XVIII e XIX ligadas por um passadiço</strong>, já abrigou o <strong>colégio das irmãs vicentinas</strong> e hoje é sede do <strong>Instituto Casa da Glória</strong>, da <strong>UFMG</strong>.<br />
<strong>Rua da Glória, 297, Centro.</strong></p>
<h3>9. Biblioteca Antônio Torres (Casa do Muxarabiê)</h3>
<p>O local <strong>pertenceu originalmente ao tenente Joaquim Cassimiro Lages</strong>, que, em <strong>1835</strong>, <strong>edificou um prédio para sua moradia</strong> e, ao lado, <strong>um rancho destinado ao comércio de tropeiros</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42018" aria-describedby="caption-attachment-42018" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Biblioteca-Antonio-Torres-Casa-do-Muxarabie-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42018 size-full" title="O local pertenceu originalmente ao tenente Joaquim Cassimiro Lages que, em 1835, edificou um prédio para sua moradia e, ao lado, um rancho destinado ao comércio de tropeiros. Entre 1881 e 1884 gouve a desarticulação do local em decorrência da crise da mineração. Em 1889, ocorreu a construção deste Mercado Municipal para melhorar o melhor da comercialização dos produtos na cidade, bem como para melhor organização e modernização da rede urbana." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Biblioteca-Antonio-Torres-Casa-do-Muxarabie-em-Diamantina-MG.jpg" alt="Biblioteca Antônio Torres (Casa do Muxarabiê) em Diamantina MG" width="338" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Biblioteca-Antonio-Torres-Casa-do-Muxarabie-em-Diamantina-MG.jpg 338w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Biblioteca-Antonio-Torres-Casa-do-Muxarabie-em-Diamantina-MG-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Biblioteca-Antonio-Torres-Casa-do-Muxarabie-em-Diamantina-MG-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42018" class="wp-caption-text">Biblioteca Antônio Torres (Casa do Muxarabiê) em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>Entre <strong>1881 e 1884</strong>, houve a <strong>desarticulação do local</strong> em decorrência da <strong>crise da mineração</strong>.</p>
<p>Em <strong>1889</strong>, ocorreu a <strong>construção do atual Mercado Municipal</strong> para <strong>melhorar a comercialização dos produtos na cidade</strong>, bem como para a <strong>organização e modernização da rede urbana</strong>.</p>
<h3>10. Antiga Casa da Intendência</h3>
<p><figure id="attachment_42004" aria-describedby="caption-attachment-42004" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42004 size-loop-large" title="Antiga Casa da Intendência em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-800x534.jpg" alt="Antiga Casa da Intendência em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Casa-da-Intendencia-em-Diamantina.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42004" class="wp-caption-text">Antiga Casa da Intendência em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p><strong>Edificado entre 1733 e 1735</strong>, como <strong>sede da Intendência dos Diamantes</strong>, passou a <strong>servir como escola</strong> a partir da <strong>segunda metade do século XIX</strong>.</p>
<p>A construção possui <strong>escadaria de pedra</strong> (no acesso principal), <strong>cobertura de quatro águas</strong>, <strong>dez janelas no andar superior</strong> e <strong>nove no térreo</strong>.</p>
<p>No interior do prédio, chama atenção o <strong>forro em gamela</strong> do salão do <strong>segundo pavimento</strong>. Nas demais dependências, os <strong>forros mais antigos</strong> são em <strong>saia-e-camisa</strong>.</p>
<h3>11. Capela Nossa Senhora da Luz</h3>
<p>Construída por iniciativa de uma <strong>portuguesa</strong>, <strong>Dona Tereza de Jesus Perpétua Corte Real</strong>, em cumprimento de uma <strong>promessa</strong> feita por ter se salvado do <strong>terremoto de Lisboa</strong>, em <strong>1755</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_42006" aria-describedby="caption-attachment-42006" style="width: 338px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Nossa-Senhora-da-Luz-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42006 size-full" title="Capela Nossa Senhora da Luz em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Nossa-Senhora-da-Luz-em-Diamantina-MG.jpg" alt="Capela Nossa Senhora da Luz em Diamantina MG" width="338" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Nossa-Senhora-da-Luz-em-Diamantina-MG.jpg 338w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Nossa-Senhora-da-Luz-em-Diamantina-MG-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Nossa-Senhora-da-Luz-em-Diamantina-MG-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42006" class="wp-caption-text">Capela Nossa Senhora da Luz em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>construção</strong>, no entanto, foi em época bem posterior, estando <strong>concluída em 1819</strong>, conforme documentos que informam sobre a <strong>transladação da Arquiconfraria do Glorioso Patriarca São Francisco</strong>, da <strong>capela do Amparo</strong> para a <strong>Capela da Luz</strong>. A <strong>doação</strong> foi definitiva cinco anos mais tarde, feita por <strong>Dona Maria Tereza</strong>.</p>
<p>A dama portuguesa que erigiu a capela <strong>anexou à mesma um recolhimento e educandário para meninas órfãs</strong>. Quando <strong>Dona Tereza de Jesus</strong> faleceu, em <strong>1826</strong>, foi <strong>sepultada à entrada do templo</strong>.</p>
<p>A <strong>Capela da Luz</strong>, como tantas outras, necessitou passar por <strong>várias reformas</strong>, porém <strong>manteve seu estilo</strong>, apesar de algumas alterações.</p>
<h3>12. Teatro Santa Izabel</h3>
<p><figure id="attachment_42008" aria-describedby="caption-attachment-42008" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42008 size-loop-large" title="Teatro Santa Izabel em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-800x534.jpg" alt="Teatro Santa Izabel em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Teatro-Santa-Izabel-em-Diamantina-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42008" class="wp-caption-text">Teatro Santa Izabel em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>Teatro Santa Izabel</strong> foi construído em <strong>1841</strong> e aberto ao público no ano seguinte. O objetivo da criação dessa <strong>casa de espetáculos</strong> era <strong>destinar os recursos arrecadados ao hospital da cidade</strong>, a <strong>Santa Casa de Caridade</strong>.</p>
<p>Em <strong>1912</strong>, o teatro foi <strong>demolido</strong>, dando lugar a um novo edifício que abrigaria <strong>teatro e cinema</strong>, na antiga <strong>Rua Tiradentes</strong> — atual <strong>Rua Direita</strong>.</p>
<p>No <strong>local original</strong>, na <strong>Cavalhada Velha</strong>, foi construída a <strong>Cadeia Pública</strong>, uma iniciativa da <strong>municipalidade</strong> em parceria com o <strong>governo de Minas Gerais</strong>, visando <strong>retirá-la da área central da cidade</strong>.</p>
<p>Após décadas, em <strong>2007</strong>, iniciaram-se as <strong>obras de restauração do prédio</strong>, culminando na <strong>reabertura do Teatro Municipal Santa Izabel em 2010</strong>.</p>
<h3>13. Casa de Chica da Silva</h3>
<p><figure id="attachment_42028" aria-describedby="caption-attachment-42028" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42028 size-loop-large" title="Casa de Chica da Silva em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-800x534.jpg" alt="Casa de Chica da Silva em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Casa-de-Chica-da-Silva-em-Diamantina-MG.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42028" class="wp-caption-text">Casa de Chica da Silva em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>O bonito solário foi residência da escrava Chica da Silva entre os anos de 1763 e 1771. A casa, que hoje funciona como sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Dentro do casarão é possível apreciar a coleção de quadros que retratam a rainha negra.</p>
<h4>Chica da Silva</h4>
<p>São frequentes, em <strong>Diamantina</strong>, as referências a <strong>Chica da Silva</strong>, escravizada nascida no <strong>arraial do Tijuco</strong>, por volta de <strong>1720</strong>. Após ser <strong>alforriada</strong>, viveu por cerca de <strong>quinze anos</strong> com seu senhor, o influente <strong>contratador de diamantes João Fernandes</strong>, com quem teve <strong>treze filhos</strong>.</p>
<p>Considerada a <strong>mulher mais poderosa do Distrito Diamantino</strong>, Chica ficou conhecida por seus <strong>caprichos</strong>, o que lhe rendeu o apelido de <strong>“Chica-que-Manda”</strong>. Sua trajetória — entre o real e o lendário — inspirou <strong>romances, filmes e novelas</strong>, tornando-se um dos símbolos mais marcantes da história da região.</p>
<h3>14. Antiga Estação Ferroviária de Diamantina</h3>
<p><figure id="attachment_42010" aria-describedby="caption-attachment-42010" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42010 size-large" title="Antiga Estação Ferroviária de Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-1024x688.jpg" alt="Antiga Estação Ferroviária de Diamantina" width="800" height="538" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-1024x688.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-300x202.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-768x516.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina-800x537.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antiga-Estacao-Ferroviaria-de-Diamantina.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42010" class="wp-caption-text">Antiga Estação Ferroviária de Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>Estrada de Ferro Central do Brasil</strong>, que ligava <strong>Diamantina</strong> a <strong>Corinto</strong>, <strong>Curvelo</strong>, <strong>Belo Horizonte</strong> e ao <strong>litoral</strong>, foi inaugurada em <strong>1914</strong>. O <strong>terminal ferroviário</strong> da cidade funcionou até o início dos <strong>anos 1970</strong>, quando os <strong>trens de passageiros foram desativados</strong>.</p>
<p>Atualmente, o <strong>prédio da antiga estação</strong> abriga o <strong>Corpo de Bombeiros</strong> e marca o início da <strong>Trilha Verde da Maria Fumaça</strong>, percurso turístico que resgata a memória ferroviária da região.</p>
<h3>15. Edifício do Fórum de Diamantina</h3>
<p><figure id="attachment_42012" aria-describedby="caption-attachment-42012" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42012 size-large" title="Edifício do Fórum de Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-1024x683.jpg" alt="Edifício do Fórum de Diamantina" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Edificio-do-Forum-de-Diamantina-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42012" class="wp-caption-text">Edifício do Fórum de Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>O edifício que hoje abriga o <strong>Fórum</strong> foi construído em meados da <strong>primeira metade do século XVIII</strong>, tendo sido originalmente destinado a <strong>residência</strong>. Destacava-se por possuir um <strong>imponente quintal</strong>, característica comum nas casas senhoriais da época.</p>
<h3>16. Igreja Nossa Senhora do Amparo</h3>
<p><figure id="attachment_42014" aria-describedby="caption-attachment-42014" style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-42014 size-large" title="Igreja Nossa Senhora do Amparo em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-683x1024.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Amparo em Diamantina MG" width="683" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-683x1024.jpg 683w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-768x1152.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-1024x1536.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG-800x1200.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Amparo-em-Diamantina-MG.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42014" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Amparo em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>capela</strong>, cuja construção foi concluída em <strong>1776</strong>, foi erguida pela <strong>Irmandade dos Pardos do Arraial do Tijuco</strong>. Possui altares trabalhados em <strong>estilo barroco-rococó</strong>, com destaque para o <strong>púlpito em forma de cálice</strong> e as <strong>imagens do século XVIII</strong>.</p>
<p>Os trabalhos de <strong>acabamento e ornamentação</strong> são atribuídos ao pintor e irmão da ordem <strong>Silvestre de Almeida Lopes</strong>, incluindo a <strong>pintura e douramento da capela</strong>, bem como a <strong>pintura dos dois altares do arco do cruzeiro</strong>, realizados em <strong>1796</strong>.</p>
<p>Ao longo do <strong>século XIX</strong>, passou por diversas reformas, como a <strong>demolição da torre primitiva</strong>, em <strong>1813</strong>, construída em pedra — o que acabou causando danos à estrutura do edifício. A torre foi <strong>reerguida cinco anos depois</strong>.</p>
<h3>17. Basílio do Sagrado Coração de Jesus</h3>
<p><figure id="attachment_41992" aria-describedby="caption-attachment-41992" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41992 size-loop-large" title="Basílio do Sagrado Coração de Jesus em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-800x534.jpg" alt="Basílio do Sagrado Coração de Jesus em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Basilio-do-Sagrado-Coracao-de-Jesus-em-Diamantina-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41992" class="wp-caption-text">Basílio do Sagrado Coração de Jesus em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>O principal ponto de interesse desta <strong>igreja neogótica</strong>, erguida no final do <strong>século XIX</strong>, são seus <strong>belíssimos vitrais franceses</strong> e a <strong>mesa do altar em pedra-sabão</strong>. O projeto é de autoria do <strong>padre Júlio Clavelin</strong>, também responsável pela planta da <strong>Igreja do Santuário do Caraça</strong>, em <strong>Santa Bárbara</strong>, igualmente em estilo neogótico.</p>
<p>Praça do Sagrado Coração, 11 – Largo Dom João.</p>
<h3>18. Igreja de Nossa Senhora das Mercês</h3>
<p><figure id="attachment_42016" aria-describedby="caption-attachment-42016" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42016 size-large" title="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Diamantina MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Diamantina-MG.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42016" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>A edificação da <strong>Igreja de Nossa Senhora das Mercês</strong> teve início em <strong>16 de março de 1778</strong>, sendo fruto da devoção e organização da <strong>Irmandade de Nossa Senhora das Mercês</strong>, fundada em <strong>1772</strong>.</p>
<p>A confraria surgiu a partir de uma <strong>cisão da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos</strong>, da qual se <strong>desligaram os irmãos mulatos</strong> com a decisão de formar uma nova irmandade, reafirmando sua identidade e autonomia religiosa e social no contexto do Arraial do Tijuco.</p>
<h3>19. Catedral Metropolitana de Diamantina – Santo Antônio da Sé</h3>
<p><figure id="attachment_42032" aria-describedby="caption-attachment-42032" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42032 size-large" title="Catedral Metropolitana de Diamantina – Santo Antônio da Sé" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-1024x771.jpg" alt="Catedral Metropolitana de Diamantina – Santo Antônio da Sé" width="800" height="602" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-1024x771.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-300x226.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-768x578.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-1536x1156.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se-800x602.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Catedral-Metropolitana-de-Diamantina-–-Santo-Antonio-da-Se.jpg 1776w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42032" class="wp-caption-text">Catedral Metropolitana de Diamantina – Santo Antônio da Sé</figcaption></figure></p>
<p>A atual <strong>Catedral Metropolitana de Diamantina</strong> foi construída entre <strong>1932 e 1938</strong>, em substituição à antiga <strong>Igreja de Santo Antônio do Tijuco</strong>, erguida por volta de <strong>1750</strong> e demolida em <strong>1932</strong>. A antiga igreja, que ocupava o mesmo terreno, estava voltada para a <strong>Rua Direita</strong>, diferentemente da orientação da construção atual.</p>
<p>Embora a edificação original tenha sido inteiramente substituída, ainda se preservam <strong>alguns elementos remanescentes</strong>, como os <strong>altares laterais em estilo barroco</strong> e <strong>peças avulsas</strong> que remetem à antiga ornamentação e ao passado colonial da cidade.</p>
<h3>20. Passeio pela cidade de Diamantina</h3>
<p>A integridade das construções e a beleza da organização urbana encantam quem visita Diamantina.</p>
<p>O passeio por suas ruas pode começar na <strong>Catedral Metropolitana</strong> (Praça da Matriz), construção da década de <strong>1930</strong>, que, embora sem grande interesse arquitetônico, marca o ponto central da cidade.</p>
<p>Na <strong>Rua da Quitanda</strong>, atrás da Matriz, perfilam-se <strong>sobrados avarandados</strong>, de cujas sacadas se debruçam músicos durante concertos noturnos a céu aberto, protagonizados por tradicionais <strong>bandas de música</strong>.</p>
<p>Em frente à praça, encontra-se o <strong>prédio da Prefeitura</strong> (Praça Conselheiro Matta, 111), erguido em <strong>1735</strong>, onde funcionava antigamente a <strong>Intendência dos Diamantes</strong>. Na lateral da praça, destaca-se a <strong>Casa do Muxarabiê</strong> (Rua da Quitanda, 50), cuja janela é recoberta por uma <strong>treliça de inspiração árabe</strong>, permitindo aos moradores observar a rua sem serem vistos.</p>
<p>Pouco adiante, chega-se ao famoso <strong>Beco do Mota</strong>, repleto de bares e ateliês que animam a vida cultural da cidade. Nas proximidades do <strong>Mercado Municipal</strong>, localiza-se a <strong>Rua do Burgalhau</strong>, onde estão algumas das casas mais antigas de Diamantina, datadas da época da <strong>formação do arraial</strong>.</p>
<p>Na <strong>Casa de Chica da Silva</strong> (Praça Lobo de Mesquita, 266), onde a ex-escravizada viveu entre <strong>1763 e 1771</strong>, também se notam <strong>influências árabes</strong> na arquitetura, sinal da diversidade cultural que marca a história local.</p>
<p>Bem mais modesta, a <strong>Casa de Juscelino</strong> (Rua São Francisco, 241), construída em <strong>pau a pique</strong> no século XVIII, hoje abriga um <strong>museu com fotos, objetos pessoais e informações</strong> sobre o ex-presidente <strong>Juscelino Kubitschek</strong>, nascido na cidade. Na mesma rua, destaca-se o imponente <strong>Casarão do Fórum</strong> (Rua São Francisco, s/n), um belo exemplar da <strong>arquitetura do século XVIII</strong>.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/diamantina-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/">Diamantina &#8211; Atrações Turísticas, História e Arquitetura</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>São João del-Rei MG – Atrações Turísticas, História e Arquitetura Colonial</title>
		<link>https://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 09:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura barroca]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Barão de Itambé]]></category>
		<category><![CDATA[Chafariz da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora do Carmo]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora do Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Francisco de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estanho]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Ferroviário]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Regional de São João del-Rei]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte do Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Solar dos Lustosa]]></category>
		<category><![CDATA[Solar dos Neves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Construções modernas mesclam-se a relíquias coloniais em São João del- Rei, cuja história inicia-se no fim do século XVII. Em 1713, o arraial fundado por bandeirantes às margens do rio das Mortes foi elevado à condição de vila com o nome atual, em homenagem ao rei de Portugal, dom João [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/">São João del-Rei MG &#8211; Atrações Turísticas, História e Arquitetura Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Construções modernas mesclam-se a relíquias coloniais em São João del- Rei, cuja história inicia-se no fim do século XVII.</p>
<p>Em 1713, o arraial fundado por bandeirantes às margens do rio das Mortes foi elevado à condição de vila com o nome atual, em homenagem ao rei de Portugal, dom João V.</p>
<p><figure id="attachment_41958" aria-describedby="caption-attachment-41958" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41958 size-large" title="São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x576.jpg" alt="São João del-Rei MG" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41958" class="wp-caption-text">São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>A cidade prosperou graças à mineração e, ao contrário das demais, sobreviveu ao seu declínio, voltando-se para a agricultura, a pecuária e o comércio.</p>
<p>O preço do crescimento econômico foi a perda de parte de suas construções coloniais.</p>
<p>Hoje, São João del-Rei é uma cidade movimentada e ativa.</p>
<p>O barroco está presente nas igrejas e construções do centro histórico, que pode ser percorrido a pé.</p>
<p>Arquitetura barroca que remete ao estilo colonial da época da exploração do ouro no estado, no século XVIII, São João del-Rei é uma cidade que exala arte, cultura e história.</p>
<h3>Vídeo sobre os Pontos Turísticos de São João del Rei MG</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cidade-de-Sao-Joao-del-Rei.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>São João del-Rei em Minas Gerais</h2>
<h3>1. História</h3>
<p>Em busca de esmeraldas, a bandeira de Fernão Dias Pais Leme foi, no ano de 1674, forçada a passar a estação chuvosa na Serra Negra, onde fundou o primitivo arraial das Minas Gerais – Ibituruna, distante doze léguas da atual cidade de São João Del Rei, a cujo município pertenceu até 1922.</p>
<p>Os cascalhos auríferos da bacia do rio das Mortes, que “assoalhavam o caminho trilhado pelos bandeirantes”, denunciaram os grandes depósitos de ouro da região. Os primeiros povoadores de São João Del Rei foram os paulistas.</p>
<p>Em fins do século XVII, Tomé Portes Del Rei, procedente de Taubaté, fixou-se às margens do rio da Mortes, localidade a que chamavam, por ser passagem de todas as embarcações, do “Porto Real , e teve início o primeiro arraial. Em 1702, porém, falecia Tomé Portes Del Rei, a quem, desde 1701, havia sido conferido o direito de cobrança de passagem no rio das Mortes.</p>
<p>Sucedeu-o seu genro Antônio Garcia da Cunha.</p>
<p>Até 1703, a importância do povoado decorria de sua situação como ponto de ligação com os Sertões do Caeté e a região das minas do Carmo, Ouro Preto e Sabará. De 1703 a 1704, o português Manuel João de Barcelos descobriu, nas fraldas dos montes, ricas manchas de ouro e os paulistas Pedro do Rosário e Lourenço da Costa iniciaram ali os trabalhos de faiscação.</p>
<p>Forasteiros e aventureiros começaram a afluir para o local.</p>
<p>E nas encostas das serras, atualmente denominado Morro da Forca, erigiram os paulistas a primeira igreja, consagrada à Nossa Senhora do Pilar. Assim, por sua posição geográfica e pela sua riqueza aurífera, surgiu o arraial do Rio das Mortes.</p>
<p>Na guerra entre os paulistas e emboabas, ainda no início do século XVIII, foi o arraial do Rio das Mortes fortemente abalado com a morte e o afastamento dos paulistas, aos quais foram usurpadas as minas.</p>
<p>Apesar dessas lutas e disputas, a povoação continuou a prosperar.</p>
<p>Em 8 de julho de 1713, foi criada a vila, que recebeu, em homenagem a D. João V e Tomé Portes Del Rei, o nome de São João Del Rei.</p>
<h2>2. Atrações Turísticas e Arquitetura Colonial</h2>
<p>São João del-Rei, em Minas Gerais, é conhecida por seu charme colonial e pelas atrações históricas que preservam a riqueza do barroco mineiro.</p>
<p>Entre os principais destaques estão a Igreja de São Francisco de Assis, com fachada em pedra-sabão atribuída a Aleijadinho, e a Catedral de Nossa Senhora do Pilar, famosa por seus altares dourados.</p>
<p>A cidade ainda conta com casarios antigos, ruas de pedra e igrejas como a de Nossa Senhora do Carmo, que encantam pela arquitetura e pelas tradições que atravessam os séculos.</p>
<ul>
<li>Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora do Rosário</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora das Mercês</li>
<li>Igreja de São Francisco de Assis</li>
<li>Museu do Estanho</li>
<li>Museu Regional de São João del-Rei</li>
<li>Museu Ferroviário</li>
<li>Passeios pela cidade</li>
</ul>
<h4>1. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar</h4>
<p><figure id="attachment_41939" aria-describedby="caption-attachment-41939" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41939 size-large" title="Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x681.jpg" alt="Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar em São João del-Rei MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Pilar-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41939" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Em sua pia foram batizados Bárbara Heliodora e Tancredo Neves.</p>
<p>Construída em 1721 cm substituição a uma capela incendiada durante a Guerra dos Emboabas, passou por um processo de ampliação no começo do século XIX, quando sua fachada foi reformada, ganhando linhas neoclássicas.</p>
<p>A opulência barroca é visível na grandiosa talha dourada de seus seis altares, profusamente trabalhados; no primeiro altar da direita, por exemplo, há uma imagem de São Miguel enfeitada por diamantes e esmeraldas; na imagem da padroeira foram usados mais de duzentos quilos de ouro. Rua Getúlio Vargas, Centro.</p>
<h4>2. Igreja de Nossa Senhora do Rosário</h4>
<p><figure id="attachment_41941" aria-describedby="caption-attachment-41941" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41941 size-loop-large" title="Igreja de Nossa Senhora do Rosário em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x583.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora do Rosário em São João del-Rei MG" width="800" height="583" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x583.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x219.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x560.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41941" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Rosário em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Edificada entre 1708 e 1709.</p>
<p>Sofreu várias remodelações, incluindo a construção de uma segunda torre sineira, em 1936.</p>
<p>Seus principais atrativos são a imagem da padroeira, num trono ricamente trabalhado, a talha do arco-cruzeiro e o retábulo do altar- mor.</p>
<p>As imagens foram esculpidas pelo mestre do Cajuru &#8211; nome atribuído por pesquisadores a um artista setecentista de identidade desconhecida que atuou na região.</p>
<p>Praça Embaixador Gastão da Cunha (Largo do Rosário), s/n.</p>
<h4>3. Igreja de Nossa Senhora do Carmo</h4>
<p><figure id="attachment_41943" aria-describedby="caption-attachment-41943" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41943 size-loop-large" title="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x842.webp" alt="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em São João del-Rei MG" width="800" height="842" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x842.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-285x300.webp 285w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-973x1024.webp 973w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x808.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-52x55.webp 52w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.webp 1140w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41943" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Carmo em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>O que mais se destaca nesta igreja construída entre 1732 e 1785 são suas torres oitavadas.</p>
<p>Os altares são pintados de branco; a decoração elegante, sem excessos, é típica da segunda fase do barroco.</p>
<p>O rico trabalho em pedra-sabão da fachada, representando Nossa Senhora cercada por querubins, é do século XIX. Largo do Carmo, s/n.</p>
<h4>4. Igreja de Nossa Senhora das Mercês</h4>
<p><figure id="attachment_41945" aria-describedby="caption-attachment-41945" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41945 size-loop-large" title="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x523.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em São João del-Rei MG" width="800" height="523" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x523.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x196.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x502.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 847w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41945" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora das Mercês em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Em 1853, uma reforma alterou a fachada e a planta da antiga capela, erguida na primeira metade do século XVIII e pertencente à Irmandade das Mercês, constituída pelos chamados “pardos”.</p>
<p>Com uma torre lateral um pouco afastada do corpo da construção, a igreja tem linhas elegantes e sóbrias.</p>
<p>Repare nos soberbos bancos de jacarandá e couro da capela-mor. Alto das Mercês, s/n.</p>
<h4>5. Igreja de São Francisco de Assis</h4>
<p><figure id="attachment_41947" aria-describedby="caption-attachment-41947" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41947 size-large" title="Igreja de São Francisco de Assis em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja de São Francisco de Assis em São João del-Rei MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41947" class="wp-caption-text">Igreja de Sao Francisco de Assis</figcaption></figure></p>
<p>A distância, pode-se divisar o grandioso conjunto de palmeiras-imperiais que emoldura esta igreja em que predomina o estilo rococó e que constitui um dos mais importantes monumentos religiosos do país.</p>
<p>A construção arredondada foi iniciada em 1774, segundo projeto original de Aleijadinho; entretanto, o mestre-de-obras Francisco de Lima Cerqueira introduziu várias modificações.</p>
<p>De autoria de Aleijadinho são os belíssimos entalhes de pedra da fachada, o projeto dos retábulos e a imagem de são João Evangelista na sacristia.</p>
<p>Os altares laterais estão na cor natural porque o ouro já rareava quando foram terminados, e um imenso lustre de cristal Baccarat ilumina a nave. Praça. Frei Orlando, s/n, Centro.</p>
<h4>6. Museu do Estanho</h4>
<p>A John Somers, fábrica de objetos de estanho instalada em São João del-Rei desde os anos 1960, reúne peças utilitárias, decorativas e religiosas do Brasil e da Europa.</p>
<p><figure id="attachment_41950" aria-describedby="caption-attachment-41950" style="width: 454px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41950 size-full" title="Museu do Estanho em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" alt="Museu do Estanho em São João del-Rei MG" width="454" height="340" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 454w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-do-Estanho-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41950" class="wp-caption-text">Museu do Estanho em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Fazem parte do acervo, por exemplo, objetos recolhidos de navios europeus que naufragaram na costa brasileira no século XVII. Avenida Leite de Castro, 1150, Fábricas</p>
<h4>7. Museu Regional de São João del-Rei</h4>
<p><figure id="attachment_41952" aria-describedby="caption-attachment-41952" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41952 size-large" title="Museu Regional de São João del-Rei em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg" alt="Museu Regional de São João del-Rei em São João del-Rei MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Regional-de-Sao-Joao-del-Rei-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41952" class="wp-caption-text">Museu Regional de São João del-Rei em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Instalado num imenso solar de 1859, o museu tem um amplo acervo de móveis e objetos dos séculos XVIII e XIX.</p>
<p>Sobressaem as imagens de mármore que representam os continentes e uma primorosa liteira, toda decorada. Praça Severiano Resende</p>
<p>Fundação Presidente Tancredo Neves</p>
<p>Em uma casa do século XVIII foi instalado o memorial de Tancredo Neves, filho ilustre da cidade.</p>
<p>As nove salas recompõem sua trajetória por meio de documentos, fotos, vídeos e discursos.</p>
<p>Rua Padre Jose Maria Xavier, 7, Centro.</p>
<h4>8. Museu Ferroviário</h4>
<p><figure id="attachment_41954" aria-describedby="caption-attachment-41954" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41954 size-full" title="Museu Ferroviário em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" alt="Museu Ferroviário em São João del-Rei MG" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Ferroviario-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-110x55.jpg 110w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41954" class="wp-caption-text">Museu Ferroviário em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>O museu está instalado na Estação da Estrada de Ferro Oeste-Minas, onde se toma a maria-fumaça para Tiradentes.</p>
<p>Fazem parte do acervo peças, equipamentos e fotos, além de antigos vagões e de uma coleção de onze locomotivas a vapor Baldwin. Av. Hermílio Alves, 366, Centro.</p>
<h4>9. Passeios pela cidade</h4>
<p>Mesclando construções antigas e novas, São João del-Rei é muito agradável, com boas surpresas que se revelam num passeio a pé.</p>
<p><figure id="attachment_41964" aria-describedby="caption-attachment-41964" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41964 size-large" title="Ponte do Rosário São João del-Rei" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x445.jpg" alt="Ponte do Rosário São João del-Rei" width="800" height="348" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x445.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x130.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x334.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-127x55.jpg 127w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x348.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ponte-Historica-na-cidade-de-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 1150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41964" class="wp-caption-text">Ponte do Rosário São João del-Rei</figcaption></figure></p>
<p>E interessante prestar atenção na riqueza de detalhes da fachada de algumas construções coloniais no centro histórico, como</p>
<ul>
<li>Solar dos Neves (praça Emb. Gastão da Cunha, 98).</li>
<li>Solar dos Lustosa (pça. Emb. Gastão da Cunha, 54), o Solar da Baronesa de Itaverava (rua Getúlio Vargas, 238), com sua linda sacada de ferro rendilhado.</li>
<li>Casa do Barão de Itambé (pça. Barão de Itambé, 17).</li>
<li>Ponte do Rosário &#8211; em 1800 foi construída a “ponte do rosário”, que tem de um lado a Igreja do Rosário e do outro o Memorial Tancredo Neves e a Igreja de São Francisco.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_41956" aria-describedby="caption-attachment-41956" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41956 size-large" title="Chafariz da Legalidade em São João del-Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg" alt="Chafariz da Legalidade em São João del-Rei MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/chafariz-da-Legalidade-em-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41956" class="wp-caption-text">Chafariz da Legalidade em São João del-Rei MG</figcaption></figure></p>
<p>Também merecem ser apreciados o conjunto de casas térreas, mais modestas, como as da rua do Rosário, as capelas dos Passos da Paixão esparsas na cidade e o chafariz da Legalidade (praça do Expedicionário), único exemplar dos chafarizes de pedra tão comuns nas cidades coloniais.</p>
<p>Atrações Turísticas, História e Arquitetura de São João del-Rei MG em Minas Gerais</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/">São João del-Rei MG &#8211; Atrações Turísticas, História e Arquitetura Colonial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História e Atrações Turísticas de Tiradentes MG</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-ecoturismo-e-atracoes-turisticas-de-tiradentes-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 19:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Capela Bom Jesus da Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de São João Evangelista]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Yves Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Chafariz de São José]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Francisco de Paula]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTONIO]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos]]></category>
		<category><![CDATA[Largo das Forras]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Padre Toledo]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário da Santíssima Trindade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Com seu charme colonial e atmosfera preservada, Tiradentes, em Minas Gerais, é um dos destinos mais encantadores do Brasil. Fundada no auge do ciclo do ouro, a cidade combina riqueza histórica com atrações culturais e gastronômicas. Entre os principais pontos turísticos estão a Igreja Matriz de Santo Antônio, com seu [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-ecoturismo-e-atracoes-turisticas-de-tiradentes-mg/">História e Atrações Turísticas de Tiradentes MG</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Com seu charme colonial e atmosfera preservada, Tiradentes, em Minas Gerais, é um dos destinos mais encantadores do Brasil.</strong> Fundada no auge do ciclo do ouro, a cidade combina riqueza histórica com atrações culturais e gastronômicas.</p>
<p>Entre os principais pontos turísticos estão a <strong>Igreja Matriz de Santo Antônio</strong>, com seu exuberante interior barroco, o <strong>Chafariz de São José</strong>, construído no século XVIII, e o <strong>Museu de Sant’Ana</strong>, instalado em uma antiga cadeia pública.</p>
<p>Além disso, os visitantes encontram eventos como o <strong>Festival de Gastronomia</strong>, trilhas ecológicas na Serra de São José e um centro histórico que convida a longos passeios a pé por ruas de pedra e casarões seculares.</p>
<p><figure id="attachment_41926" aria-describedby="caption-attachment-41926" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41926 size-loop-large" title="Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1-800x400.jpg" alt="Tiradentes MG" width="800" height="400" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1-800x400.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1-300x150.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1-768x384.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1-110x55.jpg 110w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41926" class="wp-caption-text">Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>No início do <strong>século XVIII</strong>, a atual cidade de <strong>Tiradentes</strong> era um próspero <strong>povoado minerador</strong> de <strong>Minas Gerais</strong>. Em <strong>1718</strong>, foi elevada à categoria de <strong>vila</strong> e passou a se chamar <strong>São José</strong>, em homenagem ao príncipe português. O nome <strong>Tiradentes</strong> só foi adotado após a <strong>Proclamação da República</strong>, em referência ao <strong>mártir da Inconfidência Mineira</strong>, nascido na <strong>fazenda Pombal</strong>, nas redondezas da cidade.</p>
<p>Com a <strong>decadência da mineração</strong>, Tiradentes caiu no esquecimento. Mesmo tombada pelo <strong>Iphan</strong> em <strong>1938</strong>, permaneceu isolada até a <strong>década de 1970</strong>, quando foi redescoberta por <strong>artistas e intelectuais</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e de <strong>São Paulo</strong>. Cuidadosamente <strong>restaurada</strong>, vive hoje do <strong>turismo</strong>: são cerca de <strong>8 mil leitos</strong> em hotéis e pousadas — número superior ao de moradores fixos, que não chega a <strong>6 mil</strong>.</p>
<p>O <strong>casario colonial</strong> bem preservado, um calendário rico em <strong>eventos culturais</strong>, além de <strong>lojas</strong>, <strong>restaurantes</strong> e <strong>pousadas charmosas</strong>, atraem um público <strong>sofisticado</strong> e de <strong>alto poder aquisitivo</strong>. Tiradentes é uma cidade para ser explorada <strong>a pé</strong> — embora as crianças costumem se encantar com os passeios de <strong>charrete</strong> disponíveis na praça.</p>
<h4>Vídeo sobre a História e Atrações Turísticas de Tiradentes MG</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-ecoturismo-e-atracoes-turisticas-de-tiradentes-mg/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG.webp" width="400" /></a></p></p>
<h3>História de Tiradentes</h3>
<p>A cidade de Tiradentes foi fundada por volta de 1700, quando os paulistas descobriram ouro nas encostas da Serra de São José.</p>
<p>Na época, era um arraial chamado Santo Antônio do Rio das Mortes.</p>
<p>Em 1718 o local teve o status elevado e passou a se chamar Vila de São José, em homenagem ao príncipe D. José. Durante todo o século XVIII, a vila viveu da exploração de ouro e foi um dos importantes centros produtores do metal de Minas Gerais.</p>
<p>A abundância das minas de ouro financiou obras e benfeitorias na região. Igrejas, capelas e outras construções receberam os aspectos da arquitetura barroca e rococó.</p>
<p>Grandes nomes da arte do período colonial foram chamados para ajudar a compor as edificações, entre eles o famoso escultor Aleijadinho.</p>
<p>A queda das extrações do metal precioso, no início do século XIX, trouxe praticamente a decadência da vila. Esse processo fez com que a região adormecesse para o mundo, fato que colaborou para a preservação do acervo arquitetônico.</p>
<p><figure id="attachment_41923" aria-describedby="caption-attachment-41923" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41923 size-large" title="Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1024x683.jpg" alt="Tiradentes MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Tiradentes-MG.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41923" class="wp-caption-text">Tiradentes dispõe de um dos conjuntos arquitetônicos mais importantes de Minas Gerais.</figcaption></figure></p>
<p>Após a Proclamação da República, em 1889, a cidade recebeu o nome de Tiradentes, em homenagem ao alferes Joaquim José da Silva Xavier.</p>
<p>O oficial foi considerado um nome importante da Inconfidência Mineira, durante a década de 1780, contra o domínio português. Desde então, começou, aos poucos, o processo de valorização da cidade. Aproveite e saiba mais sobre Tiradentes e a cidade que leva seu nome.</p>
<p>Ainda existem no município excelentes exemplares da arquitetura civil do século XVIII, como o Sobrado Ramalho, situado na Rua da Câmara, esquina com a rua direita, local conhecido como Quatro Cantos.</p>
<p>Localizada no estado de Minas Gerais, região sudeste do país, Tiradentes faz fronteira com as cidades de Coronel Xavier Chaves, Prados, Resende Costa, Santa Cruz de Minas e Vilarejo do Bichinho.</p>
<p>A distância de Belo Horizonte, capital mineira, até Tiradentes é de aproximadamente 200 km.</p>
<h3>Atrações Turísticas de Tiradentes MG</h3>
<ol>
<li>Largo das Forras</li>
<li>Capela Bom Jesus da Pobreza</li>
<li>Capela de São João Evangelista</li>
<li>Museu do Padre Toledo</li>
<li>Igreja Matriz de Santo Antônio</li>
<li>Santuário da Santíssima Trindade</li>
<li>Chafariz de São José</li>
<li>Igreja de São Francisco de Paula</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora das Mercês</li>
<li>Centro Cultural Yves Alves</li>
<li>Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos</li>
<li>Museu de Santana</li>
</ol>
<h4>1. Largo das Forras</h4>
<p>Nesta praça reuniram-se os ex-escravos para festejar o fim da escravidão, em 1888.</p>
<p><figure id="attachment_41900" aria-describedby="caption-attachment-41900" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41900 size-loop-large" title="Largo das Forras em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-800x600.jpg" alt="Largo das Forras em Tiradentes MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Largo-das-Forras-em-Tiradentes-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41900" class="wp-caption-text">Largo das Forras em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Remodelada pelo paisagista <strong><a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejinha-da-pampulha-mg/" target="_blank" rel="noopener">Roberto Burle Marx</a></strong>, em 1989, hoje ela é o coração da cidade: lá ficam a Prefeitura Municipal (uma rara construção colonial de três andares) e um grande número de lojas de artesanato, restaurantes, bares e pousadas.</p>
<p>Na alta temporada, o movimento é grande, e o clima, festivo.</p>
<p>Na lateral da praça, a velha arcada de pedras da ponte das Forras cruza o ribeirão de Santo Antônio.</p>
<h4>2. Capela Bom Jesus da Pobreza</h4>
<p><figure id="attachment_41902" aria-describedby="caption-attachment-41902" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41902 size-full" title="Capela Bom Jesus da Pobreza em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG.webp" alt="Capela Bom Jesus da Pobreza em Tiradentes MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Senhor-Bom-Jesus-da-Pobreza-em-Tiradentes-MG-73x55.webp 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41902" class="wp-caption-text">Capela Bom Jesus da Pobreza em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Singela, esta capela, construída no fim do século XVIII, sofreu várias intervenções. Sua planta é simples e os altares escassamente decorados.</p>
<p>A Capela do Bom Jesus da Pobreza, ou Bom Jesus Agonizante, marca o Largo das Forras. Está entre bares e restaurantes e dá certo ar colonial à Praça.</p>
<p>A história da igreja é bastante incerta, devido à falta de documentos sobre a construção.</p>
<p>Acredita-se que ela date da segunda metade do século XVIII e que a construção tenha ocorrido em pagamento a uma promessa do então Capitão-mor Gonçalo Joaquim de Barros.</p>
<p>A igreja tem fachada simples, em estilo barroco-rococó, e o interior marcado pela imagem de um Jesus Cristo agonizante em meio a um altar de madeira com pinturas florais coloridas.</p>
<p>Ela já sofreu várias intervenções desde a construção, incluindo uma grande reforma nos anos 50.</p>
<p>Entretanto, ela guarda um tesouro: uma comovente imagem de Jesus agonizante, das mais belas de toda a região do ouro. Largo das Forras, s/n, Centro.</p>
<h4>3. Capela de São João Evangelista</h4>
<p><figure id="attachment_41904" aria-describedby="caption-attachment-41904" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41904 size-large" title="Capela de São João Evangelista em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-1024x769.jpg" alt="Capela de São João Evangelista em Tiradentes MG" width="800" height="601" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-1024x769.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-768x577.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG-800x601.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Evangelista-em-Tiradentes-MG.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41904" class="wp-caption-text">Capela de São João Evangelista em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>A capela, pertencente à Irmandade dos Homens Pardos, começou a ser construída em 1760, mas só foi finalizada no começo século XIX.</p>
<p>A fachada é ampla e simples, sem torres: o sino foi instalado em uma das janelas.</p>
<p>No interior, os altares têm belas talhas em estilo rococó e imagens com mais de 2 metros de altura, que descrevem o calvário do padroeiro. Rua Padre Toledo, s/n, Centro.</p>
<h4>4. Museu do Padre Toledo</h4>
<p><figure id="attachment_41906" aria-describedby="caption-attachment-41906" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41906 size-loop-large" title="Museu Casa Padre Toledo em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG-800x450.jpg" alt="Museu Casa Padre Toledo em Tiradentes MG" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-Casa-Padre-Toledo-em-Tiradentes-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41906" class="wp-caption-text">Museu Casa Padre Toledo em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>O solar em que viveu e conspirou o padre e inconfidente Carlos de Toledo foi convertido em museu no ano de 1971 e expõe mobiliário, objetos e pinturas de época.</p>
<p>O ponto alto são os forros pintados dos seus doze cômodos, alguns com motivos clássicos, como o da Sala dos Cinco Sentidos. Rua Padre Toledo, 190, Centro.</p>
<h4>5. Igreja Matriz de Santo Antônio</h4>
<p>As obras, iniciadas em 1710, consumiram quarenta anos, e meia tonelada de ouro, que rebrilha na magnífica talha dos sete altares.</p>
<p><figure id="attachment_41909" aria-describedby="caption-attachment-41909" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41909 size-large" title="Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-1024x642.jpg" alt="Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes MG" width="800" height="502" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-1024x642.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-768x482.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-88x55.jpg 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-1536x963.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-2048x1285.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-MG-800x502.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41909" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>A Igreja Matriz de Santo Antônio é o mais antigo e principal templo católico de Tiradentes e um grande exemplo de arquitetura da arte barroca e rococó. A construção se deu início no ano de 1710, quando um grupo de devotos fundou a Irmandade do Santíssimo Sacramento.</p>
<p>Maior símbolo entre as igrejas de Tiradentes, a Matriz de Santo Antônio tem a escultura de fachada esculpida por Aleijadinho. O projeto data do início do século XVIII, porém as alterações realizadas pelo grande artista mineiro aconteceram apenas no início do século XIX.</p>
<p>Logo na entrada, é difícil não se impressionar com os lustres de prata e a quantidade de ouro que decora o altar e suas imagens. São, inclusive, também de Aleijadinho as esculturas da portada.</p>
<p>A Igreja possui 482 kg de ouro em seu interior, sendo a segunda igreja com a maior quantidade do metal precioso do Brasil, atrás apenas da Igreja de São Francisco da Penitência, em Salvador.</p>
<p><figure id="attachment_41919" aria-describedby="caption-attachment-41919" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41919 size-full" title="Interior da Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes.jpg" alt="Interior da Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes" width="626" height="417" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes.jpg 626w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Interior-da-Igreja-Matriz-de-Santo-Antonio-em-Tiradentes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41919" class="wp-caption-text">Interior da Igreja Matriz de Santo Antônio em Tiradentes.</figcaption></figure></p>
<p>Na balaustrada do coro vê-se o órgão trazido de Portugal em 1788, colocado em uma caixa de madeira com entalhes e pintura cm estilo rococó, de autoria de Manuel Vítor de Jesus, artista também responsável pela pintura do forro e da sacristia.</p>
<p>Destacam-se ainda as grandes arcas de madeira com ferragens de prata e as imagens do século XVIII. A fachada foi modificada em 1810, a partir de projeto de<strong><a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/" target="_blank" rel="noopener"> Aleijadinho</a></strong>.</p>
<p>Cartão-postal de Tiradentes, a Igreja Matriz de Santo Antônio é uma das mais lindas de Minas Gerais.</p>
<p>O relógio do sol, situado na área externa, é um dos principais símbolos da cidade. Ele foi esculpido em pedra-sabão e indica as horas de acordo com a posição do astro.</p>
<p>No adro há um relógio de sol construído em 1785, hoje um dos símbolos da cidade.</p>
<p>Nos fins de semana, um espetáculo de luz e som conta a história da igreja e oferece explicações sobre seu patrimônio artístico e arquitetônico. R. da Câmara, s/n, Centro.</p>
<h4>6. Santuário da Santíssima Trindade</h4>
<p>Manuel Vítor de Jesus foi o autor do projeto desta igreja, construída em 1810.</p>
<p><figure id="attachment_41911" aria-describedby="caption-attachment-41911" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41911 size-loop-large" title="Santuário da Santíssima Trindade em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-800x600.webp" alt="Santuário da Santíssima Trindade em Tiradentes MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-da-Santissima-Trindade-em-Tiradentes-MG.webp 984w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41911" class="wp-caption-text">Santuário da Santíssima Trindade em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Ela abriga uma raridade: uma imagem de Deus com roupa de papa medieval e mãos espalmadas. Nos anos 1920, a igreja, destino de peregrinações, recebeu o título de santuário.<br />
As romarias à Santíssima Trindade ocorrem todos os anos, entre os meses de maio e junho. Praça Padre José Bernardino, s/n, Centro.</p>
<h4>7. Chafariz de São José</h4>
<p>O “chafariz azul’’ foi construído em 1749 e é considerado o mais belo do circuito do ouro.</p>
<p><figure id="attachment_41913" aria-describedby="caption-attachment-41913" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41913 size-large" title="Chafariz de São José em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-1024x683.jpg" alt="Chafariz de São José em Tiradentes MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-de-Sao-Jose-em-Tiradentes-MG.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41913" class="wp-caption-text">Chafariz de São José em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Cercado por uma mureta, dos três rostos de pedra lavrada que o compõem jorra água potável, proveniente de um antigo aqueduto de pedra, cujo ponto de origem é o bosque da Mãe-d’água, na base da serra de São José, para onde se pode fazer uma caminhada guiada. Rua do Chafariz, s/n, Centro.</p>
<h4>8. Igreja de São Francisco de Paula</h4>
<p><figure id="attachment_41915" aria-describedby="caption-attachment-41915" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41915 size-full" title="Igreja de São Francisco de Paula em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG.webp" alt="Igreja de São Francisco de Paula em Tiradentes MG" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Capela-Sao-Francisco-de-Paula-em-Tiradentes-MG-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41915" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Paula em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>O grande charme desta pequena igreja, cuja construção data de meados do século XVIII, é a localização: ela fica no alto de uma colma, de onde se tem uma privilegiada vista de Tiradentes. Rua Nicolau Panzera, s/n (Largo de São Francisco), Centro.</p>
<h4>9. Igreja de Nossa Senhora das Mercês</h4>
<p><figure id="attachment_41917" aria-describedby="caption-attachment-41917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41917 size-large" title="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-1024x768.webp" alt="Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Tiradentes MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-1024x768.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-768x576.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-1536x1152.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG-800x600.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-nossa-Senhora-das-Merces-em-Tiradentes-MG.webp 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41917" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Construída a mando da Irmandade dos Pretos Crioulos (negros nascidos no Brasil), esta igreja tem um altar em talha policromada em estilo rococó e uma importante coleção de imagens do século XVIII, entre as quais sobressai a da padroeira, de extrema delicadeza e feminilidade. Largo das Mercês, s/n, Centro.</p>
<h4>10. Centro Cultural Yves Alves</h4>
<p><figure id="attachment_41928" aria-describedby="caption-attachment-41928" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Centro-Cultural-Yves-Alves-em-Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41928 size-full" title="Centro Cultural Yves Alves em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Centro-Cultural-Yves-Alves-em-Tiradentes-MG.jpg" alt="Centro Cultural Yves Alves em Tiradentes MG" width="512" height="301" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Centro-Cultural-Yves-Alves-em-Tiradentes-MG.jpg 512w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Centro-Cultural-Yves-Alves-em-Tiradentes-MG-300x176.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Centro-Cultural-Yves-Alves-em-Tiradentes-MG-94x55.jpg 94w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41928" class="wp-caption-text">Centro Cultural Yves Alves em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>O maior centro cultural de Tiradentes é uma construção portentosa, em estilo colonial. Conta com anfiteatro, galeria, sala de reuniões, cafeteria e bar, além de uma grande área ajardinada. Rua Direita, 168, Centro.</p>
<h4>11. Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos</h4>
<p><figure id="attachment_41930" aria-describedby="caption-attachment-41930" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41930 size-full" title="Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG.webp" alt="Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Tiradentes MG" width="620" height="414" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG.webp 620w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG-82x55.webp 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Tiradentes-MG-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41930" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>E a igreja mais antiga da cidade, erguida no lugar da primitiva capela do arraial, em 1708.</p>
<p>Segundo a lenda, os escravos trabalhavam em sua construção nas noites de lua cheia, enfeitando-a com o ouro desviado das minas escondido sob as unhas.</p>
<p>Tem três altares ornamentados com imagens de santos negros. A pintura da nave e do forro é de Manuel Vítor dos Santos. Praça Padre Lourival Salvo Rios, s/n.</p>
<h4>12. Museu de Santana</h4>
<p>O prédio da cadeia pública de Tiradentes foi construído por volta de 1730.</p>
<p>Em 1829, sofreu um incêndio, tendo sido restaurado em 1835, conservando estrutura, portões e grades originais. No entanto, suas fachadas foram reconstruídas segundo os padrões neoclássicos que predominavam nos prédios públicos do século XIX.</p>
<p><figure id="attachment_41921" aria-describedby="caption-attachment-41921" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41921 size-large" title="Museu de Santana em Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-1024x769.webp" alt="Museu de Santana em Tiradentes MG" width="800" height="601" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-1024x769.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-160x120.webp 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-300x225.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-768x577.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-73x55.webp 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-1536x1154.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG-800x601.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Santana-em-Tiradentes-MG.webp 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41921" class="wp-caption-text">Museu de Santana em Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>Praticamente desativada a partir de 1984, com o envio de presos da cidade para o distrito da Vila de Santa Cruz e São João del-Rei, a cadeia esvaziou-se, e naquele mesmo ano, em 27 de setembro, o governo do estado de Minas Gerais doou o imóvel à Fundação Rodrigo Melo Franco de Andrade.</p>
<p>A fundação decide instalar ali o Museu de Arte Sacra Presidente Tancredo Neves, que teve suas portas abertas de 1986 a 2005, com peças doadas por particulares.</p>
<p>Alguns anos depois, o prédio foi cedido para o Instituto Cultural Flávio Gutierrez, para ali ser instalado o Museu de Sant’Ana, inaugurado em 2014.</p>
<p>O museu abriga 291 imagens de Sant’Ana, a santa protetora dos lares e da família, bem como dos mineradores.</p>
<p>São obras brasileiras, de várias regiões do país, eruditas e populares, dos mais variados estilos e técnicas, produzidas em sua maioria por artistas anônimos, entre os séculos XVII e XIX, em materiais diversos.</p>
<h3>Outras Atrações Turísticas em Tiradentes</h3>
<h4>1. Passeio pela cidade</h4>
<p>Tiradentes chama a atenção pelo conjunto harmônico das construções coloniais e surpreende pelo grande número de atividades culturais que oferece aos visitantes.<br />
Ao percorrê-la, repare:</p>
<ul>
<li>na Casa da Câmara (rua da Câmara, s/n), edificação de 1718 em que sobressai a ampla varanda adornada com um brasão rococó.</li>
<li>no sobrado Ramalho (rua da Câmara, 124), sede da banda da cidade e do escritório local do Iphan, que hoje abriga exposições e permanece aberto para visitação; no sobrado Aimorés, sede do Aimorés Futebol Clube (rua Direita, 159).</li>
<li>nas seis pequenas capelas espalhadas pelas ruas que compõem os Passinhos da Via Sacra.</li>
</ul>
<h4>2. Passeio de Trem</h4>
<p>Inaugurada em 1881 por dom Pedro li, a simpática maria-fumaça ainda funciona, ligando Tiradentes a São João del-Rei.</p>
<p>O percurso, de 12 quilômetros, dura 35 minutos e é encantador. O passeio é especialmente agradável nos meses de abril e maio, quando a paisagem está mais florida. Av. Hermínio Alves, 366, Centro.</p>
<h4>3. Ecoturismo</h4>
<p>A paisagem de Tiradentes é marcada pelo maciço rochoso da serra de São José, cujos paredões abruptos podem ser vistos de qualquer ponto da cidade.</p>
<p>A serra, que tem cerca de 15 quilômetros de extensão e altitude média de 1100 metros, percorre ainda as terras de Coronel Xavier Chaves, Prados, Santa Cruz de Minas e São João del-Rei.</p>
<p>Área de proteção ambiental estadual desde 1990, em 2004 foi declarada, pelo governo do estado, Refúgio de Vida Silvestre de Libélulas: estima-se que a região abrigue 120 espécies deste inseto, ou cerca de 20% do total que existe no Brasil.</p>
<p>A flora é variada.</p>
<p>A partir do núcleo histórico de Tiradentes pode-se chegar à serra a pé, após uma caminhada de aproximadamente 40 minutos, ou de charrete, cavalo ou jipe.</p>
<p>Ali, as possibilidades de exploração são muitas e devem ser aproveitadas com orientação de guias &#8211; contratados na própria cidade ou em São João del-Rei.</p>
<h5>Caminhadas &#8211; Trekking</h5>
<p><strong>Recomendações básicas para caminhar na serra de São José:</strong> usar calças compridas, protetor solar e repelente. levar lanche, água e binóculo (algumas agências fornecem todo o equipamento; confira antes) e tomar especial cuidado com o pequeno e desesperador micuim, espécie de carrapato, abundante sobretudo entre agosto e novembro.</p>
<p>Mosquitos são igualmente frequentes.</p>
<p><strong>A travessia do Primeiro Paredão é uma trilha de nível médio cujo percurso dura cerca de cinco horas.</strong></p>
<p>Ele se inicia no sítio do Ipê e passa pela parte baixa da São José até chegar, após 50 minutos de marcha, a calçada dos Escravos &#8211; trecho curto em aclive forte de onde se alcançam a crista da serra e o mirante com 1258 metros de altitude.</p>
<p>Depois da descida, contornam-se as piscinas naturais do riacho Mangue. volta-se pela parte baixa e chega-se a Tiradentes pelo bairro Pacu.</p>
<p><strong>Na crista da São José encontra-se também a antiga trilha do Carteiro</strong>, que ligava todas as cidades da região, alcançando Resende Costa e uma picada que ia até Goiás; em certo ponto do percurso há uma cruz, que, segundo a lenda local, marca o lugar em que foi assassinado um mensageiro dos inconfidentes.</p>
<p>Nas proximidades há uma pequena cachoeira.</p>
<p><strong>Quem quiser percorrer essa trilha de nível médio</strong>, com aproximadamente 6 quilômetros (ida e volta), pode contratar os serviços de uma agência, que providencia o transporte de jipe até o cume da serra.</p>
<p><strong>A trilha do vale e da cachoeira do Mangue</strong>, de nível fácil, repete um trecho anterior, mas se limita à parte baixa da São José.</p>
<p>Ela sai do centro histórico e segue até o início da serra, a cerca de 50 minutos de caminhada; depois de mais 50 minutos, chega-se ao riacho do Mangue, com queda-d’água e diversas piscinas naturais.</p>
<p><strong>Quem desejar um desafio maior pode tentar completar a travessia da serra de São José, uma trilha difícil que costuma ser vencida em dez horas.</strong></p>
<p><strong>A caminhada é iniciada na cidade de Prados</strong>, entre áreas de cerrado, e prolonga-se, em terreno de cascalho, até a crista da serra, de onde se tem uma bonita vista do distrito de Bichinho, dali segue-se para o pico Von Martins, a 1430 metros de altitude.</p>
<p>A descida, pela trilha dos Muares, passa pelo primeiro paredão da São José e continua até o vale do Mangue, onde se pode apreciar um belíssimo pôr-do-sol.</p>
<p><strong>Mais tranquila, a trilha da Água Santa é uma caminhada de uma hora e meia, só de ida &#8211; o retorno é feito de carro.</strong></p>
<p>O ponto de partida é o bairro Pacu; na sequência, passa-se por uma calçada construída por escravos, atravessa-se o mangue e cruza-se o alto da serra cm um percurso que prossegue até o balneário das Águas Santas, com piscinas naturais de águas termais a 27,5°C.</p>
<p>Há trilha inversa, saindo de Aguas Santas (veja São João del-Rei).</p>
<p>A <strong>caminhada pela Estrada Real</strong> leva aproximadamente cinco horas. O nível de dificuldade é médio, pois há algumas subidas fortes.</p>
<p>A trilha sai de Tiradentes, beira a serra de São José e passa por regiões de fazendas e mata atlântica até o distrito de Bichinho.</p>
<p><strong>Quem leva:</strong> Caminhos e Trilhas, rua dos Inconfidentes, 218 B, centro histórico, Tiradentes.</p>
<p>Existem agencias de turismo em Tiradentes que oferecem roteiros de bicicleta, cavalgadas e passeios de jipe.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-ecoturismo-e-atracoes-turisticas-de-tiradentes-mg/">História e Atrações Turísticas de Tiradentes MG</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Pedra de Quartzo –Pedra Rubi Pedra de Quartzo –– Caracteristicas, Cores e Lapidação Caracteristicas, Cores e Variedades</title>
		<link>https://bahia.ws/pedra-rubi-caracteristicas-cores-e-lapidacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 11:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[corindon]]></category>
		<category><![CDATA[rubi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O nome rubi vem do latim &#8220;rubeus ou &#8220;ruber&#8221; significando vermelho e é uma das pedras mais preciosas e raras do mundo. O rubi é uma das pedras cardinais tradicionais para a confecção de jóias, junto com ametista, safira, esmeralda e diamante. A pedra preciosa rubeus – vermelho do latim, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pedra-rubi-caracteristicas-cores-e-lapidacao/">Pedra Rubi &#8211; Caracteristicas, Cores e Lapidação</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O nome rubi vem do latim &#8220;rubeus ou &#8220;ruber&#8221; significando vermelho e é uma das pedras mais preciosas e raras do mundo.</p>
<p>O rubi é uma das pedras cardinais tradicionais para a confecção de jóias, junto com <strong><a href="http://bahia.ws/pedra-ametista-caracteristicas-comercializacao-e-avaliacao/" target="_blank" rel="noopener">ametista</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/pedra-safira-caracteristicas-propriedades/" target="_blank" rel="noopener">safira</a></strong>, <strong><a href="http://bahia.ws/en/emerald-stone-characteristics-varieties-and-quality/" target="_blank" rel="noopener">esmeralda</a></strong> e <strong><a href="http://bahia.ws/as-4-classificacoes-basicas-do-diamante/" target="_blank" rel="noopener">diamante</a></strong>.</p>
<p>A pedra preciosa rubeus – vermelho do latim, significa a coragem de existir no mundo e, ainda, o fato de portar um acessório de grande requinte, símbolo presente no visual de grandes líderes e consumidores de artigos em versões exclusivas.</p>
<p><figure id="attachment_41871" aria-describedby="caption-attachment-41871" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41871 size-full" title="Pedra Rubi" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi.jpg" alt="Pedra Rubi" width="800" height="736" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi-300x276.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi-768x707.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi-60x55.jpg 60w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41871" class="wp-caption-text">Pedra Rubi</figcaption></figure></p>
<p><strong>O rubi é o nome da variedade vermelho franco de um mineral, o corindon, que ele mesmo pode ter todas as outras cores sob o nome de <a href="http://bahia.ws/pedra-safira-caracteristicas-propriedades/" target="_blank" rel="noopener">safira</a>, salvo o vermelho que é reservado exclusivamente ao rubi.</strong></p>
<p>Todas as amostras de cornidon não possuem as qualidades requeridas de tranparência e de cor para ser considerados como gemas.</p>
<p>Ele foi muito tempo dito &#8220;carbunculo&#8221; confundido com o espinélio vermelho e a granada piropo. Somente no ano 1800 que ele é conectado, com a safira, ao <strong>grupo do corindon</strong>.</p>
<p>Cor vermelho sangue com um ponta de azul, com tonalidades notaveis, uma delas dita &#8220;sangue de pombo&#8221;, sendo a mais apreciada.</p>
<p>Nomeações tais como rubi do Sião ou rubi da Birmânia somente distinguem a cor, não a qualidade intrinsica.</p>
<p>Ele contém frequentemente inclusões (minerais, liquidos&#8230;), que não influem sobre a qualidade da gema, mas, ao contrario, garantem sua autenticidade em relação às pedras sintéticas.</p>
<p>Se elas são de rutilo, o rubi adquire um aspecto sedoso quando ele é lapidado em cabochão, estas minusculas agulhas de rutilo provocam o asterismo ou o olho de gato conforme a orientação da lapidação.</p>
<p>A presença de cromo modifica a cor que se repartido em bandas, ou declives, o ferro traz uma tonalidade castanha, que não é apreciada.</p>
<p><strong>Falar de rubi, é falar da Birmânia de onde foram extraidos e são ainda produzidos os mais belos rubis do mundo, pelos quais os principes e Marajas indianos ficaram entusiamados.</strong></p>
<p>O rubi é minerado na África, Ásia e na Austrália. Eles são mais comuns em Myanmar, no Sri Lanka e na Tailândia, porém também são encontrados em Montana e na Carolina do Sul nos Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, encontra-se pedras rubi em estados como Santa Catarina e na Bahia, entretanto, a incidência é baixa e o valor gemológico não se aproxima das gemas originárias em solos asiáticos.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pedra-rubi-caracteristicas-cores-e-lapidacao/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Rubi-1.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Algumas vezes ocorrem juntamente com espinelas nas mesmas formações geológicas ocorrendo confusão entre as duas espécies: no entanto, bons exemplares de espinelas vermelhas têm um valor próximo do rubi.</p>
<p>As gemas de rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e corte.</p>
<p>Por outro lado, rubis artificiais podem não conter imperfeições.</p>
<p>Alguns rubis manufaturados têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem.&nbsp;</p>
<p>O maior rubi estrela do mundo é o Rajaratna, que pesa 495 g.</p>
<p><figure id="attachment_41829" aria-describedby="caption-attachment-41829" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41829 size-large" title="Principais Gemas e Pedras Preciosas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg" alt="Principais Gemas e Pedras Preciosas" width="800" height="586" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-300x220.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-768x563.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1536x1125.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-2048x1501.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-800x586.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41829" class="wp-caption-text">Principais Gemas e Pedras Preciosas</figcaption></figure></p>
<h3>Nomes do rubi utilizados no mercado</h3>
<ul>
<li>birmanês ou oriental &#8211; geralmente considerado da melhor cor, que foi tradicionalmente denotada pelo termo sangue-de-pombo (de vermelho a vermelho ligeiramente violáceo em tonalidade escura média e saturação vívida)</li>
<li>sangue-de-bife &#8211; ligeiramente mais escura que a cor sangue-de-pombo</li>
<li>cor francesa ou cereja &#8211; ligeiramente mais claro que a cor sangue-de-pombo</li>
<li>tailandês, siamês ou do Sião, também chamado de rubi lamacento &#8211; (de vermelho escuro a vermelho amarronzado ou vermelho arroxeado)</li>
<li>do Ceilão ou Sri Lanka &#8211; (tem tonalidade clara) muitas vezes mais brilhante que as gemas birmanesas ou as tailandesas</li>
<li>africano (rio Umba) &#8211; tipicamente vermelho alaranjado&nbsp;</li>
</ul>
<h3>Características da pedra rubi</h3>
<p>O rubi (óxido de alumínio) possui características minerais que desponta entre as 5 gemas mais valiosas do mundo, dependendo de sua origem, lapidação e tonalidade.&nbsp;</p>
<p>Todos os rubis naturais contêm imperfeições,&nbsp;de concoidal a irregular de brilho vítreo.</p>
<h4>1. Dureza</h4>
<p>Os corindons (rubi e <strong><a href="http://bahia.ws/pedra-safira-caracteristicas-propriedades/" target="_blank" rel="noopener">safira</a></strong>), são as pedras mais duras depois do diamante, com uma dureza de 9 mohs.</p>
<h4>2. Cor</h4>
<p>Conhecer a coloração da pedra rubi que irá compor uma joia é fundamental para identificar também o seu valor, assim como a procedência e características naturais que a formaram, no caso das com origem mineral.</p>
<p>A cor principal do rubi é o vermelho, devido ao cromo, a tonalidade a mais procurada é o vermelho sangue de pombo.</p>
<p>Desta forma, se você deseja reconhecer a valorização de uma pedra rubi, saiba que a tonalidade do vermelho da gema não deve ser muito clara ou escura, pois nestes casos, a pedra preciosa perde em brilho característico.</p>
<p>Portanto, ao adquirir pingentes com pedra em rubi, por exemplo, certifique-se do brilho, coloração, e principalmente se são joias certificadas.</p>
<h4>3. Transparencia</h4>
<p>De transparente a opaco.</p>
<h4>4. Lapidação</h4>
<p>O mineral Coríndon dá origem a micro cristais em formato hexagonal (trigonal) e aspecto vítreo, presentes em basaltos, cascalhos e mármores, sendo frequentemente utilizado o tipo de lapidação cabochão, mas também encontrado em lapidação mista e facetada oval.</p>
<h4>5. Tratamentos possiveis</h4>
<p>Aquecimento seguido de resfriamento controlado, aquecimento e lento resfriamento, difusão (tratamento térmico acima de 1900ºC na presença de óxido de titânio ou outro agente colorante), tratamento térmico; tingidura com óleo, preenchimento das cavidades e fraturas com vidro.</p>
<h4>6. Confusões possiveis&nbsp;</h4>
<p>Rubi sintético, granadas vermelhas, crisoberilo, espinélio natural ou sintético, doublet de safira com rubi sintético, doublet de rubi natural e doublet de granada e vidro.</p>
<h4>7. Rubi natural x sintético</h4>
<p>Muitas pessoas têm dúvidas quanto aos tipos de rubis, pois saiba que sim, existem pedras naturais originárias do Coríndon, mas também peças em beleza única em rubis sintéticos, alternativas que também agradam o público adepto às joias.</p>
<p>Enquanto as gemas naturais passam por processos de extração cuidadosos, o rubi sintético é desenvolvido para alcançar um brilho e coloração que atendam as características estéticas destes produtos.</p>
<p><strong>Veja&nbsp;<a href="http://bahia.ws/pedra-preciosa-ou-gema/" target="_blank" rel="noopener">Identificar uma pedra preciosa ou gema é uma tarefa difícil</a></strong></p>
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		<title>Pedra de Quartzo –Pedra Rubi Pedra de Quartzo –– Caracteristicas, Cores e Lapidação Caracteristicas, Cores e Variedades</title>
		<link>https://bahia.ws/pedra-de-quartzo-caracteristicas-cores-e-variedades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 14:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[Ágata]]></category>
		<category><![CDATA[ametista]]></category>
		<category><![CDATA[citrino]]></category>
		<category><![CDATA[quartzo]]></category>
		<category><![CDATA[Quartzo esfumado]]></category>
		<category><![CDATA[Quartzo incolor]]></category>
		<category><![CDATA[Quartzo leitoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Quartzo é a pedra preciosa ideal para joias e é uma das poucas pedras coloridas que você encontrará em quase todas as lojas de joias. O quartzo é um dos principais constituintes do granito e outras rochas ígneas. Também é comumente encontrado em rochas sedimentares e é um componente comum [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Quartzo é a pedra preciosa ideal para joias e é uma das poucas pedras coloridas que você encontrará em quase todas as lojas de joias.</p>
<p>O quartzo é um dos principais constituintes do granito e outras rochas ígneas. Também é comumente encontrado em rochas sedimentares e é um componente comum da rocha metamórfica.</p>
<p>Cristais bem formados podem atingir tamanhos incrivelmente grandes, muitas vezes excedendo vários metros de comprimento e pesando mais de cem quilos.</p>
<p><figure id="attachment_41856" aria-describedby="caption-attachment-41856" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41856 size-large" title="Pedra de quarto - variedade calcedonia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-1024x683.webp" alt="Pedra de quarto - variedade calcedonia" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-1024x683.webp 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-768x512.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-1536x1024.webp 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-800x533.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia-360x240.webp 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/calcedonia.webp 1620w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41856" class="wp-caption-text">Pedra de quarto &#8211; variedade calcedonia</figcaption></figure></p>
<p>Os cristais de melhor qualidade são destinados à indústria óptica, eletrônica e de instrumentação (considerados os maiores consumidores), enquanto os de qualidade inferior destinam-se à indústria em geral (abrasivos, cerâmica, metalúrgica).</p>
<p>O quartzo é o segundo mineral mais abundante da Terra e é encontrado em 12% do planeta, em locais como Brasil, Madagascar, Estados Unidos, entre outros.</p>
<p>Por conta da abundância, o cristal de quartzo tem diversas utilizações na sociedade. Além de estar presente na confecção de joias, ele aparece na composição de cosméticos, confecção de relógios, computadores, rádios e até na construção civil.</p>
<p>O quartzo é um óxido de silício (SiO2)&nbsp;e é encontrado na natureza sob as formas polimorfas: quartzo, tridimita e cristobalita.</p>
<p>Com a variação de temperatura ocorrem as transformações de fase, recebendo cada uma, a sua denominação específica.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pedra-de-quartzo-caracteristicas-cores-e-variedades/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ametista-Cristal-de-Quartzo.webp" width="400" /></a></p></p>
<p>O quartzo possui propriedades que se mantêm constantes ao longo do tempo e, na Escala de Mohs, apresenta dureza grau 7 dentro dos 10 níveis disponíveis.</p>
<p>Isso significa que ele é bem resistente a quedas e riscos.</p>
<p>De forma geral, seu brilho é vítreo, o que dá uma luminosidade muito bonita à pedra. Assim, na hora de confeccionar uma joia, o resultado final é uma peça delicada e certamente encantadora.&nbsp;</p>
<p>Em termos de produção de quartzo em cristal merecem destaques os estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.</p>
<p>Normalmente essa pedra possui cor branca ou é incolor. Entretanto, pode apresentar diversas tonalidades dependendo das impurezas presentes em sua formação.</p>
<p><figure id="attachment_41850" aria-describedby="caption-attachment-41850" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41850 size-large" title="Cristal de Quartzo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-1024x337.jpg" alt="Cristal de Quartzo" width="800" height="263" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-1024x337.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-300x99.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-768x253.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-167x55.jpg 167w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto-800x263.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Quartzo-Bruto.jpg 1140w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41850" class="wp-caption-text">Cristal de Quartzo</figcaption></figure></p>
<h3>Quartzo é a pedra preciosa ideal para joias</h3>
<p>É facilmente disponível e bastante acessível.</p>
<p>Mesmo grandes pedras podem ser compradas a preços excelentes. O quartzo também é uma das poucas pedras coloridas que você encontrará em quase todas as lojas de joias.</p>
<p>Ametista e citrino são pedras de nascimento oficiais e são frequentemente usadas em joias de pedra de nascimento.</p>
<p>Como a maior parte do quartzo não é tratada, há muitos usos astrológicos para diferentes tipos de pedras preciosas de quartzo (cornalina, por exemplo), então você pode encontrar muitos designs de joias planetárias com quartzo.</p>
<p>O quartzo também é frequentemente usado para a fabricação de relógios finos, incluindo biséis e componentes móveis.</p>
<p>O quartzo é durável o suficiente para usar em anéis de pedras preciosas de quartzo todos os dias e também é ideal para qualquer outra aplicação de joalheria disponível.</p>
<p>As pedras preciosas de quartzo podem ser usadas por homens ou mulheres, pois podem ser encontradas em praticamente qualquer cor imaginável.</p>
<p>Você pode encontrar quartzo em qualquer estilo de corte e forma, de cabochons a pedras facetadas, bem como contas caídas e perfuradas.</p>
<p>O quartzo também é frequentemente esculpido em designs ornamentais interessantes, como pisa-papéis, esculturas de animais ou como selos, entalhes e insígnias.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>Existem duas variedades principais de quartzo, que podem ser subdivididas em outros nomes varietais mais específicos.</strong>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_41829" aria-describedby="caption-attachment-41829" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41829 size-large" title="Principais Gemas e Pedras Preciosas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg" alt="Principais Gemas e Pedras Preciosas" width="800" height="586" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-300x220.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-768x563.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1536x1125.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-2048x1501.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-800x586.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41829" class="wp-caption-text">Principais Gemas e Pedras Preciosas</figcaption></figure></p>
<h3>Dois ramos principais do quartzo incluem</h3>
<h4>1. Macrocristalino</h4>
<p>O quartzo macrocristalino inclui ametista, cristal de rocha, quartzo azul, citrino, olho de falcão, prasiolita, quartzo olho de gato, quartzo fumê, quartzo rosa e olho de tigre.</p>
<p>O quartzo macrocristalino é tipicamente transparente a translúcido e se forma com cristais maiores que o quartzo criptocristalino.</p>
<h4>2. Criptocristalino</h4>
<p>O quartzo criptocristalino se forma com cristais microscopicamente pequenos, que na maioria dos casos não podem ser vistos mesmo sob ampliação. Quartzo criptocristalino misturado com moganita, um polimorfo de quartzo, é referido como calcedônia.</p>
<p>A Calcedônia, na verdade, inclui uma grande variedade de pedras preciosas de quartzo, incluindo ágata, crisopraso, pedra de sangue, jaspe e cornalina. Calcedônia &#8216;no sentido estrito&#8217; normalmente se refere apenas a calcedônia mais clara e de cor única, geralmente de cor azulada.</p>
<p>O quartzo criptocristalino é geralmente opaco ou translúcido em clareza.&nbsp;</p>
<h3>Pedra de Quartzo</h3>
<h4>1. Cores e tipos de cristais</h4>
<p>A cor do quartzo macrocristalino é tão variável quanto o espectro, mas o quartzo claro é de longe a cor mais comum, seguida pelo quartzo branco ou turvo.</p>
<p>Roxo (ametista), rosa (quartzo rosa), cinza ou marrom a preto (quartzo fumê) também são comuns.</p>
<p>As variedades de quartzo criptocristalino podem ser multicoloridas. Sob luz artificial, o quartzo não apresenta uma qualidade desejável. Parece melhor à luz do dia, principalmente após o nascer do sol e pouco antes do pôr do sol. As cores profundas são as mais valiosas.&nbsp;</p>
<p>Existem diferentes tipos de cristais de quartzo disponíveis na natureza. A seguir, selecionamos os principais:</p>
<ul>
<li>Quartzo incolor: é o mais comum, também chamado de cristal-de-rocha;</li>
<li><strong><a href="http://bahia.ws/pedra-ametista-caracteristicas-comercializacao-e-avaliacao/" target="_blank" rel="noopener">Ametista</a></strong>: é o quartzo de cor lilás ou púrpura, cuja coloração decorre da presença de íons de ferro ou manganês na composição;</li>
<li>Quartzo rosa: é o segundo tipo mais comum, tendo diferentes tons de rosa que resultam da presença de impurezas de titânio na pedra;</li>
<li>Quartzo esfumado: apresenta níveis de alumínio na composição, o que resulta em cores que vão do amarelo ao castanho escuro, quase preto;</li>
<li>Citrino: possui uma cor amarelo-clara, laranja ou avermelhada e sua tonalidade pode ser natural ou resultado de um tratamento térmico feito na ametista;</li>
<li>Quartzo leitoso: tem uma cor branca e é mais opaco, o que lhe confere esse aspecto leitoso, que, na verdade, é resultado de inclusões minúsculas;</li>
<li>Ágata: é uma variedade criptocristalina do quartzo, ou seja, formada por minerais tão finos que não é possível identificá-los nem a nível microscópico.</li>
</ul>
<p>A Ametista é uma variedade roxa do mineral Quartzo, e sua variedade mais valiosa e premiada. Sua coloração roxa geralmente é causada por impurezas de compostos de ferro ou manganês.&nbsp;</p>
<h4>2. Clareza e Brilho</h4>
<p>O quartzo fino é transparente, o que significa que a luz passa pela pedra sem impedimentos.</p>
<p>No quartzo translúcido, a passagem da luz pela pedra é levemente enfraquecida. O quartzo de melhor qualidade é &#8220;limpo&#8221;, livre de inclusões de qualquer tipo.</p>
<p>Como o quartzo é abundante, há poucos motivos para escolher pedras com inclusões visíveis, exceto aquelas que definem o caráter da pedra (por exemplo, olho de gato, olho de falcão ou pedras cênicas).</p>
<p>O brilho é vítreo a vítreo como cristais, enquanto as formas criptocristalinas são geralmente cerosas a opacas, mas podem ser vítreas.</p>
<p>Os cristais são transparentes a translúcidos; as formas criptocristalinas são geralmente translúcidas ou opacas.&nbsp;</p>
<h4>3. Corte e Forma</h4>
<p>Devido à aspereza da distribuição de cores nos cristais, o quartzo é frequentemente cortado em círculos brilhantes para maximizar sua cor.</p>
<p>Outros cortes podem ser usados quando a cor estiver melhor distribuída.</p>
<p>O quartzo está disponível em uma ampla variedade de tamanhos e formas calibradas, incluindo muitas formas sofisticadas.&nbsp;</p>
<h4>4. Tratamento</h4>
<p>O quartzo incolor é sempre não tratado.</p>
<p>Pedras coloridas podem ocasionalmente ser realçadas por corantes (como no caso da ágata), irradiação (bombardeio com baixo nível de radioatividade) ou aquecimento.</p>
<p>Algumas pedras também podem ser impregnadas ou revestidas com cera, resina transparente e até mesmo folha para realçar a cor, o brilho e a estabilidade.</p>
<p>O quartzo sintético também é abundante. O quartzo naturalmente colorido geralmente exibe zoneamento de cores.&nbsp;</p>
<h4>5. Como cuidar das suas joias</h4>
<ul>
<li>Joias com cristais de quartzo não exigem cuidados complicados. A limpeza, por exemplo, deve ser feita apenas com água corrente, utilizando um pano macio para secar.</li>
<li>Fora isso, evite deixar suas peças expostas a luz solar direta e tenha atenção com quedas ou pancadas.</li>
<li>Levando em conta cada uma dessas questões, você terá joias com quartzo bonitas e conservadas por muito tempo.</li>
</ul>
<h3>Quartzo sintético</h3>
<p>O quartzo sintético é frequentemente encontrado em cores que não ocorrem naturalmente.&nbsp;Em muitos casos, a cor é simplesmente viva e intensa demais para ser uma ocorrência natural.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pedra-de-quartzo-caracteristicas-cores-e-variedades/">Pedra de Quartzo &#8211; Caracteristicas, Cores e Variedades</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pedra Esmeralda – Caracteristicas, Variedades e Qualidade</title>
		<link>https://bahia.ws/pedra-esmeralda-caracteristicas-variedades-e-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 18:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[berilo]]></category>
		<category><![CDATA[esmeraldas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A esmeralda é, na verdade, uma variação do berilo verde, cuja cor aparece por excesso de crômio. Assim como a esmeralda, Água-Marinha, Heliodoro e Morganita são uma variação do berilo (especie mineral) com fórmula Be3Al2(Si6O18). Dureza de 7,5 &#8211; 8 mohs. A esmeralda&#160; que se cristaliza no sistema hexagonal e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pedra-esmeralda-caracteristicas-variedades-e-qualidade/">Pedra Esmeralda &#8211; Caracteristicas, Variedades e Qualidade</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A esmeralda é, na verdade, uma variação do berilo verde, cuja cor aparece por excesso de crômio.</p>
<p>Assim como a esmeralda, <strong><a href="http://bahia.ws/pedra-aqua-marinha/" target="_blank" rel="noopener">Água-Marinha</a></strong>, Heliodoro e Morganita são uma variação do berilo (especie mineral) com fórmula Be3Al2(Si6O18). Dureza de 7,5 &#8211; 8 mohs.</p>
<p><div class="wpz-sc-box info  rounded ">Os berilos são encontrados geralmente com um especial brilho vítreo, transparente. A pedra pura é incolor, porém, por causa das matizações de outros elementos, ela pode aparecer nas cores azul, amarela, vermelha, branca e verde.&nbsp;</div></p>
<p>A esmeralda&nbsp; que se cristaliza no sistema hexagonal e sua tonalidade verde varia de médio a escuro verde, dependendo da porcentagem de óxido de cromo (0,1 &#8211; 0.3%).&nbsp;A gema que contém menos de 0,1% de óxido de cromo, é considerada apenas berilo verde, não uma esmeralda.</p>
<p><figure id="attachment_41834" aria-describedby="caption-attachment-41834" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41834 size-full" title="Pedra Esmeralda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda.jpg" alt="Pedra Esmeralda" width="730" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda.jpg 730w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-300x205.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-80x55.jpg 80w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41834" class="wp-caption-text">Pedra esmeralda bruta</figcaption></figure></p>
<p>Existem jazidas em diferentes lugares do mundo, cada região fornece esmeraldas com características peculiares.</p>
<p>Também é atrelado um rótulo ao seu valor econômico, sendo as esmeraldas colombianas com os maiores valores.</p>
<p>As primeiras minas de esmeralda surgiram no Egito, mas já não há produção nesse país. Ela já era comercializada dois mil anos antes de Cristo, na Babilônia, mas foi rara até a época do Renascimento, quando se descobriram as jazidas sul-americanas.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pedra-esmeralda-caracteristicas-variedades-e-qualidade/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-2.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p>Hoje a esmeralda é produzida principalmente na Colômbia, Zâmbia, Zimbábue, Tanzânia, Madagascar e Brasil (Goiás, Bahia e Minas Gerais).</p>
<p>A esmeralda é considerada umas das 4 pedras mais preciosas do mundo, juntamente com o Rubi, o <strong><a href="http://bahia.ws/as-4-classificacoes-basicas-do-diamante/" target="_blank" rel="noopener">Diamante</a></strong> e a <strong><a href="http://bahia.ws/pedra-safira-caracteristicas-propriedades/" target="_blank" rel="noopener">Safira</a></strong>. Sendo uma pedra muito valiosa e uma das mais antigas já achadas.</p>
<p><figure id="attachment_41829" aria-describedby="caption-attachment-41829" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41829 size-large" title="Principais Gemas e Pedras Preciosas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg" alt="Principais Gemas e Pedras Preciosas" width="800" height="586" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1024x750.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-300x220.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-768x563.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-1536x1125.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-2048x1501.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Principais-Gemas-e-Pedras-Preciosas-800x586.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41829" class="wp-caption-text">Principais Gemas e Pedras Preciosas</figcaption></figure></p>
<p>As esmeraldas são mais raras e até mais caras que o diamante, dependendo da qualidade em que se apresentam. Mas elas são as mais raras entre todas as gemas, por isso muitas das vezes tem valores maiores que os diamantes.</p>
<p>Esmeraldas de melhor qualidade, com 5 a 8 quilates, podem valer até US$ 5.600 por quilate.&nbsp;Gemas de mesmo peso com qualidade média variam de US$ 100 a US$ 580 por quilate.</p>
<p>A esmeralda é sintetizada comercialmente desde 1940. Ao contrário do que acontece com outros minerais, toda a produção de pedras sintéticas destina-se à joalheria.</p>
<p><strong>A esmeralda pode ser confundida com</strong> esmeralda sintética, cromo-diopsídio, cromolita, <strong><a href="http://bahia.ws/caracteristicas-da-turmalina-paraiba-gema-rara/" target="_blank" rel="noopener">turmalina Paraíba</a></strong>, tsavorita, demantóide, uvarovita, gemas compostas, vidros, berilo coberto com plástico e dioptásio.</p>
<p><strong>Veja <a href="http://bahia.ws/pedra-preciosa-ou-gema/" target="_blank" rel="noopener">Identificar uma pedra preciosa ou gema é uma tarefa difícil</a>.</strong></p>
<p><figure id="attachment_41832" aria-describedby="caption-attachment-41832" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41832 size-full" title="Caracteristica da pedra esmeralda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda.webp" alt="Caracteristica da pedra esmeralda" width="800" height="510" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda.webp 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda-300x191.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda-768x490.webp 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Caracteristica-da-pedra-esmeralda-86x55.webp 86w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41832" class="wp-caption-text">Caracteristica da pedra esmeralda</figcaption></figure></p>
<h3>Nomes de esmeraldas utilizados no mercado</h3>
<ul>
<li>colombiana &#8211; denominação do mercado para esmeraldas de alta qualidade.</li>
<li>russa ou siberiana &#8211; denominação da menos azulada com mais inclusões e cor mais clara que as gemas colombianas.</li>
<li>brasileira &#8211; termo usado algumas vezes para as gemas de cor verde claro.</li>
<li>sandawana &#8211; termo usado para gemas de verde profundo normalmente de tamanho pequeno e com muitas inclusões.</li>
<li>da Zambia &#8211; termo usado para as gemas ligeiramente acinzentadas.</li>
</ul>
<h3>Tratamentos possiveis da esmeralda</h3>
<ul>
<li>preenchimento de fraturas ou cavidades superficiais com uma substância endurecedora (estabilidade boa).</li>
<li>impregnação &#8211; com óleos, ceras, resinas ou plásticos incolores, não endurecida, em fraturas ou cavidades, para melhorar a aparência (estabilidade média a boa)</li>
<li>tingidura &#8211; com corante ou óleo colorido (detecção: o corante concentra-se nas gretas).</li>
<li>é possível eliminar traços de amarelo, se forem devidos a conteúdo adicional de ferro, mediante tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 450<em>°</em>C.</li>
</ul>
<h3>Fatores de Qualidade da Esmeralda</h3>
<p>A gema tem muitas qualidades especiais, mas os profissionais concordam que são, acima de tudo, sobre a cor.</p>
<p><figure id="attachment_41836" aria-describedby="caption-attachment-41836" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41836 size-large" title="Pedra Esmeralda" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-1024x576.jpg" alt="Pedra Esmeralda" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Esmeralda-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41836" class="wp-caption-text">Pedra Esmeralda</figcaption></figure></p>
<p>Principalmente para o padrão do verde. E saber diferenciar os valores da esmeralda requer um olho bem treinado, pois tem que reconhecer variações às vezes sutis que fazem com que ela vale mais.</p>
<p><strong>Por isso tem quatro fatores que fazem a qualidade da esmeralda, que são:</strong></p>
<h4>1. Cor</h4>
<p>De verde claro a muito escuro ao verde azulado muito forte.</p>
<p>As cores mais desejáveis são o verde azulado para o verde puro, sendo bem corada, mas não em tom escuro, pois as mais valorizadas são as transparentes.</p>
<p>Sua cor é de forma uniforme e intensa, não sendo igualada por outra coisa na natureza.</p>
<p>E se tiver uma tonalidade muito amarelada ou azulada, a pedra é uma variedade diferente de Beryl, e assim seu valor cai em conformidade.</p>
<p>Cromo, vanádio e ferro são os elementos de traço que causam a cor da esmeralda. A presença ou ausência de cada um e suas quantidades relativas determinam a cor exata de um cristal esmeralda.</p>
<h4>2. Clareza</h4>
<p>De transparente a translúcido.</p>
<p>As esmeraldas contêm inclusões que são visíveis aos olhos, sem precisar de equipamentos, e por isso alguns comerciantes e consumidores entendem e aceitam a presença das inclusões. Sendo que as esmeraldas limpas, são mais valiosas, por serem mais raras.</p>
<p>Mas quando as inclusões interferem na transparência e clareza da pedra, ela tem um efeito negativo para o comércio, e assim faz com que reduzem drasticamente o seu valor.&nbsp;</p>
<h4>3. Corte</h4>
<p>A pessoa que vai cortar deve considerar a profundidade de cor, durabilidade e inclusões do áspero quanto ao corte. E os erros ao cortar podem causar perda de peso, o que reduz o valor dessa joia.</p>
<p>As esmeraldas já têm fraturas naturais significativas, então o cortador deve projetar o corte para minimizar o efeito dessas fraturas na pedra. Outro fator importante é que as esmeraldas são muito frágeis, tornando vulneráveis a danos durante o procedimento ou no uso diário descuidado.</p>
<p>Além de tomar cuidado com o tipo de corte que será feito, pois pode mudar o tom e saturação da pedra, deixando uma pedra pálida mais escura com um corte profundo, ou até mesmo uma menos facetada deixando a pedra mais clara com um corte raso.</p>
<h4>4. Quilates</h4>
<p>Qualidade por qualidade, o preço da esmeralda pode aumentar drasticamente à medida que o tamanho aumenta. Por isso, em joalherias, vai variar muito os preços, dependendo do quilate da esmeralda.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Igrejinha da Pampulha MG: História, Arquitetura e Significado Religioso</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejinha-da-pampulha-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 11:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Ceschiatti]]></category>
		<category><![CDATA[Burle Marx]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido Portinari]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Francisco de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Igrejinha da Pampulha]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Niemeyer]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Werneck]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A famosa Igrejinha da Pampulha, em Belo Horizonte, também é conhecida por outros nomes, como Igreja de São Francisco de Assis ou Capela Curial de São Francisco de Assis. História e Arquitetura da Igrejinha da Pampulha Igrejinha da Pampulha ou Capela Curial de São Francisco de Assis História e Arquitetura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A famosa <strong>Igrejinha da Pampulha</strong>, em <strong>Belo Horizonte</strong>, também é conhecida por outros nomes, como <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong> ou <strong>Capela Curial de São Francisco de Assis</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41797" aria-describedby="caption-attachment-41797" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41797 size-large" title="Igrejinha da Pampulha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-1024x739.jpg" alt="Igrejinha da Pampulha- Curvas e linhas oblíquas estão em toda a Igreja — externa e internamente — uma assimetria elegante que revela a liberdade criativa do arquiteto" width="800" height="577" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-1024x739.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-300x217.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-768x554.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto-800x578.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Curvas-e-linhas-obliquas-estao-em-toda-a-Igreja-—-externa-e-internamente-—-uma-assimetria-elegante-que-revela-a-liberdade-criativa-do-arquiteto.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41797" class="wp-caption-text">Igrejinha da Pampulha- Curvas e linhas oblíquas estão em toda a Igreja — externa e internamente — uma assimetria elegante que revela a liberdade criativa do arquiteto &#8211; arquiteto Oscar Niemeyer.</figcaption></figure></p>
<h4>História e Arquitetura da Igrejinha da Pampulha</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejinha-da-pampulha-mg/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igrejinha-da-Pampulha.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Igrejinha da Pampulha ou Capela Curial de São Francisco de Assis</h3>
<ol>
<li>História e Arquitetura</li>
<li>Reconhecimento e Uso Religioso</li>
<li>Projeto Arquitetônico</li>
<li>Estrutura e Estilo</li>
<li>História e Arquitetura</li>
</ol>
<h4>1. História e Arquitetura</h4>
<p>Embora sua conclusão tenha ocorrido em <strong>1943</strong>, a igreja já se destaca como um marco na <strong>história da arquitetura, da arte e da fé</strong> no Brasil. Em <strong>1945</strong>, a Capela estava praticamente finalizada, mas não recebeu de imediato a autorização da <strong>Cúria Metropolitana</strong> para ser consagrada como templo religioso. As autoridades eclesiásticas da época consideraram que a edificação, dedicada a <strong>São Francisco de Assis</strong>, era <strong>inapropriada para práticas religiosas</strong>.</p>
<p>Apesar disso, com apenas dois anos de existência, a Igreja e suas obras foram inscritas no <strong>Livro de Tombo das Belas Artes do Serviço do Patrimônio Artístico e Nacional</strong>, em um acontecimento inédito. O reconhecimento como espaço religioso somente ocorreu em <strong>1959</strong>, durante o governo de <strong>Juscelino Kubitschek</strong>, então presidente da República.</p>
<p>As razões para a recusa inicial da consagração não são totalmente claras. Alguns autores afirmam que a forma arquitetônica da edificação contrariava as <strong>tradições eclesiásticas</strong>, enquanto outros alegam que os <strong>quadros da Via Sacra</strong>, os <strong>afrescos</strong> e os <strong>azulejos</strong> de <strong>Cândido Portinari</strong> não estariam em conformidade com as normas da <strong>iconografia católica</strong>, conforme resposta do então arcebispo, <strong>Dom Antônio dos Santos Cabral</strong>:</p>
<blockquote><p>“Tanto os adeptos do modernismo como os defensores da arte antiga, do chamado academicismo, estão com razão, pois todos lutam pela evolução artística. Mas como templo, não fica bem; não podemos desvirtuar a obra do Senhor nem a igreja é lugar para experiências materialistas, embora artísticas.”</p></blockquote>
<p>Nesse contexto, houve também uma <strong>reação conservadora</strong> contra todo o conjunto da Pampulha: criticavam-se os <strong>jogos no cassino</strong>, os <strong>trajes de banho</strong> na lagoa e os <strong>bailes promovidos por Kubitschek</strong>. A principal polêmica, contudo, concentrava-se na própria Igreja. Além disso, a <strong>ligação de Niemeyer e Portinari ao Partido Comunista</strong> foi alvo de questionamentos. Alguns jornais chegaram a afirmar que, refletida nas águas da lagoa, a igreja assumia a forma da <strong>foice e do martelo</strong>, símbolo da bandeira soviética.</p>
<h4>2. Reconhecimento e Uso Religioso</h4>
<p>Com o passar do tempo, a percepção sobre a igreja transformou-se. O sacerdote responsável atualmente pela Capela destaca não apenas a <strong>beleza artística</strong> das obras de <strong>Portinari</strong> e <strong>Niemeyer</strong>, mas também sua <strong>importância histórica</strong>. Segundo ele, &#8220;a riqueza do artista expõe sua época&#8221;.</p>
<p>Atualmente, <strong>missas dominicais</strong> foram reestabelecidas, bem como a realização de <strong>casamentos</strong> e <strong>batizados</strong>. O sacerdote também organiza, em outubro, o evento <strong>Circuito da Arte pela Fé</strong>, em honra ao santo padroeiro, promovendo <strong>celebrações, exposições, apresentações culturais</strong> e <strong>bênçãos de animais</strong>, como forma de aliar o <strong>valor arquitetônico, cultural e turístico</strong> à <strong>espiritualidade e fé</strong> do templo.</p>
<p>A visitação à Igrejinha da Pampulha reúne <strong>fiéis e turistas</strong>. Enquanto alguns realizam orações, outros sequer reconhecem o caráter religioso do espaço.</p>
<h4>3. Projeto Arquitetônico</h4>
<p>A <strong>Igrejinha da Pampulha</strong> foi projetada por <strong>Oscar Niemeyer</strong> e encomendada por <strong>Juscelino Kubitschek</strong>, então prefeito da capital mineira. Trata-se de uma obra que representou uma <strong>inovação arquitetônica significativa</strong>, utilizando o <strong>concreto armado</strong> de forma plástica, uma das marcas registradas de Niemeyer.</p>
<p>Durante muitos anos, o templo sofreu <strong>críticas por seu formato não convencional</strong>. Contudo, é atualmente considerada uma <strong>joia arquitetônica</strong> no contexto de <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41799" aria-describedby="caption-attachment-41799" style="width: 684px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41799 size-large" title="Igreja da Pampulha é obra referência nacional ao Modernismo." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-684x1024.jpg" alt="Igreja da Pampulha é obra referência nacional ao Modernismo." width="684" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-684x1024.jpg 684w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-200x300.jpg 200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-768x1150.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-1025x1536.jpg 1025w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo-800x1198.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-da-Pampulha-e-obra-referencia-nacional-ao-Modernismo.jpg 1179w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41799" class="wp-caption-text">Igreja da Pampulha é obra referência nacional ao Modernismo.</figcaption></figure></p>
<p>Em seu interior, a capela abriga a <strong>Via Sacra</strong>, composta por <strong>quatorze painéis</strong> de <strong>Cândido Portinari</strong>, artista plástico de renome internacional, representante do <strong>modernismo brasileiro</strong>, premiado e reconhecido por sua atuação em diversas frentes, como <strong>pintura, ilustração, gravura</strong> e <strong>docência</strong>.</p>
<p>O <strong>paisagismo</strong> do entorno é de autoria de <strong>Roberto Burle Marx</strong>, renomado <strong>paisagista brasileiro</strong>, com reconhecimento mundial. Já os <strong>baixos-relevos em bronze</strong> foram executados por <strong>Alfredo Ceschiatti</strong>, em sua primeira colaboração com Niemeyer, em 1944.</p>
<p>Além de seu valor artístico, a Igrejinha é um dos mais importantes símbolos da <strong>religiosidade mineira</strong> e figura entre os principais <strong>cartões postais de Belo Horizonte</strong>, integrando o <strong>Conjunto Arquitetônico da Pampulha</strong>, reconhecido como <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade</strong> pela <strong>UNESCO</strong>.</p>
<p>Em <strong>outubro de 2021</strong>, a capela foi elevada à categoria de <strong>Santuário Arquidiocesano São Francisco de Assis</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41801" aria-describedby="caption-attachment-41801" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41801 size-large" title="Igrejinha da Pampulha - Detalhe do altar na concepção da mais pura arte modernista." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-1024x1001.jpg" alt="Igrejinha da Pampulha - Detalhe do altar na concepção da mais pura arte modernista" width="800" height="782" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-1024x1001.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-300x293.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-768x751.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-56x55.jpg 56w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-1536x1501.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista-800x782.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-na-concepcao-da-mais-pura-arte-modernista.jpg 1598w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41801" class="wp-caption-text">Igrejinha da Pampulha &#8211; Detalhe do altar na concepção da mais pura arte modernista.</figcaption></figure></p>
<h4>4. Estrutura e Estilo</h4>
<p>Do ponto de vista estrutural, a igreja não apresenta <strong>lajes de concreto apoiadas em pilares</strong>, como seria típico da arquitetura religiosa convencional. Em seu lugar, utilizam-se <strong>curvas, linhas oblíquas</strong> e uma <strong>assimetria elegante</strong>, características da <strong>liberdade criativa de Niemeyer</strong>.</p>
<p>A estrutura é composta por <strong>arcos e abóbadas de concreto armado</strong>, anteriormente utilizados apenas em <strong>obras de engenharia</strong>, como nos hangares do <strong>aeroporto de Orly</strong>, em Paris. As abóbadas maiores compõem o <strong>teto da nave</strong> e do <strong>altar</strong>, enquanto outras menores, na parte posterior, têm função de apoio.</p>
<p>Destacam-se ainda o <strong>campanário</strong> e a <strong>marquise de entrada</strong>, elementos <strong>retilíneos</strong> que, embora independentes, mantêm <strong>interligação visual</strong> com o conjunto. O exterior é adornado com <strong>painéis curvos de pastilhas em azul e branco</strong> criados por <strong>Paulo Werneck</strong>, artista consagrado por sua atuação em <strong>obras musivas</strong> a partir da década de 1940.</p>
<p>Na parede dos fundos, voltada para a rua, há um <strong>mural de São Francisco</strong>, composto por <strong>azulejos em branco e azul</strong>, também de autoria de <strong>Portinari</strong>. O artista criou ainda <strong>painéis laterais com motivos naturais</strong>, representando <strong>peixes e pássaros</strong>, além do revestimento do <strong>púlpito curvilíneo</strong>.</p>
<p>No interior, a <strong>Via Sacra</strong> de Portinari é apontada por especialistas como uma de suas obras mais relevantes, traduzindo um <strong>tema clássico em linguagem moderna</strong>, o que o artista realizou com maestria. No <strong>batistério</strong>, os <strong>baixos-relevos de Alfredo Ceschiatti</strong> representam a <strong>expulsão de Adão e Eva do paraíso</strong>, também em <strong>bronze</strong>, compondo um expressivo conjunto da <strong>cultura modernista brasileira</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41803" aria-describedby="caption-attachment-41803" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41803 size-large" title="Igrejinha da Pampulha - Detalhe da arte moderna assinada por Cândido Portinari" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-1024x1024.jpg" alt="Igrejinha da Pampulha - Detalhe da arte moderna assinada por Cândido Portinari" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-1024x1024.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-1536x1536.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-800x801.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-arte-moderna-assinada-por-Candido-Portinari.jpg 1569w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41803" class="wp-caption-text">Igrejinha da Pampulha &#8211; Detalhe da arte moderna assinada por Cândido Portinari.</figcaption></figure></p>
<p>Apesar do estilo modernista, a Igreja mantém a <strong>estrutura tradicional dos templos religiosos</strong>, incluindo <strong>altar, coro, púlpito, sacristia</strong> e <strong>campanário</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41807" aria-describedby="caption-attachment-41807" style="width: 775px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41807 size-large" title="Igrejinha da Pampulha - As ondas se multiplicam em painéis curvos do artista Paulo Werneck nas paredes externas — feitos com pastilhas em tons de azul e branco." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-775x1024.jpg" alt="Igrejinha da Pampulha - As ondas se multiplicam em painéis curvos do artista Paulo Werneck nas paredes externas — feitos com pastilhas em tons de azul e branco" width="775" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-775x1024.jpg 775w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-227x300.jpg 227w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-768x1015.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-42x55.jpg 42w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco-800x1057.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/As-ondas-se-multiplicam-em-paineis-curvos-do-artista-Paulo-Werneck-nas-paredes-externas-—-feitos-com-pastilhas-em-tons-de-azul-e-branco.jpg 992w" sizes="(max-width: 775px) 100vw, 775px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41807" class="wp-caption-text">Igrejinha da Pampulha &#8211; As ondas se multiplicam em painéis curvos do artista Paulo Werneck nas paredes externas — feitos com pastilhas em tons de azul e branco.</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_41809" aria-describedby="caption-attachment-41809" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41809 size-large" title="Igrejinha da Pampulho - Visão panorâmica do interior modernista da igrejinha de São Francisco de Assis de Belo Horizonte." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-1024x785.jpg" alt="Igrejinha da Pampulho - Visão panorâmica do interior modernista da igrejinha de São Francisco de Assis" width="800" height="613" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-1024x785.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-768x589.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis-800x613.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Visao-panoramica-do-interior-modernista-da-igrejinha-de-Sao-Francisco-de-Assis.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41809" class="wp-caption-text">Igrejinha da Pampulho &#8211; Visão panorâmica do interior modernista da igrejinha de São Francisco de Assis de Belo Horizonte.</figcaption></figure></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejinha-da-pampulha-mg/">Igrejinha da Pampulha MG: História, Arquitetura e Significado Religioso</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto: História, Arquitetura e Arte</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejas-de-sao-francisco-de-assis-de-ouro-preto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 12:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Francisco Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[barroco]]></category>
		<category><![CDATA[barroco mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Francisco de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel da Costa Ataíde]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Ataíde]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro Preto MG]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco de Assis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=41782</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Igreja de São Francisco de Assis, localizada em Ouro Preto, Minas Gerais, é considerada uma das obras-primas do barroco brasileiro. Durante o período colonial, nenhuma cidade crescera tanto e tão rápido quanto a curvilínea Ouro Preto de Minas Gerais. A abundância de ouro e metais preciosos fez com que [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejas-de-sao-francisco-de-assis-de-ouro-preto/">Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto: História, Arquitetura e Arte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong>, localizada em <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Minas Gerais</strong>, é considerada uma das <strong>obras-primas do barroco brasileiro</strong>.</p>
<p>Durante o <strong>período colonial</strong>, nenhuma cidade crescera tanto e tão rápido quanto a <strong>curvilínea Ouro Preto de Minas Gerais</strong>.</p>
<p>A <strong>abundância de ouro e metais preciosos</strong> fez com que milhares de pessoas se dirigissem ao local em busca de <strong>enriquecimento fácil</strong> e <strong>possibilidades de negócio</strong>.</p>
<p>Dentre elas também estavam as <strong>elites portuguesas e brasileiras</strong>, <strong>culturais e políticas</strong>. E também as <strong>religiosas</strong>.</p>
<p>Nessa época, o <strong>Catolicismo</strong> era parte integrante não somente da <strong>cultura local</strong> como também do próprio <strong>poder governamental</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41786" aria-describedby="caption-attachment-41786" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41786 size-loop-large" title="Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x535.jpg" alt="Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41786" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>construção de igrejas</strong> era uma forma de <strong>retribuir as graças alcançadas</strong> e também de <strong>mostrar poder</strong>.</p>
<p>Cada <strong>irmandade</strong> — instituições religiosas compostas por leigos, cujo objetivo era <strong>ajudar os seus membros e a comunidade</strong>, porém com obediência às regras sancionadas pela <strong>Igreja Católica</strong> — buscava construir a sua igreja, no alto das <strong>colinas</strong> que compunham a cidade, sempre o mais <strong>bonita e luxuosa</strong> possível.</p>
<p>É nesse contexto que se dá a <strong>construção da Igreja de São Francisco de Assis</strong>.</p>
<p>A <strong>Ordem Terceira da Penitência de São Francisco de Assis</strong>, primeira ordem criada na então <strong>Vila Rica</strong>, reunia os <strong>nomes mais importantes da sociedade</strong>. Os membros se encontravam em outras igrejas até que, em <strong>1762</strong>, começaram a cogitar a possibilidade de <strong>construir o próprio templo</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41708" aria-describedby="caption-attachment-41708" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41708 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1024x527.jpg" alt="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral" width="800" height="412" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1024x527.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-300x154.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-768x395.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-107x55.jpg 107w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1536x790.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-2048x1054.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-800x412.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41708" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral.</figcaption></figure></p>
<h4>Video sobre a  História, Arquitetura e Arte da Igreja de São Francisco de Assis</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejas-de-sao-francisco-de-assis-de-ouro-preto/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Igreja de São Francisco de Assis: História, Arquitetura e Arte</h2>
<ol>
<li>Contexto histórico</li>
<li>Restauros e conservação</li>
<li>Obra-prima do Barroco Mineiro</li>
<li>As três fases do barroco no Brasil</li>
<li>Arquitetura e Escultura – Aleijadinho</li>
<li>Pintura – Mestre Ataíde</li>
<li>Função religiosa e turística</li>
<li>São Francisco de Assis – O Santo</li>
</ol>
<h3>1. Contexto histórico</h3>
<p>A construção da Igreja de São Francisco de Assis teve início em <strong>1766</strong>, auge da mineração do ouro em Minas Gerais. Ouro Preto (então Vila Rica) fervilhava de riquezas, o que impulsionava uma produção artística e arquitetônica sem precedentes no Brasil colonial.</p>
<p>Dois dos maiores nomes do barroco brasileiro foram chamados para realizar a obra:</p>
<ul>
<li><strong>Antônio Francisco Lisboa</strong>, o <em>Aleijadinho</em>, responsável pelo projeto arquitetônico e esculturas em pedra-sabão.</li>
<li><strong>Manuel da Costa Ataíde</strong>, o <em>Mestre Ataíde</em>, autor das pinturas do interior, especialmente o teto da nave.</li>
</ul>
<p>A construção foi concluída por volta de <strong>1810</strong>, já ao final do Ciclo do Ouro, mas a igreja jamais deixou de ser referência artística e espiritual.</p>
<p><figure id="attachment_41712" aria-describedby="caption-attachment-41712" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41712 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg" alt="Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto" width="800" height="826" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg 992w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-291x300.jpg 291w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-768x793.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-53x55.jpg 53w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-1488x1536.jpg 1488w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-800x826.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg 1690w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41712" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto.</figcaption></figure></p>
<h3>2. Restauros e conservação</h3>
<ul>
<li>Intervenções em <strong>1883</strong> e <strong>1925</strong> ocorreram sem os devidos cuidados técnicos.</li>
<li>Em <strong>2001</strong>, uma restauração ampla recuperou o <strong>altar-mor</strong>, os <strong>seis altares laterais</strong> e o <strong>assoalho</strong>, com foco na limpeza e fixação das peças e restauração das cores e texturas originais.</li>
</ul>
<p>A manutenção da igreja é fundamental: ela faz parte do conjunto que levou Ouro Preto a ser o <strong>primeiro Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO</strong> no Brasil, em 1981, e é considerada uma das <strong>Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo</strong>.</p>
<h3>3. Obra-prima do Barroco Mineiro</h3>
<p>Dom Francisco Barroso Filho, bispo emérito da Diocese de Oliveira, define a igreja como “<strong>o mais perfeito modelo do Barroco Mineiro</strong>”. Com linhas inovadoras, esculturas delicadas e cores vivas, o templo resume o que há de mais belo na fusão do barroco europeu com a criatividade brasileira.</p>
<p><figure id="attachment_41718" aria-describedby="caption-attachment-41718" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41718 size-large" title="Igreja de São Francisco de Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-1024x786.jpg" alt="Vários elementos contribuem para que a Igreja de São Francisco seja considerada por muitos a obra-prima do Barroco Mineiro" width="800" height="614" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-1024x786.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-768x590.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-1536x1179.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro-800x614.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Varios-elementos-contribuem-para-que-a-Igreja-de-Sao-Francisco-seja-considerada-por-muitos-a-obra-prima-do-Barroco-Mineiro.jpg 1701w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41718" class="wp-caption-text">Vários elementos contribuem para que a Igreja de São Francisco seja considerada por muitos a obra-prima do Barroco Mineiro</figcaption></figure></p>
<h3>4. As três fases do barroco no Brasil</h3>
<ol>
<li><strong>Primeira fase (1710-1730)</strong>: pequena escala, colunas retorcidas, talha dourada, azul e vermelho predominantes.</li>
<li><strong>Segunda fase (1730-1760)</strong>: uso intenso do ouro, fachadas neoclássicas, policromia intensa.</li>
<li><strong>Terceira fase – o Barroco Mineiro (após 1760)</strong>: identidade própria, leveza decorativa, formas livres, uso de pedra-sabão. Muitos chamam essa fase de <em>Rococó Brasileiro</em>.</li>
</ol>
<p><figure id="attachment_41293" aria-describedby="caption-attachment-41293" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41293 size-loop-large" title="Basílica Matriz de Nossa Senhora do Pilar" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg" alt="Basílica Matriz de Nossa Senhora do Pilar" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41293" class="wp-caption-text">Basílica Matriz de Nossa Senhora do Pilar em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<h3>5. Arquitetura e Escultura – Aleijadinho</h3>
<p>Aleijadinho empregou uma linguagem inovadora:</p>
<ul>
<li><strong>Fachada curva</strong> e torres recuadas, com referências militares: janelas em forma de “óculos” e torres como canhões.</li>
<li>Esculturas em <strong>pedra-sabão</strong>, como os anjos que sustentam os brasões da Coroa Portuguesa e da Ordem Franciscana.</li>
<li>A imagem da Virgem com tipoia no braço (como Aleijadinho usava), e São Francisco de Assis no Monte Alverne no medalhão central.</li>
<li><strong>Interior ricamente decorado</strong>, com altares laterais em estilo rococó, repletos de flores, guirlandas, e talhas douradas.</li>
<li>Destaque para os <strong>dois púlpitos</strong> criados por Aleijadinho com a ajuda de três escravos, expressando rostos com olhos mongóis, maçãs do rosto salientes e queixo bipartido — marcas de seu estilo inconfundível.</li>
</ul>
<p>O historiador Germain Bazin reconheceu o impacto dessas obras ao afirmar:</p>
<blockquote><p>“É surpreendente que a realização mais perfeita desse rococó português aconteça no Brasil, e não na metrópole, e que seja devida a um mestiço.”</p></blockquote>
<p><figure id="attachment_41714" aria-describedby="caption-attachment-41714" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41714 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - capela-mor" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-630x1024.jpg" alt="Na capela-mor está representada a Santíssima Trindade, com a virgem ao centro, coberta por uma abóbada de madeira com quatro medalhões, um em cada canto." width="630" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-630x1024.jpg 630w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-185x300.jpg 185w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-768x1248.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-945x1536.jpg 945w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-800x1300.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto.jpg 1165w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41714" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Na capela-mor está representada a Santíssima Trindade, com a virgem ao centro, coberta por uma abóbada de madeira com quatro medalhões, um em cada canto.</figcaption></figure></p>
<h3>6. Pintura – Mestre Ataíde</h3>
<p>A pintura do teto da nave é um espetáculo:</p>
<ul>
<li>Representa <strong>Nossa Senhora dos Anjos</strong>, elevando-se aos céus, cercada por anjos e querubins músicos.</li>
<li>A técnica em perspectiva cria a ilusão de altura infinita.</li>
<li>Os painéis laterais retratam cenas da vida de <strong>Abraão</strong>, simulando <strong>azulejos portugueses</strong>.</li>
<li>Uso vibrante de <strong>azul e vermelho</strong>, cores típicas do Barroco Mineiro.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_41706" aria-describedby="caption-attachment-41706" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41706 size-large" title="Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-1024x778.jpg" alt="Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760." width="800" height="608" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-1024x778.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-300x228.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-768x583.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-800x607.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41706" class="wp-caption-text">Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760.</figcaption></figure></p>
<h3>7. Função religiosa e turística</h3>
<p>Além de templo de fé, a igreja também atrai turistas do mundo inteiro. Ela é visitada tanto por seu valor artístico quanto pela religiosidade que ainda pulsa em suas celebrações. Durante missas e rituais, o turismo é suspenso, demonstrando o respeito mútuo entre fé e visitação.</p>
<blockquote><p>“O turismo e a devoção podem conviver muito bem, desde que um respeite as necessidades do outro.”<br />
— Ivo Porto de Menezes, professor da Escola de Arquitetura da UFMG</p></blockquote>
<p><figure id="attachment_41784" aria-describedby="caption-attachment-41784" style="width: 429px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41784 size-large" title="O Barroco Mineiro é uma das primeiras expressões artísticas originalmente brasileiras" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro-429x1024.jpg" alt="O Barroco Mineiro é uma das primeiras expressões artísticas originalmente brasileiras." width="429" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro-429x1024.jpg 429w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro-126x300.jpg 126w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro-23x55.jpg 23w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Barroco-Mineiro.jpg 571w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41784" class="wp-caption-text">O Barroco Mineiro é uma das primeiras expressões artísticas originalmente brasileiras.</figcaption></figure></p>
<h3>8. São Francisco de Assis – O Santo</h3>
<p>Nascido como <strong>Giovanni di Pietro di Bernardone</strong>, foi apelidado de <em>Francisco</em> por seu pai comerciante. Teve uma juventude turbulenta até ouvir o chamado de Cristo na igreja de São Damião, pedindo-lhe para restaurar a casa de Deus.</p>
<p>Após um confronto com seu pai por vender tecidos para doar à igreja, renunciou publicamente à herança, despindo-se diante do bispo e saindo nu para viver na pobreza.</p>
<p>Canonizado em <strong>1228</strong>, dois anos após sua morte, é um dos santos mais amados do catolicismo. É símbolo de humildade, paz e amor aos pobres, animais e à natureza.</p>
<p><figure id="attachment_41710" aria-describedby="caption-attachment-41710" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41710 size-large" title="Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-626x1024.jpg" alt="Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" width="626" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-626x1024.jpg 626w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-183x300.jpg 183w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-768x1257.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-939x1536.jpg 939w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x1309.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg 1042w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41710" class="wp-caption-text">Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto.</figcaption></figure></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-da-igrejas-de-sao-francisco-de-assis-de-ouro-preto/">Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto: História, Arquitetura e Arte</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aleijadinho: Biografia e Obras que Marcaram o Barroco Brasileiro</title>
		<link>https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 11:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Alejadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Francisco Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Congonhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Sabará]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário de Bom Jesus de Matozinhos]]></category>
		<category><![CDATA[São João del Rei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Aleijadinho é considerado o maior representante do barroco mineiro, sendo conhecido por suas esculturas em pedra-sabão, entalhes em madeira, altares e igrejas. Biografia de Antônio Francisco Lisboa ou Aleijadinho Antônio Francisco Lisboa (1738–1814), mais conhecido pelo apelido de Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto, capital da Minas Gerais colonial. A tradição [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/">Aleijadinho: Biografia e Obras que Marcaram o Barroco Brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Aleijadinho</strong> é considerado o <strong>maior representante do barroco mineiro</strong>, sendo conhecido por suas <strong>esculturas em pedra-sabão</strong>, <strong>entalhes em madeira</strong>, <strong>altares</strong> e <strong>igrejas</strong>.</p>
<h2>Biografia de Antônio Francisco Lisboa ou Aleijadinho</h2>
<p><strong>Antônio Francisco Lisboa</strong> (1738–1814), mais conhecido pelo apelido de <strong>Aleijadinho</strong>, nasceu em <strong>Ouro Preto</strong>, capital da <strong>Minas Gerais colonial</strong>.</p>
<p>A tradição relata que seu pai era um <strong>carpinteiro português</strong>, e sua mãe, uma <strong>escrava africana</strong>.</p>
<p>Nativo de uma <strong>província do interior</strong>, descoberta e fundada por <strong>exploradores brasileiros</strong> (e não portugueses), e <strong>tipicamente brasileiro</strong> também no sangue — <strong>misto de português e africano</strong> — ele é, com razão, aclamado por seus compatriotas como uma figura verdadeiramente <strong>“nacional”</strong>.</p>
<figure id="attachment_41769" aria-describedby="caption-attachment-41769" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41769 size-full" title="Antônio Francisco Lisboa, o aleijadinho" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho.jpg" alt="Antônio Francisco Lisboa, o aleijadinho" width="480" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho.jpg 480w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Antonio-Francisco-Lisboa-o-aleijadinho-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41769" class="wp-caption-text">Antônio Francisco Lisboa, o aleijadinho</figcaption></figure>
<p>Sabe-se <strong>muito pouco</strong> sobre sua vida.</p>
<p>Era, segundo consta, um <strong>mulato pequeno e disforme</strong>, que sofreu, nos últimos anos de vida, de uma <strong>misteriosa doença</strong> que o deixou tão aleijado que <strong>não conseguia mais andar</strong>; ficou com os <strong>dedos encarquilhados</strong>, e o <strong>rosto tão atingido</strong> que se tornou <strong>medonho e repulsivo</strong>.</p>
<p>Consciente do <strong>horror que sua aparência inspirava</strong>, desenvolveu um <strong>medo mórbido de ser visto</strong>, chegando a <strong>extremos exageros</strong>.</p>
<p>Porém, mesmo <strong>escondido por toldos</strong>, continuou a <strong>trabalhar incansavelmente</strong>. Era seu <strong>escravo favorito</strong>, <strong>Maurício</strong>, quem amarrava o <strong>formão</strong> e a <strong>marreta</strong> às suas <strong>mãos paralisadas</strong>.</p>
<p>Quando tinha quase <strong>60 anos</strong>, assumiu o encargo de <strong>esculpir 64 imagens de madeira em tamanho natural</strong> e <strong>doze gigantescas estátuas de pedra</strong> para a <strong>igreja de peregrinação de <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" target="_blank" rel="noopener">Congonhas do Campo</a></strong>, cidadezinha localizada entre <a href="https://bahia.ws/sao-joao-del-rei-mg-atracoes-turisticas-historia-e-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>São João del Rei</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ouro Preto</strong></a>.</p>
<figure id="attachment_41455" aria-describedby="caption-attachment-41455" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41455 size-loop-large" title="Fachada do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg" alt="Fachada do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1363.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41455" class="wp-caption-text">Fachada do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
<p>Levou <strong>dez anos</strong> para completar essa tarefa.</p>
<p>As <strong>figuras de Congonhas</strong> são muito <strong>desiguais na qualidade</strong>, como se refletissem o <strong>avanço acidentado da terrível doença</strong> do escultor. Porém, incluem trabalhos que talvez sejam as <strong>obras de arte mais dramáticas da América do Sul</strong>.</p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Veja <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" target="_blank" rel="noopener">Santuário de Bom Jesus de Matozinhos em Congonhas MG</a></strong></p>
<h4>Vídeo sobre Biografia de Obras de Aleijadinho</h4>

<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Obras-de-Antonio-Francisco-Lisboa-o-Aleijadinho.jpg" width="400" /></a></p>

<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h2>Obras de Aleijadinho, o Antônio Francisco Lisboa</h2>
<p>Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, é uma das figuras mais representativas do barroco brasileiro. Suas obras, predominantemente religiosas, concentram-se em Minas Gerais e impressionam pela expressividade, riqueza de detalhes e domínio técnico.</p>
<ol>
<li>Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos – Congonhas (MG)</li>
<li>Igreja de São Francisco de Assis – São João del-Rei (MG)</li>
<li>Chafariz da Samaritana – Mariana (MG)</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Sabará (MG)</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Igreja de Nossa Senhora da Conceição – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Igreja de São João Batista – Barão de Cocais (MG)</li>
<li>Igreja de São Francisco de Paula – Ouro Preto (MG)</li>
<li>Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Caeté (MG)</li>
</ol>
<p><strong>A seguir, apresentamos suas principais criações, com localização e descrição:</strong></p>
<h3>1. Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto (MG)</h3>
<p>Largo do Coimbra, Centro Histórico, Ouro Preto – MG</p>
<p>Aleijadinho foi responsável pelo projeto arquitetônico e pela ornamentação escultórica dessa que é uma das mais emblemáticas igrejas barrocas do Brasil. A fachada em pedra-sabão destaca-se pela harmonia das formas e pelo requinte artístico.</p>
<figure id="attachment_41271" aria-describedby="caption-attachment-41271" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41271 size-large" title="Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg" alt="Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto (MG)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41271" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Assis – Ouro Preto (MG)</figcaption></figure>
<h4><!-- /wp:paragraph -->

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<figure id="attachment_42355" aria-describedby="caption-attachment-42355" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-42355 size-loop-large" title="Mestre Ataíde - Glorificação de Nossa Senhora - Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-800x1290.jpg" alt="Mestre Ataíde - Glorificação de Nossa Senhora - Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto" width="800" height="1290" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-800x1290.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-186x300.jpg 186w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-635x1024.jpg 635w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-768x1238.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-953x1536.jpg 953w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto-1271x2048.jpg 1271w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/10/Mestre-Ataide-Glorificacao-de-Nossa-Senhora-Igreja-de-Sao-Francisco-em-Ouro-Preto.jpg 1358w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42355" class="wp-caption-text">Mestre Ataíde &#8211; Glorificação de Nossa Senhora &#8211; Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41786" aria-describedby="caption-attachment-41786" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41786 size-loop-large" title="Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x535.jpg" alt="Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41786" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41720" aria-describedby="caption-attachment-41720" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41720 size-large" title="Vista do interior da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto, obra-prima de Aleijadinho" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-801x1024.jpg" alt="Vista do interior da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto, obra-prima de Aleijadinho" width="800" height="1023" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-801x1024.jpg 801w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-235x300.jpg 235w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-768x982.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-43x55.jpg 43w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho-800x1023.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-do-interior-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-obra-prima-de-Aleijadinho.jpg 998w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41720" class="wp-caption-text">Vista do interior da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto, obra-prima de Aleijadinho</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41716" aria-describedby="caption-attachment-41716" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41716 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - fachada" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-1024x683.jpg" alt="São Francisco de Assis de Ouro Preto - fachada" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-2048x1365.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-fachada-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41716" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; fachada</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41714" aria-describedby="caption-attachment-41714" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41714 size-loop-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Na capela-mor está representada a Santíssima Trindade, com a virgem ao centro, coberta por uma abóbada de madeira com quatro medalhões, um em cada canto." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-800x1300.jpg" alt="Na capela-mor está representada a Santíssima Trindade, com a virgem ao centro, coberta por uma abóbada de madeira com quatro medalhões, um em cada canto." width="800" height="1300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-800x1300.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-185x300.jpg 185w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-630x1024.jpg 630w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-768x1248.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto-945x1536.jpg 945w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Na-capela-mor-esta-representada-a-Santissima-Trindade-com-a-virgem-ao-centro-coberta-por-uma-abobada-de-madeira-com-quatro-medalhoes-um-em-cada-canto.jpg 1165w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41714" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Na capela-mor está representada a Santíssima Trindade, com a virgem ao centro, coberta por uma abóbada de madeira com quatro medalhões, um em cada canto.</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41712" aria-describedby="caption-attachment-41712" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41712 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg" alt="Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto" width="800" height="826" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-992x1024.jpg 992w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-291x300.jpg 291w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-768x793.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-53x55.jpg 53w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-1488x1536.jpg 1488w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto-800x826.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Manuel-da-Costa-Ataide-ou-Mestre-Ataide-responsavel-pelas-pinturas-como-do-teto.jpg 1690w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41712" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde, responsável pelas pinturas, como do teto.</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41710" aria-describedby="caption-attachment-41710" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41710 size-loop-large" title="Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x1309.jpg" alt="Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto" width="800" height="1309" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-800x1309.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-183x300.jpg 183w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-626x1024.jpg 626w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-768x1257.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-34x55.jpg 34w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto-939x1536.jpg 939w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-do-altar-da-Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-de-Ouro-Preto.jpg 1042w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41710" class="wp-caption-text">Detalhe do altar da Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41708" aria-describedby="caption-attachment-41708" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41708 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1024x527.jpg" alt="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral" width="800" height="412" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1024x527.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-300x154.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-768x395.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-107x55.jpg 107w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-1536x790.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-2048x1054.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-perfeicao-da-arte-barroca-em-um-painel-lateral-800x412.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41708" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Detalhe da perfeição da arte barroca em um painel lateral</figcaption></figure>
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<!-- wp:image {"id":41706,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} --></h4>
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<figure id="attachment_41706" aria-describedby="caption-attachment-41706" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41706 size-large" title="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-1024x778.jpg" alt="São Francisco de Assis de Ouro Preto - Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760." width="800" height="608" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-1024x778.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-300x228.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-768x583.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760-800x607.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Branco-e-dourado-sao-alguns-dos-elementos-mais-fortes-da-chamada-segunda-fase-do-barroco-que-vai-de-1730-a-1760.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41706" class="wp-caption-text">São Francisco de Assis de Ouro Preto &#8211; Branco e dourado são alguns dos elementos mais fortes da chamada segunda fase do barroco, que vai de 1730 a 1760.</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41271" aria-describedby="caption-attachment-41271" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41271 size-large" title="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg" alt="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41271" class="wp-caption-text">IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO</figcaption></figure>
</figure>
<h4><!-- /wp:image --></h4>
<h3><strong>2. Santuário do Bom Jesus de Matosinhos – Congonhas (MG)</strong></h3>
<p><em>Praça da Basílica, Centro, Congonhas – MG</em></p>
<p>Sua obra-prima. No adro, Aleijadinho esculpiu os famosos <strong>Doze Profetas</strong> em pedra-sabão, cada um com expressividade única. Criou também 66 esculturas em madeira que compõem as <strong>Capelas dos Passos da Paixão de Cristo</strong>, distribuídas ao longo do santuário.</p>
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<figure id="attachment_41483" aria-describedby="caption-attachment-41483" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41483 size-loop-large" title="Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-800x516.jpg" alt="Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos" width="800" height="516" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-800x516.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-300x194.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-768x495.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-85x55.jpg 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos.jpg 930w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41483" class="wp-caption-text">Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41433" aria-describedby="caption-attachment-41433" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41433 size-loop-large" title="Joel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg" alt="Joel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="1203" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41433" class="wp-caption-text">Joel &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41431" aria-describedby="caption-attachment-41431" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41431 size-loop-large" title="Oséias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg" alt="Oséias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="1203" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41431" class="wp-caption-text">Oséias &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41420" aria-describedby="caption-attachment-41420" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41420 size-loop-large" title="Isaías - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg" alt="Isaías - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="1203" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41420" class="wp-caption-text">Isaías &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41417" aria-describedby="caption-attachment-41417" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41417 size-large" title="Crucificação - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Crucificação - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41417" class="wp-caption-text">Crucificação &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41415" aria-describedby="caption-attachment-41415" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41415 size-loop-large" title="Subida do Calvário - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x448.jpg" alt="Subida do Calvário - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x448.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41415" class="wp-caption-text">Subida do Calvário &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41413" aria-describedby="caption-attachment-41413" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41413 size-large" title="Flagelação e Coroação de Espinhos - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Flagelação e Coroação de Espinhos - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1363.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41413" class="wp-caption-text">Flagelação e Coroação de Espinhos &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41410" aria-describedby="caption-attachment-41410" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41410 size-large" title="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41410" class="wp-caption-text">Prisão de Jesus &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41408" aria-describedby="caption-attachment-41408" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41408 size-large" title="Agonia no Horto das Oliveiras - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Agonia no Horto das Oliveiras - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41408" class="wp-caption-text">Agonia no Horto das Oliveiras &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41405" aria-describedby="caption-attachment-41405" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41405 size-large" title="Passo da ceia - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Passo da ceia - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1363.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41405" class="wp-caption-text">Passo da ceia &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41403" aria-describedby="caption-attachment-41403" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41403 size-large" title="Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x683.jpg" alt="Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41403" class="wp-caption-text">Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure>
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<h3>3. Igreja de São Francisco de Assis – São João del-Rei (MG)</h3>
<p><em>Praça Frei Orlando, Centro, São João del-Rei – MG</em></p>
<p>O projeto arquitetônico é atribuído a Aleijadinho. A igreja apresenta uma fachada elegante e uma decoração interna em estilo rococó, rica em detalhes e com forte influência do artista.</p>
<figure id="attachment_41762" aria-describedby="caption-attachment-41762" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41762 size-large" title="Fachada da São Francisco de Assis em São João del-Rei" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-1024x682.jpg" alt="Fachada da São Francisco de Assis em São João del-Rei" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fachada-da-Sao-Francisco-de-Assis-de-Sao-Joao-del-Rei.jpg 2000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41762" class="wp-caption-text">Fachada da São Francisco de Assis em São João del-Rei</figcaption></figure>
<figure id="attachment_41766" aria-describedby="caption-attachment-41766" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41766 size-large" title="Igreja Nossa Senhora do Carmo de São João del Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x768.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Carmo de São João del Rei MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sao-Joao-del-Rei-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41766" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Carmo de São João del Rei MG</figcaption></figure>
<h3>4. Chafariz da Samaritana – Mariana (MG)</h3>
<p><em>Rua Dom Viçoso, Centro Histórico, Mariana – MG</em></p>
<p>Escultura em pedra-sabão que representa a cena bíblica da Samaritana no poço. A obra expressa o dinamismo e os detalhes anatômicos característicos de Aleijadinho.</p>
<figure id="attachment_57179" aria-describedby="caption-attachment-57179" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-57179 size-full" title="Chafariz da Samaritana – Mariana (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG.jpg" alt="Chafariz da Samaritana – Mariana (MG)" width="800" height="592" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG-300x222.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG-768x568.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-da-Samaritana-–-Mariana-MG-74x55.jpg 74w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57179" class="wp-caption-text">Chafariz da Samaritana – Mariana (MG)</figcaption></figure>
<h3>5. Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Sabará (MG)</h3>
<p><em>Rua Dom Pedro II, Centro, Sabará – MG</em></p>
<p>Aleijadinho participou da criação da portada e dos altares laterais, com minuciosa talha em madeira dourada, típica do barroco mineiro.</p>
<figure id="attachment_41764" aria-describedby="caption-attachment-41764" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41764 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-800x600.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG.jpg 999w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41764" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG</figcaption></figure>
<h3>6. Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Ouro Preto (MG)</h3>
<p>Rua Brigadeiro Musqueira, Centro Histórico, Ouro Preto – MG</p>
<p>O artista foi responsável por diversos elementos decorativos internos, incluindo os altares laterais, que exibem seu estilo detalhado e inconfundível.</p>
<figure id="attachment_41764" aria-describedby="caption-attachment-41764" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41764 size-loop-large" title="Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-800x600.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-do-Carmo-de-Sabara-MG.jpg 999w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41764" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora do Carmo de Sabará MG</figcaption></figure>
<h3>7. Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões – Ouro Preto (MG)</h3>
<p>Rua Padre Rolim, Centro, Ouro Preto – MG</p>
<p>Aleijadinho trabalhou na fachada e em parte da decoração interna. A igreja representa uma síntese do barroco mineiro e da maturidade artística do escultor.</p>
<figure id="attachment_57184" aria-describedby="caption-attachment-57184" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-57184 size-large" title="Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões – Ouro Preto (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-1024x1024.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões – Ouro Preto (MG)" width="800" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-1024x1024.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-768x768.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-600x600.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-800x800.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-650x650.jpg 650w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Nossa-Senhora-das-Merces-e-Perdoes-–-Ouro-Preto-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57184" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões – Ouro Preto (MG)</figcaption></figure>
<h3>8. Igreja de Nossa Senhora da Conceição – Ouro Preto (MG)</h3>
<p><em>Rua Bernardo Vasconcelos, Antônio Dias, Ouro Preto – MG</em></p>
<p>Aleijadinho realizou talhas e esculturas nos altares da igreja. É também o local onde seus restos mortais estão sepultados, tornando o templo ainda mais significativo.</p>
<figure id="attachment_40630" aria-describedby="caption-attachment-40630" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40630 size-large" title="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40630" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG</figcaption></figure>
<h3><strong>9. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar – Ouro Preto (MG)</strong></h3>
<p><em>Praça Monsenhor Castilho Barbosa, Pilar, Ouro Preto – MG</em></p>
<p>Uma das igrejas mais ricas em ornamentação barroca do Brasil, com mais de 400 kg de ouro e prata em sua decoração interna.</p>
<p>Embora a autoria de grande parte das obras seja atribuída a outros artistas, <strong>Aleijadinho teria colaborado com esculturas e talhas</strong>, especialmente em altares laterais e detalhes decorativos.</p>
<p>A grandiosidade e riqueza da igreja demonstram o auge do barroco mineiro, cenário em que Aleijadinho estava profundamente inserido.</p>
<figure id="attachment_41293" aria-describedby="caption-attachment-41293" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41293 size-loop-large" title="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg" alt="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41293" class="wp-caption-text">IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR</figcaption></figure>
<h3>10. Igreja de São João Batista – Barão de Cocais (MG)</h3>
<p><em>Praça da Matriz, s/n – Centro, Barão de Cocais – MG</em></p>
<p>Projeto arquitetônico inovador com torres posicionadas diagonalmente. Iniciada em 1764.</p>
<figure id="attachment_57200" aria-describedby="caption-attachment-57200" style="width: 734px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-57200 size-full" title="Igreja de São João Batista – Barão de Cocais (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG.jpg" alt="Igreja de São João Batista – Barão de Cocais (MG)" width="734" height="490" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG.jpg 734w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Joao-Batista-–-Barao-de-Cocais-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57200" class="wp-caption-text">Igreja de São João Batista – Barão de Cocais (MG)</figcaption></figure>
<h3>11. Igreja de São Francisco de Paula – Ouro Preto (MG)</h3>
<p><em>Rua Padre Rolim, s/n – Alto da Cruz, Ouro Preto – MG</em></p>
<p>Última obra atribuída a Aleijadinho. Fachada imponente com traços barrocos e rococós. Iniciada em 1804.</p>
<figure id="attachment_57205" aria-describedby="caption-attachment-57205" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-57205 size-full" title="Igreja de São Francisco de Paula – Ouro Preto (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG.webp" alt="Igreja de São Francisco de Paula – Ouro Preto (MG)" width="640" height="426" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG.webp 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG-300x200.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG-83x55.webp 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Paula-–-Ouro-Preto-MG-360x240.webp 360w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57205" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Paula – Ouro Preto (MG)</figcaption></figure>
<h3>12. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Caeté (MG)</h3>
<p><em>Praça João Pinheiro, s/n – Centro, Caeté – MG</em></p>
<p>Igreja com elementos decorativos do barroco mineiro. Aleijadinho contribuiu com talhas e projetos escultóricos.</p>
<figure id="attachment_57210" aria-describedby="caption-attachment-57210" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-57210 size-large" title="Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Caeté (MG)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Caeté (MG)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-do-Bom-Sucesso-–-Caete-MG.jpg 1800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57210" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Caeté (MG)</figcaption></figure><!-- /wp:gallery --><p>A publicação <a href="https://bahia.ws/biografia-de-antonio-francisco-lisboa-mais-conhecido-como-aleijadinho/">Aleijadinho: Biografia e Obras que Marcaram o Barroco Brasileiro</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Atrações Turísticas da Bahia: principais atrações, praias e cidades</title>
		<link>https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico da Bahia e Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O turismo na Bahia se destaca por fazer do estado um dos principais polos turísticos do Brasil. Suas inúmeras atrações turísticas, que vão desde o vasto litoral com praias paradisíacas até os sítios históricos coloniais, encantam visitantes do mundo todo. Com uma cultura vibrante, belezas naturais e cidades repletas de [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/">Atrações Turísticas da Bahia: principais atrações, praias e cidades</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>turismo na Bahia</strong> se destaca por fazer do estado um dos principais polos turísticos do Brasil. Suas inúmeras <strong>atrações turísticas</strong>, que vão desde o <strong>vasto litoral</strong> com praias paradisíacas até os <strong>sítios históricos coloniais</strong>, encantam visitantes do mundo todo.</p>
<p>Com uma <strong>cultura vibrante</strong>, <strong>belezas naturais</strong> e cidades repletas de história e tradição, as <strong>atrações turísticas da Bahia</strong> tornam o destino ideal para quem busca lazer, cultura e natureza ao longo de todo o ano.</p>
<p><figure id="attachment_99800" aria-describedby="caption-attachment-99800" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99800" title="Atrações Turísticas da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia.png" alt="Atrações Turísticas da Bahia" width="1200" height="898" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia.png 1917w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-300x224.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-1024x766.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-768x574.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-74x55.png 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-1536x1149.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Atracoes-Turisticas-da-Bahia-800x598.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99800" class="wp-caption-text">Atrações Turísticas da Bahia</figcaption></figure></p>
<p>O estado possui o <strong>maior litoral do país</strong>, com aproximadamente <strong>932 quilômetros</strong>, o que representa cerca de <strong>12,4% da costa brasileira</strong>. Esse extenso litoral abriga inúmeras praias paradisíacas e vilarejos encantadores.</p>
<p>A capital, <strong>Salvador</strong>, é um dos principais destinos turísticos, famosa pelo <strong>Carnaval</strong>, que atrai cerca de <strong>2,7 milhões de foliões</strong> em seis dias de festa. Entre os <strong>principais pontos turísticos</strong> da cidade estão a <strong>Baía de Todos os Santos</strong>, o <strong>Farol da Barra</strong>, o <strong>Elevador Lacerda</strong> e o <strong>Pelourinho</strong>, com seu casario colonial e animação cultural.</p>
<p>No litoral norte do estado está a <strong>Costa do Sauípe</strong>, o <strong>maior complexo turístico do Brasil</strong>, planejado desde sua origem para o turismo. A região é quase totalmente ocupada por <strong>hotéis e resorts</strong>, oferecendo infraestrutura de alto padrão em meio à natureza exuberante.</p>
<h3>Videos sobre Pontos Turísticos da Bahia</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2020/04/Salvador-–-BA.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Atrações Turísticas da Bahia</h2>
<h3>1. Salvador da Bahia</h3>
<p>Salvador, capital da <strong>Bahia</strong>, é uma das cidades mais <strong>vibrantes</strong> e <strong>culturalmente ricas</strong> do Brasil, marcada pela forte presença da <strong>herança africana</strong>, pelo <strong>sincretismo religioso</strong> e pela sua <strong>arquitetura colonial</strong> preservada.</p>
<p>Fundada em <strong>1549</strong> como a primeira <strong>capital do país</strong>, Salvador encanta com seu <strong>Centro Histórico</strong>, reconhecido como <strong>Patrimônio Mundial</strong> pela <strong>UNESCO</strong>, suas <strong>igrejas barrocas</strong> revestidas de ouro, <strong>festas populares</strong> de grande expressão, como o <strong>Carnaval</strong> e a <strong>Lavagem do Bonfim</strong>, além de suas <strong>praias paradisíacas</strong> banhadas pela <strong>Baía de Todos os Santos</strong>. Misturando <strong>tradição</strong> e <strong>modernidade</strong>, a cidade oferece uma experiência única de <strong>cores</strong>, <strong>sabores</strong>, <strong>ritmos</strong> e <strong>fé</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99802" aria-describedby="caption-attachment-99802" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99802" title="Pelourinho em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" alt="Pelourinho em Salvador da Bahia" width="1200" height="780" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-300x195.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1024x666.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-768x499.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1536x998.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-2048x1331.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-800x520.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99802" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador da Bahia</figcaption></figure></p>
<h4>1. <a href="https://bahia.ws/pelourinho-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Centro Histórico</a> (Pelourinho)</h4>
<ul>
<li>Patrimônio Mundial da UNESCO.</li>
<li>Igrejas barrocas, casarões coloniais, museus, ateliês e música nas ruas.</li>
<li>Destaques: Igreja de São Francisco, Fundação Casa de Jorge Amado, Largo do Pelourinho.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99803" aria-describedby="caption-attachment-99803" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99803" title="Igreja de São Francisco em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA.png" alt="Igreja de São Francisco em Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-de-Sao-Francisco-em-Salvador-BA-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99803" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco em Salvador BA</figcaption></figure></p>
<h4>2. <a href="https://bahia.ws/conheca-a-historia-e-construcao-do-elevador-lacerda/" target="_blank" rel="noopener">Elevador Lacerda</a> e <a href="https://bahia.ws/palacios-em-salvador-para-conhecer-a-historia-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Praça Tomé de Souza</a></h4>
<ul>
<li>Conecta a Cidade Alta à Cidade Baixa.</li>
<li>Vista espetacular da Baía de Todos os Santos.</li>
<li>Próximo estão: Palácio Rio Branco, Câmara de Vereadores, e o famoso Mercado Modelo.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99804" aria-describedby="caption-attachment-99804" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99804" title="Elevador Lacerda em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.png" alt="Elevador Lacerda em Salvador da Bahia" width="1200" height="695" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-300x174.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-1024x593.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-768x444.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-95x55.png 95w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-1536x889.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Elevador-Lacerda-em-Salvador-da-Bahia-800x463.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99804" class="wp-caption-text">Elevador Lacerda em Salvador da Bahia</figcaption></figure></p>
<h4>3. <a href="https://bahia.ws/igrejas-em-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Igrejas Históricas</a></h4>
<ul>
<li><strong>Igreja de São Francisco</strong>: famosa por seu interior coberto de ouro.</li>
<li><strong>Catedral Basílica de Salvador</strong>: antiga igreja dos jesuítas, cheia de arte sacra.</li>
<li><strong>Igreja do Bonfim</strong>: símbolo de fé baiana, palco da tradicional Lavagem do Bonfim.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99805" aria-describedby="caption-attachment-99805" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99805" title="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png" alt="Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-do-Nosso-Senhor-do-Bonfim-em-Salvador-BA-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99805" class="wp-caption-text">Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador BA</figcaption></figure></p>
<h4>4. <a href="https://bahia.ws/praias-de-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Praias e Orlas</a></h4>
<ul>
<li><strong>Porto da Barra</strong>: uma das praias urbanas mais bonitas do Brasil.</li>
<li><strong>Farol da Barra</strong>: onde está o Forte de Santo Antônio da Barra e o Museu Náutico.</li>
<li><strong>Praia do Flamengo e Stella Maris</strong>: mais tranquilas, com águas claras e coqueiros.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99806" aria-describedby="caption-attachment-99806" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99806" title="Farol da Barra em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador.png" alt="Farol da Barra em Salvador" width="1200" height="651" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-300x163.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-1024x556.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-768x417.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-101x55.png 101w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-1536x833.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Farol-da-Barra-em-Salvador-800x434.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99806" class="wp-caption-text">Farol da Barra em Salvador</figcaption></figure></p>
<h4>5. <a href="https://bahia.ws/museus-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Museus</a></h4>
<ul>
<li><strong>Museu de Arte da Bahia (MAB)</strong>.</li>
<li><strong>Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM)</strong>, no Solar do Unhão, com vista linda do pôr do sol.</li>
<li><strong>Museu Afro-Brasileiro</strong>, no Pelourinho, retratando a influência africana na Bahia.</li>
<li><strong>Museu Tempostal</strong> e <strong>Casa do Benin</strong>: focados em memória visual e cultura africana.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99807" aria-describedby="caption-attachment-99807" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99807" title="Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador.png" alt="Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Museu-de-Arte-Moderna-da-Bahia-em-Salvador-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99807" class="wp-caption-text">Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador</figcaption></figure></p>
<h4>6. Cultura e Festas</h4>
<ul>
<li><a href="https://bahia.ws/rio-vermelho-salvador/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Vermelho</strong></a>: bairro boêmio, com bares, festas, e o acarajé da Dinha.</li>
<li><a href="https://bahia.ws/carnaval-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carnaval de Salvador</strong></a>: uma das maiores festas do mundo, com trios elétricos.</li>
<li><a href="https://bahia.ws/festa-de-iemanja-em-salvador/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Festas religiosas</strong></a>: Iemanjá (2 de fevereiro), Bonfim, São João.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99808" aria-describedby="caption-attachment-99808" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99808" title="Carnaval de Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png" alt="Carnaval de Salvador" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador.png 1860w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Carnaval-de-Salvador-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99808" class="wp-caption-text">Carnaval de Salvador</figcaption></figure></p>
<h3>2. Roteiro Turístico do Litoral Baiano</h3>
<p>O <strong>litoral da Bahia</strong> é um dos mais deslumbrantes do Brasil, com cerca de <strong>1.100 km de praias</strong>, paisagens paradisíacas, vilarejos charmosos, áreas de preservação e muita cultura.</p>
<p>Para facilitar sua viagem, o litoral é dividido em zonas turísticas oficiais.</p>
<h4>1. Litoral Norte (<a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-costa-dos-coqueiros/" target="_blank" rel="noopener">Costa dos Coqueiros</a>)</h4>
<ul>
<li><strong>Praia do Forte</strong>: badalada, com o <strong>Projeto Tamar</strong>, piscinas naturais e o <strong>Castelo Garcia D&#8217;Ávila</strong>.</li>
<li><strong>Imbassaí</strong>: rio e mar se encontram em meio a dunas e coqueirais.</li>
<li><strong>Arembepe</strong>: famosa por sua comunidade hippie e beleza rústica.</li>
<li><strong>Costa do Sauípe</strong>: complexo turístico com resorts de luxo e natureza exuberante.</li>
<li><strong>Subaúma</strong>, <strong>Baixio</strong> e <strong>Mangue Seco</strong>: praias tranquilas, dunas, coqueirais e muita natureza.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99809" aria-describedby="caption-attachment-99809" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99809" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99809" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure></p>
<h4>2. <a href="https://bahia.ws/historia-e-turismo-da-baia-de-todos-os-santos/" target="_blank" rel="noopener">Baía de Todos-os-Santos</a></h4>
<ul>
<li><strong>Salvador</strong>: com suas praias urbanas como o <strong>Farol da Barra</strong>, o <strong>Porto da Barra</strong>, <strong>Itapuã</strong>, além do <strong>Pelourinho</strong>, cultura afro-brasileira e gastronomia vibrante.</li>
<li><strong>Ilha de Itaparica</strong>: acessível por ferry boat, com praias tranquilas e história colonial.</li>
<li><strong>Ilha dos Frades</strong>: águas cristalinas e áreas de preservação ambiental.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99810" aria-describedby="caption-attachment-99810" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99810" title="Ilha de Itaparica" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica.png" alt="Ilha de Itaparica" width="1200" height="918" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-1024x783.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-768x587.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-1536x1175.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilha-de-Itaparica-800x612.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99810" class="wp-caption-text">Ilha de Itaparica</figcaption></figure></p>
<h3>3. Litoral Sul da Bahia</h3>
<h5><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-costa-do-dende/" target="_blank" rel="noopener">Costa do Dendê</a></h5>
<ul>
<li><strong>Morro de São Paulo</strong>: destino jovem com praias numeradas, festas e natureza.</li>
<li><strong>Boipeba</strong>: ideal para quem busca tranquilidade e paisagens intocadas.</li>
<li><strong>Ilha de Tinharé e Cairu</strong>: trilhas, ecoturismo, mergulho e cultura local.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99811" aria-describedby="caption-attachment-99811" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99811" title="Morro de São Paulo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png" alt="Morro de São Paulo" width="1200" height="754" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png 2097w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-1024x643.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-768x482.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-1536x965.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-2048x1286.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-800x502.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99811" class="wp-caption-text">Morro de São Paulo</figcaption></figure></p>
<h5><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-costa-do-cacau/" target="_blank" rel="noopener">Costa do Cacau</a></h5>
<ul>
<li><strong>Itacaré</strong>: surf, cachoeiras e praias cercadas pela Mata Atlântica.</li>
<li><strong>Ilhéus</strong>: terra de Jorge Amado, com centros históricos e belas praias.</li>
<li><strong>Serra Grande</strong> e <strong>Uruçuca</strong>: paisagens preservadas, falésias e natureza.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99812" aria-describedby="caption-attachment-99812" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99812" title="Ilhéus na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png" alt="Ilhéus na Bahia" width="1200" height="882" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png 2014w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-300x220.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-1024x752.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-768x564.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-1536x1129.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-800x588.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99812" class="wp-caption-text">Ilhéus na Bahia</figcaption></figure></p>
<h5><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-costa-do-descobrimento/" target="_blank" rel="noopener">Costa do Descobrimento</a></h5>
<ul>
<li><strong>Porto Seguro</strong>: marco do descobrimento do Brasil, com festas e belas praias.</li>
<li><strong>Arraial d&#8217;Ajuda</strong>: vila charmosa, com igrejas antigas e mirantes.</li>
<li><strong>Trancoso</strong>: sofisticação e beleza no famoso <strong>Quadrado</strong>.</li>
<li><strong>Caraíva</strong>: vila rústica com ruas de areia, rio e energia alternativa.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99813" aria-describedby="caption-attachment-99813" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99813" title="Porto Seguro na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia.png" alt="Porto Seguro na Bahia" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-Seguro-na-Bahia-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99813" class="wp-caption-text">Porto Seguro na Bahia</figcaption></figure></p>
<h5><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-costa-das-baleias/" target="_blank" rel="noopener">Costa das Baleias</a></h5>
<ul>
<li><strong>Caravelas</strong>, <strong>Prado</strong>, <strong>Alcobaça</strong> e <strong>Nova Viçosa</strong>: destinos ideais para quem deseja observar as <strong>baleias-jubarte</strong>, que visitam a região entre julho e novembro. Além das praias tranquilas, a região abriga o <strong>Parque Nacional Marinho de Abrolhos</strong>, um dos melhores pontos de mergulho do Brasil.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99814" aria-describedby="caption-attachment-99814" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99814" title="Parque Nacional Marinho dos Abrolhos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos.png" alt="Parque Nacional Marinho dos Abrolhos" width="1200" height="614" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-300x153.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-1024x524.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-768x393.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-108x55.png 108w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-1536x785.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Parque-Nacional-Marinho-dos-Abrolhos-800x409.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99814" class="wp-caption-text">Parque Nacional Marinho dos Abrolhos</figcaption></figure></p>
<h3>4. Chapada Diamantina: Paraíso do Ecoturismo na Bahia</h3>
<p>Localizada no coração da Bahia, a <a href="https://bahia.ws/chapada-diamantina-mundialmente-famosa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Chapada Diamantina</strong></a> é um dos destinos mais espetaculares do Brasil para os amantes da <strong>natureza</strong>, do <strong>turismo de aventura</strong> e da <strong>cultura local</strong>. A região abriga o <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>, com paisagens que misturam <strong>cachoeiras gigantescas</strong>, <strong>grutas cristalinas</strong>, <strong>cânions</strong>, <strong>vales</strong>, <strong>morros</strong>, <strong>rios de águas puras</strong> e <strong>vegetação exuberante da Caatinga e do Cerrado</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99815" aria-describedby="caption-attachment-99815" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99815" title="Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina.png" alt="Chapada Diamantina" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chapada-Diamantina-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99815" class="wp-caption-text">Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<p>Entre os pontos turísticos mais famosos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Cachoeira da Fumaça</strong>: uma das mais altas do Brasil, com quase 400 metros de queda.</li>
<li><strong>Poço Azul</strong> e <strong>Poço Encantado</strong>: cavernas com águas cristalinas e tons azulados impressionantes.</li>
<li><strong>Morro do Pai Inácio</strong>: mirante icônico com vista panorâmica da região, perfeito para o pôr do sol.</li>
<li><strong>Vale do Pati</strong>: considerado um dos trekkings mais bonitos das Américas, ideal para quem curte aventura e isolamento.</li>
<li><strong>Gruta da Lapa Doce</strong>, <strong>Pratinha</strong> e <strong>Gruta Azul</strong>: formações rochosas e águas transparentes de beleza surreal.</li>
<li>As principais bases para explorar a Chapada são as cidades de <strong>Lençóis</strong>, <strong>Vale do Capão</strong>, <strong>Igatu</strong>, <strong>Mucugê</strong>, <strong>Andaraí</strong> e <strong>Palmeiras</strong>, cada uma com seu charme e estrutura para o turismo. Lençóis, por exemplo, é tombada pelo IPHAN e preserva casarios coloniais, além de ser a porta de entrada mais conhecida para o parque.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99816" aria-describedby="caption-attachment-99816" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99816" title="Mucugê na Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina.png" alt="Mucugê na Chapada Diamantina" width="1200" height="801" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mucuge-na-Chapada-Diamantina-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99816" class="wp-caption-text">Mucugê na Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<h3>6. Culinária da Bahia</h3>
<p>A <a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>culinária baiana</strong></a> é uma das mais ricas e expressivas do Brasil, famosa por seus sabores intensos, cores vibrantes e forte herança <strong>africana</strong>, indígena e portuguesa. Embora sua origem esteja concentrada no <strong>Recôncavo Baiano</strong> e no <strong>litoral do estado</strong>, seus pratos conquistaram o paladar do país inteiro — mesmo que não sejam os mais consumidos no dia a dia fora da Bahia.</p>
<p>Baseada em ingredientes marcantes como <strong>azeite de dendê</strong>, <strong>leite de coco</strong>, <strong>gengibre</strong>, <strong>castanha de caju</strong> e uma grande variedade de <strong>pimentas</strong> (usadas com moderação ou intensidade, a gosto), a culinária da Bahia oferece uma explosão de sabores em cada prato.</p>
<p><strong>Entre os pratos mais tradicionais estão:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Acarajé</strong>: bolinho frito de feijão-fradinho recheado com vatapá, camarão seco e salada.</li>
<li><strong>Abará</strong>: semelhante ao acarajé, mas cozido no vapor e envolvido em folha de bananeira.</li>
<li><strong>Vatapá</strong>: creme feito com pão, camarão, amendoim, castanha e dendê.</li>
<li><strong>Caruru</strong>: prato de quiabo com camarão seco e temperos fortes.</li>
<li><strong>Moqueca baiana</strong>: peixe cozido com dendê, leite de coco, pimentões e coentro.</li>
<li><strong>Bobó de camarão</strong>, <strong>ensopado de peixe</strong> e <strong>sarapatel</strong> também são muito apreciados.</li>
</ul>
<p>Para adoçar, os destaques são as tradicionais <strong>cocadas</strong>, <strong>quindins</strong>, <strong>bolos de aipim</strong>, <strong>mungunzá doce</strong> e <strong>doce de banana da terra</strong> com cravo e canela.</p>
<p>A culinária da Bahia não é apenas alimento: é <strong>patrimônio cultural</strong>, é festa, é religiosidade e é memória afetiva — especialmente nos tabuleiros das baianas de acarajé, declaradas patrimônio imaterial do Brasil.</p>
<h3>7. Turismo Religioso na Bahia</h3>
<p>A <strong>Bahia</strong> é um dos destinos mais fascinantes do Brasil para quem busca fé, história e cultura. Com forte tradição católica e influência das religiões de matriz africana, o estado oferece experiências únicas de <strong>espiritualidade</strong> e <strong>sincretismo religioso</strong>. Confira os principais pontos para montar seu roteiro:</p>
<h4>1. Salvador – Capital da Fé e da Diversidade Religiosa</h4>
<p>Na primeira capital do Brasil, o visitante encontra um rico patrimônio religioso:</p>
<ul>
<li><strong>Basílica do Senhor do Bonfim</strong> – ícone da fé baiana e palco da tradicional <strong>Lavagem do Bonfim</strong>.</li>
<li><strong>Igreja e Convento de São Francisco</strong> – conhecida por seu interior coberto de <strong>ouro</strong> e arte barroca.</li>
<li><strong>Santuário de Irmã Dulce</strong> – dedicado à santa baiana, com museu e espaço de oração.</li>
<li><strong>Catedral Basílica de Salvador</strong> – imponente templo histórico localizado no <strong>Terreiro de Jesus</strong>.</li>
<li><strong>Casa de Iemanjá</strong> – templo no <strong>Rio Vermelho</strong>, que celebra a <strong>Rainha do Mar</strong>, símbolo do candomblé.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99817" aria-describedby="caption-attachment-99817" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99817" title="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador.png" alt="Igreja e Convento de São Francisco em Salvador" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador.png 1800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-e-Convento-de-Sao-Francisco-em-Salvador-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99817" class="wp-caption-text">Igreja e Convento de São Francisco em Salvador</figcaption></figure></p>
<h4>2. Bom Jesus da Lapa – A Capital Baiana da Romaria</h4>
<p>Localizada às margens do Rio São Francisco, <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-de-bom-jesus-da-lapa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bom Jesus da Lapa</strong></a> é um dos maiores centros de peregrinação do Brasil.</p>
<ul>
<li>Todos os anos, em <strong>agosto</strong>, acontece a <strong>Romaria do Bom Jesus</strong>, que reúne milhares de fiéis em clima de fé e devoção.</li>
<li>O destaque é o <strong>santuário escavado na rocha</strong>, conhecido como <strong>Gruta do Bom Jesus</strong>, um cenário de forte simbolismo espiritual.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99818" aria-describedby="caption-attachment-99818" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99818" title="Santuário do Bom Jesus da Lapa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa.png" alt="Santuário do Bom Jesus da Lapa" width="1200" height="797" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-300x199.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-1024x680.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-768x510.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-1536x1020.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-800x531.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-do-Bom-Jesus-da-Lapa-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99818" class="wp-caption-text">Santuário do Bom Jesus da Lapa</figcaption></figure></p>
<h4>3. Candeias – Devoção no Recôncavo Baiano</h4>
<ul>
<li>Visite o <a href="https://bahia.ws/candeias-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Santuário de Nossa Senhora das Candeias</strong></a>, ponto de fé e tradição no <strong>Recôncavo Baiano</strong>.</li>
<li>A cidade atrai romeiros e turistas que buscam momentos de paz, oração e contato com o sagrado.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_99819" aria-describedby="caption-attachment-99819" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99819" title="Igreja Nossa Senhora de Candeias" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias.png" alt="Igreja Nossa Senhora de Candeias" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias.png 1500w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Igreja-Nossa-Senhora-de-Candeias-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99819" class="wp-caption-text">Igreja Nossa Senhora de Candeias</figcaption></figure></p>
<p>Bahia.ws é o maior guia turístico da Bahia e Nordeste Brasileiro</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/">Atrações Turísticas da Bahia: principais atrações, praias e cidades</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Cultura Nordestina sua Origem, influência e riqueza</title>
		<link>https://bahia.ws/origem-riqueza-cultura-nordestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cultura nordestina é bastante diversificada, uma vez que foi influenciada por indígenas, africanos e europeus. Os costumes e tradições muitas vezes variam de estado para estado. Tendo sido a primeira região efetivamente colonizada pelos portugueses, ainda no século XVI, que aí encontraram as populações nativas e foram acompanhados por [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/origem-riqueza-cultura-nordestina/">Cultura Nordestina sua Origem, influência e riqueza</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A <strong>cultura nordestina</strong> é bastante <strong>diversificada</strong>, uma vez que foi influenciada por <strong>indígenas</strong>, <strong>africanos</strong> e <strong>europeus</strong>.</p>
<p>Os <strong>costumes e tradições</strong> muitas vezes variam de estado para estado.</p>
<p>Tendo sido a <strong>primeira região efetivamente colonizada pelos portugueses</strong>, ainda no <strong>século XVI</strong>, que aí encontraram as <strong>populações nativas</strong> e foram acompanhados por <strong>africanos trazidos como escravos</strong>, a cultura nordestina é bastante <strong>particular e típica</strong>, apesar de extremamente <strong>variada</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_100860" aria-describedby="caption-attachment-100860" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100860" title="Origem, influência e riqueza da cultura nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina.png" alt="Origem, influência e riqueza da cultura nordestina" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Origem-influencia-e-riqueza-da-cultura-nordestina-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100860" class="wp-caption-text">Origem, influência e riqueza da cultura nordestina</figcaption></figure></p>
<p>Sua base é <strong>luso-brasileira</strong>, com grandes influências <strong>africanas</strong> (em especial na <strong>costa de <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-pernambuco/" target="_blank" rel="noopener">Pernambuco</a> à <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Bahia</a></strong> e no <a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-de-sao-luis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Maranhão</strong></a>) e <strong>ameríndias</strong> (especialmente no <strong>sertão semiárido</strong>).</p>
<p>A <strong>riqueza cultural</strong> da região Nordeste é visível para além de suas manifestações <strong>folclóricas e populares</strong>.</p>
<p>A cultura nordestina possui <strong>características peculiares</strong>, representadas de diversas formas: <strong>artesanato</strong>, <strong>culinária</strong>, <strong>música</strong>, <strong>dança</strong>, <strong>ritmo</strong>, <strong>literatura</strong>, <strong>teatro</strong>, entre outras.</p>
<h3>Videos sobre &#8220;Origem, influência e riqueza da cultura nordestina&#8221;</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/origem-riqueza-cultura-nordestina/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/cultura/nordeste-literatura-de-cordel.jpg?token=sUmt6cY4G2ejA_uBvekYXA&amp;expires=1775914006" width="400" /></a></p></p>
<p>Veja também <strong><a href="https://bahia.ws/artes-plasticas-no-nordeste/" target="_blank" rel="noopener">Evolução e História das Artes Plásticas do Nordeste</a></strong></p>
<h3>CULTURA NORDESTINA É COMPOSTA POR</h3>
<ul>
<li><strong>LITERATURA</strong></li>
<li><strong>MÚSICA</strong></li>
<li><strong>DANÇA</strong></li>
<li><strong>ARTESANATO</strong></li>
<li><strong>CULINÁRIA</strong></li>
</ul>
<h4>1. LITERATURA NORDESTINA</h4>
<p>A <a href="https://bahia.ws/historia-e-arquitetura-de-sao-luis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>literatura nordestina</strong></a> tem dado grande contribuição para o <strong>cenário literário brasileiro</strong>, com nomes como <strong>João Cabral de Melo Neto</strong>, <strong>José de Alencar</strong>, <strong>Jorge Amado</strong>, <strong>Nelson Rodrigues</strong>, <strong>Rachel de Queiroz</strong>, <strong>Gregório de Matos</strong>, <strong>Clarice Lispector</strong>, <a href="https://bahia.ws/biografia-de-graciliano-ramos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Graciliano Ramos</strong></a>, <strong>Ferreira Gullar</strong> e <strong>Manuel Bandeira</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_100866" aria-describedby="caption-attachment-100866" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100866" title="literatura nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina.png" alt="literatura nordestina" width="1200" height="823" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina.png 1860w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-300x206.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-1024x702.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-768x526.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-80x55.png 80w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-1536x1053.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/literatura-nordestina-800x548.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100866" class="wp-caption-text">literatura nordestina</figcaption></figure></p>
<p>Destaque também para a <a href="https://bahia.ws/cordel-e-xilogravura-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>literatura de cordel</strong></a>, de origem <strong>portuguesa</strong> e <strong>medieval europeia</strong>, além de manifestações <strong>orais populares</strong> como os <strong>cantadores de repente</strong> e de <strong>embolada</strong>.</p>
<p>Na <strong>música erudita</strong>, destacam-se os compositores <strong>Alberto Nepomuceno</strong>, <strong>Paurillo Barroso</strong>, <strong>Liduíno Pitombeira</strong> e o maestro <strong>Eleazar de Carvalho</strong>.</p>
<p>Ritmos nordestinos inspiraram compositores como <strong>Heitor Villa-Lobos</strong> (por exemplo, a <strong>Bachiana Brasileira nº 5</strong>, com referências ao <strong>sertão do Cariri</strong>).</p>
<h4>2. MÚSICA POPULAR NORDESTINA</h4>
<p>Na <strong>música popular</strong>, destacam-se ritmos como <a href="https://bahia.ws/musica-e-ritmos-do-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>coco</strong>, <strong>xaxado</strong></a>, <strong>martelo agalopado</strong>, <strong>samba de roda</strong>, <strong>baião</strong>, <strong>xote</strong>, <strong>forró</strong>, <strong>axé</strong> e <strong>frevo</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_100867" aria-describedby="caption-attachment-100867" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100867 size-medium" title="música popular nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-234x300.png" alt="música popular nordestina" width="234" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-234x300.png 234w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-799x1024.png 799w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-768x985.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-43x55.png 43w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina-800x1026.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/musica-popular-nordestina.png 975w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100867" class="wp-caption-text">música popular nordestina</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>Movimento Armorial</strong>, liderado por <strong>Ariano Suassuna</strong> em <strong>Recife</strong>, valorizou essa herança rítmica. Um dos seus principais expoentes é o cantor <strong>Antônio Nóbrega</strong>.</p>
<h4>3. DANÇA NORDESTINA</h4>
<p>Dentre as <strong>danças nordestinas</strong>, destacam-se o <strong>maracatu</strong>, o <a href="https://bahia.ws/musica-e-ritmos-do-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>frevo</strong></a> (característico de <strong>Pernambuco</strong>), o <strong>bumba-meu-boi</strong>, o <strong>xaxado</strong>, o <strong>tambor-de-crioula</strong> (do <strong>Maranhão</strong>), o <strong>forró</strong> e o <a href="https://bahia.ws/samba-de-roda/" target="_blank" rel="noopener"><strong>samba de roda</strong></a>.</p>
<p>As danças são geralmente acompanhadas por <strong>músicas folclóricas</strong> e <strong>trajes típicos</strong>, como o das <a href="https://bahia.ws/traje-das-baianas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>baianas</strong></a>.</p>
<h4>4. ARTESANATO NORDESTINO</h4>
<p>O <a href="https://bahia.ws/tracunhaem-artesanato-ceramica-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>artesanato nordestino</strong></a> é uma importante forma de <strong>expressão cultural</strong> e <strong>fonte de renda</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_100869" aria-describedby="caption-attachment-100869" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100869" title="artesanato na cultura nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina.png" alt="artesanato na cultura nordestina" width="1200" height="944" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina.png 1780w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-300x236.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-1024x805.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-768x604.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-70x55.png 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-1536x1208.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/artesanato-na-cultura-nordestina-800x629.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100869" class="wp-caption-text">artesanato na cultura nordestina</figcaption></figure></p>
<p>Destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Redes tecidas e bordadas</strong></li>
<li>Peças de <strong>argila</strong>, <strong>madeira</strong> (como a <strong>carnaúba</strong>) e <strong>couro</strong></li>
<li><strong>Rendas cearenses</strong></li>
<li><strong>Garrafas com areia colorida</strong> (vendidas a turistas)</li>
<li>Artesanatos com <strong>fibra do buriti</strong> e do <strong>babaçu</strong>, típicos do <strong>Maranhão</strong></li>
</ul>
<h4>5. CULINÁRIA NORDESTINA</h4>
<p>A <a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>culinária nordestina</strong></a> é extremamente <strong>variada</strong> e reflete:</p>
<ul>
<li>Condições <strong>econômicas</strong></li>
<li><strong>Geografia regional</strong></li>
<li>Mistura cultural <strong>portuguesa</strong>, <strong>indígena</strong> e <strong>africana</strong></li>
</ul>
<p>Pratos típicos incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Tapioca</strong>, <strong>vatapá</strong>, <strong>moqueca</strong>, <strong>acarajé</strong>, <strong>baião de dois</strong></li>
<li><strong>Caruru</strong>, <strong>sarapatel</strong>, <strong>mugunzá</strong>, <strong>farofa</strong>, <strong>paçoca</strong>, <strong>buchada de bode</strong></li>
<li><strong>Rapadura</strong>, <strong>queijo coalho</strong>, <strong>panelada</strong>, <strong>maria-isabel</strong>, <strong>galinha à cabidela</strong></li>
</ul>
<p>Outros destaques:</p>
<ul>
<li><strong>Bolo de rolo</strong> (de <strong>Pernambuco</strong>, patrimônio imaterial)</li>
<li><strong>Cuxá</strong>, <strong>arroz de cuxá</strong>, <strong>torta de camarão</strong>, <strong>refrigerante Jesus</strong> (do <strong>Maranhão</strong>)</li>
<li><strong>Frutas tropicais</strong>: <strong>cajá</strong>, <strong>seriguela</strong>, <strong>pitomba</strong>, <strong>buriti</strong>, <strong>umbu</strong>, <strong>bacuri</strong>, <strong>juçara</strong>, entre outras.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_100870" aria-describedby="caption-attachment-100870" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100870 size-full" title="Culinária Nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina.png" alt="Culinária Nordestina" width="1200" height="792" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina.png 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina-300x198.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina-1024x676.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina-768x507.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Culinaria-Nordestina-800x528.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100870" class="wp-caption-text">Culinária Nordestina</figcaption></figure></p>
<p>No <strong>sertão</strong>, predomina o uso de <strong>carne bovina, caprina e ovina</strong>; no <strong>litoral</strong>, o destaque vai para <strong>peixes e frutos do mar</strong>.</p>
<p>Veja mais no menu em “<strong><a href="https://bahia.ws/categoria/bahia-guia-de-turismo/musicas-biografia-compositores-nordestinos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compositores e Biografias</a></strong>” ou “<strong><a href="https://bahia.ws/categoria/bahia-guia-de-turismo/cultura-historia-religiao-nordeste/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cultura, História e Religião em Salvador e Bahia</a></strong>”</p>
<p>Origem, influência e riqueza da cultura nordestina</p>
<p>Guia de Turístico do Nordeste Brasileiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gêneros, Ritmos, Cantores e Compositores da Música Nordestina</title>
		<link>https://bahia.ws/musica-nordestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Na música nordestina, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, Axé e frevo, dentre outros ritmos. O Movimento Armorial do Recife, inspirado por Ariano Suassuna, realizou um trabalho erudito de valorização desta herança rítmica popular nordestina (um de seus expoentes mais conhecidos é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Na <strong>música nordestina</strong>, destacam-se ritmos tais como <a href="https://bahia.ws/musica-e-ritmos-do-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>coco</strong>, <strong>xaxado</strong>, <strong>martelo agalopado</strong>, <strong>samba de roda</strong>, <strong>baião</strong>, <strong>xote</strong>, <strong>forró</strong>, <strong>Axé</strong> e <strong>frevo</strong></a>, dentre outros ritmos.</p>
<p>O <strong>Movimento Armorial do Recife</strong>, inspirado por <strong>Ariano Suassuna</strong>, realizou um trabalho <strong>erudito</strong> de valorização desta <strong>herança rítmica popular nordestina</strong> (um de seus expoentes mais conhecidos é o cantor <strong>Antônio Nóbrega</strong>).</p>
<p><figure id="attachment_100872" aria-describedby="caption-attachment-100872" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-100872" title="Ritmos da Música Nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina.png" alt="Ritmos da Música Nordestina" width="1200" height="865" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-300x216.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-1024x739.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-768x554.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-1536x1108.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ritmos-da-Musica-Nordestina-800x577.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-100872" class="wp-caption-text">Ritmos da Música Nordestina</figcaption></figure></p>
<p>Vários artistas deram continuidade ao legado de <strong>Luiz Gonzaga</strong>, como é o caso de <strong>Dominguinhos</strong>, <strong>Sivuca</strong>, <strong>Jackson do Pandeiro</strong> e <strong>Waldonys</strong>.</p>
<p>Na <strong>literatura</strong>, pode-se citar a <strong>literatura popular de cordel</strong>, que remonta ao período <strong>colonial</strong> (a literatura de cordel veio com os <strong>portugueses</strong> e tem origem na <strong>Idade Média europeia</strong>) e numerosas manifestações artísticas de cunho popular que se expressam <strong>oralmente</strong>, tais como os <strong>cantadores de repentes</strong> e de <strong>embolada</strong>.</p>
<p>Na <strong>música erudita</strong>, destacaram-se como compositores <strong>Alberto Nepomuceno</strong> e <strong>Paurillo Barroso</strong>, assim como o cearense <strong>Liduíno Pitombeira</strong> na atualidade, e <strong>Eleazar de Carvalho</strong> como maestro.</p>
<p><strong>Ritmos</strong> e <strong>melodias</strong> da música nordestina também inspiraram compositores como <strong>Heitor Villa-Lobos</strong> (cuja <em>Bachiana Brasileira nº 5</em>, por exemplo, em sua segunda parte – <em>Dança do Martelo</em> – alude ao <strong>sertão do Cariri</strong>).</p>
<h3>Danças e Ritmos Musicais do Nordeste</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/musica-nordestina/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/cultura/danca-coco-de-roda.jpg?token=Ftm5WG8Ps2XGrKJwhT9CWA&amp;expires=1775914006" width="400" /></a></p></p>
<h2>Gêneros e Ritmos da Música Nordestina</h2>
<p>Diversos <strong>gêneros musicais</strong> surgiram no <strong>Nordeste brasileiro</strong> ao longo dos anos, formando uma das expressões culturais mais ricas do país.</p>
<ol>
<li>Xote, Xaxado e Côco – o Forró</li>
<li>Frevo</li>
<li>Tropicalismo / Tropicália</li>
<li>Axé Music</li>
<li>Bossa Nova</li>
<li>Punk / Hardcore</li>
<li>Mangue beat</li>
<li>Repente</li>
<li>Brega</li>
</ol>
<h3>1. Xote, Xaxado e Côco – o Forró</h3>
<p>O pernambucano <strong>Luiz Gonzaga</strong> foi o <strong>precursor do baião</strong>, ritmo que, ao lado de outros como <strong>xote</strong>, <strong>xaxado</strong> e <strong>côco</strong>, compõe o estilo popularmente conhecido como <strong>forró</strong>.</p>
<p>Vários artistas deram continuidade ao legado de Luiz Gonzaga, como <a href="https://bahia.ws/biografia-de-dominguinhos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dominguinhos</strong></a>, <strong>Sivuca</strong>, <strong>Jackson do Pandeiro</strong> e <strong>Waldonys</strong>.</p>
<h3>2. Frevo</h3>
<p>O <strong>frevo</strong>, mais comum nos estados de <strong>Pernambuco</strong> e <strong>Paraíba</strong>, se caracteriza pelo <strong>ritmo acelerado</strong> e pelos <strong>passos coreografados</strong>, que lembram a <strong>capoeira</strong>.</p>
<p>Esse gênero revelou grandes nomes da música nordestina como <a href="https://bahia.ws/biografia-de-alceu-valenca/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Alceu Valença</strong></a>, <a href="https://bahia.ws/biografia-da-cantora-elba-ramalho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Elba Ramalho</strong></a> e <strong>Geraldo Azevedo</strong>. Esses três, ao lado de <strong>Zé Ramalho</strong>, misturaram <strong>frevo</strong>, <strong>forró</strong>, <strong>rock</strong>, <strong>blues</strong> e outros ritmos. O quarteto costuma se apresentar sob o nome de <strong>O Grande Encontro</strong>.</p>
<h3>3. Tropicalismo / Tropicália</h3>
<p>Na década de <strong>1960</strong>, surgiu na <strong>Bahia</strong> o movimento <strong>Tropicalismo</strong>, ou <strong>Tropicália</strong>, inspirado no <strong>movimento antropofágico</strong> modernista, tornando-se um marco cultural no Brasil.</p>
<p>Faziam parte do movimento artistas como <strong>Tom Zé</strong>, <a href="https://bahia.ws/biografia-da-cantora-elba-ramalho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Caetano Veloso</strong></a> e <a href="http://bahia.ws/biografia-gilberto-gil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gilberto Gil</strong></a>, entre outros.</p>
<p>Entre <strong>1965</strong> e <strong>1968</strong>, desenvolveu-se uma intensa atividade artística com <strong>dimensões culturais e políticas</strong> inéditas no país. Surgiram <strong>projetos de vanguarda</strong>, frequentemente ligados a <strong>interesses sociais e políticos</strong>, em diversas áreas da <strong>produção artística</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_22566" aria-describedby="caption-attachment-22566" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-22566 size-full" title="Caetano Veloso em apresentação do Festival de Música Brasileira, em 1967, no teatro Paramount" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount.jpg" alt="Caetano Veloso em apresentação do Festival de Música Brasileira, em 1967, no teatro Paramount" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount-300x158.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/10/Caetano-Veloso-em-apresentacao-do-Festival-de-Musica-Brasileira-em-1967-no-teatro-Paramount-105x55.jpg 105w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-22566" class="wp-caption-text">Caetano Veloso em apresentação do Festival de Música Brasileira, em 1967, no teatro Paramount</figcaption></figure></p>
<p>Duas vertentes principais se delinearam:</p>
<ul>
<li>Uma <strong>arte de protesto</strong>, ligada à <strong>conscientização</strong> e <strong>mobilização</strong> contra o regime militar;</li>
<li>Uma <strong>arte de vanguarda</strong>, focada na <strong>renovação estética</strong>, nas <strong>novas linguagens</strong> e na crítica à modernização cultural imposta.</li>
</ul>
<p>Nesse contexto, surgiu a <strong>música de protesto e denúncia</strong>, geralmente expressando a <strong>esperança utópica</strong> por um futuro melhor. A <strong>canção popular</strong> tornou-se o principal meio de <strong>expressão política</strong>, por sua ampla <strong>penetração social</strong>, especialmente após a explosão dos <strong>festivais de música</strong>.</p>
<p>O <strong>Tropicalismo</strong> uniu esses diversos fatores — artísticos, culturais e políticos — e os canalizou por meio da <strong>música</strong>, <strong>teatro</strong>, <strong>cinema</strong>, <strong>artes plásticas</strong> e <strong>literatura</strong>.</p>
<h4>3.1. O auge: 1967 e 1968</h4>
<p>Entre <strong>1967 e 1968</strong>, houve uma explosão criativa que radicalizou a cena artística brasileira. Nesse período, aconteceram marcos como:</p>
<ul>
<li>As músicas <strong>“Alegria, alegria”</strong>, de <strong>Caetano Veloso</strong>, e <strong>“Domingo no Parque”</strong>, de <strong>Gilberto Gil</strong>, no III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record;</li>
<li>O filme <strong>“Terra em Transe”</strong>, de <strong>Glauber Rocha</strong>;</li>
<li>A montagem da peça <strong>“O Rei da Vela”</strong>, de <strong>Oswald de Andrade</strong>, pelo <strong>Teatro Oficina</strong>;</li>
<li>A obra ambiental <strong>“Tropicália”</strong>, de <strong>Hélio Oiticica</strong>, na exposição <strong>Nova Objetividade Brasileira</strong>;</li>
<li>O lançamento do livro <strong>“PanAmérica”</strong>, de <strong>José Agrippino de Paula</strong>.</li>
</ul>
<p>Apesar das diferenças entre essas manifestações, havia uma proposta comum de <strong>ruptura</strong>, <strong>inovação estética</strong> e <strong>redefinição das estratégias culturais e políticas</strong>.</p>
<h4>3.2. Inovações musicais e comportamentais</h4>
<p>O <strong>Tropicalismo</strong> fundiu <strong>experimentação artística</strong> com <strong>crítica social</strong>, promovendo uma <strong>integração de linguagens</strong>: <strong>música contemporânea</strong>, <strong>pop</strong>, <strong>rock</strong>, com <strong>elementos da cultura brasileira popular</strong>.</p>
<p>Entre as inovações destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Procedimentos de vanguarda</strong> (teatrais, cinematográficos, poéticos);</li>
<li>Uso de <strong>instrumentos eletrônicos</strong> e novas <strong>formas de vocalização</strong>;</li>
<li><strong>Arranjos sofisticados</strong> e <strong>letras alegóricas</strong>;</li>
<li>Encenamentos com forte <strong>impacto visual</strong> e <strong>paródia cultural</strong>.</li>
</ul>
<p>Os álbuns <strong>“Caetano Veloso”</strong>, <strong>“Gilberto Gil”</strong> e o coletivo <strong>“Tropicália: Panis et Circencis”</strong> (1968) foram expressões máximas desse movimento.</p>
<h4>3.3. A canção como espetáculo e crítica</h4>
<p>O <strong>Tropicalismo</strong> foi uma <strong>transgressão</strong>, não apenas musical, mas também <strong>comportamental</strong>. Os artistas incorporaram à canção <strong>elementos visuais e performáticos</strong>: roupas chamativas, cabelos desgrenhados, gestos provocativos — desafiando os padrões da época.</p>
<p>A canção tropicalista não tratava apenas do <strong>corpo</strong> como <strong>tema</strong>, mas o <strong>incorporava</strong> como parte da <strong>estrutura artística</strong>. Isso dialogava com outras expressões culturais da época, como o <strong>teatro de vanguarda</strong> e a <strong>arte performática</strong>.</p>
<h4>3.4. Recepção e legado</h4>
<p>A recepção do Tropicalismo foi <strong>controversa</strong>: de um lado, foi saudado por quem valorizava a <strong>inovação</strong> e a <strong>ruptura com os clichês</strong>; de outro, rejeitado por quem o via como uma <strong>desvirtuação da música brasileira autêntica</strong>.</p>
<p>O movimento desafiou o conceito de <strong>&#8220;música brasileira&#8221;</strong>, exigindo uma <strong>nova escuta</strong> e uma <strong>ampliação dos critérios estéticos</strong> da canção popular.</p>
<p>A sua <strong>complexidade</strong> reside justamente na sua capacidade de <strong>intervir nos modos de criação musical</strong>, ampliando a função <strong>crítica e expressiva</strong> da música no Brasil.</p>
<h3>4. Axé Music</h3>
<p>A <strong>Bahia</strong> voltaria a ser berço de outro gênero musical na década de 1980, com a criação da <strong>axé music</strong>, tendo como <strong>precursores</strong> artistas como <strong>Luiz Caldas</strong>, <strong>Chiclete com Banana</strong>, <a href="http://bahia.ws/biografia-gilberto-gil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Daniela Mercury</strong></a>, <strong>Timbalada</strong> e <a href="https://bahia.ws/olodum-michael-jackson/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Olodum</strong></a>.</p>
<p>O gênero <strong>revolucionou o Carnaval baiano</strong>, já que até então o <strong>frevo</strong>, um ritmo pernambucano, era amplamente utilizado nas festas de <strong>Salvador</strong>.</p>
<p>Atualmente, a <strong>indústria da música baiana</strong> é a que <strong>mais gera estrelas no Brasil</strong>, contando com uma verdadeira <strong>&#8220;constelação&#8221; de artistas</strong> com notoriedade nacional e internacional. Entre eles, destaca-se <a href="https://bahia.ws/biografia-ivete-sangalo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ivete Sangalo</strong></a>, considerada a <strong>cantora mais popular do Brasil na atualidade</strong> e <strong>líder de vendas</strong> na indústria fonográfica nacional. Ivete possui uma capacidade singular de <strong>arrastar multidões por onde passa</strong>, inclusive em <strong>territórios internacionais</strong>.</p>
<p>Um exemplo disso foi sua apresentação no <strong>Rock in Rio Lisboa</strong>, em <strong>2004</strong>, onde a cantora <strong>bateu recorde de público</strong>.</p>
<p>Ivete é fundadora da <strong>Caco de Telha</strong>, uma empresa de <strong>entretenimento</strong> que detém o título de <strong>maior do setor no Norte-Nordeste</strong> e está entre as <strong>cinco maiores no cenário nacional</strong>.</p>
<p>A <strong>Caco de Telha</strong> já trouxe grandes eventos ao Brasil, como:</p>
<ul>
<li>A turnê <strong>&#8220;I Am&#8230;&#8221;</strong> da cantora pop <strong>Beyoncé</strong>;</li>
<li>A turnê <strong>&#8220;The E.N.D.&#8221;</strong> do grupo <strong>Black Eyed Peas</strong>;</li>
<li>O espetáculo do <strong>The Grand Moscow Classical Ballet</strong>;</li>
<li>E apresentações do <strong>Cirque du Soleil</strong> em diversas cidades brasileiras.</li>
</ul>
<p>Além de eventos internacionais, a empresa também promoveu grandes shows nacionais, como a turnê <strong>&#8220;Roberto Carlos – 50 anos de música&#8221;</strong>.</p>
<p>Por meio da <strong>Caco de Telha</strong>, Ivete Sangalo foi a <strong>estrela de uma megaprodução no Madison Square Garden</strong>, o icônico templo da <strong>música internacional moderna</strong>.</p>
<h3>5. <strong>Bossa Nova</strong></h3>
<p>Na <strong>Bahia</strong> nasceu <a href="https://bahia.ws/biografia-joao-gilberto/" target="_blank" rel="noopener"><strong>João Gilberto</strong></a>, considerado o principal criador da <strong>Bossa Nova</strong>, entre outros precursores como <strong>Tom Jobim</strong>, <strong>Vinícius de Moraes</strong> e <strong>Luiz Bonfá</strong>. A <strong>Bossa Nova</strong> é o ritmo <strong>brasileiro</strong> mais conhecido no <strong>mundo</strong>.</p>
<p>Trata-se de um <strong>movimento artístico-cultural</strong> criado com o intuito de <strong>modernizar a música brasileira</strong>. <strong>Tom Jobim</strong> é um dos principais nomes associados ao gênero.</p>
<p><figure id="attachment_25767" aria-describedby="caption-attachment-25767" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25767 size-thumbnail" title="Tom Jobim foi um dos criadores da Bossa Nova" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-1-160x120.jpg" alt="Tom Jobim foi um dos criadores da Bossa Nova" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-25767" class="wp-caption-text">Tom Jobim foi um dos criadores da Bossa Nova</figcaption></figure></p>
<p><strong>João Gilberto</strong> é reconhecido como o principal responsável pela criação do estilo.</p>
<p>O <strong>Brasil</strong> vivia um momento de ascensão no período <strong>pós-Segunda Guerra Mundial</strong>.</p>
<p>Esse período ficou conhecido como os <strong>“Anos Dourados”</strong>, marcados pelo rápido <strong>crescimento econômico e cultural</strong>.</p>
<p>Dentro desse cenário otimista, um grupo de jovens decidiu <strong>inovar a cultura brasileira</strong>, criando o movimento conhecido como <strong>Bossa Nova</strong>.</p>
<p>O objetivo do movimento era incorporar elementos e características da <strong>música brasileira</strong> de forma <strong>moderna</strong>. Acredita-se que a <strong>Bossa Nova</strong> tenha surgido oficialmente em <strong>1958</strong>, com o lançamento do <strong>LP <em>Chega de Saudade</em></strong>, de <strong>João Gilberto</strong>.</p>
<p>Em seguida, outros artistas como <strong>Tom Jobim</strong> e <strong>Vinícius de Moraes</strong> se juntaram em diversas composições — entre elas, uma das músicas brasileiras mais famosas: <strong>“Garota de Ipanema”</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_25766" aria-describedby="caption-attachment-25766" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-25766 size-loop-large" title="Tom Jobim e Vinicius de Moraes" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-800x479.jpg" alt="Tom Jobim e Vinicius de Moraes" width="800" height="479" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-800x479.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-300x180.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes-768x460.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2022/10/Tom-Jobim-e-Vinicius-de-Moraes.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25766" class="wp-caption-text">Tom Jobim e Vinicius de Moraes</figcaption></figure></p>
<p>O movimento ganhou <strong>reconhecimento mundial</strong> em <strong>1962</strong>, quando um grupo de artistas se apresentou em <strong>Nova York</strong>, em um concerto realizado no <strong>Carnegie Hall</strong>.</p>
<p>Entre os músicos que participaram do evento estavam <strong>Tom Jobim</strong>, <strong>João Gilberto</strong>, <strong>Oscar Castro Neves</strong>, <strong>Agostinho dos Santos</strong>, <strong>Luiz Bonfá</strong>, <strong>Carlos Lyra</strong>, entre outros.</p>
<h4>5.1. História da Bossa Nova</h4>
<p>O movimento surgiu em meio ao <strong>crescimento econômico</strong> do país. <strong>Juscelino Kubitschek</strong> (1902–1976) era o presidente na época, promovendo ações políticas como o <strong>“cinquenta anos em cinco”</strong>.</p>
<p>Seu governo buscava implementar o <strong>Plano de Metas</strong> e adotar uma política <strong>desenvolvimentista</strong>.</p>
<p>Com a economia em ritmo acelerado, jovens da <strong>classe média carioca</strong> viram uma oportunidade de criar algo novo. Inspirados por <strong>experimentações</strong> e influências do <strong>jazz americano</strong>, <strong>João Gilberto</strong> lançou o primeiro disco, dando início ao movimento da <strong>Bossa Nova</strong>.</p>
<p>O estilo se consolidou no país e teve duração de mais de uma década, encerrando-se por volta de <strong>1966</strong>, com o surgimento da <strong>MPB (Música Popular Brasileira)</strong>.</p>
<p>Vale destacar que o fim do movimento não representou o desaparecimento de suas <strong>influências</strong>. Até hoje, músicos utilizam elementos da <strong>Bossa Nova</strong> em suas composições.</p>
<h4>5.2. Características do estilo musical</h4>
<p>Como proposta de <strong>modernizar a música brasileira</strong>, a <strong>Bossa Nova</strong> desenvolveu características próprias que refletiam um <strong>Brasil moderno</strong>. Entre as principais, podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>tom coloquial</strong> na voz</li>
<li><strong>temas cotidianos</strong></li>
<li><strong>voz baixa</strong>, quase sussurrada</li>
<li><strong>harmonias do samba</strong></li>
<li><strong>melodias inspiradas no jazz</strong></li>
</ul>
<p>As músicas eram compostas com base nas <strong>manifestações urbanas</strong>, no movimento das ruas e no cotidiano das <strong>grandes cidades</strong>. Foi nesse contexto que surgiram obras mundialmente conhecidas, como <strong>“Garota de Ipanema”</strong>, composta em <strong>1962</strong> por <strong>Vinícius de Moraes</strong> e <strong>Antônio Carlos Jobim</strong>.</p>
<p>Após o <strong>Golpe de 1964</strong>, as composições passaram a incluir <strong>críticas e protestos</strong> contra a <strong>ditadura</strong>.</p>
<p>Assuntos <strong>sociais</strong> tornaram-se comuns nas letras dos artistas. Assim, teve início o que ficou conhecido como a <strong>moderna MPB</strong>.</p>
<p>Em resumo, o fim do movimento em <strong>1966</strong> não significou o desaparecimento do estilo. Suas marcas seguem presentes em diversas composições até hoje.</p>
<h4>5.3. Principais músicos</h4>
<p><strong>João Gilberto</strong>, <strong>Tom Jobim</strong> e <strong>Vinícius de Moraes</strong> foram os artistas mais emblemáticos da <strong>Bossa Nova</strong>. No entanto, outros músicos também contribuíram significativamente para o movimento:</p>
<ul>
<li><strong>Dorival Caymmi</strong></li>
<li><strong>Edu Lobo</strong></li>
<li><strong>Francis Hime</strong></li>
<li><strong>Marcos Valle</strong></li>
<li><strong>Paulo Sérgio Valle</strong></li>
<li><strong>Carlos Lyra</strong></li>
<li><strong>Ronaldo Bôscoli</strong></li>
<li><strong>Nara Leão</strong></li>
<li><strong>Bebel Gilberto</strong></li>
<li><strong>Baden Powell</strong></li>
<li><strong>Nelson Motta</strong></li>
<li><strong>Wilson Simonal</strong></li>
</ul>
<h4>5.4. Principais músicas do movimento</h4>
<p>Diversas canções marcaram a história da <strong>Bossa Nova</strong> e ganharam reconhecimento <strong>internacional</strong>. Entre as principais, podemos citar:</p>
<ol>
<li><strong>Garota de Ipanema: </strong>Composta por <strong>Vinícius de Moraes</strong> e <strong>Tom Jobim</strong>, é uma das músicas brasileiras mais conhecidas no mundo. Foi uma homenagem à apresentadora <strong>Helô Pinheiro</strong>.</li>
<li><strong>Samba do Avião: </strong>Composta por <strong>Tom Jobim</strong> em <strong>1962</strong>, retrata a <strong>paisagem urbana do Rio de Janeiro</strong>, vista de um avião.</li>
<li><strong>Desafinado: </strong>Letra de <strong>Newton Mendonça</strong> e música de <strong>Tom Jobim</strong>. Interpretada por <strong>João Gilberto</strong>, reflete as características da <strong>Bossa Nova</strong>.</li>
<li><strong>Insensatez: </strong>Composta em <strong>1961</strong> por <strong>Vinícius de Moraes</strong> e <strong>Tom Jobim</strong>, a música tem tom <strong>melancólico</strong> e foi gravada em inglês como <em>How Insensitive</em>, por nomes como <strong>Ella Fitzgerald</strong>, <strong>Frank Sinatra</strong> e <strong>Iggy Pop</strong>.</li>
<li><strong>Wave: </strong>Canção de <strong>Tom Jobim</strong>, com arranjos de <strong>Claus Ogerman</strong>. Fala sobre <strong>amor</strong> e <strong>paisagens praianas</strong>.</li>
<li><strong>Pela Luz dos Olhos Teus: </strong>Composição de <strong>Vinícius de Moraes</strong> com música de <strong>Tom Jobim</strong>. Tornou-se famosa na interpretação de <strong>Miúcha</strong> e <strong>Tom Jobim</strong>. A canção se destaca por não ter <strong>refrão</strong>.</li>
<li><strong>Ela é Carioca: </strong>Homenagem à <strong>mulher carioca</strong>, composta por <strong>Tom Jobim</strong> e <strong>Vinícius de Moraes</strong>. A letra enaltece aspectos da cidade do <strong>Rio de Janeiro</strong> e a personalidade das <strong>cariocas</strong>.</li>
<li><strong>Chega de Saudade: </strong>Composta em <strong>1956</strong> por <strong>Vinícius de Moraes</strong> e <strong>Tom Jobim</strong>, a canção fala sobre <strong>sofrimento amoroso</strong>. Foi a faixa-título do primeiro <strong>LP de João Gilberto</strong>.</li>
<li><strong>Águas de Março: </strong>Criada por <strong>Tom Jobim</strong> em <strong>1972</strong> e eternizada em <strong>1974</strong> na voz de <strong>Tom</strong> e <strong>Elis Regina</strong>. Tornou-se um <strong>clássico da música brasileira</strong>.</li>
<li><strong>1Samba de Uma Nota Só: </strong>Composição de <strong>Tom Jobim</strong> (música) e <strong>Newton Mendonça</strong> (letra), ganhou versão em inglês como <em>One Note Samba</em>. A canção é <strong>metalinguística</strong> e possui <strong>letra extensa</strong>.</li>
</ol>
<h4><strong>5.5. Você sabia?</strong></h4>
<ul>
<li>A música <strong>Garota de Ipanema</strong> entrou para a lista das <strong>50 grandes obras musicais da humanidade</strong>, título conferido pela <strong>Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos</strong>, em <strong>2005</strong>;</li>
<li>O <strong>Dia Nacional da Bossa Nova</strong> é comemorado em <strong>25 de janeiro</strong>, aniversário de <strong>Tom Jobim</strong>;</li>
<li style="text-align: left;"><strong>Tom Jobim</strong> foi considerado pela revista <strong>Rolling Stone</strong> um dos <strong>maiores nomes da música brasileira</strong>.</li>
</ul>
<h3>6. <strong>Punk / Hardcore</strong></h3>
<p>Nos anos 80, surgiu em <strong>Pernambuco</strong> a primeira grande referência da <strong>música Punk/Hardcore</strong> na região. O principal nome desse movimento é a banda <strong>Câmbio Negro HC</strong>, considerada <strong>pioneira</strong> no estilo e responsável pela produção dos <strong>primeiros discos</strong> do gênero na região. Além disso, tornou-se uma das maiores <strong>referências da música underground</strong> do país.</p>
<h3>7. Manguebeat</h3>
<p>Já nos anos 90, surgia em <strong>Pernambuco</strong> o <strong>Manguebeat</strong>, ritmo que reúne <strong>rock</strong>, <strong>hip hop</strong>, <strong>maracatu</strong> e <strong>música eletrônica</strong>. <strong>Chico Science</strong> e <strong>Nação Zumbi</strong> são os principais nomes do gênero.</p>
<h3>8. Repente</h3>
<p>O <strong>repente</strong> é bastante difundido no interior, tendo como destaque o cearense <strong>Cego Aderaldo</strong>. A <strong>Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto</strong>, banda de <strong>pífaros do Ceará</strong>, possui <strong>fama internacional</strong>. No Ceará, destacam-se ainda <strong>Fagner</strong>, <strong>Belchior</strong> e <strong>Ednardo</strong>, ícones da <strong>MPB</strong>.</p>
<h3>9. Brega</h3>
<p>Foi também no <strong>Nordeste</strong> que nasceu o <strong>brega</strong>, que tem como principais representantes o pernambucano <strong>Reginaldo Rossi</strong> e o baiano <strong>Waldick Soriano</strong>.</p>
<p>No <strong>Maranhão</strong>, a música nordestina possui grande diversidade de ritmos, como: <strong>Tambor de Crioula</strong>, <strong>Tambor de Mina</strong>, <strong>Tambor de Taboca</strong>, <strong>Tambor de Caroço</strong>, os quatro sotaques do <strong>bumba-meu-boi</strong>, além de ser um dos principais redutos brasileiros do <strong>reggae</strong>.</p>
<p><strong>Tribo de Jah</strong>, uma das principais bandas do gênero, surgiu no Estado. Outros maranhenses de destaque são: <strong>João do Vale</strong>, <strong>Cláudio Fontana</strong>, <strong>Rita Ribeiro</strong>, <strong>Catulo da Paixão Cearense</strong>, <strong>Lairton dos Teclados</strong>, <strong>Zeca Baleiro</strong> (<strong>MPB</strong>) e <strong>Alcione</strong> (<strong>samba</strong>).</p>
<p><strong>Raul Seixas</strong>, nascido na <strong>Bahia</strong>, é considerado o principal nome do <strong>rock brasileiro</strong>. Integrou o movimento da <strong>Jovem Guarda</strong> como compositor.</p>
<p>Atualmente, a também baiana <strong>Pitty</strong> faz muito sucesso no <strong>rock</strong>. Além dos grupos <strong>Cordel do Fogo Encantado</strong> e <strong>Pedro Luís e a Parede</strong>, que marcam significativamente a <strong>música popular brasileira contemporânea</strong>.</p>
<p><a href="https://bahia.ws/7-ritmos-e-estilos-musicais-nordestinos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Os 7 ritmos e estilos musicais nordestinos que fazem sucesso no Brasil.</strong></a></p>
<p>Gêneros, Ritmos, Cantores e <a href="https://bahia.ws/categoria/bahia-guia-de-turismo/musicas-biografia-compositores-nordestinos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Compositores da Música Nordestina</strong></a></p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/musica-nordestina/">Gêneros, Ritmos, Cantores e Compositores da Música Nordestina</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Esporte Radical no Nordeste Brasileiro: Destinos Imperdíveis</title>
		<link>https://bahia.ws/nordeste-esporte-radical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes Radicais e de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Nordeste do Brasil é um paraíso não apenas para quem busca praias paradisíacas, mas também para os amantes de esportes radicais e de aventura. A região abriga cenários incríveis e diversidade geográfica que inclui dunas, falésias, vales, serras, cânions, rios e paredões — perfeitos para praticar esportes como kitesurf, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/nordeste-esporte-radical/">Esporte Radical no Nordeste Brasileiro: Destinos Imperdíveis</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Nordeste do Brasil é um paraíso não apenas para quem busca praias paradisíacas, mas também para os amantes de <strong>esportes radicais e de aventura</strong>.</p>
<p>A região abriga cenários incríveis e diversidade geográfica que inclui dunas, falésias, vales, serras, cânions, rios e paredões — perfeitos para praticar esportes como <strong>kitesurf, windsurf, rapel, voo livre, escalada, mergulho, paraquedismo, trilhas e muito mais</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_14542" aria-describedby="caption-attachment-14542" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-14542 size-full" title="Esporte Radical no Nordeste Brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical-1.jpg" alt="Esporte Radical no Nordeste" width="600" height="456" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical-1.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical-1-300x228.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical-1-72x55.jpg 72w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14542" class="wp-caption-text">Esporte Radical no Nordeste Brasileiro</figcaption></figure></p>
<p>Seja no mar ou na montanha, no sertão ou à beira da praia, o Nordeste é o destino ideal para quem quer viver experiências emocionantes em meio a paisagens de tirar o fôlego.</p>
<h3>Vídeo sobre Esportes Radicais no Nordeste</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/nordeste-esporte-radical/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Esporte-Radical.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Aonde Praticar Esportes Radicais no Nordeste</h2>
<ol>
<li>Chapada Diamantina (Bahia) – Natureza extrema e trilhas inesquecíveis</li>
<li>Ceará – O palco mundial dos ventos e das ondas</li>
<li>Itacaré (Bahia) – Surf e trilhas na Mata Atlântica</li>
<li>Pernambuco – Mergulho em um paraíso ecológico</li>
<li>Rio Grande do Norte – Off-road, paredões e emoção</li>
</ol>
<h3>1. Chapada Diamantina (Bahia) – Natureza extrema e trilhas inesquecíveis</h3>
<p>A <strong>Chapada Diamantina</strong>, no centro da Bahia, é considerada o epicentro do ecoturismo nordestino. O destino reúne formações rochosas, cachoeiras espetaculares, poços de águas cristalinas e trilhas desafiadoras.</p>
<p><strong>Aventuras imperdíveis:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Trekking no <a href="https://bahia.ws/trekking-vale-do-pati-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener">Vale do Pati</a></strong>, uma das travessias mais bonitas do Brasil;</li>
<li><strong>Rapel e canionismo</strong> na <strong><a href="https://bahia.ws/cachoeira-do-buracao/" target="_blank" rel="noopener">Cachoeira do Buracão</a></strong>;</li>
<li><strong>Mergulho e flutuação</strong> nos <strong><a href="https://bahia.ws/igatu-poco-azul-e-poco-encantado/" target="_blank" rel="noopener">Poços Azul e Encantado</a></strong>;</li>
<li><strong>Escalada e bike de montanha</strong> entre paredões e trilhas históricas.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_50582" aria-describedby="caption-attachment-50582" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-50582 size-loop-large" title="Chapada Diamantina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-800x533.jpg" alt="Chapada Diamantina" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Chapada-Diamantina-1.jpg 900w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-50582" class="wp-caption-text">Chapada Diamantina</figcaption></figure></p>
<h3>2. Ceará – O palco mundial dos ventos e das ondas</h3>
<p>Com 573 km de litoral, águas mornas e mais de 300 dias de sol por ano, o <strong>Ceará</strong> é referência mundial quando se fala em <strong>esportes náuticos e de voo livre</strong>. Durante a chamada <strong>&#8220;Temporada dos Ventos&#8221; (agosto a dezembro)</strong>, os ventos constantes, que chegam a 30 nós (60 km/h), criam as condições ideais para kitesurf, windsurf, asa delta e parapente.</p>
<h4>Eventos de destaque no Ceará</h4>
<ul>
<li><strong>Superkite Brasil</strong> (Fortaleza)</li>
<li><strong>XCeará – Mundial de Voo Livre</strong> (Quixadá)</li>
<li><strong>Wind Slalom em Camocim</strong></li>
<li><strong>Festival Internacional dos Ventos</strong> (Canoa Quebrada)</li>
</ul>
<h4>Principais destinos e atividades no Ceará:</h4>
<h4>1. Fortaleza</h4>
<ul>
<li><strong>Kitesurf, windsurf, hobie cat e mergulho</strong>;</li>
<li>Mergulho na <strong>Pedra da Risca do Meio</strong>, a 28 metros de profundidade.</li>
</ul>
<h4>2. <a href="https://bahia.ws/jericoacoara-ceara-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener">Jericoacoara</a>, <a href="https://bahia.ws/cumbuco-e-paraiso-kitesurf/" target="_blank" rel="noopener">Cumbuco</a>, Preá, <a href="https://bahia.ws/praia-de-paracuru-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Paracuru</a> e <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-fortaleza-e-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Flecheiras</a></h4>
<ul>
<li>Palco de <strong>campeonatos nacionais e internacionais</strong>;</li>
<li><strong>Sandboard nas dunas</strong> e <strong>passeios de buggy ou quadriciclo</strong>.</li>
</ul>
<h4>3. <a href="https://bahia.ws/canoa-quebrada-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Canoa Quebrada</a>, <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-aquiraz-ce/" target="_blank" rel="noopener">Aquiraz</a> e Beberibe</h4>
<ul>
<li>Escolas especializadas em kitesurf e windsurf;</li>
<li><strong>Regata de jangadas</strong> e competições off-road.</li>
</ul>
<h4>4. <a href="https://bahia.ws/quixada-ceara-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener">Quixadá</a> (Sertão cearense)</h4>
<ul>
<li>Destino mundial de <strong>voo livre e parapente</strong>, com monólitos impressionantes;</li>
<li>Sede do evento <strong>XCeará – Mundial de Voo Livre</strong>.</li>
</ul>
<h4>5. <a href="https://bahia.ws/serra-de-ibiapaba-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Serra da Ibiapaba</a> – Sítio do Bosco (Tianguá)</h4>
<ul>
<li>Uma das melhores rampas de voo livre do Nordeste;</li>
<li>Estrutura completa com camping e refeitório.</li>
</ul>
<h4>6. Parque Nacional de Ubajara</h4>
<ul>
<li>Trilhas, cachoeiras e a <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-de-ubajara-no-ceara/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gruta de Ubajara</strong></a>, com acesso por trilhas ou bondinho;</li>
<li>Atividades como escalada, rapel e banhos naturais.</li>
</ul>
<h4>7. Cariri – FLONA Araripe</h4>
<ul>
<li>Trilha, bike, cavalgada, banhos terapêuticos e esportes radicais em meio ao &#8220;oásis do sertão&#8221;.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_21474" aria-describedby="caption-attachment-21474" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21474" title="Atins o paraíso do KiteSurf" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf.jpeg" alt="Atins o paraíso do KiteSurf" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf.jpeg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf-300x169.jpeg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf-768x432.jpeg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf-98x55.jpeg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/09/Atins-o-paraíso-do-KiteSurf-620x350.jpeg 620w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21474" class="wp-caption-text">Atins o paraíso do KiteSurf</figcaption></figure></p>
<h3>3. <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-itacare-costa-do-cacau/" target="_blank" rel="noopener">Itacaré</a> (Bahia) – Surf e trilhas na Mata Atlântica</h3>
<p>Rodeada por florestas e praias selvagens, <strong>Itacaré</strong> é o point dos surfistas e trilheiros.</p>
<ul>
<li><strong>Atividades imperdíveis:</strong></li>
<li><strong>Surf nas praias da Tiririca e Engenhoca</strong>;</li>
<li><strong>Rafting no Rio de Contas</strong>;</li>
<li><strong>Tirolesa, arvorismo e cachoeiras</strong> escondidas na mata;</li>
<li>Trilhas cênicas até Havaizinho e Prainha.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_20994" aria-describedby="caption-attachment-20994" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-20994 size-large" title="Surf em Itacaré" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-1024x682.jpg" alt="Surf em Itacaré" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1-600x400.jpg 600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2012/11/Surf-em-Itacaré-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-20994" class="wp-caption-text">Surf em Itacaré</figcaption></figure></p>
<h3>4. Pernambuco – Mergulho em um paraíso ecológico</h3>
<h4>1. Fernando de Noronha</h4>
<p><a href="https://bahia.ws/surf-em-fernando-de-noronha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fernando de Noronha</strong></a> é o destino dos sonhos para quem ama o mar. Mergulhar em suas águas é estar lado a lado com tartarugas, arraias, tubarões e cardumes coloridos.</p>
<p><strong>Destaques:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Mergulho com cilindro ou snorkeling</strong> na Baía do Sancho e Praia do Atalaia;</li>
<li><strong>Surf</strong> na Praia da Cacimba do Padre;</li>
<li><strong>Trilhas monitoradas e passeios de barco</strong> com observação de golfinhos.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_41018" aria-describedby="caption-attachment-41018" style="width: 728px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Surf-em-Fernando-de-Noronha.webp" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41018 size-full" title="Surf em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Surf-em-Fernando-de-Noronha.webp" alt="Surf em Fernando de Noronha" width="728" height="345" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Surf-em-Fernando-de-Noronha.webp 728w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Surf-em-Fernando-de-Noronha-300x142.webp 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Surf-em-Fernando-de-Noronha-116x55.webp 116w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41018" class="wp-caption-text">Surf em Fernando de Noronha</figcaption></figure></p>
<h4>2. Parque Nacional do Catimbau (Pernambuco)</h4>
<p>Ecoturismo no sertão. Um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, o <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-vale-do-catimbau-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Catimbau</strong></a> impressiona pela mistura de natureza e história.</p>
<p><strong>Atividades:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Trekking e escalada</strong> em cânions e formações rochosas;</li>
<li><strong>Visitação a pinturas rupestres</strong> milenares;</li>
<li><strong>Rapel e trilhas guiadas</strong> em meio ao sertão pernambucano.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_21892" aria-describedby="caption-attachment-21892" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/05/Parque-Nacional-do-Vatimbau-em-Pernambuco.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-21892 size-full" title="Parque Nacional do Catimbau em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/05/Parque-Nacional-do-Vatimbau-em-Pernambuco.jpg" alt="Parque Nacional do Catimbau em Pernambuco" width="748" height="410" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/05/Parque-Nacional-do-Vatimbau-em-Pernambuco.jpg 748w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/05/Parque-Nacional-do-Vatimbau-em-Pernambuco-300x164.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2020/05/Parque-Nacional-do-Vatimbau-em-Pernambuco-100x55.jpg 100w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /></a><figcaption id="caption-attachment-21892" class="wp-caption-text">Parque Nacional do Catimbau em Pernambuco</figcaption></figure></p>
<h3>5. Rio Grande do Norte – Off-road, paredões e emoção</h3>
<p>O <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-rio-grande-do-norte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rio Grande do Norte</strong></a> é um terreno fértil para esportes radicais em terra, mar e ar.</p>
<p><strong>Experiências emocionantes:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Expedições 4&#215;4</strong> por dunas, falésias e praias desertas;</li>
<li><strong>Escalada e rapel em paredões de até 400 metros</strong>;</li>
<li><strong>Surf, asa delta e aerobunda</strong> em pontos como <strong><a href="https://bahia.ws/vilarejo-de-pipa-ou-praia-de-pipa-rn/" target="_blank" rel="noopener">Pipa</a></strong>, <strong><a href="https://bahia.ws/principais-destinos-turisticos-no-nordeste/" target="_blank" rel="noopener">Genipabu</a></strong> e <strong><a href="https://bahia.ws/roteiro-turistico-de-8-dias-no-rio-grande-do-norte/" target="_blank" rel="noopener">Baía Formosa</a></strong>.</li>
</ul>
<h3>Vem viver a aventura no Nordeste!</h3>
<p>Com clima favorável o ano inteiro, cultura vibrante e infraestrutura cada vez mais preparada para o turismo de aventura, o Nordeste é o <strong>destino ideal para quem quer sair da rotina com adrenalina e natureza</strong>. Dos ventos do Ceará aos vales da Chapada Diamantina, dos mergulhos em Noronha às dunas do Rio Grande do Norte, as opções são tantas quanto a beleza que cada paisagem revela.</p>
<p>Prepare seu equipamento, escolha seu esporte favorito e venha descobrir o lado mais radical e inesquecível do Nordeste brasileiro!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Influências e principais pratos da culinária nordestina</title>
		<link>https://bahia.ws/culinaria-nordestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:05:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura nordestina]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=41538</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A culinária nordestina apresenta-se como resultado direto das dinâmicas socioeconômicas que historicamente moldaram a região. Suas receitas incorporam elementos da culinária portuguesa, introduzida durante o período colonial; da tradição alimentar africana, assimilada no contexto da escravidão; e da alimentação indígena, legada pelas populações nativas. De modo geral, os pratos são [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/">Influências e principais pratos da culinária nordestina</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_14538" aria-describedby="caption-attachment-14538" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="wp-image-14538 size-thumbnail" title="Culinária Nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-160x120.jpg" alt="Culinária Nordestina" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/Culinária-Nordestina.jpg 1200w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14538" class="wp-caption-text">Culinária Nordestina</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>culinária nordestina</strong> apresenta-se como resultado direto das <strong>dinâmicas socioeconômicas</strong> que historicamente moldaram a região.</p>
<p>Suas receitas incorporam elementos da <strong>culinária portuguesa</strong>, introduzida durante o <strong>período colonial</strong>; da <strong>tradição alimentar africana</strong>, assimilada no contexto da <strong>escravidão</strong>; e da <strong>alimentação indígena</strong>, legada pelas <strong>populações nativas</strong>.</p>
<p>De modo geral, os pratos são compostos por <strong>vegetais</strong>, <strong>carnes bovina e caprina</strong>, além de <strong>peixes</strong> e <strong>frutos do mar</strong>. A influência do <strong>bioma da caatinga</strong> confere à gastronomia sertaneja um sabor <strong>intenso</strong>, com predomínio de preparações <strong>apimentadas</strong> e de <strong>alto valor calórico</strong>, adequadas à realidade climática e ao estilo de vida local.</p>
<p><figure id="attachment_16402" aria-describedby="caption-attachment-16402" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/vatapá.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-16402 size-thumbnail" title="vatapá - culinária nordestina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2015/04/vatapá-160x120.jpg" alt=" vatapá - culinária nordestina" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-16402" class="wp-caption-text">vatapá &#8211; culinária nordestina</figcaption></figure></p>
<p>Nas regiões <strong>litorâneas</strong>, observa-se o enriquecimento das receitas com uma maior <strong>variedade de ingredientes</strong>, resultando em pratos de sabores mais <strong>acentuados</strong> e visualmente <strong>diversificados</strong>.</p>
<p>A <strong>heterogeneidade dos biomas</strong> nordestinos — que inclui a <strong>caatinga</strong>, o <strong>agreste</strong> e o <strong>litoral</strong> — reflete-se diretamente na diversidade de sua <strong>culinária</strong>. No <strong>sertão</strong>, o <strong>clima semiárido</strong> impõe estratégias alimentares voltadas à <strong>conservação</strong> e ao <strong>aproveitamento energético</strong>. Já no <strong>agreste</strong> e nas faixas litorâneas, a disponibilidade de recursos amplia as possibilidades gastronômicas, promovendo maior <strong>complexidade de sabores</strong> e <strong>pluralidade de preparos</strong>.</p>
<p>Ainda que determinadas características, como o uso abundante de <strong>temperos fortes</strong> e o apreço pela <strong>pimenta</strong>, estejam presentes em toda a região, cada um dos <strong>nove estados nordestinos</strong> apresenta <strong>variações locais</strong> de preparo, contribuindo para a riqueza e singularidade da <strong>tradição culinária regional</strong>.</p>
<p>Fazem parte do Nordeste a <strong><a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Bahia</a></strong> (BA), <strong><a href="https://bahia.ws/sergipe-guia-de-turismo-e-viagem/" target="_blank" rel="noopener">Sergipe</a></strong> (SE), <strong><a href="https://bahia.ws/alagoas-guia-turismo-viagem/" target="_blank" rel="noopener">Alagoas</a></strong> (AL), <strong><a href="https://bahia.ws/5-atrativos-turisticos-para-conhecer-em-recife-pe/" target="_blank" rel="noopener">Pernambuco</a></strong> (PE), <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-paraiba/" target="_blank" rel="noopener">Paraíba</a></strong> (PB), <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-rio-grande-do-norte/" target="_blank" rel="noopener">Rio Grande do Norte</a></strong> (RN), <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-ceara/" target="_blank" rel="noopener">Ceará</a></strong> (CE), <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-piaui/" target="_blank" rel="noopener">Piauí</a></strong> (PI) e <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-maranhao/" target="_blank" rel="noopener">Maranhão</a></strong> (MA).</p>
<hr />
<h3>Tópicos</h3>
<ul>
<li>Tópico A &#8211; Comidas Típicas do Nordeste Brasileiro</li>
<li>Tópico  B &#8211; Influências da Culinária Nordestina</li>
<li>Tópico  C &#8211; Culinária Nordestina: Tudo o que Você Gostaria de Saber</li>
<li>Tópico D &#8211; Culinária Nordestina das Festas Juninas</li>
<li>Tópico E &#8211; Principais Quitutes da Culinária Nordestina</li>
<li>Tópico F &#8211; Pratos Típicos da Culinária Nordestina</li>
</ul>
<hr />
<h2>A. Comidas Típicas do Nordeste Brasileiro</h2>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/cultura/culinaria-nordestina.jpg?token=pvN9YProIZGLKRQZRuQ2Yg&amp;expires=1775914006" width="400" /></a></p></p>
<ol>
<li>acarajé,</li>
<li>Baião de Dois</li>
<li>Fritada de Siri</li>
<li>Muqueca de Peixe</li>
<li>Vatapá</li>
<li>Tapioca</li>
<li>Maria Izabel</li>
<li>Sarapatel</li>
<li>Buchada de Bode</li>
<li>Carne de Sol</li>
<li>Paçoca de carne seca</li>
<li>Panelada</li>
<li>Caruru</li>
</ol>
<hr />
<h2>B. Influências da Culinária Nordestina</h2>
<p>A <strong>culinária nordestina</strong> é uma das expressões culturais mais ricas e diversas do Brasil. Fruto de um processo histórico marcado por encontros entre diferentes povos e saberes, sua formação reflete a miscigenação de tradições <strong>indígenas</strong>, <strong>africanas</strong>, <strong>europeias</strong> e <strong>orientais</strong>, moldadas pelas características geográficas e climáticas da <strong>região Nordeste</strong>. Este artigo apresenta um panorama das principais influências que constituem essa tradição gastronômica, destacando ingredientes, práticas e pratos típicos.</p>
<ol>
<li>Influências Indígenas</li>
<li>Contribuições Africanas</li>
<li>Influências Portuguesas</li>
<li>Outras Influências Culturais</li>
<li>Adaptação ao Meio Ambiente</li>
<li>Pratos Típicos e Variedades Regionais</li>
</ol>
<h3>1. Influências Indígenas</h3>
<p>Os <strong>povos originários</strong> do Nordeste estabeleceram os alicerces da culinária regional, com técnicas e ingredientes que permanecem presentes até hoje. Dentre os principais elementos herdados da cultura indígena, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Mandioca</strong>: Base da alimentação, consumida como <strong>farinha</strong>, <strong>tapioca</strong> e <strong>beiju</strong>.</li>
<li><strong>Milho</strong>: Fundamental na produção de pratos como <strong>pamonha</strong>, <strong>canjica</strong> e <strong>mungunzá</strong>.</li>
<li><strong>Peixes e frutos do mar</strong>: Essenciais na dieta, especialmente nas <strong>zonas costeiras</strong>, onde são consumidos frescos ou defumados.</li>
</ul>
<h3>2. Contribuições Africanas</h3>
<p>A chegada dos <strong>africanos escravizados</strong> trouxe novos ingredientes e modos de preparo que enriqueceram profundamente a culinária nordestina. Entre as contribuições mais marcantes, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Azeite de dendê</strong>: Usado em pratos tradicionais como o <strong>acarajé</strong>, <strong>vatapá</strong> e <strong>caruru</strong>.</li>
<li><strong>Leite de coco</strong>: Presente em preparações como <strong>bobó de camarão</strong> e diversas <strong>moquecas</strong>.</li>
<li><strong>Temperos fortes</strong>: Como <strong>pimenta malagueta</strong>, <strong>gengibre</strong>, <strong>coentro</strong> e <strong>ervas aromáticas</strong>.</li>
</ul>
<h3>3. Influências Portuguesas</h3>
<p>Durante o período colonial, os <strong>portugueses</strong> introduziram ingredientes, métodos de preparo e hábitos alimentares europeus que se adaptaram ao contexto local:</p>
<ul>
<li><strong>Carnes de gado</strong>: A criação de <strong>bois</strong>, <strong>cabras</strong> e <strong>porcos</strong> foi fundamental para a introdução de preparações como a <strong>carne-de-sol</strong> e a <strong>carne-seca</strong>.</li>
<li><strong>Doces e açúcar</strong>: O cultivo da <strong>cana-de-açúcar</strong> possibilitou a produção de doces típicos como a <strong>rapadura</strong>, o <strong>alfenim</strong> e o <strong>bolo de rolo</strong>.</li>
<li><strong>Pães e bolos</strong>: Muitos foram adaptados com ingredientes locais, como a mandioca e o milho.</li>
</ul>
<h3>4. Outras Influências Culturais</h3>
<p>Além das três principais matrizes culturais, outras influências também deixaram sua marca:</p>
<ul>
<li><strong>Culinária árabe</strong>: A imigração trouxe pratos como <strong>quibe</strong> e <strong>esfirra</strong>, hoje muito populares, especialmente em <strong>Pernambuco</strong>.</li>
<li><strong>Franceses e holandeses</strong>: Durante o período de ocupação no século XVII, introduziram <strong>técnicas de confeitaria</strong> e novos temperos.</li>
</ul>
<h3>5. Adaptação ao Meio Ambiente</h3>
<p>A diversidade da culinária nordestina também reflete a necessidade de <strong>adaptação ao clima e ao solo</strong> da região:</p>
<ul>
<li><strong>Sertão</strong>: A escassez de água favoreceu técnicas de <strong>conservação de alimentos</strong>, como a <strong>carne-de-sol</strong>, o uso de <strong>rapadura</strong> como fonte energética e o aproveitamento integral dos ingredientes.</li>
<li><strong>Litoral</strong>: A riqueza em <strong>frutos do mar</strong> permitiu o desenvolvimento de pratos à base de <strong>peixes</strong>, como a <strong>moqueca</strong>, a <strong>peixada</strong> e o <strong>ensopado de camarão</strong>.</li>
</ul>
<h3>6. Pratos Típicos e Variedades Regionais</h3>
<p>Cada estado do Nordeste possui uma identidade culinária própria, marcada por variações locais que conferem singularidade aos pratos:</p>
<ul>
<li><strong>Bahia</strong>: Famosa por pratos com influência africana, como <strong>acarajé</strong>, <strong>vatapá</strong>, <strong>moqueca baiana</strong> e <strong>caruru</strong>.</li>
<li><strong>Pernambuco</strong>: Destaque para doces e salgados como o <strong>bolo de rolo</strong>, <strong>caldinho de feijão</strong>, <strong>carne-de-sol</strong> e <strong>sarapatel</strong>.</li>
<li><strong>Ceará</strong>: Conhecido pelo <strong>baião de dois</strong>, <strong>paçoca de carne</strong>, <strong>tapioca</strong> e pratos com peixe e camarão.</li>
</ul>
<hr />
<h2>C. Culinária Nordestina: Tudo o que Você Gostaria de Saber</h2>
<ol>
<li>Principais Ingredientes Usados na Região Nordeste</li>
<li>Culinária Nordestina das Festas Juninas</li>
<li>Pratos Típicos das Festas Juninas</li>
<li>Principais Quitutes</li>
<li>Pratos Típicos</li>
</ol>
<h3>1. Principais Ingredientes Usados na Região Nordeste</h3>
<p>A culinária nordestina é marcada pela riqueza de sabores, cores e texturas, fruto da combinação entre saberes tradicionais e os recursos naturais disponíveis na região.</p>
<p>Uma de suas maiores expressões está na variedade de <strong>ingredientes</strong> utilizados, muitos dos quais são nativos ou adaptados ao clima tropical e semiárido do Nordeste. Este artigo apresenta os principais ingredientes da cozinha nordestina, destacando sua origem, formas de uso e importância cultural.</p>
<ol>
<li>Frutas na Culinária Nordestina</li>
<li>Ingredientes de Origem Africana</li>
<li>Ingredientes de Origem Tropical e Litorânea</li>
<li>Ingredientes do Sertão e Interior</li>
</ol>
<h4>1. Frutas na Culinária Nordestina</h4>
<p>A <strong>diversidade de frutas tropicais</strong> na região Nordeste é um dos pilares da culinária local. Utilizadas principalmente no preparo de <strong>sucos</strong>, <strong>doces</strong>, <strong>sorvetes</strong> e <strong>compotas</strong>, essas frutas trazem frescor e acentuam os sabores típicos da região. Dentre as mais consumidas, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Goiaba</strong></li>
<li><strong>Caju</strong></li>
<li><strong>Banana</strong></li>
<li><strong>Manga</strong></li>
<li><strong>Jaca</strong></li>
<li><strong>Araçá</strong></li>
<li><strong>Mangaba</strong></li>
<li><strong>Sapoti</strong></li>
<li><strong>Umbu</strong></li>
<li><strong>Cajá</strong></li>
<li><strong>Graviola</strong></li>
</ul>
<h5>Caju</h5>
<p>O <strong>caju</strong> é amplamente utilizado, tanto na forma de suco quanto em doces e compotas. Além disso, a <strong>castanha de caju</strong>, extraída da parte inferior da fruta, é um ingrediente de grande valor gastronômico e nutritivo, presente em diversas receitas tradicionais.</p>
<h4>2. Ingredientes de Origem Africana</h4>
<p>A presença africana na formação da culinária nordestina se revela especialmente nos temperos e ingredientes trazidos pelos povos escravizados.</p>
<h5>1. Azeite de Dendê</h5>
<p>O <strong>azeite de dendê</strong> é um dos elementos mais característicos da <strong>culinária baiana</strong>. De cor alaranjada e sabor marcante, é extraído de uma palmeira originária da <strong>costa oriental da África</strong> e amplamente cultivada no <strong>sul da Bahia</strong>. Está presente em pratos como o <strong>acarajé</strong>, <strong>vatapá</strong> e <strong>moqueca</strong>.</p>
<h5>2. Pimenta Malagueta</h5>
<p>A <strong>pimenta malagueta</strong>, também introduzida pelos africanos, é usada com frequência na culinária baiana, conferindo ardência e aroma únicos aos pratos. É frequentemente utilizada em <strong>molhos</strong>, <strong>ensopados</strong> e <strong>pratos com frutos do mar</strong>.</p>
<h4>3. Ingredientes de Origem Tropical e Litorânea</h4>
<h5>1. Leite de Coco</h5>
<p>Extraído da <strong>carne branca do coco</strong>, o <strong>leite de coco</strong> é obtido ao bater a polpa com água e coar. É essencial na preparação de pratos como o <strong>bobó de camarão</strong>, <strong>moquecas</strong> e <strong>ensopados</strong>, oferecendo sabor suave e textura cremosa.</p>
<h5>2. Peixes e Frutos do Mar</h5>
<p>A extensa <strong>costa nordestina</strong> garante abundância de <strong>peixes</strong>, <strong>moluscos</strong> e <strong>crustáceos</strong>, usados em pratos variados:</p>
<ul>
<li><strong>Camarões graúdos</strong>: base de receitas como o bobó e moquecas.</li>
<li><strong>Caranguejos e siris</strong>: geralmente servidos em porções simples ou ensopados.</li>
</ul>
<h4>4. Ingredientes do Sertão e Interior</h4>
<h5>1. Feijão</h5>
<p>Diversos tipos de feijão compõem o cardápio nordestino, sendo os mais comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Feijão branco</strong></li>
<li><strong>Feijão preto</strong></li>
<li><strong>Feijão verde</strong></li>
<li><strong>Feijão fradinho</strong> – base para o <strong>acarajé</strong> e <strong>saladas</strong>.</li>
</ul>
<h5>2. Queijo de Coalho</h5>
<p>Típico do <strong>sertão nordestino</strong>, o <strong>queijo de coalho</strong> é de fabricação artesanal e muito consumido assado ou grelhado. É tradicional nos estados de <strong>Pernambuco</strong>, <strong>Paraíba</strong>, <strong>Ceará</strong> e <strong>Rio Grande do Norte</strong>.</p>
<h5>3. Milho</h5>
<p>O <strong>milho</strong> é um ingrediente versátil e presente em várias receitas:</p>
<ul>
<li><strong>Cozido ou assado</strong></li>
<li><strong>Pamonha</strong></li>
<li><strong>Curau</strong></li>
<li><strong>Canjica</strong></li>
<li><strong>Bolos</strong></li>
<li><strong>Sorvetes</strong></li>
</ul>
<h5>4. Mandioca (Macaxeira)</h5>
<p>No Nordeste, a <strong>mandioca doce</strong> é conhecida como <strong>macaxeira</strong>. Além de ser cozida ou frita, a <strong>farinha de mandioca</strong> é usada como acompanhamento de carnes e peixes, sendo também consumida no <strong>café da manhã</strong>, misturada com manteiga ou leite.</p>
<h5>5. Carne Bovina</h5>
<p>A carne bovina é tradicionalmente conservada por técnicas de secagem, o que originou:</p>
<ul>
<li><strong>Carne-de-sol</strong>: seca ao sol.</li>
<li><strong>Carne-seca</strong>: desidratada e salgada.</li>
</ul>
<p>Ambas são usadas em pratos como <strong>escondidinho</strong>, <strong>feijoada</strong>, <strong>paçoca de carne</strong> e <strong>baião de dois</strong>.</p>
<hr />
<h2>D. Culinária Nordestina das Festas Juninas</h2>
<p>As <strong>festas juninas</strong> são uma das manifestações culturais mais representativas da região Nordeste do Brasil.</p>
<p>Celebradas com entusiasmo em todos os estados nordestinos, essas festas reúnem elementos religiosos, indígenas e europeus, resultando em uma celebração rica em simbologia, cores, danças, músicas e, sobretudo, sabores.</p>
<p>A culinária típica dessas festas é marcada por pratos feitos com ingredientes nativos, como <strong>milho</strong>, <strong>mandioca</strong> e <strong>amendoim</strong>, que remetem à ancestralidade indígena e à herança agrícola da região.</p>
<ol>
<li>As Origens das Festas Juninas</li>
<li>A Gastronomia das Festas Juninas</li>
<li>Ingredientes Tradicionais</li>
<li>Pratos Típicos das Festas Juninas</li>
</ol>
<h3>1. As Origens das Festas Juninas</h3>
<p>No Nordeste, as festas juninas têm forte vínculo com o <strong>catolicismo popular</strong>, celebrando três santos importantes do calendário litúrgico: <strong>Santo Antônio (13 de junho)</strong>, <strong>São João (24 de junho)</strong> e <strong>São Pedro (29 de junho)</strong>. Contudo, a origem dessas festas remonta à união dos festejos religiosos europeus com os rituais indígenas ligados à <strong>colheita</strong> e à <strong>fertilidade da terra</strong>.</p>
<p>A tradição junina se consolidou como uma das mais vibrantes da cultura nordestina, gerando disputas amigáveis entre cidades que reivindicam o título da <strong>maior festa junina do Brasil</strong> — como Campina Grande (PB) e Caruaru (PE).</p>
<h3>2. A Gastronomia das Festas Juninas</h3>
<p>Entre as diversas expressões culturais presentes nas festas juninas, a <strong>gastronomia</strong> ocupa um lugar central. Os pratos típicos são preparados, majoritariamente, com ingredientes cultivados nas zonas rurais e fortemente associados à cultura alimentar indígena.</p>
<h3>3. Ingredientes Tradicionais</h3>
<p>Os alimentos que compõem o cardápio das festas juninas são, em sua maioria, derivados de:</p>
<ul>
<li><strong>Milho</strong></li>
<li><strong>Mandioca (ou macaxeira)</strong></li>
<li><strong>Amendoim</strong></li>
<li><strong>Coco</strong></li>
</ul>
<p>Esses ingredientes são transformados em quitutes que encantam os paladares e despertam memórias afetivas, reforçando a identidade cultural da região.</p>
<h3>4. Pratos Típicos das Festas Juninas</h3>
<p>A seguir, apresentamos alguns dos principais pratos tradicionalmente servidos durante as festas juninas no Nordeste:</p>
<h4>1. Pamonha</h4>
<p>A <strong>pamonha</strong> é uma iguaria feita com <strong>milho verde ralado</strong> e <strong>leite</strong>, podendo ser servida <strong>doce</strong> ou <strong>salgada</strong>. A massa é cozida envolta na própria palha do milho, o que confere ao prato um aroma e sabor característicos.</p>
<h4>2. Canjica</h4>
<p>Conhecida também como <strong>mugunzá</strong> em algumas regiões, a <strong>canjica nordestina</strong> é preparada com <strong>grãos de milho branco</strong>, cozidos com <strong>leite</strong>, <strong>açúcar</strong>, <strong>leite condensado</strong>, <strong>leite de coco</strong>, <strong>coco ralado</strong> e, às vezes, <strong>amendoim</strong>. É um doce cremoso e reconfortante, servido quente ou frio.</p>
<h4>3. Pé de Moleque</h4>
<p>O <strong>pé de moleque nordestino</strong> difere da versão feita com amendoim e rapadura comum em outras regiões do país. Aqui, trata-se de um <strong>bolo denso</strong>, feito com <strong>massa de mandioca</strong>, <strong>açúcar</strong>, <strong>manteiga</strong> e <strong>castanhas</strong>. Seu sabor intenso e textura firme fazem dele um dos doces mais tradicionais do período.</p>
<h4>4. Cocada</h4>
<p>A <strong>cocada</strong> é um doce de origem <strong>angolana</strong>, muito popular nas festas juninas. Feita com <strong>coco ralado</strong>, <strong>leite condensado</strong> e <strong>leite de coco</strong>, pode ser apresentada em versões <strong>brancas</strong> ou <strong>queimadas</strong> (caramelizadas), dependendo do ponto de cozimento do açúcar.</p>
<h4>5. Curau</h4>
<p>O <strong>curau</strong> é um doce de textura pastosa feito com <strong>creme de milho verde</strong>, <strong>leite (de vaca ou de coco)</strong> e <strong>açúcar</strong>, polvilhado com <strong>canela em pó</strong>. Servido geralmente morno, o curau é um dos favoritos entre os pratos de milho das festas juninas.</p>
<hr />
<h2>E. Principais Quitutes da Culinária Nordestina</h2>
<p>A culinária nordestina é rica em sabores autênticos e receitas tradicionais, muitas delas transmitidas de geração em geração. Entre os pratos mais emblemáticos da região, destacam-se os quitutes feitos com ingredientes típicos como <strong>milho</strong>, <strong>mandioca</strong>, <strong>coco</strong>, <strong>amendoim</strong> e <strong>leite de coco</strong>. Esses alimentos dão origem a uma variedade de doces e salgados consumidos tanto no dia a dia quanto em festas populares, especialmente nas celebrações juninas.</p>
<h3>1. Milho Cozido</h3>
<p>Simples e saboroso, o <strong>milho cozido</strong> é um clássico das ruas e festas nordestinas. Após a retirada da palha e dos fios (“cabelos”), o milho é cozido em água e servido com <strong>sal</strong> e, em algumas versões, com <strong>manteiga derretida</strong>, realçando seu sabor natural.</p>
<h3>2. Canjica</h3>
<p>Também chamada de <strong>curau</strong> em algumas regiões do país, a canjica nordestina é preparada com <strong>milho triturado</strong>, <strong>leite de coco</strong>, <strong>açúcar</strong> e finalizada com <strong>canela em pó</strong>. A textura cremosa e o aroma marcante fazem desse doce um dos favoritos das festas juninas.</p>
<h3>3. Pé de Moleque</h3>
<p>O <strong>pé de moleque</strong> varia bastante em sua preparação pelo Brasil. No Nordeste, especialmente em Pernambuco, é comum a versão em forma de <strong>bolo</strong>, feito com <strong>massa de mandioca</strong>, <strong>castanhas</strong> e uma calda à base de <strong>açúcar e manteiga</strong>. Já no Sul e Sudeste, o doce costuma ser feito com <strong>rapadura</strong> e <strong>amendoim</strong>, assumindo uma textura mais dura e crocante.</p>
<h3>4. Cocada</h3>
<p>A <strong>cocada</strong> é um doce tradicionalmente feito com <strong>coco ralado</strong> e <strong>açúcar</strong>, podendo variar entre as versões <strong>branca</strong> (com açúcar refinado) ou <strong>queimada</strong> (com açúcar mascavo ou caramelizado). É muito comum ser vendida como <strong>doce de tabuleiro</strong>, nas ruas e feiras populares.</p>
<h3>5. Arroz-doce</h3>
<p>De origem portuguesa, o <strong>arroz-doce</strong> ganhou versões adaptadas ao paladar nordestino. Preparado com <strong>arroz cozido em leite</strong>, <strong>açúcar</strong>, <strong>leite condensado</strong>, <strong>cravo-da-índia</strong> e <strong>canela em pau</strong>, é servido morno ou frio, sempre finalizado com <strong>canela em pó</strong>.</p>
<h3>6. Pamonha</h3>
<p>A <strong>pamonha</strong> é um dos quitutes mais populares da culinária nordestina. Feita com <strong>milho ralado</strong>, <strong>leite</strong> e <strong>açúcar</strong> (na versão doce) ou <strong>sal</strong> e <strong>queijo coalho</strong> (na versão salgada), a massa é cozida envolta na palha do milho, o que preserva o sabor e o aroma naturais do cereal.</p>
<h3>7. Cuscuz</h3>
<p>Com origem africana, o <strong>cuscuz</strong> nordestino é extremamente versátil. Feito com <strong>flocos de milho</strong>, pode ser servido <strong>doce</strong> ou <strong>salgado</strong>. Nas versões salgadas, é comum a adição de <strong>sardinha</strong>, <strong>ovos cozidos</strong>, <strong>molho de tomate</strong> ou até mesmo <strong>molho de bacalhau</strong>, dependendo da região. Já nas versões doces, pode ser servido com <strong>leite de coco</strong> e <strong>açúcar</strong>.</p>
<h3>8. Curau</h3>
<p>O <strong>curau</strong> é um doce pastoso preparado com <strong>creme de milho verde fresco</strong>, <strong>leite de vaca ou de coco</strong>, <strong>açúcar</strong> e <strong>canela</strong>. Servido quente ou frio, é presença garantida nas festas juninas, sendo apreciado por seu sabor delicado e sua textura aveludada.</p>
<hr />
<h2>F. Pratos Típicos da Culinária Nordestina</h2>
<p>A culinária nordestina é marcada por sabores intensos, técnicas ancestrais e uma profunda relação com o território. Seja no sertão ou no litoral, os pratos refletem a criatividade do povo nordestino, que soube aproveitar ingredientes locais como carne de sol, feijão, mandioca, frutos do mar, leite de coco e azeite de dendê. Abaixo, destacam-se algumas das iguarias mais representativas dessa rica tradição gastronômica.</p>
<h3>1. Buchada de Bode</h3>
<p>Clássico da culinária sertaneja, a <strong>buchada de bode</strong> é preparada com as vísceras do animal, cozidas dentro do próprio estômago (o bucho). É um prato de sabor marcante, tradicionalmente reservado para paladares corajosos e acostumados à rusticidade do sertão.</p>
<h3>2. Carne de Sol com Pirão de Queijo Coalho</h3>
<p>A <strong>carne de sol</strong>, curada ao sol e ao sal, é servida acompanhada de um pirão cremoso feito com <strong>queijo coalho</strong>, <strong>leite</strong>, <strong>manteiga de garrafa</strong> e <strong>farinha de mandioca</strong>. É uma combinação rica e reconfortante, comum em almoços festivos.</p>
<h3>3. Baião de Dois</h3>
<p>Um dos pratos mais emblemáticos do Nordeste, o <strong>baião de dois</strong> mistura <strong>arroz branco</strong> com <strong>feijão verde</strong> ou <strong>fradinho</strong>, geralmente acrescido de <strong>carne seca</strong>, <strong>queijo coalho</strong> e <strong>manteiga de garrafa</strong>. O resultado é um prato completo e cheio de sabor.</p>
<h3>4. Paçoca de Carne Seca</h3>
<p>Diferente da paçoca doce conhecida em outras regiões, a <strong>paçoca nordestina</strong> é uma farofa úmida feita com <strong>carne seca desfiada</strong>, <strong>farinha de mandioca</strong> e <strong>cebola refogada</strong>. Pode ser acompanhada por <strong>banana-da-terra</strong> ou ser servida ao lado de um baião de dois.</p>
<h3>5. Tapioca</h3>
<p>Feita a partir da <strong>goma de mandioca</strong>, a <strong>tapioca</strong> é moldada como uma panqueca e recheada com ingredientes doces (como coco e leite condensado) ou salgados (como queijo e carne de sol). É uma iguaria leve, prática e muito consumida no café da manhã ou como lanche.</p>
<h3>6. Acarajé</h3>
<p>Um símbolo da culinária afro-baiana, o <strong>acarajé</strong> é feito com <strong>feijão-fradinho moído</strong>, moldado em bolinhos e frito no <strong>azeite de dendê</strong>. É tradicionalmente recheado com <strong>vatapá</strong>, <strong>caruru</strong>, <strong>camarão seco</strong> e <strong>molho de pimenta</strong>. Preparado por baianas vestidas a caráter, é também uma expressão religiosa do candomblé.</p>
<h3>7. Moqueca</h3>
<p>A <strong>moqueca nordestina</strong>, especialmente a baiana, é um ensopado de <strong>peixe</strong> ou <strong>frutos do mar</strong>, preparado com <strong>leite de coco</strong>, <strong>azeite de dendê</strong>, <strong>pimentões</strong>, <strong>cebola</strong>, <strong>tomate</strong> e <strong>coentro</strong>. É servida quente, acompanhada por arroz branco e pirão.</p>
<h3>8. Caldo de Sururu</h3>
<p>Típico das regiões litorâneas, o <strong>caldo de sururu</strong> é uma sopa espessa feita com <strong>mariscos</strong>, <strong>leite de coco</strong>, <strong>azeite de dendê</strong> e temperos verdes. Rico em sabor, é muito apreciado como entrada ou lanche nutritivo.</p>
<h3>9. Caldo de Mocotó</h3>
<p>Feito com as <strong>patas do boi</strong> (mocotó), esse caldo nutritivo é cozido por horas até adquirir textura gelatinosa. Tradicionalmente consumido no café da manhã por trabalhadores, é conhecido por suas propriedades energéticas.</p>
<h3>10. Dobradinha</h3>
<p>A <strong>dobradinha</strong> é um prato feito com <strong>bucho de boi</strong> cozido com <strong>feijão branco</strong>, <strong>temperos fortes</strong> e, às vezes, <strong>linguiça</strong> ou <strong>bacon</strong>. É servido quente e considerado um prato de sustância.</p>
<h3>11. Sarapatel</h3>
<p>O <strong>sarapatel</strong> é um ensopado encorpado feito com <strong>vísceras de porco</strong>, carneiro ou bode, cozidas com <strong>sangue do animal</strong>, vinagre e pimenta. A receita varia entre os estados, mas sempre conserva sua intensidade de sabor. Costuma ser servido com <strong>farinha de mandioca</strong> e <strong>arroz branco</strong>.</p>
<h3>12. Vatapá</h3>
<p>O <strong>vatapá baiano</strong> é um creme espesso feito com <strong>pão amanhecido</strong> ou <strong>farinha de rosca</strong>, <strong>leite de coco</strong>, <strong>amendoim</strong>, <strong>castanha de caju</strong>, <strong>camarão seco</strong>, <strong>azeite de dendê</strong> e temperos fortes. Acompanha o acarajé e também pode ser servido com arroz.</p>
<h3>13. Caruru</h3>
<p>O <strong>caruru</strong> é um pirão de <strong>quiabo picado</strong>, <strong>camarões secos</strong> e <strong>temperos verdes</strong>, tudo refogado no <strong>azeite de dendê</strong>. Assim como o vatapá, é muito presente nas oferendas do candomblé e também em festas religiosas sincréticas.</p>
<h3>14. Bolo de Rolo</h3>
<p>Típico de Pernambuco, o <strong>bolo de rolo</strong> é feito com finíssimas camadas de <strong>pão de ló</strong> enroladas com <strong>goiabada derretida</strong>, formando um espiral delicado. Servido em fatias finas, é considerado um patrimônio imaterial da culinária brasileira.</p>
<h3>15. Fritada de Siri</h3>
<p>Muito consumida no litoral nordestino, a <strong>fritada de siri</strong> é preparada com a <strong>carne do crustáceo refogada</strong>, ovos batidos e temperos verdes. A mistura é assada até dourar, sendo servida como prato principal ou entrada.</p>
<h3>16. Maria Isabel</h3>
<p>Prato tradicional do Piauí, a <strong>Maria Isabel</strong> é feita com <strong>arroz branco cozido junto a carne de sol</strong> ou carne seca desfiada, cebola e pimentão. De preparo simples, é altamente nutritivo e muito presente nas refeições do cotidiano.</p>
<hr />
<p>Veja mais no menu acima em “<strong><a href="https://bahia.ws/categoria/bahia-guia-de-turismo/cultura-historia-religiao-nordeste/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cultura, História e Religião</a></strong>”</p>
<p>Característica, origem e principais alimentos da culinária nordestina</p>
<p>Bahia.ws &#8211; Guia Turístico de Salvador, Bahia e Nordeste</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/">Influências e principais pratos da culinária nordestina</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Destinos turísticos no Nordeste que você deve visitar</title>
		<link>https://bahia.ws/pontos-turisticos-do-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Turístico do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os Destinos e Atrações Turísticas situados no Nordeste do Brasil destacam-se pela sua expressiva diversidade natural e cultural, oferecendo uma combinação singular de litorais paradisíacos, paisagens exuberantes e um valioso acervo de heranças históricas. A Cultura Nordestina A cultura nordestina configura-se como uma das mais ricas e plurais do país, resultado [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-do-nordeste/">Destinos turísticos no Nordeste que você deve visitar</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Os <strong>Destinos e Atrações Turísticas</strong> situados no <strong>Nordeste do Brasil</strong> destacam-se pela sua expressiva <strong>diversidade natural</strong> e <strong>cultural</strong>, oferecendo uma combinação singular de <strong>litorais paradisíacos</strong>, <strong>paisagens exuberantes</strong> e um valioso acervo de <strong>heranças históricas</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99915" aria-describedby="caption-attachment-99915" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99915" title="Destinos e Atrações Turísticas na Região Nordeste do Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil.png" alt="Destinos e Atrações Turísticas na Região Nordeste do Brasil" width="1200" height="921" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil.png 1920w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-300x230.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-1024x786.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-768x589.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-1536x1178.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Destinos-e-Atracoes-Turisticas-na-Regiao-Nordeste-do-Brasil-800x614.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99915" class="wp-caption-text">Destinos e Atrações Turísticas na Região Nordeste do Brasil</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99909" aria-describedby="caption-attachment-99909" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99909" title="Pelourinho em Salvador" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png" alt="Pelourinho em Salvador" width="1200" height="737" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador.png 1800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-300x184.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-1024x629.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-768x472.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-90x55.png 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-1536x944.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pelourinho-em-Salvador-800x492.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99909" class="wp-caption-text">Pelourinho em Salvador</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99910" aria-describedby="caption-attachment-99910" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99910" title="Mosteiro de São Bento em Olinda PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE.png" alt="Mosteiro de São Bento em Olinda PE" width="1200" height="802" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-1024x684.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-768x513.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-1536x1027.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-2048x1369.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-800x535.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mosteiro-de-Sao-Bento-em-Olinda-PE-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99910" class="wp-caption-text">Mosteiro de São Bento em Olinda PE</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99911" aria-describedby="caption-attachment-99911" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99911" title="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png" alt="Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Lagoa-Azul-e-a-do-Paraiso-em-Jericoacoara-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99911" class="wp-caption-text">Lagoa Azul e a do Paraíso em Jericoacoara</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99912" aria-describedby="caption-attachment-99912" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99912" title="Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.png" alt="Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passeio-de-dromedario-pelas-dunas-de-Genipabu-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99912" class="wp-caption-text">Passeio de dromedário pelas dunas de Genipabú</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99913" aria-describedby="caption-attachment-99913" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99913" title="Maragogi em Alagoas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas.png" alt="Maragogi em Alagoas" width="1200" height="803" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-300x201.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-1024x685.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-768x514.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-1536x1027.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-2048x1370.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-800x535.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Maragogi-em-Alagoas-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99913" class="wp-caption-text">Maragogi em Alagoas</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99914" aria-describedby="caption-attachment-99914" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99914" title="Porto de Galinhas em Pernambuco" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png" alt="Porto de Galinhas em Pernambuco" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-2048x1152.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Porto-de-Galinhas-em-Pernambuco-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99914" class="wp-caption-text">Porto de Galinhas em Pernambuco</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_98182" aria-describedby="caption-attachment-98182" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-98182" title="Praia da Conceição em Fernando de Noronha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha.png" alt="Praia da Conceição em Fernando de Noronha" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha.png 2560w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-2048x1365.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2025/10/Praia-da-Conceicao-em-Fernando-de-Noronha-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98182" class="wp-caption-text">Praia da Conceição em Fernando de Noronha</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99811" aria-describedby="caption-attachment-99811" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99811" title="Morro de São Paulo na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png" alt="Morro de São Paulo" width="1200" height="754" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo.png 2097w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-1024x643.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-768x482.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-1536x965.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-2048x1286.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Morro-de-Sao-Paulo-800x502.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99811" class="wp-caption-text">Morro de São Paulo na Bahia</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99916" aria-describedby="caption-attachment-99916" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99916" title="Arraial d'Ajuda na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia.png" alt="Arraial d'Ajuda na Bahia" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-2048x1364.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Arraial-dAjuda-na-Bahia-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99916" class="wp-caption-text">Arraial d&#8217;Ajuda na Bahia</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99812" aria-describedby="caption-attachment-99812" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99812" title="Ilhéus na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png" alt="Ilhéus na Bahia" width="1200" height="882" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia.png 2014w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-300x220.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-1024x752.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-768x564.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-1536x1129.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ilheus-na-Bahia-800x588.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99812" class="wp-caption-text">Ilhéus na Bahia</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_99809" aria-describedby="caption-attachment-99809" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99809" title="Praia do Forte na Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png" alt="Praia do Forte na Bahia" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-1024x576.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-768x432.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-98x55.png 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-1536x864.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Praia-do-Forte-na-Bahia-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99809" class="wp-caption-text">Praia do Forte na Bahia</figcaption></figure></p>
<h3>A Cultura Nordestina</h3>
<p>A <strong>cultura nordestina</strong> configura-se como uma das mais ricas e plurais do país, resultado da confluência de <strong>tradições indígenas</strong>, <strong>africanas</strong> e <strong>europeias</strong>.</p>
<p>Essa diversidade manifesta-se de forma marcante nas <strong>expressões folclóricas</strong>, na <strong>gastronomia</strong>, na <strong>música</strong> e nas <strong>festividades populares</strong>, que refletem não apenas a <strong>identidade histórica</strong>, mas também a <strong>resiliência sociocultural</strong> das populações locais.</p>
<h4>Expressões Culturais e Festividades</h4>
<p>Expressões culturais como o <a href="https://bahia.ws/musica-nordestina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>forró</strong>, o <strong>frevo</strong>, o <strong>maracatu</strong> e o <strong>xaxado</strong></a> são reconhecidas como <strong>patrimônio simbólico nacional</strong>, enquanto celebrações tradicionais, como o <strong>São João</strong> e o <a href="https://bahia.ws/historia-do-carnaval-de-olinda-e-de-seus-bonecos-gigantes/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carnaval de Olinda</strong></a>, desempenham um papel central na dinâmica turística da região, atraindo visitantes de diversas partes do Brasil e do exterior.</p>
<p><figure id="attachment_99917" aria-describedby="caption-attachment-99917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99917" title="Mapa dos pontos turísticos do Nordeste Brasileiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro.png" alt="Mapa dos pontos turísticos do Nordeste Brasileiro" width="800" height="709" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro.png 963w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro-300x266.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro-768x680.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro-62x55.png 62w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-dos-pontos-turisticos-do-Nordeste-Brasileiro-800x709.png 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99917" class="wp-caption-text">Mapa dos pontos turísticos do Nordeste Brasileiro</figcaption></figure></p>
<h3>Riquezas Naturais do Nordeste</h3>
<p>Além do aspecto cultural, o <strong>Nordeste</strong> se afirma como um dos principais <strong>polos turísticos</strong> do país em função de suas <strong>riquezas naturais</strong>.</p>
<p>Entre os <strong>destinos mais emblemáticos</strong> do Nordeste e suas <strong>atrações turísticas</strong>, destacam-se as <a href="https://bahia.ws/praias-de-fernando-de-noronha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>praias de Fernando de Noronha</strong></a>, <a href="https://bahia.ws/praias-de-porto-de-galinhas-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Porto de Galinhas</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/jericoacoara-ceara-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jericoacoara</strong></a>, bem como paisagens interiores de grande valor ecológico, como as da <a href="https://bahia.ws/principais-cidades-e-vilas-da-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Chapada Diamantina</strong></a>, conhecidas por suas <strong>formações geológicas</strong> e <strong>cachoeiras monumentais</strong>.</p>
<p>O <strong>sertão nordestino</strong>, caracterizado por seu clima <strong>semiárido</strong>, também possui relevância paisagística e cultural, apresentando elementos singulares da vida rural e contribuindo para a compreensão da dinâmica socioambiental da região.</p>
<h3>Patrimônio Histórico</h3>
<p>No tocante ao <strong>patrimônio histórico</strong>, cidades como <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-olinda-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Olinda</strong></a>, <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-sao-luis-do-maranhao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>São Luís</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/pelourinho-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Salvador</strong></a> concentram importantes exemplares da <strong>arquitetura colonial</strong>, <strong>arte sacra</strong> e <strong>urbanismo histórico</strong>, configurando-se como centros fundamentais para o estudo da formação histórica brasileira.</p>
<p>As <a href="https://bahia.ws/igrejas-em-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>igrejas barrocas</strong></a>, <strong>casarões seculares</strong> e <strong>vias calçadas em pedra</strong> são testemunhos materiais do passado colonial e imperial, articulando-se com a hospitalidade do povo nordestino para compor uma experiência turística que alia <strong>memória</strong>, <strong>identidade</strong> e <strong>pertencimento</strong>.</p>
<p>Dessa forma, o <strong>Nordeste brasileiro</strong> consolida-se como um <strong>território de alta relevância turística e cultural</strong>, onde se entrelaçam, de maneira complexa e fascinante, os vetores da <strong>história</strong>, <strong>natureza</strong> e <strong>cultura popular</strong>.</p>
<h4>Vídeo &#8211; Principais Destinos Turísticos no Nordeste</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-do-nordeste/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2018/07/Principais-Pontos-Turísticos-do-Nordeste.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h2>Destinos e Atrações Turísticas na Região Nordeste do Brasil</h2>
<h3>Praias mais procuradas</h3>
<p>As <strong>praias mais procuradas</strong> na região incluem várias opções de <strong>destinos e atrações turísticas</strong>, como:</p>
<ul>
<li><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-arraial-da-ajuda/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Arraial d&#8217;Ajuda</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-morro-de-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Morro de São Paulo</strong></a> na Bahia</li>
<li><a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-do-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Atalaia</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/pirambu-guia-turismo-sergipe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pirambu</strong></a> em Sergipe</li>
<li><a href="https://bahia.ws/5-melhores-praias-de-maceio-e-de-seus-arredores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pajuçara</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/principais-praias-de-maragogi-e-dos-municipios-vizinhos-alagoas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Maragogi</strong></a> em Alagoas</li>
<li><a href="https://bahia.ws/praias-de-porto-de-galinhas-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Porto de Galinhas</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/ilha-de-itamaraca-guia-turismo-pernambuco/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Itamaracá</strong></a> em Pernambuco</li>
<li><a href="https://bahia.ws/historia-do-centro-cultural-sao-francisco-em-joao-pessoa-pb/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cabedelo</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/melhores-praias-de-joao-pessoa-litoral-sul-e-norte-da-paraiba/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tambaba</strong></a> na Paraíba</li>
<li><a href="https://bahia.ws/roteiro-turistico-de-8-dias-no-rio-grande-do-norte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Genipabu</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/vilarejo-de-pipa-ou-praia-de-pipa-rn/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pipa</strong></a> no Rio Grande do Norte</li>
<li><a href="https://bahia.ws/jericoacoara-ceara-guia-turismo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jericoacoara</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-e-viagem-de-aracati-ce/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Canoa Quebrada</strong></a> no Ceará</li>
<li><strong>Coqueiro</strong> e <strong>Pedra do Sal</strong> no Piauí</li>
<li><strong>Curupu</strong> e <a href="https://bahia.ws/atins-lencois-maranhenses/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Atins</strong></a> no Maranhão</li>
</ul>
<p>A <a href="https://bahia.ws/naturismo-nordeste-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>praia de Tambaba</strong></a>, localizada no litoral da Paraíba, foi a primeira praia oficializada como <strong>naturista</strong> do Nordeste.</p>
<h3>Todos os <a href="https://bahia.ws/nordeste-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estados do nordeste</a> tem folclore e tradições diferentes</h3>
<ul>
<li><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-olinda-pe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Olinda</strong></a>, em Pernambuco, com vestígios do <strong><a href="https://bahia.ws/recife-dos-holandeses/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil Holandes</a></strong>.</li>
<li><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-sao-luis-do-maranhao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>São Luís</strong></a>, no Maranhão, com os da França Equinocial.</li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-sao-cristovao-sergipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">São Cristóvão</a></strong>, em Sergipe, e sua Praça de São Francisco, rodeada de imponentes edifícios históricos.</li>
<li><a href="https://bahia.ws/locais-interessantes-em-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Salvador</strong></a>, na Bahia, com os da sede político-administrativa do <a href="http://bahia.ws/engenho-de-acucar-no-brasil-colonial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Brasil Colonial</strong>.</a></li>
<li><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-porto-seguro-bahia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Porto Seguro</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-de-santa-cruz-de-cabralia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Santa Cruz de Cabrália</strong></a>, também na Bahia, com as marcas históricas da chegada das esquadras do <a href="https://bahia.ws/historia-costa-do-descobrimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>descobrimento do Brasil</strong>.</a></li>
</ul>
<p>Esses são alguns dos principais atrativos histórico-culturais da região, sendo os quatro primeiros considerados patrimônios culturais da humanidade pela UNESCO.</p>
<p><strong>No <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-salvador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bairro da Barra em Salvador</a></strong>, (BA), fica localizado o <strong><a href="https://bahia.ws/historia-e-turismo-da-baia-de-todos-os-santos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Farol da Barra</a></strong>, um dos mais famosos cartões-postais do Brasil e o mais famoso cartão-postal do Nordeste.</p>
<p>O <strong><a href="https://bahia.ws/historia-do-forte-de-santo-antonio-da-barra-em-salvador/" target="_blank" rel="noopener">Farol da Barra</a></strong> em <strong><a href="http://bahia.ws/salvador-da-bahia-danada-de-boa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Salvador</a></strong> possui uma localização geográfica única no planeta, onde é possível ver tanto o nascer quanto o pôr-do-sol no mar, pois ocupa o vértice da península em que está a cidade.</p>
<h3>Atrações Culturais e Festivais</h3>
<p>A <strong>cultura no Nordeste</strong> é, também, um grande atrativo para o turista, com folguedos e tradições distintas em todos os estados.</p>
<p><strong>Olinda</strong>, <strong>São Luís</strong> e o <a href="https://bahia.ws/pelourinho-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pelourinho</strong></a> em Salvador são considerados <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade</strong> pela <strong>UNESCO</strong>.</p>
<p>O <a href="https://bahia.ws/historia-do-carnaval-no-nordeste-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carnaval no Nordeste</strong></a> é um dos maiores atrativos, especialmente em <strong>Salvador</strong> e <strong>Recife</strong>.</p>
<p>O <strong>Carnaval de Salvador</strong> é a maior festa popular do planeta, reunindo mais de <strong>2.700.000</strong> foliões em seis dias de celebração. Durante esse período, dezenas de cantores renomados, como <a href="https://bahia.ws/biografia-ivete-sangalo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ivete Sangalo</strong></a>, <a href="https://bahia.ws/biografia-daniela-mercury/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Daniela Mercury</strong></a>, e <strong>Cláudia Leite</strong>, desfilam nos <strong>trios elétricos</strong>.</p>
<p>O <a href="https://bahia.ws/5-atrativos-turisticos-para-conhecer-em-recife-pe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carnaval do Recife</strong></a> é reconhecido por sua <strong>diversidade cultural</strong>, com <strong>bonecos gigantes</strong>, <strong>frevo</strong> e <strong>maracatu</strong>, além de possuir o maior <strong>bloco carnavalesco</strong> do mundo, o <strong>Galo da Madrugada</strong>.</p>
<p>Este carnaval é considerado o mais democrático, pois os foliões não precisam pagar para brincar.</p>
<h3>Ecoturismo e Natureza</h3>
<p>O <a href="https://bahia.ws/historia-geografia-arquipelago-de-fernando-de-noronha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>arquipélago de Fernando de Noronha</strong></a> está ganhando destaque nacional e mundial, sendo famoso pela avistagem de <strong>golfinhos saltadores</strong>.</p>
<p>Outro local de destaque é o <a href="https://bahia.ws/lencois-maranhenses-maranhao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</strong></a>, um complexo de <strong>dunas</strong>, <strong>rios</strong>, <strong>lagoas</strong> e <strong>manguezais</strong>.</p>
<p>Na <strong>Bahia</strong>, encontram-se a <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-costa-do-sauipe-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Costa do Sauípe</strong></a>, o maior complexo turístico do Brasil, e o <a href="https://bahia.ws/arquipelago-de-abrolhos-guia-turismo-viagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Arquipélago dos Abrolhos</strong></a>, que oferece uma excelente área para <strong>mergulho</strong> e atrações como a temporada das <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-de-prado-costa-das-baleias/" target="_blank" rel="noopener"><strong>baleias jubarte</strong></a>, que se inicia em julho.</p>
<p>O <strong>Piauí</strong> abriga os <strong>parques nacionais <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-de-sete-cidades-piaui/" target="_blank" rel="noopener">Sete Cidades</a></strong>, <a href="https://bahia.ws/parque-nacional-serra-das-confusoes-guia-de-turismo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Serra das Confusões</strong></a> e <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-viagem-parque-nacional-serra-da-capivara-piaui/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Serra da Capivara</strong></a>, conhecidos por suas <strong>formações rochosas</strong> e <strong>pinturas rupestres</strong>, além de seu litoral que possui o <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-delta-do-parnaiba-piaui/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Delta do Parnaíba</strong></a>.</p>
<h4>Litoral da Bahia</h4>
<p>A <strong>Bahia</strong> detém a maior porcentagem do <strong>litoral brasileiro</strong>, com <strong>932 km</strong>, representando <strong>12,4%</strong> do total.</p>
<p>No litoral baiano, é marcante a <a href="https://bahia.ws/historia-e-turismo-da-baia-de-todos-os-santos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Baía de Todos os Santos</strong></a>, a maior baía brasileira, com uma extensão de <strong>1.052 km²</strong> e profundidade de até <strong>42 metros</strong>, com visibilidade de mergulho entre <strong>10 e 20 metros</strong>.</p>
<p>Também se destaca a <strong>Baía de Aratu</strong>, uma imensa enseada que abriga o <strong>Porto de Aratu</strong>, um estaleiro, duas das dez mais luxuosas marinas da América Latina (<strong>Aratu Iate Clube</strong> e <strong>Marina Aratu</strong>) e a <strong>Base Naval de Aratu.</strong></p>
<p>Outro ponto marcante é a <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-baia-de-camamu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Baía de Camamu</strong></a>, a terceira maior baía brasileira, que possui lugares históricos e turísticos como <strong>Barra Grande</strong>, <strong>Camamu</strong> e <a href="https://bahia.ws/guia-turismo-marau-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Maraú</strong></a>.</p>
<p>A <strong>Costa do Sauípe</strong>, localizada no litoral baiano, é o maior complexo turístico do Brasil e um dos maiores da América Latina.</p>
<h3>Gastronomia e Culinária</h3>
<p>A <a href="https://bahia.ws/culinaria-nordestina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>gastronomia</strong></a> da região é um dos grandes atrativos.</p>
<p>A <strong>culinária baiana</strong>, a mais famosa do Brasil, é rica em especiarias, com pratos como <strong>Acarajé</strong>, <strong>Abará</strong>, <strong>Caruru</strong> e <strong>Vatapá</strong>.</p>
<p>A <strong>culinária paraibana</strong> também é bastante reconhecida, com especialidades à base de <strong>mandioca</strong> e <strong>cana-de-açúcar</strong>, como <strong>tapioca</strong>, <strong>arroz doce</strong> e <strong>chouriço doce</strong>.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O <strong>Nordeste do Brasil</strong> é um destino que oferece uma rica combinação de <strong>cultura</strong>, <strong>história</strong> e <strong>natureza</strong>, atraindo turistas de todas as partes do mundo.</p>
<p>Com suas diversas festividades, belezas naturais e culinária única, a região se consolida como um dos principais <strong>polos turísticos</strong> do país, repleto de <strong>destinos e atrações turísticas</strong> que encantam a todos.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-do-nordeste/">Destinos turísticos no Nordeste que você deve visitar</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santuário de Bom Jesus de Matozinhos em Congonhas MG</title>
		<link>https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 15:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Abdias]]></category>
		<category><![CDATA[Agonia no Horto das Oliveiras]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Oséias]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário de Bom Jesus de Matosinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Subida do Calvário]]></category>
		<category><![CDATA[Última Ceia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O Santuário do Bom Jesus de Matosinhos abriga um dos monumentos mais valiosos do mundo e está localizado na cidade de Congonhas, na região central de Minas Gerais. Gênios como Aleijadinho e Mestre Ataíde não apenas criaram verdadeiras obras-primas, como também promoveram uma notável fusão da arte mineira do século [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O <strong>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong> abriga um dos <strong>monumentos mais valiosos do mundo</strong> e está localizado na cidade de <strong>Congonhas</strong>, na região central de <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Gênios como <strong>Aleijadinho</strong> e <strong>Mestre Ataíde</strong> não apenas criaram <strong>verdadeiras obras-primas</strong>, como também promoveram uma <strong>notável fusão da arte mineira</strong> do século XVIII.</p>
<p>Enquanto isso, a antiga <strong>Congonhas do Campo</strong> resiste ao tempo.</p>
<p><strong>Congonhas</strong> surgiu com a chegada dos <strong>mineradores em 1734</strong> e logo se tornou uma das <strong>freguesias mais ricas</strong> do século XVIII.</p>
<p><figure id="attachment_41403" aria-describedby="caption-attachment-41403" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41403 size-large" title="Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x683.jpg" alt="Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41403" class="wp-caption-text">Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Na atual cidade de Congonhas, porém, resta <strong>muito pouco do esplendor do passado</strong>.</p>
<p>A <strong>exploração do ferro</strong>, que sustentou sua economia após o <strong>declínio do ouro</strong>, desfigurou suas <strong>feições coloniais</strong> e a cobriu com <strong>construções modestas e descaracterizadas</strong>.</p>
<p>Seu <strong>bem mais precioso</strong>, felizmente, <strong>resistiu ao tempo</strong>: no <strong>morro do Maranhão</strong>, ponto mais alto da cidade, ergue-se a <strong>magnífica Basílica do Bom Jesus de Matosinhos</strong>, em cujo <strong>átrio</strong> estão dispostos os <strong>doze profetas de pedra-sabão esculpidos por Aleijadinho</strong>.</p>
<p>Também do mestre são as <strong>imagens dos Passos de Cristo</strong>, pequenas <strong>capelas</strong> que pontuam o caminho até a basílica.</p>
<p>O conjunto – o <strong>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong> – recebeu, em <strong>1985</strong>, da <strong>Unesco</strong>, o título de <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade</strong>. É o <strong>ponto alto do barroco brasileiro</strong> e um dos mais <strong>espetaculares monumentos religiosos do mundo</strong>.</p>
<p>Há ainda em Congonhas <strong>outras construções históricas</strong>, espalhadas pelo <strong>centro da cidade</strong> e por <strong>bairros periféricos</strong>. Os <strong>postos de atendimento ao turista</strong> são eficientes na oferta de <strong>informações e guias</strong>.</p>
<p>A cidade de Congonhas, no entanto, <strong>não conta com uma boa estrutura hoteleira</strong>. Por isso, recomenda-se uma <strong>visita de um dia</strong>, partindo de <strong>Ouro Preto</strong>. Alternativamente, é possível se <strong>hospedar na vizinha Esmeril</strong>, a apenas <strong>17 quilômetros</strong>.</p>
<p><strong>Congonhas</strong> está a <strong>50 quilômetros de Ouro Preto</strong> pela <strong>Estrada Real</strong> (ou a <strong>140 quilômetros pela BR-040</strong>), <strong>78 de Belo Horizonte</strong>, <strong>370 do Rio de Janeiro</strong> e <strong>580 de São Paulo</strong>.</p>
<h3>Vídeo sobre o Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG.jpg" width="400" /></a></p></p>
<p><strong>Veja também <a href="https://bahia.ws/arquitetura-barroca-no-nordeste-do-brasil-e-minas-gerais/" target="_blank" rel="noopener">História da Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</a></strong></p>
<hr />
<h2>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</h2>
<p>O <strong>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong> é um <strong>conjunto arquitetônico e paisagístico</strong> formado por uma <strong>igreja</strong>, um <strong>adro</strong> e <strong>seis capelas anexas</strong>, localizado no município de <strong>Congonhas</strong>, no estado de <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>A <strong>igreja</strong> é um importante exemplar da <strong>arquitetura colonial brasileira</strong>, com uma rica <strong>decoração interna</strong> em <strong>talha dourada</strong> e <strong>pinturas</strong>.</p>
<p>Em <strong>1757</strong>, em cumprimento a uma promessa, o português <strong>Feliciano Mendes</strong> iniciou a construção do <strong>conjunto arquitetônico</strong> do Santuário, inspirado nos santuários de <strong>Braga</strong> e <strong>Matosinhos</strong>, em <strong>Portugal</strong>. A obra levou mais de <strong>sessenta anos</strong> para ser concluída e contou com o trabalho dos mais importantes <strong>artesãos</strong> e <strong>artistas</strong> da região das Minas.</p>
<p>A <strong>Basílica do Senhor do Bom Jesus</strong>, erguida no alto do <strong>Morro do Maranhão</strong>, é um dos primeiros exemplares do estilo <strong>rococó</strong> em Minas Gerais.</p>
<p>A <strong>fachada</strong> apresenta <strong>torres recuadas</strong> e um imponente <strong>frontão de pedra-sabão</strong>, trabalhado em <strong>volutas</strong>. No interior, destacam-se três belos <strong>retábulos rococó</strong>, além dos <strong>anjos tocheiros</strong> esculpidos em <strong>1778</strong> por <strong>Francisco Xavier de Brito</strong>, quatro <strong>relicários</strong> executados pela <strong>oficina de Aleijadinho</strong> e dois <strong>dragões porta-lâmpadas</strong> que revelam a <strong>influência chinesa</strong> na arte mineira do período.</p>
<p>As <strong>pinturas internas</strong> foram realizadas por dois dos maiores artistas da época: <strong>Bernardo Pires</strong>, responsável pelo <strong>forro da capela-mor</strong>, e <strong>João Nepomuceno</strong>, autor do <strong>forro da nave</strong> e de <strong>painéis com cenas da vida de Jesus</strong>.</p>
<p>Nos fundos da basílica, encontra-se a <strong>Sala dos Ex-votos</strong>, com <strong>pinturas</strong>, <strong>retratos</strong> e <strong>esculturas de cera</strong>, oferecidos pelos devotos como forma de agradecimento pelas graças alcançadas.</p>
<p>O acervo reúne uma coleção de <strong>89 peças</strong>, datadas do <strong>século XVIII ao XX</strong>, que compõem um comovente <strong>testemunho da fé popular</strong>. De grande valor <strong>histórico</strong> e <strong>artístico</strong>, essa coleção foi <strong>tombada pelo Iphan em 1981</strong>.</p>
<p>Os <strong>Passos da Paixão</strong> reúnem <strong>66 imagens de cedro</strong> em <strong>tamanho natural</strong>, entalhadas por <strong>Aleijadinho</strong> e seus auxiliares entre <strong>1796 e 1799</strong>, com <strong>policromia</strong> de <strong>Manuel da Costa Ataíde</strong> em algumas delas. Distribuídas em <strong>seis capelas</strong>, as imagens representam <strong>sete etapas da Via Sacra</strong> (sendo que a <strong>quarta capela abriga dois passos</strong>).</p>
<p>As capelas foram <strong>restauradas em 2004</strong>, como parte do <strong>Projeto Monumenta</strong>. Embora permaneçam fechadas, é possível contemplar seus interiores pelas janelas.</p>
<p>Os <strong>Doze Profetas</strong>, esculpidos em <strong>pedra-sabão</strong> por <strong>Aleijadinho</strong> e seus discípulos entre <strong>1800 e 1805</strong>, são as <strong>últimas grandes obras</strong> do mestre, já bastante debilitado pela doença. <strong>Graves</strong> e <strong>imponentes</strong>, parecem <strong>emergir do parapeito dos muros</strong> do adro para receber os visitantes.</p>
<p>A <strong>Diretoria de Turismo de Congonhas</strong> oferece <strong>serviço de guia</strong>, que deve ser <strong>agendado com antecedência</strong>. Uma <strong>visita guiada</strong> ao santuário dura, em média, <strong>três horas</strong>.<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça da Basílica, s/n.</p>
<hr />
<p><figure id="attachment_41479" aria-describedby="caption-attachment-41479" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41479" title="Vista geral do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" alt="Vista geral do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="1858" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg 823w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-129x300.jpg 129w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-441x1024.jpg 441w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1783.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-24x55.jpg 24w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-662x1536.jpg 662w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Planta-do-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1858.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41479" class="wp-caption-text">Vista geral do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<hr />
<h3>OS SEIS PASSOS</h3>
<h4>1. A Última Ceia</h4>
<p><figure id="attachment_41405" aria-describedby="caption-attachment-41405" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41405 size-large" title="Última Ceia - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Última Ceia - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1363.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Passo-da-ceia-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41405" class="wp-caption-text">Última Ceia &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Na primeira capela da Via Sacra, localizada ao pé da subida do santuário, o visitante é conduzido à cena da <strong>Última Ceia de Cristo</strong>, representada por <strong>onze figuras apostólicas</strong>, além de <strong>Jesus ao centro</strong> e <strong>dois criados nas laterais</strong>.</p>
<p>A cena retrata o momento dramático em que <strong>Jesus anuncia que será traído por um dos apóstolos</strong>. A reação dos discípulos é marcada por <strong>expressões intensas</strong> e <strong>gestos enérgicos</strong>, compondo uma das representações mais expressivas de todo o conjunto.</p>
<p>Acredita-se que o próprio <strong>Aleijadinho tenha esculpido pessoalmente as figuras</strong>, dada a excepcional qualidade das imagens. As esculturas localizadas atrás da mesa foram esculpidas apenas <strong>até a altura do tronco</strong>, dispostas sobre <strong>tamboretes</strong>, o que contribui para o efeito cenográfico da composição.</p>
<p>O grupo de esculturas inicia com <strong>figuras de corpo inteiro</strong>, que gradualmente dão lugar às representações de meio-corpo. Essa solução plástica revela o domínio do artista sobre a <strong>composição barroca</strong> e a criação de <strong>profundidade teatral</strong>.</p>
<p>A <strong>policromia</strong>, realizada por <strong>Manuel da Costa Ataíde</strong>, é discreta, utilizando <strong>tons pastéis</strong> que realçam os detalhes sem competir com a escultura.</p>
<p>O arranjo da cena é profundamente <strong>teatral e simbólico</strong>: a partir do centro, formam-se <strong>trios de figuras</strong>, com destaque para <strong>Cristo, João e Pedro</strong>, cujos gestos e expressões criam um movimento em espiral que ecoa por toda a composição. Os <strong>braços erguidos</strong>, as <strong>mãos abertas</strong> e as <strong>cabeças inclinadas</strong> revelam o <strong>nervosismo e a perplexidade</strong> diante da revelação da traição.</p>
<p>A <strong>anatomia expressiva</strong> é evidenciada nos <strong>músculos do pescoço</strong>, ressaltados pelos <strong>decotes das túnicas</strong>, e emoldurados por <strong>barbas e cabelos cuidadosamente esculpidos</strong>, que acentuam a <strong>tensão facial</strong> dos personagens. As <strong>testas franzidas</strong> e os <strong>olhares perplexos</strong> dialogam diretamente com o <strong>olhar calmo e fixo de Cristo</strong>, criando um forte contraste emocional.</p>
<p>Nas extremidades da cena, <strong>dois criados</strong> e <strong>duas esculturas de corpo inteiro</strong> compõem o enquadramento cenográfico, ocultando parcialmente as demais imagens de meio-corpo, o que reforça o efeito <strong>barroco</strong> e o <strong>impacto visual</strong> da composição.</p>
<p>As figuras principais ao longo das demais capelas da Via Sacra continuam sendo atribuídas a Aleijadinho, enquanto os personagens secundários foram realizados por <strong>artesãos de seu ateliê</strong>, sob sua supervisão.</p>
<h4>2. O Horto das Oliveiras – A Agonia de Cristo</h4>
<p><figure id="attachment_41408" aria-describedby="caption-attachment-41408" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41408 size-large" title="Agonia no Horto das Oliveiras - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Agonia no Horto das Oliveiras - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Agonia-no-Horto-das-Oliveiras-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41408" class="wp-caption-text">Agonia no Horto das Oliveiras &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Na segunda capela do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, encontra-se a cena profundamente simbólica da <strong>oração de Jesus no Jardim das Oliveiras</strong>. Enquanto <strong>Pedro, Tiago e João dormem</strong>, <strong>Cristo reza solitário</strong>, tomado pela angústia da iminente paixão. No alto da composição, <strong>um anjo lhe oferece o cálice da agonia</strong>, contendo o fel do sacrifício.</p>
<p>Essa cena é <strong>inteiramente atribuída a Aleijadinho</strong>, sendo um dos momentos mais comoventes da Via Sacra, tanto pelo equilíbrio da composição quanto pela intensidade dramática.</p>
<p>O conjunto do <strong>Horto das Oliveiras</strong> é notável pela sua <strong>clareza visual</strong>, proporcionada pelo número exato de esculturas:</p>
<ul>
<li>O <strong>anjo</strong>, suspenso e voltado para Cristo, segura o <strong>cálice da amargura</strong>;</li>
<li><strong>Cristo</strong>, ajoelhado sobre uma rocha, expressa em seu gesto a <strong>aceitação do sacrifício</strong>;</li>
<li>Os apóstolos <strong>Pedro, Tiago e João</strong>, tomados pelo sono, revelam a fragilidade humana frente à dor divina.</li>
</ul>
<p>A <strong>cenografia pintada por Mestre Ataíde</strong> orienta toda a composição, especialmente a <strong>posição do anjo</strong> e o <strong>olhar de Cristo</strong>, que se dirige para o alto, em um ponto fora da cena, como se contemplasse o infinito.</p>
<p>A linguagem simbólica atinge seu auge nas <strong>mãos de Cristo</strong>: uma aponta para a terra, reafirmando sua humanidade; a outra, aberta para o alto, acolhe o destino divino. Esse gesto expressa o <strong>drama da escolha</strong>, entre viver e morrer, entre o medo e a entrega, e está espelhado no <strong>olhar extático</strong>, que parece <strong>suar sangue pela salvação da humanidade</strong>.</p>
<p>Trata-se de uma composição silenciosa, porém poderosa, em que o contraste entre o <strong>torpor dos apóstolos</strong> e a <strong>angústia consciente de Cristo</strong> cria um campo espiritual de rara intensidade.</p>
<h4>3. A Prisão de Jesus – O Jardim da Traição</h4>
<p><figure id="attachment_41410" aria-describedby="caption-attachment-41410" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41410 size-large" title="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Prisão de Jesus - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Prisao-de-Jesus-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41410" class="wp-caption-text">Prisão de Jesus &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Na terceira capela da Via Sacra do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, o visitante se depara com uma das cenas mais dramáticas da narrativa bíblica: a <strong>Prisão de Jesus</strong>.</p>
<p>A composição é povoada por <strong>soldados romanos</strong>, que se aproximam com <strong>lanças, archotes e expressões caricaturais</strong>. O momento retratado é o da traição consumada, quando <strong>Judas entrega o Mestre com um beijo</strong>, e a violência e o espanto tomam conta da cena.</p>
<p>As <strong>figuras centrais</strong> – <strong>Jesus, Pedro, Judas e Malco</strong> – são de grande força expressiva. Destas, <strong>Jesus e São Pedro foram esculpidos pessoalmente por Aleijadinho</strong>; os soldados, mais rígidos e caricaturais, foram executados por seus auxiliares.</p>
<p>São quatro as <strong>esculturas de corpo inteiro</strong> que se destacam:</p>
<ul>
<li><strong>Judas</strong>, no instante decisivo da traição;</li>
<li><strong>Pedro</strong>, em gesto impetuoso, com a espada em punho;</li>
<li><strong>Malco</strong>, o servo do sumo sacerdote, que tem a orelha decepada por Pedro;</li>
<li>E <strong>Cristo</strong>, no ato sereno e milagroso de curar o ferido, mesmo diante da violência.</li>
</ul>
<p>Essa cena é notável pelo <strong>drama das intenções humanas</strong>:</p>
<ul>
<li>O gesto intempestivo de Pedro revela o impulso de defender, mas também de errar;</li>
<li>O entrelaçamento dos braços – de <strong>Malco ferido</strong>, <strong>Jesus curador</strong>, e <strong>Judas traidor</strong>, que contém Pedro – compõe um fluxo visual de <strong>perplexidade e contradição</strong>;</li>
<li>Há uma <strong>profunda ironia simbólica</strong> no fato de que Judas, o traidor, tenta conter Pedro, que em breve <strong>negará Jesus três vezes antes do canto do galo</strong>.</li>
</ul>
<p>A <strong>cenografia barroca</strong> reforça o tumulto da cena, com os <strong>soldados rudes e numerosos</strong> representando o mundo externo que se impõe com força brutal sobre a figura serena e resignada de Cristo.</p>
<p>É uma <strong>cena de colisões</strong>: entre fé e medo, violência e perdão, lealdade e traição. A força simbólica e emocional da composição a tornou uma das mais populares da Via Sacra, evocando tanto o espetáculo da paixão quanto a <strong>fragilidade humana diante do divino</strong>.</p>
<h4>4. Flagelação e Coroação de Espinhos</h4>
<p><figure id="attachment_41413" aria-describedby="caption-attachment-41413" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41413 size-large" title="Flagelação e Coroação de Espinhos - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Flagelação e Coroação de Espinhos - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1363.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Flagelacao-e-Coroacao-de-Espinhos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41413" class="wp-caption-text">Flagelação e Coroação de Espinhos &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Os dois <strong>passos</strong> ocupam um <strong>espaço exíguo</strong>. Na primeira cena, <strong>Jesus</strong>, preso a uma <strong>coluna baixa</strong>, parece suportar com <strong>altivez</strong> o açoite.</p>
<p>Na segunda, ele está <strong>sentado</strong>, <strong>desolado</strong>, com a <strong>coroa de espinhos</strong> sobre a cabeça. Atribuem-se a <strong>Aleijadinho</strong> apenas as <strong>duas imagens de Cristo</strong>.</p>
<p>Esta <strong>capela</strong> abriga dois momentos: a <strong>flagelação</strong> e a <strong>coroação de espinhos</strong>, provocando um <strong>acúmulo visual</strong>. Destacam-se, em ambas as cenas, os <strong>corpos de Cristo</strong>, nos quais o mestre exibe toda a sua <strong>genialidade</strong> e <strong>maturidade</strong>.</p>
<p>O <strong>Cristo da Coluna</strong>, que poderia ser interpretado como um <strong>Ecce Homo</strong>, dá um <strong>passo para trás</strong>, enquanto os <strong>braços com as mãos atadas</strong> expressam a <strong>disposição para o sacrifício</strong>.</p>
<p>Se considerado um <strong>Ecce Homo</strong>, demonstra toda a sua <strong>dignidade</strong> ao ser apresentado para julgamento pelo povo. Seu <strong>sangue pulsa</strong> nas <strong>veias ressaltadas</strong>, enquanto exibe toda a <strong>musculatura do corpo retesado</strong>.</p>
<p>Ainda <strong>maior dignidade</strong> ganha a escultura no grupo da <strong>Coroação de Espinhos</strong>.</p>
<p><strong>Emoldurado por dois soldados</strong> – um portando a inscrição <strong>INRI</strong> e outro com a popular <strong>cana verde</strong>, o <strong>cetro real</strong> – o mestre impulsiona uma das <strong>pernas para frente</strong>, com os <strong>braços atados</strong>, em <strong>contraponto</strong> à <strong>rótula do joelho</strong>.</p>
<p>O <strong>rosto altivo</strong> e as <strong>madeixas fluídas</strong> evocam a <strong>realeza divina</strong>, <strong>coroada pelos espinhos do sacrifício</strong>.</p>
<h4>5. Subida do Calvário</h4>
<p><figure id="attachment_41415" aria-describedby="caption-attachment-41415" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41415 size-large" title="Subida do Calvário - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x573.jpg" alt="Subida do Calvário - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="448" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x573.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x168.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x430.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x448.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Subida-do-Calvario-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41415" class="wp-caption-text">Subida do Calvário &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>O conhecido <strong>Cristo da cruz às costas</strong>, <strong>obra-prima de Aleijadinho</strong>, está nesta capela.</p>
<p>As <strong>mãos crispadas</strong> e a <strong>expressão de dor</strong> da imagem conferem um <strong>extraordinário apelo dramático</strong> à cena.</p>
<p>Esta cena mostra o momento em que <strong>Cristo</strong>, subindo ao <strong>Calvário</strong>, <strong>compadece-se</strong> das <strong>mulheres de Jerusalém</strong>, que choravam seu suplício. Uma mulher com uma <strong>criança</strong> e outra em <strong>lágrimas</strong> observam sua <strong>caminhada morro acima</strong> rumo ao Calvário.</p>
<p>A figura de <strong>Cristo</strong> dá um <strong>passo largo</strong>, realçado pela <strong>túnica</strong> em tonalidades contrastantes – <strong>branca</strong> e <strong>roxa</strong> – e pelo <strong>manto em S</strong>, que envolve os dois planos da figura. Com <strong>gestos largos</strong>, <strong>curva-se</strong>, <strong>sobe com esforço</strong>, <strong>agarra a cruz</strong> e <strong>encara profundamente</strong> as <strong>mulheres lacrimosas</strong>.</p>
<p>A pequena figura do <strong>menino com os cravos</strong> poderia também integrar a cena da <strong>crucificação</strong>.</p>
<h4>6. Crucificação</h4>
<p><figure id="attachment_41417" aria-describedby="caption-attachment-41417" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41417 size-large" title="Crucificação - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg" alt="Crucificação - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1152.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1536.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Crucificacao-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41417" class="wp-caption-text">Crucificação &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>Cristo pregado à cruz</strong> é a própria imagem do <strong>desamparo</strong> e da <strong>dor</strong>, e foi <strong>esculpido por Aleijadinho</strong>.</p>
<p>A figura do <strong>Mau Ladrão</strong> (à <strong>direita de Jesus</strong>) também é atribuída ao mestre, que deve ter <strong>interferido</strong> na execução de <strong>Maria Madalena</strong> e do <strong>Centurião</strong>, soldado que usa um <strong>turbante semelhante</strong> ao de alguns dos <strong>profetas de pedra-sabão</strong> do adro.</p>
<p>A <strong>última cena</strong> a ser visitada pelos peregrinos é a <strong>Crucificação</strong>, com o <strong>Cristo</strong> rodeado pelos <strong>dois ladrões</strong>, <strong>soldados algozes</strong>, outros <strong>jogando dados</strong> sobre o manto, <strong>Madalena</strong> e o <strong>centurião</strong>.</p>
<p>As <strong>onze figuras</strong> formam <strong>grupos visuais de interesse</strong>, sem um <strong>foco único de univocidade</strong>.</p>
<p>O grupo central reúne o <strong>corpo de Cristo na cruz</strong>, o <strong>soldado algoz ajoelhado</strong> e <strong>Madalena</strong>, prestes a se prostrar. À esquerda, dois soldados <strong>disputam o manto</strong>; à direita, os dois ladrões — <strong>Dimas, o bom</strong>, e <strong>Gestas, o mau</strong> — voltam seus <strong>olhares para Aquele que foi condenado sem culpa alguma</strong>.</p>
<hr />
<h3>OS PROFETAS</h3>
<p>O <strong>adro</strong> é ornado com <strong>doze estátuas de profetas em pedra-sabão</strong>, e as capelas contêm <strong>grupos escultóricos em madeira policromada</strong> que representam <strong>passos da Paixão de Cristo</strong> — estátuas criadas por <strong>Aleijadinho</strong> e seus <strong>assistentes</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41483" aria-describedby="caption-attachment-41483" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41483 size-loop-large" title="Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-800x516.jpg" alt="Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos" width="800" height="516" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-800x516.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-300x194.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-768x495.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-85x55.jpg 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Os-Profetos-do-Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos.jpg 930w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41483" class="wp-caption-text">Os Profetos no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</figcaption></figure></p>
<p>Entre os anos de <strong>1800 e 1805</strong>, já <strong>sexagenário</strong> e bastante <strong>enfermo</strong>, o artista mineiro <strong>Aleijadinho (1730–1814)</strong> realiza o conjunto de <strong>esculturas monumentais</strong> que marcaria definitivamente sua obra. Trata-se de seu <strong>último grande projeto</strong>: os <strong>12 Profetas em pedra-sabão</strong>.</p>
<p>Outros <strong>artistas de gabarito</strong> também participaram das obras de construção e decoração, entre eles: <strong>Francisco de Lima Cerqueira</strong>, <strong>João Nepomuceno Correia e Castro</strong> e o pintor <strong>Mestre Ataíde</strong>. O conjunto foi construído em <strong>várias etapas</strong>, entre <strong>1757 e 1875</strong>.</p>
<h4>1. Isaías</h4>
<p><figure id="attachment_41420" aria-describedby="caption-attachment-41420" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41420 size-large" title="Isaías - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg" alt="Isaías - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="681" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Isaias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41420" class="wp-caption-text">Isaías &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>A estátua de <strong>Isaías</strong>, na entrada da escadaria, é atribuída ao <strong>trabalho conjunto entre Aleijadinho e seus auxiliares</strong>.</p>
<p>Composta por <strong>dois blocos de pedra</strong> unidos à altura do ombro, apresenta <strong>erros de proporção no tronco</strong>, mas a <strong>cabeça</strong>, <strong>magnífica</strong>, foi executada pelo <strong>mestre</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Depois que os serafins celebravam ao Senhor, um deles trouxe aos meus lábios uma brasa tenaz.”</strong> Isaías, <strong>capítulo 6</strong>.</p>
<h4>2. Jeremias</h4>
<p><figure id="attachment_41422" aria-describedby="caption-attachment-41422" style="width: 603px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41422 size-large" title="Jeremias e Baruc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-603x1024.jpg" alt="Jeremias e Baruc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="603" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-603x1024.jpg 603w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-177x300.jpg 177w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1304.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-32x55.jpg 32w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-904x1536.jpg 904w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1206x2048.jpg 1206w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1359.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jeremias-e-Baruque-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1507w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41422" class="wp-caption-text">Jeremias e Baruc &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Situada à <strong>esquerda de Isaías</strong>, na entrada, a estátua de <strong>Jeremias</strong> foi <strong>parcialmente executada por Aleijadinho</strong>, que esculpiu apenas a <strong>cabeça da imagem</strong>, em cujo rosto imprimiu uma <strong>expressão de serena dignidade</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Eu choro o desastre da Judéia e a ruína de Jerusalém e rogo (ao meu povo) que queria voltar ao Senhor.”</strong> Jeremias, <strong>capítulo 35</strong>.</p>
<h4>3. Baruc</h4>
<p><figure id="attachment_41424" aria-describedby="caption-attachment-41424" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41424 size-large" title="Baruc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg" alt="Baruc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="681" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Baruc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41424" class="wp-caption-text">Baruc &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Considerada uma das peças <strong>menos significativas</strong> do conjunto, apresenta <strong>erros anatômicos</strong> e certamente foi executada pela <strong>oficina de Aleijadinho</strong>.</p>
<p>O <strong>turbante</strong> que aparece nesta e em outras esculturas delata a <strong>influência de gravuras européias da época</strong>, em que personagens bíblicos eram com frequência representados <strong>à “moda turca”</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Eu predigo a vinda de Cristo na carne e os últimos tempos do mundo, e previno os piedosos.”</strong> Baruc, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>4. Ezequiel</h4>
<p><figure id="attachment_41426" aria-describedby="caption-attachment-41426" style="width: 679px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41426 size-large" title="Ezequiel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-679x1024.jpg" alt="Ezequiel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="679" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-679x1024.jpg 679w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1158.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-36x55.jpg 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1018x1536.jpg 1018w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1358x2048.jpg 1358w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1207.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ezequiel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1697w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41426" class="wp-caption-text">Ezequiel &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>movimento do corpo</strong>, a <strong>flexão do braço</strong> e a <strong>expressão do rosto</strong> são magníficos. A escultura, composta por <strong>dois blocos de pedra</strong>, foi executada diretamente por <strong>Aleijadinho</strong>; acredita-se que foi pequena ou inexistente a intervenção de seus <strong>auxiliares</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Descrevo os quatro animais no meio das chamas, as rodas horríveis e o trono etéreo.”</strong> Ezequiel, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>5. Daniel</h4>
<p><figure id="attachment_41428" aria-describedby="caption-attachment-41428" style="width: 648px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41428 size-large" title="Daniel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-648x1024.jpg" alt="Daniel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="648" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-648x1024.jpg 648w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-190x300.jpg 190w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1214.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-35x55.jpg 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-972x1536.jpg 972w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1296x2048.jpg 1296w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1265.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Daniel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1620w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41428" class="wp-caption-text">Daniel &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Acredita-se que <strong>Aleijadinho</strong> tenha executado sozinho esta estátua, esculpida num <strong>único bloco de pedra</strong> e considerada uma das <strong>mais belas</strong> do conjunto.</p>
<p>O <strong>corpo</strong> é <strong>anatomicamente perfeito</strong>, e a <strong>expressividade do rosto</strong> é espetacular. O <strong>leão</strong> prostrado aos pés de <strong>Daniel</strong> completa a grandiosidade da imagem.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Encerrado (por ordem do rei) na cova dos leões, sou libertado, incólume com o auxílio de Deus.”</strong> Daniel, <strong>capítulo 6</strong>.</p>
<h4>6. Oséias</h4>
<p><figure id="attachment_41431" aria-describedby="caption-attachment-41431" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41431 size-large" title="Oséias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg" alt="Oséias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="681" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Oseias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41431" class="wp-caption-text">Oséias &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Com <strong>traços nobres</strong> e <strong>proporções corretas</strong>, a estátua de <strong>Oséias</strong>, que se encontra diante da de <strong>Daniel</strong>, foi provavelmente executada por <strong>Aleijadinho</strong> com pequena ou nenhuma intervenção de seus <strong>auxiliares</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Toma a adúltera, disse-me o Senhor. Eu o faço: ela, tornando-se minha esposa, concebe e dá à luz.”</strong> Oséias, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>7. Joel</h4>
<p><figure id="attachment_41433" aria-describedby="caption-attachment-41433" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41433 size-large" title="Joel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg" alt="Joel - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="681" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Joel-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41433" class="wp-caption-text">Joel &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Com a <strong>cabeça voltada</strong> para a lateral, o <strong>profeta</strong> parece observar a <strong>paisagem</strong> do <strong>monte do Maranhão</strong>.</p>
<p>Acredita-se que a peça, entalhada em <strong>dois blocos unidos</strong> na altura do <strong>ombro</strong>, tenha sido esculpida diretamente por <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Eles foram à Judéia o mal que hão de trazer à terra a lagarta, o gafanhoto, o brugo e a alforra (ferrugem).”</strong> Joel, <strong>capítulo 1, versículo 4</strong>.</p>
<h4>8. Jonas</h4>
<p><figure id="attachment_41436" aria-describedby="caption-attachment-41436" style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41436 size-large" title="Jonas - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-583x1024.jpg" alt="Jonas - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="583" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-583x1024.jpg 583w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-171x300.jpg 171w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1348.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-31x55.jpg 31w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-875x1536.jpg 875w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1167x2048.jpg 1167w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1404.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Jonas-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1459w" sizes="(max-width: 583px) 100vw, 583px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41436" class="wp-caption-text">Jonas &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Este <strong>profeta</strong>, que ocupa posição oposta e simétrica à de <strong>Joel</strong>, volta o <strong>rosto</strong> para o <strong>céu</strong>, com <strong>lábios entreabertos</strong> e <strong>expressão embevecida</strong>.</p>
<p>As <strong>dobras</strong> de sua <strong>túnica</strong> são interrompidas pelos <strong>jatos d&#8217;água</strong> da <strong>baleia</strong> a seus pés. A imagem foi <strong>esculpida</strong> por <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Engolido por uma baleia, permaneço três dias e três noites no ventre do peixe; Depois venho a Nínive.”</strong> Jonas, <strong>capítulo 2</strong>.</p>
<h4>9. Amòs</h4>
<p><figure id="attachment_41438" aria-describedby="caption-attachment-41438" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41438 size-large" title="Amòs - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Amòs - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1021.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1362.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Amos-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41438" class="wp-caption-text">Amòs &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Enquanto os demais <strong>profetas</strong> ostentam <strong>expressão grave</strong>, <strong>Amós</strong>, trajando <strong>roupas simples de pastor</strong>, parece <strong>calmo</strong> e <strong>sorridente</strong>. <strong>Esculpido</strong> num único <strong>bloco de pedra</strong>, apresenta algumas <strong>imperfeições</strong> do lado direito; especula-se que a intenção é que fosse vista apenas pelo <strong>lado esquerdo</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Feito primeiro pastor, e em seguida profeta, acuso as vacas gordas e os chefes de Israel.”</strong> Amós, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>10. Abdias</h4>
<p><figure id="attachment_41441" aria-describedby="caption-attachment-41441" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41441 size-large" title="Abdias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg" alt="Abdias - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1536x1021.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-2048x1362.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Abdias-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41441" class="wp-caption-text">Abdias &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Por ocupar <strong>posição nobre</strong> no <strong>adro</strong>, deve ter sido trabalhada com especial <strong>dedicação</strong> por <strong>Aleijadinho</strong>, que alcançou um resultado <strong>impressionante</strong>.</p>
<p>O <strong>braço direito levantado</strong> acompanha as <strong>linhas verticais</strong> da <strong>basílica</strong> e parece invocar a <strong>justiça divina</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Eu vos interrogo, idumeus e gentios. Anuncio-vos e vos prevejo pranto e destruição.”</strong> Abdias, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>11. Habacuc</h4>
<p><figure id="attachment_41443" aria-describedby="caption-attachment-41443" style="width: 681px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41443 size-large" title="Habacuc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg" alt="Habacuc - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="681" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-681x1024.jpg 681w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1155.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1021x1536.jpg 1021w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1362x2048.jpg 1362w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1203.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Habacuc-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1702w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41443" class="wp-caption-text">Habacuc &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Em <strong>posição simétrica</strong> à de <strong>Abdias</strong>, <strong>Habacuc</strong> levanta para o céu o <strong>braço esquerdo</strong>, num gesto de <strong>grandeza</strong> e <strong>força</strong>.</p>
<p>Assim como <strong>Abdias</strong>, é uma figura de <strong>impacto</strong> trabalhada por <strong>Aleijadinho</strong> com reduzida participação dos <strong>auxiliares</strong> de sua oficina.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Babilônia, Babilônia, eu te interrogo, eu te interrogo tirando da Caldéia: Mas a ti, ó Deus benigno, canto e salmos.”</strong> Habacuc, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<h4>12. Naum</h4>
<p><figure id="attachment_41445" aria-describedby="caption-attachment-41445" style="width: 566px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41445 size-large" title="Naum - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-566x1024.jpg" alt="Naum - Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG" width="566" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-566x1024.jpg 566w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-166x300.jpg 166w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-768x1388.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-30x55.jpg 30w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-850x1536.jpg 850w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-1133x2048.jpg 1133w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-800x1446.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Naum-Santuario-de-Bom-Jesus-de-Matosinhos-em-Congonhas-MG-scaled.jpg 1416w" sizes="(max-width: 566px) 100vw, 566px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41445" class="wp-caption-text">Naum &#8211; Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>A figura apresenta <strong>erros de proporção</strong> e parece <strong>desalinhada</strong>. Também os <strong>ornamentos</strong> das vestes são mais <strong>grosseiros</strong> que os dos outros <strong>profetas</strong>.</p>
<p>Estudiosos acreditam que a execução deste <strong>profeta</strong> tenha ficado quase que totalmente a cargo do <strong>ateliê</strong> de <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<p>O <strong>profeta</strong> traz consigo um <strong>filactério</strong>, no qual está inscrito: <strong>“Exponho o castigo que espera a Nínive pecadora. Declaro que a Assíria será completamente destruída.”</strong> Naum, <strong>capítulo 1</strong>.</p>
<hr />
<h2>Outras Atrações Turísticas em Congonhas MG</h2>
<h3>1. Romaria</h3>
<p>A Romaria é uma construção circular que originalmente servia como pousada para os romeiros que visitavam o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Foi reconstruída em 1995, após ter sido demolida em 1966, e hoje abriga diversos espaços culturais, incluindo:</p>
<ul>
<li>Órgãos administrativos</li>
<li>Loja de artesanato</li>
<li>Lanchonetes</li>
<li>Espaço para exposições e eventos</li>
<li>Museu de Arte Sacra</li>
<li>Museu de Mineralogia</li>
<li>Museu da Memória</li>
<li>Sala dedicada à cidade portuguesa de Matosinhos</li>
</ul>
<p>Além disso, uma das torres do pórtico serve como ponto de apoio ao turista.</p>
<h3>2. Construções Históricas</h3>
<p>Congonhas preserva várias construções do período colonial, especialmente no Beco dos Canudos, onde se encontram:</p>
<ul>
<li>Calçamento de pedras</li>
<li>Casas coloniais, muitas convertidas em lojas de artesanato</li>
</ul>
<p>Entre as igrejas históricas destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Igreja de Nossa Senhora da Conceição</strong>: Construída em 1734, possui um pórtico de pedra-sabão talhado por Aleijadinho.</li>
<li><strong>Matriz de São José</strong>: Datada do século XIX, chama a atenção pelas linhas curvas.</li>
<li><strong>Igreja de Nossa Senhora do Rosário</strong>: Erguida no início do século XVIII para os escravos.</li>
<li><strong>Igreja de Nossa Senhora da Ajuda</strong>: Construída em 1746 no distrito de Alto Maranhão, destaca-se pelos altares e pelo chafariz de pedra-sabão na sacristia.</li>
<li><strong>Igreja de Nossa Senhora da Soledade</strong>: Localizada no distrito de Lobo Leite, possui um acervo de imagens barrocas.</li>
</ul>
<h3>3. Jubileu</h3>
<p>Anualmente, entre os dias 7 e 14 de setembro, Congonhas celebra o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Este evento religioso atrai milhares de romeiros de diversas partes do Brasil, sendo considerado um dos maiores e mais antigos do estado de Minas Gerais.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/santuario-de-bom-jesus-de-matozinhos-mg/">Santuário de Bom Jesus de Matozinhos em Congonhas MG</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mariana: Uma Viagem no Tempo para o Brasil Colônia</title>
		<link>https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 09:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CASA DE CÂMARA E CADEIA EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[CATEDRAL BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO (SÊ) EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS - ARQUICONFRARIA]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de São Pedro dos Clérigos]]></category>
		<category><![CDATA[IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA EM MARIANA MG]]></category>
		<category><![CDATA[PALÁCIO DOS BISPOS E MUSEU DA MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[SEMINÁRIO SÃO JOSÉ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de Mariana, em Minas Gerais, é uma das mais importantes cidades históricas do Circuito do Ouro. Guarda, em conjunto com seus distritos, preciosas relíquias do período colonial, marcando o início da construção da história do estado. Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais, a primeira cidade com [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/">Mariana: Uma Viagem no Tempo para o Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A cidade de <strong>Mariana</strong>, em <strong>Minas Gerais</strong>, é uma das mais importantes <strong>cidades históricas</strong> do <strong>Circuito do Ouro</strong>. Guarda, em conjunto com seus <strong>distritos</strong>, preciosas <strong>relíquias do período colonial</strong>, marcando o início da construção da <strong>história do estado</strong>.</p>
<p><strong>Mariana</strong> foi a <strong>primeira capital de Minas Gerais</strong>, a primeira cidade com um <strong>projeto urbanístico planejado</strong> no estado e a sede do <strong>primeiro bispado mineiro</strong>. Visitar Mariana é como <strong>viajar no tempo</strong> e mergulhar na <strong>época do Brasil Colônia</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_41388" aria-describedby="caption-attachment-41388" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41388 size-large" title="MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-1024x537.jpg" alt="MARIANA MG" width="800" height="420" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-1024x537.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-300x157.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-768x403.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-105x55.jpg 105w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-800x419.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41388" class="wp-caption-text">Centro Histórico de Mariana MG</figcaption></figure></p>
<p>O <strong>traçado urbano</strong> de seu bem preservado <strong>centro histórico</strong> é distinto das demais cidades do <strong>ciclo do ouro</strong>. A antiga <strong>Vila Real de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo</strong>, sede da <strong>Capitania de São Paulo e Minas do Ouro</strong> entre <strong>1711 e 1720</strong>, foi <strong>remodelada em 1745</strong>, ano em que foi elevada à categoria de cidade e se tornou oficialmente sede do <strong>primeiro bispado de Minas Gerais</strong>.</p>
<p>Foi nessa ocasião que recebeu seu <strong>nome atual</strong>, em homenagem à <strong>rainha de Portugal</strong>, <strong>Dona Maria Ana</strong>.</p>
<p>Como <strong>primeira cidade planejada</strong> de Minas Gerais, Mariana não possui as <strong>vielas tortuosas</strong> e <strong>becos estreitos</strong> típicos de suas contemporâneas. Em vez disso, suas <strong>ruas largas</strong> e <strong>praças regulares</strong> abrigam algumas das maiores <strong>joias do barroco brasileiro</strong>.</p>
<p>A <strong>arquitetura colonial</strong> pode ser admirada em locais como a <strong>Rua Direita</strong>, onde casas bem conservadas hoje abrigam <strong>museus</strong> e <strong>centros culturais</strong>.</p>
<p>Um exemplo é a <strong>Casa Setecentista</strong>, sede do <strong>Iphan</strong>, que guarda um acervo de cerca de <strong>50 mil documentos</strong> dos séculos <strong>XVII ao XIX</strong>, além de sediar <strong>exposições, palestras e cursos</strong> (<em>Rua Direita, 7</em>).</p>
<p>No <strong>Museu Casa de Alphonsus de Guimaraens</strong> encontram-se <strong>objetos pessoais</strong>, <strong>mobiliário de época</strong>, <strong>livros</strong>, <strong>manuscritos</strong> e <strong>fotografias</strong> do célebre <strong>poeta mineiro</strong> (<em>Rua Direita, 35</em>).</p>
<p>Outro destaque é a <strong>Casa do Barão de Pontal</strong>, com sua <strong>imponente fachada</strong> adornada com <strong>sacadas de pedra-sabão</strong> (<em>Rua Direita, 54</em>).</p>
<p>Na <strong>Praça Minas Gerais</strong>, coração da cidade, destacam-se a <strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</strong> e a <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong>, dispostas <strong>perpendicularmente</strong> uma à outra, ambas em frente ao <strong>Pelourinho</strong> (uma réplica do original, demolido no século XIX) e à <strong>Casa de Câmara e Cadeia</strong>, formando uma <strong>composição urbana singular</strong> no cenário do <strong>barroco mineiro</strong>.</p>
<h3>Vídeo sobre as Atrações Turísticas de Mariana, MG</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MARIANA-MG-1.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>PONTOS TURÍSTICOS DE MARIANA MG</h3>
<h4>1. CATEDRAL BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO (SÊ)</h4>
<p><figure id="attachment_41367" aria-describedby="caption-attachment-41367" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41367 size-loop-large" title="CATEDRAL BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO (SÊ) EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-800x598.jpg" alt="CATEDRAL BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO (SÊ) EM MARIANA MG" width="800" height="598" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-800x598.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-768x574.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CATEDRAL-BASILICA-DE-NOSSA-SENHORA-DA-ASSUNCAO-SE-EM-MARIANA-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41367" class="wp-caption-text">CATEDRAL BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO (SÊ) EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>A igreja, cujas obras se estenderam de 1709 a 1750, é um belíssimo exemplar da primeira fase do barroco mineiro.</p>
<p>Quase toda de taipa de pilão, passou por várias reformas. A fachada simples esconde um interior suntuoso, onde se encontram preciosidades como a tela de Ataíde no batistério, além da pia batismal e do tapa-vento atribuídos a Aleijadinho.</p>
<p>Seu grande tesouro, contudo, é o magnífico órgão alemão Arp-Schnitger, fabricado em 1701 e doado por Dom João V em 1753.</p>
<p>E o único instrumento desse fabricante fora da Europa e um dos pouquíssimos, em todo o mundo, a conservar a maior parte do mecanismo original. Inteiramente restaurado, ele pode ser ouvido todas as semanas em concertos na catedral. Pça. Cláudio Manuel, Centro.</p>
<h4>2. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO</h4>
<p><figure id="attachment_41369" aria-describedby="caption-attachment-41369" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41369 size-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-1024x694.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM MARIANA MG" width="800" height="542" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-1024x694.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-300x203.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-768x520.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG-800x542.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-MARIANA-MG.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41369" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>A fachada grandiosa, com florões e torres cilíndricas, lembra a da igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto.</p>
<p>Um dos últimos exemplares do rococó em Minas, sua construção iniciou-se em 1784 e prolongou-se até 1835, quando foram instalados os relógios da torre.</p>
<p>São belíssimas as talhas dos altares laterais, do altar-mor e dos retábulos. Em 1999, um incêndio destruiu parte significativa da nave central, diversas imagens e a pintura do teto. Pça. Minas Gerais, s/n, Centro.</p>
<h4>3. IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS</h4>
<p><figure id="attachment_41371" aria-describedby="caption-attachment-41371" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41371 size-large" title="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-1024x768.jpg" alt="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM MARIANA MG" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-MARIANA-MG.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41371" class="wp-caption-text">IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Vizinha à igreja do Carmo, a de São Francisco de Assis é uma bela construção de pedra erguida entre 1763 e 1794, com imponente portada de pedra-sabão.</p>
<p>No interior, o destaque são as pinturas da sacristia, de Manuel da Costa Ataíde, e as do forro da nave, de Francisco Xavier Carneiro. Os dois artistas trabalharam também no douramento da delicada talha dos altares e retábulos. Ataíde está sepultado na igreja, na campa número 94, logo à entrada. Pça. Minas Gerais, s/n, Centro.</p>
<h4>4. CASA DE CÂMARA E CADEIA</h4>
<p><figure id="attachment_41373" aria-describedby="caption-attachment-41373" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41373 size-large" title="CASA DE CÂMARA E CADEIA EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-1024x488.jpg" alt="CASA DE CÂMARA E CADEIA EM MARIANA MG" width="800" height="381" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-1024x488.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-300x143.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-768x366.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-115x55.jpg 115w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG-800x381.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DE-CAMARA-E-CADEIA-EM-MARIANA-MG.jpg 1064w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41373" class="wp-caption-text">CASA DE CÂMARA E CADEIA EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Com as igrejas do Carmo e de São Francisco de Assis, completa o importante conjunto arquitetônico da praça Minas Gerais. Seus trabalhos de pedra lavrada azulada são notáveis, sobretudo o florão com as armas reais no pórtico.</p>
<p>O prédio, erguido num período de 30 anos, de 1768 a 1798, lembra as quintas portuguesas, com dois andares e escadarias externas com faixas e corrimão de pedra-sabão.</p>
<p>Ainda se podem ver, no pavimento inferior, as três prisões, destinadas respectivamente às pessoas livres, aos escravos e às mulheres.<br />
Além da cadeia e da Câmara, o edifício abrigava açougue, capela, hospital, casa de fundição de ouro.</p>
<p>Hoje é sede da Câmara dos Vereadores de Mariana. Pça. Minas Gerais, s/n, Centro.</p>
<h4>5. IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS &#8211; ARQUICONFRARIA</h4>
<p><figure id="attachment_41375" aria-describedby="caption-attachment-41375" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41375 size-loop-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS - ARQUICONFRARIA EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG-800x654.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS - ARQUICONFRARIA EM MARIANA MG" width="800" height="654" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG-800x654.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG-300x245.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG-768x628.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DOS-ANJOS-ARQUICONFRARIA-EM-MARIANA-MG.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41375" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS &#8211; ARQUICONFRARIA EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>O edifício, construído em 1784 pelos membros da Ordem do Cordão de São Francisco, é singelo e gracioso, fugindo do rebuscamento barroco.</p>
<p>E a única igreja de Mariana que apresenta o frontispício dividido em trés planos, com uma torre centralizada, solução frequente em outras cidades da região. R. D. Silvério, Centro.</p>
<h4>6. IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS</h4>
<p><figure id="attachment_41377" aria-describedby="caption-attachment-41377" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41377 size-full" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-EM-MARIANA-MG.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS EM MARIANA MG" width="701" height="935" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-EM-MARIANA-MG.jpg 701w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-EM-MARIANA-MG-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-EM-MARIANA-MG-41x55.jpg 41w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41377" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Da segunda metade do século XVIII, preserva parte da estrutura de madeira e taipa da capela primitiva.</p>
<p>A construção lembra a igreja da Arquiconfraria: as colunas são lisas, e os altares pouco decorados; entretanto, ela guarda um precioso acervo de imagens talhadas em madeira e decoradas com ouro, no qual se destacam as da Sagrada Família e a da Nossa Senhora do Parto. R. das Mercês, s/n.</p>
<h4>7. IGREJA DE SÀO PEDRO DOS CLÉRIGOS</h4>
<p><figure id="attachment_41379" aria-describedby="caption-attachment-41379" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41379 size-large" title="IGREJA DE SÀO PEDRO DOS CLÉRIGOS EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-1024x681.jpg" alt="IGREJA DE SÀO PEDRO DOS CLÉRIGOS EM MARIANA MG" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-300x199.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-PEDRO-DOS-CLERIGOS-EM-MARIANA-MG.jpg 1504w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41379" class="wp-caption-text">IGREJA DE SÀO PEDRO DOS CLÉRIGOS EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Um dos grandes atrativos desta igreja é a subida à torre, de onde se tem unia vista magnífica da cidade.</p>
<p>A construção ovalada iniciou-se em 1752 e jamais foi concluída. A fachada majestosa contrasta com o interior despojado, com belo altar-mor talhado em cedro.</p>
<p>A torre da esquerda, de pedra, c original; a da direita foi reconstruída com tijolos. Fim da r. D. Silvério, Colina de São Pedro.</p>
<h4>8. SEMINÁRIO SÃO JOSÉ</h4>
<p><figure id="attachment_41381" aria-describedby="caption-attachment-41381" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41381 size-full" title="SEMINÁRIO SÃO JOSÉ EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG.jpg" alt="SEMINÁRIO SÃO JOSÉ EM MARIANA MG" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/SEMINARIO-SAO-JOSE-EM-MARIANA-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41381" class="wp-caption-text">SEMINÁRIO SÃO JOSÉ EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Uma alameda ladeada por palmeiras- imperiais conduz até a imponente &#8216;construção de 1934, rodeada de jardins.</p>
<p>Uma grande pintura de são sé decora a fachada em estilo colonial; as escadarias de pedra são cravejadas de topázios-imperiais, gema típica da região. R. Cônego Amando, 57, Chácara.</p>
<h4>9. PALÁCIO DOS BISPOS E MUSEU DA MÚSICA</h4>
<p>O enorme prédio do Palácio dos Bispos, de 1750, também conhecido como Palácio da Olaria e tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, está sendo restaurado (ainda sem previsão de inauguração) para abrigar o Museu da Música (atualmente na rua Direita e destinado apenas a consultas com agendamento prévio) e um centro cultural com conservatório, biblioteca, sala de exposições e auditório. R. Cônego Amando, s/n, Centro.</p>
<h4>10. MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA</h4>
<p><figure id="attachment_41383" aria-describedby="caption-attachment-41383" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41383 size-loop-large" title="MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-800x601.jpg" alt="MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA EM MARIANA MG" width="800" height="601" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-800x601.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-768x577.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-ARQUIDIOCESANO-DE-ARTE-SACRA-EM-MARIANA-MG.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41383" class="wp-caption-text">MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>Instalado num casarão de 1770, foi construído por José Pereira Arouca com alvenaria de pedra e detalhes de cantaria.</p>
<p>Um dos mais completos museus de arte sacra do país, seu acervo abrange cerca de 2 mil peças, entre mobiliário, imagens, pinturas, paramentos, louças e cristais.</p>
<p>No hall de entrada, sobressai a excepcional Fonte da Samaritana, baixo-relevo em pedra-sabão esculpido por Aleijadinho. R. Frei Durão, 49.</p>
<h4>11. IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS</h4>
<p><figure id="attachment_41385" aria-describedby="caption-attachment-41385" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41385 size-loop-large" title="IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS EM MARIANA MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG-800x496.jpg" alt="IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS EM MARIANA MG" width="800" height="496" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG-800x496.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG-300x186.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG-768x476.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG-89x55.jpg 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-EM-MARIANA-MG.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41385" class="wp-caption-text">IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS EM MARIANA MG</figcaption></figure></p>
<p>As obras, iniciativa das irmandades de negros de Mariana, foram iniciadas em 1752 e finalizadas em 1758.</p>
<p>Desenhada por José Pereira dos Santos, tem fachada equilibrada e sóbria; a localização, no alto do morro do Rosário, é privilegiada.</p>
<p>Abriga pinturas de Ataíde e primorosas talhas douradas nos altares. R. Monsenhor Horta, Rosário.</p>
<p>Perfeito! Aqui está o <strong>texto reformulado em estilo de artigo acadêmico</strong>, com linguagem formal, coesão, clareza e estrutura compatível com publicações ou trabalhos acadêmicos. Adaptei também a formatação para esse tipo de produção:</p>
<hr />
<h2>A Formação Histórica da Cidade de Mariana – MG</h2>
<p>Este artigo tem como objetivo apresentar um panorama da formação histórica da cidade de Mariana, localizada no estado de Minas Gerais, destacando seu papel no contexto da ocupação e exploração mineral no Brasil Colônia.</p>
<p>Fundada no final do século XVII, Mariana foi a primeira vila, cidade planejada e sede episcopal da capitania, tendo papel central na estruturação urbana, econômica e religiosa da região.</p>
<p>O estudo evidencia, ainda, os aspectos arquitetônicos e a importância das ordens religiosas na configuração urbana e cultural da cidade.</p>
<h3>1. Introdução</h3>
<p>A cidade de Mariana, em Minas Gerais, ocupa posição de destaque no processo de ocupação e consolidação do interior do Brasil durante o ciclo do ouro. Sua fundação, ainda no século XVII, está diretamente ligada às expedições bandeirantes e à descoberta de jazidas auríferas que impulsionaram o desenvolvimento de núcleos urbanos organizados. Este trabalho analisa os principais eventos e características que marcaram sua trajetória histórica.</p>
<h3>2. Fundação e Desenvolvimento Inicial</h3>
<p>Em 1696, a bandeira liderada pelo coronel Salvador Fernandes Furtado de Mendonça estabeleceu-se às margens de um ribeirão, fundando o arraial de <strong>Ribeirão do Carmo</strong>, nomeado em homenagem a <strong>Nossa Senhora do Carmo</strong>. A descoberta de ouro no local consolidou a ocupação e transformou o arraial em um dos principais centros de extração aurífera da colônia.</p>
<p>O crescimento populacional foi intenso, atraindo aventureiros, comerciantes e religiosos de diferentes partes do Brasil e de Portugal. A intensa atividade mineradora promoveu a consolidação do povoado como <strong>núcleo urbano estratégico</strong> para a administração colonial portuguesa.</p>
<h3>3. Elevação à Categoria de Vila e Cidade</h3>
<p>Em 1711, o arraial foi elevado à categoria de vila, sendo, ao longo do período colonial, a primeira vila e, posteriormente, a primeira cidade de Minas Gerais. A vila tornou-se um dos principais centros de comércio, administração e instrução da capitania.</p>
<p>Durante o governo de Dom Pedro de Almeida Portugal, Conde de Assumar, ocorreram revoltas contra a cobrança de impostos sobre a mineração, o que contribuiu para a <strong>criação da Capitania de Minas Gerais</strong>, em 1720, desmembrando-se da Capitania de São Paulo.</p>
<h3>4. Planejamento Urbano e Arquitetura</h3>
<p>A partir de 1743, a expansão de Mariana passou a seguir o <strong>plano urbanístico elaborado por José Fernandes Pinto Alpoim</strong>, arquiteto português que introduziu traços regulares ao tecido urbano, diferentemente das demais cidades mineiras, marcadas por traçados orgânicos e ruas sinuosas. Em 1745, Mariana foi elevada à categoria de cidade, recebendo o nome atual em homenagem à rainha <strong>Maria Ana de Áustria</strong>, esposa de D. João V.</p>
<p>A cidade, planejada segundo princípios iluministas, distingue-se pelo <strong>traçado ortogonal</strong>, ruas largas e praças regulares, cenário propício para a implantação de igrejas, edifícios públicos e residências nobres.</p>
<h3>5. A Igreja e o Bispado</h3>
<p>No mesmo ano de sua elevação à cidade, Mariana tornou-se sede do primeiro <strong>Bispado de Minas Gerais</strong>, por meio de bula do <strong>Papa Bento XIV</strong>, tendo como primeiro bispo o frei <strong>Manuel da Cruz</strong>. A cidade ficou conhecida como a <strong>“cidade dos bispos”</strong>, recebendo, em 1906, o título de <strong>Arcebispado</strong>, com a posse de Dom Silvério Gomes Pimenta.</p>
<p>As ordens terceiras tiveram papel fundamental na vida religiosa e cultural da cidade, especialmente na segunda metade do século XVIII, quando promoveram a construção de diversos <strong>templos de grande valor artístico</strong>.</p>
<h3>6. Patrimônio Arquitetônico e Religioso</h3>
<p>A configuração urbana de Mariana preserva elementos notáveis do período colonial. Na <strong>Praça João Pinheiro</strong>, encontram-se as igrejas das <strong>irmandades de São Francisco de Assis</strong> e do <strong>Carmo</strong>, situadas lado a lado, em uma composição arquitetônica emblemática.</p>
<p>Outras igrejas, como a de <strong>Nossa Senhora das Mercês</strong> e a de <strong>Nossa Senhora do Rosário</strong>, vinculadas às <strong>irmandades dos pretos</strong>, também se destacam, embora estejam localizadas em áreas mais periféricas do centro histórico.</p>
<p>Apesar de não ter alcançado o mesmo desenvolvimento econômico e arquitetônico de <strong>Ouro Preto</strong>, Mariana conserva significativo patrimônio, incluindo <strong>templos religiosos, edifícios civis e acervos históricos</strong>, como os abrigados na <strong>Casa Setecentista</strong> e na <strong>Casa de Alphonsus de Guimaraens</strong>.</p>
<h3>7. Considerações Finais</h3>
<p>A cidade de Mariana representa um marco na história urbana, administrativa e religiosa de Minas Gerais. Sua trajetória revela a complexidade das dinâmicas coloniais ligadas à mineração e à organização social e urbana. O legado material e imaterial deixado por essa história faz de Mariana um importante objeto de estudo e preservação, essencial para a compreensão do Brasil colonial e da formação das cidades históricas mineiras.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/guia-de-turismo-de-mariana-em-minas-gerais/">Mariana: Uma Viagem no Tempo para o Brasil Colônia</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Características da pedra preciosa Topázio e Topázio Imperial</title>
		<link>https://bahia.ws/historia-e-caracteristicas-da-pedra-preciosa-topazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Sep 2023 17:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedras Preciosas: Guia Completo para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[topázio]]></category>
		<category><![CDATA[topázio imperial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O topázio ocorre em pegmatitos, veios de quartzo de alta temperatura e em cavidades existentes em rochas ácidas como granito e riólito e pode ser encontrado associado com fluorita e cassiterita. Pode ser encontrado nas montanhas Urais e Ilmen (Rússia), na República Checa, Saxônia, Noruega, Suécia, Japão, Brasil, México, e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-caracteristicas-da-pedra-preciosa-topazio/">Características da pedra preciosa Topázio e Topázio Imperial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>O topázio ocorre em pegmatitos, veios de quartzo de alta temperatura e em cavidades existentes em rochas ácidas como granito e riólito e pode ser encontrado associado com fluorita e cassiterita.</p>
<p>Pode ser encontrado nas montanhas Urais e Ilmen (Rússia), na República Checa, Saxônia, Noruega, Suécia, Japão, Brasil, México, e Estados Unidos.</p>
<p><figure id="attachment_41306" aria-describedby="caption-attachment-41306" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41306 size-thumbnail" title="Topázio-imperial" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-160x120.png" alt="Topázio-imperial" width="160" height="120"/></a><figcaption id="caption-attachment-41306" class="wp-caption-text">Topázio-imperial</figcaption></figure></p>
<p>O mais raro deles, o &#8220;topázio imperial&#8221; foi primeiramente encontrado na Rússia, o mesmo foi encontrado no Brasil pela primeira vez, conhecido como &#8220;rubis brasileiros&#8221;, em 1751.</p>
<p>Nos Urais foi o local das primeiras jazidas, exauridas durante o período Czarista.</p>
<p>É encontrado principalmente no Brasil, em minas de <strong><a href="http://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" target="_blank" rel="noopener">Ouro Preto</a></strong>, Minas Gerais.</p>
<p>O Topázio pela sua raridade e beleza é uma das pedras mais valorizadas da atualidade. Em Portugal pode ser encontrado na zona de Gonçalo, Guarda.&nbsp;</p>
<h3>História da descoberta do Topázio Imperial</h3>
<p>Descoberto no séc. XVIII, na região de Ouro Preto, o topázio imperial foi outrora muito popular em Portugal,mas pouco utilizada nos dias de hoje.</p>
<p><strong>Normalmente quando se fala em topázio é na cor amarela ou laranja que se pensa.</strong></p>
<p>Inclusivamente, a designação “topázio” é erroneamente utilizada para o citrino e também para o quartzo fumado.</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-e-caracteristicas-da-pedra-preciosa-topazio/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Topazio-imperial-1.png" width="400" /></a></p></p>
<p>De fato, foram estas cores que tornaram o topázio numa gema de grande procura no passado.</p>
<p>Hoje em dia, porém, é a cor azul que lhe confere popularidade à escala planetária, sendo esta cor, como se sabe, em regra artiﬁcial e, na sua maioria, obtida por irradiação de topázios incolores.</p>
<p>Há mais de dois séculos, estes topázios incolores eram usados em joalharia de prata, tendo estado, aliás, nas origens da expressão comercial &#8220;minas novas” que, actualmente, se encontra desprovida de signiﬁcado gemológico.</p>
<p>Foram, portanto, os topázios amarelos mas, muito especialmente, os laranjas a quase vermelhos, que trouxeram este mineral para a ribalta das pedras preciosas.</p>
<p>Estava-se no segundo quartel do séc. XVIII e,nos solos de Minas Gerais, no Brasil, procuravam-se ouro e diamantes.</p>
<p>É, então,na região de Ouro Preto, assim designada por lá se encontraram pepitas de ouro comuma patina negra, que são descobertos os primeiros topázios quase vermelhos.</p>
<p>Chegaram a Portugal com grande pompa,tendo os exemplares mais carregados na corsido apelidados de “rubis brasileiros”.</p>
<p>Estas gemas foram desde logo integradas na joalharia portuguesa de então, como oprovam as peças ainda em existência, tais como obras de grande aparato, como a Custódia da Patriarcal da Sé de Lisboa e o resplendor do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em Ponta Delgada.</p>
<p>Nestas, regista-se a presença de topázios de boa cor e qualidade, ao lado de diamantes, rubis e esmeraldas, espelhando o apreço que estas pedras tiveram em Portugal.</p>
<p>A documentação também é rica em alusões aos topázios, designadamente o inventário das jóias sequestradas aos Duques de Aveiro, em 1759, onde se contam várias jóias com “topázios do Brasil”, designação pela qualeram conhecidas estas variedades gemológicas.</p>
<p>Acerca da nomenclatura, diga-se que a expressão “topázio imperial” é mais tardia, do séc. XIX, e estará eventualmente ligada à ﬁgura de Dom Pedro II do Brasil, havendo contudo referências à atribuição do nome em alusão à família imperial russa por ocasião da descoberta dos topázios rosas e vermelhos nos Urais.</p>
<p><strong>Surge igualmente a designação de topázio precioso para as variedades amarelas. Em bom rigor, a expressão “topázio imperial” é a denominação comercial dos topázios de cor laranja a vermelha.</strong></p>
<p>Uma das características dos topázios imperiais é a cor e brilho que oferecem quando iluminados com luz incandescente ou, em especial, à luz das velas, ganhando uma vida particularmente atraente, o que terá estado na base do seu apreço nos tempos mais antigos alumiados pelos pavios em estearina.</p>
<p>Actualmente, ainda é na região de Ouro Preto que se produz a quase totalidade dos topázios imperiais, sendo famosas, por exemplo, as minas de Vermelhão, Capão e Dom Bosco, de onde se retiraram toneladasde material.</p>
<p><strong>Acontece que apenas uma percentagem limitada</strong> tem qualidade para ser usada como gema, sendo raros os exemplares de <strong>cor laranja</strong> com mais de 20 quilates e ainda mais <strong>escassos os de cor avermelhada intensa</strong> com mais de 5 quilates.</p>
<p><strong>No amarelo</strong> são mais comuns pedras de maiores dimensões. Em geral, estas são pedras limpas, sendo desejável que não se observem inclusões internas àvista desarmada.</p>
<p><strong>Apenas nos exemplares de cor mais carregada se regista alguma tolerância na pureza das pedras, tal é a sua raridade.</strong> Tendo clivagem perfeita, é recomendável o cuidado na sua cravação e também nasua limpeza e uso quotidiano.</p>
<p><strong>A cor dos topázios imperiais</strong> é em regra natural, salvaguardando-se alguns exemplares rosa que devem a sua cor a tratamento térmico.</p>
<p>Mais recentemente, surgiram no mercado topázios incolores revestidos com películas metálicas, conferindo-lhes, por exemplo, cores amarelas a vermelhas, sendo a sua detecção complexa para os menos cautelosos.</p>
<p>Não se conhecem topázios imperiais sintéticos, todavia existem pedras de aparência semelhante, algumas delas designadas de “topázio” nos mercados, como os referidos casos do citrino e quartzo fumado.</p>
<p>O mesmo sucede, por vezes, com as <strong>saﬁras sintéticas amarelas e laranjas</strong> que se encontram, por exemplo, em anéis de formatura.</p>
<p><strong>No mercado atual em Portugal, os topázios imperiais e amarelos</strong>, praticamente desapareceram das vitrinas das joalharias, surgindo de quando em vez nas vitrinas dos antiquários ou leiloeiras, engastados nas jóias antigas do séc. XVIII e XIX.</p>
<p>A popularidadedo topázio na joalharia portuguesa deste períodopoderia ser um elemento motivador para encontrar oportunidades de mercado, mas tal não se tem veriﬁcado.</p>
<p>Pode ser que os novos criativos se inspirem nesta herança histórico-artística para dar novos rumosa uma das mais interessantes gemas do Brasil.</p>
<h3>Características da pedra Topázio</h3>
<p>O topázio é um mineral nesossilicato de flúor e alumínio de fórmula química Al2(F,OH)2SiO4. É bastante utilizado em joalharia e classificado como pedra preciosa.&nbsp;</p>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/historia-e-caracteristicas-da-pedra-preciosa-topazio/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial.png" width="400" /></a></p></p>
<p>É um mineral que cristaliza no sistema ortorrômbico e seus cristais são na maior parte prismáticos terminados ou não por faces piramidais, frequentemente apresentando pinacóide basal.</p>
<p>Tem uma perfeita clivagem basal e por isso as gemas ou outros espécimes finos devem ser seguradas com cuidado para evitar que apareçam falhas de clivagem. A fratura é concoidal e desigual.</p>
<p>Quando aquecido, o topázio amarelo torna-se frequentemente rosa-avermelhado.</p>
<p><strong>O Topázio pode ser confundido</strong> com Turmalina, andalusita, barita, berilo, quartzo, danburita, apatita, espinélio sintético, crisoberilo e kunzita.&nbsp;</p>
<h4>1. Tipos de Topázios</h4>
<p><figure id="attachment_41351" aria-describedby="caption-attachment-41351" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41351 size-thumbnail" title="O topázio pode ter várias cores" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores-160x120.jpg" alt="O topázio pode ter várias cores" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-topazio-pode-ter-varias-cores.jpg 630w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41351" class="wp-caption-text">O topázio pode ter várias cores.</figcaption></figure></p>
<p>Não há um tipo específico dessa pedra preciosa além, claro, do Imperial. Geralmente, eles são diferenciados pela coloração, que pode variar bastante. Portanto, os tipos de topázio são designados pela tonalidade em que ele se encontra.</p>
<h4>2. Cores encontradas</h4>
<ul>
<li><strong>Azul</strong></li>
</ul>
<p>Neste caso o topázio pode ser classificado como swiss, london ou sky, tudo irá depender de sua tonalidade.</p>
<p><figure id="attachment_41347" aria-describedby="caption-attachment-41347" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Topazio-Azul.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41347 size-thumbnail" title="Pedra Topázio Azul" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pedra-Topazio-Azul-160x120.jpg" alt="Pedra Topázio Azul" width="160" height="120"/></a><figcaption id="caption-attachment-41347" class="wp-caption-text">Pedra Topázio Azul</figcaption></figure></p>
<p>Topázio azul por ser uma pedra muito popular procurada ela é difícil de encontrar na natureza, então os comerciantes costumam irradiar o topázio claro então aquecê- lo para produzir um topázio azul.</p>
<p>Os Topázios azuis são mais preferidos, pois eles se assemelham as águas marinhas, assim a maioria do topázio azul é tratada, porém o preço do topázio azul tem diminuído por ter sido tratado.&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Amarelo</strong></li>
<li><strong>Laranja</strong></li>
<li><strong>Rosa</strong>
<p><figure id="attachment_41349" aria-describedby="caption-attachment-41349" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Topazio-em-sua-cor-mais-comum-o-laranja.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41349 size-thumbnail" title="Topázio em sua cor mais comum, o laranja" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Topazio-em-sua-cor-mais-comum-o-laranja-160x120.jpg" alt="Topázio em sua cor mais comum, o laranja" width="160" height="120"/></a><figcaption id="caption-attachment-41349" class="wp-caption-text">Topázio em sua cor mais comum, o laranja.</figcaption></figure></li>
<li><strong>Verde</strong></li>
</ul>
<h4>3. Dureza</h4>
<p>A Escala de Mohs é capaz de quantificar a dureza dos minerais, isto é, sua resistência perante riscos, quedas e outros possíveis problemas que possam danificar a pedra. Seguindo esse índice, o Topázio é uma gema que apresenta “nota” 8, qualificando-se como um mineral extremamente sólido e firme.</p>
<p>Para ter uma ideia, o Diamante está na 1º posição entre as pedras mais duráveis, batendo o número 10 na Escala de Mohs. Portanto, o Topázio é sim um minério de altíssima firmeza, ficando atrás apenas do Rubi e da Safira – ambos tem dureza nível 9.</p>
<h4>4. Densidade</h4>
<p>Essa característica é, normalmente, nomeada de Densidade Relativa, no qual o peso da peça é comparado com o peso do mesmo volume de água. Dessa maneira, um material com 3 de Densidade Relativa possui 3 vezes mais que o mesmo volume de água.</p>
<p>Assim, o Topázio possui 3,40-3,60 de Densidade. Esse valor é muito utilizado para determinar se a pedra realmente é verdadeira, visto que essa classificação não sofre eminentes modificações por conta da alternância de peças, seguindo sempre uma linha tênue entre os aspectos gerais.</p>
<h4>5. Refração</h4>
<p>Assim como a Densidade Relativa, o índice de refração é extremamente utilizado para verificar se uma gema é ou não verdadeira. Além disso, a partir dessa medição é possível identificar a procedência da pedra preciosa, a qual varia de valor conforme suas características.</p>
<p>A gema em questão possui refração de 1,62 e 1,63.</p>
<p>Resumidamente, a reflexão faz referência da velocidade da luz no vácuo e na pedra preciosa, a qual tende a ficar um pouco mais lenta, visto que a densidade da joia é maior do que a no vão.</p>
<h4>6. Possiveis Tratamentos</h4>
<ul>
<li><strong>Térmico</strong> &#8211; muda a cor de alguns topázios amarelo, alaranjado e marrom para rosa ou vermelho.</li>
<li><strong>Irradiação</strong> &#8211; torna alguns topázios incolores em marrom ou verde amarronzado, sendo este o primeiro estágio da produção do topázio azul tratado que, logo em seguida, é feito o tratamento térmico, produzindo a cor azul nas pedras irradiadas.</li>
</ul>
<h4>7. Estabilidade</h4>
<ul>
<li><strong>Temperatura</strong> &#8211; ao rápido aquecimento ou resfriamento causam fraturas internas; sob forte calor pode alterar ou perder totalmente a cor.</li>
<li><strong>Luz do dia</strong> &#8211; algumas gemas marrons perdem a cor sob luz forte.</li>
<li><strong>Produtos quimicos</strong> &#8211; atacado muito levemente por ácidos.</li>
</ul>
<h4>8. Pedra de Topázio Sintética</h4>
<p>Como toda a pedra que é procurada pelos vendedores e consumidores o topázio também é fabricado de forma sintética alguns em laboratório alguns de forma sintética e alguns são criados, porém, devemos sempre ao comprar alguma Joia topázio questionar sua procedência e ao mesmo tempo questionar se a pedra foi tratada.&nbsp;</p>
<p>As cores mais encontradas na natureza são os cristais rosa e vermelho estas são as cores mais caras do topázio natural, porém o topázio marrom pode ser tratado termicamente para produzir uma pedra rosa.&nbsp;</p>
<h3>Onde e como encontrar o Topázio</h3>
<p>O Brasil é uma grande referência dessa pedra, uma vez que é riquíssimo desse minério, principalmente no estado de Minas Gerais.</p>
<p>Além disso, é o país que mais importa essa peça, inclusive o Topázio Imperial, o qual é achado, atualmente, somente em terras brasileiras.</p>
<p>Entretanto, as colorações mais comuns podem ser encontradas também na Índia, Austrália, Alemanha, México, Nigéria e Estados Unidos da América.</p>
<p>Consequentemente, os modos de extrair essa preciosidade variam de lugar para lugar, porém a maneira mais comum é por meio dos garimpos.</p>
<p>Essa gema torna-se ainda mais elegante quando incluída na fabricação de anéis, colares, pingentes e brincos.</p>
<p>Essas joias são sofisticadas e possuem um brilho que reluz elegância e fluidez, por conta disso, são peças com valores altos, mas que podem ser feitos com pedras menores e ter seu custo reduzido.</p>
<p>O preço dos adornos podem variar conforme a coloração do item, como quais materiais os artefatos foram produzidos e qual o peso da pedra utilizada.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/historia-e-caracteristicas-da-pedra-preciosa-topazio/">Características da pedra preciosa Topázio e Topázio Imperial</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ouro Preto: Cidade Histórica de Valor Turístico e Cultural</title>
		<link>https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Sep 2023 10:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades Históricas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CAPELA DO PADRE FARIA]]></category>
		<category><![CDATA[CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL)]]></category>
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		<category><![CDATA[TRIUNFO EUCARÍSTICO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Ouro Preto, Patrimônio Cultural da Humanidade, é um dos principais destinos turísticos do Brasil. Com igrejas barrocas, casarões coloniais e rica vida cultural, a cidade atrai visitantes interessados em história, arte e natureza. Ouro Preto: Da Riqueza do Ouro ao Patrimônio da Humanidade A cidade de Ouro Preto, antiga Vila [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/">Ouro Preto: Cidade Histórica de Valor Turístico e Cultural</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade</strong>, é um dos principais destinos turísticos do Brasil. Com igrejas barrocas, casarões coloniais e rica vida cultural, a cidade atrai visitantes interessados em história, arte e natureza.</p>
<h3>Ouro Preto: Da Riqueza do Ouro ao Patrimônio da Humanidade</h3>
<p>A cidade de <strong>Ouro Preto</strong>, antiga <strong>Vila Rica</strong>, é retratada poeticamente por <strong>Cecília Meireles</strong> na seguinte descrição: <em>“Eis a estrada, eis a ponte, eis a montanha sobre a qual se recorta a igreja branca”</em>. Tal imagem sintetiza de forma simbólica a paisagem característica da cidade, marcada pelas <strong>torres das igrejas</strong> e pelos <strong>telhados coloniais</strong>, que se destacam sobre o fundo escuro das montanhas.</p>
<p>A origem de Ouro Preto remonta ao ano de <strong>1698</strong>, quando o <strong>bandeirante paulista Antônio Dias</strong> fundou um arraial nas proximidades do <strong>pico do Itacolomi</strong>, local onde foi descoberto <strong>ouro</strong>. Posteriormente, outros núcleos urbanos foram estabelecidos, entre os quais se destacou aquele que recebeu o nome de <strong>Ouro Preto</strong>, fundado por <strong>portugueses</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_40622" aria-describedby="caption-attachment-40622" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40622 size-full" title="Cidade de Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" alt="Ouro Preto MG" width="800" height="500" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-768x480.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-88x55.jpg 88w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40622" class="wp-caption-text">Cidade de Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>Com o tempo, os arraiais de <strong>Antônio Dias</strong> e de <strong>Ouro Preto</strong> cresceram e acabaram se unificando. Em <strong>1711</strong>, a união resultou na formação da <strong>Vila Rica</strong>, embora a <strong>rivalidade entre as duas freguesias</strong> — Antônio Dias e Pilar — tenha persistido por décadas, mantendo-se latente mesmo após a fusão.</p>
<p>Essa dualidade se expressa simbolicamente na existência de <strong>duas matrizes</strong>. Durante as celebrações da <strong>Semana Santa</strong>, principal manifestação da <strong>vida religiosa e cultural local</strong>, a procissão parte, em <strong>anos pares</strong>, da <strong>matriz do Pilar</strong>; em <strong>anos ímpares</strong>, da <strong>matriz de Antônio Dias</strong>.</p>
<p>Em <strong>1823</strong>, Vila Rica foi elevada à condição de <strong>capital da Província de Minas Gerais</strong>, passando a se chamar <strong>Ouro Preto</strong>. No entanto, com a transferência da capital para <strong>Belo Horizonte</strong> em <strong>1897</strong>, a cidade entrou em um período de <strong>declínio econômico e político</strong>.</p>
<p>Paradoxalmente, essa decadência contribuiu para a <strong>preservação do conjunto arquitetônico colonial</strong>, o qual permaneceu praticamente intacto ao longo do tempo. Tal valor histórico e artístico foi reconhecido oficialmente em <strong>1980</strong>, quando Ouro Preto foi declarada <strong>Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO</strong>.</p>
<p>Na contemporaneidade, a cidade enfrenta diversos desafios, tais como o <strong>tráfego intenso</strong>, que compromete a integridade das edificações históricas, a <strong>ocupação urbana desordenada</strong> e a <strong>vulnerabilidade socioeconômica</strong> de parte significativa da população.</p>
<p>Apesar desses obstáculos, <strong>Ouro Preto conserva um acervo arquitetônico e artístico de inestimável valor</strong>, visível nas <strong>igrejas barrocas</strong>, no <strong>casario colonial</strong>, nas <strong>pontes e chafarizes de pedra</strong>, bem como nas <strong>ladeiras carregadas de história</strong>.</p>
<p>Esses elementos, por si só, justificam uma visita à cidade, que também conta com <strong>infraestrutura turística adequada</strong>, incluindo <strong>hotéis</strong>, <strong>restaurantes</strong>, <strong>comércio artesanal sofisticado</strong> e <strong>roteiros ecológicos</strong> pela região circundante.</p>
<h3>Vídeos sobre os Pontos Turisticos de Ouro Preto</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.jpg" width="400" /></a></p></p>
<h3>Ouro Preto: Síntese da História, Arte e Identidade Mineira</h3>
<p>As <strong>cidades históricas de Minas Gerais</strong> nasceram da <strong>febre da mineração</strong> que marcou o Brasil do século XVIII até as primeiras décadas do século XIX. Essas cidades se dividem em dois grandes grupos: o <strong>circuito do ouro</strong>, que inclui <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Mariana</strong>, <strong>São João del-Rei</strong>, <strong>Tiradentes</strong> e diversas vilas e distritos vizinhos; e o <strong>circuito dos diamantes</strong>, cujo destaque principal está em <strong>Diamantina</strong> e <strong>Serro</strong>.</p>
<p>As cidades de <strong>Ouro Preto</strong> e <strong>Diamantina</strong> foram declaradas <strong>Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO</strong>. As demais, embora não possuam o mesmo título, também conservam <strong>valiosos exemplos da arte e arquitetura colonial brasileira</strong>.</p>
<p>O que todas essas cidades compartilham — mais do que o <strong>casario colonial</strong>, as <strong>magníficas igrejas e monumentos</strong>, o <strong>calçamento de lajes irregulares</strong> ou as <strong>paisagens montanhosas</strong> — é uma <strong>atmosfera única</strong>, onde <strong>natureza e história</strong>, <strong>passado e presente</strong> se entrelaçam de maneira inseparável.</p>
<p><strong>Ouro Preto</strong>, considerada a <strong>principal cidade brasileira do ciclo do ouro</strong>, tem sua origem ligada à descoberta do <strong>ouro de aluvião</strong> pelos exploradores <strong>Antônio Dias de Oliveira</strong> e <strong>padre João de Faria Fialho</strong>, que se fixaram nas margens dos ribeirões e morros onde o minério era abundante.</p>
<p>Fundada em <strong>1698</strong> por <strong>bandeirantes paulistas</strong>, Ouro Preto foi elevada à categoria de vila em <strong>1711</strong>, com o nome de <strong>Vila Rica de Albuquerque</strong>, tornando-se sede da <strong>Capitania das Minas Gerais</strong>. A cidade, implantada nas encostas de um vale estreito e sinuoso, cercado por <strong>duas cadeias montanhosas</strong>, originou-se da aglutinação de diversos <strong>arraiais de garimpo de ouro</strong> estabelecidos na região no início do século XVIII.</p>
<p>A <strong>riqueza das jazidas auríferas</strong> justifica tanto o nome inicial <strong>Vila Rica</strong>, quanto o nome definitivo, <strong>Ouro Preto</strong>, adotado em <strong>1720</strong>. A partir da metade do século XVIII, técnicas construtivas rudimentares como <strong>pau-a-pique</strong> e <strong>adobe</strong> foram gradualmente substituídas por estruturas em <strong>pedra e cal</strong>, revelando o enriquecimento oriundo da mineração e do <strong>trabalho escravizado</strong>.</p>
<p>O <strong>barroco mineiro</strong>, estilo artístico e arquitetônico que marcou época, encontrou em Ouro Preto um de seus maiores expoentes. A combinação entre a riqueza aurífera e o talento de artistas como o escultor <strong>Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho</strong>, e o pintor <strong>Manoel da Costa Ataíde</strong>, resultou na construção de monumentos que projetaram a cidade no cenário da <strong>arquitetura mundial</strong>.</p>
<p>Entre os episódios mais relevantes da história nacional ocorridos em Ouro Preto, destaca-se a <strong>Inconfidência Mineira</strong> (1789), movimento pela independência do Brasil em relação a Portugal. Seu mártir, <strong>Joaquim José da Silva Xavier</strong>, o <strong>Tiradentes</strong>, tornou-se o <strong>patrono cívico da Nação Brasileira</strong>.</p>
<p>No final do século XVIII, a cidade alcançou seu <strong>auge urbano e cultural</strong>. Contudo, no século XIX, com a transição da economia para o <strong>cultivo do café</strong> e a <strong>pecuária</strong>, iniciou-se um período de declínio. Ainda assim, após a Independência do Brasil, <strong>D. Pedro I</strong> concedeu-lhe, em <strong>1823</strong>, o título de <strong>Imperial Cidade de Ouro Preto</strong>, elevando-a à condição de <strong>capital da Província de Minas Gerais</strong>.</p>
<p>A <strong>drástica queda da mineração</strong> e a reorientação das atividades econômicas provocaram o esvaziamento progressivo da cidade, que em <strong>1897</strong> perdeu o posto de capital para a recém-criada <strong>Belo Horizonte</strong>. Apesar disso, Ouro Preto manteve-se inserida no <strong>circuito do ouro</strong>, com o <strong>extrativismo mineral</strong> ainda presente como uma de suas principais atividades econômicas.</p>
<p>Atualmente, Ouro Preto se destaca como um dos mais importantes polos de <strong>turismo histórico-cultural do Brasil</strong>, combinando sua <strong>riqueza patrimonial</strong> com uma <strong>vida artística e acadêmica vibrante</strong>. Assim como no passado, a cidade continua a se afirmar como <strong>referência nacional</strong> em cultura e identidade histórica.</p>
<h3>PONTOS TURÍSTICOS DE OURO PRETO</h3>
<ol>
<li>MUSEU DA INCONFIDÊNCIA</li>
<li>IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO</li>
<li>MUSEU DE CIÊNCIA E TÉCNICA DA ESCOLA DE MINAS</li>
<li>IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E MISERICÓRDIA (MERCÊS DE CIMA)</li>
<li>CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL)</li>
<li>IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS</li>
<li>IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E PERDÕES (MERCÊS DE BAIXO)</li>
<li>MUSEU CASA GUIGNARD</li>
<li>IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE ANTÔNIO DIAS</li>
<li>CAPELA DO PADRE FARIA</li>
<li>CASA DOS CONTOS</li>
<li>IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SANTA IFIGÊNIA)</li>
<li>IGREJA DE SÀO JOSÉ</li>
<li>IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR</li>
<li>IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO</li>
<li>IGREJA DO BOM JESUS DE MATOSINHOS (SÃO MIGUEL E ALMAS)</li>
<li>IGREJA SÂO FRANCISCO DE PAULA</li>
<li>OUTRAS ATRAÇÕES</li>
<li>MINAS DE OURO</li>
</ol>
<h4>1. MUSEU DA INCONFIDÊNCIA</h4>
<p>O prédio, antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica, foi construído em 784 e reformado em 1854.</p>
<p><figure id="attachment_41258" aria-describedby="caption-attachment-41258" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41258 size-large" title="MUSEU DA INCONFIDÊNCIA EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-1024x685.jpg" alt="MUSEU DA INCONFIDÊNCIA EM OURO PRETO" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-1024x685.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-1536x1028.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-2048x1371.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-800x536.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DA-INCONFIDENCIA-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41258" class="wp-caption-text">MUSEU DA INCONFIDÊNCIA EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Um dos mais representativos e bem conservados exemplos da arquitetura mineira do século XVIII, nele estão os restos mortais dos inconfidentes.</p>
<p>É difícil encontrar algum brasileiro que não se comova ao contemplar os nomes gravados nas lápides do austero Panteão dos Inconfidentes.</p>
<p>O aceno do museu conta ainda com obras de Aleijadinho e Ataíde, além de mobiliário dos séculos XVIII e XIX e documentos.<br />
Pça. Tiradentes, 139, Centro</p>
<h4>2. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO</h4>
<p>Quer nos azulejos / ou no ouro da talha / olha, o que está vivo/ são os mortos do Carmo.</p>
<p><figure id="attachment_41260" aria-describedby="caption-attachment-41260" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41260 size-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-1024x685.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM OURO PRETO" width="800" height="535" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-1024x685.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-300x201.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-768x514.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-1536x1028.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-800x535.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-CARMO-EM-OURO-PRETO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41260" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Os azulejos mencionados no poema de Carlos Drummond de Andrade adornam a igreja da Ordem Terceira do Carmo (1776), que inaugurou o rococó em Ouro Preto; os mortos são os que repousam no cemitério contíguo.</p>
<p>E a única igreja mineira ornamentada com o luxo dos azulejos portugueses. No interior, destacam-se o lavabo de pedra-sabão e os altares laterais, de Aleijadinho, e a pintura da sacristia, de Ataíde.</p>
<p>Ao lado da igreja, na casa do noviciado &#8211; onde Aleijadinho viveu seus últimos anos fica o Museu do Oratório, que abriga 162 oratórios e trezentas imagens sacras do século XVII ao XX, reunidos pela colecionadora Angela Gutierrez.</p>
<p>Fazem parte da coleção curiosidades como ratórios portáteis, tão pequenos que podiam ser transportados no bolso dos viajantes, e oratórios afro-brasileiros, construídos por escravos, além de peças ricamente trabalhadas tanto por artistas anônimos como por aqueles renomados. R. Brigadeiro Musqueira, s/n.</p>
<h4>3. MUSEU DE CIÊNCIA E TÉCNICA DA ESCOLA DE MINAS</h4>
<p>O antigo Palácio dos Governadores. construído em 1741, hoje abriga a Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto.</p>
<p><figure id="attachment_41264" aria-describedby="caption-attachment-41264" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41264 size-large" title="MUSEU DE CIÊNCIA E TÉCNICA DA ESCOLA DE MINAS EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-1024x681.jpg" alt="MUSEU DE CIÊNCIA E TÉCNICA DA ESCOLA DE MINAS EM OURO PRETO" width="800" height="532" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-1024x681.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-1536x1022.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-800x532.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-DE-CIENCIA-E-TECNICA-DA-ESCOLA-DE-MINAS-EM-OURO-PRETO-1.jpg 1925w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41264" class="wp-caption-text">MUSEU DE CIÊNCIA E TÉCNICA DA ESCOLA DE MINAS EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Ali foi instalado o Museu de Ciência e Técnica, cujo amplo e didático acervo se divide nos setores de mineralogia (com uma grande coleção de gemas e cristais raros), mineração, astronomia, siderurgia e história natural.</p>
<p>O prédio, uma atração em si, ostenta uma bela capela e um chafariz talhado por Aleijadinho.</p>
<p>A parte posterior do museu abriga um observatório astronômico, que abre aos sábados à noite para aqueles que desejam apreciar o estrelado céu de Ouro Preto. Pça. Tiradentes, 20, Centro.</p>
<h4>4. IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E MISERICÓRDIA (MERCÊS DE CIMA)</h4>
<p><figure id="attachment_41267" aria-describedby="caption-attachment-41267" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-41267 size-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E MISERICÓRDIA (MERCÊS DE CIMA) EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-1024x768.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E MISERICÓRDIA (MERCÊS DE CIMA) EM OURO PRETO" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-1024x768.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO-800x600.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-MISERICORDIA-MERCES-DE-CIMA-EM-OURO-PRETO.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41267" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E MISERICÓRDIA (MERCÊS DE CIMA) EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Inaugurada em 1774, esta igreja segue o estilo das construções do início dos Setecentos.</p>
<p>Uma reforma posterior alterou-lhe a fachada, introduzindo uma torre única central, padrão usado no século XIX; em 1858 foi construído um cemitério anexo, hoje desativado.</p>
<p>O belo medalhão de pedra-sabão sobre a porta, com a Virgem estendendo o manto sobre os escravos dos mouros, foi durante muito tempo erroneamente atribuído a Aleijadinho. R. Pe. Rolim, s/n.</p>
<h4>5. CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL)</h4>
<p><figure id="attachment_41269" aria-describedby="caption-attachment-41269" style="width: 719px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DA-OPERA-TEATRO-MUNICIPAL-EM-OURO-PRETO.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41269 size-full" title="CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL) EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DA-OPERA-TEATRO-MUNICIPAL-EM-OURO-PRETO.png" alt="CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL) EM OURO PRETO" width="719" height="516" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DA-OPERA-TEATRO-MUNICIPAL-EM-OURO-PRETO.png 719w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DA-OPERA-TEATRO-MUNICIPAL-EM-OURO-PRETO-300x215.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DA-OPERA-TEATRO-MUNICIPAL-EM-OURO-PRETO-77x55.png 77w" sizes="(max-width: 719px) 100vw, 719px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41269" class="wp-caption-text">CASA DA ÓPERA (TEATRO MUNICIPAL) EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Erguido em 1769, é o mais antigo teatro do Brasil em funcionamento.</p>
<p>A fachada triangular, encimada por uma lira, é diferente do padrão geral das construções coloniais da cidade; o interior, por sua vez, conserva o mobiliário e os equipamentos do século XVIII. Com acústica perfeita, o teatro mantém uma ativa agenda cultural.</p>
<p>Está fechado para restauração, com previsão de reabertura em julho de 2006. R. Brigadeiro Musqueira, s/n, Centro.</p>
<h4>6. IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS</h4>
<p><figure id="attachment_41271" aria-describedby="caption-attachment-41271" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41271 size-large" title="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg" alt="IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-FRANCISCO-DE-ASSIS-EM-OURO-PRETO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41271" class="wp-caption-text">IGREJA DE SÀO FRANCISCO DE ASSIS EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Ponto alto da arquitetura colonial brasileira, esta igreja, construída entre 1767 e o começo do século XIX, é a obra-prima de Aleijadinho, autor do projeto, do altar-mor, dos púlpitos, do frontispício e das esculturas internas.</p>
<p>Na parte externa, as duas torres cilíndricas, a Cruz de Lorena ladeada por duas bolas de fogo e os magníficos entalhes do medalhão e da portada são impressionantes.</p>
<p>No interior, revela-se outra obra-prima: a pintura do forro, executada por Manuel da Costa Ataíde, que retratou uma comovente Virgem de Porciúncula, com os traços negros de sua concubina, cercada por anjinhos mestiços.</p>
<p>São também de Ataíde os painéis laterais, de madeira, pintados como se fossem azulejos. Lgo. de Coimbra, s/n, Centro.</p>
<h4>7. IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E PERDÕES (MERCÊS DE BAIXO)</h4>
<p><figure id="attachment_41273" aria-describedby="caption-attachment-41273" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41273 size-loop-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E PERDÕES (MERCÊS DE BAIXO)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-800x534.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E PERDÕES (MERCÊS DE BAIXO)" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DAS-MERCES-E-PERDOES-MERCES-DE-BAIXO.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41273" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E PERDÕES (MERCÊS DE BAIXO)</figcaption></figure></p>
<p>Uma lenda cerca esta igreja, cuja construção foi concluída em 1772: a capela que lhe deu origem teria sido erguida pela mulher de um juiz condenado à morte pelo assassinato da própria filha.</p>
<p>Documentos indicam que o episódio de fato ocorreu, mas sua relação com a construção é duvidosa; a história, porém, confere um interesse adicional à igreja, que abriga um rico acervo de imagens e peças sacras, três delas de Aleijadinho: um crucifixo e duas imagens de roca (compostas apenas de mãos e rosto, com o corpo coberto por tecido) representando são Pedro Nolasco e são Raimundo Nonato. R. das Mercês, s/n, Centro.</p>
<h4>8. MUSEU CASA GUIGNARD</h4>
<p><figure id="attachment_41281" aria-describedby="caption-attachment-41281" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41281 size-large" title="MUSEU CASA GUIGNARD EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-680x1024.jpg" alt="MUSEU CASA GUIGNARD EM OURO PRETO" width="680" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-680x1024.jpg 680w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-199x300.jpg 199w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-768x1156.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-37x55.jpg 37w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-1020x1536.jpg 1020w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO-800x1204.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/MUSEU-CASA-GUIGNARD-EM-OURO-PRETO.jpg 1177w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41281" class="wp-caption-text">MUSEU CASA GUIGNARD EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Um dos grandes nomes das artes plásticas brasileiras, Alberto da Veiga Guignard nasceu no Rio de Janeiro. ias viveu muito tempo em Minas Gerais.</p>
<p>A cidade de Ouro Preto, onde residiu em seus últimos anos, foi um de seus temas recorrentes.</p>
<p>Em 1987. foi inaugurado um museu em sua homenagem, num casarão do século XVII, com um chafariz de Aleijadinho no pano interno. O acervo consiste em cerca de mil peças, entre objetos pessoais, quadros, documentos, fotos e, naturalmente, quadros.</p>
<p>O museu promove eventos e atividades culturais e didáticas. R Conde de Bobadela (r. Direita), 110, Centro.</p>
<h4>9. IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE ANTÔNIO DIAS</h4>
<p><figure id="attachment_41283" aria-describedby="caption-attachment-41283" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41283 size-full" title="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE ANTÔNIO DIAS EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO.jpg" alt="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE ANTÔNIO DIAS EM OURO PRETO" width="800" height="600" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO-768x576.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DA-CONCEICAO-DE-ANTONIO-DIAS-EM-OURO-PRETO-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41283" class="wp-caption-text">IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE ANTÔNIO DIAS EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Em 1727 foram iniciadas as obras desta igreja, construída no mesmo local em  que o bandeirante Antônio Dias erguera uma capela no ano de 1699 &#8211; ela é, portanto, um marco do nascimento de Vila Rica.</p>
<p>O projeto e a construção (que se prolongou até meados do século XVIII) ficaram a cargo de Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho; na igreja, aliás, ambos estão sepultados.</p>
<p>A fachada é muito parecida com a da matriz do Pilar, mas as riquezas internas são únicas, a começar pelos oito altares separados por grandes pilastras trabalhadas.</p>
<p>As pias entalhadas em pedra-sabão foram consideradas as mais bonitas da cidade pelo poeta Manuel Bandeira.</p>
<p>Na sacristia fica o Museu Aleijadinho. com magníficas cômodas de jacarandá e peças como a imagem de são Francisco de Paula, de olhar ameaçador, e os perturbadores leões que serviam como suporte de ataúdes.</p>
<p>Repare, ainda, na delicadeza e na perfeição do Cristo entalhado em marfim. Pça. Antônio Dias, s/n, Antônio Dias.</p>
<h4>10. CAPELA DO PADRE FARIA</h4>
<p><figure id="attachment_41285" aria-describedby="caption-attachment-41285" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41285 size-large" title="CAPELA DO PADRE FARIA EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-1024x682.jpg" alt="CAPELA DO PADRE FARIA EM OURO PRETO" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-1024x682.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-768x511.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CAPELA-DO-PADRE-FARIA-EM-OURO-PRETO.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41285" class="wp-caption-text">CAPELA DO PADRE FARIA EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Construída no começo do século XVIII em substituição à capela improvisada em que o padre João de Faria Fialho rezou a primeira missa do arraial, a capela é conhecida também pelo nome de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos.</p>
<p>A recente restauração recuperou a exuberância que se esconde atrás da fachada singela, como a magnífica talha dourada do altar-mor e dos altares laterais e a pintura do forro, uma das mais antigas de Minas Gerais.</p>
<p>Nas pinturas laterais, percebem-se elementos orientais, o que revela a influência dos ornamentos da porcelana chinesa trazida pelos portugueses de Macau.</p>
<p>No adro, há um cruzeiro de três braços, de quartzito, e a torre do sino — o único que, desobedecendo às ordens da Coroa, fez soar o toque fúnebre no dia da execução de Tiradentes. R. Nossa Senhora do Parto.</p>
<h4>11. CASA DOS CONTOS</h4>
<p><figure id="attachment_41287" aria-describedby="caption-attachment-41287" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41287 size-large" title="CASA DOS CONTOS EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-1024x632.jpg" alt="CASA DOS CONTOS EM OURO PRETO" width="800" height="494" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-1024x632.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-300x185.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-768x474.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-89x55.jpg 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO-800x494.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/CASA-DOS-CONTOS-EM-OURO-PRETO.jpg 1527w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41287" class="wp-caption-text">CASA DOS CONTOS EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Um dos mais bem conservados exemplos da arquitetura civil colonial, a casa, construída entre 1782 e 1784, servia de residência para um rico comerciante local.</p>
<p>Em 1789, foi usada como prisão para os inconfidentes: nela morreu um deles, o poeta Cláudio Manuel da Costa.</p>
<p>Depois, foi ocupada pela Intendência do Ouro e por outras repartições públicas. Hoje, restaurada, expõe mobiliário dos séculos XVIII e XIX e abriga uma agência da Receita Federal, um centro de estudos sobre o ciclo do ouro e unia biblioteca especializada.</p>
<p>Possui unia monumental escadaria em cantaria, belas pinturas do forro e grandes fornos e cadinhos utilizados para a fundição de ouro. R. Sào José, 12, Centro.</p>
<h4>12. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SANTA IFIGÊNIA)</h4>
<p><figure id="attachment_41289" aria-describedby="caption-attachment-41289" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41289 size-full" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SANTA IFIGÊNIA) EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SANTA IFIGÊNIA) EM OURO PRETO" width="800" height="533" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-DOS-PRETOS-SANTA-IFIGENIA-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41289" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SANTA IFIGÊNIA) EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>Assim como tinham sua igreja matriz, cada freguesia de Ouro Preto (Ouro Preto e Antônio Dias) tinha sua igreja de Nossa Senhora do Rosário, protetora dos negros.</p>
<p>Esta, à qual se junta a devoção a santa Ifigênia, foi construída em Antônio Dias entre 1733 e 1785, a mando &#8211; segundo a tradição &#8211; de Chico Rei, escravo alforriado que se tornou dono de uma próspera mina de ouro e libertou centenas de outros cativos.</p>
<p>Para chegar à igreja, localizada no alto de uma colina, sobe-se uma grande escadaria.</p>
<p>Na fachada simples destaca-se uma imagem de Nossa Senhora do Rosário esculpida por Aleijadinho; no interior não há ouro, mas belas talhas em madeira representando conchas, camarões e outros elementos que evocam o universo africano.</p>
<p>O relógio da torre, de 1762, ainda funciona.</p>
<p>Na entrada, vê-se a pia de pedra em que  as negras lavavam os cabelos, a fim de doar à irmandade o pó de ouro contrabandeado das minas. R. Santa Ifigênia, 396, Alto da Cruz.</p>
<h4>13. IGREJA DE SÀO JOSÉ</h4>
<p><figure id="attachment_41291" aria-describedby="caption-attachment-41291" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41291 size-loop-large" title="IGREJA DE SÀO JOSÉ EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-800x534.jpg" alt="IGREJA DE SÀO JOSÉ EM OURO PRETO" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-SAO-JOSE-EM-OURO-PRETO.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41291" class="wp-caption-text">IGREJA DE SÀO JOSÉ EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>A construção desta igreja, cujo retábulo do altar-mor foi projetado por Aleijadinho, estendeu-se de 1752 a 1811.</p>
<p>Infelizmente, ela está fechada para restauração, sem previsão de abertura.</p>
<p>Ainda assim, vale a pena parar e observar na fachada o terraço com balaustrada de pedra-sabão que rodeia a torre central, um dos mais originais da cidade O escritor Bernardo Guimarães (1825-84), autor do romance A escrava Isaura, está enterrado no cemitério anexo. R. Teixeira Amaral, s/n.</p>
<h4>14. IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR</h4>
<p><figure id="attachment_41293" aria-describedby="caption-attachment-41293" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41293 size-loop-large" title="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg" alt="IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-800x534.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-MATRIZ-DE-NOSSA-SENHORA-DO-PILAR.jpg 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41293" class="wp-caption-text">IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PILAR</figcaption></figure></p>
<p>Atual construção, de 1731, substituiu a primitiva matriz do Pilar, marco da fundação da cidade, construída entre 1700 e 1703 em taipa e madeira.</p>
<p>O altar de santo Antônio e o de Nossa Senhora das Dores, entre os seis existentes, devem ter pertencido à matriz antiga.</p>
<p>A fachada simples se contrapõe à extraordinária riqueza do interior, onde foram usados mais de quatrocentos  quilos de ouro.</p>
<p>Há opulência em cada detalhe: no arco central há mais de uma centena de flores brasileiras esculpidas e folheadas a ouro; a talha do altar-mor é de Francisco Xavier de Brito, um dos mestres de Aleijadinho.</p>
<p>Na restauração foi recuperada a versão original da pintura da Santa Ceia do painel central, que havia sido repintada tardiamente duas vezes.</p>
<p>No subsolo da igreja fica o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto, com uni grande acervo de peças produzidas entre os séculos XVI e XIX, tais como imagens, paramentos e tecidos bordados a ouro, e prataria. Pça. Monsenhor Joào Castilho Barbosa, s/n.</p>
<h4>15. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO</h4>
<p><figure id="attachment_41297" aria-describedby="caption-attachment-41297" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41297 size-large" title="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-1024x576.jpg" alt="IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO EM OURO PRETO" width="800" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DE-NOSSA-SENHORA-DO-ROSARIO-EM-OURO-PRETO.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41297" class="wp-caption-text">IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>O traçado circular desta igreja construída entre 1733 e 1785 é único em Ouro Preto e remete às construções do Norte europeu &#8211; uma solução erudita aplicada a uma igreja levantada por uma ordem de escravos em substituição à capela original, de 1709.</p>
<p>A originalidade da obra contrasta com o interior despojado, onde se destacam os altares dedicados aos santos negros.</p>
<p>A imagem de Santa Helena é de Aleijadinho. Lgo. do Rosário, s/n.</p>
<h4>TRIUNFO EUCARÍSTICO</h4>
<p>Em 1731, durante a construção do altar da igreja matriz de Nossa Senhora do Pilar, o Santíssimo Sacramento foi transferido provisoriamente para a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.</p>
<p>Para celebrar seu retorno, em 1733, e a inauguração oficial da matriz, foi realizada uma procissão, um grande festival barroco que ficou conhecido como Triunfo Eucarístico.</p>
<p>Nela desfilaram personagens bíblicos, outros caracterizados como os sete planetas, mouros e cristãos, os quatro ventos, seguidos pelos membros das várias irmandades de Ouro Preto, cujos trajes e paramentos, assim como os arreios de cavalos, foram confeccionados em seda, ouro, prata, gemas preciosas e plumas.</p>
<p>A festa estendeu-se por dias e dá a medida do esplendor do apogeu do ciclo do ouro, da força da Igreja nos Setecentos e do as¬pecto ritualístico e festivo da religiosidade mineira.[/box]</p>
<h4>16. IGREJA DO BOM JESUS DE MATOSINHOS (SÃO MIGUEL E ALMAS)</h4>
<p><figure id="attachment_41299" aria-describedby="caption-attachment-41299" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41299 size-full" title="IGREJA DO BOM JESUS DE MATOSINHOS (SÃO MIGUEL E ALMAS) EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO.jpg" alt="IGREJA DO BOM JESUS DE MATOSINHOS (SÃO MIGUEL E ALMAS) EM OURO PRETO" width="800" height="640" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO-300x240.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO-768x614.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-DO-BOM-JESUS-DE-MATOSINHOS-SAO-MIGUEL-E-ALMAS-EM-OURO-PRETO-69x55.jpg 69w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41299" class="wp-caption-text">IGREJA DO BOM JESUS DE MATOSINHOS (SÃO MIGUEL E ALMAS) EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>O ponto alto desta igreja é a portada de Aleijadinho, que mostra, dramaticamente, são Miguel Arcanjo sobre o fogo do inferno, rodeado pelas almas do purgatório.</p>
<p>Em seu interior há apenas três altares cm estilo rococó, com retábulos pintados e sem douramento.</p>
<p>A igreja é da época da decadência do ouro &#8211; estima-se que sua construção tenha se iniciado por volta de 1763 e terminado já no início do século XIX.</p>
<p>O teto do altar-mor e da nave foi restaurado, deixando ver trechos da pintura original de Ataíde, autor também da Santa Ceia e da Crucificação pintadas na nave.</p>
<p>Na sacristia há altares com pinturas do século XVIII e cinco quadros da Via Sacra, atribuídos a Aleijadinho ou seus discípulos. R. Alvarenga Peixoto, s/n, Cabeças.</p>
<h4>17. IGREJA SÂO FRANCISCO DE PAULA</h4>
<p><figure id="attachment_41301" aria-describedby="caption-attachment-41301" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41301 size-large" title="IGREJA SÂO FRANCISCO DE PAULA EM OURO PRETO" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg" alt="IGREJA SÂO FRANCISCO DE PAULA EM OURO PRETO" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/IGREJA-SAO-FRANCISCO-DE-PAULA-EM-OURO-PRETO.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41301" class="wp-caption-text">IGREJA SÂO FRANCISCO DE PAULA EM OURO PRETO</figcaption></figure></p>
<p>A mais recente igreja da cidade levou quase cem anos para ser construída: as  obras iniciaram-se em 1804 e foram concluídas em 1898, pois a mineração já entrava em declínio.</p>
<p>Mais clara e leve que as construções anteriores, é uma das poucas igrejas de Ouro Preto cm que se veem plaquetas informativas junto a algumas peças e altares.</p>
<p>A porta tapa-vento, com vidros vermelhos e verdes, foi projetada por Aleijadinho, e as pinturas azuis dos sete altares são folheadas a ouro.</p>
<p>Em um dos altares, à esquerda, há um brasão com o símbolo do Império e um cravo fixado por Dom Pedro II em 1871 para marcar sua passagem.</p>
<p>Especialistas atribuem a bela imagem de São Francisco de Assis do altar-mor a Aleijadinho.</p>
<p>A igreja guarda ainda duas de quatro estátuas de porcelana portuguesa que ornavam as escadarias de entrada. Sua localização, no alto do morro da Piedade, proporciona uma belíssima vista panorâmica da cidade. R. Pe. Marcos Pena, s/n, Centro.</p>
<h4>18. OUTRAS ATRAÇÕES</h4>
<h5>18.1. PASSEIO PELA CIDADE</h5>
<p>Para conhecer a alma de Ouro Preto, o visitante precisa percorrê-la sem pressa.</p>
<p>Só assim verá, por exemplo, os vários passos &#8211; pequenas capelas com um único compartimento, em que param as procissões durante a Semana Santa &#8211; construídos entre os séculos XVIII e XIX.</p>
<p>Um dos mais antigos é o passo da praça Tiradentes, no coração da cidade, geminado à residência localizada na esquina da rua Conde de Bobadela.</p>
<p><figure id="attachment_41304" aria-describedby="caption-attachment-41304" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41304 size-loop-large" title="Chafariz do Passo de Antônio Dias em Ouro Preto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-800x314.jpg" alt="Chafariz do Passo de Antônio Dias em Ouro Preto" width="800" height="314" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-800x314.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-300x118.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-768x301.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-140x55.jpg 140w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Chafariz-do-Passo-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto.jpg 892w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41304" class="wp-caption-text">Chafariz do Passo de Antônio Dias em Ouro Preto</figcaption></figure></p>
<p>O passo de Antônio Dias data de meados do século XIX e situa-se ao lado do chafariz de Antônio Dias, recentemente restaurado.</p>
<p>Os chafarizes lavrados em pedra, que abasteceram Vila Rica durante os tempos do ouro, são outro símbolo da cidade: veja, no centro, o chafariz dos Contos (1745), perto da Casa dos Contos, e o chafariz de Marília (1758), na rua Santa Ifigênia, construído por Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho.</p>
<p>No passeio, observe ainda as antigas pontes que entrecortam Ouro Preto e a riqueza das construções, muitas delas de grande importância histórica, como a casa de Tomás Gonzaga (rua Cláudio Manuel, 61), que abriga a Secretaria de Turismo e Cultura, e a casa de Cláudio Manuel da Costa (rua Carlos Tomás, 6), hoje residência particular.</p>
<h5>18.2. ATELIÊS</h5>
<p>Ao longo de sua história, Ouro Preto atraiu artistas plásticos de diferentes estilos. Muitos deles abrem seus ateliês à visitação ou vendem seus quadros na própria residência.</p>
<h5>18.3. COMPRAS</h5>
<p>O ouro declinou há muito, mas Ouro Preto conserva a tradição de centro de comercialização de joias e pedras preciosas.</p>
<p><figure id="attachment_41306" aria-describedby="caption-attachment-41306" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41306 size-large" title="topázio-imperial" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-1024x683.png" alt="topázio-imperial" width="800" height="534" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial-360x240.png 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/topazio-imperial.png 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41306" class="wp-caption-text">topázio-imperial</figcaption></figure></p>
<p>No entanto, a única gema extraída na região é o raro e valioso topázio-imperial; as demais vêm de outras localidades do estado.  Qualquer que seja seu interesse &#8211; gemas ou joias montadas evite feiras e vendedores ambulantes; compre apenas em lojas que emitam certificados de garantia.</p>
<h4>19. MINAS DE OURO</h4>
<p>Das numerosas minas de ouro que erigiram a glória de Vila Rica, duas delas, cavadas a mão no início do século XVIII, ainda podem ser visitadas, revelando ao turista um pouco da impressionante realidade dos trabalhadores que as exploravam.</p>
<h5>19.1. Mina do Chico Rei</h5>
<p>Na mina de Chico Rei lenda e história se misturam: segundo Topázio-imperial a tradição, Chico &#8211; que teria sido rei na África, antes de ser aprisionado &#8211; comprou a Lavra, enriqueceu com ela e conseguiu a alforria de vários outros cativos.</p>
<p>Além disso, com o ouro extraído, ergueu a igreja de Santa Ifigênia.</p>
<p>Acredita-se que ele teria sido o responsável pela introdução do congado, uma dança de origem africana, nos festejos religiosos da cidade.</p>
<p>A mina, hoje propriedade particular, com restaurante e loja de artesanato anexos, dispõe de 360 metros visitáveis.</p>
<p>O acesso às mais de noventa galerias que se prolongam sob Ouro Preto é restrito a pesquisadores e geólogos (rua Dom Silvério, 108, Antônio Dias.</p>
<h5>19.2. Mina du Veloso</h5>
<p>Fica mais afastada no Centro, no bairro São Cristóvão. Fomos atendidos pelo guia Dudu, que foi ótimo, e explicou bastante sobre tipos de mineração.</p>
<p>Em um dos salões da mina é possível ver estalagmites (mas não se entra nesse salão, vemos apenas de longe). Uma coisa diferente é que há um poço com água supercristalina, embora não-potável, devido à alta concentração de minérios.</p>
<p>Em alguns pontos, samambaias estão brotando nas paredes.</p>
<h5>19.3. Mina Felipe dos Santos</h5>
<p>Também fica mais longe, no bairro Alto da Cruz.</p>
<p>Foi aberta à visitação mais recentemente e é alvo de estudos de geólogos e engenheiros, que acreditam que a mina também era usada para exploração de ocre.</p>
<p>A visita foi guiada pelo atual proprietário da mina, que foca mais em lendas e crenças. Tem uma pequena queda d’água dentro da mina.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pontos-turisticos-arquitetura-e-historia-de-ouro-preto-mg/">Ouro Preto: Cidade Histórica de Valor Turístico e Cultural</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-e-caraibas-de-1596/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Sep 2023 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596 &#8211; Itinerario… &#8220;Delineatio Omnium Orarum Totius Australis Partis Americae, Dictae Peruvianae, a R. de la Plata, Brasiliam, Pariam, &#38; Castellam Auream&#8230;&#8221;, Linschoten/Langren Este é um dos mapas mais impressionantes e decorativos da América do Sul e é um importante registo inicial [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-e-caraibas-de-1596/">Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_41311" aria-describedby="caption-attachment-41311" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41311 size-large" title="Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-1024x731.jpg" alt="América do Sul e Caraíbas de 1596" width="800" height="571" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-1024x731.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-300x214.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-768x548.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-77x55.jpg 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-1536x1097.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-2048x1462.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/America-do-Sul-e-Caraibas-de-1596-800x571.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41311" class="wp-caption-text">Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596 &#8211; Itinerario… &#8220;Delineatio Omnium Orarum Totius Australis Partis Americae, Dictae Peruvianae, a R. de la Plata, Brasiliam, Pariam, &amp; Castellam Auream&#8230;&#8221;, Linschoten/Langren Este é um dos mapas mais impressionantes e decorativos da América do Sul e é um importante registo inicial do continente. O mapa está orientado com o norte para a direita e inclui a Flórida e as Índias Ocidentais. O Estreito de Magalhães é representado com a Terra del Fuego como parte da grande massa de terra do sul. As linhas costeiras estão bem definidas e densamente gravadas com nomes de lugares. O interior está repleto de montanhas fictícias, rios e vinhetas de gigantes da Patagónia, canibais brasileiros e numerosos animais estranhos, incluindo uma criatura semelhante a um leão com cauda às riscas e rosto humano. Outros adornos incluem grandes e elaboradas cartelas com descrições da região em latim e neerlandês, monstros marinhos, galeões e uma bela rosa dos ventos. Gravado por Arnold van Langeren a partir de fontes portuguesas e espanholas que Linschoten recolheu enquanto viveu durante seis anos sob o patrocínio do arcebispo católico de Goa.&nbsp;</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596 &#8211; Itinerario…</h3>
<h4>&#8220;Delineatio Omnium Orarum Totius Australis Partis Americae, Dictae Peruvianae, a R. de la Plata, Brasiliam, Pariam, &amp; Castellam Auream&#8230;&#8221;, Linschoten/Langren</h4>
<p>Este é um dos mapas mais impressionantes e decorativos da América do Sul e é um importante registo inicial do continente.</p>
<p>O mapa está orientado com o norte para a direita e inclui a Flórida e as Índias Ocidentais.</p>
<p>O Estreito de Magalhães é representado com a Terra del Fuego como parte da grande massa de terra do sul.</p>
<p>As linhas costeiras estão bem definidas e densamente gravadas com nomes de lugares.</p>
<p>O interior está repleto de montanhas fictícias, rios e vinhetas de gigantes da Patagónia, canibais brasileiros e numerosos animais estranhos, incluindo uma criatura semelhante a um leão com cauda às riscas e rosto humano.</p>
<p>Outros adornos incluem grandes e elaboradas cartelas com descrições da região em latim e neerlandês, monstros marinhos, galeões e uma bela rosa dos ventos.</p>
<p>Gravado por Arnold van Langeren a partir de fontes portuguesas e espanholas que Linschoten recolheu enquanto viveu durante seis anos sob o patrocínio do arcebispo católico de Goa.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-da-america-do-sul-e-caraibas-de-1596/">Mapa da América do Sul e Caraíbas de 1596</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1675/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2023 07:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675 &#8220;Indiarum Occidentalium Tractus Littorales cum Insulis Caribicis / Pascaert van Westindien ende Caribise Eylanden&#8221;, Wit, Frederick de Esta é a escassa primeira edição de um dos mais belos mapas gravados das Índias Ocidentais. Apresenta a costa da América do Norte [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1675/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_41233" aria-describedby="caption-attachment-41233" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41233 size-large" title="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-1024x836.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675" width="800" height="653" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-1024x836.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-300x245.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-768x627.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-67x55.jpg 67w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-1536x1253.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-2048x1671.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-das-Caraibas-de-1675-800x653.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41233" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675 &#8220;Indiarum Occidentalium Tractus Littorales cum Insulis Caribicis / Pascaert van Westindien ende Caribise Eylanden&#8221;, Wit, Frederick de Esta é a escassa primeira edição de um dos mais belos mapas gravados das Índias Ocidentais. Apresenta a costa da América do Norte quase até à Nova Inglaterra, toda a América Central e a costa norte da América do Sul. Há uma grande quantidade de informações de navegação, incluindo passagens, ancoradouros, bancos de areia e baixios. Numerosos nomes de localidades alinham-se nas costas, incluindo Charleston, St. Augustine, Cabo Canaveral, Ilha Roanoke, Santo Domingo e Havana. A curvatura da Costa do Golfo é quase exacta, mas a carta é anterior às explorações de Iberville e La Salle do Delta do Mississippi e da Baía de Mobile. A carta é uma obra-prima de gravura decorativa com ilustrações de navios à vela, uma rosa dos ventos e duas elaboradas cartelas de título (em latim e holandês), uma mostrando canibalismo e a outra retratando piratas europeus observando nativos.&nbsp; Referências: Burden #468.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675</h3>
<h4>&#8220;Indiarum Occidentalium Tractus Littorales cum Insulis Caribicis / Pascaert van Westindien ende Caribise Eylanden&#8221;, Wit, Frederick de</h4>
<p>Esta é a escassa primeira edição de um dos mais belos mapas gravados das Índias Ocidentais.</p>
<p>Apresenta a costa da América do Norte quase até à Nova Inglaterra, toda a América Central e a costa norte da América do Sul.</p>
<p>Há uma grande quantidade de informações de navegação, incluindo passagens, ancoradouros, bancos de areia e baixios. Numerosos nomes de localidades alinham-se nas costas, incluindo Charleston, St. Augustine, Cabo Canaveral, Ilha Roanoke, Santo Domingo e Havana.</p>
<p>A curvatura da Costa do Golfo é quase exacta, mas a carta é anterior às explorações de Iberville e La Salle do Delta do Mississippi e da Baía de Mobile.</p>
<p>A carta é uma obra-prima de gravura decorativa com ilustrações de navios à vela, uma rosa dos ventos e duas elaboradas cartelas de título (em latim e holandês), uma mostrando canibalismo e a outra retratando piratas europeus observando nativos.&nbsp;</p>
<p>Referências: Burden #468.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1675/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1675</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1666/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2023 07:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666 &#8211;&#160;De Zee-Atlas, ofte Water-Weereld Scarce Sea Chart with Interesting Depiction of the Coastline of the US,&#160;&#8220;Pascaerte van Westindien de Vaste Kusten en de Eylanden&#8221;,&#160;Goos, Pieter O escasso mapa de Goos do Golfo do México e das Caraíbas foi baseado no [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1666/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_41224" aria-describedby="caption-attachment-41224" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41224 size-large" title="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-1024x897.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666" width="800" height="701" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-1024x897.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-2048x1795.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-300x263.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-768x673.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-63x55.jpg 63w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-1536x1346.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Gulf-of-Mexico-Caribbean-from-1666-800x701.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41224" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666 &#8211;&nbsp;De Zee-Atlas, ofte Water-Weereld Scarce Sea Chart with Interesting Depiction of the Coastline of the US,&nbsp;&#8220;Pascaerte van Westindien de Vaste Kusten en de Eylanden&#8221;,&nbsp;Goos, Pieter O escasso mapa de Goos do Golfo do México e das Caraíbas foi baseado no mapa de Hessel Gerritsz da região, publicado por volta de 1631, que influenciou numerosos derivados. Goos incluiu actualizações de outros derivados, incluindo a cartografia do Golfo do México representada por Joannes van Loon, cerca de 1661, e a linha de costa ligeiramente inclinada do Sudeste dos EUA representada por Hendrick Doncker, cerca de 1659. No entanto, o mapa de Goos foi o primeiro derivado a incluir a inserção de Gerritsz da costa norte de Cuba, que preenche o canto inferior esquerdo. Goos também introduziu algumas melhorias, como a representação das Outer Banks. O mapa é adornado com duas rosas de compasso e o título aparece numa pele de vaca erguida por dois querubins. Referências: Burden #389.&nbsp;</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666 &#8211;&nbsp;De Zee-Atlas, ofte Water-Weereld</h3>
<h4 class="color-red">Scarce Sea Chart with Interesting Depiction of the Coastline of the US,&nbsp;&#8220;Pascaerte van Westindien de Vaste Kusten en de Eylanden&#8221;,&nbsp;Goos, Pieter</h4>
<p>O escasso mapa de Goos do Golfo do México e das Caraíbas foi baseado no mapa de Hessel Gerritsz da região, publicado por volta de 1631, que influenciou numerosos derivados.</p>
<p>Goos incluiu actualizações de outros derivados, incluindo a cartografia do Golfo do México representada por Joannes van Loon, cerca de 1661, e a linha de costa ligeiramente inclinada do Sudeste dos EUA representada por Hendrick Doncker, cerca de 1659.</p>
<p>No entanto, o mapa de Goos foi o primeiro derivado a incluir a inserção de Gerritsz da costa norte de Cuba, que preenche o canto inferior esquerdo. Goos também introduziu algumas melhorias, como a representação das Outer Banks.</p>
<p>O mapa é adornado com duas rosas de compasso e o título aparece numa pele de vaca erguida por dois querubins.</p>
<p>Referências: Burden #389.&nbsp;</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-das-caraibas-de-1666/">Mapa do Golfo do México e das Caraíbas de 1666</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caraibas-de-1650-80/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 18:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80 &#8211;&#160;Atlas Minor sive Geographia &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas &#160;Este bonito mapa centra-se nas Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caraibas-de-1650-80/">Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_41210" aria-describedby="caption-attachment-41210" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41210 size-large" title="Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-1024x850.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80" width="800" height="664" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-1024x850.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-768x637.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-300x249.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-66x55.jpg 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-1536x1275.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-2048x1700.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caraibas-de-1650-80-800x664.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41210" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80 &#8211;&nbsp;Atlas Minor sive Geographia &#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas &nbsp;Este bonito mapa centra-se nas Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com a América Central e a parte norte da América do Sul. Duas encantadoras cartelas com querubins e sereias decoram os cantos opostos. Oito navios navegam pelos mares e três canoas nativas são representadas ao largo da costa da América do Norte. O mapa apresenta uma série de mitos cartográficos interessantes. Estes incluem dois grandes lagos inexistentes na região da Geórgia ocidental e uma cadeia de montanhas inexistente que se estende dos Piemontes ao longo do continente norte-americano. Na América do Sul, o arquétipo do mito cartográfico, Manoa o&#8217; El Dorado (a cidade dourada), está localizado nas margens do Lacus Parime vel Roponowini, na Guiana. Este é o segundo estado com a adição do privilégio na cartela. Referências: Burden #531; Portinaro &amp; Knirsch #82.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80 &#8211;&nbsp;Atlas Minor sive Geographia</h3>
<h4>&#8220;Insulae Americanae in Oceano Septentrionali ac Regiones Adiacentes, a C. de May Usque ad Lineam Aequinoctialem&#8221;, Visscher, Nicolas</h4>
<p>&nbsp;Este bonito mapa centra-se nas Índias Ocidentais e abrange a região desde Chesapeake até ao Golfo do México, com a América Central e a parte norte da América do Sul.</p>
<p>Duas encantadoras cartelas com querubins e sereias decoram os cantos opostos. Oito navios navegam pelos mares e três canoas nativas são representadas ao largo da costa da América do Norte.</p>
<p>O mapa apresenta uma série de mitos cartográficos interessantes. Estes incluem dois grandes lagos inexistentes na região da Geórgia ocidental e uma cadeia de montanhas inexistente que se estende dos Piemontes ao longo do continente norte-americano.</p>
<p>Na América do Sul, o arquétipo do mito cartográfico, Manoa o&#8217; El Dorado (a cidade dourada), está localizado nas margens do Lacus Parime vel Roponowini, na Guiana. Este é o segundo estado com a adição do privilégio na cartela.</p>
<p>Referências: Burden #531; Portinaro &amp; Knirsch #82.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caraibas-de-1650-80/">Mapa do Golfo do México e Caraíbas de 1650-80</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-colonial-sudeste-dos-estados-unidos-bahamas-e-grandes-antilhas-1706/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 14:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706 &#8220;De Vaste Kust van Chicora Tussen Florida en Virginie, door Lucas Vasquez d&#8217;Ayllon en Andere, van Hispaniola Besterend&#8221;,&#160;Aa, Pieter van der Mapa escasso de uma Flórida de forma invulgar, com as Carolinas a norte até ao Cabo Hatteras e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_41201" aria-describedby="caption-attachment-41201" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41201 size-large" title="Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-1024x742.jpg" alt="Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706 " width="800" height="580" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-1024x742.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-300x217.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-1536x1113.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-768x557.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-2048x1485.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Colonial-Southeast-United-States-Bahamas-Greater-Antilles-800x580.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41201" class="wp-caption-text">Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706 &#8220;De Vaste Kust van Chicora Tussen Florida en Virginie, door Lucas Vasquez d&#8217;Ayllon en Andere, van Hispaniola Besterend&#8221;,&nbsp;Aa, Pieter van der Mapa escasso de uma Flórida de forma invulgar, com as Carolinas a norte até ao Cabo Hatteras e as Caraíbas ocidentais. O mapa baseia-se nas explorações de Lucas Vázquez de Ayllon, conforme relatado a Alonso d&#8217;Ojeda, que explorou a costa da Carolina do Sul em 1526 com um séquito de 500 colonos, e se estabeleceu perto de uma área que, segundo consta, se situava perto da foz do rio Peede. Ayllon morreu de febre do navio em 1526 e os restantes colonos abandonaram a pretensa colónia e regressaram a Hispaniola. O mapa deriva o seu nome de uma aldeia nativa na costa da Carolina do Sul chamada Chicora, terra de alegada riqueza e recursos naturais para a qual Ayllon recebeu uma patente de Carlos V. Para além de Chicora, é apresentado o fictício Lago May, aqui designado por Lac Grande. O rio Cape Fear é designado como R. Jordan, e as aldeias nativas de Pomejoc e Secotan são assinaladas ao longo da costa da Carolina. A cartela é ladeada por nativos numa paisagem pastoral. Referências: Cumming (SE) #141.</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa Colonial Sudeste dos Estados Unidos, Bahamas e Grandes Antilhas, 1706</h3>
<h4>&#8220;De Vaste Kust van Chicora Tussen Florida en Virginie, door Lucas Vasquez d&#8217;Ayllon en Andere, van Hispaniola Besterend&#8221;,&nbsp;Aa, Pieter van der</h4>
<p>Mapa escasso de uma Flórida de forma invulgar, com as Carolinas a norte até ao Cabo Hatteras e as Caraíbas ocidentais.</p>
<p>O mapa baseia-se nas explorações de Lucas Vázquez de Ayllon, conforme relatado a Alonso d&#8217;Ojeda, que explorou a costa da Carolina do Sul em 1526 com um séquito de 500 colonos, e se estabeleceu perto de uma área que, segundo consta, se situava perto da foz do rio Peede.</p>
<p>Ayllon morreu de febre do navio em 1526 e os restantes colonos abandonaram a pretensa colónia e regressaram a Hispaniola.</p>
<p>O mapa deriva o seu nome de uma aldeia nativa na costa da Carolina do Sul chamada Chicora, terra de alegada riqueza e recursos naturais para a qual Ayllon recebeu uma patente de Carlos V. Para além de Chicora, é apresentado o fictício Lago May, aqui designado por Lac Grande.</p>
<p>O rio Cape Fear é designado como R. Jordan, e as aldeias nativas de Pomejoc e Secotan são assinaladas ao longo da costa da Carolina.</p>
<p>A cartela é ladeada por nativos numa paisagem pastoral.</p>
<p>Referências: Cumming (SE) #141.</p>
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			</item>
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		<title>Momentos Históricos do Brasil Ilustrados em Grandes Obras</title>
		<link>https://bahia.ws/obras-que-mostram-os-principais-momentos-da-historia-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 11:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Andries van Eertvelt]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Firmino Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Benedito Calixto]]></category>
		<category><![CDATA[François-René Moreaux]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Baptiste Debret]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel José de Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Pereira da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Américo]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Desde a chegada dos colonizadores portugueses em 1500, até a independencia do Brasil, muitos fatos importantes marcaram a história do Brasil. Os acontecimentos históricos foram registrados pelas obras de arte dos pintores Oscar Pereira da Silva, Victor Meirelles, Jean-Baptiste Debret, Manuel José de Araújo e Pedro Américo. Principais fatos históricos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Desde a chegada dos colonizadores portugueses em 1500, até a independencia do Brasil, muitos fatos importantes marcaram a história do Brasil.</p>
<p>Os acontecimentos históricos foram registrados pelas obras de arte dos pintores Oscar Pereira da Silva, Victor Meirelles, Jean-Baptiste Debret, Manuel José de Araújo e Pedro Américo.</p>
<h2>Principais fatos históricos que marcaram a História do Brasil</h2>
<h3>1. Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500</h3>
<p><figure id="attachment_41060" aria-describedby="caption-attachment-41060" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41060 size-large" title="Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 - Oscar Pereira da Silva" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1024x578.jpg" alt="Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 - Oscar Pereira da Silva" width="800" height="452" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1024x578.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-768x434.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-97x55.jpg 97w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-1536x867.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500-800x452.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Desembarque-de-Pedro-Alvares-Cabral-em-Porto-Seguro-em-1500.jpg 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41060" class="wp-caption-text">Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500 &#8211; Oscar Pereira da Silva</figcaption></figure></p>
<p>Desembarque de <strong><a href="https://bahia.ws/historia-costa-do-descobrimento/" target="_blank" rel="noopener">Pedro Álvares Cabral</a></strong> em <strong><a href="https://bahia.ws/porto-seguro-e-o-inicio-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Porto Seguro</a></strong> em 1500 (por vezes citada como Descoberta do Brasil) é uma pintura a óleo sobre tela do artista brasileiro Oscar Pereira da Silva.</p>
<p><figure id="attachment_41058" aria-describedby="caption-attachment-41058" style="width: 247px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pintor-Oscar-Pereira-da-Silva.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41058 size-medium" title="Pintor Oscar Pereira da Silva" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pintor-Oscar-Pereira-da-Silva-247x300.jpg" alt="Pintor Oscar Pereira da Silva" width="247" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pintor-Oscar-Pereira-da-Silva-247x300.jpg 247w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pintor-Oscar-Pereira-da-Silva-45x55.jpg 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Pintor-Oscar-Pereira-da-Silva.jpg 329w" sizes="(max-width: 247px) 100vw, 247px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41058" class="wp-caption-text">Pintor Oscar Pereira da Silva</figcaption></figure></p>
<p>A tela, que foi finalizada no ano de 1900, retrata o primeiro desembarque dos navios de Pedro Álvares Cabral em terras brasileiras, no que viria a ser hoje o território de Porto Seguro, no estado da Bahia.</p>
<p>Pertencente ao gênero de pintura histórica, que combina retrato, natureza-morta e paisagem para representar um determinado acontecimento de relevância histórica, a obra foi recebida com grande prestígio da sociedade e da imprensa da época, sendo definitiva para o estabelecimento de Oscar Pereira da Silva como um pintor de destaque no cenário artístico nacional do começo do século XX.</p>
<p>A pintura de Pereira da Silva é uma das imagens mais referenciadas quanto ao momento da chegada das caravanas de Pedro Álvares Cabral no Brasil, sendo a representação mais difundida entre livros didáticos e outras publicações acadêmicas.</p>
<h3>2. Primeira Missa no Brasil</h3>
<p>Primeira das grandes composições de <strong><a href="https://bahia.ws/biografia-de-victor-meirelles-e-a-analise-da-obra-a-primeira-missa-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Victor Meirelles</a></strong>, a Primeira Missa no Brasil permanece como a mais afamada e significativa obra em toda a sua produção.</p>
<p><figure id="attachment_41038" aria-describedby="caption-attachment-41038" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41038 size-large" title="Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1024x787.jpg" alt="Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)" width="800" height="615" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1024x787.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-300x231.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-768x590.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-800x615.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41038" class="wp-caption-text">Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)</figcaption></figure></p>
<p>Pintada em Paris entre 1858 e 1861, durante sua segunda temporada de estudos como bolsista da Academia Imperial, tem a dimensão de 2,70 x 3,57 metros excluindo a moldura.</p>
<p><figure id="attachment_41062" aria-describedby="caption-attachment-41062" style="width: 221px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-na-decada-de-1860.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41062 size-medium" title="Victor Meirelles na década de 1860" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-na-decada-de-1860-221x300.jpg" alt="Victor Meirelles na década de 1860" width="221" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-na-decada-de-1860-221x300.jpg 221w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-na-decada-de-1860-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-na-decada-de-1860.jpg 423w" sizes="(max-width: 221px) 100vw, 221px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41062" class="wp-caption-text">Victor Meirelles na década de 1860</figcaption></figure></p>
<p>A obra lhe valeu o reconhecimento no prestigiado Salão de Paris de 1861 e a consagração em sua terra, sendo condecorado como cavaleiro da Ordem da Rosa por D. Pedro II.</p>
<p>A obra é um resultado direto do programa nacionalista, educativo e civilizatório de D. Pedro II, que entre outros objetivos visava através das artes plásticas reconstruir visualmente momentos marcantes da história brasileira, servindo para a cristalização de uma identidade nacional e como um cartão de visitas para afirmar o Brasil entre as nações progressistas do mundo.</p>
<p>Para sua realização teve constante aconselhamento de Araújo Porto-Alegre, diretor da Academia Imperial, bem como de Ferdinand Denis, diretor da Biblioteca de Sainte-Geneviève de Paris, onde pesquisou a iconografia referente aos indígenas, além de provavelmente inspirar-se para a cena central na Première messe en Kabyli (1853) do pintor francês Horace Vernet, e na Une messe au Louvre pendant la Terreur (1847), de Marius Granet.</p>
<p>A pintura ilustra um acontecimento que teria ocorrido em 26 de abril de 1500, quando Pedro Álvares Cabral mandou rezar uma missa para marcar simbolicamente a tomada de posse da Terra de Vera Cruz para a Coroa Portuguesa e a implantação da fé católica.</p>
<h3>3. Partida de Estácio de Sá para fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565</h3>
<p><figure id="attachment_41182" aria-describedby="caption-attachment-41182" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41182 size-large" title="Partida da esquadra de Estácio de Sá de Bertioga para a fundação da cidade do Rio de Janeiro - Benedito Calixto" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-837x1024.jpg" alt="Partida da esquadra de Estácio de Sá de Bertioga para a fundação da cidade do Rio de Janeiro." width="800" height="979" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-837x1024.jpg 837w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-245x300.jpg 245w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-768x939.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-45x55.jpg 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-1256x1536.jpg 1256w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro-800x979.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Partida-da-esquadra-de-Estacio-de-Sa-de-Bertioga-para-a-fundacao-da-cidade-do-Rio-de-Janeiro.jpg 1308w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41182" class="wp-caption-text">Partida da esquadra de Estácio de Sá de Bertioga para a fundação da cidade do Rio de Janeiro &#8211; Benedito Calixto</figcaption></figure></p>
<p>Partida de Estácio de Sá, de Bertioga, na capitania de São Vicente, rumo à Baía de Guanabara para fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Na areia, ajoelhado, Anchieta recebe as bênçãos de Manuel da Nóbrega. Óleo sobre tela de Benedito Calixto (1853 –1927).</p>
<h3>4. Fundação do Rio de Janeiro em 1565</h3>
<p><figure id="attachment_41187" aria-describedby="caption-attachment-41187" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41187 size-large" title="“Fundação do Rio de Janeiro”, Mem de Sá entrega as chaves da cidade ao alcaide. Obra de Antonio Firmino Monteiro. " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-1024x673.jpg" alt="“Fundação do Rio de Janeiro”, Mem de Sá entrega as chaves da cidade ao alcaide. Obra de Antonio Firmino Monteiro. " width="800" height="526" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-1024x673.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-768x504.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-1536x1009.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-2048x1345.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Fundacao-do-Rio-de-Janeiro-1565-800x525.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41187" class="wp-caption-text">“Fundação do Rio de Janeiro”, Mem de Sá entrega as chaves da cidade ao alcaide. Obra de Antonio Firmino Monteiro.</figcaption></figure></p>
<p>“Fundação do Rio de Janeiro”, Mem de Sá entrega as chaves da cidade ao alcaide. Obra de Antonio Firmino Monteiro.</p>
<h3>5. Ataque de Salvador</h3>
<p><figure id="attachment_41189" aria-describedby="caption-attachment-41189" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41189 size-loop-large" title="Ataque de Salvador, tela do pintor flamengo Andries van Eertvelt, cerca de 1624" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador-800x486.jpg" alt="Ataque de Salvador, tela do pintor flamengo Andries van Eertvelt, cerca de 1624" width="800" height="486" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador-800x486.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador-300x182.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador-768x467.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador-91x55.jpg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Ataque-de-Salvador.jpg 994w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41189" class="wp-caption-text">Ataque de Salvador, tela do pintor flamengo Andries van Eertvelt, cerca de 1624</figcaption></figure></p>
<p>Ataque de Salvador, tela do pintor flamengo Andries van Eertvelt, cerca de 1624 <span style="font-family: Arial;">(provavelmente com base em gravura de Claes Jansz Visscher, também autor da gravura abaixo com Diogo Furtado)</span>, acervo do National Maritime Museum, Greenwich. Retrata a batalha naval na Baía de Todos os Santos para a tomada da Cidade. O navio do holandês Piet Hein está embaixo, à direita.</p>
<h3>6. Castigo de Escravo</h3>
<p><figure id="attachment_41064" aria-describedby="caption-attachment-41064" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41064 size-large" title="Castigo de Escravo - Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-1024x741.jpg" alt="Castigo de Escravo - Jean-Baptiste Debret" width="800" height="579" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-1024x741.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-300x217.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-768x556.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-76x55.jpg 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-1536x1111.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-2048x1481.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-800x579.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41064" class="wp-caption-text">Castigo de Escravo &#8211; Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure></p>
<p>As obra de <strong><a href="https://bahia.ws/biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret/" target="_blank" rel="noopener">Jean-Baptiste Debret</a></strong> é considerada grande contribuição para o Brasil, e é frequentemente analisada por</p>
<p><figure id="attachment_41067" aria-describedby="caption-attachment-41067" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Jean-Baptiste-Debret.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41067 size-thumbnail" title="pintor Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Jean-Baptiste-Debret-160x120.jpg" alt="pintor Jean-Baptiste Debret" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-41067" class="wp-caption-text">pintor Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure></p>
<p>historiadores como uma representação do cotidiano e sociedade do Brasil – em especial, da vida no Rio de Janeiro – de meados do século XIX.</p>
<p>Jean-Baptiste Debret integrou a Missão Artística Francesa (1817), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou.</p>
<p>De volta à França (1831) publicou Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839), documentando aspectos da natureza, do homem e da sociedade brasileira no início do século XIX.</p>
<h3>7. A Coroação de Dom Pedro II</h3>
<p><figure id="attachment_41070" aria-describedby="caption-attachment-41070" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41070 size-large" title="A Coroação de Dom Pedro II - pintor Manuel José de Araújo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-1024x754.jpg" alt="A Coroação de Dom Pedro II - pintor Manuel José de Araújo" width="800" height="589" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-1024x754.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-300x221.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-768x566.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-75x55.jpg 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-1536x1131.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-800x589.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Coroacao-de-Dom-Pedro-II-pintor-Manuel-Jose-de-Araujo.jpg 1885w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41070" class="wp-caption-text">A Coroação de Dom Pedro II &#8211; pintor Manuel José de Araújo</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_41072" aria-describedby="caption-attachment-41072" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Manuel-Jose-de-Araujo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41072 size-thumbnail" title="pintor Manuel José de Araújo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Manuel-Jose-de-Araujo-160x120.jpg" alt="pintor Manuel José de Araújo" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-41072" class="wp-caption-text">pintor Manuel José de Araújo</figcaption></figure></p>
<p>O quadro A Coroação de D. Pedro II é um óleo sobre tela datado dos anos 1845 e 1846, que mede aproximadamente 80 x 110 cm.</p>
<p>Atualmente, a obra se encontra no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.</p>
<p>A obra foi pintada pelo escritor romantista, político, jornalista, caricaturista, arquiteto, professor e diplomata brasileiro Manuel José de Araújo Porto-Alegre, primeiro e único barão de Santo Ângelo (Rio Pardo, 29 de novembro de 1806 — Lisboa, 30 de dezembro de 1879).</p>
<h3>8. O Grito do Ipiranga</h3>
<p><figure id="attachment_41074" aria-describedby="caption-attachment-41074" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41074 size-large" title="O Grito do Ipiranga - pintor Pedro Américo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-1024x554.jpg" alt="O Grito do Ipiranga - pintor Pedro Américo" width="800" height="433" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-1024x554.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-300x162.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-768x415.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-102x55.jpg 102w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-1536x830.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-2048x1107.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/O-Grito-do-Ipiranga-pintor-Pedro-Americo-800x432.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41074" class="wp-caption-text">O Grito do Ipiranga &#8211; pintor Pedro Américo</figcaption></figure></p>
<p>“O Grito do Ipiranga”, também conhecido como “Independência ou Morte”, é a pintura mais conhecida sobre o momento da proclamação da separação do Brasil de Portugal.</p>
<p><figure id="attachment_41076" aria-describedby="caption-attachment-41076" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Pedro-Americo.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41076 size-thumbnail" title="pintor Pedro Américo" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Pedro-Americo-160x120.jpg" alt="pintor Pedro Américo" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-41076" class="wp-caption-text">pintor Pedro Américo</figcaption></figure></p>
<p>O quadro foi encomendado em 1886 pela Comissão do Monumento do Ipiranga ao pintor Pedro Américo, artista que também foi responsável por outras importantes pinturas históricas como “A Batalha do Avahy” e “Tiradentes esquartejado”.</p>
<p>O pintor realizou uma minuciosa pesquisa histórica sobre o movimento da independência, bem como trajes da época e pinturas sobre fatos históricos realizados por outros artistas.</p>
<p>A tela foi a principal obra a ser exposta na inauguração do Museu Paulista em 7 de setembro de 1895, sendo o elemento central do salão nobre do edifício.</p>
<h3>9. O imperador D. Pedro II, sua esposa Teresa Cristina e suas filhas, princesas Isabel e Leopoldina</h3>
<p><figure id="attachment_41241" aria-describedby="caption-attachment-41241" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41241 size-large" title="O imperador D. Pedro II, sua esposa Teresa Cristina e suas filhas, princesas Isabel e Leopoldina" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-1024x1015.jpg" alt="O imperador D. Pedro II, sua esposa Teresa Cristina e suas filhas, princesas Isabel e Leopoldina, em retrato pintado por François-René Moreaux em 1857, no Rio de Janeiro." width="800" height="793" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-1024x1015.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-300x297.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-768x762.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-800x793.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Francois-Rene-Moreaux.jpg 1418w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41241" class="wp-caption-text">O imperador D. Pedro II, sua esposa Teresa Cristina e suas filhas, princesas Isabel e Leopoldina, em retrato pintado por François-René Moreaux em 1857, no Rio de Janeiro.</figcaption></figure></p>
<p>O pintor François-René Moreaux ainda em França estudou com Couvelet e com o Barão de Gross. A partir de 1838 viajou pelo Brasil, depois fixando-se no Rio de Janeiro.</p>
<p>Deu aulas em seu ateliê e atuou como caricaturista. Em 1856, junto com outros, fundou o Liceu de Artes e Ofícios, que também dirigiu e onde foi professor de desenho. No ano seguinte, com Heaton e Regensburg, fundou a Galeria Contemporânea Brasileira.</p>
<p>Dedicou-se especialmente ao retrato, mas cultivou também a pintura histórica. Pelo quadro A Sagração de Dom Pedro II recebeu o hábito da Ordem de Cristo. Expôs nos salões da Academia até 1850, voltando a aparecer em 1859. Deixou retratos de diversas personalidades da época.</p>
<h3>10. A Proclamação da Independência de François-René Moreaux</h3>
<p><figure id="attachment_41245" aria-describedby="caption-attachment-41245" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41245 size-large" title="A Proclamação da Independência de François-René Moreaux" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-1024x643.jpg" alt="A Proclamação da Independência de François-René Moreaux" width="800" height="502" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-1024x643.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-300x188.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-768x482.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-88x55.jpg 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-1536x965.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-2048x1286.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Proclamacao-da-Independencia-de-Francois-Rene-Moreaux-800x502.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41245" class="wp-caption-text">A Proclamação da Independência de François-René Moreaux</figcaption></figure></p>
<p>Detalhe de quadro a óleo sobre a Independência do Brasil, de François-René Moreaux, um pintor francês então residente no Rio, que hoje é conservado no Museu Imperial de Petrópolis/RJ.</p>
<p>Foi executado em 1844, a pedido do Senado imperial. Este quadro é anterior ao de Pedro Américo e pode ter lhe servido de inspiração.</p>
<p>A Independência do Brasil é um marco histórico de extrema importância para o país. Em 7 de setembro de 1822, o Brasil proclamou sua independência de Portugal, encerrando séculos de domínio colonial.</p>
<p>Esse evento emblemático não apenas definiu a trajetória política e social do Brasil, mas também moldou a identidade nacional e estabeleceu os alicerces para a construção de uma nação soberana.</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/obras-que-mostram-os-principais-momentos-da-historia-do-brasil/">Momentos Históricos do Brasil Ilustrados em Grandes Obras</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Biografia de Victor Meirelles e a Análise da Obra “A Primeira Missa no Brasil” </title>
		<link>https://bahia.ws/biografia-de-victor-meirelles-e-a-analise-da-obra-a-primeira-missa-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 19:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[A Primeira Missa no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Meirelles]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=41029</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A primeira missa no Brasil, realizada em 26 de abril de 1500, apenas quatro dias depois do desembarque dos portugueses em Porto Seguro, foi retratada por Victor Meirelles entre 1859 e 1861, enquanto o artista vivia em Paris. A pintura foi inspirada na carta escrita por Pero Vaz de Caminha [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/biografia-de-victor-meirelles-e-a-analise-da-obra-a-primeira-missa-no-brasil/">Biografia de Victor Meirelles e a Análise da Obra &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221; </a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>

<p><strong>A primeira missa no Brasil</strong>, realizada em 26 de abril de 1500, apenas quatro dias depois do desembarque dos portugueses em Porto Seguro, foi retratada por <strong>Victor Meirelles</strong> entre 1859 e 1861, enquanto o artista vivia em Paris.</p>
<p>A pintura foi inspirada na carta escrita por <strong>Pero Vaz de Caminha</strong> ao rei de Portugal, considerado o mais importante documento histórico sobre o momento de descoberta do Brasil.</p>
<p>A obra, que faz parte do <strong>Museu Nacional de Belas Artes</strong>, se tornou uma das mais populares pinturas do País.</p>



<figure id="attachment_41038" aria-describedby="caption-attachment-41038" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41038 size-large" title="Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1024x787.jpg" alt="Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)" width="800" height="615" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1024x787.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-300x231.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-768x590.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-800x615.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41038" class="wp-caption-text">Primeira Missa no Brasil (Victor Meirelles)</figcaption></figure>
<h2 class="wp-block-image aligncenter">Biografia de Victor Meirelles e a análise da obra &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221;</h2>

<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/biografia-de-victor-meirelles-e-a-analise-da-obra-a-primeira-missa-no-brasil/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles.jpg" width="400" /></a></p>

<ol>
<li>Biografia</li>
<li>O Índio Brasileiro e o Movimento Romântico</li>
<li>Análise da Obra &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221;</li>
<li>Academia Imperial de Belas Artes</li>
<li id="h-obras-de-victor-meirelles" class="wp-block-heading">Obras de Victor Meirelles</li>
</ol>
<h3>1. Biografia</h3>
<ul>
<li>
<p><strong>Nascimento e Formação</strong>: Victor Meirelles nasceu em <strong>Lages</strong>, Santa Catarina, em <strong>1832</strong>. Desde jovem, demonstrou interesse pela pintura e, com o apoio de sua família, ingressou na <strong>Academia Imperial de Belas Artes</strong> no Rio de Janeiro em 1849. Lá, estudou com renomados artistas e recebeu a orientação de <strong>Jean-Baptiste Debret</strong> e <strong>Gustave Roux</strong>.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Carreira</strong>: Meirelles ganhou destaque por suas obras de grande escala e pela habilidade em capturar cenas históricas com precisão. Em 1852, venceu o prêmio de viagem para a Europa, onde aprimorou suas técnicas em Paris e estudou os mestres antigos e contemporâneos. Sua estadia na Europa teve uma influência significativa em seu estilo artístico.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Contribuições</strong>: Ao retornar ao Brasil, Meirelles se tornou um dos principais artistas do país. Ele foi nomeado professor na <strong>Academia Imperial de Belas Artes</strong> e desempenhou um papel importante na formação de novas gerações de artistas. Sua obra inclui não apenas temas históricos, mas também retratos e cenas do cotidiano brasileiro.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Morte</strong>: Victor Meirelles faleceu no Rio de Janeiro em <strong>1903</strong>. Seu legado é amplamente reconhecido, e suas obras continuam a ser estudadas e admiradas por sua importância histórica e artística.</p>
</li>
</ul>





<p>O autor e pintor <strong>Victor Meirelles</strong> da <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> nasceu em <strong>Desterro</strong>, atual <strong>Florianópolis</strong>, capital do Estado de <strong>Santa Catarina</strong>, em agosto de <strong>1832</strong>, na casa atualmente transformada em museu e na rua que hoje leva o seu nome.</p>
<p>Já é bastante conhecido entre nós seu interesse precoce pela aprendizagem do ofício de pintar, habilidade que começou a desenvolver quando ainda era menino e vivia em sua ilha natal.</p>
<p>Motivo pelo qual, aos <strong>14 anos</strong> incompletos, foi conduzido ao <strong>Rio de Janeiro</strong> para integrar o grupo de estudantes da <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong>, onde iniciou uma trajetória de estudos que o levou ao <strong>Prêmio de Viagem à Europa</strong>, nos principais centros artísticos de então, na <strong>Itália</strong> e na <strong>França</strong>.</p>
<p>A pintura <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, considerada uma <strong>“obra-prima”</strong> da história da arte nacional, foi produzida em <strong>Paris</strong>, durante a longa viagem de estudos do artista (<strong>1853–1861</strong>) como bolsista da Imperial Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Victor Meirelles</strong> era <strong>humanista</strong> ligado ao <strong>Romantismo</strong>, grande <strong>pesquisador</strong>, observador atento, estudioso, dedicado, disciplinado e indiscutivelmente comprometido com seu tempo. Foi o primeiro brasileiro a expor no <strong>Salão Oficial em Paris</strong>, em <strong>1861</strong>, onde representou seu país com a pintura <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>.</p>
<p>Cabe destacar que, mesmo estando em Paris, <strong>Victor Meirelles</strong> estava em constante comunicação com os professores da <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong> no Brasil, principalmente com <strong>Manuel de Araújo Porto Alegre</strong>.</p>
<p><strong>Victor</strong> cumpria assim uma das exigências do país que sustentava sua estada na <strong>França</strong>.</p>
<p>Embora estudando com os mestres do Primeiro Mundo, permanecia sob a tutela e os comandos da <strong>Academia no Brasil</strong>, portanto, sujeito também às ideias que esta articulava com a elite política e cultural do País, entre eles o <strong>Imperador Pedro Segundo</strong> e o grupo do <strong>IHGB</strong>.</p>
<p>Sendo assim, compreendemos que é principalmente a <strong>cultura</strong> de seu país de origem que determina sua maneira de pensar e, consequentemente, de pintar.</p>
<p>A <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> é o resultado de uma complexa rede de relações entre as <strong>ideias</strong> e <strong>utopias</strong> que se desenvolveram dentro do chamado <strong>“Projeto Civilizatório”</strong>, presente no imaginário da elite cultural e política do século XIX brasileiro.</p>
<p>Este projeto se torna mais evidente, de forma direta ou indireta, com a transferência da <strong>Corte Portuguesa</strong> ao <strong>Rio de Janeiro</strong>, em <strong>1808</strong>, e se consolida com as monarquias que se seguiram depois (<strong>1822–1889</strong>).</p>
<p>Com a vinda da <strong>Corte</strong>, o <strong>Rio de Janeiro</strong> se modernizava, perdendo aos poucos o aspecto <strong>colonial</strong>.</p>
<p>Em torno dela se desenvolveu uma <strong>cultura laica, mundana, cortesã e aristocrática</strong>.</p>
<p>A <strong>Corte</strong> divertia-se com <strong>touradas, cavalhadas, teatros, saraus e musicais</strong>.</p>



<p><strong>É neste cenário que emergiu a primeira academia de arte do País.</strong></p>



<p>Devido a mudanças políticas entre <strong>Portugal</strong> e a <strong>França</strong>, como parte de uma estratégia de reaproximação dos dois países, surgiu a ideia de trazer para o Brasil uma <strong>Missão Artística Francesa</strong>, em <strong>1816</strong>, com a finalidade de institucionalizar o ensino artístico no Brasil.</p>
<p>Este fato se consolidou mais tarde, em <strong>1826</strong>, com a criação da <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>A <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, antes de ser a produção isolada de um artista, é uma síntese visual do <strong>“Projeto Civilizatório”</strong> de cunho nacionalista do <strong>Segundo Império</strong>.</p>
<p>Por isso, para compreender esta pintura é necessário ir àquele contexto.</p>
<p>O País se firmava como nação independente. Pensava-se em criar uma <strong>identidade nacional</strong>, e a <strong>arte</strong> era considerada um lugar privilegiado para pensar a sociedade e para inventar uma nova identidade.</p>
<p>As <strong>Belas Artes</strong> eram instrumento de <strong>civilização</strong> e <strong>glória</strong>, tendo o poder de contribuir na <strong>educação</strong> dos povos, com capacidade de interferir diretamente na realidade.</p>
<p>A ideia de arte ligada à <strong>pedagogia</strong> e à <strong>civilização</strong> estava bem de acordo com o projeto civilizatório da jovem nação, independente desde <strong>1822</strong>.</p>
<p>Para compreender o contexto do qual emerge a pintura de <strong>Victor Meirelles</strong> <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, em meio aos problemas do <strong>Segundo Império</strong>, é necessário também entender as questões que envolvem a legitimação deste “Projeto Civilizatório” em um plano geral internacional.</p>
<p>A <strong>monarquia tropical</strong> teria encontrado dificuldades para legitimar seu poder diante do mundo, o que implica, entre outras coisas, a criação, a ostentação e a ampla divulgação dos ícones que criou.</p>
<p>Cercado de <strong>repúblicas</strong>, o modelo <strong>monárquico brasileiro</strong> contava com obstáculos para seu reconhecimento, seja pelas demais nações americanas, seja pela difícil comunicação com os países europeus.</p>
<p>Há que se considerar o esforço interno no sentido de dissociar a imagem brasileira da ideia de <strong>anarquia</strong>, associada a um sistema <strong>escravocrata</strong> persistente sobre o qual se estruturavam a sociedade e a economia brasileiras.</p>
<p>Desde os primeiros anos de independência, houve evidente esforço em divulgar e efetuar uma imagem ao mesmo tempo comum e peculiar neste longínquo império.</p>
<p>Não havia uma consciência clara das dificuldades de transpor para o Brasil, um país em formação, modelos importados de países como a <strong>França</strong>.</p>
<p>O Brasil era constituído de uma <strong>sociedade</strong> cultural e artisticamente pouco complexa, cuja <strong>elite intelectual</strong>, seduzida pela cultura européia, não podia perceber até que ponto era problemático para esta cultura criar raízes e se desenvolver livremente em uma sociedade ainda em crescimento.</p>
<p>A via de entendimento deste período, seguramente, não passa por respostas simples e rápidas.</p>
<p>Podemos buscar elementos de reflexão na hipótese de que o País buscava se afirmar nos modelos que já conhecia e tinha consciência de que eram mais adiantados.</p>
<p>Por outro lado, havia uma angustiante pergunta entre as <strong>ideias civilizatórias</strong>, pergunta esta que continua sendo motivadora de movimentos culturais e artísticos nacionais ao longo da história: afinal, <strong>o que é brasileiro</strong>?</p>
<p>Havia, durante o século XIX, um desejo geral de afirmação perante o mundo capitalista de ser moderno, participar da rota do progresso, tornar-se uma grande nação, desfazer a imagem do exotismo tropical do atraso e da inércia.</p>
<p>Para compreendermos por que, em momentos de mudança, certos símbolos vingam e outros não, devemos atentar não só para a emissão como também para a divulgação, ou seja, para o <strong>consumo</strong> destes símbolos.</p>
<p><strong>D. Pedro II</strong>, primeiro monarca nascido no Brasil, foi imperador de <strong>1840</strong> a <strong>1889</strong> e tornou-se o principal mecenas do movimento <strong>romântico</strong>.</p>
<p>Na iconografia que mais se nota o uso de uma simbologia característica desta monarquia carregada pelos sinais de um diálogo com a realidade externa (europeia), sem, contudo, deixar de denunciar características singulares locais (nacionais).</p>
<p>Fértil na produção de imagens, o <strong>Império brasileiro</strong> se destacou em seu papel de criador de ícones nacionais, entre hinos, medalhas, emblemas, dísticos e brasões, entre os quais é possível incluir a <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> como parte da iconografia oficial.</p>
<h3>2. O Índio Brasileiro e o Movimento Romântico</h3>
<p>É no movimento literário <strong>romântico</strong> que vamos encontrar a figura do índio tomando forma desde <strong>1826</strong>, quando o francês <strong>Ferdinand Diniz</strong>, empregado consular, chama a atenção dos brasileiros para a necessária substituição das tendências clássicas em favor das características locais.</p>
<p>Defendia-se a descrição da natureza e dos costumes, nos quais o índio devia ser valorizado como primeiro e mais autêntico habitante do Brasil.</p>
<p>Os literatos românticos conviviam com os historiadores do <strong>IHGB</strong> e com os professores e diretores da <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong>, entre eles <strong>Manoel de Araújo Porto Alegre</strong>, quem teve uma forte relação com a criação da pintura <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>.</p>
<p>Foi nos decênios de <strong>50</strong> e <strong>60</strong> do século XIX que o Brasil conheceu a consagração do <strong>Romantismo</strong>, cuja manifestação considerada a mais genuinamente nacional, o <strong>indianismo</strong>, teve nele o maior movimento de prestígio, alcançando, além da poesia e do romance, a música e a pintura.</p>
<p>Os indianistas ganhavam popularidade na representação romântica do índio como símbolo nacional.</p>
<p>Assim, a história da <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong> e a produção dos seus alunos não podem ser dissociadas das significações maiores do <strong>Império</strong>.</p>
<p>Esta história ainda está por ser mais bem contada, principalmente no que diz respeito à existência de um projeto civilizatório associado à construção do Estado e da nação.</p>
<h3>3. Análise da Obra &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221;</h3>
<p><strong>&#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221;</strong> é uma das obras mais emblemáticas de Victor Meirelles e uma das mais importantes representações da história colonial brasileira.</p>
<p><strong>Contexto Histórico</strong>: A pintura representa o momento histórico da <strong>primeira missa celebrada no Brasil</strong> pelos padres portugueses, em <strong>1500</strong>, na chegada de Pedro Álvares Cabral ao território que hoje é o Brasil. O evento é frequentemente associado à fundação simbólica da presença cristã e portuguesa no novo continente.</p>
<p><strong>Descrição da Obra</strong></p>
<ul>
<li><strong>Composição</strong>: A obra é uma pintura a óleo de grandes dimensões. Ela retrata a cerimônia religiosa com grande detalhe e dramatismo. No centro da cena está o <strong>padre Henrique de Coimbra</strong>, que preside a missa, cercado por outros sacerdotes e membros da expedição portuguesa.</li>
<li><strong>Cores e Estilo</strong>: Meirelles usa uma paleta vibrante e rica em detalhes para capturar a exuberância do ambiente tropical e o ritual religioso. O estilo neoclássico, característico de sua formação, é evidente na precisão e na dignidade das figuras.</li>
<li><strong>Elementos Culturais e Históricos</strong>: A pintura inclui elementos indígenas e a paisagem exótica, retratando o choque cultural e a interação inicial entre os europeus e os habitantes nativos. O uso de detalhes como as roupas e os objetos religiosos sublinha a importância do evento.</li>
</ul>
<p><strong>Impacto e Significado</strong></p>
<ul>
<li><strong>Histórico</strong>: A obra não só celebra um momento crucial na história do Brasil, mas também reflete o nacionalismo e a busca por uma identidade nacional durante o século XIX. A escolha de Meirelles para esse tema mostra seu compromisso com a história e a identidade cultural brasileira.</li>
<li><strong>Artístico</strong>: &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221; é considerada uma das maiores conquistas de Meirelles, exemplificando sua habilidade em criar cenas históricas dramáticas e detalhadas. A obra é um marco na pintura acadêmica brasileira e continua a ser uma referência importante para o estudo da arte e da história do Brasil.</li>
</ul>
<p>Imagem simbólica da cultura brasileira, a <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, assim como seus numerosos estudos preparatórios, hoje fazem parte das coleções do <strong>Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro</strong> sob o tombo nº <strong>901</strong>.</p>
<p>A pintura da <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> foi produzida durante o <strong>Império</strong> de <strong>D. Pedro II</strong>, na <strong>França</strong>, entre <strong>1859</strong> e <strong>1860</strong>, chegando ao Brasil em <strong>1861</strong>.</p>
<p>É este entorno que pretendo começar a reconstruir, consciente de que compreender o espírito do Brasil no <strong>Segundo Império</strong> não é fácil.</p>
<p>Onde buscar a presença de elementos comuns que justifiquem o nascimento de um repertório de imagens e ícones como o da <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, dentro deste contexto?</p>
<p>Havia a necessidade, entre outras coisas, da criação e da divulgação de ícones.</p>
<p>A <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, um destes ícones, é sem dúvida uma das mais importantes <strong>obras-primas</strong> da pintura brasileira de todos os tempos!</p>
<p>As obras-primas condensam as sensibilidades de uma época e exprimem plenamente suas tendências e seus ideais.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que encarnam os valores de uma comunidade, são inconcebíveis sem esta comunidade.</p>
<p>Nela o artista fez mais do que qualquer pessoa isolada poderia fazer: serviu-se das intuições e das realizações dos outros, conjugando-os de uma nova forma, o que lhe permitiu falar em nome de toda uma geração.</p>
<p>Essa imagem, ao lado de outros emblemas e símbolos nacionais, vem contribuindo na formação da ideia que temos sobre nós brasileiros, a qual pertence ao campo mítico, silencioso e invisível do <strong>Mito Fundador do Brasil</strong>.</p>
<p>Criação dos conquistadores europeus, apropriado pelo <strong>Romantismo brasileiro</strong>, o velho mito continua renovadamente reinventado entre nós.</p>
<p>É importante destacar também o papel da <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> na construção de uma representação sobre o <strong>“Descobrimento”</strong> e sobre a <strong>identidade brasileira</strong> vinculada ao <strong>catolicismo</strong> e ao sentido de conversão que a navegação portuguesa trouxe consigo, o que amplia a importância desta pintura na construção do nosso imaginário cultural.</p>
<h3>4. Academia Imperial de Belas Artes</h3>
<p>Tida como fato primordial para a sistematização do ensino artístico no Brasil, a <strong>Missão Artística Francesa</strong> chegou ao País em <strong>março de 1816</strong>, a convite e por arranjo da <strong>Corte Portuguesa</strong> no Brasil.</p>
<p>Era formada por um grupo de artistas e mestres de ofícios, quase todos ex-bonapartistas que vinham para introduzir o ensino acadêmico das artes e ofícios no Brasil de <strong>D. João VI</strong>.</p>
<p>Para a <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong> eram encaminhadas as vocações artísticas das províncias do Brasil, como <strong>Manuel de Araújo Porto Alegre</strong>, do <strong>Rio Grande do Sul</strong>; <strong>Victor Meirelles de Lima</strong>, de <strong>Santa Catarina</strong>; <strong>Pedro Américo de Figueiredo e Melo</strong>, da <strong>Paraíba</strong>; <strong>José Ferraz de Almeida Júnior</strong>, de <strong>São Paulo</strong>, entre outros.</p>
<p>As obras destes artistas espelham o espírito acadêmico de então, voltadas para o idealismo <strong>clássico</strong> e para os mestres consagrados pelas academias de <strong>Roma</strong> e de <strong>Paris</strong>.</p>
<p>O Imperador <strong>Pedro II</strong> mantinha contato com a <strong>Imperial Academia de Belas Artes</strong> durante o seu longo <strong>Reinado</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-scaled.jpg" rel="noopener"><img decoding="async" width="198" height="300" class="wp-image-41040" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-198x300.jpg" alt="Dom Pedro II - Victor Meirelles" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-198x300.jpg 198w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-677x1024.jpg 677w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-768x1161.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-36x55.jpg 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-1016x1536.jpg 1016w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-1355x2048.jpg 1355w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-800x1210.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-scaled.jpg 1693w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></a>
<figcaption class="wp-element-caption">Dom Pedro II &#8211; Victor Meirelles</figcaption>
</figure>



<p>Empreendendo uma política semelhante ao <strong>IHGB</strong>, o Imperador passou a distribuir <strong>prêmios</strong>, <strong>medalhas</strong>, <strong>bolsas para o exterior</strong> e <strong>financiamentos</strong>, assim como participou com assiduidade das <strong>Exposições Gerais de Belas Artes</strong>, promovidas anualmente, ou entregou <strong>insígnias das Ordens de Cristo e da Rosa</strong> aos artistas de maior destaque.</p>
<p>Em <strong>1845</strong>, D. Pedro passou a custear o <strong>Prêmio de Viagem</strong>, aberto anualmente, que financiava estudos de alunos da <strong>Academia</strong> no Exterior.</p>
<p>O Imperador recebeu o título de <strong>Fundador e Protetor Perpétuo da Academia Imperial</strong>; proteger a Academia e os artistas era também uma forma de garantir a produção da <strong>iconografia oficial</strong>.</p>
<p>Da Academia e de seus artistas, além da pintura <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, saíram os inúmeros retratos, as cenas familiares e de poder da <strong>Família Real</strong> que até hoje ilustram nossa história.</p>
<p>A pintura histórica era o gênero mais valorizado na Academia em meados do século XIX. Como bem explicita <strong>Jorge Coli</strong> (1998: 117).</p>
<p><strong>Meirelles</strong> atingiu a convergência rara das formas, intenções e significados que fazem com que um quadro entre poderosamente dentro de uma cultura.</p>
<blockquote>
<p>Essa imagem do descobrimento dificilmente poderá vir a ser apagada, ou substituída. Ela é a <strong>primeira missa no Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p><strong>São os poderes da arte fabricando a história.</strong></p>
<p>O modelo de ensino de arte que o Brasil importava era o único com atualidade no país de origem no momento de sua importação para o Brasil.</p>
<p>Portanto, o <strong>neoclássico</strong>, através do qual se expressaram os artistas da Missão Artística Francesa quando para cá vieram organizar nossa primeira escola de arte, era o estilo de vanguarda naquele tempo.</p>
<p>O desenvolvimento da pintura brasileira começou a tomar fôlego a partir de <strong>1840</strong>, data em que se realizou a primeira Exposição Geral de Belas Artes.</p>
<p>Foi neste cenário que apareceu entre os alunos, em <strong>1847</strong>, o artista <strong>Victor Meirelles de Lima</strong>, filho de imigrantes portugueses, vindo da cidade <strong>Desterro</strong>, hoje <strong>Florianópolis</strong>.</p>
<p>Se, por um lado, a Academia lhes ensinava a gramática tradicional das artes plásticas, por outro, eles provinham de uma sociedade sem nenhuma tradição para exprimir-se por meio das formas eruditas da Academia, onde, mais por intuição do que por formação, começaram a desconfiar da repetição de cenas mitológicas e bíblicas fornecidas pelos modelos de ensino.</p>
<p>Os professores da <strong>Academia de Belas Artes</strong> e o corpo governamental do país estavam esperando que surgissem talentos.</p>
<p>Tudo era acompanhado muito de perto pelo Imperador, que, para prestigiar, tornou-se <strong>presidente de honra do IHGB</strong>.</p>
<p>Desde menino, aos <strong>14 anos</strong>, ele acompanhava tudo de perto.</p>
<p>Antes de Victor Meirelles, a Academia enviou outros artistas para a Europa, através do sistema de <strong>bolsas de estudos</strong>, mas eles produziram pouco e voltaram logo.</p>
<p>O primeiro que realmente se vê nos documentos e que tinha noção do que estava acontecendo é o pintor Victor Meirelles.</p>
<p>Ele foi para a <strong>Europa</strong> e atendeu às exigências da <strong>Imperial Academia</strong> no Brasil nas obrigações dele esperadas.</p>
<p>Enquanto os outros artistas mandavam um desenho ou dois, Victor Meirelles mandava dez ou vinte.</p>
<p>Então o Imperador e os intelectuais da Academia sentiram que encontraram o artista que procuravam. E é por isso que Victor Meirelles conseguiu a prorrogação da <strong>bolsa de estudos</strong> por oito anos.</p>
<p>O período normal era apenas de três anos.</p>
<p>Quando Victor Meirelles estava na <strong>França</strong>, o diretor da Academia no Brasil trabalhava em sintonia com o Imperador Pedro II.</p>
<p>Mantinham uma reunião semanal, na qual falavam sobre os avanços acadêmicos de seus alunos e outras questões.</p>
<p>Uma vez feito o primeiro esboço da <strong>“Missa”</strong>, Victor Meirelles enviou-o para a Academia no Brasil.</p>
<p>A elite cultural queria criar esse tipo de imagem para ficar na memória cultural do País.</p>
<p>Por isso, uma vez aceito o esboço da <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong>, o pintor ganhou o financiamento para mais dois anos de estada na França e para as despesas da execução da obra.</p>
<p>Em Paris foi auxiliado por <strong>Ferdinand Denis</strong>, um homem que tinha vivido no Brasil no tempo de D. João VI, que adorou morar aqui e ficou sendo brasilianista pelo resto da vida.</p>
<p>Ele era então o diretor da <strong>Biblioteca de Santa Genoviève</strong>, que existe até hoje em Paris.</p>
<p>Foi na Biblioteca de Santa Genoviève que Victor Meirelles analisou a documentação sobre o índio e sobre o Brasil, e onde também encontrou a carta de <strong>Pero Vaz de Caminha</strong>, que tinham descoberto um pouco antes.</p>
<p>Victor Meirelles estudou a carta com afinco para representar a missa descrita por Caminha.</p>
<p>Antes de ser produto da mente isolada de um artista, a <strong>“Primeira Missa no Brasil”</strong> é uma síntese visual do <strong>projeto civilizatório</strong> de cunho nacionalista do <strong>Segundo Império</strong> brasileiro, e Victor Meirelles de Lima foi o homem que concretizou em forma de pintura as ideias deste projeto.</p>
<p>Se, por um lado, o artista pintou ideias do corpo político e cultural do Brasil de meados do século XIX concretizadas pelo rigor das técnicas artísticas aprendidas nas academias de arte, por onde passou e pela fidelidade à pintura histórica em si, por outro lado, teve “ajudas” que, de tão próximas, podemos chamá-las de “outras mãos”.</p>
<p>Entre estas a principal foi a de <strong>Manoel de Araújo Porto Alegre</strong>. Nacionalista, foi também aluno de <strong>Debret</strong>, na <strong>Imperial Academia</strong>, no período que antecede a Independência do Brasil.</p>
<p>Foi professor e diretor da <strong>Imperial Academia</strong> no período em que Victor Meirelles partiu para a Europa.</p>
<p>Trocou curiosa correspondência com o artista, onde orientava detalhadamente seus estudos. Falava em nome do Imperador e do Corpo Acadêmico.</p>
<p>Embora a correspondência entre os dois não esteja toda publicada, podemos ver, no que temos à disposição, como esta troca de informações se fazia não somente no sentido acadêmico, mas num clima de confiança, compreensão e estímulo.</p>
<p>Nela Victor era instruído na composição de sua primeira grande obra original.</p>
<p>Como pensionistas do Estado, os artistas contemplados com o Prêmio Viagem ficavam submetidos a rígida legislação, pela qual lhes eram cobradas uma série de tarefas e obrigações, garantindo assim o sucesso e a manutenção da bolsa.</p>
<p>Entre essas tarefas estava a remessa regular de obras realizadas no exterior.</p>
<p>A feitura destes trabalhos artísticos era determinada pela Congregação da Escola no Brasil. Para garantir a manutenção deste campo simbólico, nenhum desvio desta linha doutrinária era permitido, sob pena de ser imediatamente suspenso o custeio de sua permanência fora do País.</p>
<p>Seguindo as instruções de Porto Alegre, Victor Meirelles partiu para uma primeira estada na <strong>Itália</strong>, seguindo depois para a <strong>França</strong>, onde tomou orientação de <strong>Leon Cogniet</strong>, professor da Escola de Belas Artes de Paris.</p>
<p>Esta escola, no século XIX, era uma instituição cercada de prestígio, considerada a herdeira da <strong>Academia Imperial</strong>, criada em <strong>1684</strong>, a fim de proteger a elite artística da <strong>França</strong> no sentido de libertá-la das regras tirânicas que lhes eram impostas pelas corporações de artífices – os <strong>Grêmios</strong>.</p>
<p>Victor Meirelles produziu também sua <strong>“Primeira Missa”</strong> obedecendo ao olhar exigente do jurado do <strong>Salão Oficial de Paris</strong>, em <strong>1861</strong>, do qual participou.</p>
<p>Além de estudar a carta de Pero Vaz Caminha e de seguir uma minuciosa orientação de Manuel de Araújo Porto Alegre, há um outro fato importante a considerar na construção da obra em questão: Victor Meirelles buscou inspiração para a cena principal de sua obra em outra missa, a do pintor francês <strong>Horace Vernet</strong> (1789–1863).</p>



<figure class="wp-block-image alignright">
<figure id="attachment_41035" aria-describedby="caption-attachment-41035" style="width: 193px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41035" title="Première messe en Kabyli” (1853) -pintor Francês Horace Vernet (1789–1863)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-193x300.jpg" alt="Première messe en Kabyli” (1853) -pintor Francês Horace Vernet (1789–1863)" width="193" height="300" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-193x300.jpg 193w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-659x1024.jpg 659w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-768x1193.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-35x55.jpg 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-989x1536.jpg 989w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863-800x1242.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/pintor-Frances-Horace-Vernet-1789–1863.jpg 1078w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41035" class="wp-caption-text">Première messe en Kabyli” (1853) -pintor Francês Horace Vernet (1789–1863)</figcaption></figure>

</figure>



<p>A missa pintada por Vernet intitula-se <strong>“Première messe en Kabyli”</strong> (1853), lembrando que o procedimento por citação é absolutamente legítimo dentro do gênero <strong>Pintura Histórica</strong>.</p>
<p>O desconhecimento das regras da <strong>pintura histórica</strong> pela crítica de arte nacional causou grande polêmica quando a pintura chegou ao Brasil, e Victor Meirelles inclusive foi acusado de <strong>plagiário</strong>.</p>
<p>Há ainda a hipótese de que o tema da missa era então recorrente.</p>
<p>No <strong>Museu Granet</strong>, na <strong>Provença</strong>, França, encontramos outra missa intitulada <strong>“Une messe au Louvre pendant la Terreur”</strong>, datada de <strong>1847</strong>, de autoria de <strong>Marius Granet</strong> (1775–1849).</p>
<p>O altar no centro, com um padre levantando a hóstia, e outro de joelhos segurando suas vestes lembram a cena principal da <strong>“Missa”</strong> de Victor Meirelles.</p>
<p>Este procedimento também teria sido legítimo dentro do contexto cultural estético das <strong>academias de arte</strong> do século XIX.</p>
<p>As academias de arte constituem um modelo de instituição artística pouco conhecidas, e, talvez por isso mesmo, pouco valorizadas.</p>
<p>Cercadas de preconceitos desde o advento da arte moderna, chegaram a ser reduzidas simplesmente a instituições regressivas, coercitivas da liberdade de criação artística e de regulação oficial do gosto.</p>
<p>Porém, estas instituições nasceram com a finalidade de cumprir determinadas necessidades da época, inclusive dos artistas, então sujeitos aos <strong>Grêmios</strong> – corporações carregadas de conotações medievalizantes e representativas dos ofícios caracterizados como mecânicos.</p>
<p>A <strong>pintura acadêmica brasileira</strong> do século XIX não foi exclusivamente <strong>neoclássica</strong>, como é geralmente reconhecida, pois sofreu influência do <strong>Romantismo acadêmico francês</strong>, mais conhecido como <strong>“Pompierismo”</strong>.</p>
<p>Chamados pelo historiador <strong>Jorge Coli</strong> de “a forma justa” para atingir o poder de permanência que a obra possui, os meios formais adequados só poderiam resultar da <strong>Pintura Histórica</strong>.</p>
<p>As origens deste gênero devem ser vinculadas ao sistema de ensino da pintura das <strong>Academias de Arte</strong>.</p>
<p>Sobre estes aspectos afirma <strong>Reyero</strong> (1989:16):</p>
<p>Os estudantes eram obrigados a passar por concursos onde os jurados impunham a cada ano o título que cada participante deveria executar. O de história era, pois, resultado de um rigoroso exercício acadêmico, que apenas uns poucos conseguiam superar.</p>
<p>A <strong>Primeira Missa no Brasil</strong> remete também para a presença do <strong>Mito Fundador do Brasil</strong>, apropriado ideologicamente pelo <strong>Romantismo brasileiro</strong>, o qual contribui para construção da nossa identidade, como membros de uma nação, criando verdades contraditórias sobre quem somos e sobre o que pensam os outros sobre nós mesmos.</p>
<p>Utopias que vêm de longe, desde o <strong>Renascimento</strong>, do imaginário dos navegadores, e que reaparecem ideologicamente nas imagens produzidas pelos artistas no século XIX.</p>
<p>Abandonado e discriminado pelos republicanos, Victor Meirelles morreu pobre em <strong>1903</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>Se em toda a história houve homens e mulheres que se dedicaram a construir ícones para seu povo, Victor o foi no seu tempo e, se assim o fez, foi sustentado por um contexto cultural e histórico singular e específico.</p>
<p>Victor é, sem dúvida, um dos maiores nomes da arte nacional.</p>
<p>Sabemos, porém, que seu mérito e valor nem sempre foram reconhecidos. “É, entretanto, reconfortante saber que sua cidade natal jamais o esqueceu, assim como ele também nunca esqueceu sua terrinha pacata e bela.”</p>



<h3 id="h-obras-de-victor-meirelles" class="wp-block-heading">5. Obras de Victor Meirelles</h3>

<figure class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_41154" aria-describedby="caption-attachment-41154" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41154" title="Vista Parcial da Cidade de Nossa Senhora do Desterro – Atual Florianópolis, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Vista Parcial da Cidade de Nossa Senhora do Desterro – Atual Florianópolis, Victor Meirelles de Lima" width="800" height="521" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima-300x195.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima-768x500.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Vista-Parcial-da-Cidade-de-Nossa-Senhora-do-Desterro-–-Atual-Florianopolis-Victor-Meirelles-de-Lima-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41154" class="wp-caption-text">Vista Parcial da Cidade de Nossa Senhora do Desterro – Atual Florianópolis, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
</figure>
<figure class="wp-block-image size-full">
<figure id="attachment_41152" aria-describedby="caption-attachment-41152" style="width: 295px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-Nossa-Senhora-da-Conceicao.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41152 size-full" title="Nossa Senhora da Conceição - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-Nossa-Senhora-da-Conceicao.jpg" alt="Nossa Senhora da Conceição - Victor Meirelles" width="295" height="390" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-Nossa-Senhora-da-Conceicao.jpg 295w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-Nossa-Senhora-da-Conceicao-227x300.jpg 227w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Victor-Meirelles-Nossa-Senhora-da-Conceicao-42x55.jpg 42w" sizes="(max-width: 295px) 100vw, 295px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41152" class="wp-caption-text">Nossa Senhora da Conceição &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41150" aria-describedby="caption-attachment-41150" style="width: 729px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Uma-rua-da-cidade-do-Desterro-1851-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41150 size-full" title="Uma rua da cidade do Desterro, 1851 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Uma-rua-da-cidade-do-Desterro-1851-Victor-Meirelles.jpg" alt="Uma rua da cidade do Desterro, 1851 - Victor Meirelles" width="729" height="480" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Uma-rua-da-cidade-do-Desterro-1851-Victor-Meirelles.jpg 729w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Uma-rua-da-cidade-do-Desterro-1851-Victor-Meirelles-300x198.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Uma-rua-da-cidade-do-Desterro-1851-Victor-Meirelles-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41150" class="wp-caption-text">Uma rua da cidade do Desterro, 1851 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41148" aria-describedby="caption-attachment-41148" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41148 size-full" title="São João Batista no cárcere - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere.jpg" alt="São João Batista no cárcere - Victor Meirelles" width="750" height="562" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere.jpg 750w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Sao-Joao-Batista-no-carcere-73x55.jpg 73w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41148" class="wp-caption-text">São João Batista no cárcere &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41146" aria-describedby="caption-attachment-41146" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Rua-Joao-Pinto-antiga-rua-Augusta-em-Desterro-1851.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41146" title="Rua João Pinto, antiga rua Augusta em Desterro, 1851 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Rua-Joao-Pinto-antiga-rua-Augusta-em-Desterro-1851.jpg" alt="Rua João Pinto, antiga rua Augusta em Desterro, 1851 - Victor Meirelles" width="610" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Rua-Joao-Pinto-antiga-rua-Augusta-em-Desterro-1851.jpg 610w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Rua-Joao-Pinto-antiga-rua-Augusta-em-Desterro-1851-300x221.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Rua-Joao-Pinto-antiga-rua-Augusta-em-Desterro-1851-75x55.jpg 75w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41146" class="wp-caption-text">Rua João Pinto, antiga rua Augusta em Desterro, 1851 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41144" aria-describedby="caption-attachment-41144" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41144" title="Retrato de Dom Pedro II, 1864 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles.jpg" alt="Retrato de Dom Pedro II, 1864 - Victor Meirelles" width="1024" height="1548" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-198x300.jpg 198w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-677x1024.jpg 677w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-768x1161.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-36x55.jpg 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-1016x1536.jpg 1016w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Retrato-de-Dom-Pedro-II-1864-Victor-Meirelles-800x1209.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41144" class="wp-caption-text">Retrato de Dom Pedro II, 1864 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41138" aria-describedby="caption-attachment-41138" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41138 size-full" title="Mulheres Suliotas, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Mulheres Suliotas, Victor Meirelles de Lima" width="800" height="632" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima-300x237.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima-768x607.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Mulheres-Suliotas-Victor-Meirelles-de-Lima-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41138" class="wp-caption-text">Mulheres Suliotas, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41134" aria-describedby="caption-attachment-41134" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41134 size-full" title="Moema, 1866 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles.jpg" alt="Moema, 1866 - Victor Meirelles" width="800" height="525" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles-768x504.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Moema-1866-Victor-Meirelles-84x55.jpg 84w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41134" class="wp-caption-text">Moema, 1866 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41132" aria-describedby="caption-attachment-41132" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41132 size-loop-large" title="Estudos para A Primeira Missa no Brasil - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-800x1082.jpg" alt="Estudos para A Primeira Missa no Brasil - Victor Meirelles" width="800" height="1082" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-800x1082.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-222x300.jpg 222w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-757x1024.jpg 757w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-768x1039.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1136x1536.jpg 1136w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-1514x2048.jpg 1514w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudos-para-A-Primeira-Missa-no-Brasil-Victor-Meirelles-scaled.jpg 1893w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41132" class="wp-caption-text">Estudos para A Primeira Missa no Brasil &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41128" aria-describedby="caption-attachment-41128" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41128 size-large" title="Estudo para o Panorama do Rio de Janeiro - Ilha das Cobras e Morro de Santo Antônio, c. 1885" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-1022x1024.jpg" alt="Estudo para o Panorama do Rio de Janeiro - Ilha das Cobras e Morro de Santo Antônio, c. 1885" width="800" height="802" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-1022x1024.jpg 1022w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-300x300.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-768x770.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-55x55.jpg 55w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-1533x1536.jpg 1533w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-360x360.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-800x802.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885-100x100.jpg 100w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Panorama-do-Rio-de-Janeiro-Ilha-das-Cobras-e-Morro-de-Santo-Antonio-c.-1885.jpg 1772w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41128" class="wp-caption-text">Estudo para o Panorama do Rio de Janeiro &#8211; Ilha das Cobras e Morro de Santo Antônio, c. 1885</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41126" aria-describedby="caption-attachment-41126" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41126 size-large" title="Estudo para o Combate Naval do Riachuelo - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-1024x805.jpg" alt="Estudo para o Combate Naval do Riachuelo - Victor Meirelles" width="800" height="629" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-1024x805.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-300x236.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-768x604.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-70x55.jpg 70w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-1536x1208.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-2048x1610.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-o-Combate-Naval-do-Riachuelo-Victor-Meirelles-800x629.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41126" class="wp-caption-text">Estudo para o Combate Naval do Riachuelo &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41124" aria-describedby="caption-attachment-41124" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41124 size-loop-large" title="Estudo para a Batalha Naval do Riachuelo 1865 - Pintura de Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles-800x402.jpg" alt="Estudo para a Batalha Naval do Riachuelo 1865 - Pintura de Victor Meirelles" width="800" height="402" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles-800x402.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles-300x151.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles-768x386.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles-109x55.jpg 109w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-a-Batalha-Naval-do-Riachuelo-1865-Pintura-de-Victor-Meirelles.jpg 1020w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41124" class="wp-caption-text">Estudo para a Batalha Naval do Riachuelo 1865 &#8211; Pintura de Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41122" aria-describedby="caption-attachment-41122" style="width: 330px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-A-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41122 size-full" title="Estudo para A Batalha dos Guararapes - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-A-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles.jpg" alt="Estudo para A Batalha dos Guararapes - Victor Meirelles" width="330" height="390" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-A-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles.jpg 330w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-A-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-254x300.jpg 254w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-A-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-47x55.jpg 47w" sizes="(max-width: 330px) 100vw, 330px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41122" class="wp-caption-text">Estudo para A Batalha dos Guararapes &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41120" aria-describedby="caption-attachment-41120" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Primeira-Missa-do-Brasil-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41120 size-full" title="Estudo para “Primeira Missa do Brasil”, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Primeira-Missa-do-Brasil-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Estudo para “Primeira Missa do Brasil”, Victor Meirelles de Lima" width="503" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Primeira-Missa-do-Brasil-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 503w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Primeira-Missa-do-Brasil-Victor-Meirelles-de-Lima-189x300.jpg 189w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Primeira-Missa-do-Brasil-Victor-Meirelles-de-Lima-35x55.jpg 35w" sizes="(max-width: 503px) 100vw, 503px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41120" class="wp-caption-text">Estudo para “Primeira Missa do Brasil”, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41118" aria-describedby="caption-attachment-41118" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Invocacao-a-Virgem-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41118 size-full" title="Estudo para “Invocação à Virgem”, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Invocacao-a-Virgem-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Estudo para “Invocação à Virgem”, Victor Meirelles de Lima" width="301" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Invocacao-a-Virgem-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 301w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Invocacao-a-Virgem-Victor-Meirelles-de-Lima-113x300.jpg 113w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-para-Invocacao-a-Virgem-Victor-Meirelles-de-Lima-21x55.jpg 21w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41118" class="wp-caption-text">Estudo para “Invocação à Virgem”, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41116" aria-describedby="caption-attachment-41116" style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-de-Traje-Italiano-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41116 size-full" title="Estudo de Traje Italiano, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-de-Traje-Italiano-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Estudo de Traje Italiano, Victor Meirelles de Lima" width="588" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-de-Traje-Italiano-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 588w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-de-Traje-Italiano-Victor-Meirelles-de-Lima-221x300.jpg 221w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Estudo-de-Traje-Italiano-Victor-Meirelles-de-Lima-40x55.jpg 40w" sizes="(max-width: 588px) 100vw, 588px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41116" class="wp-caption-text">Estudo de Traje Italiano, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
<figcaption class="wp-element-caption"></figcaption>
<figure id="attachment_41114" aria-describedby="caption-attachment-41114" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41114 size-full" title="Esboceto para “Batalha dos Guararapes”, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Esboceto para “Batalha dos Guararapes”, Victor Meirelles de Lima" width="800" height="428" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima-300x161.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima-768x411.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Esboceto-para-Batalha-dos-Guararapes-Victor-Meirelles-de-Lima-103x55.jpg 103w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41114" class="wp-caption-text">Esboceto para “Batalha dos Guararapes”, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41112" aria-describedby="caption-attachment-41112" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-Passagem-de-Humaita-1868-72-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41112 size-full" title="Detalhe da Passagem de Humaitá, 1868-72 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-Passagem-de-Humaita-1868-72-Victor-Meirelles.jpg" alt="Detalhe da Passagem de Humaitá, 1868-72 - Victor Meirelles" width="730" height="323" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-Passagem-de-Humaita-1868-72-Victor-Meirelles.jpg 730w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-Passagem-de-Humaita-1868-72-Victor-Meirelles-300x133.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Detalhe-da-Passagem-de-Humaita-1868-72-Victor-Meirelles-124x55.jpg 124w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41112" class="wp-caption-text">Detalhe da Passagem de Humaitá, 1868-72 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41108" aria-describedby="caption-attachment-41108" style="width: 655px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cabeca-de-Velho-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41108 size-full" title="Cabeça de Velho, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cabeca-de-Velho-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="Cabeça de Velho, Victor Meirelles de Lima" width="655" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cabeca-de-Velho-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 655w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cabeca-de-Velho-Victor-Meirelles-de-Lima-246x300.jpg 246w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Cabeca-de-Velho-Victor-Meirelles-de-Lima-45x55.jpg 45w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41108" class="wp-caption-text">Cabeça de Velho, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41094" aria-describedby="caption-attachment-41094" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41094 size-full" title="A Morta, Victor Meirelles de Lima" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg" alt="A Morta, Victor Meirelles de Lima" width="800" height="648" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima-300x243.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima-768x622.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Morta-Victor-Meirelles-de-Lima-68x55.jpg 68w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41094" class="wp-caption-text">A Morta, Victor Meirelles de Lima</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41092" aria-describedby="caption-attachment-41092" style="width: 767px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41092 size-large" title="A flagelação de Cristo, 1856 - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-767x1024.jpg" alt="A flagelação de Cristo, 1856 - Victor Meirelles" width="767" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-767x1024.jpg 767w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-225x300.jpg 225w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-768x1026.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-1150x1536.jpg 1150w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-1534x2048.jpg 1534w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-800x1068.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-flagelacao-de-Cristo-1856-Victor-Meirelles-scaled.jpg 1917w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41092" class="wp-caption-text">A flagelação de Cristo, 1856 &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41090" aria-describedby="caption-attachment-41090" style="width: 570px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Bacante-Victor-Meirelles.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41090 size-full" title="A Bacante - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Bacante-Victor-Meirelles.jpg" alt="A Bacante - Victor Meirelles" width="570" height="450" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Bacante-Victor-Meirelles.jpg 570w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Bacante-Victor-Meirelles-300x237.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/A-Bacante-Victor-Meirelles-70x55.jpg 70w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41090" class="wp-caption-text">A Bacante &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_41040" aria-describedby="caption-attachment-41040" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-41040 size-loop-large" title="Dom Pedro II - Victor Meirelles" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-800x1210.jpg" alt="Dom Pedro II - Victor Meirelles" width="800" height="1210" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-800x1210.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-198x300.jpg 198w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-677x1024.jpg 677w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-768x1161.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-36x55.jpg 36w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-1016x1536.jpg 1016w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-1355x2048.jpg 1355w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/09/Dom-Pedro-II-Victor-Meirelles-scaled.jpg 1693w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-41040" class="wp-caption-text">Dom Pedro II &#8211; Victor Meirelles</figcaption></figure>
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<figure id="attachment_3582" aria-describedby="caption-attachment-3582" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/04/Guerra-dos-Guararapes1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3582 size-full" title="A Guerra dos Guararapes, Quadro de Victor Meirelles, pintado em 1879." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/04/Guerra-dos-Guararapes1.jpg" alt="A Guerra dos Guararapes, Quadro de Victor Meirelles, pintado em 1879." width="640" height="338" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/04/Guerra-dos-Guararapes1.jpg 640w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/04/Guerra-dos-Guararapes1-300x158.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/04/Guerra-dos-Guararapes1-104x55.jpg 104w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3582" class="wp-caption-text">A Guerra dos Guararapes, Quadro de Victor Meirelles, pintado em 1879.</figcaption></figure>
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<p>Biografia de Victor Meirelles e a análise da obra “A Primeira Missa no Brasil”</p><p>A publicação <a href="https://bahia.ws/biografia-de-victor-meirelles-e-a-analise-da-obra-a-primeira-missa-no-brasil/">Biografia de Victor Meirelles e a Análise da Obra &#8220;A Primeira Missa no Brasil&#8221; </a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caribe-de-1594/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 20:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594 &#8211;&#160;Grands Voyages, Part IV De Bry&#8217;s Superb Map of the Southeastern US, Caribbean &#38; Northern South America &#8220;Occidentalis Americae Partis, vel, Earum Regionum quas Christophorus Columbus Primu Detexit Tabula Chorographicae Multorum Auctorum Scriptis&#8230;&#8221;, Bry, Theodore de Esta gravura em cobre faz [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caribe-de-1594/">Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40934" aria-describedby="caption-attachment-40934" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40934 size-large" title="Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-1024x787.jpg" alt="Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594 -&nbsp;Grands Voyages, Part IVDe Bry's Superb Map of the Southeastern US, Caribbean &amp; Northern South America
&quot;Occidentalis Americae Partis, vel, Earum Regionum quas Christophorus Columbus Primu Detexit Tabula Chorographicae Multorum Auctorum Scriptis...&quot;, Bry, Theodore de

Esta gravura em cobre faz parte de uma notável série de publicações, ilustrando viagens de descoberta e viagens de exploração em várias partes do mundo.

O projeto foi iniciado por Theodore de Bry, de Frankfurt, em 1590, e prosseguiu durante mais 54 anos.

Ficaram conhecidas coletivamente como as Grands Voyages (para a América e as Índias Ocidentais) e as Petits Voyages (para o Oriente e as Índias Orientais).

De Bry morreu depois de concluídas as primeiras seis partes das Grands Voyages.

O projeto foi concluído inicialmente pela sua viúva e dois filhos, Johann Theodore de Bry e Johann Israel de Bry, e depois pelo seu genro, Matthaus Merian, em 1644.

Este espetacular mapa ilustra a região percorrida por Girolamo Benzoni entre os anos de 1541 e 1556.

Centrado nas ilhas do Caribe desproporcionalmente grandes, o mapa também fornece uma delineação inicial da Flórida derivada da de Le Moyne e é um dos primeiros mapas a detalhar o norte da América do Sul.

As ilhas das Bahamas são visivelmente demasiado grandes e colocadas consideravelmente a norte da sua verdadeira localização.

Várias legendas no mapa assinalam as quatro viagens de Colombo e fazem uma primeira menção à corrente do Golfo.

A extraordinária habilidade de gravura e o estilo artístico de De Bry são muito evidentes com a grande e elaborada cartela, o brasão de armas, a rosa dos ventos, os monstros marinhos, o galeão espanhol e a intrincada borda.

Referências: Burden #83; Potter p.164.&nbsp;

Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594" width="800" height="615" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-1024x787.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-300x230.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-2048x1573.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-768x590.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-72x55.jpg 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-1536x1180.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-800x615.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Golfo-do-Mexico-e-Caribe-de-1594-1320x1014.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40934" class="wp-caption-text">Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594 &#8211;&nbsp;Grands Voyages, Part IV De Bry&#8217;s Superb Map of the Southeastern US, Caribbean &amp; Northern South America &#8220;Occidentalis Americae Partis, vel, Earum Regionum quas Christophorus Columbus Primu Detexit Tabula Chorographicae Multorum Auctorum Scriptis&#8230;&#8221;, Bry, Theodore de Esta gravura em cobre faz parte de uma notável série de publicações, ilustrando viagens de descoberta e viagens de exploração em várias partes do mundo. O projeto foi iniciado por Theodore de Bry, de Frankfurt, em 1590, e prosseguiu durante mais 54 anos. Ficaram conhecidas coletivamente como as Grands Voyages (para a América e as Índias Ocidentais) e as Petits Voyages (para o Oriente e as Índias Orientais). De Bry morreu depois de concluídas as primeiras seis partes das Grands Voyages. O projeto foi concluído inicialmente pela sua viúva e dois filhos, Johann Theodore de Bry e Johann Israel de Bry, e depois pelo seu genro, Matthaus Merian, em 1644. Este espetacular mapa ilustra a região percorrida por Girolamo Benzoni entre os anos de 1541 e 1556. Centrado nas ilhas do Caribe desproporcionalmente grandes, o mapa também fornece uma delineação inicial da Flórida derivada da de Le Moyne e é um dos primeiros mapas a detalhar o norte da América do Sul. As ilhas das Bahamas são visivelmente demasiado grandes e colocadas consideravelmente a norte da sua verdadeira localização. Várias legendas no mapa assinalam as quatro viagens de Colombo e fazem uma primeira menção à corrente do Golfo. A extraordinária habilidade de gravura e o estilo artístico de De Bry são muito evidentes com a grande e elaborada cartela, o brasão de armas, a rosa dos ventos, os monstros marinhos, o galeão espanhol e a intrincada borda. Referências: Burden #83; Potter p.164.&nbsp; Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594 &#8211;&nbsp;Grands Voyages, Part IV</h3>
<p><strong>De Bry&#8217;s Superb Map of the Southeastern US, Caribbean &amp; Northern South America</strong><br />
<strong>&#8220;Occidentalis Americae Partis, vel, Earum Regionum quas Christophorus Columbus Primu Detexit Tabula Chorographicae Multorum Auctorum Scriptis&#8230;&#8221;, Bry, Theodore de</strong></p>
<p>Esta gravura em cobre faz parte de uma notável série de publicações, ilustrando viagens de descoberta e viagens de exploração em várias partes do mundo.</p>
<p>O projeto foi iniciado por Theodore de Bry, de Frankfurt, em 1590, e prosseguiu durante mais 54 anos.</p>
<p>Ficaram conhecidas coletivamente como as Grands Voyages (para a América e as Índias Ocidentais) e as Petits Voyages (para o Oriente e as Índias Orientais).</p>
<p>De Bry morreu depois de concluídas as primeiras seis partes das Grands Voyages.</p>
<p>O projeto foi concluído inicialmente pela sua viúva e dois filhos, Johann Theodore de Bry e Johann Israel de Bry, e depois pelo seu genro, Matthaus Merian, em 1644.</p>
<p>Este espetacular mapa ilustra a região percorrida por Girolamo Benzoni entre os anos de 1541 e 1556.</p>
<p>Centrado nas ilhas do Caribe desproporcionalmente grandes, o mapa também fornece uma delineação inicial da Flórida derivada da de Le Moyne e é um dos primeiros mapas a detalhar o norte da América do Sul.</p>
<p>As ilhas das Bahamas são visivelmente demasiado grandes e colocadas consideravelmente a norte da sua verdadeira localização.</p>
<p>Várias legendas no mapa assinalam as quatro viagens de Colombo e fazem uma primeira menção à corrente do Golfo.</p>
<p>A extraordinária habilidade de gravura e o estilo artístico de De Bry são muito evidentes com a grande e elaborada cartela, o brasão de armas, a rosa dos ventos, os monstros marinhos, o galeão espanhol e a intrincada borda.</p>
<p>Referências: Burden #83; Potter p.164.&nbsp;</p>
<p>Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-golfo-do-mexico-e-caribe-de-1594/">Mapa do Golfo do México e Caribe de 1594</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do sul da América do Sul de 1656</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1656/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 19:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do sul da América do Sul de 1656 &#8211; Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde&#8230; &#8220;Le Paraguayr, le Chili. La Terre, et les Isles Magellanicques. Tirees de Diverses Relations&#8221;, Sanson/Mariette Excelente mapa da parte sul do continente pelo influente cartógrafo francês. É dado especial destaque aos sistemas fluviais [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1656/">Mapa do sul da América do Sul de 1656</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40925" aria-describedby="caption-attachment-40925" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40925 size-large" title="Mapa do sul da América do Sul de 1656" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-1024x771.jpg" alt="Mapa do sul da América do Sul de 1656 - Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde...&quot;Le Paraguayr, le Chili. La Terre, et les Isles Magellanicques. Tirees de Diverses Relations&quot;, Sanson/Mariette  Excelente mapa da parte sul do continente pelo influente cartógrafo francês. É dado especial destaque aos sistemas fluviais e aos numerosos vulcões que se estendem ao longo das &quot;Nevadas los Andes&quot;. Há também uma grande quantidade de pormenores no Paraguai, onde o grande e mítico Lago de los Xarayes forma as cabeceiras do Rio da Prata. O título está inserido numa cartela em estilo chave grega. Gravado por Jean Somer. Referências: Pastoureau, SANSON V A [96]. Mapa do sul da América do Sul de 1656" width="800" height="602" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-1024x771.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-2048x1543.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-300x226.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-768x578.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-1536x1157.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-800x603.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-sul-da-America-do-Sul-de-1656-1320x994.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40925" class="wp-caption-text">Mapa do sul da América do Sul de 1656 &#8211; Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde&#8230; &#8220;Le Paraguayr, le Chili. La Terre, et les Isles Magellanicques. Tirees de Diverses Relations&#8221;, Sanson/Mariette  Excelente mapa da parte sul do continente pelo influente cartógrafo francês. É dado especial destaque aos sistemas fluviais e aos numerosos vulcões que se estendem ao longo das &#8220;Nevadas los Andes&#8221;. Há também uma grande quantidade de pormenores no Paraguai, onde o grande e mítico Lago de los Xarayes forma as cabeceiras do Rio da Prata. O título está inserido numa cartela em estilo chave grega. Gravado por Jean Somer. Referências: Pastoureau, SANSON V A [96]. Mapa do sul da América do Sul de 1656</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do sul da América do Sul de 1656 &#8211; Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde&#8230;</h3>
<h4>&#8220;Le Paraguayr, le Chili. La Terre, et les Isles Magellanicques. Tirees de Diverses Relations&#8221;, Sanson/Mariette</h4>
<p>Excelente mapa da parte sul do continente pelo influente cartógrafo francês. É dado especial destaque aos sistemas fluviais e aos numerosos vulcões que se estendem ao longo das &#8220;Nevadas los Andes&#8221;.</p>
<p>Há também uma grande quantidade de pormenores no Paraguai, onde o grande e mítico Lago de los Xarayes forma as cabeceiras do Rio da Prata.</p>
<p>O título está inserido numa cartela em estilo chave grega. Gravado por Jean Somer.</p>
<p>Referências: Pastoureau, SANSON V A [96].</p>
<p>Mapa do sul da América do Sul de 1656</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1656/">Mapa do sul da América do Sul de 1656</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 – Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/pintura-do-forte-dos-tres-reis-magos-em-natal-de-1647-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 18:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 &#8211; Brasil &#8211; Rerum per Octennium in Brasilia &#8220;Fluvius Grandis&#8221;, Barlaeus, Caspar Esta vista finamente desenhada retrata o Forte Ceulen (também conhecido como Forte dos Três Reis Magos) ao longo do rio Potengi, na atual região de Natal. Em primeiro [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pintura-do-forte-dos-tres-reis-magos-em-natal-de-1647-brasil/">Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 &#8211; Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40916" aria-describedby="caption-attachment-40916" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40916 size-large" title="Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 - Brasil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-1024x869.jpg" alt="Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 - Brasil - Rerum per Octennium in Brasilia&quot;Fluvius Grandis&quot;, Barlaeus, Caspar  Esta vista finamente desenhada retrata o Forte Ceulen (também conhecido como Forte dos Três Reis Magos) ao longo do rio Potengi, na atual região de Natal. Em primeiro plano, soldados holandeses supervisionam nativos que descarregam mercadorias de uma pequena canoa. A cartela de faixas apresenta um brasão de armas com um emblema de avestruz. Esta gravura foi publicada na obra Rerum per Octennium in Brasilia, de Caspar Barlaeus, que acompanhou a viagem do Conde Johan Maurits van Nassau ao Brasil entre 1636-1644. Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647" width="800" height="679" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-1024x869.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-300x255.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-768x652.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-1536x1303.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-2048x1738.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-800x679.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Pintura-do-Forte-dos-Tres-Reis-Magos-em-Natal-de-1647-Brasil-1320x1120.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40916" class="wp-caption-text">Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 &#8211; Brasil &#8211; Rerum per Octennium in Brasilia &#8220;Fluvius Grandis&#8221;, Barlaeus, Caspar  Esta vista finamente desenhada retrata o Forte Ceulen (também conhecido como Forte dos Três Reis Magos) ao longo do rio Potengi, na atual região de Natal. Em primeiro plano, soldados holandeses supervisionam nativos que descarregam mercadorias de uma pequena canoa. A cartela de faixas apresenta um brasão de armas com um emblema de avestruz. Esta gravura foi publicada na obra Rerum per Octennium in Brasilia, de Caspar Barlaeus, que acompanhou a viagem do Conde Johan Maurits van Nassau ao Brasil entre 1636-1644. Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647</figcaption></figure></p>
<h3>Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 &#8211; Brasil &#8211; Rerum per Octennium in Brasilia</h3>
<h4>&#8220;Fluvius Grandis&#8221;, Barlaeus, Caspar</h4>
<p>Esta vista finamente desenhada retrata o Forte Ceulen (também conhecido como Forte dos Três Reis Magos) ao longo do rio Potengi, na atual região de Natal.</p>
<p>Em primeiro plano, soldados holandeses supervisionam nativos que descarregam mercadorias de uma pequena canoa.</p>
<p>A cartela de faixas apresenta um brasão de armas com um emblema de avestruz. Esta gravura foi publicada na obra Rerum per Octennium in Brasilia, de Caspar Barlaeus, que acompanhou a viagem do Conde Johan Maurits van Nassau ao Brasil entre 1636-1644.</p>
<p>Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/pintura-do-forte-dos-tres-reis-magos-em-natal-de-1647-brasil/">Pintura do Forte dos Três Reis Magos em Natal de 1647 &#8211; Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1607 – América</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-hemisferio-ocidental-de-1607-america/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 15:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1607 &#8211; América Mercator&#8217;s Foundation Map for the Americas &#8220;America sive India Nova, ad Magnae Gerardi Mercatoris aui Universalis Imitationem in Compendium Redacta&#8221;,&#160;Mercator, Michael Este é um dos mais famosos mapas das Américas e um importante mapa de base para uma coleção de mapas americanos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40908" aria-describedby="caption-attachment-40908" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40908 size-large" title="Map of Western Hemisphere from 1607 - America" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-1024x861.jpg" alt="Map of Western Hemisphere from 1607 - America" width="800" height="673" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-1024x861.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-2048x1721.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-800x672.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-300x252.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-768x646.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-65x55.jpg 65w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-1536x1291.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Map-of-Western-Hemisphere-from-1607-America-1320x1109.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40908" class="wp-caption-text">Map of Western Hemisphere from 1607 &#8211; America</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1607 &#8211; América</h3>
<h4 class="color-red">Mercator&#8217;s Foundation Map for the Americas</h4>
<h4>&#8220;America sive India Nova, ad Magnae Gerardi Mercatoris aui Universalis Imitationem in Compendium Redacta&#8221;,&nbsp;Mercator, Michael</h4>
<p>Este é um dos mais famosos mapas das Américas e um importante mapa de base para uma coleção de mapas americanos.</p>
<p>Após a morte do seu avô, Michael Mercator produziu este impressionante mapa hemisférico, o único mapa impresso conhecido atribuído a ele.</p>
<p>O mapa está rodeado por um belo desenho floral gravado e quatro rodelas, uma das quais contém o título.</p>
<p>As outras inserções incluem o Golfo do México, Cuba e Haiti. A geografia foi modelada segundo o mapa-mundo de Rumold Mercator de 1587, com alguns pormenores adicionais.</p>
<p>Existe um grande lago interior no Canadá, e o rio São Lourenço estende-se quase até metade do continente, sem Grandes Lagos.</p>
<p>Existe ainda uma protuberância na costa ocidental da América do Sul.</p>
<p>O grande continente do sul estende-se acima do Trópico de Capricórnio, no Pacífico, onde existe uma ilha muito grande, a Nova Guiné.</p>
<p>Acima da América do Norte estão duas das quatro ilhas do Pólo Norte, com os grandes rios míticos que correm do pólo. Os mares estão cheios de ilhas míticas, incluindo São Brendain, Frislant e Sept citez.</p>
<p>Texto latino no verso com o número de página 39, indicando que este mapa pertence às edições publicadas entre 1607-12.</p>
<p>Referências: Burden #87; Van der Krogt (Vol. I) #9000:1A.</p>
<p>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1607 &#8211; América America</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-hemisferio-ocidental-de-1607-america/">Mapa do Hemisfério Ocidental de 1607 &#8211; América</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do hemisfério ocidental de 1579 – América</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-hemisferio-ocidental-de-1579-america/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 11:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579 &#8211; América &#8211; Theatrum Orbis Terrarum Ortelius&#8217; Influential Map of the New World &#8211; Second Plate in Contemporary Color &#8220;Americae sive Novi Orbis, Nova Descriptio&#8221;, Ortelius, Abraham Este é um dos mais famosos mapas da América, que teve uma enorme influência na futura cartografia [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-hemisferio-ocidental-de-1579-america/">Mapa do hemisfério ocidental de 1579 &#8211; América</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40898" aria-describedby="caption-attachment-40898" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40898 size-large" title="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-1024x833.jpg" alt="Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579 - América - Theatrum Orbis TerrarumOrtelius' Influential Map of the New World - Second Plate in Contemporary Color &quot;Americae sive Novi Orbis, Nova Descriptio&quot;, Ortelius, Abraham Este é um dos mais famosos mapas da América, que teve uma enorme influência na futura cartografia do Novo Mundo. O mapa baseia-se principalmente no grande mapa-múndi de várias folhas de Gerard Mercator de 1569. As características mais reconhecíveis do mapa são a volumosa costa chilena e a largura exagerada do continente norte-americano. A América do Norte mostra um longo rio São Lourenço que atravessa o continente até quase se encontrar com o fictício rio Tiguas, que flui para oeste. A cartela de título estrategicamente colocada esconde o desconhecido Pacífico Sul e, portanto, a maior parte do conjetural grande continente do sul, que é mostrado ligado à Nova Guiné e à Terra do Fogo. Este mapa é da segunda placa de cobre que contém geografia idêntica à da primeira placa [1570]. Nesta placa, o maior navio do Pacífico está agora a navegar para leste, afastando-se do observador. Devido à perseguição religiosa, Ortelius foi forçado a abandonar Antuérpia e, como resultado, houve um lapso de quatro anos na publicação do Theatrum. Quando se restabeleceu em Liège, utilizou a grande tipografia de Christopher Plantin para retomar a publicação com uma série de placas revistas. Esta placa teve uma vida relativamente curta, de apenas 8 anos, sendo substituída em 1587 pela placa que se distingue facilmente da forma revista da América do Sul. Referências: Burden #52; Goss (NA) #11; Van den Broecke #10.&nbsp; Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579" width="800" height="651" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-1024x833.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-300x244.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-768x625.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-68x55.jpg 68w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-1536x1250.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-2048x1666.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-800x651.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Western-Hemisphere-America-1579-1320x1074.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40898" class="wp-caption-text">Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579 &#8211; América &#8211; Theatrum Orbis Terrarum Ortelius&#8217; Influential Map of the New World &#8211; Second Plate in Contemporary Color &#8220;Americae sive Novi Orbis, Nova Descriptio&#8221;, Ortelius, Abraham Este é um dos mais famosos mapas da América, que teve uma enorme influência na futura cartografia do Novo Mundo. O mapa baseia-se principalmente no grande mapa-múndi de várias folhas de Gerard Mercator de 1569. As características mais reconhecíveis do mapa são a volumosa costa chilena e a largura exagerada do continente norte-americano. A América do Norte mostra um longo rio São Lourenço que atravessa o continente até quase se encontrar com o fictício rio Tiguas, que flui para oeste. A cartela de título estrategicamente colocada esconde o desconhecido Pacífico Sul e, portanto, a maior parte do conjetural grande continente do sul, que é mostrado ligado à Nova Guiné e à Terra do Fogo. Este mapa é da segunda placa de cobre que contém geografia idêntica à da primeira placa [1570]. Nesta placa, o maior navio do Pacífico está agora a navegar para leste, afastando-se do observador. Devido à perseguição religiosa, Ortelius foi forçado a abandonar Antuérpia e, como resultado, houve um lapso de quatro anos na publicação do Theatrum. Quando se restabeleceu em Liège, utilizou a grande tipografia de Christopher Plantin para retomar a publicação com uma série de placas revistas. Esta placa teve uma vida relativamente curta, de apenas 8 anos, sendo substituída em 1587 pela placa que se distingue facilmente da forma revista da América do Sul. Referências: Burden #52; Goss (NA) #11; Van den Broecke #10.&nbsp; Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579 &#8211; América &#8211; Theatrum Orbis Terrarum</h3>
<h4>Ortelius&#8217; Influential Map of the New World &#8211; Second Plate in Contemporary Color<br />
&#8220;Americae sive Novi Orbis, Nova Descriptio&#8221;, Ortelius, Abraham</h4>
<p>Este é um dos mais famosos mapas da América, que teve uma enorme influência na futura cartografia do Novo Mundo.</p>
<p>O mapa baseia-se principalmente no grande mapa-múndi de várias folhas de Gerard Mercator de 1569.</p>
<p>As características mais reconhecíveis do mapa são a volumosa costa chilena e a largura exagerada do continente norte-americano.</p>
<p>A América do Norte mostra um longo rio São Lourenço que atravessa o continente até quase se encontrar com o fictício rio Tiguas, que flui para oeste.</p>
<p>A cartela de título estrategicamente colocada esconde o desconhecido Pacífico Sul e, portanto, a maior parte do conjetural grande continente do sul, que é mostrado ligado à Nova Guiné e à Terra do Fogo.</p>
<p>Este mapa é da segunda placa de cobre que contém geografia idêntica à da primeira placa [1570].</p>
<p>Nesta placa, o maior navio do Pacífico está agora a navegar para leste, afastando-se do observador. Devido à perseguição religiosa, Ortelius foi forçado a abandonar Antuérpia e, como resultado, houve um lapso de quatro anos na publicação do Theatrum.</p>
<p>Quando se restabeleceu em Liège, utilizou a grande tipografia de Christopher Plantin para retomar a publicação com uma série de placas revistas. Esta placa teve uma vida relativamente curta, de apenas 8 anos, sendo substituída em 1587 pela placa que se distingue facilmente da forma revista da América do Sul.</p>
<p>Referências: Burden #52; Goss (NA) #11; Van den Broecke #10.&nbsp;</p>
<p>Mapa do Hemisfério Ocidental de 1579</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jean-Baptiste Debret: biografia e obras no Brasil</title>
		<link>https://bahia.ws/biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 10:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Baptiste Debret]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Jean-Baptiste Debret (1768-1848) foi um renomado pintor, desenhista e litógrafo francês, conhecido por sua significativa contribuição para a arte e a documentação histórica do Brasil no século XIX. Formado pela Academia de Belas Artes de Paris e discípulo de Jacques-Louis David, destacou-se inicialmente por suas obras que celebravam Napoleão Bonaparte. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>

<p><strong>Jean-Baptiste Debret</strong> (1768-1848) foi um renomado <strong>pintor</strong>, <strong>desenhista</strong> e <strong>litógrafo francês</strong>, conhecido por sua significativa contribuição para a <strong>arte</strong> e a <strong>documentação histórica</strong> do Brasil no século XIX.</p>
<p>Formado pela <strong>Academia de Belas Artes de Paris</strong> e discípulo de <strong>Jacques-Louis David</strong>, destacou-se inicialmente por suas obras que celebravam <strong>Napoleão Bonaparte</strong>. Contudo, sua trajetória alcançou um novo patamar ao integrar a <strong>Missão Artística Francesa</strong> no Brasil em 1816.</p>
<p>Durante os <strong>15 anos</strong> que viveu no país, Debret dedicou-se a retratar a <strong>paisagem brasileira</strong>, os <strong>costumes indígenas</strong>, a <strong>escravidão</strong>, a <strong>vida cotidiana</strong> e os eventos da <strong>corte de Dom João VI</strong> e <strong>Dom Pedro I</strong>.</p>
<p>Sua principal obra, <strong>&#8220;Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil&#8221;</strong>, publicada em <strong>três volumes</strong> entre <strong>1834 e 1839</strong>, combina <strong>litografias</strong> e <strong>textos explicativos</strong>, revelando uma visão detalhada e artística do <strong>Brasil imperial</strong> e consolidando seu legado como um dos maiores cronistas visuais da <strong>história brasileira</strong>.</p>
<h3 id="h-video-sobre-a-biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret" class="wp-block-heading">Video sobre a Biografia e as Obras de Jean-Baptiste Debret</h3>
<p>

</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-The-Slave-Hunter.jpg" width="400" /></a></p>
<h2>Biografia de Jean-Baptiste Debret</h2>
<p><strong>Jean-Baptiste Debret</strong> (1768–1848) foi um pintor, desenhista e litógrafo francês, reconhecido por documentar a vida no Brasil entre <strong>1816 e 1831</strong>. Ele foi um dos principais membros da <strong>Missão Artística Francesa</strong>, um grupo de artistas que veio ao Brasil a convite de <strong>Dom João VI</strong>.</p>
<p>A missão tinha o objetivo de fundar a <strong>Academia Imperial de Belas Artes</strong> e promover o desenvolvimento artístico no país. Durante sua estadia, Debret capturou cenas da sociedade brasileira, incluindo aspectos culturais, sociais e históricos, que continuam sendo referências valiosas até hoje.</p>
<ol>
<li>Formação e Carreira Inicial</li>
<li id="h-pintor-da-corte-de-napoleao" class="wp-block-heading">Pintor da Corte de Napoleão</li>
<li id="h-missao-artistica-francesa-ao-brasil" class="wp-block-heading">Transferencia da Corte de <strong>Lisboa</strong> para o <strong>Rio de Janeiro</strong></li>
<li>Missão Artística Francesa</li>
<li id="h-pintor-da-corte-de-d-joao-vi" class="wp-block-heading">Pintor da Corte de D. João VI</li>
<li id="h-pintor-da-corte-de-dom-pedro-i" class="wp-block-heading">Pintor da Corte de Dom Pedro I</li>
<li>Livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil</li>
<li>Obras de Jean-Baptiste Debret</li>
</ol>
<h3>1. Formação e Carreira Inicial</h3>
<p><strong>Jean-Baptiste Debret</strong>, nascido em <strong>Paris</strong>, estudou na <strong>Academia de Belas Artes</strong>, onde foi aluno de <strong>Jacques-Louis David</strong>, um dos maiores pintores do <strong>neoclassicismo francês</strong>.</p>
<p>Debret esteve envolvido em eventos significativos durante a <strong>Revolução Francesa</strong>, pintando obras patrióticas e retratos históricos. Ele também trabalhou para <strong>Napoleão Bonaparte</strong>, criando retratos imperiais e cenários grandiosos que celebravam as campanhas napoleônicas.</p>
<figure id="attachment_102482" aria-describedby="caption-attachment-102482" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102482" title="A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena.png" alt="A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle" width="1200" height="704" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-300x176.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-1024x601.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-768x451.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-94x55.png 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-1536x902.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-800x470.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102482" class="wp-caption-text">A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle</figcaption></figure>
<h3 id="h-pintor-da-corte-de-napoleao" class="wp-block-heading">2. Pintor da Corte de Napoleão</h3>
<h3>


</h3>
<p>Em <strong>1806</strong>, <strong>Debret</strong> iniciou suas obras dedicadas à glória de <strong>Napoleão</strong>, encomendadas por <strong>Vivant-Denon</strong>, diretor de museus.</p>
<p>Entre seus trabalhos destacam-se: <strong>Napoleão Homenageia a Coragem Infeliz</strong> (1806), uma tela de 3,90m x 6,21m – que recebeu menção honrosa do <strong>Instituto de França</strong>, <strong>&#8220;Napoleão Condecora o Granadero Lazareff em Tilsitt&#8221;</strong> (1807) e <strong>&#8220;Napoleão discursa para as Tropas Bávaras&#8221;</strong> (1810).</p>
<p>Em <strong>1814</strong>, com a queda de <strong>Napoleão</strong>, <strong>Debret</strong> perdeu o seu principal financiador.</p>
<p>Pouco depois, <strong>Debret</strong> recebeu duas propostas, uma do <strong>czar Alexandre I</strong>, que o convidou para trabalhar em <strong>São Petersburgo</strong>, e outra de <strong>Lebreton</strong>, que o chamou para integrar a <strong>missão artística francesa no Brasil</strong>, conforme solicitação do príncipe regente <strong>D. João</strong>.</p>
<p>Decidido a participar da <strong>missão francesa</strong>, <strong>Debret</strong> embarcou para o <strong>Brasil</strong>.</p>
<h3 id="h-missao-artistica-francesa-ao-brasil" class="wp-block-heading">3. Transferencia da Corte de <strong>Lisboa</strong> para o <strong>Rio de Janeiro</strong></h3>
<p>

</p>
<p>A <strong>Missão Artística Francesa</strong> foi precursora da <strong>Academia Brasileira de Belas Artes</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>Em <strong>1808</strong>, com a <strong>invasão napoleônica</strong> da <strong>Península Ibérica</strong>, o imperador português <strong>Dom João VI</strong> transferiu a corte de <strong>Lisboa</strong> para o <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>A chegada da corte portuguesa ao Brasil levou à contratação de um grupo de artistas franceses para organizar uma academia de arte nos moldes da <strong>Academia Francesa</strong>.</p>
<p>O objetivo era fundar a <strong>Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios</strong>, que traria ao <strong>Brasil</strong> um modelo de <strong>cultura europeia</strong>, especialmente francesa, formando artistas e intelectuais locais.</p>
<p>Essa iniciativa marcou a transição do <strong>barroco religioso</strong> para o <strong>neoclassicismo secular</strong>, alinhando-se às transformações políticas e sociais da época, como a abertura dos portos, o incentivo à produção industrial, a criação de academias militares, uma biblioteca nacional e a introdução da imprensa.</p>
<p>Por dificuldades financeiras e políticas, a formalização da <strong>Escola Real</strong> foi adiada até <strong>1820</strong>, e, em <strong>1824</strong>, foi renomeada <strong>Academia Imperial de Belas Art</strong>, título que manteve até a queda do <strong>Segundo Império</strong> em <strong>1889</strong>.</p>
<p>Os artistas da <strong>Missão Artística Francesa</strong> foram mentores da primeira geração de artistas brasileiros formados academicamente, como <strong>Simplicio Rodrigues de Sá</strong>, <strong>Manoel de Araújo Pôrto Alegre</strong> e <strong>José Correia de Lima</strong>.</p>
<p><strong>Jean-Baptiste Debret</strong>, em particular, documentou a vida no Brasil com seus retratos da família real e as celebrações da coroação.</p>
<p>Após seu retorno à <strong>França</strong> em <strong>1820</strong>, seus alunos continuaram sua influência, com <strong>Dom Pedro I</strong> nomeando <strong>Simplicio de Sá</strong> como pintor da corte e <strong>Pôrto Alegre</strong> se tornando o quinto diretor da <strong>Academia</strong> em <strong>1854</strong>.</p>
<h3>4. Missão Artística Francesa</h3>
<p>Em <strong>1816</strong>, Debret deixou seu país e foi para o <strong>Rio de Janeiro</strong> com a <strong>Missão Artística Francesa</strong>, um grupo convidado pelo governo português.</p>
<p>Em <strong>1817</strong>, <strong>Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena</strong> (também conhecida como <strong>Habsburgo Lorena</strong> ou <strong>Áustria</strong>) chegou ao <strong>Rio de Janeiro</strong> para se casar com o <strong>Imperador Pedro I do Brasil</strong>. Os dois noivos são retratados acompanhados pelo <strong>Rei João VI de Portugal</strong>.</p>
<p>O grupo da Missão Francesa era composto por figuras renomadas, como o pintor paisagista <strong>Nicolas Antoine Taunay</strong> (1755-1830); o escultor <strong>Auguste Marie Taunay</strong> (1768-1824); o arquiteto <strong>Auguste Henri Victor Grandjean De Montigny</strong> (1776-1850); o gravador <strong>Charles S. Pradier</strong> (1768-1848); o compositor <strong>Sigismund Neukomm</strong> (1778-1858); e o especialista em mecânica <strong>François Ovide</strong>.</p>
<p>Embora <strong>Debret</strong> fosse conhecido como <strong>pintor de história</strong>, suas primeiras obras no <strong>Brasil</strong> incluíram retratos da <strong>família real</strong>, além de pinturas decorativas para eventos públicos e cenários para o <strong>Teatro Real São João</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>A criação da <strong>Academia Brasileira de Belas Artes</strong> levou <strong>dez anos</strong>, durante os quais os membros da Missão Francesa deveriam lecionar. Nesse período, <strong>Debret</strong> dava aulas em uma casa particular.</p>
<p>A obra mais famosa de <strong>Debret</strong> é uma série de desenhos que retratam a vida e a cultura do Brasil, publicada em três volumes entre <strong>1834</strong> e <strong>1839</strong>, com o título <strong>Voyage pittoresque et historique au Brésil</strong>.</p>
<figure id="attachment_102485" aria-describedby="caption-attachment-102485" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102485" title="Jean-Baptiste Debret - Retrato de João VI de Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Retrato de João VI de Portugal" width="1200" height="1701" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal.png 1668w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-212x300.png 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-723x1024.png 723w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-768x1088.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-1084x1536.png 1084w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-1445x2048.png 1445w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retrato-de-Joao-VI-de-Portugal-800x1134.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102485" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Retrato de João VI de Portugal</figcaption></figure>
<p>Esses desenhos e seus textos explicativos são considerados registros valiosos da vida cotidiana no <strong>Brasil</strong> das primeiras décadas do <strong>século XIX</strong>.</p>
<p>Seguindo o que ele chamou de &#8220;ordem lógica&#8221;, <strong>Debret</strong> começa seu livro com descrições de diversas tribos de <strong>índios</strong>.</p>
<p>Embora não tenha viajado para além do <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>Debret</strong> obteve informações de outros viajantes para representar a vida dos índios no interior do Brasil.</p>
<p><strong>Debret</strong> retratou de forma incomparável a vida dos <strong>escravos</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong>, e seus desenhos chocaram os membros do <strong>Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro</strong> pelo realismo impactante.</p>



<h4>Como pintor de história, Debret também retratou acontecimentos históricos do final do período colonial:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>o desembarque de Sua Alteza Real a Princesa Leopoldina no Rio de Janeiro</li>



<li>a coroação de D. João VI, o batismo da Princesa Maria da Glória</li>



<li>o juramento à Constituição e a coroação de D. Pedro I como imperador do Brasil</li>
</ul>









<h3 id="h-pintor-da-corte-de-d-joao-vi" class="wp-block-heading">5. Pintor da Corte de D. João VI</h3>



<p>Posteriormente, <strong>Jean-Baptiste Debret</strong> tornou-se o pintor oficial do Império. Produziu retratos da Família Real e, durante muitos anos exerceu a função de cenógrafo do Real Teatro São João.</p>
<figure id="attachment_102486" aria-describedby="caption-attachment-102486" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102486" title="Jean-Baptiste Debret - Dom Pedro I, Imperador do Brasil, 1816" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Dom Pedro I, Imperador do Brasil, 1816" width="1200" height="1506" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816.png 1632w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-239x300.png 239w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-816x1024.png 816w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-768x964.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-44x55.png 44w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-1224x1536.png 1224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Imperador-do-Brasil-1816-800x1004.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102486" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Dom Pedro I, Imperador do Brasil, 1816</figcaption></figure>



<p>Pintou quadros históricos e gravuras que mostram costumes e tipos humanos do Rio de Janeiro da época.</p>



<h3 id="h-pintor-da-corte-de-dom-pedro-i" class="wp-block-heading">6. Pintor da Corte de Dom Pedro I</h3>





<p>Em <strong>1821</strong>, com a volta de <strong>Dom João VI</strong> para Portugal, <strong>Jean-Baptiste Debret</strong> passou a servir <strong>Dom Pedro I</strong>, de quem recebeu a <strong>Comenda da Ordem de Cristo</strong>. Em <strong>1829</strong> e <strong>1830</strong>, realizaram-se as duas primeiras exposições de artes no <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Em <strong>1831</strong>, com a abdicação de <strong>Dom Pedro I</strong>, <strong>Debret</strong> regressou à <strong>França</strong>, depois de 15 anos no Brasil, levando consigo <strong>Manuel de Araújo Porto Alegre</strong> para que este se aperfeiçoasse em <strong>Paris</strong>.</p>
<p>Os <strong>350 originais</strong> das gravuras de Debret executadas no Brasil estão conservadas na <strong>Fundação Castro Maia</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong>. As telas a óleo encontram-se no <strong>Museu Nacional de Belas Artes</strong>, também no Rio de Janeiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil</h3>
<p class="wp-block-heading">Entre <strong>1834</strong>, <strong>1835</strong> e <strong>1839</strong>, <strong>Jean-Baptiste Debret</strong> publicou sua obra monumental, <strong>&#8220;Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil&#8221;</strong>, em três volumes. No <strong>primeiro volume</strong>, ele retrata a <strong>cultura indígena</strong>. No <strong>segundo</strong>, foca na <strong>relação entre brancos e escravos</strong>. Já no <strong>terceiro volume</strong>, Debret dedica-se à <strong>corte</strong> e às <strong>tradições populares</strong>, sempre acompanhadas de textos explicativos que enriquecem as ilustrações e o contexto histórico.</p>
<h3>8. Obras de Jean-Baptiste Debret</h3>
<figure id="attachment_102487" aria-describedby="caption-attachment-102487" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102487" title="O Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista) e suas progressivas reformas, Jean-Baptiste Debret, 1839," src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839.png" alt="O Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista) e suas progressivas reformas, Jean-Baptiste Debret, 1839," width="1200" height="1610" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839.png 1526w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-224x300.png 224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-763x1024.png 763w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-768x1031.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-41x55.png 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-1145x1536.png 1145w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/O-Palacio-de-Sao-Cristovao-Quinta-da-Boa-Vista-e-suas-progressivas-reformas-Jean-Baptiste-Debret-1839-800x1074.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102487" class="wp-caption-text">O Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista) e suas progressivas reformas, Jean-Baptiste Debret, 1839.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102489" aria-describedby="caption-attachment-102489" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102489" title="Casamento de Dom Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I.png" alt="Casamento de Dom Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret" width="1200" height="725" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-300x181.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-1024x618.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-768x464.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-91x55.png 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-1536x927.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Casamento-de-Dom-Pedro-I-800x483.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102489" class="wp-caption-text">Casamento de Dom Pedro I e D. Amélia 1829, Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102490" aria-describedby="caption-attachment-102490" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102490" title="pintor Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret.png" alt="pintor Jean-Baptiste Debret" width="1200" height="1304" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-276x300.png 276w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-943x1024.png 943w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-768x834.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-51x55.png 51w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-1414x1536.png 1414w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Jean-Baptiste-Debret-800x869.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102490" class="wp-caption-text">pintor Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102492" aria-describedby="caption-attachment-102492" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102492" title="Castigo de Escravo - Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret.png" alt="Castigo de Escravo - Jean-Baptiste Debret" width="1200" height="868" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-300x217.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-1024x741.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-768x555.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-1536x1111.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Castigo-de-Escravo-Jean-Baptiste-Debret-800x579.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102492" class="wp-caption-text">Castigo de Escravo &#8211; Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40825" aria-describedby="caption-attachment-40825" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40825" title="Château de Versailles – Jean Baptiste Debret -- First distribution of the Legion of Honor at the Eglise des Invalides, by the Emperor, 14 July 1804" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-1024x776.jpg" alt="Château de Versailles – Jean Baptiste Debret -- First distribution of the Legion of Honor at the Eglise des Invalides, by the Emperor, 14 July 1804" width="1200" height="909" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-1024x776.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-300x227.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-768x582.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-1536x1164.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-2048x1552.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-800x606.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chateau-de-Versailles-–-Jean-Baptiste-Debret-First-distribution-of-the-Legion-of-Honor-at-the-Eglise-des-Invalides-by-the-Emperor-14-July-1804-1320x1000.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40825" class="wp-caption-text">Palácio de Versalhes – Jean Baptiste Debret &#8212; Primeira distribuição da Legião de Honra na Igreja dos Inválidos, pelo Imperador, em 14 de julho de 1804</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102495" aria-describedby="caption-attachment-102495" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102495" title="Jean Baptiste Debret – O Caçador de Escravos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos.png" alt="Jean Baptiste Debret – O Caçador de Escravos" width="1200" height="846" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-300x212.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-1024x722.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-768x541.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-78x55.png 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-1536x1083.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/01/Jean-Baptiste-Debret-–-O-Cacador-de-Escravos-800x564.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102495" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret – O Caçador de Escravos</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102496" aria-describedby="caption-attachment-102496" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102496" title="Jean-Baptiste Debret - Travelling Saleswomen in Rio de Janeiro in 1827, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Travelling Saleswomen in Rio de Janeiro in 1827, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', 1839" width="1200" height="874" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-300x219.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-1024x746.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-768x560.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-1536x1119.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Travelling-Saleswomen-in-Rio-de-Janeiro-in-1827-800x583.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102496" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Travelling Saleswomen in Rio de Janeiro in 1827, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102497" aria-describedby="caption-attachment-102497" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102497" title="Jean-Baptiste Debret - Transporting a White Child to be Baptised in a Church, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', engraved by Thierry Freres, 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Transporting a White Child to be Baptised in a Church, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', engraved by Thierry Freres, 1839" width="1200" height="677" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-300x169.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-1024x578.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-768x434.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-97x55.png 97w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-1536x867.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Transporting-a-White-Child-to-be-Baptised-in-a-Church-800x452.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102497" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Transporting a White Child to be Baptised in a Church, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, engraved by Thierry Freres, 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102498" aria-describedby="caption-attachment-102498" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102498" title="Jean-Baptiste Debret - The Marriage of Amelie of Leuchtenberg (Amelie de Leuchtenberg)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg.png" alt="Jean-Baptiste Debret - The Marriage of Amelie of Leuchtenberg (Amelie de Leuchtenberg)" width="1200" height="819" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-300x205.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-1024x699.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-768x524.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-1536x1048.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-The-Marriage-of-Amelie-of-Leuchtenberg-800x546.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102498" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; The Marriage of Amelie of Leuchtenberg (Amelie de Leuchtenberg)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40807" aria-describedby="caption-attachment-40807" style="width: 834px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40807 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Portrait of John VI of Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg" alt="Jean-Baptiste Debret - Portrait of John VI of Portugal" width="834" height="1182" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.jpg 834w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-212x300.jpg 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-723x1024.jpg 723w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-768x1088.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-39x55.jpg 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-800x1134.jpg 800w" sizes="(max-width: 834px) 100vw, 834px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40807" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Portrait of John VI of Portugal</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40815" aria-describedby="caption-attachment-40815" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40815 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Slaves of Rio Janeiro, 1825-6" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6.jpg" alt="Jean-Baptiste Debret - Slaves of Rio Janeiro, 1825-6" width="1024" height="620" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6-300x182.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6-768x465.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6-91x55.jpg 91w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Slaves-of-Rio-Janeiro-1825-6-800x484.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40815" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Slaves of Rio Janeiro, 1825-6</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102502" aria-describedby="caption-attachment-102502" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102502" title="Jean-Baptiste Debret - Second marriage de S.M.I. D. Pedro I" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Second marriage de S.M.I. D. Pedro I" width="1200" height="730" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I.png 2364w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-300x182.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-1024x623.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-768x467.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-90x55.png 90w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-1536x934.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-2048x1246.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Second-marriage-de-S.M.I.-D.-Pedro-I-800x487.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102502" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Second marriage de S.M.I. D. Pedro I</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102503" aria-describedby="caption-attachment-102503" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102503" title="Jean-Baptiste Debret - Napoleon I decorated in Tilsit (Tilsitt) the Grenadier Lazareff of the Cross of the Legion d'Honneur, July 9" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Napoleon I decorated in Tilsit (Tilsitt) the Grenadier Lazareff of the Cross of the Legion d'Honneur, July 9" width="1200" height="838" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-300x209.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-1024x715.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-768x536.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-79x55.png 79w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-1536x1073.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-I-decorated-in-Tilsit-800x559.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102503" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Napoleon I decorated in Tilsit (Tilsitt) the Grenadier Lazareff of the Cross of the Legion d&#8217;Honneur, July 9</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102504" aria-describedby="caption-attachment-102504" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102504" title="Jean-Baptiste Debret - Study for the Arrival of D Leopoldina in Brazil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Study for the Arrival of D Leopoldina in Brazil" width="1200" height="705" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil.png 2364w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-300x176.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-1024x601.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-768x451.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-94x55.png 94w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-1536x902.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-2048x1202.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Study-for-the-Arrival-of-D-Leopoldina-in-Brazil-800x470.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102504" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Study for the Arrival of D Leopoldina in Brazil</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102506" aria-describedby="caption-attachment-102506" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102506" title="Jean-Baptiste Debret - Portrait of John VI of Portugal" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Portrait of John VI of Portugal" width="1200" height="1701" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal.png 1668w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-212x300.png 212w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-723x1024.png 723w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-768x1088.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-1084x1536.png 1084w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-1445x2048.png 1445w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Portrait-of-John-VI-of-Portugal-800x1134.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102506" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Portrait of John VI of Portugal</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102507" aria-describedby="caption-attachment-102507" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102507" title="Jean Baptiste Debret - Review of the Troops Headed for Montevideo at Praia Grande" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande.png" alt="Jean Baptiste Debret - Review of the Troops Headed for Montevideo at Praia Grande" width="1200" height="774" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande.png 2364w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-300x193.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-1024x660.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-768x495.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-1536x990.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-2048x1320.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Review-of-the-Troops-Headed-for-Montevideo-at-Praia-Grande-800x516.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102507" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret &#8211; Review of the Troops Headed for Montevideo at Praia Grande</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102509" aria-describedby="caption-attachment-102509" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102509" title="Jean Baptiste Debret - Napoleon Bonaparte (1769-1821) Decorating the Grenadier Lazareff at Tilsit 8th Jult 1807)" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte.png" alt="Jean Baptiste Debret - Napoleon Bonaparte (1769-1821) Decorating the Grenadier Lazareff at Tilsit 8th Jult 1807)" width="1200" height="855" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-300x214.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-1024x730.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-768x548.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-77x55.png 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-1536x1095.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-Bonaparte-800x570.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102509" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret &#8211; Napoleon Bonaparte (1769-1821) Decorating the Grenadier Lazareff at Tilsit 8th Jult 1807)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102511" aria-describedby="caption-attachment-102511" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102511" title="Jean Baptiste Debret - Daily Life in Brazil from Travels in Brazil lithographed by Thierry Freres 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839.png" alt="Jean Baptiste Debret - Daily Life in Brazil from Travels in Brazil lithographed by Thierry Freres 1839" width="1200" height="1465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839.png 1678w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-246x300.png 246w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-839x1024.png 839w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-768x937.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-45x55.png 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-1259x1536.png 1259w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2026/02/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-lithographed-by-Thierry-Freres-1839-800x976.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102511" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret &#8211; Daily Life in Brazil from Travels in Brazil lithographed by Thierry Freres 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102550" aria-describedby="caption-attachment-102550" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102550" title="Jean-Baptiste Debret - House for Rent, Horse and Goat for Sale, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-.png" alt="Jean-Baptiste Debret - House for Rent, Horse and Goat for Sale, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" width="1200" height="1465" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil-.png 1678w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--246x300.png 246w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--839x1024.png 839w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--768x937.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--45x55.png 45w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--1259x1536.png 1259w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Daily-Life-in-Brazil-from-Travels-in-Brazil--800x976.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102550" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; House for Rent, Horse and Goat for Sale, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102551" aria-describedby="caption-attachment-102551" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102551" title="Jean-Baptiste Debret - House for Rent, Horse and Goat for Sale, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png" alt="Jean-Baptiste Debret - House for Rent, Horse and Goat for Sale, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" width="1200" height="747" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-300x187.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-1024x637.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-768x478.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-1536x956.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-House-for-Rent-Horse-and-Goat-for-Sale-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-800x498.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102551" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; House for Rent, Horse and Goat for Sale, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102552" aria-describedby="caption-attachment-102552" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102552" title="Jean-Baptiste Debret - Group of black dancers, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, ou Sejour d'un Artiste Francais au Bresil'" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Group of black dancers, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, ou Sejour d'un Artiste Francais au Bresil'" width="1200" height="816" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-300x204.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-1024x696.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-768x522.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-1536x1044.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Group-of-black-dancers-illustration-800x544.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102552" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Group of black dancers, illustration from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, ou Sejour d&#8217;un Artiste Francais au Bresil&#8217;</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102571" aria-describedby="caption-attachment-102571" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102571" title="Jean-Baptiste Debret - Free Negresses earning a living from their work, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Free Negresses earning a living from their work, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', 1839" width="1200" height="878" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-300x219.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-1024x749.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-768x562.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-1536x1124.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Free-Negresses-earning-a-living-from-their-work-800x585.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102571" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Free Negresses earning a living from their work, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102572" aria-describedby="caption-attachment-102572" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102572" title="Jean-Baptiste Debret - Dom Pedro I, Emperor of Brazil, 1816" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Dom Pedro I, Emperor of Brazil, 1816" width="1200" height="1506" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816.png 1632w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-239x300.png 239w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-816x1024.png 816w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-768x964.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-44x55.png 44w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-1224x1536.png 1224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Dom-Pedro-I-Emperor-of-Brazil-1816-800x1004.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102572" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Dom Pedro I, Emperor of Brazil, 1816</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102573" aria-describedby="caption-attachment-102573" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102573" title="Jean-Baptiste Debret - 'Black Cangueiros' - Black Porters carry a Cask, engraved by Thierry Freres (fl.1827-45), 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros.png" alt="Jean-Baptiste Debret - 'Black Cangueiros' - Black Porters carry a Cask, engraved by Thierry Freres (fl.1827-45), 1835" width="1200" height="909" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-300x227.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-1024x776.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-768x582.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-1536x1164.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Black-Cangueiros-800x606.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102573" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; &#8216;Black Cangueiros&#8217; &#8211; Black Porters carry a Cask, engraved by Thierry Freres (fl.1827-45), 1835</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102574" aria-describedby="caption-attachment-102574" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102574 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Amazonian Indians chasing" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Amazonian Indians chasing" width="1200" height="772" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing.png 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing-300x193.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing-1024x659.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing-768x494.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing-85x55.png 85w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Amazonian-Indians-chasing-800x515.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102574" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Amazonian Indians chasing</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102575" aria-describedby="caption-attachment-102575" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102575" title="Jean-Baptiste Debret - Sellers of grass. 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Sellers of grass. 1839" width="1200" height="843" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-300x211.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-1024x719.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-768x540.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-78x55.png 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-1536x1079.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Sellers-of-grass.-1839-800x562.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102575" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Sellers of grass. 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102577" aria-describedby="caption-attachment-102577" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102577" title="Jean-Baptiste Debret - Napoleon (1769-1821) Pays Homage to the Courage of the Wounded, 1806" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Napoleon (1769-1821) Pays Homage to the Courage of the Wounded, 1806" width="1200" height="923" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-300x231.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-1024x787.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-768x590.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-1536x1181.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-1769-1821-800x615.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102577" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Napoleon (1769-1821) Pays Homage to the Courage of the Wounded, 1806</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102578" aria-describedby="caption-attachment-102578" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102578" title="A Coroado Indian Giving the Signal for Attack, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack.png" alt="A Coroado Indian Giving the Signal for Attack, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret" width="1200" height="1704" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack.png 1442w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-211x300.png 211w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-721x1024.png 721w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-768x1091.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-39x55.png 39w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-1082x1536.png 1082w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Coroado-Indian-Giving-the-Signal-for-Attack-800x1136.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102578" class="wp-caption-text">A Coroado Indian Giving the Signal for Attack, illustration from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217; by Jean-Baptiste Debret</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102579" aria-describedby="caption-attachment-102579" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102579" title="Jean Baptiste Debret – Temporary Acceptance of the Lisbon Constitution Rio de Janeiro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro.png" alt="Jean Baptiste Debret – Temporary Acceptance of the Lisbon Constitution Rio de Janeiro" width="1200" height="745" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-300x186.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-1024x636.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-768x477.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-89x55.png 89w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-1536x954.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-–-Temporary-Acceptance-of-the-Lisbon-Constitution-Rio-de-Janeiro-800x497.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102579" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret – Temporary Acceptance of the Lisbon Constitution Rio de Janeiro</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102580" aria-describedby="caption-attachment-102580" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102580" title="Jean-Baptiste Debret - Gouaranis women going to Mass on Sunday, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Gouaranis women going to Mass on Sunday, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" width="1200" height="1865" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil.png 1318w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-193x300.png 193w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-659x1024.png 659w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-768x1193.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-35x55.png 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-989x1536.png 989w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Gouaranis-women-going-to-Mass-on-Sunday-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-800x1243.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102580" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Gouaranis women going to Mass on Sunday, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40771" aria-describedby="caption-attachment-40771" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40771 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Chief of the Bororenos preparing for an attack" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1.jpg" alt="Jean-Baptiste Debret - Chief of the Bororenos preparing for an attack" width="1024" height="765" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1-300x224.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1-768x574.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1-74x55.jpg 74w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Chief-of-the-Bororenos-preparing-for-an-attack-1-800x598.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40771" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Chief of the Bororenos preparing for an attack</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102581" aria-describedby="caption-attachment-102581" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102581 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Brazil Indians wearing animal skins" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Brazil Indians wearing animal skins" width="1200" height="810" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins.png 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins-300x203.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins-1024x691.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins-768x518.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Brazil-Indians-wearing-animal-skins-800x540.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102581" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Brazil Indians wearing animal skins</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102582" aria-describedby="caption-attachment-102582" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102582" title="Jean-Baptiste Debret - The Acclamation of Pedro I (1798-1834) Emperor of Brazil, Rio de Janeiro, 7th April 1831, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', Paris, 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro.png" alt="Jean-Baptiste Debret - The Acclamation of Pedro I (1798-1834) Emperor of Brazil, Rio de Janeiro, 7th April 1831, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', Paris, 1835" width="1200" height="797" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-300x199.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-1024x680.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-768x510.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-1536x1020.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-800x531.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-Acclamation-of-Pedro-I-1798-1834-Emperor-of-Brazil-Rio-de-Janeiro-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102582" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; The Acclamation of Pedro I (1798-1834) Emperor of Brazil, Rio de Janeiro, 7th April 1831, illustration from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, Paris, 1835</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102583" aria-describedby="caption-attachment-102583" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102583" title="Jean-Baptiste Debret - Goyanas Indians, Pernam-Bouc, North East Brazil, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', engraved by Charles Etienne Pierre Motte (1785-1836), published 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Goyanas Indians, Pernam-Bouc, North East Brazil, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', engraved by Charles Etienne Pierre Motte (1785-1836), published 1839" width="1200" height="1888" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil.png 1302w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-191x300.png 191w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-651x1024.png 651w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-768x1208.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-35x55.png 35w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-977x1536.png 977w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Goyanas-Indians-Pernam-Bouc-North-East-Brazil-800x1258.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102583" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Goyanas Indians, Pernam-Bouc, North East Brazil, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, engraved by Charles Etienne Pierre Motte (1785-1836), published 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102584" aria-describedby="caption-attachment-102584" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102584" title="Jean-Baptiste Debret - A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine.png" alt="Jean-Baptiste Debret - A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-A-chegada-de-Maria-Leopoldina-de-Habsburgo-Lorena-Habsburgo-Lorraine-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102584" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; A chegada de Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena (Habsburgo Lorraine) ou Áustria (1797-1826) ao Rio de Janeiro em 1817, para se casar com o Imperador Pedro I do Brasil Os dois noivos são representados acompanhados pelo Rei João VI de Portugal (João VI conhecido como o Cle</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102586" aria-describedby="caption-attachment-102586" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102586" title="Jean-Baptiste Debret - The apothecary" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary.png" alt="Jean-Baptiste Debret - The apothecary" width="1200" height="914" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-1024x780.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-768x585.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-1536x1170.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-The-apothecary-800x609.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102586" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; The apothecary</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102587" aria-describedby="caption-attachment-102587" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102587" title="Jean-Baptiste Debret - Indigenous Population of Cantagalo, 1826" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Indigenous Population of Cantagalo, 1826" width="1200" height="930" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-300x233.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-1024x794.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-768x596.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-71x55.png 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-1536x1191.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Indigenous-Population-of-Cantagalo-1826-800x620.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102587" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Indigenous Population of Cantagalo, 1826</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102588" aria-describedby="caption-attachment-102588" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102588" title="Jean-Baptiste Debret - women Guarani, Interior of a gipsy's house, Brazil" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil.png" alt="Jean-Baptiste Debret - women Guarani, Interior of a gipsy's house, Brazil" width="1200" height="916" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-1024x782.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-768x587.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-1536x1173.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-women-Guarani-Interior-of-a-gipsys-house-Brazil-800x611.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102588" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; women Guarani, Interior of a gipsy&#8217;s house, Brazil</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102589" aria-describedby="caption-attachment-102589" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102589" title="Jean-Baptiste Debret - Village of Cabocles in Cantagalo, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', published 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Village of Cabocles in Cantagalo, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', published 1839" width="1200" height="764" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-300x191.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-1024x652.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-768x489.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-86x55.png 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-1536x978.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-800x509.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102589" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Village of Cabocles in Cantagalo, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, published 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_40737" aria-describedby="caption-attachment-40737" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40737 size-full" title="Jean-Baptiste Debret - Village of Cabocles in Cantagalo, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', published 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839.jpg" alt="Jean-Baptiste Debret - Village of Cabocles in Cantagalo, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil', published 1839" width="1024" height="652" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839-300x191.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839-768x489.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839-86x55.jpg 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Village-of-Cabocles-in-Cantagalo-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-published-1839-800x509.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40737" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Village of Cabocles in Cantagalo, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;, published 1839</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102598" aria-describedby="caption-attachment-102598" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102598" title="Jean-Baptiste Debret - Retour, a la ville, dun propriétaire de chacra, 1835" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Retour, a la ville, dun propriétaire de chacra, 1835" width="1200" height="718" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-300x180.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-1024x613.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-768x460.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-92x55.png 92w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-1536x920.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Retour-a-la-ville-dun-proprietaire-de-chacra-1835-800x479.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102598" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Retour, a la ville, dun propriétaire de chacra, 1835</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102597" aria-describedby="caption-attachment-102597" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102597" title="Jean-Baptiste Debret - Flower seller outside a church door, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door.png" alt="Jean-Baptiste Debret - Flower seller outside a church door, from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil'" width="1200" height="918" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-300x229.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-1024x783.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-768x587.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-72x55.png 72w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-1536x1175.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Flower-seller-outside-a-church-door-800x612.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102597" class="wp-caption-text">Jean-Baptiste Debret &#8211; Flower seller outside a church door, from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217;</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102596" aria-describedby="caption-attachment-102596" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102596" title="Jean Baptiste Debret - Uma senhora de algumas posses em sua casa" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa.png" alt="Jean Baptiste Debret - Uma senhora de algumas posses em sua casa" width="1200" height="860" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-300x215.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-1024x734.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-768x551.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-77x55.png 77w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-1536x1101.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Uma-senhora-de-algumas-posses-em-sua-casa-800x573.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102596" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret &#8211; Uma senhora de algumas posses em sua casa</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102595" aria-describedby="caption-attachment-102595" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102595" title="Jean Baptiste Debret - Napoleon and the Bavarian and Wurttemberg troops in Abensberg 20th April 1809" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809.png" alt="Jean Baptiste Debret - Napoleon and the Bavarian and Wurttemberg troops in Abensberg 20th April 1809" width="1200" height="882" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-300x221.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-1024x753.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-768x565.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-75x55.png 75w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-1536x1130.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Jean-Baptiste-Debret-Napoleon-and-the-Bavarian-and-Wurttemberg-troops-in-Abensberg-20th-April-1809-800x588.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102595" class="wp-caption-text">Jean Baptiste Debret &#8211; Napoleon and the Bavarian and Wurttemberg troops in Abensberg 20th April 1809</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102594" aria-describedby="caption-attachment-102594" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102594" title="Cabocle Indian hunting birds with a bow and arrow, from Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, published in 1839, Jean-Baptiste Debret." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque.png" alt="Cabocle Indian hunting birds with a bow and arrow, from Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, published in 1839, Jean-Baptiste Debret." width="1200" height="907" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-300x227.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-1024x774.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-768x581.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-1536x1161.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cabocle-Indian-hunting-birds-with-a-bow-and-arrow-from-Voyage-Pittoresque-800x605.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102594" class="wp-caption-text">Cabocle Indian hunting birds with a bow and arrow, from Voyage Pittoresque et Historique au Bresil, published in 1839, Jean-Baptiste Debret.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102593" aria-describedby="caption-attachment-102593" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102593" title="Valley in the Serra do Mar, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration.png" alt="Valley in the Serra do Mar, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839." width="1200" height="765" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-300x191.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-1024x653.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-768x490.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-86x55.png 86w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-1536x980.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Valley-in-the-Serra-do-Mar-illustration-800x510.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102593" class="wp-caption-text">Valley in the Serra do Mar, illustration from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217; by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102592" aria-describedby="caption-attachment-102592" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102592" title="Indians using a Fallen Tree-trunk to Cross the Rio Paraiba do Sul, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839." src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839.png" alt="Indians using a Fallen Tree-trunk to Cross the Rio Paraiba do Sul, illustration from 'Voyage Pittoresque et Historique au Bresil' by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839." width="1200" height="757" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-300x189.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-1024x646.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-768x485.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-87x55.png 87w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-1536x969.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Indians-using-a-Fallen-Tree-trunk-to-Cross-the-Rio-Paraiba-do-Sul-illustration-from-Voyage-Pittoresque-et-Historique-au-Bresil-by-Jean-Baptiste-Debret-1768-1848-published-in-Paris-1839-800x505.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102592" class="wp-caption-text">Indians using a Fallen Tree-trunk to Cross the Rio Paraiba do Sul, illustration from &#8216;Voyage Pittoresque et Historique au Bresil&#8217; by Jean-Baptiste Debret (1768-1848), published in Paris, 1839.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_102590" aria-describedby="caption-attachment-102590" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-102590" title="A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839.png" alt="A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839" width="1200" height="864" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-300x216.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1024x737.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-768x553.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-76x55.png 76w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-1536x1106.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-Brazilian-family-in-Rio-de-Janeiro-by-Jean-Baptiste-Debret-1839-800x576.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102590" class="wp-caption-text">A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean Baptiste Debret 1839</figcaption></figure>



<p>Biografia e obras de Jean-Baptiste Debret</p>
<!-- /wp:post-content --><p>A publicação <a href="https://bahia.ws/biografia-e-as-obras-de-jean-baptiste-debret/">Jean-Baptiste Debret: biografia e obras no Brasil</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mapa do Sul da América do Sul de 1668</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1668/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 18:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.bahia.ws/?p=40681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do sul da América do Sul de 1668 &#8211; Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde&#8230; &#8220;La Terre et les Isles Magellaniques Tirees des Relations les Plus Recentes&#8221;, Sanson/Mariette Um mapa invulgar da Patagónia, do sul do Chile e da Terra do Fogo. Buenos Aires e a foz [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1668/">Mapa do Sul da América do Sul de 1668</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40682" aria-describedby="caption-attachment-40682" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40682 size-large" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-1024x798.jpg" alt="Mapa do Sul da América do Sul de 1668" width="800" height="623" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-1024x798.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-1536x1197.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-2048x1596.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-300x234.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-768x599.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-71x55.jpg 71w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-800x624.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Sul-da-America-do-Sul-de-1668-1320x1029.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40682" class="wp-caption-text">Mapa do Sul da América do Sul de 1668</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do sul da América do Sul de 1668 &#8211; Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde&#8230;</h3>
<h4>&#8220;La Terre et les Isles Magellaniques Tirees des Relations les Plus Recentes&#8221;, Sanson/Mariette</h4>
<p>Um mapa invulgar da Patagónia, do sul do Chile e da Terra do Fogo.</p>
<p>Buenos Aires e a foz do Rio da Prata encontram-se na parte mais a norte do mapa.</p>
<p>Os Andes são representados de forma pictórica, e onze vulcões são anotados e nomeados.</p>
<p>O rio Desaguadero é localizado, mostrando uma tentativa de bacia hidrográfica e um lago. A cartela do título é ornamentada com frutas em meio a curvas rococó.</p>
<p>Este mapa é bastante raro, uma vez que não foi incluído nos Cartes Generales de Toutes les Parties du Monde de Sanson até à edição de 1670.</p>
<p>Referências: Pastoureau, SANSON V E [217].</p>
<p>Mapa do sul da América do Sul de 1668 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-sul-da-america-do-sul-de-1668/">Mapa do Sul da América do Sul de 1668</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>História da Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</title>
		<link>https://bahia.ws/arquitetura-barroca-no-nordeste-do-brasil-e-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 15:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Página]]></category>
		<category><![CDATA[Aleijadinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Gravura da Salvador da Bahia em 1671]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife PE]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário do Bom Jesus de Matozinhos]]></category>
		<category><![CDATA[São João del Rei MG]]></category>
		<category><![CDATA[Tiradentes MG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A arquitetura barroca é parte importante da história ocidental e apresenta características únicas que marcaram a urbanização da Europa e estão presentes, inclusive, no Brasil. Os primeiros sinais da arquitetura barroca podem ser encontrados em obras do início do século 16, mas foi somente ao fim desse período que o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A <strong>arquitetura barroca</strong> é parte importante da <strong>história ocidental</strong> e apresenta <strong>características únicas</strong> que marcaram a <strong>urbanização</strong> da <strong>Europa</strong> e estão presentes, inclusive, no <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>Os primeiros sinais da <strong>arquitetura barroca</strong> podem ser encontrados em obras do início do <strong>século 16</strong>, mas foi somente ao fim desse período que o <strong>estilo barroco</strong> ganhou força, se desenvolveu e se expandiu pela <strong>Europa</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99995" aria-describedby="caption-attachment-99995" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99995" title="Fontana di Trevi em Roma, Itália" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia.png" alt="Fontana di Trevi em Roma, Itália" width="1200" height="818" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-300x204.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-1024x698.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-768x524.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-81x55.png 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-1536x1047.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Fontana-di-Trevi-em-Roma-Italia-800x545.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99995" class="wp-caption-text">Fontana di Trevi em Roma, Itália</figcaption></figure></p>
<p><strong>Fontana di Trevi</strong> – A obra foi construída no <strong>século XVIII</strong>, em <strong>1732</strong>, pelo arquiteto italiano <strong>Nicola Salvi</strong>, e é considerada um dos mais belos exemplos de <strong>arquitetura barroca</strong> do mundo.</p>
<p>Esse desenvolvimento se deu paralelamente à necessidade da <strong>Igreja Católica</strong> de se afirmar como soberana em um período pós <strong>Reforma Protestante</strong>.</p>
<p>Com o surgimento do <strong>protestantismo</strong>, que questionava os dogmas do <strong>catolicismo</strong>, os líderes dessa corrente do <strong>cristianismo</strong> deram início ao movimento conhecido como <strong>Contra Reforma</strong>.</p>
<p>A Igreja realizou, então, o <strong>Concílio de Trento</strong>, que tinha como objetivo reafirmar a verdade absoluta da fé e das tradições católicas — foi durante esse período que o <strong>estilo barroco</strong> encontrou bases para se consolidar.</p>
<p>A <strong>Igreja Católica</strong>, nesse concílio, definiu que a <strong>arte</strong> deveria ser utilizada como meio de propagação do <strong>catolicismo</strong> como verdade cristã absoluta.</p>
<p>As <strong>expressões artísticas</strong> deveriam retratar cenas <strong>bíblicas</strong>, <strong>santos</strong>, <strong>sacramentos</strong>, entre outros.</p>
<p>Além disso, a arte deveria ser simples e de fácil compreensão, para que o <strong>catolicismo</strong> fosse levado a todos.</p>
<p>Definiu-se, também, que as pinturas não poderiam conter <strong>nus</strong> ou referências <strong>pagãs</strong> e que as cenas deveriam ser <strong>realistas</strong>.</p>
<p>Dessa forma, a arte do período <strong>barroco</strong> foi se atrelando ao <strong>cristianismo católico</strong>, e é por esse motivo que as maiores obras de <strong>arquitetura barroca</strong> são encontradas em <strong>igrejas</strong>, <strong>basílicas</strong> e <strong>monumentos cristãos</strong>.</p>
<p>O <strong>Barroco</strong> foi um movimento não só <strong>artístico</strong>, mas também <strong>social</strong>, <strong>histórico</strong> e <strong>cultural</strong>. Ele englobou a <strong>literatura</strong>, a <strong>pintura</strong>, a <strong>escultura</strong>, a <strong>arquitetura</strong> e até mesmo a <strong>música</strong>.</p>
<p>Foi marcado principalmente pelo <strong>dualismo</strong>; o dilema entre <strong>corpo</strong> e <strong>alma</strong>, <strong>céu</strong> e <strong>inferno</strong>, o <strong>profano</strong> e o <strong>sagrado</strong>. E pela <strong>riqueza de detalhes</strong>; pinturas, arquitetura e esculturas com características <strong>exuberantes</strong> e <strong>luxuosas</strong>.</p>
<p>Chegou ao <strong>Brasil</strong> no início do <strong>século XVII</strong> e perdurou até meados do <strong>século XVIII</strong>.</p>
<p><strong>Minas Gerais</strong>, <strong>Bahia</strong> e <strong>Pernambuco</strong> são os estados brasileiros com mais legados arquitetônicos herdados dessa época.</p>
<p>Mas o movimento não se restringiu às cidades mineiras, inclusive, iniciou-se em <strong>Salvador</strong> e <strong>Recife</strong>.</p>
<h3>Vídeos sobre a Arquitetura Barroca em Minas Gerais</h3>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/arquitetura-barroca-no-nordeste-do-brasil-e-minas-gerais/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://www.bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/A-historia-do-Aleijadinho.webp" width="400" /></a></p></p>
<hr />
<h2>Principais características da arquitetura barroca</h2>
<p>Como o <strong>barroco</strong> busca afirmar a <strong>soberania católica</strong>, as <strong>artes</strong> desse período são marcadas pela <strong>exaltação de Deus</strong> e da <strong>Igreja</strong>.</p>
<p>O <strong>barroco</strong> quebra a ideia de <strong>racionalidade</strong> e <strong>simetria</strong> do <strong>classicismo greco-romano</strong> e passa a fazer uso de <strong>formas</strong> e <strong>texturas</strong> que dão a ideia de <strong>movimentos</strong> e produzem <strong>emoções</strong> e <strong>sensações</strong>.</p>
<p>A exaltação da <strong>Igreja</strong> também é feita por meio de muitos <strong>ornamentos</strong>, de uma <strong>decoração extravagante</strong> que traz a ideia de <strong>grandiosidade</strong>, <strong>poder</strong> e <strong>riqueza</strong>.</p>
<p><strong>O barroco é ousado e as irregularidades de proporção são comuns nesse estilo. De forma geral, suas características mais marcantes são:</strong></p>
<ul>
<li>forte presença de espaços e formas ovais, que trazem a ideia de centralização;</li>
<li>uso da cruz grega, que identifica o cristianismo;</li>
<li>fachadas convexas ou côncavas, que reforçam a ideia de movimento;</li>
<li>uso de colunas tortas e de arcos;</li>
<li>elementos decorativos de muita exuberância e forte presença do dourado;</li>
<li>efeitos em gesso ou estuque;</li>
<li>sensação de infinitude e grandeza;</li>
<li>murais e pinturas nos tetos;</li>
<li>uso da iluminação para criar a sensação de mistério;</li>
<li>exaltação de Deus e de Cristo como figuras principais.</li>
<li>Essas características, apesar de serem as mais marcantes, não estavam cem por cento presentes em todas as obras da arquitetura barroca, pois o estilo arquitetônico variava de acordo com o contexto histórico de cada país.</li>
</ul>
<p>Na <strong>França</strong>, por exemplo, a <strong>arquitetura barroca</strong> buscou exaltar, também, a <strong>monarquia</strong> — como no <strong>Palácio de Versalhes</strong>, por exemplo.</p>
<p>Já na <strong>Inglaterra</strong>, o estilo <strong>barroco</strong> ganhou força quando <strong>Londres</strong> precisou ser “reconstruída” após um grande <strong>incêndio</strong> que destruiu mais de <strong>13 mil casas</strong> e <strong>87 igrejas</strong>.</p>
<p>Nessa ocasião, <strong>Londres</strong> foi reprojetada com influências do <strong>estilo arquitetônico</strong> que estava em voga na <strong>Itália</strong> e na <strong>França</strong>.</p>
<hr />
<h2>Principais nomes e obras da arquitetura barroca</h2>
<h3>1. Carlo Maderno</h3>
<p>Conhecido por ser um dos pioneiros do <strong>estilo barroco</strong>, <strong>Carlo Maderno</strong> foi um <strong>arquiteto</strong> e <strong>escultor italiano</strong>. Sua primeira grande obra foi a <strong>fachada da Igreja de Santa Susanna</strong>, que conta com <strong>colunas</strong> típicas do estilo.</p>
<p>Em <strong>1603</strong>, Maderno foi nomeado <strong>arquiteto chefe</strong> da <strong>Basílica de São Pedro</strong>, no <strong>Vaticano</strong>, sendo esse o seu principal trabalho.</p>
<h3>2. Borromini</h3>
<p><strong>Borromini</strong> foi um <strong>arquiteto</strong> que ficou conhecido por <strong>revolucionar a arquitetura</strong>, rompendo totalmente com o <strong>estilo clássico</strong>.</p>
<p>Ficou marcado pela construção da <strong>Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane</strong>, em <strong>Roma</strong>, que foi a primeira construção <strong>barroca</strong> a ter sua <strong>cúpula</strong> revestida com <strong>formas geométricas</strong> e não com <strong>afrescos</strong>.</p>
<h3>3. Gian Lorenzo Bernini</h3>
<p><strong>Bernini</strong> é considerado por muitos como o principal nome do <strong>barroco</strong>. Suas obras podem ser encontradas por toda <strong>Roma</strong>, mas a <strong>praça trapezoidal</strong> da <strong>Basílica de São Pedro</strong> e a <strong>Igreja oval de Sant’Andrea al Quirinale</strong> são suas grandes marcas na <strong>arquitetura barroca</strong>.</p>
<h3>4. Carlo Fontana</h3>
<p><strong>Fontana</strong>, que trabalhou com <strong>Bernini</strong>, também ficou conhecido como um dos nomes mais relevantes do <strong>barroco romano</strong>. Foi responsável pela <strong>reconstrução da fachada da Basílica de Santa Maria em Trastevere</strong> e também pela <strong>restauração da fonte</strong> que ficava em frente a essa basílica.</p>
<h3>5. Aleijadinho</h3>
<p><strong>Antonio Francisco Lisboa</strong>, conhecido por <strong>Aleijadinho</strong>, foi o principal nome da <strong>arquitetura barroca no Brasil</strong>.</p>
<p>Aleijadinho era <strong>escultor</strong>, <strong>entalhador</strong> e <strong>arquiteto</strong>, e suas obras estão espalhadas por <strong>Minas Gerais</strong>, especialmente nas cidades históricas de <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Sabará</strong>, <strong>São João Del Rei</strong> e <strong>Congonhas</strong>.</p>
<p>Suas obras de maior destaque foram a <strong>Igreja São Francisco de Assis</strong>, em <strong>Ouro Preto</strong>, e o <strong>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong>, localizado na cidade de <strong>Congonhas</strong>.</p>
<p>Aleijadinho, que também sofreu influência do <strong>Rococó</strong>, é considerado a maior personalidade da <strong>arquitetura colonial brasileira</strong> e um dos maiores nomes do <strong>barroco nas Américas</strong>.</p>
<hr />
<h2>Arquitetura Barroca no Brasil</h2>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">A <strong>arquitetura barroca</strong> teve um inicio tardio no <strong>Brasil</strong>.</div>
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<p>O <strong>estilo</strong> foi trazido pelos <strong>colonizadores</strong> no <strong>século 18</strong> e manifestou-se no país até as duas primeiras décadas do <strong>século 19</strong>.</p>
<p>O <strong>estilo</strong> foi usado pelos <strong>jesuítas</strong> e tinha a função de propagar a <strong>fé cristã</strong> na colônia.</p>
<p>As <strong>construções barrocas</strong> do <strong>Brasil</strong> foram inspiradas na <strong>arquitetura de Portugal</strong>, <strong>Itália</strong>, <strong>França</strong> e <strong>Espanha</strong> e na própria <strong>arquitetura</strong> do Brasil.</p>
<p>Apesar de <strong>monumental</strong>, o <strong>estilo barroco brasileiro</strong> apresentava traços simples e, em muitos casos, mais <strong>retilíneos</strong> do que os vistos na <strong>Itália</strong>.</p>
<p>O <strong>estilo</strong> ganhou força no país e, até hoje, é admirado nacionalmente e internacionalmente — como exemplo, as <strong>igrejas de Minas Gerais</strong>, que recebem turistas do mundo inteiro.</p>
<p>É interessante ressaltar que <strong>Minas Gerais</strong> é o estado com o maior acervo <strong>barroco</strong> do <strong>Brasil</strong>.</p>
<p>As características das <strong>construções barrocas mineiras</strong> refletem aspectos da disponibilidade de <strong>recursos</strong> no estado.</p>
<p>Os <strong>artistas</strong> fizeram uso de materiais diferentes daqueles utilizados na <strong>Europa</strong>: no lugar de pedras como o <strong>mármore</strong>, o <strong>barroco mineiro</strong> conta com <strong>pedra-sabão</strong> e bastante <strong>madeira</strong> em suas esculturas e ornamentos.</p>
<p>Assim como na <strong>Itália</strong>, a <strong>religião</strong> é ponto central do <strong>estilo</strong> no <strong>Brasil</strong>. Figuras de <strong>anjos</strong>, <strong>santos</strong> e pinturas que remetem à <strong>eternidade</strong> são aspectos marcantes do nosso <strong>barroco</strong>.</p>
<p>Quais são as principais obras da <strong>arquitetura barroca</strong>?</p>
<p>As características da <strong>arquitetura barroca</strong> no <strong>Brasil</strong> representam importantes pontos turísticos. E não são poucos!</p>
<p>Essas <strong>obras</strong> estão espalhadas por várias cidades brasileiras.</p>
<p>Os estados de <strong>Pernambuco</strong>, <strong>Bahia</strong> e <strong>Minas Gerais</strong> possuem a maior quantidade de <strong>construções arquitetônicas</strong> do período.</p>
<p>Nesse cenário, surge o principal nome brasileiro da <strong>arquitetura barroca</strong>: <strong>Antônio Francisco de Lisboa</strong>, o <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<p>Além do <strong>Aleijadinho</strong>, tivemos o <strong>pintor Manuel da Costa Ataíde</strong>, conhecido como <strong>Mestre Ataíde</strong>.</p>
<p>É importante destacar o <strong>Mestre Ataíde</strong>.</p>
<p><strong>A pintura está diretamente ligada à arquitetura. Inclusive, ele pintou forros, painéis e altares de importantes igrejas, como:</strong></p>
</div>
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</div>
</div>
<ul>
<li>Forro da sacristia e pano de porta da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, em Mariana;</li>
<li>Forro da nave da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, em Ouro Preto;</li>
<li>Teto da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Mariana;</li>
<li>Painéis na Igreja Matriz de Conceição do Mato Dentro</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_40657" aria-describedby="caption-attachment-40657" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40657" title="Obra do Pintor Manuel da Costa Ataíde" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-1024x644.jpg" alt="Obra do Pintor Manuel da Costa Ataíde" width="1200" height="754" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-1024x644.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-300x189.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-768x483.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-88x55.jpg 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-1536x965.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-2048x1287.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-800x503.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/pintor-Manuel-da-Costa-Ataide-1320x830.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40657" class="wp-caption-text">Obra do Pintor Manuel da Costa Ataíde</figcaption></figure></p>
<h3>As principais obras dessa época</h3>
<ul>
<li>Igreja de São Miguel, localizada em São Miguel, no Rio Grande do Sul;</li>
<li>Igreja de Santo Antônio, localizada em <strong><a href="https://bahia.ws/guia-turismo-arquipelago-de-cairu/" target="_blank" rel="noopener">Cairu</a></strong>, na Bahia;</li>
<li>Basílica e Convento de Nossa Senhora do Carmo, localizada em <strong><a href="https://bahia.ws/5-atrativos-turisticos-para-conhecer-em-recife-pe/" target="_blank" rel="noopener">Recife</a></strong>, Pernambuco;</li>
<li>Igreja de São Francisco de Assis, localizada em Ouro Preto, Minas Gerais;</li>
<li>Os Doze Profetas, esculturas localizadas na Igreja do Bom Jesus de Matozinho, em Congonhas, Minas Gerais;</li>
<li>Igreja de São Francisco de Assis, localizada em Ouro Preto, Minas Gerais;</li>
<li>Igreja e Convento de São Francisco no <strong><a href="https://bahia.ws/pelourinho-salvador-bahia/" target="_blank" rel="noopener">Pelourinho</a></strong>, localizada em Salvador, Bahia.</li>
</ul>
<hr />
<h2>Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</h2>
<p>A <strong>arquitetura barroca</strong> no <strong>Brasil</strong> se propagou e chegou ao apogeu no cenário conhecido como “<strong>O Ciclo do Ouro</strong>”. Esse período corresponde à exploração de <strong>minérios</strong> em <strong>Minas Gerais</strong>.</p>
<p>O <strong>Barroco</strong> ficou famoso no <strong>Brasil</strong> pelas mãos de <strong>Aleijadinho</strong>, artista que criou obras históricas, como o <strong>Santuário do Bom Jesus de Matosinhos</strong>, em <strong>Congonhas</strong>, e a <strong>igreja de São Francisco de Assis</strong>, em <strong>Ouro Preto</strong>, onde assinou tanto o projeto <strong>arquitetônico</strong> quanto a <strong>ornamentação interna</strong>.</p>
<p>Características como formas <strong>suntuosas</strong> e <strong>ornamentadas</strong> definem bem a <strong>arquitetura barroca</strong>. O <strong>estilo</strong> também virou referência na <strong>arte</strong>, <strong>música</strong> e <strong>literatura</strong>.</p>
<p>Devido a isso, o estado é o lugar com mais heranças <strong>arquitetônicas</strong> do estilo <strong>barroco</strong>. Nesse contexto, destacam-se as cidades de <strong>Ouro Preto</strong>, <strong>Tiradentes</strong>, <strong>Congonhas</strong>, <strong>Mariana</strong> e <strong>Diamantina</strong>.</p>
<h3>1. Ouro Preto MG</h3>
<p><strong>Ouro Preto</strong> é uma das primeiras cidades tombadas pelo <strong>Iphan</strong>, em <strong>1938</strong>, e a primeira cidade brasileira a receber o título de <strong>Patrimônio Mundial</strong>, conferido pela <strong>Unesco</strong>, em <strong>1980</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99970" aria-describedby="caption-attachment-99970" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99970" title="Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.png" alt="Ouro Preto MG" width="1200" height="750" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG.png 1600w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-1024x640.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-768x480.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-1536x960.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Ouro-Preto-MG-800x500.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99970" class="wp-caption-text">Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><strong>Ouro Preto</strong> é reconhecida por ser um sítio urbano completo e pouco alterado em relação à sua essência: formação espontânea a partir de um sistema <strong>minerador</strong>, seguido por uma marcada presença dos poderes <strong>religioso</strong> e <strong>governamental</strong>, e fortes expressões <strong>artísticas</strong> que se destacam por sua relevância internacional.</div>
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<p>Seu <strong>traçado urbano colonial</strong> mantém-se intacto, assim como os exemplares da <strong>arquitetura religiosa</strong> e <strong>civil</strong> mais expressivos, e as suas <strong>obras de arte</strong> preservadas.</p>
<p>Entre o patrimônio protegido está a <strong>Igreja São Francisco de Assis</strong> (considerada uma <strong>obra-prima</strong>). Destacam-se, também, as <strong>igrejas de Nossa Sra. do Pilar</strong>, da <strong>Conceição</strong> e do <strong>Carmo</strong>, o cenário de suas <strong>ladeiras de pedras</strong>, e o casario branco com suas <strong>telhas de barro</strong> e <strong>esquadrias coloridas</strong>.</p>
<p><strong>Ouro</strong>, <strong>fausto</strong> e <strong>riqueza</strong> estão vinculados à cidade desde sua criação.</p>
<p>O grande afluxo do <strong>metal</strong> semeou <strong>cobiça</strong>, <strong>intrigas</strong> e <strong>ganância</strong>, mas também propiciou enorme desenvolvimento <strong>artístico</strong> nas <strong>letras</strong>, <strong>arquitetura</strong>, <strong>pintura</strong> e <strong>escultura</strong>, com algumas características <strong>barrocas</strong> desenvolvidas unicamente em solo brasileiro.</p>
<p>O <strong>barroco mineiro</strong> nasceu mestiço ao incorporar tendências brasileiras ao barroco e ao <strong>rococó</strong> europeus.</p>
<p>O surgimento das duas principais <strong>ordens terceiras</strong> do <strong>Carmo</strong> e <strong>São Francisco</strong>, entre <strong>1740</strong> e <strong>1760</strong>, compostas pelas classes mais abastadas, se reflete na decisão de edificar as <strong>igrejas</strong> e no valor estético desses <strong>monumentos</strong>.</p>
<p>Isso determinou a construção de algumas <strong>obras-primas</strong> do barroco e do rococó, nas quais trabalharam os <strong>mestres portugueses</strong> e uma primeira geração de <strong>artistas mineiros</strong>, como <strong>Antônio Francisco Lisboa</strong>, o <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<p>Mesmo com a expansão da cidade ao longo das <strong>estradas</strong> e entorno, a permanência da <strong>escala</strong> nas novas <strong>edificações</strong> manteve, sem alterações visíveis, a <strong>paisagem urbana</strong> construída nos séculos <strong>XVIII</strong> e <strong>XIX</strong>.</p>
<p>Do mesmo modo, estão preservados os <strong>monumentos da arquitetura religiosa</strong> e <strong>civil</strong>, como <strong>oratórios</strong>, <strong>capelas</strong>, <strong>pontes</strong> e <strong>chafarizes</strong>. Quanto às <strong>edificações de moradia</strong> e <strong>comércio</strong>, modificações internas inevitáveis têm sido permitidas desde que mantida a forma original de seus exteriores.</p>
<p>O valor extraordinário de <strong>Ouro Preto</strong>, traduzido na <strong>paisagem urbana</strong> que se consolidou ao longo dos séculos <strong>XVIII</strong> e <strong>XIX</strong>, mantém-se perfeitamente legível devido não só à estagnação econômica sofrida pela cidade na primeira metade do século <strong>XX</strong>, mas, principalmente, pelas medidas de proteção que se seguiram ao seu <strong>tombamento</strong>.</p>
<p>Permanecem igualmente preservadas <strong>edificações</strong> como os <strong>palácios</strong>, <strong>igrejas</strong>, <strong>fontes</strong>, <strong>pontes</strong> e a maioria das <strong>casas de comércio</strong> e <strong>residências</strong> do período colonial</p>
</div>
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<h4>1.1. Igreja de São Francisco de Assis</h4>
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<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><strong>Considerada</strong>, por especialistas, a <strong>obra-prima</strong> de <strong>Aleijadinho</strong> e <strong>Ataíde</strong>.</div>
<div>
<p><figure id="attachment_99971" aria-describedby="caption-attachment-99971" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99971" title="Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG.png" alt="Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-1536x1024.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-2048x1365.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Sao-Francisco-de-Assis-em-Ouro-Preto-MG-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99971" class="wp-caption-text">Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
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<p>Representa uma das expressões mais admiráveis do <strong>estilo mineiro</strong> do final do <strong>século XVIII</strong>, com <strong>fachada</strong> que segue o traçado português das grandes <strong>igrejas matrizes</strong>.</p>
<p>A construção é um <strong>marco religioso</strong>, <strong>social</strong> e <strong>artístico</strong> da cidade e do Estado, com <strong>projeto arquitetônico</strong>, risco da <strong>portada</strong> e elementos <strong>ornamentais</strong> como <strong>púlpitos</strong>, <strong>retábulo-mor</strong>, <strong>lavabo</strong> e <strong>teto da capela-mor</strong> do <strong>Aleijadinho</strong> e <strong>pinturas</strong> de <strong>Ataíde</strong>.</p>
<p>O <strong>forro da nave</strong> é totalmente coberto pela <strong>pintura</strong> de <strong>Ataíde</strong>, e representa a <strong>assunção de Nossa Senhora da Conceição</strong> (padroeira dos franciscanos).</p>
<h4>1.2. Igreja Matriz do Pilar</h4>
<p>Sua construção foi iniciada entre <strong>1728</strong> e <strong>1730</strong>, em substituição ao mais antigo templo da vila dedicado à <strong>Virgem do Pilar</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_40626" aria-describedby="caption-attachment-40626" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40626" title="Igreja Matriz do Pilar em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.jpg" alt="Igreja Matriz do Pilar em Ouro Preto MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-82x55.jpg 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-1536x1024.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-2048x1366.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-360x240.jpg 360w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-do-Pilar-em-Ouro-Preto-MG-1320x880.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40626" class="wp-caption-text">Igreja Matriz do Pilar em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>É um dos mais importantes exemplares do <strong>barroco mineiro</strong> do <strong>Ciclo do Ouro</strong>. Além das imagens de excelente qualidade, a <strong>Igreja</strong> abriga o <strong>Museu da Prata</strong>.</p>
<p>Em <strong>corredor anexo</strong> ao <strong>consistório</strong>, conserva-se o <strong>Arquivo da Matriz</strong>, o mais completo dos <strong>arquivos</strong> de <strong>Ouro Preto</strong>.</p>
<h4>1.3. Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos</h4>
<p>Datada de <strong>1785</strong>, é dedicada à <strong>santa padroeira dos negros e mulatos</strong>, e possui o <strong>desenho mais original</strong> de todas as <strong>igrejas barrocas mineiras</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99972" aria-describedby="caption-attachment-99972" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG.png"><img decoding="async" class="wp-image-99972" title="Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG.png" alt="Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Ouro Preto MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-2048x1364.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-dos-Pretos-em-Ouro-Preto-MG-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99972" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>Em forma de <strong>elipse</strong>, o <strong>teto da nave</strong> se assemelha a uma <strong>quilha de navio</strong>. O interior impressiona pela <strong>acústica</strong> e pela <strong>clareza</strong>.</p>
<p>Os <strong>altares laterais</strong> são dedicados a <strong>Santa Helena</strong>, <strong>Santa Efigênia</strong>, <strong>Santo Antônio da Núbia</strong>, <strong>Nossa Senhora Mãe dos Homens</strong>, <strong>Santo Elesbão</strong> e <strong>São Benedito</strong>.</p>
<p>Alguns pesquisadores afirmam que as <strong>imagens de Santo Antônio</strong> e <strong>São Benedito</strong> foram feitas por <strong>Padre Félix</strong>, irmão mais velho de <strong>Aleijadinho</strong>.</p>
<h4>1.4. Igreja de Nossa Senhora do Carmo</h4>
<p>Construída no período da <strong>terceira fase do Barroco</strong>, com a parte principal pronta em <strong>1772</strong> e as obras de embelezamento e acabamento finalizadas em <strong>1848</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99973" aria-describedby="caption-attachment-99973" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99973" title="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG.png" alt="Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Nossa-Senhora-do-Carmo-em-Ouro-Preto-MG-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99973" class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>Participaram de sua ornamentação <strong>artistas</strong> como <strong>Manoel Francisco Lisboa</strong> (pai do <strong>Aleijadinho</strong>), <strong>Manoel da Costa Ataíde</strong>, entre outros.</p>
<p>Localiza-se no alto de uma <strong>ladeira</strong> alcançada por meio de extensa <strong>escadaria</strong> e era frequentada pela <strong>aristocracia local</strong>.</p>
<p>Os <strong>azulejos portugueses</strong> dos dez painéis devem ter custado muito <strong>ouro</strong> à <strong>irmandade religiosa</strong> que a financiou. Vindos de <strong>Portugal</strong>, os azulejos desembarcaram no <strong>Rio de Janeiro</strong> e seguiram para <strong>Minas Gerais</strong> em lombo de burro.</p>
<h4>1.5. Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei)</h4>
<p>Construída em <strong>1736</strong>. Vários <strong>artistas</strong> trabalharam na obra, entre eles estão <strong>Manoel Francisco Lisboa</strong>, <strong>Francisco Xavier de Brito</strong>, e <strong>Manuel Gomes da Rocha</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99974" aria-describedby="caption-attachment-99974" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99974" title="Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei) em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG.png" alt="Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei) em Ouro Preto MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-1024x682.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-83x55.png 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-1536x1023.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-2048x1364.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-800x533.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-de-Santa-Efigenia-Igreja-de-Chico-Rei-em-Ouro-Preto-MG-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99974" class="wp-caption-text">Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei) em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
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<div class="gizmo-bot-avatar flex h-8 w-8 items-center justify-center overflow-hidden rounded-full">
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">É a célebre <strong>Igreja de Chico Rei</strong>, rei africano trazido ao <strong>Brasil</strong> como escravo. Conta a história que foi ele, devoto de <strong>Santa Efigênia</strong>, quem mandou erguer um templo em culto à santa, no alto do morro para ser vista por todos.</div>
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<div class="group/conversation-turn relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn">
<div class="flex-col gap-1 md:gap-3">
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<div class="min-h-[20px] text-message flex w-full flex-col items-end gap-2 whitespace-normal break-words [.text-message+&amp;]:mt-5" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="5fa82efe-fa8b-4385-b34a-7a21e9dce801">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Os <strong>recursos</strong> para a obra vieram do <strong>ouro</strong> extraído de uma <strong>mina arrendada</strong> por Chico Rei, que utilizava o ouro para <strong>alforriar</strong> outros escravos.</p>
<h4>1.6. Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias</h4>
<p>Situada entre a <strong>Praça Barão de Queluz</strong> e a <strong>Praça Tiradentes</strong>, teve sua construção iniciada em <strong>1727</strong>, e suas obras se prolongaram até a segunda metade do <strong>século XVIII</strong>.</p>
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<p><figure id="attachment_40634" aria-describedby="caption-attachment-40634" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40634" title="Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-1024x576.jpg" alt="Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias em Ouro Preto MG" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Igreja-Matriz-de-Nossa-Senhora-da-Conceicao-de-Antonio-Dias-em-Ouro-Preto-MG.jpg 1242w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40634" class="wp-caption-text">Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>O empreiteiro <strong>Manuel Francisco Lisboa</strong> trabalhou na construção da <strong>Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias</strong>, onde ele e seu filho, o <strong>Aleijadinho</strong>, estão enterrados.</p>
<p>Uma das mais antigas paróquias de <strong>Minas Gerais</strong>, a Igreja Matriz destaca-se, também, por ser uma das maiores em <strong>tamanho</strong> e <strong>suntuosidade</strong>.</p>
<p>Na antiga <strong>sacristia</strong> está instalado o <strong>Museu Aleijadinho</strong>, onde podem ser admiradas várias obras do mestre, como a imagem de <strong>São Francisco de Paula</strong> e um <strong>Cristo crucificado</strong>.</p>
<h4>1.7. Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre</h4>
<p>O nome deve-se ao <strong>padre João de Faria</strong> que encomendou a construção nos primeiros anos do <strong>século XVIII</strong>. Originalmente, a capela era em invocação a <strong>Nossa Senhora do Carmo</strong> e, por volta de <strong>1740</strong>, a Capela do Padre Faria passou a abrigar, também, os <strong>irmãos brancos</strong> da <strong>Irmandade do Rosário</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99975" aria-describedby="caption-attachment-99975" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99975" title="Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre em Ouro Preto MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG.png" alt="Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre em Ouro Preto MG" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG.png 2400w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-2048x1536.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Capela-de-Nossa-Senhora-do-Rosario-do-Padre-em-Ouro-Preto-MG-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99975" class="wp-caption-text">Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre em Ouro Preto MG</figcaption></figure></p>
<p>A <strong>capela</strong> é o único exemplar no perímetro urbano de <strong>Ouro Preto</strong> representativo das <strong>construções primitivas</strong> da <strong>Serra de Ouro Preto</strong>, sendo considerada, por muitos, a <strong>mais requintada</strong> de todas.</p>
<h3>2. Santuário do Bom Jesus de Matozinhos &#8211; Congonhas MG</h3>
<p>Considerado uma das <strong>obras-primas</strong> do <strong>barroco mundial</strong>, o <strong>Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</strong> foi inscrito no <strong>Livro do Tombo de Belas Artes</strong>, pelo <strong>Iphan</strong>, em <strong>1939</strong>, e reconhecido como <strong>Patrimônio Cultural Mundial</strong> pela <strong>UNESCO</strong>, em dezembro de <strong>1985</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_40640" aria-describedby="caption-attachment-40640" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40640 size-full" title="Santuário do Bom Jesus de Matozinhos - Congonhas MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG.jpg" alt="Santuário do Bom Jesus de Matozinhos - Congonhas MG" width="1200" height="800" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-300x200.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-1024x683.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-768x512.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-83x55.jpg 83w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-800x533.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Santuario-do-Bom-Jesus-de-Matozinhos-Congonhas-MG-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40640" class="wp-caption-text">Santuário do Bom Jesus de Matozinhos &#8211; Congonhas MG</figcaption></figure></p>
<p>Situado em <strong>Minas Gerais</strong>, no município de <strong>Congonhas</strong>, o <strong>Santuário do Bom Jesus de Matozinhos</strong> começou a ser construído na segunda metade do <strong>século XVIII</strong>. Desde <strong>2015</strong>, o <strong>Museu de Congonhas</strong> funciona ao lado do Santuário e está aberto à visitação para potencializar a percepção e a interpretação das múltiplas dimensões desse patrimônio.</p>
<p>O <strong>conjunto edificado</strong> consiste em uma <strong>igreja</strong>, com interior em estilo <strong>rococó</strong>, adro murado e <strong>escadaria externa monumental</strong> decorada com estátuas dos <strong>12 profetas</strong> em <strong>pedra sabão</strong>, além de seis <strong>capelas</strong> dispostas lado a lado no aclive frontal ao templo, denominadas <strong>Passos</strong>, ilustrando a <strong>Via Crucis</strong> de Jesus Cristo.</p>
<p>Sua inspiração é fortemente relacionada a exemplares portugueses como a <strong>Igreja de Bom Jesus do Monte</strong> (Braga) e ao <strong>Santuário de Nossa Senhora dos Remédios</strong> (Lamego), ambos em <strong>Portugal</strong>.</p>
<p>As <strong>66 esculturas de madeira policromada</strong> em <strong>tamanho natural</strong>, abrigadas nas seis capelas que reúnem os <strong>sete grupos de Passos da Paixão de Cristo</strong>, compõem um dos mais completos grupos escultóricos de <strong>imagens sacras</strong> no mundo, sendo, sem dúvida, uma das <strong>obras-primas</strong> de <strong>Francisco Antônio Lisboa</strong>, o <strong>Aleijadinho</strong>, que deixou para a Humanidade uma obra de grande expressão e originalidade.</p>
<p>O Santuário apresenta-se em bom estado de <strong>conservação</strong>, permitindo que sua materialidade exprima a importância e os valores a ele atribuídos, representando uma <strong>realização artística única</strong> e exemplo excepcional da <strong>arquitetura brasileira do século XVIII</strong>.</p>
<p>O <strong>conjunto edificado e escultórico</strong> conserva seus valores intrínsecos: a <strong>Igreja do Bom Jesus</strong>; o adro com as estátuas dos profetas em pedra sabão; os passos e capelas com suas sete estações, ambos concluídos em <strong>1805</strong>, e expressivo conjunto escultórico representativo da <strong>Paixão de Cristo</strong>.</p>
<p>Apesar do processo de transformação ocorrido com o crescimento urbano da cidade de Congonhas, decorrente do intenso processo de <strong>mineração de ferro</strong>, o Santuário mantém-se intacto e se constitui, até os dias atuais, em ícone da <strong>arte sacra</strong> e <strong>religiosidade</strong> no <strong>Brasil</strong>.</p>
<h3>3. Mariana MG</h3>
<p><strong>Mariana</strong> foi a <strong>primeira capital de Minas Gerais</strong> é <strong>Ouro Preto</strong>. Ela é a única cidade de <strong>traçado planejado</strong> entre as cidades coloniais mineiras.</p>
<p><figure id="attachment_99976" aria-describedby="caption-attachment-99976" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99976" title="Mariana MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG.png" alt="Mariana MG" width="1200" height="750" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG.png 2000w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-300x188.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-1024x640.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-768x480.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-88x55.png 88w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-1536x960.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mariana-MG-800x500.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99976" class="wp-caption-text">Mariana MG</figcaption></figure></p>
<p>O centro histórico de <strong>Mariana</strong>, tombado pelo <strong>Iphan</strong> em <strong>1945</strong>, apresenta um acervo arquitetônico que marca os anos áureos da opulência do passado, marcada pela <strong>mineração de ouro</strong>.</p>
<p>O <strong>traçado urbano policêntrico</strong> — pontilhado por igrejas, <strong>Passos da Paixão</strong> e <strong>chafarizes</strong> — revela o efeito cênico típico da estética <strong>barroca</strong> de influência <strong>portuguesa</strong>.</p>
<p><strong>Mariana</strong> foi projetada pelo arquiteto português <strong>José Fernandes Pinto Alpoim</strong>, com ruas retas e praças retangulares, seguindo os preceitos modernos, o que ainda pode ser notado, apesar de sua expansão e da constante <strong>descaracterização</strong> sofrida.</p>
<p>Na segunda metade do <strong>século XVIII</strong>, surgiram os <strong>edifícios institucionais</strong> e, ao final deste século, todo o seu acervo arquitetônico estava constituído.</p>
<p>É a única vila da província que teve seu <strong>traçado urbano planejado</strong> no período colonial, distanciando-se, nesse aspecto, das demais vilas que surgiram com a <strong>exploração do ouro</strong>.</p>
<p>Entre os <strong>monumentos religiosos</strong> tombados destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Catedral de Nossa Senhora da Assunção</strong> (Igreja da Sé, uma das mais antigas igrejas mineiras),</li>
<li><strong>Seminário Maior de Mariana</strong> (de estilo <strong>neoclássico</strong>),</li>
<li>O conjunto de <strong>sobrados da Rua Direita</strong> (com casas comerciais no térreo e sacadas no andar superior, sendo uma delas a casa onde viveu o poeta <strong>Alphonsus Guimarães</strong>),</li>
<li>E as <strong>pinturas sacras</strong> de <strong>Manoel da Costa Ataíde</strong>.</li>
</ul>
<p>Na <strong>Praça João Pinheiro</strong>, a poucos metros uma da outra, estão as igrejas erguidas pelas poderosas irmandades de <strong>São Francisco de Assis</strong> e do <strong>Carmo</strong>.</p>
<p>As igrejas de <strong>Nossa Senhora das Mercês</strong> e do <strong>Rosário</strong>, pertencentes às irmandades dos pretos, se distanciam das outras: a primeira situada a cinco quarteirões da praça e a outra em uma <strong>elevação</strong> mais afastada.</p>
<p>Não tendo alcançado o desenvolvimento de <strong>Ouro Preto</strong>, Mariana possui menos <strong>edifícios civis</strong> e <strong>templos</strong> do que a antiga <strong>Vila Rica</strong>.</p>
<h3>4. São João del Rei MG</h3>
<p>A cidade, com suas <strong>ladeiras</strong>, <strong>igrejas</strong>, <strong>museus</strong> e <strong>casario</strong>, guarda a riqueza obtida com o <strong>ouro</strong> e revela aos seus visitantes o <strong>estilo de vida</strong> dos mineiros, além de apresentar magníficas edificações do <strong>barroco brasileiro</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_99977" aria-describedby="caption-attachment-99977" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99977" title="São João del Rei MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG.png" alt="São João del Rei MG" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Sao-Joao-del-Rei-MG-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99977" class="wp-caption-text">São João del Rei MG</figcaption></figure></p>
<p><strong>São João Del Rei</strong> é uma cidade onde o <strong>ouro</strong> fez dela um exemplo de <strong>barroco</strong>, enquanto o <strong>comércio</strong> lhe conferiu um caráter <strong>eclético</strong> e com toques <strong>modernos</strong>.</p>
<p>Os visitantes podem observar o <strong>Barroco Mineiro</strong> em suas igrejas e casario, mas também perceber influências <strong>neogóticas</strong>, <strong>neoclássicas</strong>, e até <strong>modernas</strong> nas fachadas de algumas construções. A cidade oferece uma rica experiência arquitetônica, desde o barroco até o contemporâneo.</p>
<p>Como outras cidades coloniais mineiras, <strong>São João del Rei</strong> surgiu da aglutinação de pequenos núcleos próximos aos locais de <strong>mineração</strong>. Inicialmente, a ocupação era dispersa, com casas baixas agrupadas ao redor de uma pequena capela.</p>
<p>A <strong>arquitetura religiosa</strong> da cidade segue, em grande parte, os padrões tradicionais das matrizes mineiras, com planta em <strong>nave</strong>, <strong>capela-mor</strong>, <strong>sacristias</strong> e <strong>corredores laterais</strong>, e fachada com um corpo principal ladeado por duas <strong>torres</strong>, geralmente de perfil quadrado. A ornamentação é predominantemente de gosto <strong>rococó</strong>, típico da segunda metade do século XVIII e início do XIX.</p>
<p>Antes da descoberta do ouro, a região já era um ponto de passagem obrigatória para quem se dirigia às minas.</p>
<h3>5. Tiradentes, MG</h3>
<p>O conjunto arquitetônico e urbanístico de <strong>Tiradentes</strong>, tombado pelo <strong>Iphan</strong> em <strong>1938</strong>, representa um dos mais importantes episódios da <strong>interiorização</strong> e <strong>consolidação</strong> da <strong>colonização</strong> do território brasileiro.</p>
<p><figure id="attachment_40646" aria-describedby="caption-attachment-40646" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40646" title="Tiradentes MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-1024x576.jpg" alt="Tiradentes MG" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG-1320x743.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Tiradentes-MG.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40646" class="wp-caption-text">Tiradentes MG</figcaption></figure></p>
<p>O patrimônio tombado compreende, além das <strong>edificações tipicamente coloniais</strong>, os vestígios da forma de <strong>ocupação da cidade</strong>, o modo como os <strong>lotes se subdividem</strong>, a formação das <strong>quadras</strong>, as relações entre as áreas mais densas e as de menor ocupação, assim como as <strong>áreas verdes contíguas</strong> ao sítio urbano tradicional.</p>
<p>A cidade apresenta um dos <strong>acervos arquitetônicos mais importantes de Minas Gerais</strong>, constituído por <strong>construções setecentistas religiosas, civis e oficiais</strong>.</p>
<p>Na <strong>arquitetura civil</strong>, destaca-se a harmonia do <strong>casario térreo</strong>, caracterizado pela simplicidade de suas linhas que se alongam em lances contínuos pelas ruas principais da cidade.</p>
<p>Algumas peculiaridades também se sobressaem na paisagem urbana, como as <strong>casas térreas com número ímpar de janelas</strong>, <strong>vergas abatidas</strong> e <strong>vedações em guilhotinas e treliçados</strong>, cuidadosamente elaboradas.</p>
<p>Os <strong>sobrados</strong>, em menor número, caracterizam-se tanto pelo tratamento requintado da <strong>cantaria nos vãos</strong> (incluindo, em alguns casos, <strong>pinturas policromadas</strong>), quanto pelos acabamentos internos de extrema riqueza, particularmente nos <strong>forros pintados e apainelados</strong> marcados por composições policromadas com figuras e elementos decorativos do barroco.</p>
<p>Entre as construções assobradadas de maior porte, destaca-se a <strong>Prefeitura Municipal</strong>, além de outras edificações oficiais como o <strong>prédio do Fórum</strong>.</p>
<p>A <strong>Igreja Matriz de Santo Antônio</strong> distingue-se como um dos mais importantes exemplares de <strong>arquitetura religiosa colonial mineira</strong>, com risco de autoria de <strong>Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho</strong>.</p>
<p>A igreja construída dentro dos padrões das grandes matrizes de Minas Gerais possui riquíssima <strong>ornamentação da nave e da capela-mor</strong>, e das diversas <strong>sacristias ricamente decoradas</strong>, além da excepcional <strong>composição do coro</strong> e belíssima <strong>decoração do órgão</strong>, considerado uma peça única em Minas Gerais.</p>
<p>Em <strong>Tiradentes</strong>, destacam-se os vestígios da <strong>interação entre processos naturais e sociais</strong>, produzidos a partir do século XVIII, em território desbravado pelos colonos que buscavam riquezas, superando as resistências e tirando partido das condições naturais.</p>
<p>A cidade ocupou os <strong>terrenos altos e de pouca declividade</strong>, entre os córregos e o <strong>rio das Mortes</strong>, evitando o solo frágil que se abre em voçorocas e as encostas mais íngremes.</p>
<p>Nas áreas de baixada &#8211; <strong>alagadiças e inadequadas para a ocupação urbana</strong>, era feita a <strong>extração de ouro</strong> e realizados alguns <strong>serviços urbanos</strong>.</p>
<h3>6. Diamantina MG</h3>
<p><strong>Diamantina</strong> é a cidade histórica mais linda de Minas Gerais, <strong>terra dos diamantes e de Chica da Silva</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_40653" aria-describedby="caption-attachment-40653" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40653" title="Centro histórico de Diamantina MG" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-1024x576.jpg" alt="Centro histórico de Diamantina MG" width="1200" height="675" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-1024x576.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-300x169.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-768x432.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-98x55.jpg 98w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-1536x864.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-800x450.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG-1320x742.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Centro-historico-de-Diamantina-MG.jpg 1801w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40653" class="wp-caption-text">Centro histórico de Diamantina MG</figcaption></figure></p>
<p>Diamantina é uma espécie de <strong>pedra preciosa da arte barroca brasileira</strong>. Uma cidade cujo <strong>patrimônio histórico está entre os mais importantes do Brasil</strong>, figurando ao lado de ícones como Ouro Preto, Tiradentes, Olinda e Paraty.</p>
<p>A cidade de <strong>Diamantina</strong>, no estado de Minas Gerais, é uma <strong>joia arquitetônica</strong> que a <strong>Unesco reconheceu como patrimônio da humanidade</strong>.</p>
<p>O que pouca gente sabe é que essa preciosidade pertence à <strong>bacia do rio São Francisco</strong> e figura como um dos seus grandes atrativos culturais.</p>
<p><strong>Majestosa em seus casarios conservados</strong>, acolhedora em seu clima serrano, <strong>apetitosa em suas iguarias típicas</strong>, a cidade também encanta pelo <strong>colorido barroco</strong> e grande agitação jovial.</p>
<p>A porção barroca vem das <strong>igrejas, dos sobrados e prédios públicos restaurados</strong>.</p>
<p>O lado jovial vem dos <strong>estudantes</strong>, que enchem a cidade de repúblicas e fazem das ladeiras e ruas estreitas pontos de encontro e agitação.</p>
<p>Além disso, Diamantina chama a atenção por ter sido o <strong>berço de dois filhos ilustres</strong>.</p>
<p>O primeiro deles é a ex-escrava <strong>Francisca da Silva de Oliveira – a Chica da Silva</strong>, rainha negra que atingiu posição de destaque na elitista sociedade mineira do século XVIII.</p>
<p>O segundo, o estadista <strong>Juscelino Kubitschek</strong>, revolucionário fundador de Brasília, no início dos anos 1960, e um dos presidentes mais lembrados da história recente do Brasil. Tanto <strong>Chica</strong> como <strong>Juscelino</strong> tiveram suas casas transformadas em pontos turísticos obrigatórios para quem visita Diamantina.</p>
<h3>7. Olinda PE</h3>
<p>O <strong>Barroco</strong> é um estilo arquitetônico que encanta e cativa com sua riqueza e ornamentação.</p>
<p>Nas <strong>igrejas de Olinda</strong>, esse estilo se manifesta de forma magnífica, contando a história da cidade e transmitindo sua importância cultural e histórica.</p>
<p><figure id="attachment_99978" aria-describedby="caption-attachment-99978" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99978" title="Olinda – PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE.png" alt="Olinda – PE" width="1200" height="801" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE.png 2172w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-300x200.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-1024x683.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-768x512.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-82x55.png 82w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-1536x1025.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-2048x1366.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-800x534.png 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Olinda-–-PE-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99978" class="wp-caption-text">Olinda – PE</figcaption></figure></p>
<p>Um passeio por essas igrejas é uma <strong>viagem pela história de Olinda</strong>, revelando as características únicas da <strong>arquitetura barroca</strong>.</p>
<p>A <strong>Igreja da Sé</strong>, a <strong>Igreja de São Bento</strong>, a <strong>Igreja do Carmo</strong> e a <strong>Igreja da Misericórdia</strong> são exemplos deslumbrantes desse estilo, com <strong>fachadas imponentes</strong>, <strong>altares elaborados</strong> e <strong>obras de arte impressionantes</strong>. Essas igrejas são <strong>tesouros culturais e históricos</strong> que preservam a identidade de Olinda.</p>
<p>O futuro dessas igrejas promete continuar a <strong>encantar gerações futuras</strong>, mantendo viva a herança barroca e a importância única das igrejas de Olinda.</p>
<h3>8. Recife PE</h3>
<p>O estilo barroco no <strong>Nordeste</strong> surgiu a partir das associações leigas como <strong>Confrarias, Irmandades e Ordem Terceira</strong>, que tomaram a iniciativa de <strong>patrocinar a produção artística</strong> no século 18, com o enfraquecimento das ordens religiosas.</p>
<p><figure id="attachment_23686" aria-describedby="caption-attachment-23686" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-23686 size-full" title="Capela Dourada em Recife PE" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.jpg" alt="Capela Dourada em Recife PE" width="1200" height="968" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE.jpg 1200w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-300x242.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-1024x826.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-768x620.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-68x55.jpg 68w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2017/11/Capela-Dourada-em-Recife-PE-800x645.jpg 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23686" class="wp-caption-text">Capela Dourada em Recife PE</figcaption></figure></p>
<p><strong>Igrejas Barrocas, pelo centro do Recife:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/basilica-de-nossa-senhora-do-carmo-em-recife-pe/" target="_blank" rel="noopener">Basílica e Convento de Nossa Senhora do Carmo</a></strong> &#8211; A fachada externa é de estilo barroco. Na sua área interna, a decoração barroca é de grande valor. Construída entre os séculos 17 e 18.</li>
<li><strong><a href="https://bahia.ws/igreja-de-santa-teresa-davila-da-terceira-ordem-do-carmo/" target="_blank" rel="noopener">Igreja de Santa Teresa D&#8217;Ávila da Ordem Terceira do Carmo</a></strong> &#8211; Inicialmente construída para brancos e ricos. Destaque para o teto e altar barrocos.</li>
<li>Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio &#8211; possui um estilo barroco colonial.</li>
<li><a href="https://bahia.ws/conventos-e-igrejas-franciscanas-no-periodo-colonial/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Capela Dourada da Ordem Terceira do São Francisco</strong></a> &#8211; Expressão máxima do barroco no Recife.</li>
<li>Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco &#8211; No local, existem painéis de azulejos portugueses dos séculos 17 e 18.</li>
<li>Igreja e Convento Franciscano de Santo Antônio &#8211; A posição da única torre da igreja que se encontra recuada em relação à fachada, promove um desvio diagonal na composição que é uma característica barroca.</li>
</ul>
<p><strong>Veja as <a href="https://bahia.ws/recife-sagrado-pe/" target="_blank" rel="noopener">Principais igrejas barrocas de Recife PE</a></strong></p>
<h3>9. Salvador da Bahia</h3>
<p>As igrejas de Salvador representam o esplendor do estilo barroco no Brasil.</p>
<p><strong>Veja as </strong><a href="https://bahia.ws/igrejas-em-salvador-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Igrejas Barrocas de Salvador da Bahia</strong></a></p>
<p><figure id="attachment_99979" aria-describedby="caption-attachment-99979" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-99979" title="Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png" alt="Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia" width="1200" height="900" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia.png 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-300x225.png 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1024x768.png 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-160x120.png 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-768x576.png 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-73x55.png 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-1536x1152.png 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Cruzeiro-de-Sao-Francisco-no-Pelourinho-em-Salvador-da-Bahia-800x600.png 800w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99979" class="wp-caption-text">Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia</figcaption></figure></p>
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<div class="pt-0">
<div class="gizmo-bot-avatar flex h-8 w-8 items-center justify-center overflow-hidden rounded-full">
<div class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8">O barroco se caracteriza pela <strong>amplificação das dimensões</strong> e o <strong>excesso de ornamentação</strong>, criando um estilo grandioso e exuberante. Esse movimento artístico, que floresceu principalmente nos séculos XVII e XVIII, é conhecido por sua <strong>complexidade e dramaticidade</strong>. As características principais incluem:</div>
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<div class="group/conversation-turn relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn">
<div class="flex-col gap-1 md:gap-3">
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<div class="min-h-[20px] text-message flex w-full flex-col items-end gap-2 whitespace-normal break-words [.text-message+&amp;]:mt-5" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="5fd8a72a-72dd-4eab-88c3-17ff0d376dd2">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<ul>
<li><strong>Fachadas e interiores grandiosos</strong>, muitas vezes com formas curvas e linhas dramáticas.</li>
<li><strong>Detalhes ornamentais elaborados</strong>, como <strong>frisos, colunas salomônicas, e volutas</strong>.</li>
<li><strong>Uso exuberante de cores e contrastes</strong>, frequentemente com <strong>tons dourados e vermelhos</strong>.</li>
<li><strong>Esculturas e pinturas</strong> que expressam emoção intensa e profundidade espiritual.</li>
<li><strong>Elementos arquitetônicos dinâmicos</strong>, como <strong>cúpulas e corredores tortuosos</strong>, que criam uma sensação de movimento e energia.</li>
</ul>
<p>O barroco buscava impactar o espectador não apenas visualmente, mas também emocionalmente, utilizando a arquitetura e a arte para transmitir uma <strong>sensação de grandiosidade e poder</strong>.</p>
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<p>História da Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/arquitetura-barroca-no-nordeste-do-brasil-e-minas-gerais/">História da Arquitetura Barroca no Nordeste do Brasil e Minas Gerais</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1794</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1794/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2023 16:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1794 &#8220;Plano da Baía e Porto do Rio-janeiro na Costa do Brasil&#8221;, Laurie &#38; Whittle Este escasso plano do Rio de Janeiro é baseado no trabalho de D&#8217;Apres de Mannevillette, com melhorias de Sampson Hall, imediato do Bispo Real, e no plano de Simão [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1794/">Mapa do Rio de Janeiro de 1794</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40606" aria-describedby="caption-attachment-40606" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40606 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1794" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-701x1024.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1794" width="701" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-701x1024.jpg 701w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-206x300.jpg 206w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-768x1121.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-38x55.jpg 38w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-1052x1536.jpg 1052w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-1403x2048.jpg 1403w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-800x1168.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-1320x1927.jpg 1320w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1794-scaled.jpg 1754w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40606" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1794</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1794</h3>
<h4>&#8220;Plano da Baía e Porto do Rio-janeiro na Costa do Brasil&#8221;, Laurie &amp; Whittle</h4>
<p>Este escasso plano do Rio de Janeiro é baseado no trabalho de D&#8217;Apres de Mannevillette, com melhorias de Sampson Hall, imediato do Bispo Real, e no plano de Simão Antonio da Roza Pinheiro.</p>
<p>O mapa apresenta um excelente pormenor do porto com duas pequenas vistas de perfil e extensas direcções de navegação.</p>
<p>O trajeto do Pitt em 1763 e do Royal Bishop são anotados, juntamente com numerosas sondagens.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1794 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1794/">Mapa do Rio de Janeiro de 1794</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Brasil de 1698</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1698-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2023 15:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Brasil de 1698 &#8211; Istoria delle Guerre del Regno del Brasile &#8220;Itamaraca, Brasil&#8221;, Horatius, Andreas Antonius Este maravilhoso mapa da província brasileira de Itamaraca, com parte da Paraíba, foi um dos 23 mapas deste raro relato da guerra colonial holandesa-portuguesa. Escrito por João José de Santa Teresa, e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1698-2/">Mapa do Brasil de 1698</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40597" aria-describedby="caption-attachment-40597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40597 size-large" title="Mapa do Brasil de 1698" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-1024x772.jpg" alt="Mapa do Brasil de 1698" width="800" height="603" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-1024x772.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-300x226.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-768x579.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-1536x1157.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-2048x1543.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-800x603.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Brasil-de-1698-1320x995.jpg 1320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40597" class="wp-caption-text">Mapa do Brasil de 1698</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Brasil de 1698 &#8211; Istoria delle Guerre del Regno del Brasile</h3>
<h4>&#8220;Itamaraca, Brasil&#8221;, Horatius, Andreas Antonius</h4>
<p>Este maravilhoso mapa da província brasileira de Itamaraca, com parte da Paraíba, foi um dos 23 mapas deste raro relato da guerra colonial holandesa-portuguesa.</p>
<p>Escrito por João José de Santa Teresa, e conhecido entre os bibliófilos como o Santa Teresa, é considerado uma das mais sumptuosas obras do século XVII sobre o Brasil.</p>
<p>Santa Teresa, um carmelita português, passou doze anos nas missões jesuítas da América do Sul e depois voltou para a Europa, onde se tornou bibliotecário do colégio dos jesuítas em Roma. O seu relato foi fortemente subsidiado por Pedro II de Portugal, e alguns dos principais artistas e gravadores da época, incluindo António Horácio Andreas, foram contratados para trabalhar no projeto.</p>
<p>O mapa foi publicado por Giacomo Giovanni Rossi. O mapa em si é muito bem desenhado e oferece uma excelente visão da região, com rios e riachos cuidadosamente delineados, as localizações de aldeias, missões e fortes registadas, estradas e trilhos mostrados e até perigos de navegação mostrados ao longo da costa.</p>
<p>Os elaborados ornamentos no mar ladeiam a fina rosa dos ventos e são dos elementos mais decorativos da cartografia. Um par de duendes aquáticos sustenta o brasão de armas português no alto e monstros marinhos apoiam a cartela da escala de distâncias.</p>
<p>Mapa do Brasil de 1698 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-brasil-de-1698-2/">Mapa do Brasil de 1698</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1682</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1682/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 07:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1682 &#8220;Pas-kaart, Van de Zee-Kusten van, Brazilia, Tusschen, C.S. Thome en I.S. Catharina&#8230;&#8221;, Keulen, Johannes van Rara carta marítima da costa brasileira desde a Ilha de Santa Catarina até ao Cabo S. Thomé, juntamente com um inset do Rio Ianeiro (Rio de Janeiro e [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1682/">Mapa do Rio de Janeiro de 1682</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40546" aria-describedby="caption-attachment-40546" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40546 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1682" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-1024x905.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1682&quot;Pas-kaart, Van de Zee-Kusten van, Brazilia, Tusschen, C.S. Thome en I.S. Catharina...&quot;, Keulen, Johannes van

Rara carta marítima da costa brasileira desde a Ilha de Santa Catarina até ao Cabo S. Thomé, juntamente com um inset do Rio Ianeiro (Rio de Janeiro e Baía de Guanabara).

A carta decorativa está preenchida com linhas de rumo, duas rosas de compasso e um barco à vela. A cartela com o título é ladeada por nativos trocando mercadorias com um comerciante europeu e uma tenda ao fundo.

Mapa do Rio de Janeiro de 1682 - Mapa Histórico" width="800" height="707" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-1024x905.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-300x265.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-768x679.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-62x55.jpg 62w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-1536x1358.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-2048x1810.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1682-800x707.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40546" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1682 &#8220;Pas-kaart, Van de Zee-Kusten van, Brazilia, Tusschen, C.S. Thome en I.S. Catharina&#8230;&#8221;, Keulen, Johannes van Rara carta marítima da costa brasileira desde a Ilha de Santa Catarina até ao Cabo S. Thomé, juntamente com um inset do Rio Ianeiro (Rio de Janeiro e Baía de Guanabara). A carta decorativa está preenchida com linhas de rumo, duas rosas de compasso e um barco à vela. A cartela com o título é ladeada por nativos trocando mercadorias com um comerciante europeu e uma tenda ao fundo. Mapa do Rio de Janeiro de 1682 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1682</h3>
<h4>&#8220;Pas-kaart, Van de Zee-Kusten van, Brazilia, Tusschen, C.S. Thome en I.S. Catharina&#8230;&#8221;, Keulen, Johannes van</h4>
<p>Rara carta marítima da costa brasileira desde a Ilha de Santa Catarina até ao Cabo S. Thomé, juntamente com um inset do Rio Ianeiro (Rio de Janeiro e Baía de Guanabara).</p>
<p>A carta decorativa está preenchida com linhas de rumo, duas rosas de compasso e um barco à vela. A cartela com o título é ladeada por nativos trocando mercadorias com um comerciante europeu e uma tenda ao fundo.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1682 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1682/">Mapa do Rio de Janeiro de 1682</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1810</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1810/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 06:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1810 &#8220;Esquisse de la Ville et du Port de Rio De janeiro&#8221;, Tardieu, Pierre Francois Este raro plano de vista aérea do Rio de Janeiro mostra fortes, baterias e áreas de desembarque para navios. Sondagens, ancoradouros, bancos de areia e perigos de navegação estão [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1810/">Mapa do Rio de Janeiro de 1810</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40536" aria-describedby="caption-attachment-40536" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40536 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1810 " src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-1024x672.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1810&quot;Esquisse de la Ville et du Port de Rio De janeiro&quot;, Tardieu, Pierre Francois

Este raro plano de vista aérea do Rio de Janeiro mostra fortes, baterias e áreas de desembarque para navios.

Sondagens, ancoradouros, bancos de areia e perigos de navegação estão representados. Uma nota no canto inferior direito indica um local para a pesca da baleia.

Mapa do Rio de Janeiro de 1810 - Mapa Histórico" width="800" height="525" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-1024x672.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-1536x1008.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-300x197.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-768x504.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-84x55.jpg 84w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-2048x1343.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1810-800x525.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40536" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1810 &#8220;Esquisse de la Ville et du Port de Rio De janeiro&#8221;, Tardieu, Pierre Francois Este raro plano de vista aérea do Rio de Janeiro mostra fortes, baterias e áreas de desembarque para navios. Sondagens, ancoradouros, bancos de areia e perigos de navegação estão representados. Uma nota no canto inferior direito indica um local para a pesca da baleia. Mapa do Rio de Janeiro de 1810 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1810</h3>
<h4>&#8220;Esquisse de la Ville et du Port de Rio De janeiro&#8221;, Tardieu, Pierre Francois</h4>
<p>Este raro plano de vista aérea do Rio de Janeiro mostra fortes, baterias e áreas de desembarque para navios.</p>
<p>Sondagens, ancoradouros, bancos de areia e perigos de navegação estão representados. Uma nota no canto inferior direito indica um local para a pesca da baleia.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1810 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1810/">Mapa do Rio de Janeiro de 1810</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1764</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1764/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 05:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1764 &#8220;Plan de la Baye de Rio-janeiro&#8221;, Bellin, Jacques Nicolas Este belo mapa retrata a Baía de Guanabara com um plano de vista aérea do Rio de Janeiro. A cartela decorativa do título contém uma legenda com letras que identifica 12 locais em toda [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1764/">Mapa do Rio de Janeiro de 1764</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40527" aria-describedby="caption-attachment-40527" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40527 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1764" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-1024x719.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1764&quot;Plan de la Baye de Rio-janeiro&quot;, Bellin, Jacques Nicolas

Este belo mapa retrata a Baía de Guanabara com um plano de vista aérea do Rio de Janeiro.

A cartela decorativa do título contém uma legenda com letras que identifica 12 locais em toda a baía, incluindo 6 fortes. A Baía de Guanabara foi descoberta pela primeira vez em 1 de janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses Gaspar de Lemos e Gonçalo Coelho, que originalmente a chamaram de Rio de Janeiro.

A cidade do Rio de Janeiro foi fundada pelos portugueses em 1565 e tornou-se um importante porto para o transporte das riquezas do Novo Mundo para a Europa.

Mapa do Rio de Janeiro de 1764 - Mapa Histórico" width="800" height="562" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-1024x719.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-300x211.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-768x539.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-78x55.jpg 78w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-1536x1079.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-2048x1438.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1764-800x562.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40527" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1764 &#8220;Plan de la Baye de Rio-janeiro&#8221;, Bellin, Jacques Nicolas Este belo mapa retrata a Baía de Guanabara com um plano de vista aérea do Rio de Janeiro. A cartela decorativa do título contém uma legenda com letras que identifica 12 locais em toda a baía, incluindo 6 fortes. A Baía de Guanabara foi descoberta pela primeira vez em 1 de janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses Gaspar de Lemos e Gonçalo Coelho, que originalmente a chamaram de Rio de Janeiro. A cidade do Rio de Janeiro foi fundada pelos portugueses em 1565 e tornou-se um importante porto para o transporte das riquezas do Novo Mundo para a Europa. Mapa do Rio de Janeiro de 1764 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1764</h3>
<h4>&#8220;Plan de la Baye de Rio-janeiro&#8221;, Bellin, Jacques Nicolas</h4>
<p>Este belo mapa retrata a Baía de Guanabara com um plano de vista aérea do Rio de Janeiro.</p>
<p>A cartela decorativa do título contém uma legenda com letras que identifica 12 locais em toda a baía, incluindo 6 fortes.</p>
<p>A Baía de Guanabara foi descoberta pela primeira vez em 1 de janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses Gaspar de Lemos e Gonçalo Coelho, que originalmente a chamaram de Rio de Janeiro.</p>
<p>A cidade do Rio de Janeiro foi fundada pelos portugueses em 1565 e tornou-se um importante porto para o transporte das riquezas do Novo Mundo para a Europa.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1764 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1764/">Mapa do Rio de Janeiro de 1764</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1750</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1750/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 05:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1750 &#8220;Plan de la Baye et de la Ville de Rio janeiro&#8230;&#8221; Este belo plano panorâmico do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara foi criado para ilustrar o cerco francês de 1711. Uma grande rosa dos ventos orienta o norte para a [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1750/">Mapa do Rio de Janeiro de 1750</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40518" aria-describedby="caption-attachment-40518" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40518 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1750" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-1024x695.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1750&quot;Plan de la Baye et de la Ville de Rio janeiro...&quot;

Este belo plano panorâmico do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara foi criado para ilustrar o cerco francês de 1711.

Uma grande rosa dos ventos orienta o norte para a direita. Legendas numeradas e com letras identificam vários navios e locais importantes, incluindo ilhas, fortes, armazéns e baterias. Gravado por Meunier.

Este mapa foi publicado pela primeira vez em Memoires de Monsieur du Guay-Trouin em 1740, com duas edições posteriores do mapa publicadas em 1785. René Duguay-Trouin foi um pirata francês de Saint-Malo que mais tarde se tornou tenente-general da Marinha Real Francesa.

Em 1711, durante a Guerra da Sucessão Espanhola, Duguay-Trouin liderou dezassete navios e 6.000 homens na Baía de Guanabara para capturar o Rio de Janeiro.

Os franceses conseguiram derrotar os portugueses e tomaram a cidade. Depois de ocuparem a cidade durante dois meses, os franceses receberam a notícia de que estavam a ser enviados reforços portugueses sob o comando de António de Albuquerque.

Duguay-Trouin decidiu regressar a França, assegurando primeiro um saque de cerca de 4 milhões de libras do ouro da cidade. Todas as edições deste mapa são muito raras.

Mapa do Rio de Janeiro de 1750 - Mapa Histórico" width="800" height="543" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-1024x695.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-300x204.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-768x521.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-81x55.jpg 81w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-1536x1043.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-2048x1390.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1750-800x543.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40518" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1750 &#8220;Plan de la Baye et de la Ville de Rio janeiro&#8230;&#8221; Este belo plano panorâmico do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara foi criado para ilustrar o cerco francês de 1711. Uma grande rosa dos ventos orienta o norte para a direita. Legendas numeradas e com letras identificam vários navios e locais importantes, incluindo ilhas, fortes, armazéns e baterias. Gravado por Meunier. Este mapa foi publicado pela primeira vez em Memoires de Monsieur du Guay-Trouin em 1740, com duas edições posteriores do mapa publicadas em 1785. René Duguay-Trouin foi um pirata francês de Saint-Malo que mais tarde se tornou tenente-general da Marinha Real Francesa. Em 1711, durante a Guerra da Sucessão Espanhola, Duguay-Trouin liderou dezassete navios e 6.000 homens na Baía de Guanabara para capturar o Rio de Janeiro. Os franceses conseguiram derrotar os portugueses e tomaram a cidade. Depois de ocuparem a cidade durante dois meses, os franceses receberam a notícia de que estavam a ser enviados reforços portugueses sob o comando de António de Albuquerque. Duguay-Trouin decidiu regressar a França, assegurando primeiro um saque de cerca de 4 milhões de libras do ouro da cidade. Todas as edições deste mapa são muito raras. Mapa do Rio de Janeiro de 1750 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1750</h3>
<h4>&#8220;Plan de la Baye et de la Ville de Rio janeiro&#8230;&#8221;</h4>
<p>Este belo plano panorâmico do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara foi criado para ilustrar o cerco francês de 1711.</p>
<p>Uma grande rosa dos ventos orienta o norte para a direita. Legendas numeradas e com letras identificam vários navios e locais importantes, incluindo ilhas, fortes, armazéns e baterias. Gravado por Meunier.</p>
<p>Este mapa foi publicado pela primeira vez em Memoires de Monsieur du Guay-Trouin em 1740, com duas edições posteriores do mapa publicadas em 1785. René Duguay-Trouin foi um pirata francês de Saint-Malo que mais tarde se tornou tenente-general da Marinha Real Francesa.</p>
<p>Em 1711, durante a Guerra da Sucessão Espanhola, Duguay-Trouin liderou dezassete navios e 6.000 homens na Baía de Guanabara para capturar o Rio de Janeiro.</p>
<p>Os franceses conseguiram derrotar os portugueses e tomaram a cidade. Depois de ocuparem a cidade durante dois meses, os franceses receberam a notícia de que estavam a ser enviados reforços portugueses sob o comando de António de Albuquerque.</p>
<p>Duguay-Trouin decidiu regressar a França, assegurando primeiro um saque de cerca de 4 milhões de libras do ouro da cidade. Todas as edições deste mapa são muito raras.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1750 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1750/">Mapa do Rio de Janeiro de 1750</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1840</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1840/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 05:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1840 &#8211; Abrege de Geographie&#8230; &#8220;Rio de Janeiro&#8221;, Renouard, Jules Esta folha apresenta um plano quadriculado detalhado do Rio de Janeiro. A topografia da região circundante está bem representada. Desenhado por A.H. Dufour e gravado por Desbuissons, com letras de Benard. Mapa do Rio [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1840/">Mapa do Rio de Janeiro de 1840</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40509" aria-describedby="caption-attachment-40509" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40509 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1840" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-1024x855.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1840 - Abrege de Geographie...&quot;Rio de Janeiro&quot;, Renouard, Jules Esta folha apresenta um plano quadriculado detalhado do Rio de Janeiro. A topografia da região circundante está bem representada. Desenhado por A.H. Dufour e gravado por Desbuissons, com letras de Benard. Mapa do Rio de Janeiro de 1840 - Mapa Histórico" width="800" height="668" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-1024x855.jpg 1024w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-300x250.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-768x641.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-66x55.jpg 66w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-1536x1282.jpg 1536w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-2048x1710.jpg 2048w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Mapa-do-Rio-de-Janeiro-de-1840-800x668.jpg 800w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40509" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1840 &#8211; Abrege de Geographie&#8230; &#8220;Rio de Janeiro&#8221;, Renouard, Jules Esta folha apresenta um plano quadriculado detalhado do Rio de Janeiro. A topografia da região circundante está bem representada. Desenhado por A.H. Dufour e gravado por Desbuissons, com letras de Benard. Mapa do Rio de Janeiro de 1840 &#8211; Mapa Histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1840 &#8211; Abrege de Geographie&#8230;</h3>
<h4>&#8220;Rio de Janeiro&#8221;, Renouard, Jules</h4>
<p>Esta folha apresenta um plano quadriculado detalhado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A topografia da região circundante está bem representada. Desenhado por A.H. Dufour e gravado por Desbuissons, com letras de Benard.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1840 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1840/">Mapa do Rio de Janeiro de 1840</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mapa do Rio de Janeiro de 1775</title>
		<link>https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1775/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 05:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mapas Históricos do Brasil e do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1775 &#8211; Le Neptune Oriental &#8220;Plan de la Baye et du Port de Rio-janeiro&#8230;&#8221;, Apres de Mannevillette, Jean B. N. D. Esta importante e antiga carta do porto mostra o Rio janeiro em forma de plano de bloco. Todas as ilhas e características costeiras [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1775/">Mapa do Rio de Janeiro de 1775</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_40500" aria-describedby="caption-attachment-40500" style="width: 764px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-scaled.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-40500 size-large" title="Mapa do Rio de Janeiro de 1775" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-764x1024.jpg" alt="Mapa do Rio de Janeiro de 1775 - Le Neptune Oriental&quot;Plan de la Baye et du Port de Rio-janeiro...&quot;, Apres de Mannevillette, Jean B. N. D. 

Esta importante e antiga carta do porto mostra o Rio janeiro em forma de plano de bloco.

Todas as ilhas e características costeiras com muitas sondagens e ancoradouros estão representadas. Do outro lado do Rio, na foz da Baía de Guanabara, há uma lagoa chamada Lagoa de Pirate Ningo.

Uma bela rosa dos ventos com flor-de-lis e linhas de rumo embelezam esta carta gravada em cobre.

Marinheiro e hidrógrafo francês, D' Après de Mannevillette (1707-1780) utilizou novos instrumentos para corrigir as latitudes medidas por exploradores anteriores.

O seu atlas Le Neptune Oriental, publicado pela primeira vez em 1745, foi considerado um grande feito e um recurso indispensável para os navegadores.

Referências: Shirley (BL Atlases) M.APR-1c.

Mapa do Rio de Janeiro de 1775 - Mapa histórico" width="764" height="1024" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-764x1024.jpg 764w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-224x300.jpg 224w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-768x1029.jpg 768w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-41x55.jpg 41w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-1146x1536.jpg 1146w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-1528x2048.jpg 1528w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-800x1072.jpg 800w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2023/08/Rio-de-Janeiro-scaled.jpg 1910w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /></a><figcaption id="caption-attachment-40500" class="wp-caption-text">Mapa do Rio de Janeiro de 1775 &#8211; Le Neptune Oriental &#8220;Plan de la Baye et du Port de Rio-janeiro&#8230;&#8221;, Apres de Mannevillette, Jean B. N. D. Esta importante e antiga carta do porto mostra o Rio janeiro em forma de plano de bloco. Todas as ilhas e características costeiras com muitas sondagens e ancoradouros estão representadas. Do outro lado do Rio, na foz da Baía de Guanabara, há uma lagoa chamada Lagoa de Pirate Ningo. Uma bela rosa dos ventos com flor-de-lis e linhas de rumo embelezam esta carta gravada em cobre. Marinheiro e hidrógrafo francês, D&#8217; Après de Mannevillette (1707-1780) utilizou novos instrumentos para corrigir as latitudes medidas por exploradores anteriores. O seu atlas Le Neptune Oriental, publicado pela primeira vez em 1745, foi considerado um grande feito e um recurso indispensável para os navegadores. Referências: Shirley (BL Atlases) M.APR-1c. Mapa do Rio de Janeiro de 1775 &#8211; Mapa histórico</figcaption></figure></p>
<h3>Mapa do Rio de Janeiro de 1775 &#8211; Le Neptune Oriental</h3>
<h4>&#8220;Plan de la Baye et du Port de Rio-janeiro&#8230;&#8221;, Apres de Mannevillette, Jean B. N. D.</h4>
<p>Esta importante e antiga carta do porto mostra o Rio janeiro em forma de plano de bloco.</p>
<p>Todas as ilhas e características costeiras com muitas sondagens e ancoradouros estão representadas. Do outro lado do Rio, na foz da Baía de Guanabara, há uma lagoa chamada Lagoa de Pirate Ningo.</p>
<p>Uma bela rosa dos ventos com flor-de-lis e linhas de rumo embelezam esta carta gravada em cobre.</p>
<p>Marinheiro e hidrógrafo francês, D&#8217; Après de Mannevillette (1707-1780) utilizou novos instrumentos para corrigir as latitudes medidas por exploradores anteriores.</p>
<p>O seu atlas Le Neptune Oriental, publicado pela primeira vez em 1745, foi considerado um grande feito e um recurso indispensável para os navegadores.</p>
<p>Referências: Shirley (BL Atlases) M.APR-1c.</p>
<p>Mapa do Rio de Janeiro de 1775 &#8211; Mapa Histórico</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/mapa-do-rio-de-janeiro-de-1775/">Mapa do Rio de Janeiro de 1775</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arte Popular do Nordeste</title>
		<link>https://bahia.ws/arte-popular-no-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Willy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 13:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura, História e Religião no Nordeste Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte popular]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[garrafas de areias coloridas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura de Cordel]]></category>
		<category><![CDATA[Maragogipinho]]></category>
		<category><![CDATA[renda de bilros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahia.ws/?p=37844</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p>A Arte Popular do Nordeste do Brasil reflete a extensão de seu território e a diversidade de sua cultura e alguns tipos de trabalho são encontrados, com pequenas variações, em todos os estados. Ao mesmo tempo em que se apóia na tradição, a arte popular do Nordeste descobre novas linguagens, [&#8230;]</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/arte-popular-no-nordeste/">Arte Popular do Nordeste</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guia Turístico de Salvador, Bahia e Brasil</p>
<p><figure id="attachment_4463" aria-describedby="caption-attachment-4463" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Arte-Popular-no-Nordeste1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-4463 size-thumbnail" title="Arte Popular do Nordeste" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Arte-Popular-no-Nordeste-160x120.jpg" alt="Arte Popular do Nordeste" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Arte-Popular-no-Nordeste-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Arte-Popular-no-Nordeste-800x600.jpg 800w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4463" class="wp-caption-text">Arte Popular do Nordeste</figcaption></figure></p>
<p>A Arte Popular do Nordeste do Brasil reflete a extensão de seu território e a diversidade de sua cultura e alguns tipos de trabalho são encontrados, com pequenas variações, em todos os estados.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que se apóia na tradição, a arte popular do Nordeste descobre novas linguagens, técnicas e materiais: a capacidade de reinventar-se atesta sua inesgotável vitalidade.</p>
<p>A produção artesanal do Nordeste reflete a extensão de seu território e a diversidade de sua cultura.</p>
<p>Veja-se o exemplo das rendeiras: em toda a costa nordestina &#8211; e em vários pontos do sertão, sobretudo nas cidades que margeiam o São Francisco &#8211; encontram-se mulheres que, apoiadas em almofadas ou molduras de madeira, empunham agulhas ou bilros e produzem trançados finissimos como os trazidos pelas primeiras européias que chegaram à colônia.</p>
<p>São tramas e bordados que, conforme a técnica, recebem nomes como labirinto, boa-noite, filé, redendê &#8211; e que costumam deixar os povoados costeiros para ganhar o circuito da moda das capitais brasileiras.</p>
<h4>VÍDEO SOBRE ARTE POPULAR NORDESTINA</h4>
<p><p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://bahia.ws/arte-popular-no-nordeste/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]<br /><img decoding="async" src="https://bahiavideos.b-cdn.net/videos/cultura/nordeste-literatura-de-cordel.jpg?token=pbrcGKO7tppffU6bHVlC0w&amp;expires=1775914007" width="400" /></a></p></p>
<h3>ARTE POPULAR NORDESTINA</h3>
<ol>
<li>RENDA</li>
<li>ITERATURA DE CORDEL</li>
<li>ARTESANATO EM MADEIRA</li>
<li>CERAMICA E BONECOS DE BARRO</li>
<li>ARTE DAS GARRAFAS DE AREIAS COLORIDAS</li>
<li>ARTESANATO DE MARAGOGIPINHO NA BAHIA</li>
<li>ENTRE A TRADIÇÃO E O MERCADO</li>
</ol>
<p><strong>TRABALHO DO GRUPO, TRABALHO DO ARTISTA</strong></p>
<p>Há trabalhos artesanais cuja autoria se dissolve na coletividade e há aqueles que levam a marca do artesão.</p>
<p>As máscaras, fantasias e roupas bordadas usadas no Carnaval, no bumba-meu-boi e nas folias-de-reis, assim como as roupas e objetos utilizados em rituais afro-brasileiros ou as marionetes chamadas mamulengos, são confeccionadas por artistas quase sempre anônimos.</p>
<p><figure id="attachment_4460" aria-describedby="caption-attachment-4460" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Figuras-de-Barro-Vitalino-Pereira-dos-Santos1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-4460 size-thumbnail" title="Figuras de Barro, Vitalino Pereira dos Santos" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Figuras-de-Barro-Vitalino-Pereira-dos-Santos-160x120.jpg" alt="Figuras de Barro, Vitalino Pereira dos Santos" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-4460" class="wp-caption-text">Figuras de Barro, Vitalino Pereira dos Santos</figcaption></figure></p>
<p>Por outro lado, em Caruaru, no agreste pernambucano, Vitalino Pereira dos Santos (1909-63) conferiu às figuras modeladas em barro típicas da região um estilo e uma linguagem só seus, com que retratou cenas do cotidiano sertanejo; formou uma legião de seguidores, fazendo jus ao título de &#8220;mestre &#8220;.</p>
<p>Hoje, seus filhos e netos dão continuidade a seu trabalho, e o bairro em que nasceue viveu, o Alto do Moura, foi considerado pela Unesco o maior centro de arte figurativa das Américas.</p>
<p>Não muito longe dali , na zona da mata de Pernambuco, a cerâmica também é fonte de renda para mais da metade da população da cidade de Trucunhaém.</p>
<p><figure id="attachment_5122" aria-describedby="caption-attachment-5122" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/renda-de-bilros-no-nordeste.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-5122 size-thumbnail" title="renda de bilros no nordeste" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/renda-de-bilros-no-nordeste-160x120.jpg" alt="renda de bilros no nordeste" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/renda-de-bilros-no-nordeste-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/renda-de-bilros-no-nordeste-65x50.jpg 65w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5122" class="wp-caption-text">renda de bilros</figcaption></figure></p>
<p>A pesquisadora Lélia Coelho Frota aponta que se o eixo temático da cerâmica de Caruaru é o registro do dia-a- dia, a de Trucunhaém é essencialmente voltada para o sagrado e o solene, visíveis nos santos moldados por Maria Amélia e Zezinho e nos magníficos leões de mestre Nuca (1937-2004).</p>
<h4><strong>1. RENDA</strong></h4>
<p>A renda também, é uma arte popular no nordeste e esta presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos, têm um importante papel econômico nas regiões Norte, Nordeste e Sul.</p>
<p>A chamada renda de almofada ou de bilros é desenvolvida pelas mãos das rendeiras que trabalham com uma almofada, um papelão cheio de furos, linha e bilros (pequenas peças de madeira semelhantes a fusos).</p>
<p>Trazida pelos portugueses e pelos colonos açorianos, esta técnica é um trabalho tradicional de vários pontos do litoral brasileiro.</p>
<p>Os papelões são passados de geração a geração e alguns motivos são exclusivos de uma família. Apesar de a renda não ser um produto originalmente brasileiro, tornou-se um produto local através da aculturação.</p>
<h5>RENDA DO BILRO NO CEARÁ</h5>
<p>A renda é uma forma de artesanato têxtil, cuja origem histórica remonta dos séculos XV e XVI, e cuja paternidade é reivindicada por Flandres e Itália. Flandres se intitula com inventora da renda de bilro e a Itália exige a patente da renda de agulhas, de onde se originou a renda renascença.</p>
<p><figure id="attachment_13361" aria-describedby="caption-attachment-13361" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13361 size-thumbnail" title="Renda de Bilro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro-160x120.jpg" alt="Renda de Bilro" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro-300x225.jpg 300w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro-73x55.jpg 73w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Renda-de-Bilro.jpg 480w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-13361" class="wp-caption-text">Renda de Bilro</figcaption></figure></p>
<p>Como primeira categoria de renda, se encontram as rendas confeccionadas com o bilro, denominadas “rendas de bilro”.</p>
<p>O bilro é um pequeno instrumento composto por uma curta haste cuja ponta apresenta um formato esférico.</p>
<p>Na outra ponta da haste é presa uma quantidade de linha, que no manuseio do artesão, vai sendo presa a um design padrão ou desenho da renda a ser desenvolvido.</p>
<p>A produção desse tipo de renda requer o uso de vários bilros, cuja quantidade varia conforme a complexidade do desenho. A renda de bilro é produzida em cima de almofadas repousadas sobre o colo da artesã, ou assentada em cavalete de madeira à sua frente.</p>
<p>O fio usado pelas rendeiras de bilro é o algodão, predominando o uso da cor branca, pela tradição e por não dificultar a visão. O molde utilizado é denominado “pique”.</p>
<p>Os modelos de desenho são antigos, sendo repassado de uma geração para outra. Para obter modelos novos, as rendeiras emprestam os piques entre si, ou conseguem amostras de outros lugares. Algumas raras rendeiras fazem a renda de cabeça, sem utilizar molde.</p>
<p><strong>As rendas criadas podem tomar diversas formas:</strong></p>
<ul>
<li>bicos ou pontas que irão ser usados para enfeitar beiras de tecidos, ou para ser aplicado entre dois pedaços de tecido</li>
<li>colchas, toalhas, centros de mesa e guardanapos</li>
<li>rendas na forma de flores, corações, leques, entre outros, para aplicações em tecido, para enfeitá-lo</li>
<li>palas: peças inteiras, que serão utilizadas sobre decotes de camisolas, blusas e vestidos</li>
</ul>
<p>As atividades de renda e bordado constituem o artesanato predominante no Ceará, presente em cerca de 104 municípios.</p>
<p>Conforme o Sistema de Acompanhamento da Central de Artesanato do Ceará SAC–CEART, quanto a tipologia “renda de bilro” estão cadastrados 700 artesãos, onde nesse universo, 99,4% são mulheres e 0,6% são homens.</p>
<p>Registros apontam que essa tipologia existe no Ceará desde a colonização, tendo se espalhado pelo interior e em áreas do litoral, concentrando-se principalmente nos municípios de Aquiraz, Aracati, Beberibe, Acaraú e Trairi.</p>
<p>O desenvolvimento do artesanato pode se tornar uma marca da região. Assim ocorre para o distrito da Prainha com a Renda de Bilro, situada no município de Aquiraz.</p>
<p>O município de Aquiraz possui mais de três séculos de existência, e uma população estimada de 72.628 pessoas residentes. O forte apelo turístico e um<br />
histórico relacionado ao artesanato destacam-se como suas características relevantes.</p>
<h4>2. LITERATURA DE CORDEL</h4>
<p>Talvez nada seja mais típico da arte popular nordestina que a literatura cordel.</p>
<p>Na literatura de cordel a literatura e imagem se cruzam nos folhetos vendidos em ruas e mercados do sertão: nas capas, xilogravuras ilustram os versos, que passam por toda sorte de temas &#8211; de histórias de amor e lendas do folclore à denúncia social e à crítica política.</p>
<p>A pernambucana Bezerros, vizinha de Caruaru, intitula-se &#8220;capital do cordel&#8221; e abriga alguns de seus maiores nomes, a começar pelo octogenário J. Borges, poeta, cantador e ilustrador.</p>
<p>A mesma tradição sobrevive na cearense Juazeiro do Norte, onde viveu o mítico mestre Noza (1897-1984), tambérn escultor: atualmente existem na cidade oficinas em que artesãos reproduzem suas famosas imagens de padre Cícero talhadas em madeira.</p>
<h4>3. ARTESANATO EM MADEIRA</h4>
<p>Ao lado das imagens de padre Cícero fabricadas em juazeiro do Norte, há no Nordeste uma tradição de arte e trabalhos de madeira ligados ao imaginário religioso.</p>
<p>Em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, Louco – nome pelo qual ficou conhecido o escultor Boaventura da Silva Filho (1932-92) &#8211; consagrou-se pela produção de santos católicos e orixás, imagens longilineas de grande impacto.</p>
<p>Como manda o costume, o ofício de Louco foi transnutido a seus fanuliares e discípulos, e hoje na cidade são produzidas peças sacras nos ateliês de Louco Filho, Doidão, Dory e Mimo.</p>
<p>Em Triunfo, Pernambuco, Chico Santeiro talha imagens de são Francisco, são Pedro, santo Antônio e Nossa Senhora, vestindo-os com roupas luxuosas.</p>
<p>Em Acari, no Rio Grande do Norte, Ambrósio Córdula também faz santos, presépios e anjos de madeira.</p>
<p>A religiosidade está presente também nos ex-votos, tradição que remonta ao século XVIII e que, infelizmente, parece em vias de extinção.</p>
<p>As antigas tábuas pintadas com cenas de curas milagrosas já não são produzidas; as imagens de madeira representando principalmente partes do corpo, esculpidas em agradecimento a alguma graça alcançada, sobrevivem, e ainda são encontradas nas chamadas &#8220;salas de milagres&#8221; de igrejas, santuários e centros de romarias.</p>
<p>Hoje, Aberaldo, da ilha do Ferro (Alagoas), dá nova dimensão aos ex-votos, colorindo-os e convertendo-os em peças de decoração.</p>
<p>O misticismo sertanejo se reflete igualmente nas famosas carrancas com que os barqueiros do rio São Francisco buscavam afastar os maus espíritos que pudessem ameaçar sua viagem.</p>
<p>Em Santa Maria das Vitórias, na Bahia, Francisco Biquiba dy Lafuente Guarani (1884-1987) esculpiu algumas das mais notáveis. Nos anos 1960, as carrancas tornaram-se febre na decoração de todo o país e passaram a ser produzidas em grande escala &#8211; perdendo parte da força das originais &#8211; nas cidades ao longo de todo o percurso do rio, sobretudo em Petrolina, Pernambuco.</p>
<p>A madeira é também matéria-prima de objetos de uso cotidiano, móveis e brinquedos. Na mesma Acari em que mestre Ambrósio produz seus santos, Manuel Jerônimo Filho constrói primorosos caminhões.</p>
<p>No Maranhão, Nhozinho (1904-74) transformava a madeira maleável do buriti em pequenos bonecos que reproduziam os personagens típicos do estado e figuras do bumba-meu-boi; seu trabalho pode ser conhecido em São Luís, no museu que leva seu nome.</p>
<p>Outras paineiras nordestinas oferecem matéria-prima para artesãos do sertão e da costa: com a fibra da carnaúba , moradores do delta do Parnaíba, no Piauí, fabricam cestas, objetos e enfeites; da palha do ouricuri, artesãos do litoral de Alagoas fazem. tapetes, bolsas e chapéus.</p>
<h4>4. CERAMICA E BONECOS DE BARRO</h4>
<p>A cerâmica é uma das formas de arte popular e de artesanato mais desenvolvidas no Brasil. Dividida entre cerâmica utilitária e figurativa, essa arte feita pelos índios misturou-se depois à tradição barrista europeia, e aos padrões africanos, e desenvolveu-se em regiões propícias à extração de sua matéria-prima &#8211; o barro.</p>
<p>Nas feiras e mercados do Nordeste, podem-se ver os bonecos de barro que reconstituem figuras típicas da região: cangaceiros, retirantes, vendedores, músicos e rendeiras. Os mais famosos são os do pernambucano Mestre Vitalino (1909-1963), que deixou dezenas de descendentes e discípulos.</p>
<p>A cerâmica figurativa destaca-se também nos estados do Pará, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina. Nos demais estados, a cerâmica é mais do tipo utilitária (potes, panelas, vasos etc).</p>
<h4>5. ARTE DAS GARRAFAS DE AREIAS COLORIDAS</h4>
<p>Esta forma de arte é bastante difundida no Nordeste brasileiro, principalmente no Rio Grande do Norte e Ceará, berço de seu criador, onde diversos artesãos ganham seu sustento com a produção e venda dessas peças.</p>
<p><figure id="attachment_13364" aria-describedby="caption-attachment-13364" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Garrafas-de-areias-coloridas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13364 size-thumbnail" title="Garrafas de areias coloridas" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Garrafas-de-areias-coloridas-160x120.jpg" alt="Garrafas de areias coloridas" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-13364" class="wp-caption-text">Garrafas de areias coloridas</figcaption></figure></p>
<p>A confecção de gravuras em garrafas utilizando areias coloridas é também denominada de ciclogravura e surgiu, na década de 1950, na praia de Majorlândia, no Ceará, onde existia uma senhora de nome Joana Carneiro, que enchia garrafas com areias de diversas cores colhidas nos morros da região. E, ao enchê-las, dispunha as cores em formas circulares, com espaços em torno de dois centímetros para cada porção de areia colocada.</p>
<p>Certa vez, ela enchia um litro com as tais areias quando, momentos antes de concluir o trabalho, o litro virou. Como o recipiente ainda não estava completamente cheio, as areias se projetaram para o lado e, acidentalmente, formou-se um desenho que, aos olhos de um filho presente na ocasião, pareceu uma paisagem.</p>
<p>O filho dessa senhora se chamava Antônio Eduardo Carneiro que, tempos depois, ficaria conhecido como “Toinho da Areia Colorida” por sua habilidade em &#8220;desenhar com areias&#8221;. Foi o responsável pela criação das primeiras paisagens em garrafas utilizando areias coloridas.</p>
<p>Apesar da denominação de &#8220;garrafas de areias coloridas&#8221;, outros recipientes também são utilizados na sua confecção como: cálices, tulipas, bojos e vários outros tipos e formas de invólucros, desde que de vidro transparente e sem cor, para que as cores das areias sejam apreciadas com toda fidelidade.</p>
<p>A grande maioria das areias que são utilizadas nesse trabalho tem sua coloração feita pela natureza. Somente a cor verde e azul é produzida a partir da areia de cor branca, com adição de corantes. Os tons mais claros ou escuros são obtidos a partir da mistura das cores já existentes.</p>
<p>O preço das peças varia de acordo com o tamanho do recipiente, e também com a complexidade do desenho. Quanto mais elaborado, maior o seu preço. As peças menores custam em torno de R$ 10,00 por unidade. Quanto às maiores, podem chegar a custar até R$ 1.000,00, ou mais.</p>
<h4>6. ARTESANATO DE MARAGOGIPINHO NA BAHIA</h4>
<p>As peças produzidas em Maragojipinho têm altíssimo valor cultural e um grande potencial de crescimento e valorização. Cada vez mais a qualidade das peças aumenta na conquista de novos consumidores.</p>
<p><figure id="attachment_13515" aria-describedby="caption-attachment-13515" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Boi-Bilha.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13515 size-thumbnail" title="Boi Bilha" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Boi-Bilha-160x120.jpg" alt="Boi Bilha" width="160" height="120" /></a><figcaption id="caption-attachment-13515" class="wp-caption-text">Boi Bilha</figcaption></figure></p>
<p>A maioria das peças feitas em Maragogipinho é inconfundível face ao acabamento com tauá, um engobe proveniente de argila, rico em óxido de ferro que dá uma coloração avermelhada às peças.<br />
Outra característica local é desenhar com tabatinga, que é argila líquida de cor branca, muito abundante na região.</p>
<p>Em Maragogipinho são produzidas milhares de peças utilitárias e de decoração e o volume de produção chega a cerca de 18 mil peças por mês. Essas peças são distribuídas para vários estados brasileiros como São Paulo, Rio de janeiro, Goiás, Santa Catarina, Ceará, Paraná e Distrito Federal.</p>
<p>Os objetos que apresentam em suas formas, nítidas influências indígena, africana e portuguesa têm uma variedade de tamanho e formato muito grande. Podemos encontrar objetos que medem desde 2cm a mais de 1,50m de altura.</p>
<p>Os artesãos, homens e mulheres ainda utilizam as rudes ferramentas de séculos a trás, como o torno de madeira</p>
<p><figure id="attachment_13516" aria-describedby="caption-attachment-13516" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Peças-típicas.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-13516 size-thumbnail" title="Peças típicas de barro" src="http://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Peças-típicas-160x120.jpg" alt="Peças típicas de barro" width="160" height="120" srcset="https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Peças-típicas-160x120.jpg 160w, https://bahia.ws/wp-content/uploads/2013/01/Peças-típicas-468x350.jpg 468w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></a><figcaption id="caption-attachment-13516" class="wp-caption-text">Peças típicas</figcaption></figure></p>
<p>movido a pé e o forno à lenha, e todos os meses modelam, decoram e queimam uma rica variedade de peças. São moringas, potes, talhas, porrões, bilhas, panelas, vasos, pratos, xícaras, tigelas, jarros, luminárias, esculturas sacras, objetos de decoração, dentre outros.</p>
<p>A excelência da cerâmica de Maragogipinho tem sido reconhecida.</p>
<p>Em 2004 a comunidade exportou um contêiner de peças para a Europa e duas de suas peças concorreram ao prêmio UNESCO de Artesanato para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>O boi-bilha, peça que é uma junção da figura do boi nordestino com a bilha de origem portuguesa recebeu Menção Honrosa da ONU.</p>
<p>Em parcerias com empresas de exportação, mais de 40 mil peças já foram exportadas e circulam por países como Alemanha, Espanha e Itália.<br />
Para divulgar seus produtos além de participar de feiras por todo o Brasil, a comunidade de Maragogipinho conta com a ajuda de órgãos como o SEBRAE e assim fazer grandes vendas. A mais recente foi para a loja Tok&amp;Stok com a venda de mais de mil peças.</p>
<p>Isso impulsiona a comunidade já que a exigência na qualidade dos produtos para esse público é muito grande</p>
<h4>7. ENTRE A TRADIÇÃO E O MERCADO</h4>
<p>A arte popular, a um só tempo manifestação cultural e fonte de renda, transita entre a reprodução dos saberes tradicionais e a descoberta de novas técnicas e materiais.</p>
<p>No Nordeste, os ofícios transmitidos de geração a geração se adaptam às circunstâncias e às urgências da sobrevivência.</p>
<p>Em Acari, a sucata de automóveis se transforma em bonecos e brinquedos pelas mãos de Dimauri Lima de Souza.</p>
<p>A areia colorida que forma paisagens dentro de garrafinhas, suvenir típico do Ceará , é obtida atualmente graças ao uso de corantes industrializados &#8211; houve um tempo em. que se utilizavam apenas as areias de vários tons das dunas de Majorlândia, na costa leste da capital.</p>
<p>Em Santana do Cariri, no sertão do mesmo estado, a prefeitura estimula a confecção de réplicas de fósseis para evitar a venda predatória do patrimônio arqueológico do local.</p>
<p>A miríade de objetos que compõem o que se chama indistintamente de artesanato nordestino &#8211; panos, redes, miniaturas, brinquedos, desenhos, ex-votos, selas, couros, enfeites, utilitários- se recria a cada dia.</p>
<p>Arte Popular no Nordeste</p>
<p>A publicação <a href="https://bahia.ws/arte-popular-no-nordeste/">Arte Popular do Nordeste</a> apareceu pela primeira vez em <a href="https://bahia.ws">Guia de Turismo — Bahia, Salvador, Nordeste e Brasil | Bahia.ws</a>.</p>
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