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	<title>Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</title>
	
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		<title>Entrevista com Millôr Fernandes</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 14:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias de grandes perdas para o Brasil. Na mesma semana partiram Chico Anysio e Millôr Fernandes. Certamente, depois desses falecimentos, o humor brasileiro ficará muito menos engraçado&#8230; Millôr era uma das mais sagazes inteligências do país. Além de uma vasta obra, Millôr deixa para o imaginário popular brasileiro frases inesquecíveis como por exemplo: “Por mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bienalpernambuco.com/entrevista-com-millor-fernandes/millor" rel="attachment wp-att-6494"><img class="size-full wp-image-6494 aligncenter" title="Millor" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/03/Millor.jpg" alt="" width="276" height="183" /></a></p>
<p>Dias de grandes perdas para o Brasil.</p>
<p>Na mesma semana partiram Chico Anysio e Millôr Fernandes. Certamente, depois desses falecimentos, o humor brasileiro ficará muito menos engraçado&#8230;</p>
<p>Millôr era uma das mais sagazes inteligências do país. Além de uma vasta obra, Millôr deixa para o imaginário popular brasileiro frases inesquecíveis como por exemplo:</p>
<p><strong>“Por mais violento que seja o argumento contrário, por mais bem formulado, eu tenho sempre uma resposta que fecha a boca de qualquer um: «Vocês têm toda a razão».”</strong></p>
<p>O mínimo que poderíamos fazer neste momento é prestar nossa humilde e singela homenagem a este grande brasileiro. Reproduzimos abaixo a excelente entrevista que Renato Rovai, editor da <a href="http://www.revistaforum.com.br/" target="_blank">Revista Fórum</a>, fez com Millôr Fernandes.</p>
<p><strong>&#8220;O mundo está muito melhor&#8221;</strong></p>
<p>Quem diria, Millôr Fernandes, o crítico mais crítico do país, faz 80 anos garantindo que a vida de hoje em dia é muito melhor que a de outros tempos</p>
<p><em>Por Renato Rovai</em></p>
<p>“E lá vou eu de novo, sem freio nem pára-quedas. Saiam da frente, ou debaixo que, se não estou radioativo, muito menos estou radiopassivo. Quando me sentei para escrever vinha tão cheio de idéias que só me saíam gêmeas, as palavras – reco-reco, tatibitate, ronronar, coré-coré, tom-tom, rema-rema, tintim-por-tintim. Fui obrigado a tomar uma pílula anticoncepcional. Agora estou bem, já não dói nada. Quem é que sou eu? Ah, que posso dizer? Como me espanta! Já não fazem Millôres como antigamente! Nasci pequeno e cresci aos poucos. Primeiro me fizeram os meios e, depois, as pontas. Só muito tarde cheguei aos extremos. Cabeça, tronco e membros, eis tudo. E não me revolto. Fiz três revoluções, todas perdidas. A primeira contra Deus, e ele me venceu com um sórdido milagre. A segunda com o destino, e ele me bateu, deixando-me só com seu pior enredo. A terceira contra mim mesmo, e a mim me consumi, e vim parar aqui.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bienalpernambuco.com/entrevista-com-millor-fernandes/millor-fernandes" rel="attachment wp-att-6493"><img class="aligncenter size-full wp-image-6493" title="millor-fernandes" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/03/millor-fernandes.jpg" alt="" width="432" height="240" /></a></p>
<p>Assim Millôr se apresentou aos leitores quando foi fazer uma coluna na revista Veja, em 1968. Aos 80 anos, completados no último 16 de agosto, Millôr é um dos maiores intelectuais vivos do Brasil. Já fez dezenas de peças de teatro, traduções e lançou e colaborou com outras tantas dezenas de veículos de imprensa. Suas colunas no Pasquim da primeira fase ainda são lembradas em muitas mesas de bar por quem tem mais de 40. Suas frases diretas e perspicazes já encantam muitos garotos e garotas que surfam pela internet e passam pelo Universo On-Line (UOL), onde colabora. Millôr não gosta de dar entrevistas. Por isso, leitor, aproveite essa deixa.</p>
<p><strong>Pessimismo ou otimismo</strong></p>
<p>Não sou otimista, mas quando digo aos meus amigos que estamos vivendo no melhor dos tempos, as pessoas não percebem. Estamos vivendo num tempo de transição, mas o mundo nunca foi tão bom. É curioso dizer isso, mas é verdade. Até 1888 era possível comprar um preto na esquina e carimbá-lo com o seu nome. Trouxeram de 10 a 15 milhões de negros da África e era perfeitamente normal. Isso mudou. Mas, como disse, não sou otimista. A palavra poderia ser, sei lá, realista. Mas não realista no sentido negativo, porque quando se fala realista, em geral se quer dizer, “tá tudo fodido e eu estou vendo a realidade”. Não é isso. Estou vendo uma realidade em que hoje, no mundo inteiro, tem muito mais gente usufruindo os bens da vida do que jamais houve. Tem um bilhão de pessoas passando fome, mas são seis bilhões no planeta. Tem uma classe média hoje no mundo que, se você for muito pessimista, dá 20% da população. Você tem dois bilhões, ou um bilhão e meio de pessoas vivendo muito bem.</p>
<p><strong>Mais perto do socialismo</strong></p>
<p>Quando começam a informatizar tudo, as pessoas vão perdendo o emprego. Isso me parece evidente. Mas quando você desemprega milhões de pessoas, na minha visão, ao mesmo tempo está criando o socialismo. Ou você arranja uma maneira de distribuir melhor os bens da terra, ou esta porra explode. Nesse momento está explodindo, mas ou vai explodir de uma vez ou só estamos num período de transição que pode durar 10, 20, 30 anos. Mas é um período de transição.</p>
<p><strong>Conflitos futuros</strong></p>
<p>Isso eu acho absolutamente imprevisível. É impossível prever o gesto de um maluco. Não se pode saber o que aquele doido da Coréia do Norte pode fazer e nem aqueles filhos da puta dos EUA, não é verdade? A Índia está lá, o Paquistão está lá. É imprevisível. Também não é possível prever, se a coisa pegar em um âmbito mais gigantesco, isso não vá acabar com o mundo ou com a Terra. Ou chegar à barbárie total de novo. De qualquer maneira eu acho muito interessante o mundo.<span id="more-6492"></span></p>
<p><strong>Qualidade de vida</strong></p>
<p>Sempre fiz esporte, inclusive frescobol. Aliás, fomos nós os cariocas que inventamos esse esporte. Hoje você tem o skate, que de coisa de vagabundo virou um esporte formidável, maravilhoso. Eu também vi nascer o surfe na minha porta. Aliás, hoje já estamos na terceira geração do surfe. Isso tudo criou um homem novo. Da geração de hoje para a minha geração, deve ter tido um aumento de estatura de 10 centímetros. O garoto de 17, 18 anos, bem alimentado, não tem mais cárie. A expectativa de vida no mundo, que era de 40 anos no início do século XX, hoje é 80. E eu digo isso porque consulto estatística, gosto muito de estatística. Todo ano leio o Year Book da Enciclopédia Britânica. Lá as estatísticas não são ideológicas. Além disso, nesse período você praticamente eliminou a dor e criou hábitos de higiene que atingem todo mundo. Eu me lembro quando fui pra Europa pela primeira vez, em 1952, hotéis bons só tinham banheiro no corredor. Fui nos dois melhores hotéis e você tinha um banheiro só para um monte de quartos.</p>
<p><strong>Tecnologias e TV</strong></p>
<p>Acho que nós sempre estivemos a reboque da tecnologia. Hoje, as pessoas sabem muita coisa porque a informação da televisão é muito grande. Você pega um programa do Faustão, da Hebe Camargo, tem 30 milhões de pessoas vendo. Uma audiência de 30 milhões. Aí a coisa mais fácil é você dizer “estão acabando com a cultura. A TV está acabando com tudo”. Mentira. Essa gente que vê esses programas está aumentando sua capacidade de comunicação própria. Elas não leriam Dostoievski nunca. Elas não seriam carreadas para a chamada alta literatura. Agora o que acontece, ali mesmo você terá 1% ou 2% ou até 10%, o que é muita gente, de pessoas que lêem. No terreno prático, não no terreno subjetivo ou intelectual, você pega a novela que eu não sei o nome, sobre o Garibaldi, do Rio Grande do Sul (Millôr se refere à minissérie A Casa das Sete Mulheres), aquele romance não tinha vendido nada. Mas veio a novela e ele começou a vender. E muito. Isso significa, pra mal ou pra bem, que muita gente foi levada a ler também por causa da televisão.</p>
<p><strong>Não às entrevistas</strong></p>
<p>É engraçado. Não vou porque não vou. Mas não é por princípio, eu não tenho princípio, tenho horror a princípio. Tenho a minha vida, de vez em quando brinco, e é verdade, que sou indecentemente feliz. Moro há 50 anos na praia da Vieira Souto, você entende? Até hoje, pego meu calção de manhã e vou andar na praia ou vou para o Jardim de Alá. Depois, vou pro meu estúdio, vou ver meu programa da internet, vou ver minha televisão, vou ver o que tenho que escrever. E como sempre as pessoas me solicitando coisas… aí eu reajo violentamente. Não quero ser dirigido, quero ficar com minha vida. Não vou deixar de ir à praia, de duas vezes por semana receber minha personal trainner. O que eu apareço dá pra minha satisfação, pra minha vaidade. Por isso que não aceito certos convites.</p>
<p><strong>Lula</strong></p>
<p>É evidente que a ignorância lhe subiu à cabeça, não tem dúvida nenhuma. Porque de repente ele começou a se sentir culto, falar sobre tudo. Já o nosso amigo Fernando Henrique o que falava de besteira também não era brincadeira. Eu não votei no Lula. Aliás, não votei no Lula determinadamente porque achei que ele ia ganhar de qualquer maneira. Então votei no Serra pra dar um voto pro outro lado. Eu também achava que o Tarso Genro era melhor quadro, que o Cristóvam era melhor quadro. Mas o Lula fincou o pé ali. O que vai acontecer agora é muito difícil dizer porque a coisa está muito difícil. A jogada internacional hoje é assustadora, nenhum de nós sabe o que está acontecendo por trás daquilo. Eu não tenho nenhuma competência pra dizer “acho isso ou acho aquilo”. Eu faço especulação.</p>
<p><strong>Capitalismo e mudança</strong></p>
<p>Eu não gosto da palavra revolução. Em geral todas as revoluções que vi e estudei dão dois passos pra frente e três pra trás. Se você pegar aquela história da revolução na URSS, que poderia ter sido a redenção do mundo, veja no que deu. Se comparar o socialismo com o capitalismo, o que acontece? O socialismo é uma idéia tão generosa, tão maravilhosa, essa coisa de você abrir mão de bens seus para beneficiar gente que não é seu primo, não é seu irmão, sua avó, pessoas que você não conhece, é tão generosa que não pode dar certo. Agora, o capitalismo está preso ao umbigo do ser humano. O ser humano quer tomar um pouco do outro, quer ter um pouco mais, quer ter um tapete embaixo dos pés que custa 5 mil dólares, mas não dá dinheiro pra empregada botar a filha no colégio. Então são as circunstâncias de pressão que vão fazendo com que isso mude. Já modificou muito, não tem dúvida.</p>
<p><strong>Revolução humana</strong></p>
<p>Pode ser que esteja errado, mas acho que a grande revolução do ser humano foi o dia em que o homem parou e disse “vou ficar aqui” e descobriu como domesticar o animal e plantar naquele local. O desenvolvimento da civilização não é constante, mas acontece o tempo todo. Estamos diante de milagres. Ninguém mais duvida de que em breve vamos ter um clone humano. Não sei se é bom, se é ruim, se é nada. São coisas que mostram que não estamos parados. Que o mundo está mudando muito.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>
<p>A verdade é que no Rio nós vivemos num gueto. Há uma população que vive muito bem, mas pressionada pelas circunstâncias sociais que se chama hoje basicamente tráfico de drogas, com todas as suas implicações. Mas no início do século XIX o Rio de Janeiro era uma merda. Era um antro de doenças. Eu acho que, de modo geral, melhorou. Quer ver, hoje o celular presta um serviço inimaginável ao operário. Antigamente no Rio, tinha que deixar recado no telefone do bar da esquina e o cara não dava.</p>
<p><strong>Dor, medicina e Glauco Mattoso</strong></p>
<p>Você pega o progresso que fez a odontologia, a oftalmologia… É assustador, o cara está operando com colírio hoje. Dizem que a Mary Stuart com 20 anos, 21, não tinha um dente. Tem uma história de que a rainha Elizabeth teve uma vez uma dor de dente e teve que arrancar. Mas ela não queria, estava apavorada, porque o cara chegava com um boticão. Não tinha outro jeito. Aí, um lorde, pra dizer que a dor era suportável, mandou arrancar um dente bom dele. Hoje ninguém duvida que se possa fazer um clone. A genética, a transgenética, tudo isso é uma coisa inacreditável de poder. Tem um médico amigo meu que me garante que daqui a 20, 30 anos a cegueira vai ser uma coisa rara. Você pega lá em São Paulo, o meu amigo Glauco Mattoso (poeta) está completamente cego. Ele é um gênio, acabou de lançar um livro novo, duca, é um louco, né? Um louco desvairado. Inclusive faz aquela coisa que considero fantasia. Chupa pé, chupa pé… ninguém chupa tanto pé (risos). Ele é maravilhoso. Ele fez 300 sonetos camonianos, 300 sonetos… é maravilhoso. Mas ele não é para aquela senhora ler (aponta uma mulher na outra mesa). Você dá pra ela ler “você dever ser enrabado todos os dias…” (risos). Ele faz isso.</p>
<p><strong>Produção artística e cultural</strong></p>
<p>Eu vou ficar nas artes plásticas, mais controversas, ou que têm a maior merda evidente. Houve avanço, quando se saiu da prisão do realismo e se passou pra expressionismo, cubismo etc. Na música também e na poesia também você teve aquela coisa da métrica etc. Mas quando você se liberta, você dá acesso a muito mais gente. E muita gente que entra pelo ato de audácia de fazer. Porque antigamente, você, pra fazer um soneto, você tinha que aprender. A poesia evolui até onde? Você pode dizer que não vai mais fazer aqueles sonetinhos de antigamente etc. e tal, mas e os sonetos do Augusto dos Anjos, você não vai fazer? Será que os caras estão fazendo melhor do que aquelas coisas maravilhosas? Mesmo as coisas mais brandas, como Olavo Bilac, você pega meia dúzia que são importantíssimos. Você pega a poesia popular publicitária aqui do Rio, algumas que ficaram famosas “veja, ilustre passageiro, que belo tipo faceiro…”, quando eu te digo isso você dá um sorriso, porque imediatamente afeta. Será que só pode ser importante aquele verso difícil do Ezra Pound? Há uma poesia popular que te afeta diretamente, por mais culto, por mais capaz e exigente que você seja. A arte ficou muito melhor quando se libertou, quando deixou de ser restrita a mosteiros, quando deixou de ser para alguns. É assim com tudo.</p>
<p><strong>Futebol e raça</strong></p>
<p>Por isso eu não gosto de ficar endeusando as coisas difíceis, só as grandes. Ou como fazem alguns, que gostam de futebol, só falam do Garrincha, né, Ruy? (brinca com Ruy Castro, autor do livro Estrela Solitária, sobre o jogador). Tem um monte de jogadores bons hoje. Pega o Ronaldinho, ele é um grande atleta e uma grande personalidade. O Ronaldinho Gaúcho também é um belíssimo jogador de futebol. Você não vê ele se desviando pelos caminhos da sacanagem. Tem os mais novos que ainda estão em julgamento, como o Diego, o Robinho e o Kaká. Tá aparecendo muita gente boa. É uma coisa que acho curiosa, nesse aspecto, que é a famosa mistura da raça brasileira, não é isso? O Ronaldinho que é preto, o Ronaldinho Gaúcho que é preto. Aí aparece o Kaká e o Diego. Ninguém fez isso. É o Brasil fazendo isso. Não é um gueto de brancos e também não é aquilo de “vamos proteger o pretinho”. Acho que, aliás, hoje as pessoas já aprenderam que não podem chegar e dar um berro “e aí, crioulo”, que pode levar uma fubecada. Isso vai posicionando a questão. Agora, existe raça, as pessoas agora vêm com essa de dizer que não. As pessoas têm medo de dizer certas coisas. Uma coisa é raça e outra é racismo. A diferença genética que existe entre negros e brancos é enorme. Esse negócio de dizer que é igual, bobagem. Tem raça sim. Você tá vendo, um é negro e outro é branco, você tá vendo que são diferentes, por que fugir disso? Isso não é racismo porra nenhuma. É não ficar inventando teses para disfarçar, entendeu? O que diferencia não é dizer que é tudo igual, é não haver condições sociais iguais, entendeu?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Paulo Freire é declarado patrono da educação brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 20:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia da Agência Senado A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (6) em decisão terminativa, por unanimidade, o projeto de lei da Câmara (PLC 50/11), que declara o educador Paulo Freire patrono da educação brasileira. Caso não seja apresentado recurso para votação da matéria em plenário, o texto seguirá diretamente para sanção da presidente Dilma Rousseff. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/03/Paulo-Freire-2.jpg" rel="lightbox[6470]"><img class="size-full wp-image-6471 aligncenter" title="Paulo Freire 2" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/03/Paulo-Freire-2.jpg" alt="" width="275" height="275" /></a></p>
<p><em><a href="http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/03/06/paulo-freire-e-declarado-patrono-da-educacao-brasileira" target="_blank">Notícia da Agência Senado</a></em></p>
<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (6) em decisão terminativa, por unanimidade, o projeto de lei da Câmara (PLC 50/11), que declara o educador Paulo Freire patrono da educação brasileira. Caso não seja apresentado recurso para votação da matéria em plenário, o texto seguirá diretamente para sanção da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>O projeto, que teve como relator na comissão o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), é de autoria da deputada Luiza Erundina, que nomeou Freire como seu secretário de Educação, quando foi prefeita de São Paulo, a partir de 1989. Segundo a deputada, Freire, falecido há 15 anos, provocou então uma “verdadeira revolução educacional na cidade de São Paulo”.</p>
<p>Paulo Freire nasceu em Recife em 1921, ficou órfão aos 13 anos e enfrentou uma “infância difícil”, como observa a deputada na justificativa de seu projeto. Formou-se em Direito, mas nunca exerceu a advocacia. Em 1960 desenvolveu um método “simples e revolucionário” de alfabetização de adultos. Durante o governo do presidente João Goulart, coordenou o Programa Nacional de Alfabetização, que tinha o objetivo de alfabetizar cinco milhões de pessoas.</p>
<p>O criador da “pedagogia da libertação” foi preso em 1964, exilou-se depois no Chile e percorreu diversos países, sempre levando o seu modelo de alfabetização, antes de retornar ao Brasil em 1979, após a publicação da Lei da Anistia.</p>
<p>A partir da década de 60, observou o relator do projeto, a “pedagogia da libertação” passou a simbolizar a contribuição de Freire ao pensamento pedagógico mundial.</p>
<p>- Paulo Freire é um dos brasileiros mais conhecidos no exterior. Um brasileiro que tem bustos em praças e é nome de rua em países da África e América Latina. Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas e se transformaram em clássicos do pensamento relacionado à educação em todo o mundo. Houvesse um Prêmio Nobel para a educação, Paulo Freire possivelmente teria sido agraciado – disse Cristovam.</p>
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		<title>Bienal do Livro no calendário oficial de eventos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 09:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes eventos literários do País, sendo a terceira maior Bienal do Brasil e a maior do Norte e Nordeste, a Bienal do Livro de Pernambuco agora está inscrita no Calendário Oficial de Eventos do Estado. A Lei 14.536, aprovada pela Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Luciano Siqueira, foi sancionada pelo governador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6465" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/02/Rogério-Robalinho-e-Luciano-Siqueira.png" rel="lightbox[6464]"><img class="size-full wp-image-6465 " title="Rogério Robalinho e Luciano Siqueira" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2012/02/Rogério-Robalinho-e-Luciano-Siqueira.png" alt="" width="350" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Rogério Robalinho e o deputado estadual Luciano Coutinho</p></div>
<p style="text-align: left;">Um dos mais importantes eventos literários do País, sendo a terceira maior Bienal do Brasil e a maior do Norte e Nordeste, a Bienal do Livro de Pernambuco agora está inscrita no Calendário Oficial de Eventos do Estado. A Lei 14.536, aprovada pela Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Luciano Siqueira, foi sancionada pelo governador e publicada no Diário Oficial no último dia 14 de dezembro.</p>
<p style="text-align: left;">A lei é o reconhecimento institucional do trabalho relevante desenvolvido há mais de uma década por Rogério Robalinho à frente da Cia de Eventos, empresa realizadora da Bienal.</p>
<p>Durante todos esses anos, a Cia de Eventos proporcionou a interação ideal entre agentes públicos e privados, sempre com o objetivo maior de ressaltar o caráter educativo de uma feira literária de grande porte em nosso Estado. Com determinação diante das dificuldades enfrentadas ao longo do percurso, e o esforço dedicado de vários colaboradores, a Cia de Eventos se irmana à população na alegria pela sanção de uma lei que, ao mesmo tempo, beneficia a todos, especialmente os mais jovens, ao estimular a paixão pela leitura, e descortina horizonte sustentável para o mercado editorial nordestino.</p>
<p>Em sua oitava edição, no ano passado, a Bienal do Livro alcançou novamente números expressivos, consolidando a posição de destaque no cenário nacional e alçando Pernambuco a esta posição de destaque. Mais de 600 mil visitantes, dos quais milhares de crianças, adolescentes e professores de 645 escolas públicas e privadas estiveram no Centro de Convenções para conferir as ofertas da feira e uma rica programação de lançamentos, palestras e debates distribuída em oito espaços exclusivos de conteúdo, nos estandes institucionais e das editoras e livrarias presentes.</p>
<p>Sintonizada com as políticas públicas em prol da leitura e da literatura, a Bienal do Livro se tornou em poucos anos um exemplo grandioso de evento bem-sucedido, porque exprime a dimensão cultural do povo pernambucano. A relação do cidadão é cada vez maior com a Bienalgraças ao significado que o evento confere à paixão de Pernambuco pelo universo encantado dos livros.</p>
<p>A aprovação de uma lei na Assembleia, e sua sanção pelo governador em exercício João Lyra Neto, representa uma conquista coletiva que ressalta o poder da cidadania intrínseco ao poder da literatura. Como disse a manchete do Jornal do Commercio, na véspera da abertura da oitava edição, a literatura quer, sim, mudar o mundo. A aproximação com a cidadania, que já se dá na prática e foi o tema da Bienal passada, ganha status de compromisso com a existência do instrumento legal.</p>
<p>A partir de agora, a formulação das políticas do governo do Estado para a disseminação e valorização do livro e da leitura passa pela realização, de dois em dois anos, de um evento referencial para a cultura regional e nacional, com inserção na agenda global de eventos literários.</p>
<p>Sem dúvida, uma lei histórica para a cultura, a educação e o futuro de Pernambuco.</p>
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		<title>Lançamento da nova edição do livro “Baile do Menino Deus”.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos textos mais encenados em todo o país, “Baile do Menino Deus” ganha nova edição em livro. Lançamento nacional é na próxima sexta-feira, na Livraria Cultura, com participação do elenco da montagem. &#8220;O baile aqui não termina, o baile aqui principia&#8220; Na próxima sexta-feira, dia 02 de dezembro, a partir das 19h, no auditório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-6459" title="Capa Baile do menino deus.indd" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/11/Baile-do-Menino-deus_-Ilustração-Flávio-Fargas.jpg" alt="" width="296" height="400" /></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>Um dos textos mais encenados em todo o país, “Baile do Menino Deus” ganha nova edição em livro. Lançamento nacional é na próxima sexta-feira, na Livraria Cultura, com participação do elenco da montagem.</em></p>
<h2 style="text-align: left;" align="center"><strong>&#8220;<em>O baile aqui não termina, o baile aqui principia</em>&#8220;</strong></h2>
<p>Na próxima sexta-feira, dia 02 de dezembro, a partir das 19h, no auditório da Livraria Cultura (Shopping Paço Alfândega – Rua Madre de Deus, s/n, Bairro do Recife), será o lançamento nacional da mais nova edição do livro “Baile do Menino Deus”, peça teatral de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, com 60 páginas, em comemoração aos 28 anos da obra original. Desta vez, a publicação sai pela editora Alfaguara/Objetiva, com belas e divertidas ilustrações do mineiro Flávio Fargas.</p>
<p>Para a festa, quase todo o elenco do espetáculo “Baile do Menino Deus – Uma Brincadeira de Natal”, da Relicário Produções, sob direção do autor Ronaldo Correia de Brito, vai estar presente, entre atores, bailarinos e músicos, com destaque para o coro infantil coordenado por Célia Oliveira, que vai apresentar algumas das conhecidas canções da montagem. Os músicos estarão sob a regência do maestro José Renato Accioly. Os intérpretes Sóstenes Vidal e Arilson Lopes (não caracterizados), que vivem os dois Mateus, vão ler alguns trechos da obra.</p>
<p>O texto conta a história do Mateus que anda seguido por uma trupe de crianças. Eles procuram uma casa onde nasceu um menino e, em cuja porta existe uma estrela como sinal. O grupo demora a achar a casa, e quando a encontra, ela está fechada. Depois de mil peripécias, que incluem a participação de várias outras personagens, como a burrinha Zabilin, a formosa Ciganinha, o Anjo Bom e, até mesmo, o terrível monstro Jaraguá, que não chega a afetar a alegria da turma, a porta se abre e seus donos aparecem: José e Maria. O Mateus, então, pede licença para realizar um grande baile, que nada mais é que a festa natalina, em louvor ao nascimento do Menino Deus.</p>
<p>Ruth Rocha, que escreve a introdução do livro, explica aos leitores como a obra pode ser facilmente adaptada e encenada por grupos escolares ou teatrais. “Depois de revisto e atualizado pelos autores, o texto é apresentado integralmente, contando ainda com um glossário para facilitar a compreensão de alguns termos. Assim, se o leitor não conhece as expressões usadas pelas crianças do Nordeste, logo pode saber que zabelê é uma ave do sertão, que boca-de-forno é uma brincadeira de prendas e caboclinhos é o nome dado aos grupos fantasiados de indígenas, que desfilam em todo carnaval nordestino.”</p>
<p>Na ocasião, também será lançada a campanha de divulgação do espetáculo para este ano, que nos dias 23, 24 e 25 de dezembro, às 20h, volta ao Marco Zero, em seu oitavo ano de exibição como um dos mais importantes eventos do Natal no Recife, além da apresentação do site da produção, totalmente repaginado. E é assim, como diz o Mateus, que há 28 anos o Baile não termina, ele só principia. “Olê, olá!”.</p>
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		<title>Siga o itinerário do bem estar</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Médico Oscar Coutinho lança livro de dicas e memórias reunidas em quase 40 anos de viagens à Europa – em roteiros que destacam o bem que faz viajar em grupo, numa divertida celebração à amizade “Viajar é ótimo – e melhor pela Europa!” De Oscar Coutinho, pela Cepe Editora. Lançamento na Livraria Jaqueira, no dia 22 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/11/capa.png" rel="lightbox[6449]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6450" title="capa" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/11/capa.png" alt="" width="260" height="382" /></a></p>
<p><em>Médico Oscar Coutinho lança livro de dicas e memórias reunidas em quase 40 anos de viagens à Europa – em roteiros que destacam o bem que faz viajar em grupo, numa divertida celebração à amizade</em></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>“Viajar é ótimo – e melhor pela Europa!”<br />
</strong>De <em>Oscar Coutinho</em>, pela Cepe Editora.<br />
Lançamento na <strong>Livraria Jaqueira</strong>, no dia <strong>22 de novembro</strong> (terça-feira), a partir das <strong>16:00</strong>hs.</p>
<p>Todo turista sabe o valor de informações precisas e confiáveis a respeito do roteiro que vai seguir, e não despensa aquele guia de viagens da região a ser visitada na bagagem. Com a internet, a tarefa ficou mais fácil, e ao mesmo tempo mais perigosa, no instante em que o volume extenso de dados coletados pode levar a indicações conflituosas e gerar dúvidas, ao invés da segurança e da tranquilidade esperadas.</p>
<p>Com a experiência acumulada em quase quatro décadas de idas a diversos países na Europa, o médico Oscar Coutinho resolveu compartilhar em livro suas anotações pessoais, que recheiam velhas pastas e registram detalhes de cada passeio. E também as lembranças de impressões, das emoções vividas nos lugares por onde ele, a esposa e os amigos passaram.</p>
<p>Dono de “incomum capacidade diagnóstica” como clínico, na expressão do consultor de empresas Francisco Cunha, que assina a orelha do livro, Oscar Coutinho utiliza a mesma aptidão que norteia os tratamentos que prescreve à observação meticulosa do Velho Continente, cujas visitas frequentes resultaram em conhecimento extenso adquirido com muito prazer.</p>
<p><span id="more-6449"></span></p>
<p>“Sempre soube do gosto de Oscar pelas viagens, seja pelos seus próprios relatos, seja por comentários de terceiros. Todavia, confesso que só depois que li o livro foi que me dei conta da intensidade desse gosto, na verdade a intensa paixão de uma vida”, escreve Francisco Cunha.</p>
<p>Paixão que não é nenhum segredo, sempre anunciada na convivência dos mais próximos ou nas conversas com os pacientes de tantos anos. “Oscar auxiliou muitos amigos e várias pessoas que o procuraram a montar roteiros adequados e perfeitos. Isso teria que ser escrito e divulgado. Assim surgiu o livro”, contam Leonor e Luciano Lima, amigos do autor, no prefácio da obra.</p>
<p>Para Leonor e Luciano, além das “receitas testadas e aprovadas” que dão orientações preciosas desde antes da partida, sobre roupas e remédios para levar, por exemplo, até os principais pontos turísticos e as especialidades dos restaurantes locais, “Viajar é ótimo” ainda é um estímulo ao imaginário dos leitores. “Muitos identificarão aqui sentimentos de saudade e um verdadeiro culto à amizade”.</p>
<p>É o próprio autor que confirma isso, depois de um trabalho de dois anos e meio exercitando a memória: “Escrevendo, fui aos poucos descobrindo que também escrevia para mim mesmo, sentindo um enorme prazer em recordar os bons momentos vividos, tantas lições aprendidas. Se este livro estimular o gosto de viajar, a alegria de descobrir coisas novas, seu objetivo já terá sido alcançado”.</p>
<p><strong>“Toda viagem termina, mas sempre pode começar de novo”</strong></p>
<p>“Viajar é ótimo” é dividido em três partes. Na primeira, “Preparando a viagem”, Oscar Coutinho começa explicando por que viajar, e por que a Europa, para então tratar de assuntos como a escolha do roteiro, os agentes de viagem, os objetivos, os meios de transporte, a hotelaria, a segurança, a bagagem e os remédios, a comida e a água, o dinheiro, os documentos e as compras.</p>
<p>Na segunda parte, “Dicas e sugestões”, uma extensa lista de lugares para a escolha do viajante. No percurso que rende várias viagens e certamente muitas histórias, a narrativa segue pela França, Itália, Portugal, Espanha, Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, Alemanha, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Suiça, República Tcheca, Hungria, Áustria, Sérvia, Croácia, Grécia e Turquia.</p>
<p>E na última parte do livro, “Viajando com Oscar”, o médico abre o baú das lembranças e deixa o leitor mais próximo, contando como foram as viagens, os roteiros cumpridos e até os nomes dos integrantes dos grupos. Desde o inverno de 1972, em que foram visitados oito países, até a primavera de 2011, em que percorreram seis países, há 15 viagens detalhadas, em passeios ora clássicos, ora inusitados.</p>
<p>Nas andanças relatadas com simplicidade e elegância, objetivo sem ser sisudo, Oscar Coutinho dá o testemunho que vem a ser uma bela receita de vida: cada jornada é um momento único, que permanece na recordação com a alegria de ter sido vivido.</p>
<p><strong>TRECHOS </strong></p>
<p>“Sempre, em qualquer lugar ou situação, haverá algo que valha a pena ver, descobrir, bons momentos a serem aproveitados. Conhecer o mundo em que vivemos torna viajar um dos grandes prazeres de nossa existência”.</p>
<p>“Numa excursão, encare numa boa a disciplina do planejamento. Você faz parte de um grande grupo, aceite tudo com bom humor e tire o melhor proveito de ser tudo organizado e de você ficar despreocupado. Tire partido dos momentos livres para fazer aquilo que interessa e não está incluído no pacote”.</p>
<p>“Com informação você economiza dinheiro, sabendo escolher um hotel mais barato e bem situado, conhecendo aquele bistrô de baixo custo e comida ótima, os dias de feira na localidade, aquela rua charmosa e muito especial, e muitas coisas mais para facilitar sua viagem”.</p>
<p>“Quando o avião aterrissou, já era noite e, no nosso caminho, estava o Coliseu iluminado. Fomos dormir maravilhados com essa imagem”. (Roma, 1972)</p>
<p>“Praga é uma beleza, com as macieiras e pereiras floridas, a Praça da Cidade Velha, a Ponte Carlos, o Castelo de Praga. Nunca imaginei que fosse tão bonita. Lá fomos presos andando no bonde, pois pegamos esse transporte julgando pagar o bilhete a bordo. Desconhecíamos que os tíquetes deviam ser comprados em postos. Um fiscal nos deteve, cobrou uma multa extorsiva. Duda exaltou-se, recebemos voz de prisão, e houve um tumulto. A interferência dos passageiros e nossa evidente inocência nos salvaram”. (República Checa, 1980)</p>
<p>“A cidade é linda. Fizemos um passeio sensacional. Subimos o Monte Pilatus de teleférico, descemos de trem e voltamos de barco. Lá no alto estava frio. Comemos salsichas e tomamos cervejas entre grandes nuvens a passar. Lúcio comentou: “Gente, a nuvem é tão densa que molhou minha cabeça”. Quando passou a mão, viu que era cocô de um corvo que voava lá no alto”. (Lucerna, Suiça, 1991)</p>
<p>“Rumamos para Newcastle e lá pegamos o navio para a Noruega. No caminho, uma placa indicava Instituto Roslin, onde a famosa ovelha Dolly foi clonada, abrindo nova fronteira na genética. Percebendo a nossa agitação, Newton parou o carro e perguntou: “Querem visitar? Vocês não são médicos?” E não é que ele conseguiu a visita? Fomos, inclusive, recebidos por um dos pesquisadores, que nos explicou todas as etapas do processo”. (Inglaterra, 1996)</p>
<p>“Na vida do viajante, sempre há o inesperado. Desta vez, chamava-se Pont-Aven, muito agradável surpresa. Foi o vilarejo onde ficamos no primeiro dia na região. Só sabia que o pintor Paul Gauguin tinha morado lá, no século 19, levado uma surra e quebrado a perna. O vilarejo é lindo, com um pequeno rio, um casario simpático e ajardinado, muitos estúdios de pintores e um hotel mimoso.” (França, 2005)</p>
<p><em>_________________________</em></p>
<p><strong>* <em>Contato para entrevistas e outras informações:</em></strong></p>
<p><strong>Fábio Lucas – 99132568<br />
</strong><strong><a href="mailto:fabiolucas@uol.com.br">fabiolucas@uol.com.br</a> </strong></p>
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		<title>“Os invisíveis – a literatura proletária brasileira”, palestra de Luiz Ruffato na Bienal</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O escritor mineiro e jornalista Luiz Ruffato conversou com o escritor pernambucano e jornalista Homero Fonseca, no Círculo das Ideias, sobre os personagens que são invisíveis diante da literatura brasileira: os proletários.</p>
<p>Luiz Ruffato é jornalista, escritor e editor mineiro, recebeu os prêmios da APCA e Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional, com o livro “Eles eram muitos cavalos” (2001), publicado também na Itália, na França e em Portugal. Autor de “Estive em Lisboa e lembrei de você” (Companhia das Letras, 2009).</p>
<p>Segundo Ruffato, a literatura brasileira retrata, em todos os aspectos, a área rural. No mundo urbano, não há o trabalhador, só o bandido. “<em>Na década de 30, só tinha sindicalista e não proletário mesmo. Há uma total insensibilidade da literatura em relação ao trabalhador.</em>”, diz.</p>
<p>Homero comentando sobre Ruffato, afirma que ele trabalha com a matéria prima da literatura. “<em>Seus romances não tem linearidade. Há um trabalho de invenção onde os personagens são de carne e osso</em>”, completa Homero.</p>
<p>Em relação ao jornalismo, Ruffato afirma que foi fundamental a técnica que aprendeu ao longo dos quatro anos para entender sobre o que queria escrever.</p>
<p>“<em>Anos fiquei tentando resolver meu problema: não escrever o romance burguês. Queria algo anti burguês, uma construção anti biográfica. Meus personagens não tem biografia porque as enchentes levam os documentos, não sobra nada. É a construção de um universo não linear, formado por fragmentos</em>”, diz Ruffato.</p>
<p>Outro ponto que o escritor mineiro toca em relação a seus romances é a desconstrução do pobre. “<em>O pobre geralmente é negro, sujo e evangélico. Comecei a subverter isso nos meus romances. Os leitores não vão encontrar pessoas boazinhas e que falam errado</em>”, finaliza Ruffato.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Painel com Miguel Sanches Neto na Bienal</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 18:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O painel “Os limites da crítica, os limites da ficção”, com o escritor, professor e crítico literário paranaense Miguel Sanches Neto e mediação de Cristiano Ramos, aconteu no Círculo das ideias, no dia 29 de setembro na Bienal do Livro de Pernambuco. Miguel Sanches Neto venceu o Prêmio Cruz e Souza de Contos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe style="border: 0px none transparent;" src="http://www.ustream.tv/embed/recorded/17581790" frameborder="0" scrolling="no" width="428" height="368"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O painel “<em>Os limites da crítica, os limites da ficção</em>”, com o escritor, professor e crítico literário paranaense Miguel Sanches Neto e mediação de Cristiano Ramos, aconteu no Círculo das ideias, no dia 29 de setembro na Bienal do Livro de Pernambuco.</p>
<p>Miguel Sanches Neto venceu o Prêmio Cruz e Souza de Contos com a obra “Hóspedes Secretos” (Record, 2003). Lançou “Um amor anarquista”, também pela Record (2005). É finalista do Prêmio São Paulo este ano, com o livro “Chá das cinco com o vampiro” (Objetiva, 2010).</p>
<p>Quem quiser seguir o escritor no Twitter, seu link é <a href="http://api.twitter.com/#!/miguelsanchesnt" target="_blank">@miguelsanchesnt</a>.</p>
<p>No vídeo acima você pode assistir a íntegra do painel, transmitido ao vivo pela <a href="http://www.facebook.com/BienalPernambuco" target="_blank"><em>fanpage</em> da Bienal no Facebook</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais de 600 mil pessoas passaram pela 8ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>

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		<description><![CDATA[do NE10 De acordo com o balanço quantitativo da Oitava Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, elaborado pela produtora responsável, a Cia de Eventos, 603 mil pessoas já passaram pela feira até esse sábado (01), penúltimo dia do evento. Segundo o sócio-diretor da Cia, Rogério Robalinho, o projeto recebeu 645 escolas, entre públicas e privadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6419" title="Publico na Bienal" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/Publico-na-Bienal.jpg" alt="" width="350" height="233" /></p>
<p><em><a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/10/02/mais-de-600-mil-pessoas-passaram-pela-8-bienal-internacional-do-livro-de-pernambuco-301110.php" target="_blank">do NE10</a></em></p>
<p>De acordo com o balanço quantitativo da Oitava Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, elaborado pela produtora responsável, a Cia de Eventos, 603 mil pessoas já passaram pela feira até esse sábado (01), penúltimo dia do evento.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-6420" title="Rogério Robalinho_Realizador da Bienal de Pernambuco" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/Rogério-Robalinho_Realizador-da-Bienal-de-Pernambuco-280x199.jpg" alt="" width="196" height="139" /><br />
Segundo o sócio-diretor da Cia, Rogério Robalinho, o projeto recebeu 645 escolas, entre públicas e privadas, 9 projetos voltados para sustentabilidade, 29 projetos sociais e 5 de atendimento à adolescência e jovens.</p>
<p>Os visitantes puderam conferir os produtos literários de 208 expositores, distribuídos em 361 estandes, em uma área de 25 mil metros quadrados.</p>
<p>Esta edição foi organizada com oito espaços de conteúdo: Os auditórios Beberibe, Brum e Ribeira; Círculo das Ideias e o Círculo das Letras; a Plataforma de Lançamentos, o Café Cultural e o Lá no Meu Sertão.</p>
<p>Para o fornecimento de serviços gerais, a feira contou com 25 empresas e mais de 150 pessoas contratadas para a execução do evento.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6384 aligncenter" title="bienal-pe" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/bienal-pe-280x144.png" alt="" width="280" height="144" /><br />
<strong>PRÓXIMA EDIÇÃO - </strong>A Feira mal acabou em 2011 e a organização já pensa na próxima edição. Em 2013, a Bienal continuará instalada no Centro de Convenções e acontecerá entre os dias 4 e 13 de outubro, contemplando assim o Dia das Crianças.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resultado do concurso “Termine essa História” 2011</title>
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		<comments>http://www.bienalpernambuco.com/resultado-do-concurso-termine-essa-historia-2011#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 23:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[O concurso literário Termine essa História - 2011 teve hoje seus vencedores definidos. Como vocês sabem, o homenageado da VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco é o escritor Ronaldo Correia de Brito &#8211; um dos maiores ficcionistas da literatura brasileira contemporânea -, e a ideia do concurso era que os participantes escrevessem a conclusão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/bienal-pe1.png" rel="lightbox[6406]"><img class="size-full wp-image-6407 aligncenter" title="bienal-pe" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/bienal-pe1.png" alt="" width="414" height="214" /></a></p>
<p>O concurso literário <em>Termine essa História</em> - 2011 teve hoje seus vencedores definidos. Como vocês sabem, o homenageado da VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco é o escritor<a href="http://www.bienalpernambuco.com/homenageados" target="_blank"> Ronaldo Correia de Brito</a> &#8211; um dos maiores ficcionistas da literatura brasileira contemporânea -, e a ideia do concurso era que os participantes escrevessem a conclusão de um conto elaborado por Ronaldo, com até 240 caracteres.</p>
<p>Ao todo foram mais de 300 histórias enviadas aqui para o site da Bienal, e a comissão julgadora convidada pela Bienal do Livro escolheu duas histórias entre tantas. O primeiro prêmio é um (01) notebook (descrição do computador está no <a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/09/REGULAMENTO.pdf" target="_blank">regulamento</a>), e o segundo prêmio uma (01) diária com acompanhante em um hotel do Litoral Sul de Pernambuco.</p>
<p>Pois bem. Vamos aos vencedores:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>1º Bruno Fernandes Alves</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2º Margarida Costa Rosas</strong></p>
<p>Nossa produção já entrou em contato com os dois ganhadores, para acertar os detalhes da entrega dos prêmios.</p>
<p>O concurso Termine essa História se despede de tod@s, rumo à IX edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Confiram abaixo o conto iniciado por Ronaldo Correia de Brito, com as conclusões criadas pelos vencedores.</p>
<p>Conclusão de Bruno Alves em itálico após o conto:</p>
<p>Ele deita novamente, levanta a perna e a repousa no ombro da namorada. Escuta o barulho da rua, pedaços de conversa, a porta do elevador do prédio batendo com força. Os motoristas ignoram a lei e buzinam forte. Flashes luminosos projetam figuras nas paredes e nos móveis. Ela acaricia a perna suspensa, desce a mão até a coxa e ao sexo apaziguado, querendo reanimá-lo. O rapaz retira a mão com carinho, lambe os dedos que o excitam e pede cerveja. Lembra mais um verso falando de corpos que não devem repetir-se na noite. Ainda são dez horas, não quer dormir no apartamento da namorada e nunca tem ânimo para um segundo turno de sexo. Levanta-se, veste a calça e espera a cerveja. Quando a moça chega com a bebida, bebe dois copos como se fosse água.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>A namorada resmunga algo sobre ter sentido nele uma incomum distância. Tão forte que sentiu a pele dele arranhá-la. Ele sorriu. Será que ela não sabe que trazemos em nós raspas de peles de antigos amantes que podem ferir ao serem lembrados?</em></p>
<p>Conclusão de Margarida Rosas &#8211; também em itálico após o conto:</p>
<p>Ele deita novamente, levanta a perna e a repousa no ombro da namorada. Escuta o barulho da rua, pedaços de conversa, a porta do elevador do prédio batendo com força. Os motoristas ignoram a lei e buzinam forte. Flashes luminosos projetam figuras nas paredes e nos móveis. Ela acaricia a perna suspensa, desce a mão até a coxa e ao sexo apaziguado, querendo reanimá-lo. O rapaz retira a mão com carinho, lambe os dedos que o excitam e pede cerveja. Lembra mais um verso falando de corpos que não devem repetir-se na noite. Ainda são dez horas, não quer dormir no apartamento da namorada e nunca tem ânimo para um segundo turno de sexo. Levanta-se, veste a calça e espera a cerveja. Quando a moça chega com a bebida, bebe dois copos como se fosse água.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Ela pede com o olhar que ele fique mais um pouco, não precisa do sexo, mas quer sua presença, sua alma em sua casa. Ele nega com o corpo, fechando janelas. Ela pensa em gritar seu nome, ele repele qualquer palavra. A solidão alaga a casa.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Papa-figo sorteia KIT com as melhores capas e um pôster inédito de Miguel Falcão.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 14:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Raboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Bienaldo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa-figo, jornal de humor mais antigo do estado, está na 8º Bienal do Livro de Pernambuco e você pode ganhar dois KITs exclusivos  com a compilação com as melhores capas de 1986 a 2006 e um pôster inédito do cartunista Miguel Falcão, chargista do Jornal do Commercio. Como nosso Bienaldo é grande fã do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/papa-figo.jpg" rel="lightbox[6399]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6401" title="papa-figo" src="http://www.bienalpernambuco.com/wp-content/uploads/2011/10/papa-figo-280x185.jpg" alt="" width="280" height="185" /></a></p>
<p>O Papa-figo, jornal de humor mais antigo do estado, está na 8º Bienal do Livro de Pernambuco e você pode ganhar dois KITs exclusivos  com a compilação com as melhores capas de 1986 a 2006 e um pôster inédito do cartunista Miguel Falcão, chargista do Jornal do Commercio.</p>
<p>Como nosso Bienaldo é grande fã do Papa-figo, hoje o sorteio é por conta dele! então, para concorrer, basta seguir @Bienaldices no twitter e copiar a seguinte frase em seu perfil:</p>
<p><strong>Sigo @Bienaldices e quero um KIT exclusivo do Papa-figo http://kingo.to/Q6q</strong></p>
<p>Como é o último dia do evento, excepcionalmente os sorteios realizados neste domingo (02) poderão ser entregues, além de hoje na Sala de Imprensa, na Cia de Eventos nos próximos dias.</p>
<p>Na Bienal, quem quiser conhecer um pouco mais da história deste jornal, fundado pelos jornalistas Bione, José Telles e Ral em agosto de 84, pode seguir pelo Beco do Papa-figo, localizado no final da Rua 14, bem ao lado do estande da editora Paés. Além de descobrir um pouco da história do jornalismo de humor que até hoje é feito em Recife, você vai encontrar o Box do Papa-figo, versão para colecionador, com a compilação de 300 edições do jornal, mais 10 pôsteres de Miguel Falcão e ainda um DVD com o documentário que reúne depoimentos de personalidades que participaram direta ou indiretamente da realização do jornal.O Box está com um preço inacreditável. 40% de desconto. Vale a pena conferir.</p>
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