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		<title>Excesso de carne e queijo pode ser tão prejudicial quanto fumar</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 11:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comer muito queijo e carne na meia-idade pode ser tão prejudicial quanto fumar, de acordo com uma nova pesquisa. O estudo, realizado com milhares de homens e mulheres com 50 anos ou mais, descobriu que aqueles que consumiam grandes quantidades de proteína animal apresentavam duas vezes mais riscos de morte prematura do que os que ingeriam quantidades [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="alignleft size-full wp-image-6924" alt="carnegetty" src="http://www.biomedicos.com.br/wp-content/uploads/2014/03/carnegetty.jpg" width="407" height="305" />Comer muito queijo e carne na meia-idade pode ser tão prejudicial quanto fumar, de acordo com uma nova pesquisa. O estudo, realizado com milhares de homens e mulheres com 50 anos ou mais, descobriu que aqueles que consumiam grandes quantidades de proteína animal apresentavam duas vezes mais riscos de morte prematura do que os que ingeriam quantidades menores. Os integrantes do primeiro grupo também mostraram quatro vezes mais chances de se tornarem vítima fatais do câncer, cenário equivalente ao dos fumantes. As informações são do Daily Mail.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que a proteína encontrada na carne, no queijo, nos ovos e em outros produtos de origem animal poderiam “alimentar” tumores e estimular o envelhecimento das células. Por isso, os especialistas recomendam que homens e mulheres com idade entre 50 e 60 anos reduzam o consumo de tais alimentos, substituindo-os por peixes e grãos. A boa notícia é que a restrição não precisa ser seguida para o resto da vida, já que o estudo mostra que a ingestão de proteína é benéfica para quem tem mais de 65 anos.</p>
<p>Especialistas britânicos, no entanto, questionaram o estudo, conduzido por cientistas norte-americanos, e alegaram que a melhor forma de evitar o câncer ainda é não fumar, manter-se no peso ideal, beber com moderação e fazer exercícios físicos.</p>
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		<title>Bebê nascida com HIV fica livre do vírus após tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 11:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A menina nasceu em um subúrbio de Los Angeles, na Califórnia, em abril de 2013]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Uma segunda bebê nascida com o vírus do HIV já não mostra indícios de ter a infecção graças a um tratamento preventivo, o que poderia representar sua cura, segundo revelou na quarta-feira (6) a equipe médica que tratou a criança apenas quatro horas após o nascimento.</p>
<p>A menina nasceu em um subúrbio de Los Angeles (Califórnia) em abril do ano passado, um mês depois que os pesquisadores anunciarem o primeiro caso bem-sucedido de cura da doença no estado do Mississipi, embora a infecção possa voltar ou se esconder nos tecidos e não estar completamente eliminada, os médicos estão muito otimistas.</p>
<p>A menina do Mississipi, que agora tem três anos e meio, parece livre do HIV, apesar de não ter recebido tratamento durante dois anos. Já a bebê objeto do anúncio de hoje ainda está tomando remédios, por isso, o estado da infecção não está tão claro.</p>
<p>No entanto, a menina foi submetida a uma grande quantidade de sofisticadas provas em múltiplas ocasiões que indicaram que está livre do vírus, segundo relatou hoje Deborah Persaud, da Universidade Johns Hopkins, que dirigiu os testes.</p>
<p>&#8220;Não sabemos (completamente) se a bebê está em remissão, mas parece que sim&#8221;, disse a Yvonne Bryson, especialista em doenças infecciosas do Hospital Infantil Mattel da UCLA, que esteve revisando o estado da criança.</p>
<p>Os médicos são cautelosos sobre a suposta cura, mas estão mais que esperançosos.</p>
<p>A maioria das mães infectadas pelo HIV nos EUA recebe remédios contra a aids durante a gravidez, o que reduz em grande medida as possibilidades de se transmitir o vírus a seus bebês.</p>
<p>A mãe da primeira menina, a do Mississipi, não recebeu atendimento pré-natal e o vírus só foi descoberto durante o parto, portanto os médicos sabiam que a bebê estava em alto risco e iniciaram o tratamento 30 horas depois do nascimento, inclusive, antes que as provas determinassem se estava infectada de fato.</p>
<p>No caso divulgado hoje, os médicos deram à mãe retrovirais durante o parto para reduzir o risco de transmissão, e começaram a submeter a bebê a tratamento poucas horas depois.</p>
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		<title>Mulher dá à luz no Japão em experimento que a fez produzir óvulos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 14:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[httpbiomedicos-com-br]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova técnica que faz com que os ovários de mulheres inférteis voltem a produzir óvulos resultou no nascimento de um bebê no Japão, anunciou uma equipe internacional de cientistas nesta segunda-feira. 
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Uma nova técnica que faz com que os ovários de mulheres inférteis voltem a produzir óvulos resultou no nascimento de um bebê no Japão, anunciou uma equipe internacional de cientistas nesta segunda-feira.</p>
<p>De acordo com o estudo, publicado no periódico americano Proceedings of the National Academy of Sciences, uma segunda mulher engravidou usando o mesmo método. Cientistas alertam que a técnica ainda está em seus estágios iniciais, mas poderiam trazer esperança a mulheres jovens cujos ovários não produzem mais óvulos.</p>
<p>Esta condição, conhecida como insuficiência ovariana primária, afeta cerca de 1% das mulheres e faz os ovários deixarem de trabalhar antes dos 40 anos. Uma vez que estas mulheres entram na menopausa muito jovens, a doação de óvulos era sua única opção caso quisessem engravidar.​</p>
<p>A pesquisa foi feita com 27 mulheres com insuficiência ovariana primária. A idade média das pacientes era de 37 anos. Todas tinham parado de menstruar quase sete anos antes, em média, e todas concordaram em ter os dois ovários removidos como parte do experimento.</p>
<p>Deste grupo, 13 mulheres foram foram identificadas com folículos residuais, que costumam conter um óvulo imaturo. As meninas nascem com cerca de 800 mil destes folículos. A maioria fica adormecida, mas normalmente um folículo amadurece a cada mês e libera um óvulo.</p>
<p>&#8220;Nosso tratamento conseguiu despertar alguns dos folículos primordiais remanescentes e fazê-los liberar óvulos&#8221;, disse o principal autor do estudo, Aaron Hsueh, professor de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Stanford.</p>
<p>Os ovários foram analisados e tratados com drogas estimulantes para bloquear uma certa via de crescimento, denominada PTEN, que faz com que os folículos fiquem adormecidos. Pequenos pedaços dos ovários foram, então, transplantados de volta nas mulheres perto das trompas de Falópio.</p>
<p>Oito das 13 mulheres apresentaram sinais de crescimento folicular e foram tratadas com hormônios para estimular a ovulação. Neste grupo, cinco desenvolveram óvulos maduros, que os cientistas coletaram para fertilização in vitro, usando o esperma dos parceiros das mulheres.</p>
<p>Uma delas recebeu dois embriões e levou até o fim uma gestação única, e o parto foi feito por cesariana, uma vez que o feto estava sentado na 37ª semana. O principal autor do estudo, Kazuhiro Kawamura, professor associado de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina da Universidade Santa Marianna, fez a cesariana.</p>
<p>&#8220;Embora eu acreditasse, com base em estudos anteriores, que esta abordagem de ativação in vitro (IVA) funcionaria, eu monitorei a gravidez de perto e, quando o bebê estava na posição sentada, eu mesmo executei a cesariana&#8221;, afirmou Kawamura em um comunicado.</p>
<p>&#8220;Não consegui dormir na noite anterior à cirurgia, mas quando eu vi o bebê saudável, minha ansiedade se transformou em alegria&#8221;, afirmou. &#8220;O casal e eu nos abraçamos chorando. Espero que a IVA esteja disponível para ajudar pacientes com insuficiência ovariana primária em todo o mundo&#8221;, continuou.</p>
<p>Das outras quatro mulheres do experimento, uma está grávida, outras duas estão se preparando para a implantação de embriões ou estão fazendo uma coleta adicional de óvulos, e uma teve um embrião implantado, mas não conseguiu engravidar, afirmaram os cientistas.</p>
<p>Alan Copperman, diretor da divisão de endocrinologia reprodutiva no Centro Médico Monte Sinai, em Nova York, disse ter aplaudido a equipe nipo-americana pela &#8220;nova abordagem para um problema antigo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tendo dito isto, é extremamente prematuro comentar o amplo potencial deste procedimento em ajudar mulheres com insuficiência ovariana primária a alcançar um sucesso reprodutivo&#8221;, disse Copperman, que não participou do estudo.</p>
<p>&#8220;Pode levar anos até que vejamos benefícios clínicos para nossas pacientes que sofrem de falência ovariana&#8221;, continuou.</p>
<p>Os cientistas disseram que agora esperam investigar se a técnica poderia ajudar a neutralizar outras causas de infertilidade, como tratamentos contra o câncer.</p>
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		<title>Exercício pode ser tão bom quanto remédio para coração, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Oct 2013 14:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas analisaram pesquisas envolvendo 340 mil pacientes; especialistas dizem que combinação de ambos ainda é melhor tratamento
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="alignleft size-full wp-image-6912" alt="131002080327exercise464x261bbc" src="http://www.biomedicos.com.br/wp-content/uploads/2013/10/131002080327exercise464x261bbc.jpg" width="407" height="305" />Um estudo realizado por cientistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha afirma que exercícios físicos podem ser tão eficientes no combate a doenças cardíacas quanto remédios.</p>
<p>O trabalho foi publicado na revista científica <em>British Medical Journal</em> (BMJ). Os cientistas analisaram centenas de testes que envolveram 340 mil pacientes na busca de uma comparação entre o efeito de exercícios físicos e medicamentos.</p>
<p>As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas. A exceção foram os remédios chamados diuréticos. Estes tiveram melhores resultados do que a atividade física no combate a doenças cardíacas.</p>
<p>No caso de derrames, os exercícios tiveram eficácia ainda superior a dos remédios, segundo os pesquisadores.</p>
<p>Especialistas alertam que isso não significa que as pessoas devem abandonar o uso de remédios, em prol de exercícios. Eles recomendam que ambos sejam usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.</p>
<p>No entanto, o uso de remédios com receita médica está aumentando. Em 2000, a média de receitas médicas por pessoa na Inglaterra era de 11,2. Dez anos depois, a média subiu para 17,7.</p>
<p>O levantamento atual foi feito com base em estudos anteriores. Trabalharam na pesquisa cientistas da London School of Economics, Harvard Pilgrim Health Care Institute e Stanford University School of Medicine.</p>
<p>Para a especialista Amy Thompson, da Associação Cardíaca da Grã-Bretanha, é sabido que os exercícios físicos trazem benefícios à saúde, mas ela ressalta que não há provas definitivas para comprovar a tese de que as atividades podem ser mais eficazes do que remédios em tratamentos.</p>
<p>&#8220;Remédios são uma parte importantíssima do tratamento de condições cardíacas, e pessoas com receitas médicas devem continuar tomando seus medicamentos&#8221;, afirma.</p>
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		<title>Dia Nacional da Saúde; Prevenção diminui em 50% chances de contrair doenças</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 13:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Dia Nacional da Saúde, lembrado no próximo dia 5, muitas ações terão como foco as doenças cardiovasculares, que são a principal causa de mortes no Brasil. Outro motivo para o direcionamento das ações: 8 de agosto é o Dia Nacional do Controle do Colesterol. Problemas cardíacos atingem cerca de 17 milhões de pessoas no mundo - 300 mil brasileiros -, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">No Dia Nacional da Saúde, lembrado no próximo dia 5, muitas ações terão como foco as doenças cardiovasculares, que são a principal causa de mortes no Brasil. Outro motivo para o direcionamento das ações: 8 de agosto é o Dia Nacional do Controle do Colesterol. Problemas cardíacos atingem cerca de 17 milhões de <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&amp;id=25578#" rel="nofollow">pessoas</a> no mundo &#8211; 300 mil brasileiros -, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Esses números podem se alarmar ainda mais caso providencias não sejam tomadas. A previsão, de acordo com a OMS, é que o Brasil ocupe o primeiro lugar no mundo em mortalidade por doenças cardiovasculares até 2040. Para tentar minimizar esses dados, a Federação Mundial do Coração, em parceria com a OMS, iniciou o projeto &#8220;Reduzindo a mortalidade global em 25% até 2025&#8243;, que visa conscientizar a população sobre a gravidade das doenças cardiovasculares e a necessidade de prevenção. Entre as principais doenças estão a aterosclerose, angina de peito e o infarto agudo do miocárdio.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Alguns fatores, como a hipertensão arterial sistêmica, diabetes e obesidade, são problemas certos para a saúde. De acordo com o cardiologista do Hospital VITA Augusto Viana Franco de Oliveira, &#8220;é uma tríade maligna no sentido do desenvolvimento de doenças cardiovasculares, principalmente quando associados ao tabagismo, sedentarismo, estresse e excesso de álcool&#8221;. Esse conjunto forma o grupo dos fatores de risco modificáveis, que podem ser combatidos e evitados.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Colesterol &#8211; Apesar de útil para o organismo &#8211; forma, por exemplo, a estrutura das células e síntese de hormônios -, o colesterol elevado também é um mal que pode ser combatido. &#8220;O LDL, conhecido como colesterol ruim, é responsável por carregar gorduras e lipídios do sangue para dentro da parede das artérias. Uma vez em excesso, podem causar a aterosclerose, que acarreta no infarto no miocárdio&#8221;, explica o especialista.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Taxas de colesterol elevada são comuns em aproximadamente 40% dos brasileiros. O Dia Nacional do Controle do Colesterol (8 de agosto) foi instituído justamente para conscientizar a população sobre as doenças relacionadas a esses números, já que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 50% dos ataques cardíacos poderiam ser evitados se os níveis de colesterol estivessem controlados. O médico afirma que assim que detectado o LDL elevado, é recomendado reduzi-lo. &#8220;Para isso, uma dieta pobre em gorduras, carnes vermelhas e derivados, prática de atividades físicas e, se necessário, o emprego de medicamentos específicos diminuirá o colesterol&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"> Manter um hábito de <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&amp;id=25578#" rel="nofollow">vida</a> saudável e fazer o check-up regularmente também são recomendações do especialista. Os pilares para a boa saúde são o equilíbrio entre uma boa alimentação, prática de atividades físicas, sono de boa qualidade e controle do estresse. &#8220;Fazer o check-up e manter os exames em dia, bem como evitar o excesso de álcool e o tabagismo são outras medidas que podemos tomar para uma boa qualidade de vida&#8221;, finaliza o cardiologista.</span></p>
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		<title>Cientistas americanos sugerem mudanças na definição de cancro</title>
		<link>http://www.biomedicos.com.br/index.php/2013/08/01/cientistas-americanos-sugerem-mudancas-na-definicao-de-cancro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 18:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grupo de cientistas do Instituto Nacional do Cancro (NCI, na sigla em inglês) dos EUA e da Universidade da Califórnia recomenda mudar a definição de cancro e eliminar essa palavra de alguns diagnósticos clínicos. A medida integra uma série de alterações propostas na abordagem feita no país para detecção e tratamento de doenças, avança o G1, o site noticioso da rede Globo.
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Um grupo de cientistas do Instituto Nacional do Cancro (NCI, na sigla em inglês) dos EUA e da Universidade da Califórnia recomenda mudar a definição de cancro e eliminar essa palavra de alguns diagnósticos clínicos. A medida integra uma série de alterações propostas na abordagem feita no país para detecção e tratamento de doenças, avança o G1, o site noticioso da rede Globo.</p>
<p>As indicações foram publicadas no Journal of the American Medical Association (Jama) de segunda-feira (29). Segundo os médicos, algumas condições pré-malignas – como uma que atinge as mamas, chamada carcinoma ductal in situ – não são consideradas cancro por muitos especialistas.</p>
<p>Por essa razão, a palavra carcinoma deveria ser excluída de determinados laudos, para que os pacientes tenham menos medo, não achem necessariamente que vão morrer nem procurem tratamentos desnecessários ou potencialmente nocivos, como, por exemplo, uma cirurgia de remoção das mamas.</p>
<p>Outras lesões nos seios e em órgãos como próstata, tiróide e pulmão também não deveriam ser chamadas de cancro, na opinião dos cientistas americanos. Em vez disso, esses problemas poderiam ser reclassificados como &#8220;lesões indolentes de origem epitelial&#8221; (Idle, na sigla em inglês).</p>
<p>Para os estudiosos, ao longo dos últimos 30 anos, a consciencialização e os rastreios levaram a uma ênfase no diagnóstico precoce do cancro. Embora esses esforços ajudaram a reduzir as taxas da doença em estágio avançado e mortes, dados americanos apontam que houve um aumento significativo nas primeiras fases na doença, sem uma diminuição proporcional nos estágios mais avançados.</p>
<p>O grupo destaca que as novas recomendações servem apenas como abordagens iniciais. Isso porque médicos e pacientes também precisam se envolver em uma discussão aberta sobre essas questões complexas. Além disso, os meios de comunicação precisam de compreender e divulgar a mensagem para que os rastreios melhorem.</p>
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		<title>Ministério da Saúde amplia quase R$ 600 milhões em recursos para cirurgias eletivas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 17:31:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tabela de valores para cada estado e município já está disponível na internet
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O Ministério da Saúde ampliou em R$ 579,1 milhões os recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) para cirurgias eletivas (agendadas). A portaria que amplia o aporte orçamentário para os estados e os municípios foi publicada nesta quarta-feira (31) no<a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=01/08/2013&amp;jornal=1&amp;pagina=44&amp;totalArquivos=96" class="broken_link"> <em>Diário Oficial da União</em></a>.</p>
<p>O montante total deverá ser executado entre julho deste ano e junho de 2014 e será pago em duas parcelas. Os primeiros 40% (R$ 231,6 milhões) serão liberados imediatamente, os 60% restantes, mediante a publicação de outra portaria.</p>
<p>Para ter acesso a esses recursos, os estados e municípios têm de ter executado, até abril deste ano, o mínimo de 50% do que havia sido repassado para o exercício anterior, de 2012 e 2013. A <a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=01/08/2013&amp;jornal=1&amp;pagina=44&amp;totalArquivos=96" class="broken_link">tabela com os valores exatos</a>destinados a cada estado e município está disponível na internet.</p>
</div>
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		<title>Ministério da Saúde publica atualização de calendários nacionais de vacinação</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 19:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira a atualização dos calendários nacionais de vacinação dos povos indígenas e da população em geral. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira a atualização dos calendários nacionais de vacinação dos povos indígenas e da população em geral. Em ambos os casos, a publicação no Diário Oficial da União não traz mudanças em relação ao que já é feito atualmente pelos postos de vacinação. Segundo o ministério, a portaria foi apenas uma oficialização de medidas tomadas nos últimos três anos. O calendário anterior é de 2010.</p>
<p>De acordo com o cronograma atualizado, as campanhas de vacinação contra a gripe (Influenza) são direcionadas a crianças de 6 meses a 2 anos, mulheres gestantes e puérperas (que deram à luz em até 45 dias), pessoas com mais de 60 anos, trabalhadores da área da saúde, indígenas e pessoas com comorbidades (duas ou mais doenças interrelacionadas). No caso da poliomielite, o alvo são crianças de 6 meses a 5 anos. O calendário básico de multivacinação para crianças vale para as menores de 5 anos.</p>
<p>O calendário completo, com todas as vacinas, por idade, está disponível na página do <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=31&amp;data=22/07/2013" target="_blank" class="broken_link">Diário Oficial</a> na internet.</p>
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		<title>Exame de sangue poderá prever taxa de envelhecimento, diz estudo</title>
		<link>http://www.biomedicos.com.br/index.php/2013/07/22/exame-de-sangue-podera-prever-taxa-de-envelhecimento-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 17:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas britânicos do King's College acreditam que um simples exame de sangue poderá prever o grau de envelhecimento de uma pessoa no futuro.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div id="attachment_6853" style="width: 314px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-6853" alt="No futuro, exame de sangue poderá prever envelhecimento (Foto: AP/BBC)" src="http://www.biomedicos.com.br/wp-content/uploads/2013/07/bbc-sangue.jpg" width="304" height="304" /><p class="wp-caption-text">No futuro, exame de sangue poderá prever<br />envelhecimento (Foto: AP/BBC)</p></div>
<p>Cientistas britânicos do King&#8217;s College acreditam que um simples exame de sangue poderá prever o grau de envelhecimento de uma pessoa no futuro.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que as &#8220;impressões digitais&#8221; químicas no sangue, conhecidas como metabólitos, deixadas como resultado de mudanças moleculares ainda antes do nascimento ou durante a infância, podem fornecer pistas sobre o estado geral de saúde no longo prazo e também sobre a taxa de envelhecimento.</p>
<p>Ao estudar gêmeos, os cientistas encontraram um grupo de 22 metabólitos ligados ao envelhecimento. Um destes, considerado como uma nova descoberta, está ligado a traços como função pulmonar, densidade mineral dos ossos e também fortemente ligado ao peso no momento do nascimento, um fator conhecido que determina a saúde durante o envelhecimento.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, os níveis deste novo metabólito, que podem ser determinados ainda na gravidez e afetados pela nutrição durante o desenvolvimento da criança, podem refletir um envelhecimento acelerado.</p>
<p>De acordo com os cientistas, no futuro será possível identificar estes marcadores de envelhecimento com um simples exame de sangue, o que poderá fornecer mais informações sobre a expectativa de vida e abrir caminho para o desenvolvimento de tratamentos de doenças relacionadas a esta época da vida de uma pessoa.</p>
<p>&#8220;Cientistas sabem há muito tempo que o peso de uma pessoa no momento do nascimento é um fator importante para a saúde na meia-idade e velhice e que pessoas que nascem com peso baixo são mais propensas a doenças relacionadas à idade. Até agora os mecanismos moleculares que ligam o baixo peso ao nascer com saúde e doença na velhice ainda eram evasivos, mas esta descoberta revelou um dos caminhos moleculares envolvidos&#8221;, afirmou Tim Spector, chefe do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King&#8217;s College de Londres.</p>
<p>O estudo foi publicado na revista especializada International Journal of Epidemiology.</p>
<p><strong>Perfil</strong><br />
Os pesquisadores fizeram um perfil dos metabólitos analisando amostras de sangue doadas por mais de 6 mil gêmeos.</p>
<p>Eles identificaram 22 metabólitos diretamente ligados ao envelhecimento cronológico. A concentração dos metabólitos era maior entre pessoas mais velhas do que entre os mais jovens.</p>
<p>Um metabólito em particular, chamado de C-glyTrp, está associado com a função pulmonar, densidade mineral nos ossos, índice de colesterol e pressão sanguínea. O papel deste metabólito no envelhecimento é uma descoberta completamente nova.</p>
<p>Ao comparar os pesos no nascimento de gêmeos idênticos que participaram da pesquisa, os pesquisadores descobriram que este metabólito também estava associado a um peso mais baixo em recém-nascidos.</p>
<p>&#8220;Este metabólito único, que está relacionado ao envelhecimento e a doenças ligadas ao envelhecimento, era diferente em gêmeos idênticos que tinham pesos diferentes ao nascer. Isto nos mostra que o peso ao nascer afeta um mecanismo molecular que altera este metabólito&#8221;, afirmou Ana Valdes, a pesquisadora que liderou o estudo.</p>
<p>&#8220;Isto vai nos ajudar a entender como uma nutrição mais baixa ainda no útero altera os caminhos moleculares que vão resultar em um envelhecimento mais rápido e maior risco de doenças ligadas ao envelhecimento 50 anos depois&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A cientista afirma que a compreensão destes caminhos moleculares envolvidos nos processos de envelhecimento pode abrir caminho para a criação, no futuro, de exames simples para detectar e terapias para tratar doenças ligadas ao envelhecimento.</p>
<p>&#8220;Como estes 22 metabólitos ligados ao envelhecimento são detectáveis no sangue, agora podemos ver a verdadeira idade a partir de uma amostra de sangue e, no futuro, isto poderá ser melhorado e poderemos identificar o futuro do envelhecimento biológico das pessoas&#8221;, disse.</p>
</div>
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		<title>Conselho Federal de Medicina vai à Justiça para suspender Mais Médicos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 17:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cassiano]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina acionou a Justiça para suspender o programa Mais Médicos, lançado pelo governo neste mês para suprir a carência desses profissionais no interior e periferias das grandes cidades. A ação civil pública foi apresentada na noite da última sexta (19) e deve ser distribuída nesta segunda (22) a uma das varas da Justiça Federal.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O Conselho Federal de Medicina acionou a Justiça para suspender o programa <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/07/governo-lanca-programa-para-levar-mais-medicos-regioes-carentes.html">Mais Médicos</a>, lançado pelo governo neste mês para suprir a carência desses profissionais no interior e periferias das grandes cidades. A ação civil pública foi apresentada na noite da última sexta (19) e deve ser distribuída nesta segunda (22) a uma das varas da Justiça Federal.</p>
<p>Na petição, a entidade pede que os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) só realizem o registro provisório dos médicos intercambistas que aderirem ao programa mediante a apresentação da revalidação do diploma expedido fora do país e do certificado de proficiência em língua portuguesa.</p>
<p>Esses requisitos, exigidos para qualquer médico que queira trabalhar livremente no Brasil, foi dispensado pelo governo para os candidatos inscritos no programa, que obriga os médicos a atender em áreas específicas.</p>
<p>Na ação, o CFM diz que não é contra a presença de médicos estrangeiros no país, mas a favor da demonstração de capacidade técnica para exercer a profissão. “O ingresso de médicos estrangeiros no território brasileiro para serem ‘jogados’ nos mais longínquos rincões ou mesmo nas periferias das regiões metropolitanas sem nenhum controle de sua capacidade técnica é uma atitude, no mínimo, temerária, para não dizer criminosa”, diz trecho da ação.</p>
<p>Em outro ponto, a ação argumenta que o programa cria duas categorias de médicos no país: numa, os profissionais poderiam atuar em todo o território nacional, e noutra, dos Mais Médicos, que ficariam restritos a determinado território.</p>
<p>“Estabelece-se, portanto, uma subcategoria de profissionais da medicina para atender a população carente e que reside no interior do Brasil, enquanto que os brasileiros residentes nas grandes capitais, e que possuem recursos financeiros, poderão ser atendidos por profissionais médicos que, em tese, pertencem a uma classe superior, pois podem exercer sua profissão livremente, em todo o território nacional e livre dos embaraços e pressões manejados pelos superiores hierárquicos do Projeto”, diz o texto da peça.</p>
<p>A ação inclui ainda pedido de decisão liminar (provisória), que pode ser concedida pelo juiz relator de forma mais rápida, antes de ser submetida a análise de mérito. O CFM diz ainda que outras ações devem ser protocoladas para contestar outros aspectos do programa.</p>
</div>
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