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	<title>288 - Design, subversão e formação de quadrilha! » Blog</title>
	
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	<copyright>Copyright © 2011 Dois Oito Oito Projetos - Todos os direitos reservados</copyright>
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		<title>288 - Design, subversão e formação de quadrilha! » Blog</title>
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	<itunes:summary>Este podcast é uma iniciativa da 288 para gerar reflexões sobre atuação e práticas profissionais com o objetivo de incentivar um mercado de trabalho mais saudável e criativo.</itunes:summary>
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		<title>Nosotros entrevista o coletivo Peach&amp;Girls</title>
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		<comments>http://doisoitooito.com/nosotros-entrevista-o-coletivo-peachgirls/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 17:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Victor Marcello e Priscila Midori do Projeto Nosotros. O Projeto Nosotros &#233; uma iniciativa independente do ilustrador e animador Victor Marcello com a publicit&#225;ria Priscila Midori. N&#243;s estamos viajando por toda a Am&#233;rica Latina registrando trabalhos de jovens artistas. Em nossa passagem pelo Uruguai, conhecemos o Peach&#38;Girls, um coletivo de m&#250;sicos, designers e outros profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Marcello e Priscila Midori do <a href="http://www.projetonosotros.com/" target="_blank">Projeto Nosotros</a>.</p>
<p><a href="http://doisoitooito.com/?p=3155"><img alt="" class="alignnone size-medium wp-image-3199" height="281" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/09/nosotros-470x281.jpg" title="Victor e Priscila" width="470" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.projetonosotros.com" target="_blank">Projeto Nosotros</a> &eacute; uma iniciativa independente do ilustrador e animador Victor Marcello com a publicit&aacute;ria Priscila Midori.</p>
<p>N&oacute;s estamos viajando por toda a Am&eacute;rica Latina registrando trabalhos de jovens artistas.</p>
<p>Em nossa passagem pelo Uruguai, conhecemos o <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com/" target="_blank">Peach&amp;Girls</a>, um coletivo de m&uacute;sicos, designers e outros profissionais criativos que se uniram para apresentar um trabalho de alto n&iacute;vel que vai contra o mercado das grandes gravadoras.</p>
<p><span id="more-3155"></span></p>
<p>A seguir, a entrevista que fizemos com eles:</p>
<p><strong>Como &eacute; a estrutura de voc&ecirc;s e que tipo de suporte d&atilde;o para as bandas independentes?</strong></p>
<p><em>N&oacute;s n&atilde;o funcionamos como uma organiza&ccedil;&atilde;o nem temos uma estrutura formal, mas trabalhamos de forma t&aacute;tica e espont&acirc;nea.</em></p>
<p><em>Come&ccedil;amos como um grupo de amigos ligados pela m&uacute;sica e pelas mesmas inquietudes sobre a cena musical uruguaia. Do interc&acirc;mbio de ideias, surgiu uma filosofia, um discurso em comum.</em></p>
<p><em>Quer&iacute;amos fazer coisas transcendentes, espetaculares e desafiar o perfil que dominava a cena. N&atilde;o t&iacute;nhamos recursos econ&ocirc;micos, mas sim confian&ccedil;a em nosso trabalho e sede de fazer coisas maiores que n&oacute;s mesmos. Isso tudo se transformou no projeto&nbsp;<a href="http://peachandgirls.bandcamp.com/" target="_blank">Peach&amp;Girls</a>.</em></p>
<p><em>Nossas bandas de rock formaram um grupo no qual come&ccedil;aram a orbitar designers, fot&oacute;grafos, diretores de cinema, figurinistas e estilistas ao redor, incluindo outros m&uacute;sicos e produtores art&iacute;sticos que se simpatizaram com este discurso.</em></p>
<p><em>Participar dos projetos dessas bandas se tornou uma oportunidade de escapar dos moldes de nossos empregos e a possibilidade de pertencer a um ambiente coletivo, onde a liberdade art&iacute;stica &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.</em></p>
<p><em>O projeto <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com/" target="_blank">Peach&amp;Girls</a> segue at&eacute; hoje como algo difuso e dif&iacute;cil de definir. Talvez a imagem de institui&ccedil;&atilde;o que ele transmite seja somente uma fachada, uma ferramenta para conseguir coisas de fora e criar dentro dele um sentimento de perten&ccedil;a. Nesse sentido, tem sido muito eficaz.</em></p>
<p><img alt="" class="alignnone size-medium wp-image-3193" height="288" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/09/Picture-2-470x288.png" title="Peach&amp;Girls" width="470" /><strong>Baseado na experi&ecirc;ncia de voc&ecirc;s, quais seriam as vantagens criativas quando se trabalha coletivamente e que resultados s&atilde;o obtidos?</strong></p>
<p><em>A diferen&ccedil;a entre um bom produto art&iacute;stico underground e um bom produto art&iacute;stico mainstream&nbsp; &eacute; por um lado, a legitima&ccedil;&atilde;o do seu discurso, algo que passa muito pelo carisma conquistado; e por outro lado, a estrutura que o rodeia e o promove.</em></p>
<p><em>Com <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com/" target="_blank">Peach&amp;Girls</a>, n&oacute;s tratamos de encurtar as dist&acirc;ncias no sentido de armar uma plataforma de profissionalismo para impulsionar nossos projetos, baseada na solidariedade e na liberdade art&iacute;stica.</em></p>
<p><em>Sendo assim, funcionar coletivamente nos ajuda a transcender e nos permite competir em uma &aacute;rea que s&oacute; a qualidade e carisma de nosso produto art&iacute;stico faz a diferen&ccedil;a entre o sucesso e o fracasso.</em></p>
<p><strong>Como funciona a gest&atilde;o do esfor&ccedil;o do trabalho dos envolvidos em cada projeto e, consequentemente, o retorno financeiro?</strong></p>
<p><em>O melhor exemplo s&atilde;o os shows ao vivo de Closet. Eles t&ecirc;m toda a produ&ccedil;&atilde;o de um show internacional (t&eacute;cnica, cenografia, vestimentas, efeitos visuais, etc), mas a banda consegue mont&aacute;-lo com apenas 5% ou 10% do or&ccedil;amento de um show internacional.</em></p>
<p><em>O custo em dinheiro &eacute; o mesmo, a diferen&ccedil;a est&aacute; na quantidade de horas de trabalho, nos honor&aacute;rios de quem participa e na revers&atilde;o da gan&acirc;ncia em melhor infraestrutura. A retribui&ccedil;&atilde;o passa a ser a satisfa&ccedil;&atilde;o de pertencer a um projeto que vale a pena e onde todos gozam de maior liberdade criativa.</em></p>
<p><img alt="" class="alignnone size-large wp-image-3174" height="235" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/09/Fran-470x235.jpg" title="Fran" width="470" /></p>
<p><strong>Como se mant&eacute;m a qualidade de um produto quando esse possui tantos autores?</strong></p>
<p><em>A quantidade de gente envolvida no mesmo projeto afeta a qualidade de forma diretamente proporcional; quanto mais pessoas trabalhando, melhores s&atilde;o os resultados.</em></p>
<p><em>Tudo parte de uma premissa muito clara, cada pessoa que assume colocar seu conhecimento e arte a servi&ccedil;o de uma ideia central (seja um &aacute;lbum, um show ao vivo, etc), tem a &uacute;ltima palavra no que diz respeito a sua &aacute;rea.</em></p>
<p><em>Assim, os resultados s&atilde;o inesperados, os quais n&atilde;o existiriam se segu&iacute;ssemos s&oacute; a imagina&ccedil;&atilde;o e dire&ccedil;&atilde;o de uma &uacute;nica parte. &Eacute; como quando formam o Power Ranger gigante, o resultado &eacute; muito mais que a soma das partes.</em></p>
<p><strong>Por que optaram pelo download gratuito das m&uacute;sicas? Que tipo de retorno essa op&ccedil;&atilde;o gera?</strong></p>
<p><em>A ind&uacute;stria musical, mundialmente, j&aacute; n&atilde;o vive h&aacute; anos da venda de discos. Isso deixou de ser rent&aacute;vel h&aacute; muito tempo quando apareceram as novas formas de distribui&ccedil;&atilde;o cultural e ferramentas como a internet.</em></p>
<p><em>Se somarmos isso &agrave; realidade uruguaia de ser um mercado muito pequeno (a popula&ccedil;&atilde;o de todo o Uruguai &eacute; de apenas 3,5 milh&otilde;es) &eacute; facilmente compreens&iacute;vel, porque vender discos n&atilde;o &eacute; um bom neg&oacute;cio para quase ningu&eacute;m aqui. Isso faz com que os contratos discogr&aacute;ficos oferecidos &agrave;s bandas do tamanho das nossas sejam muito desfavor&aacute;veis e at&eacute; ofensivos.</em></p>
<p><em>Diante dessa realidade, tomamos duas decis&otilde;es importantes: gravar de forma caseira, para n&oacute;s mesmos arcarmos com os custos e distribuir rapidamente e gratuitamente pela internet.</em></p>
<p><em>O resultado tem sido muito positivo. Conseguimos, inclusive, ir al&eacute;m do efeito das primeiras edi&ccedil;&otilde;es, onde a forma de distribui&ccedil;&atilde;o era inovadora e isso garantia a divulga&ccedil;&atilde;o dos lan&ccedil;amentos. Em cada novo lan&ccedil;amento, a quantidade de downloads se multiplica, o que acaba em shows ao vivo para um p&uacute;blico cada vez maior.</em></p>
<p><img alt="" class="alignnone size-large wp-image-3175" height="235" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/09/Gutierrez-470x235.jpg" title="Gutierrez" width="470" /></p>
<p><strong>Voc&ecirc;s possuem outras a&ccedil;&otilde;es para divulgar os trabalhos al&eacute;m do site?</strong></p>
<p><em>As redes sociais nos ajudam muito a promover o download de cada lan&ccedil;amento, mas cada disco tem que se defender sozinho no reprodutor de &aacute;udio.</em></p>
<p><strong>Como voc&ecirc;s fazem para medir o retorno das a&ccedil;&otilde;es que desenvolvem?</strong></p>
<p><em>Os resultados est&atilde;o a olhos vistos, nossa forma de fazer as coisas chamou a aten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; da imprensa especializada como tamb&eacute;m do p&uacute;blico. Em cada edi&ccedil;&atilde;o, a quantidade de downloads &eacute; maior, os shows ao vivo vendem mais entradas e, o mais importante para n&oacute;s, vemos outras bandas locais repetirem esse esquema de trabalho.</em></p>
<p><em>Mesmo que ainda n&atilde;o seja rent&aacute;vel, &eacute; um grande neg&oacute;cio para nosso desenvolvimento como m&uacute;sicos e artistas.</em></p>
<p><strong>Voc&ecirc;s t&ecirc;m alguma inten&ccedil;&atilde;o de gerar mudan&ccedil;as no mercado musical e de design no Uruguai?</strong></p>
<p><em>Nossa postura &eacute; simplesmente uma arma de sobreviv&ecirc;ncia, uma forma de nos manter em p&eacute;. Filosoficamente, estamos convencidos de que oferecer nossa m&uacute;sica n&atilde;o &eacute; uma atitude sustent&aacute;vel.</em></p>
<p><em>Um disco &eacute; um trabalho como qualquer outro e o artista que o leva a s&eacute;rio tem o direito de ser remunerado como qualquer outro trabalhador.</em></p>
<p><em>O inteligente de nossa postura &eacute; conseguir que nosso crescimento e desenvolvimento art&iacute;stico n&atilde;o se paralise por falta de recursos.</em></p>
<p><em>Manteremos essa postura at&eacute; sermos suficientemente grandes e influentes para que nos ofere&ccedil;am acordos justos para o que produzimos.</em></p>
<p><strong>Links:</strong><br />
	Baixe as m&uacute;sicas das bandas integrantes do coletivo <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com" target="_blank">Peach&amp;Girls</a> <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com" target="_blank">aqui</a>.<br />
	Assista a entrevista de <a href="http://fran.com.uy" target="_blank">Fran</a> e <a href="http://www.gutierrez.com.uy" target="_blank">Guti&euml;rrez</a>, dois dos integrantes do <a href="http://peachandgirls.bandcamp.com" target="_blank">Peach&amp;Girls</a>, para o <a href="http://www.projetonosotros.com" target="_blank">Projeto Nosotros</a> <a href="http://www.projetonosotros.com/?p=471" target="_blank">aqui</a>.<br />
	Acompanhe o projeto atrav&eacute;s do <a href="http://www.projetonosotros.com" target="_blank">nosso site</a>, <a href="https://www.facebook.com/projetonosotros" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://twitter.com/projetonosotros" target="_blank">Twitter</a>.</p>
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		<title>Podcast 288 #01Entrevista com o calígrafo Claudio Gil</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 21:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este podcast &#233; uma iniciativa da 288 para gerar reflex&#245;es sobre atua&#231;&#227;o e pr&#225;ticas profissionais, com o objetivo de incentivar um mercado de trabalho mais saud&#225;vel e criativo. Nesse programa entrevistamos o designer e cal&#237;grafo Claudio Gil que nos mostra que, com bastante esfor&#231;o e uma boa dose de paix&#227;o, trabalhar com o que te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doisoitooito.com/podcast-288-01entrevista-com-o-caligrafo-claudio-gil/"><img alt="PODCAST 288 #01 | Entrevista com o calígrafo Claudio Gil" class="size-full wp-image-3124" height="200" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/08/288podcast_01.jpg" title="PODCAST 288 #01 | Entrevista com o calígrafo Claudio Gil" width="470" /></a></p>
<p>Este podcast &eacute; uma iniciativa da <strong>288</strong> para gerar reflex&otilde;es sobre atua&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;ticas profissionais, com o objetivo de incentivar um mercado de trabalho mais saud&aacute;vel e criativo.</p>
<p>Nesse programa entrevistamos o designer e cal&iacute;grafo Claudio Gil que nos mostra que, com bastante esfor&ccedil;o e uma boa dose de paix&atilde;o, trabalhar com o que te d&aacute; prazer pode se tornar economicamente vi&aacute;vel. Veja alguns trabalhos desenvolvidos por ele em <a href="http://www.flickr.com/photos/claudiogil" target="_blank">www.flickr.com/photos/claudiogil</a> e fique sabendo um pouco mais sobre a arte da caligrafia e suas oficinas em <a href="http://www.lagrafia.blogspot.com" target="_blank">www.lagrafia.blogspot.com</a>.</p>
<p>Como atra&ccedil;&atilde;o musical apresentamos a artista sonora e performer Mary F&ecirc; que busca modos originais de se apresentar, com mobilidade e intera&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico. Conhe&ccedil;a um pouco mais dos seus trabalhos em <a href="http://www.maryfe.net/" target="_blank">www.maryfe.net</a><a href="http://www.maryfe.net" target="_blank"> </a>e <a href="http://www.vimeo.com/maryfe" target="_blank">www.vimeo.com/maryfe</a>.</p>
<p>Se voc&ecirc; tamb&eacute;m tem um projeto musical independente e quer ajuda na divulga&ccedil;&atilde;o envie seu material para podcast@doisoitooito.com. Participe!</p>
<p></p>
<p><span id="more-3063"></span></p>
<p><strong>Tempo de dura&ccedil;&atilde;o deste programa:</strong> 37&#39;46</p>
<p>Se preferir, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode fazer <a href="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/08/Podcast288_01.mp3">download</a> deste epis&oacute;dio ou assinar nosso FEED em <a href="http://feeds.feedburner.com/podcast288">http://feeds.feedburner.com/podcast288</a>.</p>
<p><strong>Contato:</strong> podcast@doisoitooito.com</p>
<p><span style="font-size: 11px;"><strong>Apresenta&ccedil;&atilde;o:</strong> Guilherme Howat e Guy Leal<br />
	<strong>Capta&ccedil;&atilde;o e tratamento de som:</strong> Mary F&ecirc;<br />
	<strong>Edi&ccedil;&atilde;o:</strong> Guilherme Howat<br />
	<strong>Vinheta de abertura e fechamento: </strong>Mary F&ecirc;<br />
	</span></p>
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		<itunes:summary>Este podcast é uma iniciativa da 288 para gerar reflexões sobre atuação e práticas profissionais, com o objetivo de incentivar um mercado de trabalho mais saudável e criativo.
Nesse programa entrevistamos o designer e calígrafo Claudio Gil que nos mostra que, com bastante esforço e uma boa dose de paixão, trabalhar com o que te dá prazer pode se tornar economicamente viável. Veja alguns trabalhos desenvolvidos por ele em www.flickr.com/photos/claudiogil e fique sabendo um pouco mais sobre a arte da caligrafia e suas oficinas em www.lagrafia.blogspot.com.
Como atração musical apresentamos a artista sonora e performer Mary Fê que busca modos originais de se apresentar, com mobilidade e interação com o público. Conheça um pouco mais dos seus trabalhos em www.maryfe.net e www.vimeo.com/maryfe.
Se você também tem um projeto musical independente e quer ajuda na divulgação envie seu material para podcast@doisoitooito.com. Participe!


Tempo de duração deste programa: 37'46
Se preferir, você também pode fazer download deste episódio ou assinar nosso FEED em http://feeds.feedburner.com/podcast288.
Contato: podcast@doisoitooito.com
Apresentação: Guilherme Howat e Guy Leal
	Captação e tratamento de som: Mary Fê
	Edição: Guilherme Howat
	Vinheta de abertura e fechamento: Mary Fê
	
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		<itunes:author>288 Design, subversão e formação de quadrilha!</itunes:author>
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		<title>Financiamentos coletivos: uma nova interação entre consumidores, investidores e empreendedores.</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior benef&#237;cio que a internet trouxe para a humanidade foi a inova&#231;&#227;o na comunica&#231;&#227;o, mudando a din&#226;mica dos relacionamentos entre pessoas, empresas, e promovendo discuss&#245;es, parcerias e investimentos coletivos; sua forma n&#227;o linear permitiu a exist&#234;ncia de uma maneira mais &#225;gil e espont&#226;nea de comunica&#231;&#227;o, abolindo as antigas &#8220;receitas de bolo&#8221;. Com isso, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a 1="" href="http://www.doisoitooito.com/?p=2963"><img alt="" class="alignright size-medium wp-image-2971" height="328" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/06/blog288-470x328.jpg" title="blog288" width="470" /></a></p>
<p>O maior benef&iacute;cio que a internet trouxe para a humanidade foi a inova&ccedil;&atilde;o na comunica&ccedil;&atilde;o, mudando a din&acirc;mica dos relacionamentos entre pessoas, empresas, e promovendo discuss&otilde;es, parcerias e investimentos coletivos; sua forma n&atilde;o linear permitiu a exist&ecirc;ncia de uma maneira mais &aacute;gil e espont&acirc;nea de comunica&ccedil;&atilde;o, abolindo as antigas &ldquo;receitas de bolo&rdquo;.</p>
<p>Com isso, a for&ccedil;a da coletividade veio &agrave; tona e produtos e servi&ccedil;os independentes passaram a competir com produtos desenvolvidos por grandes corpora&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><span id="more-2963"></span></p>
<p>Hoje em dia n&atilde;o &eacute; mais imprescind&iacute;vel estar associado a alguma estrutura corporativa para viabilizar projetos. Um exemplo &eacute; o comportamento atual do mercado editorial, no qual o autor n&atilde;o precisa necessariamente de uma editora para lan&ccedil;ar seu livro. Outro exemplo que posso citar &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica, que por meio de divulga&ccedil;&atilde;o pela internet, bandas como Arctic Monkeys e Copacabana Club tiveram can&ccedil;&otilde;es transformadas em hits antes mesmo de lan&ccedil;arem seu primeiro &aacute;lbum.</p>
<p>O p&uacute;blico passou a ter contato com o produto para provar, aprovar ou at&eacute; mesmo participar do processo de cria&ccedil;&atilde;o, durante o seu desenvolvimento.</p>
<p>Nesse contexto, o que tem chamado muita aten&ccedil;&atilde;o &eacute; um novo mecanismo conhecido como financiamento coletivo, o qual viabiliza diversos projetos e iniciativas.</p>
<p>O mecanismo funciona de uma maneira relativamente simples. Os empreendedores apresentam seus projetos para que pessoas interessadas possam ajudar a viabiliz&aacute;-los por meio de diferentes fontes de financiamento, eliminando os intermedi&aacute;rios nesse processo.</p>
<p>Para isso, os empreendedores definem o valor necess&aacute;rio para colocar suas a&ccedil;&otilde;es em pr&aacute;tica e o prazo para consegui-lo. Esse valor &eacute; dividido em cotas vi&aacute;veis para as pessoas interessadas em investir no projeto. O retorno depende do valor investido e do tipo de produto a ser desenvolvido, mas ele &eacute; sempre oferecido.</p>
<p>Em funcionamento desde abril de 2009, o site americano <a href="http://www.kickstarter.com/" target="_blank"><em>Kickstarter</em></a> &eacute; pioneiro em financiamento coletivo. O empreendimento &eacute; talvez um dos mais conhecidos do mundo e tem como foco projetos relacionados ao universo criativo, que segundo seus fundadores, abrangem desde artes pl&aacute;sticas &agrave; gastronomia.</p>
<p>Aqui no Brasil essa pr&aacute;tica ainda &eacute; bem recente. O mais pr&oacute;ximo que temos do americano <em>Kickstarter</em> &eacute; o site &ldquo;<a href="http://multidao.art.br/" target="_blank">Multid&atilde;o</a>&rdquo;, como pode ser visto no v&iacute;deo feito para seu lan&ccedil;amento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe frameborder="0" height="264" src="http://player.vimeo.com/video/22585599?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff9933" width="469"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentre os sites brasileiros de financiamento coletivo t&ecirc;m mais destaque aqueles que viabilizam shows de bandas. O &ldquo;<a href="http://mobsocial.com.br" target="_blank">Mob Social</a>&rdquo;, que atua em todo o pa&iacute;s, e o carioca &ldquo;<a href="http://www.queremos.com.br/" target="_blank">Queremos</a>&rdquo; s&atilde;o alguns deles. O &uacute;ltimo funciona desde setembro de 2010, e segundo o pr&oacute;prio site, j&aacute; conseguiu viabilizar seis shows at&eacute; o momento. Seu diferencial &eacute; o modo como as pessoas investem no projeto o qual querem apoiar. Os ingressos s&atilde;o as pr&oacute;prias cotas de investimento e caso o projeto seja lucrativo, o valor pago &eacute; devolvido a quem investiu.</p>
<p>O baixo custo para o investidor individual e a internet possibilitam sua multiplica&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m o acesso ainda maior de p&uacute;blico interessado nos produtos desenvolvidos por essas iniciativas, sejam elas sociais, culturais ou at&eacute; educacionais.</p>
<p>Mobilizar centenas e at&eacute; milhares de pessoas com o objetivo de viabilizar projetos interessantes e inovadores &eacute;, al&eacute;m de inspirador, uma prova de que as novas tecnologias n&atilde;o s&atilde;o o fim, mas uma nova maneira de otimizar a integra&ccedil;&atilde;o de ideias e o relacionamento humano. Isso nos faz perceber que o que antes poderia ser visto como um sonho ut&oacute;pico &eacute; poss&iacute;vel e que a partir do esfor&ccedil;o coletivo podemos fazer mudan&ccedil;as ainda mais significativas na sociedade.</p>
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		<title>Um tesouro por 400 dólares.</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 23:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa not&#237;cia j&#225; tem certo tempo, mas achei t&#227;o interessante que vale a pena ser comentada aqui no Blog 288. Navegando pela internet, encontrei a hist&#243;ria de um corretor imobili&#225;rio e uma bab&#225; que tiveram seus caminhos cruzados nos proporcionando um olhar in&#233;dito das ruas de Chicago e outras cidades americanas, em meados do s&#233;culo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a 1="" href="http://doisoitooito.com/um-tesouro-por-400-dolares/"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-2573" height="377" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/capa.jpg" title="capa" width="470" /></a></p>
<p>Essa not&iacute;cia j&aacute; tem certo tempo, mas achei t&atilde;o interessante que vale a pena ser comentada aqui no Blog 288.</p>
<p>Navegando pela internet, encontrei a hist&oacute;ria de um corretor imobili&aacute;rio e uma bab&aacute; que tiveram seus caminhos cruzados nos proporcionando um olhar in&eacute;dito das ruas de Chicago e outras cidades americanas, em meados do s&eacute;culo passado.</p>
<p><span id="more-2524"></span></p>
<p>O corretor em quest&atilde;o &eacute; John Maloof, que participava de um leil&atilde;o em busca de fotografias da cidade para incluir em um livro que estava escrevendo sobre sua vizinhan&ccedil;a.</p>
<p>Por 400 d&oacute;lares, conseguiu comprar uma caixa com algumas fotos e muitos filmes n&atilde;o revelados, que a princ&iacute;pio achou que o ajudaria a ilustrar seu livro.</p>
<p><a href="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_01.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-2574" height="470" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_01.jpg" title="vm_01" width="470" /></a>Por n&atilde;o ter experi&ecirc;ncia e conhecimento suficiente sobre fotografia, e sem saber o valor real das mesmas, o corretor decidiu <a href="http://www.flickr.com/groups/onthestreet/discuss/72157622552378986/" target="_blank">publicar</a>&nbsp;algumas na internet e perguntar a opini&atilde;o do p&uacute;blico. No dia seguinte havia 2 mil e-mails do mundo inteiro em sua caixa de mensagens com propostas para livros, exposi&ccedil;&otilde;es e document&aacute;rios sobre a artista.</p>
<p>Nesse momento ele se deu conta de que as fotos serviriam para muito mais que apenas ilustrar seu livro; ele percebeu como aquilo era valioso e a import&acirc;ncia de expor esse tesouro.</p>
<p><a href="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_02.jpg"><img alt="Vivian Maier" class="size-full wp-image-2575" height="470" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_02.jpg" title="vm_02" width="470" /></a>A partir da&iacute;, John Maloof come&ccedil;ou a pesquisar melhor sobre a autora das imagens e descobriu que se tratava de uma bab&aacute; chamada Vivian Maier, que nas horas vagas gostava de sair pelas ruas de Chicago com uma c&acirc;mera nas m&atilde;os registrando o que observava.</p>
<p>Ela havia falecido, sem nunca ter mostrado seu trabalho a ningu&eacute;m, alguns dias antes dele descobrir que era ela a autora das fotos.</p>
<p>Nascida em 1926 e falecida em 2006, sua morte e sua anonimidade teriam nos privado de conhecer uma artista extraordin&aacute;ria; por&eacute;m, a partir da iniciativa de uma pessoa que percebeu o valor cultural de seu not&aacute;vel trabalho, pudemos tomar conhecimento de uma das mais talentosas fot&oacute;grafas americanas.</p>
<p><a href="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_03.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-2576" height="474" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/02/vm_03.jpg" title="vm_03" width="470" /></a></p>
<p>A grande li&ccedil;&atilde;o que devemos tirar dessa hist&oacute;ria &eacute; que &agrave;s vezes chega em nossas m&atilde;os algo muito importante; pode ser uma ideia, um produto ou um achado, que independente de fazer parte do nosso universo naquele momento pode valer muito a pena investir.</p>
<p>Em janeiro de 2011 ele inaugurou a primeira <a href="http://www.explorechicago.org/city/en/things_see_do/event_landing/events/dca_tourism/FindingVivianMaier_ChicagoStreetPhotographer.html" target="_blank">exposi&ccedil;&atilde;o</a> no Chicago Cultural Center e est&aacute; em contato com institui&ccedil;&otilde;es como o MoMa e o Tate Modern.</p>
<p>Veja mais fotos em <a href="http://www.vivianmaier.com" target="_blank">www.vivianmaier.com</a>.</p>
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		<title>Muito mais do que uma utopia, a 288 propõe uma revolução necessária.</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 00:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos dias de hoje, &#233; cada vez mais comum encontrarmos profissionais de qualquer &#225;rea insatisfeitos com a situa&#231;&#227;o do mercado. As reclama&#231;&#245;es envolvem desde a dificuldade de inser&#231;&#227;o, a baixa remunera&#231;&#227;o dos empregos dispon&#237;veis at&#233; o comportamento anti&#233;tico dos concorrentes e a falta de reconhecimento profissional, entre outros motivos. Apesar disso, s&#227;o pouqu&#237;ssimas as iniciativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doisoitooito.com/muito-mais-do-que-uma-utopia-a-288-propoe-uma-revolucao-necessaria"><img alt="" class="alignright size-medium wp-image-2256" height="265" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/01/chaplin1-470x265.jpg" title="chaplin" width="470" /></a></p>
<p>Nos dias de hoje, &eacute; cada vez mais comum encontrarmos profissionais de qualquer &aacute;rea insatisfeitos com a situa&ccedil;&atilde;o do mercado.</p>
<p>As reclama&ccedil;&otilde;es envolvem desde a dificuldade de inser&ccedil;&atilde;o, a baixa remunera&ccedil;&atilde;o dos empregos dispon&iacute;veis at&eacute; o comportamento anti&eacute;tico dos concorrentes e a falta de reconhecimento profissional, entre outros motivos.</p>
<p><span id="more-2180"></span></p>
<p>Apesar disso, s&atilde;o pouqu&iacute;ssimas as iniciativas para sugerir e realizar mudan&ccedil;as nesse cen&aacute;rio. Os motivos dessa passividade variam bastante, mas quase sempre t&ecirc;m origem na educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Seja no ambiente formal ou informal, nosso modelo educacional est&aacute; baseado em uma realidade socioecon&ocirc;mica defasada que nasceu com a Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial. Diante da nova revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica com impacto de propor&ccedil;&otilde;es globais, &eacute; fundamental pensar em uma nova forma de educar, trabalhar, produzir e consumir.</p>
<p>Por esse motivo, nossa proposta vai muito al&eacute;m de vender nossos servi&ccedil;os para empresas. Queremos, acima de tudo, gerar neg&oacute;cios que apresentem algum tipo de inova&ccedil;&atilde;o, sempre em busca do equil&iacute;brio entre os aspectos financeiro, social e ambiental.</p>
<p>Construir nossos espa&ccedil;os f&iacute;sico (sede) e virtual (novo site) &eacute; um importante passo rumo aos nossos objetivos, mas sabemos que formar uma rede de parceiros efetivos ser&aacute; o nosso maior desafio.</p>
<p>Por isso, onde houver boas ideias e pessoas dispostas a investir o m&iacute;nimo de tempo, estaremos sempre dispostos a conversar para juntos identificarmos um modelo de neg&oacute;cio vi&aacute;vel e realmente criativo.</p>
<p><em><strong>&ldquo;O futuro pertencer&aacute; a quem souber libertar-se do trabalho como obriga&ccedil;&atilde;o e for capaz de apostar numa mistura de atividades, onde o trabalho se confundir&aacute; com o estudo e o lazer.&rdquo;</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong> Domenico De Masi</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Nosso novo website está no ar, e com ele inauguramos uma nova fase.</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 00:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@doisoitooito.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[N&#243;s da 288 sugerimos uma mudan&#231;a radical no mercado de trabalho a partir do esfor&#231;o coletivo. Essa revolu&#231;&#227;o pac&#237;fica tem como justificativa a necessidade de equilibrar os aspectos t&#233;cnico, pol&#237;tico e humano nas rela&#231;&#245;es profissionais e no fortalecimento do respeito m&#250;tuo entre contratantes e contratados. Este novo website ser&#225; respons&#225;vel por dar suporte &#224;s nossas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doisoitooito.com/nosso-novo-website-esta-no-ar-e-com-ele-inauguramos-uma-nova-fase"><img alt="" class="alignright size-medium wp-image-2396" height="393" src="http://doisoitooito.com/wp-content/uploads/2011/01/foguete2-470x393.jpg" title="Lançamento" width="470" /></a></p>
<p>N&oacute;s da <strong>288</strong> sugerimos uma mudan&ccedil;a radical no mercado de trabalho a partir do esfor&ccedil;o coletivo.</p>
<p>Essa revolu&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica tem como justificativa a necessidade de equilibrar os aspectos t&eacute;cnico, pol&iacute;tico e humano nas rela&ccedil;&otilde;es profissionais e no fortalecimento do respeito m&uacute;tuo entre contratantes e contratados.</p>
<p><span id="more-2392"></span></p>
<p>Este novo website ser&aacute; respons&aacute;vel por dar suporte &agrave;s nossas a&ccedil;&otilde;es e para divulgar nossa ideologia, projetos e produtos; assim como promover parceiros.</p>
<p>O <strong>blog288</strong> ser&aacute; nosso principal ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o. Vamos gerar conte&uacute;do de forma colaborativa atrav&eacute;s de artigos, colunas, estudos de caso e debates, abordando quest&otilde;es pertinentes sobre o desenvolvimento de projetos sustent&aacute;veis, relacionamento profissional e mercado de trabalho.</p>
<p>Para isso, contaremos com um time crescente de profissionais das &aacute;reas de design, neg&oacute;cios, artes visuais, marketing, publicidade, arquitetura e educa&ccedil;&atilde;o que se identificam com nossa proposta e tem interesse em compartilhar seus conhecimentos.</p>
<p>Estejam desde j&aacute; convidados a voltar e a participar deste grande experimento coletivo. Assine nosso <a href="http://feeds.feedburner.com/blog288" target="_blank">RSS</a>, siga-nos no <a href="http://twitter.com/288informa" target="_blank">@288informa</a> e participe via coment&aacute;rios e emails.</p>
<p>At&eacute; a pr&oacute;xima&#8230;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog288/~4/wiIo-ohHGyA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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	<media:credit role="author">288</media:credit><media:rating>nonadult</media:rating><media:description type="plain">288 - Design, subversão e formação de quadrilha!</media:description></channel>
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