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	<title>Bodega</title>
	
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	<description>Um pouco de tudo</description>
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		<title>Educação em Direitos Humanos: lançando e falando</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha muito amiga Celma Tavares insistia muito para que eu escrevesse um artigo sobre direito à comunicação mais direcionado ao público sabido da academia.
Eu estudei pouco. Não tenho especialização, mestrado ou doutorado. Me esquivei o quanto pude da tarefa. Não por falta de querência, mas por insegurança na podência.
Celma insistiu. Tanto e bem e tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/livro-educacao-dh.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3273" title="livro educacao dh" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/livro-educacao-dh.png" alt="livro educacao dh" width="246" height="313" /></a>Minha muito amiga Celma Tavares insistia muito para que eu escrevesse um artigo sobre direito à comunicação mais direcionado ao público sabido da academia.</p>
<p>Eu estudei pouco. Não tenho especialização, mestrado ou doutorado. Me esquivei o quanto pude da tarefa. Não por falta de querência, mas por insegurança na podência.</p>
<p>Celma insistiu. Tanto e bem e tanto que se ofereceu pra escrever comigo.</p>
<p>E o resultado é um dos textos que faz parte do livro &#8220;Políticas e Fundamentos da Educação em Direitos Humanos&#8221;, da Editora Cortaz, que será lançado nesta quinta-feira, 29, às 14h, em Olinda , no Centro de Convenções, Auditório Guararapes.</p>
<p>O evento, claro, é aberto pra quem quiser ir e, principalmente, pra quem quiser comprar o livro. A obra, salvo engano, estará à venda por R$ 26 e ainda tem colaborações de feras como Aida Monteiro (UFPE/SE/PE); Celma Tavares (Espaço Feminista PE); Maria de Nazaré Tavares Zenaide ( UFPB); Paulo Carbonari (IFIBE/RS); Ricardo Balestreri (Senasp/ SP); Solon Viola ( Unisinos/ RS) e Erasto Fortes (SDH/PR). A discussão será mediada por Margarida Genevois, da Rede Brasileira de Educação em Direitos Humanos.</p>
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		<title>MJA – Palavra, percussão e solidariedade</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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		<description><![CDATA[Na verdade este é mais um &#8220;Momento Jabá Solidário&#8221; que um &#8220;Jabá Amigo&#8221;.
Afinal de contas, também começa esta quarta &#8211; e vai até a sexta &#8211; a sequencia de oficinas poético-percussivas que estão sendo facilitadas pelos batuqueiros do Corpos Percussivos e os poeteiros da Free Porto.
Pra participar, você chega às 17h no Espaço Corpos Percussivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/palavrapercussao.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3268" title="palavrapercussao" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/palavrapercussao-150x150.jpg" alt="palavrapercussao" width="150" height="150" /></a>Na verdade este é mais um &#8220;Momento Jabá Solidário&#8221; que um &#8220;Jabá Amigo&#8221;.</p>
<p>Afinal de contas, também começa esta quarta &#8211; e vai até a sexta &#8211; a sequencia de oficinas poético-percussivas que estão sendo facilitadas pelos batuqueiros do Corpos Percussivos e os poeteiros da Free Porto.</p>
<p>Pra participar, você chega às 17h no Espaço Corpos Percussivos (Rua da Moeda, 150, primeiro andar, Recife Antigo), devidamente munido/a de um kit com cinco itens de higiene pessoal.</p>
<p>Querendo ver o cartaz completo e saber quem mais participa da iniciativa, clique com carinho no quadrado que gentilmente ilustra este post.</p>
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		<title>Hoje é dia de Quartas Literárias no CCLF</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/prateleira/hoje-e-dia-de-quartas-literarias-no-cclf/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Quartas Literárias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gerusa Leal, Malungo,Wellington de Melo, Cláudia Trevisan, Adélia Flô Coelho, Susana Morais, Oscar Lira e Bernadete Bruto, você e sua poesia.
A edição de julho das Quartas Literárias acontece hoje 19h, no Centro de Cultura Luiz Freire.
O CCLF fica na rua 27 de Janeiro, 181, no bairro do Carmo, em Olinda. É a mesma rua do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Quartas+Literarias_Julho.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3265" title="Quartas+Literarias_Julho" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Quartas+Literarias_Julho-150x150.jpg" alt="Quartas+Literarias_Julho" width="150" height="150" /></a>Gerusa Leal, Malungo,Wellington de Melo, Cláudia Trevisan, Adélia Flô Coelho, Susana Morais, Oscar Lira e Bernadete Bruto, você e sua poesia.</p>
<p>A edição de julho das Quartas Literárias acontece hoje 19h, no Centro de Cultura Luiz Freire.</p>
<p>O CCLF fica na rua 27 de Janeiro, 181, no bairro do Carmo, em Olinda. É a mesma rua do Bar da Pitombeira.</p>
<p>Pra ver o cartaz grande e formoso, clique no próprio.</p>
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		<title>Dez maneiras de se reconhecer um gordo</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/anacronicas/dez-maneiras-de-se-reconhecer-um-gordo/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 12:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
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		<description><![CDATA[Nós, os gordos, estamos por toda a parte. E não pense que pode nos reconhecer apenas pelo nosso shape rotundo e pelos nossos pneuzinhos. As aparências enganam. Além do que, mais que uma classificação estética, ser gordo é um comportamento e &#8211; porque não dizer &#8211; um estado de espírito. Há gordos perfeitamente disfarçados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/gula.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3262" title="gula" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/gula.jpg" alt="gula" width="400" height="314" /></a>Nós, os gordos, estamos por toda a parte. E não pense que pode nos reconhecer apenas pelo nosso shape rotundo e pelos nossos pneuzinhos. As aparências enganam. Além do que, mais que uma classificação estética, ser gordo é um comportamento e &#8211; porque não dizer &#8211; um estado de espírito. Há gordos perfeitamente disfarçados por traz de uma magreza adquirida através de felizardos metabolismos ou espartanas dietas. Há pessoas obesas que, bem observadas, não têm nenhuma característica gorda além do próprio peso &#8211; dificilmente se enquadrando como um de nós.</p>
<p>Seguem abaixo dez maneiras de se reconhecer um legítimo gordo (ou uma legítima gorda, é claro). Termine seu sanduíche e leia com fartura.</p>
<p>1. Quando chega em casa, o gordo vai primeiro na cozinha antes de qualquer outro cômodo. Quando acorda à noite para fazer xixi, também não deixa de abrir a geladeira, nem que seja pra perceber e reclamar que não tem nada para comer;</p>
<p>2. Ao acordar, a primeira coisa que o gordo se pergunta é &#8220;o que é que tem para o café&#8221;. E, claro, antes de dar a última mastigada na refeição, já tem o almoço praticamente resolvido;</p>
<p>3. Quando um magro olha para uma árvore bem copada, normalmente pensa: &#8220;que árvore bonita, que sombra legal, que folhas vistosas&#8221;. O gordo pensa logo: &#8220;que fruta será que ela dá?&#8221;;</p>
<p>4. Um gordo sempre diminui a velocidade de caminhada ao passar por uma barraquinha de churro, acarajé, pipoca, espetinho ou tapioca. Nem que seja só para sentir o cheiro;</p>
<p>5. Ao sentar à mesa de um bar, o gordo não costuma demorar mais de cinco minutos para pedir o cardápio dos petiscos;</p>
<p>6. Gordos gostam de assistir a programas de culinária. Não para aprender mais sobre gastronomia, mas porque ficam contentes ao ver comida na televisão;</p>
<p>7. O gordo não consegue olhar para um boi, um cabrito ou um porco sem imaginá-los na brasa de um belo churrasco;</p>
<p>8. Um gordo lê receitas como se fossem literatura;</p>
<p>9. Para um gordo (ou uma gorda), a cozinha regional é a parte mais importante de qualquer roteiro turístico. Para nós, Argentina = churrasco+vinho, México = tacos+burritos+tequila, Japão = sushi+saquê, Itália = espaguete+ravioli.</p>
<p>10. Quando come algo salgado, o gordo fica com vontade de beliscar uma  coisinha doce. Ao terminar, já procura uma besteirinha salgada para  &#8216;equalizar&#8217; o açúcar. E assim por diante.</p>
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		<title>“É um suçeso atrai do oito” Jane e Herondy, elixir sanativo pro seu esfolado cotovelo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 03:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zuvido]]></category>
		<category><![CDATA["É um suçeso atrai do oito"]]></category>
		<category><![CDATA[Jane e Herondy]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso pesquisador abacateirolzístico K2 Boca de Cantor havia brigado com sua doidinha. Ela, impaciente só porque ele chegou em casa num carrinho de mão depois de ter enchido a caveira com dois míseros litrinhos de uísque paraguaio, ameaçou deixar o cafofo.
Prontamente, nosso herói sacou seu MP3 e botou para tocar canção que, &#8220;Pelo IGPG &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/janeherondy.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3243" title="janeherondy" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/janeherondy.jpg" alt="janeherondy" width="400" height="234" /></a>Nosso pesquisador abacateirolzístico K2 Boca de Cantor havia brigado com sua doidinha. Ela, impaciente só porque ele chegou em casa num carrinho de mão depois de ter enchido a caveira com dois míseros litrinhos de uísque paraguaio, ameaçou deixar o cafofo.</p>
<p>Prontamente, nosso herói sacou seu MP3 e botou para tocar canção que, &#8220;Pelo IGPG &#8211; Instituto Gartner de Pesquisas Gaialógicas, é utilizada em 19% dos cornos no intuito de fazer com que o urso não tome a sua doida&#8221;, como explica o próprio K2.</p>
<p>De fato, &#8220;Não se vá&#8221; é possivelmente o clássico mais clássico da dupla Jane &amp; Herondy, considerada por muitos a &#8220;mais romântica de toda a música brasileira de todos os tempos.</p>
<p>Herondy Bueno (na verdade José Roberto Bueno de Lima) começou aos 16 anos tocando bateria e cantando no Clube Café, no bairro do Paraíso em SP. Sua amada Jane Moraes começou a cantar aos seis anos de idade no Clube Papai Noel, na rádio Tupy. A dupla fez shows por todo o Brasil, ganharam prêmios e gravaram mais de 50 discos.  “Não se vá” estava em alguns deles.</p>
<p>O maior sucesso da dupla, não surgiu depois de uma briga entre o casal, mas a tristeza de uma empregada doméstica, sobrinha de uma funcionária deles. Jane conta: “A menina chegou à nossa casa chorando, pedindo abrigo, pois havia brigado com o marido. Dias depois, o marido apareceu, de Kombi, e ela voltou com ele. Depois de um tempo, apareceu chorando novamente. E a Kombi foi buscá-la. Isto aconteceu várias vezes, e baseada no que ela me dizia,  escrevi a letra”.</p>
<p>Em outubro de 1985, tiveram que dar um tempo na carreira, quando sofreram um acidente de automóvel. Em 1993, o casal lançou o livro de auto ajuda com o título &#8220;Assunto de Família, Nosso Jeito de Ser&#8221;, escrito por Jane e ilustrado por Herondy. Atualmente, o moço (já não tão moço) recupera-se de um acidente vascular cerebral.</p>
<p></p>
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		<title>Alter do Chão – olhe enquanto dá</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 21:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A foto é de Alter do Chão, uma prainha às margens do Rio Tapajós, no município de Santarém, Pará.
A areia aparece sempre no verão e é quando a galera local e gringa chega para visitar e curtir essa que já foi considerada a praia fluvial mais bonita do mundo.
Só que no II Plano de Aceleração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC02525.JPG"><img class="alignnone size-full wp-image-3255" title="DSC02525" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC02525.JPG" alt="DSC02525" width="400" height="225" /></a>A foto é de Alter do Chão, uma prainha às margens do Rio Tapajós, no município de Santarém, Pará.</p>
<p>A areia aparece sempre no verão e é quando a galera local e gringa chega para visitar e curtir essa que já foi considerada a praia fluvial mais bonita do mundo.</p>
<p>Só que no <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,pac-2-tera-investimento-de-r-1-092-trilhao-em-energia,not_11234.htm" target="_blank">II Plano de Aceleração do Crescimento (PAC2),</a> sete barragens estão previstas para serem construídas nesse Tapajós.</p>
<p>Ou seja: depois disso, babau Alter do Chão.</p>
<p>Viva o &#8216;pogréssio&#8217;, né mesmo?</p>
<p><em>pêésse: as fotos e as informações são da paraense e defensora de direitos humanos Roberta Amanajás, que já teve a oportunidade de dar um mergulho por lá.</em></p>
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		<title>TV Brasil não entrevista todos os presidenciáveis e evidencia contradições das mídias públicas</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/nareal/tv-brasil-nao-entrevista-todos-os-presidenciaveis-e-evidencia-contradicoes-das-midias-publicas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 20:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dusoto e Dasota]]></category>
		<category><![CDATA[NaReal]]></category>
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		<description><![CDATA[Do  Observatório do Direito à Comunicação
Na primeira eleição para a presidência da sua curta história, a Empresa Brasil de Comunicação buscou distinguir-se da mídia tradicional ao desenvolver e publicizar Plano Editoral especial para o processo. Porém, assim como ocorre nos veículos privados, seis candidatos à Presidência da República não encontram espaço para apresentarem suas plataformas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do  <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br" target="_blank">Observatório do Direito à Comunicação</p>
<p></a>Na primeira eleição para a presidência da sua curta história, a Empresa Brasil de Comunicação buscou distinguir-se da mídia tradicional ao desenvolver e publicizar Plano Editoral especial para o processo. Porém, assim como ocorre nos veículos privados, seis candidatos à Presidência da República não encontram espaço para apresentarem suas plataformas de forma equivalente aos três melhores posicionados nas pesquisas eleitorais.</p>
<p>As contradições que aproximam a EBC da abordagem tradicional das TVs comerciais começam ainda no Plano Editorial, aprovado pelo Conselho Curador da empresa, mas foram explicitadas com a gravação de entrevistas dos presidenciáveis para o programa 3 a 1, da TV Brasil. Por decisão do Departamento de Jornalismo, foram convidados para as edições especiais do programa apenas Dilma Roussef (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).</p>
<p>O PSOL, do candidato Plínio de Arruda Sampaio, questionou a escolha da EBC junto ao Tribunal Superior Eleitoral. Para o partido, a TV pública contraria o espírito da lei eleitoral ao não estender o convite a, no mínimo, os candidatos cujos partidos possuem representação no Congresso Nacional. Este é o critério estabelecido pela lei para a realização de debates eleitorais.</p>
<p>O TSE negou o pedido de liminar e o 3 a 1 foi ao ar entre quarta-feira e sexta-feira (21 a 23). Para o ministro Henrique Neves, não se pode obrigar emissoras de rádio e TV a entrevistar os candidatos. Neves interpreta como válido o critério jornalístico de que o espaço dedicado a cada candidato seja proporcional ao seu desempenho em pesquisas eleitorais.</p>
<p>O PSOL divulgou o texto de carta enviada aos membros do Conselho Curador da EBC em que afirma que a lei eleitoral tenta “preservar a pluralidade de pontos de vista no processo democrático” com o critério da representação no Congresso e que este “princípio, especialmente em uma emissora pública, deveria ser estendido ao conjunto da cobertura jornalistica, pois é este, sem dúvida, o espírito da legislação eleitoral”.</p>
<p>A carta também questiona o manual, proposto pela direção da EBC e aprovado pelo Conselho Curador, apontando o contra-senso de considerar como critério a competitividade do candidato e desconsiderar o fato de ser, justamente, a cobertura da mídia um fator para que este possa expor suas propostas ao conjunto da população. &#8220;Como poderia um candidato se tornar &#8216;competitivo&#8217; em uma posição de invisibilidade nos veículos de comunicação públicos e privados?&#8221;, questiona o partido.</p>
<p><strong>Emissoras públicas</strong></p>
<p>A exclusão dos candidatos que não aparecem nos primeiros lugares nas pesquisas eleitorais é prática que se alastra entre as emissoras públicas. O candidato Plínio de Arruda Sampaio reclama ter recebido também tratamento desproporcional da TV Cultura de São Paulo. De acordo com a assessoria do candidato, o candidato do PSOL foi convidado a participar da série de entrevistas com os candidatos no Roda Viva, caso abdicasse ficar de fora de debate organizado pelo portal UOL e Folha de S. Paulo, que também ia ser transmitido na TV pública paulista. Como o PSOL não aceitou o acordo, a parceria da TV Cultura e Uol não vingou. Para a candidatura de Plínio, esse caso denota promiscuidade na relação entre o público e privado.</p>
<p>Já as regras estabelecidas pela EBC são amplificadas através das emissoras estaduais da Rede Pública Nacional de Televisão. O Plano Editorial da EBC também é seguido pelas TVs associadas. A presidente da Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), Regina Lima, lembra que as TVs vinculadas aos governos estaduais recebem os manuais da EBC como guia para cobertura eleitoral, além de serem obrigadas pela legislação a retirarem qualquer propaganda vinculada ao projeto do mandatários do poder executivo.</p>
<p><strong>Plano editorial</strong></p>
<p>As contradições que aproximam a EBC da abordagem tradicional das Tv&#8217;s comerciais começam ainda no Plano Editorial, quando os Telejornais e Radiojornais são orientados a dar: “Tratamento isônomico apenas aos candidatos realmente competitivos, segundo o resultado das pesquisas e expressão política de suas das coligações, registrando a movimentação dos candidatos &#8216;nanicos&#8217; quandro produzirem atos e fatos merecedores de registro&#8221;.</p>
<p>O documento ressalta abordagem complementar ao conjunto dos veículos nacionais com ênfase na pluralidade e criação de oportunidades de debates e discussão para o eleitor formar sua própria opinião. Pra isso, as diretrizes da EBC apontam cobertura prioritariamente temática, espaço para as eleições legislativas, isonomia ao tratar os candidatos e não adoção das pesquisas para pautar o noticiário.</p>
<p>Nas TVs comerciais de sinal aberto, além da Record News, que fará retransmissão das sabatinas com os nove candidatos do portal R7, a MTV também inova com a presença de todo os candidatos num debate. SBT, Record, Band e Globo fazem cobertura tradicional. Reportagens diárias com ênfase nos três candidatos bem posicionados nas pesquisas e debates com os quatro com representação na Câmara Federal. No caso do SBT, o debate para presidência só ocorre se houver segundo turno.</p>
<p><strong>PSTU e PRTB</strong></p>
<p>A candidatura de Zé Maria (PSTU) lembra que teve contato recente com a TV Brasil nos bastidores da sabatina do portal R7, que será retransmitido na Record News. Na ocasião, a TV Brasil pegou os contatos do candidato e ficou de marcar uma entrevista. Fora isso, não fez qualquer menção especial aos veículos da EBC. Quanto aos debates, o PSTU ficará de fora por não ter nenhum parlamentar na Câmara Federal. A assessoria de Zé Maria ressalta que a cobertura dos meios de comunicação reflete o domínio do poder econômico e que do ponto de vista histórico a internet é a que propicia maior espaço a plataforma.</p>
<p>O candidato a presidência Levy Fidelix (PRTB) ainda não teve qualquer contato com a TV Brasil, segundo a assessoria. Levy já atuou como apresentador de TV e diretor de criação em agências de publicidade e devido a experiência aposta num canal direto com o eleitor: programa de tevê nas segundas e sextas via internet. Por enquanto o programa está fora do ar porque a legislação não permite a transmissão via site do PRTB e o processo de migração do site ainda está em curso.</p>
<p>A candidatura de Levy Fidelix encara como dúbia a mini-reforma eleitoral para internet: se por um lado, ampliou as possibilidades de relação com o eleitor, por outro continuou a favorecer as principais candidaturas, em especial nos grandes portais. O Yahoo, Msn, IG e Terra, por exemplo, vão realizar debate em conjunto apenas com os três candidatos mais bem posicionados nas pesquisas. O mesmo ocorre com o UOL, que será retransmitido por mais 14 sites pelo país.</p>
<p><strong>Limites</strong></p>
<p>O professor aposentado da Universidade de Brasília (UNB) e articulista da Carta Maior, Vinício Artur de Lima, defende que a Tv Pública não tem razão de existir, caso não caminhe pra modelo distinto da mídia privada. “A mídia pública só se justifica como alternativa de qualidade. Cobrindo o que não é coberto, oferecendo o equilíbrio”, diz. Porém o professor evitou discutir o caso da EBC por não estar realizando um acompanhamento sistemático das eleições 2010.</p>
<p>Lima tenta se colocar na posição de chefe de reportagem ou editor da Tv pública, afim de construir mecanismos distintos para a cobertura eleitoral: &#8216;Deve ser um problema. É muito complicado para qualquer meio ter condições profissionais para fazer a mesma cobertura dos candidatos. Não tem como oferecer o mesmo tempo para todos. Mas deve haver um esforço deliberado para cobrir os pequenos candidatos”.</p>
<p>A influência dos veículos tradicionais na agenda política nacional está diminuindo para Vinício. “Temos uma sociedade mais organizada e consciente da importância da mídia”, comenta. O professor atesta que ao contrário da década de 1980, quando a principal fonte de informação era a tevê, hoje a internet ajuda a dispersar tais fontes. A grande procura o 1º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas é um exemplo citado por Lima para ressaltar a influência da web.</p>
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		<title>Um tapinha em criança dói. E por muito tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dusoto e Dasota]]></category>
		<category><![CDATA[NaReal]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leonardo Sakamoto, em seu blog
Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que 74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44% dos pais admitiram ter batido nos seus filhos. Isso explica o fato de 54% dos entrevistados serem contra a lei proposta do governo federal que proíbe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Sakamoto, <a href="http://blogdosakamoto.com.br/2010/07/26/um-tapinha-em-crianca-doi-e-por-muito-tempo/" target="_blank">em seu blog</a></p>
<p>Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que 74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44% dos pais admitiram ter batido nos seus filhos. Isso explica o fato de 54% dos entrevistados serem contra a lei proposta do governo federal que proíbe castigos físicos (socos, palmadas, beliscões, empurrões, chineladas, entre outros) em crianças. Hoje, o Estatuto da Criança e do Adolescente não especifica o que são maus tratos.</p>
<p>Sei que muitos pais que amam seus filhos e são zelosos por sua educação acreditam que uma palmada em determinadas circunstâncias extremas pode ter um efeito simbólico poderoso na educação de uma criança. Muitas vezes, fazendo reportagens sobre direitos da infância, ouvi um complemento explicativo para isso que se repetia como um mantra: “apanhei quando pequeno e isso me mostrou limites, ajudou a formar o caráter que tenho agora”.</p>
<p>A idéia é muito semelhante a “trabalhei quando criança e isso formou meu caráter, portanto sou a favor de criança ter que trabalhar para não ficar fazendo arruaça na rua”. Neste blog, como já disse anteriormente, boa parte dos comentários postados sobre trabalho infantil são maniqueístas: ou a criança tem que ser burro de carga ou vai assaltar nos semáforos – não existe a opção estudar-brincar-crescer. Até entendo que muita gente sinta que sua experiência de superação seja bonita o suficiente para ser copiada pelo seu filho. Mas será que eles não imaginam que o trabalho infantil não precisa ser hereditário? E se “o trabalho liberta”, a “palmada educa”. Não estou dizendo que um ato é igual ao outro, mas é interessante notar que ações envolvendo algum tipo de violência contra crianças tem em si a reprodução de modelos aprendidos.</p>
<p>Educar alguém não é fácil. Eu, por exemplo, conseguia ser uma peste quando criança – portanto agradeço enormemente aos meus pais pela educação que me deram. Mas o ser humano evolui, a sociedade evolui, não precisamos permanecer com aquelas velhas práticas simplesmente porque foram adotadas em nossa infância ou na infância de nossos pais. Romper a inércia é difícil, mas fundamental.</p>
<p>Uma amiga me contou que deu umas palmadas leves em seu filho dia desses, pois havia esgotado o repertório para deixar claro que ele estava extrapolando. Para sua surpresa – e tristeza – foi chamada na escolinha porque o filho, que normalemente é calmo, havia começado a bater em seus colegas. Poderia citar casos de amigos de infância que apanharam muito e hoje são pessoas que não pensam duas vezes antes de ir para uma solução, digamos, mais robusta para os problemas. Mas isso significa que todo mundo que levou palmadas vai virar um serial killer de nível 21 na escala de maldade? Claro que não… xô simplismo!</p>
<p>Dependendo da circunstância e do ambiente em que a criança está inserida, há conseqüências sim para a sua formação, que podem ser inesperadas. No mínimo, fica a pergunta: qual o exemplo de respeito ao diálogo, à tolerância, ao entendimento e a soluções não-violentas estamos dando com o uso desses métodos? Será que realmente não havia outra saída ou não conhecíamos outra alternativa? O quanto estamos sendo os nossos pais e os pais deles e não nós mesmos nesse momento?</p>
<p>Bem, ninguém disse que educar alguém era fácil ou que a tarefa dará certo muitas vezes. Mas podemos optar por um caminho de paz ou de porrada. Este último pode ser até mais simples, mas o outro tende a ser mais alegre e saudável.</p>
<p>Por fim, a sistemática ausência do Estado e a mais sistemática ação de determinados grupos ditos liberais de reduzir a importância da ação estatal ajudou a espalhar cada vez mais aberrações do tipo “o Estado não deve regular nossa vida”. Quando na verdade, leis que criminalizam a violência contra a criança, estão criando regras para garantir, na verdade, mais liberdade e menos dor. Para muita gente, a discussão deveria sair do âmbito das políticas públicas (que existe exatamente para dar apoio a grupos fragilizados) e passaria unicamente para o espaço privado. Pois o Estado tem que se preocupar com coisas mais importantes, como auxiliar o capitalismo brasileiro a se desenvolver serelepe.</p>
<p>Por esse pensamento, leis que garantiram direitos e que dependeram da ação do Estado, mesmo indo contra grupos numericamente relevantes ou economicamente poderosos, nunca teriam sido aprovadas.</p>
<p>Enfim, o debate não se encerra aqui, mas a lei será útil. Infelizmente, muitos de nós só se darão conta disso daqui a uma geração. Que os críticos dela tenham vida longa para ver de perto um mundo que acharam não ser possível criar.</p>
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		<title>As lágrimas de David e o sonho de uma comunidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[NaReal]]></category>
		<category><![CDATA[Anternativa FM]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Comunitária]]></category>

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		<description><![CDATA[O comunicador David Moreno demorou um pouco para começar o debate sobre direito à comunicação que promovia nos novos estúdios da Rádio Comunitária Alternativa FM, em Engenho Maranguape.
Enquanto apresentava as convidadas, lembrava do esforço de se colocar uma rádio no ar. Das dificuldades que enfrentou nos três meses em que as transmissões foram interrompidas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/arcafm1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3241" title="arcafm" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/arcafm1.jpg" alt="arcafm" width="400" height="153" /></a>O comunicador David Moreno demorou um pouco para começar o debate sobre direito à comunicação que promovia nos novos estúdios da<a href="http://www.bodega.blog.br/nareal/uma-radio-muito-da-rocheda/" target="_blank"> Rádio Comunitária Alternativa FM, em Engenho Maranguape.</a></p>
<p>Enquanto apresentava as convidadas, lembrava do esforço de se colocar uma rádio no ar. Das dificuldades que enfrentou nos três meses em que as transmissões foram interrompidas para que a emissora ganhasse uma antessala, um tratamento sonoro de melhor qualidade, uma nova pintura. Com dinheiro arrecadado aqui e ali e com o suor de gente como o pedreiro Luiz Carlos, que não ganhou nenhum monetário tostão pelo trabalho.</p>
<p>Do aquário onde controla a mesa de som, David via a turma chegando para acompanhar o grande momento de perto. Vinha o cantor Carlos Adriano, a garotada que aprende flauta na escola Nelson Ferreira, os MCs Paulinho, Pezão e Buiú. Os colegas de rádio Rubem Lira, Flávio Baresy, Marconi Resenha, o produtor Salada, o multiartista Noúr. Tantos outros e outras.</p>
<p>Todo mundo ansioso para novamente ter acesso ao microfone da rádio mais ouvida da localidade. Duas vezes, David respirou fundo e impediu as lágrimas de escorrerem sobre seu rosto. Na terceira, não segurou a emoção e chorou no ar. Acompanhado pelo companheiro Júnior Bezerra, que acompanhava tudo com câmera em punho, soltou uma vinheta que explicava os procedimentos para a aposentadoria. Chorou mais um pouco.</p>
<p>O &#8220;deslise&#8221; emotivo deixa clara a identidade da Alternativa.</p>
<p>Uma rádio sem ouvintes, mas com falantes. Uma mídia social pré-orkut que, há seis anos, opera sem as devidas garantias políticas e financeiras que caberiam ao estado brasileiro. Sem autorização formal do Ministério das Comunicações para funcionar, é legitimada pela força de uma comunidade que recusa-se a ficar calada.</p>
<p>Durante o domingo de reinauguração, não foram poucas as pessoas que prestigiaram a estação que ocupa (no melhor sentido da palavra) o canal 98.1 nas proximidades do Engenho. Artistas, estudantes e professores do bairro, representantes de entidades da sociedade civil, militantes de direitos humanos, representantes do poder público e até um simpático tenente-coronel da PM que aceitou o convite para falar de segurança pública &#8211; e voltou para casa com uma lista de sugestões para o policiamento da área.</p>
<p>Com ou sem a formalização da outorga, a <a href="http://www.arcafm.zip.net" target="_blank">Alternativa </a>está mais viva do que nunca, com seus microfones abertos e uma vontade danada de agregar também um projeto de TV Comunitária. No que depender da força de vontade da turma de Engenho Maranguape, desconfio que não vai demorar muito.</p>
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		<title>Questões que afligem a humanidade</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tenta abrir a porta de um banheiro e percebe que a porta está fechada. Por que ainda bate?
Você está dentro do banheiro e alguém, percebendo que a porta está fechada, dá três batidinhas. Por que você diz que &#8220;tem gente&#8221;?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Você tenta abrir a porta de um banheiro e percebe que a porta está fechada. Por que ainda bate?</p>
<p>Você está dentro do banheiro e alguém, percebendo que a porta está fechada, dá três batidinhas. Por que você diz que &#8220;tem gente&#8221;?</p>
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