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	<title>Blog da Duplo M Comunicação</title>
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	<description>Testando blog Duplo M</description>
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		<title>Entre a ocasião e o ladrão</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 01:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia de oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem aquele velho ditado assegurando que a oportunidade (ou ocasião, para quem gosta de rimas) faz o ladrão. Se não pensarmos nessa frase apenas como um clichê, se percebe que ela é um pouco mais profunda do que aparenta, e até merece algum tempo de filosofia ao seu redor. Vejamos: a oportunidade pode ser concebida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem aquele velho ditado assegurando que a oportunidade (ou ocasião, para quem gosta de rimas) faz o ladrão. Se não pensarmos nessa frase apenas como um clichê, se percebe que ela é um pouco mais profunda do que aparenta, e até merece algum tempo de filosofia ao seu redor. Vejamos: a oportunidade pode ser concebida como a junção de diversos fatores que culminam numa determinada situação, sem que tenhamos &#8211; e geralmente não temos &#8211; alguma responsabilidade pelas suas causas. Mesmo não tendo nada a ver com essas causas, podemos fazer parte das consequências. E é esse momento de ação que conta, e é aí que se dividem os bons e maus &#8220;ladrões&#8221;.</p>
<p><span id="more-1183"></span></p>
<p>Vem lá de muito antes de Cristo um bom exemplo desse senso de oportunidade. Chama atenção, sobretudo, pelo pioneirismo da ação &#8211; tanto que é considerado por muitos como o primeiro registro da atividade publicitária. Foi na antiga Babilônia, onde só existia… terra, mato e animais, basicamente. Havia a necessidade de comercializar o gado, e se viu a oportunidade de incrementar as vendas utilizando um anúncio. E fizeram isso com o que tinham à mão, esfregando os dedos lambuzados com argila sobre uma tábua. Uma salva de palmas para os babilônios.</p>
<p>Agora, para trazer um caso de falta desse senso de oportunidade não precisamos voltar tanto assim no tempo. Ano passado, conta-se em diversos blogs, uma marca multinacional de artigos esportivos contratou uma agência para a campanha de lançamento de um novo tênis. Como a bola da vez são as mídias sociais, o planejamento proposto pela agência envolvia uma extensa lista de ações nestes meios, com destaque para os blogs. Então, Os blogueiros foram convocados, por e-mail, a divulgar o produto. As instruções eram várias, e não era difícil interpretar seu conteúdo como sendo um tanto… hum, imperativo. Atendida a lista de exigências do e-mail, os blogueiros que divulgassem o produto concorriam a camisetas e bonés da marca, de acordo com o número de acessos que gerassem para o hot site do novo tênis. Daí, um dos convocados, identificando o equívoco na postura da agência que representava a marca (convenhamos também que a premiação não era das mais atraentes), publicou em seu blog o conteúdo do e-mail, intercalado com comentários espirituosos da sua parte, ridicularizando a ação. Não demorou muito e esse post se espalhou por sites e blogs, gerando comentários negativos que, em sua maioria, eram direcionados à marca. Tanto a empresa quanto a agência responsável negam a autoria do e-mail. Se foi obra da concorrência, mesmo sendo um golpe bastante sujo, palmas à ela. Nesse caso, o fato vira um bom exemplo de proveito do meio, mesmo que condenável sob o ponto de vista ético.</p>
<p>Se antes ou depois de Cristo, não importa. Os dois casos são exemplos de que só a ocasião não faz um ladrão. É preciso também um pouco de sorte, de talento, de dedicação. Seja lá o nome que se dê, isso que existe entre a oportunidade e o êxito, cada vez mais, é parte essencial em qualquer estratégia. Seja para colocar na ruas uma campanha que traga resultados, seja para roubar um banco.</p>
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		<title>O admirável caso do pequeno investimento e da grande ação</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/o-admiravel-caso-do-pequeno-investimento-e-da-grande-acao/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/o-admiravel-caso-do-pequeno-investimento-e-da-grande-acao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[Bebecê Calçados]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Loja Ouze]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Unisinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse título sintetiza o que todo cliente quer: um grande retorno em troca de um pequeno investimento. O que afasta esse mundo ideal da realidade é a velha divergência entre o que o cliente quer e pode pagar, e o que a agência responsável pela demanda sabe e pode fazer. Neste cenário comum, contratante e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esse título sintetiza o que todo cliente quer: um grande retorno em troca de um pequeno investimento. O que afasta esse mundo ideal da realidade é a velha divergência entre o que o cliente quer e pode pagar, e o que a agência responsável pela demanda sabe e pode fazer. Neste cenário comum, contratante e contratado acabam construindo juntos uma Torre de Babel, em que o contratado promete alcançar os céus, mas só o que consegue fazer, de fato, é se afastar do chão. Como esse pensamento mais &#8220;pé no chão&#8221; em comunicação já é quase lenda, coisa de uma terra encantada distante daqui, é assim que se contará a história a seguir, que mesmo sendo real, quase parece fábula:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Era uma vez uma marca de sapatos, nascida muitas gerações depois daquela que fabricou o calçado que deu fama à Cinderela. Essa marca, ainda pouco conhecida, precisava divulgar suas qualidades e o seu nome dentro dos limites de um certo reino. A marca chama-se Renata Moraes, um dos braços da Bebecê, e o reino desta fábula é a Universidade do Vale dos Sinos, a Unisinos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Dentro da Unisinos há um centro de comércio de artigos femininos, como bolsas e sapatos, chamada Ouze. A boutique começara recentemente a comercializar os produtos Renata Moraes, e precisava espalhar essa boa nova entre a população do reino. Para isso, procurou uma agência de comunicação, com o simples objetivo de produzir alguns panfletos que seriam distribuídos dentro dos limites do reino. Até aí, nada de muito fabuloso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A agência procurada, chamada Duplo M, anuncia como principal atributo o planejamento estratégico. Diz também que leva a mensagem de reis, rainhas e empresas ao público de interesse destes, de forma eficiente, a fim de gerar resultados. Entendo a distribuição de panfletos como um quase desperdício de oportunidade, a agência enxergou ali uma forma para, além de divulgar o produto pelo reino, estreitar a relação entre indústria e canal de venda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O plano sugerido pela agência foi o seguinte: primeiro, saem os panfletos, entram os fotógrafos. Dentro dos muros da Unisinos, o paparazzi deve, discretamente, capturar com a sua lente as princesas de bom gosto que circulam pelo reino. Aqui, por bom gosto, entenda-se alguma ousadia nas vestes, mas sem vulgaridade. Depois de fotografada, a moça é abordada por uma promotora da marca, que lhe avisa da ação do paparazzi. A porta voz ainda entrega à clicada um papel, que reforça os motivos que a levou a ser uma das escolhidas pela lente do paparazzi, e ainda avisa que, se houver interesse em conferir o registro do fotógrafo, a donzela deve se dirigir até a loja Ouze. Como as mulheres desta fábula são iguaizinhas às do mundo real, nenhuma resistiu à tentação de conferir como foi o seu desempenho na foto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Chegando na loja, cada moça recebe um cupom de 20% de desconto na compra de um calçado Renata Moraes e, caso aprove, a sua foto vai para um mural que fica exposto dentro da Ouze, junto com as demais vítimas do paparazzi &#8211; no total, são 23. Encerrada a &#8220;caça às princesas do reino&#8221;, o mural é julgado pelos clientes da loja, que escolhem a donzela mais encantadora. Tá, e o que eles ganham com isso? 10% de desconto na compra de um sapato Renata Moraes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Das 23 fotos do mural, 5 serão eleitas as vencedoras, e suas donas receberão como prêmio um tratamento digno da realeza: maquiagem e cabelo feitos por profissionais, consultoria de moda e sessão fotográfica em um estúdio renomado. Desta sessão sairão as fotos de um catálogo da marca, que será distribuído na própria loja e em outros pontos do reino. Daí, todos foram felizes para sempre. Fim.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E esse foi o fabuloso caso de uma ação de baixo investimento e grande retorno. Se a intenção era divulgar a marca, foi oferecida a oportunidade de uma pequena comunidade vivenciar a tal marca de forma diferenciada, personificando o produto, tornando-o mais próximo do cliente do que qualquer campanha envolvendo modelos famosas e altos cachês. E aí você se pergunta: O que eu tenho a ver com isso? Oras, se você está vendendo, repense o quanto investe em sua estratégia de divulgação. Se você é um consumidor final, já parou pra pensar, por exemplo, por que você prefere comprar aquele sabonete que tem &#8220;1/4 de creme hidrante&#8221;, quando, na verdade, todos os outros sabonetes têm exatamente a mesma composição?</div>
<p><img class="miniatura" title="painel_vitrine_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/painel_vitrine_-150x150.jpg" alt="painel_vitrine_" width="150" height="150" />Esse título sintetiza o que todo cliente quer: um grande retorno em troca de um pequeno investimento. O que afasta esse mundo ideal da realidade é a velha divergência entre o que o cliente quer e pode pagar, e o que a agência responsável pela demanda sabe e pode fazer. Neste cenário comum, contratante e contratado acabam construindo juntos uma Torre de Babel, em que o contratado promete alcançar os céus, mas só o que consegue fazer, de fato, é se afastar do chão. Como esse pensamento mais &#8220;pé no chão&#8221; em comunicação já é quase lenda, coisa de uma terra encantada distante daqui, é assim que se contará a história a seguir, que mesmo sendo real, quase parece fábula:</p>
<p>Era uma vez uma marca de sapatos, nascida muitas gerações depois daquela que fabricou o calçado que deu fama à Cinderela. Essa marca, ainda pouco conhecida, precisava divulgar suas qualidades e o seu nome dentro dos limites de um certo reino. A marca chama-se Renata Moraes, um dos braços da Bebecê, e o reino desta fábula é a Universidade do Vale dos Sinos, a Unisinos.</p>
<p><span id="more-1169"></span></p>
<p>Dentro da Unisinos há um centro de comércio de artigos femininos, como bolsas e sapatos, chamada Ouze. A boutique começara recentemente a comercializar os produtos Renata Moraes, e precisava espalhar essa boa nova entre a população do reino. Para isso, procurou uma agência de comunicação, com o simples objetivo de produzir alguns panfletos que seriam distribuídos dentro dos limites do reino. Até aí, nada de muito fabuloso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1175" title="img_8672_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/img_8672_.jpg" alt="img_8672_" width="599" height="449" /></p>
<p>A agência procurada, chamada Duplo M, anuncia como principal atributo o planejamento estratégico. Diz também que leva a mensagem de reis, rainhas e empresas ao público de interesse destes, de forma eficiente, a fim de gerar resultados. Entendo a distribuição de panfletos como um quase desperdício de oportunidade, a agência enxergou ali uma forma para, além de divulgar o produto pelo reino, estreitar a relação entre indústria e canal de venda.</p>
<p>O plano sugerido pela agência foi o seguinte: primeiro, saem os panfletos, entram os fotógrafos. Dentro dos muros da Unisinos, o paparazzi deve, discretamente, capturar com a sua lente as princesas de bom gosto que circulam pelo reino. Aqui, por bom gosto, entenda-se alguma ousadia nas vestes, mas sem vulgaridade. Depois de fotografada, a moça é abordada por uma promotora da marca, que lhe avisa da ação do paparazzi. A porta voz ainda entrega à clicada um papel, que reforça os motivos que a levou a ser uma das escolhidas pela lente do paparazzi, e ainda avisa que, se houver interesse em conferir o registro do fotógrafo, a donzela deve se dirigir até a loja Ouze. Como as mulheres desta fábula são iguaizinhas às do mundo real, nenhuma resistiu à tentação de conferir como foi o seu desempenho na foto.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1177" title="img_8676_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/img_8676_.jpg" alt="img_8676_" width="599" height="449" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1178" title="img_8693_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/img_8693_.jpg" alt="img_8693_" width="599" height="449" /></p>
<p>Chegando na loja, cada moça recebe um cupom de 20% de desconto na compra de um calçado Renata Moraes e, caso aprove, a sua foto vai para um mural que fica exposto dentro da Ouze, junto com as demais vítimas do paparazzi &#8211; no total, são 23. Encerrada a &#8220;caça às princesas do reino&#8221;, o mural é julgado pelos clientes da loja, que escolhem a donzela mais encantadora. Tá, e o que eles ganham com isso? 10% de desconto na compra de um sapato Renata Moraes.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1179" title="cupom-desconto-10_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/cupom-desconto-10_.jpg" alt="cupom-desconto-10_" width="599" height="599" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1180" title="panfleto_frente2_" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/panfleto_frente2_.jpg" alt="panfleto_frente2_" width="599" height="839" /></p>
<p>Das 23 fotos do mural, 5 serão eleitas as vencedoras, e suas donas receberão como prêmio um tratamento digno da realeza: maquiagem e cabelo feitos por profissionais, consultoria de moda e sessão fotográfica em um estúdio renomado. Desta sessão sairão as fotos de um catálogo da marca, que será distribuído na própria loja e em outros pontos do reino. Daí, todos foram felizes para sempre. Fim.</p>
<p>E esse foi o fabuloso caso de uma ação de baixo investimento e grande retorno. Se a intenção era divulgar a marca, foi oferecida a oportunidade de uma pequena comunidade vivenciar a tal marca de forma diferenciada, personificando o produto, tornando-o mais próximo do cliente do que qualquer campanha envolvendo modelos famosas e altos cachês. E aí você se pergunta: O que eu tenho a ver com isso? Oras, se você está vendendo, repense o quanto investe em sua estratégia de divulgação. Se você é um consumidor final, já parou pra pensar, por exemplo, por que você prefere comprar aquele sabonete que tem &#8220;1/4 de creme hidrante&#8221;, quando, na verdade, todos os outros sabonetes têm exatamente a mesma composição?</p>
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		</item>
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		<title>Com quantos números se fez o Aluno por 1 dia</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/o-trabalho-que-da-ser-aluno-por-1-dia/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/o-trabalho-que-da-ser-aluno-por-1-dia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 23:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[Aluno por 1 dia]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[espm]]></category>
		<category><![CDATA[ESPM-RS]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os anos a ESPM-RS abre as suas portas aos estudantes do Ensino Médio, para que conheçam melhor a estrutura e os cursos oferecidos pela instituição. Em 2010, o evento ganhou o nome de &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;, mesmo nome que a data já vinha sendo batizada na ESPM de São Paulo. Como orgulhosos ajudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="miniatura" title="aluno_mini" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/aluno_mini-150x150.jpg" alt="aluno_mini" width="150" height="150" />Todos os anos a ESPM-RS abre as suas portas aos estudantes do Ensino Médio, para que conheçam melhor a estrutura e os cursos oferecidos pela instituição. Em 2010, o evento ganhou o nome de &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;, mesmo nome que a data já vinha sendo batizada na ESPM de São Paulo. Como orgulhosos ajudantes da importação dessa empreitada para os pampas, aqui estamos para mostrar com quantos números se fez o Aluno por 1 dia:</p>
<p><strong>198</strong> foi o número de alunos inscritos na edição gaúcha do evento. Contribuímos com esse número no desenvolvimento da linha criativa para a divulgação, que aconteceu com cartazes, folhetos, e-mail marketing, <a href="http://blogdagraduacao.espm.br/">blog do curso de graduação</a> e <a href="http://twitter.com/espmrs">twitter</a> &#8211; os dois mantidos aqui pela agência. Abaixo, o cartaz que esteve estampado nas paredes de escolas e cursinhos Porto Alegre afora:</p>
<p><span id="more-1155"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1160" title="cartaz" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/cartaz.jpg" alt="cartaz" width="599" height="847" /></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">92 foram os alunos que realmente estiveram presentes no evento, e que saíram de lá ainda mais inquietos do que chegaram. Todos os que foram abordados durante e depois do &#8216;dia de aluno&#8217; se disseram mais do que satisfeito com a experiência. A maioria, claro, continuava com dúvidas sobre o curso que queria seguir &#8211; o que, convenhamos, é mais do que normal nessa faixa etária, e seria estranho se não fosse assim.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">85 foi o número de alunos presentes na última edição paulista do &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;. Se formos comparar as proporções das capitais, o 92 de Porto Alegre é um número para ser comemorado, no mínimo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3 foram os dias em que o assunto foi coberto pelo blog da graduação ESPM, com conteúdo desenvolvido pela Duplo M. Além de fotos, conversamos com os alunos e trouxemos seus depoimentos para o blog. E isso nos levou ao próximo número:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">500 foi a porcentagem de aumento no número de visitas ao blog da graduação nesses 3 dias. Durante o evento, os alunos foram avisados da existência do blog, e da cobertura que seria realizada. No dia seguinte, foram relembrados por meio de e-mail marketing</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">60 foi o número de novos seguidores angariados para o perfil espmrs, no twitter. E náo foi por acaso: planejamos uma ação, em conjunto com a ESPM, que premiava com um curso de férias quem publicasse no seu microblog alguma mensagem com a hash tag &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;. Uma forma simples e eficaz de colocar a instituição diretamente em contato com o seu público. Bingo!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 230px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Bom seria encerrar esse post com o número de pessoas satisfeitas com o &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;, somando alunos, o pessoal aqui da agência e os envolvidos dentro da ESPM-RS. Mas seria uma equação muito complexa, e tem outro símbolo que representa melhor o resultado. Este: =)</div>
<p><strong>92</strong> foram os alunos que realmente estiveram presentes no evento, e que saíram de lá ainda mais inquietos do que chegaram. Todos os que foram abordados durante e depois do &#8216;dia de aluno&#8217; se disseram mais do que satisfeitos com a experiência, mesmo que a maioria ainda continuasse, claro, com dúvidas sobre o curso que queria seguir &#8211; o que, convenhamos, é mais do que normal nessa faixa etária, e seria estranho se não fosse assim.</p>
<p><strong>85</strong> foi o número de alunos presentes na última edição paulista do &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;. Se formos comparar as proporções das capitais, o &#8216;92&#8242; de Porto Alegre é um número para ser celebrado, no mínimo.</p>
<p><strong>3</strong> foram os dias em que o assunto foi coberto pelo blog da graduação ESPM, com conteúdo desenvolvido pela Duplo M. Além de fotos, conversamos com os alunos e trouxemos seus depoimentos para o blog. E isso nos levou ao próximo número:</p>
<p><strong>500</strong> foi a porcentagem de aumento no número de visitas ao blog da graduação nesses 3 dias. Durante o evento, os alunos foram avisados da existência do blog e da cobertura que seria realizada. No dia seguinte, foram relembrados por meio de e-mail marketing.</p>
<p><strong>60</strong> foi o número de novos seguidores angariados para o perfil espmrs, no twitter. E não foi por acaso: planejamos uma ação, em conjunto com a ESPM, que sorteava um curso de férias entre os que publicassem no seu microblog alguma mensagem com a hash tag &#8220;#alunopor1dia&#8221;. Uma forma simples e eficaz de colocar a instituição diretamente em contato com o seu público. Bingo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1167" title="twitter" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/05/twitter.jpg" alt="twitter" width="599" height="304" /></p>
<p>Bom seria encerrar esse post com o número de pessoas satisfeitas com o &#8220;Aluno por 1 dia&#8221;, somando alunos, o pessoal aqui da agência e os envolvidos dentro da ESPM-RS. Mas seria uma equação muito complexa, e tem outro símbolo que representa melhor o resultado. Este: =)</p>
<img src="http://www.duplom.com.br/blog/?ak_action=api_record_view&id=1155&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem Somos Nós &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/quem-somos-nos-parte-2/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/quem-somos-nos-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Miguel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, na verdade, esse é um grande desafio&#8230; Como descrever quem nós somos, sendo uma agência de comunicação, sem cair naqueles clichês e nas grandes baboseiras que a maioria das empresas da área pregam, mas poucas realizam?
Resolvi começar bem lá do início. Mas não da agência, do nome que criamos, e sim das pessoas, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Bem, na verdade, esse é um grande desafio&#8230; Como descrever quem nós somos, sendo uma agência de comunicação, sem cair naqueles clichês e nas grandes baboseiras que a maioria das empresas da área pregam, mas poucas realizam?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Resolvi começar bem lá do início. Mas não da agência, do nome que criamos, e sim das pessoas, que com as suas características ergueram a empresa. E foi aí que me dei conta que realmente somos diferentes, pois as coisas na Duplo M acontecem mesmo assim, de forma diferente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vamos lá: montamos um negócio em que 4 pessoas lideram, e são muito diferentes entre si. As formações, os perfis, as qualidades e aptidões, entre outras características que nos cercam. Somos 2 publicitários, um administrador e um economista, que sonharam com um negócio capaz de ir além da peça criativa e dos prêmios concedidos por criatividade para nortear um negócio de comunicação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Passamos a adotar um modelo próprio, em que nosso principal executivo financeiro é um publicitário. Em que o administrador de empresas é o responsável pela gestão estratégica do negócio e do núcleo de web &#8211; também chamado de IMMA. E, para complicar um pouco mais, um dos publicitários é o principal planejador, e também economista. E foi esse coitado que acabou ficando com a responsabilidade de trazer novos clientes para a empresa. Isso mesmo, o cara que vende esse negócio é o economista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Olhando para o nosso nascimento e crescimento assim, não fica difícil entender por que somos tão plurais, tão flexíveis. O nosso negócio tem no DNA o propósito de entender o problema do cliente, e só depois disso apresentar uma solução &#8216;customizada&#8217; para o seu problema. E essa postura atual surgiu de uma ideia plantada há mais de 14 anos pelos fundadores: nossa agência não se focaria em conquistar clientes para trabalhar em seu modelo, mas sim, moldar sua estrutura e produto levando em conta sempre o que o cliente realmente precisa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para que isso acontecesse, claro, não ficamos só na teoria. Montamos um núcleo de pesquisa para aprofundar o conhecimento do nosso cliente, e fazemos isso com o auxílio de diversas ferramentas, pesquisas e sondagens realizadas pela unidade de planejamento, a UFO.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para ilustrar melhor a nossa postura diante do cliente e não ficar só na auto atribuição de adjetivos, vale voltar um pouco no tempo: estávamos em 2006, e fomos procurados pelo Colégio Farroupilha, um dos mais tradicionais de Porto Alegre. Nos pediram um orçamento para a campanha de matrículas no ano em que a instituição completaria 120 anos. Vale lembrar que nos 119 anos anteriores, nunca o Farroupilha havia se comunicado externamente através de publicidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Aplicamos então um diagnóstico e acabamos mudando todo o briefing inicial. Percebemos que, naquele momento, o que o cliente precisava mesmo era realizar um grande trabalho de AUTOCONHECIMENTO da empresa, para que depois pudéssemos ofertar uma nova ideia, que fosse eficaz e projetasse a sua cara para o mercado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Montamos um projeto de pesquisa, aplicamos uma ferramenta da agência para posicionar marcas (REVEAL), trabalhamos o público interno com campanhas de endomarketing e, só depois disso, preparamos a tal campanha de matrículas. Os resultados foram muito legais, e a eficácia da estratégia aplicada trouxe de volta ao colégio os números positivos. Crescemos, no geral, mais de 60% o número de matriculados, e também diminuímos a evasão em mais de 35%. O posicionamento trabalhado, A ESCOLA DA SUA VIDA, foi algo que nos encheu de orgulho, e enche até hoje, pois conseguiu refletir tudo o que o colégio, os alunos e os pais dos alunos sentem ao passar por essa instituição.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Assim como esse trabalho, temos diversos outros que marcaram época na agência: fomos a primeira agência a utilizar encarte (isso mesmo, esse folheto que vem dentro do jornal) na Zero Hora, o principal veículo impresso dos gaúchos. Depois disso, envelopamos todo o jornal, segmentando por bairro, e ainda fizemos anúncios com cheiro neste mesmo jornal. Enfim, temos inúmeros exemplos que poderiam estender esse texto em mais umas quatro ou cinco folhas&#8230;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas o fundamental, hoje, é que gostaria muito de passar um pouco do que é e como fazemos diferente a comunicação aqui dentro. Temos como foco a continuidade desse trabalho e a certeza de que o mundo (e cada vez mais) muda rápido, e que a capacidade de adaptação às necessidades e exigências do mercado das empresas será um elemento definitivo para o sucesso dos negócios, e não só o nosso.</div>
<p><span style="color: #888888;"><em>Continuando a série &#8220;Quem Somos Nós&#8221;, quem assume o teclado hoje é o Cristiano Miguel, Diretor de Novos Negócios da Duplo M. A primeira parte, nas palavras do Marcelo Lubisco, você já viu <a href="http://www.duplom.com.br/blog/quem-somos-nos-parte-1/" target="_blank">aqui</a>.</em></span></p>
<p>Esse é um grande desafio&#8230; Como descrever quem nós somos, sendo uma agência de comunicação, sem cair naqueles clichês e nas grandes baboseiras que a maioria das empresas da área pregam, mas poucas realizam?</p>
<p>Resolvi começar bem lá do início. Mas não da agência, do nome que criamos, e sim das pessoas, que com as suas características ergueram a empresa. E foi aí que me dei conta que realmente somos diferentes, pois as coisas na Duplo M acontecem mesmo assim, de forma diferente.</p>
<p><span id="more-1127"></span></p>
<p>Vamos lá: montamos um negócio em que 4 pessoas lideram, e são muito diferentes entre si. As formações, os perfis, as qualidades e aptidões, entre outras características que nos cercam. Somos 2 publicitários, um administrador e um economista, que sonharam com um negócio capaz de ir além da peça criativa e dos prêmios concedidos por criatividade para nortear um negócio de comunicação.</p>
<p>Passamos a adotar um modelo próprio, em que nosso principal executivo financeiro é um publicitário. Em que o administrador de empresas é o responsável pela gestão estratégica do negócio e do núcleo de web &#8211; também chamado de IMMA. E, para complicar um pouco mais, um dos publicitários é o principal planejador, e também economista. E foi esse coitado que acabou ficando com a responsabilidade de trazer novos clientes para a empresa. Isso mesmo, o cara que vende esse negócio é o economista.</p>
<p>Olhando para o nosso nascimento e crescimento assim, não fica difícil entender por que somos tão plurais, tão flexíveis. O nosso negócio tem no DNA o propósito de entender o problema do cliente, e só depois disso apresentar uma solução &#8216;customizada&#8217; para o seu problema. E essa postura atual surgiu de uma ideia plantada há mais de 14 anos pelos fundadores: nossa agência não se focaria em conquistar clientes para trabalhar em seu modelo, mas sim, moldar sua estrutura e produto levando em conta sempre o que o cliente realmente precisa.</p>
<p>Para que isso acontecesse, claro, não ficamos só na teoria. Montamos um núcleo de pesquisa para aprofundar o conhecimento do nosso cliente, e fazemos isso com o auxílio de diversas ferramentas, pesquisas e sondagens realizadas pela unidade de planejamento, a UFO.</p>
<p>Para ilustrar melhor a nossa postura diante do cliente e não ficar só na auto atribuição de adjetivos, vale voltar um pouco no tempo: estávamos em 2006, e fomos procurados pelo Colégio Farroupilha, um dos mais tradicionais de Porto Alegre. Nos pediram um orçamento para a campanha de matrículas no ano em que a instituição completaria 120 anos. Vale lembrar que nos 119 anos anteriores, nunca o Farroupilha havia se comunicado externamente através de publicidade.</p>
<p>Aplicamos então um diagnóstico e acabamos mudando todo o briefing inicial. Percebemos que, naquele momento, o que o cliente precisava mesmo era realizar um grande trabalho de AUTOCONHECIMENTO da empresa, para que depois pudéssemos ofertar uma nova ideia, que fosse eficaz e projetasse a sua cara para o mercado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1139" title="anuncio-1" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/anuncio-1.jpg" alt="anuncio-1" width="599" height="599" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1141" title="anuncio-2" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/anuncio-2.jpg" alt="anuncio-2" width="599" height="599" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1142" title="anuncio-3" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/anuncio-3.jpg" alt="anuncio-3" width="599" height="599" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1143" title="anuncio-4" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/anuncio-4.jpg" alt="anuncio-4" width="599" height="599" /></p>
<p>Montamos um projeto de pesquisa, aplicamos uma ferramenta da agência para posicionar marcas (REVEAL), trabalhamos o público interno com campanhas de endomarketing e, só depois disso, preparamos a tal campanha de matrículas. Os resultados foram muito legais, e a eficácia da estratégia aplicada trouxe de volta ao colégio os números positivos. Se compararmos ao ano anterior, tivemos um crescimento de mais de 90% no número de matrículas. O posicionamento trabalhado, A ESCOLA DA SUA VIDA, foi algo que nos encheu de orgulho, e enche até hoje, pois conseguiu refletir tudo o que o colégio, os alunos e os pais sentem ao passar por essa instituição.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="599" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rqcBmsFIQ6M&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="599" height="505" src="http://www.youtube.com/v/rqcBmsFIQ6M&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="599" height="425" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Wh22OZWYSgw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="599" height="425" src="http://www.youtube.com/v/Wh22OZWYSgw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Assim como esse trabalho, temos diversos outros que marcaram época na agência: fomos a primeira agência a utilizar encarte (isso mesmo, esse folheto que vem dentro do jornal) na Zero Hora, o principal veículo impresso dos gaúchos. Depois disso, envelopamos todo o jornal, segmentando por bairro, e ainda fizemos anúncios com cheiro neste mesmo jornal. Enfim, temos inúmeros exemplos que poderiam estender esse texto em mais umas quatro ou cinco folhas&#8230;</p>
<p>Mas o fundamental, hoje, é que gostaria muito de passar um pouco do que é e como fazemos diferente a comunicação aqui dentro. Temos como foco a continuidade desse trabalho e a certeza de que o mundo (e cada vez mais) muda rápido, e que a capacidade de adaptação às necessidades e exigências do mercado das empresas será um elemento definitivo para o sucesso dos negócios, e não só o nosso.</p>
<img src="http://www.duplom.com.br/blog/?ak_action=api_record_view&id=1127&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Alice no País da Mesma Idéia</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Já aconteceu com todo mundo: num belo dia, abre-se o jornal e lá está uma ideia igualzinha àquela que o cliente aprovou. Não é irritante? Demais. Mas acontece, infelizmente.
Porque as referências estão aí, ao alcance de todos, para quem chegar primeiro.
E o que dizer quando todos, absolutamente, bebem da mesma fonte? Quando todos criam em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Já aconteceu com todo mundo: num belo dia, abre-se o jornal e lá está uma ideia igualzinha àquela que o cliente aprovou. Não é irritante? Demais. Mas acontece, infelizmente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Porque as referências estão aí, ao alcance de todos, para quem chegar primeiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">E o que dizer quando todos, absolutamente, bebem da mesma fonte? Quando todos criam em cima de uma mesma referência?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">É o que está acontecendo com Alice no País das Maravilhas, a mais nova adaptação do romance de Lewis Carroll. Preste atenção: quantas campanhas você já viu nos últimos dias inspiradas no filme de Tim Burton? H.Stern(1), Ellus(2), Laboutin(3), entre muitas outras, são exemplos de marcas que desenvolveram coleções inpiradas na obra. Fato comum no calendário de Varejo, o tema único que serve de referência para todos acabou invadindo as mais diversas áreas, em especial a moda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Sendo assim, fica a pergunta: como se diferenciar, quando todo mundo faz igual?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Com muita criatividade, oras. Criatividade para fazer igual, mas diferente. Para dizer o mesmo que todos estão dizendo, mas não da mesma forma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Mas, e não seria esse o nosso desafio diário? Afinal, o carro que não vendeu hoje precisará de um novo argumento para ser vendido amanhã. E a campanha criada para lançar um empreendimento não serve para vender aquele último apartamento com posição solar desfavorável.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Isso sem contar que, ao mesmo tempo em que você está tentando vender determinado produto, outra agência está tentando vender um produto semelhante, com qualidade igual, melhor ou até mesmo pior, por um valor menor. E aí, baixar o preço, simplesmente, está longe de ser a solução ideal.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">No final das contas, criatividade é a resposta para tudo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">Seja para vender um país de maravilhas, as últimas unidades ou mesmo para fugir do aluguel.</div>
<p>Já aconteceu com todo mundo: num belo dia, abre-se o jornal e lá está uma ideia igualzinha àquela que o cliente aprovou. Não é irritante? Demais. Mas acontece, infelizmente.</p>
<p>Porque as referências estão aí, ao alcance de todos, para quem chegar primeiro.</p>
<p>E o que dizer quando todos, absolutamente, bebem da mesma fonte? Quando todos criam em cima de uma mesma referência?</p>
<p>É o que está acontecendo com Alice no País das Maravilhas, a mais nova adaptação do romance de Lewis Carroll. Preste atenção: quantas campanhas você já viu nos últimos dias inspiradas no filme de Tim Burton? <a href="http://blogs.opovo.com.br/campelo/h-stern-lanca-colecao-inspirada-no-filme-alice-no-pais-das-maravilhas" target="_blank">H.Stern</a>, <a href="http://www.miscelaniumfashion.com/2010/04/alice-veste-ellus.html" target="_blank">Ellus</a>, <a href="http://www.rollingstone.com.br/imagens/16952/em/noticias/8099/laboutin" target="_blank">Louboutin</a>, entre muitas outras, são exemplos de marcas que desenvolveram coleções inpiradas na obra. Fato comum no calendário de Varejo, o tema único que serve de referência para todos acabou invadindo as mais diversas áreas, em especial a moda.</p>

<a href='http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/anel-cogumelo-copia/' title='Tema da coleção 2010 da H. Stern: Alice'><img width="150" height="150" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-contentuploadsssss/2010/04/anel-cogumelo-copia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Tema da coleção 2010 da H. Stern: Alice" /></a>
<a href='http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/gato-risonho-cesar-cury-baixa1/' title='Anel da coleção 2010 H. Stern'><img width="150" height="150" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-contentuploadsssss/2010/04/gato-risonho-cesar-cury-baixa1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Anel da coleção 2010 H. Stern" /></a>
<a href='http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/passarodetopiaria_cesar-cury-baixa/' title='Sim, é um anel'><img width="150" height="150" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-contentuploadsssss/2010/04/passarodetopiaria_cesar-cury-baixa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Sim, é um anel" /></a>
<a href='http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/135862445-29032010001122-640x420/' title='Adivinha qual foi a fonte de inspiração pra última coleção da Ellus'><img width="150" height="150" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-contentuploadsssss/2010/04/135862445-29032010001122.640x420-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Adivinha qual foi a fonte de inspiração pra última coleção da Ellus" /></a>
<a href='http://www.duplom.com.br/blog/alice-no-pais-da-mesma-ideia/louboutin_nova_campanha_alice_no_pais_das_maravilhas/' title='E Louboutin bebeu da mesma fonte'><img width="150" height="150" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-contentuploadsssss/2010/04/louboutin_nova_campanha_alice_no_pais_das_maravilhas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="E Louboutin bebeu da mesma fonte" /></a>

<p>Sendo assim, fica a pergunta: como se diferenciar, quando todo mundo faz igual?</p>
<p><span id="more-1108"></span></p>
<p>Com muita criatividade, oras. Criatividade para fazer igual, mas diferente. Para dizer o mesmo que todos estão dizendo, mas não da mesma forma.</p>
<p>Mas, e não seria esse o nosso desafio diário? Afinal, o carro que não vendeu hoje precisará de um novo argumento para ser vendido amanhã. E a campanha criada para lançar um empreendimento não serve para vender aquele último apartamento com posição solar desfavorável.</p>
<p>Isso sem contar que, ao mesmo tempo em que você está tentando vender determinado produto, outra agência está tentando vender um produto semelhante, com qualidade igual, melhor ou até mesmo pior, por um valor menor. E aí, baixar o preço, simplesmente, está longe de ser a solução ideal.</p>
<p>No final das contas, criatividade é a resposta para tudo. Seja para vender um país de maravilhas, as últimas unidades ou mesmo para fugir do aluguel.</p>
<img src="http://www.duplom.com.br/blog/?ak_action=api_record_view&id=1108&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Porto Alegre ganha um novo Imperador</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/o-novo-imperador-de-porto-alegre/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/o-novo-imperador-de-porto-alegre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses comentamos aqui sobre o mercado de luxo no Brasil, e não foi por acaso. Há pouco tempo tivemos que desbravar esse universo à parte, quase oculto, que se desenvolve em paralelo à ordem econômica dos meros mortais. Quem são as pessoas que podem pagar entre 2 e 3 milhões de reais por um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Dia desses comentamos aqui sobre o mercado de luxo no Brasil, e não foi por acaso. Há pouco tempo tivemos que desbravar esse universo à parte, quase oculto, que se desenvolve em paralelo à ordem econômica dos meros mortais. Quem são as pessoas que podem pagar entre 2 e 3 milhões de reais por um apartamento? Provavelmente é alguém que não faz ideia do valor do salário mínimo no país e que, além de muito rica, é muito, muito complexa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Nos deparamos com este questionamento quando participamos da organização de um evento de pré-lançamento do setor imobiliário porto alegrense. Localizado numa zona nobre da cidade, o empreendimento Imperador, da Dib &amp; Dib, deverá abrigar 17 famílias milionárias a partir de 2012.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Entender como funciona a cabecinha de cada membro do seleto grupo de abastados não foi &#8211; e não é &#8211; tarefa fácil. Como disse o Guto, Diretor Administrativo aqui da agência, &#8216;não existe receita de bolo pra isso&#8217;. Então, na falta de um conhecimento de causa maior, ou da tal receita de bolo, nos restou a imaginação e o bom senso: como seria o comportamento de um milionário no Brasil, um país de tradição católica &#8211; religião enraizada no sentimento de culpa -, com uma das piores distribuições de renda do mundo e altos índices de violência? Concluir que é um público que não ostenta, que é discreto, não é de grande ajuda. Mas já é um passo adiante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Além da discrição, presumiu-se também um gosto pelo refinamento, pelo que não é ordinário (na montagem deste perfil, claro, não foram levados em consideração os novos ricos). Essa noção de público foi decisiva no posicionamento de toda comunicação que levasse o nome do novo empreendimento. Qualquer adereço ou conceito anexado ao nome Imperador, que por si só já poderia soar pretensioso ou ostensível &#8211; característica que, pelo nosso raciocínio, não pertence ao público-alvo -, poderia atribuir um tom pejorativo à marca e afastar interessados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A palavra &#8216;Definitivo&#8217;, associada ao nome &#8216;Imperador&#8217;, abre duas possibilidades de interpretação, semelhantes e complementares: o apartamento adquirido é definitivo, porque é o top de linha na categoria de alto luxo na região. É também definitivo porque provavelmente vai ser o local escolhido para viver indefinidamente pelo seu comprador, no sentido de que não é um imóvel intermediário, que se adapta às mais diversas necessidades.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Tendo noção de quem eram os clientes em potencial do novo empreendimento, e com o conceito da marca definido, era hora de partir da teoria à prática e organizar o evento de apresentação do Imperador, o definitivo. E, nesse momento, outra característica do estereótipo foi lembrada: pelo nível de exigência deste grupo, que não é baixo, o consumidor de alto luxo está acostumado a ser agraciado com &#8216;mimos&#8217;, no mínimo, requintados. Não seria qualquer chaveirinho que faria o evento e a obra serem lembrados pelos convidados &#8211; dizem que, quando se compra uma Ferrari, por exemplo, a garrafa de champanhe que acompanha o carro, como brinde, é quase o preço de um automóvel popular.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Com alguma criatividade se chegou à uma boa solução: no fim de evento de apresentação, cada um dos 80 convidados recebeu uma caixa exclusiva, contendo um porta-retratos digital com imagens do empreendimento. Ao contrário de um panfleto, ou de uma encadernação, que por mais interessante que fosse certamente acabaria encontrando seu destino na lata do lixo, o porta retratos poderia ser utilizado posteriormente, com as imagens que o contemplado bem quisesse. Quem participou do evento não se demonstrou insatisfeito com o &#8216;mimo&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">No fim de tudo, foi até divertido se imaginar na pele de um ricaço, participar um pouco desse universo mágico e compreender melhor o seu comportamento. E, mesmo que pareça desculpa furada, ao voltar pra realidade da classe média, a gente lembra daquele velho clichê, que categoricamente afirma que &#8216;dinheiro não traz felicidade&#8217;. E ainda tem o contexto brasileiro, injusto, desigual, violento e impregnado daquela velha culpa católica, que sempre acaba nos responsabilizando pelas desgraças do mundo. E quem nunca ouviu histórias de pessoas que receberam uma bolada na Mega Sena e acabaram destruindo as suas vidas? No fim, pra ser sincero, acho muito melhor continuar culpando o governo pela má distribuição de renda, imaginando tempos melhores enquanto volto pra casa de ônibus.</div>
<p><img class="miniatura" title="D. Pedro II também foi imperador" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Pedro_II_farda-150x150.jpg" alt="D. Pedro II também foi imperador" width="150" height="150" />Tá certo que o povo do RS é conhecido por ser meio bairrista. Já tentaram até virar um país independente há pouco mais de um século. Mas um Império seria um pouco demais, até mesmo pro ego inflado gaúcho &#8211; que perdoem os conterrâneos. Mas uma coisa não impede a outra: Porto Alegre ganhou mesmo um imperador, sem ser um império. E já explico o porquê.</p>
<p>Dia desses comentamos aqui sobre o mercado de luxo no Brasil, e não foi por acaso. Há pouco tempo tivemos que desbravar esse universo à parte, quase oculto, que se desenvolve em paralelo à ordem econômica dos meros mortais.  Quem são as pessoas que podem pagar entre 2 e 3 milhões de reais por um apartamento? Nos deparamos com este questionamento quando participamos da organização de um evento de pré-lançamento do setor imobiliário porto alegrense. Localizado numa zona nobre da cidade, o empreendimento Imperador, da Dib &amp; Dib, deverá abrigar 17 famílias milionárias a partir de 2012. São pessoas que, além de muito, muito ricas, são muito complexas.</p>
<p><span id="more-1068"></span></p>
<p>Entender como funciona a cabecinha e como atingir cada membro do seleto grupo de abastados gaúchos não foi &#8211; e não é &#8211; tarefa fácil. Como disse o Guto, Diretor Administrativo aqui da agência, &#8216;não existe receita de bolo pra isso&#8217;. Então, na falta de um conhecimento de causa maior, ou da tal receita de bolo, nos restou a imaginação e o bom senso: como seria o comportamento de um milionário no Brasil, um país de tradição católica &#8211; aquela religião enraizada no sentimento de culpa -, com uma das piores distribuições de renda do mundo e altos índices de violência? Excluindo os &#8216;novos ricos&#8217;, não foi difícil concluir que é um público discreto, que geralmente não ostenta.</p>
<p>Além da discrição, presumiu-se também um gosto pelo refinamento, pelo que não é ordinário. Essa noção de público foi decisiva no posicionamento de toda comunicação que levasse o nome do novo empreendimento. Qualquer adereço ou conceito anexado ao nome Imperador, que por si só já poderia soar pretensioso ou ostensível &#8211; característica que, pelo nosso raciocínio, não pertence ao público-alvo -, poderia atribuir um tom pejorativo à marca e afastar interessados.</p>
<p>A palavra &#8216;Definitivo&#8217;, associada ao nome &#8216;Imperador&#8217;, transmite a ideia de que o apartamento adquirido é definitivo, porque é o top de linha na categoria de alto luxo na região. É também definitivo porque provavelmente vai ser o local escolhido para viver indefinidamente pelo seu comprador.</p>
<p>Já era hora de partir da teoria à prática e organizar o evento de apresentação do Imperador, o definitivo. Pelo nível de exigência deste grupo, acostumado a receber&#8217;mimos&#8217;, no mínimo, requintados, não seria qualquer chaveirinho que faria o evento e a obra serem lembrados pelos convidados &#8211; dizem que, quando se compra uma Ferrari, por exemplo, a garrafa de champanhe que acompanha o carro, como brinde, é quase o preço de um automóvel popular.</p>
<p>Com alguma criatividade se chegou a uma boa solução: no fim de evento de apresentação, cada um dos 80 convidados recebeu uma caixa desenhada sob medida para a ocasião, contendo um porta-retratos digital com imagens do empreendimento. Ao contrário de um panfleto, ou de uma encadernação, que por mais interessante que fosse certamente acabaria encontrando seu destino na lata do lixo, o porta retratos poderia ser utilizado posteriormente, com as imagens que o contemplado bem quisesse. Quem participou do evento não se demonstrou insatisfeito com o &#8216;mimo&#8217;.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1097" title="Picture 301" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-301-300x225.jpg" alt="Picture 301" width="300" height="225" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-1098" title="Picture 302" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-302-300x225.jpg" alt="Picture 302" width="300" height="225" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-1099" title="Picture 304" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-304-300x225.jpg" alt="Picture 304" width="300" height="225" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-1100" title="Picture 307" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-307-300x225.jpg" alt="Picture 307" width="300" height="225" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-1101" title="Picture 308" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-308-300x225.jpg" alt="Picture 308" width="300" height="225" /></p>
<p>Mas a parte mais difícil desse trabalho veio quando terminou: voltar à realidade da classe média, em que cada zero a mais no cheque tem que ser muito bem pensado. Pelo menos tem o evento oficial de lançamento, em breve, para nos levar de volta a esse mundo peculiar. Enquanto isso, a gente continua trabalhando pra chegar lá. E apostanto na mega sena.</p>
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		<item>
		<title>EquivocADS &#8211; Porra, NET!</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/equivocads-porra-net/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 21:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação fail]]></category>
		<category><![CDATA[equivocads]]></category>
		<category><![CDATA[porra net]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje resolvi abrir o espaço EquivocADS aqui no blog. O nome que batiza a seção vem da junção de &#8216;equivocado&#8217; com &#8216;ADS&#8217;, (de advertising, ou publicidade, em bom português). Um espaço para expormos nossa opinião e, por que não, insatisfação com o que entendemos ser aberrações travestidas de ações de comunicação. Sei que o objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje resolvi abrir o espaço EquivocADS aqui no blog. O nome que batiza a seção vem da junção de &#8216;equivocado&#8217; com &#8216;ADS&#8217;, (de advertising, ou publicidade, em bom português). Um espaço para expormos nossa opinião e, por que não, insatisfação com o que entendemos ser aberrações travestidas de ações de comunicação. Sei que o objetivo do blog é ser um lugar para falar sobre o que pensamos e fazemos, mostrando geralmente o lado positivo das coisas, mas, seguindo esse raciocínio, por que não comentar também sobre o que não acreditamos? Falar daquilo que entendemos não ser saudável para as marcas, ou injustificável do ponto de vista do resultado, também é mostrar um pouco de nós mesmos, não é?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A NET que me perdoe, mas a ação de marketing que presenciei no último final de semana foi de arrepiar os cabelos. Imagine a cena: calçadão de Ipanema, final de tarde. Famílias passeando, alguns jovens envolvidos com seus jet skis (Ipanema tem uma rampa para içamento de embarcações que atrai um grande números de entusiastas) e algumas pessoas aproveitando a tranquilidade do fim de tarde para se exercitar. Eis que surge um grupo de pessoas da NET, uniformizadas e com cartazes, anunciando que agora o bairro também é coberto pelo sinal da operadora e oferecendo uma promoção de NET Combo. Estas pessoas estavam munidas de vários instrumentos musicais e tocavam um sambão a todo volume. Não tenho nada contra uma batucadinha, mas o que é preciso fazer para que algumas pessoas entendam que este tipo de ação funciona mais como uma espingarda mirada para o dedão do que como uma ação de vendas? Nós, que lidamos com comunicação, precisamos entender que o marketing não é mais a ciência da interrupção. As pessoas simplesmente não tem mais saco para isso. Tentar atrair a atenção desta forma é tão equivocado como chamar a atenção de alguém no cinema dando-lhe um peteleco no ouvido. Você até conseguirá que a pessoa olhe de volta, mas qual será a pré-disposição dela em se relacionar com você depois de ser importunada desta forma? No caso da NET, só o que eu ouvia eram comentários do tipo: “A NET está a fim de irritar hoje”, ou “O Scrabuzzca tá forçando a barra”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Temos que ter consciência que a briga não é mais pela audiência, e sim pela atenção das pessoas. Mas atenção pressupõe que as pessoas estão a fim de ouvir. Por isso, antes de fazer uma ação de bairro, entender o público e identificar o que é relevante para ele pode ser a diferença entre o céu e o inferno. No caso do calçadão de Ipanema, povoado na sua maioria por pessoas buscando tranquilidade, com certeza existiam outras opções bem mais pertinentes a serem executadas do que ir e vir tocando um sambão a todo o volume. Dica para o pessoal da NET: já prestaram atenção no sucesso que o brinquedo &#8216;pula pula&#8217; faz no calçadão no final de semana? Eles alugam para as crianças durante 3 minutos por R$ 1,00. Quanto será que custou o grupo de sambistas?</div>
<p><img class="miniatura" title="Batucada da NET em Ipanema" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/acao_net2-150x150.jpg" alt="Batucada da NET em Ipanema" width="150" height="150" />Hoje resolvi abrir o espaço <strong>EquivocADS</strong> aqui no blog. O nome que batiza a seção vem da junção de &#8216;equivocado&#8217; com &#8216;ADS&#8217;, (de advertising, ou publicidade, em bom português). Um espaço para expormos nossa opinião e, por que não, insatisfação com o que entendemos ser aberrações travestidas de ações de comunicação. Sei que o objetivo do blog é ser um lugar para falar sobre o que pensamos e fazemos, mostrando geralmente o lado positivo das coisas, mas, seguindo esse raciocínio, por que não comentar também sobre o que não acreditamos? Falar daquilo que entendemos não ser saudável para as marcas, ou injustificável do ponto de vista do resultado, também é mostrar um pouco de nós mesmos, não é?</p>
<p><span id="more-1087"></span></p>
<p>A NET que me perdoe, mas a ação de marketing que presenciei no último final de semana foi de arrepiar os cabelos. Imagine a cena: calçadão de Ipanema, final de tarde. Famílias passeando, alguns jovens envolvidos com seus jet skis (Ipanema tem uma rampa para içamento de embarcações que atrai um grande números de entusiastas) e algumas pessoas aproveitando a tranquilidade do fim de tarde para se exercitar. Eis que surge um grupo de pessoas da NET, uniformizadas e com cartazes, anunciando que agora o bairro também é coberto pelo sinal da operadora e oferecendo uma promoção de NET Combo. Estas pessoas estavam munidas de vários instrumentos musicais e tocavam um sambão a todo volume. Não tenho nada contra uma batucadinha, mas o que é preciso fazer para que algumas pessoas entendam que este tipo de ação funciona mais como uma espingarda mirada para o dedão do que como uma ação de vendas? Nós, que lidamos com comunicação, precisamos entender que o marketing não é mais a ciência da interrupção. As pessoas simplesmente não tem mais saco para isso. Tentar atrair a atenção desta forma é tão equivocado como chamar a atenção de alguém no cinema dando-lhe um peteleco no ouvido. Você até conseguirá que a pessoa olhe de volta, mas qual será a pré-disposição dela em se relacionar com você depois de ser importunada desta forma? No caso da NET, só o que eu ouvia eram comentários do tipo: “A NET está a fim de irritar hoje”, ou “O Scrabuzzca tá forçando a barra”.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NgXg77KepLo&#038;hl=pt&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NgXg77KepLo&#038;hl=pt&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Temos que ter consciência que a briga não é mais pela audiência, e sim pela atenção das pessoas. Mas atenção pressupõe que as pessoas estão a fim de ouvir. Por isso, antes de fazer uma ação de bairro, entender o público e identificar o que é relevante para ele pode ser a diferença entre o céu e o inferno. No caso do calçadão de Ipanema, povoado na sua maioria por pessoas buscando tranquilidade, com certeza existiam outras opções bem mais pertinentes a serem executadas do que ir e vir tocando um sambão a todo o volume. Dica para o pessoal da NET: já prestaram atenção no sucesso que o brinquedo &#8216;pula pula&#8217; faz no calçadão no final de semana? Eles alugam para as crianças durante 3 minutos por R$ 1,00. Quanto será que custou o grupo de sambistas?</p>
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		<title>Duplo M ajuda a realizar o sonho da casa própria</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/duplo-ajuda-a-realizar-o-sonho-da-casa-propria/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 23:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[Google AdWords]]></category>
		<category><![CDATA[link patrocinado]]></category>

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		<description><![CDATA[A gente bem que gostaria de sair por aí distribuindo casas, à la Silvio Santos. Mas a vida não tá fácil, e, também, convenhamos que esse tipo de ação não é nada inovadora. Só o homem do baú já faz isso há mais de 50 anos! Mas descobrimos que podemos ajudar pessoas a concretizar esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="miniatura" title="Condomínio Victoria, empreendimento da DHZ" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/pe-fachada-casa_low-150x150.jpg" alt="Condomínio Victoria, empreendimento da DHZ" width="150" height="150" />A gente bem que gostaria de sair por aí distribuindo casas, à la Silvio Santos. Mas a vida não tá fácil, e, também, convenhamos que esse tipo de ação não é nada inovadora. Só o homem do baú já faz isso há mais de 50 anos! Mas descobrimos que podemos ajudar pessoas a concretizar esse desejo de outra forma, com o que fazemos de melhor: comunicando. A gente encurta o caminho entre o vendedor e quem está buscando um lugar ideal para viver, abrindo as portas do novo apartamento com o uso das palavras-chave.</p>
<p>O raciocínio é o seguinte: na hora de procurar um imóvel, algumas pessoas recorrem aos corretores, outras pesquisam diretamente nos bairros de interesse, e há ainda quem vasculhe as ofertas dos jornais. Mas, certamente, em algum momento dessa busca, todos procurarão no mesmo lugar: Google.</p>
<p><span id="more-1057"></span></p>
<p>E é aí que a gente entra. A interface do buscador mais famoso do mundo parece ser o que há de mais simples, mas por trás de toda eficiência e economia visual existe um complexo mecanismo, que faz a relação entre os termos pesquisados e os resultados que serão apresentados. Nesta página de resultados, além da lista que ocupa a parte central, há um espaço à direita da tela que exibe os &#8216;links patrocinados&#8217;. E este espaço nobre de comunicação é administrado através de uma ferramenta genial, chamada Google AdWords &#8211; e que a gente sabe usar com a mão nas costas.<br />
Com o auxílio desta ferramenta, é possível cadastrar palavras-chave que conduzam o usuário ao anúncio da oferta. Por exemplo: alguém procura por um apartamento de dois dormitórios, no centro de Porto Alegre. Com o Google Adwords, pode-se não apenas relacionar a busca &#8220;apartamento dois quartos centro Porto Alegre&#8221; à oferta, como também desabilitar a exibição do anúncio no caso da busca ser &#8220;apartamento 1 quarto Bom Fim Porto Alegre&#8221;. Trata-se de uma forma de comunicação altamente segmentada, que direciona a oferta apenas a quem interessa. E isso é bom para ambas as partes: para o comprador, que não terá anúncios indesejados invadindo a sua página, e principalmente para quem vende, já que o custo do espaço publicitário é calculado pelo número de cliques no anúncio e, pela segmentação que a ferramenta proporciona, cada clique é uma compra em potencial.</p>
<p>O exemplo da saga por um apartamento, que foi citado como um excelente caso de uso da ferramenta do Google, não foi por acaso. Já acumulamos alguma experiência neste ramo. A DHZ Construções, que atua no mercado imobiliário desde os anos 70, procurou a Duplo M com a intenção de aumentar a divulgação de seus empreendimentos. Foi então organizada uma campanha com links patrocinados que trouxeram um acréscimo de 18% no total de visitas ao site da empresa. Também no ramo imobiliário, uma campanha semelhante resultou em 23% do total de acessos ao site da construtora. Para ser mais específico, os anúncios foram clicados 5.242 vezes.</p>
<p>Em outros tempos, um anúncio veiculado na televisão, por exemplo, atingia um grande número de pessoas &#8211; e muitas delas nem um pouco interessadas na mensagem. O máximo que se podia fazer era escolher o programa preferido do público que se desejava atingir e investir no intervalo comercial daquela faixa. O problema é que o anunciante nem sempre ganha a atenção que deseja, mas mesmo assim acaba pagando pela emissão. A genialidade no caso dos links patrocinados, como já mencionado aqui, é o fato de que quem anuncia só paga quando o possível cliente recebe, de fato, a sua oferta.<br />
Dizer aqui que o mundo está mudando numa velocidade absurda, e que as formas de comunicar acompanham esse ritmo, não é novidade pra ninguém. O que nem todos sabem é como usufruir de tanta evolução.</p>
<img src="http://www.duplom.com.br/blog/?ak_action=api_record_view&id=1057&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem Somos Nós &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/quem-somos-nos-parte-1/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/quem-somos-nos-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 21:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Lubisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[envolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias, um ex-cliente da Duplo M, muito querido por todos nós, esteve aqui por conta de um novo projeto no qual está envolvido, desejando trocar uma ideia sobre o negócio, o mercado e a empresa em questão.
Para recebê-lo, preparamos uma pequena apresentação e depois de um bate-papo muito interessante e cheio de ideias, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esses dias, um ex-cliente da Duplo M, muito querido por todos nós, esteve aqui por conta de um novo projeto no qual está envolvido, desejando trocar uma ideia sobre o negócio, o mercado e a empresa em questão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para recebê-lo, preparamos uma pequena apresentação e depois de um bate-papo muito interessante e cheio de ideias, ele disse que o que sempre gostou em nós era nossa consciência estratégica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Consciência estratégica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Me peguei pensando sobre esse termo durante boas horas. Afinal, o que ele quis dizer com consciência estratégica?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E sabe do que mais? Cheguei a uma conclusão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Traduzo consciência estratégica como a nossa vontade de acertar. É essa nossa tara por resolver problemas. É a nossa curiosidade exacerbada, nossa maneira de pensar – e fazer! – as coisas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Cheguei a essa conclusão comparando o projeto que meu ex-cliente trazia com o outro, o que desenvolvemos para ele ainda antes que deixasse a empresa em que  trabalhava (que continua conosco).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pois comparando os dois projetos, vi que tinham muito em comum. Os dois percorriam caminhos bastante diferentes, metodologias distintas de trabalho, até mesmo soluções de comunicação diversas. Mas tinham muito em comum. Porque os dois transbordavam a tal consciência estratégica. E sabe por quê?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Porque a gente não sabe fazer as coisas de outra maneira. Quando a gente se envolve em um cliente, a gente já está totalmente focado em ajudar a resolver o seu negócio. Entendemos que essa é nossa função primordial e, como tal, não dispõe de fórmula pronta.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Talvez seja o nosso porte, talvez nossa maneira de pensar. Mas a realidade é que a gente consegue se moldar, adaptar nossa estrutura e nosso modo de trabalho para cada nova situação que se apresenta (vale a pena dar uma olhada nos cases que apresentamos nesse site).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E Isso tudo se traduz em conhecimento. A Duplo M gosta de imergir no negócio dos clientes. Gosta de ir lá, de ver com os próprios olhos, de conversar com quem ele conversa, vender pra quem ele vende, entender seu ponto de vista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O resultado disso é todo mundo trabalhando consciente de onde o cliente precisa chegar e, por isso mesmo, capaz de produzir resultados realmente surpreendentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É uma questão cultural, que acaba atraindo gente que pensa como a gente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nossos clientes, por exemplo, valorizam demais o processo de comunicação. Consideram a agência como um parceiro estratégico de verdade. Escutam e são escutados. Es-cu-ta-dos. A gente gosta de escutar mais ainda do que de falar (e olha que a gente gosta de falar!).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E nossa equipe também acaba mostrando o mesmo DNA. Gente resolvedora. Gente fazedora. Acima de tudo, gente que ama o que faz.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Consciência estratégica: o termo utilizado pelo nosso ex-futuro-cliente-parceiro, no fim das contas, é o que a gente, há bastante tempo, chama de inteligência criativa. Aquilo que elegemos como nosso grande diferencial. A união perfeita entre a leitura correta sobre o que precisa ser feito, o brilho da solução diferenciadora e a plena capacidade de realizar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Portanto, em um mundo onde tudo converge para a experiência, meu convite é para você experimentar a Duplo M. Fazer uma visita, tomar um café, discutir concepção estratégica, inteligência criativa, quem sabe até seu próprio negócio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tenho certeza que encontraremos algum projeto para resolvermos&#8230; juntos!</div>
<p><img class="miniatura" title="Esse mundo não passa de um tabuleiro. E os peões, somos nós." src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/falmouth2005_0231-150x150.jpg" alt="Esse mundo não passa de um tabuleiro. E os peões, somos nós." width="150" height="150" />Esses dias, um ex-cliente da Duplo M, muito querido por todos nós, esteve aqui por conta de um novo projeto no qual está envolvido, desejando trocar uma ideia sobre o negócio, o mercado e a empresa em questão.</p>
<p>Para recebê-lo, preparamos uma pequena apresentação e depois de um bate-papo muito interessante e cheio de ideias, ele disse que o que sempre gostou em nós era nossa consciência estratégica.</p>
<p><strong>Consciência estratégica.</strong></p>
<p><strong><span id="more-1042"></span></strong></p>
<p>Me peguei pensando sobre esse termo durante boas horas. Afinal, o que ele quis dizer com consciência estratégica?</p>
<p>E sabe do que mais? Cheguei a uma conclusão.</p>
<p>Traduzo consciência estratégica como a nossa vontade de acertar. É essa nossa tara por resolver problemas. É a nossa curiosidade exacerbada, nossa maneira de pensar – e fazer! – as coisas.</p>
<p>Cheguei a essa conclusão comparando o projeto que meu ex-cliente trazia com o outro, o que desenvolvemos para ele ainda antes que deixasse a empresa em que  trabalhava (que continua conosco).</p>
<p>Pois comparando os dois projetos, vi que tinham muito em comum. Os dois percorriam caminhos bastante diferentes, metodologias distintas de trabalho, até mesmo soluções de comunicação diversas. Mas tinham muito em comum. Porque os dois transbordavam a tal consciência estratégica. E sabe por quê?</p>
<p>Porque a gente não sabe fazer as coisas de outra maneira. Quando a gente se envolve em um cliente, a gente já está totalmente focado em ajudar a resolver o seu negócio. Entendemos que essa é nossa função primordial e, como tal, não dispõe de fórmula pronta.</p>
<p>Talvez seja o nosso porte, talvez nossa maneira de pensar. Mas a realidade é que a gente consegue se moldar, adaptar nossa estrutura e nosso modo de trabalho para cada nova situação que se apresenta (vale a pena dar uma olhada nos cases que apresentamos nesse site).</p>
<p>E isso tudo se traduz em conhecimento. A Duplo M gosta de imergir no negócio dos clientes. Gosta de ir lá, de ver com os próprios olhos, de conversar com quem ele conversa, vender pra quem ele vende, entender seu ponto de vista.</p>
<p>O resultado disso é todo mundo trabalhando consciente de onde o cliente precisa chegar e, por isso mesmo, capaz de produzir resultados realmente surpreendentes.</p>
<p>É uma questão cultural, que acaba atraindo gente que pensa como a gente.</p>
<p>Nossos clientes, por exemplo, valorizam demais o processo de comunicação. Consideram a agência como um parceiro estratégico de verdade. Escutam e são escutados. Es-cu-ta-dos. A gente gosta de escutar mais ainda do que de falar (e olha que a gente gosta de falar!).</p>
<p>E nossa equipe também acaba mostrando o mesmo DNA. Gente resolvedora. Gente fazedora. Acima de tudo, gente que ama o que faz.</p>
<p>Consciência estratégica: o termo utilizado pelo nosso ex-futuro-cliente-parceiro, no fim das contas, é o que a gente, há bastante tempo, chama de inteligência criativa. Aquilo que elegemos como nosso grande diferencial. A união perfeita entre a leitura correta sobre o que precisa ser feito, o brilho da solução diferenciadora e a plena capacidade de realizar.</p>
<p>Portanto, em um mundo onde tudo converge para a experiência, meu convite é para você experimentar a Duplo M. Fazer uma visita, tomar um café, discutir concepção estratégica, inteligência criativa, quem sabe até seu próprio negócio.</p>
<p>Tenho certeza que encontraremos algum projeto para resolvermos&#8230; Juntos!</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;"><em><span style="color: #808080;">Marcelo Lubisco é Diretor de Planejamento da Duplo M</span></em></span></p>
<img src="http://www.duplom.com.br/blog/?ak_action=api_record_view&id=1042&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Qualidade de vida</title>
		<link>http://www.duplom.com.br/blog/qualidade-de-vida/</link>
		<comments>http://www.duplom.com.br/blog/qualidade-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 22:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Duplo m]]></category>
		<category><![CDATA[escritório Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ruth Lemos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é só a Ruth Lemos, eternizada pelo Youtube, que se preocupa com a qualidade da vida-ida-ida alheia. Dizem que a escravidão já acabou, que os senhores feudais já não chicoteiam seus servos, e que nem vivemos mais na era industrial, da produção em série e da repetitiviade. E já tem um monte de nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é só a Ruth Lemos, eternizada pelo Youtube, que se preocupa com a qualidade da vida-ida-ida alheia. Dizem que a escravidão já acabou, que os senhores feudais já não chicoteiam seus servos, e que nem vivemos mais na era industrial, da produção em série e da repetitiviade. E já tem um monte de nomes pra definir o que se vive agora: pós industrial, pós moderno, pré apocalipse. Independente do nome que se escolher como preferido para tocar a vida em diante, uma coisa é fato: fazemos parte de uma geração &#8216;psicologizada&#8217;, que usa e abusa dos estudos propagados por Freud e seus seguidores. As relações sociais já não são as mesmas, e (ufa) nem as de trabalho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Felizmente, em algum momento a partir dos anos 50, se começou a perceber que funcionário produtivo é funcionário feliz. E também que a palavra &#8216;funcionário&#8217;, ou &#8216;empregado&#8217;, era uma herança de outros tempos, de quando se tinha que bater o cartão de ponto e puxar o saco do chefe. E de um raciocínio parecido com esse surgiram uma série de novas denominações, como &#8216;colaborador&#8217;, como &#8216;valor agregado&#8217; e tantas novas filosofias &#8211; algumas bem baratinhas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O lado bom é que, desbravando esse campo minado de filosofias baratas, de sinônimos suaves  empregados à exaustão e de alguma conversa fiada, se chega a uma nova essência do processo produtivo &#8211; e criativo -, em que se descobriu que desenvolvimento só vem com envolvimento, e que &#8216;colaborador&#8217; não é só uma palavra que se usa para motivar o &#8216;empregado&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Cada vez mais, e em especial nas empresas de comunicação, o conforto do pessoal que faz a empresa acontecer é levado em consideração. Abaixo, uma seleção dos melhores lugares do mundo para ser um colaborador:</div>
<p><img class="miniatura" title="Ruth Lemos" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/ruth1-150x150.jpg" alt="Ruth Lemos" width="150" height="150" />Não é só a Ruth Lemos, eternizada pelo Youtube, que se preocupa com a qualidade da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mEoRhm8DkF4" target="_blank">vida-ida</a> alheia. Dizem que a escravidão já acabou, que os senhores feudais já não chicoteiam seus servos, e que nem vivemos mais na era industrial, da produção em série e da repetitiviade. E já tem um monte de nomes pra definir o que se vive agora: pós industrial, pós moderno, pré apocalipse. Independente do nome que se escolher como preferido para tocar a vida em diante, uma coisa é fato: fazemos parte de uma geração &#8216;psicologizada&#8217;, que usa e abusa dos estudos propagados por Freud e seus seguidores. As relações sociais já não são as mesmas, e (ufa) nem as de trabalho.</p>
<p><span id="more-999"></span></p>
<p>Felizmente, em algum momento a partir dos anos 50, se começou a perceber que funcionário produtivo é funcionário feliz. E também que a palavra &#8216;funcionário&#8217;, ou &#8216;empregado&#8217;, era uma herança de outros tempos, de quando se tinha que bater o cartão de ponto e puxar o saco do chefe. E de um raciocínio parecido com esse surgiram uma série de novas denominações, como &#8216;colaborador&#8217;, como &#8216;valor agregado&#8217; e tantas novas filosofias &#8211; algumas bem baratinhas.</p>
<p>O lado bom é que, desbravando esse campo minado de filosofias baratas, de sinônimos suaves  empregados à exaustão e de alguma conversa fiada, se chega a uma nova essência do processo produtivo &#8211; e criativo -, em que se descobriu que desenvolvimento só vem com envolvimento, e que &#8216;colaborador&#8217; não é só uma palavra que se usa para motivar o &#8216;empregado&#8217;.</p>
<p>Cada vez mais, e em especial nas empresas de comunicação, o conforto do pessoal que faz a empresa acontecer é levado em consideração. Abaixo, uma seleção dos melhores lugares do mundo para ser um colaborador:</p>
<div id="attachment_1001" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/facebook31.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1001   " title="Escritório do Facebook, na Califórnia" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/facebook31-300x245.jpg" alt="Escritório do Facebook, na Califórnia" width="300" height="245" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Facebook</a></p></div>
<div id="attachment_1002" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/facebook131.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1002       " title="Escritório do Facebook, na Califórnia" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/facebook131-292x300.jpg" alt="Escritório do Facebook, na Califórnia" width="292" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Facebook</a></p></div>
<div id="attachment_1003" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/twitter11.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1003  " title="Escritório do Twitter, também na Califórnia" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/twitter11-300x199.jpg" alt="Escritório do Twitter, também na Califórnia" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Twitter</a></p></div>
<div id="attachment_1004" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/t14.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1004  " title="Escritório do Twitter, também na Califórnia" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/t14-300x199.jpg" alt="Escritório do Twitter, também na Califórnia" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Twitter</a></p></div>
<div id="attachment_1005" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/youtube41.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1005  " title="Instalações do Youtube, na mesma vizinhança" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/youtube41-300x225.jpg" alt="Instalações do Youtube, na mesma vizinhança" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Youtube</a></p></div>
<div id="attachment_1006" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/youtube-office-31.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1006  " title="Instalações do Youtube, na mesma vizinhança" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/youtube-office-31-300x225.jpg" alt="Instalações do Youtube, na mesma vizinhança" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Youtube</a></p></div>
<div id="attachment_1027" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2812.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1027    " title="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre =)" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2812-300x225.jpg" alt="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre =)" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Duplo M</a></p></div>
<div id="attachment_1029" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2822.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1029   " title="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre =)" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2822-224x300.jpg" alt="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Duplo M</a></p></div>
<div id="attachment_1030" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2892.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1030   " title="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre =)" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2892-224x300.jpg" alt="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Duplo M</a></p></div>
<div id="attachment_1031" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2902.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1031   " title="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2902-300x225.jpg" alt="Escritório da Duplo M, em Porto Alegre" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Duplo M</a></p></div>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2932.jpg" rel="lightbox[999]"><img class="size-medium wp-image-1032   " title="Espaço para pensar, descansar, conversar e fumar" src="http://www.duplom.com.br/blog/wp-content\uploadsssss/2010/04/Picture-2932-300x225.jpg" alt="Espaço para pensar, conversar e fumar" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><a title="No tags">Duplo M</a></p></div>
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