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	<title>Blog das Águas - Blog das Águas</title>
	
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	<description>Tudo sobre águas, rios e mares</description>
	<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 11:41:41 +0000</pubDate>
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		<title>Planeta Terra, a nossa casa - Blog das Águas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 10:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
		
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		<title>Dónde Jugarán Los Niños? - Maná - Blog das Águas</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 10:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Este grupo, Maná, nasceu na década de 80 na cidade mexicana de Guadalajara. Assumindo a posição de compor &#8220;rocks&#8221; com bases latinas e letras escritas em espanhol antes que outros grupos chegassem a essa atitude, ainda é sucesso na América Latina.
Cantam neste vídeo uma canção pela &#8220;Vida do Planeta Terra&#8221; editado em vídeo por lucastelnet. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este grupo, Maná, nasceu na década de 80 na cidade mexicana de Guadalajara. Assumindo a posição de compor &#8220;rocks&#8221; com bases latinas e letras escritas em espanhol antes que outros grupos chegassem a essa atitude, ainda é sucesso na América Latina.<br />
Cantam neste vídeo uma canção pela &#8220;Vida do Planeta Terra&#8221; editado em vídeo por <strong>lucastelnet</strong>. <em>Geanete</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WhmxWhtQ-jI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WhmxWhtQ-jI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>TRADUÇÃO</strong><br />
Conta o avô que de menino<br />
ele brincava<br />
Entre árvores e risos e alcatraces de cor<br />
Recorda um rio transparente sem fedor,<br />
Onde abundavam peixes, não sofriam<br />
Nenhuma <span id="more-996"></span>dor<br />
Conta o avô de um céu<br />
Muito azul,<br />
Em onde voou pandorgas ( pipas) que ele<br />
Mesmo construiu<br />
O tempo passou ,e nosso velho já morreu<br />
E hoje me perguntei após tanta<br />
Destruição<br />
Onde diabos brincarão os pobres meninos?<br />
Ai ai ai! em onde brincarão<br />
Se esta apodrecendo o mundo<br />
Já não há lugar<br />
A terra está a ponto de<br />
Se partir em dois<br />
O céu já se rompeu, já se rompeu<br />
O pranto cinza<br />
O mar vomita rios de azeite<br />
Sem cessar<br />
E hoje me perguntei após<br />
Tanta destruição<br />
Onde diabos brincarão as pobres crianças?<br />
Ai ai ai.<br />
Em onde brincarão?<br />
Se esta partindo o mundo<br />
Já não há lugar</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PEiU3a1g_fbzDjhi3YEbuxZBdmQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PEiU3a1g_fbzDjhi3YEbuxZBdmQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>EL NIÑO E LA NIÑA - Blog das Águas</title>
		<link>http://www.blogdasaguas.com/continente-americano/el-nino-e-la-nina/</link>
		<comments>http://www.blogdasaguas.com/continente-americano/el-nino-e-la-nina/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 May 2009 00:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Continente Americano]]></category>

		<category><![CDATA[El Niño]]></category>

		<category><![CDATA[fenômeno "La Niña"]]></category>

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		<description><![CDATA[http://br.geocities.com/uel_climatologia/seminarioelninolanina.htm
Divaldo, Odair, Marcelo Braga e Carlos Eduardo
Objetivos: transmitir conceitos básicos sobre os fenômenos El Niño e La Niña.
1-O Fenômeno La niña 
O fenômeno La Niña, que é oposto ao El Niño, corresponde ao resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental formando uma “piscina de águas frias” nesse oceano (a mancha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://br.geocities.com/uel_climatologia/seminarioelninolanina.htm</p>
<p>Divaldo, Odair, Marcelo Braga e Carlos Eduardo</p>
<p><strong>Objetivos: transmitir conceitos básicos sobre os fenômenos El Niño e La Niña.</strong></p>
<p><strong>1-O Fenômeno La niña </strong><br />
O fenômeno La Niña, que é oposto ao El Niño, corresponde ao resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental formando uma “piscina de águas frias” nesse oceano (a mancha de cor azul na figura abaixo). À semelhança do El Niño porém apresentando uma maior variabilidade do <span id="more-993"></span>que este, trata-se de um fenômeno natural que produz fortes mudanças na dinâmica geral da atmosfera, alterando o comportamento climático. Nele, os ventos alísios mostram-se mais intensos que o habitual (média climatológica) e as águas mais frias, que caracterizam o fenômeno, estendem-se numa faixa de largura de cerca de 10 graus de latitude ao longo do equador desde a costa peruana até aproximadamente 180 graus de longitude no Pacífico Central. Observa-se, ainda, uma intensificação da pressão atmosférica no Pacífico Central e Oriental em relação à pressão no Pacífico Ocidental.</p>
<p>Em geral, um episódio La Niña começa a desenvolver-se em um certo ano, atinge sua intensidade máxima no final daquele ano, vindo a dissipar-se em meados do ano seguinte. Ele pode, no entanto, durar até dois anos. </p>
<p>Os episódios La Niña permitem, algumas vezes, a chegada de frentes frias até à Região Nordeste notadamente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas.</p>
<p>A precipitação no Nordeste, com La Niña, tende a ser mais abundante no centro-sul do Maranhão e do Piauí nos meses de novembro a janeiro. Os episódios La Niña podem vir a favorecer a ocorrência de chuvas acima da média sobre o semi-árido do Nordeste se também é formado um Dipolo Térmico do Atlântico favorável, ou seja, com temperatura da superfície do mar acima da média no Atlântico Tropical Sul e abaixo da média no Atlântico Tropical Norte. Em geral, a circulação atmosférica tende a apresentar características de anos normais na presença de La Niña mas a distribuição de chuva, de fevereiro a maio, no semi-árido do Nordeste pode se caracterizar por uma elevada irregularidade espacial e temporal mesmo em anos de La Niña. </p>
<p>Tem-se registro de episódios La Niña nos seguintes anos: 1904/05, 1908/09, 1910/11, 1916/17, 1924/25, 1928/29, 1938/39, 1950/51, 1955/56, 1964/65, 1970/71, 1973/74, 1975/76, 1984/85, 1988/89 e 1995/96. Eles variam em intensidade. O episódio de 1988/89 foi, por exemplo, mais intenso do que o de 1995/96. O La Niña que se iniciou no final de 1998 seguiu o forte El Niño de 1997/98. Nem sempre, porém, um La Niña segue a um El Niño.</p>
<p>No intenso e mais recente episódio de La Niña ocorrido em 1988/89, o resfriamento das águas superficiais foi mais lento, ou seja, demorou dois meses para que a temperatura superficial do Pacífico diminuísse 3,5º C. Em 1998, o Pacífico Tropical também teve uma queda similar de temperatura, mas o resfriamento ocorreu em apenas um mês.</p>
<p>Durante os episódios de La Niña, os ventos alísios são mais intensos que a média climatológica. O Índice de Oscilação Sul (o indicador atmosférico que mede a diferença de pressão atmosférica à superfície, entre o Pacífico Ocidental e o Pacífico Oriental) apresenta valores positivos, os quais indicam a intensificação da pressão no Pacífico Central e Oriental, em relação à pressão no Pacífico Ocidental. Em geral, o episódio começa a se desenvolver em meados de um ano, atinge sua intensidade máxima no final daquele ano e dissipa-se em meados do ano seguinte.</p>
<p><strong>2-Efeitos da La Niña no Brasil</strong></p>
<p>No Brasil este fenômeno causa menos danos que o El Niño, porém alguns prejuízos são registrados em cada episódio. Como conseqüência da La Niña, as frentes frias que atingem o centro-sul do Brasil tem sua passagem mais rápida que o normal e com mais força. Como as frentes tem mais força a passagem pela região sul e sudeste é rápida não acumulando muita chuva e a frente consegue se deslocar até o nordeste. Sendo assim a região nordeste, principalmente o sertão e o litoral baiano e alagoano, são afetados por um aumento de chuvas o que pode ser bom para a região semi árida, mas causa grandes prejuízos a agricultura. O norte e leste da Amazônia também sofrem um grande aumento no índice pluviométrico.</p>
<p>Na região centro-sul há estiagem com grande queda no índice pluviométrico, principalmente nos meses de setembro a fevereiro e no outono as massas de ar polar chegam com mais força. Como conseqüência o inverno tende a chegar antes e já no outono grandes quedas de temperatura são registradas, principalmente na região sul e em São Paulo. No ultimo episódio La Niña em 1999 fortes massas de ar polar atingiram a região sul causando neve nas regiões serranas e geadas em toda a região já em abril. Para se ter uma idéia, normalmente em abril registra-se geadas apenas nas regiões serranas. Nevar é normal apenas após o mês de maio e no norte do Paraná as geadas só costumam ocorrem a partir de junho. Mas apesar de um mês de abril e maio frio, o inverno não foi tão frio quanto o esperado apresentando-se com temperaturas normais. Na região sudeste também o outono foi com temperaturas mais baixas.</p>
<p>De acordo com as avaliações das características de tempo e clima, de eventos de La Niña ocorridos no passado, observa-se que o La Niña mostra maior variabilidade, enquanto os eventos de El Niño apresentam um padrão mais consistente. Os principais efeitos de episódios do La Niña observados sobre o Brasil são:</p>
<p>· passagens rápidas de frentes frias sobre a Região Sul, com tendência de diminuição da precipitação nos meses de setembro a fevereiro, principalmente no Rio Grande do Sul, além do centro-nordeste da Argentina e Uruguai;<br />
 · temperaturas próximas da média climatológica ou ligeiramente abaixo da média sobre a Região Sudeste, durante o inverno;<br />
·  chegada das frentes frias até a Região Nordeste, principalmente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas;<br />
·  tendência às chuvas abundantes no norte e leste da Amazônia;<br />
·  possibilidade de chuvas acima da média sobre a região semi-árida do Nordeste do Brasil. Essas chuvas só ocorrem, se simultaneamente ao La Niña, as condições atmosféricas e oceânicas sobre o Oceano Atlântico mostrarem-se favoráveis, isto é, com TSM acima da média no Atlântico Tropical Sul e abaixo da média no Atlântico Tropical Norte. </p>
<p>Em alguns lugares, como no Sul do Brasil, durante o forte evento de La Niña de 1988/89, a estação chuvosa de setembro a dezembro de 1988 teve um mês de muita seca, mas os demais meses da estação teve chuva normal, ou ligeiramente acima da média. Durante o episódio fraco de 1995/96, o esfriamento do Pacifico não foi tão intenso, mas o período chuvoso de setembro a dezembro de 1995, mostrou durante todos os meses, chuvas abaixo da normal climatológica.</p>
<p>Com relação à Amazônia, as vazões dos Rios Amazonas no posto de Óbidos e as cotas do Rio Negro, em Manaus, mostram valores maiores que a média durante os episódios de La Niña ocorridos em 1975/76 e 1988/89, comparados com valores mais baixos nos anos de El Niño, ocorridos em 1982/83 e 1986/87.</p>
<p>Durante o corrente ano de 1998, após a rápida desintensificação do fenômeno El Niño em maio e junho, observou-se um súbito resfriamento das águas do Pacífico Equatorial Central. Esse resfriamento continuou em julho, porém um novo episódio do fenômeno La Niña ainda não está totalmente caracterizado. As previsões indicam que todas as condições do La Niña acontecerão até o final deste ano: águas mais frias no Pacífico Equatorial Central e Oriental ao longo do Equador, ventos alísios mais fortes e intensificação da pressão atmosférica na parte oriental do oceano e enfraquecimento das pressões na porção ocidental.</p>
<p>Nos últimos 15 anos, foram apenas três ocasiões em que o La Niña foi sucedido pelo El Niño. O episódio intenso de El Niño de 1982/83 foi seguido de um evento fraco de La Niña em 1984/85, e um El Niño menos intenso, ocorrido em 1986/87, foi seguido de um forte La Niña em 1988/89, e o El Niño longo, mais fraco de 1991/94 foi seguido de em episódio fraco de La Niña em 1995/96.</p>
<p><strong>Fonte: site do INPE,2003</strong></p>
<p>El Niño e La Niña são oscilações normais, previsíveis das temperaturas da superfície do mar, nas quais o homem não pode interferir. São fenômenos naturais, variações normais do sistema climático da Terra, que existem há milhares de anos e continuarão existindo.</p>
<p><strong>3-O Fenômeno Climático El Niño</strong> </p>
<p>O Fenômeno “El Niño” é o resultado de uma complexa interação entre o oceano e atmosfera, esse tem inicio no meio do oceano, a cerca de 10 mil km da costa do Peru.</p>
<p>O primeiro registro data de 1725, quando o aquecimento das águas do Pacifico prejudicou a atividade pesqueira do Peru e Equador, na época pensou que isso ocorria somente nas costas litorâneas dos dois paises. Isso porque de tempos em tempos, nas regiões banhadas pelas águas frias do Pacifico, costumava surgir correntes de águas quentes em dezembro, próximo a época do natal. É daí que se dá o nome de El Niño- onde que em espanhol significa menino em alusão à comemoração do nascimento de Jesus.</p>
<p>A partir da década de 1950, os pesquisadores começaram a desconfiar que o fenômeno teria abrangência muito mais ampla. Hoje, sabe-se que o El Niño é um fenômeno extremamente complexo, que envolve a interação entre as correntes oceânicas e atmosféricas e ocorre cerca de 50 vezes durante 20 anos, os cientistas conhecem a causa imediata do fenômeno, ou seja, o enfraquecimento dos ventos alísios (que normalmente de leste para oeste), que interfere no relacionamento das águas na área leste do Pacifico e no estacionamento das águas quentes a oeste. Uma das tentativas para explicar o fenômeno é a de que seria um mecanismo básico de transferência do calor dos trópicos para as regiões polares. E suas conseqüências alcançam escala planetária, provocando de secas no Nordeste Brasileiro a enchentes na Índia e Austrália. </p>
<p>Segundo os pesquisadores do INPE; “Explica-lo, porém, não é simples, porque estão envolvidas duas das mais incontroláveis forças naturais da Terra: os Oceanos e a Atmosfera”.     </p>
<p>Devido ao maior volume de águas quentes na faixa equatorial do Pacifico, passa a ocorrer maior evaporação, que, por sua vez, provoca a eleva,cão nos índices das chuvas nos paises da América do Sul. Logicamente, essa transformação repercute também no Brasil, causando aumento de chuvas no Sul e seca no Nordeste.</p>
<p>O El Niño chega a alterar a temperatura nas águas do Oceano Atlântico, modificando o ambiente na costa Brasileira. No Brasil, segundo os cientistas, é importante que as autoridades das cidades afetadas estejam em contato permanente com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) de Cachoeira Paulista, SP, acompanhando a evolução do fenômeno, para que sejam tomadas as medidas necessárias para enfrentar as catástrofes como as que se abateram sobre o vale do Itajaí, em Santa Catarina, e o semi-árido nordestino, em 1983, quando ainda não tinham como prever a evolução do fenômeno.</p>
<p>As Áreas no Brasil que são mais Atingidas pelo Fenômeno El Niño, estudos indicam que são três áreas: a região do semi-árido do Nordeste, o norte e o leste da Amazônia e o sul do Brasil. A região sul é afetada pelo aumento de chuvas; a região norte e o leste da Amazônia, assim como o Nordeste, apresentam uma diminuição das chuvas, principalmente entre fevereiro e maio, época no semi-árido. Finalmente no sudeste ocorrem temperaturas mais elevadas durante o inverno.</p>
<p>Com o atual conhecimento deste fenômeno, há tempo para elaborar planos de emergência para a desocupação das encostas, limpeza dos leitos dos rios e, até mesmo, evacuação das áreas que podem ser atingidas por chuvas. </p>
<p><strong>4-Os Aspectos Positivos e Negativos que o El Niño causa na Economia </strong></p>
<p>O El Niño não deve ser visto como um fenômeno malévolo e nem benéfico, pois é um fenômeno natural que tem ocorrido a milhares de anos. Há registros do El Niño desde que as pessoas começaram a colocar termômetros nos Oceanos para medir as temperaturas das águas. Mencionam-se entre as atividades beneficiadas pelo El Niño a redução nos números de furacões na costa leste dos Estados Unidos, as fortes chuvas nas regiões desérticas do Peru e do Chile e também no Sul do Brasil.</p>
<p><strong>5-Os Efeitos do El Niño sobre a Atividade Pesqueira no Peru</strong></p>
<p>A costa peruana é rica em peixes (em especial em anchovas, o mais importante produto de exportação do Peru) em decorrência da ressurgência, ou seja, da ascensão de águas frias que emergem de uma profundidade de centenas de metros, ricas em nutrientes que atraem os peixes para essa região. Em anos de El Niño intenso, não ocorre a ressurgência e a água da superfície permanece quente, os peixes buscam outras regiões para se alimentar, afetando drasticamente a economia do país.</p>
<p><strong>6-Quais os meses em que o Fenômeno El Niño foi mais Intenso? E Qual o ano em que ele agiu com mais força?</strong></p>
<p>Os El Niños mais catastróficos, os que apresentaram uma temperatura da superfície do mar -TSM mais elevada, foram os dos anos de 1972/1973 e 1982/1983 nos meses de outubro a janeiro. Os demais El Niños, menos calamitosos, apresentaram os picos de TSM em julho e outubro de 1986/1987 e abril e julho de 1993/1994.</p>
<p><strong>7-Prejuízos Causados pelo EL Niño </strong></p>
<p>Estima-se que o El Niño trouxe um prejuízo para a América do Sul, em cerca de US$ 3 bilhões de dólares no ano de 1982/1983. No total foram 600 mil pessoas que ficaram desabrigadas, além de 170 mortes diretamente causadas por esse evento. No sul do Brasil . o prejuízo foi estimado em US$ 800 milhões de dólares, cerca de de 5 milhões de toneladas de grãos foram perdidas no momento da colheita.</p>
<p><strong>8-Bibliografia</strong><br />
Manual Dinâmico do Estudante. – São Paulo: Difusão Cultural do Livro, 1999.<br />
Petti. Jean-Robert. Geografia: A natureza humanizada. Tradução de Luciana Veit. São Paulo. FTD, 1998.<br />
http://www.inpe.com.br</p>

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		<title>Tenaz seca deixa especialistas desconcertados - Blog das Águas</title>
		<link>http://www.blogdasaguas.com/padrao/tenaz-seca-deixa-especialistas-desconcertados/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 23:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Continente Americano]]></category>

		<category><![CDATA[Padrão]]></category>

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		<category><![CDATA[fenômeno "La Niña"]]></category>

		<category><![CDATA[seca no Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&#038;idnews=3061
Por Marcela Valente
Meteorologistas e climatologistas ainda não estabeleceram o motivo pelo qual não chove há meses nas férteis e produtivas planícies de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
BUENOS AIRES, 9 de fevereiro (Tierramérica).- Pastagens amareladas, terra ressecada e animais mortos afligem há meses a região agropecuária mais produtiva de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os cientistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&#038;idnews=3061</p>
<p>Por Marcela Valente</strong></p>
<p><strong>Meteorologistas e climatologistas ainda não estabeleceram o motivo pelo qual não chove há meses nas férteis e produtivas planícies de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.</strong></p>
<p>BUENOS AIRES, 9 de fevereiro (Tierramérica).- Pastagens amareladas, terra ressecada e animais mortos afligem há meses a região agropecuária mais produtiva de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os cientistas afirmam que não é possível determinar se é uma manifestação da mudança climática. “A mudança climática não pode ser caracterizada por um único evento, mas <span id="more-991"></span>por uma seqüência de longo prazo”, disse ao Terramérica o especialista em clima Vicente Barros, da Universidade de Buenos Aires e membro do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática, mais conhecido pela siga em inglês IPCC.</p>
<p>Alguns especialistas acreditam que a escassez de chuvas pode estar relacionada com a influência do La Niña – fase fria do fenômeno climático periódico El Niño/Oscilação do Sul –, que provoca o esfriamento superficial do Oceano Pacífico equatorial e altera o clima da região. “O La Niña ainda está muito forte e os modelos de previsões não estão ajustados para refletir as perturbações que produz”, explica quase diariamente o engenheiro agrônomo e climatologista argentino, Eduardo Sierra.</p>
<p>Em 2007, o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, receberam o prêmio Nobel da Paz por sua contribuição ao conhecimento e divulgação par a sociedade sobre mudança climática ao longo de quase 20 anos. Nos últimos anos, a opinião pública está mais consciente da existência do aquecimento global. “Agora, diante de cada evento, nos perguntam se é a mudança climática”, disse, sorrindo, Barros. Porém, a preocupação tem lógica. A incomum falta de chuvas por vários meses em 2008 e também neste ano – apesar de algumas precipitações este mês, no sul e sudoeste do Brasil, centro e nordeste da Argentina, sul do Paraguai e centro e sudoeste do Uruguai – está provocando perdas milionárias para os setores agropecuário, de produção de alimentos e de exportação.</p>
<p>Tanto Barros quanto os estudiosos José Marengo, do Brasil, e Madeleine Renom, do Uruguai, disseram ao Terramérica que não é possível afirmar que a atual seca seja uma manifestação inequívoca da mudança climática, porque as modificações devem ser avaliadas em uma sequência de longo prazo. Os três coincidiram em que “o que se pode atribuir à mudança climática é a maior variação climática, como flutuações dos máximos e mínimos das chuvas, e a maior frequência, e, em alguns casos, intensidade, dos fenômenos extremos”, como resumiu Renom, licenciada em Ciências Meteorológicas e professora na Faculdade de Ciências da Universidade da República do Uruguai.</p>
<p>Na Argentina, disse Barros, houve tempestades intensas com chuvas mais frequentes do que nas últimas duas décadas na região central, e isso sim pode ser definido como uma mudança. Neste país, a seca atinge a área agropecuária mais produtiva, a central planície dos Pampas. Os produtores calculam que a colheita de grãos caiu 30% e que se perdeu 1,5 milhão de cabeças de gado. O governo decretou emergência agropecuária para as regiões mais afetadas, enquanto meteorologistas e agrônomos procuram determinar o fim do fenômeno.</p>
<p>No Brasil, acostumado à aridez do nordeste, a falta de chuvas surpreendeu os Estados do sul, onde há perdas em cultivos de soja e milho e no gado leiteiro. Os mais afetados foram Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, de 183 mil habitantes, a situação é grave. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, em dezembro, a cidade recebeu menos da metade das chuvas habituais. E, neste mês, embora as condições tenham melhorado, as chuvas foram mais escassas que o habitual. “Ainda que volte a chover, a perda é irreversível”, previu João Chencarek, chefe da Defesa Civil de Dourados, no Mato Grosso do Sul. A seca nesta época do ano “não é comum, e pegou todos os agricultores desprevenidos”, disse.</p>
<p>Para José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), “os extremos climáticos estão associados a variações naturais. Não se pode afirmar que a área afetada se tornou seca”. A falta de chuvas no sul do Brasil coincide com o La Niña, que reduz a umidade na atmosfera e provoca queda das chuvas na região, explicou. Porém, este especialista não acredita que a seca esteja relacionada com o La Niña.</p>
<p>No Uruguai, as autoridades também decretaram estado de emergência, pois estão afetados 25 mil quilômetros quadrados das regiões centro e sudoeste do país, que tem extensão total de 176.220 quilômetros quadrados. Cultivos prejudicados, incêndios florestais, alteração parcial do abastecimento de água potável e morte de gado são algumas das consequências que os uruguaios enfrentam. Também diminuiu a produção de carne e leite, que caiu de três milhões de litros diários para pouco mais de um milhão, segundo a Federação Rural. Embora neste mês algumas chuvas tenham trazido alívio, não solucionaram a seca, disse Renom ao Terramérica.</p>
<p>Quanto ao La Niña, “está tendo uma dinâmica estranha, mas não deve ser culpado por tudo”, já que o déficit de chuvas começou antes do desenvolvimento deste fenômeno periódico. “A previsão nunca foi a de que esta seca seria tão prolongada”, disse Renom. Para prevenir o impacto destes eventos é preciso “pesquisar mais”. Barros, tampouco, acredita que a seca seja efeito do La Niña. “Podemos atribuir a ele uma parte do que ocorreu em novembro e dezembro, mas em janeiro e fevereiro La Niña já não tem incidência em nossa região. Por outro lado, pode ser que a partir de março voltemos a sentir seu impacto”, afirmou.</p>
<p>O sul do Paraguai também sofre a escassez de chuvas. Nas áreas mais afetadas, não choveu por cerca de 40 dias, e em outras caíram apenas 10% das precipitações previstas. A superfície plantada com soja para o ciclo agrícola 2008/2009 é de 2,5 milhões de hectares, dos quais um milhão produzirão apenas um terço por hectare do obtido na colheita anterior. Também há perdas de milho, algodão e gergelim.</p>
<p>“O comportamento das chuvas é bastante errático”, explicou ao Terramérica Edgar Mayeregger, coordenador da Unidade de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura e Pecuária do Paraguai. “Existem lugares onde a produção está sendo salva e outros onde falta uma boa chuva generalizada para superar o problema”, afirmou. Para Mayeregger, a região está novamente sob influência do La Niña. “Houve previsões indicando que esta corrente tenderia a desaparecer (em janeiro e fevereiro), mas estamos tendo estes inconvenientes”, concluiu.</p>
<p>* A autora é correspondente da IPS. Com as colaborações de Maria Eduarda Mattar (Rio de Janeiro), Natalia Ruiz Díaz (Assunção) e Julieta Sokolowiz (Montevidéu).</p>

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		<title>Planeta Sustentável - Blog das Águas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 09:51:46 +0000</pubDate>
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		<title>Bendita Água! - Blog das Águas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 09:50:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nossas células precisam desse precioso líquido para realizar funções vitais - disso todos sabemos. Mas fica mais fácil entender por que não dá para viver sem ele acompanhando sua viagem dentro do corpo, desde o primeiro gole até a eliminação-  Por Angelo Massaine* - Revista Saúde! - 06/2007 
&#8220;Atenção, preparar&#8230; água!&#8221; Essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nossas células precisam desse precioso líquido para realizar funções vitais - disso todos sabemos. Mas fica mais fácil entender por que não dá para viver sem ele acompanhando sua viagem dentro do corpo, desde o primeiro gole até a eliminação</strong>-  Por Angelo Massaine* - Revista Saúde! - 06/2007 </p>
<p><strong>&#8220;Atenção, preparar&#8230; água!&#8221;</strong> Essa é a ordem do comandante cérebro depois de soar o alarme da <span id="more-984"></span>sede. </p>
<p>E então você leva um copo ou uma garrafa aos lábios e deixa escoar seu conteúdo. A água inunda a boca e segue goela abaixo. Que alívio! As moléculas de H2O, como uma cascata, descem pelo esôfago e deságuam no estômago. Literalmente. Até aqui poucas delas já se infiltraram no sangue. Só vão ser absorvidas mesmo no próximo estágio dessa jornada, o intestino delgado. É por meio da mucosa que reveste esse órgão que o líquido penetra para seguir o fluxo da correnteza. </p>
<p>A partir daí, as moléculas de H2O pegam carona no sangue que, por sinal, tem 83% do líquido em sua com posição e podem chegar a cada célula. <strong>&#8220;A água se difunde pelo corpo e não há fronteiras que barrem esse percurso&#8221;, </strong>conta o nefrologista Paulo Ayroza, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. </p>
<p><strong>&#8220;As células vivem num meio composto basicamente por água e sais&#8221;,</strong> acrescenta Gehrard Malnic, professor de fisiologia e biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Mas dois terços da água do nosso organismo estão dentro delas. Só o restante fica no chamado compartimento extracelular, ou seja, no plasma sangüíneo e no líquido intersticial. &#8220;O interstício é o arcabouço de sustentação das células, que é preenchido por uma substância aquosa&#8221;, define o biólogo Odair Aguiar Júnior, da Universidade Federal de São Paulo, campus Baixada Santista.</p>
<p><strong>A água representa entre 60% e 70% do peso do nosso corpo e ocupa 3/4 da superfície da Terra, ou quase 1,5 bilhão de m³ em volume. </strong> Parece muito, mas milhões de pessoas já enfrentam a falta de abastecimento. Daí a urgência de maior cuidado no manejo e no consumo. Ou enfrentaremos uma crise sem precedentes que porá em risco a saúde de toda a humanidade </p>
<p>Suponhamos que um grupo de moléculas de água navegue rumo às células da pele, que, segundo o dermatologista Paulo Notaroberto, do Rio de Janeiro, é composta por 70% do líquido. Para chegar lá ele entra nos capilares, vasos extremamente finos que o conduzem até o tal espaço intersticial. Dentro de instantes, graças a um processo químico denominado osmose, cada célula da derme receberá o gole necessário às suas funções. Como isso acontece? É a famosa passagem da água de um meio com menor concentração de sais para outro mais concentrado. Livres, as moléculas transpõem a membrana e&#8230; tchibum entram no citoplasma, uma espécie de recheio celular. &#8220;As reações que acontecem nas organelas, estruturas dentro das células, dependem da presença do líquido&#8221;, afirma Aguiar. </p>
<p>&#8220;Nosso corpo não é capaz de armazenar a água&#8221;, explica o clínico geral Jacob Faintuch, da Universidade de São Paulo. Por isso um número incontável de moléculas de H2O ganha o organismo e depois vai embora. O excedente se une às substâncias produzidas pelo nosso metabolismo que não são aproveitadas, como a uréia e a creatinina, e desemboca novamente na corrente sangüínea. </p>
<p>Então uma dupla poderosa entra em ação os rins, que filtram diariamente o equivalente a 180 litros de sangue. Eles capturam o excedente de H2O e também os resíduos resultantes do trabalho das células. &#8220;Esse par de órgãos é responsável ainda pelo equilíbrio de sódio e potássio do nosso corpo&#8221;, salienta Ayroza. </p>
<p>Quase todo esse volume filtrado, é claro, retorna à circulação. O que é retido se transforma em matéria-prima da urina. Quanto às moléculas de água que se dirigiram para a pele, elas não podem ficar lá para sempre. O líquido está sempre sendo absorvido, mas chega uma hora em que precisa dar adeus ao corpo. Isso pode acontecer de três maneiras: pelo suor, pela evaporação ou, retomando a corrente sangüínea, pela urina, como você já viu. </p>
<p><strong>2,5% da água do planeta é doce. Mas só 0,007% está facilmente disponível para o consumo humano. No Brasil, 14% da água é doce e 30% dela vem de fontes minerais</strong></p>
<p>Dos cálices renais a urina segue para o ureter, um tubo de 25 cm que a leva até a bexiga. Lá o líquido é armazenado até receber a mensagem de que precisa ser eliminado. E então é empurrado para a uretra, canal por onde será mandado para fora do corpo. Algum tempo depois, quando a boca secar de novo e o alerta for dado, o comandante não vai hesitar em cobrar outros goles.</p>
<p><strong>&#8220;A água é a molécula mais importante do corpo humano. Ela regula a temperatura e transporta os nutrientes&#8221;,</strong> afirma a nutricionista Anna Castilho, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. </p>
<p>Os resultados de uma boa hidratação também ficam à flor da pele. E aí podemos dizer que o grupo de moléculas de H2O que acompanhamos cumpriu mais uma missão. &#8220;Quando bem suprida de líquido, a pele fica menos propensa a alergias e infecções&#8221;, ressalta o dermatologista Notaroberto. O recado, portanto, é simples como beber um copo d&#8217;água: garanta que muito líquido continue banhando seu organismo por dentro. E muito importante faça o que estiver ao seu alcance para preservar as reservas naturais do planeta.</p>
<p><strong>OLHA, OLHA A ÁGUA MINERAL </strong><br />
Elas adquirem elementos químicos ao se infiltrar na natureza. Conheça alguns tipos conforme a composição: </p>
<p><strong>Alcalino-bicarbonatadas</strong><br />
Possuem, no mínimo, 0,200 g/l de bicarbonato de sódio. São consideradas digestivas e diuréticas. </p>
<p><strong>Alcalino-terrosas</strong><br />
Têm, no mínimo, 0,120 g/l de bicarbonato de cálcio. Também são tidas como digestivas e diuréticas. </p>
<p><strong>Alcalino-terrosas cálcicas</strong><br />
Apresentam 0,0048 g/l de cálcio. Ajudam na reposição do elemento no organismo. Quem tem intolerância à lactose pode consumi-la para diminuir os prejuízos da falta do leite. </p>
<p><strong>Alcalino-terrosas magnesianas</strong><br />
Contêm, no mínimo, 0,030 g/l de magnésio. Contam com propriedade laxante. </p>
<p><strong>Oligominerais</strong><br />
As com lítio atuam na hipófise e, portanto, podem beneficiar o crescimento. As fluoretadas, como o nome indica, têm flúor, o que ajuda a prevenir cáries. </p>
<p><strong>Ferruginosas </strong><br />
Apresentam, no mínimo, 0,005 g/l de ferro. Podem contribuir no combate à anemia. </p>
<p><strong>Sulfatadas</strong><br />
Contêm, no mínimo, 0,100 g/l de sulfato combinado com sódio, potássio ou magnésio.<br />
Têm propriedades laxantes. </p>
<p><strong>Sulforosas </strong><br />
Possuem, no mínimo, 0,001 g/l de enxofre. Favorecem as vias respiratórias. Por isso são<br />
utilizadas em inalações. </p>
<p><strong>Radioativas </strong><br />
Apesar do nome, são fracamente radioativas e não prejudicam a saúde. Contêm radônio e podem ter propriedades analgésicas e sedativas.</p>
<p><strong>CHEIAS DE GÁS </strong><br />
As águas gasosas podem ser naturais ou artificiais. Veja a diferença.<br />
As carbogasosas já brotam da terra com gás. É que elas se formam em solo de origem vulcânica ou com matéria orgânica em decomposição. O gás é retirado da água, tratado e, depois, reincorporado ao líquido pela indústria de bebidas. &#8220;Outras recebem gás alimentício, cuja origem é o CO2 da atmosfera&#8221; explica a farmacêutica e bioquímica Petra Sanchez. O rótulo informa se uma água é gaseificada artificialmente ou não. </p>
<p><strong>CUIDE DAS SUAS FONTES</strong><br />
Atenção nestas dicas de limpeza e manutenção de recipientes e filtros usados no dia-a-dia</p>
<p><strong>Galão</strong><br />
Lave com detergente e passe álcool com um papel-toalha na parte de cima. &#8220;Para evitar lodo<br />
no recipiente que sustenta o galão, use detergente, solução clorada e enxágüe&#8221;, ensina Débora Flosi, da SOS Cozinha, em São Paulo.</p>
<p><strong>Filtro de barro</strong><br />
Limpe primeiro com detergente. &#8220;Depois, use água sanitária para acabar com os germes&#8221;, orienta Débora. De seis em seis meses, troque a vela. </p>
<p><strong>Filtro de carvão ativado</strong><br />
Use apenas uma esponja com água. </p>
<p><strong>Purificador </strong><br />
Siga as instruções do fabricante. Se houver alteração no sabor da água, é sinal de que já passou da hora de trocar o filtro. </p>

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