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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Blog dos Eleitos</title><link>http://blogdoseleitos.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogdoseleitos" /><description>Pregando a Teologia Calvinista e Reformada</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</managingEditor><lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 18:34:44 PST</lastBuildDate><generator>Blogger</generator><atom:id xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441</atom:id><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">490</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogdoseleitos" /><feedburner:info uri="blogdoseleitos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>blogdoseleitos</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Onze Conselhos aos Pastores Iniciantes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/GjBHB58MTM4/onze-conselhos-aos-pastores-iniciantes.html</link><category>Ministério Pastoral</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:12:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-3187150953550598584</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s1600/Joel_Beeke.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dr. Joel Beeke&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
1. Ore, ore, ore. Jamais tome sobre si mesmo nenhuma responsabilidade da igreja sem temperá-la com oração. Lembre-se do conselho de John Bunyan: “Você pode fazer mais do que orar depois de ter orado, mas você não pode fazer nada mais do que orar até ter orado”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
2. Estude, estude, estude. Mantenha-se nos pastos verdejantes da verdade em seus estudos. Conserve o seu hebraico e o seu grego. Prepare os seus sermões com muito cuidado. Escreva alguns artigos ou alguns livros para aprimoramento pessoal. Participe de algumas das conferências e seminários de que vale a pena participar, tão comuns em vários locais hoje. Volte ao seminário para estudar um pouco mais. Faça questão de trabalhar de forma que sua mente seja expandida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
3. Pregue, pregue, pregue. Empregue o melhor da sua energia e vida, como Paulo, pregando Jesus Cristo (1 Co 2.2). Pregue com frequência. E quando o fizer, pregue de forma bíblica, doutrinária, experimental e prática. Pregue com paixão, apresentando a Palavra da vida “como um moribundo falando com outros moribundos”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
4. Seja um modelo, seja um modelo, seja um modelo. Seja um modelo da verdade bíblica para com sua esposa, sua família, para com os que trabalham com você na igreja, sua congregação, e para com seus vizinhos. Decida-se, como Thomas Boston, a espalhar o perfume de Cristo onde quer que você vá. Como Robert Murray M’Cheyne, ore que o Espírito Santo possa torná-lo tão santo na terra quanto é possível que um pecador perdoado seja santo. Ore para que sua vida seja uma “carta viva”, seus sermões sejam escritos em sua vida prática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
5. Delegue, delegue, delegue. Não dê aulas a todas as classes na sua igreja. Não seja o responsável pelo boletim dominical. Não tente regular e supervisionar todas as atividades dos seus colegas de trabalho. Delegue tudo o que for possível, de forma que você possa concentrar-se na oração, na pregação, no ensino, e no cuidado espiritual do rebanho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
6. Treine, treine, treine. Treine o seu povo para as funções de liderança nos diversos ministérios da igreja. Gaste tempo extra com os jovens que podem servir como futuros presbíteros e diáconos, ou como líderes de diferentes atividades. Pela graça do Espírito, “desenvolva” futuros líderes. À medida que você os treina, dê-lhes liberdade para usar os dons e oriente a visão deles tanto quanto possível. Todo o tempo empregado nisso será muito bem gasto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
7. Visite, visite, visite. Visite o seu rebanho fielmente – no hospital, em casa, e em toda hora de necessidade. Esteja presente quando precisarem de você. Sempre leia a Palavra e fale algumas poucas palavras edificantes sobre o texto, e ore em cada visita. Se você falhar nesse assunto, falhará em tudo mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
8. Ame, ame, ame. Muitos ministros falham porque negligenciam o amor às ovelhas. Ame e continue amando o seu povo por aquilo que são, e não pelo que você pensa que deveriam ser. Aceite-os como são e onde estão, e trabalhe com eles a partir desse ponto, sempre com paciência, lembrando que, se você não pode associar-se de forma amorosa com as pessoas onde elas estão, com o passar do tempo elas o rejeitarão. Considere-se como o tutor espiritual e o cuidador de uma grande família. Seja bondoso com cada um deles. Leve-os a sentir a sua preocupação por eles e por suas famílias. Faça perguntas que mostram o seu cuidado por eles. Regue-os com compaixão, quando estiverem em necessidade. À medida que o seu relacionamento cresce, sempre que for apropriado, não se acanhe de dizer-lhes que você os ama. E se você tiver inimigos na igreja, faça de tudo para amá-los também, como Jesus ordenou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
9. Desfrute, desfrute, desfrute. Considere como inacreditável honra e alegria o fato de ser embaixador de Deus. Edward Payson (1783-1827) disse que com frequência batia palmas de alegria durante seu estudo particular porque Deus o tinha chamado para o ministério sagrado da Sua Palavra. A obra do ministério é uma tarefa pesada, mas também é cheia de alegria. Aprenda a considerar como sua força a alegria do Senhor, em Cristo (Ne 8.10).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
10. Renove, renove, renove. Preste atenção à sua saúde. Viva em intimidade com Deus, alimente-se de Cristo, beba intensamente do Espírito. Tire tempo para descansar, para deixar de lado todos os fardos, e para abrir-se à luz da Palavra e à direção do Espírito Santo. Lembre-se de que você é um mero receptáculo ou vaso, e não a fonte das águas vivas. Você não consegue dar aos outros aquilo que não apanhou primeiro para si mesmo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;
11. Persevere, persevere, persevere. Quando chegarem as tribulações e os inimigos perseguirem, não seja um mercenário que abandona as ovelhas. Persevere no cuidado por elas. Fique firme. Confie em Eclesiastes 11.1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”.&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-color: transparent;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-color: transparent;"&gt;Dr. Joel Beeke&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent;"&gt;m: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/2012/02/onze-conselhos-aos-pastores-iniciantes.html" style="background-color: transparent;"&gt;Os Puritanos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-3187150953550598584?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/GjBHB58MTM4" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-02-04T07:16:57.237-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-bPz0d0Vxens/TfVYpINWdmI/AAAAAAAADco/NAW_HbAnkZY/s72-c/Joel_Beeke.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/02/onze-conselhos-aos-pastores-iniciantes.html</feedburner:origLink></item><item><title>Podcast do Eleitos de Deus. Como funciona?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/o5UB9B8ME5k/podcast-do-eleitos-de-deus-como.html</link><category>Podcast</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 28 Jan 2012 06:07:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-3760505426329217569</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hQIjpfgSDfg/TyP3k--dcdI/AAAAAAAABJE/RG8m24ZQ-xg/s1600/podcast_eleitosdedeus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-hQIjpfgSDfg/TyP3k--dcdI/AAAAAAAABJE/RG8m24ZQ-xg/s1600/podcast_eleitosdedeus.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estamos com mais um canal de informação e divulgação da fé calvinista e reformada. O site &lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/" target="_blank"&gt;Eleitos de Deus &lt;/a&gt;criou um canal de &lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/podcast" target="_blank"&gt;Podcast&lt;/a&gt; onde o internauta poderá ouvir as mensagens em áudio mp3 diretamente do site, baixá-los para o computador ou ouví-los através do &lt;a href="http://www.baixaki.com.br/download/itunes.htm" target="_blank"&gt;iTunes&lt;/a&gt;, gerenciador multimídia da Apple.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é um Podcast?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podcast é o nome dado ao arquivo de áudio digital, frequentemente em formato MP3 ou AAC (este último pode conter imagens estáticas e links), publicado através de podcasting na internet e atualizado via RSS.
 Também pode se referir a série de episódios de algum programa quanto à 
forma em que este é distribuído. A palavra é uma junção de Pod-Personal On Demand (numa tradução literal, pessoal sob demanda) retirada de iPod e broadcast (transmissão de rádio ou televisão). O podcast em vídeo chama-se "videocast", frequentemente em arquivo formato MP4.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O "podcast" surge então como um novo recurso tecnológico, um canal de 
comunicação informal de grande utilidade, que permite a transmissão e 
distribuição de noticias, áudios, vídeos e informações diversas na 
internet, o que contribui para a disseminação da informação de maneira 
fácil, rápida e gratuita. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Como ouvír um Podcast?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No próprio site, há um player onde será reproduzido o podcast. Mas, caso não queira ouví-lo, há um link para o download do podcast e você poderá ouvir no seu pc. Você poderá ouví-lo em seu mp3, celular ou qualquer outro dispositivo compatível.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para receber podcasts em seu computador, o usuário deve instalar um 
agregador de informação em seu micro. Atualmente, um dos mais populares é
 o software gratuito &lt;a href="http://www.apple.com/itunes/podcasts/" target="_blank"&gt;iTunes&lt;/a&gt;, da Apple, que atualiza os programas selecionados pelo usuário. &lt;a href="http://www.ipodder.org/whatIsIpodder" target="_blank"&gt;iPodder&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://geekswithblogs.net/lance/articles/PPR.aspx" target="_blank"&gt;Primetime Podcast Receiver&lt;/a&gt; também estão entre as opções.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-27stxVs53hc/TyP91K5s3WI/AAAAAAAABJk/WhIk-di1d7Y/s1600/itunes1.JPG" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://1.bp.blogspot.com/-27stxVs53hc/TyP91K5s3WI/AAAAAAAABJk/WhIk-di1d7Y/s400/itunes1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem 1&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AHnXlUGld4k/TyP-dkkUpkI/AAAAAAAABJ8/LBbU_5GQS4o/s1600/itunes2.JPG" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-AHnXlUGld4k/TyP-dkkUpkI/AAAAAAAABJ8/LBbU_5GQS4o/s1600/itunes2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem 2&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jaVFvJ2aZUg/TKVATvNQAnI/AAAAAAAAAt0/q9H56w5yPGw/s1600/emaus_pentecostes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-jaVFvJ2aZUg/TKVATvNQAnI/AAAAAAAAAt0/q9H56w5yPGw/s1600/emaus_pentecostes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Podem-se suscitar diversas objeções de natureza teológica contra a afirmação de que a revelação e os dons relativos à nova revelação cessaram. Tais objeções podem ser amplamente colocadas nestas três categorias:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
1) Objeta-se que uma asseveração geral de que a revelação, hoje, cessou tem o efeito de limitar à Deus. É justo restringir a Deus, dizendo que Ele não pode comunicar-se com alguém por meio de revelação direta, caso Ele assim o queira? Não seria porventura uma atitude de presunção, sob quaisquer circunstâncias, limitar a Deus? Naturalmente que sim. Seria uma completa presunção por parte de alguém pressupor que poderia limitar a Deus. Ninguém tem o poder nem a autoridade de restringir a Deus em qualquer aspecto. No entanto, um antigo instrumento para instruir crianças pode oferecer um importante discernimento nesta matéria. O catecismo para as crianças em seu primeiro período de instrução pergunta: "Deus pode fazer alguma coisa?" A resposta contém certa profundidade que nem mesmo o mais sofisticado adulto deixaria de apreciar: "Sim, Deus pode fazer tudo segundo sua santa vontade."? Se Deus decidiu revelar-se de acordo com certo padrão, não significa limitar a Deus afirmar o que o próprio Senhor determina a esse respeito. Se Ele determina que o melhor para manter seu povo unido é requerendo dEle que busque fazer a vontade divina a partir de uma única fonte objetivamente conhecida, para o bem de todos, não seria para que o homem se proponha fazer a vontade divina, conhecida através de milhares de diferentes fontes individuais separadas pelo tempo e o espaço umas das outras?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não significa limitar a Deus afirmar que a operação de milagres, como retratada no Novo Testamento, não ocorre hoje, se Deus mesmo determinou que esses sinais, atestando Cristo e seus apóstolos, têm servido seu propósito, ao confirmar uma vez por todas a verdade fundamenta necessária para o avanço da vida da igreja de Cristo. Suas poderosas obras realizadas entre os homens hoje são óbvias em todos os aspectos. Mas sua operação contínua no mundo de hoje não implica necessariamente que Ele pretenda dar prosseguimento às atividades miraculosas relativas a novas revelações. Ninguém pode limitar a Deus. Seria tanto blasfemo quanto presunçoso tentar restringir o Onipotente. A fé nEle, porém, não hesitará em afirmar que Ele agirá consistentemente em consonância com suas próprias intenções declaradas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
 &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2) Objeta-se que os pagãos de hoje carecem do poder confirmador de sinais, maravilhas, profecia e línguas, justamente como o fizeram os pagãos do primeiro século. Por que seriam os homens de hoje negados as experiências revelacionais que poderiam ser instrumento para trazê-los à fé salvífica? Uma vez mais, porém, o padrão estabelecido na própria Palavra do Senhor deve ter precedência sobre as suposições hipotéticas engendradas pelas imaginações humanas. Seria de acordo com a Escritura afirmar que os dons extraordinários de profecia, línguas e milagres tiveram sua principal manifestação entre os pagãos que jamais ouviram? Ou não seria mais conclusivo, à luz dos fatos como registrados na Escritura, que os sinais miraculosos ocorreram, antes, entre aqueles que já haviam sido identificados como povo de Deus?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
 &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sim, os pagãos ficaram amedrontados quando Paulo lançou ao fogo a peçonhenta serpente sem que a mesma lhe fizesse qualquer mal com sua mordedura (At 28.3-6). Sim, a igreja de Corinto pode ser caracterizada como uma Igreja predominantemente gentílica, na qual as línguas serviram de sinal para os incrédulos que acorriam às reuniões (1 Co 14.22). Mas era nas assembléias do povo de Deus que esses dons se manifestavam, não entre os pagãos que nada haviam ouvido. A esmagadora evidência aponta para o fato de que os dons de natureza revelacionaI funcionaram mais extensivamente entre as igrejas estabelecidas, confirmando a vontade de Deus entre seu povo, e não maravilhas operadas ante os olhos do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
3) É a proclamação da verdade que toma os pecadores livres. Uma geração má e perversa busca basear sua fé no miraculoso, em vez de baseá-la na verdade de Deus claramente expressa (Lc 11.29). O Espírito Santo não necessita de milagres para convencer os homens em seus corações quanto à veracidade da Palavra de Deus, e nem devemos imaginar que Ele o faça.  Uma fé vigorosa no poder da verdade do evangelho valerá muito mais para a salvação dos pecadores do que confiança nas obras miraculosamente deslumbrantes. O padrão estabelecido e o ensino explícito da Escritura consistem em que a clara proclamação da verdade é o método mais eficaz para a difusão do evangelho do que a operação de maravilhas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;b&gt;O. Palmer Robertson&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

Em: &lt;i&gt;A Palavra Final - Resposta Bíblica à Questão das Línguas e Profecias Hoje,&lt;/i&gt; Ed. Os Puritanos, pág. 89-91.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-5507022587315652324?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/u_i3JQdnmDM" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-01-28T09:20:47.358-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-jaVFvJ2aZUg/TKVATvNQAnI/AAAAAAAAAt0/q9H56w5yPGw/s72-c/emaus_pentecostes.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/01/objecoes-ao-conceito-da-cessacao-da.html</feedburner:origLink></item><item><title>Os Cinco Pontos do Calvinismo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/ReByYT7A4X0/os-cinco-pontos-do-calvinismo.html</link><category>Perseverança dos Santos</category><category>Expiação Limitada</category><category>Calvinismo</category><category>TULIP</category><category>Graça Irresistível</category><category>Eleição</category><category>Depravação Total</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sun, 15 Jan 2012 08:37:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-7572061129929493036</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oCPIi39NiT4/TxMAxdp5VHI/AAAAAAAABIw/tkfotrwbdr8/s1600/5_points_of_calvinism___tulip_by_jlel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-oCPIi39NiT4/TxMAxdp5VHI/AAAAAAAABIw/tkfotrwbdr8/s400/5_points_of_calvinism___tulip_by_jlel.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Embora o calvinismo não seja resumido somente aos famosos 5 Pontos (tulip), creio que uma idéia resumida dos principais pontos quanto à soteriologia (doutrina da salvação) da teologia reformada (calvinista) possa dar uma ajuda aos interessados. Eis aqui, então, um resumo dos famosos cinco pontos do calvinismo dispostos no histórico acróstico TULIP.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;TULIP&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acróstico formado pelas iniciais, em inglês, das cinco doutrinas reformadas da salvação, conhecidas também como as Doutrinas da Graça.&lt;/div&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Depravação Total (Total Depravity)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eleição Incondicional (Unconditional Election)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Expiação Limitada (Limited Atonement)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Graça Irresistível (Irresistible Grace)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Perseverança dos Santos (Perseverance of the Saints)&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Depravação Total&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Bíblia diz que Deus criou o primeiro homem, Adão, à Sua imagem e semelhança. Deus fez um pacto com esse homem a fim de que, através da obediência aos Seus mandamentos, este pudesse obter vida. Contudo, o homem falhou desobedecendo a Deus deliberadamente, fazendo uso do seu livre-arbítrio, rebelando-se contra o seu Criador. Este pecado inicial de desobediência (conhecido como a Queda do Homem) resultou em morte espiritual e ruptura na ligação de sua alma com Deus, o que mais tarde trouxe também sua morte física. Sendo Adão o representante de toda a raça humana, todos caímos com ele e fomos afetados pela mesma corrupção do pecado. Tornamo-nos objetos da justa ira de Deus e a morte passou a todos os homens.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Toda a humanidade herdou a culpa do pecado de Adão e por isso todos nascemos totalmente depravados e espiritualmente mortos. A morte espiritual não quer dizer que o espírito humano esteja inativo, mas sim que o homem é culpado (tem um passado manchado) e corrupto (possui uma natureza má). A depravação total não quer dizer que os homens são intensivamente maus (que somos tão maus quanto poderíamos ser), mas sim que somos extensivamente maus (todo o nosso ser, intelecto, emoções e vontade estão corrompidos pelo pecado).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A depravação total também significa que o homem possui uma inabilidade total para restaurar o relacionamento com seu Criador. Por causa da depravação, o homem natural, por si mesmo, é totalmente incapaz de crer verdadeiramente em Deus. O pecador está morto, cego e surdo para as coisas espirituais. Desde a Queda o homem perdeu o seu livre-arbítrio e passou a ser escravo de sua natureza corrompida e por isso ele é incapaz de escolher o bem em questões espirituais. Todas as falsas religiões são tentativas do homem de construir para si um deus que lhe seja propício. Porém, todas essas tentativas erram o alvo, pois o homem natural por si mesmo não quer buscar o verdadeiro Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Devido ao estado de depravação do homem, se Deus não tomasse a iniciativa de salvá-lo, ele continuaria morto eternamente. O homem natural sem o conhecimento de Deus jamais chegará a este conhecimento se Deus não ressuscitá-lo espiritualmente através de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Gn 2:17; Gn 6:5; Gn 8:21 / 1Rs 8:46 / Jo 14:4 / Sl 51:5 / Sl 58:3 / Ec 7:20 Is 64:6 / Jr 4:22; Jr 9:5-6; Jr 13:23; Jr 17:9 / Jo 3:3; Jo 3:19; Jo 3:36;Jo 5:42; Jo 8:43,44 / Rm 3:10-11; Rm 5:12; Rm 7:18, 23; Rm 8:7 /1Co 2:14 / 2Co 4:4 / Ef 2:3 / Ef 4:18 / 2Tm 2:25-26 / 2Tm 3:2-4 / Tt 1:15&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Eleição Incondicional&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Devido ao pecado de Adão, seus descendentes entram no mundo como pecadores culpados e perdidos. Como criaturas caídas, elas não têm desejo de ter comunhão com o seu Criador. Deus é santo, justo e bom, ao passo que os homens são pecaminosos, perversos e corruptos. Deixados à sua própria escolha, os homens inevitavelmente seguem seu coração corrupto e criam ídolos para si. Conseqüentemente, os homens têm se desligado do Senhor dos céus e têm perdido todos os direitos de Seu amor e favor. Teria sido perfeitamente justo para Deus ter deixado todos os homens em seus pecados e miséria e não ter demonstrado misericórdia a quem quer que seja. É neste contexto que a Bíblia apresenta a eleição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A eleição incondicional significa que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu certos indivíduos dentre todos os membros decaídos da raça humana e os predestinou para serem o objeto de Seu imerecido amor e para trazê-los ao conhecimento de Si mesmo. Esses, e somente esses, Deus propôs salvar da condenação eterna. Deus poderia ter escolhido salvar todos os homens (pois Ele tinha o poder e a autoridade para fazer isso), ou Ele poderia ter escolhido não salvar ninguém (pois Ele não tem a obrigação de mostrar misericórdia a quem quer que seja), porém não fez uma coisa nem outra. Ao invés disso, Ele escolheu salvar alguns e excluir (preterir) outros. Sua eterna escolha de determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os que não foram escolhidos foram preteridos e deixados às suas próprias inclinações e escolhas más para serem punidos pelos seus pecados. Não cabe à criatura questionar a justiça do Criador por não escolher todos para a salvação. Deve-se ter em mente que, se Deus não tivesse graciosamente escolhido um povo para Si mesmo e soberanamente determinado prover-lhe e aplicar-lhe a salvação, ninguém seria salvo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Dt 4:37; Dt 7:7-8 / Pv 16:4 / Mt 11:25; Mt 20:15-16; Mt 22:14 / Mc 4:11-12 Jo 6:37; Jo 6:65; Jo 12:39-40; Jo 15:16 / At 5:31; At 13:48; At 22:14-15 /Rm 2:4; Rm 8:29-30; Rm 9:11-12; Rm 9:22-23; Rm 11:5; Rm 11:8-10 /Ef 1:4-5; Ef 2:9-10 / 1Ts 1:4; 1Ts 5:9 / 2Ts 2:11-12; 2Ts 3:2/ 2Tm 2:10,19/1 Pe 2:8 / 2 Pe 2:12 / Tt 1:1 / 1Jo 4:19 / Jd 1:3-4 / Ap 13:8; Ap 17:17&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Expiação Limitada&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Embora Deus tenha resolvido salvar da condenação um certo número de homens, Sua santidade e justiça exigem que o pecado seja punido. Como os escolhidos de Deus são pecadores, uma expiação completa e perfeita era necessária. Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, suportou o castigo merecido pelos pecadores e obteve a Salvação para os Seus eleitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A eleição em si não salvou ninguém; apenas destacou alguns pecadores para a salvação. Os que foram escolhidos por Deus Pai e dados ao Filho precisavam ser redimidos para serem salvos. Para assegurar sua redenção, Jesus Cristo veio ao mundo e tomou sobre Si a natureza humana para que pudesse identificar-se com os Seus eleitos e agir como seu representante ou substituto. Cristo, agindo em lugar do Seu povo, guardou perfeitamente a lei de Deus e dessa forma produziu uma justiça perfeita a qual é imputada aos eleitos ou creditada a eles no momento em que são trazidos à fé nele. Através do que Cristo fez, esse povo é constituído justo diante de Deus. Os eleitos são libertos da culpa e condenação como resultado do que Cristo sofreu por eles. Através do Seu sacrifício substitutivo, Jesus sofreu a penalidade dos pecados dos eleitos e assim removeu a culpa deles para sempre. Por conseguinte, quando Seu povo é unido a Ele pela fé, é-lhe creditada perfeita justiça pela qual ficam livres da culpa e condenação do pecado. São salvos não pelo que fizeram ou irão fazer, mas tão somente pela fé na obra redentora de Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A obra redentora de Cristo foi definida em desígnio e realização. Foi planejada para render completa satisfação em favor de certos pecadores específicos e, de fato, assegurou a salvação para esses indivíduos e para ninguém mais. A salvação que Cristo adquiriu para o Seu povo inclui tudo que está envolvido no processo de trazê-los a um correto relacionamento com Deus, incluindo os dons da fé e do arrependimento. Deus não deixou aos pecadores a decisão se a obra de Cristo será ou não efetiva. Pelo contrário, todos aqueles por quem Cristo morreu serão infalivelmente salvos. A redenção, portanto, foi designada para cumprir o propósito divino da eleição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS BÍBLICAS: 1Sm 3:14 / Is 53:11-12 / Mt 1:21; Mt 20:28; Mt 26:28 / Jo 10:14-15 /Jo 11:50-53; Jo 15:13; Jo 17:6,9,10 / At 20:28 / Rm 5:15 / Ef 5:25 / Tt 3:5 /Hb 9:28 / Ap 5:9&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Graça Irresistível&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Cada membro da Trindade divina – Pai, Filho e Espírito Santo – participa e contribui para a salvação dos pecadores eleitos. Deus Pai, antes da fundação do mundo, selecionou aqueles que iriam ser salvos e deu-os ao Filho para serem o Seu povo. Na época oportuna o Filho veio ao mundo e assegurou a redenção desse povo. Mas esses dois grandes atos – a eleição e a redenção – não completam a obra da salvação, pois está incluída no plano divino para a recuperação do pecador perdido a obra renovadora do Espírito Santo, pela qual os benefícios da obediência e da morte de Cristo são aplicados ao eleito. A Graça Irresistível ou Eficaz significa que o Espírito Santo nunca falha em trazer à salvação aqueles pecadores que Ele pessoalmente chama a Cristo. Deus aplica inevitavelmente a salvação a todo pecador que tencionou salvar, e é Sua intenção salvar todos os eleitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O apelo do evangelho estende uma chamada à salvação a todo que ouve a mensagem. Ele convida a todos os homens, sem distinção, a beber da água da vida e viver. Ele promete salvação a todo que se arrepender e crer. Mas essa chamada geral externa, estendida igualmente ao eleito e ao não eleito, não trará pecadores a Cristo. Por que? Porque os homens estão, por natureza, mortos em pecado e debaixo de seu poder. Eles são, por si mesmos, incapazes de abandonar os seus maus caminhos e se voltarem a Cristo, para receber misericórdia. Nem podem e nem querem fazer isso. Conseqüentemente, o não regenerado não vai responder à chamada do evangelho para arrepender-se e crer. Nenhuma quantidade de ameaças ou promessas externas fará um pecador cego, surdo, morto e rebelde se curvar perante Cristo como Senhor e olhar somente para Ele para a salvação. Tal ato de fé e submissão é contrário à natureza do homem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por isso, o Espírito Santo, para trazer o eleito de Deus à salvação, estende-lhe uma chamada especial interna em adição à chamada externa contida na mensagem do evangelho. Através dessa chamada especial, o Espírito Santo realiza uma obra de graça no pecador que inevitavelmente o traz à fé em Cristo. A mudança interna operada no pecador eleito o capacita a entender e crer na verdade espiritual.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No campo espiritual, são lhe dados olhos para ver e ouvidos para ouvir. O Espírito Santo cria no pecador eleito um novo coração e uma nova natureza. Isto é realizado através da regeneração (novo nascimento), pela qual o pecador é feito filho de Deus e recebe a vida espiritual. Sua vontade é renovada através desse processo, de forma que o pecador vem espontaneamente a Cristo por sua própria e livre escolha.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Jr 24:7 / Ez 11:19-20; Ez 36:26-27 / Mt 16:17 / Jo 1:12-13; Jo 5:21; Jo 6:37; Jo 6:44-45 / At 16:14; At 18:27 / 1Co 4:7 / 2Co 5:17 / Gl 1:15 / Rm 8:30 / Ef 1:19-20 / Cl 2:13 / 2Tm 1:9 / 1Pe 2:9; 1Pe 5:10 / Hb 9:15&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perseverança dos Santos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os eleitos não são apenas redimidos por Cristo e regenerados pelo Espírito; eles são mantidos na fé pelo infinito poder de Deus. Todos os que são unidos espiritualmente a Cristo, através da regeneração, estão eternamente seguros nEle. Nada os pode separar do eterno e imutável amor de Deus. Foram predestinados para a glória eterna e estão, portanto, assegurados para o céu. A perseverança dos santos não significa que todas as pessoas que professam a fé cristã estão garantidas para o céu. Somente os santos – os que são separados pelo Espírito – é que perseveram até o fim. São os crentes – aqueles que recebem a verdadeira e viva fé em Cristo – os que estão seguros e salvos nele. Muitos que professam a fé cristã desistem no meio do caminho, mas eles não desistem da graça, pois nunca estiveram na graça. A perseverança dos santos está diretamente ligada à santificação, que é o processo pelo qual o Espírito Santo torna os eleitos cada vez mais semelhantes a Jesus Cristo em tudo o que fazem, pensam e desejam. A luta dos crentes contra o pecado dura toda a vida e, às vezes, eles podem cair em tentações e cometer graves pecados, mas esses pecados não os levam a perder a salvação ou a afastar-se de Cristo.A Bíblia diz que o povo de Deus recebe a vida eterna no momento em que crê. São guardados pelo poder de Deus mediante a fé e nada os pode separar do Seu amor. Foram selados com o Espírito Santo que lhes foi dado como garantia de sua salvação e, desta forma, estão assegurados para uma herança eterna.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Is 54:10 / Jr 32:40 / Mt 18:14 / Jo 6:39; Jo 6:51; Jo 10:27-29 / Rm 5:8-10; Rm 8:28-32, Rm 8:34-39; Rm 11:29 / Gl 2:20 / Ef 4:30 / Fp 1:6 / Cl 2:14 /2Ts 3:3 / 2Tm 2:13,19 / Hb 7:25; Hb 10:14 / 1Pe 1:5 / 1Jo 5:18 / Ap 17:14&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Fonte: &lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/calvinismo/tulip-cinco-pontos-calvinismo.html#axzz1jXnsuYH1" target="_blank"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7572061129929493036?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=ReByYT7A4X0:rAYR5tkyFlE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/ReByYT7A4X0" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-01-15T13:37:45.468-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-oCPIi39NiT4/TxMAxdp5VHI/AAAAAAAABIw/tkfotrwbdr8/s72-c/5_points_of_calvinism___tulip_by_jlel.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/01/os-cinco-pontos-do-calvinismo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Por Que Devemos Ser Explicitamente Teológicos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/d8NvspEQHyU/por-que-devemos-ser-explicitamente.html</link><category>Igreja</category><category>Pregações Teológicas</category><category>Vida Cristã</category><category>Espiritualidade</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 01:10:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-3869974407617272512</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mvVJB7ql5iE/Tw_0aRXVQtI/AAAAAAAABIo/uK7De8QSyPc/s1600/DeYoung.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-mvVJB7ql5iE/Tw_0aRXVQtI/AAAAAAAABIo/uK7De8QSyPc/s320/DeYoung.jpg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se não me engano, nossa igreja tem 
uma reputação de ser bastante teológica. Sei que por isso muitas pessoas
 têm vindo à nossa igreja. E imagino por que algumas pessoas têm saído 
dela, ou nem sequer nos procuraram. Mas nenhuma igreja deveria se 
desculpar por falar e gostar de teologia. Contudo – isto é uma 
importante advertência – se somos arrogantes com a nossa teologia, se a 
nossa paixão doutrinária é simplesmente um objetivo intelectual 
eticamente duvidoso, ou se somos completamente desproporcionais em 
nossos afetos para com outras doutrinas não tão consideráveis, então que
 o Senhor nos repreenda. Não devemos ficar surpresos se a teologia 
receber uma péssima classificação em tais circunstâncias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas 
quando se trata de pensar, alegrar-se e edificar uma igreja sobre 
fundamentos bíblicos saudáveis, deveríamos todos desejar uma igreja 
profundamente teológica. Eu poderia citar muitos motivos para pregar 
teologicamente e muitos motivos para pastorear uma congregação que ama 
teologia. Vou citar seis:&lt;/div&gt;
&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;Deus se nos revelou na sua palavra e
 nos deu o seu Espírito para que pudéssemos compreender a verdade. 
Obviamente, não precisamos dominar todos os temas das Escrituras para 
sermos cristãos. Deus é gracioso para salvar muitos de nós com falhas de
 discernimento. Mas se temos uma Bíblia, sem mencionar os empecilhos 
materiais quando se trata de recursos impressos, por que não gostaríamos
 de entender o máximo possível da auto-revelação de Deus? Teologia é 
saber mais de Deus. Você não gostaria que sua igreja conhecesse mais de 
Deus?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Novo Testamento dá muito valor ao discernimento entre a 
verdade e o erro. Há um depósito de verdade que deve ser resguardado. 
Falsos ensinamentos devem ser lançados fora. Os bons ensinamentos devem 
ser promovidos e defendidos. Isso não acontece com alguns candidatos a 
Ph.D. insensíveis que se consomem diante de microfichas. Foi a paixão 
dos Apóstolos e do próprio Senhor Jesus que elogiou a igreja em Éfeso 
por ser intolerante com os falsos mestres e que odiava o comportamento 
dos Nicolaitas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os mandamentos morais do Novo Testamento são 
fundamentados em proposições teológicas. Tantas epístolas de Paulo têm 
uma estrutura dupla. Os capítulos iniciais apresentam doutrina e os 
capítulos posteriores nos exortam à obediência. Doutrina e vida estão 
sempre conectadas na Bíblia. É por causa das misericórdias de Deus, à 
vista de todas as realidades sólidas teológicas em Romanos 1-11, que 
somos convocados a entregar nossas vidas como sacrifícios vivos em 
Romanos 12. Conheça a doutrina, conheça a vida. Nenhuma doutrina, 
nenhuma vida.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Categorias teológicas nos capacitam mais e nos 
fazem regozijar mais profundamente na glória de Deus. Verdades simples 
são maravilhosas. É bom cantar hinos simples como "Deus é bom. Sempre!" 
Se você cantar isso com fé sincera, o Senhor se agrada. Mas ele também 
se agrada quando podemos cantar e orar sobre exatamente &lt;i&gt;como&lt;/i&gt; 
ele tem sido bom conosco no plano da salvação e no alcance da história 
da salvação. Ele se agrada quando nos gloriamos na obra completa de 
Cristo, quando descansamos em sua providência todo-abrangente, e nos 
maravilhamos na sua infinitude e auto-existência; quando podemos nos 
deleitar em sua santidade e meditar na sua Trindade e Unidade e nos 
maravilhar com sua onisciência e onipotência. Estas categorias 
teológicas não têm a intenção de nos encher a cabeça, mas nos dar 
corações maiores que adoram com mais profundidade e sermos mais altos 
porque pudemos ver melhor o que há em Deus.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A teologia nos ajuda
 e nos ensina a nos regozijar mais profundamente nas bênçãos que são 
nossas em Cristo. Repito, é doce saber que Jesus nos salva dos nossos 
pecados. Não há notícia melhor do que essa no mundo. Mas como seu 
deleite será mais completo e mais profundo se você compreender que a 
salvação significa eleição pela graça de Deus, expiação para cobrir seus
 pecados, propiciação para desviar a ira divina, redenção para comprá-lo
 para Deus, justificação diante do trono do julgamento de Deus, adoção 
na família de Deus, santificação constante pelo Espírito, e glorificação
 prometida no fim dos tempos. Se Deus nos deu tantas e tão variadas 
bênçãos multiplicadas em Cristo, não lhe ajudaria a honrá-lo 
compreendendo quais são elas?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Até mesmo (ou seria &lt;i&gt;especialmente&lt;/i&gt;) os que não são cristãos precisam de boa teologia. Eles não se entusiasmam quando ouvem uma pregação &lt;i&gt;ordo salutis&lt;/i&gt;
 seca. Mas quem deseja pregações secas seja sobre lá o que for? Se você 
pode falar de maneira simpática, apaixonada, e simplesmente sobre as 
bênçãos da vocação verdadeira, da regeneração e da adoção, e sobre como 
todas essas bênçãos que se encontram em Cristo, e sobre como a vida 
cristã é nada mais nem menos do que aquilo que somos em Cristo, e como 
isto significa que Deus realmente deseja que sejamos sinceros, quando 
nascidos de novo e não como éramos nascidos no pecado – se você der tudo
 isso aos que anão são cristãos, e o der explicitamente, você lhes dará 
uma porção de teologia. E, se o Espírito de Deus estiver operando, eles 
poderão simplesmente voltar para buscar mais.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não existem motivos para qualquer igreja ser algo menos do que 
robustamente teológica. As igrejas continuarão sendo de todos os 
formatos e tamanhos. Mas "sem teologia", ou pior, "anti-teológicas" elas
 não deveriam ser.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Kevin DeYoung&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Em: &lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=378" target="_blank"&gt;Editora Fiel&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
_________________________ &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;i&gt;Kevin DeYoung é o pastor da 
University Reformed Church em East Lasing, MI, EUA. Obteve sua graduação
 pelo Hope College e seu mestrado pelo Gordon-Conwell Theological 
Seminary. É autor de diversos livros, preletor em conferências 
teológicas e pastorais, é cooperador do ministério "&lt;a href="http://thegospelcoalition.org/" target="_blank"&gt;The Gospel Coalition&lt;/a&gt;" e mantém um Blog na internet "&lt;a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/kevindeyoung/" target="_blank"&gt;DeYoung, restless and reformed&lt;/a&gt;". Kevin é casado com Trisha com quem tem 4 filhos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Traduzido por: Yolanda Mirdsa Krievin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright © Kevin DeYoung 2011&lt;br /&gt;Copyright © Editora Fiel 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-3869974407617272512?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=d8NvspEQHyU:x3wZ5cZCzzc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/d8NvspEQHyU" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-01-13T06:12:49.169-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-mvVJB7ql5iE/Tw_0aRXVQtI/AAAAAAAABIo/uK7De8QSyPc/s72-c/DeYoung.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/01/por-que-devemos-ser-explicitamente.html</feedburner:origLink></item><item><title>Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser assassinado em segredo a qualquer momento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/gZeutaUTtLo/pastor-iraniano-yousef-nadarkhani-pode.html</link><category>Perseguição Religiosa</category><category>Irã</category><category>Pastor Yousef Nadarkhani</category><category>Cristianismo</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 00:52:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-1298007188245987097</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wqU8ULhVDaQ/ToOdu6bvLWI/AAAAAAAABDE/ud2-M3nmImo/s1600/Iran_Yousef_Nadarkhani.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-wqU8ULhVDaQ/ToOdu6bvLWI/AAAAAAAABDE/ud2-M3nmImo/s1600/Iran_Yousef_Nadarkhani.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O pastor iraniano Yousseff Nadarkhani está preso desde 2009 sob a acusação de apostasia, por ter se desligado do Islã e se convertido ao cristianismo. Especialistas afirmam que, de acordo com a forma que o Irã costuma executar suas leis, o pastor pode ser morto a qualquer momento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo especialistas o governo do Irã está atrasando a conclusão do caso para dispersar a atenção que ele tem recebido internacionalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As autoridades muçulmanas do país chegaram a dar ao jovem pastor uma alternativa: a de renunciar ao cristianismo para voltar ao islamismo, assim todas as acusações que pesam sobre ele seria retiradas. Porém Nadarkhani não aceitou negar sua fé em Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora novas preocupações surgem em torno do caso do jovem pastor. Jason DeMars, fundador do ministério Present Truth afirmou que “Não existem garantias de que ele [Yousseff Nadarkhani ] não será executado na prisão”. Segundo a CBN News DeMars afirma que “Pode acontecer a qualquer momento. Este é o caminho que o governo iraniano faz para executar pessoas. Eles não dão aviso prévio e fazem tudo em segredo”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Autoridades internacionais continuam se manifestando sobre o caso, como Hillary Clinton, secretária do Estado americano que se posicionou contrária a sentença recebida pelo pastor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-iraniano-yousef-nadarkhani-pode-assassinado-segredo-qualquer-momento-29169.html" target="_blank"&gt;Gospel+ &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-1298007188245987097?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=gZeutaUTtLo:chyt9kle_n8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/gZeutaUTtLo" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-01-11T05:52:48.815-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-wqU8ULhVDaQ/ToOdu6bvLWI/AAAAAAAABDE/ud2-M3nmImo/s72-c/Iran_Yousef_Nadarkhani.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/01/pastor-iraniano-yousef-nadarkhani-pode.html</feedburner:origLink></item><item><title>Será que a Apologética leva o crente a se perder?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/kAZBiurgoko/sera-que-apologetica-leva-o-crente-se.html</link><category>Defesa da Fé</category><category>Apologética</category><category>Doutrina Bíblica</category><category>Ensinos</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sun, 01 Jan 2012 04:19:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-5242500276966997906</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-j2nGjh4nKac/TwBO1IpyEUI/AAAAAAAABIg/o_lHsghpApA/s1600/HERMEN%257E1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-j2nGjh4nKac/TwBO1IpyEUI/AAAAAAAABIg/o_lHsghpApA/s320/HERMEN%257E1.JPG" width="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Muitos têm feito essa afirmação: “quem se mete em apologética termina se perdendo”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ora, o maior apologista que já existiu foi o próprio Jesus Cristo, pois Ele foi quem mais defendeu a fé contra os ataques dos religiosos, e ensinou a importância da fidelidade ao que está escrito, pois em Sua própria tentação defendeu-se utilizando a Escritura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os apóstolos deixaram grandes ensinos apologéticos, como Judas que fez uma carta inteira que é denominada como um chamado ao combate cristão; Pedro que exorta a sabermos responder com mansidão e temor aos questionamentos que nos são feitos, santificando a Cristo em nossos corações em primeiro lugar; Paulo que todos os dias estava nas praças das cidas para debater com os filósofos, aos sábados nas sinagogas para debater com os judeus e aos domingos reunindo-se com os irmãos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não vejo a apologética como uma ferramenta que desvia o crente do caminho, mas uma ferramenta que faz com que estejamos sempre alertas, vigilantes e sóbrios contras as armadilhas, ou melhor, contra as centenas ou milhares de armadilhas que são postas em nossos caminhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Normalmente, aqueles que se opõem a apologética são os mesmo que têm ensinado heresias e distorções e temem que suas máscaras caiam e sejam confrontados com a verdade da Escritura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A apologética não deve servir para formar um exército de “xiitias” evangélicos que saem por aí brigando com todo mundo, não! A apologética deve servir como instrumento de esclarecimento da doutrina bíblica sadia e como ferramenta de evangelização. Afinal, devemos estar “preparados” para responder com mansidão e temor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acredito que a apologética não leva o crente a se perder, mas o ajuda a encontrar o verdadeiro Deus da Bíblia, livre dos estereótipos estabelecidos pela sociedade e pela religiosidade do ser humano. A apologética ajuda o estudante a ver Deus como Ele realmente é, e não como gostaríamos que fosse segundo nossa própria vontade e entendimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus defendeu a fé, quando lhe perguntaram sobre os impostos, e Ele disse: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22:21).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus defendeu a fé, quando disse que: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (Jo 18:36).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus defendeu a fé, quando açoitou os comerciantes na porta do templo: “E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões” (Mt 21:13).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus defendeu a fé, quando por várias vezes explicou os detalhes e minúcias da Escritura (Mt 26:31; Mc 7:6; Mc 14:21).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus defendeu a fé, quando foi questionado (Mt 22:24).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A apologética é uma ferramenta que ajuda o crente a pensar, e pensar de forma coerente, sensata, lógica, correta e bíblica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A apologética ajuda o crente a conhecer a verdade, e conhecendo a verdade se chega a liberdade. O problema é que muitos líderes religiosos pretendem manter suas “ovelhas” no aprisco da cegueira e escravidão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22:29).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2:8).&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Robson T. Fernandes&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;a href="http://caleberobson.blogspot.com/2009/09/sera-que-apologetica-leva-o-crente-se.html" target="_blank"&gt;CALEBE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-5242500276966997906?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=kAZBiurgoko:4vjY6d8a0Hk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/kAZBiurgoko" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2012-01-01T09:19:56.388-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-j2nGjh4nKac/TwBO1IpyEUI/AAAAAAAABIg/o_lHsghpApA/s72-c/HERMEN%257E1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2012/01/sera-que-apologetica-leva-o-crente-se.html</feedburner:origLink></item><item><title>A vontade revelada de Deus e a vontade secreta de Deus</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/zC7qOwwLyag/vontade-revelada-de-deus-e-vontade.html</link><category>Calvinismo</category><category>Teologia Reformada</category><category>Vontade de Deus</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:37:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-5236632676266516324</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wv2HglxGCm0/TCvuKoi4kGI/AAAAAAAAAnY/jyWhPpzxb2I/s1600/nascido-escravo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="261" src="http://3.bp.blogspot.com/-wv2HglxGCm0/TCvuKoi4kGI/AAAAAAAAAnY/jyWhPpzxb2I/s320/nascido-escravo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na passagem do livro de Ezequiel que acabamos de considerar, o profeta não trata, de forma alguma, da questão por que algumas pessoas são convictas do pecado através da lei e outras não. Também não trata de por que algumas pessoas recebem a graça de Deus e outras não.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Precisamos estabelecer clara distinção entre a vontade revelada de Deus e a vontade secreta de Deus. Deus, de acordo com a sua vontade secreta, planejou que aqueles aos quais escolheu receberiam sua misericórdia. Não nos compete inquirir a questão, mas adorar reverentemente ao Senhor. Devemo-nos interessar por aquilo que Deus nos tem revelado e não por aquilo que Ele reserva para Si mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aplicados ao nosso texto, esses pensamentos significam que Deus, oculto em sua majestade, não lamenta pela morte do pecador. Mas Deus, como Ele é revelado aos homens, lamenta sobre a morte que vê em seu povo, e tem agido de modo tal que pecado e morte possam ser eliminados. É impossível sermos orientados pela vontade secreta de Deus, pois não sabemos no que ela consiste. Basta-nos saber que a vontade secreta de Deus existe, de modo que venhamos a temê-Lo e adorá-Lo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se estamos falando de Deus, da maneira como Ele nos é revelado, é absolutamente certo dizer que a culpa é nossa se perecermos, porque, na verdade, a falha encontra-se na vontade do homem (Mt 23.27). Mas, por que Deus não remove essa falha de cada ser humano, ou por que nos considera responsáveis pelo erro que não podemos evitar, não nos compete indagar a respeito. E mesmo que indagássemos, não obteríamos resposta, conforme diz Paulo, em Romanos 9.20: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Martinho Lutero&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em: &lt;i&gt;Nascido Escravo&lt;/i&gt;, cap. 2, argumento 10, Editora Fiel &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-5236632676266516324?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/zC7qOwwLyag" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-31T08:41:12.489-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-wv2HglxGCm0/TCvuKoi4kGI/AAAAAAAAAnY/jyWhPpzxb2I/s72-c/nascido-escravo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/vontade-revelada-de-deus-e-vontade.html</feedburner:origLink></item><item><title>Agradecimentos, reflexões e projetos de um blogueiro para 2012</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/XgBOpH3AfX8/agradecimentos-reflexoes-e-projetos-de.html</link><category>2012</category><category>Reflexão</category><category>Ano Novo</category><category>Agradecimentos</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:59:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-8010700911310634113</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x_s7jhIT9oQ/Tv9nLZgyfWI/AAAAAAAABII/cXfWFJCA2JE/s1600/heitoralves.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-x_s7jhIT9oQ/Tv9nLZgyfWI/AAAAAAAABII/cXfWFJCA2JE/s320/heitoralves.jpg" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Último dia do ano sempre gera reflexões e avaliações do que foi feito de bom e de mau, de certo e de errado. Todos nós fazemos planejamentos e promessas. Alguns desses planejamentos e promessas são os mesmos de anos anteriores! E comigo não será diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agradeço a Deus pois Ele deu um final de ano com muitas bênçãos aos meus pais, diferentemente do começo de 211. Muitas dúvidas e inquietações marcaram o início de 2011. Mas soubemos manter a esperança graças a Deus e a recompensa disso foi uma alegria sem precedentes neses últimos meses!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agradeço a Deus por passar mais um ano em meu emprego. Agradeço a Deus pela minha família, que começo com três e termina com quatro! Foram anos de muitas lutas e pressões na&amp;nbsp; vida familiar. Mas graças a Deus estamos superando... ainda superando...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Também agradeço a Deus pelos meus trabalhos (não remunerados, diga-se de passagem) na internet com meus sites. Percebo que muita gente têm se identificado com meu trabalho, acompanhando durante todo o ano o meu desenvolvimento na área de criação de sites. Sim, teve gente que me acompanhou durante todo o ano...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agradeço a Deus pois muita gente, muita gente mesmo têm sido grandemente edificados com os estudos e artigos dos meus sites. Não estou me referindo aos meus textos propriamente (talvez em um site de quase 500 artigos, eu tenho escrito uns 5% do total). Mas são textos de grandes homens de Deus que viveram no passado e ainda nos falam hoje, e de pessoas que me ajudam nesse trabalho. Dou graças a Deus por João Ricardo, Gunnar Lima e Rev. Daniel Carneiro por acreditarem nesse trabalho "doido", enviando seus escritos para serem publicados. Não poderia também deixar de agradecer ao Renato da Silva Barbosa, por seu trabalho de tradução de textos para o site sem receber nada! A recompensa por tudo isso? Vidas sendo edificadas! Não há nada que supere isso!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agradeço a Deus pela vida dos blogueiros cristãos que fazem parte dessa imensa blogosfera cristã. Seus ricos e preciosos textos têm me edificado muito. A troca de experiência foi incrível ao longo de 2011. Sei exatamente o que é ter um blog ou um site. É como um filho, que temos que cuidá-lo com muito esmero e carinho. Que em 2012 as nossas relações se intensifique cada vez mais. Que surja mais parcerias em prol do reino de Deus! Todos nós juntos na luta por um evangelho puro e simples! Nós presenciamos em 2011 o que a internet pode fazer numa sociedade marcado pela opressão e pela ditadura nos países árabes. Quem sabe, Deus se utilize deste meio para trazer a grande reforma espiritual que nossas igrejas brasileiras tanto precisam!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora um pedido de desculpas. Desculpa a todos aqueles que magoei ao longo deste ano. Desculpas se em algum momento fui rude demais. Às vezes, no calor das discussões, estrapolamos o limite do bom senso e do respeito aos que pensam diferente, dos que abraçam uma ideologia diferente da que eu penso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Espero que em 2012 novas e salutares discussões apareçam. Espero que em 2012 as pessoas também aprendam que discutir doutrina e teologia sem apelar ou baixar o nível, ou até mesmo partir para confrontos pessoais. Que em 2012 saibamos discutir IDÉIAS. Sim, possamos discutir IDÉIAS, e não pessoas. Até porque, mesmo na nossa família, amamos aqueles que pensam diferente de nós, não é mesmo? E por que ser diferente no âmbito virtual com nossos blogs, sites e redes sociais?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quantas amizades foram feitas ao longo deste ano! Amizade virtuais eu me refiro. Não irei citar nomes aqui para não correr no erro de esquecer de alguém. Mas foram amizades virtuais que acabaram se transformando em amizades reais e pessoais!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E os projetos? Espero em Deus que em 2012 que Ele me agracie com mais conhecimento na área de webdesign para, quem sabe, estar habilitado para exercer a profissão. A atividade é árdua, mas bastante agradável.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Este ano de 2012 também é o ano onde voltarei a estudar. Graças a Deus fui aprovado na ETEPAM (Escola Técnica Estadual de Pernambuco) para cursar, durante 2 anos, o curso de Manutenção de Informática. Sinceramente, não consigo deixar de mexer num pc!!!!rsrs&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E por último, e não menos importante, espero que em 2012 eu seja mais fiel a Deus. Que eu possa constantemente estar procurando caminhar nos caminhos de Deus e sendo o líder espiritual da minha esposa e filhos, conduzindo-os nos caminhos do Senhor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Que em 2012 Deus me capacite para, ainda mais, trabalhar em prol da sua Igreja. Que Deus me conceda a graça de anunciar o evangelho de Jesus Cristo aos que estão distante, e anunciar as Verdades Bíblicas aos que estão perto!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
 &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
 Termino dizendo que, mesmo que sejamos influenciados por esse "espírito de ano novo", na verdade, não há mudança nenhuma no calendário, nada que possamos dizer: "sinto que este ano vai ser diferente". Não há nada de diferente no calendário de 2012. O que deve ser diferente é a nossa atitude, o nosso comportamento. Somos nós que devemos mudar. 2012 não será muito diferente do que esperamos que seja, se nós continuarmos a falar, pensar e agir como em 2011.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Peçamos a Deus a mudança que nossas vidas precisa. Que seja um ano de reformas espirituais dentro de cada um!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Feliz 2012!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-8010700911310634113?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/XgBOpH3AfX8" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-31T16:50:09.439-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-x_s7jhIT9oQ/Tv9nLZgyfWI/AAAAAAAABII/cXfWFJCA2JE/s72-c/heitoralves.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/agradecimentos-reflexoes-e-projetos-de.html</feedburner:origLink></item><item><title>Agora virei inimigo dos crentes por causa do Natal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/LaAiJOTkdhA/agora-virei-inimigo-dos-crentes-por.html</link><category>Natal</category><category>Paganismo</category><category>Festividade</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 24 Dec 2011 09:51:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-7405521217132768962</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-X3d75PTJIzo/TvYjysOloBI/AAAAAAAABHo/PYlcGudEfiI/s1600/inimizade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-X3d75PTJIzo/TvYjysOloBI/AAAAAAAABHo/PYlcGudEfiI/s320/inimizade.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Atualizado em 16h36.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de 11 meses os crentes se juntam em prol da Verdade Bíblica, com a única intenção de combater as heresias e o evangelicalismo moderno. Combatemos o catolicismo, o pentecostalismo, o neopentecostalismo, o arminianismo, o liberalismo, o teísmo aberto, a teologia da libertação, a teologia da prosperidade, o espiritismo e um bocado de ensinos antibíblicos e heréticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas quando chegamos em dezembro, esses crentes se juntam ao católico, ao pentecostal, ao neopentecostal, ao arminiano, ao liberal, ao adepto do teísmo aberto, ao adepto da teologia da libertação, ao adepto da teologia da prosperidade, ao espírita e a um bocado de gente das mais diversas teologias e ensinos, todos juntos comemorando e desejando um Feliz Natal! É nesta época que todos se juntam e se misturam!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora os inimigos são outros. Os inimigos são os da mesma fé (outros se comportam como se nem fosse irmãos da mesma fé). Os inimigos são aqueles que não comemoram o Natal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Li na internet um texto que dizia ser esse o momento "propício para anunciar o evangelho de Cristo". Já em outro lugar, outro texto dizia ser esse "o momento mais adequado para evangelizar". Já outros afirmam que "o natal nos oferece uma excelente oportunidade de reconciliação e perdão". As pessoas estão mais propensas a pensar sobre si mesmas. Estão mais suscetíveis a reconhecerem seus erros (pecados também?) e a perdoarem os outros também. Pronto. Eis o momento mais oportuno para falar de Jesus a essas pessoas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer dizer, então, que aqueles que não comemoram a data são os que menos evangeliza? Quer dizer que o natal virou sinônimo de crentes que evangelizam? Se eu não comemoro o Natal, então eu sou tido como um crente que não evangeliza. Será que alguém me trataria como uma pessoa crente? Tenho algo mais para falar no próximo post sobre esse assunto mas por hora me contento em dizer que a comemoração do Natal não pode fazer distinção entre crentes e crentes. Não sou menos crente do que aquele que comemora. A comemoração da festa do Natal não deve ser requisito numero 1 para a evangelização.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Deve ser mesmo o momento mais oportuno. Talvez o Espírito Santo não tenha forças suficiente para convencer o pecador em outras épocas do ano. Talvez a resistência do homem à ação do Espírito Santo seja mais fraco neste período do ano! Tá explicado o porquê de um blogueiro escrever que "é neste período onde acontece mais conversões", mais arrependimento do que em outras épocas do ano!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Será que essas pessoas estão mesmos refletindo sobre suas condutas ou apenas estão envolvidos nesse espírito de festa de tal maneira que, ao acabar esse período natalino, se esquecem de tudo e voltam ao seu estado normal? Acho difícil, pois os erros que as pessoas prometem não cometer, os pedidos aceitos de perdão e desculpas, os reconhecimentos de que precisam serem melhores pessoas logo, logo vão se desvanecendo à medida que vai passando este período. Será que Jesus continuaria sendo lembrado, como é no período natalino, após a festa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste período, a prostituta pode desejar um feliz natal e, mesmo assim, continuar com sua prostituição. O assassino também pode desejar um feliz natal e, mesmo assim, continuar com seus assassinatos. O viciado em drogas também pode desejar feliz natal e continuar com seus vícios. O beberrão também pode desejar um feliz natal e continuar com sua vida de bebedice. O ladrão é outro que comemora o natal, mesmo estando na vida do crime. Que tipo de transformação essas pessoas sofrem por ocasião da festa? Será mesmo que devemos tratar este período como "propício" para falar-lhes de Jesus? Será que eles estão realmente propensos a "aceitar" a Jesus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do Natal e Ano Novo, a próxima grande festa é o Carnaval. Será que Jesus, os erros, os pecados e os perdões dados continuaria nos corações dessas pessoas ao chegar o Carnaval? Acho difícil. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Todos os argumentos em prol do Natal provém, nada mais, nada menos, do espírito emotivo do homem. São as emoções humanas que levam às pessoas a argumentarem a favor do Natal. Todos os argumentos que levantei ao longo deste post, nenhum deles, são baseados nas Escrituras! Veja esse argumento:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Como você reagiria se seu aniversário fosse esquecido pelas pessoas que você gosta tanto? Triste, né? Então, não faça o aniversariante ficar triste, comemore seu aniversário!&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês acham que este tipo de argumento pode ser chamado de "argumento bíblico"?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vou responder a este tipo de argumento agora. Pretendo escrever ainda hoje mais um post sobre este assunto e aí sim, falarei mais sobre esses tipos de argumento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7405521217132768962?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/LaAiJOTkdhA" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-24T16:43:02.248-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-X3d75PTJIzo/TvYjysOloBI/AAAAAAAABHo/PYlcGudEfiI/s72-c/inimizade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/agora-virei-inimigo-dos-crentes-por.html</feedburner:origLink></item><item><title>A árvore de Natal, uma tradição milenar de povos pagãos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/bfbn4n_ls5A/arvore-de-natal-uma-tradicao-milenar-de.html</link><category>Natal</category><category>Paganismo</category><category>Evangelicalismo Moderno</category><category>Festividade</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 01:15:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-2462638651036914600</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-loYHr1qzAFs/TvRGdbcT-2I/AAAAAAAABHc/sXt3NMwI1bc/s1600/de2b1b4f886de9f5a0741e2d6c30243b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://3.bp.blogspot.com/-loYHr1qzAFs/TvRGdbcT-2I/AAAAAAAABHc/sXt3NMwI1bc/s320/de2b1b4f886de9f5a0741e2d6c30243b.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O hábito de usar uma árvore de folhas duradouras&lt;br /&gt;
como símbolo da fertilidade e vida eterna é antigo &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A tradição de celebrar o Natal ao redor de uma árvore carregada de enfeites e luzes multicoloridas é um costume de vários séculos entre os povos cristãos, mas sua origem não é em absoluto cristã: surgiu entre povos pagãos escandinavos e germânicos que, posteriormente, se converteram na Idade Média.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o hábito de usar uma árvore de folhas duradouras como símbolo da fertilidade e vida eterna é muito anterior a estes povos, que o adotaram após a chegada na Europa de antiqüíssimos costumes orientais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma, foram primeiro os germânicos e depois os escandinavos que criaram a tradição de celebrar o Ano Novo colocando uma árvore na porta de casa ou dentro dela, com a finalidade de afastar os demônios durante todo o ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A árvore de Natal tal como a conhecemos hoje é bastante posterior a estes antecedentes. Provém de uma tradição medieval da Alemanha cristã, que consistia em colocar em casa, no dia 24 de dezembro, uma árvore na qual se penduravam maçãs para remeter à árvore do paraíso, da qual Eva tirou o fruto proibido para oferecê-lo a Adão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este hábito de recordar o pecado original no Natal foi evoluindo ao longo das gerações até que, em determinado momento, surgiu o costume de pendurar nos galhos da árvore ao invés de frutas, biscoitos ou doces em formas diversas, representando a hóstia, símbolo cristão de redenção, e freqüentemente na noite de Natal eram penduradas velas acesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o século XVI, este antigo costume se fundiu com outra tradição secular dos camponeses alemães: o de manter em casa, durante os dias de Natal, uma pirâmide de madeira com estantes onde eram colocadas folhas duradouras, velas e, no topo, uma estrela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No século XVIII, entre os luteranos alemães a árvore adotou a forma e os enfeites da pirâmide, mas foi só no século XIX que a árvore de Natal passou a ser considerada uma tradição já antiga e arraigada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, quando isto ocorreu, o antigo costume já havia chegado aos Estados Unidos, levado por colonos alemães, antes mesmo de se espalhar pelo resto da Europa, numa época de grandes migrações estimuladas pela vigorosa expansão do capitalismo americano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, no início do século XX, missionários cristãos europeus levaram a tradição da árvore de Natal para a China, pondo fim a uma viagem milenar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: AFP&lt;br /&gt;
Extraído: &lt;a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/12/22/a-arvore-de-natal-uma-tradicao-milenar-de-povos-pagaos-317141.php" target="_blank"&gt;JC &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-2462638651036914600?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7hlMpQZUa94/TvRFlAIWFhI/AAAAAAAABHE/a1AQJTwFk78/s1600/285d8d165d499ed8a0c5b8a712f7de46.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://1.bp.blogspot.com/-7hlMpQZUa94/TvRFlAIWFhI/AAAAAAAABHE/a1AQJTwFk78/s320/285d8d165d499ed8a0c5b8a712f7de46.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O sorridente personagem que encanta as crianças foi construído nos&lt;br /&gt;
últimos 17 séculos com elementos de mitos de diversas regiões e países &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O simpático velhinho de roupa vermelha e barba branca, que vemos nestes dias com destaque em centros comerciais de todo o mundo, tornou-se um ícone cultural da sociedade de consumo do terceiro milênio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar de ter se inspirado em um bispo que viveu no século IV da nossa era, o sorridente personagem que encanta as crianças foi construído nos últimos 17 séculos com elementos de mitos de diversas regiões e países.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O personagem original foi bispo da cidade de Mira, no antigo reino de Lícia - na atual Turquia - de nome Nicolau, célebre pela generosidade com crianças e pobres, mas que, mesmo assim, foi perseguido e preso pelo imperador Diocleciano.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com a chegada de Constantino ao trono de Bizâncio, o bispo Nicolau foi libertado e pôde participar do Concílio de Nicéia (325). Após a sua morte, foi canonizado pela Igreja Católica como São Nicolau. Surgiram, então, incontáveis histórias de milagres realizados pelo santo em benefício de pobres e desamparados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos primeiros séculos após sua morte, São Nicolau tornou-se padroeiro da Rússia e Grécia, bem como de inúmeras sociedades beneficentes e das crianças, jovens solteiras, marinheiros, mercadores e prestamistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A partir do século VI, foram erguidas várias igrejas dedicadas ao santo, mas essa tendência foi interrompida com a Reforma, quando o culto a São Nicolau desapareceu da Europa protestante, com exceção da Holanda, onde era chamado de Sinterklaas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na Holanda, a lenda do Sinterklaas fundiu-se a antigas histórias nórdicas sobre um mago mítico que andava em um trenó puxado por renas, premiava com presentes as crianças boas e castigava as que se comportavam mal. No século XI, mercadores italianos que passavam por Mira roubaram relíquias de São Nicolau e as levaram para Bari.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A partir daí, essa cidade italiana onde o santo jamais colocou os pés tornou-se um centro de devoção e peregrinação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No século XVII, emigrantes holandeses levaram a tradição de Sinterklaas para os Estados Unidos, cujos habitantes adaptaram o nome para Santa Claus, mais fácil de ser pronunciado, e criaram uma nova lenda, consolidada no século XIX, sobre um velhinho alegre e bonachão que percorria o mundo em seu trenó no Natal, distribuindo presentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto nos Estados Unidos ele era conhecido como Santa Claus, do outro lado do Atlântico, no Reino Unido, chamava-se Father Christmas (Papai Noel). Com um nome ou outro, o certo é que o personagem baseado no bispo Nicolau tornou-se rapidamente o símbolo do Natal - estimulando as fantasias infantis - e, principalmente, ícone do comércio de presentes de Natal, que movimenta anualmente bilhões de dólares.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A tradição não demorou a cruzar novamente o Atlântico, dessa vez renovada, e se espalhar para vários países europeus, em alguns dos quais Santa Claus mudou de nome. Na França, o Father Christmas dos ingleses foi traduzido para Père Noël, na Espanha para Papá Noel e em Portugal para Pai Natal, espalhando-se rapidamente pela América Latina.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dizem ainda que o visual moderno do Papai Noel (roupas vermelhas e gorro com barrete branco) teria sido uma invenção da Coca-Cola, que nos anos 30 promoveu uma campanha repaginando o Bom Velhinho com as cores oficiais de seu produto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte: AFP&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Extraído: &lt;a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/12/22/papai-noel-um-icone-cultural-nascido-no-seculo-iv-317071.php" target="_blank"&gt;JC &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-830376184065221711?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/3wVFBNQlDtE" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-23T06:17:05.350-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-7hlMpQZUa94/TvRFlAIWFhI/AAAAAAAABHE/a1AQJTwFk78/s72-c/285d8d165d499ed8a0c5b8a712f7de46.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/papai-noel-um-icone-cultural-nascido-no.html</feedburner:origLink></item><item><title>Respostas comuns dadas por cristãos para a celebração do Natal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/BWyvzpShWRY/respostas-comuns-dadas-por-cristaos.html</link><category>Princípio Regulador do Culto</category><category>Natal</category><category>Paganismo</category><category>Evangelicalismo Moderno</category><category>Festividade</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 00:35:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-1888505286151353276</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LeCDd7ws9KE/TRBsNrcTwnI/AAAAAAAAAxg/lLHayBXHXk4/s1600/natal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-LeCDd7ws9KE/TRBsNrcTwnI/AAAAAAAAAxg/lLHayBXHXk4/s320/natal.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;I. O texto de Romanos 14.5,6 não permite aos cristãos a celebração do Natal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
“Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor não o faz" (Rm 14.5,6a).&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
1. Paulo, em sua epístola aos  Romanos, lidava com uma situação única
 na igreja primitiva. Havia judeus  crentes que “consideravam os dias 
santos da economia mosaica como dotados de  santidade permanente". Os 
“dias" mencionados em Romanos eram dias ordenados  por Deus na antiga 
economia. Paulo menciona “os dias santos e cerimoniais da instituição  
levítica". Quase todos os comentaristas concordam com essa 
interpretação. Paulo  permite a diversidade na Igreja a respeito desses 
dias santos judeus por causa  de circunstâncias histórias exclusivos. 
Quando Jesus Cristo morreu na cruz, os  aspectos cerimoniais da lei 
(p.ex., sacrifícios de animais, dias santos,  circuncisão etc.) foram 
cumpridos. Entretanto, antes da destruição de Jerusalém  e do templo no 
ano 70 d.C., os &amp;nbsp;apóstolos  permitiram certas práticas por parte dos 
cristãos de origem judaica desde que  se &amp;nbsp;não lhes atribuísse a 
justificação.  Em Atos 21.26, encontramos o apóstolo Paulo indo ao 
templo “anuncia[r] serem já  cumpridos os dias da purificação". Aos 
judeus crentes acostumados a manter  certos dias santos da economia 
mosaica foi permitida a continuação &amp;nbsp;dessas práticas durante certo 
tempo. Porém,  destruído o templo, completado o cânon das &amp;nbsp;Escrituras, e
 a existência da Igreja durante  uma geração completa, essas 
circunstâncias &amp;nbsp;históricas únicas findaram. E mesmo que essa  passagem 
posse aplicável à situação presente, ela não poderia ser utilizada  para
 justificar o Natal, porque os dias mencionados por Paulo não foram  
“cristianizados" a partir de dias santos pagãos nem de dias santos  
arbitrariamente estabelecidos por seres humanos. Portanto, se essa 
passagem  ainda fosse aplicável em nossos dias, ela seria usada apenas 
para justificar a  celebração privada dos dias santos judaicos por 
crentes judeus “fracos" na  fé. Ela não pode ser usada como 
justificativa para dias estabelecidos por seres  humanos ou dias pagãos 
não ordenados por Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2. Essa passagem não apenas não  permite aos cristãos 
celebrar o Natal, mas ela também proíbe a celebração de  cultos de Natal
 de qualquer tipo, bem como festas natalinas. Paulo permite a  
diversidade na Igreja a respeito deste assunto (i.e., os dias santos dos
 judeus).  Ambos os grupos devem se aceitar mutuamente em busca de paz e
 unidade na Igreja.  Os dois lados crêem obedecer a Palavra de Deus. “A 
conformidade forçada ou a pressão  exercida com o objetivo de assegurar a
 conformidade anula os objetivos aos  quais as exortações e reprimendas 
são dirigidas." Dessa forma, seria  errado que os crentes judeus fracos 
levassem a Igreja a ter um culto de  adoração em honra de um dia santo 
cerimonial, porque os crentes gentios fortes  não se sentiriam 
compelidos a estarem presentes nesse culto público a Deus.  Portanto, 
aqueles que celebravam os dias santos judaicos faziam-no em particular  
para o Senhor. Quem usa essa passagem para justificar a celebração do 
Natal deveria,  da mesma forma, sentir-se forçado pela injunção de Paulo
 a manter o dia em caráter  privado. Então, cultos natalinos e festas de
 Natal na Igreja deveriam cessar  pela violação da liberdade cristã de 
não celebrar essa data. É claro que pelo  fato de o Natal não ser 
ordenado por Deus e constituir um monumento à  idolatria, sua celebração
 é proibida[1].&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pastores e presbíteros que  autorizam a celebração do Natal 
abusam de seu ofício. O pastor e os líderes de  uma igreja recebem sua 
autoridade de Deus. Eles são responsáveis por reger a  igreja de acordo 
com a Palavra de Deus. Quando pastores e presbíteros autorizam  o culto 
especial de Natal, eles o fazem por conta própria, pois não há garantia 
 da Palavra de Deus para proceder assim. Portanto, neste ponto ele não 
age de  modo diferente de um papa ou bispo, introduzindo invenções 
humanas na Igreja.  As pessoas na igreja que se recusam a tomar parte no
 dia festivo pagão-papal,  que se recusam a adorar a Deus de acordo com a
 imaginação humana, que se  recusam a adorar a Deus sem autorização 
divina, são forçadas pela liderança  local a permanecer em casa em vez 
de estarem presentes ao culto público a Deus.  Portanto, neste ponto, 
muitos presbíteros atuam como papas, prelados e tiranos  em detrimento 
do rebanho de Deus por tirarem a liberdade que temos em Cristo  para 
adorar a Deus como corpo “em espírito e verdade", publicamente, no  dia 
do Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;II. Os judeus nos dias da rainha Ester não estabeleceram um dia santo não autorizado pela lei de Moisés? Este exemplo não permite que a Igreja estabeleça dias santos (p.ex., Natal) não autorizados pela Bíblia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quase não há semelhanças entre o Natal e Purim. Purim consiste em dois dias de ação de graças. Os acontecimentos do Purim são: “alegria e gozo, banquetes e dias de folguedo [...] e [o envio de] presentes uns aos outros e dádivas aos pobres" (Et 8.17; 9.22). Não havia culto público, atividades dos levitas e nem cerimônias. Os dois dias de Purim têm mais em comum com o dia de ação de graças e com jantares de família que com o Natal. Essa data certamente não é a justificativa para os cultos natalinos. Sua celebração é mais parecida com os dias de ação de graças, que ainda são permitidos, e não com os dias santos cerimoniais do sistema levítico. De fato, os teólogos de Westminster usaram a celebração de Purim como texto-prova para a autorização de dias de ação de graça (Et 9.22)[2].&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2. Purim foi um acontecimento  histórico único na história da
 salvação de Israel. O festival foi decretado por  autoridades civis: 
pelo primeiro ministro Mardoqueu e pela rainha Ester. O povo  concordou 
de forma unânime. A ocasião e autorização de Purim estão &lt;i&gt;escritas na Palavra de Deus e foram  aprovadas pelo Espírito Santo&lt;/i&gt;.
 O imperativo bíblico de não adicionar nem  subtrair aplica-se às leis e
 adoração estabelecidas por seres humanos. Ela  certamente não proíbe o 
Espírito Santo de completar o cânon da Escritura e  instituir novas 
regulamentações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
3. O Natal é intrinsecamente imoral por ter sido estabelecido sobre monumentos da idolatria pagã. Não há nada errado um país manter um dia de ação de graças por um ato especial de libertação divina. Contudo, há algo muito errado quando uma igreja corrupta tenta dar características cristãs a vestimentas pagãs; e algo muito errado quando protestantes conspiram com a Igreja corrupta de Roma e usam o piedoso Mardoqueu como desculpa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;III. Não se questiona que o Natal não tenha lugar no culto público a Deus, mas não seria correto celebrá-lo em particular?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema com esse conceito é o  pressuposto de que o Princípio Regulador do &lt;i&gt;Culto
  seja restrito apenas ao culto público. Não existe evidência bíblica 
para apoiar  o uso do Princípio Regulador apenas nessa ocasião. De fato,
 a Bíblia apóia o  conceito oposto&lt;/i&gt;. Caim foi condenado por uma 
inovação no culto particular  (Gn 4.2-8). Noé, em um culto familiar, 
ofereceu animais limpos a Deus (Gn  8.20,21). Deus se agradou e aceitou a
 oferta de Noé a favor de si mesmo e de  sua família. Abraão, Jacó e Jó 
ofereceram sacrifícios a Deus em cultos  particulares ou familiares de 
acordo com a Palavra de Deus. Deus aceitou essas ofertas  legais. A 
idéia de permissibilidade de inovações no culto em família ou  
particular não é bíblica; é totalmente arbitrária por não se basear na  
revelação divina. Se uma novidade desagrada a Deus no culto público, 
como ela  poderia agradá-lo no culto particular. Se fosse assim, de 
acordo com essas  premissas, poderíamos possuir em casa pequenas capelas
 onde queimaríamos  incenso, vestiríamos sobrepelizes, mitras, evitando 
apenas o uso dessas coisas  em cultos públicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Existem algumas diferenças entre  o culto público e o 
particular (p.ex., o culto particular pode ser feito duas  ou três vezes
 por dia, ao passo que o culto público deve ser realizado pelo  menos 
uma vez a cada dia do Senhor). Indivíduos nas denominações reformadas 
que  trouxeram inovações não bíblicas como o Natal, mulheres ensinando 
Bíblia e  teologia para homens em estudos bíblicos e aulas de escola 
dominical, a  introdução de hinos e melodias de Natal etc., não procuram
 justificar essas  práticas mediante a Escritura. Em vez disso, elas 
arbitrariamente regulamentam  essas atividades sem consultar o Princípio
 Regulador do Culto ao dizer que elas  se encontram na esfera do culto 
particular. Pastores e rebanhos se encontram  tão apaixonados por essas 
inovações que partem para a mistificação. Agem como  se pastores, papas 
ou bispos possuíssem autoridade para transformar o culto  particular (no
 qual presumem a permissão da autonomia humana) em culto público  (onde a
 Palavra reina suprema) ao dizer: “Agora tem início o culto público a 
Deus".  Em que parte da Bíblia o culto público é relegado a poucas horas
 no dia do Senhor.  Jesus Cristo disse: “Porque, onde estiverem dois ou 
três reunidos em meu nome, aí  estou no meio deles" (Mt 18.20)[3].
 Como  pode uma mulher ensinar homens em particular no domingo. Como 
poderiam  cinqüenta pessoas cantar canções natalinas no culto 
particular. Não presuma a  permissão divina para inovações e autonomia 
humana no culto particular. Tente  prová-las pela Palavra de Deus. Você 
não conseguirá. Não declare arbitrariamente  que suas práticas se 
referem ao culto particular quando são próprias do culto público.  Os 
rabinos do passado justificavam todo tipo de coisas sem sentido com o 
mesmo raciocínio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Bíblia diz: “um pouco de  fermento faz levedar toda a massa" 
(1Co 5.6; Gl 5.9). Quando presbíteros e  pastores presbiterianos pararam
 de disciplinar membros da igreja por causa da  celebração doméstica do 
Natal nos séculos XIX e XX, praticamente permitiram que  o fermento 
pagão-papista do Natal se espalhasse. De fato, foi o que aconteceu.  
Deve-se procurar bastante para encontrar um lar de presbiterianos onde a
  invenção papista não seja celebrada[4].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;IV. Nós não celebramos o Natal. Para nós o dia é apenas um dia comum em família. O que poderia haver de errado nisso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 365 dias no ano. É interessante que o dia anual da reunião da família ocorra exatamente em 25 de dezembro. Por acaso vocês não estariam imitando seus vizinhos pagãos e sua cultura. Vocês não estariam celebrando o dia, como os demais e apenas declarando o secular como justificativa ou desculpa. Se você estiver passando um dia agradável em família, você encherá sua sala com monumentos e lembranças da idolatria passada e presente. Você diz ser apenas um dia secular em família, mas você tem uma árvore de Natal, sempre verde, visco, presentes, velas e cantigas. É óbvio que vocês celebram o Natal da mesma forma que os papistas. A verdade é que se vocês eliminarem toda a parafernália pagã do Natal, então provavelmente não se incomodarão em celebrá-lo. O dia pagão perderia seu fulgor, charme e atração emocional. Como cristãos devemos nos dedicar à família. Devemos nos reunir com nossos parentes e usufruir mutuamente de sua companhia. Mas não precisamos de um dia de festa pagã para fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a Igreja de Jesus Cristo deve ser sal e luz para nossa cultura degenerada, ela deve purificar a própria casa. Mais e mais cristãos têm tentado impactar positivamente nossa cultura pagã. Eles tentam resgatar a data do humanismo secular e do estadismo. Esse novo envolvimento é necessário, mas ele não será bem-sucedido até que a Igreja retorne à pureza doutrinária e do culto alcançada pela ala calvinista da Reforma. O Estado romano pagão com todo o seu poder não conseguiu destruir a Igreja cristã. A Igreja prosperou a despeito da tirania e da opressão do Império Romano. O que causou o colapso da Igreja foi a decadência interna. A corrupção da doutrina e do culto na Igreja a tornaram uma fonte de heresia, superstição, idolatria e tirania.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O evangelicalismo moderno se  encontra em um sério estado de 
declínio. O movimento de crescimento da igreja,  o movimento ecumênico, o
 pragmatismo e a manutenção da paz têm precedência  sobre a integridade 
doutrinária e o culto puro. Como resultado, o  evangelicalismo moderno é
 frouxo, comprometido, impotente e morno. Não é simples  coincidência 
que a Igreja tenha tido um impacto mais positivo sobre a sociedade  e a 
cultura quando sua doutrina e culto eram mais puros (p.ex., o segundo  
período da Reforma na Escócia, 1638). Só quando retornarmos ao culto 
bíblico  rejeitaremos a autonomia humana. &lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="notas"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;_________________________&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;
        Notas:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn1" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1]
 Em Gl 4.10,11 e Cl 2.16,17 a  guarda de dias é concenada por Paulo por 
sua conexão nesses casos com heresias.  A situação em Roma era 
diferente. Os dias eram guardados por causa de  má-compreensã. Não havia
 o envolvimento de heresias e aplicação de justiça  derivada de obras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2] Confissão de fé de  Wetminster, (1647), cap. XXI, seção 5, texto-prova (a).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn3" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3]
 O povo de Deus é a Igreja;  quer se reúnam em edifício próprio, 
celeiro, estacionamento ou casa. Quando os  cristãos se juntam para 
ouvir a Palavra de Deus, há uma reunião da igreja.  Trata-se de culto 
público quer ele comece às 7h ou às 23h. O culto público deve  ocorrer 
no dia do Senhor, mais isto não significa que o culto público esteja  
limitado a um dia apenas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="ftn4"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;[4]
 Como demonstramos antes, o  Natal é um monumento à idolatria passada e 
presente; portanto, mesmo sem a  intervenção do Princípio Regulador do 
Culto é errado celebrá-lo no lar, no  escritório, na igreja, no clube 
etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Brian Schwertley&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;
Em: &lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/natal/respostas-comuns-dadas-por-cristaos-para-a-celebracao-do-natal-brian-schwertley.html" target="_blank"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-1888505286151353276?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=BWyvzpShWRY:yrSZN-VE5oE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/BWyvzpShWRY" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-19T05:45:18.406-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-LeCDd7ws9KE/TRBsNrcTwnI/AAAAAAAAAxg/lLHayBXHXk4/s72-c/natal.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/respostas-comuns-dadas-por-cristaos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Uma Advertência, de Charles Spurgeon</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/t-YYeoWVQTY/uma-advertencia-de-charles-spurgeon.html</link><category>Novo Nascimento</category><category>Charles Haddon Spurgeon</category><category>Calvinismo</category><category>Regeneração</category><category>Oração</category><category>Arminianismo</category><category>Livre-Arbítrio</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 00:40:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-5809867638703183496</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G2lYLTR7304/TuhgPFBVNMI/AAAAAAAABGg/gxmdJPhy_Rg/s1600/spurgeon-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-G2lYLTR7304/TuhgPFBVNMI/AAAAAAAABGg/gxmdJPhy_Rg/s320/spurgeon-1.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
‘‘Vocês têm ouvido muitos sermões arminianos, eu ouso dizer, mas nunca ouviram uma oração arminiana... Um arminiano de joelhos orará desespe­rada­mente como um calvinista. Ele não pode orar a respeito do livre-arbítrio; não há lugar para isso. Imagine-o orando: ‘‘Senhor, eu te agradeço que não sou como esses pobres calvinistas presunçosos. Senhor, eu nasci com um glorioso livre-arbítrio; eu nasci com poder pelo qual posso me voltar para Ti por conta pró­pria; tenho melhorado minha graça. Se todos tivessem feito o mesmo que eu fiz com a tua graça, poderiam to­dos ser salvos. Senhor, eu sei que Tu não nos fazes espiritualmente propen­sos, se nós mesmos não quisermos. Tu dás graça a todos; alguns não a melhoram, mas eu sim. Haverá muitos que irão para o inferno, tantos quantos foram comprados pelo sangue de Cristo, como eu fui; eles tiveram uma boa chance, e foram tão abençoados como eu sou. Não foi a tua graça que nos diferenciou; eu sei que ela fez muito, mas eu cheguei ao ponto desejado; eu usei o que me foi dado e os outros não — essa é a dife­rença entre eu e eles’’.[1]&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pecador, inconverso pecador, eu te advirto que jamais poderás tu mesmo fazer com que nasças de novo; e embora o novo nascimento seja absolutamente necessário, te é absoluta­mente impossível, a não ser que o Espírito Santo faça isso... Faças o que fizeres, e o melhor que conseguires, ainda assim, há uma diferença, tão grande quanto a eternidade, entre ti e o ho­mem regenerado... O Espírito de Deus precisa fazer-te novo, tu precisas nascer de novo. O mesmo poder que res­susci­tou Jesus Cristo dentre os mortos tem que agir para ressuscitar-nos dos mortos; a mes­ma onipotência, sem a qual anjos e vermes não poderiam ter vindo à exis­tência, precisa se manifestar e realizar uma obra tão grande quanto a que Ele fez na primeira criação, recriando-nos em Cristo Jesus, nosso Senhor. Constantemente a igreja cristã tenta es­quecer isto, mas sempre que esta velha doutrina da regeneração é apresentada clara­mente, Deus se apraz em agraciar a sua igreja com reavivamento... A menos que Deus, o Espírito Santo, que opera em nós tanto o querer como o realizar, opere sobre a vontade e a consciência, a regene­ração é uma absoluta impossibilidade, e assim também a salvação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
 “O quê!”, diz alguém, “Você quer dizer que Deus intervém absoluto na sal­vação de cada pessoa para regenerá-lo?”. Sim, eu quero; na salvação de cada pes­soa há um brotar de poder divino, pelo qual o pecador morto é vivificado, o pecador sem von­tade é feito desejoso, o pecador mais duro e desesperado tem sua consciência amolecida; e aquele que rejeita a Deus e despreza a Cristo é feito prostrar-se aos pés de Jesus. Tem que haver uma intervenção divina, uma operação divina, uma influência divi­na, caso contrário, façam o que puderem, sem isso vocês perecerão e estarão conde­nados — “pois, se um homem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...”. Nunca esqueçamos que a salvação de uma alma é uma obra de criação. Pois bem, ne­nhum homem jamais conseguiu criar um inseto... Deus somente cria... Nenhum poder huma­no ou angelical pode intrometer-se nesta gloriosa província do poder divino. Criação é domínio exclusivo de Deus. E em cada cris­tão há uma absoluta criação — “criados de novo em Cristo Jesus”.  “O novo homem, segundo Deus, é criado em reti­dão”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Regeneração não é a reforma de princípios que lá estivessem an­tes, mas a im­plantação de algo que não existia; é a introdução em um homem de algo novo, chama­do Espírito, o novo homem — a criação não de uma alma, mas de um princípio ainda mais elevado — tão mais elevado com relação à alma quanto a alma o é do corpo... No ato de fazer com que qualquer homem creia em Cristo, há uma mani­festação verdadeira e própria de poder criador, assim como houve quando Deus criou os céus e a terra... Apenas Ele, que formou os céus e a terra, poderia criar uma nova natureza. É uma obra sem paralelo, ela é única e incompa­rável, visto que o Pai, o Filho e o Espírito precisam todos cooperar nela; pois, para implantar a nova natureza em um cristão, precisa haver um decreto do Pai eterno, a morte do eternamente Bendito Filho e a plenitude da opera­ção do adorável Espírito. [2]&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Charles Haddon Spurgeon&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;_________________________ &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="yiv1563803266MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="yiv1563803266MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="" name="_ftn1" rel="nofollow" style="color: #564b36; text-decoration: none;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="yiv1563803266Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Spurgeon, Livre Arbítrio, p.17 (Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="yiv1563803266ftn2"&gt;
&lt;div class="yiv1563803266MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="" name="_ftn2" rel="nofollow" style="color: #564b36; text-decoration: none;" title=""&gt;&lt;span class="yiv1563803266MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="yiv1563803266MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="yiv1563803266Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Murray, The Forgotten Spurgeon, pp. 87-89.&lt;span class="yiv1563803266Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(Citado por Paulo Anglada em Calvinismo As Antigas Doutrinas da Graça).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-5809867638703183496?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=t-YYeoWVQTY:5362zy6xGZg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/t-YYeoWVQTY" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-14T05:40:19.942-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-G2lYLTR7304/TuhgPFBVNMI/AAAAAAAABGg/gxmdJPhy_Rg/s72-c/spurgeon-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/uma-advertencia-de-charles-spurgeon.html</feedburner:origLink></item><item><title>Objeções ao conceito da Cessação da Revelação – Parte I</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/WPnJmjLlpzY/objecoes-ao-conceito-da-cessacao-da.html</link><category>Pentecostalismo</category><category>Dons Revelacionais</category><category>Dons Extraordinários</category><category>Dom de Línguas</category><category>Apóstolos na Igreja</category><category>Dom de Profecias</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Mon, 12 Dec 2011 00:30:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-3930595687628675374</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jaVFvJ2aZUg/TKVATvNQAnI/AAAAAAAAAt0/q9H56w5yPGw/s1600/emaus_pentecostes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-jaVFvJ2aZUg/TKVATvNQAnI/AAAAAAAAAt0/q9H56w5yPGw/s1600/emaus_pentecostes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“A palavra final” de Deus a seu povo encontra-se em Jesus Cristo e nas explanações inspiradas de sua pessoa e obra como reservadas nas Escrituras do antigo e do novo pacto. Enquanto a maioria dos cristãos professos se sente muito à vontade, confessando a singularidade da pessoa de Jesus Cristo, muitos encontram dificuldade para aceitar o conceito de que não se deve esperar qualquer outra revelação como orientação para suas vidas além daquela que se encontra na Escritura. As objeções à idéia da cessação da revelação emanam de uma série de considerações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;1. Objeções Bíblicas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A primeira objeção à idéia de um fim da função dos dons revelacionais, hoje, surge da percepção de que essa asseveração diretamente contradiz às exigências bíblicas específicas. O apóstolo Paulo declara: “Não desprezeis as profecias” (1Ts 5.20). Ainda mais intencionalmente, ele declara: “Não proibais o falar em línguas” (1Co 14.39). Quem presumiria pôr-se contra as ordenações inspiradas de Deus e afirmar às pessoas que não podem nem profetizar nem falar em línguas?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com toda certeza, nenhuma pessoa que afirma a autoridade da Bíblia teria a audácia de opor-se a qualquer ordenação bíblica. Certamente que não faria sentido resistir a mandamentos especificamente bíblicos, quando a intenção é afirmar que as Escrituras contêm em si mesmas a plenitude e a finalidade da revelação divina. Mas a questão não é se a profecia e as línguas seriam proibidas pelos homens. Ao contrário, a questão é se a profecia e as línguas foram levadas à sua plenitude e ao seu objetivo final pelo plano e propósito de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É um fato que não se pode negar que algumas ordenações divinas se limitaram ao povo de Deus para uma era particular, senão que subseqüentemente foram revisadas, modificadas ou mesmo canceladas. Obviamente, muitos mandamentos dados no Velho Testamento não mais obrigam o povo de Deus de hoje. A despeito da clara proibição bíblica, é plenamente correto cozer um cabritinho no leite de sua mãe. Uma pessoa que vive na época do novo pacto não é contaminada por comer carne de porco ou ostras. Esses preceitos, ainda que claramente divinos em sua origem, não mais determinam o estilo de vida do povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O mesmo princípio é válido para alguns mandamentos na era do novo pacto. Fases e estágios no desenvolvimento do novo pacto podem não ser tão dramaticamente diferentes uns dos outros como no caso dos períodos do antigo pacto. Todavia, é evidente que as diferenças existem. Em certo momento, Jesus enviou seus discípulos e lhes disse que não levassem consigo nenhuma provisão (Lc 10.4). Mais tarde lhes comunicou virtualmente instruções contrárias (cf. Lc 22.36). Num estágio, ele explicitamente os proíbe de irem aos gentios; devem limitar-se “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10.6). Mais tarde, porém, ele lhes ordena que fossem por todo o mundo e fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19). Em decorrência da decisão no concílio de Jerusalém, foi comunicada a palavra proibindo a todas as igrejas que deixassem que seus membros comessem animais que uma vez haviam sido estrangulados e contaminados pelos ídolos (At 15.20). Mais tarde, porém, Paulo declara que Deus criou todos os alimentos puros, e que oferecer uma peça de carne a um ídolo não tem efeito algum sobre sua função nutritiva, a não ser que o irmão mais fraco seja conduzido a pecar (1Co 8.4,9). &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mais estreitamente relacionado com o presente tema está a cessação do ofício de apóstolo na igreja. Não há nada na escritura que explicitamente indique que o apostolado teria chegado ao fim. Todavia, geralmente se reconhece que ninguém na igreja hoje aja com a autoridade dos apóstolos originais, visto que ninguém, hoje, seja testemunha ocular da ressurreição de nosso Senhor (At 1.21-22).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se se reconhecer que o ofício apostólico encerrou-se, então deve-se reconhecer a possibilidade de que o ofício fundamental de profeta também haja cessado de funcionar na igreja atual. Este ofício, além de tudo, é mencionado como segundo em prioridade somente para a posição do apóstolo (1Co 12.28). Além do mais, o ofício de profeta, ao longo dos tempos, serviu como o principal veículo através do qual as matérias revelacionais foram comunicadas ao povo de Deus. Desde a instituição do ofício profético, nos dias de Moisés, Deus falava regularmente aos pais pelos lábios dos profetas (Hb 1.1). Se os ofícios de apóstolo e profeta porventura chegaram ao seu término na igreja de hoje, seria natural concluir que os pronunciamentos revelacionais dos profetas e apóstolos também hajam cessado. Nenhum pronunciamento corrente insinuando autoridade apostólica imprime direção à igreja. Da mesma maneira, seria natural esperar que, com o fim do ofício profético, as palavras revelacionais entregues pelos profetas também chegassem ao fim.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com respeito às línguas, obviamente seria errôneo proibir uma pessoa de falar em línguas, caso o fenômeno moderno realmente corresponda às mesmas línguas do Novo Testamento. Não importa o choque que causasse numa igreja de nível tradicional, seria injustificável a exclusão desse dom do serviço público de adoração, caso as línguas de hoje fossem as mesmas línguas do Novo Testamento. A clara intenção da admoestação de Paulo visa a anular todo e qualquer esforço de excluir o exercício de um legítimo dom do Espírito no seio do povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em contrapartida, porém, se as línguas de hoje não são as mesmas línguas do Novo Testamento, então é evidente que uma pessoa não estaria a violentar uma ordenação de Paulo caso se recusasse a permitir alguém de falar no culto de adoração de um modo que estivesse a falar algo que não corresponda às “línguas” do Novo Testamento. Os elementos próprios para se cultuar a Deus devem estar limitados por aqueles exercícios recomendados em sua Palavra, já que os homens não têm nenhum direito de inventar seu próprio modo de aproximar-se do Todo-poderoso. Se as línguas de hoje não correspondem às línguas recomendadas por Paulo, então seria plenamente justo excluí-las do serviço de culto. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essas ordenanças bíblicas de não se desprezar a profecia e tampouco excluir as línguas só se aplicam às circunstâncias do culto de hoje, caso as “línguas” e a profecia modernas sejam idênticas aos dons do Espírito como funcionaram nos dias dos apóstolos. Se o fenômeno corrente não corresponde aos dons do Novo Testamento, então seria plenamente procedente proibir seu exercício no culto do povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O. Palmer Robertson&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;i&gt;A Palavra Final - Resposta Bíblica à Questão das Línguas e Profecias Hoje,&lt;/i&gt; Ed. Os Puritanos, pág. 86-89.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-3930595687628675374?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-azklizBoVAE/TuTdlbxhldI/AAAAAAAABGY/L3akafAmidY/s1600/Prs_Neopentecostais1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-azklizBoVAE/TuTdlbxhldI/AAAAAAAABGY/L3akafAmidY/s1600/Prs_Neopentecostais1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No contexto em que tratou exaustivamente sobre os dons espirituais em sua primeira carta aos crentes da cidade de Corinto, Paulo terminou por afirmar a esses irmãos, seus contemporâneos: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1 Coríntios 13:1 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Obviamente que o apóstolo quis destacar que, embora no tempo presente esses três dons façam parte da vida de todo cristão genuíno, haverá um dia no qual a fé e a esperança deixarão de existir, haja vista que são dons instrumentais, vinculados à realização/cumprimento das promessas divinas. A parousia (vinda de Cristo), portanto, porá fim à fé e à esperança, por perderem tais dons a razão das suas existências.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Porém, o amor, por fazer parte da essência de Deus e, por conseguinte, “… do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Efésios 4:24 RA), permanecerá pelos séculos dos séculos, como o vínculo de união entre Deus e o homem, e entre os homens entre si. Não é sem razão que Paulo escreveu aos cristãos da cidade de Colossos: “acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O amor, desse modo, exerce uma posição sublime, elevada, na vida cristã. Tal fato é comprovado pelas palavras do próprio Jesus Cristo, o Deus encarnado: “… Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mateus 22:37-40 RA). Paulo, o mesmo que nos disse “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Coríntios 11:1 RA), deixou-nos escrito palavras semelhantes às de Jesus, embora mais resumidas: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13:10 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No mesmo sentido de Jesus Cristo e de Paulo, Tiago, irmão na carne do Senhor, ensinou-nos: “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tiago 2:14-17 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não necessita muito esforço hermenêutico, interpretativo, para se chegar à conclusão que por “obras”, no contexto, Tiago está se referindo ao “amor”, pois dá como exemplo de boa obra o socorro ao irmão ou irmã que por acaso estão em necessidades materiais de alimento e vestimenta. Nem é de surpreender que Tiago tenha o amor em mente, diante do fato de que “… o cumprimento da lei é o amor”, e em face da afirmação bíblica de que “… em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gálatas 5:6 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fé considerada à parte do amor, “… por si só está morta”, tratando-se, por conseguinte, de fé falsa, antibíblica, inútil e diabólica, posto não gerada pelo Espírito e pela Palavra de Deus. A fé verdadeira se concretiza, isto é, torna-se perfeita e eficaz na expressão do amor, no cumprimento da lei. A fé, então, é instrumento da graça divina para a vida cristã nesse mundo pecaminoso posta à serviço do amor. Em suma, a fé verdadeira é serva do amor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não obstante ser o ensino que acima expus sobre a fé a doutrina clara e nítida da Escritura Sagrada, o neopentecostalismo inverte a ordem, fazendo da fé a virtude suprema. Nem é necessário ser um bom observador para se constatar que a doutrina neopentecostal anda em caminho contrário ao da Escritura, ao magistério de Jesus, Paulo e Tiago, por ensinar que o cumprimento da lei é a fé.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Qualquer pessoa de mente iluminada pela Palavra de Deus que se dispuser, como eu, a passar horas e horas assistindo na televisão aos vários pregadores neopentecostais, concluirá, a despeito de não ouvir da boca de nenhum deles a frase literal de “… que o cumprimento da lei é a fé”, que esse é o cerne da doutrina neopentecostal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Toda pregação deles termina por conclamar o povo à uma atitude de fé, como satisfação da vontade de Deus. Diga-se que por atitude de fé eles têm sempre em mente o exercício dela relativamente à curas, milagres, soluções de problemas financeiros, de saúde, emocionais, afetivos e coisas semelhantes. Para eles, o fato de alguém “não se revoltar” contra as tribulações de diversas naturezas pelas quais passa é atestatório de desobediência à vontade de Deus revelada (sua Palavra), e demonstração ímpia de falta de fé.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contudo, como demonstrarei abaixo, apesar de a fé ser o ponto central e culminante da pregação e da doutrina neopentecostal, ela é morta e falsa, e conquanto pareça ser a pregação dessa orientação teológica muito piedosa por exaltar a fé em Deus, pelos motivos que a acuso (morte e falsidade), a fé neopentecostal é uma verdadeira expressão de falsa piedade cristã.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aludi, com base nas palavras de Jesus e de Paulo, que o cumprimento da lei e dos profetas é o amor. O amor do cristão tem uma dimensão vertical, para com Deus, e uma dimensão horizontal, o amor recíproco entre os irmãos em Cristo e para com o próximo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O amor a Deus é constantemente nas Escrituras retratado em termos de ação obediente aos seus mandamentos: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama…” (João 14:21 RA). Mas, o que diz a Escritura sobre como deve reagir o cristão quando estiver enfrentando diversas tribulações? Que o próprio Espírito, através de um daqueles que inspirou, nos diga: “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hebreus 12:4-6 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É certo que nós ainda não somos seres perfeitos nesta vida, o pecado ainda habita em nós, mesmo sendo redimidos. Por si só, esse fato deve nos lembrar de que estamos sujeitos à correção do Senhor, simplesmente porque o pecado não foi totalmente expurgado de nós até o dia da redenção final, o dia do retorno de Cristo. Em face disso, o escritor da carta aos Hebreus recorreu ao Antigo Testamento para nos lembrar do mandamento do Senhor: “Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ele, o escritor de Hebreus, usou os verbos “menosprezar” e “desmaiar” no modo imperativo na língua grega, indicando ser, de fato, mandamento de Deus. O primeiro verbo, “menosprezar”, é o verbo grego ολιγωρεω (oligoreo), que signfica “não importar-se com, não considerar com seriedade, fazer pouco caso” (Léxico de Strongs). Já o segundo, “desmaiar”, é o vocábulo grego εκλυω (ekluo), cujo significado é “1) soltar, desprender, tornar livre; 2) dissolver, metáf., afrouxar, relaxar, extenuar; 2a) ter a força de alguém relaxada, estar enfraquecido até a exaustão, tornar-se fraco, tornar-se cansativo, estar cansado; 2b) desanimar, perder a esperança” (Léxico de Strongs).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Então, o mandamento do Senhor envolve que quando o crente passar por provação, deve considerá-la com a máxima seriedade, aplicando o seu coração em compreender a vontade de Deus para aquele caso específico. Deve, igualmente, manter-se esperançoso, animado, forte, a despeito das adversidades que se lhe acometem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O interessante é que ambos os verbos estão no original grego no tempo presente, implicando que o cristão deve agir assim continuamente. Deve ser um padrão perene de conduta cristã. Todavia, o verbo ολιγωρεω foi usado na voz ativa, enquanto que o verbo εκλυω foi empregado na voz passiva. O que isso significa? A voz ativa implica que o sujeito pratica a ação. Desse modo, Deus requer de seu filho, do crente, que ele, ao ser corrigido, aplique toda diligência do seu coração em relação à disciplina que está sofrendo, a fim de tirar o proveito máximo dela. Por outro lado, na voz passiva, o sujeito é paciente da ação, isto é, sofre a ação. Uma tradução literal do que o autor aos Hebreus escreveu, seria: “nem sejas afrouxado de…”. Ou seja, Deus impõe sobre seu filho, sobre aquele que está sendo objeto de correção, a responsabilidade de não deixar que as tribulações advindas dessa correção o desanime, o “afrouxe” em seu animus, em seu espírito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se levarmos em conta o padrão típico do pensamento hebraico, ou melhor, da expressão do pensamento hebraico (judaico) em forma de paralelismo, então concluiremos que “… não desprezes a correção que vem do Senhor… ” é frase sinônima de “… nem desamies quando por ele é reprovado”. Dessa forma, aquele que não considera com seriedade a disciplina, que faz pouco caso dela, termina por desanimar, tornando-se cansado e exausto, combalindo em sua esperança e, assim, desobedece ao mandamento de Deus, dando clara demonstração de não amá-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não obstante, para compreendermos bem o intento do escritor bíblico, faz-se necessário entendermos a natureza da correção. Por exemplo, o escritor bíblico utilizou o verbo “corrigir” e, no contexto, o substantivo “disciplina” (haja vista que “correção” corresponde à mesma palavra grega que “disciplina”). “Corrigir” é o verbo grego παιδευω (paideuo): “1) treinar crianças: 1a) ser instruído ou ensinado; 1b) levar alguém a aprender; 2) punir: 2a) punir ou castigar com palavras, corrigir: 2a1) daqueles que moldam o caráter de outros pela repreensão e admoestação; 2b) de Deus: 2b1) purificar pela aflição de males e calamidade; 2c) punir com pancada, açoitar: 2c1) de um pai que pune seu filho; 2c2) de um juiz que ordena que alguém seja açoitado” (Léxico de Strongs). “Disciplina” é o vocábulo παιδεια (paideia): “1) todo o treino e educação infantil (que diz respeito ao cultivo de mente e moralidade, e emprega para este propósito ora ordens e admoestações, ora repreensão e punição). Também inclue o treino e cuidado do corpo; 2) tudo o que em adultos também cultiva a alma, esp. pela correção de erros e contenção das paixões: 2a) instrução que aponta para o crescimento em virtude; 2b0) castigo, punição, (dos males com os quais Deus visita homens para sua correção)” (Léxico de Strongs).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dos significados lexicográficos das palavras gregas aludidas, tem-se que a disciplina, além de ter um elemento repreensivo/punitivo, inflitivo de dor, todavia tem também um elemento de instrução, que visa o aperfeiçoamento moral/espiritual do corrigido, do disciplinado. Aliás, é exatamente esta última dimensão que o escritor aos Hebreus destaca com essas palavras: “É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?” (Hebreus 12:7 RA) [εις παιδειαν υπομενετε ως υιοις υμιν προσφερεται ο θεος τις γαρ υιος ον ου παιδευει πατηρ;].&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apenas para corroborar o significado de παιδεια (paideia) como instrução, destaco que essa palavra tinha uma importância enorme na cultura grega antiga. Werner Jaeger, que compôs um livro sobre a educação do homem grego, escreveu sobre o objeto de sua obra: "Não é possível descrever em poucas palavras a posição revolucionária e solidária da Grécia na história da educação humana. O objeto deste livro é apresentar a formação do homem grego, a paidéia, no seu caráter particular e no seu desenvolvimento histórico" (Paidéia - A Formação do Homem Grego. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 07). No mesmo sentido, Giovanni Reale &amp;amp; Dario Antiseri escreveram, em argumentação sobre a origem do termo "humanismo": "Para os mencionados autores latinos, 'humanitas' significava aproximadamente o que os helênicos indicavam com o termo 'paidéia', ou seja, educação e formação do homem" (História da Filosofia, vol. 02. São Paulo: Paulus, 1990, p. 17).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É para o ensino, para a instrução, para a aprendizagem, para a disciplina, que os filhos de Deus permanecem firmes mesmo debaixo das mais duras provações (εις παιδειαν υπομενετε…). O verbo “perseverar”, grego υπομενω (hupomeno), segundo Strongs, tem a acepção de: 1) ficar; 1a) retardar; 2) ficar, i.e., permanecer, não retirar-se ou fugir; 2a) preservar: sob desgraças e provações, manter-se firme na fé em Cristo; 2b) sofrer, aguentar bravamente e calmamente: maltratos”. Como enfatizei no início deste parágrafo, é para que adquiram instrução através das duras provações, que os filhos de Deus suportam, aguentam, brava e calmamente, as aflições que vêm com a correção divina. E eles suportam isso porque creem que “… que filho há que o pai não corrige?” Que filho há que o Pai não imponha as aflições da sua amorosa instrução?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Haja vista que é para o aprendizado, para o crescimento espiritual, moral, que os filhos de Deus são disciplinados e suportam, permanecem firmes, nessa disciplina, é que eles, por causa da fé, aplicam toda diligência em tirar proveito e aprendizado do fogo da purificação da correção do Senhor, alimentando, mesmo em tais condições, o ânimo em seus corações. A disciplina (παιδεια) busca formar o caráter cristão naquele que é corrigido.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Porém, a motivação última dos verdadeiros filhos de Deus em suportar tudo isso é o amor que têm pelo Pai, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Neste caso, a fé atua, torna-se eficaz, poderosa, através do amor. Como escreveu Paulo, e eu já trascrevi acima, o que tem, de fato, valor em Cristo é “… a fé que atua pelo amor” (πιστις δι’ αγαπης ενεργουμενη). Nessas palavras de Paulo, o vocábulo “atua”, na verdade, é o particípio presente médio ενεργουμενη (energoumene), do verbo ενεργεω (energeo): “1) ser eficaz, atuar, produzir ou mostrar poder; 1a) trabalhar para alguém, ajudar alguém; 2) efetuar; 3) exibir a atividade de alguém, mostrar-se operativo” (Léxico de Strongs).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo Fritz Rienecker &amp;amp; Cleon Rogers, o fato desse particípio estar na voz média é indicativo de “demonstrar atividade, trabalhar, operar efetivamente” (Chave Linguística do Novo Testamento Grego, São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 381). A voz média é uma voz referencial, e sempre tem o sujeito como referência da ação, haja vista que a ação é para ele, tendo ele em vista, ou a partir dele mesmo (média intensiva). Portanto, somente quando atua através do amor é que a fé se faz eficaz, produtiva, operativa. Essa é a natureza da fé verdadeira.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Logo, a fé verdadeira, em condições difíceis, de tribulação, de provação, em cumprimento ao mandamento do Senhor, que equivale a demonstrar amor por Ele, procura com toda a diligência e paciência adquirir conhecimento, instrução, de forma que resulte um bem permanente, o aperfeiçoamento moral, sendo a correção divina a ocasião propícia para esse crescimento. Sendo assim, embora seja almejada a saída da situação de provação, ela não é almejada sem que a sua finalidade seja alcançada, pois a obediência ao mandamento de Deus requer isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A “fé neopentecostal” destoa, claramente, da fé bíblica conforme acima exposta. Toda e qualquer tribulação é vista como tendo origem diabólica, e os mestres neopentecostais ensinam os seus discípulos a desejarem, acima de tudo, a libertação imediata da tribulação. Quanto mais rápida for a saída, segundo concebem, de uma situação adversa, tanto mais forte é a fé do “vencedor”. Não há lugar para o aprendizado, para a dimensão da disciplina que a caracteriza como instrução, como formação do caráter. A mente é estimulada a vislumbrar a “vitória” sobre a tribulação, pura e simplesmente, mesmo ao custo de nenhum aprendizado, de nenhum aperfeiçoamento moral (pelo padrão da Lei do Senhor).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O crente neopentecostal deve, pois, “determinar” a cessação da tribulação, “revoltando-se” contra ela, haja vista ser ela uma inflição maligna de dor já abolida por Cristo na cruz do calvário. A fé do “fiel” dessa orientação religiosa é caracterizada por uma batalha contra o diabo, e não por uma submissão amorosa ao Deus soberano.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Homem e mulher de fé, na visão neopentecostalista, são aqueles que “vencem” as tribulações, e derrotam o diabo. A resignação paciente é vista como incredulidade e desobediência à Palavra de Deus, haja vista que imaginam que um Deus amoroso jamais trará qualquer tipo de dor ou sofrimento sobre um de seus filhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas, como vimos, a disciplina, que implica em dor e aprendizado, vem do Senhor, pois nos é ordenado: “Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor…” (… υιε μου μη ολιγωρει παιδειας κυριου…). O diabo pode ser até usado como instrumento da disciplina e do sofrimento que vem em seu bojo, mas, em última instância, ela vem do Senhor, o Soberano. Além do mais, a correção é prova do amor de Deus e de sua paternidade: “É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos” (Hebreus 12:7-8 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O autor aos Hebreus afirma que é justamente porque Deus trata o cristão verdadeiro como filho que ele o corrige. Além do mais, esse escritor afiança “… que todos se têm tornado participantes…” da correção (παιδεια, disciplina), e aqueles que não têm se tornado participantes dela, ou seja, aqueles que estão sem correção, são bastardos e não filhos. Mas os neopentecostais veem as angústias da correção como obra diabólica, e não divina.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Escrevendo aos crentes de Roma, Paulo consignou: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28 RA). “Sabemos”, οιδαμεν (oidamen), é o perfeito ativo do indicativo de οιδα, que por sua vez é o perfeito do obsoleto (não usado no presente) ειδω (eido) (Harold K. Moulton, Léxico Grego Analítico, São Paulo: Cultura Cristã, 2007. p. 294). Moulton ensina que “Em um considerável número de verbos, o perfeito é usado com uma significação estrita de presente. A explicação desse uso deriva-se simplesmente da idéia completa dada pelo tempo perfeito…” (op. cit., p. xlix).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o que quero enfatizar é o significado do verbo, que, segundo Strongs, se traduz como “1) ver: 1a) perceber com os olhos; 1b) perceber por algum dos sentidos; 1c) perceber, notar, discernir, descobrir; 1d) ver; 1d1) i.e. voltar os olhos, a mente, a atenção a algo; 1d2) prestar atenção, observar 1d3) tratar algo 1d31) i.e. determinar o que deve ser feito a respeito de 1d4) inspecionar, examinar; 1d5) olhar para, ver; 1e) experimentar algum estado ou condição; 1f) ver i.e. ter uma intrevista com, visitar”, e como 2) conhecer: 2a) saber a respeito de tudo; 2b) saber, i.e. adquirir conhecimento de, entender, perceber; 2b1) a respeito de qualquer fato; 2b2) a força e significado de algo que tem sentido definido; 2b3) saber como, ter a habilidade de; 2c) ter consideração por alguém, estimar, prestar atênção a (#1Ts 5.12)”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Então, para Paulo, os que foram chamados por Deus, os seus eleitos, sabem, adquirem o conhecimento, entendem, percebem, conhecem a força e o significado de que todas as coisas contibuem para o seu bem. É uma convicção, firmemente estabelecida na Palavra de Deus que lhes dá esse entendimento. Isso é o que a Escritura chama de fé. E esses tais que foram chamados por Deus são os mesmos que o amam, pois “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas, com qual propósito Deus chama seus eleitos? Paulo responde, no mesmo contexto: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29 RA). O propósito de Deus em chamar seus eleitos, aqueles que Ele predestinou, é fazer deles “… conformes à imagem de seu Filho”, ou seja, é fazê-los semelhantes a Jesus Cristo. Esse é o bem para o qual todas as coisas cooperam (concorrem).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas, no contexto, o que são “todas as coisas”? Um pouco à frente o apóstolo indaga: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada” (Romanos 8:35 RA)? Um pouco antes, Paulo escrevera:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos” (Romanos 8:18-25 RA).&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Portanto, fundamentalmente o apóstolo tinha em mente por “todas as coisas” “…os sofrimentos do tempo presente…”, pois, como disse ele “… nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo…”. Então, completa dizendo: “Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos”. Fé, esperança e paciência se unem nesse contexto, de modo que “todas as coisas”, que, como vimos, fundamentalmente são os sofrimentos, as tribulações, as angústias, concorram para o processo de assemelhação dos cristãos à pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tudo isso está de acordo com o pensamento do autor aos Hebreus, demonstrando a unidade doutrinária e teológica da Escritura. A fé tem como objeto o próprio Deus, que nós o conhecemos pela sua Palavra, em especial pela sua Palavra encarnada, Jesus Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como todas as coisas cooperam para o bem, para o crescimento em Jesus Cristo, para a assemelhação com ele, e isso todo cristão deve saber, entender, ter convicção, segue-se que com paciência espera o fruto da obra do Espírito em torná-lo semelhante ao Mestre. Isto quer dizer que o cristão se aplica em compreender a obra de Deus em sua vida através desses sofrimentos, dessas aflições, dessas angústias, de modo que ao invés de desanimar por causa delas ele afirme como Paulo: “… nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Romanos 5:3-5 RA). Tribulação e amor de Deus estão sempre vinculadas. O cristão se gloria nelas porque sabe que elas são fruto do amor de Deus, que está derramado em seu coração pelo Espírito Santo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O cristão, então, demonstrando amor por seu Pai, por Deus, segue o exemplo daquele com quem deve ser assemelhado através das tribulações, Jesus Cristo, o qual “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hebreus 5:8 RA). Não são as próprias tribulações que assemelham o crente à Jesus Cristo, mas a Palavra e o Espírito de Deus, que operam a obediência no meio sofrimento, assim como fez Jesus. As tribulações são as ocasiões nas quais Deus opera a mudança no caráter do cristão, através da Palavra e do Espírito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Então, quando o cristão pacientemente se porta na tribulação, aguaradando a hora de Deus por um fim nela, que deve ser quando Ele julgar que houve o fruto para o qual a correção foi infligida, a assemelhação à Jesus Cristo, demonstra amor a Deus que paternalmente lhe disciplina, levando-o a um estado espiritual mais elevado do que antes. Para alcançar esse estado, o cristão age pela fé que atua pelo amor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tudo isso é muito distinto do que os neopentecostais chamam de fé, uma fé revoltosa, que não suporta a provação, que não tira dela ensinamento e crescimento espiritual que os leve a cada vez mais ficarem parecidos com Jesus Cristo. Com isso demonstram ódio por Deus, ao se revoltarem com toda e qualquer aflição, imputando ao diabo a origem do sofrimento deles. Fé falsa e ímpia, morta, sem nenhum fruto, mormente aquele do amor a Deus, pois a pregação neopentescotal estimula os seus ouvintes a desobedecerem o mandamento de Deus. E uma fé que leva à desobediência, que é demonstração de ódio a Deus, conforme a Escritura, não é fé verdadeira, pois a fé sem obras é morta, a fé sem amor é uma inutilidade: “… ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei” (1 Coríntios 13:2 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas também a fé neopentecostal se mostra falsa, morta e inoperante na dimensão horizontal do amor, do amor recíproco entre irmãos, e para com o próximo. O conceito neopentecostal de fé tem implicações práticas na vida de seus adeptos. Estar em uma situação de provação significa fraqueza e debilidade de fé. Então, quando uma pessoa nessa condição procura um pastor neopentecostal ou alguém versado na doutrina neopentecostal, ao invés de receber ajuda naquilo que precisa, é instada a se revoltar contra aquela situação, a abandonar a sua incredulidade e à exercitar fé para “vencer” aquela aflição diabólica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se a aflição é financeira, por exemplo, como a de uma viúva cheia de dívidas, ao invés de ser ajudada financeiramente será instada a “sacrificar” o pouco que tem, ou que não tem, como demonstração de fé, a fim de que seja honrada por Deus por causa dessa sua fé. Ouvirá que Deus lhe quer livrar daquele estado de humilhação, que o diabo está levando vantagem sobre ela, etc. O que ela não receberá é ajuda financeira, pois a fé neopentecostal não promove o amor, a caridade, a não ser para fins egoísticos, para fins de política eclesiástica, para a promoção das igrejas desse tipo de orientação religosa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As coisas ocorrem assim porque os neopentecostais estão impregnados com a doutrina da recompensa, pois doam sempre esperando receber algo em troca. Doam o dízimo para serem abençoados financeiramente. Doam ofertas pelo mesmo motivo. O amor não é o fundamento da doação deles, não é a motivação última e mais sublime.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contudo, Tiago escreveu que “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tiago 1:27 RA). Por visitar Tiago não tinha em mente, certamente, apenas levar palavras de conforto, e muito menos de repreensão, no sentido de se afirmar que os órfãos e as viúvas estão naquela situação por falta de fé. Ele tinha em mente que a religião verdadeira consiste em ajudar os necessitados da igreja, em suas tribulações, que no caso de órfãos e viúvas, em função do contexto do tempo do escritor bíblico, eram angútias principalmente ligadas ao sustento, ao comer e ao vestir. A religião pura e sem mácula, segundo a Palavra infalível de Deus, consiste na assistência real a esses necessitados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Isso é absolutamente certo, haja vista que foi o mesmo Tiago quem disse o que acima já transcrevi: “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tiago 2:14-17 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Logo, o que a fé neopentecostal promove é a avareza, e não o amor, a caridade. Todo aquele discurso de instar o necessitado à fé, a que se revolte contra a situação difícil em que se encontra sem, contudo, meter a mão no bolso para ajudá-lo não passa de falsa piedade, de religiosidade enganosa e diabólica. É corolário lógico da pregação neopentecostal que ajudar alguém em situação difícil, causada pelo diabo, é a mesma coisa que perpetuar o necessitado no laço diabólico. Destarte, o crente dessa fé jamais será incentivado à caridade sem que isso viole as suas convicções mais íntimas, mais profundas. A doutrina neopentencostal, portanto, é uma mina que explode e destrói a piedade cristã, o amor bíblico e a fé verdadeira. O neopentecostalismo é, assim, uma “religião impura e maculada, para com o nosso Deus e Pai”. Medida pelo padrão da Escritura, é uma falsa religião.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seus mestres, por serem profetas de uma falsa religião, são falsos profetas, cegos guias de cegos. Contudo, seus seguidores não são menos culpados do que eles, haja vista que se cercaram deles porque lhes dão o que as suas concupiscências desejam. Não ouvem a advertência de Jesus: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis…” (Mateus 7:15-16 RA). E Jesus advertiu o povo a se acautelar dos falsos profetas porque o destino deles é o inferno, e, como também falou o Mestre, “… se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” (Mateus 15:14 RA). Com isso Jesus quis dizer que o destino do discípulo é o mesmo do mestre, o destino do seguidor do falso profeta é o mesmo dele, o lago de fogo e enxofre.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Diante de tudo isso, advirto aos seguidores desses falsos profetas que se arrependam, que abram os seus olhos, e que julguem a sua religiosidade pelo paradigma da Escritura Sagrada. Como disse Jesus, “… arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1:15 RA). E como também disse o Espírito de Cristo, pelo profeta Jeremias, “Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do SENHOR” (Jeremias 51:45 RA).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Que o Senhor Deus conceda o verdadeiro arrependimento e a verdadeira fé a muitos dos que agora estão enganados!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Célio Lima&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;a href="http://vozreformada.blogspot.com/2009/10/fe-morta-do-neopentecostalismo.html" target="_blank"&gt;Vox Reformata&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7122740029197516013?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=d2AQDkUQAsc:-HHE54JFIeY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/d2AQDkUQAsc" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-11T13:46:13.900-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-azklizBoVAE/TuTdlbxhldI/AAAAAAAABGY/L3akafAmidY/s72-c/Prs_Neopentecostais1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/fe-morta-do-neopentecostalismo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Doutrina Calvinista da Reprovação e Condenação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/SDU9VxhH5VM/doutrina-calvinista-da-reprovacao-e.html</link><category>Condenação Eterna</category><category>Doutrina da Reprovação</category><category>Calvinismo</category><category>Decretos de Deus</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 19:01:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-7146445010067246077</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U1xQIAEYRhU/TuLZRQl3qiI/AAAAAAAABF4/erl8pF9a8-8/s1600/chamada_reprovacao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-U1xQIAEYRhU/TuLZRQl3qiI/AAAAAAAABF4/erl8pF9a8-8/s1600/chamada_reprovacao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao declarar e discutir a questão com respeito à reprovação, os calvinistas são cuidadosos em distinguir entre os dois diferentes atos previamente referidos, decretado ou resolvido por Deus desde a eternidade, e executado por Ele no tempo - um negativo e o outro positivo -, um soberano e o outro, judicial. O primeiro, ao qual chamam não-eleição, preterição, ou passar por alto, é sim­plesmente decretar deixar - e, em consequência, deixando - os homens em seu estado de pecado; subtrair deles ou abster-Se de lhes conferir aquelas influências especiais, supernaturais e graciosas, as quais são necessárias para capacitá-los a se arrependerem e crerem; de modo que o resultado é que eles, persistem em seu pecado, com a culpa de sua transgressão pendente sobre sua cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo - o positivo e judicial - ato é mais propriamente aquele que é chamado, em nossa Confissão, "morte preordenada e eterna", e "ordenando os que foram passados por alto à desonra e ira por seu pecado"[1]. Deus não ordena ninguém à ira ou punição, exceto em razão de seu pecado, e não faz nenhum decreto para subjugá-las à punição que não seja fundada em e tenha referência ao seu pecado como uma coisa certa e contemplada. Mas o primei­ro ou negativo ato de preterição, ou o passar por alto, não se funda em seu pecado, e perseverança nele, como previsto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;William Cunningham&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Citado por: John L. Girardeau, &lt;i&gt;Calvinismo e Arminanismo Evangélico&lt;/i&gt;, Ed. Primícias, págs,124,125.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_________________________&lt;br /&gt;
Nota:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1] Catecismo Maior de Westminster, pergunta 13.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7146445010067246077?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=SDU9VxhH5VM:FYA2QZX50l4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/SDU9VxhH5VM" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-10T07:14:49.259-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-U1xQIAEYRhU/TuLZRQl3qiI/AAAAAAAABF4/erl8pF9a8-8/s72-c/chamada_reprovacao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/doutrina-calvinista-da-reprovacao-e.html</feedburner:origLink></item><item><title>Palestra com Dr. Cornelis Van Dam em Recife/PE</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/0dM-dfO2FUY/palestra-com-dr-cornelis-van-dam-em.html</link><category>Clire</category><category>Teologia Reformada</category><category>Centro de Literatura Reformada</category><category>Palestras</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 03 Dec 2011 03:22:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-7596925067564699885</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Dr. Cornelis Van Dam é professor emérito de Antigo Testamento, 2011. Serviu como Professor
 de Antigo Testamento no Canadian Reformed Theological Seminary entre os
 anos 1981-2011.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Dr. Van Dam tem publicado 
muitos livros e artigos, inclusive em várias enciclopédias e dicionários
 conceituados. &amp;nbsp;Segue uma bibliografia selecionada:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Livros da sua autoria&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;The Urim and Thummim&lt;/i&gt;. A Means of Revelation in Ancient Israel. Rev. Th.D. diss. Winona Lake, Ind.: Eisenbrauns, 1997.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;The Elder: Today's Ministry Rooted in All of Scripture&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;Phillipsburg: P&amp;amp;R, 2009.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;Fathers and Mothers at Home and at School&lt;/i&gt;.
 (Essays on Education and Language). Reformed Guardian, New Series No. 
8. Kelmscott, Western Australia: Reformed Guardian, 2000.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;Perspectives on Worship, Law and Faith: the Old Testament Speaks Today&lt;/i&gt;. Kelmscott, Western Australia: Pro Ecclesia, 2000.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;Divorce and Remarriage in the light of Old Testament Principles and their Application in the New Testament&lt;/i&gt;. Winnipeg: Premier, 1996.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Livros aos quais contribuiu&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;"When Brothers Dwell in Unity" [Ps 133]. In &lt;i&gt;The Challenge of Church Union&lt;/i&gt;, ed. C. Van Dam, 201-212. Winnipeg: Premier, 1993.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;"The Meaning of &lt;i&gt;bishegaga&lt;/i&gt;." In &lt;i&gt;Unity in Diversity&lt;/i&gt;, ed. R. Faber, 13-24. Hamilton: The Senate of the Theological College of the Canadian Reformed Churches, 1989.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Contribuiu artigos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;G.W. Bromiley, ed., &lt;i&gt;The International Standard Bible Encyclopedia&lt;/i&gt;, vol. 4. Rev. ed. Grand Rapids: Eerdmans, 1988.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;W. Elwell, ed., &lt;i&gt;Evangelical Dictionary of Biblical Theology&lt;/i&gt;. Grand Rapids: Baker, 1996;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;W. Van Gemeren, ed. &lt;i&gt;The New International Dictionary of Old Testament Theology&lt;/i&gt; 5 vols. Grand Rapids: Zondervan, 1997.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;T. Desmond Alexander and David W. Baker, eds. &lt;i&gt;Dictionary of the Old Testament: Pentateuch&lt;/i&gt;. Downers Grove: InterVarsity Press, 2003.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Abaixo segue o cartaz das palestras que ele ministrará no Centro de Literatura Reformada em Recife/PE. Clique para aumentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lL461S0GiC4/TtoGlFa1QCI/AAAAAAAABFw/OqyTTGM0Cpg/s1600/cartaz+PALESTRAS+REFORMADAS+Dr.+Cornelius.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-lL461S0GiC4/TtoGlFa1QCI/AAAAAAAABFw/OqyTTGM0Cpg/s640/cartaz+PALESTRAS+REFORMADAS+Dr.+Cornelius.png" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7596925067564699885?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/0dM-dfO2FUY" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-12-03T08:32:50.887-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-lL461S0GiC4/TtoGlFa1QCI/AAAAAAAABFw/OqyTTGM0Cpg/s72-c/cartaz+PALESTRAS+REFORMADAS+Dr.+Cornelius.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/palestra-com-dr-cornelis-van-dam-em.html</feedburner:origLink></item><item><title>Universidade Federal reprova trabalho científico por conter agradecimento a Deus</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/F4HJbhibcS4/universidade-federal-reprova-trabalho.html</link><category>UFRPE</category><category>Discriminação Religiosa</category><category>Vídeos</category><category>Intolerância Religiosa</category><category>Universidade Federal Rural de Pernambuco</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 00:23:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-7744522835606760889</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pw8dA197VmQ/TtSWi8moSXI/AAAAAAAABFk/Varq-w7A-_k/s1600/agradecimento-295x155.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-pw8dA197VmQ/TtSWi8moSXI/AAAAAAAABFk/Varq-w7A-_k/s1600/agradecimento-295x155.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Universidade Federal reprova trabalho&lt;br /&gt;
científico por conter agradecimento a Deus &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Uma estudante da Universidade Federal Rural de Pernambuco teve seu trabalho científico reprovado por ter colocado um agradecimento a Deus. A aluna que é evangélica recebeu a orientação de retirar a citação de seu trabalho para que ele fosse aceito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo recusado falava sobre os produtores de leite e os orientadores do curso já haviam solicitado para que ela retirasse o agradecimento do trabalho, na justifica da universidade está escrito: “Seu trabalho não foi aceito (…) agradecimentos devem ser relacionados à pesquisa e não a Deus”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estudante evangélica que está no oitavo período de Medicina Veterinária não quis comentar a decisão da universidade, mas seus colegas não concordam com a reprovação do trabalho e nem mesmo o vice-diretor do curso que fez a orientação concordou com a decisão da direção da instituição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do fato líderes católicos e evangélicos protestaram classificando a ação da Universidade Rural de Pernambuco como “intolerância religiosa”. O fato chegou aos meios de comunicação e virou uma reportagem do Jornal do SBT. Depois da carta de apoio dos religiosos a instituição de ensino voltou atrás e aceitou o trabalho da aluna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assista:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube-nocookie.com/embed/k8fC_IHrtBs?rel=0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/universidade-federal-reprova-trabalho-cientifico-por-conter-agradecimento-a-deus/" target="_blank"&gt;Notícias Gospel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-7744522835606760889?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/F4HJbhibcS4" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-29T05:31:16.972-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-pw8dA197VmQ/TtSWi8moSXI/AAAAAAAABFk/Varq-w7A-_k/s72-c/agradecimento-295x155.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/universidade-federal-reprova-trabalho.html</feedburner:origLink></item><item><title>Quando o futebol se transforma num ídolo do coração</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/qayDzL9rHak/quando-o-futebol-se-transforma-num.html</link><category>Idolatria</category><category>Futebol</category><category>Quarto Mandamento</category><category>Lei de Deus</category><category>Nono Mandamento</category><category>Esporte</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Sat, 26 Nov 2011 15:38:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-4267920115485229901</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-c9TQPwE8NMo/TtGC4vRzKHI/AAAAAAAABFc/fBAZONQCnWk/s1600/futebol1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-c9TQPwE8NMo/TtGC4vRzKHI/AAAAAAAABFc/fBAZONQCnWk/s320/futebol1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ainda faz parte do ideário de algumas denominações evangélicas a noção de que o futebol é algo demoníaco. Dizem até que, caso Jesus Cristo retorne no momento em que um crente esteja jogando futebol, este perderá a sua salvação. Em determinada ocasião tive acesso a um exemplar da Bíblia de uma dessas denominações que, trazia um manual de conduta para os seus membros. No texto desse manual constava que o futebol era uma atividade proibida para os cristãos, pois aqueles que se envolvem nessa atividade estão adorando a “bola do capeta”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cremos que isso seja verdade. De fato, não existe nada de pecaminoso no futebol em si. Na verdade, trata-se de um esporte legítimo, uma atividade física benfazeja que devidamente desfrutada pode glorificar a Deus. É gostoso e saudável desfrutar uma partida de futebol. Também é bom torcer para um determinado clube, sofrer em frente à televisão e se alegrar com as vitórias do clube do coração. Eu mesmo sou torcedor e já fui sócio-torcedor de um clube. Entendo que minha fé cristã não pode estar dissociada dessa área e, por isso tento pautar minha conduta pelos princípios ensinados pelas Sagradas Escrituras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, dada a nossa inclinação pecaminosa e corrupta temos uma capacidade enorme de tomar aquilo que foi criado por Deus (a capacidade humana para a prática esportiva. Não estou afirmando que o futebol foi criado por Deus!), e usar de forma pecaminosa, desagradando a Deus e entristecendo o Espírito Santo. No caso, apesar de o futebol não ser algo pecaminoso, podemos pecar com muita facilidade ao fazer uso desse esporte, seja na sua prática seja ao torcermos para o nosso “clube do coração”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Os Ídolos do Coração &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da expressão acima foi deliberado. Especificamente, todos nós podemos incorrer no erro de transformar o time para o qual torcemos em um ídolo do coração. A passagem de Ezequiel 14.1-4 fala sobre a idolatria abrigada no nosso homem interior: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Então, vieram ter comigo alguns dos anciãos de Israel e se assentaram diante de mim. Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos dentro do seu coração, tropeço para a iniquidade que sempre têm eles diante de si; acaso, permitirei que eles me interroguem? Portanto, fala com eles e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Qualquer homem da casa de Israel que levantar os seus ídolos dentro do seu coração, e tem tal tropeço para a sua iniquidade, e vier ao profeta, eu, o SENHOR, vindo ele, lhe responderei segundo a multidão dos seus ídolos. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Deus, por intermédio do profeta Ezequiel, denuncia o pecado da idolatria praticado pelos anciãos de Israel. Não se tratava de uma manifestação exterior idolátrica. Os ídolos apontados pelo Senhor estavam abrigados nos corações daqueles homens. Eles eram tão culpados quanto os pagãos que esculpiam os seus falsos deuses, pois seus ídolos estavam erigidos em seus corações. Eles tinham ídolos no coração, uma forma mais pessoal e fundamental de idolatria do que ritos religiosos ou idolatria cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que seria um ídolo do coração? Paul David Tripp afirma que, “um ídolo do coração é qualquer coisa que me governe que não o próprio Deus”.[1] Elyse Fitzpatrick afirma que a idolatria está diretamente relacionada com a quebra do primeiro grande mandamento: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22.37-38). Ela afirma que “idolatria tem a ver com amor – meu amor por Ele, meu amor por outros, meu amor pelo mundo”.[2] Um ídolo do coração é algo que a pessoa adora porque ela acredita que esse algo é a fonte da satisfação dos seus desejos mais íntimos. &lt;b&gt;É tudo aquilo que homem ama mais do que a Deus, e que ocupa o lugar que por direito pertence ao Senhor. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E o Futebol? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idolatria é um pecado que também se manifesta em nosso relacionamento com o futebol. Em outras palavras, é comum transformarmos o futebol em um ídolo do coração. Muitas vezes amamos mais o futebol que a Deus. Nesse ponto, acredito que seja necessário apontar de que maneira podemos identificar se possuímos algum desejo desordenado em relação ao futebol, ou seja, um ídolo do coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;
1. Sempre que você estiver disposto a pecar para conseguir a satisfação do teu desejo; e &lt;br /&gt;2. Sempre que você reage de forma pecaminosa por não conseguir satisfazer o desejo do teu coração. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Quando uma ou as duas situações ocorrem, certamente, há um ídolo presente em nosso coração. Qualquer coisa que desejamos que para conseguir tenhamos que transgredir algum dos mandamentos da Palavra de Deus, ou que, ao não conseguir, reagimos de maneira pecaminosa, esta coisa é um ídolo do coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que transgredimos um dos mandamentos da Sagrada Escritura para satisfazermos nossos desejos ou por jogar ou por ver uma partida de futebol, e sempre que reagimos de forma pecaminosa quando a satisfação desses desejos não acontece acabamos por transformar o futebol num ídolo do coração. Com isso em mente, gostaria de exemplificar como isso se dá em relação ao quarto e ao nono mandamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Futebol como Ídolo do Coração e o Quarto Mandamento &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto mandamento diz (Êxodo 20.8-11): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Lembra-te do dia do Senhor, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Apesar de a passagem de Êxodo mencionar apenas o trabalho, outras passagens das Escrituras que versam sobre o quarto mandamento mostram, de forma categórica, que o entretenimento e a diversão também estão incluídos no espírito do mandamento. Tomemos como exemplo Isaías 58.13-14: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Se desviares o pé de profanares o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do SENHOR o disse. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;O Senhor é muito claro ao mostrar que Ele seria honrado quando o Seu povo deixasse de cuidar dos seus próprios interesses e de seguir a própria vontade (não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade). Sendo assim, o dia do Senhor, que nas palavras da Confissão de Fé de Westminster, “desde a ressurreição de Cristo, foi mudado para o primeiro dia da semana [...] e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão”[3], deve ser honrado por nós com um santo repouso dos nossos “empregos seculares e de suas recreações”.[4] O Catecismo Maior de Westminster, na resposta à pergunta 119, diz que dentre os pecados proibidos pelo espírito do quarto mandamento se encontram “toda profanação do dia por ociosidade e por fazer aquilo que é em si pecaminoso, e por todas as obras, palavras e pensamentos desnecessários, tocantes às nossas ocupações e recreios seculares”.[5] Comentando esta pergunta do nosso Catecismo, o Dr. Johannes Geerhardus Vos diz que: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Conquanto algumas atividades possam ser classificadas como “duvidosas”, as seguintes são inquestionavelmente erradas no dia de sábado e deveriam ser excluídas: estudar lições escolares; ler livros e revistas comuns; ouvir transmissões de qualquer tipo, exceto as religiosas ortodoxas; jogar qualquer jogo, dentro ou fora de casa; escrever cartas para amigos, parentes ou outros; conversar sobre questões financeiras ou de trabalho; visita social; piquenique; &lt;b&gt;assistir a diversões públicas ou eventos esportivos de qualquer tipo&lt;/b&gt;”.[6]&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Aproveito ainda para evocar o testemunho de Lewis Bayly, puritano do século 17, que escreveu um importante livro sobre a prática da piedade. Sobre a maneira correta de se guardar o dia do Senhor, Bayly afirma que ela consiste, em primeiro lugar, “em descansar de toda atividade servil e comum relacionada com a nossa vida natural”.[7] Nesse sentido, de acordo com ele, devemos nos abster de “todas as recreações e práticas desportivas lícitas nos outros dias, pois, se os trabalhos lícitos são proibidos nesse dia, muito mais os desportos lícitos, os quais usurpam os afetos que deveriam ser dedicados à contemplação das realidades celestiais”.[8] Bayly acrescenta que, “não é possível que o homem que se deleita no Senhor (Sal. 37.4) tenha maior prazer nalguma recreação do que em santificar o dia do Senhor”.[9] Ademais, se alguma recreação deve ter lugar no dia do Senhor, ele afirma que apenas aquela que “ajude a alma a fazer mais alegremente o serviço a Deus”.[10]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol pode ser considerado como um ídolo do coração pelo simples fato de ser ele a recreação preferida da grande maioria dos crentes no dia do Senhor. Nossa satisfação e nosso deleite estão em ficar na frente da TV, ir aos estádios e também em praticar esse esporte. Tornamos a nossa quebra do quarto mandamento declarada ao usarmos as redes sociais para divulgar nossas opiniões a respeito da partida que estamos vendo. Temos usado esse tempo precioso enchendo a nossa mente de coisas que não nos edificam nem nos ajudam na nossa comunhão com o Senhor no dia designado por Ele. Imaginamos que não há nenhum problema em se assistir a uma “partidazinha” de futebol na televisão, desde que estejamos no culto à noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas ocasiões vêm à minha mente agora. A primeira delas se deu quando almoçava com um amigo num domingo e, após o almoço, ele disse o seguinte: “Bem, agora é futebol! E de noite, Deus!” Não era apenas Deus! Era Deus e mais alguma coisa! A segunda foi no ano passado, durante a copa do mundo da África do Sul. O segundo jogo da fase de grupos da seleção brasileira foi contra a seleção da Costa do Marfim. O jogo aconteceu num domingo. Por essa razão, durante a escola dominical daquela manhã eu orientei a igreja através de uma reflexão em Isaías 58.13-14 e com a exposição do Catecismo Maior quanto ao dia do Senhor. Disse ainda que, deveríamos lembrar sempre que, antes de sermos brasileiros, somos filhos de Deus e, por isso, devemos obediência a Ele; disse que por sermos filhos de Deus, somos cidadãos da Nova Jerusalém e, portanto, no dia do Senhor, nossos pensamentos deveriam estar voltados à reflexão piedosa quanto às realidades celestiais. Foi aí que um senhor da igreja me disse: “É, mas somos brasileiros de uma forma ou de outra! Por isso, vamos assistir ao jogo!” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso nos mostra, de forma clara, como o futebol tem se tornado num ídolo do coração, pois pecamos para conseguir a satisfação do nosso desejo no dia do Senhor, e, quando, por alguma razão, perdemos a partida do nosso “time do coração” ficamos chateados ao extremo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Futebol como Ídolo do Coração e o Nono Mandamento &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nono mandamento afirma: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êxodo 20.16). Como sabemos, o princípio de cada um dos mandamentos é maior do que o que está expresso por sua letra. A progressividade da revelação escrita de Deus nos mostra isso de forma clara. O nono mandamento não proíbe apenas palavras falsas ditas contra alguém. Ele também contempla os pecados cometidos contra a honra do nosso próximo. Consideremos a excelente exposição feita pelo nosso Catecismo Maior de Westminster: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Os pecados proibidos no nono mandamento são: tudo quanto prejudica a verdade e a boa reputação de nosso próximo, assim como a nossa, especialmente em julgamento público [...] o falar a verdade importunamente, ou com malícia para um fim mau; pervertê-la em sentido falso, ou proferi-la duvidosa e equivocadamente, para prejuízo da verdade ou da justiça; o falar inverdades, mentir, caluniar, maldizer, detrair, tagarelar, cochichar, escarnecer, vilipendiar, censurar temerária e asperamente ou com parcialidade [...] o praticar ou não evitar aquelas coisas que trazem má fama, ou não impedir em outras coisas, até onde pudermos.[11]&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Muitas vezes sentimos prazer em estereotipar pessoas que torcem para times diferentes dos nossos. Não nos importamos se muitas são nossas irmãs na fé. Pior ainda é quando nós, pastores, ministros do evangelho, tomamos parte nessa flagrante quebra do nono mandamento. Adjetivos depreciativos como “bambis” (no caso de torcedores são-paulinos), “bandidos” (atribuído a torcedores do Corinthians), “bonecas” (flamenguistas) e muitos outros termos, configuram-se como quebra do nono mandamento. Quando alcunhamos alguém por termos semelhantes a esses estamos caluniando, difamando, infamando, escarnecendo e testemunhando falsamente contra o nosso próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chamarmos um são paulino de “bambi” estamos fazendo uso de um adjetivo que evoca a homossexualidade. Dói ver irmãos e colegas de ministério fazendo uso desse adjetivo e postando fotos depreciativas, como se ser são-paulino fosse equivalente e a ser homossexual. Da mesma forma, é pecaminoso dizer que “flamenguista” e “corinthiano” são sinônimos de bandidagem e criminalidade. Tais expressões foram empregadas primeiramente por descrentes e, infelizmente, muitos são os crentes e pastores que estão tomando a forma de pensar do mundo e estão agindo da mesma maneira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao satisfazermos nosso desejo de torcedor xingando e difamando outras pessoas estamos evidenciando que o futebol há muito deixou de ser uma recreação saudável e passou a ser um ídolo do coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos nos arrepender desse pecado. Devemos chorar pelas vezes em que agimos dessa forma, quebrando o dia do Senhor e escarnecendo do nosso irmão por causa da nossa paixão pelo futebol. Não creio que torcer por algum clube seja incompatível com a fé cristã. Não acredito que jogar futebol seja pecado. Entretanto, pode vir a ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha sincera oração é para que o Senhor nos desperte e restaure em nós o zelo pelo santo descanso e pelo bom nome dos nossos irmãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Kyrie Eleison! &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;_________________________&lt;br /&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;[1] Paul David Tripp. Instrumentos nas Mãos do Redentor. São Paulo: NUTRA Publicações, 2009. p. 100. &lt;br /&gt;[2] Elyse Fitzpatrick. Ídolos do Coração: Aprendendo a Desejar Apenas Deus. São Paulo: ABCB, 2009. p. 17. &lt;br /&gt;[3] A CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. XXI.7. São Paulo: Cultura Cristã, 2003. p. 177. &lt;br /&gt;[4] Ibid. XXI.8. p. 179. Ênfase acrescentada. &lt;br /&gt;[5] O CATECISMO MAIOR DE WESTMINSTER. São Paulo: Cultura Cristã, 2002. p. 166. Ênfase acrescentada. &lt;br /&gt;[6] Johannes Geerhardus Vos. Catecismo Maior de Westminster Comentado. São Paulo: Os Puritanos, 2007. p. 384-385. Ênfase acrescentada. &lt;br /&gt;[7] Lewis Bayly. A Prática da Piedade. São Paulo: PES, 2010. p. 263. &lt;br /&gt;[8] Ibid. p. 264. Ênfase acrescentada. &lt;br /&gt;[9] Ibid. p. 265. &lt;br /&gt;[10] Ibid. &lt;br /&gt;[11] O CATECISMO MAIOR DE WESTMINSTER. p. 212-213.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Alan Rennê Alexandrino&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;a href="http://cristaoreformado.blogspot.com/2011/10/quando-o-futebol-se-transforma-num.html" target="_blank"&gt;Cristão Reformado&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-4267920115485229901?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/qayDzL9rHak" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-26T21:24:46.218-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-c9TQPwE8NMo/TtGC4vRzKHI/AAAAAAAABFc/fBAZONQCnWk/s72-c/futebol1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">R. Rio da Prata, 738-880 - Ibura, Recife - PE, 51240-000, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.246776800000001 -35.092051899999994 -7.995217800000001 -34.7761949</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/quando-o-futebol-se-transforma-num.html</feedburner:origLink></item><item><title>Deus não pode sonhar!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/0wE9CI9Plds/deus-nao-pode-sonhar.html</link><category>Evangelicalismo Brasileiro</category><category>Neopentecostalismo</category><category>Evangelicalismo Moderno</category><category>Sonhos de Deus</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 00:56:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-4646306152088840346</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Tu8_TqLcsNU/Ts4H9UZfy5I/AAAAAAAABFU/fh0ZOTxN2F0/s1600/sonhar-sonhos-desejos-vontades.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Tu8_TqLcsNU/Ts4H9UZfy5I/AAAAAAAABFU/fh0ZOTxN2F0/s1600/sonhar-sonhos-desejos-vontades.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos últimos anos tenho observado que existe uma idéia propagada no meio evangélico que se refere aos “sonhos de Deus”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Talvez este texto se torne extenso pela necessidade de se expor algumas verdades. Começamos a analisar sobre o que é um sonho e suas formas de ser.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Do ponto de vista Neurológico:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
 É a  prova real de atividade cerebral enquanto um ser humano dorme. No 
inicio  de seus estudos, Sigmund Freud (pai da psicanálise) utilizava-se
 de uma  técnica chamada hipnose para perscrutar as causas raiz dos 
problemas de  seus pacientes.&amp;nbsp; Com o passar do tempo, aprimorando as 
técnicas de  averiguação, esta técnica foi descartada, pois Freud 
observou que os  sonhos dos seus pacientes eram uma forma mais eficaz de
 se chegar há  algumas conclusões sobre cada caso. Ele conclui que os 
sonhos são uma  porta de acesso do inconsciente para o consciente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em um primeiro momento já descartamos uma das possibilidades de o Todo-Poderoso sonhar. Ele não dorme! ...&lt;em&gt; ”é certo que não dormita e nem dorme o guarda de Israel” (Sl 121.4).&lt;/em&gt;Se o Senhor não dorme, então não sonha.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Do ponto de vista humano:&lt;/span&gt;
&lt;/b&gt; Existe  aquele sonho que chamamos de desejo, algo que almejamos muito e
 por  vezes é impossível de ser realizado. Mas há também aquele sonho 
que com  muita luta e esforço poderá ser realizado. Muitos de nós homens
  sonhadores (e é assim que devemos ser) nos pegamos sonhando acordados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas será possível aplicar esta realidade ao Deus Criador? Aquele que tudo sabe? Tudo vê? Tudo pode? A resposta é Não! Em todos os textos  bíblicos em que fala da 
vontade do Senhor para o homem, em nenhum  momento está se refere a um 
sonho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
...”Bem sei que tudo podes e nenhum de seus planos (e não sonhos) pode ser frustrado” (Jó 42.2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...“Porque eu bem sei os pensamentos ( e não sonhos) que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperai” (Jeremias 29.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...“Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei (não sonhei), para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda”. (João 15.16).&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Queridos leitores, escrevo este texto para  dizer que é um erro 
grave dizer que Deus tem um sonho para alguém. Nas  igrejas tem se 
cantado, tem sido pregado sobre “os sonhos de Deus”  lamento informar 
que esta idéia não passa em um crivo teológico  partindo-se de uma 
exegese bem feita.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Alguém pode perguntar agora, e eu? Como fico?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acalme-se! Deus não tem sonhos para você!  Mas têm planos, 
pensamentos, propósitos, designos, e projetos como vimos  nos textos 
acima o que é bem diferente de um “sonho”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Concluindo: A figura “sonho” é de porte humano e não podem ser aplicados a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Desafio  a qualquer teólogo, aspirante, profeta, pregador, falador 
de Deus,  bispo, padre, frade, papa, pastor, semideus etc..., a provar 
que estou  errado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ajudo-os ainda dizendo que existe um termo  teológico que poderia 
dar a entender que dizer que “Deus Sonha” é uma  forma poética de se 
expressar. O termo é “Antropomorfismo”,  mas já lhes digo que não se aplica ao todo 
poderoso criador quando traz  o sentido de degradação.&amp;nbsp; Antropomorfismo é
 uma forma de pensamento que  atribui características ou aspectos 
humanos a Deus e só se aplica  quando o Senhor é exaltado. Quando 
dizemos que ele sonha certamente não  estamos dando o devido tratamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Portanto sugiro que os ministros de hoje  revejam os seus conceitos
 e parem com essa discrepância. Cante e pregue  de acordo com o que diz 
as sagradas letras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pensamento:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;“Os sonhos de Deus jamais vão morrer por que jamais vão nascer, não existem!”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Gustavo Silveira da Silva&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;a href="http://sociedadecalvinista.org/calvinistas/22/por-que-deus-no-pode-sonhar/" target="_blank"&gt;Calvinistas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-4646306152088840346?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/0wE9CI9Plds" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-24T06:02:19.321-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Tu8_TqLcsNU/Ts4H9UZfy5I/AAAAAAAABFU/fh0ZOTxN2F0/s72-c/sonhar-sonhos-desejos-vontades.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">R. Rio da Prata, 738-880 - Ibura, Recife - PE, 51240-000, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1838738 -35.013087399999996 -8.058120800000001 -34.8551594</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/deus-nao-pode-sonhar.html</feedburner:origLink></item><item><title>Eleição, motivo para Santificação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/9AaDJmbyO-A/eleicao-motivo-para-santificacao.html</link><category>Salvação</category><category>Vida Cristã</category><category>Decretos de Deus</category><category>Santificação</category><category>Eleição</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:44:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-8757593245226576949</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fzka-LjQ5kc/TsyzsxUgkDI/AAAAAAAABFM/UtjRPYdl45g/s1600/john_owen_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-fzka-LjQ5kc/TsyzsxUgkDI/AAAAAAAABFM/UtjRPYdl45g/s320/john_owen_1.jpg" width="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;John Owen &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O eterno e imutável propósito de Deus é que todo aquele que Lhe pertence de forma especial, todo aquele a quem pretende trazer ao Seu bem-aventurado gozo eterno, tem, antes de tudo, que ser santificado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se em tudo o que formos — nossas inclinações, profissão de fé, honestidade moral, utilidade para os outros, reputação na igreja — não formos santos individualmente, espiritualmente e evangelicamente, não estamos entre aqueles que, pelo eterno propósito de Deus, foram escolhidos para a salvação e glória eternas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não fomos escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo para sermos primeiramente santos e inculpáveis diante de Deus em amor (Ef.1:4)? Não, fomos, antes de mais nada, “ordenados para a vida eterna” (At.13:48 – ACF; 2Ts.2:13). A intenção de Deus no decreto da eleição é a nossa salvação eterna, para “o louvor da glória de Sua graça” (Ef.1:5, 6, 11). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Que significa, então, quando se diz que fomos “eleitos em Cristo para que sejamos santos”? Em que sentido é a nossa santidade o propósito para o qual Deus nos elegeu? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A santidade é o meio indispensável para se obter salvação e glória. “Escolhi aqueles pobres pecadores perdidos para serem meus de forma especial”, diz Deus. “Escolhi salvá-los trazendo-os através de meu Filho, por intermédio da Sua mediação, para a glória eterna. Mas  faço-o segundo meu propósito e decreto para que sejam santos e inculpáveis diante de mim em amor. Sem a santificação que procede da obediência em amor a mim, ninguém jamais entrará na minha glória eterna”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pensar que se pode chegar ao céu sem santificação é esperar que Deus mude Seus decretos e propósitos eternos; é esperar que Deus deixe de ser Deus e acate o desejo de pecadores de permanecem pecaminosos. Paulo, no entanto, nos mostra que fomos predestinados para sermos conformes à imagem do filho de Deus (Rm.8:29; 2Ts.2:13); fomos eleitos para a salvação por meio da livre e soberana graça de Deus. Mas como é que se pode possuir de fato essa salvação? Através da santificação do espírito, e de nenhum outro modo. Deus, desde o princípio, jamais elegeu aqueles a quem não santificou pelo Seu Espírito. O conselho e o decreto de Cristo a nosso favor não depende da nossa santidade, no entanto da nossa santidade depende a nossa felicidade futura no conselho e decreto de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;A Santificação é Indispensável &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Segundo o imutável decreto de Deus ninguém pode alcançar a glória e a felicidade eternas sem graça e santificação. Os que foram ordenados para a salvação, foram também ordenados para a santificação. A mais tenra criança trazida à luz nesse mundo, não alcançará o descanso eternal se não for santificada e portanto, de modo consistente e radical, tornada santa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;A santificação é prova de eleição &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; A única prova da nossa eleição para a vida e a glória é a santificação operada em cada fibra do nosso ser. Assim como a nossa vida, a nossa consolação depende também da santificação (2Tm.2:19). O decreto da eleição é o bastante para dar segurança contra a apostasia nas tentações e provações (Mt.24:24). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como é que posso saber da minha eleição e que não cairei em apostasia? Diz Paulo, “Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (2Tm.2:19). Diz-nos Pedro, “procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição” (2Pe.1:10). Mas, como é que fazemos isso? Pelo acréscimo de todas as virtudes arroladas por Pedro (2Pe.1:5~9). Assim, se pretendemos estar na glória eterna, temos que nos esforçar totalmente para “sermos santos e irrepreensíveis perante Ele”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Problema. Se, desde a eternidade, Deus escolheu livremente um certo número de pessoas para a salvação, que necessidade têm elas de serem santas? Podem pecar o tanto que quiserem e jamais perderão o céu, pois os decretos de Deus não podem ser frustrados. A Sua vontade não pode ser negada. E se não forem eleitas, sejam santas como forem, ainda permanecerão perdidos, porque jamais podem ter a salvação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Resposta. Tal modo de argumentar não é ensinado na Escritura, nem dela pode ser aprendido. A doutrina da livre eleição de Deus em amor e graça é plenamente ensinada na Escritura, onde é proclamada como a fonte de, e o grande motivo para a santificação. É mais seguro apegar-se aos claros testemunhos da Escritura, confirmado na maioria dos crentes, do que dar ouvidos a essas objeções perversas e vis que podem nos levar a odiar a Deus e aos Seus desígnios. É melhor que o nosso entendimento seja cativo da obediência da fé, do que do questionamento de homens néscios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Especificamente, não somos apenas obrigados a acreditar em todas as revelações divinas, mas temos também que crer nelas conforme nos são apresentadas pela vontade de Deus. O evangelho requer que se creia na vida eterna, mas ninguém, que ainda vive em seus pecados, precisa acreditar na sua salvação eterna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Os parágrafos a seguir destroem essas objeções: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; (i) O decreto da eleição em si mesma, absoluta, sem a consideração de seus resultados, não faz parte da vontade revelada de Deus. Não está revelado se esta ou aquela pessoa é ou não eleita (Dt.29:29). Portanto, isso não pode ser utilizado como argumento ou objeção sobre nada que envolva a fé e a obediência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (ii) Deus enviou o Seu evangelho aos homens para que o Seu decreto de eleição fosse cumprido e levado à sua concretização. Ao pregar o evangelho, Paulo diz que tudo suportou “por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória” (2Tm.2:10). Deus ordena que Paulo permaneça e pregue o evangelho em Corinto porque Ele tinha naquela cidade “muito povo” (At.18:10), isto é, aqueles a quem Ele havia graciosamente escolhido para a salvação. Veja também Atos 2:47; 13:48. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (iii) Em todo o lugar que chega, o evangelho proclama a vida e a salvação por Jesus Cristo a todo o que vai crer, se arrepender e se render em obediência a Ele. O evangelho faz com que os homens saibam plenamente qual é o dever e a recompensa deles. Nessas circunstâncias somente a arrogância e a incredulidade podem usar o desígnio secreto de Deus como desculpa para continuarem pecado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Objeção.&lt;/b&gt; “Eu não me arrependerei, nem crerei, nem obedecerei, se primeiro não souber se sou ou não um eleito; afinal tudo depende disso”. &lt;br /&gt; &lt;b&gt;Resposta.&lt;/b&gt; Se é assim que pensa, o evangelho nada tem a lhe dizer nem a lhe oferecer, pois você está opondo sua vontade própria à vontade de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma que Deus estabeleceu para sabermos se somos ou não eleitos é pelos frutos da eleição em nossas próprias almas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Eis uma ilustração. Cristo morreu por pecadores. Não se exige que certa pessoa creia que Cristo morreu por ela de modo particular, mas apenas que Cristo morreu para salvar pecadores. Assim sendo, o evangelho exige de nós fé e obediência, e somos obrigados a reagir favoravelmente. Contudo, até que obedeça ao evangelho, ninguém tem nenhuma obrigação de crer que Cristo morreu por si em particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A mesma coisa acontece com a eleição. Exige-se que se creia na doutrina porque ela está na Escritura e é claramente proclamada no evangelho; mas quanto à sua própria eleição, não se exige que ninguém creia nela até que, pelos seus próprios frutos, Deus lha revele. Assim, ninguém pode dizer que não é eleito até que sua condição prove que não o seja porque os frutos da eleição jamais podem operar nele. Esse frutos são a fé, a obediência e a santificação (Ef.1:4; 2Ts.2:13; Tt.1:1; At.13:48). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Aquele em quem se operam essas coisas tem a obrigação, segundo o método de Deus e o evangelho, de crer na sua própria eleição. Todo crente pode ter tanta certeza da sua eleição quanto o tem da sua chamada, justificação e santificação. Pelo exercício da graça, asseguramos a nossa vocação e eleição (1Pe.1:5~10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas os incrédulos e os ímpios não podem concluir que não são eleitos, se não conseguirem provar que lhes seja impossível receber graça e santificação. Noutras palavras, eles têm que provar que cometeram o pecado imperdoável contra o Espírito Santo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A doutrina da eleição de Deus é ensinada em toda parte da Escritura para o encorajamento e a consolação dos crentes e para motivá-los a serem mais obedientes e santificados (Ef.1:3~12; Rm.8:28~34). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Como é que a Eleição Motiva os Crentes à Santidade &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; A graça e o amor de Deus na eleição, soberanos e para sempre reverenciados, são fortes motivos para a santificação, e a única maneira de demonstramos gratidão a Deus é agradar-lhe com a santidade de vida. Será que um crente verdadeiro diria: “Deus me elegeu para a vida eterna, portanto vou pecar o tanto que quiser, pois jamais perecerei nem serei condenando”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Deus usa a eleição como um motivador para o seu povo antigo (Dt.7:6~8, 11). Do mesmo modo o faz Paulo com os cristãos (Cl.3:12, 13). A eleição nos ensina humildade. Deus nos escolheu quando, por causa do pecado, éramos imprestáveis; não porque houvesse algum bem em nós. A eleição nos ensina submissão à soberana vontade, arbítrio e domínio de Deus sobre tudo o que nos concerne nesse mundo. Se Deus me escolheu desde a eternidade, e no devido tempo trouxe-me à fé, não iria Ele também cuidar de todas as coisas que me afetam? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A eleição também nos ensina o amor, a benevolência, a compaixão e a tolerância para com todos os crentes, que são os santos de Deus (Cl.3:12, 13). Como ousaremos alimentar pensamentos grosseiros e severos, e alimentar animosidade e inimizade contra qualquer um daqueles a quem Deus escolheu para a graça e glória? (Veja Rm.14:1, 3; Paulo tudo fez por causa dos eleitos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A eleição nos ensina o desprezo pelo mundo e por tudo o que lhe pertence. Escolheu-nos Deus para constituir-nos reis e imperadores do mundo? Levantou Deus o Seu eleito para ser rico, nobre e honorável entre os homens para que seja proclamado: “Assim se fará ao homem a quem o rei [do Céu] deseja honrar”? Escolheu-nos Deus para nos guardar de dificuldades, perseguições, pobreza, vergonha e reprovações no mundo? Paulo nos ensina bem o contrário (1Co.1:26~29). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tiago nos mostra como deve viver um eleito de Deus (Tg.1:9~11). O amor na eleição é motivo e encorajamento para a santidade por causa da graça que podemos e devemos esperar de Jesus Cristo (2Co.12:9). A eleição de Deus nos dá a certeza de que a despeito de todas as oposições e dificuldades que enfrentarmos, não seremos total e finalmente condenados (Rm.8:28~39; 2Tm.2:19; Hb.6:10~20). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Problema.&lt;/b&gt; Com certeza alguém que sabe que é eleito tem maior possibilidade de ser preguiçoso e negligente na sua vida espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Resposta. &lt;/b&gt;Alguém segue numa jornada, sabe que está no caminho certo e sabe que se se mantiver no caminho chegará certa e infalivelmente ao fim da sua jornada. Será que esse conhecimento o tornará relapso e negligente? Não seria isso mais provável a alguém perdido e sem saber para onde ir? Não seria isso mais provável a alguém sem a certeza de que alcançaria o seu destino? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Problema. &lt;/b&gt;A eleição é desanimadora para o incrédulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Resposta. &lt;/b&gt;Podem ocorrer duas coisas quando a eleição é proclamada aos incrédulos. Primeiro, eles poderão se esforçar ao máximo para provarem que são eleitos respondendo com fé, obediência e santidade, ou, segundo, podem não fazer nada e dizer que tudo isso depende de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Agora, qual dessas duas atitudes é mais racional e notável? Qual delas evidencia que amamos verdadeiramente a nós mesmos e estamos interessados por nossas almas imortais? &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt; Nada é mais infalivelmente certo do que isso: “todo aquele que nEle crê não [perecerá], mas [tem] a vida eterna” (Jo.3:15 - ACF).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt; &lt;b&gt;John Owen&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Em: &lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/2011/11/eleicao-motivo-para-santificacao.html" target="_blank"&gt;Projeto Os Puritanos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-8757593245226576949?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=9AaDJmbyO-A:E7eUjkQ8S0o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/9AaDJmbyO-A" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-23T05:50:39.573-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-fzka-LjQ5kc/TsyzsxUgkDI/AAAAAAAABFM/UtjRPYdl45g/s72-c/john_owen_1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/eleicao-motivo-para-santificacao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Esposa: Seu Marido é Seu Senhor!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/-3zIQgIfcj4/esposa-seu-marido-e-seu-senhor.html</link><category>Mulher</category><category>Vida Cristã</category><category>Casamento</category><category>Homem</category><category>Família</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 00:36:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-4111365219210841276</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Kf5FBjmQ3HY/TsoOEcPtIJI/AAAAAAAABFE/fMqlnpOQzCc/s1600/amor-corazon-745309.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Kf5FBjmQ3HY/TsoOEcPtIJI/AAAAAAAABFE/fMqlnpOQzCc/s1600/amor-corazon-745309.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O texto de I Pedro 3:5,6 deixa as mulheres de cabelo em pé, pois no contexto de falar de submissão, Pedro trás o exemplo de Sara, que sendo grande exemplo a ser seguido, chamava Abraão de Senhor, e assim, diz Pedro, as mulheres crentes devem agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe dúvida que nossa sociedade rejeitaria tamanha reverência de mulheres aos seus maridos, mas eu gostaria de abordar aqui a razão pela qual Pedro faz essa retumbante declaração, e eu espero que isso sirva às mulheres com o propósito de fazer-lhes entender o seu papel e ainda, consolá-las quanto às conseqüências dessa assertiva aos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, entendamos rapidamente o texto. Os versos de 1-6 são dirigidos por Pedro às mulheres e apenas o verso 7 aos homens. Ele vem dando, desde I Pedro 2:11,12 alguns conselhos aos peregrinos e forasteiros - que na época eram literalmente dispersos (1:1), mas que se aplica a todos os crentes – a se comportarem frente a suas autoridades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Governamentais (2:13-17), mesmo que sejam maus naquilo que fazem;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Patronais (2:18-25), mesmo quando são injustos; e agora:&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Familiares (3:1-7), mesmo quando eles não obedecem a Palavra. &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;E é aqui que as dúvidas começam, pois como ser submissa a alguém que não conhece a Palavra, como o Apóstolo sugere?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãs, esse texto não deve ser visto por vocês com tristeza ou peso, mas ao contrário, como pretendo mostrar aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que se fala desse texto, pensa-se imediatamente que ele fala do jugo desigual, e, de fato, há aplicações fortíssimas, pois mesmo em jugo desigual a verdade desse texto não muda e nem tampouco suas aplicações. Sendo claro, se você for casada com um descrente e ele mandar que você não vá para a Igreja, você deverá obedecê-lo, pois é seu dever criacional fazê-lo. Espero que as moças leiam isso com muita atenção antes de cometer tamanha loucura. Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que esse texto não fala diretamente a casais em jugo desigual, mas se aplica a crentes que não obedecem a verdade, e bem que isso acontece com freqüência. Daí entendermos porque Abraão e Sara foram trazidos como o casal exemplo do texto nos versos 6,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo bem prático: Abraão não obedeceu a verdade quando mandou Sara se passar por sua irmã no Egito e ela corria riscos terríveis ali (Gênesis 12:10-20), e por mais que Sara não concordasse com aquela postura de seu marido, obedecia porque Abraão é o seu Senhor (kurios – mesma palavra usada para o Senhor). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a consequência disso? Aí é onde os homens é que devem tremer diante das verdades do versículo 7 (algumas delas eu já coloquei nesse post: &lt;a href="http://blogdoseleitos.blogspot.com/2010/09/reforma-comeca-em-casa.html"&gt;A Reforma começa em casa&lt;/a&gt;), mas no contexto dos versos anteriores, os homens assumem toda a responsabilidade quando não obedecem a Palavra e suas esposas lhe obedecem (como manda a Palavra). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notem que isso é quase uma revolução ao pensamento atual que reza que as mulheres devem desobedecer seus maridos quando pensam que farão algo errado, mas esse texto mostra que tamanha responsabilidade os homens precisam carregar, pois como o Senhor, com quem são comparados, eles precisam assumir a culpa pelos erros de suas esposa, assim como Cristo o fez pela Igreja (Cf. Efésios 5:25 e contexto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então quando Sara obedeceu Abraão e lhe chamava de Senhor, lembrava a ele da responsabilidade que tinha até mesmo pelos atos que ela realizava. O casamento perfeito diante de Deus é aquele em que o homem é homem de verdade e não divide responsabilidades com a esposa, mas coloca todas elas sobre as suas costas, mas divide todas as glórias e louros, como alguns exemplos Bíblicos nos lembram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Adão levou a culpa pelo pecado de Eva, mas ainda assim lhe deu o nome de Vida!&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Salomão era o Rei sábio e poderoso, mas louvou a virtuosidade e dividiu a glória com sua Sulamita.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;José sairia sem difamar Maria, mesmo quando pensava ter sido traído por ela, pois ela estava grávida sem que tivessem coabitado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Finalmente, Jesus paga o preço por cada erro de sua noiva Igreja e a convida para gozar as mais deliciosas bênçãos juntamente com ele e sua herança.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;Se você é mulher, descanse na submissão ao seu esposo, pois a responsabilidade é dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for homem, assuma. Essa é a sua responsabilidade!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Samuel Vitalino&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em: &lt;a href="http://bibliacomisso.blogspot.com/2011/11/esposa-seu-marido-e-seu-senhor.html" target="_blank"&gt;E a Bíblia com Isso?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-4111365219210841276?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=-3zIQgIfcj4:ENB2Q7_2Qio:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/-3zIQgIfcj4" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-21T05:42:19.761-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Kf5FBjmQ3HY/TsoOEcPtIJI/AAAAAAAABFE/fMqlnpOQzCc/s72-c/amor-corazon-745309.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/esposa-seu-marido-e-seu-senhor.html</feedburner:origLink></item><item><title>Pastores não podem ser covardes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/9-XsFBHcGWs/pastores-nao-podem-ser-covardes.html</link><category>Ministério Pastoral</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:27:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-8577855289575332518</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="goog_536798092"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_536798093"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vgy_fo9M5AM/TsWm2t9f2_I/AAAAAAAABE4/VlDkvPJ8ks8/s1600/o_pregador%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vgy_fo9M5AM/TsWm2t9f2_I/AAAAAAAABE4/VlDkvPJ8ks8/s320/o_pregador%255B1%255D.jpg" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Ser um pregador da Palavra de Deus não é um trabalho para covardes. Aqueles que são chamados para expor o Evangelho encontrarão diante diante de si lobos travestidos de ovelhas, assassinos da verdade, hipócritas, falsos mestres, profetas da mentira, gananciosos mercenários, homens que distorcem o Evangelho com a finalidade de tirar proveito pessoal dele. Não devemos temê-los, mas denunciá-los com o antigo Evangelho de Cristo, proteger as verdadeiras ovelhas e conduzi-las sob a autoridade do Bom Pastor, o Senhor Jesus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ewerton B. Tokashiki&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em: &lt;a href="https://www.facebook.com/note.php?note_id=2345449481492" target="_blank"&gt;Nota no Facebook&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-8577855289575332518?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?a=9-XsFBHcGWs:GWX6AviBIMA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/blogdoseleitos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogdoseleitos/~4/9-XsFBHcGWs" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2011-11-17T21:37:22.581-03:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Vgy_fo9M5AM/TsWm2t9f2_I/AAAAAAAABE4/VlDkvPJ8ks8/s72-c/o_pregador%255B1%255D.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Ibura, Recife - PE, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.1209973 -34.9341234</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-8.152436300000002 -34.9736054 -8.0895583 -34.8946414</georss:box><feedburner:origLink>http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/pastores-nao-podem-ser-covardes.html</feedburner:origLink></item><item><title>Coreografia na Igreja: A Dança da Ignorância</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogdoseleitos/~3/jUGqetEx5Qk/coreografia-na-igreja-danca-da.html</link><category>Princípios de Liturgia</category><category>Princípio Regulador do Culto</category><category>Culto</category><category>Coreografia na Igreja</category><category>Dança no Culto</category><author>noreply@blogger.com (Heitor Alves)</author><pubDate>Tue, 15 Nov 2011 11:20:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1137666062590309441.post-5043242606941064560</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pt7s1_bEggU/TsLA8htFOZI/AAAAAAAABEw/A1phCCXsqYk/s1600/coreografia-na-igreja-dan%25C3%25A7a-da-ignorancia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-pt7s1_bEggU/TsLA8htFOZI/AAAAAAAABEw/A1phCCXsqYk/s320/coreografia-na-igreja-dan%25C3%25A7a-da-ignorancia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;A ignorância dança na minha frente! Colorida, maquiada, e iluminada, ela se contorce feita serpente, mas não entendo o que ela quer dizer! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Trevas medievais se abatem sobre o culto de igrejas modernas. Novamente os ministros do evangelho estão buscando roupas, cores, luzes, sons, gestos mudos, e centralidade em mulheres que, sem saber, roubam a glória de Cristo nos cultos dessas igrejas. Dessa forma, a velha igreja Católica Romana com seu culto colorido tem sido lembrada no meio evangélico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estive pregando em um congresso para jovens presbiterianos, e fiquei decepcionado ao ver que, o culto desses jovens nada tinha a ver com o presbiterianismo histórico, nem com o sistema calvinista de adoração. Não sei quem é o culpado por tantos descaminhos dentro de nossas igrejas; o que sei é que o culto presbiteriano está aleijado em muitas igrejas; precisa de muletas para andar. O princípio que subjaz esta enfermidade é o fato dos líderes acharem que só a Palavra de Deus e os sacramentos já não podem mais ter tanta graça, e para isso insistem em trazer algo com mais engraçado. O que pude observar naquele congresso não posso chamar de culto. Não tive impressão de que as pessoas ali estivessem com suas mentes voltadas para Deus. Palco com muitas luzes pondo seus holofotes em moças maquiadas, brilhando à luz dos reflexos de sapatilhas prateadas, com vestidos multicoloridos, contorcendo seus corpos como serpentes, e até, sensualmente mostrando o contorno de seus corpos, dançando e sinalizando com os membros superiores e inferiores, gestos obscuros que ninguém entendia o que queriam dizer com aqueles movimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando sento num banco de igreja e vejo aquelas mocinhas dançando na minha frente, nada mais consigo além da ignorância dançante de seus líderes. Como dançam ao som de músicas, entendo a letra da música, mas não sei o que elas pretendem dizer com seus braços e pernas que sobem e descem sincronizadamente, repetindo cansativamente os mesmos movimentos. Será que somente eu não compreendo a linguagem daqueles corpos coloridos, brilhantes e emudecidos, que se contorcem sobre o palco querendo dizer algo? Será que terei que aprender um alfabeto dos movimentos coreográficos para decodificar a mensagem dançada? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Foi-me dito que elas estão louvando a Deus. Estranho! Parece que esse louvor nunca poderá ser congregacional; ou imaginaremos os anciãos da igreja coreografando sincronizadamente? Por que essa modalidade de louvor só pode ser praticada por moças novas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;POR QUE A COREOGRAFIA NÃO É A VONTADE DE DEUS PARA O CULTO CRISTÃO? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) PORQUE É UM MEIO ATRASADO E PRIMITIVO DE COMUNICAÇÃO QUE COMPROMETE O CULTO À OBSCURIDADE E AO ERRO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio mais direto, perfeito e objetivo de nos comunicarmos com Deus é por meio da palavra inteligível. Os movimentos corporais podem representar simbolismos nas muitas religiões pagãs e de mistérios pelo mundo afora; mas só o culto revelado a Israel (Rm 9:4) contém os verdadeiros elementos que agradam a Deus. Nada há no culto de Israel que lembre o culto pagão das nações vizinhas, que era recheado de danças folclóricas. O louvor de Israel sempre foi por meio de palavras inteligíveis, e não por expressões corporais. Além disso, teria que haver uma codificação dos movimentos, para que a igreja pudesse ler e decodificar o significado de cada movimento, o que é impossível, pois como é uma dança ao som de músicas, as letras das músicas confundiriam as letras expressas pela linguagem corporal. Ainda assim, a expressão corporal seria inviável para o culto porque o corpo é mudo e seus movimentos limitados, tendo-se que repetir as mesmas coisas significadas, e caindo no erro das vãs repetições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coreografia é proibida pelo apóstolo Paulo por representar uma forma muda de expressão que nada expressa. Nenhuma formalidade sem sentido deveria fazer parte do culto cristão, (I Co 14:8-9). A própria palavra louvar (do lat. Laudare) sempre está relacionada a “dizer algo inteligível à mente”, “bendizer”; assim sendo nunca poderia ser empregada para gestos ou expressões corporais. O Salmo 150:4 emprega o termo para “adulfes e danças” porque está citando a expressão de Êxodo 15:20-21, que é acompanhada de bendições em alta voz por Miriam e as mulheres que acompanharam o coro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo meio obscuro de cultuar a Deus é proibido em sua Palavra, pois a igreja tem entender a mensagem para dar o amém, (I Co 14:16). Toda forma de culto que não comunica a mensagem inteligívelmente, é semelhante a falar ao ar, (I Co 14:9). Além do mais, o apóstolo Paulo ensina que o culto cristão é racional, pertencente ao entendimento, (Rm 12:1). Cultos em que não se entende a mensagem ou o louvor, são caracteristicamente pagãos em sua essência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar exemplos de Miriam ou Davi é cometer sério erro hemenêutico. Eles dançaram porque quiseram; não estavam obedecendo a nenhum mandamento da lei, nem seu exemplo ficou para ser seguido. O povo de Deus não segue exemplos, e sim ordens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) PORQUE NÃO É PARTE INTEGRANTE DE NENHUM DOS MEIOS DE GRAÇA, E, PORTANTO NÃO PODE FAZER PARTE DO CULTO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos sacramentos e da palavra, Cristo e os apóstolos não instituíram nada mais como meio de graça para o povo de Deus. Todos os elementos do culto cristão são, necessariamente, meios de graça. Mas fica difícil explicar como um grupo de mulheres fantasiadas e dançantes se tornariam um meio de graça para a igreja de Cristo. O que coreografia tem a ver com a história da redenção? O que as danças comunicariam à mente dos crentes? A música cantada é ordenada nas epístolas paulinas, e foi usada por Cristo ao término da ceia; nada há, porém, quanto à dança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) PORQUE NÃO FAZ PARTE DE NUNHUMA ORDEM LITÚRGICA ENCONTRADA NO VELHO OU NOVO TESTAMENTO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria expressão “dança litúrgica” é precária, pois não há nenhuma liturgia de culto onde haja danças no Velho ou Novo Testamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto foi uma das dádivas pactuais dadas ao povo de Israel, e sobre o qual a nova aliança é inspirada. Não há nenhum registro do culto no Antigo Testamento que danças fizeram parte do culto israelita no templo. O culto de Israel era santíssimo, e jamais seria profanado por elementos de cultos pagãos. Os povos vizinhos de Israel adoravam o sol, as estrelas, gatos, serpentes, jacarés, deusas, e deuses, dançando religiosamente para eles. Esse culto dançante era originado da própria vontade humana, mas o culto do Deus de Israel tinha origem divina, e foi revelado pelo próprio Deus ao seu povo, (Rm 9:4); em nenhum lugar da revelação Deus requereu danças; elas eram exatamente o elemento mudo das religiões pagãs daqueles tempos. O mesmo pode-se entender no Novo Testamento. Nenhuma evidência há para uma tradição pagã entre os crentes da igreja primitiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) PORQUE NÃO HÁ MODELO NEM MANDAMENTO APOSTÓLICO PARA ISTO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ordens apostólicas do conteúdo do culto no que se refere a louvor é salmo, (I Co 14:26); salmos, hinos e cânticos espirituais, (Ef 5:19). Em nenhum lugar da tradição apostólica foi incluída coreografia, sendo, portanto, uma tradição humana acrescentada ao culto cristão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) PORQUE ROUBA A GLÓRIA DE CRISTO E MACULA O CULTO DIVINO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento moderno secular de coreografia na igreja apresenta-se como um show, bem ensaiado, e que, impecavelmente pretende agradar à expectativa de quem assiste. A atenção dos expectadores está em acompanhar os movimentos dos corpos brilhantes e coloridos e conferir as falhas e os acertos para depois atribuir-lhes elogios. Nada há na coreografia que leve a mente dos crentes a glorificar a Cristo, pois os corpos dançantes não falam à mente. Se nada comunicam, acabam distraindo a mente dos crentes e desviando o foco das atenções do verdadeiro culto que é Cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma dançarina vai a um palco querendo dar glória a outrem, pois ela está ali para “demonstrar” e não para levar a mente das pessoas cativas a outro lugar que não sua própria pessoa. Assim, as dançantes amaldiçoam-se por roubar a centralidade da adoração a Deus, (Atos 12:21-23), por receber honras e elogios que deveriam ser de Cristo, e por tornar a adoração a Deus em show, culto profano e pagão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) PORQUE A COREOGRAFIA SEMPRE ESTÁ ENVOLVIDA COM CARNALIDADE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na coreografia, os movimentos dançantes são voltados para demonstrações dos corpos de quem dança. A mente de quem assiste é eficazmente desviada para contemplar movimentos, e não para pensar em Deus ou em Cristo. As moças fantasiam-se sensualmente, - exatamente como procedem as dançarinas mundanas para atrair olhares, e provocar impressões sensoriais fortes em quem assiste. Quando dizem que estão imitando a profetisa Miriam, com coreografias modernas, tais coreógrafos esquecem-se de que uma profetisa judia nunca vestiria trajes tão pecaminosos como as atuais fantasias que circulam nos palcos eclesiásticos dos nossos dias. Pelo efeito que produz, a coreografia é uma obra de sensualidade, voltada para o pecado da carne; e o pendor da carne é morte, (Rm 8:6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) PORQUE É PECAMINOSO POR ENALTECER A NATUREZA HUMANA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada pode ocupar o centro da adoração cristã senão a Palavra de Deus, por meio do pregador. As danças, os conjuntos, cantores e corais são terminantemente proibidos de ocupar o lugar central da Palavra de Deus no verdadeiro culto cristológico. Todas essas pretensiosas formas de expressões de louvor são individuais e particularizadas, devendo apenas ser para uso de cada um em ambiente privado, não na igreja. Na igreja o culto é público, e o louvor sempre é congregacional. O apóstolo Paulo foi incisivo contra os coríntios com seus individualismos em detrimento da igreja como corpo. A visão de cantor A, conjunto B, coral C, que se apresentam sozinhos, segregando-se do louvor congregacional, nada mais é do que uma visão de fama, e isto é pecaminoso aos olhos de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma expressão absurda que se usa muito nas liturgias seculares é o termo “participação especial” para designar um cantor que vai cantar na frente da igreja. Sem perceber, o liturgo anuncia que o culto vai parar porque alguém mais especial vai cantar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sempre que houver o incentivo à manifestações particulares de louvor, a tendência é à segregação, individualismo, fama, elogios, e exaltação à pessoa que canta ou grupo que se apresenta. Assim sendo, tais modelos são carnais, (Gl 5:20-21) e devem ser evitados na igreja de Cristo. Todos esses modelos são seculares, trazidos do mundo pagão para dentro da igreja, sem nenhuma base bíblica. No céu toda a igreja cantará em um coral universal; lá não haverá participação especial de A ou B. Se a igreja de Cristo quer agradar a Deus, então, deverá copiar o modelo das coisas celestiais, e não das terrenas, (Cl 3:2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) PORQUE É AFÔNICA E DENUNCIA-SE DESNECESSÁRIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais absurda idéia que podemos ouvir dos defensores da coreografia na igreja é que ela é uma maneira de louvar a Deus. Usam os textos dos Salmos 150 e o exemplo de Miriam (“Se ela dança, eu danço!”), e o exemplo de Davi – textos que tratarei mais adiante – para fundamentar uma teologia contraditória, por desconhecerem a verdadeira idéia do salmo 150 e do exemplo de Miriam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande contradição da coreografia é que ela precisa da música para louvar. Ora, como pode um corpo dançante louvar, se louvar é bendizer, e o corpo nada diz? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao olharmos para o Salmo 150:4 (“Louvai ao Senhor com adulfes e danças”), o termo hebraico mahol “dança”, é um termo usado como símbolo de alegria após uma vitória. Normalmente uma mahol era acompanhada de adufes (tof); por isso o salmista usa o conjunto “adulfes e danças”. A expressão hebraica do Salmo 150:4 é exatamente a mesma encontrada em referência à dança de Miriam em Êxodo 15:20, em sua forma verbal (“tocaram adulfes e dançaram”). Algo muito importante que muitos deixam de esclarecer é que a dança de Miriam nada tem a ver com o moderna coreografia praticada nas igrejas. Vejamos as diferenças: 1) A dança de Miriam foi resultado de uma alegria de vitória do povo de Israel sobre os egípcios; 2) Foi acompanhada por um instrumental próprio; 3) Constituiu parte do ato de louvor a Deus pela vitória, que compunha-se de repertório, som, e dança. Daí podemos concluir: a) que Miriam não coreografou apenas gestos mudos; b) Que é errado referir-se a Miriam apenas à sua dança, pois ela tocou, cantou, e dançou; c) Que a parte mais importante do seu ato não foi a dança, e sim a letra da música que ela proferiu; d) Que o que louvou a Deus não foi o movimento do seu corpo, e sim as palavras que proferiu para engrandecer e bendizer a Deus; e) Que a dança de Miriam não foi uma parte integrante do louvor, e sim o resultado da alegria que sentiu, sendo apenas uma manifestação contingente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma segunda abordagem importante é lembrar que aquele ato de Miriam foi um ato profético extraordinário e inspirado, no qual, ela como profetisa inspirada, estava profetizando Palavras de Deus que ficaram registradas no cânon das Escrituras do Antigo Testamento. Portanto ninguém pode querer dançar como Miriam dançou, porque sua dança foi um mover inspirado do Espírito de Deus no profetismo do Antigo Testamento, que tinha fins de escrituração da Palavra de Deus; Miriam não dançou porque quis, e sim porque o Espírito quis. Quando as pessoas querem imitar Miriam, estão assumindo a postura do falso profeta, pois não têm credenciais para isto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Salmo 150, estaria dando ordens para louvar a Deus com danças? Absolutamente não! O salmista não está se referindo apenas à “dança”, separadamente de adulfe, pois ele está se referindo ao ato de Miriam. “Adulfes e danças” é a expressão do louvor profético da profetisa Miriam, que foi inclusa no livro dos salmos para ser lembrada continuamente no cântico de Israel, porque continha os elementos da redenção de Israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte do erro da coreografia deve-se à visão errada que as pessoas têm dos Salmos. A maioria acha que os salmos são mandamentos; e quando lêem o Salmo 150:4, acham que o salmista está ordenando ao povo de Deus a dança como louvor. Os salmos são poemas musicais compostos pelos israelitas da antiguidade para serem usados como hinos na adoração. Ao invés de dançarem por causa da expressão do salmo, eles apenas cantavam o salmo; não há nenhum indício de que os israelitas dançassem no templo. Na verdade, o Salmo 150:4 não foi dado para imitar Miriam, mas para cantar a vitória redentiva que ela celebrou. Portanto, o Salmo 150:4 não é para ser dançado, e sim cantado. Bater tambores e movimentar o corpo nada diz acerca das grandezas de Deus; portanto, não é à dança ao que o salmista está se referindo, e sim ao que foi dito por Miriam quando dançou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso da dança de Davi em I Crônicas 15:29 tem sido usado como modelo ou mandamento para justificar coreografia. Isto consiste muito mais em ignorância do que exegese. Davi não deu ordens a ninguém para dançar, nem instituiu em seu reinado a “dança litúrgica”. Mais uma vez, somente o rei se empolgou porque estava vindo de uma vitória contra os filisteus, e apenas ele dançou. Davi dançou e se alegrou, mas depois é que adorou ao Senhor com cânticos dos Salmos de sua autoria, (I Cr 16:7-36). Isto é prova de que as danças do Antigo Testamento estão relacionadas com a história das vitórias de Israel, e nunca com a adoração. Danças no Antigo Testamento é uma expressão de alegria, e não de louvor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A dança celebra alegria, festa; a única festa a qual somos ordenados celebrar é a ceia do Senhor no dia do Senhor, (I Co 5:7,8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) PORQUE ROUPAS, CORES, FORMAS, LUZES E SONS SEMPRE CARACTERIZAM O VELHO CULTO CATÓLICO ROMANO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto reluzente e colorido é o culto que não agrada a Deus. No Antigo Testamento havia muitas figuras, cores, formas e ritos, mas tudo tinha um significado tipológico. Com a vinda de Cristo, toda expressão profética do antigo culto cumpriu-se. Agora, somente os aspectos da nova aliança devem interessar à igreja de Cristo. Nada há Novo Testamento que nos dê a entender que o culto da Nova Aliança seja recheado de cores, luzes e sons. Ao contrário, a recomendação apostólica, quanto ao culto cristão, é de simplicidade e humildade. A igreja neotestamentária que mais deu trabalho ao apóstolo Paulo quanto à humildade do culto foi Corinto. Loucos por extravagâncias, os coríntios foram duramente repreendidos pelo apóstolo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, antes das missões protestantes alcançarem as Américas, a roupa comum dos crentes era, naturalmente, o paletó. O pregador usava paletó porque era a roupa de todos os homens presentes na igreja; não havia destaque do pregador pela roupa ou qualquer outro utensílio. Hoje as igrejas buscam destacar cada vez mais o pregador da multidão. Contrariamente aos reformadores do passado, o Catolicismo procurou enaltecer infinitamente seu clérigo, pondo sobre ele roupas, cores, e objetos, que o tornam o centro da missa. O papa católico, com seus grandiosos palácios e fortunas, com tantos aparatos, ouro, e finíssimas roupas sobre si, nunca poderia ser o representante de Cristo na terra; Cristo morreu nu, desprezado, sem riqueza, e abandonado numa cruz. Por este motivo, o verdadeiro culto cristão é aquele que melhor representa a humildade do nosso Senhor. Implementar o culto com tantas paramentas é voltar à ostentação do culto católico romano, culto abominável a Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) PORQUE IMPEDE QUE A PRÓPRIA MENSAGEM PRETENDIDA CHEGUE A MENTE, POR APRISIONAR-SE AOS OLHOS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nunca estabeleceria coreografias para o seu culto porque seria uma contradição de propósitos. Seria a coreografia para os olhos ou para mente? Até agora nunca vi nada diferente do que as tais danças proporcionam para quem as assiste, além de novidades para os olhos. Nada diz ao coração, nem à mente. Ninguém entende nada que se faz com o corpo. É mero lazer para quem pratica, e confusão para quem vê. Dessa forma, a coreografia constitui um elemento proibido pela literatura apostólica. Nela não há mensagem de louvor, palavras de gratidão ou qualquer coisa parecida. Como poderia algo tão inócuo e irracional fazer parte do culto racional dos cristãos, (Rm 12:1)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) PORQUE DESOBEDECE AO MANDAMENTO DA MODÉSTIA DA MULHER NO CULTO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dançarinas produzidas em vestes, cores e arranjos ferem a ordem apostólica dos trajes modestos que Paulo dá em I Timóteo 2: 9 para o culto cristão. O culto não é lugar para demonstrações de fantasias de danças femininas. Certamente isto constitui um pecado grave para com Deus: a profanação do seu santo culto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) PORQUE FAZ PERDER A SIMPLICIDADE DO CULTO A DEUS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto cristão é um momento onde todos os crentes devem estar quebrantados de espírito, arrependidos de seu mal, perdoado o próximo, e na mais total dependência de Deus. O sentimento de igualdade e dependência mútua como partes de um corpo deve permear o ambiente sagrado, fazendo de todos um único organismo. Quando o culto é recheado de destaques, privilégios, participações “especiais”, apresentações e representações individuais, (cores, movimentos, sons, personalidades centralizadas no palco, concorrências, etc.) elementos chamativos da atenção da congregação para um único indivíduo ou grupo, perde-se então, a verdadeira natureza de culto a Deus; a adoração é transformada em relações psico-sociais e antropológicas. Personagens se tornam o foco das atenções, as mentes são desviadas de Cristo, e o interesse aumentado em direção aos talentos, cores, sons, gestos e aplausos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a maioria das pessoas o culto não tem graça quando o único atrativo é Deus. Haverá sempre muito mais adeptos do falso culto, porque, além de tal culto não exigir pré-requisitos espirituais, ainda garante um relaxamento e lazer para os participantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) PORQUE CONTRARIA OS PRINCÍPIOS DE LITURGIA DO CALVINISMO, CARACTERIZANDO OS USUÁRIOS COMO NÃO CALVINISTAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calvinismo é um sistema de culto e vida. Incrivelmente, podemos encontrar coreografia em igrejas que vêm de origens calvinistas; até mesmo alguns pastores coreógrafos querem ser identificados como calvinistas. Com toda certeza esses movimentos coreográficos seriam taxados por Calvino e seus sucessores como movimentos pagãos. O culto do calvinismo clássico está muito longe das caricaturas modernas do culto protestante. Os praticantes da coreografia evangélica desconhecem o verdadeiro culto calvinista, e não partilham da tradição reformada deixada pelos gigantes do calvinismo clássico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A ênfase dada pelos calvinistas ao culto cristão condena qualquer representação visível (CONFISSÃO DE WESTMINSTER, cap. 1, seção 1), seja de danças, de teatro, ou de qualquer outra coisa. Pastores que afirmam serem presbiterianos, ou que adotam a Confissão de Westminster como símbolo de fé, jamais deveriam estar envolvidos em práticas coreográficas no culto reformado, pois isso é negar o voto ministerial, e incorrer numa infidelidade para com a Igreja Presbiteriana do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14) PORQUE A ORDEM É LOUVAR COM A BOCA, E NÃO COM DANÇAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hebreus 13:15) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “sacrifício” da expressão “sacrifício de louvor”, representa a adoração a Deus no Antigo Testamento. O autor está citando a mesma idéia contida em Oséias 14:2 (“sacrifícios de nossos lábios) para afirmar a verdade comparativa com o Antigo Testamento: enquanto a adoração da Antiga Aliança era por meio de sacrifícios de animais, a adoração da Nova Aliança é por meio de um outro tipo de sacrifício,“o sacrifício que procede dos lábios”. O autor desta epístola é unânime com a doutrina apostólica, quando fundamenta toda a adoração do Novo Testamento sobre o louvor dos lábios dos crentes. Indiscutivelmente, quando alguém tem dúvida sobre a adoração do Novo Testamento, podemos dizer-lhe que aquilo que era para o antigo culto de Israel, é hoje o louvor dos lábios dos crentes. Esse é o modelo neotestamentário de adoração da Nova Aliança, não havendo nenhuma outra forma de adorar a Deus, além de nossos lábios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) PORQUE NO CÉU O CORAL É DE VOZES E NÃO DE DANÇARINAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Era necessário que, as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores.” (Hebreus 9: 23) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O culto terreno, instituído por Cristo e pelos apóstolos, é figura do que há no céu, e lá não há grupos de dançarinas, apenas um imenso coral de vozes dos redimidos, (Apocalipse 7 e 19). O texto de Hebreus está intimamente relacionado com o sacrifício de louvor dos lábios dos crentes. Não há nenhuma margem para cultos dançantes no céu. A adoração a Deus que acontece na terra é uma cópia da adoração celestial. Por isso João tem a visão apocalíptica de um grande coral, e não de dançarinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16) PORQUE DENUNCIA A IGNORÂNCIA TEOLÓGICA DOS LÍDERES QUE APOIAM ESTE PECADO NA IGREJA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já vimos anteriormente, a prática da coreografia na igreja é uma prática mundana que entrou no culto dos mais desinformados. A liderança que compartilha de tais “expressões de louvor” desconhece a história do Calvinismo, ignora os símbolos de fé reformados, não tem raciocínio teologicamente preciso, e nunca aprenderam teologia reformada. Cansam-se de dizer que são reformados, quando na verdade só acreditam, com reservas, no sistema de governo e na doutrina da predestinação. Se olharmos para o presbiterianismo histórico, veremos que os antigos líderes eram homens mais conscientes da doutrina reformada, e detinham certa cultura teológica; essa é razão porque nunca encontramos coreografia na igreja quando recuamos um pouco na história. A maioria da liderança perdida com coreografia representa um pessoal que nada lê ou estuda; ignora a teologia, as letras, e o conhecimento. Assim, perecem no paganismo de sua própria ignorância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando corpos se contorcem feitos serpentes na frente de uma igreja, a única coisa que representam com aquelas danças é a materialização dançante da ignorância de seu pastor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16) PORQUE CONTRARIA A ORIENTAÇÃO LITÚRGICA DA IPB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A base constitucional contra a coreografia na igreja está nos Princípios de Liturgia cap. III, Artigos. 7 e 8, no qual a IPB define os elementos que devem constar no culto presbiteriano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A posição mais recente da Igreja Presbiteriana do Brasil quanto à coreografia está na resolução exposta no documento CXIII da reunião ordinária do SC/IPB-98, a qual rejeita o movimento coreográfico na igreja em bases teológicas, históricas, e confessionais, ordenando aos concílios que façam lembrar aos pastores o voto de seguir os padrões institucionais quando da ordenação, e que também façam cumprir os princípios de liturgia quanto ao culto público da IPB no cap. III, artigos 7 e 8. Todos os líderes eclesiásticos que compartilham, ensinam, ou praticam coreografias em suas igrejas incorrem em grave falta, sendo passivos de disciplina pelos concílios da IPB, bastando para isso que qualquer membro da igreja ou concílio denuncie tal líder. Aqueles que não concordam ou sentem-se ultrajados por causa de seus líderes dançarinos, devem enviar documento formal, com base constitucional (tanto do Manual Presbiteriano, quanto do doc. CXIII-SC/IPB-98) ao conselho, pedindo que tal documento seja enviado ao Presbitério. Em tal documento deve haverá: a) denúncia formal de que o pastor promove ou permite danças no culto público; b) a base constitucional que referenda a falta ( Manual Presbiteriano e doc. CXIII-SC/IPB-98); c) a requisição pedindo que seja proibido pelo concílio superior o procedimento coreográfico de tais líderes.&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;Moisés C. Bezerril&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;Em: &lt;a href="http://teologiaselecionada.blogspot.com/2008/03/coreografia-na-igreja-dana-da-ignorncia.html" target="_blank"&gt;Teologia Hoje&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1137666062590309441-5043242606941064560?l=blogdoseleitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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