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	<title>Blog do Davi Marski</title>
	
	<link>http://www.blog.marski.org</link>
	<description>Blog Pessoal do Davi Marski  - idéias, escaladas, pensamentos e filosofia barata...</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Mar 2013 19:56:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Muito além do peso</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2603#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2013 10:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dica do Rodrigo Genja Chinaglia, vale a pena ver esse documentário:</p> <p> Nas palavras dele:</p> <p style="padding-left: 30px;">&#8220;O vídeo que TODO BRASILEIRO DEVE VER: Muito Além do peso. Mostrando o lado GORDO da moeda dos alimentos gordurosos e cheios de açucar.</p> <p style="padding-left: 30px;">Mostra a determinação das crianças em querer emagrecer – em alguns casos <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2603">Muito além do peso</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dica do <a href="http://www.facebook.com/rodrigogenja?group_id=0" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=1163003681&amp;extragetparams=%7B%22group_id%22%3A0%7D">Rodrigo Genja Chinaglia</a>, vale a pena ver esse documentário:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/57459272?autoplay=1" height="224" width="398" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Nas palavras dele:</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;O vídeo que <strong>TODO BRASILEIRO DEVE VER</strong>: Muito Além do peso. Mostrando o lado GORDO da moeda dos alimentos gordurosos e cheios de açucar.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mostra a determinação das crianças em querer emagrecer – em alguns casos – ou de fazer birra e os tontos dos pais darem tudo que ela quer até ela explodir de gorda.</p>
<p style="padding-left: 30px;">É o que eu sempre falo, o problema não é a pessoa ser gorda, o problema é ela comer que nem uma filha da puta pra curar a ansiedade, e depois não fazer exercício  nem um esporte, e reclamar que a vida é injusta.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Um atenuante é que ninguém é obrigado a saber que essas merdas tão gostosas que a gente come fazem tão mal, faz parte da cultura de um povo a questão da cultura alimentar, e no nosso país estamos perdendo isso: Tanto por pais que dão tudo o que os filhos querem e tem preguiça de cozinhar e fazer comida de verdade, quanto da propaganda que vende essas porcarias como se fossem obrigatórias para você ser uma pessoa normal, iludindo quem não tem senso crítico suficiente para poder discernir entre o que é bom realmente e o que é veneno que ela está ingerindo.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Lamentável!&#8221;<span id="more-2603"></span></p>
<p>Link do site oficial:</p>
<p><a dir="ltr" title="http://www.muitoalemdopeso.com.br/index.html" href="http://www.muitoalemdopeso.com.br/index.html" target="_blank" rel="nofollow">www.muitoalemdopeso.com.br/ind&#8230;</a></p>
<p>Você pode fazer download do filme em várias qualidades no link:</p>
<p><a dir="ltr" title="http://www.muitoalemdopeso.com.br/ondever.html" href="http://www.muitoalemdopeso.com.br/ondever.html" target="_blank" rel="nofollow">www.muitoalemdopeso.com.br/ond&#8230;</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2603&amp;title=Muito%20al%C3%A9m%20do%20peso" id="wpa2a_2">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Alô, alô distinta freguesia… está passando em frente a sua casa o caminhão da economia…”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/EEHVqkFtUnU/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2598#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 15:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160;</p> <p>é.. para quem mora no interior tem dessas coisas&#8230; a feira vem até você&#8230; o caminhão do gás também&#8230; um saco de laranja por R$ 2,00&#8230; 3 sacos por R$ 5,00&#8230; laranja lima, laranja pera&#8230; banana nanica, bananas de todos os tipos&#8230;</p> <p></p> ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>é.. para quem mora no interior tem dessas coisas&#8230; a feira vem até você&#8230; o caminhão do gás também&#8230;<br />
um saco de laranja por R$ 2,00&#8230; 3 sacos por R$ 5,00&#8230; laranja lima, laranja pera&#8230; banana nanica, bananas de todos os tipos&#8230;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2013/02/DSC_0712.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2599" alt="DSC_0712" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2013/02/DSC_0712-398x600.jpg" width="398" height="600" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2598&amp;title=%E2%80%9CAl%C3%B4%2C%20al%C3%B4%20distinta%20freguesia%E2%80%A6%20est%C3%A1%20passando%20em%20frente%20a%20sua%20casa%20o%20caminh%C3%A3o%20da%20economia%E2%80%A6%E2%80%9D" id="wpa2a_4">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Leites Veganos / Leites Vegetais</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2589#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 13:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[direito animal]]></category>
		<category><![CDATA[vegetariano]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Que o leite de outros animais (como o de vaca, por exemplo) é uma droga e não traz praticamente nada de bom para o seu organismo, todo mundo está cansado de saber, não é mesmo ? (se você não sabe, pesquise pela internet a respeito dos problemas de saúde causado pelos laticínios ou até mesmo <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2589">Leites Veganos / Leites Vegetais</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Que o leite de outros animais (como o de vaca, por exemplo) é uma droga e não traz praticamente nada de bom para o seu organismo, todo mundo está cansado de saber, não é mesmo ? (se você não sabe, pesquise pela internet a respeito dos problemas de saúde causado pelos laticínios ou até mesmo assista ao vídeo do Dr. Lair Ribeiro sobre os &#8220;Mitos do Leite&#8221;:   <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NYOeGQY0p98" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=NYOeGQY0p98</a>      )</p>
<p>Enfim, recebi na semana passada o livreto &#8220;<a href="http://vista-se.com.br/redesocial/lancamento-de-livro-vegano-galactolatria-mau-deleite-de-sonia-t-felipe/" target="_blank"><strong>Leites Veganos</strong></a>&#8220;, da <a href="http://www.facebook.com/GalactolatriaMauDeleite" target="_blank">Sônia Felipe</a>  (gentilmente enviado pelos correios pelo Maurício Varallo) e nossa primeira receita caseira de leite vegano, ou seja, sem ingrediente animal, foi o leite de castanhas.</p>
<p>É super fácil de ser feito, clique nas fotos para ver o passo-a-passo:</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-55-2589">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2589&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
	</div>

	<!-- Piclense link -->
	<div class="piclenselink">
		<a class="piclenselink" href="javascript:PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.blog.marski.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/xml/media-rss.php?gid=55&amp;mode=gallery'});">
			[View with PicLens]		</a>
	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
	<div id="ngg-image-920" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0635-001.jpg" title="capa do livreto &quot;Leites Veganos&quot;" class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0635-001" alt="dsc_0635-001" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0635-001.jpg" width="142" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-921" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0637.jpg" title="Pegue um punhado de castanhas e deixe de molho na água por umas 08 a 12 horas (nós deixamos durante uma noite inteira)" class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0637" alt="dsc_0637" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0637.jpg" width="173" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-922" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0639.jpg" title="Depois de deixar de molho, jogue a água do molho fora" class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0639" alt="dsc_0639" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0639.jpg" width="112" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-923" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0641.jpg" title="coloque as castanhas em um liquidificador" class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0641" alt="dsc_0641" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0641.jpg" width="80" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-924" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0642.jpg" title="acrescente cerca de 1 litro de água filtrada morna/quente e bata no liquidificador até tudo ficar bem líquido" class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0642" alt="dsc_0642" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0642.jpg" width="90" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-925" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0643.jpg" title="Agora é só coar ! Usamos um coador de pano para facilitar..." class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0643" alt="dsc_0643" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0643.jpg" width="91" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-926" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0645.jpg" title=" " class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0645" alt="dsc_0645" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0645.jpg" width="94" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-927" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/dsc_0646.jpg" title="E com o resíduo (neste caso, as castanhas) dá pra fazer um biscoitos, usar em alguma torta, bolo, pão, etc... " class="shutterset_set_55" >
								<img title="dsc_0646" alt="dsc_0646" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/leite-vegano/thumbs/thumbs_dsc_0646.jpg" width="184" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p>Ou então assista ao excelente vídeo (em inglês, mas super fácil de entender):</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/27840577?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="300"></iframe></p>
<p>Quer ver mais receitas ?  Confira:  <a href="http://vista-se.com.br/redesocial/category/receitas-veganas/" target="_blank">vista-se.com.br/redesocial/category/rece&#8230;</a></p>
<p>e também:  <a href="http://www.cantinhovegetariano.com.br/2007/05/leites-vegetais.html" target="_blank">www.cantinhovegetariano.com.br/2007/05/l&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2589&amp;title=Leites%20Veganos%20%2F%20Leites%20Vegetais" id="wpa2a_6">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cuidando de um cachorro cego</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/rH6jmraQ544/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2577#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 15:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[direito animal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="wp-caption-text">Marcador de Obstáculos e Reforçador de Caminhos</p> <p>Nossa querida Estrela está com quase 12 anos de idade, e totalmente cega.</p> <p>Seguindo as orientações do Médico Veterinário Oftalmologista (para saber mais, visite www.visiopet.com.br), passamos a usar marcadores olfativos pela casa para orientar a Estrela a se movimentar sem machucar-se pela casa.</p> Claro que o primeiro <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2577">Cuidando de um cachorro cego</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 368px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2578" rel="attachment wp-att-2578"><img class=" wp-image-2578 " title="marcador_obstaculos" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/marcador_obstaculos.jpg" alt="" width="358" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Marcador de Obstáculos e Reforçador de Caminhos</p></div>
<p>Nossa querida Estrela está com quase 12 anos de idade, e totalmente cega.</p>
<p>Seguindo as orientações do Médico Veterinário Oftalmologista  (para saber mais, visite <a href="http://www.visiopet.com.br" target="_blank">www.visiopet.com.br</a>), passamos a usar marcadores olfativos pela casa para orientar a Estrela a se movimentar sem machucar-se pela casa.</p>
<div></div>
<div>Claro que o primeiro passo é realmente não deixar obstáculos no caminho, mas basicamente o processo é o seguinte: compre duas essências de sua escolha, dilua alguns mililitros da essência em um borrifador, e realize a aspersão da primeira essência nos obstáculos que ficam no caminho, por exemplo, batentes de portas, portas, paredes, móveis, etc&#8230; rapidamente o cachorro irá associar o odor da essência utilizada à presença de um obstáculo.</div>
<p>Paralelo a isso, utilize outra essência para reforçar o caminho que o cachorro utiliza  para chegar até o quintal, comida, cama, escada, etc&#8230; o processo é o mesmo !</p>
<p>Gastei uns R$ 5,00 em cada borrifador e outros R$ 5,00 em cada essência (usei uma de Citronela e outra de Erva Doce, para facilitar a diferenciação dos odores).</p>
<p>O cachorro (apesar de cego) é capaz de associar o odor da essência utilizada à presença de um obstáculo, e assim evitar a colisão, e com o &#8220;reforçador de caminho&#8221;, ele utiliza o odor da essência para se guiar.<br id=".reactRoot[29].[1][2][1]{comment571017719581893_89707126}..[1]..[1]..[0].[0][2]..[0].[1]" /><br id=".reactRoot[29].[1][2][1]{comment571017719581893_89707126}..[1]..[1]..[0].[0][2]..[0].[2]" />No meu caso, borrifei o &#8220;marcador de obstáculos&#8221; nas portas, batentes, pés de cadeiras, armários, paredes&#8230;. já o reforçador de caminho está borrifado no tapete, escada, caminha da estrela, porta de saída, etc&#8230;<br id=".reactRoot[29].[1][2][1]{comment571017719581893_89707126}..[1]..[1]..[0].[0][2]..[3]..[1]" /><br id=".reactRoot[29].[1][2][1]{comment571017719581893_89707126}..[1]..[1]..[0].[0][2]..[3]..[2]" />Impressionante como o animal rapidamente faz a associação e monta um mapa mental dos caminhos a serem percorridos !</p>
<p>Fica a dica ! E é claro, sempre consulte um Médico Veterinário (e se possível um especialista em Oftalmologia Veterinária) para cuidar do seu amigo peludo ! Muitas vezes o seu companheiro apresenta dificuldade na produção de lágrima (deixando os olhos ressecados e suscetíveis a processos inflamatórios), outras vezes apresenta alguma lesão na córnea (parte externa do olho)&#8230; sempre que notar alguma mudança de comportamento relacionada à visão ou alteração na morfologia do olho, consulte seu médico veterinário o mais rapidamente possível!</p>
<div id="attachment_2584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2584" rel="attachment wp-att-2584"><img class=" wp-image-2584 " title="DSC_0631" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/DSC_0631-640x425.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">A Estrela, cega de ambos os olhos, sem possibilidade de correção cirúrgica.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2587" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2587" rel="attachment wp-att-2587"><img class=" wp-image-2587" title="DSC_0632" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/DSC_0632-640x425.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Estrela e sua cama inseparável <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /></p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2577&amp;title=Cuidando%20de%20um%20cachorro%20cego" id="wpa2a_8">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Que tal ser um Doador Voluntário de Medula Óssea ?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/ekfLlWXuNjA/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2559#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 18:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>E aí ? você já sabe da importância de ser um doador de sangue, e de medula óssea ? Já se cadastrou no REDOME ?</p> <p>É rápido e fácil, dura menos de 10 minutos e é bem mais simples que o processo da doação de sangue </p> <p>Confira os locais para ser um doador voluntário <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2559">Que tal ser um Doador Voluntário de Medula Óssea ?</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E aí ? você já sabe da importância de ser um doador de sangue, e de medula óssea ? Já se cadastrou no REDOME  ?</p>
<p>É rápido e fácil, dura menos de 10 minutos e é bem mais simples que o processo da doação de sangue <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Confira os locais para ser um doador voluntário de medula óssea:  <a href="http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=2639" target="_blank">www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=26&#8230;</a></p>
<p>E talvez a leitura desse texto te incentive: <a href="http://www.altamontanha.com/Colunas/3700/pedido-de-ajuda" target="_blank">www.altamontanha.com/Colunas/3700/pedido&#8230;</a></p>
<p>Faça sua parte, quem sabe você não ajuda de transforma a vida de outra pessoa ?</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2560' title='DSC_0591'><img width="290" height="290" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/DSC_0591-290x290.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_0591" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2568' title='DSC_0597'><img width="290" height="290" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/DSC_0597-290x290.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_0597" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2562' title='DSC_0602'><img width="290" height="290" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/12/DSC_0602-290x290.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_0602" /></a>

<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2559&amp;title=Que%20tal%20ser%20um%20Doador%20Volunt%C3%A1rio%20de%20Medula%20%C3%93ssea%20%3F" id="wpa2a_10">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>300Km</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 21:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Logo irá fazer um ano desde que comecei com esse negócio de &#8220;audax&#8221;.</p> <p class="wp-caption-text">Subida dos Caracoles (Chile-Argentina): nada pode ser mais duro do que isso&#8230;</p> <p>Eu, incentivado pelo amigo Artur Vieira, nem me inscrevi no &#8220;desafio&#8221;, já parti logo para os 200Km. (e confesso que foi sofrido !).</p> <p>Eu pedalei esses 200Km com uma <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2551">300Km</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Logo irá fazer um ano desde que comecei com esse negócio de &#8220;audax&#8221;.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 810px"><img src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0168.jpg" alt="Subida dos Caracoles (Chile-Argentina): nada pode ser mais duro do que isso..." width="800" height="533" /><p class="wp-caption-text">Subida dos Caracoles (Chile-Argentina): nada pode ser mais duro do que isso&#8230;</p></div>
<div></div>
<p>Eu, incentivado pelo amigo Artur Vieira, nem me inscrevi no &#8220;desafio&#8221;, já parti logo para os 200Km. (e confesso que foi sofrido !).</p>
<p>Eu pedalei esses 200Km com uma bicicleta urbana híbrida, apenas troquei os pneus 1.5 para os atuais 1.25, conheci muita gente legal (Toni, Sr. Richard, Michele Mamede, Vevê Mambrini, Fábio Tux, Mayara, Odir Ogro, Silas, Marcelo, Yasuda, Tatiana e Bruno e tantos outros&#8230;)<br />
Enfim, depois acabei fazendo (brevetando) os 300Km e mesmo sem pedalar por mais de 2 meses (pois estava escalando), tive &#8220;coragem&#8221; de me inscrever no &#8220;brevet&#8221; de 400Km, que aconteceu em agosto desse ano.</p>
<p>Esse &#8220;brevet&#8221; de 400Km apresentava &#8220;logo no começo&#8221; a subida da serra de Corumbataí, na rodovia Washington Luís&#8230; uma longa e temida subida. Eu fiz pouco mais de 100Km nesse dia e como tudo doía no meu corpo (costas, bunda, pescoço, etc..) resolvi desistir (tendo a Tatiana como companheira rsrsrs).</p>
<p>Entretanto, voltei há cerca de duas semanas de um longo pedal pelo Chile e Argentina, e depois de ter encarado a subida dos Caracoles, com mais de 20Kg nos alforges, na fronteira entre o Chile e a Argentina, não tenho medo mais de nenhuma subida&#8230;rsrsrs</p>
<p>E aproveitando que faz semanas que não vejo minha filha (que mora em São Carlos), decidi unir o útil ao agradável: ir da minha casa (em Hortolândia) até São Carlos de bike , distante 150Km!!!</p>
<p>Preparei minha Caloi Sprint, coloquei um bagageiro (para levar roupa, comida, etc&#8230;), acordei as bem cedi e por volta das 06:15h da manhã comecei a pedalar.</p>
<p>O dia estava nublado e há medida em que eu pedalava, podia constatar que os 40 dias de pedal &#8220;pela Patagônia&#8221; surtiram algum efeito: eu me sentia forte <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  !</p>
<p>Fui (como diria o Fábio Tux): Socando a bota !</p>
<p>Fiz uma parada super rápida no primeiro posto de combustível da Washigton Luís, tomei um café e comprei uma garrafa de 1,5L de água (que coloquei no Bagageiro). Eu já sabia que o próximo posto de abastecimento seria junto à Polícia Rodoviária, distante mais de 50Km &#8220;de subida&#8221; de onde eu estava&#8230;</p>
<p>Até então minha média estava pouco acima dos 30Km/h, na subida da serra minha velocidade despencou para algo entre 16 a 18Km/h&#8230;</p>
<p>Cheguei sem qualquer problema (entenda-se: pneus furados ou falta de água rsrsrs) em São Carlos para almoçar <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  150Km em 06:30h de pedal, dando uma média de quase 23Km/h.</p>
<p>Sentia um certo desconforto nas costas e no pescoço, afinal de contas, devia fazer uns 3 meses que eu não subia em uma &#8220;road bike&#8221; e a posição de pedalar é totalmente diferente de uma bicicleta de cicloturismo&#8230;</p>
<p>De noite comemos uma pizza e fui dormir.</p>
<p>Acordei no dia seguinte às 05:00h apenas para ver que o pneu traseiro estava no chão&#8230; troquei de camara e caí na estrada pouco antes das 06:00h.</p>
<p>E não é que tem um &#8220;sobe-e-desce&#8221; infernal, de quase uns 20Km ou 30Km antes do início da descida da serra ?</p>
<p>Desci a serra a limitantes 50 ou 55Km/h (isso é outra história&#8230; ter que apertar os manetes de freio nessa situação é uma tristeza só). E continuava na pressão, &#8220;socando a bota&#8221; !</p>
<p>Saí da Washington Luís e entrei na Rodovia dos Bandeirantes, entretanto, na altura do KM 156 da Rodovia dos Bandeirantes, vi na pista oposta um caminhão (desses bem grandes) freiando forte&#8230; assim que o caminhão parou, a porta abriu, o motorista desceu, deu uns 3 ou 4 passos (no acostamento, para a frente do caminhão) e &#8220;desmaiou&#8221; !!! Eu parei imediatamente a bike, atravessei o canteiro central e cheguei até o motorista em pouquíssimos segundos.</p>
<p>Vi que ele respirava, estava absurdamente assustado (ao ponto de nem conseguir conversar decentemente), etc&#8230; e enquanto eu ainda estava com o motorista, poucos segundos depois, passou um outro caminhão (da mesma empresa) que viu a cena (uma bicicleta no chão, o caminhão parado, uma pessoa deitada no chão com outra agachada do lado&#8230; deve ter pensando que o caminhão tinha atropelado alguém !).</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 607px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2552" rel="attachment wp-att-2552"><img class="size-medium wp-image-2552" title="rota" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/11/rota-597x480.jpg" alt="" width="597" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">os 300Km que separam minha casa de São Carlos (ida e volta)</p></div>
<div>Enfim, esse outro motorista também parou o caminhão (lá na freeeeente rsrsrs ) e o 2o. motorista veio correndo, mal chegou onde eu estava e eu falei pra ele:</div>
<p>- Pega minha bike e chama o Resgate!!! (pelo telefone do SOS que tem nas pistas).</p>
<p>Nem dei margem para o motorista argumentar&#8230; o telefone SOS ficava a uns 300 ou 400m da onde a gente estava&#8230;</p>
<p>Tinham que ver o &#8220;tiozão&#8221; camioneiro, com a barriga pra fora da camiseta, tentando pedalar uma bicicleta de estrada, com pedal de clip, etc.. e tal&#8230; parecia (coitado) uma &#8220;mula manca&#8221;&#8230;</p>
<p>O pessoal do resgate chegou em uns 5 minutos (a base deles fica no KM 150 da Bandeirantes, super perto !!!) e não é que a primeira suspeita era de infarto ?!</p>
<p>Fiquei só mais uns poucos minutos e continuei meu pedal para casa&#8230;Cheguei na minha casa novamente na hora do almoço, totalizando meus 300Km em pouco mais de 13h (ou pouco menos de 14h rsrsrs).</p>
<p>Tudo bem que foram 300Km divididos em dois dias de 150Km, mas comparando com o &#8220;brevet&#8221; dos 300Km (que fiz em Rio das Ostras, com umas 18:30h), certamente estou com uma pedalada mais forte (mesmo a bicicleta não ajudando rsrsrsr).</p>
<p>É isso&#8230; nem posso dizer que está sendo um treino (pois excentuando um pouco de desconforto no pescoço, não sinto absolutamente nada) rsrsrs.</p>
<p>Alguém que ir fazer comigo uns 130 ou 150Km aqui pela Bandeirantes ? A gente sai cedinho e volta pra &#8220;hora do almoço&#8221; !</p>
<p>Abraços !!</p>
<p>Rota :  http://goo.gl/maps/jbZmB</p>
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		<title>Bike pela Patagonia – Junin de Los Andes a San Carlos de Bariloche e Refugio Frey~ 250Km</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 01:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2541</guid>
		<description><![CDATA[<p>Saimos de Junin de Los Andes quase na hora do nosso almoco.</p> <p>De Junin (de Los Andes) a San Martin (de Los Andes) sao apenas uns 45Km, mas pegamos quase todo o trecho com vento contra (pra variar um pouco nao eh mesmo ?!).</p> <p>Em San Martin ficamos em um hostel muito acolhedor (com o <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2541">Bike pela Patagonia &#8211; Junin de Los Andes a San Carlos de Bariloche e Refugio Frey~ 250Km</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Saimos de Junin de Los Andes quase na hora do nosso almoco.</p>
<p>De Junin (de Los Andes) a San Martin (de Los Andes) sao apenas uns 45Km, mas pegamos quase todo o trecho com vento contra (pra variar um pouco nao eh mesmo ?!).</p>
<p>Em San Martin ficamos em um hostel muito acolhedor (com o melhor chuveiro da viagem ate agora !) que foi o Hostel LaColorada (65  pesos/dia/pessoa).</p>
<p>A cidade de San Martin eh fantastica, com o belissimo lago Lacar e suas ruas planas e muita civilidade.</p>
<p>Passeando pela cidade conhecemos o Ingo (um alemao que havia feito Florida/EUA &#8211; Ushuaia entre outras coisas, totalizando uns 50.000Km de bike ao redor do mundo) e depois de muito pedalear por ai resolveu vir morar em San Martin de Los Andes, onde trabalha como guia de mountain bike, etc&#8230; Conhecemos tambem a Marysol, uma argentina muito simpatica que trabalha na loja BikeSports.</p>
<p>Nesse mesmo dia conhecemos o Luke Shoemaker, um americano que recem havia comecado sua viagem Patagonia-Alaska.</p>
<p>Combinamos para nossa primeira noite uma pizzada vegetariana e la pelas 21:30 o Ingo e a Marysol aparecem. Noite gostosa, com massa feita na hora, bruschetas e muito bate-papo.</p>
<p>O dia seguinte amanheceu muito ventoso (ventos de 65Km/h) e combinamos outro jantar: desse vez foi um macarrao com queijo, uma comida alema que obviamente nem sei falar o nome (algo como ketzpetsler).</p>
<p>Ficamos duas noites em San Martin, descansando e curtindo a cidade. Quando saimos de San Martin o Ingo fez questao de pedalar os primeiros quilometros conosco, fazendo pelo menos uns 20Km (de subida) conosco&#8230;</p>
<p>Pedalamos um tanto (nao me recordo da distancia) e encontramos um camping (que estava fechado).</p>
<p>No meio do caminho encontramos duas britanicas que estavam descendo ate Ushuaia&#8230;  os diversos caminhos rumo a Patagonia comecam a se estreitar e pelo jeito daqui para a frente vamos encontrar cada vez mais ciclistas fazendo essa rota classica do randoneeur mundial&#8230; rsrsrsrs</p>
<p>Enfim,pedimos autorizacao para dormirmos no camping e entao procuramos um lugar para ficarmos. Para nao termos que montar a barraca, decidimos bivacar em um banheiro que estava em construcao&#8230; nessa noite fez 5 graus negativos e acordamos com tudo congelado ao nosso redor&#8230; para tornar a noite mais interessante havia um pitbull que insistia em vir ver o que estavamos fazendo (e quem eh que tinha coragem de enxotar o bicho ?!).</p>
<p>No dia seguinte, acordamos tranquilos e em ritmo bem lento, esperando as coisas descongelarem&#8230; Assim que fomos sair descobrimos que o pneu traseiro da bike do Artur estava furado&#8230;</p>
<p>Depois de pedalearmos outro tanto chegamos em Villa la Angostura.</p>
<p>Logo na entrada da cidade encontramos um hostel (Hostel El Bolson) e fomos tambem muito bem acolhidos pelo Julio (proprietario).</p>
<p>A cidade de Villa La Angostura eh muito bonita e deve seu nome ha uma peninsula que ha no lago Nahuel Huapi, muito bem preservada e com uma bela floresta de pinheiros.</p>
<p>Do nosso hostel ate o lago (bahia brava e bahia mansa) sao apenas 12Km e passamos o dia descansando e aproveitando o visual espetacular.</p>
<p>Finalmente, de Villa La Angostura ate a cidade de Bariloche sao pouco menos de 90Km, que decidimos fazer em uma unica tirada.</p>
<p>Quase chegando na cidade o Artur eh parado por um cara que estava na beira do rodovia esperando por ele !!!</p>
<p>Vou explicar: a esposa desse cara havia nos visto pedalando pela estrada, e telefonou para o marido avisando que estavamos chegando&#8230; e ele entao saiu da sua casa, foi ate a rodovia nos esperar !</p>
<p>Depois de uma rapida conversa, ficamos sabendo que ele mantem uma &#8221; casa do ciclista&#8221;.</p>
<p>Mas o que &#8216;e uma &#8221; casa do ciclista&#8221;  ? Pois bem&#8230; ele compartilha sua propria casa para receber os ciclistas de todo o mundo que eventualmente passem por ali&#8230; (e nem preciso dizer que o Alejandro, vilho &#8221; careca&#8221;  ou &#8221; pelado&#8221;  tambem eh ciclista, ja fez Alaska-Patagonia, etc&#8230;).</p>
<p>Tivemos uma recepcao espetacular, com direito a jantar vegetariano com sua esposa (Feli) e seu filho (Leon). Muito obrigado pela grata recepcao amigos !!!</p>
<p>Andando a toa pela cidade (ou nao tao a toa assim, ja que o Artur precisava desesperadamente lavar as suas roupas rsrsrs) encontramos um casal de brasileiros, o Andre e Ana do <a href="http://www.facebook.com/pedarilhos" target="_blank">www.facebook.com/pedarilhos</a>, passamos apenas uns 3 ou 4 dias depois deles em Tunuyan e eles passaram no dia seguinte (ou algo assim) depois de nos em Las Lajas rsrsrsrs,  e finalmente, como essa regiao acaba se tornando um grande funil, acabamos nos encontrando por aqui.   O Andre e a Ana sao veganos e preparam suas proprias refeicoes (cozinham) todos os dias <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Falei que aqui eh como se fosse um grande funil ? Pois bem, encontramos ontem tambem outro casal (Holandeses) que haviamos encontrado em Mendoza&#8230;. sairam do Alaska rumo a Ushuaia&#8230;</p>
<p>Eu ja conhecia a cidade de Bariloche de duas outras viagens, e achei a cidade bastante deteriorada: muitas pichacoes, buracos nas ruas, praticamente todas as casinhas de telefone (orelhoes) destruidos, lojas e mais lojas com vidros quebrados e ao inves de trocarem, ficam remendando com fita adesiva&#8230; enfim, achei a cidade muito suja e muito feia. Notem que estou falando da infraestrutura urbana e isso talvez seja um problema de ma gestao publica!!!  Nem preciso dizer que o entorno &#8211; a natureza &#8211; eh algo impar.</p>
<p>Por ultimo, fizemos o trekking (que o Artur ainda nao conhecia) ate o refugio Emilio Frey, meca dos escaladores brasileiros, subindo pelo lago Gutierrez e voltando pelo caminho tradicional (cerro catedral), legal ver o lago Toncek congelado e tudo embaixo ainda de neve.</p>
<p>Minha viagem esta chegando ao fim&#8230; agora so resta bastante saudades de casa e dar mais alguns poucos roles de bicicleta por aqui.</p>
<p>Abracos a todos !</p>
<p><strong>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0411.jpg" title="Nosso acampamento em Junin de Los Andes" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0411" alt="img_0411" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0411.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0448.jpg" title="Em frente ao lago Lacar, em San Martin de Los Andes" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0448" alt="img_0448" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0448.jpg" width="200" height="133" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0452.jpg" title="Encontro com o Ingo, um alemao que depois de ter feito California -&gt; Ushuaia, resolver mudar de vida e vir morar em San Martin..." class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0452" alt="img_0452" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0452.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8365.jpg" title="Jantar no hostel com o Ingo e a Marysol, pessoal nota 10.000 !" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_8365" alt="img_8365" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_8365.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0460.jpg" title="Vista do lago Nahuel Huapi enquanto viajamos pelo circuito dos 7 lagos..." class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0460" alt="img_0460" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0460.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8435.jpg" title="Lago Falkner" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_8435" alt="img_8435" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_8435.jpg" width="200" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0481.jpg" title="Lago Falkner" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0481" alt="img_0481" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0481.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0506.jpg" title="Um braco do rio Limay, que desemboca no Nahuel Huapi" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0506" alt="img_0506" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0506.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8520.jpg" title="Fazendo um almoco" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_8520" alt="img_8520" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_8520.jpg" width="112" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8526.jpg" title="Dormindo em um camping &quot; fechado &quot;  pouco antes de chegar em Villa La Angostura" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_8526" alt="img_8526" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_8526.jpg" width="200" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8533.jpg" title="Nao precisa dizer mais nada, nao eh mesmo ?" class="shutterset_set_54" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_8534.jpg" title="Nahuel Huapi" class="shutterset_set_54" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0551.jpg" title="Careca e o seu filho Leon, na casa deles em Bariloche" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0551" alt="img_0551" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0551.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0577.jpg" title="Feli e seu filho Leon" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0577" alt="img_0577" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0577.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0584.jpg" title="Ana e Andre, conversando com o Artur no centro de Bariloche" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0584" alt="img_0584" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0584.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0607.jpg" title="Um casal de holandeses, que haviamos encontrando a quase 1 mes atras em Mendoza..." class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0607" alt="img_0607" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0607.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0647.jpg" title="O belo Citroen 1972 do Careca, que gentilmente nos levou ao lago Gutierrez" class="shutterset_set_54" >
								<img title="img_0647" alt="img_0647" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/thumbs/thumbs_img_0647.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-junin-bariloche/img_0657.jpg" title="Caminhada ao refugio Emilio Frey" class="shutterset_set_54" >
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		<title>Bike pela Patagonia – Zapala a Junin de Los Andes (~205KM)</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 18:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pois bem, esse seria um pedal de uns 215Km e a ideia seria quebrar esse trecho de travessia de deserto (o ultimo para mim, ufa !!!) em tres dias, sendo que no primeiro iriamos pedalar uns 90Km ate uma escola albergue, no dia seguinte outros 90Km ate &#8220;La Rinconada&#8221; e por ultimo, os 30Km finais <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2529">Bike pela Patagonia &#8211; Zapala a Junin de Los Andes (~205KM)</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pois bem, esse seria um pedal de uns 215Km e a ideia seria quebrar esse trecho de travessia de deserto (o ultimo para mim, ufa !!!) em tres dias, sendo que no primeiro iriamos pedalar uns 90Km ate uma escola albergue, no dia seguinte outros 90Km ate &#8220;La Rinconada&#8221; e por ultimo, os 30Km finais (de subida) ate Junin de Los Andes.</p>
<p>E o melhor de tudo: tinhamos a informacao de que nao precisariamos levar trocentos litros de agua pois encontrariamos riachos no meio do caminho&#8230;</p>
<p>Claro que as coisas nao sairam assim: no primeiro dia ja pegamos fortes ventos contrarios e laterais, inclusive tornando a pedalada insegura pois para mim ficava dificil controlar a bike com tanto vento!</p>
<p>Mesmo nas poucas descidas, tinhamos que pedalar para conseguir chegar a uns 20Km/h&#8230; nas retas e nas subidas dificilmente chegavamos a 10 ou 15Km/h.</p>
<p>Resolvemos parar em um pequeno pueblo mapuche (de 50 pessoas talvez) depois de apenas uns 70Km no primeiro dia.</p>
<p>Pedimos permissao e dormimos (e cozinhamos) em um salao comunitario, quase uma especie de igreja ou algo assim.</p>
<p>No dia seguinte acordamos bem cedo e saimos, nossa ideia era fazer os mais de 100Km que faltavam e fugirmos do vento, que costuma aumentar na parte da tarde.</p>
<p>Ledo engano&#8230; o vento ja soprava forte a partir das 10:00h.</p>
<p>O pedal simplesmente nao rendia, em varios trechos era mais vantajoso simplesmente descer e empurrar a bicicleta contra o vento.</p>
<p>Nuvens de chuva se formaram no ceu e apos pedalarmos pouco mais de 40Km (e com a chuva se aproximando e o vento so aumentando) resolvemos pedir carona.</p>
<p>Depois de um certo tempo um caminhoneiro parou, colocamos as bikes (na hora exata em que comecou a chover !) e fomos de carona ate Junin de Los Andes.</p>
<p>Estamos aqui ha 2 noites, descansando e esperando o tempo chuvoso melhorar. Segundo o prognostico amanha a probabilidade de chuva eh de apenas 20%.</p>
<p>Nossa ideia para os proximos dias eh adentrar ao Chile pelo paso Tromen, passando ao lado dos vulcoes Lanin e VillaRica, indo ate a cidade de Pucon. Depois retornarmos a Argentina para iniciarmos o Circuito dos 7 Lagos.</p>
<p>Ja percorremos quase 1500Km:  <a href="http://goo.gl/maps/nfZDo" target="_blank">goo.gl/maps/nfZDo</a></p>
<p>As fotos a seguir foram tiradas pela Artur Vieira e estao no link abaixo</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/72157631799101130/" target="_blank">www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/7&#8230;</a></p>
<div id="attachment_2534" class="wp-caption aligncenter" style="width: 635px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2534" rel="attachment wp-att-2534"><img class="size-full wp-image-2534" title="davi00" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/10/davi00.jpg" alt="" width="625" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Casal de alemaes que encontramos em Zapala, eles sairam ha 16 meses pedalando do Alaska&#8230;</p></div>
<div id="attachment_2535" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2535" rel="attachment wp-att-2535"><img class="size-medium wp-image-2535" title="davi01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/10/davi01-640x409.jpg" alt="" width="640" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Em algum lugar entre Zapala e Junin de Los Andes, atravessando o deserto</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2536" class="wp-caption aligncenter" style="width: 642px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2536" rel="attachment wp-att-2536"><img class="size-full wp-image-2536" title="davi02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/10/davi02.jpg" alt="" width="632" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Dormindo e cozinhando em um centro comunitario de uma comunidade mapuche, a uns 90Km de Zapala</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 644px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2533" rel="attachment wp-att-2533"><img class="size-full wp-image-2533" title="davi04" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/10/davi04.jpg" alt="" width="634" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">As bikes na carroceria de um caminhao: fugindo do forte vento contrario e da chuva no deserto</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2537" class="wp-caption aligncenter" style="width: 643px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2537" rel="attachment wp-att-2537"><img class="size-full wp-image-2537" title="davi03" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/10/davi03.jpg" alt="" width="633" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">nosso (excelente) camping em Junin de Los Andes, esperando o tempo melhorar da chuva&#8230;</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2529&amp;title=Bike%20pela%20Patagonia%20%E2%80%93%20Zapala%20a%20Junin%20de%20Los%20Andes%20%28~205KM%29" id="wpa2a_16">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Bike pela Patagonia – San Rafael a Zapalla</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2519#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 21:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>San Rafael (dias 12 a 14 de outubro)</p> <p>Como disse no outro post, ficamos em um muquifo bem safado em San Rafael (hostel Hypolito, nao recomendo de forma alguma).</p> <p>O Horacio e sua esposa (a Laura) continuavam a nos surpreender, nos levando para passear pela cidade de carro durante a noite de sabado, nos levando <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2519">Bike pela Patagonia &#8211; San Rafael a Zapalla</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>San Rafael (dias 12 a 14 de outubro)</strong></p>
<p>Como disse no outro post, ficamos em um muquifo bem safado em San Rafael (hostel Hypolito, nao recomendo de forma alguma).</p>
<p>O Horacio e sua esposa (a Laura) continuavam a nos surpreender, nos levando para passear pela cidade de carro durante a noite de sabado, nos levando para comermos sorvete, etc&#8230;</p>
<p>No domingo pela manha saimos de carro para conhecer o Canion do rio Atuel e o Valle Grande, um lugar muito (mas muito mesmo) bacana. Daria para ficar algumas semanas se divertindo e curtindo a natureza por la.</p>
<p>Fizemos um rapido trekking em umas das montanhas, apenas para termos certeza que ali merece uma visita bem mais demorada.</p>
<p>Depois da caminhada, almocamos com a familia do Horacio (sera que algum dia iremos conseguir retribuir tanta gentileza ?!) e como estava prestes a iniciar um temporal, fomos para a rodoviaria por volta das 15:00h.</p>
<p>haviamos comprado anteriormente bilhetes de onibus para fugir de um trecho muito ruim da Ruta 40 e tambem para que fosse possivel (no meu caso) curtir com mais calma toda a regiao dos lagos.</p>
<p>Nosso onibus saiu um pouco atrasado, quase 20:00h e quase as 05:30h do dia seguinte (15/outubro) chegamos em Chos Malal.</p>
<p>Detalhe: viajamos pela empresa Tramat, em um onibus velho e muito ruim, com tudo muito sujo e sem conforto&#8230;</p>
<p><strong>Chos Malal &#8211; Chorriaca (15 de outubro, ~ 85Km)</strong></p>
<p>Dormimos um pouco na rodoviaria de Chos Malal enquanto esperavamos o dia esquentar um pouco. Cidadezinha pequena sem quase nada.</p>
<p>Tomamos um cafe e algumas medialunas em um posto de gasolina, abastecemos nossas garrafas de agua e caimos  na estrada.</p>
<p>A estrada nao tinha maiores surpresas, um pouco de vento contra, paisagem sempre muito monotona e algumas subidas.</p>
<p>A travessia do deserto (acho que eh o deserto del Salado) tem quase 180Km e planejamos fazer isso em dois dias.</p>
<p>Ao final desse dia chegamos em um pequeno pueblo, com menos de 500hab, que fica uns 3 ou 4Km afastado da Ruta 40, o nome do Pueblo e Chorriaca.</p>
<p>A vila era espetacular, com uma grande quantidade de vegetacao (gracas a irrigacao), tudo muito limpo e organizado. Acho que deve ser um pueblo modelo pois eles tinham biblioteca, centro comunitario, delegacia de policia, posto de saude, estacao emissora de FM&#8230;</p>
<p>Fomos pedir autorizacao para uma noite de pouso na delegacia de policia e fomos gentilmente recebidos pelo Chefe de Policia, o Sr. Ramon.</p>
<p>Com muito orgulho da comunidade Mapuche (uma etnia indigena) ele nos apresentou a delegacia, nos deixou usar a cozinha, os sanitarios, etc&#8230;</p>
<p>Com muito custo ele conseguiu 3 ovos para mim e para o Artur, ele preparou um tipico &#8220;asado&#8221;  argentino com quase 1Kg de Chorizo.</p>
<p>Ficamos batendo papo ate umas 22:00h quando fomos finalmente dormir.</p>
<p>No dia seguinte acordamos por volta das 07:00h e arrumamos as coisas e tomamos um cafe e mate.</p>
<p>O outro policial logo chegou e nos levou ate a estacao de FM para que pudessemos ser entrevistados&#8230;</p>
<p>Saimos da cidade por volta das 11:00h, rumo a mais um trecho de deserto.</p>
<p><strong>Chorriaca &#8211; Las Lajas  (16/outubro &#8211; ~ 90Km)</strong></p>
<p>Saimos tarde de Chorriaca e o pedal meio que nao rendia&#8230; vento contra durante todo o percurso, bastante subidas e descidas e subidas e mais descidas&#8230;</p>
<p>Las Lajas eh uma cidade pequena no meio do nada, mas muito bem organizada. O camping municipal eh muito bonito e tem um excelente chuveiro.</p>
<p>Sequer nos demos ao trabalho de montar barraca: dormimos na area de refeicoes do camping.</p>
<p>Saimos relativamente tarde, quase meio-dia, rumo a Zapalla.</p>
<p><strong>Las Lajas &#8211; Zapalla (17/outubro &#8211; ~ 60Km)</strong></p>
<p>O dia comecou com uma subida bem forte&#8230;A saida de Las Lajas ja comeca com uma subida interminavel, facil com pelo menos uns 10Km ou mais de subida continua e forte&#8230;</p>
<p>faltando menos de 15Km para chegarmos em Zapalla meu pneu traseiro esvazia: mais uma camara furada&#8230;</p>
<p>Eu ja vinha me sentindo bem fraco (alimentacao ruim) e demorei uma eternidade para retirar a roda, trocar a camara, encher o pneu&#8230;</p>
<p>Chegamos em Zapalla (dia 17)bem cansados, pela primeira vez desde que comecamos a pedalar, o Artur reclamou que as pernas dele estavam pesadas&#8230; rsrsrsrs</p>
<p>Acabamos indo parar em um hotel do exercito. A cidade nao tem nenhum infra para turismo e existe uma cartelizacao local para os poucos servicos oferecidos. Pagamos escorchantes 120pesos (cada um) para dormirmos em um lugar minimamente decente. A cidade tampouco possui camping municipal (ou melhor, ate possui, mas nao tem nenhum cuidados e os banheiros estao fechados&#8230;).</p>
<p>Vale dizer que de longe Zapalla esta sendo a cidade mais cara de todas ate agora, consegue ser mais cara que Santiago do Chile ou Mendoza. Um melao no supermercado custa mais de R$ 15,00, e isso s&#8217;o para voces terem ideia do nivel das coisas por aqui&#8230; (e resolvemos ficar cozinhando no Hotel).</p>
<p>Acordamos na manha do dia 18 de outubro bem cansados e resolvemos ficar mais um dia em Zapalla para descansarmos e comermos melhor.</p>
<p>Agora falta exatamente 200Km (de travessia de deserto) para chegarmos em Junin de Los Andes.</p>
<p>Nossa ideia eh fazermos 90Km no primeiro dia e dormirmos em uma escola que ja sabemos que existe &#8221; na beira da estrada&#8221; . No outro dia a ideia e fazermos quase 80Km ate um rio que antecede a chegada em Junin de Los Andes e por ultimo, no terceiro dia, deixaremos para fazer os ultimos 30Km (de subida constante) e assim chegarmos durante o dia em Junin.</p>
<p>De Junin de los Andes iremos cruzar o &#8220;paso&#8221;  Tromen e entraremos no Chile, a ideia eh irmos ate VillaRica, subirmos o vulcao Lanin e/ou o VillaRica e voltarmos tambem pelo &#8221; paso&#8221;  Tromen ate Junin de Los Andes, para entao iniciarmos o circuito dos 7 lagos&#8230;</p>
<p>Pedalamos ate agora uns 880Km e nosso trajeto pode ser visto aqui: <a href="http://goo.gl/maps/35kib" target="_blank">goo.gl/maps/35kib</a></p>
<p>Os relatos do Artur (com outras fotos) estao no blog dele: <a href="http://pedalamerica.wordpress.com/" target="_blank"> http://pedalamerica.wordpress.com/</a></p>
<p>*clique nas imagens para ampliar e ver a descricao*</p>
<p><strong>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8087.jpg" title="Pela rota 143" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8087" alt="img_8087" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8087.jpg" width="112" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8122.jpg" title="Atravessando o deserto" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8122" alt="img_8122" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8122.jpg" width="200" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0347.jpg" title="Tomando sorvete com o Horacio e a Laura, em uma excelente sorveteria artesanal em San Rafael" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_0347" alt="img_0347" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_0347.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8134.jpg" title="Durante a caminhada pelo Valle Grande" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8134" alt="img_8134" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8134.jpg" width="200" height="150" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8142.jpg" title="Valle Grande e o Canion de Atuel ficam a uns 35Km de San Rafael e eh um lugar espetacular!" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8142" alt="img_8142" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8142.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0350.jpg" title="O belissimo e muito bem cuidado jardim na casa do Horacio e Laura" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_0350" alt="img_0350" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_0350.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8169.jpg" title="Menos de 400Km para Junin de Los Andes!" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8169" alt="img_8169" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8169.jpg" width="200" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8177.jpg" title="Entramos oficialmente na Patagonia!" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8177" alt="img_8177" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8177.jpg" width="112" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0364.jpg" title="Eu, o chefe de Policia (Ramon) e o Artur, na delegacia" class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8199.jpg" title="Entrevista na FM da comunidade Mapuche, em Chorriaca" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8199" alt="img_8199" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8199.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8204.jpg" title="Despedida de Chorriaca, rumo a Las Lajas. " class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8206.jpg" title="Deserto... vento e longas e interminaveis retas..." class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8224.jpg" title="desert fuck yeah mode on" class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0367.jpg" title="Mais do deserto..." class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0370.jpg" title="O rotulo fala alguma coisa ? Camping em Las Lajas" class="shutterset_set_53" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8236.jpg" title="Estavamos bem cansados e nem quisemos montar as barracas, dormimos no chao do &quot;comedor&quot; ..." class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8236" alt="img_8236" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8236.jpg" width="200" height="150" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_8241.jpg" title="Entrada do Camping Municipal de Las Lajas" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_8241" alt="img_8241" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_8241.jpg" width="200" height="150" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/img_0375.jpg" title="Encontro com um casal de Alemaes, que sairam a 16meses do Alasca rumo a Ushuaia.... (piada interna: feliz eh o alemao!)" class="shutterset_set_53" >
								<img title="img_0375" alt="img_0375" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-03/thumbs/thumbs_img_0375.jpg" width="200" height="133" />
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</strong></p>
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		<title>Bike pela Patagonia – Puente del Inca a San Rafael</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/iaVH5vNytqo/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2494#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2012 21:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Puente del Inca – Uspallata – 72Km (05 e 06 / outubro)</p> <p>O dia en Puente del Inca amanhece bastante esquisito, com muitas nuvens no ceu e um razoavel vento contrario… nada promissor..</p> <p>Comecamos a pedalar e pouco-a-pouco vamos descobrindo que o caminho ate Uspallata e praticamente de descida !</p> <p>Logo o Artur dispara na <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2494">Bike pela Patagonia &#8211; Puente del Inca a San Rafael</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Puente  del Inca – Uspallata – 72Km  (05  e 06 / outubro)</strong></p>
<p>O dia en Puente del Inca amanhece bastante esquisito, com muitas nuvens no ceu e um razoavel vento contrario… nada promissor..</p>
<p>Comecamos a pedalar e pouco-a-pouco vamos descobrindo que o caminho ate Uspallata e praticamente de descida !</p>
<p>Logo o Artur dispara na frente e em uma das descidas atinge incriveis 81Km/h.</p>
<p>Paramos para comer um belo lanche de biscoitos agua e sal, com maionese, café e cha. Essa parada providencial foi fora da estrada, logo apos passarmos por um tunel desativado.</p>
<p>Chegamos relativamente cedo na cidade de Uspallata e nos alojamos no excelente camping municipal da cidade  (fica a dica), onde pagamos apenas 20 pesos por noite.</p>
<p>O dia seguinte tambem foi de descanso, curtindo o visual da cidade e o clima do camping, aproveitamos ainda para fazer compras de supermercado.</p>
<p><strong>Uspallata – Mendoza (45Km, dia 07/10)</strong></p>
<p>Depois de conhecermos um alemao (que inclusive estava com uma bela bicicleta de titanio), decidimos ir para Mendoza pela rota 52, ao inves da tradicional rota 7.</p>
<p>A rota 52 e uma rota de ripio (consolidado) que passa por Villavicencio.</p>
<p>O comeco e de pura subida, nao muito forte, mas bem constante. Ao longe viamos nuvens e ja antecipavamos o tempo ruim.</p>
<p>Chegamos ao paso (ponto mais alto do trecho, onde cruzamos a cadeia montanhosa para o outro lado) bem cansados. O vento frio estava bem intenso, com um viento blanco (neve com vento) e iniciamos a descida com uma sensacao termica de uns 10 graus negativos.</p>
<p>Logo a neve se transforma em chuva, `a medida em que vamos perdendo altitude e ganhando temperatura.</p>
<p>Os freios v-brake e caliper do Artur e do Tux comecam a se desmanchar igual manteiga em virtude da combinacao mortal de areia+neve.</p>
<p>Chegamos quase com hipotermia (e obviamente muito, muito frio) em Villavicencio.</p>
<p>Tomamos chocolate quente, comemos alguma coisa e tentamos (em vao) conseguir uma carona com os guarda-parques ate a cidade de Mendoza (apenas 45Km de distancia).</p>
<p>Os guarda-parques estavam vendo um jogo de futebol e ninguem sequer teve a decencia de tentar ajudar-nos. Ao menos duas grandes camionetes permaneceram estacionadas na policia…</p>
<p>Voltamos a Villavicencio e explicamos a nossa situacao (de frio) ao dono do restaurante, e este</p>
<p>Muito gentilmente nos levou ate a porta do nosso hostel quando encerrou o movimento.</p>
<p>Chegamos finalmente em Mendoza por volta das 22:00h. Fizemos</p>
<p>Nesse dia fizemos “apenas”  53 km.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm9.staticflickr.com/8040/8072430877_c5bdf8bc59_z.jpg" alt="" width="638" height="425" /></p>
<p style="text-align: center;">Comecando o dia, saindo de Uspallata pela RP52 ate Villlavicencio</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://farm9.staticflickr.com/8029/8072431209_f6054c8923_z.jpg" alt="" width="638" height="425" /></p>
<p style="text-align: center;">Looongaaaaa subida&#8230;.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm9.staticflickr.com/8311/8072426422_2fcf804117_c.jpg" alt="Dura subida ate o &quot;paso&quot;  rumo a Vi" width="800" height="533" /></p>
<p style="text-align: center;">Neve com Viento Blanco no Paso</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://farm9.staticflickr.com/8309/8072432809_cf3e0228cb_c.jpg" alt="" width="798" height="532" /></p>
<p style="text-align: center;">Descida com neve e chuva, ate o restaurante de Villavicencio, onde chegamos com muito frio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mendoza (dias 08 e 09 / outubro)</strong></p>
<p>Mendoza ‘e uma cidade linda, planejada e com diversos parques, todos muito arborizados.</p>
<p>O dia amanheceu chuvoso e com tudo fechado, pois era feriado.</p>
<p>Lavamos as bikes, as roupas, etc…</p>
<p>No dia 09/10 o dia comecou bonito e melhorando.</p>
<p>Fomos ate a rodoviaria nos despedirmos do Tux, que iria retonar a Santiago e na sequencia ao Brasil.</p>
<p>Fizemos uma ultima revisao e troca de pecas nas bikes, essa revisao foi feita na praca Independencia, ja que a dona do Hostel Independencia nao gostou de nos ver limpando e mexendo nas bikes na area comum do hostel…</p>
<p><strong>Mendoza – Tunuyan – 85Km (dia 10/outubro)</strong></p>
<p>Saimos seguindo mais uma vez o GPS e depois de alguns minutos pedalados ja estavamos na rota 40. Passamos por diversos vinhedos e por Lujan de Cuyo, e as poucos fomos adentrando no vale do Maipu.</p>
<p>Chegamos em Tunuyan sem maiores percalcos e fomos para o Camping Municipal. Gentilmente o senhor que cuidava do local nos ofereceu uma especie de quarto (vazio, claro) para usarmos, e mais do que isso, de graca.</p>
<p>Ficamos sabendo que poucos dias antes de nos um casal de brasileiros – que tambem estao indo a Patagonia de bike – ficaram durante uns quatro dias ali descansando e se abrigando da chuva.</p>
<p><strong>Tunuyan – San Rafael &#8211; ~175Km (dias 11 e 12 / outubro)</strong></p>
<p>Ja sabiamos que este trecho seria um desafio de outro nivel pois teriamos nosso primeiro trecho de deserto. De um lado ha toda a cordilheira do Cordon del Plata que bloqueia qualquer humidade que permita a vida, e isso acaba tornando toda a regiao muito, muito arida, e onde a vida so e possivel com irrigacao e uso de canais de captacao de agua.</p>
<p>Enfim, pela rota 40 – que nesse trecho eh de ripio – economizariamos uns 50km mais ou menos, mas logo ao comecarmos a pedalar pela rota 40 vimos  que nao seria algo factivel.</p>
<p>Retornarmos e entramos pela rota 143.</p>
<p>Todos os rios e riachos secos, o solo arido e seco como o nosso sertao nordestino. 170Km sem nenhum ponto de agua, civilizacao ou qualquer posto de abastecimento.</p>
<p>Apos pedalarmos por 90Km (no primeiro dia) dormirmos atras de uma torre de celular, que tinha uma parede de alvenaria que nos ajudaria a nos protegernos do vento.</p>
<p>Nossa agua ha muito ja havia acabado, e nossa salvacao passou a ser entao as oferendas de agua para a “<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Difunta_Correa" target="_blank">difunta correa</a>” . Coletavamos agua na medida em que iamos encontrando estes pequenos santuarios no decorrer do caminho.</p>
<p>No segundo dia da travessia do deserto da San Rafael fizemos 85Km, sendo recebidos ja quase na entrada da cidade por um grupo de mountainbikers.</p>
<p>Eram o Horacio, sua esposa Laura e o Marcelo.</p>
<p>Tivemos uma rapida conversa e depois de conversarmos um pouco, perguntei onde haveria uma bicicletaria, pois o Artur precisava comprar sapatas novas de freio e eu eventualmente precisaria revisar o cubo dianteiro da minha bike.</p>
<p>O Horacio gentilmente disse que ele tinha um jogo de sapatas v-brake em sua casa, e para la entao nos dirigimos.</p>
<p>Sua esposa nos ofereceu um maravilhoso lanche e de forma despreendida o Horacio estava nos dando um kit completo de freios Avid… o Artur recusou o presente (os freios Avid eram bem superiores os freios Deore que estao na Surly do Artur) e aceitou apenas as sapatas.</p>
<p>Como surpresa final, esta familia nos convidou para um “ asado”  argentino a noite em sua casa… Nao havia como recusar!</p>
<p>O Marcelo foi conosco ate o centro da cidade e logo nos hospedamos no Hostel Hypolito, um muquifo que apesar de bem localizado (no centrao mesmo), tenho minha duvida se vale os 60 pesos que pagamos…</p>
<p>Update: fizemos ate o momento cerca de 650Km, isso dando conta dos 60Km que rodamos no primeiro dia em Santiago&#8230;</p>
<p>Nosso trajeto pode ser visto aqui: <a href="http://goo.gl/maps/ko5OO" target="_blank">goo.gl/maps/ko5OO</a></p>
<p>*clique nas imagens para ampliar e ver a descricao*</p>
<p><strong>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0221.jpg" title="Puente del Inca, formacao rochosa que da nome ao vilarejo" class="shutterset_set_52" >
								<img title="img_0221" alt="img_0221" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/thumbs/thumbs_img_0221.jpg" width="200" height="133" />
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0223.jpg" title="Nosso muquifo em P. del Inca, simplesmenta nao encontramos nada melhor (e com preco atraente)" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0227.jpg" title="Descida rumo a Uspallata" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0230.jpg" title="Mais da bela descida ate Uspallata." class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0242.jpg" title="Nosso acampamento no Camping Municipal na cidade de Uspallata" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0265.jpg" title="Praca Independencia, no coracao de Mendoza. Estive pela ultima vez em 1999 aqui com a Cintia" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0295.jpg" title="Dando uma geral nas bikes, na praca Independencia." class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0297.jpg" title="Artur checando o roteiro pelo mapa, na primeira noite no deserto" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0307.jpg" title="Arrumando os pneus na manha do 2o. dia..." class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0310.jpg" title="Ainda na arrumacao dos pneus... " class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0315.jpg" title="A bela vista da cordilheira do Cordon del Plata, uma pena que esse visual ficava atras de nos enquanto pedalavamos" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0318.jpg" title="A imensidao do deserto." class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0323.jpg" title="Almocando metade de um pacote de pao integral com maionese, no acostamento de ripio da RN143" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0324.jpg" title="E ai ? Sera que o sol esta castigando ?" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0332.jpg" title="Maravilhoso jantar oferecido pelo casal Horacio e Laura, com a presenca do novo amigo Marcelo, em San Rafael - como foi bom poder comer uma comida de verdade :-)" class="shutterset_set_52" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike-patagonia-relato-02/img_0341.jpg" title="Sorrentino espetacular! Obrigado Laura e Horacio !!!" class="shutterset_set_52" >
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</strong></p>
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		<title>Bike pela Patagonia – Santiago a Puente del Inca</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2488#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Oct 2012 18:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Chega o dia da partida&#8230; ansiedade a mil&#8230; a Cintia vai comigo ate o aeroporto de São Paulo.</p> <p>Despachamos as bikes e os alforges.</p> <p>Check-in feito nos despedimos, com aquele aperto no coração, sabendo que voltaria ao Brasil dentro algumas semanas.</p> <p>&#8230;&#8230;</p> <p>Chegamos ao aeroporto de Santiago por volta da 01:00h da manha. Comida péssima <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2488">Bike pela Patagonia &#8211; Santiago a Puente del Inca</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Chega o dia da partida&#8230; ansiedade  a mil&#8230;  a Cintia vai comigo ate o aeroporto de São Paulo.</p>
<p>Despachamos as bikes e os alforges.</p>
<p>Check-in feito nos despedimos, com aquele aperto no coração, sabendo que voltaria ao Brasil dentro algumas semanas.</p>
<p>&#8230;&#8230;</p>
<p>Chegamos ao aeroporto de Santiago por volta da 01:00h da manha. Comida péssima servida a bordo do avião da TAM, ainda bem que levei um sanduíche vegetariano do BoogBurguer.</p>
<p>Esperamos ansiosos pela retirada das bikes.. depois de algum tempo elas aparecem na esteira.</p>
<p>Claro que as etiquetas de frágil não serviram para nada: meu paralamas dianteiro e traseiro quebrados, o bagageiro dianteiro da Surly do Artur tomou uma pancada tão grande que ate entortou a lateral. A lanterna traseira da Surly também quebrou, etc&#8230;</p>
<p>Enfim, a TAM ate pode ser uma companhia bike friendly, mas pelo jeito seus funcionários não devem saber disso&#8230;.</p>
<p>Pegamos as bikes e as tralhas e fomos para uma parte mais reservada do aeroporto, já na área externa.</p>
<p>Vagarosamente enchemos os pneus, montamos os alforges e equipamos as bicicletas.</p>
<p>O cansaço fala mais alto e por volta das 02:30h já estávamos dormindo nas poltronas do aeroporto.</p>
<p>Acordamos por volta das 07:00h, ligamos o GPS e colocamos a rota ate o MallSports, um grande shopping dedicado aos esportes.</p>
<p>Começamos a pedalar em um ritmo bem tranqüilo, na media de uns 20Km/h pela Av. Costanera Norte. Depois de uns 10 ou 15 Km pedalados aparece um carro da “ Policia”  (na verdade um carro da concessionária) e nos expulsa da avenida, dizendo que não podíamos andar de bicicleta por ali etc&#8230;</p>
<p>Pelo GPS vimos que havia possibilidade de irmos margeando a tal da Costanera Norte e assim entramos em uma espécie de subúrbio (para não dizer “ favela” ).</p>
<p>Logo encontramos uma Kombi no qual havia para venda empanadas, etc&#8230; pedimos um café quente (estávamos com frio e fome) e batemos um pouco de papo com o pessoal (que olhava admirado para nos com as bikes).  O dia começa bem: não quiseram cobrar o café e ainda deram uma dica de como fugir da próxima comunidade (que era inimiga da comunidade onde estávamos e assim poderíamos ter problemas).</p>
<p>Passamos pelo centro da cidade e demoramos um tanto ate finalmente conseguir acessar a avenida Las Condes, em uma área bem mais afastada do centro da cidade.</p>
<p>Na loja da AndesGear compro uma barraca para mim: uma Ferrino UltraLight de apenas 1Kg por pessoa, que apesar de ser uma barraca super compacta para 2 pessoas, achei que era uma ótima opção. Compro também um bujao de gás para o fogareiro.</p>
<p>Nos encontramos com o Fabio Tux, que estava hospedado na casa dos seus amigos Jonatas e Maria Jose.</p>
<p>Eu acabo dormindo (de falta de sono mesmo) na mesa do restaurante e finalmente levantamos e começamos a pedalar de volta para a cidade.</p>
<p>Pedalamos um total de uns 60Km e finalmente por volta da 19:00h chegamos na casa do Eric Pitzer, um americano que mudou de vida e agora esta estabelecido em Santiago.</p>
<p>Saimos para tomar um café e comer alguma coisa com ele e seus amigos. Voltamos bem tarde (quase 00:00h), esticamos os isolantes e os sacos de dormir no chão da sala e desligamos&#8230;</p>
<p><strong>Segundo dia &#8211; Los Andes</strong></p>
<p>No dia seguinte, acordamos cedo e tomamos um banho de gato ( frio, pois não sabíamos como ligar o aquecedor ou este estava com algum problema), tomamos um rápido café e montamos as bikes.</p>
<p>Por volta das 10:00h o Tux finalmente nos encontra (ele havia se atrasado por conta de uma confusão que Jonatas/Maria José fizeram com o fuso-horario chileno) e começamos a pedalar.</p>
<p>Menos de 2Km pedalados e o Artur passa em cima de um caco de vidro, cortando o pneu e a camara. Trocamos a camara, compramos algumas coisas em um supermercado, passamos em uma farmácia para comprar combustível (álcool) para o o fogareiro do Artur e recomeçamos a pedalar.</p>
<p>Seguindo cegamente as orientações do GPS pouco-a-pouco nos afastamos do centro urbano e as ruas vão se tornando mais tranqüilas.</p>
<p>Encontramos uma bicicletaria de bairro, já quase na saída da cidade, e o Tux compra um pneu novo (seu pneu estava rasgado na lateral) e eu comprou uma segunda lanterna traseira (do tipo Frog, de um único LED).</p>
<p>Por volta das 14:00h paramos para almoçar em um ponto de ônibus (no meio do nada), nosso almoço foi pão com queijo, biscoitos e amendoim.</p>
<p>Passamos por varias vinícolas.</p>
<p>Logo começa uma subida infernal, coisa de uns 7 ou 10Km e chegamos a um túnel, onde havia diversas placas indicando que não era permitida a presença de pedestres ou bikes. Estávamos super medrosos de nos barrarem ou nos multarem&#8230;</p>
<p>Mas que nada! Aparece um funcionário super simpático com uma camionete, onde colocamos as bikes e ele atravessa o túnel com a gente!</p>
<p>Nossos medos acabaram: o funcionário explica que os túneis são estreitos e perigosos e por isso eles ficam ali, na entrada do túnel, para passar os eventuais pedestres e ciclistas que apareçam, e claro, oferecer suporte para os veículos motorizados, cuidar do túnel, etc&#8230;</p>
<p>Depois do túnel iniciamos uma forte descida (passando ao lado de um casino) em direção a cidade de Los Andes.</p>
<p>Tomamos informação na entrada da cidade e fomos para uma hospedaria+restaurante de uns portugueses (Arunco, na Av. Republica Argentina, 6000 pesos chilenos por pessoa) onde tomamos finalmente nosso primeiro banho quente desde que saimos do Brasil, jantamos e comemoramos os 80Km de pedal. Fomos dormir por volta das 23:30h.</p>
<p>No dia seguinte acordamos tarde, por volta das 08:30h. Comemos biscoitos com suco de laranja e logo começamos a pedalar.</p>
<p>Subidas fortes e constantes, o dia não “ rendeu”  nada e chegamos depois de bastante esforço, por volta das 17:00h, em uma região de pendentes mais inclinadas.</p>
<p>Em virtude do horário decidimos parar e montar as barracas, comer e descansar. Paramos ao lado de um túnel, e escondemos as bikes em um barranco próximo e montamos as barracas do lado do rio Aconcagua.</p>
<p>Pedalamos apenas 45Km nesse dia, que inclusive teve um pneu furado (Tux).</p>
<p>Fez bastante frio durante a noite, próximo de 0 grau.</p>
<p><strong>Terceiro e Quarto dia &#8211; Os Caracoles</strong></p>
<p>No terceiro dia acordamos as 07:45h e tomamos cha quente, café e biscoitos.</p>
<p>Apos poucos minutos pedalados chegamos aos pés dos “ caracoles” . As placas de transito assustam com dizeres do tipo: “ ruta de alta Montana extrema. Gradiente fuerte próximos 40Km” .</p>
<p>A subida dos “ caracoles”  foi infernal, certamente esta entre as coisas mais duras que fiz ate hoje.  O coração batia em um ritmo frenético, as pernas e o peito queimavam pelo esforço físico brutal.</p>
<p>Nos piores trechos eu pedalava uns 300m e tinha que parar para recuperar o fôlego.</p>
<p>Fiz pelo menos uns 25Km usando a coroa 28 e o cassete 32&#8230;. acredito que a inclinação mais ou menos constante seja de seus 30 ou 35 graus.</p>
<p>Túneis, pontes, neve, frio, vento&#8230;</p>
<p>Finalmente, como que em um sonho, as subidas acabam e aparece a fronteira chilena!</p>
<p>Encontramos o Silas e a Celia na fronteira do Chile, uma coincidencia impressionante visto que eles haviam feito o mesmo caminho (de bike) alguns dias antes de nos&#8230;</p>
<p>Um caminhão nos atravessa pelo túnel “ Cristo Redentor” , túnel estreito que corta uma montanha e tem quase 3,5Km de comprimento.</p>
<p>Passamos pela entrada do Parque Provincial Aconcagua e mais alguns poucos kilometros entramos oficialmente na Argentina, onde mofamos por 45minutos na fronteira (mais frio).</p>
<p>As 19:00h finalmente chegamos em Puente del Inca.</p>
<p>Fomos ao hostel “La Vieja Estacion”  onde decidimos ficar descansando todo o dia seguinte. O hostel nos custa 60 pesos argentinos por noite/pessoa.</p>
<p>Fizemos um macarrão e ovos e vamos dormir.</p>
<p>Pedalamos nesse dia uns 48Km.</p>
<p><strong>Quinto dia e Sexto dia &#8211; Puente del Inca</strong></p>
<p>No quinto dia acordamos as 07:30h.</p>
<p>Logo demos pela falta da camera GoPro do Artur. Ficamos sem saber se ela nos foi furtada durante a noite no Hostel ou se eventualmente ela caiu da bolsa de guidão durante o downhill do dia anterior.</p>
<p>Uma merda o sumiço dessa camera. Muito chato.</p>
<p>Como o dia estava separado para descanso, fizemos uma revisão geral nas bikes, apertando parafusos, lubrificando algumas partes, etc&#8230;  Eu aproveitei também para lavar minha toalha de banho, uma cueca e um par de meias.</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Escrevo este relato no dia 04/10/2012, as 21:20h no Hostel “ La Vieja Estacion”  em Puente del Inca.</p>
<p>Amanha vamos acordar cedo e nosso destino e a cidade de Uspallata, distante (pelo GPS) apenas 80Km de onde estamos.</p>
<p>Agora vou fazer um macarrão para jantarmos e dormirmos. Tudo já esta pronto para amanha.</p>
<p>&#8230;&#8230;.</p>
<p>Update: Estamos em Uspallata, a apenas uns 100Km de Mendoza. Estamos em um camping municipal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0047.jpg" title="Despachando as bikes pela TAM em Guarulhos, SP. 

Infelizmente as bikes chegaram com varios problemas (pecas quebradas)" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0047" alt="img_0047" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0047.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0053.jpg" title="Dormindo no aeroporto de Santiago, ja no chile." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0053" alt="img_0053" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0053.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0064.jpg" title="MallSports, em Santiago no Chile" class="shutterset_set_51" >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0066.jpg" title="Idem" class="shutterset_set_51" >
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0099.jpg" title="Em frente a casa do Eric Pitzer, em Santiago. " class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0099" alt="img_0099" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0099.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0101.jpg" title="Primeiro pneu furado, com menos de 2Km pedalados..." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0101" alt="img_0101" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0101.jpg" width="200" height="133" />
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0105.jpg" title="Atravessando o primeiro tunel..." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0105" alt="img_0105" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0105.jpg" width="200" height="133" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0126.jpg" title="Longas rotas..." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0126" alt="img_0126" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0126.jpg" width="200" height="133" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0138.jpg" title="Sintam o naipe da placa !!!" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0138" alt="img_0138" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0138.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0145.jpg" title="ta bom ou querem mais ? os Caracoles sobem tudo isso ai...." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0145" alt="img_0145" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0145.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0168.jpg" title="Quase na metade do percurso dos caracoles... quem esta na foto 'e o Artur." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0168" alt="img_0168" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0168.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-858" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0185.jpg" title="Silas e Celia, encontramos eles na fronteira chilena" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0185" alt="img_0185" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0185.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-859" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0189.jpg" title="Vamos que vamos..." class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0189" alt="img_0189" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0189.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-860" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0195.jpg" title="Antes de atravessar o tunel do Cristo Redentor, no final dos Caracoles (ufa !!!)" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0195" alt="img_0195" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0195.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-861" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0199.jpg" title="Cozinhando uma comida em Puente del Inca" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0199" alt="img_0199" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0199.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-862" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/img_0242.jpg" title="Nosso acampamento em Uspallata" class="shutterset_set_51" >
								<img title="img_0242" alt="img_0242" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/patagonia-uspallata/thumbs/thumbs_img_0242.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
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</div>

</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2488&amp;title=Bike%20pela%20Patagonia%20%E2%80%93%20Santiago%20a%20Puente%20del%20Inca" id="wpa2a_22">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bike pela Patagônia – Preparação</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/YNSdTWSVfP4/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2469#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 12:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2469</guid>
		<description><![CDATA[<p>Tenho um grande amigo, o Artur Vieira, que acabou me &#8220;convencendo&#8221; a sair em uma longa cicloviagem com ele&#8230;</p> <p>Nossa intenção é descermos a partir de Santiago do Chile até a Patagônia Norte, sendo que a primeira parte envolve a subida do temido &#8220;caracoles&#8221;, na fronteira entre o Chile e a Argentina.</p> <p>Iremos &#8220;descansar&#8221; um <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2469">Bike pela Patagônia &#8211; Preparação</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um grande amigo, o Artur Vieira, que acabou me &#8220;convencendo&#8221; a sair em uma longa cicloviagem com ele&#8230;</p>
<p>Nossa intenção é descermos a partir de Santiago do Chile até a Patagônia Norte, sendo que a primeira parte envolve a subida do temido &#8220;caracoles&#8221;, na fronteira entre o Chile e a Argentina.</p>
<p>Iremos &#8220;descansar&#8221; um pouco em Mendoza e na sequência descer rumo à região dos lagos.</p>
<div id="attachment_2470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2470" rel="attachment wp-att-2470"><img class="size-medium wp-image-2470  " title="DSC_0353" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0353-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Minha bela TREK SU 2.0 preparada para o cicloturismo<br />cassete 11X34 (Shimano HG-30-8I)<br />pedivela 22X32X44<br />corrente UG51<br />Freios Mecânicos Shimano Disc<br />Cubos CenterLock<br />Pedal SPD Shimano + adaptador plástico para usar &#8220;com tênis&#8221;<br />Canote com amortecedor da RockShox<br />Mesa regulável<br />manoplas e bar ends ergonômicos e em gel<br />paralamas Zéfal<br />bagageiro TopPeak + Alforges da Curtlo (Obrigado Artur !!!)<br />Selim o &#8220;mais confortável&#8221; que testei e usei já um montão<br />Bolsa de Guidão<br />Pneus Kenda Kwest de &#8220;Alta Pressão&#8221; (120PSI) e vou rodar com 1.25&#8243;&#8230; claro que com fita anti-furo&#8230;<br />alforges, etc..</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em princípio as coisas que estarei levando (para uma viagem de mais de um mês) são:</p>
<p><strong>Bicicleta</strong></p>
<ol>
<li>Estojo remendo vipal + uns 2 tubos de cola extra + Manchão</li>
<li>Camara ar reserva (quantas ?!)</li>
<li>Espátulas</li>
<li>Chave multi-função, alicate</li>
<li>Pedaço de arame</li>
<li>Fitas hellerman de plástico</li>
<li>Bomba de ar portatil e bomba de ar “grande”</li>
<li>Pisca traseiro</li>
<li>Headlamp</li>
<li>Capacete</li>
<li>Luvas de bike e luvas de frio</li>
<li>Caramanholas (duas)</li>
<li>Lubrificante para a corrente</li>
<li>Corrente / elo reserva / elo extra</li>
<li>Adaptador válvula presta-schareder</li>
<li>Colete refletivo</li>
<li>Refletivos na bike (bagageiro)</li>
<li>Corrente/cabo de aço com chave</li>
<li>Chave fixa para retirar os pedais</li>
<li>Dois ou três raios reservas</li>
<li>Bagageiro dianteiro (enquanto escrevo este post não havia conseguido comprar um bagageiro dianteiro para usar com a furação original da minha bike, vou acabar comprando um bagageiro dianteiro &#8220;safado&#8221;, daqueles que são presos na furação do v-brake, e fazer alguma <del>gambiarra</del> adaptação técnica)</li>
</ol>
<p><strong>Pessoais</strong></p>
<ol>
<li>MP3 / pilhas extras</li>
<li>Camera fotográfica+cabos+pilha+cartão de memória</li>
<li>Passaporte + dinheiro + Cartão crédito / cartão débito</li>
<li>Manta térmica de sobrevivencia</li>
<li>Dromedário</li>
<li>Sacos estanques</li>
<li>Protetor auditivo / tapa olhos</li>
<li>Óculos escuros / Óculos transparentes</li>
<li>Vaselina / “hidratante”  / Protetor solar</li>
</ol>
<p><strong>Diversos</strong><strong> </strong></p>
<ol>
<li>2 pares de meia curta</li>
<li>4 pares de meias longas</li>
<li>2 camisetas manga longa</li>
<li>Bermuda e calça ciclista</li>
<li>Segunda pele , calça / blusa</li>
<li>Blusa de polartec</li>
<li>Buff (dois ou três) / gorro de lã</li>
<li>Anorak</li>
<li>1 calça bermuda da Hard Adventure</li>
<li>Saco de dormir</li>
<li>Isolante térmico</li>
<li>Barraca 1 pessoa (comprar em Santiago)</li>
<li>Analgésicos e afins (dorflex / tandrilax) Diclofenaco / ibuprofeno / Colírios (hipromelose e antibiotico)</li>
<li>Micropore / esparadrapo</li>
<li>Papel higienico / lenço umedecido</li>
<li>Bcaa / cafeína</li>
<li>Sabonete / toalha de banho / desodorante / escova de dentes / pasta de dente</li>
<li>Tênis ?? chinelo ou papete ?</li>
<li>Elásticos</li>
<li>Vitamina C</li>
<li>Fogareiro a gás, prato, caneca, talher, pote ziploc</li>
<li>Cortador de unhas pequeno</li>
<li>Espelhinho</li>
<li>Pinça (duas)</li>
<li>Canivete suiço</li>
<li>Hidroesteril</li>
<li>Filtro mecânico para água (filtro de café)</li>
<li>Pochete equinox</li>
<li>Mochila de uns 30 litros.</li>
<li>Fitas de nylon (para amarrações diversas)</li>
</ol>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-49-2469">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2469&amp;show=slide">
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							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
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</div>

</strong></p>
<p>Claro que essa relação de itens não é definitiva, e certamente durante a viagem descobrirei que um item está faltando e outro não era necessário ter levado, enfim.. a vida é assim <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou fazendo um seguro de vida/saúde internacional, que oferece cobertura para cicloviagens com o pessoal da <a href="http://www.worldnomads.com" target="_blank">www.worldnomads.com</a>, e na medida do possível penso em dormir algumas noites com o pessoal do <a href="http://www.couchsurfing.org/">www.couchsurfing.org/</a></p>
<p>De forma bem grosseira, o trajeto é mais ou menos esse:  <a href="http://goo.gl/maps/ED263" target="_blank">goo.gl/maps/ED263</a>, digo de forma grosseira pois já temos a dica de evitarmos ao máximo a ruta 40, em virtude do intenso tráfego de veículos.</p>
<p>O primeiro trecho começa em Santiago/CHL e termina em Mendoza/ARG, nesse percurso de pouco mais de 360km de distância acumularemos uma altimetria (subida) de quase  7000m&#8230; altimetria essa quase toda concentrada nos &#8220;caracoles&#8217;&#8230;.</p>
<div id="attachment_2481" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2481" rel="attachment wp-att-2481"><img class="size-full wp-image-2481" title="caracoles" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/09/caracoles.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Os caracoles possuem pouco mais de 30Km de extensão (e uns 700m de desnível), quase sempre com neve.. bom a imagem acima diz tudo!</p></div>
<p>Entre as coisas legais que estou levando, acho que vale a pena citar:</p>
<ul>
<li>sacos estanques da <a href="http://www.seatosummit.com.br/">www.seatosummit.com.br/</a> , fundamentais para garantir que as coisas permaneçam secas durante uma eventual chuva</li>
<li>uma toalha de banho super compacta, da mesma marca. Essa toalha é de microfibra e é absurdamente pequena !</li>
<li>um saco organizador (também da <a href="http://www.seatosummit.com.br/">www.seatosummit.com.br/</a>) para colocar as coisas pequenas dentro do alforge e assim facilitar a vida <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>um talher 3 em 1 (hehehe, também da <a href="http://www.seatosummit.com.br/">www.seatosummit.com.br/</a>), assim evito ter que levar 3 peças distintas !</li>
<li>meias de primaloft/coolmax. Vou levar uma meia de primaloft da <a href="http://www.lorpen.com" class="autohyperlink" title="http://www.lorpen.com" target="_blank">www.lorpen.com</a>.br  e também algumas meias de coolmax.</li>
</ul>
<p>Confiram as fotos:</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-50-2469">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2469&amp;show=slide">
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/dsc_0506.jpg" title="toalha super compacta de microfibra" class="shutterset_set_50" >
								<img title="dsc_0506" alt="dsc_0506" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/thumbs/thumbs_dsc_0506.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-836" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/dsc_0507.jpg" title="saco organizador (mesh)" class="shutterset_set_50" >
								<img title="dsc_0507" alt="dsc_0507" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/thumbs/thumbs_dsc_0507.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/dsc_0514.jpg" title="a toalha de microfibra aberta" class="shutterset_set_50" >
								<img title="dsc_0514" alt="dsc_0514" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/seatosummit/thumbs/thumbs_dsc_0514.jpg" width="200" height="133" />
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</strong></p>
<p>Então é isso&#8230;  à medida em que eu for tendo notícias pretendo atualizar esse blog <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Recomendo ainda o blog do Artur Vieira:  <a href="http://pedalamerica.wordpress.com/">pedalamerica.wordpress.com/</a></p>
<p>e o blog do Fábio Tux: <a href="http://fabiotux.blogspot.com.br/">fabiotux.blogspot.com.br/</a></p>
<p>O Fábio irá pedalar conosco durante uns 10 dias.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, reproduzo o texto da Luisa, e faço destas minha palavras finais:</p>
<p><a href="http://cicloterras.wordpress.com/2011/06/14/viajar-de-bicicleta-um-questionamento-politico-sobre-o-tempo/" target="_blank">cicloterras.wordpress.com/2011/06/14/via&#8230;</a></p>
<p><a href="http://cicloterras.files.wordpress.com/2011/06/10-09-20-pedalada-cwb_colcecilia-049_21.jpg?w=600"><img title="10-09-20 - Pedalada CWB_ColCecilia 049_22" src="http://cicloterras.files.wordpress.com/2011/06/10-09-20-pedalada-cwb_colcecilia-049_21.jpg?w=600&amp;h=288" alt="" width="600" height="288" /></a></p>
<p>Nossa viagem tem, independente de outros objetivos, um caráter político. Para nós isso parece bastante claro -  quase não sentimos necessidade de explicitá-lo – e para uma considerável parte do pessoal com o qual convivemos, também. Por isso, fiquei um tanto desconfiada quando o Gil falou que, se não deixarmos bem claro para as pessoas, elas simplesmente não vão entender. Não vão entender? Como assim? A resposta veio logo em seguida, quando começamos a espalhar mais a notícia. Agora, atenta a essa questão, percebia como a maior parte das pessoas encara nossa viagem simplesmente como uma expedição aventureira, um desafio físico. Ela é isso, também; mas não só.</p>
<p>Existem várias coisas aí que colocam em questão o modo de vida que está em voga, e no centro delas está a bicicleta. Quando se escolhe a bicicleta como meio de transporte, o modelo carrista, consumidor de energia, poluente e causador de mortes, já está sendo questionado, por mais que uma significativa parcela desses ciclistas não tenha intenção ou consciência disso. Esse é o primeiro ponto e que não é exclusividade dos ciclistas viajantes, mas comum àqueles que usam a bici nas ruas da cidade. O que pretendo aqui, porém, não é discorrer sobre esse questionamento político, não por ele ser menos importante, mas porque já vem sendo discutido em outras instâncias, certamente por se tratar de um aspecto prático, que afeta (e revoluciona) o cotidiano das pessoas.</p>
<p>O que eu quero falar aqui é de tempo, da passagem do tempo. Pedalar é desacelerar: passar mais tempo atravessando uma distância do que se levaria utilizando meios de transporte tradicionais. O que isso significa em uma viagem de bicicleta? Em uma visão rasa diria-se que a viagem <em>demora</em> mais. Mas nesse comentário estão implícitas duas noções que a bicicleta coloca em questão: a noção de viagem e a noção de tempo – sendo a primeira resultado quase imediato da segunda.</p>
<p><strong>Na sociedade que nos cerca, o tempo possui um valor de mercado.Tanto se cobra mais por mercadorias que demoram mais tempo para serem produzidas, quanto o pagamento pela força de trabalho é feito, na maior parte das vezes, através de uma operação matemática que se baseia no número de horas trabalhadas. De uma maneira semelhante, o ensino é dividido em horas/aula, o colégio separado em anos e nas universidades se fala em carga horária total. A soma de todas essas unidades de tempo de estudo nos dá um poderoso indicativo da classe social, salário e poder de consumo de um indivíduo. Não é a toa que a eficiência entra no jogo:  é preciso aproveitar o tempo ao máximo, cumprir com a máxima eficácia todas as etapas, pois no tempo está a chave para o dinheiro e o dinheiro nos dá acesso ao consumo, que é a expressão do sucesso. Nesse pensamento, portanto, o tempo deve ser economizado para que seja gasto em meios de acesso ao consumo. Economizá-lo significa reduzi-lo nas atividades que não contribuem para o resultado esperado, e é aí que entra o deslocamento.</strong></p>
<p>Se entendemos que o deslocamento é perda de tempo, já que essas horas não serão acrescentadas ao nosso valor de mercado, viajar só tem sentido se existe um interesse, seja ele qual for, em estar em um outro lugar específico. Trocando em miúdos, viajar, nessa lógica, significa chegar em algum lugar, e uma viagem eficaz é aquela que <em>demora</em> menos tempo no deslocamento.</p>
<p>Viajar de bicicleta – especialmente quando a viagem é longa, como essa que faremos – questiona essa noção de tempo, porque estamos, já de saída, “jogando fora” uma quantidade de tempo absurda. E não me refiro aqui somente ao tempo que será levado com as pedaladas, mas principalmente o tempo potencial que deixaremos para traz – eu, por exemplo, deixarei a universidade e o trabalho para depois, assim que colocar a bici na estrada. Do mesmo modo, a noção de viagem é colocada em questão: sua importância deixa de residir no ponto de chegada e passa a abarcar o percurso em todas as suas partes e, também, como um conjunto.</p>
<p>O que ainda falta é dizer qual o significado, então, de tempo, se jogamos fora esse que estamos acostumados. Bem… Isso eu ainda não sei…</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2469&amp;title=Bike%20pela%20Patag%C3%B4nia%20%E2%80%93%20Prepara%C3%A7%C3%A3o" id="wpa2a_24">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Educação X Violência</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 13:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ontem vi uma cena que com a qual passei algumas horas refletindo&#8230;</p> <p>Eu estava fazendo um trabalho braçal na casa de um vizinho, e vi que do outro lado da rua, havia duas crianças brincando.</p> <p>Dois irmãos (assim estou supondo), um menino e uma menina, se divertiam com seus respectivos jogos e brinquedos infantis na <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2449">Educação X Violência</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2454" rel="attachment wp-att-2454"><img class=" wp-image-2454 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-left: 10px; border: 10px solid white;" title="violencia01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/08/violencia01.jpg" alt="" width="320" height="200" /></a>Ontem vi uma cena que com a qual passei algumas horas refletindo&#8230;</p>
<p>Eu estava fazendo um trabalho braçal na casa de um vizinho, e vi que do outro lado da rua, havia duas crianças brincando.</p>
<p>Dois irmãos (assim estou supondo), um menino e uma menina, se divertiam com seus respectivos jogos e brinquedos infantis na sombra de uma garagem.</p>
<p>Em um determinado momento, ouvi alguns gritos e choros, e ao olhar na direção dos sons, vejo o menino, que deve ter algo como uns 5 ou 6 anos, batendo com um cabo de vassoura na menina que devia ter uns 3 ou no máximo 4 anos (e que suponho seja sua a irmã).</p>
<p>A menina gritava e chorava, e o menino exercia sua violência.</p>
<p>Rapidamente aparece um homem (pela idade suponho que era o avô) e intercede na cena.</p>
<p>A parte surreal começa agora, com o diálogo aproximado que eu ouvi:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px;">A menina fala algo assim:</p>
<p style="padding-left: 60px;">“<em>o fulano me bateu&#8230;</em>.”  (intercalado por choros)</p>
<p style="padding-left: 30px;">O homem (o avô ?) replica:</p>
<p style="padding-left: 60px;">“<em>fulano, porque você está batendo na fulana ?</em> “</p>
<p style="padding-left: 30px;">E o menino,  por sua vez, dispara a resposta:</p>
<p style="padding-left: 60px;">“<em>estou dando educação para ela !</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Notem a construção da frase: <strong>estou dando educação para ela !</strong></p>
<p>Qual o tipo de educação esta criança estaria recebendo para associar a &#8220;pancada&#8221; com &#8220;educação&#8221; ?</p>
<p><img class="alignleft" style="margin-right: 10px; margin-left: 10px; border: 10px solid white;" title="violencia02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/08/violencia02.jpg" alt="" width="320" height="314" /></p>
<p>Ao refletir a respeito do que acabara de presenciar, apenas posso imaginar que no núcleo familiar do menino,  palmadas, surras e espancamento seja algo trivial ou corriqueiro.</p>
<p>E no imaginário (ou na visão de mundo desta criança) a violência física está associada à “educação”.</p>
<p>E o que esta criança “aprendeu” com esta “educação” baseada na violência ?</p>
<p>Não é preciso ser nenhum gênio para deduzir que o que esta criança aprendeu apanhando foi apenas que  problemas, erros, discordâncias e desavenças podem ser resolvidas na “base da pancada”.</p>
<p>E fico imaginando esta criança resolvendo seus problemas com os coleguinhas na escola (será que já frequenta alguma ?), e logo logo será um púbere que terá aprendido o quê ? que os problemas podem ser resolvidos com violência ?</p>
<p>Ainda refletindo, qual seria a diferença entre palmadas, surras ou espancamento ?</p>
<p>Sinceramente acredito que não há diferença: para a criança, a violência física atinge profundamente em seus sentimentos e na formação do seu caráter: A figura materna/paterna, que é justamente a figura do protetor e do amparo, se torna para o indefeso, a figura do opressor.</p>
<p><strong>Como crescer nutrindo amor ou respeito por aquele que oprime ?</strong></p>
<p>Se todas as pessoas têm direito à proteção de sua integridade física, e as crianças também são pessoas, porque é permitido (ou tolerado) a agressão física contra crianças ?</p>
<p>Os pais ou responsáveis legais possuem uma espécie de &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_divino_dos_reis">direito divino</a>” sobre a criança ?  Direito sobre sua vida ? Crianças são objeto ou propriedade ? Claro que não !</p>
<p>Jan Hunt, psicóloga diretora do &#8220;<a href="http://www.naturalchild.org/" target="_blank">The Natural Child Project</a>&#8220;  elenca os principais motivos para não utilizar violência física contra crianças:</p>
<ol>
<li><strong>Bater nas crianças ensina-as a também se tornarem agressoras.</strong> Atualmente existem muitas pesquisas mostrando a relação direta entre o castigo corporal na infância e comportamentos agressivos ou violentos na adolescência e idade adulta. Quase todos os criminosos mais perigosos foram vítimas de constantes ameaças e castigos na infância. Para o bem ou para o mal, faz parte do projeto da natureza que as crianças aprendam pela observação e imitação das atitudes dos pais. Portanto é responsabilidade dos pais dar o exemplo de empatia e sensatez.</li>
<li><strong>O castigo físico passa a mensagem injusta e nociva de que &#8220;o mais forte sempre tem razão&#8221;,</strong> de que é permitido ferir alguém desde que seja menor e menos poderoso que você. Assim a criança conclui que é permitido maltratar crianças menores ou mais novas. Quando for adulto ele não vai ser capaz de sentir muita compaixão pelos menos afortunados e vai temer os mais poderosos. Isso vai impedir o estabelecimento de relacionamentos significativos essenciais para uma vida emocional satisfatória.</li>
<li>Uma vez que as crianças aprendem pelo exemplo dos pais, <strong>o castigo físico ensina que bater é um modo correto de exprimir sentimentos e solucionar problemas.</strong> Se uma criança não vê seus pais resolverem os problemas de um modo criativo e humano, dificilmente aprenderá a fazer isso. Por isso os erros dos pais freqüentemente se repetem na geração seguinte.</li>
<li>&#8220;Poupe o bastão e estrague a criança&#8221;, embora popular, é uma interpretação errônea do ensinamento bíblico. Embora o &#8220;bastão&#8221; seja mencionado várias vezes na Bíblia, somente no Livro dos Provérbios essa palavra é usada em relação à criação de filhos. Na verdade os métodos severos de disciplina do Rei Salomão fizeram de seu filho Robão um ditador tirânico e opressor que escapou por pouco de ser apedrejado até a morte por sua crueldade. A Bíblia não apóia a disciplina severa, a não ser nos Provérbios de Salomão. Jesus via as crianças próximas de Deus e pedia amor, jamais castigo.</li>
<li><strong>O castigo interfere com o vínculo entre a mãe ou o pai e o filho, uma vez que não é da natureza humana amar alguém que nos fere.</strong> O verdadeiro espírito de colaboração que todos os pais desejam só pode surgir de um vínculo forte, embasado em sentimentos mútuos de amor e respeito. O castigo, mesmo quando parece funcionar, origina um comportamento superficial, embasado no medo, que só persiste enquanto a criança não tiver idade para reagir. A cooperação baseada no respeito, ao contrário, dura para sempre e garante muitos anos de alegria aos pais e aos filhos.</li>
<li>Muitos pais não aprenderam na própria infância que existe um jeito mais construtivo de se relacionar com as crianças. Quando o castigo não atinge os objetivos almejados e os pais não conhecem outras alternativas, os maus-tratos podem se tornar cada vez mais freqüentes e perigosos para a criança.</li>
<li><strong>A raiva e a frustração que a criança não se arrisca a expressar abertamente ficam guardadas; adolescentes revoltados não caem do céu.</strong> A raiva acumulada ao longo dos anos pode chocar os pais quando o filho sentir que já tem forças para expressá-la. O castigo pode resultar em &#8220;bom comportamento&#8221; nos primeiros anos, mas sempre a um alto preço, a ser pago pelos pais e pela sociedade em geral quando a criança atingir a adolescência e juventude.</li>
<li><strong>Bater nas nádegas, uma zona erógena na infância, pode criar na mente da criança uma associação entre dor e prazer sexual e levar a dificuldades na vida adulta.</strong> Anúncios em jornais alternativos procurando chicotadas atestam as tristes conseqüências dessa confusão entre dor e prazer. Se a criança só recebe a atenção dos pais quando é castigada, os conceitos de dor e prazer se confundem ainda mais em sua mente. Uma criança nessa situação vai ter uma baixa auto-estima, acreditando não merecer nada melhor. Mesmo surras relativamente brandas podem ameaçar a integridade física. Golpes na região lombar transmitem ondas de choque ao longo de toda a coluna e podem causar lesões. A alta prevalência de dores lombares nos adultos de nossa sociedade talvez tenha origem nos castigos da infância. Crianças já ficaram paralíticas por lesões de nervos em uma surra, e outras morreram por complicações mal esclarecidas depois de uma surra de vara.</li>
<li>Em muitos casos do assim chamado &#8220;mau comportamento&#8221; a criança está simplesmente reagindo da única forma que é capaz, dadas sua idade e experiência, a um descaso com suas necessidades básicas. Entre essas necessidades estão: sono e alimentação adequados, detecção e tratamento de alergias, ar puro, exercícios físicos e liberdade suficiente para explorar o mundo a sua volta. Mas sua maior necessidade é a atenção integral de seus pais, que com freqüência estão distraídos demais com seus próprios problemas e preocupações para tratar seus filhos com paciência e empatia. É evidente que é um erro e uma injustiça castigar uma criança por reagir de modo natural à negligência de suas necessidades. Por essa razão, o castigo não só é ineficaz a longo prazo, como também injusto.</li>
<li><strong>O castigo dificulta à criança aprender a resolver conflitos de um modo eficiente e humano.</strong> Uma criança castigada fica ocupada com sua raiva e fantasias de vingança e perde a oportunidade de aprender um modo mais eficiente de resolver o problema em questão. Assim, uma criança castigada aprende pouco sobre como resolver ou evitar situações semelhantes no futuro. Explicações delicadas e uma base sólida de amor e respeito são a única forma de se obter atitudes louváveis apoiadas em valores profundos em vez de &#8220;bom comportamento&#8221; superficial motivado apenas pelo medo.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2452" style="margin-right: 10px; margin-left: 10px; border: 10px solid white;" title="violencia03" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/08/violencia03.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>E com respeito ao item 2 citado acima, eu acrescento que é assim que são formados adultos perturbados, que quando da direção de um carro não respeitam os indefesos (ciclistas, pedestres, etc&#8230;) pois é claro, são mais fortes e por isso possuem um &#8220;direito maior&#8221;, são os mesmos adultos que acham normal &#8220;bater para educar&#8221; um cachorro (ou qualquer outra animal), etc&#8230;</p>
<p>Digo mais: sou capaz de palpitar que a violência infantil está no cerne da &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_do_pequeno_poder" target="_blank">síndrome do pequeno pode</a>r&#8221; (não sabe o que é isso ? dá uma olhada no link ! Com certeza você conhece e tem contato com pessoas assim !)</p>
<p>Aqui no Brasil temos a “lei da palmada”, aprovada pela câmara dos deputados em 2011 (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_Palmada">pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_Palmada</a> ), que busca preservar o direito à integridade física da criança e do adolescente.</p>
<p>E com respeito a esta lei, sugiro a leitura do breve artigo em : <a href="http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/1112582-cinco-autores-falam-sobre-a-lei-da-palmada-ouca.shtml">www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/11&#8230;</a></p>
<p>É isso&#8230; detesto eufemismos:  para mim, palmada = violência</p>
<p>Sabem o que penso a respeito da violência infantil  ?</p>
<ul>
<li>Ela não educa, não nutre amor, não nutre respeito nem compreensão.</li>
<li>Forma futuros cidadãos desequilibrados e que acreditam que o &#8220;mais forte&#8221; têm razão.</li>
</ul>
<p>E você, o que pensa disso ?</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2449&amp;title=Educa%C3%A7%C3%A3o%20X%20Viol%C3%AAncia" id="wpa2a_26">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Viagens a países em desenvolvimento (3o. mundo) – Tratando de parasitoses…</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2442#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 14:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160;</p> Qualquer um que viaje para um país ou região em desenvolvimento, onde a higiene, assim digamos, não é o &#8220;forte&#8221;, possui grandes chances de voltar para casa com amigos indesejáveis dentro do corpo&#8230; São parasitas (vermes e protozoários) que realmente fazem o seu portador &#8220;reinar&#8221; no &#8220;trono&#8221; de forma bem desagradável&#8230; Por falar nisso, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2442">Viagens a países em desenvolvimento (3o. mundo) &#8211; Tratando de parasitoses&#8230;</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2443" rel="attachment wp-att-2443"><img class="alignright" title="DSC_0169" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/08/DSC_0169.jpg" alt="" width="448" height="298" /></a>Qualquer um que viaje para um país ou região em desenvolvimento, onde a higiene, assim digamos, não é o &#8220;forte&#8221;, possui grandes chances de voltar para casa com amigos indesejáveis dentro do corpo&#8230;</div>
<div></div>
<div>São parasitas (vermes e protozoários) que realmente fazem o seu portador &#8220;reinar&#8221; no &#8220;trono&#8221; de forma bem desagradável&#8230;</div>
<div></div>
<div>Por falar nisso, você sabe como purificar sua água durantes as viagens ? Confira o artigo em :  <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2090">www.blog.marski.org/?p=2090</a></div>
<div></div>
<div>Enfim, na maior parte das vezes esses são problemas transitórios conhecidos como &#8220;diarréia dos viajantes&#8221;   ( <a href="http://www.manualmerck.net/?id=132&amp;cn=1116" target="_blank"><a href="http://www.manualmerck.net/?" class="autohyperlink" title="http://www.manualmerck.net/?" target="_blank">www.manualmerck.net/?</a><wbr>id=132&amp;cn=1116</wbr></a>   ), entretanto, as chances do indivíduo ter tido  contato com agentes patológicos são grandes&#8230; a lista é extensa, mas os mais comuns seriam:</div>
<div>
<ol>
<li>criptospodium   ( <a href="http://www.mayoclinic.com/health/cryptosporidium/DS00907" target="_blank"><a href="http://www.mayoclinic.com/" class="autohyperlink" title="http://www.mayoclinic.com/" target="_blank">www.mayoclinic.com/</a><wbr>health/cryptosporidium/DS00907</wbr></a><wbr> )</wbr></li>
<li>vírus da hepatite A  (  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hepatite_A" target="_blank"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/" class="autohyperlink" title="http://pt.wikipedia.org/wiki/" target="_blank">pt.wikipedia.org/wiki/</a><wbr>Hepatite_A</wbr></a>  )</li>
<li>giárdia lamblia ( <a href="http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/Giardiase.htm" target="_blank"><a href="http://www.cve.saude.sp.gov" class="autohyperlink" title="http://www.cve.saude.sp.gov" target="_blank">www.cve.saude.sp.gov</a>.<wbr>br/htm/hidrica/Giardiase.htm</wbr></a> )<wbr> </wbr></li>
<li>ameba hystolística  ( <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?20" target="_blank"><a href="http://www.abcdasaude.com" class="autohyperlink" title="http://www.abcdasaude.com" target="_blank">www.abcdasaude.com</a>.<wbr>br/artigo.php?20</wbr></a> )</li>
<li>vermes cilíndricos e/ou achatados (helmintos e nematelmintos)</li>
</ol>
</div>
<div>Os patógenos 1 e 2 o organismo consegue lidar de forma espontânea, curando-se sozinho&#8230;  (ou não&#8230;rsrsrsrsrs), já os itens 3 a 5 requerem uma atenção especial.</div>
<div></div>
<div>A questão é que no caso deles (itens 3 e 4) mesmo que a &#8220;fase&#8221; da diarréia já tenha terminado, a pessoa infectada continua com o agente (verme/protozoário) dentro do corpo, e isso pode permanecer ali por vários anos (ou a vida toda) sem que a pessoa &#8220;apresente&#8221; maiores sintomas&#8230;  Ou melhor, a pessoa até apresenta os sintomas (fraqueza, sono, palidez, anemia, etc&#8230;) mas ela acaba se acostumando com o quadro e não se dá conta&#8230;</div>
<div></div>
<div>O exame para detecção destes parasitas é o famoso &#8220;exame de fezes&#8221;, entretanto, esse *não* é um exame muito confiável, apresentando um alto índice de resultados &#8220;falso negativo&#8221;, isso é, a pessoa está infectada e o exame não apresenta esse resultado&#8230;</div>
<div></div>
<div>Como o tratamento para os itens 3 e 4 é o mesmo, e como virtualmente não possui contra-indicações, é muito melhor simplesmente fazer um tratamento profilático (preventivo)&#8230;</div>
<div></div>
<div>Enfim, o tratamento de primeira escolha para amebíase e/ou giardíase é tomar (em dose única) 2 comprimidos de 1000mg cada de Secnidazol (não precisa de receita).   Para os vermes (item 5) o tratamento é tomar, também em dose única, 400mg de Albendazol.</div>
<div></div>
<div>Tomando-se esses dois remédios não há necessidade de se fazer mais nada&#8230;</div>
<div></div>
<div>Como efeito colateral a pessoa &#8220;pode&#8221; ter uma leve dor de cabeça, constipação intestinal, um gosto metálico na boca&#8230; e como restrição, a pessoa *não* pode estar grávida *nem amamentando* e *não*  pode ingerir álcool durante 4 dias após tomar os remédios&#8230;</div>
<div></div>
<div>Uma outra excelente opção (essa foi uma dica de três amigos médicos diferentes !) é usar o <a href="http://www.bulas.med.br/bula/10941/annita.htm" target="_blank"><strong>Annita</strong></a> (Nome comercial da Nitazoxanida), esse princípio ativo parece inibir uma enzima fundamental à vida tanto de protozoários, quanto de helmintos (vermes) e até mesmo de criptospodiridiuns ! Ou seja, é um remédio tipo &#8220;2 em 1&#8243;. Seu grande incoveniente é o preço (mais de R$ 50,00).</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2484" rel="attachment wp-att-2484"><img class="aligncenter size-full wp-image-2484" title="annita" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/08/annita.jpg" alt="" width="440" height="229" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>É isso !</div>
<div></div>
<div><span style="color: #ff0000;"><strong>Qualquer dúvida adicional não bobeiem e procurem um médico ! </strong></span> Afinal de contas ninguém quer que uma eventual ameba &#8220;migre&#8221; do intestino para o fígado causando problemas e danos maiores, não é mesmo ?</div>
<div></div>
<div>Abraços e ótima semana a todos,</div>
<div></div>
<div>Para saber mais:</div>
<div>
<ul>
<li>Secnidazol 1000mg :  <a href="http://www.medicinanet.com.br/bula/4644/secnidazol.htm" target="_blank"><a href="http://www.medicinanet.com" class="autohyperlink" title="http://www.medicinanet.com" target="_blank">www.medicinanet.com</a>.<wbr>br/bula/4644/secnidazol.htm</wbr></a></li>
<li>Albendazol 400mg  :  <a href="http://www.bulas.med.br/bula/5683/albendazol.htm" target="_blank"><a href="http://www.bulas.med.br/bula/" class="autohyperlink" title="http://www.bulas.med.br/bula/" target="_blank">www.bulas.med.br/bula/</a><wbr>5683/albendazol.htm</wbr></a></li>
</ul>
</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2442&amp;title=Viagens%20a%20pa%C3%ADses%20em%20desenvolvimento%20%283o.%20mundo%29%20%E2%80%93%20Tratando%20de%20parasitoses%E2%80%A6" id="wpa2a_28">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Guia de Montanha</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2435#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2012 13:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="wp-caption-text">Uma lhama no carro? em Nova York? É... muita gente se sente tão deslocada no ambiente de montanha quanto essa lhama aí...</p> <p>Coloco aqui um email que enviei para os participantes da trip que irá começar em breve nos Alpes e depois na Cordilheira Real, na Bolívia . São algumas divagações que fiz sobre <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2435">Guia de Montanha</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2437" class="wp-caption alignright" style="width: 411px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2437" rel="attachment wp-att-2437"><img class=" wp-image-2437" title="lhama no carro" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/05/lhama-no-carro-501x480.jpg" alt="" width="401" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Uma lhama no carro? em Nova York? É... muita gente se sente tão deslocada no ambiente de montanha quanto essa lhama aí...</p></div>
<p>Coloco aqui um email que enviei para os participantes da trip que irá começar em breve nos Alpes e depois na Cordilheira Real, na Bolívia .  São algumas divagações que fiz sobre o papel de guia de montanha, sobre segurança, riscos objetivos e subjetivos&#8230; acho que vale a pena compartilhar com mais gente.</p>
<p>**************</p>
<p>Tenho certeza que todos estão ansiosos com a proximidade da viagem, com as expectativas e anseios que são formados em nosso imaginário.</p>
<p>Iremos conversar muito e interagir bastante durante a expedição, entretanto, como guia de montanha é minha obrigação informar a cada um dos participantes e amigos um pouco sobre a minha filosofia de trabalho.</p>
<p>Eu “ofereço” não apenas um “cume” ou “via de escalada” mas o meu melhor possível relacionado à vivência com a cultura local, tentando proporcionar uma boa interação não apenas entre todos nós, mas principalmente com as pessoas com quem iremos nos relacionar.</p>
<p>Essa abordagem nos permite conhecer melhor uns aos outros, e mais do que isso, me permite conhecer as dificuldades e é claro, capacidades de cada um. Assim é possível personalizar a experiência da escalada da melhor forma possível (para alguns isso será facilitado, para outros certamente pedirei que auxiliem em tarefas do cotidiano).</p>
<p>A partir do momento em que começarmos a expedição,  não há como garantir que chegaremos ao cume de qualquer montanha. Claro que farei o melhor possível, e utilizarei de todos os recursos seguros possíveis, entretanto, as pessoas são diferentes (física e psicologicamente) e alguns talvez não se sintam seguros para continuar, ou outros, apesar de se sentirem seguros, não estarão com capacidade física para tal.</p>
<p>Ao contrário da quase totalidade das outras atividades físicas, a escalada em grandes montanhas desafia a sua resistência física ao limite da exaustão, pressionando constantemente sua determinação mental em continuar (e levando-o a pensar: “o que eu estou fazendo aqui ?”), entretanto, logo após entrarmos no glaciar de qualquer grande montanha, ou de atravessarmos o circo glaciario, a zona de <em>debris</em>, deixamos de ter opções realmente seguras na montanha.</p>
<p>Estaremos longe do nosso acampamento base, longe de um refúgio seguro, longe de qualquer espécie de conforto – e quando você chegar à exaustão (note que não estou dizendo que “se” você chegar à exaustão, e sim “quando”, pois isso é uma certeza do que irá acontecer&#8230;), quando você chegar à exaustão, simplesmente desistir, parar e resolver descansar &#8220;um pouco&#8221; não é uma opção possível. Nesse momento será necessário encontrar forças em algum lugar do seu corpo e continuar até retornarmos em segurança ao nosso abrigo no acampamento base (ou refúgio de montanha). Apenas assim você não colocará sua segurança física e a dos demais participantes em risco.</p>
<p>A escalada de qualquer montanha apenas termina quando retornarmos ao acampamento base.</p>
<p>Chegar ao cume é apenas a metade do caminho. Você precisa ter determinação e energia para continuar em atividade, com atenção e concentração, durante todo o percurso de volta.Na verdade, usualmente despenderemos várias horas para chegar à um local seguro após o cume de qualquer montanha.</p>
<p>Estaremos <strong>muito</strong> fora da nossa “zona de conforto”.</p>
<p>Vá pensando nisso: <strong>Cansaço é quando sua mente desiste antes que o seu corpo</strong>.</p>
<p>Quando você achar que não aguenta mais, que não é capaz de dar mais um passo, respire fundo, esvazie sua mente dos problemas e preocupações, e foque-se com toda a determinação e concentração mental em simplesmente economizar o máximo possível de energia e força em seus movimentos, e com clareza e suavidade, continuar escalando, continuar caminhando, continuar em atividade.</p>
<p>Quando você me contrata como guia de montanha, de certa forma você está confiando a sua segurança e integridade física aos meus cuidados, experiência prévia, capacidade técnica e conhecimento específico. Em outras palavras: constantemente estarei avaliando cada um de vocês com respeito à aclimatação, às dificuldades e capacidades de cada um, tentando proporcionar a melhor experiência possível.</p>
<p>Qualquer guia de montanha certificado possui grandes conhecimentos e capacidade em termos de resgate e gerenciamento dos riscos objetivos. Por sua vez, há alguns elementos (riscos) subjetivos com os quais simplesmente não há como lidar: alterações climáticas, instabilidades políticas (nos países de 3º. Mundo), problemas de saúde inesperados (vá que você tenha uma apendicite ? uma crise renal ? É por isso que um seguro de saúde internacional é importante &#8211; sugiro o : <a href="http://www.worldnomads.com" target="_blank">www.worldnomads.com</a>)</p>
<p>Portanto, é minha função minimizar ou excluir as situações e atitudes que envolvam riscos objetivos e na medida do possível, antecipar-me aos riscos subjetivos. É por isso que considero importante minimizar os riscos objetivos: aclimatação, <wbr>preparação física, ótima saúde, equipamento adequado, roupas adequadas &#8211; todos estes itens fazem parte dos arsenal de recursos que podemos dispor (e possuir) para contornarmos os riscos objetivos. Para os riscos subjetivos, os problemas que não podemos prever ou antecipar &#8211; tais como um queda em greta, uma avalanche, fratura, edema cerebral, <em>white out</em>, entre tantos outros riscos subjetivos em potencial &#8211; é aí que a experiência e a minha capacidade em sair do problema (por já ter vivenciado ou simulado diversas vezes) fará toda a diferença.</wbr></p>
<p>Estou dizendo tudo isso pois quando uma pessoa confia à mim a sua vida, a sua segurança, eu considero isso como uma gigantesca responsabilidade (e infelizmente tem muita gente que age apenas como se fosse mais um trabalho qualquer).  Essa relação de confiança se manifesta na relação de proximidade que tentarei estabelecer com cada um de vocês.</p>
<p>Eu sinceramente não acredito que exista “o melhor isso” ou “o melhor aquilo”. Para mim, como guia de montanha, o sucesso de uma expedição não diz respeito se conseguiremos ou não chegarmos ao cume, e sim se todos retornaremos íntegros para nossas casas após o término da viagem. Na verdade, o cume é “só a cereja em cima do bolo”. (É por isso que deixo bem explícito que é ao meu exclusivo critério a decisão de permitir ou não que um participante continue para o &#8220;ataque ao cume&#8221;).</p>
<p>Quero finalizar esse longo email dizendo o seguinte: <strong>não existe montanhismo livre de riscos</strong>. Eles estão lá, a espreita para acontecerem assim que você ficar cansado e sem atenção, esperando que você cometa alguma bobagem&#8230;  <strong>minha responsabilidade é a de sem limitar ou excluir estes riscos objetivos, é tentar garantir que você possa envelhecer para contar essas histórias para os seus amigos!</strong></p>
<p>Viajo dentro de 10 dias para uma rápida temporada nos Alpes, para os que vão comigo para lá, certamente teremos experiências fantásticas no berço do alpinismo mundial. Tanto o Mont Blanc quanto o Matterhorn são escalada de uma vida!</p>
<p>O Mont Blanc simboliza a escalada das grandes montanhas. O alpinismo começou ali há mais de 200 anos&#8230;  Apesar de tentarmos o cume através de uma rota fácil tecnicamente, teremos um grande risco subjetivo (avalanche e queda de rochas) ao passarmos pelo <em>grand couloir</em> que antecede o refúgio du Gôuter. Nesse trecho, mais do que nunca, velocidade será sinônimo de segurança.</p>
<p>No Matterhörn, testaremos ao máximo a resistência física. Entre sairmos para escalar e retornarmos ao acampamento base/refúgio, teremos um <em>round trip</em> de 12, 14 horas praticamente sem parada, com movimentação constante em uma escalada de 2 e 3 graus, em alguns poucos trechos de 4 grau. Escalaremos em simultâneo durante praticamente todo o percurso. No final da escalada, teremos uns 150 ou 200m de ascensão em neve/gelo.  O rapel da descida será o crux da escalada: mais de 40 rapéis até chegarmos ao chão&#8230; haja cansaço!</p>
<p>Na sequência da Europa sigo para a Bolívia, onde espero encontrarmos com todos os demais. (chego em La Paz no dia 19 de junho).</p>
<p>Na medida do possível tentarei receber a todos no aeroporto de La Paz (ou enviar alguém para recebê-los no aeroporto).</p>
<p>Para os que vão ao Huayna Potosi, saibam que apesar de grande parte das agências venderem a “idéia” de que é uma montanha fácil, ela está longe de ser algo assim&#8230; pô, é uma montanha com quase 6100m!  Para que estiver em processo de aclimatação ou em treinamento, iremos para o acampamento base a quase 4700m, onde ficaremos em um refúgio de montanha. Treinaremos alguns procedimentos no <em>glaciar viejo</em> enquanto damos tempos ao corpo para se adaptar a altitude, depois seguiremos por toda o contraforte até o campo alto, a 5130m, onde faremos mais uma parada estratégica.  Depois ainda teremos o <em>campo argentino</em> (onde podemos ou não fazer uma pausa estratégica também) e depois o cume com 6088m de altitude e uma visão incrível do sol nascendo!</p>
<p>Para os que vão para o Illimani, saibam que esse será o maior desafio físico que vocês já enfrentaram.  Chegar no pueblo de Pinaya já é uma grande aventura. A partir do Pueblo, iremos ao acampamento base, seguiremos depois ao acampamento avançado em <em>nido de condores (</em>um lugar frio, exposto e inóspito) e de lá, em um longo, cansativo e extenuante dia, iremos ao cume principal do Illimani, com seus quase 6500m de altitude. O trecho mais perigoso dessa ascensão será durante a descida (desescalando ou rapelando) do trecho técnico de gelo duro na <em>pala chica</em> (uns 30m realmente irritantes &#8211; quase todos os acidentes fatais no Illimani aconteceram nesse trecho, durante a descida).</p>
<p>Para os que vão ao curso no Condoriri, apenas chegar e ficar de bobeira no acampamento base já vale a viagem: que lugar maravilhoso é aquele! Tantas montanhas lindas, tanta coisa para fazer! Teremos o belíssimo Cerro Aústria, com quase 5200m, onde dá pra chegar caminhando de tênis, temos o Pico Mirador, de onde se têm uma visão muito bonita do altiplano boliviano, toda a visão das asas esquerda e direita, assim como a cabeça do Condoriri. Bom, teremos vários treinamentos no glaciar, e no dia do ataque ao cume, chegaremos ao pico do cerro Tarija. A visão que se têm do Pequeño Alpamayo a partir deste cume é indescritível. Para os que tiverem determinação (e vontade), poderemos descer o contraforte do Tarija e então culminar com o cume do Pequeño Alpamayo, um belo troféu a se trazer para casa.</p>
<p>Espero proporcionar a todos uma grande experiência no dia-a-dia no ambiente de montanha, e mais do que isso, tentar capacitar todos a terem a maior auto-suficiência possível para continuarem escalando (e se divertindo) nas grandes montanhas do mundo !</p>
<p>É isso.. um ótimo resto de semana a todos.</p>
<p>Hah&#8230; Sugiro fortemente que parem os treinos físicos na semana que antecede a sua viagem e se dediquem a comer, a tentar fazer uma espécie de reserva de gordura para a expedição.</p>
<p>Abraços e nos vemos “na montanha” !</p>
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		<title>Expedição Cordilheira Real – Bolivia 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marski.org"><img class="aligncenter size-full wp-image-2433" title="bolivia_2012" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/05/bolivia_2012.jpg" alt="" width="900" height="600" /></a></p>
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		<title>Escalando em solitário</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esse post está aqui como uma resposta inicial à uma pergunta feita na lista de discussões da FEMERJ.</p> <p>Não significa de forma alguma que estou incentivando ou apoiando qualquer uma das técnicas descritas no texto abaixo, inclusive, irei me abster de quaisquer comentários.</p> <p>Se você não souber exatamente o que está fazendo, essa é uma <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2421">Escalando em solitário</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post está aqui como uma resposta inicial à uma pergunta feita na lista de discussões da FEMERJ.</p>
<p>Não significa de forma alguma que estou incentivando ou apoiando qualquer uma das técnicas descritas no texto abaixo, inclusive, irei me abster de quaisquer comentários.</p>
<p>Se você não souber exatamente o que está fazendo, essa é uma forma muito fácil de morrer ou de se quebrar inteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2422' title='00'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/05/00-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="00" /></a>
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		<title>Protegido: Peugeout 106 – ano 2001</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 19:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<title>Treine sua mente e então o seu corpo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 19:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2358</guid>
		<description><![CDATA[Campeã do Ironman recomenda: treine sua mente e então seu corpo. Chrissie Wellington</p> <p>Nota do editor: Chrissie Wellington é tetra-campeã Mundial do Ironman. Ela venceu o quarto mundial em 2011 depois de se recuperar de ferimentos graves sofridos apenas duas semanas da prova. Sua autobiografia &#8220;Uma vida sem limites&#8221; foi lançada mês passado no Reino <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2358">Treine sua mente e então o seu corpo</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Campeã do Ironman recomenda: treine sua mente e então seu corpo.</h3>
<div id="post-body-6164593974334969335">Chrissie Wellington</p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/-HL6r3dsO8CU/T1D8a_68v2I/AAAAAAAAFgM/RuIWgZdP-l8/s1600/120220054213-chrissie-wellington-roth-triathlon-story-top.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-HL6r3dsO8CU/T1D8a_68v2I/AAAAAAAAFgM/RuIWgZdP-l8/s320/120220054213-chrissie-wellington-roth-triathlon-story-top.jpg" alt="" width="320" height="180" border="0" /></a></div>
<p><em>Nota do editor: Chrissie Wellington é <a href="http://www.chrissiewellington.org/">tetra-campeã Mundial do Ironman</a>. Ela venceu o quarto mundial em 2011 depois de se recuperar de ferimentos graves sofridos apenas duas semanas da prova. Sua autobiografia &#8220;<a href="http://www.amazon.co.uk/Life-Without-Limits-Chrissie-Wellington/dp/1849017131">Uma vida sem limites</a>&#8221; foi lançada mês passado no Reino Unido.</em><br />
<em> </em><br />
O treinamento para uma prova é como andar numa montanha russa &#8211; você experimenta altos e baixos, melhoras e pioras, e mais picos e baixas que uma bolsa de valores.</p>
<p><strong>Duas semanas antes do Mundial de Ironman em Kona, Havaí de 2011 eu sofri um <a href="http://triathlon.competitor.com/2011/10/features/wellington-another-dimension-revealed-in-the-unfathomable-great_41466">sério acidente de bicicleta</a>. Eu venci a prova, não como uma façanha física, mas pela coragem, força de vontade, determinação e força mental.</strong><br />
<strong></strong><strong>Eu espero ter demonstrado, através de minha performance lá, que o sucesso no esporte se baseia, em parte, em ter a força mental necessária para superar nosso medos, a dor e o desconforto.</strong><br />
<strong></strong><strong>Mas como se desenvolve esta virtude? É inata ou pode ser aprendida?</strong></p>
<p>Acredito na última opção. Todos nós podemos treinar nossas mentes para serem tão fortes quanto nossos corpos. Parece simples, mas é fácil se esquecer. Se nossa cabeça fraquejar, nosso corpo vai junto. Mantenha sua mente animada e seu corpo será capaz de feitos incríveis. Parafraseando Kareem Abdul-Jabbar, &#8220;jamais se esqueça que você joga tanto com sua alma quanto com seu corpo&#8221;.</p>
<p>A mensagem é: toda a força física do mundo não vai te ajudar se sua mente não estiver preparada. Isso é parte do trinamento para uma corrida &#8212; a parte que as pessoas não registram em seus caderninhos, a parte que todos os monitores e aparatos eletrônicos do mundo não podem influenciar.</p>
<p>Mas como treinar seu cérebro para te ajudar a atingir seus objetivos? Não ouso dizer que tenho todas, ou muitas, das respostas. Mas nos meus 5 anos de triatleta profissional, eu pude aprender algumas técnicas que me ajudam a manter o foco no que importa e asseguram que eu posso andar na montanha russa do sucesso no esporte:</p>
<p><strong>Tenha um mantra e/ou uma música especial para repetir</strong><br />
<strong></strong></p>
<div>
<div>
<div style="padding-left: 30px;">Eu escrevo meu mantra na minha garrafa de água e na minha munhequeira. Vê-lo me dá um gás e me relembra que nunca posso deixar minha mente ou meu coração se abater.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Se você usar um marcador permanente prepare-se para ter essas palavras gravadas em seu corpo muito tempo depois do fim da prova (e que você poderá receber olhares de estranheza quando voltar ao trabalho com a frase &#8220;são tão forte como um touro&#8221; tatuada em seu braço).</div>
<p style="padding-left: 30px;">Eu também carrego uma cópia do famoso poema <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml">&#8220;If&#8221; de Rudyard Kipling</a> por onde quer que eu vá. Eu acredito que as linhas desse poema contém as qualidades necessárias para se tornar um atleta de sucesso e uma pessoa bem desenvolvida. Lê-lo antes de uma prova me dá a confiança para perseguir meus sonhos.</p>
</div>
<div></div>
<div><strong>Mantenha um banco de imagens positivas na mente. </strong><strong>Estas imagens podem ser de familiares e amigos, de provas anteriores, belas paisagens ou de qualquer coisa que lhe dê prazer.</strong></div>
<div></div>
<div style="padding-left: 30px;">Busque essas imagens durante a prova, especialmente se surgirem dúvidas em sua mente do tipo &#8220;Estou cansado. Quero parar. Por que me inscrevi nessa prova? Devo estar louco.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Dê um nocaute nesses pensamentos antes que ele possam crescer e se tornar um monstro mental que acaba com toda a sua prova.</div>
<div></div>
<div><strong>Pratique uma visualização de antemão</strong></div>
<div style="padding-left: 30px;"><strong></strong><br />
No treinamento, enquanto viaja, enquanto dorme ou no trabalho, este é o simples ato de fechar os olhos (embora eu não recomende fazer isso nuam reunião de trabalho ou enquanto pedala), relaxar seu cérebro e passar por cada fase da prova, um de cada vez &#8212; imaginando sua melhor performance mas também superando problemas em potencial.<br />
Antes mesmo do Michael Phelps entrar na água, ele já tinha completado a corrida em sua mente. E venceu.<br />
Você pode se inspirar em imagens (a linha de chegada), os sentimentos que experimenta (aumento de energia) ou nso sons que escuta (saudações da torcida). Desse modo, quando corre, você tem a paz de espírito e a confiança de que já venceu os desafios.</div>
</div>
<p><strong>Divida a prova em partes menores e mais viáveis</strong><br />
<strong></strong></p>
<div>
<div>
<div style="padding-left: 30px;">Sempre penso na maratona como 4 provas de 10 quilômetros com um pouco mais no final.</div>
</div>
<div>Você pode pensar apenas em chegar ao próximo PC ou até a próxima cidade, para então estabelecer novo objetivo.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Concentre-se no momento e não pense muito à frente. Eu também tento respirar fundo e ritmadamente, se você acalmar sua respiração, você pode acalmar sua mente.</div>
<div></div>
</div>
<p><strong>Lembre-se que treinar é aprender com a dor</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong></strong>Forçe seus limites físicos e os ultrapasse durante os treinos, de modo que durante a prova você saiba que vivenciou a dor e o desconforto.<br />
Você terá confiança e paz de espírito com esta dica.</p>
<p><strong>Chame pessoas para te dar apoio</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong></strong>Algumas pessoas crescem com apoio de familiares e amigos, enquanto outros acham que aumenta a pressão.<br />
Trabalhe o que você acha adequado a você e, se necessário, convide amigos, familiares ou bichos de estimação para torcer por você. Peça para levarem cartazes, vestirem camisetas da equipe e se comportarem de uma maneira que seriam presos em circunstâncias normais.</p>
<p><strong>Resgate a lembrança de pessoas inspiradoras</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong></strong>Eu relembro pessoas que lutaram contra as adversidades para completar o Ironman. Essas pessoas provaram que qualquer coisa é realmente possível<br />
Considere dedicar cada quilômetro a uma pessoa especial em sua vida. Costuma tornar o desconforto mais fácil de suportar e ajuda a dar um reforço mental e físico.</p>
<p><strong>Considere pedalar por uma causa maior que você</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong></strong>Eu pretendo estabelecer uma plataforma na qual posso difundir mensagens importantes e ser um ícone para a filantropia. Isso me força a colocar a prova em perspectiva e ir além delas.<br />
Campeões surgem e somem, mas para mim o verdadeiro sucesso pessoal será o quanto eu realmente  fiz algo de positivo com as oportunidades que recebi.<br />
Eu realmente espero que, como tetra-campeã mundial, eu possa ser uma protagonista e embaixadora do esporte de que todos possam se orgulhar.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Espero que estas dicas possam te trazer &#8216;medalhas de ouro&#8217; e te qualificar para fazer a prova dos seus sonhos.<br />
Nós ainda vamos enfrentar as baixas e momentos ruins, mas lembre-se que superá-los torna o sucessos muito mais doce.<br />
Nas palavras do grande Muhammad Ali:</p>
<p style="padding-left: 60px;"><strong><em>&#8220;Não se alcança o sucesso vencendo o tempo todo. O verdadeiro sucesso está em levantar depois de cair. Algumas montanhas são mais altas que outras. Algumas estradas mais íngremes que as outras. Há adversidades e recaídas mas você não pode deixar que te parem. Mesmo na mais íngreme subida você não deve recuar.&#8221;</em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">Talvez você nem sempre tenha um dia perfeito, mas com o correto treinamento mental possivelmente essa volta de montanha russa será memorável.  Boa sorte!</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Siga Wellington no<a href="https://twitter.com/#%21/chrissiesmiles" target="_blank"> Twitter</a> para saber novidades em seus treinos e provas.  </em><br />
<em> Leia o artigo original na <a href="http://edition.cnn.com/2012/02/21/health/chrissie-wellington-triathlete-champion/index.html?hpt=hp_c2">página da CNN</a>. </em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Contribuiu: Marcos Nicolaiewsky</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>fonte original: <a href="http://www.rio.audax.org.br/2012/03/treine-sua-mente-e-entao-o-seu-corpo.html">www.rio.audax.org.br/2012/03/treine-sua-&#8230;</a></em></p>
</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2358&amp;title=Treine%20sua%20mente%20e%20ent%C3%A3o%20o%20seu%20corpo" id="wpa2a_38">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mal Agudo de Montanha e sua prevenção usando Ibuprofeno</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 20:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[ams]]></category>
		<category><![CDATA[wfr]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um artigo recém-publicado na Annals of Emergency Medicine e escrito pelo Dr. Grant Lipan, professor de medicina de emergência na Universidade de Stanford (e escalador, claro), concluir que o Ibuprofeno (nome comercial Advil) , em doses únicas de 600mg ou três doses de 200mg impede que um quadro de AMS (Acute Mountain Sickness) se instale, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2352">Mal Agudo de Montanha e sua prevenção usando Ibuprofeno</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo recém-publicado na <em>Annals of Emergency Medicine</em> e escrito pelo Dr. Grant Lipan, professor de medicina de emergência na Universidade de Stanford (e escalador, claro), concluir que o Ibuprofeno (nome comercial Advil) , em doses únicas de 600mg ou três doses de 200mg impede que um quadro de AMS (Acute Mountain Sickness) se instale, ou se instalado, progrida.</p>
<p>Até então o uso da Acetazolamida (Diamox (R) ) tem sido corriqueiro, mas com vários efeitos colaterais.</p>
<p>Claro que o temos que lembrar que o Ibuprofeno é da classe dos AINES, então seu uso por pessoas com problemas renais ou desidratadas é extremamente prejudicial&#8230;</p>
<p>Segundo o artigo, o Ibuprofeno impede a instalação de um quadro de AMS em 26% dos casos.</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2353" rel="attachment wp-att-2353"><img class="aligncenter size-full wp-image-2353" title="acute" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/03/acute.jpg" alt="" width="726" height="695" /></a></p>
<p>Infelizmente não consegui ter acesso ao artigo na íntegra, minha referência no momento está sendo este link:  <a href="http://climbing.about.com/b/2012/03/22/new-study-ibuprofen-prevents-altitude-sickness.htm">climbing.about.com/b/2012/03/22/new-stud&#8230;</a></p>
<p>O site da revista é : <a href="http://www.annemergmed.com/article/S0196-0644(12)00090-X/fulltext">www.annemergmed.com/article/S0196-0644(1&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2352&amp;title=Mal%20Agudo%20de%20Montanha%20e%20sua%20preven%C3%A7%C3%A3o%20usando%20Ibuprofeno" id="wpa2a_40">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Bicicletas e Legislação</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2340#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 10:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2340</guid>
		<description><![CDATA[<p>De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito, quando não existe ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, as bicicletas não apenas possuem o direito de circular nas ruas e avenidas, como possuem a preferência em relação aos demais veículos.</p> <p>O artigo 58 estabelece que todas as vias devem ser compartilhadas. TODAS. O artigo 29 prevê que os <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2340">Bicicletas e Legislação</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito, quando não existe ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, as bicicletas não apenas possuem o direito de circular nas ruas e avenidas, <strong>como possuem a preferência em relação aos demais veículos.</strong></p>
<p>O artigo 58 estabelece que todas as vias devem ser compartilhadas. <strong>TODAS</strong>. O artigo 29 prevê que os veículos maiores são <strong>RESPONSÁVEIS</strong> pela segurança dos menores, os motorizados pela dos não motorizados, e, todos juntos, pela dos pedestres.</p>
<p>O artigo 38 determina que, ao mudar de direção, o motorista D<strong>EVE SEMPRE CEDER PASSAGEM</strong> aos pedestres e ciclistas.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 281px"><img src="http://vadebike.org/wp-content/uploads/2012/03/julie-dias-foto-gilberto-kyono-271x300.jpg" alt="Um sorriso apagado para sempre. Foto: Gilberto Kyono" width="271" height="300" /><p class="wp-caption-text">Um sorriso apagado para sempre. Foto: Gilberto Kyono</p></div>
<p>O artigo 201 estabelece uma distância mínima de 1,5m ao ultrapassar um ciclista, e se isso não for possível, deve-se aguardar o momento que seja possível para que a ultrapassagem do ciclista seja feita com segurança.</p>
<p>****************</p>
<p>Recomendo a leitura:  http://vadebike.org/2012/03/como-ocorreu-o-atropelamento-de-juliana-dias/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2340&amp;title=Bicicletas%20e%20Legisla%C3%A7%C3%A3o" id="wpa2a_42">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bike Anjo e outras coisas..</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2328#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 20:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2328</guid>
		<description><![CDATA[<p>Que o bicho homem passa por ciclos, isso é sabido por todos como sendo uma grande verdade&#8230;</p> <p>Sou um escalador/montanhista em toda a essência e significado (seja lá o que for isso rsrsrsr), e apesar de não ser de forma alguma excludente, sempre gostei muito de pedalar.</p> <p>A bicicleta é um denominador comum com grande <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2328">Bike Anjo e outras coisas..</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Que o bicho homem passa por ciclos, isso é sabido por todos como sendo uma grande verdade&#8230;</p>
<p>Sou um escalador/montanhista em toda a essência e significado (seja lá o que for isso rsrsrsr), e apesar de não ser de forma alguma excludente, sempre gostei muito de pedalar.</p>
<p>A bicicleta é um denominador comum com grande parte dos escaladores/montanhistas (assim como a área de exatas e a preferência pelo rock and roll em todas as suas vertentes&#8230;).</p>
<p>Incentivado por um amigo, comecei a fazer as provas de ciclismo de longa distância (<a href="http://audaxsp.wordpress.com/">audaxsp.wordpress.com/</a>) e dentro de pouco menos de um mês irei fazer os 200Km da &#8220;Serra de Campos do Jordão&#8221;.</p>
<p>Claro que isso não impede que eu tente utilizar a bike no meu dia-a-dia, haja visto os meus mais diversos textos sobre o assunto aqui neste blog.</p>
<p>Bom, o motivador deste post foi que meu último final de semana foi um misto de escalada com pedal. Nada mais justo.</p>
<p>Fomos (eu a Cintia) para São Bento do Sapucaí, onde ficamos no excelente <a href="http://chaledemontanha.blogspot.com/">chaledemontanha.blogspot.com/</a> do Cláudio e da Yuri.</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2329" rel="attachment wp-att-2329"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2329" title="419753_10150710201554203_675639202_11667577_1983329527_n" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/419753_10150710201554203_675639202_11667577_1983329527_n-640x373.jpg" alt="" width="640" height="373" /></a></p>
<p>De lá zarpamos com nossas road bikes rumo à vizinha Gonçalves, pelo asfalto. Eu já havia feito esse percurso por terra com o Artur Vieira (muito bacana e puxado, recomendo).</p>
<p>Na volta (não chegamos a subir a serra de Gonçalves), me empolguei e tentei ir até o estacionamento do &#8220;Chico Bento&#8221; na Ana Chata com a minha pobre Caloi Sprint.</p>
<p>Faltou tudo: perna e fôlego. Morri praticamente em frente à entrada do Acampamento Paiol Grande.</p>
<p>Isso porque eu estava com um pedivela compacto 50X34, mas infelizmente com um cassete 12X23&#8230; vou trocar ainda essa semana esse cassete por um 11X30 ou se der, até mesmo por um 11X32&#8230;</p>
<p>Fizemos (apesar das fortes chuvas no dia anterior) ainda a escalada da Peter Pan na Ana Chata.</p>
<p>Uma escalada legal e cheia de significados: 15 anos depois da primeira vez que a Cintia entrou pela primeira vez nesta via&#8230;</p>
<p>Ciclos da escalada, ciclos das bicicletas, ciclos da vida&#8230;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2330" rel="attachment wp-att-2330"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2330" title="DSC_7920" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7920-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>****************</p>
<p>Recebi a pouco uma caneca do pessoal do <a href="http://www.bikeanjo.com.br" target="_blank">www.bikeanjo.com.br</a> , resultado de uma contribuição que fiz para um projeto no ano passado.</p>
<p>Não sabe andar de bicicleta ? tem medo de usá-la em seu dia-a-dia ? Dá uma olhada no site da turma !!!</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2331" rel="attachment wp-att-2331"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2331" title="DSC_7940" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7940-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2328&amp;title=Bike%20Anjo%20e%20outras%20coisas.." id="wpa2a_44">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bike por SP</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2311#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bobagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2311</guid>
		<description><![CDATA[<p>Neste último final de semana estive em São Paulo (uma cidade monstruosamente com muita coisa bacana e também absurdamente caótica) para a despedida do Artur Vieira, um amigo que irá sair em uma viagem de cicloturismo pela América (www.pedalamerica.wordpress.com).</p> <p>Fomos ao Memorial da América Latina, com nossos amigos do Rio de Janeiro (Frederico Campos e <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2311">Bike por SP</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último final de semana estive em São Paulo (uma cidade monstruosamente com muita coisa bacana e também absurdamente caótica) para a despedida do Artur Vieira, um amigo que irá sair em uma viagem de cicloturismo pela América (<a href="http://www.pedalamerica.wordpress.com" class="autohyperlink" title="http://www.pedalamerica.wordpress.com" target="_blank">www.pedalamerica.wordpress.com</a>).</p>
<p>Fomos ao Memorial da América Latina, com nossos amigos do Rio de Janeiro (Frederico Campos e Ciça), onde vimos o estupendo &#8220;Guerra e Paz&#8221; do Cândido Portinari.</p>
<div id="attachment_2312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2312" rel="attachment wp-att-2312"><img class="size-medium wp-image-2312" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="DSC_7726" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7726-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Guerra e Paz, do Portinari (no Memorial da América Latina)</p></div>
<p>De lá, a grande motivação deste post: fomos ao &#8220;<a href="http://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&amp;ix=sea&amp;ie=UTF-8&amp;ion=1#sclient=psy-ab&amp;hl=en&amp;site=webhp&amp;source=hp&amp;q=beco%20do%20batman&amp;pbx=1&amp;oq=&amp;aq=&amp;aqi=&amp;aql=&amp;gs_sm=&amp;gs_upl=&amp;fp=8fef7e1de0f30651&amp;ix=sea&amp;ion=1&amp;ix=sea&amp;ion=1&amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.,cf.osb&amp;fp=8fef7e1de0f30651&amp;biw=1920&amp;bih=957&amp;ix=sea&amp;ion=1" target="_blank">beco do batman</a>&#8220;, lugar que por si só já valeria uma visita para ver os diversos grafites (fica na Vila Madalena).</p>
<div id="attachment_2317" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2317" rel="attachment wp-att-2317"><img class="size-medium wp-image-2317" title="DSC_7773" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7773-640x385.jpg" alt="" width="640" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Grafitti no Beco do Batman</p></div>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2318" rel="attachment wp-att-2318"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2318" title="DSC_7774" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7774-640x239.jpg" alt="" width="640" height="239" /></a></p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2319" rel="attachment wp-att-2319"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2319" title="DSC_7779" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7779-318x480.jpg" alt="" width="318" height="480" /></a></p>
<p>Lá no tal do beco, tem um espaço bem bacana, a Tag and Juice (<a href="http://www.tagandjuice.com" class="autohyperlink" title="http://www.tagandjuice.com" target="_blank">www.tagandjuice.com</a>.br) , lugar de bikes fixas (fixies)+mostra de arte+café+bar &#8230; lugarzinho muito show <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_2313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2313" rel="attachment wp-att-2313"><img class="size-medium wp-image-2313" title="DSC_7728" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7728-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">bikes e mais bikes, no Tag and Juice</p></div>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2314" rel="attachment wp-att-2314"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2314" title="DSC_7731" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7731-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<div id="attachment_2315" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2315" rel="attachment wp-att-2315"><img class="size-medium wp-image-2315" title="DSC_7738" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7738-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Ambiente legal: galeria de arte, bike, café, bar, gente bacana, som legal...</p></div>
<div id="attachment_2316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2316" rel="attachment wp-att-2316"><img class="size-medium wp-image-2316" title="DSC_7740" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7740-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Artur e Fred Campos, nem falei do naipe das fotos né ?</p></div>
<p>No dia seguinte, fomos à Ciclo Urbano (<a href="http://www.ciclourbano.com.br" target="_blank">www.ciclourbano.com.br</a>), lugar que eu já conhecia  e também mescla bikes+café+bar , ambiente super descontraído numa vila urbana (um oasis dentro de SP).</p>
<div id="attachment_2320" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2320" rel="attachment wp-att-2320"><img class="size-medium wp-image-2320" title="DSC_7808" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7808-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Ciclo Urbano, lugar de gente que entende do assunto. Bike, acessórios e um café para se ajoelhar...</p></div>
<div id="attachment_2321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2321" rel="attachment wp-att-2321"><img class="size-medium wp-image-2321" title="DSC_7809" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7809-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Dahon, Brooks, Bikes Fixas, Café... tudo de bom... e ainda tem a galera do &quot;Audax&quot; que vem direto pra cá <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Enfim, fica dada a dica para quem for (e não for também) de São Paulo: Tag and Juice e Ciclo Urbano <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços,</p>
<div id="attachment_2322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 315px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2322" rel="attachment wp-att-2322"><img class="size-medium wp-image-2322" title="DSC_7830" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC_7830-305x480.jpg" alt="" width="305" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Não sabe quem é o Merckx ?? Hah.. tudo bem... você só precisa saber que ele é melhor do que você...rsrsrsrsrs</p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2311&amp;title=Bike%20por%20SP" id="wpa2a_46">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dicas para cicloturismo</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 12:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>por Mario Amaya em 04/Dec/2009, sob Técnicas. Revisado por: Vê Mambrini. Fotos: Lex Blagus, Mario Amaya e Joana Rocha.</p> <p>original em : blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/</p> Mario Amaya foi com quem eu tive o prazer de pedalar na viagem para a Ilha Comprida. Ele contribui neste artigo com seus mais de 17 anos de experiência em mountain bike <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2305">Dicas para cicloturismo</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por <a title="Posts by Mario Amaya" href="http://blog.blag.us/author/marioav/">Mario Amaya</a> em 04/Dec/2009, sob <a title="View all posts in  Técnicas" href="http://blog.blag.us/category/tecnicas/" rel="category tag">Técnicas</a>. Revisado por: <a href="http://gataderodas.blogspot.com/">Vê Mambrini</a>. Fotos: <a href="http://picasaweb.google.com/blagus">Lex Blagus</a>, <a href="http://marioav.blogspot.com/">Mario Amaya</a> e <a href="http://sertra.blogspot.com/">Joana Rocha</a>.</p>
<p>original em : <a href="http://blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/" target="_blank">blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/</a></p>
<div><img title="Mario Amaya" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-01-abertura-DSC00194.jpg" alt="Mario Amaya" width="500" height="375" /></div>
<div></div>
<div><a href="http://marioav.blogspot.com/">Mario Amaya</a> foi com quem eu tive o prazer de pedalar na viagem para a <a href="http://blog.blag.us/ilha-comprida-de-bike/">Ilha Comprida</a>. Ele contribui neste artigo com seus mais de 17 anos de experiência em mountain bike</div>
<div>
<p>A quantidade de viajantes de bicicleta no Brasil está explodindo. E com boas razões. Viagens de bike são sensacionais, porque convidam à contemplação e apreciação mais íntima dos lugares, mostrando muitas coisas que passam batidas em viagens de carro. Além disso, os cicloturistas são gente sociável, especial, legal, culta, divertida, bonita e simpática, que sabe apreciar os prazeres simples da vida – e também os complexos.</p>
<p>É claro que dizer isso não tem absolutamente nada a ver com o fato de eu fazer viagens de bike <img src="http://blog.blag.us/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt=":-D" /> Mas um sinal positivo de que a cultura está evoluindo é ser recebido numa cidade do interior com festinha, votos de boas-vindas e convite para beber junto, como aconteceu conosco recentemente. A explicação é simples: as pessoas adoram cicloviajantes porque eles simbolizam o espírito de liberdade, busca espiritual e aventura.</p>
<p><img title="Vê pedalando sob um sol  de rachar a cuca" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-DSC02560.jpg" alt="Vê  pedalando sob um sol de rachar a cuca" width="500" height="333" /></p>
<div id="attachment_1203">
<p>Vê pedalando sob um sol de rachar a cuca</p>
</div>
<p>O que nos traz ao assunto deste artigo. Aventura é boa, mas com moderação. Toda atividade especializada requer estudo e preparação, e pedalar por aí não é diferente. Não fique deslumbrado com as histórias heróicas de quem atravessou o continente inteiro com uma bicicleta velha sem pedais e sem um puto no bolso, contando só com a bondade alheia. Não vai ser o seu caso; é um caso especial. Não é o exemplo a seguir; você não precisa viver isso.</p>
<p>Ao falar de preparação, não digo especificamente da mecânica da bicicleta, assunto que sozinho pede muitos outros artigos. O tema aqui é um certo método e procedimento para fazer a viagem com o máximo de prazer e o mínimo de incômodo. No caso limite, esse saber fazer representa a diferença entre voltar a casa conforme o planejado e simplesmente não voltar. Perrengues sempre acontecem, mas uma coisa é um perrengue causado por um evento surpreendente e imprevisto, e outra coisa muito diferente é um perrengue causado por imprudência ou esquecimento. É na intenção de prevenir este segundo tipo de perrengue, e em certos casos, também um pouco do primeiro tipo, que existe esta série de dicas de viagem. Não precisa concordar e seguir todas elas, mas cada uma tem seu embasamento e precisa ao menos ser considerada.</p>
<div id="attachment_1175"><img title="Bem equipado para ir além" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-02-aproveitar-DSC00236.jpg" alt="Bem equipado para ir além" width="500" height="375" />Bem equipado para ir além</p>
</div>
<h3>Segurança pessoal</h3>
<p>Sua segurança pessoal é o mais importante. Todo o resto deve curvar-se a esse princípio.</p>
<ul>
<li>Cada membro de um grupo de viagem deve ter suas próprias ferramentas, itens de segurança e provisões. Nada de filar coisas dos outros. Autonomia é segurança</li>
<li>Não se arrisque à toa. Pedalando em grupo, você precisa assumir muito menos riscos na pilotagem do que o que é normalmente confortável para você. Não é só para não se machucar, mas também para não estragar a viagem dos amigos. Assim como não é legal pedalar com alguém mal-humorado, não é legal pedalar com candidatos a suicida. Histórias fabulosas de capotes animalescos descendo a serra a milhão rendem histórias engraçadas para contar e alguma habilidade nova para pilotar, mas não compensam a aflição e o transtorno causados aos seus companheiros</li>
<li>Se você se comportar como moleque, não será convidado para a próxima viagem</li>
<li>Ande com algum dinheiro trocado. Não fique dependente do caixa eletrônico da próxima cidade que pode estar ainda bem longe. Coisas como travessias do mar em canoas demandam dinheiro na mão</li>
</ul>
<div id="attachment_1177"><img title="Cada  um com seu equipamento e prezando pela segurança" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-03-seguran%C3%A7a-P1020220.jpg" alt="Cada um com seu equipamento e prezando pela segurança" width="500" height="375" />Cada um com seu equipamento e prezando pela segurança</p>
</div>
<h3>Suprimentos</h3>
<ul>
<li>Mesmo contando com a compra de mantimentos no caminho, leve comida de emergência sempre, e muito mais água do que você acha que vai beber. Se algo que deu errado tomar seu tempo e o supermercado da vila fechar, não tem perdão</li>
<li>Caramanhola serve para espantar cachorros. Água de beber mesmo vai no CamelBak (bolsa de hidratação), que tem capacidade muito maior. Compre o seu, em vez de ficar sem água no meio do percurso e beber a do companheiro</li>
<li>Sua salvação no final de um dia ruim pode estar num par de PowerBars insossas e um CamelBak de água morna pela metade. Não comer nada ao pedalar não traz a sensação esperada de fome, e sim uma sensação de cansaço, confusão e mau humor, que você simplesmente não associa à falta de nutrientes. Você sofre à toa e ainda põe a culpa na estrada, ou nos seus pobres companheiros que inventaram de pegar aquela subida</li>
<li>Desidratação não avisa quando está chegando, só depois. Por isso, beba água antes de chegar a sentir sede. Acostume-se a dar um gole a cada 10 minutos. Encha ao máximo o CamelBak e as garrafinhas em todas as paradas com água limpa</li>
</ul>
<div id="attachment_1178"><img title="Pausa para uma geladinha" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-04-supri-P1020853.jpg" alt="Pausa para uma geladinha" width="500" height="375" />Pausa para uma geladinha</p>
</div>
<h3>Vestuário</h3>
<ul>
<li>Use camisa de manga comprida nos dias de sol sem nuvens. Parece contraditório, mas isso é muito melhor para os braços, que são a parte que mais queima</li>
<li>Camisas cobertas de logos para quê? Você não é atleta, não precisa fazer propaganda de ninguém. Toda loja de bike vende camisas lisas, discretas e elegantes. Camiseta de futebol ou de corrida também servem</li>
<li>Camiseta de algodão, nunca. Encharca, não refresca, suja e fede. Camisetas sintéticas leves, além de não terem esses problemas, você pode lavar em qualquer pia de posto de gasolina e logo estará seca, ou pode sair usando ainda úmida nos dias mais quentes</li>
<li>Prefira usar uma bermuda de gente comum, mais discreta, por cima da bermuda acolchoada de ciclismo, que é confortável mas esquisita em paragens urbanas</li>
<li>Se for acampar, um truque legal contra os pernilongos é pedalar com uma calça de ciclismo comprida (legging) e não tirar para dormir. A barraca normalmente barra os bichos, também. Tem que saber armá-la rapidamente</li>
<li>Leve e use o protetor solar. Cuidado especial com a área atrás do pescoço, nariz e orelhas</li>
<li>Se o sol pegar forte, coloque a sua toalha por cima dos ombros e costas</li>
<li>Leve também um chapéu de aba larga, pois quando o sol frita sua cabeça e rosto por horas a fio, o capacete não é a melhor solução. O melhor chapéu é o de algodão com abas largas, que pode ser dobrado e guardado em qualquer lugar</li>
<li>Óculos escuros sempre. Para quem não usa óculos de grau, um transparente para tempo nublado bloqueia insetos e pedrinhas voando nos olhos</li>
<li>Para evitar assaduras, leve uma bisnaguinha de Chamois Butt’r, produto à venda em bike shops</li>
</ul>
<div id="attachment_1180"><img title="Camiseta  dry-fit e legging de ciclismo: conforto" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-05-vest-P1020222.jpg" alt="Camiseta dry-fit e legging de ciclismo: conforto" width="300" height="400" />Camiseta dry-fit e legging de ciclismo: conforto</p>
</div>
<h3>Equipamento</h3>
<ul>
<li>Cicloturismo propriamente dito é feito com barraca, isolante, sleeping bag, saco estanque (à prova d’água), uma toalha do tipo esportivo que fica bem pequena dobrada, jogo de ferramentas de bike completo, lanterna de cabeça de LED, kit de primeiros socorros e um corta-vento impermeável num local acessível da tralha. Tudo isso vai amarrado com tensores elásticos (aranhas) na garupa e dentro do alforje</li>
<li>Não pretende pernoitar? Mesmo assim, ainda precisa do bagageiro, alforjes e saco estanque</li>
<li>O que vai no saco estanque: muda de roupa, os documentos, câmera, celular e todas as outras coisas que não podem molhar</li>
<li>Também é necessário levar um saco hermético ZipLoc contendo um frasco de sabonete líquido e outro de shampoo com condicionador, mais a escova e pasta de dentes, um barbeador simples e um espelhinho. Lenços úmidos ajudam numa parada para almoçar em que você não quer tomar banho na pia do restaurante antes de sentar à mesa</li>
</ul>
<div id="attachment_1185"><img title="A tralha  devidamente presa no bagageiro" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-P1030132.jpg" alt="A tralha devidamente presa no bagageiro" width="500" height="375" />A tralha devidamente presa no bagageiro</p>
</div>
<ul>
<li>Dentro de outro saco hermético vão as pilhas reserva para o farol, a lanterna e a luz de cabeça. Podem ser recarregáveis de NiMH ou alcalinas sem uso</li>
<li>Um saco comum de supermercado deve partir vazio para você colocar todo o lixo gerado durante o pedal, como embalagens de comida. Não deixe rastros que não sejam dos seus pneus</li>
<li>Mochila é para o CamelBak e no máximo um lanche etc. Tem que ser leve. Coisas pesadas – roupa, ferramentas, barraca – vão no alforje. Se contar apenas com a mochila, você vai se arrepender depressa, e bem antes disso os seus ombros e costas vão reclamar bastante</li>
<li>A toalha, o corta-vento impermeável e o saco estanque você acha em casas de camping e produtos para esportes de aventura</li>
<li>Aproveite e pegue também alguns mosquetões, aqueles anéis de alumínio que podem ser usados para tudo: prendedores, chaveiros etc.</li>
<li>Faça uma pedalada de teste do alforje antes da viagem. Sempre precisa ajustar a instalação para o calcanhar não bater, tiras soltas não enroscarem na roda etc. Ter que fazer isso em plena viagem é terrível. Se puder, faça um pedal antes da viagem com ele carregado, ainda que seja parcialmente, como treino</li>
<li>Furos de pneus são o incômodo mais comum em qualquer saída de bicicleta. A maioria dos furos pode ser evitada. Primeiramente, os pneus devem estar bem calibrados; quando fora da pressão recomendada, eles furam mais fácil. Segundamente, os pneus devem obrigatoriamente ser dotados da fita antifuro, uma espécie de manchão de plástico resistente que dá a volta em todo o pneu, protegendo a câmara. A eficácia da fita é extraordinária, não se percebe que está instalada ao rodar, e nem dá para reclamar do preço</li>
</ul>
<div id="attachment_1181"><img title="Cuidados extras com os pneus" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-DSC02516.jpg" alt="Cuidados extras com os pneus" width="500" height="333" />Cuidados extras com os pneus</p>
</div>
<ul>
<li>Beira de estrada é fatal com sujeira perigosa, especialmente cacos de vidro e lascas de metal que você nem sequer enxerga quando está na bike. A mesma precaução vale na cidade</li>
<li>Na bolsa de ferramentas TEM que ter duas câmaras de ar zeradas para cada bicicleta, a fim de não obrigar a arriscar um remendo no escuro em local perigoso e embaixo de chuva, que é uma situação terrível, mas evitável</li>
<li>Também é indispensável um kit de reparo de pneus, vendido pronto nas bike shops, que consiste em remendos, cola, espátulas plásticas e uma lixa. Remendar furos toma bastante tempo, que você poderá não ter na ocasião. Por isso, o kit só será usado para consertar furos quando as câmaras reservas já estiverem em uso. Saiba como se aplica um remendo. Mais uma vez, não conte incondicionalmente com a ajuda do companheiro</li>
<li>Sua bomba de ar será do tipo miniatura, com um cilindro de alumínio estreito e não um de plástico largo, porque cansa menos e atinge pressões mais altas. O modelo da Topeak é caro mas impecável. Saiba “sentir” com os dedos quando a pressão do pneu está boa</li>
<li>Sabe abrir e fechar uma corrente de bicicleta? Hora de aprender. Não tem ainda a multiferramenta? Esperando o quê?</li>
</ul>
<div id="attachment_1182"><img title="Mantenha a corrente  bem lubrificada" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-DSC02518.jpg" alt="Mantenha a corrente bem lubrificada" width="500" height="333" />Mantenha a corrente bem lubrificada</p>
</div>
<ul>
<li>Leve um tubinho de lubrificante para a corrente. Você certamente vai precisar</li>
<li>Luzes de sinalização são obrigatórias. Motorista em estrada com neblina ou chuva simplesmente não enxerga a tempo um ciclista sem luz; pior ainda com chuva</li>
</ul>
<h3>Geografia</h3>
<ul>
<li>Estude bem o mapa antes da trip, aprenda os nomes dos lugares e as distâncias entre eles. Confira os locais bons para descansar. Tome nota da altitude a subir ou descer. Tudo isso é fácil de verificar no Google Maps ou Google Earth</li>
<li>Busque usar as estradas locais e secundárias em vez das rodovias movimentadas</li>
<li>Imprima um mapa da viagem a partir do Google Maps, ponha o papel dentro de um saco hermético ZipLoc e leve consigo. Ou então, se vai carregar a câmera digital na viagem, ponha dentro dela o mapa em JPEG – ou fotografe diretamente o monitor do PC</li>
<li>Durante a viagem, até certo ponto você pode substituir o diário escrito pela sua câmera, simplesmente fotografando o local onde está. A hora da captura fica gravada junto com a foto, o que é bem útil para o levantamento do trajeto posterior à viagem. Melhor ainda com um GPS para assinalar cada ponto</li>
<li>Até mesmo as leituras do odômetro da bike podem ser registradas em fotos, em vez de anotadas em papéis que a próxima chuva podem estragar</li>
<li>Leve uma bússola básica pequena, que pode até ser de chaveiro. Nem sempre vai dar para achar a direção pelas estrelas, e as bucólicas estradas interioranas dão muitas voltas e podem desorientar</li>
</ul>
<div id="attachment_1187"><img title="Uma  bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-07-geo-P1030187.jpg" alt="Uma bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente" width="500" height="375" />Uma bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente</p>
</div>
<h3>Rotina de viagem</h3>
<ul>
<li>Programa bom: acordar cedo, pegar a estrada às 8h, dar uma pausa entre 11h e 14h para almoçar evitando o pior do sol, voltar a pedalar até as 19h, escolher o local para dormir – pousada, acampamento etc.</li>
<li>Evite a todo custo ser pego pelo cair da noite, nem em local ermo nem em local transitado. Não pegue rodovia com a bike no escuro; nunca dá para contar com a boa visão nem com o bom senso dos motoristas, em particular à noite</li>
<li>Encher a cara na madruga não rola. Não é verdade que no dia seguinte vai dar para compensar</li>
<li>A chuva não vai parar você, mas vai tirar muita velocidade. Mais um motivo para não querer planejar cada perna da viagem comprida demais. Varia muito de acordo com a topografia do lugar, mas entre 40 km e 70 km por dia é suficiente para cobrir uma boa distância aproveitando o percurso</li>
<li>Tenha sempre um “plano B” para contornar a perda de tempo causada pelos imprevistos</li>
</ul>
<div id="attachment_1186"><img title="Acampados com todo o  conforto" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-P1040069.jpg" alt="Acampados com todo o conforto" width="500" height="375" />Acampados com todo o conforto</p>
</div>
<h3>Interação humana</h3>
<ul>
<li>O grupo não deve ter muita gente, ao menos se todos os membros não se conhecerem bem. Quanto menos gente, mais ágil e mais fácil de coordenar</li>
<li>O nível de esforço do pedal precisa ser compatível com todo mundo. Sempre há a chance de uma só pessoa ser mais lenta que as demais e isso vai causar paradas e atrasos além do planejado, irritando os mais rápidos. A pessoa mais lenta vai ficar constrangida, sentindo-se pressionada pelo grupo, e terminará desmotivada para futuras viagens</li>
<li>Problemas também acontecem com quem é mais rápido. Se a pessoa não estiver de acordo com seguir um ritmo mais relaxado que o seu, vai se entediar e se irritar. Mas ela tem que entender que cicloviagem não é treino nem competição</li>
<li>Em grupos grandes, a diferença de ritmo vira um fator de risco, devido à facilidade de os lentos e rápidos se desgarrarem uns dos outros. Quando alguém no meio ou atrás no grupo sofre um acidente ou falha mecânica, os que gostam de correr na frente só ficam sabendo depois e perdem a oportunidade de ajudar</li>
<li>Coisas como distâncias e horários devem ser combinadas entre todos de antemão e por consenso para evitar irritações durante a viagem. Cada um deve se comprometer com a agenda que todos estabeleceram</li>
<li>Evite ao máximo os atritos com motoristas na estrada. Dê passagem, mesmo que pela lei de trânsito eles devessem dar. Uma estrada estreita perdida num local completamente estranho, percorrida por motoristas que você nunca mais vai ver novamente, não é lugar para praticar ideologia</li>
<li>Manobre de forma previsível, permitindo sempre que o motorista perceba sua intenção</li>
<li>As pessoas do interior em geral gostam de ajudar os viajantes de bike. Puxe conversa, informe-se, aprenda dicas, troque histórias, faça amizades</li>
</ul>
<div id="attachment_1176"><img title="Lex Blagus e Joana Rocha" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-02-aproveitar-P1030199.jpg" alt="Lex Blagus e Joana Rocha" width="500" height="375" />Lex Blagus e Joana Rocha</p>
</div>
</div>
<p><em>:</em><a href="http://blog.blag.us/tag/alimentacao/" rel="tag">Alimentação</a>, <a href="http://blog.blag.us/tag/bike/" rel="tag">Bike</a>, <a href="http://blog.blag.us/tag/camping/" rel="tag">Camping</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2305&amp;title=Dicas%20para%20cicloturismo" id="wpa2a_48">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Petzl MyoXP – Arrumando o vício oculto (qualidade ruim do cabo e erro de projeto)</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2284#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 10:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[diy]]></category>
		<category><![CDATA[headlamp]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>(aproveite e veja um outro artigo que escrevi sobre headlamps: www.blog.marski.org/?p=1393 )</p> <p>Essa semana arrumei pela 5a. vez uma lanterna Petzl MyoXP.</p> <p>Essa lanterna de cabeça tinha a proposta de ser uma solução &#8220;state-of-art&#8221; para utilização em alta montanha, corrida de aventura, etc&#8230;</p> <p>Pois bem, a lanterna realmente é excelente, não fosse um pequeno detalhe: <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2284">Petzl MyoXP &#8211; Arrumando o vício oculto (qualidade ruim do cabo e erro de projeto)</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>(aproveite e veja um outro artigo que escrevi sobre headlamps: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1393">www.blog.marski.org/?p=1393</a> )</p>
<p>Essa semana arrumei pela 5a. vez uma lanterna Petzl MyoXP.</p>
<p>Essa lanterna de cabeça tinha a proposta de ser uma solução &#8220;state-of-art&#8221; para utilização em alta montanha, corrida de aventura, etc&#8230;</p>
<p>Pois bem, a lanterna realmente é excelente, não fosse um pequeno detalhe: <strong>elas param de funcionar !</strong></p>
<p>O problema acontece devido ao projeto do cabo elétrico utilizado para unir o compartimento das pilhas/bateria ao corpo emissor de luz.</p>
<p>É um cabo chato, rígido, que depois de um certo tempo de uso, simplesmente rompe os filamentos de cobre internos. Ou rompe a solda junto à placa de circuito impresso da lanterna. Ou rompe os fios no corpo da lanterna. Ou tudo quase ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Enfim, do jeito que ela foi projetada não é uma lanterna confiável. E isso em alta montanha pode custar a sua vida.</strong></p>
<p>Se você pesquisar na internet, verá que esse é um problema do qual a Petzl possui conhecimento, para citar alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><a href="http://brightbit.blogspot.com/2011/11/petzl-myo-xp-repair.html">brightbit.blogspot.com/2011/11/petzl-myo&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.charlieroberts.com/archives/219">www.charlieroberts.com/archives/219</a></li>
<li><a href="http://forum.fellrunner.org.uk/showthread.php?12116-Myo-XP-stopped-working">forum.fellrunner.org.uk/showthread.php?1&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.fixya.com/support/t3552216-myo_xp_headtorch_suddenly_stopped">www.fixya.com/support/t3552216-myo_xp_he&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.light-test.info/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=100%3Apetzlmyorxp2011&amp;catid=37%3Afaq&amp;Itemid=41&amp;lang=en">www.light-test.info/index.php?option=com&#8230;</a></li>
</ul>
<p>Parece (não tenho certeza disso) que esse problema já foi &#8220;arrumado&#8221; ou &#8220;corrigido&#8221; pela Petzl, e os modelos fabricados a partir de junho de 2010 não apresentam mais o cabo chato, sendo que agora o cabo é redondo, inclusive revestido com fios polipropileno (para aumentar a flexibilidade). Vale dizer que no site da Petzl ainda é exibida a foto do MyoXP com o cabo chato&#8230;</p>
<p>Veja o problema do fio partido:</p>
<div id="attachment_2285" class="wp-caption aligncenter" style="width: 782px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2285" rel="attachment wp-att-2285"><img class="size-full wp-image-2285" title="cabo_partido" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/cabo_partido.jpg" alt="" width="772" height="571" /></a><p class="wp-caption-text">Cabo partido - problema do vício oculto das lanternas de cabeça Petzl MyoXP</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>E veja o novo modelo da MyoXP, onde agora o cabo é redondo <strong>(verifique isso antes de arriscar comprar a sua !):</strong></p>
<div id="attachment_2286" class="wp-caption aligncenter" style="width: 427px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2286" rel="attachment wp-att-2286"><img class="size-full wp-image-2286" title="novo_cabo" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/novo_cabo.jpg" alt="" width="417" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cabo Redondo nos novos modelos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2287" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2287" rel="attachment wp-att-2287"><img class="size-full wp-image-2287" title="novo_cabo02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/novo_cabo02.jpg" alt="" width="389" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">Novo cabo, com os detalhes dos filamentos de polipropileno e a melhor qualidade do cabo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim&#8230; caso a sua MyoXP tenha apresentado problema,  o processo para arrumar a lanterna é um pouco trabalhoso: Você deve abrir o corpo da lanterna (com cuidado, claro) utilizando chaves &#8220;torx , T-6&#8243;.</p>
<p>Ao retirar o corpo da cabeça da lanterna, muito provavelmente o defeito estará logo visível (as imagens a seguir são da lanterna que acabei de arrumar do Pedro Hauck):</p>
<div id="attachment_2288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2288" rel="attachment wp-att-2288"><img class="size-medium wp-image-2288" title="DSC_6223" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6223-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Corpo da lanterna, retire os 4 parafusos &quot;torx&quot; para ter acesso ao interior</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2289" rel="attachment wp-att-2289"><img class="size-medium wp-image-2289" title="DSC_6224" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6224-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Notem duas coisas nessa imagem: a pouca quantidade de pasta térmica no dissipador e conseguem ver o fio partido ?</p></div>
<div id="attachment_2291" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2291" rel="attachment wp-att-2291"><img class="size-full wp-image-2291" title="DSC_6231" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6231.jpg" alt="" width="599" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do fio partido, bem próximo à placa de circuito impresso</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale dizer que não adianta você simplesmente refazer a ligação (com solda, claro) do fio na placa de circuito impresso.. o problema é o fio que é rigido demais e o fato dele ser plano&#8230; ele irá partir novamente se você fizer isso !</p>
<p>A solução agora é trocar totalmente o cabo. Utilize um cabo redondo, da melhor qualidade possível. Eu utilizei um cabo de computação, utilizado em transmissão de dados entre uma unidade de leitura ótica (CD-ROM) e a entrada de áudio de uma placa-mãe de computador.</p>
<p>No compartimento das pilhas/bateria, é outro problema&#8230; ali há um diodo. Verifique se o diodo *ainda* está funcionando&#8230; se estiver queimado, você terá que troca o diodo ou então ligar o novo cabo diretamente na entrada dele.</p>
<p>Lembre-se de repassar pasta térmica no dissipador de calor, nas lanternas que abrir a quantidade original era ridícula.</p>
<p>Bom&#8230; teste rapidamente o funcionamento da lanterna antes de remontá-la.</p>
<p>Confira as fotos de uma MyoXP depois de todo esse trabalho:</p>
<div id="attachment_2293" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2293" rel="attachment wp-att-2293"><img class="size-full wp-image-2293" title="DSC_7285" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_7285.jpg" alt="" width="800" height="532" /></a><p class="wp-caption-text">A lanterna já arrumada, com um novo cabo</p></div>
<div id="attachment_2294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2294" rel="attachment wp-att-2294"><img class="size-full wp-image-2294" title="DSC_7286" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_7286.jpg" alt="" width="800" height="601" /></a><p class="wp-caption-text">O cabo original foi totalmente substituído... <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Por último, sei que fora do Brasil (vendo os relatos já citados acima) vários países andaram fazendo a troca e/ou o reparo das MyoXP que apresentaram estes problemas. Parece que não foi o caso aqui no Brasil.</p>
<p>Eu *não* recomendaria a compra deste modelo. Nem é a questão do cabo (que atualmente deve estar corrigido na linha de produção da  Petzl) e sim da falta de estanqueidade do conjunto. Ela mal e mal é resistente à agua&#8230; e a placa de circuito impresso não possui qualquer tipo de proteção contra corrosão.</p>
<p>Por falar em corrosão, você pode aplicar uma fina camada de silicone em cima de todo o conjunto da placa de circuito impresso quando estiver reparando&#8230; <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Minhas recomendações para lanternas de cabeça atualmente seriam (sem qualquer ordem de preferência):</p>
<p>com compartimento externo para baterias:</p>
<ul>
<li>Black Diamond Icon</li>
<li>Princeton Tec Apex</li>
</ul>
<div>
<div id="attachment_2295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2295" rel="attachment wp-att-2295"><img class="size-medium wp-image-2295" title="head01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head01-518x480.jpg" alt="" width="518" height="480" /></a>   <p class="wp-caption-text">Black Diamond Icon</p></div>
</div>
<div id="attachment_2298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2298" rel="attachment wp-att-2298"><img class="size-medium wp-image-2298" title="head04" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head04-640x346.jpg" alt="" width="640" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Princeton Tec Apex (existe uns 3 ou 4 modelos de Apex, todos excelentes)</p></div>
<p>e os modelos compactos:</p>
<ul>
<li>Princeton Tec EOS  (tenho uma e é excelente, falo extensivamente dela nesse outro artigo:  <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1393">www.blog.marski.org/?p=1393</a> )</li>
<li>Petzl Tikka XP2 (tenho o modelo antigo, que é muito boa, com o corpo um pouco frágil em baixas temperaturas&#8230; a minha quebrou a carcaça quando fui trocar as baterias a uns 18 negativos)</li>
</ul>
<p>e alguns modelos da Black Diamond&#8230;</p>
<div id="attachment_2297" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2297" rel="attachment wp-att-2297"><img class="size-medium wp-image-2297" title="head03" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head03-640x301.jpg" alt="" width="640" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Princeton Tec EOS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2299" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2299" rel="attachment wp-att-2299"><img class="size-full wp-image-2299" title="head02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head021.jpg" alt="" width="375" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Petzl Tikka XP2</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2284&amp;title=Petzl%20MyoXP%20%E2%80%93%20Arrumando%20o%20v%C3%ADcio%20oculto%20%28qualidade%20ruim%20do%20cabo%20e%20erro%20de%20projeto%29" id="wpa2a_50">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>100 anos de montanhismo brasileiro! Eu digo sim :-) !</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2275#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="wp-caption-text">Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck</p> <p>Acho totalmente desnecessário e improdutivo o questionamento que algumas pessoas e entidades promovem ao questionar a comemoração dos &#8220;100 anos de montanhismo no Brasil&#8221;, que será realizada em função da primeira ascensão do Dedo de Deus, RJ, em 1912.</p> <p>É quase uma questão de retórica falaciosa, sou <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2275">100 anos de montanhismo brasileiro! Eu digo sim :-) !</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 394px"><img class="  " src="http://2.bp.blogspot.com/-2CKrPu9L7qo/TkAulkMC4II/AAAAAAAAL8M/4zyQAEQkIrM/s640/P1040464.JPG" alt="Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck" width="384" height="256" /><p class="wp-caption-text">Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck</p></div>
<p>Acho totalmente desnecessário e improdutivo o questionamento que algumas pessoas e entidades promovem ao questionar a comemoração dos &#8220;100 anos de montanhismo no Brasil&#8221;, que será realizada em função da primeira ascensão do Dedo de Deus, RJ, em 1912.</p>
<p>É quase uma questão de retórica falaciosa, sou capaz até de afirmar que com objetivos escusos (haja visto o texto sobre &#8220;Montanhismo Político ? Não !&#8221; do Antônio Paula Faria (<a href="http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=3186">www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=&#8230;</a>)</p>
<p>É sabido por todos que buscarem aprofundar-se no o assunto que o montanhismo brasileiro antecede à conquista do Dedo de Deus.</p>
<p>Diversos são os exemplos de ascensões ou conquistas que antecedem a primeira ascensão do Dedo de Deus, e posso citar o Monte Olimpo, Pão de Açucar, Pedra do Sino e até mesmo o Itatiaia, entre vários outros.</p>
<p>Por sua vez, foi através de um consenso entre diversas federações representativas do montanhismo e escalada, além do embasamento de vários autores, que considera-se que o montanhismo *e* a escalada brasileira iniciaram-se com a conquista do Dedo de Deus.</p>
<p>No Livro História do Montanhismo no Rio de Janeiro, de Waldecy Mathias Lucena, é citado:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Neste capítulo foram relatadas as primeiras ascensões significativas que tiveram caráter meramente esportivo, como acontece nos dias de hoje. É natural indagar-se qual destas iniciativas marca o início do montanhismo no Brasil. Será a escalada do Pão de Açúcar, em 1817, pela audaciosa Henrietta Carsteirs? Será a subida à Pedra do Sino, em 1841, pelo o escocês George Gardner? Será a criativa ascensão de Horácio e Borba à Pedra do Púlpito, em 1898? Ou será a conquista do Monte Olimpo, em 1879, por Joaquim Olympio?&#8221;</em></p>
<p>E logo na sequência ele conclui que levando em conta a ousadia, a motivação patriótica, a técnica empregada e a repercussão que perdura até os dias de hoje, é razoável considerar que o acontecimento que marcou o início do montanhismo no Brasil foi a conquista do Dedo de Deus, em abril de 1912.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 117px"><img src="http://www.semanademontanhismo.com.br/images/stories/logotipos/selo_100_anos_pequeno.png" alt="" width="107" height="138" /><p class="wp-caption-text">Selo comemorativo aos 100 anos de montanhismo brasileiro</p></div>
<p>Essa não é uma opinião isolada.</p>
<p>Antônio Paulo Faria, em seu livro Montanhismo Brasileiro, Paixão e Aventura, cita as várias ascensões anteriores à conquista do Dedo de Deus, mostrando a relevância e valor histórico, e também conclui:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;O Dedo de Deus é o símbolo do montanhismo brasileiro, não só pela sua beleza e imponência, como por sua história que, de acordo com a maioria dos montanhistas, marca o início da escalada técnica (alpinismo) no Brasil, fato que aconteceu em grande estilo e foi realmente um marco importante e de repercussão internacional.&#8221;</em></p>
<p>Ou seja, ao contrário do que alguns querem afirmar, não está sendo relevada o valor histórico das ascensões anteriores, muito menos menosprezada sua importância.</p>
<p>O próprio website do evento deixa bem evidente que houverem ascensões anteriores ao Dedo de Deus:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.semanademontanhismo.com.br/100anos/breve-historia-do-montanhismo">www.semanademontanhismo.com.br/100anos/b&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.semanademontanhismo.com.br/contato/faq-duvidas-frequentes/42-porque-100-anos-de-montanhismo-brasileiro-em-2012">www.semanademontanhismo.com.br/contato/f&#8230;</a></li>
</ul>
<p>Gostaria de finalizar fazendo uma metáfora, imagine o montanhismo brasileiro como sendo a construção de um bolo.</p>
<p>É como se as ascensões anteriores (Olimpo, Pedra do Sino, Itatiaia, Pão de Açucar, etc&#8230;) fossem as camadas ou recheio desse bolo que foi sendo construído&#8230; E a escalada do Dedo de Deus &#8211;  em virtude do nacionalismo, técnica empregada, divulgação na mídia da época – fosse a cobertura do bolo que finalmente “ficou pronto”.</p>
<p>Ou seja, nessa metáfora,  o bolo não existiria sem o “recheio” (as ascensões anteriores), mas o bolo efetivamente ficou “pronto” quando da ascensão do Dedo de Deus.</p>
<p>Nada mais justo que considerar então esta ascensão como sendo o marco inicial do montanhismo e escalada brasileiras, e essa nem é apenas minha opinião, e sim a opinião de vários autores e estudiosos do assunto, como citado neste próprio texto.</p>
<p>E você, o que pensa sobre o assunto ?</p>
<div>
<div>Davi Marski</div>
<div><a href="http://www.marski.org">www.marski.org</a></div>
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<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2275&amp;title=100%20anos%20de%20montanhismo%20brasileiro%21%20Eu%20digo%20sim%20%3A-%29%20%21" id="wpa2a_52">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Audax 200 – meu relato dos meus primeiros 200Km de pedal</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2264#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 11:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As pessoas têm falado que eu não escalo mais&#8230; antes de continuar esse relato, preciso dizer que isso não é verdade ! rsrsrsrs&#8230;</p> <p>A questão é que sempre pedalei, e com essa época chuvosa e instável, realmente dá um desânimo em ir para a rocha, e enquanto isso, as bicicletas ali, quietinhas, esperando para sair <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2264">Audax 200 &#8211; meu relato dos meus primeiros 200Km de pedal</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2267" rel="attachment wp-att-2267"><img class="alignright size-full wp-image-2267" title="IMG_5110 - Copy" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/IMG_5110-Copy.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a>As pessoas têm falado que eu não escalo mais&#8230; antes de continuar esse relato, preciso dizer que isso não é verdade ! rsrsrsrs&#8230;</p>
<p>A questão é que sempre pedalei, e com essa época chuvosa e instável, realmente dá um desânimo em ir para a rocha, e enquanto isso, as bicicletas ali, quietinhas, esperando para sair e irem passear&#8230; eu não podia deixar as magrelas tão solitárias não é mesmo ?</p>
<p>Eu nem sabia o que era <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audax" target="_blank">Audax</a> até ouvir sobre isso com o Artur Vieira.  E nunca havia pedalado mais do que uns 70Km em um único dia (em trilha de MTB).</p>
<p>Dito isso, há cerca de um mês atrás, fiz meu primeiro pedal com mais de 100Km:  saí de SP, pegamos a marginal Tiête e na sequência a rodovia Ayrton Senna, rumo à Camburi/Bertioga, passando pela Serra de Mogi das Cruzes (Rota do Sol).</p>
<p>Deu tudo muito errado nesse pedal, várias câmaras furadas, etc&#8230; mas para mim foi uma espécie de libertação (apesar de todas as dores no corpo) passar a saber que eu era *capaz*  de pedalar mais de 100km de uma única vez&#8230;</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Finalmente o dia da verdade chegou. Colocamos as bikes no carro e fomos para o hotel, em Boituva, onde na madrugada do dia seguinte teria início o pedal de 200Km.</p>
<p>Euforia, ansiedade&#8230;. acordei às 04:00h da manhã achando que havia perdido o horário&#8230;. voltei a dormir&#8230; finalmente as 04:50h levanto para um rápido banho.</p>
<p>Ainda no quarto como dois pedaços de pizza que havia surrupiado do jantar no dia anterior.</p>
<p>Às 05:30h fazemos a nossa vistoria na praça da cidade, vistoria essa no qual os fiscais do desafio verificam se você está de capacete, colete refletivo, farol dianteiro e iluminação traseira&#8230;</p>
<p>Voltamos para o hotel para comer mais, ou melhor, finalmente tomar o café da manhã&#8230;</p>
<p>por volta das 06:30h voltamos para a praça, onde presto o máximo de atenção ao briefing do pessoal da organização.</p>
<p>Pouco depois das 07:00h começamos a pedalar, um bloco com mais de 100 audaciosos ciclistas rumo ao desafio de superação pessoal.</p>
<p>Havia bicicletas top, aquelas feitas para velocidade que pesam uns 7kg e custam mais de R$ 10.000,00, da mesma forma que haviam bikes mais pesadas e carregadas, como a minha com seus 15 ou 16 Kg&#8230;</p>
<p>Uma onda de energia percorre o meu corpo, e logo cada um começa a encontrar seu próprio ritmo&#8230;</p>
<p>Após uns 60Km chega o primeiro posto de checagem (PC1).</p>
<p>Descanso uns 30 minutos, reabasteço minhas garrafas de hidratação, como um sanduíche e um gel de carboidrato, estico um pouco as pernas e&#8230; volto a pedalar&#8230;</p>
<p>Depois de uns 20km, já totalizando uns 80Km de pedal, vejo no lado oposto da pista um pelotão de uns 5 ou 6 ciclistas *voltando* do PC2, ou seja, eu estava ainda com 80Km e esse pessoal já estava uns 40 Km na minha frente&#8230;rsrsrsrs</p>
<p>Chego no PC2, totalizando 100Km pedalados&#8230; descanso pouco, coisa de uns 20 minutos, como mais um sanduíche, reabasteço minhas duas garrafas com gatorade, mais gel de carboidrato, metade de uma lata de coca-cola e&#8230; volto a pedalar.</p>
<p>Ao chegar no PC3, totalizando agora 140Km pedalados, já começo a me sentir meio que cansado, as pernas estão pesadas, é esquisito caminhar e não faço praticamente nada a não ser comer, beber bastante água e gatorade  e ficar hora sentado, hora deitado&#8230; o tempo passa rápido e quando me dou conta, fiquei uns 40 ou 50 minutos parado no PC3.</p>
<p>Me bate um desespero ao saber que tenho apenas 4 horas para fazer os últimos 60Km, sendo praticamente a metade desse trajeto é de subida, que o cansaço está pegando &#8220;forte&#8221; para mim, que o sol me incomoda cada vez mais e sem falar do maldito vento contrário&#8230; hah o vento contra é dureza&#8230;</p>
<p>Começo a pedalar com um verdadeiro &#8220;sangue nos olhos&#8221;, e a dor no meu corpo só aumentando. Desligo o MP3 e entro no modo automático, onde apenas passo a me preocupar em manter um ritmo de pedalada em torno de 30 a 35 Km/h nas retas, algo entre 50 a 70Km/h nas descidas, tudo isso para compensar meus pífios 8 a 9 km/h nas subidas&#8230;</p>
<p>Fico esperando o tal do êxtase que a Cintia (minha esposa) tinha dito que iria chegar&#8230; ela falou algo assim: &#8220;não se preocupe muito, vai chegar um momento no qual a dor vai passar e depois vai ser apenas um êxtase&#8230;&#8221;&#8230; E cadê que a tal da dor não passava ? só ia aumentando o peso nas pernas e o cansaço nos joelhos ? até a bunda começou a doer !</p>
<p>Parei de olhar o odômetro para não me desanimar. As subidas (intermináveis) eram uma atrás da outra, um verdadeiro tobogã&#8230; o sol começa a descer na linha do horizonte, as sombras vão ficando looongaaasssssss e finalmente, tomo coragem e olho no odômetro: 191Km pedalados !</p>
<p>Quase tenho um treco ao ver esse número mágico (a barreira dos 190Km) ! Logo vejo uma placa escrita &#8220;Saída para Boituva a 1,5Km&#8221;. Quase me deu vontade de chorar.</p>
<p>Aumento ainda mais a pressão e entro rasgando a cidade&#8230;.</p>
<p>201.7Km pedalados.</p>
<p>Chego com pouco mais de 1hora de folga no PC4, por volta das 19:35h (o PC4 iria fechar as 20:45h)&#8230; na verdade acabei me perdendo dentro da cidade, mas isso é outra história&#8230;rssrsrs</p>
<p>Orgulho de mim mesmo.</p>
<p>Vejo o tempo de chegada dos primeiros amigos audaciosos e fico pensando na força e empenho realizados para conseguirem chegar às 15:25h&#8230; uia !!</p>
<p>Bom&#8230; é isso&#8230; certamente uma prova de desafio e superação pessoal.</p>
<p>Gostei bastante. E vi na prática a diferença que faz usar pneus aro 700cc, calibragem elevada (mais de 100psi) nos pneus, uma coroa 50, 52 dentes&#8230; rsrsrsrsrs  e eu ali, com minha magrela 26&#8243; e &#8220;coroão&#8221; de 48 dentes e freio a disco.. kkkk</p>
<p>Divirtam-se com as fotos :</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-46-2264">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2264&amp;show=slide">
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5077_0.jpg" title="Arrumando a bike no hotel, antes de sair para jantar" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5077_0" alt="img_5077_0" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5077_0.jpg" width="200" height="133" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5081.jpg" title="Artur Vieira e eu, logo após a vistoria as 05:30h" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5081" alt="img_5081" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5081.jpg" width="100" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5082.jpg" title="Concentração do pessoal antes do início" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5082" alt="img_5082" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5082.jpg" width="200" height="150" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5086.jpg" title="Pedalando..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5086" alt="img_5086" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5086.jpg" width="112" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-815" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5092_0.jpg" title="Eu, a Mayara e o Fábio &quot;TUX&quot;, na metade da prova, com 100Km pedalados" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5092_0" alt="img_5092_0" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5092_0.jpg" width="200" height="150" />
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	<div id="ngg-image-816" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5095.jpg" title="longas sombras na estrada, o dia está &quot;acabando&quot;..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5095" alt="img_5095" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5095.jpg" width="112" height="150" />
							</a>
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	<div id="ngg-image-817" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5105.jpg" title="e dá-lhe pedal..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5105" alt="img_5105" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5105.jpg" width="199" height="150" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-818" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5108.jpg" title="olha só o odômetro" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5108" alt="img_5108" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5108.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-819" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5110.jpg" title="Chegando no PC4!" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5110" alt="img_5110" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5110.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-820" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5111.jpg" title="Minha cara de feliz, com a medalha e o odômetro marcando mais de 200Km..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5111" alt="img_5111" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5111.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-823" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5114.jpg" title="Eu, Artur Vieira, Mayara e Fábio &quot;Tux&quot;. 
Cansados e Felizes !" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5114" alt="img_5114" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5114.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-822" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5115.jpg" title="E só assim para conseguir voltar a pedalar hoje de novo...rsrsrsrs" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5115" alt="img_5115" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5115.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p><strong></strong>para saber mais:</p>
<ul>
<li>
<address><a href="http://audaxsp.wordpress.com/">audaxsp.wordpress.com/</a></address>
</li>
<li><a title="Permanent Link to " href="http://www.blog.marski.org/?p=2253" rel="bookmark">Preparação para o Audax 200Km</a><br />
<address> </address>
</li>
</ul>
<address>Minha comparação tosca entre o Audax e a escalada de alta montanha:</address>
<address> </address>
<address><strong>Audax &lt;-&gt; Alta Montanha</strong></address>
<ul>
<li>120Km = escaladinha básica das montanhas de 4000m por rotas normais</li>
<li>200Km = montanhas de 5000m por rotas normais</li>
<li>300Km = montanhas de 6000m por rotas normais</li>
<li>400Km = montanhas de 6500 ~ 7000m por rotas normais</li>
<li>600Km = montanhas de 6000 ~7000m por rotas técnicas</li>
<li>1000Km = montanhas de 8000m por rotas normais</li>
<li>1200Km = montanhas de 8000m por rotas &#8220;técnicas&#8221;</li>
</ul>
<address>e por ai vai.. por exemplo, imagino que um &#8220;Race Across América&#8221;, com seus quase 4000Km de pedal deve ser algo como um Everest sem oxigênio&#8230;rsrsrsrs</address>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2264&amp;title=Audax%20200%20%E2%80%93%20meu%20relato%20dos%20meus%20primeiros%20200Km%20de%20pedal" id="wpa2a_54">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blog.marski.org/?feed=rss2&amp;p=2264</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.blog.marski.org/?p=2264</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Preparação para o Audax 200Km</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/sPyfnsorr0o/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2253#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 13:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2253</guid>
		<description><![CDATA[<p>Gosto (muito) de pedalar.</p> <p>Pedalar por pedalar, curtir o visual, pensar na vida&#8230; pedalar como diversão, pedalar como exercício&#8230;</p> <p>Fiquei sabendo sobre o Audax, que é uma prova *não competitiva* onde o objetivo é simplesmente chegar, através de um amigo que também gosta (muito) de pedalar.</p> <p>Pois bem&#8230; neste próximo final de semana irei participar <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2253">Preparação para o Audax 200Km</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto (muito) de pedalar.</p>
<p>Pedalar por pedalar, curtir o visual, pensar na vida&#8230; pedalar como diversão, pedalar como exercício&#8230;</p>
<p>Fiquei sabendo sobre o <a href="http://audaxsp.wordpress.com/" target="_blank">Audax</a>, que é uma prova *não competitiva* onde o objetivo é simplesmente chegar, através de um amigo que também gosta (muito) de pedalar.</p>
<p>Pois bem&#8230; neste próximo final de semana irei participar do meu primeiro Audax. Terei que percorrer 200Km de distância em menos de 13:30h. Isso significa manter um média mínima de cerca de 15Km/h por quase 12h de atividade física.</p>
<p>Serão quase 3000m de desnível (subidas) acumuladas pela Rod. Castelo Branco.</p>
<p>Estou levando para este Audax os seguintes itens:</p>
<ul>
<li>duas garrafas de 700ml (com as quais começarei com elas cheias de maltodextrina)</li>
<li>três câmaras novas</li>
<li>dois óculos (um transparente e outro escuro)</li>
<li>chave multi-uso, incluindo chave para corrente</li>
<li>elo extra de corrente (power link)</li>
<li>três espátulas de nylon</li>
<li>kit de remendo (com cola)</li>
<li>bom de combustível</li>
<li>bolsa de selim</li>
<li>bolsa de guidão</li>
<li>bolsa de quadro</li>
<li>capacete</li>
<li>colete refletivo (estou com dois, ainda não sei qual irei usar)</li>
<li>luvas</li>
<li>sapatilha spd</li>
<li>saco estanque (pois vou levar celular, dinheiro, etc&#8230;)</li>
<li>pisca traseiro</li>
<li>farol dianteiro (que prendi no garfo da bicicleta, visto que estarei usando uma bolsa de guidão*, uma das regras do Audax é que o farol obrigatoriamente tem que estar fixo no corpo da bicicleta).</li>
</ul>
<p>A idéia é levar um ou dois sanduíches reforçados para comer no PC1 e PC2 (e assim poupar tempo), levo ainda algumas barras de cereal, gel carboidrato com BCAA e talvez leve uns sais de reidratação.</p>
<p>Me sugeriram levar um agasalho para o caso de pegar chuva, mas acho que não vou levar não&#8230;</p>
<p>Devo levar ainda algum anti-inflamatório (para eventuais dores), Mp3, pilhas reservas, talvez um pouco de óleo Finish Line (para usar no meio da prova)  e passar de forma generosa um bloqueador solar em toda a parte exposta do corpo (sei que não vai ser fácil pedalar entre as 11:00h e as 15:00h, com o sol fritando o cérebro). A prova &#8220;começa&#8221; às 05:30h e termina às 20:00h.</p>
<p>Quem sabe eu me empolgo e faço os Audax de 300, 400, 600 e 800 Km ?</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-45-2253">

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							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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								<img title="dsc_6210" alt="dsc_6210" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/preparacao-para-o-audax-200/thumbs/thumbs_dsc_6210.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/preparacao-para-o-audax-200/dsc_6211.jpg" title=" " class="shutterset_set_45" >
								<img title="dsc_6211" alt="dsc_6211" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/preparacao-para-o-audax-200/thumbs/thumbs_dsc_6211.jpg" width="99" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-807" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/preparacao-para-o-audax-200/dsc_6212.jpg" title=" " class="shutterset_set_45" >
								<img title="dsc_6212" alt="dsc_6212" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/preparacao-para-o-audax-200/thumbs/thumbs_dsc_6212.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
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</div>

</strong></p>
<p>* prendi o farol no garfo da seguinte forma: meu garfo possui furação para bagageiro, então peguei um pedaço de alumínio de uma caixa de direção, com um diâmetro muito próximo ao de um guidão. Serrei na medida apropriada e prendi esse pedaço de tubo redondo de alumínio ao garfo, na sequência bastou fixar a lanterna normalmente, ficou ótimo !</p>
<p>Confira o percurso e a altimetria (Os percursos estão no Bikely:  Brevet 200km <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.bikely.com/maps/bike-path/brevet-200-boituva-03-12-11-v1-2" target="_blank"><a href="http://www.bikely.com/maps/" class="autohyperlink" title="http://www.bikely.com/maps/" target="_blank">www.bikely.com/maps/</a><wbr>bike-path/brevet-200-boituva-</wbr><wbr>03-12-11-v1-2</wbr></a>)</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2258" rel="attachment wp-att-2258"><img class="aligncenter size-large wp-image-2258" title="audax200boituva" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/audax200boituva-800x536.jpg" alt="" width="800" height="536" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2253&amp;title=Prepara%C3%A7%C3%A3o%20para%20o%20Audax%20200Km" id="wpa2a_56">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cicloativismo – Fazendo um estêncil</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2246#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2246</guid>
		<description><![CDATA[<p> Semanas atrás quando tive a oportunidade de pedalar pela Av. Paulista, em SP, conheci a Praça do Ciclista.</p> <p>Uma coisa que reparei nos &#8220;pontos de encontro&#8221; e também em vários outros locais era a aplicação de figuras temáticas usando a técica do estêncil (acho que é assim que se fala, não ?).</p> <p>Decidi baixar <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2246">Cicloativismo &#8211; Fazendo um estêncil</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6202.jpg" title="" class="shutterset_singlepic802" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/cache/802__320x240_dsc_6202.jpg" alt="dsc_6202" title="dsc_6202" />
</a>
Semanas atrás quando tive a oportunidade de <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2167" target="_blank">pedalar pela Av. Paulista, em SP</a>, conheci a Praça do Ciclista.</p>
<p>Uma coisa que reparei nos &#8220;pontos de encontro&#8221; e também em vários outros locais era a aplicação de figuras temáticas usando a técica do  estêncil (acho que é assim que se fala, não ?).</p>
<p>Decidi baixar um arquivo &#8220;modelo&#8221; pela internet e fazer um estêncil para mim&#8230; e não é que ficou show ?</p>
<p>Muito legal espalhar bicicletinhas por aí !!!</p>
<p>Passo-a-Passo pra você mesmo fazer seu estêncil.</p>
<p>Material : folha de raio-x, matriz, tesoura, estilete, fita adesiva.</p>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ul>
<li>imprima o modelo (última imagem) e prenda-o no centro da folha de raio-x (ou use o link <a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/001.jpg">www.blog.marski.org/wp-content/gallery/b&#8230;</a> )</li>
<li>corte a folha de raio-x (com cuidado, claro) de toda a parte preta da matriz.</li>
<li>Retire a matriz e&#8230; agora é só usar o spray da preferência !</li>
</ul>
<p>Eu peguei um spray prata que eu tinha aqui na minha casa e já fiz uma aplicação no asfalto&#8230; no muro do terreno vazio que tem em frente à minha casa e no jardim !</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-44-2246">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2246&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
	</div>

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	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6199.jpg" title=" " class="shutterset_set_44" >
								<img title="dsc_6199" alt="dsc_6199" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6199.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-800" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6200.jpg" title=" " class="shutterset_set_44" >
								<img title="dsc_6200" alt="dsc_6200" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6200.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-801" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6201.jpg" title=" " class="shutterset_set_44" >
								<img title="dsc_6201" alt="dsc_6201" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6201.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-802" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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								<img title="dsc_6202" alt="dsc_6202" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6202.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-803" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6203.jpg" title=" " class="shutterset_set_44" >
								<img title="dsc_6203" alt="dsc_6203" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6203.jpg" width="196" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-798" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/001.jpg" title=" " class="shutterset_set_44" >
								<img title="Modelo de estêncil" alt="Modelo de estêncil" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_001.jpg" width="200" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
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</div>

</strong></p>
<p>Muito legal !</p>
<p>Quer mais imagens ? Confira:  <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/bicicletada/clippart/">www.apocalipsemotorizado.net/bicicletada&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2246&amp;title=Cicloativismo%20%E2%80%93%20Fazendo%20um%20est%C3%AAncil" id="wpa2a_58">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Belo Monte – Fazendo uma reflexão mais aprofundada</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/rRUWtVSSR2E/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2210#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2210</guid>
		<description><![CDATA[<p>Está rolando na internet o vídeo com atores globais do Movimento Gota D&#8217;agua (não assistiu ainda ? veja em: movimentogotadagua.com.br/ )</p> <p>Algumas pessoas criticaram a forma simplista com que o vídeo é apresentado&#8230; claro, o vídeo foi produzido para atingir as grandes massas (por isso os atores da Globo e tudo o mais).</p> <p>Minha colega <span style="color:#777"> . . . &#8594; Leia mais: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2210">Belo Monte &#8211; Fazendo uma reflexão mais aprofundada</a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; margin: 10px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TTS-RPnuGwI/AAAAAAAAEcw/vrega9upFLQ/s320/belo_monte11.jpg" alt="" width="320" height="229" />Está rolando na internet o vídeo com atores globais do Movimento Gota D&#8217;agua (não assistiu ainda ? veja em:  <a href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">movimentogotadagua.com.br/</a>   )</p>
<p>Algumas pessoas criticaram a forma simplista com que o vídeo é apresentado&#8230; claro, o vídeo foi produzido para atingir as grandes massas (por isso os atores da Globo e tudo o mais).</p>
<p>Minha colega escaladora, a Marina Demarzo fez um texto que tomo a liberdade de reproduzir:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Hoje pensar em Belo Monte como algo essencial para o desenvolvimento é pensar antiquadamente.</p>
<p>Isso porque já se passou o tempo que os benefícios pelo progresso eram MAIS importantes que as demais variantes. É por pensar assim que o planeta tem tantas mordomias, mas ao mesmo tempo tantas discrepâncias e atrocidades. Atualmente, em pleno século 21, deve-se pensar em equidade no benefício que uma hidrelétrica pode trazer, e também, em IGUAL importância e peso, os pesares que ela carrega, não como um simples revés, mas como um IMPEDITIVO REAL para sua realização.</p>
<p>O fato é que quando se faz realmente necessário, o “sistema” dá o seu jeito, e consegue construir alternativas criativas para o que se coloca em seu caminho. Um exemplo que podemos citar aqui é a descoberta das famigeradas “células-tronco”. Quando a Igreja (e PRINCIPALMENTE os grandes governantes preocupados com suas imagens) fizeram todo o drama por causa das CT embrionárias, de repente os cientistas encontraram células-tronco por tudo que é lugar no próprio corpo humano adulto, ou ainda no cordão umbilical dos bebês, pois o retorno monetário da possibilidade de uso das CT’s são inimagináveis e sua pesquisa precisava de um modo ou outro continuar. Mas, quando não é do interesse, tecnologias interessantíssimas e financeiramente acessíveis, como motores limpos para automóveis, existem há mais de 10 anos, mas não saem do papel.</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2215" rel="attachment wp-att-2215"><br />
</a><br />
<br clear="ALL" /> Por isso que fazer a “relação direta entre energia e desenvolvimento sócio-econômico” é falar para os porcos que ficarão com as pérolas. Digo isso pois fica fácil enxergar a real relação de interesses sócio-econômicos quando comparamos a quantidade da população com acesso à energia elétrica, que chega a 94%  ou mais em todas as regiões do país, e a rede de esgoto, que passa de 50% apenas no Sudeste (obviamente &#8211; com 79%), e que puxa pra cima o índice nacional de 51%. Podemos ver essa discrepância na tabela abaixo:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2215" rel="attachment wp-att-2215"><img class="size-full wp-image-2215 aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="texto_marina" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/11/texto_marina.jpg" alt="" width="534" height="448" /></a></p>
<div><span style="color: #0000ee;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span><em>*Referências para a tabela:</em></p>
<p><a href="http://www.ibge.gov.br/vamoscontar/guias_flipbook/guia_6_ao_9.pdf" target="_blank">www.ibge.gov.br/vamoscontar/guias_flipbo&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2007/default.shtm" target="_blank">www.ibge.gov.br/home/estatistica/populac&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora podemos pensar: será que os governos pensam INGENUAMENTE ser mais importante pra população a luz do que o saneamento básico? Ou será que a luz que chega até nós é uma CONSEQUÊNCIA da energia que tem que sair das hidrelétricas e chegar aos grandes centros industriais do país?</p>
<p>O futuro deveria ser pensado não na direção de produções “megatônicas” de energia, mas sim, se tivesse como foco as residências, as pessoas físicas, na produção local, na distribuição local, utilizando o que cada região tem de potencialidade. Mas a questão é que não é disso que estamos falando.</p>
<p>Belo Monte se trata de atingir patamares de produção de energia que não tem nada a ver com a gente, “simples mortais”. A nós, como sempre, só cabem as más consequências.</p>
<p>E uma dessas más consequências é o custo do desenvolvimento ocidental ser simplesmente jogado pra nós, os consumidores finais do sistema. Concordo plenamente quando é dito que nenhum de nós está disposto a pagar em prol do meio-ambiente (seja em dinheiro ou em diminuir os benefícios que a vida moderna proporciona). MAS NÃO É ESSA A QUESTÃO.</p>
<p>Em primeiro lugar é preciso estar atento ao verdadeiro ALVO das ações. As pessoas que vivem sua vida cotidiana (as que, como nós, não têm qualquer poder político que possa reger vidas que não estão ao nosso redor) DEVEM SIM ter uma mudança de comportamento, reutilizando, reciclando, não produzindo lixo desnecessariamente, usando o que estiver ao seu alcance que seja o menos prejudicial possível para o planeta. Mas, muito mais importante que é isso é a MUDANÇA DE PENSAMENTO.</p>
<p>Querem jogar a culpa do ESTADO DAS COISAS em nós, e mais, jogar a RESPONSABILIDADE da mudança em nós, dizendo que é nossa vida tem que mudar, que nós é que temos que pagar mais caro se quisermos não fazer mal ao meio-ambiente, que nós vamos ter que fazer sacrifícios, se não quisermos o “mais do mesmo”. E, com essa escolha em mãos, realmente, ou nos tornamos “hipócritas”, para os outros e para nós mesmos, por bradar vozes por uma atitude, mas ter outra no dia-a-dia, ou mandar tudo às favas, por pensar que não tem solução e que é assim mesmo que tem que ser e se contentar entre o “mais ruim”ou o “menos ruim”.</p>
<p>É assim que está bom. NÃO PRA NÓS, mas para os que querem que as coisas permaneçam assim. Nós na realidade somos REFÉNS de um sistema que retira o real valor das coisas em todo o seu processo de produção, e tirando um  pouquinho aqui, um pouquinho ali, a riqueza se acumula em poucos pontos (nos gordos bolsos dos que economizam aqui e ali a sua produção). E os salários de quem trabalha FAZEM PARTE dessa economia. Não recebemos uma quantia suficiente que pague o real valor das coisas, por isso NÃO PODE CABER A NÓS ESSA RESPONSABILIDADE. A maioria esmagadora da população é parte do sistema que precisa ser mudado, mas porque somos TÃO VÍTIMAS quanto o planeta, não algozes dele.</p>
<p>Mas é possível sim uma opção diferente de vida, mas ela só será válida não quando todos nós abrirmos mão do que temos, mas sim quando TODOS NÓS ESTIVERMOS CONVENCIDOS QUE A VIDA PODE PERMANECER A MESMA, MAS DIFERENTE.</p>
<p>Porque será aí que as corporações terão que atender às nossas novas demandas. E vão fazê-lo, se nós realmente quisermos que eles o façam, porque em última instância eles dependem de nós.</p>
<p>Nossas escolhas moldam as escolhas deles. O problema é que antes, eles moldam as nossas. Mas precisamos quebrar esse ciclo e moldarmos nós mesmos o que queremos, porque só aí é que as coisas serão diferentes.</p>
<p>Pra finalizar, fica a dica de um vídeo legal sobre a urgência de se pensar uma nova maneira de vivermos nossa sociedade, o documentário “História das Coisas”:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k</a>.</p>
<p>**************</p>
<p>Adendo do Davi Marski :</p>
<p>para se aprofundar mais sobre o assunto:</p>
<p><a href="http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20%283%29.pdf" class="autohyperlink" title="http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20%283%29.pdf" target="_blank">www.internationalrivers.org/files/Belo%2&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pdf" class="autohyperlink" title="http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pdf" target="_blank">www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pd&#8230;</a></p>
</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2210&amp;title=Belo%20Monte%20%E2%80%93%20Fazendo%20uma%20reflex%C3%A3o%20mais%20aprofundada" id="wpa2a_60">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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