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	<title>Blog do Davi Marski</title>
	
	<link>http://www.blog.marski.org</link>
	<description>Blog Pessoal do Davi Marski  - idéias, escaladas, pensamentos e filosofia barata...</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Jan 2012 12:07:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dicas para cicloturismo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/HO6U0ANagGI/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2305#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 12:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>por Mario Amaya em 04/Dec/2009, sob Técnicas. Revisado por: Vê Mambrini. Fotos: Lex Blagus, Mario Amaya e Joana Rocha.</p> <p>original em : blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/</p> Mario Amaya foi com quem eu tive o prazer de pedalar na viagem para a Ilha Comprida. Ele contribui neste artigo com seus mais de 17 anos de experiência em mountain bike <p>A quantidade de viajantes de bicicleta no Brasil está explodindo. E com boas razões. Viagens de bike são sensacionais, porque convidam à contemplação e apreciação mais íntima dos lugares, mostrando muitas coisas que passam batidas em viagens de carro. Além disso, os cicloturistas são gente sociável, especial, legal, culta, divertida, bonita e simpática, que sabe apreciar os prazeres simples da vida – e também os complexos.</p> <p>É claro que dizer isso não tem absolutamente nada a ver com o fato de eu fazer viagens de bike  Mas um sinal positivo de que a cultura está evoluindo é ser recebido numa cidade do interior com festinha, votos de boas-vindas e convite para beber <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2305">Dicas para cicloturismo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <a title="Posts by Mario Amaya" href="http://blog.blag.us/author/marioav/">Mario Amaya</a> em 04/Dec/2009, sob <a title="View all posts in  Técnicas" href="http://blog.blag.us/category/tecnicas/" rel="category tag">Técnicas</a>. Revisado por: <a href="http://gataderodas.blogspot.com/">Vê Mambrini</a>. Fotos: <a href="http://picasaweb.google.com/blagus">Lex Blagus</a>, <a href="http://marioav.blogspot.com/">Mario Amaya</a> e <a href="http://sertra.blogspot.com/">Joana Rocha</a>.</p>
<p>original em : <a href="http://blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/" target="_blank">blog.blag.us/dicas-para-cicloturismo/</a></p>
<div><img title="Mario Amaya" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-01-abertura-DSC00194.jpg" alt="Mario Amaya" width="500" height="375" /></div>
<div></div>
<div><a href="http://marioav.blogspot.com/">Mario Amaya</a> foi com quem eu tive o prazer de pedalar na viagem para a <a href="http://blog.blag.us/ilha-comprida-de-bike/">Ilha Comprida</a>. Ele contribui neste artigo com seus mais de 17 anos de experiência em mountain bike</div>
<div>
<p>A quantidade de viajantes de bicicleta no Brasil está explodindo. E com boas razões. Viagens de bike são sensacionais, porque convidam à contemplação e apreciação mais íntima dos lugares, mostrando muitas coisas que passam batidas em viagens de carro. Além disso, os cicloturistas são gente sociável, especial, legal, culta, divertida, bonita e simpática, que sabe apreciar os prazeres simples da vida – e também os complexos.</p>
<p>É claro que dizer isso não tem absolutamente nada a ver com o fato de eu fazer viagens de bike <img src="http://blog.blag.us/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt=":-D" /> Mas um sinal positivo de que a cultura está evoluindo é ser recebido numa cidade do interior com festinha, votos de boas-vindas e convite para beber junto, como aconteceu conosco recentemente. A explicação é simples: as pessoas adoram cicloviajantes porque eles simbolizam o espírito de liberdade, busca espiritual e aventura.</p>
<p><img title="Vê pedalando sob um sol  de rachar a cuca" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-DSC02560.jpg" alt="Vê  pedalando sob um sol de rachar a cuca" width="500" height="333" /></p>
<div id="attachment_1203">
<p>Vê pedalando sob um sol de rachar a cuca</p>
</div>
<p>O que nos traz ao assunto deste artigo. Aventura é boa, mas com moderação. Toda atividade especializada requer estudo e preparação, e pedalar por aí não é diferente. Não fique deslumbrado com as histórias heróicas de quem atravessou o continente inteiro com uma bicicleta velha sem pedais e sem um puto no bolso, contando só com a bondade alheia. Não vai ser o seu caso; é um caso especial. Não é o exemplo a seguir; você não precisa viver isso.</p>
<p>Ao falar de preparação, não digo especificamente da mecânica da bicicleta, assunto que sozinho pede muitos outros artigos. O tema aqui é um certo método e procedimento para fazer a viagem com o máximo de prazer e o mínimo de incômodo. No caso limite, esse saber fazer representa a diferença entre voltar a casa conforme o planejado e simplesmente não voltar. Perrengues sempre acontecem, mas uma coisa é um perrengue causado por um evento surpreendente e imprevisto, e outra coisa muito diferente é um perrengue causado por imprudência ou esquecimento. É na intenção de prevenir este segundo tipo de perrengue, e em certos casos, também um pouco do primeiro tipo, que existe esta série de dicas de viagem. Não precisa concordar e seguir todas elas, mas cada uma tem seu embasamento e precisa ao menos ser considerada.</p>
<div id="attachment_1175"><img title="Bem equipado para ir além" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-02-aproveitar-DSC00236.jpg" alt="Bem equipado para ir além" width="500" height="375" />Bem equipado para ir além</p>
</div>
<h3>Segurança pessoal</h3>
<p>Sua segurança pessoal é o mais importante. Todo o resto deve curvar-se a esse princípio.</p>
<ul>
<li>Cada membro de um grupo de viagem deve ter suas próprias ferramentas, itens de segurança e provisões. Nada de filar coisas dos outros. Autonomia é segurança</li>
<li>Não se arrisque à toa. Pedalando em grupo, você precisa assumir muito menos riscos na pilotagem do que o que é normalmente confortável para você. Não é só para não se machucar, mas também para não estragar a viagem dos amigos. Assim como não é legal pedalar com alguém mal-humorado, não é legal pedalar com candidatos a suicida. Histórias fabulosas de capotes animalescos descendo a serra a milhão rendem histórias engraçadas para contar e alguma habilidade nova para pilotar, mas não compensam a aflição e o transtorno causados aos seus companheiros</li>
<li>Se você se comportar como moleque, não será convidado para a próxima viagem</li>
<li>Ande com algum dinheiro trocado. Não fique dependente do caixa eletrônico da próxima cidade que pode estar ainda bem longe. Coisas como travessias do mar em canoas demandam dinheiro na mão</li>
</ul>
<div id="attachment_1177"><img title="Cada  um com seu equipamento e prezando pela segurança" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-03-seguran%C3%A7a-P1020220.jpg" alt="Cada um com seu equipamento e prezando pela segurança" width="500" height="375" />Cada um com seu equipamento e prezando pela segurança</p>
</div>
<h3>Suprimentos</h3>
<ul>
<li>Mesmo contando com a compra de mantimentos no caminho, leve comida de emergência sempre, e muito mais água do que você acha que vai beber. Se algo que deu errado tomar seu tempo e o supermercado da vila fechar, não tem perdão</li>
<li>Caramanhola serve para espantar cachorros. Água de beber mesmo vai no CamelBak (bolsa de hidratação), que tem capacidade muito maior. Compre o seu, em vez de ficar sem água no meio do percurso e beber a do companheiro</li>
<li>Sua salvação no final de um dia ruim pode estar num par de PowerBars insossas e um CamelBak de água morna pela metade. Não comer nada ao pedalar não traz a sensação esperada de fome, e sim uma sensação de cansaço, confusão e mau humor, que você simplesmente não associa à falta de nutrientes. Você sofre à toa e ainda põe a culpa na estrada, ou nos seus pobres companheiros que inventaram de pegar aquela subida</li>
<li>Desidratação não avisa quando está chegando, só depois. Por isso, beba água antes de chegar a sentir sede. Acostume-se a dar um gole a cada 10 minutos. Encha ao máximo o CamelBak e as garrafinhas em todas as paradas com água limpa</li>
</ul>
<div id="attachment_1178"><img title="Pausa para uma geladinha" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-04-supri-P1020853.jpg" alt="Pausa para uma geladinha" width="500" height="375" />Pausa para uma geladinha</p>
</div>
<h3>Vestuário</h3>
<ul>
<li>Use camisa de manga comprida nos dias de sol sem nuvens. Parece contraditório, mas isso é muito melhor para os braços, que são a parte que mais queima</li>
<li>Camisas cobertas de logos para quê? Você não é atleta, não precisa fazer propaganda de ninguém. Toda loja de bike vende camisas lisas, discretas e elegantes. Camiseta de futebol ou de corrida também servem</li>
<li>Camiseta de algodão, nunca. Encharca, não refresca, suja e fede. Camisetas sintéticas leves, além de não terem esses problemas, você pode lavar em qualquer pia de posto de gasolina e logo estará seca, ou pode sair usando ainda úmida nos dias mais quentes</li>
<li>Prefira usar uma bermuda de gente comum, mais discreta, por cima da bermuda acolchoada de ciclismo, que é confortável mas esquisita em paragens urbanas</li>
<li>Se for acampar, um truque legal contra os pernilongos é pedalar com uma calça de ciclismo comprida (legging) e não tirar para dormir. A barraca normalmente barra os bichos, também. Tem que saber armá-la rapidamente</li>
<li>Leve e use o protetor solar. Cuidado especial com a área atrás do pescoço, nariz e orelhas</li>
<li>Se o sol pegar forte, coloque a sua toalha por cima dos ombros e costas</li>
<li>Leve também um chapéu de aba larga, pois quando o sol frita sua cabeça e rosto por horas a fio, o capacete não é a melhor solução. O melhor chapéu é o de algodão com abas largas, que pode ser dobrado e guardado em qualquer lugar</li>
<li>Óculos escuros sempre. Para quem não usa óculos de grau, um transparente para tempo nublado bloqueia insetos e pedrinhas voando nos olhos</li>
<li>Para evitar assaduras, leve uma bisnaguinha de Chamois Butt’r, produto à venda em bike shops</li>
</ul>
<div id="attachment_1180"><img title="Camiseta  dry-fit e legging de ciclismo: conforto" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-05-vest-P1020222.jpg" alt="Camiseta dry-fit e legging de ciclismo: conforto" width="300" height="400" />Camiseta dry-fit e legging de ciclismo: conforto</p>
</div>
<h3>Equipamento</h3>
<ul>
<li>Cicloturismo propriamente dito é feito com barraca, isolante, sleeping bag, saco estanque (à prova d’água), uma toalha do tipo esportivo que fica bem pequena dobrada, jogo de ferramentas de bike completo, lanterna de cabeça de LED, kit de primeiros socorros e um corta-vento impermeável num local acessível da tralha. Tudo isso vai amarrado com tensores elásticos (aranhas) na garupa e dentro do alforje</li>
<li>Não pretende pernoitar? Mesmo assim, ainda precisa do bagageiro, alforjes e saco estanque</li>
<li>O que vai no saco estanque: muda de roupa, os documentos, câmera, celular e todas as outras coisas que não podem molhar</li>
<li>Também é necessário levar um saco hermético ZipLoc contendo um frasco de sabonete líquido e outro de shampoo com condicionador, mais a escova e pasta de dentes, um barbeador simples e um espelhinho. Lenços úmidos ajudam numa parada para almoçar em que você não quer tomar banho na pia do restaurante antes de sentar à mesa</li>
</ul>
<div id="attachment_1185"><img title="A tralha  devidamente presa no bagageiro" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-P1030132.jpg" alt="A tralha devidamente presa no bagageiro" width="500" height="375" />A tralha devidamente presa no bagageiro</p>
</div>
<ul>
<li>Dentro de outro saco hermético vão as pilhas reserva para o farol, a lanterna e a luz de cabeça. Podem ser recarregáveis de NiMH ou alcalinas sem uso</li>
<li>Um saco comum de supermercado deve partir vazio para você colocar todo o lixo gerado durante o pedal, como embalagens de comida. Não deixe rastros que não sejam dos seus pneus</li>
<li>Mochila é para o CamelBak e no máximo um lanche etc. Tem que ser leve. Coisas pesadas – roupa, ferramentas, barraca – vão no alforje. Se contar apenas com a mochila, você vai se arrepender depressa, e bem antes disso os seus ombros e costas vão reclamar bastante</li>
<li>A toalha, o corta-vento impermeável e o saco estanque você acha em casas de camping e produtos para esportes de aventura</li>
<li>Aproveite e pegue também alguns mosquetões, aqueles anéis de alumínio que podem ser usados para tudo: prendedores, chaveiros etc.</li>
<li>Faça uma pedalada de teste do alforje antes da viagem. Sempre precisa ajustar a instalação para o calcanhar não bater, tiras soltas não enroscarem na roda etc. Ter que fazer isso em plena viagem é terrível. Se puder, faça um pedal antes da viagem com ele carregado, ainda que seja parcialmente, como treino</li>
<li>Furos de pneus são o incômodo mais comum em qualquer saída de bicicleta. A maioria dos furos pode ser evitada. Primeiramente, os pneus devem estar bem calibrados; quando fora da pressão recomendada, eles furam mais fácil. Segundamente, os pneus devem obrigatoriamente ser dotados da fita antifuro, uma espécie de manchão de plástico resistente que dá a volta em todo o pneu, protegendo a câmara. A eficácia da fita é extraordinária, não se percebe que está instalada ao rodar, e nem dá para reclamar do preço</li>
</ul>
<div id="attachment_1181"><img title="Cuidados extras com os pneus" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-DSC02516.jpg" alt="Cuidados extras com os pneus" width="500" height="333" />Cuidados extras com os pneus</p>
</div>
<ul>
<li>Beira de estrada é fatal com sujeira perigosa, especialmente cacos de vidro e lascas de metal que você nem sequer enxerga quando está na bike. A mesma precaução vale na cidade</li>
<li>Na bolsa de ferramentas TEM que ter duas câmaras de ar zeradas para cada bicicleta, a fim de não obrigar a arriscar um remendo no escuro em local perigoso e embaixo de chuva, que é uma situação terrível, mas evitável</li>
<li>Também é indispensável um kit de reparo de pneus, vendido pronto nas bike shops, que consiste em remendos, cola, espátulas plásticas e uma lixa. Remendar furos toma bastante tempo, que você poderá não ter na ocasião. Por isso, o kit só será usado para consertar furos quando as câmaras reservas já estiverem em uso. Saiba como se aplica um remendo. Mais uma vez, não conte incondicionalmente com a ajuda do companheiro</li>
<li>Sua bomba de ar será do tipo miniatura, com um cilindro de alumínio estreito e não um de plástico largo, porque cansa menos e atinge pressões mais altas. O modelo da Topeak é caro mas impecável. Saiba “sentir” com os dedos quando a pressão do pneu está boa</li>
<li>Sabe abrir e fechar uma corrente de bicicleta? Hora de aprender. Não tem ainda a multiferramenta? Esperando o quê?</li>
</ul>
<div id="attachment_1182"><img title="Mantenha a corrente  bem lubrificada" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-DSC02518.jpg" alt="Mantenha a corrente bem lubrificada" width="500" height="333" />Mantenha a corrente bem lubrificada</p>
</div>
<ul>
<li>Leve um tubinho de lubrificante para a corrente. Você certamente vai precisar</li>
<li>Luzes de sinalização são obrigatórias. Motorista em estrada com neblina ou chuva simplesmente não enxerga a tempo um ciclista sem luz; pior ainda com chuva</li>
</ul>
<h3>Geografia</h3>
<ul>
<li>Estude bem o mapa antes da trip, aprenda os nomes dos lugares e as distâncias entre eles. Confira os locais bons para descansar. Tome nota da altitude a subir ou descer. Tudo isso é fácil de verificar no Google Maps ou Google Earth</li>
<li>Busque usar as estradas locais e secundárias em vez das rodovias movimentadas</li>
<li>Imprima um mapa da viagem a partir do Google Maps, ponha o papel dentro de um saco hermético ZipLoc e leve consigo. Ou então, se vai carregar a câmera digital na viagem, ponha dentro dela o mapa em JPEG – ou fotografe diretamente o monitor do PC</li>
<li>Durante a viagem, até certo ponto você pode substituir o diário escrito pela sua câmera, simplesmente fotografando o local onde está. A hora da captura fica gravada junto com a foto, o que é bem útil para o levantamento do trajeto posterior à viagem. Melhor ainda com um GPS para assinalar cada ponto</li>
<li>Até mesmo as leituras do odômetro da bike podem ser registradas em fotos, em vez de anotadas em papéis que a próxima chuva podem estragar</li>
<li>Leve uma bússola básica pequena, que pode até ser de chaveiro. Nem sempre vai dar para achar a direção pelas estrelas, e as bucólicas estradas interioranas dão muitas voltas e podem desorientar</li>
</ul>
<div id="attachment_1187"><img title="Uma  bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-07-geo-P1030187.jpg" alt="Uma bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente" width="500" height="375" />Uma bucólica estradinha para se pedalar tranquilamente</p>
</div>
<h3>Rotina de viagem</h3>
<ul>
<li>Programa bom: acordar cedo, pegar a estrada às 8h, dar uma pausa entre 11h e 14h para almoçar evitando o pior do sol, voltar a pedalar até as 19h, escolher o local para dormir – pousada, acampamento etc.</li>
<li>Evite a todo custo ser pego pelo cair da noite, nem em local ermo nem em local transitado. Não pegue rodovia com a bike no escuro; nunca dá para contar com a boa visão nem com o bom senso dos motoristas, em particular à noite</li>
<li>Encher a cara na madruga não rola. Não é verdade que no dia seguinte vai dar para compensar</li>
<li>A chuva não vai parar você, mas vai tirar muita velocidade. Mais um motivo para não querer planejar cada perna da viagem comprida demais. Varia muito de acordo com a topografia do lugar, mas entre 40 km e 70 km por dia é suficiente para cobrir uma boa distância aproveitando o percurso</li>
<li>Tenha sempre um “plano B” para contornar a perda de tempo causada pelos imprevistos</li>
</ul>
<div id="attachment_1186"><img title="Acampados com todo o  conforto" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-06-equipa-P1040069.jpg" alt="Acampados com todo o conforto" width="500" height="375" />Acampados com todo o conforto</p>
</div>
<h3>Interação humana</h3>
<ul>
<li>O grupo não deve ter muita gente, ao menos se todos os membros não se conhecerem bem. Quanto menos gente, mais ágil e mais fácil de coordenar</li>
<li>O nível de esforço do pedal precisa ser compatível com todo mundo. Sempre há a chance de uma só pessoa ser mais lenta que as demais e isso vai causar paradas e atrasos além do planejado, irritando os mais rápidos. A pessoa mais lenta vai ficar constrangida, sentindo-se pressionada pelo grupo, e terminará desmotivada para futuras viagens</li>
<li>Problemas também acontecem com quem é mais rápido. Se a pessoa não estiver de acordo com seguir um ritmo mais relaxado que o seu, vai se entediar e se irritar. Mas ela tem que entender que cicloviagem não é treino nem competição</li>
<li>Em grupos grandes, a diferença de ritmo vira um fator de risco, devido à facilidade de os lentos e rápidos se desgarrarem uns dos outros. Quando alguém no meio ou atrás no grupo sofre um acidente ou falha mecânica, os que gostam de correr na frente só ficam sabendo depois e perdem a oportunidade de ajudar</li>
<li>Coisas como distâncias e horários devem ser combinadas entre todos de antemão e por consenso para evitar irritações durante a viagem. Cada um deve se comprometer com a agenda que todos estabeleceram</li>
<li>Evite ao máximo os atritos com motoristas na estrada. Dê passagem, mesmo que pela lei de trânsito eles devessem dar. Uma estrada estreita perdida num local completamente estranho, percorrida por motoristas que você nunca mais vai ver novamente, não é lugar para praticar ideologia</li>
<li>Manobre de forma previsível, permitindo sempre que o motorista perceba sua intenção</li>
<li>As pessoas do interior em geral gostam de ajudar os viajantes de bike. Puxe conversa, informe-se, aprenda dicas, troque histórias, faça amizades</li>
</ul>
<div id="attachment_1176"><img title="Lex Blagus e Joana Rocha" src="http://blog.blag.us/files/2009/12/ciclo-dicas-02-aproveitar-P1030199.jpg" alt="Lex Blagus e Joana Rocha" width="500" height="375" />Lex Blagus e Joana Rocha</p>
</div>
</div>
<p><em>:</em><a href="http://blog.blag.us/tag/alimentacao/" rel="tag">Alimentação</a>, <a href="http://blog.blag.us/tag/bike/" rel="tag">Bike</a>, <a href="http://blog.blag.us/tag/camping/" rel="tag">Camping</a></p>
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		<item>
		<title>Petzl MyoXP – Arrumando o vício oculto (qualidade ruim do cabo e erro de projeto)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/A-Rp5sw6dB0/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2284#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 10:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[diy]]></category>
		<category><![CDATA[headlamp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2284</guid>
		<description><![CDATA[<p>(aproveite e veja um outro artigo que escrevi sobre headlamps: www.blog.marski.org/?p=1393 )</p> <p>Essa semana arrumei pela 5a. vez uma lanterna Petzl MyoXP.</p> <p>Essa lanterna de cabeça tinha a proposta de ser uma solução &#8220;state-of-art&#8221; para utilização em alta montanha, corrida de aventura, etc&#8230;</p> <p>Pois bem, a lanterna realmente é excelente, não fosse um pequeno detalhe: elas param de funcionar !</p> <p>O problema acontece devido ao projeto do cabo elétrico utilizado para unir o compartimento das pilhas/bateria ao corpo emissor de luz.</p> <p>É um cabo chato, rígido, que depois de um certo tempo de uso, simplesmente rompe os filamentos de cobre internos. Ou rompe a solda junto à placa de circuito impresso da lanterna. Ou rompe os fios no corpo da lanterna. Ou tudo quase ao mesmo tempo.</p> <p>Enfim, do jeito que ela foi projetada não é uma lanterna confiável. E isso em alta montanha pode custar a sua vida.</p> <p>Se você pesquisar na internet, verá que esse <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2284">Petzl MyoXP &#8211; Arrumando o vício oculto (qualidade ruim do cabo e erro de projeto)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(aproveite e veja um outro artigo que escrevi sobre headlamps: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1393">www.blog.marski.org/?p=1393</a> )</p>
<p>Essa semana arrumei pela 5a. vez uma lanterna Petzl MyoXP.</p>
<p>Essa lanterna de cabeça tinha a proposta de ser uma solução &#8220;state-of-art&#8221; para utilização em alta montanha, corrida de aventura, etc&#8230;</p>
<p>Pois bem, a lanterna realmente é excelente, não fosse um pequeno detalhe: <strong>elas param de funcionar !</strong></p>
<p>O problema acontece devido ao projeto do cabo elétrico utilizado para unir o compartimento das pilhas/bateria ao corpo emissor de luz.</p>
<p>É um cabo chato, rígido, que depois de um certo tempo de uso, simplesmente rompe os filamentos de cobre internos. Ou rompe a solda junto à placa de circuito impresso da lanterna. Ou rompe os fios no corpo da lanterna. Ou tudo quase ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Enfim, do jeito que ela foi projetada não é uma lanterna confiável. E isso em alta montanha pode custar a sua vida.</strong></p>
<p>Se você pesquisar na internet, verá que esse é um problema do qual a Petzl possui conhecimento, para citar alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><a href="http://brightbit.blogspot.com/2011/11/petzl-myo-xp-repair.html">brightbit.blogspot.com/2011/11/petzl-myo&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.charlieroberts.com/archives/219">www.charlieroberts.com/archives/219</a></li>
<li><a href="http://forum.fellrunner.org.uk/showthread.php?12116-Myo-XP-stopped-working">forum.fellrunner.org.uk/showthread.php?1&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.fixya.com/support/t3552216-myo_xp_headtorch_suddenly_stopped">www.fixya.com/support/t3552216-myo_xp_he&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.light-test.info/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=100%3Apetzlmyorxp2011&amp;catid=37%3Afaq&amp;Itemid=41&amp;lang=en">www.light-test.info/index.php?option=com&#8230;</a></li>
</ul>
<p>Parece (não tenho certeza disso) que esse problema já foi &#8220;arrumado&#8221; ou &#8220;corrigido&#8221; pela Petzl, e os modelos fabricados a partir de junho de 2010 não apresentam mais o cabo chato, sendo que agora o cabo é redondo, inclusive revestido com fios polipropileno (para aumentar a flexibilidade). Vale dizer que no site da Petzl ainda é exibida a foto do MyoXP com o cabo chato&#8230;</p>
<p>Veja o problema do fio partido:</p>
<div id="attachment_2285" class="wp-caption aligncenter" style="width: 782px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2285" rel="attachment wp-att-2285"><img class="size-full wp-image-2285" title="cabo_partido" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/cabo_partido.jpg" alt="" width="772" height="571" /></a><p class="wp-caption-text">Cabo partido - problema do vício oculto das lanternas de cabeça Petzl MyoXP</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>E veja o novo modelo da MyoXP, onde agora o cabo é redondo <strong>(verifique isso antes de arriscar comprar a sua !):</strong></p>
<div id="attachment_2286" class="wp-caption aligncenter" style="width: 427px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2286" rel="attachment wp-att-2286"><img class="size-full wp-image-2286" title="novo_cabo" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/novo_cabo.jpg" alt="" width="417" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cabo Redondo nos novos modelos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2287" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2287" rel="attachment wp-att-2287"><img class="size-full wp-image-2287" title="novo_cabo02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/novo_cabo02.jpg" alt="" width="389" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">Novo cabo, com os detalhes dos filamentos de polipropileno e a melhor qualidade do cabo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim&#8230; caso a sua MyoXP tenha apresentado problema,  o processo para arrumar a lanterna é um pouco trabalhoso: Você deve abrir o corpo da lanterna (com cuidado, claro) utilizando chaves &#8220;torx , T-6&#8243;.</p>
<p>Ao retirar o corpo da cabeça da lanterna, muito provavelmente o defeito estará logo visível (as imagens a seguir são da lanterna que acabei de arrumar do Pedro Hauck):</p>
<div id="attachment_2288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2288" rel="attachment wp-att-2288"><img class="size-medium wp-image-2288" title="DSC_6223" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6223-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Corpo da lanterna, retire os 4 parafusos &quot;torx&quot; para ter acesso ao interior</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2289" rel="attachment wp-att-2289"><img class="size-medium wp-image-2289" title="DSC_6224" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6224-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Notem duas coisas nessa imagem: a pouca quantidade de pasta térmica no dissipador e conseguem ver o fio partido ?</p></div>
<div id="attachment_2291" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2291" rel="attachment wp-att-2291"><img class="size-full wp-image-2291" title="DSC_6231" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_6231.jpg" alt="" width="599" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do fio partido, bem próximo à placa de circuito impresso</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale dizer que não adianta você simplesmente refazer a ligação (com solda, claro) do fio na placa de circuito impresso.. o problema é o fio que é rigido demais e o fato dele ser plano&#8230; ele irá partir novamente se você fizer isso !</p>
<p>A solução agora é trocar totalmente o cabo. Utilize um cabo redondo, da melhor qualidade possível. Eu utilizei um cabo de computação, utilizado em transmissão de dados entre uma unidade de leitura ótica (CD-ROM) e a entrada de áudio de uma placa-mãe de computador.</p>
<p>No compartimento das pilhas/bateria, é outro problema&#8230; ali há um diodo. Verifique se o diodo *ainda* está funcionando&#8230; se estiver queimado, você terá que troca o diodo ou então ligar o novo cabo diretamente na entrada dele.</p>
<p>Lembre-se de repassar pasta térmica no dissipador de calor, nas lanternas que abrir a quantidade original era ridícula.</p>
<p>Bom&#8230; teste rapidamente o funcionamento da lanterna antes de remontá-la.</p>
<p>Confira as fotos de uma MyoXP depois de todo esse trabalho:</p>
<div id="attachment_2293" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2293" rel="attachment wp-att-2293"><img class="size-full wp-image-2293" title="DSC_7285" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_7285.jpg" alt="" width="800" height="532" /></a><p class="wp-caption-text">A lanterna já arrumada, com um novo cabo</p></div>
<div id="attachment_2294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2294" rel="attachment wp-att-2294"><img class="size-full wp-image-2294" title="DSC_7286" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/DSC_7286.jpg" alt="" width="800" height="601" /></a><p class="wp-caption-text">O cabo original foi totalmente substituído... <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Por último, sei que fora do Brasil (vendo os relatos já citados acima) vários países andaram fazendo a troca e/ou o reparo das MyoXP que apresentaram estes problemas. Parece que não foi o caso aqui no Brasil.</p>
<p>Eu *não* recomendaria a compra deste modelo. Nem é a questão do cabo (que atualmente deve estar corrigido na linha de produção da  Petzl) e sim da falta de estanqueidade do conjunto. Ela mal e mal é resistente à agua&#8230; e a placa de circuito impresso não possui qualquer tipo de proteção contra corrosão.</p>
<p>Por falar em corrosão, você pode aplicar uma fina camada de silicone em cima de todo o conjunto da placa de circuito impresso quando estiver reparando&#8230; <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Minhas recomendações para lanternas de cabeça atualmente seriam (sem qualquer ordem de preferência):</p>
<p>com compartimento externo para baterias:</p>
<ul>
<li>Black Diamond Icon</li>
<li>Princeton Tec Apex</li>
</ul>
<div>
<div id="attachment_2295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2295" rel="attachment wp-att-2295"><img class="size-medium wp-image-2295" title="head01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head01-518x480.jpg" alt="" width="518" height="480" /></a>   <p class="wp-caption-text">Black Diamond Icon</p></div>
</div>
<div id="attachment_2298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2298" rel="attachment wp-att-2298"><img class="size-medium wp-image-2298" title="head04" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head04-640x346.jpg" alt="" width="640" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Princeton Tec Apex (existe uns 3 ou 4 modelos de Apex, todos excelentes)</p></div>
<p>e os modelos compactos:</p>
<ul>
<li>Princeton Tec EOS  (tenho uma e é excelente, falo extensivamente dela nesse outro artigo:  <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1393">www.blog.marski.org/?p=1393</a> )</li>
<li>Petzl Tikka XP2 (tenho o modelo antigo, que é muito boa, com o corpo um pouco frágil em baixas temperaturas&#8230; a minha quebrou a carcaça quando fui trocar as baterias a uns 18 negativos)</li>
</ul>
<p>e alguns modelos da Black Diamond&#8230;</p>
<div id="attachment_2297" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2297" rel="attachment wp-att-2297"><img class="size-medium wp-image-2297" title="head03" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head03-640x301.jpg" alt="" width="640" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Princeton Tec EOS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2299" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2299" rel="attachment wp-att-2299"><img class="size-full wp-image-2299" title="head02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/head021.jpg" alt="" width="375" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Petzl Tikka XP2</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2284&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2284&amp;title=Petzl%20MyoXP%20%26%238211%3B%20Arrumando%20o%20v%C3%ADcio%20oculto%20%28qualidade%20ruim%20do%20cabo%20e%20erro%20de%20projeto%29" id="wpa2a_4">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>100 anos de montanhismo brasileiro! Eu digo sim :-) !</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/JFdj3qPsNYs/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2275#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="wp-caption-text">Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck</p> <p>Acho totalmente desnecessário e improdutivo o questionamento que algumas pessoas e entidades promovem ao questionar a comemoração dos &#8220;100 anos de montanhismo no Brasil&#8221;, que será realizada em função da primeira ascensão do Dedo de Deus, RJ, em 1912.</p> <p>É quase uma questão de retórica falaciosa, sou capaz até de afirmar que com objetivos escusos (haja visto o texto sobre &#8220;Montanhismo Político ? Não !&#8221; do Antônio Paula Faria (www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=&#8230;)</p> <p>É sabido por todos que buscarem aprofundar-se no o assunto que o montanhismo brasileiro antecede à conquista do Dedo de Deus.</p> <p>Diversos são os exemplos de ascensões ou conquistas que antecedem a primeira ascensão do Dedo de Deus, e posso citar o Monte Olimpo, Pão de Açucar, Pedra do Sino e até mesmo o Itatiaia, entre vários outros.</p> <p>Por sua vez, foi através de um consenso entre diversas federações representativas do montanhismo e escalada, além do embasamento <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2275">100 anos de montanhismo brasileiro! Eu digo sim :-) !</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 394px"><img class="  " src="http://2.bp.blogspot.com/-2CKrPu9L7qo/TkAulkMC4II/AAAAAAAAL8M/4zyQAEQkIrM/s640/P1040464.JPG" alt="Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck" width="384" height="256" /><p class="wp-caption-text">Placa de homenagem, foto de Pedro Hauck</p></div>
<p>Acho totalmente desnecessário e improdutivo o questionamento que algumas pessoas e entidades promovem ao questionar a comemoração dos &#8220;100 anos de montanhismo no Brasil&#8221;, que será realizada em função da primeira ascensão do Dedo de Deus, RJ, em 1912.</p>
<p>É quase uma questão de retórica falaciosa, sou capaz até de afirmar que com objetivos escusos (haja visto o texto sobre &#8220;Montanhismo Político ? Não !&#8221; do Antônio Paula Faria (<a href="http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=3186">www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=&#8230;</a>)</p>
<p>É sabido por todos que buscarem aprofundar-se no o assunto que o montanhismo brasileiro antecede à conquista do Dedo de Deus.</p>
<p>Diversos são os exemplos de ascensões ou conquistas que antecedem a primeira ascensão do Dedo de Deus, e posso citar o Monte Olimpo, Pão de Açucar, Pedra do Sino e até mesmo o Itatiaia, entre vários outros.</p>
<p>Por sua vez, foi através de um consenso entre diversas federações representativas do montanhismo e escalada, além do embasamento de vários autores, que considera-se que o montanhismo *e* a escalada brasileira iniciaram-se com a conquista do Dedo de Deus.</p>
<p>No Livro História do Montanhismo no Rio de Janeiro, de Waldecy Mathias Lucena, é citado:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Neste capítulo foram relatadas as primeiras ascensões significativas que tiveram caráter meramente esportivo, como acontece nos dias de hoje. É natural indagar-se qual destas iniciativas marca o início do montanhismo no Brasil. Será a escalada do Pão de Açúcar, em 1817, pela audaciosa Henrietta Carsteirs? Será a subida à Pedra do Sino, em 1841, pelo o escocês George Gardner? Será a criativa ascensão de Horácio e Borba à Pedra do Púlpito, em 1898? Ou será a conquista do Monte Olimpo, em 1879, por Joaquim Olympio?&#8221;</em></p>
<p>E logo na sequência ele conclui que levando em conta a ousadia, a motivação patriótica, a técnica empregada e a repercussão que perdura até os dias de hoje, é razoável considerar que o acontecimento que marcou o início do montanhismo no Brasil foi a conquista do Dedo de Deus, em abril de 1912.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 117px"><img src="http://www.semanademontanhismo.com.br/images/stories/logotipos/selo_100_anos_pequeno.png" alt="" width="107" height="138" /><p class="wp-caption-text">Selo comemorativo aos 100 anos de montanhismo brasileiro</p></div>
<p>Essa não é uma opinião isolada.</p>
<p>Antônio Paulo Faria, em seu livro Montanhismo Brasileiro, Paixão e Aventura, cita as várias ascensões anteriores à conquista do Dedo de Deus, mostrando a relevância e valor histórico, e também conclui:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;O Dedo de Deus é o símbolo do montanhismo brasileiro, não só pela sua beleza e imponência, como por sua história que, de acordo com a maioria dos montanhistas, marca o início da escalada técnica (alpinismo) no Brasil, fato que aconteceu em grande estilo e foi realmente um marco importante e de repercussão internacional.&#8221;</em></p>
<p>Ou seja, ao contrário do que alguns querem afirmar, não está sendo relevada o valor histórico das ascensões anteriores, muito menos menosprezada sua importância.</p>
<p>O próprio website do evento deixa bem evidente que houverem ascensões anteriores ao Dedo de Deus:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.semanademontanhismo.com.br/100anos/breve-historia-do-montanhismo">www.semanademontanhismo.com.br/100anos/b&#8230;</a></li>
<li><a href="http://www.semanademontanhismo.com.br/contato/faq-duvidas-frequentes/42-porque-100-anos-de-montanhismo-brasileiro-em-2012">www.semanademontanhismo.com.br/contato/f&#8230;</a></li>
</ul>
<p>Gostaria de finalizar fazendo uma metáfora, imagine o montanhismo brasileiro como sendo a construção de um bolo.</p>
<p>É como se as ascensões anteriores (Olimpo, Pedra do Sino, Itatiaia, Pão de Açucar, etc&#8230;) fossem as camadas ou recheio desse bolo que foi sendo construído&#8230; E a escalada do Dedo de Deus &#8211;  em virtude do nacionalismo, técnica empregada, divulgação na mídia da época – fosse a cobertura do bolo que finalmente “ficou pronto”.</p>
<p>Ou seja, nessa metáfora,  o bolo não existiria sem o “recheio” (as ascensões anteriores), mas o bolo efetivamente ficou “pronto” quando da ascensão do Dedo de Deus.</p>
<p>Nada mais justo que considerar então esta ascensão como sendo o marco inicial do montanhismo e escalada brasileiras, e essa nem é apenas minha opinião, e sim a opinião de vários autores e estudiosos do assunto, como citado neste próprio texto.</p>
<p>E você, o que pensa sobre o assunto ?</p>
<div>
<div>Davi Marski</div>
<div><a href="http://www.marski.org">www.marski.org</a></div>
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<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2275&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2275&amp;title=100%20anos%20de%20montanhismo%20brasileiro%21%20Eu%20digo%20sim%20%3A-%29%20%21" id="wpa2a_6">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Audax 200 – meu relato dos meus primeiros 200Km de pedal</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/JYQINQemJmQ/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2264#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 11:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As pessoas têm falado que eu não escalo mais&#8230; antes de continuar esse relato, preciso dizer que isso não é verdade ! rsrsrsrs&#8230;</p> <p>A questão é que sempre pedalei, e com essa época chuvosa e instável, realmente dá um desânimo em ir para a rocha, e enquanto isso, as bicicletas ali, quietinhas, esperando para sair e irem passear&#8230; eu não podia deixar as magrelas tão solitárias não é mesmo ?</p> <p>Eu nem sabia o que era Audax até ouvir sobre isso com o Artur Vieira.  E nunca havia pedalado mais do que uns 70Km em um único dia (em trilha de MTB).</p> <p>Dito isso, há cerca de um mês atrás, fiz meu primeiro pedal com mais de 100Km:  saí de SP, pegamos a marginal Tiête e na sequência a rodovia Ayrton Senna, rumo à Camburi/Bertioga, passando pela Serra de Mogi das Cruzes (Rota do Sol).</p> <p>Deu tudo muito errado nesse pedal, várias câmaras furadas, etc&#8230; <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2264">Audax 200 &#8211; meu relato dos meus primeiros 200Km de pedal</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2267" rel="attachment wp-att-2267"><img class="alignright size-full wp-image-2267" title="IMG_5110 - Copy" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/IMG_5110-Copy.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a>As pessoas têm falado que eu não escalo mais&#8230; antes de continuar esse relato, preciso dizer que isso não é verdade ! rsrsrsrs&#8230;</p>
<p>A questão é que sempre pedalei, e com essa época chuvosa e instável, realmente dá um desânimo em ir para a rocha, e enquanto isso, as bicicletas ali, quietinhas, esperando para sair e irem passear&#8230; eu não podia deixar as magrelas tão solitárias não é mesmo ?</p>
<p>Eu nem sabia o que era <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audax" target="_blank">Audax</a> até ouvir sobre isso com o Artur Vieira.  E nunca havia pedalado mais do que uns 70Km em um único dia (em trilha de MTB).</p>
<p>Dito isso, há cerca de um mês atrás, fiz meu primeiro pedal com mais de 100Km:  saí de SP, pegamos a marginal Tiête e na sequência a rodovia Ayrton Senna, rumo à Camburi/Bertioga, passando pela Serra de Mogi das Cruzes (Rota do Sol).</p>
<p>Deu tudo muito errado nesse pedal, várias câmaras furadas, etc&#8230; mas para mim foi uma espécie de libertação (apesar de todas as dores no corpo) passar a saber que eu era *capaz*  de pedalar mais de 100km de uma única vez&#8230;</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Finalmente o dia da verdade chegou. Colocamos as bikes no carro e fomos para o hotel, em Boituva, onde na madrugada do dia seguinte teria início o pedal de 200Km.</p>
<p>Euforia, ansiedade&#8230;. acordei às 04:00h da manhã achando que havia perdido o horário&#8230;. voltei a dormir&#8230; finalmente as 04:50h levanto para um rápido banho.</p>
<p>Ainda no quarto como dois pedaços de pizza que havia surrupiado do jantar no dia anterior.</p>
<p>Às 05:30h fazemos a nossa vistoria na praça da cidade, vistoria essa no qual os fiscais do desafio verificam se você está de capacete, colete refletivo, farol dianteiro e iluminação traseira&#8230;</p>
<p>Voltamos para o hotel para comer mais, ou melhor, finalmente tomar o café da manhã&#8230;</p>
<p>por volta das 06:30h voltamos para a praça, onde presto o máximo de atenção ao briefing do pessoal da organização.</p>
<p>Pouco depois das 07:00h começamos a pedalar, um bloco com mais de 100 audaciosos ciclistas rumo ao desafio de superação pessoal.</p>
<p>Havia bicicletas top, aquelas feitas para velocidade que pesam uns 7kg e custam mais de R$ 10.000,00, da mesma forma que haviam bikes mais pesadas e carregadas, como a minha com seus 15 ou 16 Kg&#8230;</p>
<p>Uma onda de energia percorre o meu corpo, e logo cada um começa a encontrar seu próprio ritmo&#8230;</p>
<p>Após uns 60Km chega o primeiro posto de checagem (PC1).</p>
<p>Descanso uns 30 minutos, reabasteço minhas garrafas de hidratação, como um sanduíche e um gel de carboidrato, estico um pouco as pernas e&#8230; volto a pedalar&#8230;</p>
<p>Depois de uns 20km, já totalizando uns 80Km de pedal, vejo no lado oposto da pista um pelotão de uns 5 ou 6 ciclistas *voltando* do PC2, ou seja, eu estava ainda com 80Km e esse pessoal já estava uns 40 Km na minha frente&#8230;rsrsrsrs</p>
<p>Chego no PC2, totalizando 100Km pedalados&#8230; descanso pouco, coisa de uns 20 minutos, como mais um sanduíche, reabasteço minhas duas garrafas com gatorade, mais gel de carboidrato, metade de uma lata de coca-cola e&#8230; volto a pedalar.</p>
<p>Ao chegar no PC3, totalizando agora 140Km pedalados, já começo a me sentir meio que cansado, as pernas estão pesadas, é esquisito caminhar e não faço praticamente nada a não ser comer, beber bastante água e gatorade  e ficar hora sentado, hora deitado&#8230; o tempo passa rápido e quando me dou conta, fiquei uns 40 ou 50 minutos parado no PC3.</p>
<p>Me bate um desespero ao saber que tenho apenas 4 horas para fazer os últimos 60Km, sendo praticamente a metade desse trajeto é de subida, que o cansaço está pegando &#8220;forte&#8221; para mim, que o sol me incomoda cada vez mais e sem falar do maldito vento contrário&#8230; hah o vento contra é dureza&#8230;</p>
<p>Começo a pedalar com um verdadeiro &#8220;sangue nos olhos&#8221;, e a dor no meu corpo só aumentando. Desligo o MP3 e entro no modo automático, onde apenas passo a me preocupar em manter um ritmo de pedalada em torno de 30 a 35 Km/h nas retas, algo entre 50 a 70Km/h nas descidas, tudo isso para compensar meus pífios 8 a 9 km/h nas subidas&#8230;</p>
<p>Fico esperando o tal do êxtase que a Cintia (minha esposa) tinha dito que iria chegar&#8230; ela falou algo assim: &#8220;não se preocupe muito, vai chegar um momento no qual a dor vai passar e depois vai ser apenas um êxtase&#8230;&#8221;&#8230; E cadê que a tal da dor não passava ? só ia aumentando o peso nas pernas e o cansaço nos joelhos ? até a bunda começou a doer !</p>
<p>Parei de olhar o odômetro para não me desanimar. As subidas (intermináveis) eram uma atrás da outra, um verdadeiro tobogã&#8230; o sol começa a descer na linha do horizonte, as sombras vão ficando looongaaasssssss e finalmente, tomo coragem e olho no odômetro: 191Km pedalados !</p>
<p>Quase tenho um treco ao ver esse número mágico (a barreira dos 190Km) ! Logo vejo uma placa escrita &#8220;Saída para Boituva a 1,5Km&#8221;. Quase me deu vontade de chorar.</p>
<p>Aumento ainda mais a pressão e entro rasgando a cidade&#8230;.</p>
<p>201.7Km pedalados.</p>
<p>Chego com pouco mais de 1hora de folga no PC4, por volta das 19:35h (o PC4 iria fechar as 20:45h)&#8230; na verdade acabei me perdendo dentro da cidade, mas isso é outra história&#8230;rssrsrs</p>
<p>Orgulho de mim mesmo.</p>
<p>Vejo o tempo de chegada dos primeiros amigos audaciosos e fico pensando na força e empenho realizados para conseguirem chegar às 15:25h&#8230; uia !!</p>
<p>Bom&#8230; é isso&#8230; certamente uma prova de desafio e superação pessoal.</p>
<p>Gostei bastante. E vi na prática a diferença que faz usar pneus aro 700cc, calibragem elevada (mais de 100psi) nos pneus, uma coroa 50, 52 dentes&#8230; rsrsrsrsrs  e eu ali, com minha magrela 26&#8243; e &#8220;coroão&#8221; de 48 dentes e freio a disco.. kkkk</p>
<p>Divirtam-se com as fotos :</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-46-2264">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2264&amp;show=slide">
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5077_0.jpg" title="Arrumando a bike no hotel, antes de sair para jantar" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5077_0" alt="img_5077_0" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5077_0.jpg" width="200" height="133" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5081.jpg" title="Artur Vieira e eu, logo após a vistoria as 05:30h" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5081" alt="img_5081" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5081.jpg" width="100" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5082.jpg" title="Concentração do pessoal antes do início" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5082" alt="img_5082" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5082.jpg" width="200" height="150" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5086.jpg" title="Pedalando..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5086" alt="img_5086" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5086.jpg" width="112" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-815" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5092_0.jpg" title="Eu, a Mayara e o Fábio &quot;TUX&quot;, na metade da prova, com 100Km pedalados" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5092_0" alt="img_5092_0" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5092_0.jpg" width="200" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-816" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5095.jpg" title="longas sombras na estrada, o dia está &quot;acabando&quot;..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5095" alt="img_5095" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5095.jpg" width="112" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-817" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5105.jpg" title="e dá-lhe pedal..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5105" alt="img_5105" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5105.jpg" width="199" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-818" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5108.jpg" title="olha só o odômetro" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5108" alt="img_5108" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5108.jpg" width="200" height="133" />
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-819" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5110.jpg" title="Chegando no PC4!" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5110" alt="img_5110" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5110.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-820" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5111.jpg" title="Minha cara de feliz, com a medalha e o odômetro marcando mais de 200Km..." class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5111" alt="img_5111" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5111.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-823" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5114.jpg" title="Eu, Artur Vieira, Mayara e Fábio &quot;Tux&quot;. 
Cansados e Felizes !" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5114" alt="img_5114" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5114.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-822" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/img_5115.jpg" title="E só assim para conseguir voltar a pedalar hoje de novo...rsrsrsrs" class="shutterset_set_46" >
								<img title="img_5115" alt="img_5115" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/audax-200-boituva-2011/thumbs/thumbs_img_5115.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p><strong></strong>para saber mais:</p>
<ul>
<li>
<address><a href="http://audaxsp.wordpress.com/">audaxsp.wordpress.com/</a></address>
</li>
<li><a title="Permanent Link to " href="http://www.blog.marski.org/?p=2253" rel="bookmark">Preparação para o Audax 200Km</a><br />
<address> </address>
</li>
</ul>
<address>Minha comparação tosca entre o Audax e a escalada de alta montanha:</address>
<address> </address>
<address><strong>Audax &lt;-&gt; Alta Montanha</strong></address>
<ul>
<li>120Km = escaladinha básica das montanhas de 4000m por rotas normais</li>
<li>200Km = montanhas de 5000m por rotas normais</li>
<li>300Km = montanhas de 6000m por rotas normais</li>
<li>400Km = montanhas de 6500 ~ 7000m por rotas normais</li>
<li>600Km = montanhas de 6000 ~7000m por rotas técnicas</li>
<li>1000Km = montanhas de 8000m por rotas normais</li>
<li>1200Km = montanhas de 8000m por rotas &#8220;técnicas&#8221;</li>
</ul>
<address>e por ai vai.. por exemplo, imagino que um &#8220;Race Across América&#8221;, com seus quase 4000Km de pedal deve ser algo como um Everest sem oxigênio&#8230;rsrsrsrs</address>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2264&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2264&amp;title=Audax%20200%20%26%238211%3B%20meu%20relato%20dos%20meus%20primeiros%20200Km%20de%20pedal" id="wpa2a_8">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.blog.marski.org/?p=2264</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Preparação para o Audax 200Km</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/sPyfnsorr0o/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2253#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 13:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2253</guid>
		<description><![CDATA[<p>Gosto (muito) de pedalar.</p> <p>Pedalar por pedalar, curtir o visual, pensar na vida&#8230; pedalar como diversão, pedalar como exercício&#8230;</p> <p>Fiquei sabendo sobre o Audax, que é uma prova *não competitiva* onde o objetivo é simplesmente chegar, através de um amigo que também gosta (muito) de pedalar.</p> <p>Pois bem&#8230; neste próximo final de semana irei participar do meu primeiro Audax. Terei que percorrer 200Km de distância em menos de 13:30h. Isso significa manter um média mínima de cerca de 15Km/h por quase 12h de atividade física.</p> <p>Serão quase 3000m de desnível (subidas) acumuladas pela Rod. Castelo Branco.</p> <p>Estou levando para este Audax os seguintes itens:</p> duas garrafas de 700ml (com as quais começarei com elas cheias de maltodextrina) três câmaras novas dois óculos (um transparente e outro escuro) chave multi-uso, incluindo chave para corrente elo extra de corrente (power link) três espátulas de nylon kit de remendo (com cola) bom de combustível bolsa de selim bolsa <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2253">Preparação para o Audax 200Km</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto (muito) de pedalar.</p>
<p>Pedalar por pedalar, curtir o visual, pensar na vida&#8230; pedalar como diversão, pedalar como exercício&#8230;</p>
<p>Fiquei sabendo sobre o <a href="http://audaxsp.wordpress.com/" target="_blank">Audax</a>, que é uma prova *não competitiva* onde o objetivo é simplesmente chegar, através de um amigo que também gosta (muito) de pedalar.</p>
<p>Pois bem&#8230; neste próximo final de semana irei participar do meu primeiro Audax. Terei que percorrer 200Km de distância em menos de 13:30h. Isso significa manter um média mínima de cerca de 15Km/h por quase 12h de atividade física.</p>
<p>Serão quase 3000m de desnível (subidas) acumuladas pela Rod. Castelo Branco.</p>
<p>Estou levando para este Audax os seguintes itens:</p>
<ul>
<li>duas garrafas de 700ml (com as quais começarei com elas cheias de maltodextrina)</li>
<li>três câmaras novas</li>
<li>dois óculos (um transparente e outro escuro)</li>
<li>chave multi-uso, incluindo chave para corrente</li>
<li>elo extra de corrente (power link)</li>
<li>três espátulas de nylon</li>
<li>kit de remendo (com cola)</li>
<li>bom de combustível</li>
<li>bolsa de selim</li>
<li>bolsa de guidão</li>
<li>bolsa de quadro</li>
<li>capacete</li>
<li>colete refletivo (estou com dois, ainda não sei qual irei usar)</li>
<li>luvas</li>
<li>sapatilha spd</li>
<li>saco estanque (pois vou levar celular, dinheiro, etc&#8230;)</li>
<li>pisca traseiro</li>
<li>farol dianteiro (que prendi no garfo da bicicleta, visto que estarei usando uma bolsa de guidão*, uma das regras do Audax é que o farol obrigatoriamente tem que estar fixo no corpo da bicicleta).</li>
</ul>
<p>A idéia é levar um ou dois sanduíches reforçados para comer no PC1 e PC2 (e assim poupar tempo), levo ainda algumas barras de cereal, gel carboidrato com BCAA e talvez leve uns sais de reidratação.</p>
<p>Me sugeriram levar um agasalho para o caso de pegar chuva, mas acho que não vou levar não&#8230;</p>
<p>Devo levar ainda algum anti-inflamatório (para eventuais dores), Mp3, pilhas reservas, talvez um pouco de óleo Finish Line (para usar no meio da prova)  e passar de forma generosa um bloqueador solar em toda a parte exposta do corpo (sei que não vai ser fácil pedalar entre as 11:00h e as 15:00h, com o sol fritando o cérebro). A prova &#8220;começa&#8221; às 05:30h e termina às 20:00h.</p>
<p>Quem sabe eu me empolgo e faço os Audax de 300, 400, 600 e 800 Km ?</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-45-2253">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2253&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
	</div>

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	<!-- Pagination -->
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</div>

</strong></p>
<p>* prendi o farol no garfo da seguinte forma: meu garfo possui furação para bagageiro, então peguei um pedaço de alumínio de uma caixa de direção, com um diâmetro muito próximo ao de um guidão. Serrei na medida apropriada e prendi esse pedaço de tubo redondo de alumínio ao garfo, na sequência bastou fixar a lanterna normalmente, ficou ótimo !</p>
<p>Confira o percurso e a altimetria (Os percursos estão no Bikely:  Brevet 200km <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.bikely.com/maps/bike-path/brevet-200-boituva-03-12-11-v1-2" target="_blank"><a href="http://www.bikely.com/maps/" class="autohyperlink" title="http://www.bikely.com/maps/" target="_blank">www.bikely.com/maps/</a><wbr>bike-path/brevet-200-boituva-</wbr><wbr>03-12-11-v1-2</wbr></a>)</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2258" rel="attachment wp-att-2258"><img class="aligncenter size-large wp-image-2258" title="audax200boituva" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/12/audax200boituva-800x536.jpg" alt="" width="800" height="536" /></a></p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2253&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2253&amp;title=Prepara%C3%A7%C3%A3o%20para%20o%20Audax%20200Km" id="wpa2a_10">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cicloativismo – Fazendo um estêncil</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2246#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2246</guid>
		<description><![CDATA[<p> Semanas atrás quando tive a oportunidade de pedalar pela Av. Paulista, em SP, conheci a Praça do Ciclista.</p> <p>Uma coisa que reparei nos &#8220;pontos de encontro&#8221; e também em vários outros locais era a aplicação de figuras temáticas usando a técica do  estêncil (acho que é assim que se fala, não ?).</p> <p>Decidi baixar um arquivo &#8220;modelo&#8221; pela internet e fazer um estêncil para mim&#8230; e não é que ficou show ?</p> <p>Muito legal espalhar bicicletinhas por aí !!!</p> <p>Passo-a-Passo pra você mesmo fazer seu estêncil.</p> <p>Material : folha de raio-x, matriz, tesoura, estilete, fita adesiva.</p> <p>Como fazer:</p> imprima o modelo (última imagem) e prenda-o no centro da folha de raio-x (ou use o link www.blog.marski.org/wp-content/gallery/b&#8230; ) corte a folha de raio-x (com cuidado, claro) de toda a parte preta da matriz. Retire a matriz e&#8230; agora é só usar o spray da preferência ! <p>Eu peguei um spray prata que eu tinha aqui na minha <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2246">Cicloativismo &#8211; Fazendo um estêncil</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/dsc_6202.jpg" title="" class="shutterset_singlepic802" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/cache/802__320x240_dsc_6202.jpg" alt="dsc_6202" title="dsc_6202" />
</a>
Semanas atrás quando tive a oportunidade de <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2167" target="_blank">pedalar pela Av. Paulista, em SP</a>, conheci a Praça do Ciclista.</p>
<p>Uma coisa que reparei nos &#8220;pontos de encontro&#8221; e também em vários outros locais era a aplicação de figuras temáticas usando a técica do  estêncil (acho que é assim que se fala, não ?).</p>
<p>Decidi baixar um arquivo &#8220;modelo&#8221; pela internet e fazer um estêncil para mim&#8230; e não é que ficou show ?</p>
<p>Muito legal espalhar bicicletinhas por aí !!!</p>
<p>Passo-a-Passo pra você mesmo fazer seu estêncil.</p>
<p>Material : folha de raio-x, matriz, tesoura, estilete, fita adesiva.</p>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ul>
<li>imprima o modelo (última imagem) e prenda-o no centro da folha de raio-x (ou use o link <a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/001.jpg">www.blog.marski.org/wp-content/gallery/b&#8230;</a> )</li>
<li>corte a folha de raio-x (com cuidado, claro) de toda a parte preta da matriz.</li>
<li>Retire a matriz e&#8230; agora é só usar o spray da preferência !</li>
</ul>
<p>Eu peguei um spray prata que eu tinha aqui na minha casa e já fiz uma aplicação no asfalto&#8230; no muro do terreno vazio que tem em frente à minha casa e no jardim !</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-44-2246">

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								<img title="dsc_6199" alt="dsc_6199" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6199.jpg" width="200" height="133" />
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	</div>
	
		
 		
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								<img title="dsc_6203" alt="dsc_6203" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_dsc_6203.jpg" width="196" height="150" />
							</a>
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								<img title="Modelo de estêncil" alt="Modelo de estêncil" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/bike_estencil/thumbs/thumbs_001.jpg" width="200" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p>Muito legal !</p>
<p>Quer mais imagens ? Confira:  <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/bicicletada/clippart/">www.apocalipsemotorizado.net/bicicletada&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2246&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2246&amp;title=Cicloativismo%20%26%238211%3B%20Fazendo%20um%20est%C3%AAncil" id="wpa2a_12">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Belo Monte – Fazendo uma reflexão mais aprofundada</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2210#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2210</guid>
		<description><![CDATA[<p>Está rolando na internet o vídeo com atores globais do Movimento Gota D&#8217;agua (não assistiu ainda ? veja em:  movimentogotadagua.com.br/   )</p> <p>Algumas pessoas criticaram a forma simplista com que o vídeo é apresentado&#8230; claro, o vídeo foi produzido para atingir as grandes massas (por isso os atores da Globo e tudo o mais).</p> <p>Minha colega escaladora, a Marina Demarzo fez um texto que tomo a liberdade de reproduzir:</p> <p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p> <p>Hoje pensar em Belo Monte como algo essencial para o desenvolvimento é pensar antiquadamente.</p> <p>Isso porque já se passou o tempo que os benefícios pelo progresso eram MAIS importantes que as demais variantes. É por pensar assim que o planeta tem tantas mordomias, mas ao mesmo tempo tantas discrepâncias e atrocidades. Atualmente, em pleno século 21, deve-se pensar em equidade no benefício que uma hidrelétrica pode trazer, e também, em IGUAL importância e peso, os pesares que ela carrega, não como um simples revés, mas <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2210">Belo Monte &#8211; Fazendo uma reflexão mais aprofundada</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; margin: 10px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TTS-RPnuGwI/AAAAAAAAEcw/vrega9upFLQ/s320/belo_monte11.jpg" alt="" width="320" height="229" />Está rolando na internet o vídeo com atores globais do Movimento Gota D&#8217;agua (não assistiu ainda ? veja em:  <a href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">movimentogotadagua.com.br/</a>   )</p>
<p>Algumas pessoas criticaram a forma simplista com que o vídeo é apresentado&#8230; claro, o vídeo foi produzido para atingir as grandes massas (por isso os atores da Globo e tudo o mais).</p>
<p>Minha colega escaladora, a Marina Demarzo fez um texto que tomo a liberdade de reproduzir:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Hoje pensar em Belo Monte como algo essencial para o desenvolvimento é pensar antiquadamente.</p>
<p>Isso porque já se passou o tempo que os benefícios pelo progresso eram MAIS importantes que as demais variantes. É por pensar assim que o planeta tem tantas mordomias, mas ao mesmo tempo tantas discrepâncias e atrocidades. Atualmente, em pleno século 21, deve-se pensar em equidade no benefício que uma hidrelétrica pode trazer, e também, em IGUAL importância e peso, os pesares que ela carrega, não como um simples revés, mas como um IMPEDITIVO REAL para sua realização.</p>
<p>O fato é que quando se faz realmente necessário, o “sistema” dá o seu jeito, e consegue construir alternativas criativas para o que se coloca em seu caminho. Um exemplo que podemos citar aqui é a descoberta das famigeradas “células-tronco”. Quando a Igreja (e PRINCIPALMENTE os grandes governantes preocupados com suas imagens) fizeram todo o drama por causa das CT embrionárias, de repente os cientistas encontraram células-tronco por tudo que é lugar no próprio corpo humano adulto, ou ainda no cordão umbilical dos bebês, pois o retorno monetário da possibilidade de uso das CT’s são inimagináveis e sua pesquisa precisava de um modo ou outro continuar. Mas, quando não é do interesse, tecnologias interessantíssimas e financeiramente acessíveis, como motores limpos para automóveis, existem há mais de 10 anos, mas não saem do papel.</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2215" rel="attachment wp-att-2215"><br />
</a><br />
<br clear="ALL" /> Por isso que fazer a “relação direta entre energia e desenvolvimento sócio-econômico” é falar para os porcos que ficarão com as pérolas. Digo isso pois fica fácil enxergar a real relação de interesses sócio-econômicos quando comparamos a quantidade da população com acesso à energia elétrica, que chega a 94%  ou mais em todas as regiões do país, e a rede de esgoto, que passa de 50% apenas no Sudeste (obviamente &#8211; com 79%), e que puxa pra cima o índice nacional de 51%. Podemos ver essa discrepância na tabela abaixo:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2215" rel="attachment wp-att-2215"><img class="size-full wp-image-2215 aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="texto_marina" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/11/texto_marina.jpg" alt="" width="534" height="448" /></a></p>
<div><span style="color: #0000ee;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span><em>*Referências para a tabela:</em></p>
<p><a href="http://www.ibge.gov.br/vamoscontar/guias_flipbook/guia_6_ao_9.pdf" target="_blank">www.ibge.gov.br/vamoscontar/guias_flipbo&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2007/default.shtm" target="_blank">www.ibge.gov.br/home/estatistica/populac&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora podemos pensar: será que os governos pensam INGENUAMENTE ser mais importante pra população a luz do que o saneamento básico? Ou será que a luz que chega até nós é uma CONSEQUÊNCIA da energia que tem que sair das hidrelétricas e chegar aos grandes centros industriais do país?</p>
<p>O futuro deveria ser pensado não na direção de produções “megatônicas” de energia, mas sim, se tivesse como foco as residências, as pessoas físicas, na produção local, na distribuição local, utilizando o que cada região tem de potencialidade. Mas a questão é que não é disso que estamos falando.</p>
<p>Belo Monte se trata de atingir patamares de produção de energia que não tem nada a ver com a gente, “simples mortais”. A nós, como sempre, só cabem as más consequências.</p>
<p>E uma dessas más consequências é o custo do desenvolvimento ocidental ser simplesmente jogado pra nós, os consumidores finais do sistema. Concordo plenamente quando é dito que nenhum de nós está disposto a pagar em prol do meio-ambiente (seja em dinheiro ou em diminuir os benefícios que a vida moderna proporciona). MAS NÃO É ESSA A QUESTÃO.</p>
<p>Em primeiro lugar é preciso estar atento ao verdadeiro ALVO das ações. As pessoas que vivem sua vida cotidiana (as que, como nós, não têm qualquer poder político que possa reger vidas que não estão ao nosso redor) DEVEM SIM ter uma mudança de comportamento, reutilizando, reciclando, não produzindo lixo desnecessariamente, usando o que estiver ao seu alcance que seja o menos prejudicial possível para o planeta. Mas, muito mais importante que é isso é a MUDANÇA DE PENSAMENTO.</p>
<p>Querem jogar a culpa do ESTADO DAS COISAS em nós, e mais, jogar a RESPONSABILIDADE da mudança em nós, dizendo que é nossa vida tem que mudar, que nós é que temos que pagar mais caro se quisermos não fazer mal ao meio-ambiente, que nós vamos ter que fazer sacrifícios, se não quisermos o “mais do mesmo”. E, com essa escolha em mãos, realmente, ou nos tornamos “hipócritas”, para os outros e para nós mesmos, por bradar vozes por uma atitude, mas ter outra no dia-a-dia, ou mandar tudo às favas, por pensar que não tem solução e que é assim mesmo que tem que ser e se contentar entre o “mais ruim”ou o “menos ruim”.</p>
<p>É assim que está bom. NÃO PRA NÓS, mas para os que querem que as coisas permaneçam assim. Nós na realidade somos REFÉNS de um sistema que retira o real valor das coisas em todo o seu processo de produção, e tirando um  pouquinho aqui, um pouquinho ali, a riqueza se acumula em poucos pontos (nos gordos bolsos dos que economizam aqui e ali a sua produção). E os salários de quem trabalha FAZEM PARTE dessa economia. Não recebemos uma quantia suficiente que pague o real valor das coisas, por isso NÃO PODE CABER A NÓS ESSA RESPONSABILIDADE. A maioria esmagadora da população é parte do sistema que precisa ser mudado, mas porque somos TÃO VÍTIMAS quanto o planeta, não algozes dele.</p>
<p>Mas é possível sim uma opção diferente de vida, mas ela só será válida não quando todos nós abrirmos mão do que temos, mas sim quando TODOS NÓS ESTIVERMOS CONVENCIDOS QUE A VIDA PODE PERMANECER A MESMA, MAS DIFERENTE.</p>
<p>Porque será aí que as corporações terão que atender às nossas novas demandas. E vão fazê-lo, se nós realmente quisermos que eles o façam, porque em última instância eles dependem de nós.</p>
<p>Nossas escolhas moldam as escolhas deles. O problema é que antes, eles moldam as nossas. Mas precisamos quebrar esse ciclo e moldarmos nós mesmos o que queremos, porque só aí é que as coisas serão diferentes.</p>
<p>Pra finalizar, fica a dica de um vídeo legal sobre a urgência de se pensar uma nova maneira de vivermos nossa sociedade, o documentário “História das Coisas”:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k</a>.</p>
<p>**************</p>
<p>Adendo do Davi Marski :</p>
<p>para se aprofundar mais sobre o assunto:</p>
<p><a href="http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20%283%29.pdf" class="autohyperlink" title="http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20%283%29.pdf" target="_blank">www.internationalrivers.org/files/Belo%2&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pdf" class="autohyperlink" title="http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pdf" target="_blank">www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE35.pd&#8230;</a></p>
</div>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2210&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2210&amp;title=Belo%20Monte%20%26%238211%3B%20Fazendo%20uma%20reflex%C3%A3o%20mais%20aprofundada" id="wpa2a_14">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Fazendo Lobby pelas fotos do Artur Vieira :-)</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2207#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 20:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com a maior &#8220;cara-de-pau&#8221; venho através do meu blog fazer lobby pelas fotos do meu amigo (e fotógrafo de montanha) Artur Vieira.</p> <p>Ele está participando de um concurso fotográfico com o tema &#8220;Fotografias de Montanha&#8221;, você pode votar nele através do link:</p> <p>www.filmesdemontanha.com.br/fotografo_1&#8230;.</p> <p>São as fotos das montanhas andinas, em especial a Bolívia, um país espetacular É só clicar em &#8220;Curtir&#8221;</p> <p>Abraços !</p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a maior &#8220;cara-de-pau&#8221; venho através do meu blog fazer lobby pelas fotos do meu amigo (e fotógrafo de montanha) Artur Vieira.</p>
<p>Ele está participando de um concurso fotográfico com o tema &#8220;Fotografias de Montanha&#8221;, você pode votar nele através do link:</p>
<p><a href="http://www.filmesdemontanha.com.br/fotografo_1.php" class="autohyperlink" title="http://www.filmesdemontanha.com.br/fotografo_1.php" target="_blank">www.filmesdemontanha.com.br/fotografo_1&#8230;.</a></p>
<p>São as fotos das montanhas andinas, em especial a Bolívia, um país espetacular <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  É só clicar em &#8220;Curtir&#8221;</p>
<p>Abraços !</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2207&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2207&amp;title=Fazendo%20Lobby%20pelas%20fotos%20do%20Artur%20Vieira%20%3A-%29" id="wpa2a_16">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Review da Calça Hard Pro Mountain (com Cordura !)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/AN0_HUTA61s/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2201#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 18:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[hard adventure]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2201</guid>
		<description><![CDATA[<p>Eu venho acompanhando a um bom tempo o surgimento e os produtos da www.hardadventure.com.br, empresa especializada em produtos têxteis de alta tecnologia.</p> <p>Depois de muitas conversas, do qual orgulho-me em ser um dos que espezinharam o Thiago Fernandes (dono da Hard), finalmente temos (voltamos a ter !) no mercado nacional uma calça 100% poliamida com reforço em Cordura (R) nos joelhos e na parte traseira.</p> <p>Nem preciso dizer que uma calça dessas é quase indestrutível, ainda mais com zíperes YKK, o melhor do mundo.</p> <p>Para finalizar, este modelo que estou usando (e apresento abaixo) vira bermuda !</p> <p>Existe coisa melhor ? Super leve, fácil de lavar, seca super rápido, e absurdamente resistente !</p> <p>Sei que tem pra vender na loja www.arcoeflecha.com.br/marca-396-Hard-Ad&#8230; , se você conhece outros locais, me avise (ou comente !) para o pessoal saber !</p> <p>Confiram nas fotos a seguir a descrição da calça, e os detalhes que tentei mostrar </p> <p>Essa calça <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2201">Review da Calça Hard Pro Mountain (com Cordura !)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu venho acompanhando a um bom tempo o surgimento e os produtos da <a href="http://www.hardadventure.com" class="autohyperlink" title="http://www.hardadventure.com" target="_blank">www.hardadventure.com</a>.br, empresa especializada em produtos têxteis de alta tecnologia.</p>
<p>Depois de muitas conversas, do qual orgulho-me em ser um dos que espezinharam o Thiago Fernandes (dono da Hard), finalmente temos (voltamos a ter !) no mercado nacional uma calça 100% poliamida com reforço em Cordura (R) nos joelhos e na parte traseira.</p>
<p>Nem preciso dizer que uma calça dessas é quase indestrutível, ainda mais com zíperes YKK, o melhor do mundo.</p>
<p>Para finalizar, este modelo que estou usando (e apresento abaixo) vira bermuda !</p>
<p>Existe coisa melhor ? Super leve, fácil de lavar, seca super rápido, e absurdamente resistente !</p>
<p>Sei que tem pra vender na loja <a href="http://www.arcoeflecha.com.br/marca-396-Hard-Adventure.html" class="autohyperlink" title="http://www.arcoeflecha.com.br/marca-396-Hard-Adventure.html" target="_blank">www.arcoeflecha.com.br/marca-396-Hard-Ad&#8230;</a> , se você conhece outros locais, me avise (ou comente !) para o pessoal saber !</p>
<p>Confiram nas fotos a seguir a descrição da calça, e os detalhes que tentei mostrar <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Essa calça é perfeita para quem escala, pratica montanhismo, trekking, viaja&#8230;</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-43-2201">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2201&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
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								<img title="dsc_6172" alt="dsc_6172" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/calca-hard-pro-mountain/thumbs/thumbs_dsc_6172.jpg" width="121" height="150" />
							</a>
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								<img title="dsc_6174" alt="dsc_6174" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/calca-hard-pro-mountain/thumbs/thumbs_dsc_6174.jpg" width="200" height="133" />
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								<img title="dsc_6175" alt="dsc_6175" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/calca-hard-pro-mountain/thumbs/thumbs_dsc_6175.jpg" width="99" height="150" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
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								<img title="dsc_6176" alt="dsc_6176" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/calca-hard-pro-mountain/thumbs/thumbs_dsc_6176.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
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								<img title="calca_hard" alt="calca_hard" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/calca-hard-pro-mountain/thumbs/thumbs_calca_hard.jpg" width="95" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2201&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2201&amp;title=Review%20da%20Cal%C3%A7a%20Hard%20Pro%20Mountain%20%28com%20Cordura%20%21%29" id="wpa2a_18">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Problemas com o Kit Escada Pronta da Durafloor e distribuidor Esplane (Campinas – SP)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/u_dUuUT9RZ4/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2190#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 13:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2190</guid>
		<description><![CDATA[<p>Vou resumir a história&#8230;</p> <p>Troquei o piso da minha casa por um laminado da Durafloor. Tudo correu muito bem, produto impecável, instalação perfeita, tudo em ordem (material e serviço fornecido pelo Leroy Merlin de Campinas).</p> <p>A escada ficou diferente do piso, e resolvi trocar a escada também, colocando (para agilizar) o &#8220;kit escada pronta&#8221; também da Durafloor.</p> <p>Como o Leroy Merlin não vendia, através do SAC da própria Durafloor, tive acesso a alguns distribuidores do produto aqui na região de Campinas, e é aqui que o meu martírio começou&#8230;</p> <p>INFELIZMENTE comprei os produtos (degrau, patamar, etc..) com a www.esplane.com.br , uma empresa (e funcionários) que certamente não sabem tratar com os seus clientes&#8230;</p> <p>Qual não foi a minha surpresa quando ao abrir as caixas para iniciar a obra, deparei-me com o exposto nas fotos logo abaixo.</p> <p> [Show as slideshow] [View with PicLens] </p> <p>Obviamente entrei em contato com a Esplane e e pasmem&#8230; sabe <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2190">Problemas com o Kit Escada Pronta da Durafloor e distribuidor Esplane (Campinas &#8211; SP)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou resumir a história&#8230;</p>
<p>Troquei o piso da minha casa por um laminado da Durafloor. Tudo correu muito bem, produto impecável, instalação perfeita, tudo em ordem (material e serviço fornecido pelo Leroy Merlin de Campinas).</p>
<p>A escada ficou diferente do piso, e resolvi trocar a escada também, colocando (para agilizar) o &#8220;kit escada pronta&#8221; também da Durafloor.</p>
<p>Como o Leroy Merlin não vendia, através do SAC da própria Durafloor, tive acesso a alguns distribuidores do produto aqui na região de Campinas, e é aqui que o meu martírio começou&#8230;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>INFELIZMENTE</strong></span> comprei os produtos (degrau, patamar, etc..) com a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.esplane.com.br" target="_blank">www.esplane.com.br</a></strong></span> , uma empresa (e funcionários) que certamente não sabem tratar com os seus clientes&#8230;</p>
<p>Qual não foi a minha surpresa quando ao abrir as caixas para iniciar a obra, deparei-me com o exposto nas fotos logo abaixo.</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-41-2190">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2190&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
	</div>

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							</a>
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	</div>
	
		
 		
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							</a>
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							</a>
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								<img title="dsc_6135" alt="dsc_6135" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/thumbs/thumbs_dsc_6135.jpg" width="99" height="150" />
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	</div>
	
		
 		
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								<img title="dsc_6138" alt="dsc_6138" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/thumbs/thumbs_dsc_6138.jpg" width="200" height="133" />
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	</div>
	
		
 		
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							</a>
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	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-791" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/dsc_6140.jpg" title=" " class="shutterset_set_41" >
								<img title="dsc_6140" alt="dsc_6140" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/thumbs/thumbs_dsc_6140.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-792" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/dsc_6141.jpg" title=" " class="shutterset_set_41" >
								<img title="dsc_6141" alt="dsc_6141" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/esplane/thumbs/thumbs_dsc_6141.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
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</div>

</strong></p>
<p>Obviamente entrei em contato com a Esplane e e pasmem&#8230; sabe qual foi a resposta que obtive ?</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2191" rel="attachment wp-att-2191"><img class="alignnone size-large wp-image-2191" title="resposta_esplane" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/10/resposta_esplane-800x303.jpg" alt="" width="640" height="242" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja&#8230; eles empurraram o problema para a Durafloor&#8230; acho realmente duvidoso que (vejam as fotos !) esse tipo de problema tenha sido gerado pelo fabricante&#8230; de qualquer forma, comprei com o distribuidor oficial da Durafloor e achei realmente lamentável eles simplesmente dizerem que o problema não é deles, e que eu tenho que resolver isso com a Durafloor (que é quase certo não tem nada a ver com o problema).</p>
<p>Enfim&#8230; não podia deixar a obra &#8220;parada&#8221;, aguardando um &#8220;posicionamento&#8221; sabe-se lá de quem&#8230; comprei novos degraus, etc.. com o pessoal da CampiJr (excelente atendimento e com produto a pronta entrega &#8211; Em Campinas)&#8230;</p>
<p>É isso.. o que me resta é &#8220;botar a boca no trombone&#8221;, publicar nos sites de reclamação, com a Durafloor e é claro, entrar no Juizado Especial Cível&#8230;</p>
<p>É bem esse tipo de coisa que qualifica o nosso país como terceiro mundo&#8230;</p>
<p>*********</p>
<p>PS: Em tempo, vejam só o email que enviei para a Esplane e que gerou a resposta acima:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2192" rel="attachment wp-att-2192"><img class="alignnone size-large wp-image-2192" title="esplane01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/10/esplane01-800x511.jpg" alt="" width="640" height="408" /></a></p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2190&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2190&amp;title=Problemas%20com%20o%20Kit%20Escada%20Pronta%20da%20Durafloor%20e%20distribuidor%20Esplane%20%28Campinas%20%26%238211%3B%20SP%29" id="wpa2a_20">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>RCP – Novas diretrizes no APH/PHTLS</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/HtI17XWhJDY/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2183#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 12:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[aph]]></category>
		<category><![CDATA[PHTLS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2183</guid>
		<description><![CDATA[<p>Já fiz alguns cursos de APH  (Atendimento Pré-Hospitalar), incluindo um curso bem extenso de Suporte Básico de Vida na Unicamp e também um curso de PHTLS (PreHospital Trauma Life Suport) e irei fazer um curso de WFR &#8211; Wilderness First Responder, um curso de 80h ministrado pelo pessoal da WMA (Wilderness Medical Associates www.wildmed.com/first-response/wildernes&#8230; ).</p> <p>Uma das coisas que você acaba vendo nesses cursos é a RCP &#8211; Ressucitação Cárdiopulmonar (e recentemente teve o nome alterado para RCPC &#8211; Incluindo a palavra &#8220;cerebral&#8221; no final, por motivos óbvios).</p> <p>Quase todos os protocolos mundiais de RCP/RCPC seguem as diretrizes da American Heart Association &#8211; AHA  (http://www.heart.org), e eles de tempos em tempos &#8211; baseados nas estatísticas de taxa de sobrevida e em pesquisas atualizadas &#8211; alteram as recomendações e protocolos internos.</p> <p>No meu último treinamento de PHTLS o protocolo para atendimento em caso de parada cardiorespiratória era de 30 compressões torácicas e 2 ventilações, ou seja, <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2183">RCP &#8211; Novas diretrizes no APH/PHTLS</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já fiz alguns cursos de APH  (Atendimento Pré-Hospitalar), incluindo um curso bem extenso de Suporte Básico de Vida na Unicamp e também um curso de PHTLS (PreHospital Trauma Life Suport) e irei fazer um curso de WFR &#8211; Wilderness First Responder, um curso de 80h ministrado pelo pessoal da WMA (Wilderness Medical Associates <a href="http://www.wildmed.com/first-response/wilderness-first-responder.php" class="autohyperlink" title="http://www.wildmed.com/first-response/wilderness-first-responder.php" target="_blank">www.wildmed.com/first-response/wildernes&#8230;</a> ).</p>
<p>Uma das coisas que você acaba vendo nesses cursos é a RCP &#8211; Ressucitação Cárdiopulmonar (e recentemente teve o nome alterado para RCPC &#8211; Incluindo a palavra &#8220;cerebral&#8221; no final, por motivos óbvios).</p>
<p>Quase todos os protocolos mundiais de RCP/RCPC seguem as diretrizes da American Heart Association &#8211; AHA  (http://www.heart.org), e eles de tempos em tempos &#8211; baseados nas estatísticas de taxa de sobrevida e em pesquisas atualizadas &#8211; alteram as recomendações e protocolos internos.</p>
<p>No meu <a href="http://www.blog.marski.org/?p=14" target="_blank">último treinamento de PHTLS</a> o protocolo para atendimento em caso de parada cardiorespiratória era de 30 compressões torácicas e 2 ventilações, ou seja, 30X2. Isso independente de ser um ou mais socorristas.</p>
<p>Em 2010 a American Heart Association entrou em consenso que a RCPC é um fator determinante para o retorno da circulação espontânea e da sobrevivência com função neurológica satisfatória,  e em virtude disse a frequência de compressões torácicas foi alterada para até 18 segundos e uma depressão torácica de pelo menos 5 cm (comprimir rápido e forte no centro do tórax, minimizando as interrupções).</p>
<p>Neste último protocolo de 2010 não houve alteração sobre a relação compressão-ventilação (30:2), <strong>porém a seqüência  de procedimentos (chave mnemônica) de suporte básico de vida de A-B-C (abertura de vias aéreas, boa ventilação, circulação/compressões) foi alterada para C-A-B (ou seja, circulação/compressões, abertura de vias aéreas, boa ventilação).</strong></p>
<p>É fundamental que em caso de atendimento à uma PCR se iniciem imediatamente  as compressões a fim de aumentar sua sobrevida e evitar eventuais lesões cerebrais, não perdendo tempo com as ventilações. As ventilações no novo protocolo -de 2010- se tornam secundárias no atendimento inicial. A quantidade de ciclos se mantém inalterada (5 ciclos de 30 compressões torácicas para duas ventilações) independente da quantidade de socorristas.</p>
<p>Um vídeo muito didático com as novas diretrizes pode ser visto em : <a href="http://www.youtube.com/watch?v=O9T25SMyz3A" class="autohyperlink" title="http://www.youtube.com/watch?v=O9T25SMyz3A" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=O9T25SMyz3A</a><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/O9T25SMyz3A" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Uma das mudanças no novo protocolo é a verificação do procedimento “ver-ouvir-sentir se há respiração”, <strong>que foi abolido da seqüência de avaliação da ventilação após a abertura das vias aéreas.</strong> Com a nova seqüência, em substituição à técnica anterior, o socorrista verificará rapidamente a respiração do paciente, com o intuito de confirmar sinais de PCR.</p>
<p>As novas recomendações da AHA para atendimento à uma PCR são:</p>
<p>1- Reconhecimento da PCR e ação imediata;</p>
<p>2- Início da RCPC precoce, enfatizando o novo protocolo;</p>
<p>3- Uso do DEA (desfibrilador automático) assim que disponivel;</p>
<p>4- Cuidados Pós-PCR.</p>
<p>O 4<strong>°</strong> passo salienta o atendimento intra-hospitalar e é uma das novidades mais comemoradas do novo protocolo, divulgado pelo ILCOR (International Liaison Committee on Resuscitation) e validado pela AHA, que sistematiza os cuidados pós PCR, otimizando a função hemodinâmica, neurológica e metabólica, aumentando a taxa de sobrevivência à alta hospitalar entre as vítimas que obtiveram retorno da circulação espontânea (RCE) após a PCR.</p>
<p>Um texto muito didático (em inglês) com as novas diretrizes pode ser visto em <a href="http://www.webmd.com/heart-disease/heart-failure/news/20101015/new-cpr-guidelines-chest-compressions-first" class="autohyperlink" title="http://www.webmd.com/heart-disease/heart-failure/news/20101015/new-cpr-guidelines-chest-compressions-first" target="_blank">www.webmd.com/heart-disease/heart-failur&#8230;</a> e em português um link muito útil é <a href="http://www.prehospitalar.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=113&amp;catid=47&amp;Itemid=83" class="autohyperlink" title="http://www.prehospitalar.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=113&amp;catid=47&amp;Itemid=83" target="_blank">www.prehospitalar.com.br/portal/index.ph&#8230;</a></p>
<p>Vale dizer um adendo: quase todas as paradas cardiorespiratórias são causadas por fibrilação ventricular, e que se não for possível retomar um rítmo cardíaco em uns 10 a 15 minutos através da RCPC, a vítima somente terá uma possibilidade de sobrevivência caso haja um DEA/Desfribiliador acessível, o que é claro, no ambiente selvagem (natural) é impossível de se obter&#8230;</p>
<p>No ambiente natural outras causas possíveis para uma PCR são o trauma mecânico (e para isso a RCPC pode funcionar muito bem) ou alguma reação anafilática à picadas de insetos, nesses casos, a administração imediata (e eventualmente concomitante) de adrenalina (epinefrina) é o protocolo a ser seguido, <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2032" target="_blank">antes mesmo de iniciar-se os sintomas ou mesmo uma PCR em vítimas conhecidamente alérgicas.</a></p>
<p>As novas diretrizes para a RCPC podem ser vistas em (português):<br />
<a href="http://www.heart.org/idc/groups/heart-public/@wcm/@ecc/documents/downloadable/ucm_317343.pdf" target="_blank">www.heart.org/idc/groups/heart-public/@w&#8230;</a></p>
<p>E você, já pensou em fazer pelo menos um curso de 16 ou 20h de &#8220;primeiros socorros&#8221; ?</p>
<p>Por último, um fluxo didático dos procedimentos de RCP:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2184" rel="attachment wp-att-2184"><img class="alignnone size-full wp-image-2184" title="rcp" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/rcp.jpg" alt="" width="600" height="532" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2183&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2183&amp;title=RCP%20%26%238211%3B%20Novas%20diretrizes%20no%20APH%2FPHTLS" id="wpa2a_22">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Rolê de Bike em SP</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2167#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 11:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Neste último final de semana tive a grata oportunidade de pedalar em São Paulo com quem entende do assunto&#8230;</p> <p>Nosso ponto de encontro foi no paraciclo (estacionamento de bicicletas) do BoogBurguer (www.boogburger.com.br/), onde o ArturVieira é gerente da &#8220;lanchonete&#8221;, conosco estava a Renata &#8220;Ruivah&#8221;.</p> <p>Saímos da lanchonete com nossas bikes cheias de energia, nosso circuito foi :</p> <p style="padding-left: 30px;">Av. Engenheiro Caetano Alvares, onde cruzamos a Ponte do Limão sentido av. Sumaré. </p> <p style="padding-left: 30px;">Subimos a av. Sumaré e fomos para a Rua Cônego Eugênio Leite, passamos pela rua Groelândia, e subimos toda a Av. Brigadeiro Luis Antônio até chegarmos na av. Paulista.</p> <p style="padding-left: 30px;">Percorremos toda a Av. Paulista e foi até a rua Dr. Arnaldo, novamente pegamos a av. Sumaré, passamos pela Ponte do Limão, acessamos a Av. Ordem e Progresso e finalmente a av. Engenheiro Caetano Alvares, chegando ao nosso ponto de saída.</p> <p>O rolê foi super legal, ainda mais para <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2167">Rolê de Bike em SP</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2168" rel="attachment wp-att-2168"><img class="alignright size-medium wp-image-2168" title="davi_boogburguer" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/davi_boogburguer-360x480.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>Neste último final de semana tive a grata oportunidade de pedalar em São Paulo com quem entende do assunto&#8230;</p>
<p>Nosso ponto de encontro foi no paraciclo (estacionamento de bicicletas) do BoogBurguer (<a href="http://www.boogburger.com.br/)" class="autohyperlink" title="http://www.boogburger.com.br/)" target="_blank">www.boogburger.com.br/)</a>, onde o ArturVieira é gerente da &#8220;lanchonete&#8221;, conosco estava a Renata &#8220;Ruivah&#8221;.</p>
<p>Saímos da lanchonete com nossas bikes cheias de energia, nosso circuito foi :</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Av. Engenheiro Caetano Alvares, onde cruzamos a Ponte do Limão sentido av. Sumaré. </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Subimos a av. Sumaré e fomos para a Rua Cônego Eugênio Leite, passamos pela rua Groelândia, e subimos toda a Av. Brigadeiro Luis Antônio até chegarmos na av. Paulista.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Percorremos toda a Av. Paulista e foi até a rua Dr. Arnaldo, novamente pegamos a av. Sumaré, passamos pela Ponte do Limão, acessamos a Av. Ordem e Progresso e finalmente a av. Engenheiro Caetano Alvares, chegando ao nosso ponto de saída.</strong></p>
<p>O rolê foi super legal, ainda mais para mim, um &#8220;caipira&#8221; do interior&#8230; passei ao lado do Parque do Ibirapuera, vi o MASP, a praça do Ciclista, a Ghost Bike da <a href="http://vadebike.org/2011/01/homenagem-a-marcia-prado-em-sao-paulo-e-aracaju/" target="_blank">Márcia Prado</a> e também do<a href="http://vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-acidente/" target="_blank"> Antonio Bertolucci</a>&#8230; confesso que fiquei ao mesmo tempo assustado e eufórico ao pedalar vigorosamente pela av. Paulista, do lado esquerdo do corredor exclusivo de ônibus&#8230; um sensação maravilhosa de poder e liberdade invadiu meu corpo quando nós três dominamos totalmente a faixa de rolamento (para termos mais segurança) em plena av. Paulista, às 10:30h da manhã !!!</p>
<p>Moro no interior de SP e por aqui, é muito raro ver alguém que usa a bike no dia-a-dia, para trajetos mais longos. Às vezes um ou outro trabalhador da construção civil em suas bicicletas &#8220;Barra Forte&#8221;. Pedalando em São Paulo deixei de sentir-me como um peixe fora d&#8217;agua: vários e vários ciclistas, indo e vindo, com capacete e tudo o mais, fluindo junto com o trânsito automotor em plenas avenidas movimentadas de São Paulo&#8230;</p>
<p>Até bicicleta de roda fixa eu vi !!</p>
<p>Ainda tive oportunidade de ir na loja da <a href="http://www.ciclourbano.com.br/" class="autohyperlink" title="http://www.ciclourbano.com.br/" target="_blank">www.ciclourbano.com.br/</a> onde aproveitei para comprar um novo paralamas e o Artur comprou uma linda bicicleta de estrada, uma italiana Lazaretti&#8230;</p>
<p>Essa bicicleta (a Lazaretti) merece uma visita especial ao link : <a href="http://blogdaciclourbano.wordpress.com/2011/03/11/lazzaretti-de-volta-a-estrada/" class="autohyperlink" title="http://blogdaciclourbano.wordpress.com/2011/03/11/lazzaretti-de-volta-a-estrada/" target="_blank">blogdaciclourbano.wordpress.com/2011/03/&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2169" rel="attachment wp-att-2169"><img class="alignnone size-medium wp-image-2169" title="IMG_3416" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/IMG_3416-640x426.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Ciclistas na praça do ciclista, foto de Artur Vieira</p>
<p><img class="alignnone" src="http://blogdaciclourbano.files.wordpress.com/2011/03/img_4274.jpg" alt="" width="638" height="482" /></p>
<p>A linda bicicleta de estrada que o Artur comprou como pessoal da <a href="http://www.ciclourbano.com" class="autohyperlink" title="http://www.ciclourbano.com" target="_blank">www.ciclourbano.com</a>.br</p>
<p>Depois ainda trocamos de bicicletas e fomos (dessa vez só eu e o Artur) para São Bento do Sapucaí, onde fizemos uma trilha em estrada de terra entre São Bento do Sapucaí até Gonçalves (ida e volta)&#8230; mas esse rolê é de outro tipo e fica para outro post&#8230;</p>
<p>Abraços !</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2167&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2167&amp;title=Rol%C3%AA%20de%20Bike%20em%20SP" id="wpa2a_24">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Bandanas EcoHead</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2151#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 21:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[ecohead]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> <p>Faz tempo que estou &#8220;enrolando&#8221; para escrever sobre bandanas&#8230; Hoje a tarde vi um excelente post do Pedro Hauck no seu blog ( www.pedrohauck.net/2011/09/bandana-ecohe&#8230; ) falando sobre as bandanas EcoHead e resolvi tomar vergonha na cara e escrever também&#8230;</p> <p>Como o Pedro Hauck cita em seu blog :</p> <p style="padding-left: 30px;">Uma bandana é nada mais nada menos que um pano e a bandana Ecohead é um pano cilíndrico de um material fino, fácil de lavar e de secar que não fede tanto, mesmo depois de muito uso.  Pra quem nunca usou, é um pano somente, mas pra quem já a usou, como eu, é um equipamento padrão que tem mil e uma utilidades. É protetor solar, é boné, é protetor de orelha, pescoço, nariz, enfim&#8230; acaba se tornando parte da sua roupa. Em alta montanha é indispensável. Durante anos eu respirei o ar frio e seco de altitude e fiquei com tosses horríveis, porém <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2151">Bandanas EcoHead</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ecohead.com.br" target="_blank"><img class="aligncenter" title="Clip35" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip35.jpg" alt="" width="325" height="133" /></a></p>
<p>Faz tempo que estou &#8220;enrolando&#8221; para escrever sobre bandanas&#8230; Hoje a tarde vi um excelente post do Pedro Hauck no seu blog ( <a href="http://www.pedrohauck.net/2011/09/bandana-ecohead-mil-e-uma-utilidades.html" class="autohyperlink" title="http://www.pedrohauck.net/2011/09/bandana-ecohead-mil-e-uma-utilidades.html" target="_blank">www.pedrohauck.net/2011/09/bandana-ecohe&#8230;</a> ) falando sobre as bandanas EcoHead e resolvi tomar vergonha na cara e escrever também&#8230;</p>
<p>Como o Pedro Hauck cita em seu blog :</p>
<p style="padding-left: 30px;"><cite><em>Uma bandana é nada mais nada menos que um pano e a bandana Ecohead é um pano cilíndrico de um material fino, fácil de lavar e de secar que não fede tanto, mesmo depois de muito uso.  </em><br />
<em>Pra quem nunca usou, é um pano somente, mas pra quem já a usou, como eu, é um equipamento padrão que tem mil e uma utilidades. É protetor solar, é boné, é protetor de orelha, pescoço, nariz, enfim&#8230; acaba se tornando parte da sua roupa.</em><br />
<em>Em alta montanha é indispensável. Durante anos eu respirei o ar frio e seco de altitude e fiquei com tosses horríveis, porém depois que comecei a usar a bandana pra proteger o nariz, isso acabou. Uso também pra proteger a nuca e a orelha do frio e de queimaduras.</em><br />
<em>Na escalada em rocha, eu uso substituindo o boné em dias quentes, pois a bandana não esquenta muito a cabeça, aliás, ela é boa pra usar no frio da altitude e também no calor de nossas rochas.</em></cite></p>
<p>Eu conheci essas tais bandanas já faz um bom tempo, certamente é impossível dizer quem &#8220;inventou&#8221; as bandanas, desconfio que foram os piratas com suas camisetas enroladas na cabeça (risos), mas falando sério, acho que foi a espanhola Buff (<a href="http://www.buffwear.com" class="autohyperlink" title="http://www.buffwear.com" target="_blank">www.buffwear.com</a>) quem fez as primeiras bandanas com tecido sintético, que não esgarça, não laceia, não perde a cor (e não solta as tiras !! risos).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2152" rel="attachment wp-att-2152"><img class="alignnone size-medium wp-image-2152" title="Clip33" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip33-640x448.jpg" alt="" width="640" height="448" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Os diversos produtos da espanhola Buff, eles são licenciados de grandes marcas com a Marvel, National Geographic&#8230;</strong></em></p>
<p>Na sequência do sucesso, várias e várias marcas ao redor do mundo foram adaptando as estampas às regionalidades de cada público&#8230; a Buff fabrica bandanas de tudo quanto é tipo: com faixa reflexiva da 3M, com polartec, dupla face, etc&#8230;</p>
<p>Surgiram marcas tais como Wind X-treme, Misty Mountain, Zona Wind&#8230;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2156" rel="attachment wp-att-2156"><img class="alignnone size-medium wp-image-2156 aligncenter" title="Clip29" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip29-338x480.jpg" alt="" width="270" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2153" rel="attachment wp-att-2153"><img class="alignnone size-medium wp-image-2153" title="Clip26" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip26-274x480.jpg" alt="" width="215" height="377" /></a>   <a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2154" rel="attachment wp-att-2154"><img class="alignnone size-medium wp-image-2154" title="Clip27" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip27-566x480.jpg" alt="" width="451" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2155" rel="attachment wp-att-2155"><img class="size-medium wp-image-2155 aligncenter" title="Clip28" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip28-346x480.jpg" alt="" width="267" height="371" /></a></p>
<p>E aqui no Brasil temos a EcoHead (<a href="http://www.ecohead.com.br" class="autohyperlink" title="http://www.ecohead.com.br" target="_blank">www.ecohead.com.br</a>) que produz suas bandanas com material 100% oriundo de garrafas PET recicladas. Essas bandanas não desenvolvem cheiro e não deixam proliferar fungos, bactérias, etc&#8230; além de terem proteção UV. Como é feito de garrafa PET reciclada o tecido não é de algodão e sim de poliéster &#8220;microlight&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.ecohead.com.br" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2161 aligncenter" title="Clip35" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip35.jpg" alt="" width="325" height="133" /></a></p>
<p>É um negócio tão legal (leia o post no blog do Pedro Hauck para ver algumas pessoas usando a bandana) que nem dá pra explicar para &#8220;que serve&#8221;. Eu uso por baixo do capacete de escalada, uso com o capacete da bicicleta, uso como gorro, como protetor para poeira, como cachecol&#8230;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2157" rel="attachment wp-att-2157"><img class="size-medium wp-image-2157 aligncenter" title="Clip30" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip30-640x420.jpg" alt="" width="640" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>A Renata (<span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a href="http://ruivaah.wordpress.com/)" class="autohyperlink" title="http://ruivaah.wordpress.com/)" target="_blank">ruivaah.wordpress.com/)</a> </span><span style="font-family: Verdana;">usando seu EcoHead para proteger-se da poeira (Bolívia 2011)</span></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2159" rel="attachment wp-att-2159"><img class="size-medium wp-image-2159 aligncenter" title="Clip32" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip32-542x480.jpg" alt="" width="542" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Meu amigo, Alexis Toni, usando seu EcoHead para se proteger do sol (Bolívia 2011)</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2158" rel="attachment wp-att-2158"><img class="size-medium wp-image-2158 aligncenter" title="Clip31" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip31-525x480.jpg" alt="" width="525" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Alunos do meu curso de escalada em alta montanha, usando o EcoHead durante aula de &#8220;nós&#8221; (Bolívia 2011)</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2160" rel="attachment wp-att-2160"><img class="size-medium wp-image-2160 aligncenter" title="Clip34" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/Clip34-485x480.jpg" alt="" width="485" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Além é claro, das mais diversas formas de utilização destas bandanas !</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mais legal é o preço disso: Um EcoHEad custa aqui no Brasil uns R$ 24,99. Um Buff lá fora não irá sair por menos de US 20,00, com a mesma qualidade e características ! Você encontra pra comprar em tudo quanto é loja de artigos esportivos, na Decathlon, em bicicletarias mais completas, etc&#8230;</p>
<p>A única parte &#8220;chata&#8221; é que isso vicia&#8230; rsrsrsrs Eu devo ter uns 5 ou 6 Ecoheads (e apenas 1 Buff), depois que você começa a usar, as utilidades são tantas que é difícil parar !!</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2151&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2151&amp;title=Bandanas%20EcoHead" id="wpa2a_26">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Bike para Cicloturismo (e commuting) – Thorn Sherpa</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/qsLqM2CvwDc/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2146#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 12:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hoje, enquanto conversava com um amigo que em breve irá partir para uma longa viagem de de bicicleta pela América do Sul (o Artur Vieira &#8211; arturvieira.wordpress.com/ ), ele me mostrou uma bike que é a bike dos sonhos de qualquer cicloturista ou commuter urbano.</p> <p>Estou falando da Thorn Sherpa, uma bike feita na inglaterra por quem realmente entende do assunto. O Site dos caras é www.thorncycles.co.uk/models.html  e o arquivo com os detalhes da Sherpa é realmente espetacular, um verdadeiro manual sobre &#8220;como deve ser&#8221; uma bike projetada para aguentar pancada e longas quilometragens em ambientes inóspitos:</p> <p>&#160;</p> <p></p> <p>&#160;</p> <p>veja a descrição da bike, com tudo quanto é dica sobre o assunto :</p> <p>www.sjscycles.com/thornpdf/ThornSherpaBr&#8230;</p> <p>&#160;</p> <p>Esqueça esse negócio de freio a disco, quadro de alumínio, aro 700cc&#8230;. o negócio para quem vai encarar longas distâncias é manter tudo o mais simples e funcional possível, isso aliado ao poder dos tubos de cromo (no caso <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2146">Bike para Cicloturismo (e commuting) &#8211; Thorn Sherpa</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, enquanto conversava com um amigo que em breve irá partir para uma longa viagem de de bicicleta pela América do Sul (o Artur Vieira &#8211; <a href="http://arturvieira.wordpress.com/" class="autohyperlink" title="http://arturvieira.wordpress.com/" target="_blank">arturvieira.wordpress.com/</a> ), ele me mostrou uma bike que é a bike dos sonhos de qualquer cicloturista ou commuter urbano.</p>
<p>Estou falando da Thorn Sherpa, uma bike feita na inglaterra por quem realmente entende do assunto. O Site dos caras é <a href="http://www.thorncycles.co.uk/models.html " class="autohyperlink" title="http://www.thorncycles.co.uk/models.html " target="_blank">www.thorncycles.co.uk/models.html </a> e o arquivo com os detalhes da Sherpa é realmente espetacular, um verdadeiro manual sobre &#8220;como deve ser&#8221; uma bike projetada para aguentar pancada e longas quilometragens em ambientes inóspitos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2147" rel="attachment wp-att-2147"><img class="alignnone size-medium wp-image-2147" title="thorn" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/09/thorn-483x480.jpg" alt="" width="483" height="480" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>veja a descrição da bike, com tudo quanto é dica sobre o assunto :</p>
<p><a href="http://www.sjscycles.com/thornpdf/ThornSherpaBroLoRes.pdf" class="autohyperlink" title="http://www.sjscycles.com/thornpdf/ThornSherpaBroLoRes.pdf" target="_blank">www.sjscycles.com/thornpdf/ThornSherpaBr&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esqueça esse negócio de freio a disco, quadro de alumínio, aro 700cc&#8230;. o negócio para quem vai encarar longas distâncias é manter tudo o mais simples e funcional possível, isso aliado ao poder dos tubos de cromo (no caso das bicicletas da Thorn, eles inclusivem recebem tratamento térmico !).</p>
<p>Aqui no Brasil o Igo Miyamura faz algo nesse sentido (quadros):  <a href="http://igormiyamura.blogspot.com/ " class="autohyperlink" title="http://igormiyamura.blogspot.com/ " target="_blank">igormiyamura.blogspot.com/ </a> , o quadro que o Artur (e sua namorada, que irá fazer parte da trip junto&#8230;) irão usar foram feitos em tubos de cromo com o Miyamura.</p>
<p>Ainda com a minha conversa com o Artur, fiquei sabendo dos cubos Rohloff (<a href="http://www.ciclourbano.com.br/cubo-de-marchas-rohloff.html" class="autohyperlink" title="http://www.ciclourbano.com.br/cubo-de-marchas-rohloff.html" target="_blank">www.ciclourbano.com.br/cubo-de-marchas-r&#8230;</a>) e dos guidões &#8220;borboleta&#8221;  da Humpert&#8230;</p>
<p>Acho que minha única contribuição relativa ao mundo das bikes foi apresentar o site gringo <a href="http://www.nashbar.com " class="autohyperlink" title="http://www.nashbar.com " target="_blank">www.nashbar.com </a> para o Artur&#8230;</p>
<p>É isso.. a idéia deste post realmente foi o de apresentar o arquivo PDF da bike Thorn Sherpa&#8230; certamente é o estado da arte para bikes com este propósito.</p>
<p>Abs !</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>***********</p>
<p>Atualização em 17.outubro.2011</p>
<p>O  Artur me mandou a dica das bikes da Surly , inclusive o texto onde explica também em muitos detalhes a questão dos componentes, etc.. e tal : <a href="http://surlybikes.com/info_hole/spew/spew_single-speed_drivetrains" class="autohyperlink" title="http://surlybikes.com/info_hole/spew/spew_single-speed_drivetrains" target="_blank">surlybikes.com/info_hole/spew/spew_singl&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2146&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2146&amp;title=Bike%20para%20Cicloturismo%20%28e%20commuting%29%20%26%238211%3B%20Thorn%20Sherpa" id="wpa2a_28">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Miss Fama ou “Slava je kurba” (A fama é uma prostituta)</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2141#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 18:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Barata]]></category>
		<category><![CDATA[ego]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O esloveno Marko Prezelj, ganhador do Piolet d’Or  de 2007 , junto com Boris Lorencic, pela primeira ascensão do pilar noroeste do Chomo Lhari (Tibet), escreveu em carta divulgada recentemente que o motivo de ter ido à cerimônia de premiação na França não foi pelo prêmio em si, mas pela oportunidade que teria de expressar a sua opinião sobre este tipo de evento no meio do montanhismo.</p> <p>Na cerimônia porém, o escalador não conseguiu se expressar como gostaria, devido às limitações do seu inglês. Mais tarde, com mais calma, escreveu uma carta expressando suas idéias sobre o Piolet d’Or e outras premiações similares. Fala abertamente sobre &#8220;circo e fama&#8221;, do papel dos organizadores e da mídia, do erro ao emitir um &#8220;juízo objetivo sobre a ascensão de outra pessoa&#8221; e dos caminhos que estes eventos deveriam tomar para evoluir, sem a necessidade de determinar &#8220;vencedores e perdedores&#8221;.</p> <p>Segue abaixo a tradução integral da carta do <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2141">Miss Fama ou &#8220;Slava je kurba&#8221; (A fama é uma prostituta)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O esloveno Marko Prezelj, ganhador do Piolet d’Or  de 2007 , junto com Boris Lorencic, pela primeira ascensão do pilar noroeste do Chomo Lhari (Tibet), escreveu em carta divulgada recentemente que o motivo de ter ido à cerimônia de premiação na França não foi pelo prêmio em si, mas pela oportunidade que teria de expressar a sua opinião sobre este tipo de evento no meio do montanhismo.</p>
<p>Na cerimônia porém, o escalador não conseguiu se expressar como gostaria, devido às limitações do seu inglês. Mais tarde, com mais calma, escreveu uma carta expressando suas idéias sobre o Piolet d’Or e outras premiações similares. Fala abertamente sobre &#8220;circo e fama&#8221;, do papel dos organizadores e da mídia, do erro ao emitir um &#8220;juízo objetivo sobre a ascensão de outra pessoa&#8221; e dos caminhos que estes eventos deveriam tomar para evoluir, sem a necessidade de determinar &#8220;vencedores e perdedores&#8221;.</p>
<p>Segue abaixo a tradução integral da carta do montanhista esloveno (para ver o texto no original:  <a href="http://www.alpinist.com/doc/ALP18/newswire-prezelj-rejects-piolet-d%27or)" class="autohyperlink" title="http://www.alpinist.com/doc/ALP18/newswire-prezelj-rejects-piolet-d%27or)" target="_blank">www.alpinist.com/doc/ALP18/newswire-prez&#8230;</a></p>
<p><strong>GLADIADORES E PALHAÇOS D’OR &#8211; Sexo (virtual) com Miss Fama?</strong></p>
<p>Muitas pessoas me criticaram por ter participado da cerimônia do Piolet d’Or este ano. Nenhuma delas estava em Grenoble.</p>
<p>Juntar-me a este circo me deu a oportunidade de apresentar publicamente a minha opinião sobre o prêmio. O tempo dirá se isso foi ou não um erro.</p>
<p>Eu não acredito em prêmios para o alpinismo, muito menos em troféus ou títulos concedidos pelo público ou pela mídia. Na cerimônia pude ver e sentir o espírito competitivo criado e alimentado pelos organizadores do evento. A maioria dos escaladores prontamente aceitou este clima sem compreender que haviam sido empurrados para dentro de uma arena onde os espectadores são movidos pelo drama, onde vencedor e perdedor são julgados.</p>
<p>Não é possível julgar a escalada de outra pessoa objetivamente: cada ascensão contém estórias não contadas, influenciadas por expectativas e ilusões que se desenvolvem muito antes de se colocar os pés na montanha. No alpinismo, até o juízo mais pessoal é extremamente subjetivo. Quando retornamos das montanhas, lembramos dos momentos de forma diferente de como aconteceram – naquele local e hora – no momento em que tivemos que tomar decisões sob a pressão de muitos fatores.</p>
<p>Comparar escaladas diferentes não é possível sem algum tipo de envolvimento pessoal, e mesmo assim é difícil.</p>
<p>No ano passado escalei no Alaska, Patagônia e Tibet.</p>
<p>Eu não consigo decidir qual expedição foi a mais &#8230;. a mais &#8220;o quê&#8221; de fato?</p>
<p>Para ilustrar isso eu perguntei (durante a primeira parte da cerimônia) ao pai de vários filhos, qual deles ela considerava o mais/melhor e qual deles o pior? Ele não soube responder.</p>
<p>Eu poderia escolher qual vinho, comida, música, livro ou filme eu gosto mais, em um determinado momento, mas um júri não pode decidir qual é o melhor, pior, ou mais para todos em um ano. Se um júri elege um único vencedor, isso automaticamente implica em um perdedor, que é a essência de uma competição. E um primeiro lugar implica que há um segundo, terceiro, e um último lugar. Será o último lugar realmente menos/pior, ou seriam os vencedores apenas mais adequados ao jogo da manipulação? Teriam eles exagerado a &#8220;beleza&#8221; da sua ascensão de forma mais contundente, e realizado um melhor marketing pessoal frente ao júri?</p>
<p>A idéia de encontros inspiradores no meio da escalada é positiva, porém não posso apoiar a idéia absurda desses mesmos escaladores &#8220;competirem&#8221; no alpinismo.</p>
<p>Na cerimônia do Piolet d’Or eu me posicionei contra esse tipo de competição. Disse que o troféu não é importante para mim porque a escolha de um vencedor é subjetiva, assim como nos concursos de beleza ou de canto, e a influência comercial no evento é óbvia e definitiva. Mas meu inglês pobre me impediu de ser claro.</p>
<p>Mas a história do Piolet d’Or deixa claro que comparar escaladas (e seus protagonistas e ideais) não tem sentido, e muito menos, fazê-lo no decorrer de todo um ano. Se comparar é impossível, o que então a mídia e patrocinadores apresentam e promovem, e porquê? Para aumentar as vendas, ou pela FAMA talvez?</p>
<p>Na Eslovênia, a palavra que se utiliza para fama é também um nome de mulher: &#8220;Slava&#8221;.</p>
<p>Pessoas mais velhas costumavam dizer: &#8220;Slava je kurba&#8221; (Fama é uma prostituta), um dia está dormindo com um e no dia seguinte com outro. Fama é uma armadilha barata armada pela mídia, na qual os complacentes rapidamente caem e são explorados, percebendo tarde demais que confiança e honra não habitam sob o mesmo teto da notoriedade. O público não se importa realmente com os escaladores, que são elos em uma corrente incestuosa ligando uma fome doentia por atenção à mídia que promove ou critica de acordo com seus interesses. Os organizadores do Piolet d’Or sabem e contam com o cruel fato que sempre irão encontrar um monte de gladiadores e palhaços apaixonados e desesperados para desempenhar um papel no jogo da fama. A pergunta mais interessante é se isso é um ‘reality show’ ou novela.</p>
<p>Se a idéia romântica do Piolet d’Or irá sobreviver no futuro, ela deve evoluir para um simples encontro, onde escaladores possam trocar idéias, e compartilhar seus sonhos, ilusões, e realidades. Talvez possam até escalar juntos – ninguém sendo considerado vencedor ou perdedor. Se isso não for possível, então peço à mídia e aos promotores que parem de forçar o espírito competitivo para dentro do alpinismo, e que começem a respeitar os alpinistas, as suas diferenças humanas e a criatividade das idéias que fazem do alpinismo uma experiência complicada e recompensadora.</p>
<p>Peço desculpa se ofendi alguém que é viciado em Miss Fama; ela sai por aí, portanto cuidado com DSTs. E finalizando, os alpinistas são as balas, e a mídia é um rifle. Onde está o alvo?</p>
<p><em>Marko Prezelj</em><br />
<em>Kamnik, Eslovênia</em><br />
<em>Segunda semana de fevereiro de 2007</em></p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2141&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2141&amp;title=Miss%20Fama%20ou%20%26%238220%3BSlava%20je%20kurba%26%238221%3B%20%28A%20fama%20%C3%A9%20uma%20prostituta%29" id="wpa2a_30">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Excel – Parsing de uma string para transformar uma parte de seu conteúdo em um integer</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2135#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 11:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[excel]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ontem em meu trabalho deparei-me com uma situação bem inusitada&#8230;  na demanda que surgiu eu tinha planilha com os dados dos funcionários e precisava montar uma coluna com a carga horária de trabalho mensal de cada um.</p> <p></p> <p>&#160;</p> <p>Ou seja, eu precisava colocar na coluna &#8220;E&#8221; a carga horária que encontrava-se *descrita* em um campo do tipo &#8220;texto&#8221; na coluna &#8220;D&#8221;&#8230;</p> <p>Em computação esse processo de &#8220;pesquisa e tratamento&#8221; é chamado de &#8220;parsing&#8221;. Mas como realizar a busca dentro do conteúdo da coluna, tratar a informação, e obter apenas o número que aparece ali descrito ?</p> <p>Em outras palavras, como fazer isso :</p> <p>MOTORISTA CLASSE ESPECIAL SERVICO SAUDE SMS B &#8211; 200H           -&#62;      200</p> <p></p> <p>A solução que fiz (pode nem ser a mais elegante) foi colocar na coluna &#8220;D&#8221; a seguinte fórmula (lembre-se que estou usando o Excel em português !)  (no exemplo da fórmula abaixo estou colocando na célula E5  o número <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2135">Excel &#8211; Parsing de uma string para transformar uma parte de seu conteúdo em um integer</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem em meu trabalho deparei-me com uma situação bem inusitada&#8230;  na demanda que surgiu eu tinha planilha com os dados dos funcionários e precisava montar uma coluna com a carga horária de trabalho mensal de cada um.</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2136" rel="attachment wp-att-2136"><img class="size-medium wp-image-2136 alignnone" title="excel01" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/08/excel01-640x371.jpg" alt="" width="640" height="371" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja, eu precisava colocar na coluna &#8220;E&#8221; a carga horária que encontrava-se *descrita* em um campo do tipo &#8220;texto&#8221; na coluna &#8220;D&#8221;&#8230;</p>
<p>Em computação esse processo de &#8220;pesquisa e tratamento&#8221; é chamado de &#8220;parsing&#8221;. Mas como realizar a busca dentro do conteúdo da coluna, tratar a informação, e obter apenas o número que aparece ali descrito ?</p>
<p>Em outras palavras, como fazer isso :</p>
<p><strong>MOTORISTA CLASSE ESPECIAL SERVICO SAUDE SMS B &#8211; 200H           -&gt;      200</strong></p>
<p><strong></strong><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2137" rel="attachment wp-att-2137"><img class="alignnone size-medium wp-image-2137" title="excel02" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/08/excel02-640x253.jpg" alt="" width="640" height="253" /></a></p>
<p>A solução que fiz (pode nem ser a mais elegante) foi colocar na coluna &#8220;D&#8221; a seguinte fórmula (lembre-se que estou usando o Excel em português !)  (no exemplo da fórmula abaixo estou colocando na célula E5  o número que estiver contido dentro do texto da coluna D5&#8230;</p>
<p><strong>=PROC(99^99;&#8211;(&#8220;0&#8243;&amp;EXT.TEXTO(D5;MÍNIMO(PROCURAR({0;1;2;3;4;5;6;7;8;9};D5&amp;&#8221;0123456789&#8243;));LIN($1:$10000))))</strong></p>
<p>Ou seja, esse algoritmo é capaz de transformar :</p>
<p>oinnadf7745dddsd em   7745</p>
<p>descrição33 &#8211; um em   33</p>
<p>boi56 gorto 98 em   5698</p>
<p>e por ai vai&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2135&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2135&amp;title=Excel%20%26%238211%3B%20Parsing%20de%20uma%20string%20para%20transformar%20uma%20parte%20de%20seu%20conte%C3%BAdo%20em%20um%20integer" id="wpa2a_32">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>De bicicleta não pode… (mas de carro tudo bem !)</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[proibição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2120</guid>
		<description><![CDATA[<p>Amigos leitores desse blog&#8230; creio que todos sabem que sou um &#8220;ativista&#8221; pelo uso da bicicleta no dia-a-dia e muitos outros ainda sabem que eu vou e volto pro trabalho (cerca de 30Km) quase que diariamente&#8230; pois bem, relato um fato no mínimo inusitado que aconteceu hoje comigo: do lado da minha casa, tem uma grande escola (o www.iasp.br) e dentro dessa escola, tem um mini-mercado (www.paodesal.com.br)&#8230; Saí agora a pouco para comprar arroz integral, açúcar demerara, etc.. no tal mercadinho e fui de bike pro tal mercado&#8230; qual não foi a minha surpresa quando os seguranças da escola vieram atrás de mim para me avisar que era &#8220;proibido&#8221; entrar de bicicleta !!</p> <p>Logo comigo, quase 40 anos e cheio de cabelos grisalhos, usando capacete, com a cestinha de compras cheia, tendo que ser interpelado por seguranças de uma ESCOLA e ouvir que &#8220;entrar de carro pode, de bicicleta não pode não&#8230;&#8221;</p> <p>Nem preciso dizer <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2120">De bicicleta não pode&#8230; (mas de carro tudo bem !)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2121" rel="attachment wp-att-2121"><img class="alignright size-medium wp-image-2121" title="iasp_bike_nao" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/08/iasp_bike_nao-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Amigos leitores desse blog&#8230; creio que todos sabem que sou um &#8220;ativista&#8221; pelo uso da bicicleta no dia-a-dia e muitos outros ainda sabem que eu vou e volto pro trabalho (cerca de 30Km) quase que diariamente&#8230; pois bem, relato um fato no mínimo inusitado que aconteceu hoje comigo: do lado da minha casa, tem uma grande escola (o <a href="http://www.iasp.br" target="_blank">www.iasp.br</a>) e dentro dessa escola, tem um mini-mercado (<a href="http://www.paodesal.com.br" target="_blank">www.paodesal.com.br</a>)&#8230; Saí agora a pouco para comprar arroz integral, açúcar demerara, etc.. no tal mercadinho e fui de bike pro tal mercado&#8230; qual não foi a minha surpresa quando os seguranças da escola vieram atrás de mim para me avisar que era &#8220;proibido&#8221; entrar de bicicleta !!</p>
<p>Logo comigo, quase 40 anos e cheio de cabelos grisalhos, usando capacete, com a cestinha de compras cheia, tendo que ser interpelado por seguranças de uma <strong>ESCOLA</strong> e ouvir que &#8220;<strong><em>entrar de carro pode, de bicicleta não pode não&#8230;</em></strong>&#8221;</p>
<p>Nem preciso dizer como fiquei&#8230; gastei tempo e energia escrevendo (além deste post aqui no blog) uma cartinha para o mercadinho e também para a administração do IASP.</p>
<p>Surpresa mesmo será se alguém se dignar a me responder&#8230; (o que tanto faria, já que prefiro boicotar um local com atitude tão tacanha).</p>
<p>Triste rumo para os alunos de uma escola que pensa assim, ou será que eu é que estou errado ?</p>
<p>O email que enviei para a administração da escola e também para o mercadinho segue abaixo:</p>
<p>********</p>
<p>Prezados Srs.,</p>
<p>Fui hoje (01 de agosto) ao IASP, comprar alguns itens no Mercadinho “Pão de Sal”, entrei normalmente pela guarita e qual não foi a minha surpresa quando ao sair pela portaria, fui interpelado pelos seguranças que ali estavam e fui alertado que eu não poderia entrar no IASP&#8230; Não poderia entrar de bicicleta !</p>
<p>Fiquei pasmo com tal proibição.</p>
<p>Me orientaram que eu deveria estacionar meu veículo (sim, bicicletas são veículos !) ao lado da portaria e ir a pé até o Mercado “Pão de Sal”.</p>
<p>Eu até argumentei que eu havia recém visto um funcionário do IASP, com um colete, andando de bicicleta, e como réplica irônica, tive que ouvir que “<em>o dia que eu fosse funcionário do IASP eu também poderia entrar de bicicleta”.</em></p>
<p>Senhores, o que me espanta é o fato de que eu, com quase 40 anos, ex-aluno desta instituição, cumprindo tudo o que a legislação exige relacionado ao trânsito com bicicletas (até de capacete eu estava). Eu, mais um cidadão que *optou* por deixar seu carro em casa e que tenta contribuir para um mundo melhor (e ter um pouco mais de qualidade de vida) seja *discriminado* por optar por um meio de transporte que não polui, não agride o meio-ambiente e mais do que isso, que deveria ter seu uso estimulado justamente por uma instituição de ensino que participa do processo de formação educacional de nossas crianças.</p>
<p>Carros são &#8220;bem vindos&#8221; e podem circular normalmente dentro das dependências, e bicicletas não ? Se isso não for discriminação, preconceito e retrocesso, então realmente não sei o que seria&#8230;</p>
<p>Realmente lamentável&#8230; e por mais que eu me esforce, não consigo imaginar o motivo da proibição.</p>
<p>Fica aqui o meu desabafo e descontentamento.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Davi A. M. Filho</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2120&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2120&amp;title=De%20bicicleta%20n%C3%A3o%20pode%26%238230%3B%20%28mas%20de%20carro%20tudo%20bem%20%21%29" id="wpa2a_34">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Filminho com algumas das escaladas na Bolívia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/456DiNXb4-E/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2116#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 10:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Editei algumas imagens a partir da câmera GoPro do Vítor Lécio.. ficou legal e tem cerca de 10minutos !</p> <p>As imagens foram capturadas durante meu curso de Escalada em Alta Montanha, que aconteceu (nesse vídeo) em Julho de 2011 na Cordilheira Real, no parque Tuni Condoriri, na Bolívia.</p> <p>A trilha sonora é do Massive Attack, com as músicas Inertia Creeps e I Against I.</p> <p>Delicie-se com as imagens !</p> <p></p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Editei algumas imagens a partir da câmera GoPro do Vítor Lécio.. ficou legal e tem cerca de 10minutos !</p>
<p>As imagens foram capturadas durante meu curso de Escalada em Alta Montanha, que aconteceu (nesse vídeo) em Julho de 2011 na Cordilheira Real, no parque Tuni Condoriri, na Bolívia.</p>
<p>A trilha sonora é do Massive Attack, com as músicas Inertia Creeps e I Against I.</p>
<p>Delicie-se com as imagens !</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vshmDLRCQic" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2116&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2116&amp;title=Filminho%20com%20algumas%20das%20escaladas%20na%20Bol%C3%ADvia" id="wpa2a_36">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bolívia, um país de contrastes e belezas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/CryzUdww21I/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2099#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 22:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2099</guid>
		<description><![CDATA[<p>Há vários e vários anos eu vou durante o inverno a um dos países andinos.</p> <p>A Bolívia em especial me apresenta grande interesse devido à presença da majestosa Cordilheira Real.</p> <p>A Bolívia é um país muito pobre, que apenas conseguiu dar alguns poucos passos em direção à uma melhor qualidade de vida para a sua população com a ascensão do líder indígena Evo Morales à presidência deste país.</p> <p>O país foi (e ainda é) expropriado de seus parcos recursos naturais durante séculos.</p> <p>Li na semana retrasada o livro do uruguaio Eduardo Galeano, “As veias abertas da América Latina”. Um livro contundente e perturbador, que simplesmente apresenta os mais de 500 anos de achaques e saques de cada um dos países da América Latina. Europeus e Estadunidenses ditaram os rumos econômicos e sociais, vilipidiando a cultura popular, dizimando populações e explorando ao máximo possível tudo o que fosse de interesse (deles).</p> <p>É do Eduardo Galeano a <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2099">Bolívia, um país de contrastes e belezas</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários e vários anos eu vou durante o inverno a um dos países andinos.</p>
<p>A Bolívia em especial me apresenta grande interesse devido à presença da majestosa Cordilheira Real.</p>
<p>A Bolívia é um país muito pobre, que apenas conseguiu dar alguns poucos passos em direção à uma melhor qualidade de vida para a sua população com a ascensão do líder indígena Evo Morales à presidência deste país.</p>
<p>O país foi (e ainda é) expropriado de seus parcos recursos naturais durante séculos.</p>
<p>Li na semana retrasada o livro do uruguaio Eduardo Galeano, “As veias abertas da América Latina”. Um livro contundente e perturbador, que simplesmente apresenta os mais de 500 anos de achaques e saques de cada um dos países da América Latina. Europeus e Estadunidenses ditaram os rumos econômicos e sociais, vilipidiando a cultura popular, dizimando populações e explorando ao máximo possível tudo o que fosse de interesse (deles).</p>
<p>É do Eduardo Galeano a frase<strong> “A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la”</strong></p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2100" rel="attachment wp-att-2100"><img class="alignnone size-full wp-image-2100" title="veias" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/veias.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Há um link para o livro na íntegra:  <a href="http://copyfight.noblogs.org/gallery/5220/Veias_Abertas_da_Am%C3%83%C2%A9rica_Latina%28EduardoGaleano%29.pdf">copyfight.noblogs.org/gallery/5220/Veias&#8230;</a></p>
<p>Passado mais de dois séculos de independência, a Bolívia continua sendo um país servil (principalmente ao Brasil, uma vergonha o que a Petrobrás faz com o gás boliviano, pra não citar outras ingerências e desmandos). As condições sociais e econômicas pouco mudaram, e trabalhadores nos <em>pueblos</em> vivem sob regimes assemelhados ao feudalismo ainda hoje. Nas grandes cidades empregos são oferecidos por Bs 400,00 (ou cerca de R$ 100,00) por mês !</p>
<p>Um país pobre e explorado por todos, até mesmo por grande parte dos turistas que simplesmente ignoram que estão em país que se encontra na 134ª. posição de uma lista de expectativa de vida ao nascer (de um total de menos de 200 países catalogados pela ONU). A Bolívia só é “melhor” do que alguns países africanos&#8230; na imagem abaixo (clique no link ou na imagem para ver em tamanho maior) a Bolívia é o pais em cor amarela, logo do lado esquerdo do Brasil&#8230;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2101" rel="attachment wp-att-2101"><img class="alignnone size-large wp-image-2101" title="expectativa_vida" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/expectativa_vida-800x333.png" alt="" width="640" height="266" /></a></p>
<p>(<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_esperan%C3%A7a_m%C3%A9dia_de_vida_%C3%A0_nascen%C3%A7a">pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%&#8230;</a>)</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Life_Expectancy_2005-2010_UN_WPP_2006.PNG">pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Life_Expe&#8230;</a></p>
<p>Escrevo isso pois fico realmente revoltado ao ver uma criança de 4 ou 5 anos trabalhando como engraxate, como vi nesta semana, mais uma vez, na Plaza Murillo (em frente ao palácio presidencial aqui da Bolívia &#8211; já escrevi no meu blog sobre <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1513" target="_blank">trabalho infantil</a> no Brasil, cenas que aconteceram a menos de 200m de minha casa e que muitos consideram “normal” e “edificador”&#8230;.)</p>
<p>Me revolta ver “colegas” brasileiros pedindo descontos em serviços que equivalem a R$ 0,25 ou então fazendo “leilão de preços” para ver quem cobra mais “barato” para realizar um serviço de transporte, de guia de montanha, etc&#8230;</p>
<p>Acredito muito no tão falado “fair trade”, onde as relações comerciais se baseiam de uma forma justa e equânime entre todas as partes, onde todos possam ganhar o seu quinhão.</p>
<p><strong>Não quero ser eu o explorador com o chicote da opressão nas mãos.</strong></p>
<p>Eu havia pensado em escrever sobre a beleza das montanhas, da diversão no acampamento base do Condoriri (onde estive dando um <a href="http://www.marski.org/cursos/escalada-alpina-e-alta-montanha" target="_blank">curso de escalada em alta montanha</a>), mas passado quase 20 anos que venho à Bolívia (entre outros países) vejo que pouco mudou em duas décadas, e que escrever sobre a beleza e as coisas belas é muito fácil.</p>
<p>O Illimani é uma bela montanha com quase 6500m que pode ser vista a partir de toda a cidade de La Paz.</p>
<p>No seu entorno existem dois pueblos: Estancia Una  e Pinaya.</p>
<p>Pinaya é um pueblo com 115 habitantes que vivem da agricultura de subsistência e também dos serviços de “arriero” para os turistas e escaladores que vão ao Illimani. Quase me esqueço: uma parcela significativa de pessoas vivem também, durante a temporada, prestando serviços de “porteadores” de cargas para os acampamentos avançados na montanha.</p>
<p>E há quem ainda explore esse povo sofrido querendo “descontos” no transporte de uma mochila por uma mula ou por um carregador&#8230;</p>
<p>Em Pinaya, cidade que conheci a primeira vez há quase 20 anos, fiquei nesta semana na casa da Dueña Nieves, mãe do meu amigo Jenaro Yupanqui.</p>
<p>Eles levam uma vida simples, baseada grande parte em uma agricultura de subsistência e no escambo.</p>
<p>Não tenho muito &#8220;pique&#8221; para continuar escrevendo&#8230; gostaria de realmente recomendar a compra e a leitura do livro do Eduardo Galeano, talvez assim seja possível ampliar nossos horizontes a respeito da nossa situação de país colonizado de forma tão vil. Recomendo ainda as belas fotos do meu amigo Artur Vieira:  <a href="http://www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/72157627151626253/" class="autohyperlink" title="http://www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/72157627151626253/" target="_blank">www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/7&#8230;</a> e em breve colocarei também as fotos do Fred(erico) Campos.</p>
<p>Enquanto isso, compartilho com todos algumas fotos que ilustram o que quero dizer&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2105" rel="attachment wp-att-2105"><img class="alignnone size-full wp-image-2105" title="nieves" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/nieves.jpg" alt="" width="632" height="422" /></a></p>
<p>Dueña Nives, Don Andres e Dueña Alicia preparando o almoço na cozinha. foto por Artur Vieira (<a href="http://www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/72157627151626253/" class="autohyperlink" title="http://www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/72157627151626253/" target="_blank">www.flickr.com/photos/arturvieira/sets/7&#8230;</a> )</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2102" rel="attachment wp-att-2102"><img class="alignnone size-full wp-image-2102" title="andres" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/andres.jpg" alt="" width="636" height="424" /></a></p>
<p>Dueña Nieves e Don Andres, mãe e padrasto do meu amigo Jenaro Yupanqui, foto por Artur Vieira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2103" rel="attachment wp-att-2103"><img class="alignnone size-full wp-image-2103" title="discussao" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/discussao.jpg" alt="" width="626" height="465" /></a></p>
<p>De costas, o guia Agostin, ao lado esquerdo, sua esposa (Alicia), do meu lado o guia Rodolfo e o Sr. Andres: noite adentro conversando sobre política internacional e expectativas para o povo boliviano. Foto por Artur Vieira</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2104" rel="attachment wp-att-2104"><img class="alignnone size-full wp-image-2104" title="criancas" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/07/criancas.jpg" alt="" width="632" height="420" /></a></p>
<p>Crianças em Pinaya, Foto por Artur Vieira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É isso&#8230; fica a &#8220;dica&#8221; para que todos possam conhecer este lindo país, de belas paisagens e povo amistoso&#8230;</p>
<p>Namastê !</p>
<p>Davi Marski</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2099&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2099&amp;title=Bol%C3%ADvia%2C%20um%20pa%C3%ADs%20de%20contrastes%20e%20belezas" id="wpa2a_38">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tornando a água potável (e outras coisas)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/J3dPxU_zxd8/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2090#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 19:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada de Alta Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A não ser que você tenha coletado uma neve recém-caída para obter água, a água não deve ser considerada potável.</p> <p>Mesmo que o riacho ao lado de sua barraca no acampamento pareça cristalino, diversos parasitas podem estar a espreita para causar infecções instestinais. Você não tem como saber se há um banheiro ou fezes de animais em um local mais acima no riacho onde você está. A água pode estar contaminada, por mais limpa e cristalina que ela pareça.</p> <p>A maioria das doenças relacionadas com a água é causada por:</p> <p style="padding-left: 30px;">Protozoários – Isso inclui Cryptosporidium e Giardia lamblia .Todos os protozoários são maiores que 1 micron.</p> <p style="padding-left: 30px;">Bactérias – Que causam doenças como diarréia e disenteria. A maioria das bactérias é do tamanho de 0,5 micron, sendo que algumas como a Campylobactor chegam a 0,3 micron ou menores ainda.</p> <p style="padding-left: 30px;">Vírus – Que causam doenças como hepatite e pólio, entre outras. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2090">Tornando a água potável (e outras coisas)</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A não ser que você tenha coletado uma neve recém-caída para obter água, a água não deve ser considerada potável.</p>
<p>Mesmo que o riacho ao lado de sua barraca no acampamento pareça cristalino, diversos parasitas podem estar a espreita para causar infecções instestinais. Você não tem como saber se há um banheiro ou fezes de animais em um local mais acima no riacho onde você está. A água pode estar contaminada, por mais limpa e cristalina que ela pareça.</p>
<p>A maioria das doenças relacionadas com a água é causada por:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Protozoários</strong> – Isso inclui <em>Cryptosporidium</em> e <em>Giardia lamblia </em>.Todos os protozoários são maiores que 1 micron.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Bactérias</strong> – Que causam doenças como diarréia e disenteria. A maioria das bactérias é do tamanho de 0,5 micron, sendo que algumas como a <em>Campylobactor</em> chegam a 0,3 micron ou menores ainda.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Vírus</strong> – Que causam doenças como hepatite e pólio, entre outras. Estão concentradas nos países em desenvolvimento.</p>
<p>A forma mais usual de purificar a água é através do uso do Hipoclorito de Sódio a 2,5%. Bastam duas gotas para cada litro de água e esperar cerca de 30 minutos antes de beber. Eu prefiro esse método. Normalmente filtro a água suja e barrenta com um coador de pano e na sequência purifico com cloro e muitas vezes com o SODIS (veja logo abaix0) também</p>
<p>Acabei de comprar por R$ 5,00 no supermercado da &#8220;esquina&#8221;:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2091" rel="attachment wp-att-2091"><img class="alignnone size-full wp-image-2091" title="DSC_5484" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/DSC_5484.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2092" rel="attachment wp-att-2092"><img class="alignnone size-full wp-image-2092" title="DSC_5486" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/DSC_5486.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Existe também os comprimidos de &#8220;Clor-in&#8221; (<a href="http://www.clorin.com.br/) " class="autohyperlink" title="http://www.clorin.com.br/) " target="_blank">www.clorin.com.br/) </a> e MicroPur (<a href="http://www.katadyn.com/en/katadyn-products/products/katadynshopconnect/katadyn-micropur/" class="autohyperlink" title="http://www.katadyn.com/en/katadyn-products/products/katadynshopconnect/katadyn-micropur/" target="_blank">www.katadyn.com/en/katadyn-products/prod&#8230;</a> )</p>
<p>Outra forma de purificar a água é através do uso de Iodo a 2%, use 5 gotas para cada litro de água e também aguardar 30 minutos antes de beber. O problema do iodo é que ele deixa um gosto muito ruim na água e pessoas com problemas na tireóide (e mulheres grávidas) não podem utilizar esta forma de tratamento para purificar a água. Para piorar, alguns protozoários não morrem com o iodo (como o <em>Cryptospodirum</em>). Se necessário, o uso de filtros de carvão remove praticamente todo o iodo.</p>
<p>Ferver a água não é uma opção viável pois demanda o uso de combustível e a água ferve a baixas temperaturas em altitude (se for o caso, é claro)</p>
<p>Compare a eficiência dos tratamentos de água:</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="675" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="35%"><strong>Método/Patogênia</strong></td>
<td width="22%"><strong>Protozoário</strong></td>
<td width="26%"><strong>Bactéria</strong></td>
<td width="17%"><strong>Vírus</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Ferver  a 100ºC por  mais de 5 minutos</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Iodo</td>
<td>A maioria exceto Cryptosporidium</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Hipoclorito de Sódio entre 2,5 a 5%</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Filtro (1 micron)</td>
<td>Sim</td>
<td>Não</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Filtro (0,2 micron)</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Filtro (0,5 micron)</td>
<td>Sim</td>
<td>A maioria exceto <em>Campylobactor</em></td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Filtro (1 micron ou menor usado com iodo ou hipoclorito de sódio)</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma outra forma muito eficiente de purificar a água é através do processo chamado desinfecção solar ou SODIS (do inglês <em>solar disinfection</em>) (www.sodis.ch/index_EN)</p>
<p>Este método está-se tornando muito popular, porque é barato, simples e exige pouco trabalho. A água tratada fica tão limpa quanto a água fervida.</p>
<p>Este método requer apenas garrafas de plástico transparentes (tipo as garrafas PET, não pode ser garrafas de vidro).</p>
<p>Basta encher a garrafa com aproximadamente três quartos de água, tampar e mexer com força por uns 20 segundos.  Sem seguida basta deixar esta água exposta à radiação ultravioleta emitida pelo sol. Em geral bastam 6 horas de exposição (ou menos, dependendo da sua altitude) para que a água esteja potável para o consumo. Claro que se você estiver em um local muito frio este método não irá funcionar pois a água irá congelar&#8230;</p>
<p>Por último, existem excelentes filtros mecânicos e híbridos fabricados pela Katadyn e pela Mountain Safety Research (MSR) (<a href="http://www.katadyn.com" class="autohyperlink" title="http://www.katadyn.com" target="_blank">www.katadyn.com</a>     e    http://cascadedesigns.com/MSR ), na foto abaixo estou filtrando a água no Acampamento Base do Condoriri, na Bolívia:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2093" rel="attachment wp-att-2093"><img class="alignnone size-full wp-image-2093" title="msr" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/msr.jpg" alt="" width="570" height="469" /></a></p>
<p>Lembre-se que a água oriunda da neve derretida (ou a água da chuva) é uma água muito pobre em sais minerais e deve ser evitada de ser bebida em sua forma pura.</p>
<p>Agora vem um outro &#8220;problema&#8221;, que é justamente levar a água até o local onde eventualmente será preparado o alimento, etc.. etc&#8230; Muitas vezes a água é retirada de um riacho, de um lago, da borda de um glaciar&#8230;  Claro, você sempre pode pegar uma panela e ir buscar a água, mas exite um balde portátil e feito de tecido exatamente com este objetivo, e o melhor de tudo: absurdamente leve e compacto !</p>
<p>É feito pela SeaToSummit  e o balde de 20Litros pesa apenas 110g. Ele vem em uma embalagem para transporte:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2094" rel="attachment wp-att-2094"><img class="alignnone size-full wp-image-2094" title="DSC_5477" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/DSC_5477.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>e ele aberto possui uma alça para tranporte e fica inclusive &#8220;em pé&#8221;  sozinho:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2095" rel="attachment wp-att-2095"><img class="alignnone size-full wp-image-2095" title="DSC_5481" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/DSC_5481.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Inclusive ele possui marcação do lado interno de quantos litros já foram ocupados:</p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2096" rel="attachment wp-att-2096"><img class="alignnone size-full wp-image-2096" title="DSC_5482" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/06/DSC_5482.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>confiram algumas fotos do balde em ação :</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-40-2090">

	<!-- Slideshow link -->
	<div class="slideshowlink">
		<a class="slideshowlink" href="http://www.blog.marski.org/?p=2090&amp;show=slide">
			[Show as slideshow]		</a>
	</div>

	<!-- Piclense link -->
	<div class="piclenselink">
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			[View with PicLens]		</a>
	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5612.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5612" alt="dsc_5612" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5612.jpg" width="99" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-773" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5614.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5614" alt="dsc_5614" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5614.jpg" width="99" height="150" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-774" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5615.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5615" alt="dsc_5615" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5615.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-775" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5617.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5617" alt="dsc_5617" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5617.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-776" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5619.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5619" alt="dsc_5619" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5619.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-777" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
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			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5622.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5622" alt="dsc_5622" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5622.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-778" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/dsc_5626.jpg" title=" " class="shutterset_set_40" >
								<img title="dsc_5626" alt="dsc_5626" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/gallery/saco-sts/thumbs/thumbs_dsc_5626.jpg" width="200" height="133" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
 	<div class='ngg-clear'></div>
 	
</div>

</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse balde é espetacular e certamente ele será muito útil nas minhas expedições <img src='http://www.blog.marski.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para comprar é simples, basta encontrar uma loja no Brasil pelo endereço  <a title="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" href="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" target="_blank">www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?…</a></p>
<p>ou ainda :</p>
<ul>
<li><a href="http://www.casadepedra.com.br/">www.casadepedra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.adventura.com.br/">www.adventura.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.penatrilha.com.br/">www.penatrilha.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.packandtrack.com.br/">www.packandtrack.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.lojasmundoterra.com.br/">www.lojasmundoterra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.bivak.com.br/">www.bivak.com.br</a></li>
</ul>
<p>Abs e bom uso (seguro) da água !</p>
<p><strong>Hah&#8230; quase me esqueço de um dos itens mais importantes deste artigo:  não utilize sabão nem detergente (biodegradável ou não) para limpar as panelas, talheres, pratos, etc.. quando estiver em um ambiente natural ! Basta um paninho ou um pouco de areia para limpar uma panela ou prato&#8230; Se for indispensável utilizar algum produto químico para limpar os artigos de cozinha, POR FAVOR, faça a pelo menos 25m de distância de qualquer curso de água, rio, riacho, veio de água, etc&#8230; a natureza, os animais e o frágil ambiente de montanha agradecem ! </strong></p>
<p>Para saber mais sobre mínimo impacto os sites abaixo são show:</p>
<p><a href="http://www.pegaleve.org.br/" class="autohyperlink" title="http://www.pegaleve.org.br/" target="_blank">www.pegaleve.org.br/</a></p>
<p><a href="http://www.lnt.org/" class="autohyperlink" title="http://www.lnt.org/" target="_blank">www.lnt.org/</a></p>
<p>Agora sim, um abs !</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Davi Marski</p>
<p><a href="http://www.marski.org" class="autohyperlink" title="http://www.marski.org" target="_blank">www.marski.org</a></p>
<p><a href="http://www.blog.marski.org" class="autohyperlink" title="http://www.blog.marski.org" target="_blank">www.blog.marski.org</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2090&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2090&amp;title=Tornando%20a%20%C3%A1gua%20pot%C3%A1vel%20%28e%20outras%20coisas%29" id="wpa2a_40">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Não foi acidente !</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2086#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 11:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>clipando do vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-aci&#8230;</p> <p>&#160;</p> <p>Muitos têm criticado a postura de dizer que não foi acidente. Então vamos explicar por que o que aconteceu no dia 13 de junho com Antonio Bertolucci não pode ser considerado um simples acidente.</p> <p>O ciclista “caiu”</p> <p>Comenta-se que o ciclista “desequilibrou e caiu”, por isso o ônibus o atropelou. Um ciclista experiente como Antonio Bertolucci dificilmente cairia dessa forma, sobretudo em um local sem desníveis ou buracos na pista, como mostram as fotos do local e como foi possível apurar durante a manifestação.</p> <p>Mas supondo que ele realmente tenha caído antes de ser atropelado, se o motorista do ônibus estivesse ultrapassando a uma distância adequada a roda não teria passado por cima do ciclista e de sua bicicleta. O metro e meio não é à toa.</p> <p>Vimos no local um pedaço do seat stay caído na rua (que liga o eixo traseiro ao suporte do selim). A bicicleta foi destruída. <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2086">Não foi acidente !</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>clipando do <a href="http://vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-acidente/" class="autohyperlink" title="http://vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-acidente/" target="_blank">vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-aci&#8230;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos têm criticado a postura de dizer que não foi acidente. Então  vamos explicar por que o que aconteceu no dia 13 de junho com Antonio  Bertolucci não pode ser considerado um simples acidente.</p>
<p><strong>O ciclista “caiu”</strong></p>
<p>Comenta-se que <a title="Chega de mortes!" href="http://vadebike.org/2011/06/chega-de-mortes/" target="_blank">o ciclista</a> “desequilibrou e caiu”, por isso o ônibus o atropelou. Um ciclista  experiente como Antonio Bertolucci dificilmente cairia dessa forma,  sobretudo em um local <em>sem</em> desníveis ou buracos na pista, como mostram as fotos do local e como foi possível apurar durante a manifestação.</p>
<p>Mas supondo que ele realmente tenha caído <em>antes</em> de ser  atropelado, se o motorista do ônibus estivesse ultrapassando a uma  distância adequada a roda não teria passado por cima do ciclista e de  sua bicicleta. O metro e meio não é à toa.</p>
<p>Vimos no local um pedaço do <em><a href="http://bikesforeverybody.com/web_images/chain_stay.jpg" target="_blank">seat stay</a></em> caído na rua (que liga o eixo traseiro ao suporte do selim). A  bicicleta foi destruída. Se o motorista do ônibus tivesse passado por  cima de Antonio porque ele caiu sozinho, passaria apenas por cima de seu  corpo, não da traseira da bicicleta.</p>
<p>Em algum momento, o ciclista realmente caiu, nem que tenha sido  depois de ser atingido pelo ônibus. Li em algum lugar que uma testemunha  viu o ciclista cair <em>antes</em> da roda do ônibus passar por cima  dele. Considerando essa hipótese, o que me parece mais provável é que o  ônibus tenha tocado o guidão de Bertolucci, o que lhe fez cair.</p>
<p>Quando outro veículo em movimento toca o guidão de uma bicicleta, a  ponta tocada avança rapidamente, virando o conjunto para a direita e  desequilibrando totalmente o ciclista. Este então cai para a esquerda,  justamente onde está o veículo agressor. E então não há tempo para mais  nada. Supomos inclusive que tenha sido o que aconteceu com <a title="Sobre a ciclista assassinada na Av. Paulista" href="http://vadebike.org/2009/01/sobre-a-ciclista-assassinada-na-a-paulista/" target="_blank">Márcia Prado</a>, na Av. Paulista, em 2009.</p>
<p>Se o motorista do ônibus tivesse esperado três segundos, Antonio  teria saído de sua frente e ainda compraria seus pãezinhos todas as  manhãs.</p>
<p><strong>O motorista não viu o ciclista</strong></p>
<p>O motorista que dirigia o ônibus se defende dizendo que não viu o  ciclista, como se isso fosse aceitável. Mas uma pessoa que dirige um  ônibus desse tamanho e não consegue ver os outros usuários da via  simplesmente não pode dirigir.</p>
<p>Ok, existem pontos cegos num ônibus, mas um motorista experiente sabe  conviver com eles. E o ciclista não apareceu do nada em um dos pontos  cegos. E considerando que o motorista o atingiu com a roda da frente do  ônibus e que isso destruiu a traseira da bicicleta, é possível entender  que o motorista se aproximou ˆ dele. A não ser que o ciclista estivesse  dando a ré! Não tê-lo visto é igualmente indesculpável.</p>
<p>As marcas de sangue no asfalto estavam a dois metros da faixa de  pedestres. Houvesse um pedestre terminando a travessia, o motorista  também não o veria. Também o mataria.</p>
<p>Cerca de 20 ou 30 metros antes, há outra faixa de pedestres. Elas  costumam indicar o ponto onde há pessoas cruzando a rua, certo? O  motorista do ônibus deveria estar atento desde ali.</p>
<p>Que motorista é esse que dirige um ônibus com esse tamanho e esse peso e simplesmente não vê as pessoas na rua?</p>
<p>Se esse motorista tivesse matado um pedestre atravessando na faixa,  não haveria essa discussão contraproducente de que “bicicleta é  suicídio”. Ou diriam que andar na rua é perigoso?</p>
<p>Dirigir é que é perigoso. Nem todos deveriam ter o direito de fazê-lo.</p>
<p><strong>A bicicleta deveria estar na ciclovia</strong></p>
<p>Essa argumentação é tão lamentável, de um egoísmo e uma falta de  civilidade tão grandes, que nem deveria ser comentada. Mas vamos lá.</p>
<p>Não há ciclovia ali e nunca vai haver: é uma via de acesso. Não há  espaço para ciclofaixa ou ciclovia. O que há é um espaço viário que deve  ser compartilhado.</p>
<p>Nunca haverá ciclovias em todas as ruas da cidade. E por mais  ciclovias que tenhamos, em algum momento o ciclista terá que sair delas  para chegar onde precisa. Nesse momento, precisará de respeito à sua  utilização da via.</p>
<p>Sem esse respeito, sem essa conscientização de que a bicicleta tem  direito de compartilhar as ruas com os carros, não adianta encher a  cidade de ciclovias. Ao sair delas por um momento, o ciclista correrá  risco. Respeito é a base sobre a qual deve ser construída a  infraestrutura cicloviária da cidade. Sem ele, a mobilidade por  bicicleta continuará clandestina, restrita a pequenos trechos pintados  de vermelho ou sinalizados com cones.</p>
<p>E não adianta argumentar que o ciclista deve andar só na ciclovia.  Quem usa a bicicleta como meio de transporte a utiliza para chegar a  algum lugar. Eu não saio de casa com a bicicleta para ir até a ciclovia,  eu saio para ir até o trabalho. A ciclovia pode estar no meu caminho ou  não. Simples assim.</p>
<p><strong>O Código de Trânsito protege a vida</strong></p>
<p>A lei que rege o fluxo de veículos nas vias não tem como objeto os  veículos e sim as pessoas. Examine o CTB com atenção e você perceberá  que a principal preocupação é, sempre, com a segurança das pessoas,  tendo o fluxo uma importância secundária. Primeiro a vida, depois fluir.  É essa a lógica que a cidade deve seguir.</p>
<p>Há diversos artigos que garantem a segurança do ciclista (<a title="Chega de mortes!" href="http://vadebike.org/2011/06/chega-de-mortes/" target="_blank">alguns citados no texto anterior</a>, outros tantos <a title="O que o Código de Trânsito diz sobre nós ciclistas" href="http://vadebike.org/2004/08/o-que-o-codigo-de/" target="_blank">disponíveis aqui</a>).  Mas as autoescolas, hoje chamadas de Centros de Formação de Condutores,  costumam ensinar a passar no exame, não a dirigir com respeito à vida.</p>
<p>É mais importante saber quantos pontos na carteira o motorista ganha  ao passar um sinal fechado do que o que pode acontecer com ele e com os  outros ao fazer isso. Que diferença faz se é uma infração média ou  grave? O risco de furar um sinal deve ser medido por essa pontuação ou  pelas possíveis consequências?</p>
<blockquote><p>Acidente é algo que acontece inesperadamente, impossível  de ser evitado. Mas uma morte como essa poderia ser evitada, com o  simples cumprimento da lei.</p>
<p>Quem infringe uma lei e comete um ato que pode colocar vidas em  risco, tem (ou deveria ter) consciência do que pode acontecer. Portanto,  deve aceitar a responsabilidade pela morte que causou.</p>
<p>Não, definitivamente não foi acidente.</p></blockquote>
<p><strong>Falta punição</strong></p>
<p>O motorista saiu de lá dirigindo. Não se sabe ainda se ele fez de  propósito, se tem condições para continuar dirigindo ou se foi tudo uma  grande, estranha e misteriosa coincidência. Não se sabe se ele estava  abalado e sem condições de dirigir. Mas saiu de lá dirigindo. É seguro  ter essa pessoa ainda dirigindo? Quantos mais ele pode “não ver” pelo  caminho?</p>
<p>Como disse um motorista de ônibus para a ciclista Laura Sobenes na Avenida Paulista: “<a href="http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2011/05/04/%E2%80%9Cvoce-vai-morrer-eu-so-vou-assinar-o-b-o-%E2%80%9D-diz-motorista-de-onibus-a-ciclista-em-sp/" target="_blank">você que vai morrer, eu só vou assinar o B.O</a>.”.  Com a certeza de que tudo vai ser apenas um B.O., motoristas covardes,  irresponsáveis e criminosos colocam em risco a vida de ciclistas todos  os dias.</p>
<p>Enquanto esses criminosos souberem que não serão presos por causa de  uma “bobagem” dessas, pessoas como o Sr. Antonio continuarão morrendo e  motoristas como esse, que absurdamente teve seu nome preservado até  agora, continuarão matando anonimamente.</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2086&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2086&amp;title=N%C3%A3o%20foi%20acidente%20%21" id="wpa2a_42">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vitão…. 5 anos sem o Vitor Negrete</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2077#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 12:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2077</guid>
		<description><![CDATA[<p>Há 5 anos atrás, no dia 18 de maio de 2006, uma pessoa pela qual eu possuia (ou possuo ?) grande admiração, o Vitor Negrete, saia rumo ao &#8220;desconhecido&#8221; em sua tentativa de fazer os 8850m do Everest sem o uso de oxigênio suplementar e sem auxílo de sherpas de altitude, no bom estilo &#8220;fair means&#8221;.</p> <p>Conheci o Vitão (todo mundo chamava ele assim) na Unicamp em 1992, quando vim da UFSCar para Campinas. Na época havia um grupo chamado &#8220;Gaia&#8221; que saia pra fazer montanhismo (nas suas mais diversas vertentes) e também um pouco de espeleologia. Dessa época do Gaia fizeram parte o Rodrigo Raineri, o Tommas Papp, a Rosita Belinky&#8230; e ainda tenho bons amigos dessa época ( o Bambam &#8211; Flávio Bannwarte) que o diga&#8230;  O Gaia foi a &#8220;semente&#8221; para o atual GEEU (Grupo de Escalada Esportiva e Montanhismo da Unicamp), que compartilha junto ao CUME/UFSCar o &#8220;título&#8221; em ter o <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2077">Vitão&#8230;. 5 anos sem o Vitor Negrete</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2078" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2078"><img class="size-full wp-image-2078 alignright" title="i68196" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/i68196.jpg" alt="" width="206" height="400" /></a>Há 5 anos atrás, no dia 18 de maio de 2006, uma pessoa pela qual eu possuia (ou possuo ?) grande admiração, o Vitor Negrete, saia rumo ao &#8220;desconhecido&#8221; em sua tentativa de fazer os 8850m do Everest sem o uso de oxigênio suplementar e sem auxílo de sherpas de altitude, no bom estilo &#8220;fair means&#8221;.</p>
<p>Conheci o Vitão (todo mundo chamava ele assim) na Unicamp em 1992, quando vim da UFSCar para Campinas. Na época havia um grupo chamado &#8220;Gaia&#8221; que saia pra fazer montanhismo (nas suas mais diversas vertentes) e também um pouco de espeleologia. Dessa época do Gaia fizeram parte o Rodrigo Raineri, o Tommas Papp, a Rosita Belinky&#8230; e ainda tenho bons amigos dessa época ( o Bambam &#8211; Flávio Bannwarte) que o diga&#8230;  O Gaia foi a &#8220;semente&#8221; para o atual GEEU (Grupo de Escalada Esportiva e Montanhismo da Unicamp), que compartilha junto ao CUME/UFSCar o &#8220;título&#8221; em ter o muro de escalada em ambiente universitário mais antigo do Brasil&#8230;</p>
<p>Estou divagando&#8230; das minhas memórias sobre o Vitão me lembro de fotos assustadoras de assassinatos de crianças que ele levou como denúncia ao DCE/Unicamp quando voltou da travessia de bicicleta na rodovia Transamazônica. Me lembro do Padilha (que era presidente do DCE e atualmente é o Ministro da Saúde !) vendo as tais fotos e ficando horrorizado&#8230;</p>
<p>Me lembro dele contando do roubo da sua moto e do tiro que levou (e milagrosamente não aconteceu nada)&#8230; Das festinhas e bagunças pós-palestras promovidas pelo Gaia&#8230;</p>
<p>Me lembro quando em 1999, ao chegar em Plaza de Mulas (Aconcágua), encontrei o Vitão quebrando as placas de gelo nos &#8220;laguinhos&#8221; em frente ao &#8220;Hotel&#8221; para poder tomar banho&#8230; e depois a gente se divertindo no &#8220;Hostel Campo Base&#8221;, em Mendoza.. ele com sua indefectível camionete D10&#8230;</p>
<p>&#8230;. 6 anos atrás o Vitor Negrete, um cara muito forte, com boa experiência de montanha e uma força de vontade realmente admirável, partia rumo ao cume do Everest.</p>
<p>Ele chegou no cume no dia 19 de maio de 2006, sem o auxílio de um sherpa de altitude, sem a proteção e apoio de cilindros de oxigênio&#8230; nem tenho idéia de como deve ser isso&#8230; navegar a 8850m saturando uma oximetria em torno de 50% &#8230; um estado de êxtase&#8230; tenho certeza que ele teve ali no cume sua epifania particular&#8230;</p>
<p>Como (acho que) todos sabem, ele morreu na descida, vitimado por um conjunto de fatores (hipotermia, edema cerebral, edema pulmonar&#8230;). Seu corpo repousa nas proximidades do campo III na face norte.</p>
<p>Ele tinha 38 anos.Viveu certamente uma vida plena e abundante.</p>
<p>Isso é uma coisa importante, visto que há pessoas que batem o coração até os 70, 80 ou 90 anos sem jamais terem vivido&#8230;</p>
<p>É Vitão.. o mundo precisava de mais pessoas como você !</p>
<p>E amanhã, dia 19 de maio, é um dia de &#8220;comemoração&#8221; ! Sim, comemoração a esta oportunidade que nós, povinho da montanha, temos de viver a vida de forma plena !</p>
<p>Saudades&#8230;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2079" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2079"><img class="alignnone size-full wp-image-2079" title="vitao" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/vitao.jpg" alt="" width="442" height="396" /></a></p>
<p>*************</p>
<p>Para saber mais sobre o Vitor :</p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/istoegente/353/reportagens/esp_negrete_01.htm" class="autohyperlink" title="http://www.terra.com.br/istoegente/353/reportagens/esp_negrete_01.htm" target="_blank">www.terra.com.br/istoegente/353/reportag&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/433/artigo104961-1.htm" class="autohyperlink" title="http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/433/artigo104961-1.htm" target="_blank">www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/&#8230;</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Negrete" class="autohyperlink" title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Negrete" target="_blank">pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Negrete</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2077&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2077&amp;title=Vit%C3%A3o%26%238230%3B.%205%20anos%20sem%20o%20Vitor%20Negrete" id="wpa2a_44">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Liners – A solução para manter o saco de dormir “menos sujo” (ou “mais limpo”) !</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2068#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 15:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A uns 18 ou 20 anos atrás eu tive a fantástica &#8220;idéia&#8221; (nada original, confesso) em fazer um saco de bivaque (em nylon) e um saco interno de algodão mesmo, para ser usado dentro do saco de dormir.</p> <p>A idéia era aumentar um pouco a capacidade de isolamente e principalmente proteção da umidade (com o saco de nylon) e com o saco de algodão, evitar que a sujeira do corpo se impregnasse no saco de dormir&#8230; afinal de contas, é muito mais fácil e cômodo lavar um lençol costurado do que um saco de dormir&#8230;</p> <p>Com o passor dos anos acabei comprando um excelente saco de bivaque feito em Goretex, da OR e acabei não dando mais a devida atenção ao estado dos meus sacos de dormir&#8230;</p> <p>Entretanto, quando recentemente comprei um saco de duvet (penas de ganso), a preocupação com a higiene do saco voltou com força total &#8211; todos sabem que lavar um <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2068">Liners &#8211; A solução para manter o saco de dormir &#8220;menos sujo&#8221; (ou &#8220;mais limpo&#8221;) !</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A uns 18 ou 20 anos atrás eu tive a fantástica &#8220;idéia&#8221; (nada original, confesso) em fazer um saco de bivaque (em nylon) e um saco interno de algodão mesmo, para ser usado dentro do saco de dormir.</p>
<p>A idéia era aumentar um pouco a capacidade de isolamente e principalmente proteção da umidade (com o saco de nylon) e com o saco de algodão, evitar que a sujeira do corpo se impregnasse no saco de dormir&#8230; afinal de contas, é muito mais fácil e cômodo lavar um lençol costurado do que um saco de dormir&#8230;</p>
<p>Com o passor dos anos acabei comprando um excelente saco de bivaque feito em Goretex, da OR e acabei não dando mais a devida atenção ao estado dos meus sacos de dormir&#8230;</p>
<p>Entretanto, quando recentemente comprei um saco de duvet (penas de ganso), a preocupação com a higiene do saco voltou com força total &#8211; todos sabem que lavar um duvet aqui no Brasil é algo realmente temerário, e mesmo lá fora, as chances do duvet perder suas capacidade de isolamento térmico são altas se for lavado de forma incorreta (o que é super fácil de acontecer).</p>
<p>Então qual seria a solução para poder usar um saco de dormir dias e dias e garantir que ele permaneça &#8220;limpo&#8221; ?</p>
<p><strong>Liners !</strong></p>
<p>Os liners nada mais são do que uma espécie de &#8220;lençol&#8221; que garantem que seu corpo não tenha contato com o tecido interno do saco de dormir, dessa forma, quem acaba absorvendo a gordura e a sujeira do seu corpo é o Liner (e não o saco de dormir), ou em caso de um saco de dormir emprestado ou alugado, você evita ter um contato maior com o saco de dormir usado por outras pessoas&#8230;</p>
<p>E para isso bastaria um lençol costurado em casa mesmo&#8230; mas&#8230; as coisas evoluem (e como !) e recentemente recebi um Liner da SeaToSummit que é simplesmente espetacular pois é feito com material sintético (o algodão não possui resistência mecânica, é pesado, demora pra secar, etc&#8230;), estou falando do Liner Reactor Plus Thermolite  (thermolite é o nome da fibra que proporciona o isolamento térmico extra).</p>
<p>O fabricante (que é super sério) garante um acréscimo de isolamento térmico em até 11 graus ! Sem contar a questão da higiene já comentada acima&#8230;</p>
<p>O pessoal fabrica vários modelos de liners, sendo que na série &#8220;reactor&#8221; o mais básico pesa 248g e aumenta em até 8 graus a capacidade de isolamente térmico, e o extermo é o &#8220;reactor extremet&#8221;, que pesa 399g e aumenta em até 15 graus de temperatura dentro do saco de dormir&#8230;</p>
<p>Meu modelo é o Reactor Confort Plus (ou Compact Plus), pesa apenas 263g e aumenta em até 11 graus a temperatura ! Vejam o tamanho dele (ele vem dentro de um saco de nylon ripstop e nada foto abaixo ele nem está comprimido&#8230;)</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2069" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2069"><img class="alignnone size-medium wp-image-2069" title="DSC_3984" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/DSC_3984-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>E o lance do isolamento térmico é proporcionado pelas famosas fibras ocas, que aprisionam o ar em seu interior (o ar é um dos melhores isolantes térmicos conhecidos !) :</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2070" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2070"><img class="alignnone size-medium wp-image-2070" title="DSC_3987" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/DSC_3987-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>E nem preciso dizer que ele é unisex e de tamanho &#8220;universal&#8221;, com o thermolite reforçado na altura do tórax e nos pés :</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2071" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2071"><img class="alignnone size-medium wp-image-2071" title="DSC_3988" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/DSC_3988-640x425.jpg" alt="" width="410" height="272" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No meu caso, que vou usar principalmente para preservar o meu saco de duvet, fica a dica de nunca entrar suado (ou molhado) dentro de um saco (principalmente de for de duvet) pois a umidade vai impedir que você se aqueça, vai passar para dentro do saco de dormir, etc&#8230;  seque-se ou durma com a menor quantidade possível de roupa&#8230; bom, mas disso você já deve saber não é ? rsrsrsrs</p>
<p>Ele dentro do saco de dormir fica mais ou menos assim :</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2072" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2072"><img class="alignnone size-full wp-image-2072" title="sacovivaque" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/05/sacovivaque.jpg" alt="" width="352" height="309" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você quiser saber mais, o pessoal da Proativa tem uma matéria bem legal : <a href="http://proativa21.com.br/blog/2010/11/liners-lencois-da-sea-to-summit-para-sacos-de-dormir/" class="autohyperlink" title="http://proativa21.com.br/blog/2010/11/liners-lencois-da-sea-to-summit-para-sacos-de-dormir/" target="_blank">proativa21.com.br/blog/2010/11/liners-le&#8230;</a></p>
<p>Esse é o tipo de produto &#8220;nota 10&#8243; !!! rsrsrs</p>
<p>O link para saber mais sobre os liners em geral é (em inglês) : <a href="http://www.seatosummit.com/products/cat/1" class="autohyperlink" title="http://www.seatosummit.com/products/cat/1" target="_blank">www.seatosummit.com/products/cat/1</a></p>
<p>Para comprar é simples, basta encontrar uma loja no Brasil pelo endereço  <a title="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" href="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" target="_blank">www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?…</a></p>
<p>ou ainda :</p>
<ul>
<li><a href="http://www.casadepedra.com.br/">www.casadepedra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.adventura.com.br/">www.adventura.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.penatrilha.com.br/">www.penatrilha.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.packandtrack.com.br/">www.packandtrack.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.lojasmundoterra.com.br/">www.lojasmundoterra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.bivak.com.br/">www.bivak.com.br</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraços !</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2068&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2068&amp;title=Liners%20%26%238211%3B%20A%20solu%C3%A7%C3%A3o%20para%20manter%20o%20saco%20de%20dormir%20%26%238220%3Bmenos%20sujo%26%238221%3B%20%28ou%20%26%238220%3Bmais%20limpo%26%238221%3B%29%20%21" id="wpa2a_46">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Escalada da mítica via “Leste” do Pico Maior em “Salinas”, Nova Friburgo – RJ</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2047#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 22:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[leste]]></category>
		<category><![CDATA[nova friburgo]]></category>
		<category><![CDATA[pico maior]]></category>
		<category><![CDATA[salinas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Neste feriado prolongado de páscoa tínhamos planos de ir fazer alguns trekkings na Serra da Canastra (MG), mas em virtude de &#8220;súbitas&#8221; mudanças de planos, acabamos indo para a região serrana do Rio de Janeiro, mais especificamente para a localidade de Salinas, em Nova Friburgo (RJ).</p> <p>Quase 9 horas de viagem (trânsito congestionado, feriadão, etc..) e finalmente chegamos no mais do que simpático abrigo do Sérgio (Serginho) Tartari e da Rô.</p> <p></p> <p>Artur Vieira, Ciça, Cintia, Renata, Fred e Thor em frente ao refúgio do Serginho</p> <p>Do abrigo víamos o por-do-sol descendo pela grandiosa cadeia de picos que apontam para o céu. Pico menor, Pico maior, Capacete&#8230; montanhas grandiosas que até então eu apenas havia ouvido falar&#8230; vias com graduação &#8220;decotada&#8221;, proteções esparsas (e não tão confiáveis assim), grandes e belas paredes&#8230;</p> <p>Ainda na noite da 5a. feira chegou no abrigo do serginho ( refugiodasaguas.blogspot.com/ ) um grande amigo que fazia um certo tempo que <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2047">Escalada da mítica via &#8220;Leste&#8221; do Pico Maior em &#8220;Salinas&#8221;, Nova Friburgo &#8211; RJ</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste feriado prolongado de páscoa tínhamos planos de ir fazer alguns trekkings na Serra da Canastra (MG), mas em virtude de &#8220;súbitas&#8221; mudanças de planos, acabamos indo para a região serrana do Rio de Janeiro, mais especificamente para a localidade de Salinas, em Nova Friburgo (RJ).</p>
<p>Quase 9 horas de viagem (trânsito congestionado, feriadão, etc..) e finalmente chegamos no mais do que simpático abrigo do Sérgio (Serginho) Tartari e da Rô.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2048" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2048"><img class="alignnone size-large wp-image-2048" title="DSC_3931" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3931-800x531.jpg" alt="" width="640" height="424" /></a></p>
<p><em><strong>Artur Vieira, Ciça, Cintia, Renata, Fred e Thor em frente ao refúgio do Serginho</strong></em></p>
<p>Do abrigo víamos o por-do-sol descendo pela grandiosa cadeia de picos que apontam para o céu. Pico menor, Pico maior, Capacete&#8230; montanhas grandiosas que até então eu apenas havia ouvido falar&#8230; vias com graduação &#8220;decotada&#8221;, proteções esparsas (e não tão confiáveis assim), grandes e belas paredes&#8230;</p>
<p>Ainda na noite da 5a. feira chegou no abrigo do serginho ( <a href="http://refugiodasaguas.blogspot.com/" class="autohyperlink" title="http://refugiodasaguas.blogspot.com/" target="_blank">refugiodasaguas.blogspot.com/</a> ) um grande amigo que fazia um certo tempo que eu não via, e fiquei muito feliz ao reenc0ntrar o Marcel Leone (de Petrópolis).</p>
<p>O Serginho fez seu famoso rodízio de pizzas&#8230; massa caseira e feita na hora, forno a lenha&#8230;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2049" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2049"><img class="alignnone size-medium wp-image-2049" title="DSC_3952" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3952-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2050" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2050"><img class="alignnone size-medium wp-image-2050" title="DSC_3962" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3962-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><strong><em>A Rô e o Sérgio (Serginho) Tartari, fazendo seu famoso rodízio de pizzas</em></strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2051" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2051"><img title="DSC_3964" src="../wp-content/uploads/2011/04/DSC_3964-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><em><strong>A cozinha coletiva do abrigo</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já na 6a. feira realizamos uma gostosa caminhada até o cume da &#8220;Cabeça do Dragão&#8221;, um morro de fácil acesso, passando pelo &#8220;Vale dos Deuses&#8221; e a área de camping dentro do PETP (Parque Estadual Três Picos), fizemos essa caminhada em tranquilas 4 horas (ida).</p>
<p>A noite chegou o Alex Lowe (EUA) e o Frederico (Argentina) e ficamos até tarde ouvindo o som gostoso que vinha do violão e a bela voz do Alex (como esse cara canta bem !).</p>
<p>Para o dia seguinte combinamos a subida da super famosa &#8220;Via Leste&#8221; do Pico Maior, cerca de 770m de escalada em excelente estilo, conquistada em 1974 (confira um croqui da via em : <a href="http://www.carioca.org.br/croqui/croqui-femerj.psp?0359 " class="autohyperlink" title="http://www.carioca.org.br/croqui/croqui-femerj.psp?0359 " target="_blank">www.carioca.org.br/croqui/croqui-femerj&#8230;.</a> )</p>
<p>Acordamos as 05:00h da manhã e começamos a caminhar por volta das 05:30h. Chegamos na base da parede 1:30h depois.</p>
<p>Começamos a escalar em simultâneo por volta das 07:30h da manhã e fomos assim até a base da primeira chaminé (P9).  A estratégia de escalar em simultâneo é fundamental para ganhar tempo, ainda mais nessa via em especial que possui as 9 primeiras &#8220;enfiadas&#8221; relativamente fáceis.</p>
<p>Logo após a saída da primeira chaminé um lance bem aéreo nos esperava, e logo após a velocidade da escalada reduziu bastante pois passamos a fazer a escalada da forma &#8220;tradicional&#8221;, com segurança convencional para o guia da cordada.</p>
<p>A segunda chaminé para mim foi o &#8220;crux&#8221; da via, como tenho pouca experiência com chaminés achei bastante &#8220;exigente&#8221;  a segunda chaminé, e também achei muito esquisito o acesso ao primeiro grampo do &#8220;artificial&#8221; logo após a segunda chaminé&#8230;</p>
<p>Enfim.. as 12:45h, chegávamos no topo do pico maior, com direito ao &#8220;boulder&#8221; da  última &#8220;enfiada&#8221; da &#8220;Decadence avec Elegance&#8221;.</p>
<p><em><strong><a rel="attachment wp-att-2052" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2052"><img class="alignnone size-medium wp-image-2052" title="DSC04851" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC04851-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Pico Menor, Pico Maior e Capacete</strong></em></p>
<p><em><strong><a rel="attachment wp-att-2053" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2053"><img class="alignnone size-medium wp-image-2053" title="DSC04861" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC04861-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Eu logo após passar o &#8220;crux&#8221; após a primeira chaminé&#8230;</strong></em></p>
<p><em><strong><a rel="attachment wp-att-2054" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2054"><img class="alignnone size-medium wp-image-2054" title="DSC04865" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC04865-360x480.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>O Frederico (Argentina)</strong></em></p>
<p><em><strong><a rel="attachment wp-att-2055" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2055"><img class="alignnone size-medium wp-image-2055" title="DSC04886" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC04886-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>o Tiago (RJ) mostrando a direção para o rapel (pela via &#8220;Cidade dos Ventos&#8221; e também a &#8220;Silvio Mendes&#8221;.</strong></em></p>
<p><em><strong><a rel="attachment wp-att-2056" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2056"><img class="alignnone size-medium wp-image-2056" title="DSC04890" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC04890-640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>A belíssima vista a partir do cume&#8230;</strong></em></p>
<p>Participaram da &#8220;trip&#8221; :</p>
<p><strong>Fred e Ciça (RJ)</strong></p>
<p><strong>Davi e Cintia (SP)</strong></p>
<p><strong>Artur e Renata (SP)</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2057" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2057"><img class="alignnone size-medium wp-image-2057" title="DSC_3932" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3932-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><em><strong>Thor cuidando da recepção dos montanhistas&#8230;</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dicas Gerais para a via Leste do Pico Maior:</p>
<ul>
<li>Leve 16 ou 17 costuras, principalmente para agilizar a parte da escalada em simultâneo.</li>
<li>Obviamente a via *não* é uma via para &#8220;iniciantes&#8221;, portanto, tenha &#8220;bom senso&#8221; e saiba reconhecer suas limitações (se for o caso, é claro).</li>
<li>Se o rapel for pela &#8220;Cidade dos Ventos&#8221;, o primeiro rapel tem apenas 25m e os 4 rapéis seguintes são de 50 metros. Ao chegar no platô, saia pela esquerda, margeando a parede e encontre a trilha&#8230; você irá andar uns 10 ou 15 minutos nesta trilha até encontrar os dois grampos &#8220;P&#8217; para o último rapel (de 20 metros), que te deixará na trilha entre o Capacete e o Pico Maior, podendo então voltar até o Vale dos Deuses. O rapel pela &#8220;Cidade dos Ventos&#8221; deve ser feito com duas cordas de (pelo menos) 50m. Tome muito cuidado para não deixar &#8220;prender&#8221; a corda (principalmente no penúltimo rapel de 50m). Já o rapel pela &#8220;Silvio Mendes&#8221; pode ser feito com uma única corda de 50m.</li>
<li>Embora nenhum móvel seja necessário, eles podem ajudar a alivar a pressão psicológica do guia, nesse caso duas ou três peças médias, um nut pequeno, e dois nuts médios podem auxiliar.</li>
<li>Nem precisava ser dito, mas não esqueça-se de levar headlamp, pilhas reservas, água, comida, anorak, fleece e eventualmente até mesmo um celular.</li>
<li>Tente conhecer a base da via no dia anterior.</li>
<li>Estamos &#8220;falando&#8221; de uma via de 770m de extensão e de &#8220;leitura&#8221; que não é tão trivial. Embora os lances mais difíceis sejam de &#8220;apenas&#8221; quinto grau, lembre-se que trata-se de uma via com graduação E3 (o que talvez até seja um E4 &#8220;paulista&#8221;) e que em alguns trechos as proteções fixas já não estão em bom estado&#8230;</li>
</ul>
<p>E aproveito para compartilhar o link <a href="http://rokazblog.blogspot.com/2010/02/escaladas-de-carnaval-os-granitos-do.html " class="autohyperlink" title="http://rokazblog.blogspot.com/2010/02/escaladas-de-carnaval-os-granitos-do.html " target="_blank">rokazblog.blogspot.com/2010/02/escaladas&#8230;</a> com histórias de outras excelentes (e bem mais difíceis) escaladas no Pico Maior&#8230;]</p>
<p>e muito mais dicas sobre as escaladas em Salinas (ou quaisquer outras vias longas) :  <a href="http://www.hangon.com.br/index.php?caminho=/artigos/techinfo" class="autohyperlink" title="http://www.hangon.com.br/index.php?caminho=/artigos/techinfo" target="_blank">www.hangon.com.br/index.php?caminho=/art&#8230;</a></p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2047&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2047&amp;title=Escalada%20da%20m%C3%ADtica%20via%20%26%238220%3BLeste%26%238221%3B%20do%20Pico%20Maior%20em%20%26%238220%3BSalinas%26%238221%3B%2C%20Nova%20Friburgo%20%26%238211%3B%20RJ" id="wpa2a_48">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Pausa no estresse… lago novo!!!</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2039#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 21:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um espaço para descansar a mente&#8230; novo lago no jardim, primorosamente e caprichosamente estruturado pelos nossos amigos Dalmo Peres (www.telasdalmoperes.blogspot.com/) e Marcos Campos (www.marcoscamposfotografia.blogspot.com/) &#8230;</p> <p>Parece que eles entendem alguma coisa do assunto, não ?</p> <p></p> ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um espaço para descansar a mente&#8230; novo lago no jardim, primorosamente e caprichosamente estruturado pelos nossos amigos Dalmo Peres (<a href="http://www.telasdalmoperes.blogspot.com/" class="autohyperlink" title="http://www.telasdalmoperes.blogspot.com/" target="_blank">www.telasdalmoperes.blogspot.com/</a>) e Marcos Campos (<a href="http://www.marcoscamposfotografia.blogspot.com/" class="autohyperlink" title="http://www.marcoscamposfotografia.blogspot.com/" target="_blank">www.marcoscamposfotografia.blogspot.com/</a>) &#8230;</p>
<p>Parece que eles entendem alguma coisa do assunto, não ?</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2041" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2041"><img class="alignnone size-large wp-image-2041" title="DSC_3730" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3730-800x531.jpg" alt="" width="640" height="424" /></a></p>

<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2040' title='DSC_3728'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3728-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3728" title="DSC_3728" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2041' title='DSC_3730'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3730-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3730" title="DSC_3730" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2042' title='DSC_3732'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3732-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3732" title="DSC_3732" /></a>

<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2039&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2039&amp;title=Pausa%20no%20estresse%26%238230%3B%20lago%20novo%21%21%21" id="wpa2a_50">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Choque Anafilático – O que fazer em casos de picadas de abelhas, vespas…</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2032#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 19:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[adrenalina]]></category>
		<category><![CDATA[aph]]></category>
		<category><![CDATA[PHTLS]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Choque Anafilático ou Anafilaxia nada mais é do que uma reação alérgica grave que envolve mais do que um sistema da pessoa.</p> <p>Pessoas normalmente desenvolvem um quadro de reação alérgica exacerbada à alguns tipos de medicamentos, a alguns materiais que entram em contato com a  pele (látex por exemplo) e mais comumente, a alguns tipos de comida (crustáceos) e principalmente picadas de insetos (abelhas, vespas). As picadas por insetos, principalmente vespas e abelhas, podem acontecer facilmente para nós, montanhistas e escaladores.</p> <p>Os sinais clássicos do choque anafilático (ou da reação alérgica grave) incluem a diminuição da pressão arterial e dificuldade para respirar (envolvendo ou não broncoespamos, edema da glote, etc&#8230;).</p> <p>A anafilaxia pode ser fatal, e se você é alérgico a alguma coisa (picadas de insetos, por exemplo), ou se já teve no passado algum quadro que envolvesse uma reação alérgica exacerbada, é bom saber que o tratamento de escolha é a administração imediata de <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2032">Choque Anafilático &#8211; O que fazer em casos de picadas de abelhas, vespas&#8230;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Choque Anafilático ou Anafilaxia nada mais é do que uma reação alérgica grave que envolve mais do que um sistema da pessoa.</p>
<p>Pessoas normalmente desenvolvem um quadro de reação alérgica exacerbada à alguns tipos de medicamentos, a alguns materiais que entram em contato com a  pele (látex por exemplo) e mais comumente, a alguns tipos de comida (crustáceos) e principalmente picadas de insetos (abelhas, vespas). As picadas por insetos, principalmente vespas e abelhas, podem acontecer facilmente para nós, montanhistas e escaladores.</p>
<p>Os sinais clássicos do choque anafilático (ou da reação alérgica grave) incluem a diminuição da pressão arterial e dificuldade para respirar (envolvendo ou não broncoespamos, edema da glote, etc&#8230;).</p>
<p>A anafilaxia pode ser fatal, e se você é alérgico a alguma coisa (picadas de insetos, por exemplo), ou se já teve no passado algum quadro que envolvesse uma reação alérgica exacerbada, é bom saber que <strong>o tratamento de escolha é a administração imediata de adrenalina (ou epinefrina) injetável.</strong></p>
<p>Ou seja: você precisa estar preparado para uma situação dessas, principalmente se houver a possibilidade de contato com abelhas, vespas, etc&#8230;<strong><br />
</strong></p>
<p>Mais de 90% dos casos de anafilaxia são desencadedos a partir de um contato da pele com o alérgeno (a coisa que desencadeia a resposta alérgica). E como conseqüência, a vítima apresenta dificuldade para respirar, enxergar, queda na pressão arterial&#8230; o de primeira escolha é a administração imediata (se a pessoa for efetivamente alérgica, essas ações devem ser realizadas até mesmo antes dos primeiros sintomas!) de adrenalina (epinefrina) 1:1000, difenidramina, prometazina ou outro anti-histamínico injetável, e se estiver em um ambiente hospitalar/médico, provavelmente usarão bloqueadores, aminofilina, corticosteróides (e mais adrenalina!).</p>
<p>O protocolo de atendimento a seguir pode ser útil para o primeiro atendimento a uma vítima de reação anafilática:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2033" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2033"><img class="size-medium wp-image-2033 alignnone" title="protocolo" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/protocolo-548x480.jpg" alt="" width="548" height="480" /></a></p>
<p>No meu kit de APH (atendimento pré-hospitalar) costumo levar algumas ampolas de adrenalina 1:1000 e duas seringas de insulina, embaladas em uma prática embalagem de escova de dentes. Normalmente esse kit fica no capuz da mochila. Confira:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2034" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2034"><img class="alignnone size-medium wp-image-2034" title="DSC_3657" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3657-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2035" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2035"><img class="alignnone size-medium wp-image-2035" title="DSC_3658" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3658-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2036" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2036"><img class="alignnone size-medium wp-image-2036" title="DSC_3661" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3661-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ficou em dúvida ? Está inseguro ? Não sabe como proceder ? Que tal fazer um curso de primeiros socorros (na verdade um curso sério de APH) ? Aprender de verdade quando e como agir em uma situação crítica ?</p>
<p>Para saber mais, recomendo a leitura : <a href="http://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_16/cap_169.html" class="autohyperlink" title="http://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_16/cap_169.html" target="_blank">mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_&#8230;</a></p>
<p>E para quem já fez algum curso de Primeiros Socorros, que tal comprar e estudar o PHTLS ? ( <a href="http://www.blog.marski.org/?p=14 " class="autohyperlink" title="http://www.blog.marski.org/?p=14 " target="_blank">www.blog.marski.org/?p=14 </a> )</p>
<p>Abraços e boas escaladas !</p>
<p>PS: Em caso de picadas de abelhas, é importante retirar os ferrões com uma pinça, após ter cessado o ataque&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2032&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2032&amp;title=Choque%20Anafil%C3%A1tico%20%26%238211%3B%20O%20que%20fazer%20em%20casos%20de%20picadas%20de%20abelhas%2C%20vespas%26%238230%3B" id="wpa2a_52">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Direitos do Ciclista</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2025#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 11:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pedalo regularmente no meu dia-a-dia. Tipicamente uns 25 a 30Km por dia. Normalmente em um ritmo forte e puxado, de uma cidade a outra (Hortolândia a Sumaré, por uma estrada vicinal, e é claro, dentro do trânsito urbano e caótico).</p> <p>Elenco a seguir uma breve compilação de artigos do código de trânsito relacionado com ciclistas. É legal conhecer o código de trânsito brasileiro e inclusive levar uma versão em miniatura, como esta que está listada abaixo.</p> <p>É só imprimir e levar !</p> <p>Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal n° 9.503/97)</p> <p>• Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: II &#8211; planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;</p> <p>• Art. 29, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2025">Direitos do Ciclista</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2027" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2027"><img class="alignright size-full wp-image-2027" title="DSC_3592" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3592.jpg" alt="" width="298" height="448" /></a>Pedalo regularmente no meu dia-a-dia. Tipicamente uns 25 a 30Km por dia. Normalmente em um ritmo forte e puxado, de uma cidade a outra (Hortolândia a Sumaré, por uma estrada vicinal, e é claro, dentro do trânsito urbano e caótico).</p>
<p>Elenco a seguir uma breve compilação de artigos do código de trânsito relacionado com ciclistas. É legal conhecer o código de trânsito brasileiro e inclusive levar uma versão em  miniatura, como esta que está listada abaixo.</p>
<p>É só imprimir e levar !</p>
<p><strong>Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal n° 9.503/97)</strong></p>
<p>• Art. 21.  Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos  Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua  circunscrição:<br />
II &#8211; planejar, projetar, regulamentar e operar o  trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o  desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;</p>
<p>• Art.  29, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas  neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão  sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não  motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.</p>
<p>• Art.  38. § único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá  ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em  sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as  normas de preferência de passagem.</p>
<p>• Art. 58. Nas vias urbanas e  nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer,  quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não  for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no  mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência  sobre os veículos automotores.</p>
<p>• Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos:<br />
Infração &#8211; gravíssima;<br />
Penalidade &#8211; multa e suspensão do direito de dirigir;<br />
Medida administrativa &#8211; retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.<br />
Art. 171. Usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos:<br />
Infração &#8211; média;<br />
Penalidade &#8211; multa.</p>
<p>Artigo 181. Estacionar o veículo:<br />
VIII  &#8211; no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou  ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros  centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização,  gramados ou jardim público:<br />
Infração &#8211; grave;<br />
Penalidade &#8211; multa;<br />
Medida administrativa &#8211; remoção do veículo;</p>
<p>Artigo  192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o  seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista,  considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do  local da circulação e do veículo:<br />
Infração &#8211; grave;<br />
Penalidade &#8211; multa.</p>
<p>Artigo  193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas,  ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros  centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de  canalização, gramados e jardins públicos:<br />
Infração &#8211; gravíssima;<br />
Penalidade &#8211; multa (três vezes).</p>
<p>Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:<br />
Infração &#8211; média;<br />
Penalidade &#8211; multa.</p>
<p>Artigo 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:<br />
I &#8211; que se encontre na faixa a ele destinada;<br />
II &#8211; que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;<br />
III &#8211; portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:<br />
Infração &#8211; gravíssima;<br />
Penalidade &#8211; multa.<br />
IV &#8211; quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;<br />
V &#8211; que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:<br />
Infração &#8211; grave;<br />
Penalidade &#8211; multa.</p>
<p>Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:<br />
XIII &#8211; ao ultrapassar ciclista:<br />
Infração &#8211; grave;<br />
Penalidade &#8211; multa;</p>

<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2026' title='DSC_3589'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3589-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3589" title="DSC_3589" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2027' title='DSC_3592'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3592-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3592" title="DSC_3592" /></a>
<a href='http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2028' title='DSC_3593'><img width="75" height="75" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/04/DSC_3593-75x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC_3593" title="DSC_3593" /></a>

<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2025&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2025&amp;title=Direitos%20do%20Ciclista" id="wpa2a_54">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Livros! Treinamento para Escalada e Fotografia Digital</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2013#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 23:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada em Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2013</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sequestrei três excelentes livros do Júlio Targueta quando fui da última vez para a Pedra do Baú&#8230; São dois volumes sobre fotografia digital, com trocentas dicas e técnicas para quem já domina o feijão-com-arroz da fotografia digital com câmeras DSLR&#8230; Finalmente após ler o livro fui entender porquê o Flávio Varrichio (www.facebook.com/flavio.varricchio) acordava de madrugada para sair para tirar fotos no Itatiaia&#8230; e mais&#8230; fui entender porque tanto ele quanto o Artur Vieira (e o próprio targueta) ficavam andando pra lá e pra cá com m tripé gigantesco (e pesado)&#8230; ou porque a importância de um controle remoto ou cabo disparador para &#8220;apertar&#8221; o botão de disparo&#8230; ou porque o Fred Campos colocava a Nikon dele em um modo de 3 disparos simultâneos&#8230; é nitidez é tudo..rsrsrsrs  Sei que tenho MUITO pra aprender ainda..rsrsrsrs</p> <p></p> <p>A outra excelente dica é sobre escalada (bom, não podia ser diferente). Existem poucos livros relacionados à treinamento específico para <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2013">Livros! Treinamento para Escalada e Fotografia Digital</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sequestrei três excelentes livros do Júlio Targueta quando fui da última vez para a Pedra do Baú&#8230; São dois volumes sobre fotografia digital, com trocentas dicas e técnicas para quem já domina o feijão-com-arroz da fotografia digital com câmeras DSLR&#8230; Finalmente após ler o livro fui entender porquê o Flávio Varrichio (<a href="http://www.facebook.com/flavio.varricchio" class="autohyperlink" title="http://www.facebook.com/flavio.varricchio" target="_blank">www.facebook.com/flavio.varricchio</a>) acordava de madrugada para sair para tirar fotos no Itatiaia&#8230; e mais&#8230; fui entender porque tanto ele quanto o Artur Vieira (e o próprio targueta) ficavam andando pra lá e pra cá com m tripé gigantesco (e pesado)&#8230; ou porque a importância de um controle remoto ou cabo disparador para &#8220;apertar&#8221; o botão de disparo&#8230; ou porque o Fred Campos colocava a Nikon dele em um modo de 3 disparos simultâneos&#8230; é nitidez é tudo..rsrsrsrs  Sei que tenho MUITO pra aprender ainda..rsrsrsrs</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2014" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2014"><img class="alignnone size-medium wp-image-2014" title="DSC_3574" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3574-640x462.jpg" alt="" width="640" height="462" /></a></p>
<p>A outra excelente dica é sobre escalada (bom, não podia ser diferente). Existem poucos livros relacionados à treinamento específico para escalada. Um deles são os excelentes materiais do Erick Hörst (<a href="http://www.trainingforclimbing.com) " class="autohyperlink" title="http://www.trainingforclimbing.com) " target="_blank">www.trainingforclimbing.com) </a> e é claro, o <a href="http://warriorsway.com/">&#8220;The Rock Warriors Way&#8221;</a>, do Arno Ilgner. Hah.. não posso deixar de citar o antigo (e eficiente) &#8220;The Fingers of Steel&#8221; (no meu site tem o livreto escaneado e o vídeo a disposição, pesquise por lá&#8230;.).</p>
<p>E agora há o excelente e muito bem produzido &#8220;The Self Coached Climber &#8211; the guide to movement, training (and) performance&#8221;, do Dan Hague e do Douglas Hunter. O livro vem até com um DVD com exercícios !  Inclusive eles têm um site : <a href="http://www.selfcoachedclimber.com/" class="autohyperlink" title="http://www.selfcoachedclimber.com/" target="_blank">www.selfcoachedclimber.com/</a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2015" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2015"><img class="alignnone size-medium wp-image-2015" title="DSC_3577" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3577-434x480.jpg" alt="" width="434" height="480" /></a>c</p>
<p>O livro é dividido basicamente em focar o que ele chama de &#8220;essencial&#8221; :  equilíbrio, força, momento certo, precisão e eficiência, sem deixar de tratar assuntos como o treinamento mental, etc&#8230;</p>
<p>Fartamente ilustrado, aborda temas que incluem até mesmo a fisiologia específica da escalada !</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2017" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2017"> <img class="alignnone size-full wp-image-2017" title="DSC_3579" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3579.jpg" alt="" width="288" height="448" /></a><a rel="attachment wp-att-2018" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2018"> <img class="alignnone size-full wp-image-2018" title="DSC_3580" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3580.jpg" alt="" width="277" height="448" /></a><a rel="attachment wp-att-2016" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=2016"> <img class="alignnone size-full wp-image-2016" title="DSC_3578" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3578.jpg" alt="" width="285" height="381" /></a></p>
<p>Vale a pena ter na biblioteca do escalador que deseja aprofundar-se no assunto !</p>
<img src="http://www.blog.marski.org/?ak_action=api_record_view&id=2013&type=feed" alt="" /><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.marski.org%2F%3Fp%3D2013&amp;title=Livros%21%20Treinamento%20para%20Escalada%20e%20Fotografia%20Digital" id="wpa2a_56">Compartilhar/Favoritos</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Serra da Bocaína</title>
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		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=2008#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 18:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[bocaína]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=2008</guid>
		<description><![CDATA[<p>Estive pela primeira vez na Serra da Bocaína em 1992, quando junto de dois amigos da Unicamp, realizamos a travessia de São José do Barreiro até a cidade de Mambucaba&#8230; trocentos Km dentro de uma mata atlântica muito (mas muito mesmo !) bem preservada&#8230;</p> <p>Desta vez fomos de carro até a cidade de Bananal, acampamos sob chuva, realizamos algumas caminhadas bem tranquilas pela região e depois, um trechinho que &#8211; ao menos para mim &#8211; foi emocionante ao descer de 4X4 da cidade de Cunha até Paraty&#8230; Finalizamos o feriadão dormindo em Trindade&#8230; É muito ruim voltar a ver um lugar que está totalmente descaracterizado (e inflacionadíssimo !)&#8230; estive pela primeira vez em Trindade em 1988 ou 1989, não me lembro mais, e nestes 20 anos a vila de pescadores tornou-se um reduto de maconheiros, pagodeiros e é claro, farofeiros&#8230; (igualzinho ao que aconteceu com São Tomé das Letras).</p> <p>O lado bom é que o <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=2008">Serra da Bocaína</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive pela primeira vez na Serra da Bocaína em 1992, quando junto de dois amigos da Unicamp, realizamos a travessia de São José do Barreiro até a cidade de Mambucaba&#8230; trocentos Km dentro de uma mata atlântica muito (mas muito mesmo !) bem preservada&#8230;</p>
<p>Desta vez fomos de carro até a cidade de Bananal, acampamos sob chuva, realizamos algumas caminhadas bem tranquilas pela região e depois, um trechinho que &#8211; ao menos para mim &#8211; foi emocionante ao descer de 4X4 da cidade de Cunha até Paraty&#8230; Finalizamos o feriadão dormindo em Trindade&#8230; É muito ruim voltar a ver um lugar que está totalmente descaracterizado (e inflacionadíssimo !)&#8230; estive pela primeira vez em Trindade em 1988 ou 1989, não me lembro mais, e nestes 20 anos a vila de pescadores tornou-se um reduto de maconheiros, pagodeiros e é claro, farofeiros&#8230; (igualzinho ao que aconteceu com São Tomé das Letras).</p>
<p>O lado bom é que o estado começou a mostrar sua presença e delimitou a área do parque (da Bocaína) e ao menos algumas praias talvez sejam preservadas para as gerações futuras&#8230;</p>
<p>Trip bacana com direto à troca da Isabel Suppé por duas caixas de agarras (risos), o sempre sorridente Fred Campos e a Ciça, a risonha Renata, o eterno &#8220;quando eu tinha 12 anos&#8221; do Artur, eu e a Cintia.</p>
<p>Algumas fotos da trip:</p>
<p><strong>
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-39-2008">

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	</div>

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	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
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	</div>
	
		
 		
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	</div>
	
		
 		
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	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
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</div>

</strong></p>
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		<title>Mínimo Impacto! – Pá para cavar buracos e Saco estanque para papel higiênico</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/blogmarski/~3/dE0ihQOhnI4/</link>
		<comments>http://www.blog.marski.org/?p=1989#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 12:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Marski - www.marski.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.marski.org/?p=1989</guid>
		<description><![CDATA[<p>Mínimo Impacto não é apenas deixar de  fazer uma fogueira ou não ficar abrindo novos caminhos em locais onde já existe uma trilha&#8230; mais do que isso, é também saber dar uma destinação correta ao nosso cocô quando é inevitável fazê-lo durante uma trilha ou caminhada&#8230;</p> <p>Antes de tudo, recomendo a leitura atenta dos textos e orientações do site www.pegaleve.org.br/</p> <p></p> <p>Mas vamos ao assunto desse post&#8230;</p> <p>Parte I &#8211; Dando um fim ao cocô</p> <p>Bom, escolha um local distante de qualquer fonte de água (e fora da trilha, claro!)  e antes de fazer o &#8220;serviço&#8221;, o  ideal é cavar um pequeno buraco, fazer as necessidades dentro deste buraco, e depois cobrir com a terra retirada.  Se não houver risco de causar qualquer incêndio, eu costumo optar por queimar o papel higiênico (assim a fumaça já dissipa o mal cheiro..rsrsrsrs).</p> <p>Mas e como fazer para cavar o tal do buraco ? Uma opção é escolher <span style="color:#777"> . . . &#8594; Read More: <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1989">Mínimo Impacto! &#8211; Pá para cavar buracos e Saco estanque para papel higiênico</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mínimo Impacto não é apenas deixar de  fazer uma fogueira ou não ficar abrindo novos caminhos em locais onde já existe uma trilha&#8230; mais do que isso, é também saber dar uma destinação correta ao nosso cocô quando é inevitável fazê-lo durante uma trilha ou caminhada&#8230;</p>
<p>Antes de tudo, recomendo a leitura atenta dos textos e orientações do site <a href="http://www.pegaleve.org.br/" class="autohyperlink" title="http://www.pegaleve.org.br/" target="_blank">www.pegaleve.org.br/</a></p>
<p><a href="http://www.pegaleve.org.br/" target="_blank"><img src="http://www.pegaleve.org.br/imagens/home/logo_pegaLeve_gde.gif" alt="" width="235" height="91" /></a></p>
<p>Mas vamos ao assunto desse post&#8230;</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Parte I &#8211; Dando um fim ao cocô</strong></span></p>
<p>Bom, escolha um local distante de qualquer fonte de água (e fora da trilha, claro!)  e antes de fazer o &#8220;serviço&#8221;, o  ideal é cavar um pequeno buraco, fazer as necessidades dentro deste buraco, e depois cobrir com a terra retirada.  Se não houver risco de causar qualquer incêndio, eu costumo optar por queimar o papel higiênico (assim a fumaça já dissipa o mal cheiro..rsrsrsrs).</p>
<p>Mas e como fazer para cavar o tal do buraco ? Uma opção é escolher um local com um terreno menos sólido e chutar com o calcanhar o solo, abrindo dessa forma um buraco. Mas ficar &#8220;chutando&#8221; o chão cansa e suja a bota/tênis.  Pior do que isso: você ainda pode se machucar&#8230; Outra opção bem mais inteligente é levar uma pequena pá justamente para essa situação.  O pessoal da <a href="http://www.seatosummit.com.br " class="autohyperlink" title="http://www.seatosummit.com.br " target="_blank">www.seatosummit.com.br </a> desenvolveu uma opção bem bacana (e leve) à &#8220;tradicional&#8221; pázinha de jardinagem&#8230; é o tal do iPood (um trocadilho safado pois &#8220;poo&#8221; em inglês significa &#8220;cocô&#8221; rsrsrsr). Trata-se de uma pequena pá, retrátil, que pesa menos do que 90 gramas (ou 100 gramas com a capa que acompanha o produto) !</p>
<p>Confira a embalagem:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1990" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1990"><img class="alignnone size-medium wp-image-1990" title="DSC_3253" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3253-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>O cabo é feito em alumínio anodizado e tratado 6066-T6 (ou seja, não vai quebrar nunca!)</p>
<p>vejam a pá fechada&#8230;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1991" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1991"><img class="alignnone size-medium wp-image-1991" title="DSC_3259" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3259-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>e aberta&#8230;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1992" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1992"><img class="alignnone size-medium wp-image-1992" title="DSC_3260" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3260-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>e é claro, dando uma demonstração de como usar (como se precisasse né ?!)&#8230;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1993" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1993"><img class="alignnone size-medium wp-image-1993" title="DSC_3263" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3263-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>A pá da SeaToSummit possui o cabo oco, e dentro dele pode ser colocado um pedaço de papel higiênico ou até mesmo o isqueiro&#8230; como eu disse anteriormente, vem ainda com uma simpática capa para transporte:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1994" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1994"><img class="alignnone size-medium wp-image-1994" title="DSC_3265" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3265-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Para saber mais sobre a pá retratátil:  <a href="http://www.seatosummit.com/products/display/135" class="autohyperlink" title="http://www.seatosummit.com/products/display/135" target="_blank">www.seatosummit.com/products/display/135</a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Parte II &#8211; Transportando o Papel Higiênico</strong></span></p>
<p>Bom&#8230; ainda falando sobre materiais para o &#8220;número dois&#8221;, não podia deixar de falar sobre o papel higiênico.</p>
<p>De nada adianta você levar um papel higiênico e quando precisar do &#8220;ouro branco&#8221;, descobrir que ele está molhado em virtude da última chuvarada, por exemplo&#8230;  claro, você sempre pode levar o papel higiênico dentro de sacolinhas plásticas, mas convenhamos que isso nao é a coisa mais segura do mundo, não é ? (quem nunca tentou proteger alguma coisa importante da chuva dentro de sacolinhas de supermercado, só pra depois descobrir que não adiantou muito, que jogue a primeira pedra&#8230; rsrsrs)</p>
<p>Muito melhor levar o papel higiênico dentro de um <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1937" target="_blank">saco estanque</a>. E não é que existe um saco estanque feito sob medida para transportar e proteger o papel higiênico ?</p>
<p>Vejam só que show:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1998" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1998"><img class="alignnone size-medium wp-image-1998" title="DSC_3272" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3272-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Dentro do <a href="http://www.blog.marski.org/?p=1937" target="_blank">saco estanque</a> feito sob medida para papel higiênico dá pra levar até dois rolos e é claro, o isqueiro.. e o melhor de tudo: pode chover o quanto for que o papel higiênico vai estar sempre seco !!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1997" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1997"><img class="alignnone size-medium wp-image-1997" title="DSC_3271" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3271-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>O saco estanque é super compacto, pesa uns 80g apenas e uma das grandes sacadas da SeaToSummit é que o próprio saco pode ser pendurado como se fosse um suporte normal para papel higiênico:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1996" href="http://www.blog.marski.org/?attachment_id=1996"><img class="alignnone size-medium wp-image-1996" title="DSC_3270" src="http://www.blog.marski.org/wp-content/uploads/2011/03/DSC_3270-640x425.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>O nome desse saco estanque da SeaToSummit é &#8220;The OutHouse&#8221;, sugestivo não ? O link para saber mais sobre o produto é <a href="http://www.seatosummit.com/products/display/32" class="autohyperlink" title="http://www.seatosummit.com/products/display/32" target="_blank">www.seatosummit.com/products/display/32</a></p>
<p>Para comprar é simples, basta encontra uma loja no Brasil pelo endereçop  <a href="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" class="autohyperlink" title="http://www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?pag=onde_comprar" target="_blank">www.seatosummit.com.br/onde_comprar.php?&#8230;</a></p>
<p>ou ainda :</p>
<ul>
<li><a href="http://www.casadepedra.com.br/">www.casadepedra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.adventura.com.br/">www.adventura.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.penatrilha.com.br/">www.penatrilha.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.packandtrack.com.br/">www.packandtrack.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.lojasmundoterra.com.br/">www.lojasmundoterra.com.br</a></li>
<li><a href="http://www.bivak.com.br/">www.bivak.com.br</a></li>
</ul>
<p>Bom, é isso&#8230; novamente,  a recomendo a leitura atenta dos textos e orientações do site <a href="http://www.pegaleve.org.br/" class="autohyperlink" title="http://www.pegaleve.org.br/" target="_blank">www.pegaleve.org.br/</a></p>
<p><a href="http://www.pegaleve.org.br/" target="_blank"><img src="http://www.pegaleve.org.br/imagens/home/logo_pegaLeve_gde.gif" alt="" width="235" height="91" /></a></p>
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