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	<title>DEBORA CAPELLA</title>
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	<description>Assessoria textual</description>
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		<title>DEBORA CAPELLA</title>
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		<title>Qual é o certo: afim ou a fim?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 14:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de língua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[a fim de]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual é o certo: afim ou a fim? Ambas as formas existem, mas os significados são diferentes!]]></description>
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<p>Ambas as formas existem, mas os significados são diferentes! Veja só:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afim</strong></h2>



<p>Refere-se a afinidade, parentesco ou semelhança.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A fim de</strong></h2>



<p>Indica finalidade ou desejo.</p>



<p></p>



<p><strong>Exemplos</strong>:</p>



<p><em>O português e o espanhol são línguas </em><strong><em>afins</em></strong><em>.</em></p>



<p><em>Parece mesmo que os </em><strong><em>afins</em></strong><em> se atraem.</em></p>



<p><em>Estudo sempre </em><strong><em>a fim de</em></strong><em> me manter atualizada.</em></p>



<p><em>Minha amiga está </em><strong><em>a fim de</em></strong><em> se inscrever em um novo curso.</em></p>
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		<title>Língua portuguesa não é bicho de 7 cabeças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deboracapella]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de língua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[gramática]]></category>
		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[É comum que muitas pessoas tenham dificuldades — e até alguma aversão — às regras de uso da língua portuguesa, o que acaba criando uma barreira para o aprendizado e o desenvolvimento das habilidades de escrita, principalmente. Porém, existem meios para superar isso, pouco a pouco. Pensando nisso, uma das propostas de conteúdo deste blog &#8230; <a href="https://morethanwords.com.br/2021/04/05/lingua-portuguesa-e-bicho-de-7-cabecas/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Língua portuguesa não é bicho de 7&#160;cabeças</span> <span class="meta-nav">	</span></a>]]></description>
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<p>É comum que muitas pessoas tenham dificuldades — e até alguma aversão — às regras de uso da língua portuguesa, o que acaba criando uma barreira para o aprendizado e o desenvolvimento das habilidades de escrita, principalmente. Porém, existem meios para superar isso, pouco a pouco.</p>



<p>Pensando nisso, uma das propostas de conteúdo deste blog tem a ver com facilitar essa compreensão, tratando de temas que envolvem o uso da língua portuguesa nos mais variados contextos de comunicação. A ideia é trazer uma abordagem mais leve e objetiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vamos começar?</h2>



<p>Que atire a primeira pedra quem nunca disse algo como “odeio gramática”, “gramática é muito difícil” ou “gramática pra quê?”. Porém, você sabia que há mais de um tipo de gramática?</p>



<p>A história é bem longa, mas vamos tentar resumir para facilitar, claro. De acordo com a lógica defendida por Sírio Possenti, um linguista brasileiro conceituado, o que acontece é basicamente o seguinte: em geral, as pessoas se irritam porque creem que as gramáticas são conjuntos de regras inventadas pelos gramáticos e que todos devem seguir. No entanto, a situação é inversa. As regras são descobertas pelos gramáticos a partir de análise de dados, que nesse caso nada mais são do que textos.&nbsp;</p>



<p>Mas vamos às definições em si. Aquela que a maioria conhece é a chamada <strong>normativa</strong>: traz uma ideia de obrigação (é o que deve ser), com regras baseadas somente na modalidade escrita (critério literário). Há, ainda, a <strong>internalizada</strong>, que todo falante possui: conhecimentos/usos linguísticos, com regras implícitas (sem que se tenha consciência delas, muitas vezes). Por fim, existe a <strong>descritiva</strong>, que busca as regularidades da língua, entendendo que não há línguas uniformes e que é preciso considerar mais critérios (não somente o literário).&nbsp;</p>



<p>Só que não para por aí. Como a língua é bastante impactada pela passagem do tempo e pelas novas formas de interação e mídia que vão surgindo nas sociedades, é natural que existam diferentes interpretações, ruídos e mesmo dificuldades de adequação.&nbsp;</p>



<p>De qualquer modo, a ideia é a seguinte: escrevemos abreviações como “pq” e “vc” em perfis pessoais de redes sociais e apps de mensagens (e elas funcionam perfeitamente bem nesse contexto), mas isso não significa que essa prática deve ser uma realidade também em textos didáticos e jornalísticos, por exemplo. É aquela velha história de prezar pelo contexto, analisando os pontos-chave: o que, quem, onde, como e quando.</p>
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		<title>Como me tornei uma profissional do texto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deboracapella]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 14:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[profissional do texto]]></category>
		<category><![CDATA[revisão de texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Há uns dias, abri um dos armários, olhei a máquina de escrever que ganhei de presente em um Natal e fiquei pensando: quem vê os profissionais do texto geralmente acha que todos amam ler e escrever desde criancinhas. Bem, devo confessar que esse não foi o meu caso. Só com o tempo, o incentivo de &#8230; <a href="https://morethanwords.com.br/2021/03/29/como-me-tornei-uma-profissional-do-texto/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Como me tornei uma profissional do&#160;texto</span> <span class="meta-nav">	</span></a>]]></description>
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<p>Há uns dias, abri um dos armários, olhei a máquina de escrever que ganhei de presente em um Natal e fiquei pensando: quem vê os profissionais do texto geralmente acha que todos amam ler e escrever desde criancinhas. Bem, devo confessar que esse não foi o meu caso. Só com o tempo, o incentivo de professores e da família e as experiências eu fui tomando gosto verdadeiro pelo mundo das palavras.</p>



<p>Depois que o interesse em histórias surgiu, passei a criar algumas também, me inscrever em concursos de redação e brincar com essa mesma máquina de escrever, que guardo até hoje.</p>



<p>Mais tarde, decidi cursar Letras (Português/Inglês) para trabalhar como revisora e tradutora, mas não consegui entrar nesse mercado tão rapidamente quanto eu havia planejado. As primeiras experiências profissionais mais estruturadas que tive foram em sala de aula, atuando como professora de Língua Inglesa em cursos de idiomas e em uma escola estadual no Rio de Janeiro.</p>



<figure class="wp-block-pullquote is-style-default"><blockquote><p>“Não sou a favor de romantizar as trajetórias, sabe? Porque o mundo real não é um conto de fadas. Ao mesmo tempo, creio que é preciso reconhecer os aprendizados adquiridos ao longo do percurso.”</p></blockquote></figure>



<p>Foram necessários alguns anos até eu conseguir um espaço e oportunidades nessas áreas. O início foi em agência de publicidade; depois, foi a vez de editoras e empresa de conteúdo digital, onde cheguei a liderar o setor de revisão. Nesses espaços, trabalhei com textos de inúmeros tipos e formatos — do e-mail marketing à coleção de livros —, revisando, escrevendo, traduzindo e adequando a normas e manuais.</p>



<p>Não sou a favor de romantizar as trajetórias, sabe? Porque o mundo real não é um conto de fadas. Ao mesmo tempo, creio que é preciso reconhecer os aprendizados adquiridos ao longo do percurso. E são esses que eu decido diariamente honrar, praticar e aprimorar agora na <strong>More than Words</strong>, sempre trabalhando em cada demanda que recebo com o carinho, o respeito e a seriedade que todos os textos merecem.</p>
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		<title>Por que revisar textos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deboracapella]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[É comum que muitas pessoas e empresas se perguntem quanto à necessidade de contratar serviços de revisão textual voltados a diversos materiais escritos. Será que faz diferença para os leitores? Será que compensa o investimento? O que há de vantagens nisso? Foco da revisão de textos Para começar, é importante afirmar que o foco da &#8230; <a href="https://morethanwords.com.br/2021/03/22/por-que-revisar-textos/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Por que revisar&#160;textos?</span> <span class="meta-nav">	</span></a>]]></description>
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<p class="has-drop-cap">É comum que muitas pessoas e empresas se perguntem quanto à necessidade de contratar serviços de revisão textual voltados a diversos materiais escritos. Será que faz diferença para os leitores? Será que compensa o investimento? O que há de vantagens nisso?</p>



<p><strong><span class="uppercase">Foco da revisão de text</span>os</strong></p>



<p>Para começar, é importante afirmar que o foco da revisão textual é garantir que os conteúdos estejam bem estruturados e cumpram seu propósito adequadamente, seja ele qual for. Ou seja, vai muito além de mexer em uma vírgula aqui e em um acento ou hífen ali. A verificação é mais ampla, e isso vale para os mais variados gêneros textuais, como artigos, notícias, teses, livros, textos de comunicação interna, conteúdo de sites e redes sociais etc.</p>



<pre class="wp-block-verse has-text-align-center">Um bom profissional de revisão tem o cuidado de avaliar e compreender onde as correções são de fato necessárias nos textos.</pre>



<p>Na prática, a revisão contribui diretamente para que os textos apresentem coesão e coerência, de modo que façam sentido e tenham uma linha lógica, facilitando a interpretação por parte do leitor. Para isso, é preciso analisar a ligação entre palavras, expressões e frases, observando aspectos como a ordem das informações e o uso de termos conectivos, por exemplo.</p>



<p>Além disso, as correções gramaticais e ortográficas têm bastante valor, pois contribuem para o aprimoramento da estrutura textual. Vale lembrar, ainda, que isso não significa usar termos e estruturas rebuscadas e inacessíveis em todo e qualquer texto. Um bom profissional de revisão tem o cuidado de avaliar e compreender onde as correções são de fato necessárias nos textos.</p>



<p><strong><span class="uppercase">Vantagens da revisão</span></strong></p>



<p>A verdade é que, em meio à rotina acelerada, com vários compromissos e prazos, até mesmo pessoas acostumadas a escrever podem deixar passar alguns detalhes em seus textos. Por isso, contar com um revisor para verificar os textos antes de eles seguirem adiante faz toda a diferença.</p>



<p>Textos bem escritos apresentam mais clareza e credibilidade para os leitores, o que costuma impactar diretamente a percepção de muitos deles quanto a outras pessoas, empresas e serviços. Sendo assim, vale a pena contar com auxílio profissional qualificado.</p>
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