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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-12183302</atom:id><lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 13:57:17 +0000</lastBuildDate><title>Palavras</title><description /><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>104</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogpalavras" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogpalavras" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-8198186284363555209</guid><pubDate>Wed, 16 Mar 2011 17:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-16T15:06:22.722-03:00</atom:updated><title>Boas Reflexões</title><atom:summary>"A nossa intuição diz‑nos que a efémera e volátil mente carece de extensão física. Penso que essa intuição é falsa, e que deve ser atribuída às limitações do eu desarmado. Não vejo motivo para que essa intuição mereça mais crédito do que anteriores intuições evidentes e poderosas, como por exemplo a noção pré‑coperniciana do que acontece com o Sol e com a Terra, ou mesmo a noção de que a mente </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2011/03/boas-reflexoes.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-3405473612474105496</guid><pubDate>Wed, 08 Dec 2010 01:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-07T22:58:05.227-03:00</atom:updated><title>Dos Mares Remados</title><atom:summary>Andei por aí, sem rumo, e perdiMinha calma intensidade de divagarAssim foram, em algum qualquer lugarEsquecidos meus pensares de até aquiFatos de mente pequena, mas abertaSabida de si, bem errada ou pouco certaLargados em mais outra crua esquina Alívio meu, tristeza minhaPor sempre errante, minha andada parouNas pobres verdades que já havia adotadoEm anos a fio, mal-acostumadosCertezas muitas, as</atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/12/dos-mares-remados.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-335580611804188024</guid><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 16:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-23T13:43:03.215-03:00</atom:updated><title>Sobre a Verdade</title><atom:summary>Quando jura ser feita de verdadesEm minha amada creio, e sei que mente,E passo assim por moço inexperiente,Não versado em mundanas falsidadesMas crendo em vão que ela me crê mais jovemPois sabe bem que o tempo meu já míngua,Simplesmente acredito em falsa línguaE a patente verdade os dois removemPor que razão infiel não se diz ela?Por que razão também escondo a idade?Oh, lei do amor fingir </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/11/sobre-verdade.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-480606720417398540</guid><pubDate>Sat, 30 Oct 2010 16:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-30T13:23:34.513-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>Homens se querem exorcistas, o que revela qualidade intrínseca dos mesmos: estão todos possuídos, tomados por fantasmas que os exigem que mantenham mínima e parca esperança, agarrada a uma suposta razão transcendental e autônoma, pra não dizer divina. Somos todos filósofos, porcos e covardes, de quinta categoria. Todos com medo de viver, sob o pretenso pretexto de compreender. A compreensão, na </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/10/homens-se-querem-exorcistas-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-4865607472155059822</guid><pubDate>Sat, 23 Oct 2010 02:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-22T23:08:51.209-03:00</atom:updated><title>Declaração Precoce de Aniversário</title><atom:summary>Te amo nas pequenezas e insignificâncias da convivência, bem como nas enormes faltas quando de qualquer ausência. Te amo ainda nos nossos grandes feitos e desfeitos, ao lado um do outro, e nas pequenas coisas da vida que se faz sozinha vez por outra, pois que não podemos nos colar como partes de algo quebrado.Não somos nada quebrado. Contudo, quando apartados, quem ousará dizer que somos dois? </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/10/declaracao-precoce-de-aniversario.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7007017309739390863</guid><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-22T23:16:19.432-03:00</atom:updated><title>Direto da Argentina</title><atom:summary>Tem falado, tem falado e fez dormirMas durmo e não durmo, porque sintoQue estou sob o supremo pensamento:Vivo, vierei sempre e tenho vivido.Tem falado, tem falado e eu caíEm um marasmo... cede até o respiroTempos atrás, nas sombras, me tive perdido:Estou cega. Não tenho sentimento.Como o espaço sou, como o vazio,É uma sobra todo o meu corpoE posso como a fumaça levantar-me:Ouço sopros etéreos... </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/08/tem-falado-tem-falado-e-acabei-dormindo.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-385747339357805486</guid><pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-26T14:50:49.569-03:00</atom:updated><title>As Coisas</title><atom:summary>Tudo o que vejo passaÉ tudo o que passaO que não vejoÉ porque me ultrapassa</atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/08/as-coisas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7570393807066282180</guid><pubDate>Tue, 17 Aug 2010 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-16T22:12:33.576-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>"Como tudo, as palavras têm os seus quês, os seus comos e os seus porquês. Algumas, solenes, interpelam-nos com ar pomposo, dando-se importância, como se estivessem destinadas a grandes coisas, e, vai-se-ver, não eram mais que uma brisa leve que não conseguiria mover uma vela de moinho, outras, das comuns, das habituais, das de todos os dias, viriam a ter, afinal, consequências que ninguém se </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/08/como-tudo-as-palavras-tem-os-seus-ques.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7792068056541787643</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-25T21:51:32.585-03:00</atom:updated><title>Mudez</title><atom:summary>Estou farto de minhas vãsTentativas de escrever o mundoTudo percebo e sou mudoPois assim me perceboMas tento e tento e intentoPercebo-me e descrevo em linhas tortasEntre desejos e devaneiosPois é o que sobraO que me resta senão isso? Falar de mim como sábio fosse.Pobre deste ser colérico que constitui-me. Ser colérico que constituo, nas breves passadas largas de minha doce vida amarga, em meio a </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/06/mudez.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-1307821581118153150</guid><pubDate>Mon, 26 Apr 2010 01:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-25T22:10:06.305-03:00</atom:updated><title>Cinema</title><atom:summary>Vivo, de fato, sou ato em mimPresente atemporal, atualApenas pertencente a siÀ minha própria medida desmedidaÚltima e primeira; iludida, desiludidaSou a soma de minhas ilusões perdidasNo limite das desilusões de todosE de tudo, que, como ser, assim não se querNão se satisfaz em si mesmo, consigo e sóE por isso busca o mundo em um nóComo se nó houvesse...Sou marinheiro de viagem </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/04/cinema.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-8535845152844629363</guid><pubDate>Fri, 09 Apr 2010 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-09T13:10:40.729-03:00</atom:updated><title>Angústia</title><atom:summary>Quanto mais se escreve, mais se tem a escreverQuanto mais se esquece, mais se tem a esquecerDedos burocráticos de uma alma que se esvai no tempo, no vento. É prosa poética que me diz da repetição que sou; que somos. Estamos nos repetindo, nos pressionando e nos recriando. Mas criar não é bem a essência disso. Estamos sempre nos reformulando a partir de uma base de prévias reformulações </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/04/angustia.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7933058107298281561</guid><pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-09T12:21:25.070-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>Eu gosto das coisas que gostoE já deixei de gostar de tantas maisEis que vira e mexe me perguntoO que me fez e faz gosto e desgosto?O que fez e faz meus gostos?É esse estranho je ne sais quoiQue se apodera de meu rumoInevitável rumo, já sabívelCorrosivo e destrutivoA construir tudo em cima de restosCaminho(s) de escombros estruturaisReciclados por toda uma vida que se fazNo desfazer e que se </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/03/eu-gosto-das-coisas-que-gosto-e-ja.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7108798840145026109</guid><pubDate>Thu, 25 Feb 2010 21:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-25T18:04:16.339-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>São inevitáveis as forçasQue se movem a mover o mundoSão inexoráveis tais forçasFatais e inescapáveisNão há como negar osDitames que a vida impõeNão posso negar que tudo sejaAssim, força, impulso, tudoO mesmo pulsar que geraA vidaDetermina após que esta sejaDestruídaNão espante-se; não corraTudo está de antemão estabelecidoNão há bom nem mauNão há coisas tais como vilõesTampouco como heróisNão há</atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2010/02/sem-titulo-vii.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-2867097034738070233</guid><pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-27T16:04:52.660-03:00</atom:updated><title>Os Indesculpáveis</title><atom:summary>Excetuo-me de minha própria vida. Tivesse opção, escolheria amnésia eterna, largando meu passado de lado, e todos os erros que me constituíram e constituem deste modo detestável sem remédios. Às vésperas de novo rumo, gostaria fazer deste o primeiro, sem chance de erros, sem desilusões alheias. As minhas eu ainda suporto. É a dor em outros que me corta, é a dor dos outros que me sangra. </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/12/os-indesculpaveis.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-7523049382007096611</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 21:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T18:26:01.328-03:00</atom:updated><title>Tempos Difíceis</title><atom:summary>Cai a chuva lá foraOu são rumores de tormenta?São tempos difíceis,Tempos sem tempoTempos sem pausasÉ tempo de tudoO tempo todoE, por isso, sem tempoO tempo é descansoÉ intervalo. PausaNão há tempo se o tempo corre.Não há tempo se não há eu.O tempo que falta é o únicoTempo: o tempo de si mesmo.E só há si mesmo na pausaNo suspiroNo respiroCai a chuva? Ou são todas as tormentas que sempre me </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/12/tempos-dificeis.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-1914968083557925344</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 20:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T18:00:03.011-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>O amor passou? Não, amor não passa, é coisa que fica. Amor não acaba, é permanente. As relações, ao contrário, acabam. Mas não por falta de amor. Relações acabam porque o amor não cresce, porque pára. Relações acabam porque não se atualizam, por falta de vontade ou de possibilidades. Pois todo ser humano é finito, e assim tudo o que dele nasce, como o amor. Mas este, ao nascer, desconhece ou faz </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/11/o-amor-passou-nao-amor-nao-passa-e.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-6614665788623626928</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-28T15:15:03.878-03:00</atom:updated><title>Adeus</title><atom:summary>Acabo de retornar de um velório. Nada de extraordinário, com todos muito tristes, sobretudo pela idade do morto, acredito. Era jovem, muito jovem, mas não do tipo que acumulava virtudes. Não; este tinha defeitos – era notável mesmo na descida do corpo à cova. Engraçado, em enterros parece que todos perdem seus demônios, mas só parece. Claro estava que alguns, mesmo que poucos, se aliviavam </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/09/adeus.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-6827227749207860071</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2009 02:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-18T23:37:34.716-03:00</atom:updated><title>Corto-me</title><atom:summary>Cortei fora minhas mãos. Foi no dia em que me encontrei, no dia em que parei de vagar às cabeçadas. Ambas as mãos, as cortei sem sentir. Foi ato espontâneo da vida, do destino, que me quis assim agora. Pouco doeu, pois que mal eram aproveitadas naqueles tempos, e toda verdadeira dor é fruto de fruição interrompida. Já não escrevo mais, agora leio.Não mais me engana o tato. Ele, que afasta todos </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/09/corto-me.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-4270288669982932534</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-14T14:55:30.557-03:00</atom:updated><title /><atom:summary>Cortei fora minhas mãos. Foi no dia em que me encontrei, no dia em que parei de vagar às cabeçadas. Ambas as mãos, as cortei sem sentir. Foi ato espontâneo da vida, do destino, que me quis assim agora. Pouco doeu, pois que mal eram aproveitadas naqueles tempos, e toda verdadeira dor é fruto de fruição interrompida.</atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/09/cortei-fora-minhas-maos.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-2244428259586277134</guid><pubDate>Wed, 12 Aug 2009 19:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-12T16:40:19.721-03:00</atom:updated><title>Vida</title><atom:summary>Disseram da alma, de luz, de espíritoDisseram de fogo, centelhas e velasNão há mais que cínicos velóriosOcultos, solenemente celebradosTudo o que foi até então faladoDeveria ser discretamente veladoNão há nada daquilo tudoVida é sangue, vida é issoNão há ópio que me iluda do mundoVida é dor, prazer, vida é serÉ ferida manchada e secaDireta, grossa e óbviaE isso tudo é tão óbvioNão há cegos, </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/08/vida.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-3169346300570142405</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2009 16:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-03T13:01:53.086-03:00</atom:updated><title>Existencial</title><atom:summary>Eu não tenho nada pra falarNão tenho nada que falarNão tenho nadaNão sei nada que ninguém saibaNão sei nada que queira saberNão sei de nadaMas quem é que tem?E quem é que sabe?Antes de memóriaSomos todos esquecimentoEssa mais profunda faceDe toda insossa realidadePor tal existe arteQue busca e respiraO abismo marítimoInalcançável que éNossa existênciaAntes de luzSomos escuridãoE obscuridadeNesse </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/08/existencial.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-2746866790353170068</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2009 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-15T12:36:14.442-03:00</atom:updated><title>A Quase-Batalha</title><atom:summary>Artur caminhava desatento e desastrado, carregando em seu corpo aquela armadura reluzente que de tão imponente parecia ela mesma sustentar seu corpo franzino. Não havia escudeiro, era cavaleiro solitário – ao menos assim se pretendia. Sobre um ponto não restavam dúvidas: era bravo, combatia seus medos com a mais feroz vontade, pois que medos não lhe faltavam – um bravo só se faz em face dos </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/07/quase-batalha.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-2327631535743903287</guid><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-06T16:11:20.724-03:00</atom:updated><title>Pessoas</title><atom:summary>São penetrantes sujeitos vogaisSujeitos a intempéries consoantesEm meio à vida, esta consonanteMatéria de desejos e deveres pluraisSomos fluxo único e constanteQue não se quer apenas contentePois, aceitando suas tantas correntes,Vemos-nos abismo, mas também miranteE é tão fácil ter tanto em menteO teatro da vida é vetor resultanteDe peões e ações e quereres normaisQue o estranho é criação dos </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/07/pessoas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-3194468371842697455</guid><pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-03T17:03:13.222-03:00</atom:updated><title>Ditongo</title><atom:summary>É lenda ou mito breve inesperadoLindo de modo que devia ser cantadoSe foi deus não sabe, ou se foi o diaboA figura que fez de ideal tal ser criadoUm de dois num terço uno apartadoDaí surgindo um terceiro bem amarradoDiz-se de flechas, até de tochas foi faladoNum tentar retratar ao fracasso fadadoDe algo melhor nos anais não há relatoE de pensar que ousaram chamar pecado...Blasfêmia! Foram os </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/07/ditongo.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12183302.post-1907006049847289640</guid><pubDate>Thu, 02 Jul 2009 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-15T09:52:52.734-03:00</atom:updated><title>Hiato</title><atom:summary>As palavras que tenho por meus momentosAs que tenho por meus pensamentosMesmo os mais superficiaisNão os alcançamComo mistério quase todo insolúvelAs palavras não desgastamMinhas tensõesPor isso vejo-me à mercêDe adereçosTolos inúteis Fico tenso e intenso e nãoSolto. Porque elas não soltam a mimAmarram e atam, na alma só desesperadaE o gole que seria fresco desce gélidoCortante como fina lascaDe </atom:summary><link>http://joaotibaucampos.blogspot.com/2009/07/hiato.html</link><author>noreply@blogger.com (João Tibau Campos)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>

