<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201</atom:id><lastBuildDate>Thu, 19 Dec 2024 03:22:24 +0000</lastBuildDate><title>Sinestesia</title><description>não sou eu que misturo as sensações, elas já vem pré-misturadas, nunca percebeu?</description><link>http://carolrmartins.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Carol Martins)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4287402922512832196</guid><pubDate>Sun, 02 Apr 2017 16:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-04-02T13:15:09.855-03:00</atom:updated><title>Menstruação: um relato de uma relação de amor e ódio (e depois vem mais amor) [Parte II]</title><atom:summary type="text">






Continuando meu relato sobre a minha relação com meus ciclos, hoje é dia da parte II:&amp;nbsp;



Parte II - A Primeira Consulta com a Ginecologista




Agora vou dar um fast forward pros meus 14 anos. Eu estava na oitava série e sofria muito bullying na escola, por ser alta, por ser magra, por ser diferentona, por ser nariguda e por outros mil motivos. Eu sentia que não pertencia aquele </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2017/04/menstruacao-um-relato-de-uma-relacao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPVy8pDzeS8Z359M2P_GTJ7BdxEBIucGs5R-ShxoPqqQbb3-RsHzHqoXiUt3JIMROQ-oROLPs_t6hhH2uQxDzRHiE8beMPe1Gy4jsi8bKWCS7E9kpSz2SsReAT31bXdowSuyARiEPfMOA/s72-c/sheela-na-gig-grn-800.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-7242852814001487375</guid><pubDate>Thu, 30 Mar 2017 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-03-30T22:30:34.280-03:00</atom:updated><title>Menstruação: um relato de uma relação de amor e ódio (e depois vem mais amor) [Prólogo e Parte I]</title><atom:summary type="text">



Mais de um ano que eu não postava nada aqui, mas sigo sendo e sentindo a poesia.
 
Hoje escrevi sobre a minha relação com os meus ciclos, as minhas luas, o meu útero e meus ovários, escrevi sobre a minha relação com a minha menstruação. Inspirada pelas últimas lives da Melissa, sobre a Vida sem Pílula, parei pra refletir (mais uma vez), sobre o meu processo de menstruação, pílula </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2017/03/mais-de-um-ano-que-eu-nao-postava-nada.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiiAnBAOTpnhlYtbJvtZ8wa5Y68IWkm0bp3BZqTkxw2unWU4AN-3ESMC30mTu4Y8FV2Jb0yNi_bxI8-6fmTU4lnOTR3KXYm0Liv8Y__z8DBTNbVz6YMR9HokmEa9xXpJOpGVBRRAm51toI/s72-c/the_red_tent_by_rowye-d9k4x40.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-310844518770137743</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2015 12:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-11-16T10:19:20.046-02:00</atom:updated><title>Sobre os caminhos da Formação em Consciência Sistêmica :</title><atom:summary type="text">Esse sofrimento é meuEsse sofrimento é seuEsse sofrimento é nossoEsse sofrimento contamina todosEssa angústia é minhaEsse angústia é suaEsse angústia é nossaEsse angústia perpassa todosEssa tristeza é minhaEssa tristeza é suaEssa tristeza é nossaEssa tristeza permanece em todosEssa descida é minhaEssa descida é suaEssa descida é nossaEssa descida é caminho de todosEssa descoberta é minhaEssa </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2015/11/sobre-os-caminhos-da-formacao-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4223700885882764250</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2015 10:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-11-16T08:16:54.468-02:00</atom:updated><title>Encerrando ciclos</title><atom:summary type="text">Sou mulher
Sou poetisa
Sou psicóloga
Sou eu mesma</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2015/11/encerrando-ciclos.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-7753943559586916705</guid><pubDate>Wed, 27 Nov 2013 23:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-27T21:40:41.880-02:00</atom:updated><title>Liberdade</title><atom:summary type="text">
Ela gostava de se fechar dentro de gaiolas

Só para depois abrir a porta com violência

E se sentir livre outra vez

Era o que lhe instigava

Esse sentimento de liberdade recém conquistada

Que poderia ser roubada do nada, outra vez



Depois de muita vela, mantra e leitura

Ela conseguiu perceber como sempre se trancava na gaiola dos outros

E ainda fechava a porta, só pra garantir



Entendeu </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2013/11/liberdade.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4509050329042117599</guid><pubDate>Wed, 06 Feb 2013 00:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-02-05T23:11:07.002-02:00</atom:updated><title>Grades</title><atom:summary type="text">Agora quero falar sobre o lugar para qual todos aqueles sentimentos que nos travam a garganta vão. Os sentimentos que nos entorpecem, emudecem, constrangem, perturbam ou até nos anestesiam. Tenho dito que esses sentimentos não cabem nos quadrados da moral e dos bons costumes, pois nem sabem se nomear de bons ou maus.

São os sentimentos que nos roubam de nós mesmos, nos ludibriam, não nos </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2013/02/grades.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-2364241045943153209</guid><pubDate>Wed, 05 Dec 2012 00:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-27T21:40:56.235-02:00</atom:updated><title>Momento</title><atom:summary type="text">

A sua respiração completa a minha dentro da sua

Suamos até escorrer, esse cheiro de nós dois

Dois que se fazem um, nesse momento...
</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/12/momento.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4273314007887843019</guid><pubDate>Thu, 04 Oct 2012 13:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-04T10:23:15.402-03:00</atom:updated><title>Sem meias palavras</title><atom:summary type="text">Se for pra
chorar

Que seja
envolvida no seu abraço

Embalada
pelas suas palavras de afeto

Compreendida
pelo seu silêncio empático 



Se for pra
dormir pouco

Que seja
porque o amor transborda e preenche a casa inteira

Que seja
porque a conversa não tem fim

Os arrepios
dançam na pele

As mãos
percorrem o corpo inteiro

A barba
roçando no pescoço não permite

Que seja
porque eu e você somos um</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/10/sem-meias-palavras.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4534400193895527182</guid><pubDate>Wed, 22 Aug 2012 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-21T23:14:44.748-03:00</atom:updated><title>Nós</title><atom:summary type="text">Há de se dizer sobre o aqui e o agora

Sorrir para os silêncios de intimidade sutil

Silenciar para os desejos que nos tiram o ar
Desejar&amp;nbsp;para as ocasiões intensas que cortam a madrugada

Dizer dos entendimentos que se desenrolam sem palavras
Entender os abraços de envolvimento desmedido
Abraçar os momentos de sinceridade no olhar

Compartilhar quando os gritos assolam a alma
Gritar quando </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/08/nos.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-5649175556993295965</guid><pubDate>Wed, 22 Aug 2012 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-21T22:41:59.280-03:00</atom:updated><title>Fotografia</title><atom:summary type="text">O desbotado das memórias também tem algo a dizer
É engraçado mudar a ordem dos porta-retratos na estante
É estranho me deparar com todas essas cores e nunces
O anunciado às vezes causa mais surpresa que o imprevisto

Parece que eu tento prever os momentos de amanhã
Só pra poder me enganar
Prevejo para não precisar ver realizado
Espero o inesperado
Adoro ser contrariada enquanto traço invenções

</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/08/fotografia.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-8678588968189570501</guid><pubDate>Thu, 02 Aug 2012 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-02T18:58:54.820-03:00</atom:updated><title>Excesso</title><atom:summary type="text">Sou aguda
Sou a raiva que espuma
Sou a alegria que preeenche
Sou a tristeza que transborda

Sou exagero
Sou a tranquilidade que flutua
Sou o contentamento que contagia
Sou a dança que se espalha

Sou intensidade
Sou o tempo que se condensa
Sou o espaço que se estende
Sou a tempestade que avassala

Não consigo ser nada além de abismo
Dor crônica não me impede
E a rotina só vem quando serve de </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/08/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-3994736658310958844</guid><pubDate>Fri, 20 Jul 2012 15:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-02-05T23:42:27.086-02:00</atom:updated><title>Namorandinho</title><atom:summary type="text">Estou
acostumada com querer quebrar as convenções, ser diferentona, por assim dizer.
Acho que por tempos, meu pensamento era claro: faça o contrário do que as
pessoas costumeiramente fazem. Como eu via tanta gente matando, morrendo,
sofrendo e sendo infeliz, só podia concluir que se elas eram assim, tudo que
faziam na vida, no universo e tudo mais, só podia ser errado, então quem sabe
fazendo o </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/07/namorandinho.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-6011394115385935622</guid><pubDate>Fri, 15 Jun 2012 00:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-14T21:12:02.989-03:00</atom:updated><title>Ficção</title><atom:summary type="text">Pra você: não faz sentido ser reinvenção
A imutabilidade é palavra de ordem
Posso te ver ontem, hoje e amanhã
Traçando exatamente o caminho que lhe foi reservado

Seus desejos e anseios mudam sempre
Passam como folhas outonais nessa espiral de inconstância
Mas no centro algo permanece
No vórtice, a máscara não se move
A indecisão, a mentira e a prepotência permanecem

Pra mim: não faz sentido ser</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/06/ficcao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-1966112371342180845</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 20:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-14T17:45:44.998-03:00</atom:updated><title>Do lado de cá</title><atom:summary type="text">Enquanto minha invenção inventa de ventar
Meu sorriso sorri só rindo
Dizendo pra mim mesma
Que poetisa que se preze
Usa, abusa, abole
Diz, desdiz, desvia

Já nessa comunidade a nossa unidade é comum
Ser indivíduo requer ser singular
Ser indivíduo requer ser parte
Ser cidadão do mundo

A distorção diz da torção do meu coração
Que gira em torno de mim, de você e de si mesmo
Procurando saber se </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/05/do-lado-de-ca.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-5957643086022613211</guid><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-13T20:52:28.903-03:00</atom:updated><title>Que já foi...</title><atom:summary type="text">A gente só consegue arrancar a faca do coração quandoO abraço parece uma mão estendida.As palavras lembram um beijoE enquanto a mão estendida envolveO beijo já entendeEu sei que o coração ainda bateE o buraco vazio continua láEle só vai parar de doerNo exato segundo, marcado em relógioEm que eu preenchê-lo esclarecidamente com o nada</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/03/que-ja-foi.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4645110789939074550</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 22:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-24T20:09:04.368-02:00</atom:updated><title>Poesia da pequenez</title><atom:summary type="text">A caneta só está láRepousandoFlutuandoO papel só fica aliContemplando a madeira desgastadaDizendo sobre as aspirações de tintaÉ mais do que simplesmente papelÉ um rascunho de intençõesUma lista de vontadesUma compilação de reverberaçõesUm apanhado de imensidãoSó que mesmo assim não passa de papelDependente de minha disposiçãoDesejante de minha intensidadeCego à sua pequenezSurdo à sua </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/02/poesia-da-pequenez.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-984904304963055065</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T15:34:25.917-02:00</atom:updated><title>Faz de conta</title><atom:summary type="text">(essa é minha tentativa, um tanto falha, de me concentrar mais, me dispersar menos e criar algo um pouco mais ritmado, achei clichê, meio não-Carol, muito extenso e basicamente ruim, mas...)Você está aí, na porta de malas prontasOs pés tocam a calçadaE você se vaiEu bem que reparei que o dia está nubladoTudo está exatamente como você deixouSeu travesseiro ainda está na camaMas eu ainda nem </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/02/faz-de-conta.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-5899070099944196893</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 20:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T18:23:35.701-02:00</atom:updated><title>Descarte</title><atom:summary type="text">Seu violão distorcido não diz de nósO tempo que condiz, não contribuiÉ estranho dividir uma realidade com vocêSe nem somos do mesmo universoA música no improviso ressoa, entendeEu fico sem saber o que dizerPermitindo-me me inspirarPor uma verdade que nem ao menos é minhaCada um em seu ofícioE o meu ofício que é nenhum?Cada um com suas respostasE a minha resposta que é pergunta?A gente tenta soar </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/02/descarte.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4052774011216654937</guid><pubDate>Sat, 04 Feb 2012 03:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-04T01:56:13.751-02:00</atom:updated><title>Ininterrupto</title><atom:summary type="text">Enquanto eu ando pelas ruas e só andoAs pessoas passam por mim, andando em círculosRostos embaçados, sorrisos enferrujadosE a dor que cada um esconde?Pareço ser fria, deprimidaEnquanto todos penduram um cabide no rostoEu acho engraçado, acho melancólico Todo mundo andando em direção a lugar nenhumEm todos os cantos rostos conhecidosLugares desgastadosRisadas encobrindo tudoA angústia se soma, </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/02/ininterrupto.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4553422726322437279</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 16:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-19T14:30:37.969-02:00</atom:updated><title>Entrelaço</title><atom:summary type="text">Rostos descolados, caídos no vão da escadaSorrisos desbotados, jogados no canto da salaPedaços do mundo inteiro diluídos em metros quadradosPassado presente, futuro esboçado Vivência sentida, experienciadaA expiração delonga e abrevia, delonga e abreviaA inspiração aprofunda e emerge, aprofunda e emergeEnquanto os fios dourados atrapalham ajudandoE a barba cerrada risca e arrepia toda a meia </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2012/01/entrelaco.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-3610034958695237358</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-16T18:03:08.019-02:00</atom:updated><title>Fumaça</title><atom:summary type="text">É isso mesmo! Quero o silêncio perturbador, caótico, que engrandece, que constrói, que destrói, que destoa, que canta, que assovia, que gira, que sibila. Quero renovar-me, ampliar-me, desconstruir-me em mim. Quero os gritos, a briga, o caos, a luta, a negociação, a negação, a batalha, a barganha. Não posso mais só brincar, necessito intuir mais inverdade, discussão, crescimento, chuva, término, </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2011/11/fumaca.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-fBtw7yEQxak/TsQAUAK5d-I/AAAAAAAAAOw/lIm4XfYnSXg/s72-c/synesthesia_by_lilac_drop-d3fwo5l.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-7130305762801107573</guid><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 18:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-25T16:22:51.728-02:00</atom:updated><title>Transitivo</title><atom:summary type="text">Se ser metade muitas vezes requer se encher de completude, e ser completude requer reconhecer-se como faltante, o que resta a quem se entende em vazio mais do que em completude ou faltante?Se ser egocêntrico implica entender que o mundo gira em torno de &quot;si&quot;, e ser altruísta implica entender que &quot;si&quot; gira em torno do mundo, o que pode se dizer de quem muitas vezes não consegue distinguir o &quot;si&quot; e</atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2011/10/transitivo.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-1162193717078482593</guid><pubDate>Sat, 01 Oct 2011 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-01T18:01:33.675-03:00</atom:updated><title>Respirar</title><atom:summary type="text">A verdade, pelo menos a minha versão da verdade, é que ser mulher decidida requer indecisão. As certezas são tão volúveis, solúveis, inflamáveis. Ser menina até quando der é decisão de tanta gente, e escolher preservar o jeitinho de menininha, com a decisão ou indecisão de mulher requer tanta reflexão.  É difícil não ser eu mesma enquanto me embrenho nessa tentativa, mas pras outras pessoas </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2011/10/respirar.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-9198913660952763689</guid><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-29T21:33:05.768-03:00</atom:updated><title>Equilíbrio</title><atom:summary type="text">Se os anos não podem dizer como pensar, o que poderia? Tento entender a complexidade que se desdobra, e o que me resta é entender o simples, o tangível. Ironia é constatar que o mais óbvio é o que tende a passar despercebido, já que o compreensível não me intriga e não me afeta.Enquanto a cabeça calcula, organiza, tentando resolver tudo que surge, compreender o que é dito e se manter em </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2011/08/equilibrio.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3408869861500240201.post-4318065441451045705</guid><pubDate>Sat, 09 Jul 2011 02:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-08T23:58:58.140-03:00</atom:updated><title>Antecipação</title><atom:summary type="text">O coração aperta no peito, as expectativas nem sempre condizem com a realidade. Por que será que quando as mãos se enlaçam, às vezes faz sentido e às vezes parece mecânico? É possível as intenções mudarem tanto de lugar no decorrer de uma semana?Os acasos não são de se observar comigo e eu sei que enquanto quase um mês separa, tudo vai tratar de se encaixar, tomar seu lugar, ou talvez não. O </atom:summary><link>http://carolrmartins.blogspot.com/2011/07/antecipacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carol Martins)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>