<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378</id><updated>2024-11-08T07:06:05.248-08:00</updated><title type='text'>Direito da Saúde </title><subtitle type='html'>Ambiente virtual destinado ao conhecimento e discussão a respeito de assuntos vinculados ao direito da Saúde – Medicina, fisioterapia, odontologia, enfermagem, dentre outros.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>330</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-3690398718500305938</id><published>2014-05-30T16:04:00.001-07:00</published><updated>2014-05-30T16:04:29.056-07:00</updated><title type='text'>Transtorno dismórfico corporal em dermatologia:</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;A insatisfação com a própria imagem parece ser comum na população geral. No entanto, o nível de preocupação causado pela insatisfação com a imagem pode variar entre os indivíduos e atingir um grau em que estas preocupações causem interferência no seu funcionamento cotidiano. A insatisfação com a imagem corporal desempenha importante papel em um grande número de transtornos psiquiátricos, incluindo os transtornos alimentares, a fobia social, o transtorno de identidade de gênero, mas principalmente na condição psiquiátrica que é muito relevante para os dermatolo- gistas: o Transtorno Dismórfico Corporal (TDC)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica; min-height: 15px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;O TDC é relativamente comum, por vezes inca- pacitante, e envolve uma percepção distorcida da ima- gem corporal, caracterizada pela preocupação exage- rada com uma anomalia imaginária na aparência ou com um mínimo defeito corporal presente.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Apesar do importante aspecto social que envolve esse transtorno, foi pouco estudado até recentemente, e não reconhecido e diagnosticado por profissionais de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Transtorno Dismórfico Corporal em populações de dermatologia e cirurgia plástica&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Estudos empíricos sugerem que a prevalência do TDC nesses pacientes parece ser maior do que na população geral. Um estudo norte-americano, de 1998,8 descreve que a prevalência do TDC varia entre 7 e 8%, e dois estudos europeus mostraram prevalên- cias de 6,3% e 9,1%,43,44 nos pacientes de cirurgia plástica cosmética.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;No entanto, as prevalências, na literatura, variaram de 2,9 a 53,6%,19 mas, em estudos que não utilizaram a mesma metodologia, alguns com pequenas amostras, vieses de seleção e uso de entrevistas não-estruturadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Nos pacientes que procuram consultas clínicas na Dermatologia, a prevalência do TDC parece ser ligeiramente maior do que em populações de cirurgia cosmética. Segundo Phillips et al., o dermatologista pode ser o profissional que mais frequentemente é consultado por esses pacientes. Em estudo de prevalência, em população dermatológica clínica, 14,4% dos pacientes tiveram critérios diagnósticos para o TDC e a maioria desses procurou tratamento para acne.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;O TDC parece ser mais prevalente nessas populações, mostrando a importância do conhecimento desse transtorno e de seus aspectos clínicos para estes profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin: 0px; font-size: 12px; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Fonte: scielo&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLkXMIuCCwbbqMGHwVYGHuFRuCdEUsN1ucyUAWfQd5xS_wlpVyBd2NJPMH4JpMUvN3h4G6Ro2unDcSKexHfQP9wdpxsTTaRLd7fjVtQEMqYYxaKDQFGghlzrRsxZ2gLK04g8IDN3E8Dxw/s640/blogger-image-1362976395.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLkXMIuCCwbbqMGHwVYGHuFRuCdEUsN1ucyUAWfQd5xS_wlpVyBd2NJPMH4JpMUvN3h4G6Ro2unDcSKexHfQP9wdpxsTTaRLd7fjVtQEMqYYxaKDQFGghlzrRsxZ2gLK04g8IDN3E8Dxw/s640/blogger-image-1362976395.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/3690398718500305938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/05/transtorno-dismorfico-corporal-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3690398718500305938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3690398718500305938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/05/transtorno-dismorfico-corporal-em.html' title='Transtorno dismórfico corporal em dermatologia:'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLkXMIuCCwbbqMGHwVYGHuFRuCdEUsN1ucyUAWfQd5xS_wlpVyBd2NJPMH4JpMUvN3h4G6Ro2unDcSKexHfQP9wdpxsTTaRLd7fjVtQEMqYYxaKDQFGghlzrRsxZ2gLK04g8IDN3E8Dxw/s72-c/blogger-image-1362976395.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5801762881164494841</id><published>2014-03-19T16:51:00.001-07:00</published><updated>2014-03-19T16:51:31.841-07:00</updated><title type='text'>Barriga de aluguel não dá direito à licença maternidade</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-8391114464092281822&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O Tribunal de Justiça da União Europeia definiu que, em princípio, quem recorre a barriga de aluguel para gerar um filho não tem direito à licença maternidade. Pelo menos, não existe nenhuma diretiva europeia que preveja esse direito. Cabe a cada país legislar sobre o assunto, disse a corte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O julgamento foi anunciado nesta terça-feira (18/3) e surpreendeu a quem esperava que a garantia fosse reconhecida, com base na igualdade de direitos. Para o tribunal, a licença maternidade prevista em diretiva da UE protege a trabalhadora gestante, com foco na sua saúde. Se a mulher não engravidou, não tem, portanto, essa proteção garantida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os juízes também consideraram que o fato de um país aceitar dar licença maternidade para uma mãe adotiva, mas negar para uma mulher que recorre a barriga de aluguel não significa que houve discriminação. São situações diferentes e é da competência de cada Estado legislar sobre o assunto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Tribunal de Justiça europeu julgou o caso de dois casais que, sem assistência, não conseguiam ter um filho. Um deles aconteceu na Inglaterra. Além de barriga de aluguel, o casal teve de recorrer à doação de óvulo. O procedimento é legalizado no Reino Unido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No segundo caso, a mulher e o marido conseguiam gerar um filho biológico deles, mas como a mãe não tinha útero, tiveram de recorrer a uma barriga de aluguel. Para isso, viajaram até a Califórnia, nos Estados Unidos, e lá tiveram seu filho. As duas famílias recorreram à Justiça nacional alegando ter direito à licença maternidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes de decidir, o Judiciário da Irlanda e do Reino Unido enviou uma consulta ao TJ da União Europeia. Para a corte europeia, a decisão deve ser tomada de acordo com a lei de cada Estado, já que o direito nunca foi reconhecido pelo Parlamento europeu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os juízes ainda afastaram o argumento de que as mulheres estariam sendo discriminadas por conta de uma deficiência. Eles consideraram que, embora o fato de não poder ter um filho cause sofrimento a muitas mulheres, não pode ser considerado uma deficiência porque não coloca as mulheres em situação de desigualdade no ambiente de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-8391114464092281822&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-8391114464092281822&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5801762881164494841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/barriga-de-aluguel-nao-da-direito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5801762881164494841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5801762881164494841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/barriga-de-aluguel-nao-da-direito.html' title='Barriga de aluguel não dá direito à licença maternidade'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5401246009796421600</id><published>2014-03-14T16:47:00.001-07:00</published><updated>2014-03-14T16:47:00.455-07:00</updated><title type='text'>Tecnologias vestíveis podem prevenir erros na saúde?</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot; style=&quot;margin: 0.75em 0px 0px; position: relative; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 17px;&quot;&gt;Hospitais e organizações de saúde podem ganhar vantagem competitiva significativa com aparelhos vestíveis&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-5185100964593117512&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;Tecnologias vestíveis – aparelhos como o Google Glass, ou smartwatches como o Gear – são uma tendência empolgante na área de consumo. Nós podemos imaginar, num futuro próximo, esse tipo de tecnologia se tornando uma ferramenta útil no ambiente de trabalho, especialmente num dos setores mais conservadores, como a saúde. Se implementada corretamente, ela pode reduzir o risco dos efeitos do cansaço de equipes de enfermagem, melhorar a satisfação do paciente, a produtividade das equipes e até contribuir para elevar os níveis de qualidade de atendimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tecnologias vestíveis em ação&lt;br&gt;Tudo isso soa muito futurístico? Muitos especialistas acreditam que esse cenário pode estar mais perto do que você imagina, e que ele irá ajudar a superar algumas das maiores barreiras na área.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por exemplo, considere a exaustão dos enfermeiros. Uma pesquisa recente mostrou que o cansaço dessas equipes é presente no mercado e, se não monitorado, pode ter um impacto negativo na qualidade do atendimento e na satisfação tanto do paciente quanto do empregado — podendo até ocasionar aumento nos custos operacionais. Entre os respondentes, 69% reportaram que o cansaço foi responsável pela preocupação excessiva sobre sua capacidade de atender durante horas de trabalho. Até mais alarmante que isso, quase 65% dos participantes da pesquisa disseram que quase cometeram erros por conta disso, e mais de 27% reconheceram que erraram porque estavam cansados demais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Claramente o cansaço dos enfermeiros é um problema, ainda que muitos hospitais e organizações de saúde lutam para resolvê-lo. A tecnologia vestível então, pode apresentar uma solução.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Imagine se os enfermeiros usassem braceletes ou sensores em seus uniformes que monitorassem seus sinais vitais críticos. Os gerentes poderiam ver em tempo real a “saúde” geral de sua equipe, e mais importante, ter insights sobre seus níveis de cansaço. Se um enfermeiro ficar muito cansado, medido pelos níveis caindo significativamente, o gestor poderia receber um alerta, de modo a determinar o melhor modo de agir. Desde aumentar o período de descanso, ou enviá-lo mais cedo para casa e notificar um substituto, com apenas alguns cliques em seu dispositivo vestível.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda melhor, tudo isso pode ser feito a tempo de agir antes que o enfermeiro se canse demais, um fator crítico para evitar incidentes relacionados ao cansaço.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O futuro começa agora&lt;br&gt;Muitos especialistas acreditam que a tecnologia vestível será escalável no ambiente corporativo, com impacto potencial significativo na economia. Hoje, os vestíveis são avanços importantes em diferentes setores como reconhecimento de voz, biometria, comunicações, entre outros. Além disso, algumas pesquisas indicam que smartwatches e outros aparelhos podem representar receita de US$ 50 bilhões em 2017.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E a indústria de saúde é especialmente um bom mercado para eles. Considere os seguintes exemplos:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Decisões e atendimento mais rápidos. Um gerente de enfermaria pode receber um alerta em seu relógio dizendo que o pronto socorro está prestes a receber um alto número de pacientes com traumatismo. O gestor pode, então, reagir rapidamente buscando especialistas a essa demanda, disponibilizando-os para atender os casos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Rastrear funcionários e melhorar qualidade de atendimento. Hospitais e organizações de saúde também podem monitorar a localização de uma equipe específica para melhor direcioná-la no atendimento a casos urgentes – em tempo real, aumentando a qualidade do atendimento e a experiência do paciente no geral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Melhorar o compartilhamento de informação. Ao disponibilizar acesso mais rápido e fácil a dados críticos, a tecnologia vestível pode revolucionar o compartilhamento de informações entre provedores de saúde e os pacientes, bem como as decisões tomadas sobre a saúde de cada um deles.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com exemplos como esses, alguns especialistas acreditam que tecnologias vestíveis serão adotadas primeiro no ambiente corporativo, e não por consumidores, contrariando a empolgação das pessoas a cada lançamento. Ainda que as organizações de saúde devem tomar cuidado para evitar a percepção de que eles estão invadindo a privacidade dos pacientes e funcionários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os funcionários, na verdade, podem até estar mais receptivos à ideal. Afinal de contas, o conceito de tecnologia vestível já existe. Crachás, aparelhos que rastreiam equipamentos médicos, tablets corporativos e aplicativos são exemplos tecnológicos de que a saúde já aceitou que a tecnologia é parte de seu trabalho diário. Se os colaboradores começarem a ter reais benefícios usando a tecnologia vestível no trabalho, como produtividade ou reconhecimento especial dos gestores, eles irão continuar a abraçar a ideia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Criar vantagem competitiva&lt;br&gt;Tecnologias vestíveis chegaram claramente para ficar. A tecnologia irá melhorar ainda mais e se tornar ainda mais presente nos próximos anos. Hospitais e organizações de saúde devem ser sábias o bastante para pesquisar como isso pode ser usado estrategicamente para melhorar o cuidado ao paciente e também o trabalho de seus times.&lt;br&gt;&lt;br&gt;*&lt;i&gt;Por Susan Reese, da InformationWeek USA&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Saúdeweb&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5401246009796421600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tecnologias-vestiveis-podem-prevenir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5401246009796421600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5401246009796421600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tecnologias-vestiveis-podem-prevenir.html' title='Tecnologias vestíveis podem prevenir erros na saúde?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-1944927175216104815</id><published>2014-03-14T16:41:00.001-07:00</published><updated>2014-03-14T16:41:15.857-07:00</updated><title type='text'>Indicação médica impede que plano de saúde negue tratamento</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-9138461177149759105&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Se há indicação médica, o plano de saúde não pode se negar a pagar o tratamento, mesmo que o custeio não seja previsto na lista de procedimentos da Agência Nacional de Saúde. Assim entendeu a 40ª Vara Cível de São Paulo ao julgar o pedido de um assegurado que teve de interromper o tratamento contra o câncer após o plano de saúde se negar a arcar com os gastos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O segurado, representado pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle, do Nacle Advogados, entrou com ação de obrigação de fazer e pedido de indenização por danos materiais e morais contra uma associação de trabalhadores alegando, da qual tem plano de saúde há mais de 20 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O homem foi diagnosticado com câncer de próstata em 2010 e começou tratamento intensivo, que interrompido pelo plano e piorou gravemente seu estado de saúde. A defesa pediu antecipação de tutela e indenização por danos morais e materiais. A tutela antecipada foi deferida e a associação contestou alegando que no caso, não incide a indenização por danos morais e matérias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para a relatora, juíza Maria Cristina de Almeida Bacarim, o caso é de relação de consumo e por tanto deve ser aplicado o Código de Defesa do Consumidor, já que trata-se de contrato de adesão celebrado entre o segurado e o convênio médico. Ela apontou que a doença do segurado está prevista na cobertura contratual do plano de saúde e sendo assim, é abusiva a restrição quanto ao procedimento necessário a ser tratamento ou a minoração do sofrimento do paciente durante do tratamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo a magistrada, a restrição indevida dos direitos emergentes do contrato afronta o artigo 51, IV e parágrafo 1°, II do Código de Defesa do Consumidor que diz serem nulas as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que estabeleçam obrigações que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Sendo característica fundamental do contrato de plano de saúde a cobertura e o custeio de tratamento médico para doenças previamente estipuladas, a exclusão de determinado procedimento para o tratamento implica a possibilidade de subtração indevida do fornecedor de uma sua obrigação que, diga-se, é a principal, qual seja, fornecer a segurança ao consumidor que necessita de atendimento médico e se vale da rede de saúde suplementar”, afirmou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A juíza levou em consideração as súmulas 95 e 102 do TJ-SP que estabelecem que se há a expressa indicação médica, não prevalece a negativa de cobertura do custeio ou fornecimento de medicamentos associados a tratamento quimioterápico e torna abusiva a negativa de cobertura de custeio de tratamento sob o argumento da sua natureza experimental ou por não estar previsto no rol de procedimentos da ANS.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A seguradora deve autorizar e fazer os procedimentos necessários para o tratamento do câncer de próstata, arcando com todos os custos e despesas decorrentes dos procedimentos e ressarcir o segurado pelo medicamento comprado no calor de R$ 2 mil. Além disso, foi condenada a pagar indenização por danos morais em R$ 15 mil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Processo 0203058-04.2012.8.26.0100&lt;br&gt;&lt;br&gt;fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/1944927175216104815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/indicacao-medica-impede-que-plano-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1944927175216104815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1944927175216104815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/indicacao-medica-impede-que-plano-de.html' title='Indicação médica impede que plano de saúde negue tratamento'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-4603173727932412249</id><published>2014-03-14T16:32:00.001-07:00</published><updated>2014-03-14T16:32:26.841-07:00</updated><title type='text'>TJSC - Sem imperícia, médico não é responsabilizado por resultado de&#xa;cirurgia</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;tituloAzul&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A Câmara Especial Regional de Chapecó confirmou sentença da comarca de Itapiranga, e afastou a culpa de um médico em ação ajuizada por paciente que alegou piora da audição após cirurgia. Ela foi submetida a procedimento de correção auditiva em 2008, e pediu indenização por danos materiais e morais pelo agravamento do quadro clínico pós-operatório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;De acordo com a câmara, o perito judicial que examinou a paciente, documentos e relatórios não constatou conduta imprudente que caracterizasse a responsabilidade do profissional. O laudo pericial também ressalta que, em 5% dos casos, há possibilidade de ocorrer algum resultado não satisfatório da cirurgia, o que teria acontecido. Com base nesses dados, o relator, desembargador substituto Eduardo Mattos Gallo Júnior, entendeu que a culpa do médico não foi comprovada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Em termos gerais, exigir de um médico conduta de resultado seria como dar a este onipotência, colocando-o acima do bem e do mal, uma vez que cada ser humano reage de uma maneira às intervenções e procedimentos médicos. Excetuam-se, nesta atividade, aquelas especialidades em que o resultado é a solução do problema, como ocorre nos procedimentos médicos puramente estéticos, sem patologia antecedente, nos quais se pode reconhecer a responsabilidade objetiva”, concluiu o magistrado. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 2013.073400-8).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal de Justiça de Santa Catarina&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/4603173727932412249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tjsc-sem-impericia-medico-nao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/4603173727932412249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/4603173727932412249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tjsc-sem-impericia-medico-nao-e.html' title='TJSC - Sem imperícia, médico não é responsabilizado por resultado de&#xa;cirurgia'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-8587202506191280720</id><published>2014-03-14T16:27:00.001-07:00</published><updated>2014-03-14T16:27:54.590-07:00</updated><title type='text'>TJAC - Juizados Especiais: 2ª Turma Recursal mantém condenação de&#xa;laboratório por erro em resultado de exame</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis da Comarca de Rio Branco rejeitou a apelação interposta pelo laboratório Bionorte Centro de Diagnóstico, Análise e Pesquisa Clínicas Ltda e manteve sua condenação ao pagamento de indenização por danos morais, em razão de erro no resultado de um exame, que apontou a (falsa) presença do vírus da toxoplasmose em uma paciente grávida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;De acordo com o acórdão, publicado no Diário da Justiça eletrônico nº 5.113 (fls. 43 e 44), do dia 7 março de 2014, o laboratório deverá pagar à autora Ana Paula Leite Souza a importância de R$ 4 mil, a título de indenização por danos morais, nos termos da sentença exarada pelo 1º Juizado Especial Cível (1º JEC).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Entenda o caso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A autora alegou à Justiça que, em razão de uma gravidez, realizou um exame de toxoplasmose no laboratório reclamado, sendo que o laudo fornecido apontava a presença do protozoário causador da doença em seu organismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Como estava grávida, tal resultado lhe causou grande apreensão, uma vez que é sabido que o parasita pode atravessar a placenta e infectar o feto, o que pode ocasionar aborto e má formação em um terço dos casos, além de déficits neurológicos e cegueira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Temendo que seu filho viesse a apresentar algum desses sintomas, a autora iniciou imediatamente um tratamento médico para tentar anular a presença do parasita em seu organismo e garantir a integridade física do feto em formação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Tal tratamento, no entanto, de acordo com os médicos, representa novo perigo para a criança, uma vez que são utilizados medicamentos potencialmente tóxicos que podem comprometer o bom andamento da gestação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;No entanto, para sua total surpresa, ao realizar, posteriormente, novos exames em outros laboratórios de Rio Branco, a autora obteve somente resultados negativos para a toxoplasmose, o que evidencia que a mesma nunca esteve infectada pelo toxoplasma gondii, sendo que o resultado positivo apresentado pelo laboratório Bionorte estava equivocado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Indignada com o episódio e com as suas possíveis consequências para a saúde de seu filho, a autora buscou a tutela de seus direitos junto ao 1º JEC da Comarca de Rio Branco, onde obteve a condenação do laboratório Bionorte ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 4 mil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A empresa, no entanto, apelou da sentença por considerá-la “injusta e equivocada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o laboratório Bionorte, o que ocorreu foi um “erro de interpretação” por parte do médico que solicitou o exame.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Sentença mantida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O relator do recurso de apelação, juiz Leandro Gross, porém, rejeitou a argumentação da empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Segundo o magistrado, durante a instrução processual restou evidente que o que ocorreu foi, de fato, “uma falha na prestação de serviço”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;“Além disso, também competia ao laboratório ter cientificado expressamente que a reclamante deveria repetir o exame no prazo técnico, todavia, não se verifica essa informação no documento”, disse o relator.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Leandro Gross também afastou a alegação de erro de interpretação do resultado do exame por parte do médico solicitante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;De acordo com o magistrado, “basta verificar nos sites mais simples, até nos mais técnicos, que o resultado apontado no exame, inquestionavelmente, aponta para a existência da doença”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Por fim, o relator votou pela improcedência da apelação interposta pelo laboratório Bionorte Centro de Diagnóstico, Análise e Pesquisa Clínicas Ltda, no que foi acompanhado pelos demais membros da 2ª Turma Recursal, que, à unanimidade, rejeitaram o recurso, mantendo a sentença exarada pelo 1º JEC da Comarca de Rio Branco “por seus próprios fundamentos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal de Justiça do Acre&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p justify;=&quot;&quot; margin:=&quot;&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt=&quot;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span arial,sans-serif;=&quot;&quot; font-size:=&quot;&quot; 10pt=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/8587202506191280720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tjac-juizados-especiais-2-turma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8587202506191280720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8587202506191280720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/tjac-juizados-especiais-2-turma.html' title='TJAC - Juizados Especiais: 2ª Turma Recursal mantém condenação de&#xa;laboratório por erro em resultado de exame'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-2045241171699453163</id><published>2014-03-14T14:12:00.001-07:00</published><updated>2014-03-14T14:12:09.964-07:00</updated><title type='text'>Aspectos e uso do Prontuário Eletrônico</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;A palavra prontuário origina-se do latim promptuarium e significa “lugar onde são guardadas coisas de que se pode precisar a qualquer momento” ou “manual de informações úteis” ou ainda “ficha que contém os dados pertinentes de uma pessoa”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o tempo, chegou-se ao consenso de quão indispensáveis são os registros sobre o cuidado ao paciente e, assim, surgiu o prontuário conhecido hodiernamente. A denominação inicial de “Prontuário Médico” foi substituída por “Prontuário do Paciente”, devido às transformações na relação médico-paciente, com ênfase na defesa dos direitos dos pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Datam da década de 1960 as primeiras experiências com o uso de sistemas de informação. Surgiram, inicialmente, com o propósito de favorecer a comunicação entre os vários setores de um hospital, mas em seguida passaram a armazenar informações sobre os pacientes. Em 1972, o National Center for Health Services Research and Development e o National Center for Health Statistics dos Estados Unidos patrocinaram um congresso com o objetivo de estabelecer uma estrutura mínima para os registros médicos ambulatoriais. Logo em seguida, surgiram os primeiros Prontuários Eletrônicos do Paciente (PEP).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em julho de 2007, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou as normas técnicas para digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informações identificadas em saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desde a proposta de implementação do PEP até os dias de hoje, percebe-se uma série de avanços no aperfeiçoamento das tecnologias e a agregação de novas funcionalidades, como a possibilidade de anexar imagens e outros exames complementares, a utilização de sistemas de apoio à decisão e o acesso remoto ao PEP. No entanto, ainda existem muitas dúvidas, críticas e resistência ao uso dos prontuários eletrônicos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação em Saúde (TICS) cresce a cada dia. Hoje são inúmeras as possibilidades, os recursos e os benefícios que a informática pode trazer para a área de saúde, especialmente para o MÉDICO.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é a principal ferramenta de TICS que o médico precisa ou precisará lidar nas suas atividades diárias, seja no consultório, centro diagnóstico ou hospital. É fundamental que o médico utilize uma ferramenta de alta qualidade, segura e que possa auxiliá-lo no registro da história clínica e exame físico, bem como na solicitação de exames e prescrição. Outro conceito importante é o Registro Eletrônico de Saúde (RES) que permite o armazenamento e o compartilhamento seguro das informações de um paciente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os sistemas devem adotar mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade das informações de saúde. A certificação digital é a tecnologia que melhor provê estes mecanismos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o intuito de estabelecer as normas, padrões e regulamentos para o PEP/RES no Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) estabeleceram um convênio de cooperação técnico-científica que está em vigência desde 2002.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse convênio propiciou a criação de um processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde, com o estabelecimento dos requisitos obrigatórios e, acompanhando a legislação federal para documento eletrônico, reforçou a obrigatoriedade do uso de certificação digital (assinatura eletrônica) para a validade ética e jurídica de um PEP/RES. Um marco regulatório importante foi a publicação da Resolução CFM No 1821/2007.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a evolução da tecnologia, especialmente da Internet, a possibilidade de compartilhar as informações de saúde tornou-se viável, e, naturalmente o PEP, antes de uso exclusivo e interno da instituição de saúde, evoluiu para o conceito de um Registro Eletrônico de Saúde (RES). Este possui em seu núcleo conceitual o compartilhamento de informações sobre a saúde de um ou mais indivíduos, inter e multi-instituição, dentro de uma região (município, estado ou país), ou ainda, entre um grupo de hospitais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O prontuário em papel pode e deve ser digitalizado. Mas, evidentemente, isso não é um PEP. Trata-se de um prontuário em papel que foi escaneado e armazenado, preferencialmente, num sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED) que, ao indexar e armazenar os prontuários, facilita o manuseio, acesso e disponibilidade do prontuário em papel. A Resolução CFM No 1821/2007 normatiza e legitima o prontuário digitalizado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Conselho Federal de Medicina exige que os sistemas de Registro Eletrônico de Saúde atendam TODOS os requisitos obrigatórios da Certificação de SOFTWARE (veja capítulo anterior), além de, obviamente, exigir que os documentos eletrônicos sejam assinados com certificados digitais padrão ICP-Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O CFM exige que os sistemas atendam aos requisitos mas, nesse momento, não exige ainda que o sistema tenha sido auditado pela SBIS. Evidentemente que, com a auditoria pela SBIS, o desenvolvedor, a instituição e os médicos terão a certeza que o sistema realmente atende aos requisitos, garantindo assim maior tranquilidade para utilizar um sistema 100% eletrônico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há uma dúvida frequente com relação às demais profissões da área de saúde. Além do CFM, somente o Conselho Federal de Odontologia editou resolução similar que exige requisitos adicionais à certificação digital. Dessa forma, como não há nenhuma exigência adicional nem por parte dos demais conselhos, nem por intermédio de outras legislações, para que uma instituição de saúde atenda perfeita e completamente a legislação brasileira sobre documentos eletrônicos, os demais profissionais de saúde devem utilizar também certificados digitais padrão ICP-Brasil para assinatura de suas anotações e registros no prontuário eletrônico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DO PEP&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para comparar o prontuário manuscrito à forma eletrônica, foram destacados trechos da conferência intitulada “Por que uma infraestrutura para sistemas de informação hospitalar é necessária para manter a competitividade?”, citada por Cunha e Silva:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;[...] o prontuário médico, que todos conhecem (suporte de papel) [...] tem páginas difíceis de ler, escritas a mão, rasuradas [...] mas apesar de um documento de difícil recuperação, existem algumas vantagens em sua forma atual: seu manuseio é fácil, sem dúvida, ele é um volume na mão. A forma com que eu escrevo é absolutamente livre, não é preciso alguém com treinamento especial para manusear o prontuário. Teoricamente, todos os que escrevem devem ter um treinamento absolutamente especializado. E ele não sai do ar, está sempre lá. Às vezes ele desaparece, isso é verdade, mas ele independe da energia elétrica. [...] quando passo para o prontuário eletrônico, tenho uma série de vantagens. A primeira é que consigo recuperar a informação, o que, no papel, é absolutamente impossível. [...] em um sistema, utilizando um computador, posso ter uma forma de comunicação mais adequada, através da voz, linguagem natural. Nestes sistemas [...], posso trabalhar com padrões universalmente aceitos e vocabulários, ponte para troca de mensagens. Com ele poderei fazer estudos multicêntricos, comparar resultados de fato entre uma instituição e outra. Posso interagir sinais e imagens, acessar simultaneamente de vários locais. E se não pudesse nada disso, poderia ler o prontuário, porque muitas vezes não consigo lê-lo no papel. [...] prontuário eletrônico melhora a assistência ao paciente, porque a qualidade da informação melhora [...]”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Percebe-se, portanto, que inúmeras são as vantagens e possibilidades advindas da utilização do PEP, tais como: acesso mais veloz ao histórico de saúde e às intervenções às quais o paciente foi submetido; disponibilidade remota; uso simultâneo por diversos serviços e profissionais de saúde; flexibilidade do layout dos dados; legibilidade absoluta das informações; eliminação da redundância de dados e de pedidos de exames complementares; fim da redigitação das informações; integração com outros sistemas de informação; processamento contínuo dos dados, deixando-os imediatamente disponíveis para todos os atores envolvidos no cuidado ao paciente; informações organizadas de forma mais sistemática; facilidade na coleta dos dados para emissão de relatórios, seja para pesquisa ou faturamento, acesso ao conhecimento atualizado com consequente melhoria do processo de tomada de decisão e da efetividade do cuidado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, a literatura também registra desvantagens em relação ao uso do prontuário eletrônico, como: necessidade de grandes investimentos em hardwares, softwares e treinamentos dos usuários; resistência dos profissionais de saúde ao uso de sistemas informatizados; receio dos profissionais em expor suas condutas clínicas, uma vez que o PEP pode ser visualizado por outros colegas; demora em obter reais resultados da implantação do PEP; o sistema pode ficar inoperante por horas ou dias, tornando as informações indisponíveis; dificuldade para coleta de todos os dados obrigatórios; seu uso e acesso indevidos podem colocar a questão da confiabilidade e segurança das informações do paciente em risco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra desvantagem apontada está relacionada ao impacto na relação médico-paciente, uma vez que o sistema pode reduzir o contato “olho no olho” e também provocar aumento do tempo de trabalho dos profissionais, uma vez que costumam exigir o preenchimento de uma quantidade razoável de informações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS ENVOLVIDOS NO USO DO PRONTUáRIO ELETRôNICO DO PACIENTE NO BRASIL&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tornar os cuidados médicos mais centrados no paciente é um desafio essencial para a melhoria da qualidade do atendimento. O PEP é uma ferramenta de extrema importância para transformar este desafio em realidade. Todavia, é fundamental avaliar as implicações éticas envolvidas no seu uso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tempo de guarda do prontuário em papel é um fator desestimulante para os prestadores de serviços de saúde. De acordo com o código civil brasileiro, as ações penais prescrevem em 20 anos, período pelo qual um prontuário deve ser armazenado. O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que todas as informações referentes a uma criança devem ser guardadas até sua maioridade (18 anos), quando então passa a contar o prazo de 20 anos já definido na legislação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Resolução 1.821/2007, do CFM, mantém o prazo mínimo de 20 anos, a partir do último registro, para a preservação dos prontuários médicos em suporte de papel. Entretanto, autoriza a sua eliminação quando for utilizado sistema informatizado ou quando os prontuários forem digitalizados. Para isso, devem reproduzir todas as informações dos documentos originais, passar por análise obrigatória da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo e atender aos requisitos do Nível de Garantia de Segurança (NGS2) das normas constantes no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, elaborado pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) em parceria com o CFM.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As normas técnicas são bastante complexas e exigem que o sistema tenha, dentre outros requisitos: identificação e autenticação do usuário; controle de sessão do usuário; mecanismos de controle e autorização de acesso; possibilidade de geração e recuperação de cópias de segurança; confiabilidade e segurança dos dados; possibilidade de auditoria, com registro (log) de todos os eventos realizados; certificação digital e assinatura digital. Uma vez arquivados eletronicamente em meio óptico, microfilmado ou digitalizado, os prontuários deverão ser guardados permanentemente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso reduz os custos operacionais em hospitais e consultórios e elimina a necessidade de grandes espaços para a sua guarda. Diante desta resolução, a SBIS, em parceria com o CFM, desenvolveu e atualmente operacionaliza o processo de certificação para os sistemas de registro eletrônicos em saúde no Brasil. Até dezembro de 2010 existiam somente cinco sistemas certificados pela SBIS, o que demonstra o quão rigoroso é o processo de certificação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As informações encontradas no PEP são fornecidas confidencialmente pelo paciente durante o atendimento ou obtidas a partir de exames e procedimentos com finalidades diagnósticas ou terapêuticas. Portanto, a confidencialidade das informações do PEP é um direito de todo cidadão, com respaldo na Constituição Federal de 1988. O artigo 5o, inciso X da Constituição garante a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da imagem e da honra das pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este dever também é previsto no Código Penal Brasileiro, artigo 154, e na maioria dos códigos de ética profissional da saúde. Assim, os dados contidos no PEP só podem ser divulgados com a autorização do paciente ou de seu responsável, por dever legal ou por justa causa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O DESAFIO DA INSERÇÃO DO PRONTUáRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE NA PRÁTICA MÉDICA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A principal barreira para informatizar o arquivo médico está relacionada à educação dos profissionais de saúde que interagem com o prontuário. Embora o aumento do uso de novas tecnologias no processo de investigação e no tratamento das doenças favoreça a adoção do prontuário eletrônico, não é suficiente para assegurar sua aceitação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É vasto o número de profissionais que tendem a desmerecer as máquinas, duvidar de seu potencial e negar sua confiabilidade e praticidade, principalmente quando provocam alterações na sua rotina profissional, o que pode contribuir para os baixos níveis de implementação dos outros sistemas informatizado. E mais, além de os médicos muitas vezes alegarem que o PEP pode ameaçar sua autonomia, costumam questionar como os dados serão utilizados pelas seguradoras e pelos administradores dos estabelecimentos de saúde para influenciar, restringir e, até mesmo, ditar como a medicina será praticada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se a aceitação dos médicos é um fator crítico para o sucesso do uso do PEP, é importante analisar a opinião deles sobre tais aplicações. Contudo, muitos artigos sobre esse tema têm dados baseados em evidências empíricas e/ou de autoria ou coautoria de indivíduos filiados com empresas desenvolvedoras de softwares.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como principal conclusão, destaca-se que, com o apoio dos recursos de informática, é possível, paulatinamente, efetuar um salto qualitativo e quantitativo no processo edu- cacional no ambulatório, pois os alunos têm acesso imediato às informações sobre os seus pacientes, a bancos de dados locais e do mundo inteiro sobre os mais diversos assuntos, e ao suporte educacional, por meio da utilização de programas educacionais e da educação a distância. A inserção do PEP nos cursos de medicina, pode, também, induzir a uma observação clínica mais completa e estruturada, reforçando para o futuro médico a importância de uma consulta padronizada, organizada e com registros legiveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Brasil, são feitas mais de 360 milhões de consultas médicas por ano. Por conseguinte, há um volume crescente de documentos armazenados pelos estabelecimentos de saúde, os quais compõem os prontuários dos pacientes. É inviável o arquivamento dessa quantidade de papel, devido aos custos operacionais e à necessidade de grande espaço físico. Os avanços das tecnologias da informação oferecem novos métodos de armazenamento e de transmissão de dados que permitem aos profissionais de saúde, técnicos e gestores terem acesso às informações atualizadas, estruturadas e em tempo real.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, mesmo com o progresso tecnológico, alguns problemas perduram, como falta de consenso sobre conteúdos, desagregação do ambiente organizacional dos serviços, comportamento imprevisível do usuário, além de uma variedade de questões éticas, legais e sociais. Por esta razão, dados sem utilidade são coletados, enquanto outros mais importantes deixam de ser registrados, com o agravamento da impossibilidade de compartilhamento das informações entre diferentes provedores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O prontuário eletrônico deve ser entendido como o repositório de dados clínicos obtidos por variadas fontes, armazenados eletronicamente de modo a permitir sua recuperação rápida e organizada, com informações de um conjunto de pacientes ou sobre um paciente em particular. Para ser útil, necessita da adoção de padrões na representação da informação, nos meios de armazenamento e na troca de informações. E deve existir uma preocupação ainda maior: garantir ao paciente a liberdade de acesso aos dados do seu histórico clínico, pois o prontuário é do paciente e não do médico No entanto, para que torne realidade no Brasil, é necessário ouvir e entender um dos usuários principais dos sistemas, o médico, uma vez que sua resistência é um dos fatores que dificultam a adoção do PEP.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;Apesar das dificuldades relatadas, acredita-se que é de suma importância a utilização de sistemas de informação que incluam o prontuário eletrônico no âmbito do sistema de saúde brasileiro, a fim de identificar os usuários, facilitar a gestão dos serviços, a comunicação e o compartilhamento das informações em um país com dimensões continentais e imensa diversidade cultural. O PEP proporcionará mais qualidade ao atendimento e à gestão pública, com condições de superar os desafios para implantação e tornar-se uma prática comum na medicina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;PERGUNTAS E RESPOSTAS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Como saber se um sistema atende a Resolução CFM No 1821/2007?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Verifique com a sua instituição (hospital, clínica, etc.) qual é o nome do sistema, desenvolvedor ou empresa e número da versão. Com essas informações, acesse www. sbis.org.br/certificacao e verifique se esse sistema consta na lista de sistemas auditados pela SBIS; confira ainda o número da versão. Caso não esteja nesta lista ou o número da versão não coincida, procure a Diretoria Técnica da instituição para questionar se o sistema, apesar de não auditado, atende todos os requisitos da Certificação de Software.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O Hospital onde trabalho utiliza um sistema que foi auditado pela SBIS, mas não utilizamos certificação digital padrão ICP-Brasil. Estou aderente à Resolução CFM No 1821/2007 e posso eliminar o papel?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Não. Para estar aderente com a Resolução CFM No 1821/2007, você também deve utilizar um certificado digital padrão ICP-Brasil para assinar os prontuários no seu sistema (veja capítulo 3). Só assim, é possível ter um prontuário paperless.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Há alguma punição ao descumprir a Resolução CFM No 1821/2007&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: O Art. 18 do Código de Ética Médica prevê ser vedado ao médico desobedecer aos acórdãos e às resoluções dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina ou desrespeitá-los. Em eventual processo na justiça comum ou nos Conselhos Regionais, as informações dos prontuários não serão consideradas válidas como prova se essas estiverem armazenadas em sistemas que estejam em desacordo com as exigências da Certificação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- As minhas anotações no prontuário eletrônico podem ser modificadas posteriormente?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Se o sistema de prontuário eletrônico atende a todos os requisitos do Manual da Certificação de Software e você utiliza um certificado digital para assinar os prontuários, as suas informações não são passíveis de modificação, estando assim plenamente seguras. Por outro lado, se o sistema não atende os requisitos ou você não utiliza certificado digital, a informação registrada é passível de mudanças por quem tiver acesso para tal e, portanto, a segurança não está garantida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Posso eliminar o prontuário original em papel após digitalizá-lo (escaneado)?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Pela lei brasileira atual, pode-se eliminar o original em papel desde que o documento seja microfilmado. Entretanto, não há uma legislação aprovada para a simples digitalização do original em papel (escanear). Segundo a Resolução CFM No 1821/2007, está autorizada a eliminação do prontuário em papel desde que o arquivo resultante do processo de digitalização seja assinado com um certificado digital padrão ICP-Brasil, bem como seja armazenado num sistema de gerenciamento eletrônico de documentos. Por outro lado, como o prontuário é multiprofissional contendo anotações de outros profissionais de saúde e, como ainda não houve uma regulamentação efetiva nesse assunto por parte dos demais conselhos de classe, mesmo ao se digitalizar (escanear), os originais em papel devem ser guardados por um período mínimo de 20 (vinte) anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Por que utilizar um sistema auditado pela SBIS?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: é a garantia que o sistema realmente atende a todos os requisitos obrigatórios da Certificação SBIS-CFM, o que junto com a certificação digital, é pré-requisito fundamental para um sistema de prontuário paperless. Além disso, esses sistemas possuem maior qualidade e uma melhor estrutura de informações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Recebi o CRM Digital, mas já tenho um e-CPF, sou obrigado a utilizar o CRM Digital?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Não. Utilize o seu certificado digital atual enquanto estiver válido e na renovação (normalmente a cada três anos), insira o novo certificado digital no smartcard do CRM Digital.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Um fornecedor de software diz que o sistema dele foi homologado pela SBIS e pelo CFM, mas o nome dele não consta na lista oficial de sistemas auditados pela SBIS. Como devo proceder?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resposta: Envie um email com detalhes do assunto para certificacao@sbis.org.br. Todas as providências serão tomadas pela SBIS para que o referido fornecedor comunique de forma adequada a situação do sistema dele: não aderente, aderente à norma ou auditado pela SBIS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caso haja interesse em entender mais sobre os assuntos apresentados neste documento, acesse os endereços abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sociedade Brasileira de Informática em Saúde&lt;/div&gt;&lt;div&gt;www.sbis.org.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conselho Federal de Medicina&lt;/div&gt;&lt;div&gt;www.portalmedico.org.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Site da Certificação SBIS-CFM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;www.sbis.org.br/certificação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Manual da Certificação SBIS-CFM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;http://www.sbis.org.br/certificacao/Manual_ Certificacao_SBIS-CFM_2009_v3-3.pdf&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Instituto Nacional de Tecnologia da Informação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;www.iti.gov.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ICP-Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;http://www.iti.gov.br/twiki/bin/view/Certificacao/EstruturaIcp&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O documento eletrônico e a assinatura digital: uma visão geral (Aldemario Araujo Castro) http://www.aldemario.adv.br/doceleassdig.htm&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Instituto Nacional de Tecnologia da Informação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;www.iti.gov.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resolução CFM No 1638/2002&lt;/div&gt;&lt;div&gt;http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2002/1638_2002.htm&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resolução CFM No 1821/2007&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2007/1821_2007.htm&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certificação Digital&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;http://www.iti.gov.br/twiki/pub/Certificacao/CartilhasCd/ brochura01.pdf&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;http://www.iti.gov.br/twiki/pub/Certificacao/CartilhasCd/ Folder1.pdf&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/2045241171699453163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/aspectos-e-uso-do-prontuario-eletronico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/2045241171699453163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/2045241171699453163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/aspectos-e-uso-do-prontuario-eletronico.html' title='Aspectos e uso do Prontuário Eletrônico'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-480458387842043051</id><published>2014-03-12T11:12:00.001-07:00</published><updated>2014-03-12T11:12:06.487-07:00</updated><title type='text'>Observação do Presidente de Associação Médica Brasileira</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Na opinião do presidente da AMB, o governo tem um papel decisivo para melhorar a qualidade do ensino nas faculdades, não só com um exame, mas também com uma avaliação criteriosa das faculdades. &quot;O Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) avalia as faculdades com base no desempenho dos estudantes, corpo docente, estrutura e outros itens, mas não acontece nada com que tem uma nota ruim&quot;, aponta. O cirurgião geral e oncologista sugere, ainda, que a grade curricular seja direcionada à necessidade do povo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Mais Médicos&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Questionado sobre a pouca procura dos estudantes pela residência em Saúde da Família, Cardoso avalia que é possível convencer os recém-formados a ir para essa área com a valorização desses profissionais. Ele explica que muitos médicos que vão para os rincões brasileiros não conseguem um emprego formal, ganham pouco - quando não recebem o salário atrasado e sofrem com as poucas condições de trabalho. O presidente da AMB avalia que se os médicos tivessem carreira pública, como os profissionais do Judiciário, os profissionais se fixariam nessas regiões, pois teriam garantias e também poderiam ser realocados no futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;O presidente da AMB, o Dr Florentino Cardoso fez duras críticas ao programa Mais Médicos, criado pelo governo federal em julho de 2013 para levar profissionais da saúde em cidades que sofriam com a falta de médicos. Em um balanço para avaliar o programa, Cardoso afirma que um dos principais problemas é o desrespeito às leis brasileiras, tanto pela falta da revalidação do diploma quanto na contratação de médicos cubanos que recebem menos do que os outros participantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;&quot;Nós defendemos a saúde de qualidade. Os médicos chegam aqui para trabalhar e nós não sabemos se eles são médicos, se tem conhecimentos, habilidades e atitudes que a profissão requer. Assim, o governo expõe a população&quot;, expõe o ginecologista e oncologista, que afirmou que não iria se opor ao programa se todos os médicos inscritos fizessem a prova do Revalida.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;A AMB foi a entidade que apoiou e empregou a médica cubana Ramona Matos Rodrigues, que deixou o programa Mais Médicos e pediu asilo ao Brasil. A associação a contratou para atuar como assessora administrativa da diretoria, em Brasília, com salário de R$ 3 mil. O órgão também criou, após o episódio, um programa para dar apoio a estrangeiros que estiverem insatisfeitos ou quiserem abandonar o programa do governo federal.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;&quot;Ficamos preocupados com o relato da Ramona. Ela só soube o valor que iria ganhar no Brasil (600 dólares depositados em uma conta em Cuba e 400 dólares para ficar no país) dois dias antes de vir para cá. Ela só descobriu que outros profissionais ganhavam mais quando chegou aqui. Não podemos compactuar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;com isso&quot;, alerta Cardoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Ele também questionou a falta de direitos dos médicos cubanos no país. &quot;As leis cubanas estão valendo no território brasileiro, pois eles têm a liberdade cerceada. Precisam ir do trabalho para a casa e não podem viajar pelo Brasil como os outros profissionais do programa&quot;, aponta o ginecologista e oncologista.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Atendimento no SUS&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Mesmo com os problemas do SUS (Sistema Único de Saúde), o presidente da AMB conseguiu listar os pontos positivos do sistema, dentre eles a universalidade, já que todos os brasileiros podem ser atendidos. &quot;O programa de vacinação é um exemplo para o mundo, o programa de atenção para quem é HIV positivo também e o sistema de transplante de órgãos e tecidos tem a maioria dos procedimentos realizados no SUS&quot;, afirma.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Mas para denunciar as grandes filas para consultas simples, doentes desassistidos e outros problemas de infraestrutura, a AMB pretende lançar a &quot;Caixa Preta&quot;. No projeto, os próprios usuários da rede pública de saúde poderão relatar sobre o seu atendimento nos postos de saúde, policlínicas e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). &quot;Eles podem filmar, contar o que aconteceu, queremos verdades sobre o que ocorre na saúde brasileira&quot;, completou.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;A ideia da associação é mostrar que os próprios usuários estão reclamando e incomodados com a situação. &quot;A AMB não tem partido e nós abominamos a corrupção. Queremos uma boa saúde para todos e precisamos mostrar a realidade dos locais que fazem isso de forma adequada e os que não fazem&quot;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Fonte: UOL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/480458387842043051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/observacao-do-presidente-de-associacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/480458387842043051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/480458387842043051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/observacao-do-presidente-de-associacao.html' title='Observação do Presidente de Associação Médica Brasileira'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-9141051915919125453</id><published>2014-03-12T11:04:00.001-07:00</published><updated>2014-03-12T11:04:22.857-07:00</updated><title type='text'>Coordenadora nacional responde por planos de saúde regionais</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Em decisão interessante, o Tribunal de Justiça de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;São Paulo condenou a Unimed do Brasil (Confederação Nacional das Cooperativas Médicas) a responder solidariamente pelas despesas com o tratamento de um cliente que mora em Goiânia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;“Não se pode olvidar que a Unimed constitui, na verdade, uma entidade conglomerada única, subdividida administrativamente em diversas unidades regionais (dentre as quais se inserem, as correqueridas Unimed Paulistana — Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico, Unimed Goiânia — Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico de Campo Grande e Unimed Federação Interfederativa das Cooperativas Médicas do Centro-oeste e Tocantins)”, afirmou a relatora, desembargadora Beretta da Silveira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.479999542236328px;&quot;&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/9141051915919125453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/coordenadora-nacional-responde-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/9141051915919125453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/9141051915919125453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/coordenadora-nacional-responde-por.html' title='Coordenadora nacional responde por planos de saúde regionais'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5614130801186625806</id><published>2014-03-10T16:12:00.001-07:00</published><updated>2014-03-10T16:12:13.872-07:00</updated><title type='text'>Plano de saúde é condenado por negar autorização de exame</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O juiz da 4ª&amp;nbsp;Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido de segurada para condenar a Sulamerica Companhia de Seguro Saúde&amp;nbsp; ao custeio de procedimento de mamotomia e ao pagamento de dano moral.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A segurada contou que ao verificar nódulos em suas mamas se submeteu a múltiplos exames prescritos pelos médicos como ultrassonografia de mama, mamografia digital bilateral e ressonância magnética, mas todos foram inconclusivos acerca do seu estado de saúde. Foi recomendada então a submissão da autora a exame de mamotomia.&amp;nbsp;Solicitou ao plano de saúde autorização para realizar o exame, tendo sido recusada, sob o argumento de não estar prevista cobertura pelo plano de saúde.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A Sulamerica refutou os fatos e argumentos requerendo a improcedência dos pedidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O juiz afirmou que a jurisprudência é uníssona ao reconhecer a abusividade de cláusula que recusa cobertura a procedimento de diagnóstico. E decidiu que “diante dos argumentos expostos, assiste razão à autora quanto à necessidade de cobertura do exame pelo requerido, que assumiu o risco da exploração de atividade de seguro de saúde, não podendo impor restrições desconformes com o ordenamento jurídico. (...) A lesão à sua personalidade e à sua própria dignidade é evidente, vez que em momento de fraqueza física e emocional, teve recusada a possibilidade de realização de exame essencial ao diagnóstico, fato que poderia ser inclusive determinante para a possibilidade de cura de uma doença grave”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Processo :&lt;span class=&quot;link-external&quot;&gt;&lt;a class=&quot;external-link&quot; href=&quot;http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?MGWLPN=SERVIDOR1&amp;amp;NXTPGM=tjhtml122&amp;amp;ORIGEM=INTER&amp;amp;CIRCUN=1&amp;amp;SEQAND=38&amp;amp;CDNUPROC=20130111788372&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;2013.01.1.178837-2&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separador-padrao&quot; style=&quot;width: 620px; height: 30px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dotted; border-bottom-color: rgb(170, 166, 141);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;barra-ferramentas&quot; style=&quot;padding: 10px 0px 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Tahoma, Verdana; font-size: 12px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&lt;div class=&quot;f-left&quot; style=&quot;float: left !important;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5614130801186625806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/plano-de-saude-e-condenado-por-negar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5614130801186625806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5614130801186625806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/plano-de-saude-e-condenado-por-negar.html' title='Plano de saúde é condenado por negar autorização de exame'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-8525325159771066931</id><published>2014-03-10T10:02:00.001-07:00</published><updated>2014-03-10T10:02:18.423-07:00</updated><title type='text'>Médico também é responsável por equipamentos de hospital</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-970797387543104820&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Santa Casa de Misericórdia de Santa Bárbara D’Oeste e um médico a indenizar uma paciente que sofreu queimaduras de terceiro grau num parto. Os valores arbitrados foram de R$ 25 mil para danos morais e igual montante para danos estéticos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com o relator, desembargador Hélio Marques de Faria,não é somente responsabilidade do hospital mas também do médico verificar as condições dos equipamentos.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;“O médico obstetra, ao proceder à cirurgia para o parto cesárea, deve, diligentemente, prezar pelas condições nas quais realiza os procedimentos, inclusive certificando-se de que os materiais e instrumentos cirúrgicos a serem por ele manejados estão em condições de uso, já que o próprio código de ética médica assegura ao médico recusar-se a exercer sua profissão onde faltem condições de trabalho que possam prejudicar a si e ao paciente”, observou em seu voto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com os autos, antes da realização da cesariana, uma faísca do bisturi elétrico soltou-se do instrumento e entrou em combustão com o álcool utilizado na limpeza da pele, o que provocou lesões físicas e também psíquicas na autora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O julgamento foi unânime. Os desembargadores Luiz Fernando Salles Rossi e Luiz Antonio Ambra também integraram a turma julgadora. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/8525325159771066931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/medico-tambem-e-responsavel-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8525325159771066931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8525325159771066931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/medico-tambem-e-responsavel-por.html' title='Médico também é responsável por equipamentos de hospital'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5239317119165796977</id><published>2014-03-10T09:57:00.001-07:00</published><updated>2014-03-10T09:57:49.539-07:00</updated><title type='text'>Os 7 erros da gestão de saúde</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;i&gt;Especialistas apontam os piores caminhos adotados pelas empresas na tentativa de diminuir os elevados gastos com assistência médica&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;São Paulo - Segunda maior despesa da área de RH (perde apenas para a folha de pagamentos), os gastos com assistência médica chegaram só em 2012 a 46,3 bilhões de reais, segundo a consultoria Mercé Marsh Benefícios, que prevê ainda um reajuste de 13% nesse item em 2014.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os principais influenciadores nessa taxa de crescimento são o alto número de sinistralidade da carteira, a inflação médica e a incorporação de novas tecnologias, tratamentos e coberturas aos planos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O mais importante, porém, é que, apesar de saberem que precisam combater esse mal e até conhecerem esses fatores, as empresas continuam derrapando em práticas ingênuas que pouco ajudam numa verdadeira gestão de saúde. Na maioria das vezes são programas criados de forma isolada que beiram ao populismo corporativo, mas pouco resolvem o problema de fato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A seguir, especialistas listam os principais erros cometidos pelas empresas quando pensam em fazer um bom trabalho a favor da promoção da saúde. Só pensam.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1 A terceirização da saúde&lt;br&gt;&lt;br&gt;O erro principal e primordial é a falta de gestão. Ao enxergar a saúde apenas por um viés financeiro, boa parte das empresas deixa tudo nas mãos das corretoras e consultorias e não se apropria da própria gestão de saúde. “As empresas compram saúde e isso não é commodity.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não se pode comprar por preço, mas por qualidade”, diz Michel Daud, diretor de promoção à saúde da Telefônica, o case mais antigo de sucesso de autogestão.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao jogar tudo para terceiros, as empresas ficam de mãos atadas para tomar decisões em resposta a alguns indicadores que necessitam de atenção, pois os desconhecem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“A gestão e o acompanhamento mais próximos da evolução do contrato de saúde permitem ao RH agir antecipadamente para controlar seus custos por meio de ações preventivas”, diz Victor Garibaldi, diretor da MDS Consultoria de Seguros e Riscos.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O caminho inverso ao da terceirização, e o mais indicado segundo os especialistas, é o da apropriação. “O plano de saúde não é o da seguradora X, mas o da companhia que o contratou”, alerta Ricardo Lobão, presidente da UIB Benefícios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Ela tem de customizar, criar a própria marca para poder mostrar ao funcionário que tipo de usuário ela quer que ele seja.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;2 Academias, grupos de corrida etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitas empresas, na melhor intenção de fazer o bem para todos, investem em academias e outras ações de promoção da saúde, como palestras antitabagismo, campanhas nutricionais e grupos de corrida. O problema — constatam mais tarde — é que poucas vezes essas iniciativas impactam realmente na saúde dos funcionários e, principalmente, no caixa do RH.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), por exemplo, revelou que a maioria das empresas brasileiras afirma ter programas de incentivo à prática de esporte, mas 70% de seus empregados são sedentários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Grupos de corrida, por exemplo, envolvem somente quem já iria correr mesmo. Trata-se de um serviço de conveniência”, afirma Alberto Ogata, presidente da ABQV. “O gordinho ou sedentário dificilmente vai se inscrever.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Michel Daud, médico cardiologista, alerta sobre outro risco dessas atividades aleatórias. “Uma pessoa com problema no coração que não foi tratada adequadamente não pode, por exemplo, participar de um programa de corrida”, diz ele. “Não adianta fazer promoção da saúde sem tratar o doente.”&lt;br&gt;&lt;br&gt;Algumas dessas ações adotadas só por modismo de mercado, sem um objetivo específico, podem até gerar mais custos do que economias. “Uma vez, um profissional de RH com muito orgulho me mostrou o campo de futebol da empresa e disse que tinha até fila de espera para participar das atividades”, diz Lobão, da UIB.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Ao ver a lista de participantes, percebi que 20% já tinham feito algum tipo de exame de joelho ou cirurgia, provavelmente pelo campo esburacado. A empresa não olhou para os indicadores e continuou sem enxergar os custos e o absenteísmo gerados pela ação que eles consideravam um sucesso.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A HP é um bom exemplo de companhia que percebeu quanto as ações isoladas de promoção da saúde não trazem benefício. Desde 2006, a empresa oferece academia, massagem, grupo de corrida e acompanhamento nutricional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 2009, no entanto, a área de recursos humanos se deu conta de que tais ações não estavam gerando o impacto esperado nem no grupo de riscos, nem no financeiro. “Víamos uma melhora no engajamento e na motivação, mas isso não era mensurável”, diz Claudia Giusti, diretora de RH da HP para a América Latina.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com o apoio de uma consultoria, a HP passou então a cruzar os dados de assistência médica, atestados, afastados e questionários de saúde, gerando indicadores atuais e áreas de atenção futura. Foi assim que a empresa notou seu principal problema e ralo financeiro com assistência médica: dos 8 000 funcionários, 200 ficavam até cinco anos sem voltar ao trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com acompanhamento médico, consultas periódicas e ajuda com a parte administrativa do afastamento, a empresa conseguiu diminuir esse número pela metade e o tempo de afastamento para até 120 dias. A média de dias não trabalhados, que era de 287 em 2009 caiu para 97 neste ano e a alíquota do FAP (Fator Acidentário de Prevenção) foi reduzida 40%.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;3 Falta de metodologia&lt;br&gt;&lt;br&gt;A área de recursos humanos tradicionalmente não gosta muito de números. E a falta de indicadores e metodologia na construção de uma boa gestão de saúde é um erro gigantesco. “Falta nas empresas um sistema eficiente que organize, qualifique e interligue os dados relacionados à saúde”, diz Francisco Bruno, consultor sênior da área de saúde corporativa da Mercer Marsh Benefícios Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes de criar programas mirabolantes ou trocar de operadora de plano de saúde, o RH deve — alerta Fabiana Salles, diretora executiva da GST, empresa que cria soluções tecnológicas para gestão de saúde — identificar qual indicador ele precisa reduzir e começar o ataque por aí.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Hospital Alemão Oswaldo Cruz foi atrás de um modelo para aperfeiçoar sua gestão de saúde. Encontrou na Universidade Stanford, na Califórnia, uma metodologia bem estruturada de geração e análise de indicadores. Após uma imersão na universidade americana, Rodrigo Demarch, gerente de qualidade de vida e saúde do hospital, e sua equipe passaram a integrar todas as ações que já tinham.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para estimular a participação dos funcionários nas ações voltadas para a promoção da saúde, o hospital passou a oferecer um Passaporte Saúde, com o qual o colaborador ganha milhas cada vez que adere a alguma iniciativa, como frequentar a academia, participar de campanha de vacinação ou fazer o exame periódico, deixando claro para o time que tudo estava agora unido e não fazia mais parte de programas pontuais ou isolados. A milhagem está também atrelada à remuneração variável dos funcionários.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;É claro que houve aperfeiçoamento dos serviços. O exame periódico do hospital conta com um sistema de avaliação de bem-estar e saúde que verifica hábitos alimentares, frequência de atividades físicas e fatores de risco para doenças crônicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Só depois de preencher essa avaliação, o funcionário passa pela consulta, que dura cerca de 1 hora e puxa todo o histórico do paciente. A academia, por sua vez, pouco utilizada antes da integração dos programas, tem hoje educadores físicos que atuam como personal trainer e oferece atendimento diferenciado para quem tem pressão alta ou diabetes, por exemplo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após criar uma metodologia e integrar os sistemas, o hospital conseguiu mensurar seus resultados. Os exames periódicos anuais, por exemplo, tinham, até 2009, 50% de adesão. Em 2012, chegou a 99,3%. A academia passou de 100 para 650 frequentadores. Com tudo isso, nos últimos 18 meses, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz não teve reajuste por sinistralidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Deixamos de pagar um reajuste de 15% sobre 12 milhões de reais, que é o que gastamos com plano de saúde — uma economia expressiva”, diz Demarch.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;4 Muita informação, pouca comunicação&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo dados da ABQV, as empresas hoje só conseguem a adesão média de 20% de sua população aos programas de promoção da saúde. “Os programas do Brasil só levam a informação, seja no site, seja em folhetos ou em palestras”, afirma Ogata, presidente da associação. “Informação não falta, a dificuldade é atrair.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para fisgar o público, é preciso, segundo os especialistas, saber comunicar suas ações. “No dia de ir embora de Stanford, um dos responsáveis pelo curso me disse: ‘A partir de agora, seu melhor amigo é o gerente de marketing’ ”, diz Demarch, do Oswaldo Cruz. Uma verdade incontestável.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os funcionários precisam saber o tempo todo o que a empresa oferece, o que ela deseja, quais as regras do jogo, como participar das ações e o impacto de tudo isso. Não basta apenas criar um espaço de saúde na intranet e esperar que seus funcionários acessem e se informem dos programas, das ações e do relacionamento com a operadora.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-8203415181054162852&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;i&gt;Especialistas apontam os piores caminhos adotados pelas empresas na tentativa de diminuir os elevados gastos com assistência médica&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;São Paulo - Segunda maior despesa da área de RH (perde apenas para a folha de pagamentos), os gastos com assistência médica chegaram só em 2012 a 46,3 bilhões de reais, segundo a consultoria Mercé Marsh Benefícios, que prevê ainda um reajuste de 13% nesse item em 2014.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os principais influenciadores nessa taxa de crescimento são o alto número de sinistralidade da carteira, a inflação médica e a incorporação de novas tecnologias, tratamentos e coberturas aos planos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O mais importante, porém, é que, apesar de saberem que precisam combater esse mal e até conhecerem esses fatores, as empresas continuam derrapando em práticas ingênuas que pouco ajudam numa verdadeira gestão de saúde. Na maioria das vezes são programas criados de forma isolada que beiram ao populismo corporativo, mas pouco resolvem o problema de fato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A seguir, especialistas listam os principais erros cometidos pelas empresas quando pensam em fazer um bom trabalho a favor da promoção da saúde. Só pensam.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1 A terceirização da saúde&lt;br&gt;&lt;br&gt;O erro principal e primordial é a falta de gestão. Ao enxergar a saúde apenas por um viés financeiro, boa parte das empresas deixa tudo nas mãos das corretoras e consultorias e não se apropria da própria gestão de saúde. “As empresas compram saúde e isso não é commodity.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não se pode comprar por preço, mas por qualidade”, diz Michel Daud, diretor de promoção à saúde da Telefônica, o case mais antigo de sucesso de autogestão.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao jogar tudo para terceiros, as empresas ficam de mãos atadas para tomar decisões em resposta a alguns indicadores que necessitam de atenção, pois os desconhecem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“A gestão e o acompanhamento mais próximos da evolução do contrato de saúde permitem ao RH agir antecipadamente para controlar seus custos por meio de ações preventivas”, diz Victor Garibaldi, diretor da MDS Consultoria de Seguros e Riscos.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O caminho inverso ao da terceirização, e o mais indicado segundo os especialistas, é o da apropriação. “O plano de saúde não é o da seguradora X, mas o da companhia que o contratou”, alerta Ricardo Lobão, presidente da UIB Benefícios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Ela tem de customizar, criar a própria marca para poder mostrar ao funcionário que tipo de usuário ela quer que ele seja.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;2 Academias, grupos de corrida etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitas empresas, na melhor intenção de fazer o bem para todos, investem em academias e outras ações de promoção da saúde, como palestras antitabagismo, campanhas nutricionais e grupos de corrida. O problema — constatam mais tarde — é que poucas vezes essas iniciativas impactam realmente na saúde dos funcionários e, principalmente, no caixa do RH.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), por exemplo, revelou que a maioria das empresas brasileiras afirma ter programas de incentivo à prática de esporte, mas 70% de seus empregados são sedentários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Grupos de corrida, por exemplo, envolvem somente quem já iria correr mesmo. Trata-se de um serviço de conveniência”, afirma Alberto Ogata, presidente da ABQV. “O gordinho ou sedentário dificilmente vai se inscrever.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Michel Daud, médico cardiologista, alerta sobre outro risco dessas atividades aleatórias. “Uma pessoa com problema no coração que não foi tratada adequadamente não pode, por exemplo, participar de um programa de corrida”, diz ele. “Não adianta fazer promoção da saúde sem tratar o doente.”&lt;br&gt;&lt;br&gt;Algumas dessas ações adotadas só por modismo de mercado, sem um objetivo específico, podem até gerar mais custos do que economias. “Uma vez, um profissional de RH com muito orgulho me mostrou o campo de futebol da empresa e disse que tinha até fila de espera para participar das atividades”, diz Lobão, da UIB.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Ao ver a lista de participantes, percebi que 20% já tinham feito algum tipo de exame de joelho ou cirurgia, provavelmente pelo campo esburacado. A empresa não olhou para os indicadores e continuou sem enxergar os custos e o absenteísmo gerados pela ação que eles consideravam um sucesso.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A HP é um bom exemplo de companhia que percebeu quanto as ações isoladas de promoção da saúde não trazem benefício. Desde 2006, a empresa oferece academia, massagem, grupo de corrida e acompanhamento nutricional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 2009, no entanto, a área de recursos humanos se deu conta de que tais ações não estavam gerando o impacto esperado nem no grupo de riscos, nem no financeiro. “Víamos uma melhora no engajamento e na motivação, mas isso não era mensurável”, diz Claudia Giusti, diretora de RH da HP para a América Latina.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com o apoio de uma consultoria, a HP passou então a cruzar os dados de assistência médica, atestados, afastados e questionários de saúde, gerando indicadores atuais e áreas de atenção futura. Foi assim que a empresa notou seu principal problema e ralo financeiro com assistência médica: dos 8 000 funcionários, 200 ficavam até cinco anos sem voltar ao trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com acompanhamento médico, consultas periódicas e ajuda com a parte administrativa do afastamento, a empresa conseguiu diminuir esse número pela metade e o tempo de afastamento para até 120 dias. A média de dias não trabalhados, que era de 287 em 2009 caiu para 97 neste ano e a alíquota do FAP (Fator Acidentário de Prevenção) foi reduzida 40%.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;3 Falta de metodologia&lt;br&gt;&lt;br&gt;A área de recursos humanos tradicionalmente não gosta muito de números. E a falta de indicadores e metodologia na construção de uma boa gestão de saúde é um erro gigantesco. “Falta nas empresas um sistema eficiente que organize, qualifique e interligue os dados relacionados à saúde”, diz Francisco Bruno, consultor sênior da área de saúde corporativa da Mercer Marsh Benefícios Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes de criar programas mirabolantes ou trocar de operadora de plano de saúde, o RH deve — alerta Fabiana Salles, diretora executiva da GST, empresa que cria soluções tecnológicas para gestão de saúde — identificar qual indicador ele precisa reduzir e começar o ataque por aí.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Hospital Alemão Oswaldo Cruz foi atrás de um modelo para aperfeiçoar sua gestão de saúde. Encontrou na Universidade Stanford, na Califórnia, uma metodologia bem estruturada de geração e análise de indicadores. Após uma imersão na universidade americana, Rodrigo Demarch, gerente de qualidade de vida e saúde do hospital, e sua equipe passaram a integrar todas as ações que já tinham.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para estimular a participação dos funcionários nas ações voltadas para a promoção da saúde, o hospital passou a oferecer um Passaporte Saúde, com o qual o colaborador ganha milhas cada vez que adere a alguma iniciativa, como frequentar a academia, participar de campanha de vacinação ou fazer o exame periódico, deixando claro para o time que tudo estava agora unido e não fazia mais parte de programas pontuais ou isolados. A milhagem está também atrelada à remuneração variável dos funcionários.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;É claro que houve aperfeiçoamento dos serviços. O exame periódico do hospital conta com um sistema de avaliação de bem-estar e saúde que verifica hábitos alimentares, frequência de atividades físicas e fatores de risco para doenças crônicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Só depois de preencher essa avaliação, o funcionário passa pela consulta, que dura cerca de 1 hora e puxa todo o histórico do paciente. A academia, por sua vez, pouco utilizada antes da integração dos programas, tem hoje educadores físicos que atuam como personal trainer e oferece atendimento diferenciado para quem tem pressão alta ou diabetes, por exemplo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após criar uma metodologia e integrar os sistemas, o hospital conseguiu mensurar seus resultados. Os exames periódicos anuais, por exemplo, tinham, até 2009, 50% de adesão. Em 2012, chegou a 99,3%. A academia passou de 100 para 650 frequentadores. Com tudo isso, nos últimos 18 meses, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz não teve reajuste por sinistralidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Deixamos de pagar um reajuste de 15% sobre 12 milhões de reais, que é o que gastamos com plano de saúde — uma economia expressiva”, diz Demarch.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;4 Muita informação, pouca comunicação&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo dados da ABQV, as empresas hoje só conseguem a adesão média de 20% de sua população aos programas de promoção da saúde. “Os programas do Brasil só levam a informação, seja no site, seja em folhetos ou em palestras”, afirma Ogata, presidente da associação. “Informação não falta, a dificuldade é atrair.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para fisgar o público, é preciso, segundo os especialistas, saber comunicar suas ações. “No dia de ir embora de Stanford, um dos responsáveis pelo curso me disse: ‘A partir de agora, seu melhor amigo é o gerente de marketing’ ”, diz Demarch, do Oswaldo Cruz. Uma verdade incontestável.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os funcionários precisam saber o tempo todo o que a empresa oferece, o que ela deseja, quais as regras do jogo, como participar das ações e o impacto de tudo isso. Não basta apenas criar um espaço de saúde na intranet e esperar que seus funcionários acessem e se informem dos programas, das ações e do relacionamento com a operadora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É preciso criar modelos diferentes e constantes de comunicação. “Em um cliente, chegamos a colocar metas de consultas por ano com o objetivo de incentivá-lo a se consultar mais e a buscar segundas e terceiras opiniões antes das cirurgias”, diz Ricardo Lobão. “O usuário precisa de ajuda para tomar a decisão de como utilizar melhor o produto ‘saúde’.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;5 Coparticipação como salvação&lt;br&gt;&lt;br&gt;São várias as empresas que se apoiaram no modelo de coparticipação acreditando que, ao compartilhar alguns custos com seu funcionário, iriam diminuir os impactos financeiros do plano de saúde. Não é bem assim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Utilizamos a coparticipação para corrigir um defeito, como um excesso de consultas em determinada especialidade”, explica Lobão. Depois dessa correção, o ideal é que se tire a taxa de coparticipação, informe o usuário sobre o motivo e volte a usar o fator moderador apenas quando houver nova necessidade.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além disso, alerta Lobão, uma coparticipação acima de 30% pode gerar um fator de represamento. “O usuário para de usar o plano com medo de quanto pagará e a empresa fica feliz, mas é um engano porque, ao deixar de se cuidar, ele poderá de repente precisar de um tratamento mais agressivo, cujo custo será muito maior”, diz Lobão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“O funcionário, quando aporta no hospital, gasta, em média, de 5% a 10% mais do que se ele tivesse feito as consultas.”&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;6 Troca-troca de operadora&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outro erro clássico da gestão de saúde é trocar de operadora acreditando que a nova empresa vai ser o melhor caminho para uma conta saudável. O custo da saúde é reflexo do produto oferecido e da utilização dos beneficiários. Isso significa que, ao trocar de operadora, mantendo-se os padrões equivalentes de plano e a mesma característica de utilização, o custo será muito similar.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para conter reajustes de sinistralidade, a empresa tem de trabalhar em cima dos dados de utilização dos planos e de forma preventiva aos grupos de sua população. O que precisa mudar não é a operadora do plano, mas a forma como o RH faz sua gestão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“A troca de operadora pode gerar, ainda, a insatisfação dos funcionários e muito provavelmente levará a um novo reajuste após 12 meses”, diz Francisco Bruno, da Mercer Marsh.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;7 Atenção só aos crônicos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há quem acredite que uma boa gestão de saúde significa cuidar do grupo de risco. Ficam tão obcecados em mapear os crônicos e cuidar dessa parcela que se esquecem do restante. Um perigo! Pesquisas sobre qualidade de vida mostram que 10% da população saudável das companhias migra todo ano para o grupo de alto risco quando não é cuidada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por isso, os programas desenvolvidos e os cuidados devem ser voltados para toda a população — e não para um grupo específico. “As empresas que têm essa preocupação normalmente já têm a população mapeada e conhecem os grupos”, diz Ogata.&lt;br&gt;&lt;br&gt;“Com base nisso, o ideal é criar programas para cada perfil, seja de alimentação, seja de incentivo à prática esportiva ou até atividades mais motivacionais, que geram engajamento e são preventivas.” Dessa forma, a empresa atinge todos — e não apenas 5% ou 10% do time.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Exame.com&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer&quot; style=&quot;margin: 20px -2px 0px; padding: 5px 10px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(236, 236, 236);&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5239317119165796977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/os-7-erros-da-gestao-de-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5239317119165796977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5239317119165796977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/03/os-7-erros-da-gestao-de-saude.html' title='Os 7 erros da gestão de saúde'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-1727136636862806602</id><published>2014-02-06T14:53:00.001-08:00</published><updated>2014-02-06T14:53:28.759-08:00</updated><title type='text'>Ambulância deve respeitar normas de trânsito, decide TJ-MG</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-2042328871796812333&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Mesmo que trafegue com as sirenes ligadas, durante atendimento de ocorrência, o motorista de uma ambulância não está isento das regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro, já que a preferência não representa trânsito livre. Assim, caso o veículo se envolva em algum acidente causado pelo seu condutor, deve arcar com a reparação dos danos causados aos demais envolvidos. Com base neste entendimento, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais rejeitou recurso da Trade Serviços e Administração e manteve sentença que condenou a empresa a pagar os reparos em carro atingido por uma ambulância do Samu de propriedade da Trade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O homem afirmou que circulava pela avenida dos Andradas, em Belo Horizonte, e foi atingido pela ambulância enquanto cruzava uma rua, o que causou diversos danos materiais no veículo. Ele disse que, em diversas ocasiões, procurou a empresa para que fosse pago o valor dos reparos e, sem êxito, entrou com a ação. O homem citou a culpa exclusiva do condutor da ambulância, anexando aos autos o boletim de ocorrência, em que o motorista admite ter ficado sem freios quando atravessava o cruzamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Trade alegou que a ambulância estava prestando serviços, com a sirene e o giroflex ligados, o que garante a preferência de circulação. Assim, ao não ouvir ou ver a ambulância, o motorista do veículo teria sido o responsável pelo acidente. A sentença da juíza Iandara Peixoto Nogueira, da 28ª Vara Cível de Belo Horizonte, acolheu os argumentos apresentados pelo homem e determinou que a proprietária da ambulância pagasse quase R$ 6 mil a título de danos materiais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Relator do recurso que a Trade apresentou ao TJ-MG, o desembargador Amorim Siqueira afirmou que o fato de estar em ocorrência, com o giroflex e a sirene funcionando, não representa trânsito livre para a ambulância. Ele citou que o boletim de ocorrência inclui a versão em que o condutor do veículo da Trade admite a falha nos freios. O condutor disse que a colisão ocorreu porque teve de atravessar o cruzamento, caso contrário poderia atropelar os pedestres que circulavam no local.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o relator, mesmo com a falha nos freios, “a verdade é que o motorista não agiu com cautela, razão pela qual não há que se falar em culpa concorrente”. Amorim Siqueira votou pela manutenção do pagamento dos danos morais, sendo acompanhado pelos desembargadores Pedro Bernardes e Márcio Idalmo Santos Miranda. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Revista Consultor Jurídico&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer&quot; style=&quot;margin: 20px -2px 0px; padding: 5px 10px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(236, 236, 236);&quot;&gt;&lt;div class=&quot;post-footer-line post-footer-line-1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;post-author vcard&quot; style=&quot;margin-right: 1em; margin-left: 0px;&quot;&gt;Postado por&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;fn&quot; itemprop=&quot;author&quot; itemscope=&quot;itemscope&quot; itemtype=&quot;http://schema.org/Person&quot;&gt;&lt;a class=&quot;g-profile&quot; href=&quot;http://www.blogger.com/profile/15132525507078406779&quot; rel=&quot;author&quot; title=&quot;author profile&quot; data-gapiscan=&quot;true&quot; data-onload=&quot;true&quot; data-gapiattached=&quot;true&quot; style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;span itemprop=&quot;name&quot;&gt;MARCOS COLTRI&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;post-timestamp&quot; style=&quot;margin-right: 1em; margin-left: -1em;&quot;&gt;às&amp;nbsp;&lt;a class=&quot;timestamp-link&quot; href=&quot;http://direitomedico.blogspot.com.br/2014/02/ambulancia-deve-respeitar-normas-de.html&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;permanent link&quot; style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;abbr class=&quot;published&quot; itemprop=&quot;datePublished&quot; title=&quot;2014-02-04T09:16:00-02:00&quot; style=&quot;border: none;&quot;&gt;09:16&lt;/abbr&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;post-icons&quot; style=&quot;margin-right: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;item-action&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=3403299279809092538&amp;amp;postID=2042328871796812333&quot; title=&quot;Enviar esta postagem&quot; style=&quot;text-decoration: none !important;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;icon-action&quot; height=&quot;13&quot; src=&quot;http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif&quot; width=&quot;18&quot; style=&quot;border: none !important; position: relative; vertical-align: middle; margin: 0px 0px 0px 0.5em !important;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer-line post-footer-line-2&quot;&gt;&lt;div class=&quot;post-share-buttons goog-inline-block&quot; style=&quot;display: inline-block; margin-top: 0.5em; vertical-align: middle; position: relative; margin-right: 0px; margin-left: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;a class=&quot;goog-inline-block share-button sb-email&quot; href=&quot;http://www.blogger.com/share-post.g?blogID=3403299279809092538&amp;amp;postID=2042328871796812333&amp;amp;target=email&quot; target=&quot;_blank&quot; 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style=&quot;text-indent: 0px; display: block;&quot;&gt;BlogThis!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;goog-inline-block share-button sb-twitter&quot; href=&quot;http://www.blogger.com/share-post.g?blogID=3403299279809092538&amp;amp;postID=2042328871796812333&amp;amp;target=twitter&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Compartilhar no Twitter&quot; style=&quot;width: 20px; height: 20px; overflow: hidden; margin-left: -1px; position: relative; display: inline-block; text-decoration: none; background-image: url(https://www.blogger.com/img/share_buttons_20_2.png) !important; background-position: -40px 0px !important;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;share-button-link-text&quot; style=&quot;text-indent: 0px; display: block;&quot;&gt;Compartilhar no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;goog-inline-block share-button sb-facebook&quot; href=&quot;http://www.blogger.com/share-post.g?blogID=3403299279809092538&amp;amp;postID=2042328871796812333&amp;amp;target=facebook&quot; target=&quot;_blank&quot; 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style=&quot;text-indent: 0px; display: block;&quot;&gt;Compartilhar no Orkut&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;goog-inline-block dummy-container&quot; style=&quot;vertical-align: top; padding-left: 0.3em; position: relative; display: inline-block;&quot;&gt;&lt;div id=&quot;___plusone_2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; border-style: none; float: none; vertical-align: baseline; display: inline-block; width: 300px; height: 20px;&quot;&gt;&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; tabindex=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot; id=&quot;I2_1391726943856&quot; name=&quot;I2_1391726943856&quot; src=&quot;https://apis.google.com/_/+1/fastbutton?usegapi=1&amp;amp;bsv=o&amp;amp;source=blogger%3Ablog%3Aplusone&amp;amp;size=medium&amp;amp;width=300&amp;amp;annotation=inline&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;origin=http%3A%2F%2Fdireitomedico.blogspot.com.br&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fdireitomedico.blogspot.com%2F2014%2F02%2Fambulancia-deve-respeitar-normas-de.html&amp;amp;gsrc=3p&amp;amp;jsh=m%3B%2F_%2Fscs%2Fapps-static%2F_%2Fjs%2Fk%3Doz.gapi.pt_BR.m50MtSyNYuQ.O%2Fm%3D__features__%2Fam%3DIQ%2Frt%3Dj%2Fd%3D1%2Ft%3Dzcms%2Frs%3DAItRSTP0a8e8f8chiR3N0rxrLBN1u3DXig#_methods=onPlusOne%2C_ready%2C_close%2C_open%2C_resizeMe%2C_renderstart%2Concircled%2Cdrefresh%2Cerefresh&amp;amp;id=I2_1391726943856&amp;amp;parent=http%3A%2F%2Fdireitomedico.blogspot.com.br&amp;amp;pfname=&amp;amp;rpctoken=20844917&quot; 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style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Resolução CFM nº 2.068/13 - Especialidades médicas&lt;br /&gt;
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA&lt;br /&gt;
RESOLUÇÃO CFM Nº 2.068, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013&lt;br /&gt;
Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 3 fev. 2014. Seção I, p.76-80&lt;br /&gt;
ALTERA A RESOLUÇÃO CFM Nº 2.005, DE 09-11-2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.005/12, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, alterada pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERANDO o convênio celebrado em 11 de abril de 2002 entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), com vistas a estabelecer critérios para o reconhecimento e denominação de especialidades e áreas de atuação na Medicina, bem como a forma de concessão e registros de títulos de especialista;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERANDO o disposto no art. 2º da Resolução CFM nº 1.634/02, de 11 de abril de 2004, que prevê o reconhecimento de outras especialidades e áreas de atuação dispostas no Anexo II da referida resolução;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERANDO a aprovação do novo relatório da Comissão Mista de Especialidades (CME), que modifica a relação de especialidades e áreas de atuação dispostas no Anexo II da Resolução nº 2.005/12, de 9 de novembro de 2012;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERANDO, finalmente, o decidido em reunião plenária de 13 de dezembro de 2013, resolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 1º Aprovar a nova redação das normas orientadoras e reguladoras e do Anexo II da Resolução CFM nº 2.005/12.&lt;br /&gt;
Art. 2º Revogam-se todas as disposições em contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;
ROBERTO LUIZ D&#39;AVILA&lt;br /&gt;
Presidente do Conselho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HENRIQUE BATISTA E SILVA&lt;br /&gt;
Secretário-geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELAÇÃO DAS ESPECIALIDADES RECONHECIDAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Acupuntura&lt;br /&gt;
2. Alergia e Imunologia&lt;br /&gt;
3. Anestesiologia&lt;br /&gt;
4. Angiologia&lt;br /&gt;
5. Cancerologia&lt;br /&gt;
6. Cardiologia&lt;br /&gt;
7. Cirurgia Cardiovascular&lt;br /&gt;
8. Cirurgia da Mão&lt;br /&gt;
9. Cirurgia de Cabeça e Pescoço&lt;br /&gt;
10. Cirurgia do Aparelho Digestivo&lt;br /&gt;
11. Cirurgia Geral&lt;br /&gt;
12. Cirurgia Pediátrica&lt;br /&gt;
13. Cirurgia Plástica&lt;br /&gt;
14. Cirurgia Torácica&lt;br /&gt;
15. Cirurgia Vascular&lt;br /&gt;
16. Clínica Médica&lt;br /&gt;
17. Coloproctologia&lt;br /&gt;
18. Dermatologia&lt;br /&gt;
19. Endocrinologia e Metabologia&lt;br /&gt;
20. Endoscopia&lt;br /&gt;
21. Gastroenterologia&lt;br /&gt;
22. Genética Médica&lt;br /&gt;
23. Geriatria&lt;br /&gt;
24. Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
25. Hematologia e Hemoterapia&lt;br /&gt;
26. Homeopatia&lt;br /&gt;
27. Infectologia&lt;br /&gt;
28. Mastologia&lt;br /&gt;
29. Medicina de Família e Comunidade&lt;br /&gt;
30. Medicina do Trabalho&lt;br /&gt;
31. Medicina de Tráfego&lt;br /&gt;
32. Medicina Esportiva&lt;br /&gt;
33. Medicina Física e Reabilitação&lt;br /&gt;
34. Medicina Intensiva&lt;br /&gt;
35. Medicina Legal e Perícia Médica&lt;br /&gt;
36. Medicina Nuclear&lt;br /&gt;
37. Medicina Preventiva e Social&lt;br /&gt;
38. Nefrologia&lt;br /&gt;
39. Neurocirurgia&lt;br /&gt;
40. Neurologia&lt;br /&gt;
41. Nutrologia&lt;br /&gt;
42. Oftalmologia&lt;br /&gt;
43. Ortopedia e Traumatologia&lt;br /&gt;
44. Otorrinolaringologia&lt;br /&gt;
45. Patologia&lt;br /&gt;
46. Patologia Clínica/Medicina Laboratorial&lt;br /&gt;
47. Pediatria&lt;br /&gt;
48. Pneumologia&lt;br /&gt;
49. Psiquiatria&lt;br /&gt;
50. Radiologia e Diagnóstico por Imagem&lt;br /&gt;
51. Radioterapia&lt;br /&gt;
52. Reumatologia&lt;br /&gt;
53. Urologia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) RELAÇÃO DAS ÁREAS DE ATUAÇÃO RECONHECIDAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Administração em Saúde&lt;br /&gt;
2. Alergia e Imunologia Pediátrica&lt;br /&gt;
3. Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular&lt;br /&gt;
4. Atendimento ao Queimado&lt;br /&gt;
5. Cardiologia Pediátrica&lt;br /&gt;
6. Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial&lt;br /&gt;
7. Cirurgia do Trauma&lt;br /&gt;
8. Cirurgia Videolaparoscópica&lt;br /&gt;
9. Citopatologia&lt;br /&gt;
10. Densitometria Óssea&lt;br /&gt;
11. Dor&lt;br /&gt;
12. Ecocardiografia&lt;br /&gt;
13. Ecografia Vascular com Doppler&lt;br /&gt;
14. Eletrofisiologia Clínica Invasiva&lt;br /&gt;
15. Endocrinologia Pediátrica&lt;br /&gt;
16. Endoscopia Digestiva&lt;br /&gt;
17. Endoscopia Ginecológica&lt;br /&gt;
18. Endoscopia Respiratória&lt;br /&gt;
19. Ergometria&lt;br /&gt;
20. Foniatria&lt;br /&gt;
21. Gastroenterologia Pediátrica&lt;br /&gt;
22. Hansenologia&lt;br /&gt;
23. Hematologia e Hemoterapia Pediátrica&lt;br /&gt;
24. Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista&lt;br /&gt;
25. Hepatologia&lt;br /&gt;
26. Infectologia Hospitalar&lt;br /&gt;
27. Infectologia Pediátrica&lt;br /&gt;
28. Mamografia&lt;br /&gt;
29. Medicina de Urgência&lt;br /&gt;
30. Medicina do Adolescente&lt;br /&gt;
31. Medicina do Sono&lt;br /&gt;
32. Medicina Fetal&lt;br /&gt;
33. Medicina Intensiva Pediátrica&lt;br /&gt;
34. Medicina Paliativa&lt;br /&gt;
35. Medicina Tropical&lt;br /&gt;
36. Nefrologia Pediátrica&lt;br /&gt;
37. Neonatologia&lt;br /&gt;
38. Neurofisiologia Clínica&lt;br /&gt;
39. Neurologia Pediátrica&lt;br /&gt;
40. Neurorradiologia&lt;br /&gt;
41. Nutrição Parenteral e Enteral&lt;br /&gt;
42. Nutrição Parenteral e Enteral Pediátrica&lt;br /&gt;
43. Nutrologia Pediátrica&lt;br /&gt;
44. Pneumologia Pediátrica&lt;br /&gt;
45. Psicogeriatria&lt;br /&gt;
46. Psicoterapia&lt;br /&gt;
47. Psiquiatria da Infância e Adolescência&lt;br /&gt;
48. Psiquiatria Forense&lt;br /&gt;
49. Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia&lt;br /&gt;
50. Reumatologia Pediátrica&lt;br /&gt;
51. Sexologia&lt;br /&gt;
52. Toxicologia Médica&lt;br /&gt;
53. Transplante de Medula Óssea&lt;br /&gt;
54. Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/3117861560220102555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/02/cfm-dispos-sobre-especialidades-medicas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3117861560220102555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3117861560220102555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/02/cfm-dispos-sobre-especialidades-medicas.html' title='CFM dispôs sobre especialidades médicas.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-3493012152752288871</id><published>2014-01-30T16:55:00.001-08:00</published><updated>2014-01-30T16:55:45.644-08:00</updated><title type='text'>Magistrados do TJSP têm acesso a informações técnicas da área da saúde</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot; style=&quot;margin: 0.75em 0px 0px; position: relative; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://direitomedico.blogspot.com.br/2014/01/magistrados-do-tjsp-tem-acesso.html&quot; style=&quot;text-decoration: none; font-size: 17px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Magistrados do TJSP têm acesso a informações técnicas da área da saúde&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 1.5em;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;post-header-line-1&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-6149219334119757898&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com o objetivo de oferecer a juízes e desembargadores informações técnicas da área da saúde e do direito sanitário, a fim de auxiliar, previamente, o exame dos pedidos de concessão de provimentos jurisdicionais em caráter de urgência, o Tribunal de Justiça de São Paulo e a Escola Paulista da Magistratura (EPM) disponibilizaram página para solicitação de consulta técnica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Todos os magistrados do Judiciário paulista – 1ª e 2ª instâncias – têm à disposição a ferramenta de apoio, no site da EPM: www.epm.tjsp.jus.br/SUS. Na primeira fase do projeto, apenas os juízes das varas da Fazenda Pública da Capital e do Juizado Especial da Fazenda Pública (Jefaz) tinham acesso à consulta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No link, o magistrado utiliza seu login e senha do e-mail institucional para solicitar a consulta técnica, onde preenche formulário com dados identificadores do paciente, da doença e do profissional de saúde que solicitou o medicamento. Além disso, o juiz envia os questionamentos ao especialista – como, por exemplo, se há evidência científica da eficácia do tratamento proposto – e cópia digitalizada da receita médica. O material é encaminhado, por via eletrônica, à Secretaria Estadual da Saúde, que repassa a demanda a instituições públicas de ensino e pesquisa, como Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). A resposta com o parecer é fornecida em até 48 horas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A iniciativa, que atende ao previsto na Recomendação 31 do Conselho Nacional de Justiça, é fruto de acordo de cooperação técnica firmado pelo TJSP e EPM com o Governo do Estado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No site da EPM também há uma página com a legislação relacionada ao Sistema Único de Saúde (SUS), assistência farmacêutica, saúde mental, assistência oncológica, transplante, além de protocolos e normas técnicas estaduais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: TJSP&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer&quot; style=&quot;margin: 20px -2px 0px; padding: 5px 10px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(236, 236, 236);&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/3493012152752288871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/01/magistrados-do-tjsp-tem-acesso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3493012152752288871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3493012152752288871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/01/magistrados-do-tjsp-tem-acesso.html' title='Magistrados do TJSP têm acesso a informações técnicas da área da saúde'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-3001265954896884208</id><published>2014-01-30T16:49:00.001-08:00</published><updated>2014-01-30T16:49:14.975-08:00</updated><title type='text'>Nota sobre caso da falsa médica denunciada na imprensa</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-5269113144911085359&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot; style=&quot;width: 350px; position: relative;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) informa que o registro do CRM-BA de número 17038 não pertence à cidadã presa em Salvador na noite desta segunda-feira (27/01), com o nome de Danielle Cotrim Guimarães, conforme informou a reportagem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Cremeb se mantém atento a essa questão nas fiscalizações realizadas, a fim de coibir a prática ilegal da medicina. Qualquer denúncia que tenha conhecimento, o Conselho informa aos órgãos competentes para fazer a apuração. Caso seja identificada a conivência de algum médico regularmente inscrito no Cremeb, o Conselho pode instaurar sindicância para apurar o fato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Cremeb reiteradamente tem feito alertas aos gestores públicos e privados de clínicas e hospitais, para que certifiquem no portal do Conselho se o CRM do médico é verdadeiro, antes de contratá-lo, além de solicitar a cédula de identidade médica. No site do Cremeb (www.cremeb.org.br), a consulta sobre a veracidade do nome do médico e do número do CRM pode ser feita por qualquer cidadão no link &quot;busca de médicos e empresas&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em duas gestões consecutivas, o Cremeb participou de plenária do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde para esclarecer o passo a passo para a contratação de médicos, a fim de evitar o exercício ilegal da medicina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: CFM/Ascom Cremeb&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer&quot; style=&quot;margin: 20px -2px 0px; padding: 5px 10px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(236, 236, 236);&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/3001265954896884208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/01/nota-sobre-caso-da-falsa-medica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3001265954896884208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/3001265954896884208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2014/01/nota-sobre-caso-da-falsa-medica.html' title='Nota sobre caso da falsa médica denunciada na imprensa'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-9039548001747399763</id><published>2013-11-25T11:19:00.001-08:00</published><updated>2013-11-25T11:19:47.519-08:00</updated><title type='text'>Meio ou resultado: até onde vai a obrigação do profissional liberal?</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Entendimento aplicado aos profissionais da saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;No Brasil, a maioria das obrigações contratuais dos profissionais liberais é considerada de meio. Ou seja, o resultado esperado pelo consumidor não é necessariamente alcançado, embora deva ser buscado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;De acordo com a ministra Nancy Andrighi, da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a obrigação de meio limita-se a um dever de desempenho, isto é, há o compromisso de agir com desvelo, empregando a melhor técnica e perícia para alcançar um determinado fim, mas sem se obrigar à efetivação do resultado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o ministro Luis Felipe Salomão, da Quarta Turma, nas obrigações de meio é suficiente que o profissional atue com diligência e técnica necessárias, buscando a obtenção do resultado esperado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O médico que indica tratamento para determinada doença não pode garantir a cura do paciente. O advogado que patrocina uma causa não tem o dever de entregar resultado favorável ao cliente. Nessas hipóteses, caso o consumidor não fique satisfeito com o serviço prestado, cabe a ele comprovar que houve culpa do profissional. Por essa razão, as chances de obter uma reparação por eventuais danos causados por negligência, imperícia ou imprudência do prestador de serviços são menores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Condição&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Grande parte da doutrina considera que o cirurgião plástico que realiza procedimento estético compromete-se com o resultado esperado por quem se submeteu à sua atuação. O STJ tem entendido que, nessa espécie, há presunção de culpa do profissional, com inversão do ônus da prova. Em outras palavras, cabe a ele demonstrar que o eventual insucesso não resultou de sua ação ou omissão, mas de culpa exclusiva do contratante, ou de situação que fugiu do seu controle.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Rinoplastia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Sérgio Cavalieri Filho ensina que, no caso de insucesso na cirurgia estética, por se tratar de obrigação de resultado, haverá presunção de culpa do médico que a realizou, cabendo-lhe elidir essa presunção mediante prova da ocorrência de fator imponderável capaz de afetar o seu dever de indenizar (&amp;nbsp;&lt;i&gt;Programa de Responsabilidade Civil&lt;/i&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em outubro de 2013, a Terceira Turma do STJ&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span id=&quot;fontLink&quot; style=&quot;cursor: pointer; text-decoration: underline;&quot;&gt;analisou&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;o caso de um paciente que teve de se submeter a três cirurgias plásticas de rinoplastia para corrigir um problema estético no nariz. Ele não ficou satisfeito com o resultado das duas primeiras operações e decidiu buscar o Poder Judiciário para receber do cirurgião responsável indenização por danos materiais e morais (REsp 1.395.254) .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Vencido o prazo estabelecido pelo cirurgião para que o nariz retornasse ao estado normal, o operado verificou que a rinoplastia não tinha dado certo. O médico realizou nova cirurgia, dessa vez sem cobrar. Contudo, segundo alegou o paciente, o novo procedimento agravou ainda mais o seu quadro, levando-o a procurar outro médico para realizar a terceira cirurgia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O juiz de primeira instância julgou o pedido improcedente. Para ele, não houve comprovação de que o cirurgião agiu com negligência, imprudência ou imperícia. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve a sentença com base em prova pericial, a qual teria comprovado que a cirurgia plástica foi realizada em respeito às normas técnicas da medicina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A ministra Nancy Andrighi constatou que, para afastar a responsabilidade do médico, o TJSC levou em consideração apenas a conclusão da perícia técnica, deixando de aplicar a inversão do ônus da prova.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Contudo, segundo a ministra, nas obrigações de resultado, o uso da técnica adequada na cirurgia não é suficiente para isentar o médico da culpa pelo não cumprimento de sua obrigação. Se, mesmo utilizando-se do procedimento apropriado, o profissional liberal não alcançar os resultados dele esperados, há a obrigação de indenizar, ressaltou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para Andrighi, devido à insuficiência da prova pericial realizada e da necessidade de inversão do ônus da prova, o acórdão recorrido merece reforma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Procedimento odontológico&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Ao julgar o REsp 1.238.746, a Quarta Turma&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span id=&quot;fontLink&quot; style=&quot;cursor: pointer; text-decoration: underline;&quot;&gt;reconheceu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a responsabilidade de um dentista que teria faltado com o dever de cuidado e de emprego da técnica adequada em tratamento ortodôntico. Naquela ocasião, os ministros entenderam que o ortodontista tem a obrigação de alcançar o resultado estético e funcional acordado com o paciente. Caso não o faça, deve comprovar que não agiu com negligência, imprudência ou imperícia, ou mesmo que o insucesso se deu por culpa exclusiva do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A paciente contratou os serviços do dentista para corrigir o desalinhamento de sua arcada dentária, além de um problema de mordida cruzada. Segundo ela, o profissional não cumpriu o combinado e ainda lhe extraiu dois dentes sadios. Diante disso, ela recorreu ao Poder Judiciário para receber indenização, além de ressarcimento dos valores pagos ao dentista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Tanto o juiz de primeiro grau quanto o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) entenderam que o ortodontista faltou com o dever de cuidado e de emprego da técnica adequada. No STJ, o dentista alegou que não poderia ser responsabilizado pela falta de cuidados da paciente, que, segundo ele, não seguiu suas prescrições e procurou outro profissional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Estético e funcional&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nos procedimentos odontológicos, mormente os ortodônticos, os profissionais da saúde especializados nessa ciência, em regra, comprometem-se pelo resultado, visto que os objetivos relativos aos tratamentos, de cunho estético e funcional, podem ser atingidos com previsibilidade, afirmou o relator, ministro Luis Felipe Salomão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Salomão verificou no acórdão do TJMS que, além de o tratamento não ter obtido os resultados esperados, ainda causou danos físicos e estéticos à paciente. Ele concordou com as instâncias ordinárias quando afirmaram que, mesmo que se tratasse de obrigação de meio, o profissional deveria ser responsabilizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A Quarta Turma, em decisão unânime, negou provimento ao recurso do ortodontista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Cirurgia de mama&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Há o entendimento pacificado no STJ de que a responsabilidade dos médicos em cirurgias estéticas é com o resultado. E quando a cirurgia apresenta natureza mista, ao mesmo tempo estética e reparadora? Nessa hipótese, a responsabilidade do médico não pode ser generalizada, devendo ser analisada de forma fracionada, sendo de resultado em relação à sua parcela estética e de meio em relação à sua parcela reparadora, ensina a ministra Nancy Andrighi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em setembro de 2011, a Terceira Turma&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span id=&quot;fontLink&quot; style=&quot;cursor: pointer; text-decoration: underline;&quot;&gt;julgou&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;o caso de uma mulher que foi submetida a cirurgia de redução dos seios porque era portadora de hipertrofia mamária bilateral. O procedimento tinha objetivo de melhorar sua saúde e sua aparência, entretanto, o resultado da cirurgia foi frustrante. As mamas ficaram com tamanho desigual e cicatrizes muito aparentes, além disso, houve retração do mamilo direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O juízo de primeiro grau negou os pedidos feitos pela paciente na ação indenizatória ajuizada contra o médico e o Hospital e Maternidade Santa Helena. Para o magistrado, as complicações sofridas pela autora devem ser consideradas como provenientes de caso fortuito, a excluir a responsabilidade dos réus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Danos morais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deu parcial provimento ao recurso da paciente, para condenar os responsáveis ao pagamento de danos morais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;No STJ, ao julgar recurso contra a decisão, a ministra Nancy Andrighi disse que, ainda que se admita que o intuito primordial da cirurgia era reparador, o médico jamais poderia ter ignorado o seu caráter estético, mesmo que isso não tivesse sido consignado no laudo que confirmou a necessidade da intervenção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Ela acrescentou que o uso da técnica adequada na cirurgia não é suficiente para isentar o recorrente da culpa pelo não cumprimento de sua obrigação. Se, mesmo utilizando-se do procedimento apropriado, o recorrente não alcançou os resultados dele esperados, há a obrigação de indenizar, declarou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 20px 0px; padding: 0px; border: 0px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Quanto à indenização, Andrighi sustentou que o valor arbitrado pelo TJMG, correspondente a 85 salários mínimos, nem de longe se mostra excessivo à luz dos julgados desta Corte, a ponto de justificar a sua revisão (REsp 1.097.955).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/9039548001747399763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/11/meio-ou-resultado-ate-onde-vai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/9039548001747399763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/9039548001747399763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/11/meio-ou-resultado-ate-onde-vai.html' title='Meio ou resultado: até onde vai a obrigação do profissional liberal?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-1004202454670156661</id><published>2013-10-11T05:10:00.001-07:00</published><updated>2013-10-11T05:10:05.411-07:00</updated><title type='text'>Plano de saúde é condenado por recusar cirurgia bariátrica.</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;tituloAzul&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A juíza Renata Bomfim Pacheco, atuando pela 27ª Vara Cível do Fórum Lafayette, determinou que a operadora de planos de saúde Qualimed Ltda. indenize uma cliente em R$ 19.541. A operadora negou procedimento cirúrgico de redução de estômago à segurada alegando ser este um procedimento meramente estético, mas a paciente comprovou que sua obesidade é considerada uma doença. A sentença foi publicada no dia 2 de outubro e, por ser de Primeira Instância, está sujeita a recurso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;De acordo com a contratante, que tem o plano de saúde desde&amp;nbsp;&lt;st1:metricconverter w:st=&quot;on&quot; productid=&quot;2005,&quot; a=&quot;&quot;&gt;2005, a&lt;/st1:metricconverter&gt;&amp;nbsp;operadora de planos de saúde se negou a cobrir o tratamento e exames clínicos. O quadro de obesidade mórbida, com aumento progressivo de peso, foi constatado por médico não vinculado ao plano de saúde. Ela relatou que, apesar dos diversos tratamentos clínicos e dietas alimentares aos quais foi submetida, não houve resultado satisfatório. Por consequência da obesidade, ela sofria de depressão e baixa autoestima, o que fazia ainda mais necessária a redução de estômago.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em sua defesa, a seguradora de planos de saúde contestou a existência de provas acerca da indispensabilidade do tratamento cirúrgico, afirmando que, segundo a normatização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o tratamento era uma intervenção estética. Com relação ao ato contratual, alegou que a contratante agiu de má-fé ao omitir informações acerca da preexistência de obesidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Durante o curso do processo, a autora realizou o procedimento cirúrgico sem auxílio da seguradora. Por conta disso, foi obrigada a arcar com todos os custos de consultas, despesas hospitalares e fisioterapia pós-operatória. Apesar de a cirurgia ter sido executada durante o processo, a juíza entendeu que a responsabilidade contratual da ré na cobertura do tratamento pretendido deveria ser considerada. Também foi descartada a preexistência da doença e a fraude contratual alegada pela seguradora, pois a doença se manifestou três anos após a adesão ao plano de saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A magistrada condenou o plano de saúde a restituir os custos da cirurgia de forma integral, porquanto não há que se cogitar de aplicar a tabela prevista no contrato, já que foi o próprio réu quem não cumpriu o acordado. Os danos materiais, referentes aos gastos médico-hospitalares, somaram R$ 4.541. A juíza estabeleceu também a indenização por danos morais, no valor de R$ 15 mil, considerando que, estando já fragilizada com sua situação pessoal, a autora experimentou ainda mais angústias, com a negativa injustificada da ré.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span yes=&quot;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Processo número: 7873941-72.2007.8.13.0024&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal de Justiça de Minas Gerais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/1004202454670156661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/plano-de-saude-e-condenado-por-recusar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1004202454670156661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1004202454670156661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/plano-de-saude-e-condenado-por-recusar.html' title='Plano de saúde é condenado por recusar cirurgia bariátrica.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-7489940786678059980</id><published>2013-10-11T04:59:00.001-07:00</published><updated>2013-10-11T04:59:45.478-07:00</updated><title type='text'>Ressarcimento de valor de cirurgia.</title><content type='html'>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (Camed) deverá ressarcir em R$ 54.728,22 o pai da universitária J.S.B, que teve custeio de cirurgia negado. A decisão, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), foi proferida nesta quarta-feira (09/10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Segundo os autos, a estudante foi diagnosticada com doença cardíaca chamada “comunicação interatrial ampla com aumento significativo do ventrículo direito”. Para solucionar o problema, precisava passar por cirurgia complexa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px;&quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A família optou em realizar o procedimento&amp;nbsp;&lt;st1:personname w:st=&quot;on&quot; productid=&quot;em&quot; s&amp;#65507;o=&quot;&quot; paulo=&quot;&quot;&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, por ser considerado o Estado mais avançado em doenças cardíacas, mas a Camed não autorizou. Em função disso, o pai da menina pagou R$ 54.728,22 e ajuizou ação na Justiça contra a empresa, requerendo o ressarcimento do valor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/7489940786678059980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/ressarcimento-de-valor-de-cirurgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/7489940786678059980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/7489940786678059980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/ressarcimento-de-valor-de-cirurgia.html' title='Ressarcimento de valor de cirurgia.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-7047858260093099448</id><published>2013-10-09T16:40:00.001-07:00</published><updated>2013-10-09T16:40:01.899-07:00</updated><title type='text'>Propaganda de médicos, clínicas e hospitais.</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um tema muito importante em todas as profissões é a propaganda e sua veiculação. É certo que no mundo atual ela é inerente ao conhecimento do profissional na comunidade em que está inserido e, até mesmo, internacionalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é diferente na área médica, na qual encontramos cada vez mais um grande aumento nas especialidades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com efeito, tanto o médico quanto as clínicas e hospitais devem exercer seu direito de publicidade de acordo com o bom senso e normas do CFM.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, é importante que na veiculação de propagandas por meio de mídia impressa (jornais, revistas, boletins etc.), em peças publicitárias (cartazes, folders, postais, folhetos, panfletos, outdoors, busdoors, frontlights, backlights, totens, banners etc.), e em peças de mobiliário urbano (letreiros, placas, instalações etc.) devem ser inseridos os dados de identificação do médico (se consultório particular) ou do diretor técnico médico (se estabelecimento/serviço de saúde) de forma a causar o mesmo impacto visual que as demais informações presentes na peça publicitária.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A RESOLUÇÃO CFM Nº 1.974/2011 em seu Art. 5º assim estatui: &quot;Nos anúncios de clínicas, hospitais, casas de saúde, entidades de prestação de assistência médica e outras instituições de saúde deverão constar, sempre, o nome do diretor técnico médico e sua correspondente inscrição no Conselho Regional em cuja jurisdição se localize o estabelecimento de saúde.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seguem abaixo algumas orientações a serem seguidas com base no Manual de publicidade médica do CFM:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1- Critérios específicos para anúncios publicitários e de propaganda:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos anúncios veiculados pela mídia impressa (jornais, revistas, boletins etc.), em peças publicitárias (cartazes, folders, postais, folhetos, panfletos, outdoors, busdoors, frontlights, backlights, totens, banners etc.), e em peças de mobiliário urbano (letreiros, placas, instalações etc.) devem ser inseridos os dados de identificação do médico (se consultório particular) ou do diretor técnico médico (se estabelecimento/serviço de saúde) de forma a causar o mesmo impacto visual que as demais informações presentes na peça publicitária. Contudo, devem ser observados os seguintes critérios:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;II - os dados devem ser apresentados em sentido de leitura da esquerda para a direita, sobre fundo neutro, sendo que a tipologia utilizada deverá apresentar dimensão equivalente a, no mínimo, 35% do tamanho do maior corpo empregado no referido anúncio ou peça;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;III - nas peças, os dados do médico devem ser inseridos em retângulo de fundo branco, emoldurado por filete interno, em letras de cor preta ou que permita contraste adequado à leitura;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IV - é possível o uso de variações cromáticas na inserção dos dados, desde que mantidos os cuidados para a correta identificação dos mesmos, sem prejuízos de leitura ou visibilidade;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;V - a versão monocromática só pode ser usada nos casos em que não haja opção para uso de mais de uma cor, optando-se pelo preto ou branco ou outra cor padrão predominante;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VI - as proporções dos dados inseridos devem ser observadas com critério para assegurar sua leitura e identificação, que são imprescindíveis ao trato ético em atividades relacionadas à publicidade, propaganda e divulgação médicas;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VII - para que outros elementos não se confundam com os dados de identificação do médico, os mesmos devem ser mantidos numa área, dentro da peça, que permita sua correta leitura e percepção. Deve-se observar o campo de proteção e reserva, conforme exemplificado no anexo III;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VIII - utilizando como referência o espaço mantido entre a primeira e a segunda linha nas quais os dados foram inseridos ou entre a primeira e a segunda letra da primeira palavra, nenhum elemento gráfico ou de texto deve invadir essa área; e os dados devem ser mantidos no interior de uma área de respiro;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IX - para preservar a legibilidade dos dados do médico nos mais diversos meios de reprodução, deve-se observar a correta percepção dos mesmos com relação ao contraste de fundo sobre o qual estão aplicados. Sobre cores claras e/ou neutras, a versão preferencial mostra-se, em positivo, eficiente. Sobre cores escuras e/ou vívidas, optar pela versão em negativo dos dados. Sobre fundos ruidosos e imagens, usar a versão com módulo de proteção;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;X - para aplicação dos dados sobre fundos em tons de cinza e preto, deve-se observar a seguinte escala de cor: até 30% de benday pode-se optar pela versão preferencial; a partir de 40%, pela versão em negativo do logotipo;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XI – a fim de preservar a boa leitura e visibilidade dos dados essenciais do médico, devem ser criteriosamente observadas sua integridade e consistência visual, evitando- se alterações ou interferências que gerem confusão ou visualização e/ou compreensão inadequadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2- Das proibições gerais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De modo geral, na propaganda ou publicidade de serviços médicos e na exposição na imprensa ao médico ou aos serviços médicos é vedado:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;I - usar expressões tais como “o melhor”, “o mais eficiente”, “o único capacitado”, “resultado garantido” ou outras com o mesmo sentido;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;II - sugerir que o serviço médico ou o médico citado é o único capaz de proporcionar o tratamento para o problema de saúde;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;III - assegurar ao paciente ou a seus familiares a garantia de resultados;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IV - apresentar nome, imagem e/ou voz de pessoa leiga em medicina, cujas características sejam facilmente reconhecidas pelo público em razão de sua celebridade, afirmando ou sugerindo que ela utiliza os serviços do médico ou do estabelecimento de saúde ou recomendando seu uso;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IV - sugerir diagnósticos ou tratamentos de forma genérica, sem realizar consulta clínica individualizada e com base em parâmetros da ética médica e profissional;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;V - usar linguagem direta ou indireta relacionando a realização de consulta ou de tratamento à melhora do desempenho físico, intelectual, emocional, sexual ou à beleza de uma pessoa;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VI - apresentar de forma abusiva, enganosa ou assustadora representações visuais das alterações do corpo humano causadas por doenças ou lesões; todo uso de imagem deve enfatizar apenas a assistência;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VII - apresentar de forma abusiva, enganosa ou sedutora representações visuais das alterações do corpo humano causadas por supostos tratamento ou submissão a tratamento; todo uso de imagem deve enfatizar apenas a assistência;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VIII – incluir mensagens, símbolos e imagens de qualquer natureza dirigidas a crianças ou adolescentes, conforme classificação do Estatuto da Criança e do Adolescente;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IX - fazer uso de peças de propaganda e/ou publicidade médica – independentemente da mídia utilizada para sua veiculação – nas quais se apresentem designações, símbolos, figuras, desenhos, imagens, slogans e quaisquer argumentos que sugiram garantia de resultados e percepção de êxito/sucesso pessoal do paciente atreladas ao uso dos serviços de determinado médico ou unidade de saúde;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;X - fazer afirmações e citações ou exibir tabelas e ilustrações relacionadas a informações científicas que não tenham sido extraídas ou baseadas em estudos clínicos, veiculados em publicações científicas, preferencialmente com níveis de evidência I ou II;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XI - utilizar gráficos, quadros, tabelas e ilustrações para transmitir informações que não estejam assim representadas nos estudos científicos e não expressem com rigor sua veracidade;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XII - adotar gráficos, tabelas e ilustrações que não sejam verdadeiros, exatos, completos, não tendenciosos, e apresentá-los de forma a possibilitar o erro ou confusão ou induzir ao autodiagnóstico ou à autoprescrição;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XIII - anunciar especialidades para as quais não possui título certificado ou informar posse de equipamentos, conhecimentos, técnicas ou procedimentos terapêuticos que induzam à percepção de diferenciação;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XIV - divulgar preços de procedimentos, modalidades aceitas de pagamento/parcelamento ou eventuais concessões de descontos como forma de estabelecer diferencial na qualidade dos serviços;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XV - não declarar possível conflito de interesse ao se apresentar como palestrante/expositor em quaisquer eventos (simpósios, congressos, reuniões, conferências e assemelhados, públicos ou privados), sendo obrigatório explicitar o recebimento de patrocínios/subvenções de empresas ou governos, sejam parciais ou totais;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XVI - não informar potencial conflito de interesses aos organizadores dos congressos, com a devida indicação na programação oficial do evento e no início de sua palestra, bem como nos anais, quando estes existirem, no caso de médicos palestrantes de qualquer sessão científica que estabeleçam relações com laboratórios farmacêuticos ou tenham qualquer outro interesse financeiro ou comercial;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XVII - participar de campanha social sem ter como único objetivo informar ações de responsabilidade social do profissional ou do estabelecimento de saúde, não podendo haver menção a especialidades ou outras características próprias dos serviços pelos quais são conhecidos;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;XVIII - fazer referência a ações ou campanhas de responsabilidade sociais às quais estão vinculados ou são apoiadores em peças de propaganda ou publicidade de médicos ou estabelecimentos de saúde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com relação ao uso da publicidade e propaganda, em diferentes mídias, estão disponíveis no Anexo 3 desta resolução os modelos que permitem a visualização do resultado decorrente da implementação de tais critérios, ressaltando-se, contudo, que os mesmos são apenas orientações e sugestões de adequação à norma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os modelos mencionados no Anexo III encontram-se disponíveis para consulta no sítio do Conselho Federal de Medicina: www.portalmedico.org.br.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fica estabelecido o prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de publicação deste regulamento, para que os médicos e empresas de serviços médicos se adequem às suas disposições a respeito de propaganda, publicidade, informação e outras práticas cujo objetivo seja a divulgação ou promoção de atividades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lista de documentos que devem observar os critérios explicitados nesta resolução&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Atestado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Atestado de amputação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Atestado médico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Atestado médico para licença-maternidade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Aviso de cirurgia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Aviso de óbito&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Boletim de anestesia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Boletim de atendimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Boletim de sala – material e medicamentos de sala&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Cartão da família&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Cartão de agendamento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Cartão índice&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Cartão saúde&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Carteira da gestante&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Declaração de comparecimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Demonstrativo de atendimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha ambulatorial de procedimento (FAP)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha clínica de pré-natal • Ficha de internação ou atendimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de acompanhamento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de acompanhamento de pacientes para remoção&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de acompanhamento do hipertenso e/ou diabético&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de anamnese/exame físico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de anestesia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de arrolamento de valores/pertences – paciente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de assistência ao paciente no pré, trans e pós- operatório imediato&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de atendimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de atendimento – pré-natal&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de atendimento diário – nível médio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de avaliação/triagem de enfermagem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de avaliação pré-anestésica&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastramento de paciente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastro da família&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastro da gestante&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastro do hipertenso e/ou diabético&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastro para fornecimento de preservativos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cadastro Programa Remédio em Casa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de cronograma de visita do agente comunitário de saúde (ACS)• Ficha de encaminhamento ao serviço social • Ficha de encaminhamento hospitalar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de evolução de morbidade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de evolução de paciente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de evolução médica&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de evolução multidisciplinar para os demais profissionais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de exame colposcópico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de exame físico/evolução de enfermagem (clínica psiquiátrica)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de exames de emergência&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de identificação de cadáver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de identificação do paciente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de identificação do recém-nascido&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de notificação de casos suspeitos ou confirmados (Sistema de Informação para a Vigilância de Violências e Acidentes - Sivva)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de preparo de ultrassom - abdome superior / hipocôndrio direito / vias biliares&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de preparo de ultrassom - vias urinárias / pélvico / próstata&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de procedimento com registro BPA individualizado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de procedimento para realização de exames Papanicolau (PCG) e colposcopia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Ficha de recursos hospitalares em urgência/emergência&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Laudo médico para a emissão de Apac&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Laudo para solicitação/autorização de procedimento ambulatorial&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Prontuário&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Receituário&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Receituário de controle especial&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Receituário médico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Relatório de cirurgia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Relatório de lâminas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Relatório de visitas domiciliares&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Requisição de carro de cadáver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Requisição de exames&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Requisição de serviços de diagnose e terapia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Resumo de alta hospitalar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de exame de apoio diagnóstico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de exames de imagem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de exames de raios X&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de exames de ultrassonografia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de procedimento especializado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Solicitação de transporte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo de autorização de internação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo de autorização para encaminhamento de membro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo de ciência e consentimento e responsabilização – procedimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo de ciência e consentimento para procedimento anestésico&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo de encaminhamento para alto risco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Termo final de utilização de prótese, órteses e outros pelas equipes médicas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/7047858260093099448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/propaganda-de-medicos-clinicas-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/7047858260093099448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/7047858260093099448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/10/propaganda-de-medicos-clinicas-e.html' title='Propaganda de médicos, clínicas e hospitais.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-1340892169602797136</id><published>2013-08-27T19:02:00.001-07:00</published><updated>2013-08-27T19:02:51.769-07:00</updated><title type='text'>A necessidade de se falar de humanização no atendimento em Saúde</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;left&quot; valign=&quot;top&quot; style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A necessidade de se falar de humanização no atendimento em saúde surge quando se constata que a evolução científica e técnica dos serviços de saúde não têm sido acompanhadas por um avanço correspondente na qualidade do contato humano. Parece que, em muitos ambientes hospitalares, o diagnóstico e os procedimentos de tratamento, assim como a autoridade do médico e de alguns profissionais da área dispensam, definitivamente, qualquer iniciativa para melhorar o contacto interpessoal, o conforto e qualidade de vida do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;left&quot; valign=&quot;top&quot; style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Acredito, ainda, que a própria &quot;massificação&quot; no atendimento; a estrutura precária do serviço público de saúde e os baixos preços aplicados pelos seguros/planos de saúde privados também colaboram para esse afastamento da relação interpessoal entre médico e paciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Os procedimentos médicos e a metodologia do atendimento em saúde, sejam de responsabilidade dos médicos ou do pessoal da área, na maioria das vezes, subestima e desconsidera as necessidades emocionais e psíquicas dos usuários. Os motivos do distanciamento humano no atendimento em saúde podem ser muitos e, compreensivamente, não poderão ser esmiuçados aqui. Entretanto, grosso modo, muito mais que nas eventuais dificuldades de recursos materiais, como se alega sempre, o&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;descaso humanitário&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;deve ser procurado, em alguns casos, na intimidade das pessoas que atendem a área da saúde, seja na empáfia, na arrogância, no simples descaso, na falta de vocação, no desinteresse, no comercialismo, na insensibilidade e&amp;nbsp;assim por diante.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Muitas dificuldades enfrentadas pelos usuários da saúde poderiam ser evitadas quando se ouve, compreende, acolhe, considera e respeita suas opiniões, queixas e necessidades, ao contrário do que tem sido feito em alguns serviços de saúde, nos quais os usuários são, basicamente,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;impedidos de se manifestar e de participar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;dos procedimentos necessários a eles próprios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Humanizar o atendimento em saúde é enaltecer o desejável&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;comportamento ético e o arsenal técnico-científico&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com os cuidados dirigidos às necessidades existenciais dos pacientes. Humanizar é também investir em melhorias nas condições de trabalho dos profissionais da área, é alcançar benefícios para a saúde e qualidade de vida dos usuários, dos profissionais e da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Atualmente, a humanização e o investimento no bem-estar do paciente vêm sendo objeto de intenso debate nacional e internacional, inclusive, a humanização dos serviços de saúde é um dos programas prioritários do Ministério da Saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Afinal, o que é ser um profissional humanizado?&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em razão do desenvolvimento tecnológico na medicina, alguns aspectos mais sublimes do paciente, tais como suas emoções, suas crenças e valores, ficaram em segundo ou terceiro planos. A doença,&amp;nbsp;entretanto, objeto do saber cientificamente reconhecido, passou a monopolizar a atenção do ato médico. E deve ter sido com esse enfoque eminentemente técnico que a medicina se desumanizou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Humanizar o atendimento não é apenas chamar o paciente pelo nome, nem ter constantemente um sorriso nos lábios&amp;nbsp;mas, além disso, é compreender os medos, angústias e incertezas, é&amp;nbsp;dar apoio e atenção permanente ao paciente. Humanizar também é, além do atendimento fraterno e humano, procurar aperfeiçoar os conhecimentos continuadamente é valorizar, no sentido antropológico e emocional, todos elementos implicados na&amp;nbsp;assistência. Na realidade, a humanização do atendimento, seja em saúde ou não, deve valorizar o respeito afetivo ao outro, deve prestigiar a melhoria na vida de relação entre as pessoas em geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Entre os tópicos importantes na humanização do atendimento em saúde escolhemos alguns poucos, mas relevantes, para registrar aqui; o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;em&gt;interesse e competência&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;na profissão, o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;em&gt;diálogo&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre o profissional e o usuário e/ou seus familiares, o favorecimento de&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;em&gt;facilidades&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;para que a vida da pessoa e/ou de seus familiares seja melhor,&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;em&gt;evitar aborrecimentos&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e constrangimentos e, por fim o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;em&gt;respeito aos horários&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;de atendimento. Como se percebe, esses não são tópicos monopolizados pela área da saúde. Eles deveriam orientar os relacionamentos interpessoais em geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;De modo geral algumas atitudes são diretamente relacionadas ao que se pretende com a Humanização do atendimento:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;em style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;1. - Aprimorar o conhecimento científico continuadamente;&amp;nbsp;interesse e competência.&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O conhecimento continuamente adquirido deve ser o mais global possível, objetivando sempre atender as necessidades gerais dos pacientes, ao invés de se limitar à questão física ou específica da especialidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Na oncologia, por exemplo, entre outras especialidades, a abordagem da dor e do conforto do paciente deve acontecer paralelamente à utilização dos mais recentes avanços terapêuticos. Deve-se atender também outros aspectos da qualidade de vida, como por exemplo, os efeitos colaterais do tratamento oncológico, a qualidade do sono do paciente, seu estado afetivo, sua sexualidade, apetite, estética, etc. Não se pretende, com isso, que o oncologista tenha todos esses conhecimentos, mas que seja sensível a ponto de facilitar para que o paciente conte com todos esses recursos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;em&gt;2. – Aliviar sempre que possível, controlar a dor e atender as queixas físicas e emocionais.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A atenção emocional diz respeito à compreensão sensível das queixas do paciente, mesmo que estas&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;não tenham base fisiopatológica ou anatômica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. O que está em questão não são os limites dos livros de fisiopatologia, mas sim, a representação da realidade pelo paciente, suas vivências e seu estado existencial atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O alívio global do paciente nem sempre se proporciona&amp;nbsp;só com analgésicos ou outras intervenções técnicas. Para o conforto global é imprescindível o&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;bem estar afetivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, o qual pode envolver a companhia constante de familiares, a atuação de terapeutas, uso de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos e outros recursos psicoterápicos e ocupacionais necessários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;em&gt;3. - Oferecer informações sobre a doença, prognóstico e tratamento.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Os profissionais da saúde não devem economizar palavras ou qualquer outra forma de comunicação com os pacientes e familiares. O silêncio do profissional é uma das mais importantes queixas em relação ao mau atendimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Diante de um profissional calado e silencioso o paciente pode fantasiar para pior o seu estado de saúde, agravando assim seu estado emocional e, conseqüentemente, orgânico. As dúvidas e a carência de informações são as principais causas de não aderência ao tratamento e de procedimentos incorretos por parte dos pacientes, familiares e/ou cuidadores. A falta de diálogo com o profissional da saúde pode ser iatrogênico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Não raras vezes ouvimos de pacientes que o simples contacto com o médico (ou outro profissional da saúde) foi suficiente para que começasse a melhorar. Essa melhora deve-se ao diálogo, à empatia e à comunicação lenitiva do profissional da saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;4. – Respeitar o modo e a qualidade de vida do paciente.&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O tratamento médico deve, prioritariamente, ser uma atitude que visa melhorar a qualidade de vida do paciente, portanto, qualquer limitação ao seu estilo de vida imposta pelo tratamento deve ser evitada (desde que o estilo de vida em questão não seja o objeto do tratamento, como por exemplo, alcoolismo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Alguns profissionais costumam ser insensíveis à esses valores, priorizando seus tratamentos em detrimento da qualidade de vida do paciente. Eles exigem que o paciente seja adequado ao tratamento e não ao contrário, o que seria desejável. O paciente não tem problemas que contra-indiquem o uso social de uma taça de vinho. Então, o médico deve procurar preferir os medicamentos que não comprometam esse agradável e sadio hábito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nunca me esqueço do hospital onde trabalhava, cujas enfermeiras acordavam os pacientes às 23 horas, para tomarem o medicamento (sonífero) para dormir. Outro autoritarismo médico que costuma ignorar totalmente a qualidade de vida dos pacientes é o hábito de marcar exames que exigem jejum para os horários da tarde, submetendo o paciente a sofríveis horas de fome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Essas atitudes podem sugerir, às vezes, que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;a comodidade do médico acaba resultando em grave desconforto ao paciente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Também é o caso, por exemplo, das noções de horário e de desconforto que parecem não existir em alguns colegas médicos. Pacientes são submetidos a esperas intermináveis pelo atendimento, em franco desrespeito aos seus direitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;em style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;5. - Respeitar a privacidade (e dignidade) do paciente.&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Tem sido tênue os limites entre tudo o que o paciente deve se submeter para melhorar e facilitar o trabalho do médico ou profissional de saúde e aquilo que o profissional quer que o paciente faça apenas para seu conforto e comodidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Existem em determinados hospitais algumas roupas padronizadas para seus pacientes que aniquilam totalmente a dignidade, deixando à mostra sua intimidade para pessoas que nem estão envolvidas na questão do diagnóstico e tratamento. Existem privações, proibições e restrições hospitalares que não resistem ao mínimo questionamento de um simples “&lt;em&gt;porque não posso?&lt;/em&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nunca esqueço de uma conhecida minha que, estando prestes a ser operada de&amp;nbsp;&lt;em&gt;varizes no tornozelo&lt;/em&gt;, foi submetida à&amp;nbsp;&lt;em&gt;tricotomia pubiana&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(raspagem dos pelos) porque havia uma “norma” dizendo:&amp;nbsp;&quot;&lt;em&gt;para cirurgias de varizes, deve ser feita a tricotomia&lt;/em&gt;&quot;. Seria de se perguntar se para&amp;nbsp;&lt;em&gt;varizes do esôfago&lt;/em&gt;&amp;nbsp;também deveriam ser raspados pelos pubianos. Ora, essa atitude corresponde a mandar raspar a cabeça de todos que fossem submetidos à extração dentária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Algumas atendentes de laboratório mandam o paciente voltar no dia seguinte porque não obedeceram ao jejum e, portanto, não podem retirar o sangue para o exame. E adotam esse procedimento para qualquer exame, mesmo que a alimentação não interfira neste determinado exame. Muitas vezes, um pouco de disposição e boa vontade evitaria que o paciente perdesse a viagem, evitaria que ele voltasse mais uma vez para atendimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;6. – Compreender a importância de se oferecer ao paciente um suporte emocional adequado&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;É alta a porcentagem de pessoas que&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;pioram o quadro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e as queixas depois de conversarem com profissionais da saúde, principalmente quando a conversa passa longe da sensibilidade necessária ao bem estar emocional e afetivo do paciente. Essa f&lt;em&gt;&lt;strong&gt;rigidez emocional&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, comum em ambientes que deveriam confortar, pode resultar em agravamento dos sintomas, desenvolvimento de depressão e ansiedade que comprometem enormemente a recuperação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Ficar lembrando que tal procedimento costuma ser muito doloroso, que tudo depende da biópsia, que isso não costuma ter cura, que as seqüelas são terríveis, e coisas do gênero não contribuem em nada para o bem estar do paciente, muito pelo contrário. Não é necessário mentir para que o paciente se sinta bem, mas&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;escolher as palavras&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;para transmitir a verdade é uma questão de vocação, sensibilidade e bom senso. Uma orientação que dava aos meus alunos do último ano de medicina era imaginar&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;como você gostaria que um profissional em seu lugar dissesse para a senhora sua mãe&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o suporte emocional é importante favorecer algumas preferências do paciente que não comprometem em nada o andamento do tratamento, como por exemplo, em relação aos acompanhantes, às visitas e outros hábitos costumeiros. Sempre me sentia bem em sugerir aos cardiologistas que elaborassem listas do que seus pacientes podiam fazer, ao invés das enormes listas daquilo que eram proibidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Isso tudo, ou seja, a introdução de recursos mais próximos do cotidiano das pessoas, tais como músicas, vídeos, filmes, apresentações, atividades artísticas, lazer, etc, suaviza a característica fria da atenção à saúde e melhora o estado emocional. São mundialmente reconhecidos os benefícios dos “hospitalhaços” e afins na convalescença dos pacientes internados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;b style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;7. - A instituição deve oferecer condições de trabalho adequadas ao profissional de saúde.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O grau de ansiedade, frustração e descontentamento do profissional (em qualquer área) tende a repercutir em seu trabalho. Há instituições de atendimento já consideradas humanizadas, porém, algumas vezes essa humanização diz respeito exclusivamente à melhorias da estrutura física dos prédios. Evidentemente que a estrutura física dos imóveis é bastante relevante, mas a humanização da instituição vai além disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Quando a instituição não oferece condições satisfatórias para seus profissionais há um risco bastante aumentado do atendimento não se processar satisfatoriamente. Também todo o sistema está envolvido. O sistema deve atender a instituição em suas necessidades básicas administrativas, físicas e humanas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: -webkit-auto; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Texto extraído do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;.HelveticaNeueUI&#39;; font-size: 15px; line-height: 19px; white-space: nowrap; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.292969); -webkit-composition-fill-color: rgba(175, 192, 227, 0.230469); -webkit-composition-frame-color: rgba(77, 128, 180, 0.230469); &quot;&gt;http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&amp;amp;idNoticia=251&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/1340892169602797136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/a-necessidade-de-se-falar-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1340892169602797136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/1340892169602797136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/a-necessidade-de-se-falar-de.html' title='A necessidade de se falar de humanização no atendimento em Saúde'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-8090264422956625070</id><published>2013-08-27T18:37:00.001-07:00</published><updated>2013-08-27T18:37:41.559-07:00</updated><title type='text'>TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;tituloMarrom&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 17px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível podem exercer serviço militar&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissíveis (DST), não podem ser considerados inaptos para o serviço militar. Esse foi o entendimento da 5.ª Turma ao analisar recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra sentença proferida pelo Juízo da 9.ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O MPF ajuizou ação civil pública contra a União Federal objetivando anular as regras inseridas na publicação administrativa denominada DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil, que prevêem como obstáculos para ingresso em seus quadros a presença de patologias imunodepressoras e de qualquer doença sexualmente transmissível. Requer também a anulação das normas que determinam a realização compulsória de testes para sífilis e HIV em candidatos e militares da ativa e daquelas que encerrem limitação de acesso aos cargos da Marinha por motivo de saúde que não seja causa de incapacidade definitiva para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em primeira instância, o pedido foi negado ao fundamento de que “as exigências dispostas na DGPM-406 afiguram-se razoáveis, adequadas à higidez física e mental necessária ao perfeito desempenho das atividades militares, não ocorrendo, na espécie, qualquer ofensa a princípios constitucionais, com vistas às peculiaridades inerentes ao serviço militar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Inconformado, o MPF recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região sustentando que as exigências constantes da DGPM-406, “além de irrazoáveis e contrárias aos princípios constitucionais da igualdade, da proporcionalidade e da dignidade da pessoa humana, afrontam o princípio da legalidade”. Afirma que “nem todo portador do vírus HIV é doente, na medida em que esta pode permanecer assintomática por vários anos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Acrescenta que é ilegal a realização compulsória de testes de HIV, nos integrantes do serviço ativo e nos candidatos a uma das vagas da Marinha do Brasil, bem como a eliminação sumária de candidatos portadores assintomáticos de vírus/bactérias de quaisquer doenças que não os incapacitem definitivamente para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Os argumentos apresentados pelo MPF foram parcialmente aceitos pelo relator, desembargador federal Souza Prudente. De acordo com o magistrado, o ato normativo editado pela Marinha do Brasil não pode substituir regulamentação legal. “Na espécie, a DGPM-406, mero ato normativo secundário, não possui aptidão para suprir a exigência constitucional de regulamentação, por lei, das condições admissionais a serem observadas pelos candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, violando, destarte, o princípio da reserva legal”, explicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o desembargador Souza Prudente, a exclusão sumária de candidatos em processos seletivos para os quadros da Marinha do Brasil, unicamente em razão de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível, “constitui conduta discriminatória e irrazoável, incompatível com o ordenamento jurídico vigente, visto que tais enfermidades não conduzem a uma automática incapacidade para o trabalho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com relação ao argumento do MPF de que seria ilegal a realização, pela Marinha do Brasil, de testes de HIV nos integrantes do serviço da ativa, o magistrado destacou que, nesse aspecto, “tal regra se volta, prioritariamente, à proteção da integridade física dos indivíduos, servindo sobreditos exames como instrumentos de preservação da vida, na medida em que se revelam indispensáveis à prevenção, tratamento e controle de tais doenças”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com tais fundamentos, a Turma, nos termos do voto do relator, deu parcial provimento à apelação apresentada pelo MPF para anular os itens “q” e “r” da DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nº do Processo: 0039087-31.2010.4.01.3400&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal Regional Federal da 1ª Região&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/8090264422956625070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune_3391.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8090264422956625070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/8090264422956625070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune_3391.html' title='TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-2979970488250670527</id><published>2013-08-27T17:49:00.001-07:00</published><updated>2013-08-27T17:49:13.649-07:00</updated><title type='text'>TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;tituloMarrom&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 17px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível podem exercer serviço militar&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissíveis (DST), não podem ser considerados inaptos para o serviço militar. Esse foi o entendimento da 5.ª Turma ao analisar recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra sentença proferida pelo Juízo da 9.ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O MPF ajuizou ação civil pública contra a União Federal objetivando anular as regras inseridas na publicação administrativa denominada DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil, que prevêem como obstáculos para ingresso em seus quadros a presença de patologias imunodepressoras e de qualquer doença sexualmente transmissível. Requer também a anulação das normas que determinam a realização compulsória de testes para sífilis e HIV em candidatos e militares da ativa e daquelas que encerrem limitação de acesso aos cargos da Marinha por motivo de saúde que não seja causa de incapacidade definitiva para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em primeira instância, o pedido foi negado ao fundamento de que “as exigências dispostas na DGPM-406 afiguram-se razoáveis, adequadas à higidez física e mental necessária ao perfeito desempenho das atividades militares, não ocorrendo, na espécie, qualquer ofensa a princípios constitucionais, com vistas às peculiaridades inerentes ao serviço militar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Inconformado, o MPF recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região sustentando que as exigências constantes da DGPM-406, “além de irrazoáveis e contrárias aos princípios constitucionais da igualdade, da proporcionalidade e da dignidade da pessoa humana, afrontam o princípio da legalidade”. Afirma que “nem todo portador do vírus HIV é doente, na medida em que esta pode permanecer assintomática por vários anos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Acrescenta que é ilegal a realização compulsória de testes de HIV, nos integrantes do serviço ativo e nos candidatos a uma das vagas da Marinha do Brasil, bem como a eliminação sumária de candidatos portadores assintomáticos de vírus/bactérias de quaisquer doenças que não os incapacitem definitivamente para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Os argumentos apresentados pelo MPF foram parcialmente aceitos pelo relator, desembargador federal Souza Prudente. De acordo com o magistrado, o ato normativo editado pela Marinha do Brasil não pode substituir regulamentação legal. “Na espécie, a DGPM-406, mero ato normativo secundário, não possui aptidão para suprir a exigência constitucional de regulamentação, por lei, das condições admissionais a serem observadas pelos candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, violando, destarte, o princípio da reserva legal”, explicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o desembargador Souza Prudente, a exclusão sumária de candidatos em processos seletivos para os quadros da Marinha do Brasil, unicamente em razão de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível, “constitui conduta discriminatória e irrazoável, incompatível com o ordenamento jurídico vigente, visto que tais enfermidades não conduzem a uma automática incapacidade para o trabalho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com relação ao argumento do MPF de que seria ilegal a realização, pela Marinha do Brasil, de testes de HIV nos integrantes do serviço da ativa, o magistrado destacou que, nesse aspecto, “tal regra se volta, prioritariamente, à proteção da integridade física dos indivíduos, servindo sobreditos exames como instrumentos de preservação da vida, na medida em que se revelam indispensáveis à prevenção, tratamento e controle de tais doenças”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com tais fundamentos, a Turma, nos termos do voto do relator, deu parcial provimento à apelação apresentada pelo MPF para anular os itens “q” e “r” da DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nº do Processo: 0039087-31.2010.4.01.3400&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal Regional Federal da 1ª Região&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/2979970488250670527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/2979970488250670527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/2979970488250670527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune_27.html' title='TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5807098626837074580</id><published>2013-08-27T17:46:00.001-07:00</published><updated>2013-08-27T17:46:39.831-07:00</updated><title type='text'>TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;tituloMarrom&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 17px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível podem exercer serviço militar&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissíveis (DST), não podem ser considerados inaptos para o serviço militar. Esse foi o entendimento da 5.ª Turma ao analisar recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra sentença proferida pelo Juízo da 9.ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O MPF ajuizou ação civil pública contra a União Federal objetivando anular as regras inseridas na publicação administrativa denominada DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil, que prevêem como obstáculos para ingresso em seus quadros a presença de patologias imunodepressoras e de qualquer doença sexualmente transmissível. Requer também a anulação das normas que determinam a realização compulsória de testes para sífilis e HIV em candidatos e militares da ativa e daquelas que encerrem limitação de acesso aos cargos da Marinha por motivo de saúde que não seja causa de incapacidade definitiva para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Em primeira instância, o pedido foi negado ao fundamento de que “as exigências dispostas na DGPM-406 afiguram-se razoáveis, adequadas à higidez física e mental necessária ao perfeito desempenho das atividades militares, não ocorrendo, na espécie, qualquer ofensa a princípios constitucionais, com vistas às peculiaridades inerentes ao serviço militar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Inconformado, o MPF recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região sustentando que as exigências constantes da DGPM-406, “além de irrazoáveis e contrárias aos princípios constitucionais da igualdade, da proporcionalidade e da dignidade da pessoa humana, afrontam o princípio da legalidade”. Afirma que “nem todo portador do vírus HIV é doente, na medida em que esta pode permanecer assintomática por vários anos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Acrescenta que é ilegal a realização compulsória de testes de HIV, nos integrantes do serviço ativo e nos candidatos a uma das vagas da Marinha do Brasil, bem como a eliminação sumária de candidatos portadores assintomáticos de vírus/bactérias de quaisquer doenças que não os incapacitem definitivamente para o trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Os argumentos apresentados pelo MPF foram parcialmente aceitos pelo relator, desembargador federal Souza Prudente. De acordo com o magistrado, o ato normativo editado pela Marinha do Brasil não pode substituir regulamentação legal. “Na espécie, a DGPM-406, mero ato normativo secundário, não possui aptidão para suprir a exigência constitucional de regulamentação, por lei, das condições admissionais a serem observadas pelos candidatos ao ingresso no serviço ativo da Marinha do Brasil, violando, destarte, o princípio da reserva legal”, explicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Para o desembargador Souza Prudente, a exclusão sumária de candidatos em processos seletivos para os quadros da Marinha do Brasil, unicamente em razão de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível, “constitui conduta discriminatória e irrazoável, incompatível com o ordenamento jurídico vigente, visto que tais enfermidades não conduzem a uma automática incapacidade para o trabalho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com relação ao argumento do MPF de que seria ilegal a realização, pela Marinha do Brasil, de testes de HIV nos integrantes do serviço da ativa, o magistrado destacou que, nesse aspecto, “tal regra se volta, prioritariamente, à proteção da integridade física dos indivíduos, servindo sobreditos exames como instrumentos de preservação da vida, na medida em que se revelam indispensáveis à prevenção, tratamento e controle de tais doenças”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Com tais fundamentos, a Turma, nos termos do voto do relator, deu parcial provimento à apelação apresentada pelo MPF para anular os itens “q” e “r” da DGPM-406, editada pela Marinha do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Nº do Processo: 0039087-31.2010.4.01.3400&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal Regional Federal da 1ª Região&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5807098626837074580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5807098626837074580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5807098626837074580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/trf1-portadores-de-doenca-autoimune.html' title='TRF1 - Portadores de doença autoimune, imunodepressora ou sexualmente&#xa;transmissível podem exercer serviço militar'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275258474269840378.post-5932747644847335795</id><published>2013-08-27T17:43:00.001-07:00</published><updated>2013-08-27T17:43:49.673-07:00</updated><title type='text'>Plano de saúde é condenado a reembolsar cirurgia e próteses</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;orphans: 2; text-align: -webkit-auto; widows: 2; margin-bottom: 0cm; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 class=&quot;tituloAzul&quot; style=&quot;float: left; width: 880px; padding-right: 40px; padding-left: 40px; position: relative; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 17px; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;TJSP - Plano de saúde é condenado a reembolsar cirurgia e próteses&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;A 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento a recurso de plano de saúde e manteve sentença que condenou a empresa a reembolsar uma cliente pelos gastos com procedimentos cirúrgicos. A paciente foi submetida à operação para extrair tumor maligno da mama esquerda, mas o plano não autorizou a retirada da mama direita e nem a colocação de próteses. Diante da negativa, a autora pagou os procedimentos e ajuizou demanda solicitando o reembolso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;O relator do recurso, desembargador Luiz Antonio Costa, afirmou que, quando há indicação médica, não cabe à operadora recusar a cobertura, nem fornecimento de próteses de silicone, pois tais materiais não podem ser dissociados do ato cirúrgico. “A operadora de saúde não trouxe qualquer prova que indicasse que o procedimento seria desnecessário, razão pela qual a manutenção da sentença é de rigor.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Participaram do julgamento, que teve votação unânime, os desembargadores Miguel Brandi e Luis Mario Galbetti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Apelação nº 0160338-56.2011.8.26.0100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; 0cm=&quot;&quot; 0pt;=&quot;&quot; text-align:=&quot;&quot; justify=&quot;&quot; style=&quot;float: left; position: relative; width: 880px; margin: 0px; padding: 0px 40px; &quot;&gt;&lt;span 10pt;=&quot;&quot; font-family:=&quot;&quot; arial=&quot;&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;Fonte: Tribunal de Justiça de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juridicamedico.blogspot.com/feeds/5932747644847335795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/plano-de-saude-e-condenado-reembolsar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5932747644847335795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8275258474269840378/posts/default/5932747644847335795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juridicamedico.blogspot.com/2013/08/plano-de-saude-e-condenado-reembolsar.html' title='Plano de saúde é condenado a reembolsar cirurgia e próteses'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01812759118318580977</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>