<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518</atom:id><lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 18:24:05 +0000</lastBuildDate><category>Curiosidades</category><category>Eco curiosidades</category><category>Notícias ambientais</category><category>Animais</category><category>Animais Exóticos</category><category>Novidades</category><category>Ecotecnologia</category><category>Eco curiosidade</category><category>videos</category><category>Fontes renováveis de energia</category><category>Animais extintos</category><category>notícias</category><category>Pesquisas</category><category>Reciclagem</category><category>Artigos</category><category>Econovidades</category><category>Ciências</category><category>Ecoarquitetura</category><category>Estudo ambiental</category><category>Mistérios da natureza</category><category>Datas comemorativas</category><category>Dicas</category><category>Tipos de poluição</category><category>Cobras</category><category>Ecocharge</category><category>Saúde</category><category>Tecnologia</category><category>Abelha</category><category>Arvores</category><category>Bioeconomia</category><category>Conceitos</category><category>NASA</category><category>Residuo sólido urbano</category><category>Animais de Estimação</category><category>Animais míticos</category><category>Economia ecológica</category><category>Eventos</category><category>Insetos</category><category>Mensagem</category><category>Novos Materiais</category><category>Produtos biodegradaveis</category><category>Projetos</category><category>Alcaloides</category><category>Animais do Futuro</category><category>Astronomia</category><category>Campanha</category><category>Coleta seletiva</category><category>Congressos</category><category>Dados</category><category>Doenças</category><category>Drogas psicoativas</category><category>Ecoartes</category><category>Ecologia marinha</category><category>Educação ambiental</category><category>Entendendo a natureza</category><category>Espaço</category><category>Feiras</category><category>Fenômenos da natureza</category><category>Fitoterápicos</category><category>Lagartas</category><category>Livros</category><category>Lugares exóticos</category><category>Medicina</category><category>Produtos orgânicos</category><category>Química verde</category><category>Seminários</category><category>Alimentos</category><category>Aves</category><category>Biocombustivel</category><category>Biopirataria</category><category>Compostagem</category><category>Desastres ecológicos</category><category>Dinossauros</category><category>Ecoaventura</category><category>Entendendo a mente humana</category><category>Etiquetas ecológicas</category><category>Fontes renováveis de matérias-primas</category><category>Guia verde</category><category>Inovação tecnológica</category><category>Lixo eletrônico</category><category>Mensagens</category><category>Origem da vida</category><category>Paisagens</category><category>Permacultura</category><category>Planetas</category><category>Plantas medicinais</category><category>Plásticos</category><category>Preciclagem</category><category>roupas orgânicas</category><category>Água</category><title>Dom Escobar</title><description>"Desenvolvimento e Crescimento pessoal com Conscientização Ecológica".</description><link>http://domescobar.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1619</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-5086958640606498925</guid><pubDate>Sun, 20 Oct 2024 23:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-20T20:13:51.830-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologia</category><title>Cientista cria dispositivo que armazenará informações sobre o genoma humano pela eternidade</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMgBAeiTvRzhGsszFKHxly-MIFdEdQiQslELb9F_qGGnDqthXmfunOzoqOWoSttbHVUZKM5kISlH-pcQU-4oeR14BSRbqOzy9a5o_VyQe_EZ9KOc95PkDOBE_g63qXDF3jmtrl5JLJAO_Kvgf3UsELgt-BrD1uoPGwjpyYqCyV32WjDaldbVn81DgyPLw/s1080/Dispositivo%20de%20armazenamento%20duradouro.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="695" data-original-width="1080" height="223" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMgBAeiTvRzhGsszFKHxly-MIFdEdQiQslELb9F_qGGnDqthXmfunOzoqOWoSttbHVUZKM5kISlH-pcQU-4oeR14BSRbqOzy9a5o_VyQe_EZ9KOc95PkDOBE_g63qXDF3jmtrl5JLJAO_Kvgf3UsELgt-BrD1uoPGwjpyYqCyV32WjDaldbVn81DgyPLw/w346-h223/Dispositivo%20de%20armazenamento%20duradouro.jpg" width="346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Há quase uma
década, a equipe do professor Peter Kazansky, da Universidade de Southampton,
no Reino Unido, vem aprimorando um&amp;nbsp;disco óptico 5D capaz de armazenar
dados "pela eternidade". Para demonstrar o estágio atual de
progresso, a equipe acaba de gravar o genoma humano completo em seu cristal de
memória 5D, garantindo que as informações poderão ficar armazenadas por bilhões
de anos. O cristal foi
armazenado no arquivo Memória da Humanidade, uma cápsula do tempo especial
dentro de uma caverna de sal em Hallstatt, na Áustria. A ideia agora é que a
tecnologia seja usada para criar um registro duradouro dos genomas de espécies
vegetais e animais ameaçadas de extinção. "O cristal de memória 5D abre
possibilidades para outros pesquisadores construírem um repositório duradouro
de informações genômicas, a partir do qual organismos complexos, como plantas e
animais, poderão ser restaurados, caso a ciência permita isso no futuro,"
disse Kazansky.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Cristal de
memória eterna&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O cristal é
basicamente quartzo fundido, um dos materiais da Terra mais resistentes química
e termicamente. Ele pode suportar os extremos, do congelamento ao fogo,
resistindo a temperaturas de até 1.000 °C. Ele também é forte, suportando
forças de impacto direto de até 10 toneladas por cm&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;. E, caso algum
efeito mais cataclísmico o arremesse ao espaço, ele irá resistir à radiação
cósmica. A informação é gravada usando pulsos muito curtos de laser, que
escrevem os dados com precisão em vazios nanoestruturados dentro da sílica -
cada um desses "bits" mede cerca de 20 nanômetros. Diferentemente da
marcação feita apenas na superfície de um pedaço de papel ou de uma fita
magnética, esse método de codificação usa duas dimensões ópticas e três
coordenadas espaciais para escrever em todo o material - daí o "5D"
em seu nome. A capacidade do cristal nas dimensões fabricadas pela equipe
alcança 360 terabytes de informações. Para gravar as aproximadamente 3 bilhões
de letras no genoma, cada letra foi sequenciada 150 vezes para garantir que
estava na posição precisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Chave para
decifrar o cristal&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ao projetar o
cristal, a equipe se preocupou em garantir a possibilidade de que uma
inteligência futura - uma espécie biológica ou uma máquina - possa recuperar os
dados contidos nele. De fato, se durar bilhões de anos, ele poderá ser
encontrado em um futuro tão distante que não exista nenhum quadro de referência
- não somente a humanidade estará extinta, mas a própria Terra poderá não
existir mais como a conhecemos, tendo sido engolida pelo Sol. Para criar uma
indicação visual do que está guardado no cristal de memória 5D, a equipe foi
buscar inspiração nas placas da nave espacial Pioneer, que foram lançadas pela
NASA em um caminho para levá-la além dos confins do Sistema Solar. "A
chave visual inscrita no cristal dá ao descobridor conhecimento sobre quais
dados estão armazenados nele e como eles podem ser usados," disse o Prof.
Kazansky. Além do genoma humano, o cristal mostra visualmente os elementos
universais (hidrogênio, oxigênio, carbono e nitrogênio); as quatro bases da
molécula de DNA (adenina, citosina, guanina e timina) com sua estrutura
molecular; sua colocação na estrutura de dupla hélice do DNA; e como os genes
se posicionam em um cromossomo, que pode então ser inserido em uma célula.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;span face="&amp;quot;Open Sans&amp;quot;,sans-serif" style="background: rgb(239, 249, 254); color: #444444; font-size: 10.5pt; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Revista - SPIE Photonics West
Proceedings&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/cientista-cria-dispositivo-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMgBAeiTvRzhGsszFKHxly-MIFdEdQiQslELb9F_qGGnDqthXmfunOzoqOWoSttbHVUZKM5kISlH-pcQU-4oeR14BSRbqOzy9a5o_VyQe_EZ9KOc95PkDOBE_g63qXDF3jmtrl5JLJAO_Kvgf3UsELgt-BrD1uoPGwjpyYqCyV32WjDaldbVn81DgyPLw/s72-w346-h223-c/Dispositivo%20de%20armazenamento%20duradouro.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-8031813739849404881</guid><pubDate>Sun, 20 Oct 2024 03:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-20T00:57:35.538-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Estudo com porcos descobre que pílula vibratória pode ajudar a tratar obesidade</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNlAp2dnHBg_BQwSDgyup9q1XDReFjwMyn2uLgM1QnQJ9prQJwQ8aOHM2o84zuBkPLyi96xGkeygUdhhusRwAsLkVeOGqZgT3lQ9fqSZqijm94Jkg8V97s7rO2d0qU6JK-o1GfvEi8gDxqPySs7oqyPVaumPVX6UFny0m1jwnDhipYUG9Imu7Aocizx08/s650/Pilula%20vibrat%C3%B3ria.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="366" data-original-width="650" height="216" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNlAp2dnHBg_BQwSDgyup9q1XDReFjwMyn2uLgM1QnQJ9prQJwQ8aOHM2o84zuBkPLyi96xGkeygUdhhusRwAsLkVeOGqZgT3lQ9fqSZqijm94Jkg8V97s7rO2d0qU6JK-o1GfvEi8gDxqPySs7oqyPVaumPVX6UFny0m1jwnDhipYUG9Imu7Aocizx08/w384-h216/Pilula%20vibrat%C3%B3ria.webp" width="384" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quando você
devora um jantar enorme, seu estômago se estica para acomodar cada pedaço,
ativando receptores que enviam sinais ao cérebro para avisá-lo quando você está
"cheio". Um grupo de engenheiros desenvolveu uma pílula vibratória
que pode ajudar a desencadear essa sensação de saciedade mais cedo, o que pode
um dia ajudar a tratar a obesidade. Quando a pílula ingerível foi dada a porcos
20 minutos antes de comer, eles comeram cerca de 40% menos do que porcos sem o
dispositivo vibratório, de acordo com um estudo publicado no periódico&amp;nbsp;Science
Advances&amp;nbsp;. "Para alguém que quer perder peso ou controlar seu
apetite, ele pode ser tomado antes de cada refeição", disse&amp;nbsp;Shriya
Srinivasan&amp;nbsp;, professor assistente de bioengenharia na Universidade de
Harvard e autor principal do estudo, em uma declaração. "Isso pode ser
realmente interessante, pois forneceria uma opção que poderia minimizar os
efeitos colaterais que vemos com os outros tratamentos farmacológicos
disponíveis." Estudos&amp;nbsp;anteriores&amp;nbsp;mostraram que a vibração pode
criar a ilusão de alongamento nas fibras musculares esqueléticas. Com isso em
mente, Srinivasan e seus colegas desenvolveram uma pílula para imitar esse
fenômeno nos músculos do estômago "que poderia modular hormônios e padrões
alimentares", disse ela. Para evitar que a pílula vibrasse antes de chegar
ao seu destino, eles a revestiram com uma membrana gelatinosa que se dissolve
apenas quando submersa em fluido gástrico, ou nos sucos ácidos que chapinham no
estômago para quebrar os alimentos. Uma vez que a camada externa da pílula se
dissolve, ela libera um pino com mola que ativa um motor vibratório, que
funciona por cerca de 30 minutos. Os porcos eventualmente defecaram as pílulas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Após
desenvolver a pílula, os pesquisadores realizaram vários experimentos para
testar sua segurança e eficácia em 12 porcos Yorkshire. Para seu principal
teste de alimentação, os cientistas separaram os porcos em dois grupos, com um
grupo recebendo a pílula vibratória e outro recebendo uma pílula placebo
inerte. Nas duas semanas seguintes, os porcos receberam 108 refeições e, no
geral, os animais com o dispositivo comeram significativamente menos do que o
outro grupo. Além disso, os pesquisadores coletaram amostras de sangue dos
porcos antes e depois de receberem o dispositivo e descobriram que os suínos
que tomavam pílulas vibratórias tinham níveis mais baixos de grelina, também
conhecida como "hormônio da fome", do que o grupo de controle. "A
forte resposta hormonal às cápsulas vibratórias me surpreendeu. Parece que o
corpo pode ser realmente enganado a pensar que acabou de consumir uma refeição
satisfatória", disse&amp;nbsp;Benjamin Terry&amp;nbsp;, professor associado de
engenharia mecânica na Brigham Young University que não estava envolvido no
estudo. Após o experimento de alimentação, um endoscopista avaliou o
revestimento do estômago dos porcos e descobriu que não havia abrasões,
irritação ou inflamação, sugerindo que a pílula vibratória não prejudica os
músculos do estômago. Agora, os pesquisadores estão planejando aumentar a
produção da pílula, uma etapa necessária para iniciar os testes clínicos em
humanos. Embora esses resultados sejam promissores, "ainda não se sabe se
os resultados desse trabalho serão traduzidos para humanos", disse Terry.
Atualmente, o dispositivo é o maior tamanho de cápsula permitido pela Food and
Drug Administration, que pode ser "proibitivamente grande" se
eventualmente chegar ao mercado consumidor, disse ele. E embora a pílula possa
desencadear alguns dos mecanismos físicos que contribuem para a saciedade, as
pessoas comem demais por muitas razões "não relacionadas à
saciedade", incluindo estresse, distração, pressão social e sinais
ambientais, disse Terry. "Não está claro se qualquer uma dessas pressões
alimentares será diminuída pelas cápsulas vibratórias", acrescentou. No
entanto, os autores dizem que esta pílula vibratória pode eventualmente
oferecer uma alternativa econômica e menos invasiva a outros tratamentos para
obesidade, como cirurgias ou balões intragástricos, um implante médico
projetado para reduzir o volume do estômago. "Para muitas populações,
algumas das terapias mais eficazes para obesidade são muito caras", disse
Srinivasan. "Eu adoraria ver como isso transformaria o cuidado e a terapia
para pessoas em ambientes de saúde globais que podem não ter acesso a algumas
das opções mais sofisticadas ou caras que estão disponíveis hoje."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/estudo-com-porcos-descobre-que-pilula.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNlAp2dnHBg_BQwSDgyup9q1XDReFjwMyn2uLgM1QnQJ9prQJwQ8aOHM2o84zuBkPLyi96xGkeygUdhhusRwAsLkVeOGqZgT3lQ9fqSZqijm94Jkg8V97s7rO2d0qU6JK-o1GfvEi8gDxqPySs7oqyPVaumPVX6UFny0m1jwnDhipYUG9Imu7Aocizx08/s72-w384-h216-c/Pilula%20vibrat%C3%B3ria.webp" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-6061335779111195877</guid><pubDate>Tue, 15 Oct 2024 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-15T20:44:29.340-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Por que as sardas aparecem no sol?</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqw8qQR0FEQQ6CQ3bNlYSfLIGgZyxww7vmDXMBC7DwW9eBikG9N4CI7ERiI7aF1p55nAfF_EUMIcJv9kazA_I4xhuD9xW4SpE3nFRWXoxV-PdfsSKq1cLaA6ixJEuIlrQiHk1W7RkmpC3ZpNicPQTXz90PNqBeAUq_wncB0frhqoGv0C_mVs0k3B2Ga-s/s650/Sardas.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="366" data-original-width="650" height="202" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqw8qQR0FEQQ6CQ3bNlYSfLIGgZyxww7vmDXMBC7DwW9eBikG9N4CI7ERiI7aF1p55nAfF_EUMIcJv9kazA_I4xhuD9xW4SpE3nFRWXoxV-PdfsSKq1cLaA6ixJEuIlrQiHk1W7RkmpC3ZpNicPQTXz90PNqBeAUq_wncB0frhqoGv0C_mVs0k3B2Ga-s/w359-h202/Sardas.webp" width="359" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;As sardas que
aparecem na pele de muitas pessoas são frequentemente chamadas de "beijos
do sol" porque tendem a aparecer ou escurecer após a exposição ao sol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Mas por que
as sardas&amp;nbsp;&lt;i&gt;aparecem&lt;/i&gt;&amp;nbsp;no sol?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Uma sarda se
desenvolve como um mecanismo de proteção contra a radiação&amp;nbsp;ultravioleta&amp;nbsp;(UV)
prejudicial, disse&amp;nbsp;a Dra. Jill S. Waibel&amp;nbsp;, dermatologista certificada
e diretora médica do Miami Dermatology and Laser Institute. A exposição ao sol
estimula a&amp;nbsp;pele&amp;nbsp;a produzir melanina, o pigmento que produz os muitos
tons da pele humana e permite que a pele fique bronzeada. A melanina dispersa
os raios UV, o que significa que ela envia os raios ricocheteando em diferentes
direções; isso os impede de penetrar na pele e danificar seu DNA. No entanto,
algumas manchas de pele produzem mais desse pigmento do que outras, e essas manchas
ricas em melanina são chamadas de sardas, disse Waibel. Como resultado, as
sardas tendem a se tornar mais visíveis durante o verão e desaparecem ou
clareiam durante os meses em que a radiação UV não é tão forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Dito isso,
nem todas as sardas respondem à exposição solar sazonal da mesma maneira,
disse&amp;nbsp;a Dra. Rebecca Kazin&amp;nbsp;, dermatologista certificada e diretora de
pesquisa clínica da Icon Dermatology and Aesthetics, uma clínica dermatológica
em North Bethesda, Maryland.. Existem dois tipos principais de sardas:
efélides, que são o que as pessoas normalmente pensam como sardas, e lentigos
solares, também conhecidos como manchas hepáticas ou&amp;nbsp;manchas da idade.
Ambos os tipos são mais comuns em pessoas com pele clara e naquelas com
predisposição genética para desenvolvê-los. No entanto, os lentigos solares não
desaparecem no inverno como os efélides, disse Kazin. Efélides, o tipo de sarda
mais comum, geralmente são pequenas e marrom-claras, e aparecem na pele que é
comumente exposta ao sol: no rosto, braços e ombros, ela disse. Essas sardas
tendem a escurecer e desbotar em resposta à exposição solar de curto prazo,
enquanto lentigos solares são associados a danos solares acumulados na pele e
não desbotam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Lentigos
solares tendem a ser maiores e mais escuros do que efélides, e são mais comuns
em pessoas mais velhas, disse Kazin. Também chamadas de manchas solares, os
lentigos solares aparecem quando a radiação UV danifica o DNA da pele e,
portanto, altera o comportamento das células produtoras de melanina, de acordo
com uma revisão de 2014 no periódico&amp;nbsp;Pigment Cell &amp;amp; Melanoma Research&amp;nbsp;.
Essas mudanças na atividade genética aumentam tanto o número quanto os níveis
de produção desses produtores de melanina, resultando em manchas na pele onde o
pigmento da melanina se acumula e se aglomera. Lentigos solares não são
cancerígenos e não requerem nenhum tratamento, mas podem parecer semelhantes a
alguns&amp;nbsp;cânceres de pele. Se você estiver preocupado com uma mancha ou
notar que uma está passando por mudanças rápidas, entre em contato com um
profissional de saúde para ser examinado,&amp;nbsp;aconselha a Dra. Rebecca. As
sardas&amp;nbsp;são inofensivas, mas talvez sejam um bom lembrete para aqueles que
têm sardas facilmente para passar&amp;nbsp;protetor solar&amp;nbsp;diariamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com&lt;/a&gt; &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/por-que-as-sardas-aparecem-no-sol.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqw8qQR0FEQQ6CQ3bNlYSfLIGgZyxww7vmDXMBC7DwW9eBikG9N4CI7ERiI7aF1p55nAfF_EUMIcJv9kazA_I4xhuD9xW4SpE3nFRWXoxV-PdfsSKq1cLaA6ixJEuIlrQiHk1W7RkmpC3ZpNicPQTXz90PNqBeAUq_wncB0frhqoGv0C_mVs0k3B2Ga-s/s72-w359-h202-c/Sardas.webp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-8528505947503507148</guid><pubDate>Sun, 13 Oct 2024 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-13T10:24:17.657-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Inovação tecnológica</category><title>Cientistas coreanos criam roupa de nanotubos de boro que protegerá astronautas contra radiação espacial</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrD2QRjerWClRd9dm7clCQsiqSLoqWKIfqQ5leUD1iLs_cNbtzY8tYPG2J9ZsamGaO5ELmaGTSRr2m1uVFjjrQb_rSFZCW6vpRv2RvpVSudNOiPyEFITJLJqzeyPHIEOf0DQpMvyg-622eXC9rYOSlPvVVjI1CTkWxGqU39nEkpOQOETAX8ht_vSh1LVI/s380/natubos%20de%20boro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="254" data-original-width="380" height="224" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrD2QRjerWClRd9dm7clCQsiqSLoqWKIfqQ5leUD1iLs_cNbtzY8tYPG2J9ZsamGaO5ELmaGTSRr2m1uVFjjrQb_rSFZCW6vpRv2RvpVSudNOiPyEFITJLJqzeyPHIEOf0DQpMvyg-622eXC9rYOSlPvVVjI1CTkWxGqU39nEkpOQOETAX8ht_vSh1LVI/w335-h224/natubos%20de%20boro.jpg" width="335" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Com o renascimento da corrida espacial e com o recente recorde de pessoas no espaço - 19 estavam simultaneamente em órbita da Terra no último dia 11 de Setembro - crescem também as preocupações com a saúde dos astronautas. Embora os riscos sejam muitos e variados, Ki-Hyun Ryu e colegas do Instituto de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul (KIST) estavam preocupados com a radiação espacial porque, além de afetar os seres vivos, ela também afeta a saúde das naves. Ryu desenvolveu uma nova fibra composta que conseguiu efetivamente bloquear nêutrons na radiação espacial - os nêutrons afetam negativamente a biologia dos seres vivos e causam mau funcionamento dos equipamentos eletrônicos, representando uma grande ameaça para missões espaciais de longo prazo. O compósito é fruto de uma mistura de nanotubos de nitreto de boro (BNNTs) e polímeros de aramida. Assim como o carbono, o boro também pode formar folhas monoatômicas, como o grafeno - devidamente enroladas, essas folhas dão origem aos nanotubos de boro. A aramida, por sua vez, é uma classe de polímeros à qual pertence materiais muito resistentes, como o conhecido Kevlar®. Ao controlar a interação entre os dois nanomateriais unidimensionais, a equipe desenvolveu uma técnica para misturar perfeitamente os dois. Com base nessa solução mista estabilizada, eles produziram fibras leves, flexíveis e contínuas que não queimam em temperaturas de até 500 °C.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Usos terrenos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os nanotubos de boro têm uma estrutura semelhante à dos nanotubos de carbono, mas como eles contêm muitos boro na estrutura de rede, sua capacidade de absorção de nêutrons é cerca de 200.000 vezes maior do que a dos seus primos de carbono. A ideia é que essas fibras compostas sejam transformadas em tecidos do formato e tamanho adequadas para uso em roupas e no revestimento das naves, bloqueando efetivamente a transmissão da radiação de nêutrons. Além disso, a natureza cerâmica dos nanotubos de boro os torna altamente resistentes ao calor, de modo que podem ser usados em ambientes extremos, como na defesa e combate a incêndios, e não apenas para aplicações espaciais. Além dos bombeiros, profissionais de saúde e trabalhadores de usinas de energia frequentemente ficam expostos à radiação desse tipo. Esses tecidos também poderão ser aplicados diretamente sobre componentes eletrônicos, como os processadores e demais circuitos integrados de satélites, sondas espaciais e outras naves não tripuladas. "Ao aplicar os têxteis funcionais que desenvolvemos às roupas que usamos todos os dias, podemos facilmente criar um dispositivo de segurança mínima para exposição a nêutrons," disse o professor Dae-Yoon Kim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s42765-024-00432-6"&gt;https://link.springer.com/article/10.1007/s42765-024-00432-6&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/cientistas-coreanos-criam-roupa-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrD2QRjerWClRd9dm7clCQsiqSLoqWKIfqQ5leUD1iLs_cNbtzY8tYPG2J9ZsamGaO5ELmaGTSRr2m1uVFjjrQb_rSFZCW6vpRv2RvpVSudNOiPyEFITJLJqzeyPHIEOf0DQpMvyg-622eXC9rYOSlPvVVjI1CTkWxGqU39nEkpOQOETAX8ht_vSh1LVI/s72-w335-h224-c/natubos%20de%20boro.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-9142345973222192303</guid><pubDate>Sat, 12 Oct 2024 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-12T08:00:00.120-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Novidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Novos Materiais</category><title>Chineses criam uma bateria híbrida nuclear-fotovoltaica</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6MhFlDuitq9bltTquoYgS4qPmhj_ZUm3_blTN9N7ZU-4Ro-LK0ZUk_sdiTETIeuYbG7O8nqOSj1w9uE2FXlusCoEB-WccMhriyeslPuMyV1NYHql_SyYxvsC9g4UEctd12NmjoWUmuLY-PGfMC71mCooCFH0xZVEggyIifz1kiGGRlGStHOrsSvLOwk4/s2144/Batreria%20hibrida.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1142" data-original-width="2144" height="187" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6MhFlDuitq9bltTquoYgS4qPmhj_ZUm3_blTN9N7ZU-4Ro-LK0ZUk_sdiTETIeuYbG7O8nqOSj1w9uE2FXlusCoEB-WccMhriyeslPuMyV1NYHql_SyYxvsC9g4UEctd12NmjoWUmuLY-PGfMC71mCooCFH0xZVEggyIifz1kiGGRlGStHOrsSvLOwk4/w352-h187/Batreria%20hibrida.jpg" width="352" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Uma equipe de físicos e engenheiros de várias
universidades chinesas apresentou o protótipo de uma&amp;nbsp;bateria nuclear&amp;nbsp;que
alcança uma eficiência 8.000 vezes superior à das versões conhecidas até agora.
As baterias nucleares, ou baterias atômicas, estão no horizonte há décadas, com
promessas que incluem uma&amp;nbsp;bateria que não precisa ser recarregada&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;baterias
nucleares de diamante que duram milhares de anos&amp;nbsp;e até mesmo uma&amp;nbsp;bateria
nuclear brasileira, que promete durar 200 anos. Além de durarem muito, as
baterias nucleares tendem a ser muito compactas. E, apesar do temor de ter
"alguma coisa nuclear" em casa ou no seu bolso não soe como algo
inteiramente convidativo, os protótipos têm mostrado uma relativa segurança do
conceito, não oferecendo riscos diretos à saúde - elas não explodem como
algumas vezes acontece com as baterias de lítio. O conceito mais comum das
baterias nucleares envolve um princípio chamado&amp;nbsp;betavoltaico, utilizando
diretamente o decaimento de um isótopo radioativo. O conceito apresentado agora
por Kai Li e seus colegas é diferente, mesclando geração de energia nuclear e
conversão fotovoltaica. Uma pequena quantidade do elemento químico radioativo
amerício (Am) é incorporado em um cristal. Quando o amerício decai, ele libera
sua radiação na forma de partículas alfa, que então liberam fótons, fazendo o
cristal brilhar em uma cor verde intensa. O cristal é então colocado junto a
uma célula fotovoltaica, ou célula solar, que converte a luz em eletricidade. Tudo
foi empacotado dentro de uma célula de quartzo para evitar vazamento de
radiação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Herança
indesejável&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Embora seja
comum ouvir termos como "bateria eterna" ou "bateria que dura
para sempre", na prática temos uma bateria realmente durável, mas não
eterna. Mesmo assim, isto pode ser um problema. Embora o amerício tenha uma
meia-vida de "apenas" 7.380 anos, a radiação deverá corroer os
materiais usados no protótipo bem antes disso, de modo que será necessário
pensar em um invólucro mais seguro para segurar essa radiação depois que os
compradores já tiverem legado suas baterias nucleares para seus herdeiros. Mas,
ao menos por enquanto, os pesquisadores têm outras coisas mais prementes para
se preocupar, como aumentar a energia gerada por sua bateria híbrida
nuclear-fotovoltaica: Apesar de ser 8.000 vezes mais eficiente do que suas
equivalentes anteriores, a bateria nuclear gera muito pouca energia, cerca de
139 microwatts por curie, o que torna os&amp;nbsp;nanogeradores triboelétricos&amp;nbsp;uma
opção muito melhor, já que não oferecem riscos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;







&lt;span face="&amp;quot;Aptos&amp;quot;,sans-serif" style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Aptos; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.nature.com/"&gt;https://www.nature.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/chineses-criam-uma-bateria-hibrida.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6MhFlDuitq9bltTquoYgS4qPmhj_ZUm3_blTN9N7ZU-4Ro-LK0ZUk_sdiTETIeuYbG7O8nqOSj1w9uE2FXlusCoEB-WccMhriyeslPuMyV1NYHql_SyYxvsC9g4UEctd12NmjoWUmuLY-PGfMC71mCooCFH0xZVEggyIifz1kiGGRlGStHOrsSvLOwk4/s72-w352-h187-c/Batreria%20hibrida.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-5473244626333765241</guid><pubDate>Sat, 12 Oct 2024 00:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-11T21:54:50.978-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eco curiosidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reciclagem</category><title>Pesquisadores dinamarqueses inventaram uma nova técnica mais eficiente para reciclar a espuma de poliuretano presente nos colchões </title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVu0sXPt2xcNQYbOGar4ND7T5yZQ8Vr2UBW-C1_ZgXon0h_JWuoDtgLw9WrzwE1k9Y-E_o9A2yN7hSXO1J3NL_oACuGr45XRjwgBD44HlOcHOZgrgvfRWUGO35lfLU7qTakQo7hd2J50GNlvBURg0x_GZrQG8yoQuikICX4rvY7bODOFFY9st0ac6yQQ0/s1080/Reciclagem%20de%20colch%C3%B5es.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="580" data-original-width="1080" height="209" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVu0sXPt2xcNQYbOGar4ND7T5yZQ8Vr2UBW-C1_ZgXon0h_JWuoDtgLw9WrzwE1k9Y-E_o9A2yN7hSXO1J3NL_oACuGr45XRjwgBD44HlOcHOZgrgvfRWUGO35lfLU7qTakQo7hd2J50GNlvBURg0x_GZrQG8yoQuikICX4rvY7bODOFFY9st0ac6yQQ0/w389-h209/Reciclagem%20de%20colch%C3%B5es.jpg" width="389" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Pesquisadores
dinamarqueses inventaram uma nova técnica melhor e mais eficiente para reciclar
a espuma de poliuretano, presente principalmente em colchões, isolamentos
térmicos e embalagens. Esta é uma notícia duplamente boa, para o meio ambiente
e para a indústria, que se interessa por recuperar quimicamente os componentes
originais do material, tornando seus produtos mais baratos. O poliuretano (PUR)
é um material plástico usado em colchões, isolamento em geladeiras e edifícios,
sapatos, carros, aviões, pás de turbinas eólicas, cabos e muito mais. A maioria
dos produtos de PUR descartados no mundo acaba sendo incinerada ou despejada em
aterros sanitários. E isso é muito problemático, uma vez que o mercado global
de PUR atingiu quase 26 milhões de toneladas em 2022, e uma previsão para 2030
prevê quase 31,3 milhões de toneladas - como são espumas, muito leves, o volume
disso é gigantesco. Por isso tem havido grande interesse em quebrar
quimicamente - ou despolimerizar - o PUR em seus principais componentes
originais, sobretudo poliol e isocianato, com o objetivo de reutilizá-los como
matérias-primas em novos produtos. Para tornar tudo mais facilmente implantável
na indústria, os pesquisadores basearam sua pesquisa no método de&amp;nbsp;reciclagem&amp;nbsp;que
as empresas já usam, ou seja, a quebra da espuma de PUR com ácido (acidólise).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Processamento
do poliuretano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;A equipe
desenvolveu uma nova combinação de acidólise e hidrólise, que se mostrou capaz
de recuperar até 82% em peso do material original da espuma PUR flexível, usada
em colchões, gerando duas frações separadas de diaminas e polióis. O método
consiste em aquecer a espuma PUR flexível a 220 ºC em um reator com um pouco de
ácido succínico e então usar um filtro que captura um dos compostos e deixa o
outro passar. Ou seja, a técnica não consegue só decompor o PUR em seus dois
componentes principais, ela também faz isso de uma só vez, em uma reação de uma
única etapa. São os polióis que passam pelo filtro, e o material apurado tem
uma qualidade comparável à do poliol virgem, tornando possível usá-lo em nova
produção de poliuretano. A parte sólida da mistura do produto, que é filtrada,
é transformada em um composto químico chamado diamina, que, por um processo de
hidrólise simples, é usada na produção de isocianatos e, portanto, de PUR. "O
método é fácil de ser ampliado," disse o professor Steffan Kristensen, da
Universidade Aarhus. "Mas a perspectiva de também lidar com resíduos de
PUR dos consumidores requer mais desenvolvimento", acrescentou, uma vez
que a equipe só trabalhou com resíduos limpos, gerados na própria indústria. Os
pesquisadores estão também testando a nova tecnologia em outros materiais de
poliuretano, para ver como eles podem ser reciclados.&lt;/p&gt;

&lt;span style="font-family: &amp;quot;Aptos&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Aptos; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Fonte:&lt;a href="https://www.rsc.org/journals-books-databases/about-journals/green-chemistry/"&gt;https://www.rsc.org/journals-books-databases/about-journals/green-chemistry/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/pesquisadores-dinamarqueses-inventaram.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVu0sXPt2xcNQYbOGar4ND7T5yZQ8Vr2UBW-C1_ZgXon0h_JWuoDtgLw9WrzwE1k9Y-E_o9A2yN7hSXO1J3NL_oACuGr45XRjwgBD44HlOcHOZgrgvfRWUGO35lfLU7qTakQo7hd2J50GNlvBURg0x_GZrQG8yoQuikICX4rvY7bODOFFY9st0ac6yQQ0/s72-w389-h209-c/Reciclagem%20de%20colch%C3%B5es.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-5129413262996764785</guid><pubDate>Tue, 08 Oct 2024 22:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-10-08T19:15:59.622-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alimentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças</category><title>A inter-relação entre estresse, consumo de açúcar e depressão</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9mY2uzk_C9H7Axb9YMtjzaZo5wxaXQZEnG17lKQ_cyE19CPzf6Fq2ZH74oS915nm1-s6Wbt8h6baJjv29Zk9I4KAPq5d7V3XXxcIKGp_UXZswSMo9MIu2RmTOWIG0ZxTRhcfAcgcBzUaxMRHkseWqqlyXbCi0BSHoOs2UQq5u7Wb-7pGGzEmH5dFEH2A/s520/a%C3%A7ucar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="303" data-original-width="520" height="201" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9mY2uzk_C9H7Axb9YMtjzaZo5wxaXQZEnG17lKQ_cyE19CPzf6Fq2ZH74oS915nm1-s6Wbt8h6baJjv29Zk9I4KAPq5d7V3XXxcIKGp_UXZswSMo9MIu2RmTOWIG0ZxTRhcfAcgcBzUaxMRHkseWqqlyXbCi0BSHoOs2UQq5u7Wb-7pGGzEmH5dFEH2A/w345-h201/a%C3%A7ucar.jpg" width="345" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A depressão é
uma séria preocupação de saúde pública globalmente. Uma em cada dez pessoas nos
Estados Unidos sofre de depressão. Em adolescentes e adultos jovens, a
prevalência é mais próxima de 1 em 5, tornando-se o problema de saúde mental
mais comum para esta faixa etária. A depressão pode ser um distúrbio física e
emocionalmente debilitante e aumenta significativamente o risco de doenças
cardiovasculares, derrame, diabetes, obesidade e suicídio. Como muitos
distúrbios, a verdadeira causa da depressão é desconhecida, mas há fortes
evidências de fatores de risco genéticos e ambientais. Pesquisas que investigam
os fatores de estilo de vida que influenciam a depressão tem se expandido e é
de particular interesse devido à potencial modificabilidade dos hábitos
diários. Juntamente com o sono e o exercício adequados, a dieta foi apontada
como um preditor da depressão. Vários fatores alimentares demonstraram aumentar
o risco de depressão, como o consumo de alimentos processados &lt;span face="&amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif"&gt;​​&lt;/span&gt;e fast food. O consumo de
açúcar processado adicionado, em particular, foi identificado como um preditor
de sintomas depressivos. Dado que o açúcar adicionado aos alimentos é uma das
maiores fontes de calorias nos Estados Unidos.&lt;span face="&amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif" style="background: white; color: #222222; line-height: 150%;"&gt;
&lt;/span&gt;O alto consumo de açúcar pode afetar negativamente a saúde física e
levar à obesidade, diabetes tipo II, doenças cardiovasculares e mortalidade. O
interesse na relação entre o consumo de açúcar adicionado e a saúde mental tem
crescido e, embora o campo ainda seja incipiente, vários estudos investigaram a
relação entre o consumo de açúcar adicionado e a depressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Por exemplo,
em um estudo transversal de 74 mulheres realizado na Espanha, foram encontrados
uma associação positiva entre o consumo de açúcar e os sintomas depressivos.
Além disso, em um estudo longitudinal de 15.546 adultos espanhóis descobriu-se
que naqueles com um alto consumo de açúcar em acompanhamento de 10 anos estavam
com um risco significativamente maior de ter depressão. Em estudo de 23.245
observações de pessoas, descobriu-se que homens com o maior consumo de açúcar
tiveram um aumento de 25% nas chances de ter um transtorno de saúde mental
comum após 5 anos de verificação. Esse efeito foi independente de outros
fatores alimentares, socioeconômicos e de saúde.&lt;span face="&amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif" style="background: white; color: #222222; line-height: 150%;"&gt;
&lt;/span&gt;Décadas de pesquisa estabeleceram uma relação robusta entre estresse da
vida e depressão&amp;nbsp;O estresse está associado a alterações no comportamento
alimentar, como o consumo mais frequente de doces e fast food e o consumo menos
frequente de frutas e vegetais. Essas descobertas são, em parte, devido à
alimentação de conforto, uma resposta comportamental de enfrentamento. Quando
confrontados com níveis semelhantes de estresse, os comedores de conforto
experimentaram redução do estresse percebido em comparação com aqueles que não
se envolveram na alimentação de conforto. A relação entre estresse e
alimentação é complexificada pela natureza viciante de alimentos de conforto,
como aqueles com alto teor de açúcar. O estresse é um fator-chave no
desenvolvimento do vício. O estresse descontrolado altera os padrões alimentares
aumentando o consumo de alimentos hiperpalatáveis &lt;span face="&amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif"&gt;​​&lt;/span&gt;(por exemplo, alimentos de conforto ricos em a&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;çú&lt;/span&gt;car e gordura), o que pode aumentar a carga alost&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;tica e a doen&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ç&lt;/span&gt;a metab&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ó&lt;/span&gt;lica ao longo do tempo. Isso ocorre porque os alimentos e alguns
medicamentos exploram vias semelhantes no cérebro ao envolver o sistema
dopaminérgico. Posteriormente, surge uma relação cíclica que começa com o
estresse levando à alimentação de conforto, o que leva à obesidade, à doença
metabólica e, finalmente, ao aumento do estress. Com base nessa compreensão da
relação entre estresse e resultados de saúde, estudos atuais mostram a
interação complexa entre consumo de açúcar a estresse e sintomas depressivos.
Criticamente, há evidências empíricas que sugerem que o estresse crônico pode
interagir com o consumo de açúcar para moldar fatores de risco biológicos para
depressão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Adi Fish-Williamson
e Jennifer Hahn-Holbrook, Departamento
de Psicologia, Universidade da Califórnia, EUA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/10/a-inter-relacao-entre-estresse-consumo.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9mY2uzk_C9H7Axb9YMtjzaZo5wxaXQZEnG17lKQ_cyE19CPzf6Fq2ZH74oS915nm1-s6Wbt8h6baJjv29Zk9I4KAPq5d7V3XXxcIKGp_UXZswSMo9MIu2RmTOWIG0ZxTRhcfAcgcBzUaxMRHkseWqqlyXbCi0BSHoOs2UQq5u7Wb-7pGGzEmH5dFEH2A/s72-w345-h201-c/a%C3%A7ucar.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-2797393588371049584</guid><pubDate>Sun, 29 Sep 2024 01:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-28T22:58:38.175-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Produtos químicos tóxicos encontrados em produtos de higiene pessoal para crianças</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFaEl8sSgxZtvtHb0OaNCbeNt_01PZaJyzyqrLGHi_ajgY4TQwAsxalIjgQ-YVZ7Do6tiRQNlXH5E-2PqcjXcOkD-kxiP0Bn7nOqAgZ9fXmuNtc3M0k6KLr67lMwXObmTkiraeAoN8P9oYud32PWvUbuw5ZacS2VQrp7J2mYdnk-GkKKhFnWRu8v52evM/s1100/beb%C3%AA.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="734" data-original-width="1100" height="214" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFaEl8sSgxZtvtHb0OaNCbeNt_01PZaJyzyqrLGHi_ajgY4TQwAsxalIjgQ-YVZ7Do6tiRQNlXH5E-2PqcjXcOkD-kxiP0Bn7nOqAgZ9fXmuNtc3M0k6KLr67lMwXObmTkiraeAoN8P9oYud32PWvUbuw5ZacS2VQrp7J2mYdnk-GkKKhFnWRu8v52evM/s320/beb%C3%AA.webp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Um estudo recente descobriu uma
ligação preocupante entre produtos de cuidados pessoais como loções,
condicionadores de cabelo e pomadas e níveis mais altos de ftalatos em crianças
pequenas. Esses produtos químicos, usados ​​para tornar os plásticos mais duráveis, são comumente encontrados em muitos
itens de cuidados pessoais. Os pesquisadores estão particularmente preocupados
sobre como esses produtos químicos
podem afetar o desenvolvimento das crianças,
especialmente porque os ftalatos podem interromper a função hormonal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Os ftalatos são conhecidos por
interferir no sistema endócrino do corpo, que controla os hormônios
relacionados ao estresse, à função imunológica e ao metabolismo. Alguns
ftalatos podem reduzir a produção de testosterona ou imitar o estrogênio, o que
pode levar a interrupções na atividade hormonal normal. Essas mudanças podem
ter efeitos de longo prazo no desenvolvimento do cérebro e na saúde geral. Especialistas
estão pedindo regulamentações mais rigorosas sobre o uso de ftalatos em
produtos de cuidados pessoais. Embora os pais possam confiar em aplicativos
para identificar produtos mais seguros, os pesquisadores acreditam que as
agências reguladoras devem intervir para proteger melhor as crianças desses
produtos químicos e seus potenciais riscos à saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.npr.org/"&gt;https://www.npr.org/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial Narrow, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/09/produtos-quimicos-toxicos-encontrados.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFaEl8sSgxZtvtHb0OaNCbeNt_01PZaJyzyqrLGHi_ajgY4TQwAsxalIjgQ-YVZ7Do6tiRQNlXH5E-2PqcjXcOkD-kxiP0Bn7nOqAgZ9fXmuNtc3M0k6KLr67lMwXObmTkiraeAoN8P9oYud32PWvUbuw5ZacS2VQrp7J2mYdnk-GkKKhFnWRu8v52evM/s72-c/beb%C3%AA.webp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-7316823499417099554</guid><pubDate>Mon, 23 Sep 2024 02:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-22T23:16:18.827-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insetos</category><title>Vírus mortal transmitido por mosquito desperta preocupações com a saúde nos Estados Unidos</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP_p-h8jqhc0n-qcVxyOliXI6SqvDM71kr1gMsgiZGf_lp9kd_6cY0auZ75zuwtkJaEdmuEsfo6i-qAJ88crjJIsrz1VuQ_0mlrrvsx6UJ0Asgs3xEkHeXwC_KOv972STZIFmjFw4tk2gIetAmajTgfuBmemRYPQyBq58OgWsE5ygvpmPXAZKHlwqLfVU/s976/mosquito.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="550" data-original-width="976" height="201" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP_p-h8jqhc0n-qcVxyOliXI6SqvDM71kr1gMsgiZGf_lp9kd_6cY0auZ75zuwtkJaEdmuEsfo6i-qAJ88crjJIsrz1VuQ_0mlrrvsx6UJ0Asgs3xEkHeXwC_KOv972STZIFmjFw4tk2gIetAmajTgfuBmemRYPQyBq58OgWsE5ygvpmPXAZKHlwqLfVU/w357-h201/mosquito.jpg" width="357" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;A Nova Inglaterra está em alerta
máximo após uma morte recente em New Hampshire e várias infecções na região
causadas pelo vírus da encefalite equina oriental (EEE). Este vírus, espalhado
por picadas de mosquito, levou à morte de um residente de New Hampshire no
final de agosto, de acordo com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do
estado. Casos adicionais também foram relatados em Vermont, Massachusetts, Nova
Jersey e Wisconsin. A EEE é uma doença rara, mas séria. A maioria das pessoas
que a contrai só apresenta sintomas leves, como dores de cabeça e febre, mas
cerca de 2% desenvolvem encefalite, uma infecção cerebral grave. Essa
complicação pode ser mortal, com até um terço dos afetados morrendo da doença,
de acordo com o Dr. Jonathan Abraham, especialista em doenças infecciosas do
Brigham and Women's Hospital. Os sobreviventes geralmente lidam com efeitos de
longo prazo, como convulsões e paralisia, que podem exigir cuidados contínuos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Atualmente, não há tratamento
específico para casos graves de EEE, e apenas cuidados de suporte estão
disponíveis. O Dr. Abraham enfatizou a necessidade de diagnóstico rápido e
tratamento precoce, pois o vírus pode deixar o corpo antes de ser detectado. Para
se proteger de picadas de mosquito e reduzir o risco de EEE, é importante tomar
medidas preventivas. Use mangas compridas e calças em áreas propensas a
mosquitos e use repelentes naturais de insetos, como óleo de folha de canela,
óleo essencial de citronela ou óleo de catnip. Além disso, drenar água parada,
usar um ventilador de casa ao ar livre, plantar calêndulas e até mesmo instalar
uma casa para morcegos pode ajudar a manter os mosquitos afastados. Essas
etapas são cruciais para evitar a natureza imprevisível e perigosa de doenças
transmitidas por mosquitos, como EEE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;&lt;a href="https://www.usnews.com/"&gt;https://www.usnews.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial Narrow, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/09/virus-mortal-transmitido-por-mosquito.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP_p-h8jqhc0n-qcVxyOliXI6SqvDM71kr1gMsgiZGf_lp9kd_6cY0auZ75zuwtkJaEdmuEsfo6i-qAJ88crjJIsrz1VuQ_0mlrrvsx6UJ0Asgs3xEkHeXwC_KOv972STZIFmjFw4tk2gIetAmajTgfuBmemRYPQyBq58OgWsE5ygvpmPXAZKHlwqLfVU/s72-w357-h201-c/mosquito.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-887574301733906407</guid><pubDate>Sun, 08 Sep 2024 17:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-08T14:02:05.582-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Efeitos dos campos eletromagnéticos (CEMs) na saúde humana</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyIC-BdeQrzqkbOBf6Vmk88G1ag4sIwVmCUkxDQs5jLmXevSX_xnzJKL023TU_fTn2UYTdVrPRUKoKoU6nuqQBwN4Fc2G-TVq-J-pp3U8anW17g8gdfwi9VN3GaKM0oqDNm832pnAFummPDSresIW3QkljO76XlSvx6oxilZIvK4kaM0ZqAt9A8ibycTA/s458/campos%20eletromagneticos.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="286" data-original-width="458" height="232" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyIC-BdeQrzqkbOBf6Vmk88G1ag4sIwVmCUkxDQs5jLmXevSX_xnzJKL023TU_fTn2UYTdVrPRUKoKoU6nuqQBwN4Fc2G-TVq-J-pp3U8anW17g8gdfwi9VN3GaKM0oqDNm832pnAFummPDSresIW3QkljO76XlSvx6oxilZIvK4kaM0ZqAt9A8ibycTA/w370-h232/campos%20eletromagneticos.png" width="370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Existem quatro tipos principais
de exposição a campos eletromagnéticos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;Campos elétricos CA a 60 Hz: da
fiação da casa e de aparelhos com fio (especialmente os não aterrados; cabos
que têm apenas dois pinos em vez de três)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;2.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-feature-settings: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-position: normal; font-variation-settings: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;Campos magnéticos CA a 60 Hz: de
linhas de energia, erros de fiação na fiação da casa, corrente em caminhos de
aterramento e de motores e transformadores ("fontes pontuais").&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;Frequências de rádio (RF): de
celulares, medidores inteligentes, Wi-Fi e Bluetooth em quase tudo hoje em dia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;4.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-feature-settings: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-position: normal; font-variation-settings: normal; line-height: normal;"&gt;&amp;nbsp;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, sans-serif" style="text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;Eletricidade suja" de
picos de tensão transitórios de 2 a 100 KHz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Embora você possa medir tudo
isso, não há um único medidor que possa fornecer informações sobre todos os efeitos
dos campos eletromagnéticos no seu corpo. Para uma avaliação abrangente de sua
exposição, você precisará de mais de um medidor. Para entender cada um deles um
pouco melhor, você pode pensar em um campo magnético como linhas de campo
geradas por um eletroímã. Esses campos atravessam seu corpo. Um campo elétrico
pode ser pensado como uma iluminação invisível, pois os elétrons estão tentando
aterrar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;"Muitas coisas, como uma luz normal ao lado da sua cama,
mesmo quando não está acesa, você pode pensar nela como elétrons vazando da
linha de energia", diz Peter Sullivan é fundador da Clear Light Ventures,
uma organização dedicada a aumentar a conscientização sobre os efeitos na saúde
da exposição ao campo eletromagnético (EMF). A radiação sem fio pode ser
pensada como luz em uma frequência mais baixa do que você pode ver, mas
pulsando muito rapidamente. Se você pudesse vê-la, você a veria piscando. Por
fim, a eletricidade suja pode ser pensada como poluição de todos esses outros
campos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fontes comuns de CEMs e o que
você pode fazer sobre elas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Para Sullivan, livrar-se de
campos magnéticos como transformadores e caixas de energia e limpar
eletricidade suja é muito útil. Sua geladeira é outra fonte comum de campos
magnéticos. Sua escolha aqui é desligar o aparelho ou se afastar dele. A cada
duplicação da distância, você reduz sua exposição em cerca de 75%, diz
Sullivan, e isso vale para campos elétricos e de radiofrequência também. Ele recomenda
focar em limpar seu quarto para garantir que você durma bem. Na verdade, um dos
sintomas mais comuns de exposição excessiva a EMF é a interrupção do sono.
"Gosto de garantir que as pessoas criem espaço para si mesmas — uma
espécie de zona livre de eletrônicos — ao redor de suas camas", diz ele. Uma
das fontes mais comuns de campos magnéticos em um quarto seria um rádio-relógio
de diodo emissor de luz (LED). Se você tiver um desses, mova-o para o outro
lado do cômodo ou, melhor ainda, use um relógio alimentado por bateria. Eu uso
um relógio falante, projetado para cegos, para evitar que a luz interfira na
minha&amp;nbsp;&lt;b&gt;produção de melatonina&lt;/b&gt;. Não importa o que você faça, evite
usar seu celular como despertador. Você realmente não quer seu celular perto de
você enquanto dorme, a menos que esteja desligado ou no modo avião. &lt;i&gt;"Ficaria
surpreso com o quanto um celular pode impactar você",&lt;/i&gt;&amp;nbsp;diz
Sullivan.&amp;nbsp;&lt;i&gt;"Um celular, mesmo do outro lado da casa, quando está
ligado, pode realmente impactar o ambiente do quarto”.&lt;/i&gt; &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quanto aos campos elétricos, a fonte mais
comum é a lâmpada perto da sua cama. "Mesmo quando não está ligada, pode
estar vazando um grande campo elétrico", Sullivan alerta. A fiação na
parede e uma caixa de disjuntores do outro lado da parede são outras fontes
comuns de campos elétricos. Hoje em dia, muitas casas também são equipadas com
um medidor inteligente que, se estiver situado do outro lado da parede, pode
ser um problema significativo. Nesses casos, você precisaria mover sua cama ou
mudar para outro cômodo para dormir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;EMF e autismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;Sullivan tem sido particularmente
apaixonado por ajudar a comunidade&amp;nbsp;&lt;b&gt;autista&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a entender o
impacto do EMF, já que dois de seus próprios filhos estavam levemente no
espectro. De sua perspectiva, dois culpados primários que contribuem para o
aumento das taxas de autismo são&amp;nbsp;&lt;b&gt;o glifosato&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e a exposição ao
EMF. &lt;i&gt;"Nós tratamos [nossos filhos] biologicamente. Eu tive um ótimo
médico nessa área. Começamos a olhar para toxinas e metais tóxicos... [EMF] foi
uma das últimas coisas que eu descobri. Eu quero que os pais percebam que, 'Não
se fixem em uma coisa. Nem mesmo se fixem apenas em EMF.'&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Quero que você
analise amplamente todos esses fatores que estão impactando a saúde, que estão
aumentando as taxas de autismo, problemas de desenvolvimento infantil e
problemas crônicos de saúde em geral... Há muita fixação agora nos ingredientes
das vacinas... mas as pessoas não estão olhando para os 80.000 produtos
químicos no comércio, incluindo poluição, problemas de CEM e até mesmo questões
de estilo de vida, como tomar uma certa quantidade de sol e outros fatores.&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;Estamos tentando fazer as pessoas perceberem que não é uma coisa só... É
[sobre] a carga total... Nossos corpos são tão resilientes que, quando você vê
um sintoma, você realmente teve várias coisas falhando... Precisamos nos
concentrar em infecções... mofo, toxinas químicas, algumas das coisas
odontológicas sobre as quais falamos e alergias alimentares também. Há muita
coisa acontecendo.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Acho que os dois fatores mais suspeitos de uma
perspectiva crescente seriam a tecnologia sem fio e o glifosato... Temos campos
magnéticos e elétricos há cerca de 100 anos. Por que não tivemos autismo? O que
mudou em meados dos anos 80 foi que passamos para telefones digitais DECT.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Nós
fomos desses sinais analógicos suaves e agradáveis &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif"&gt;​​&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;com os quais nossas c&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;lulas est&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;o acostumadas a lidar para essas
ondas digitais quadradas pulsadas que podem impactar os canais de c&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;lcio, os receptores vibracionais
do lado de fora da c&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;lula. Tamb&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;m mudamos para fontes de alimenta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;çã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;o que iam de CA para CC...
chamadas fontes de alimenta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;çã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;o comutadas. Elas cortam a energia de uma forma que
cria pequenos transientes... Isso &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif" style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt; essencialmente eletricidade suja.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt; &lt;i&gt;Em vez de ter uma onda
senoidal suave e agradável, você está tendo todos esses pequenos picos. Eles
são biologicamente ativos. Eles são pequenos de uma perspectiva de potência...
Acho que esse é realmente o fator-chave...&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Um celular no seu bolso é um
grande fator de risco para danos ao esperma, incluindo danos ao DNA. Existem
cerca de 30 ou 40 estudos sobre isso... No autismo, parte da situação são
mutações de novo, mutações que não são herdadas. Este é um gene que não estava
no pai ou na mãe, e agora está na criança. Estamos procurando por um desses
fatores que podem estar causando uma mutação de novo.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Um dos suspeitos,
claro, é [carregar seu] celular no bolso. Na maioria das vezes, vem do lado do
pai. Então, os pais precisam começar a assumir alguma responsabilidade
pré-natal ou pré-gravidez para o seu lado da equação para garantir que seu
esperma não seja danificado e mutado. Esse é um grande fator."&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Exigindo tecnologias mais seguras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Infelizmente, com a introdução
e&amp;nbsp;&lt;b&gt;implementação do 5G&lt;/b&gt;&amp;nbsp;, a exposição vai aumentar
exponencialmente em todos os lugares, inclusive em sua própria casa. Muitos
acabarão com transmissores em um poste de energia diretamente do lado de fora
de sua casa. Eventualmente, a exposição extrema será inevitável. A questão
então se torna: podemos tornar a tecnologia mais segura? Existem soluções
práticas? Sullivan diz que sim, podemos e existem.&lt;i&gt;"Você não quer lutar
contra essas grandes indústrias. [Em vez disso], concentre-se no que você
quer",&lt;/i&gt;&amp;nbsp;diz Sullivan.&amp;nbsp;&lt;i&gt;"Não seria ideal se essas
coisas fossem realmente tão seguras quanto supúnhamos?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;O passo 1 é que vamos começar a
evitá-los rapidamente, especialmente à noite. Mas o passo 2 é... a tecnologia
segura tem que se tornar uma exigência do mercado. Tem que ser algo que
exigimos, especialmente em escolas e outros ambientes onde não podemos controlar
[a exposição]. Temos que começar a pedir exposição reduzida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt; &lt;i&gt;Há um produto no mercado
agora chamado Eco-WiFi. É um Wi-Fi especial onde o firmware foi adaptado para
que você possa diminuir a frequência de beaconing. A frequência de beaconing é
a coisa que diz, 'Estou aqui. Estou aqui. Estou aqui.' Ele faz isso cerca de 10
vezes por segundo. Esse é o som tut-tut-tut que você obtém do Wi-Fi.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Agora,
isso pode ser realmente reduzido para uma vez por segundo. Isso não deixa seu
Wi-Fi mais lento. Apenas deixa sua conexão mais lenta, fracionariamente mais
lenta, se tanto. É quase imperceptível. A radiação pode ser reduzida em 90% ao
diminuir isso para uma vez por segundo, ou até duas ou três vezes por segundo.&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;Isso é algo fácil de fazer. Acabei de descobrir também que uma empresa, a
Aruba, que eu acho que é uma empresa da Hewlett Packard, tem uma configuração
ajustável para seu sistema de beaconing...Queremos começar a reduzir as
exposições do nosso lado, mas também queremos começar a ter coisas que meio que
ligam e desligam, quase como se sua tela ficasse em branco e desligasse para
economizar energia. Precisa haver alguma sinalização e protocolos que comecem a
reduzir todas essas frequências de beaconing que estão indo e voltando."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.clearlightventures.com/"&gt;https://www.clearlightventures.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/09/efeitos-dos-campos-eletromagneticos.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyIC-BdeQrzqkbOBf6Vmk88G1ag4sIwVmCUkxDQs5jLmXevSX_xnzJKL023TU_fTn2UYTdVrPRUKoKoU6nuqQBwN4Fc2G-TVq-J-pp3U8anW17g8gdfwi9VN3GaKM0oqDNm832pnAFummPDSresIW3QkljO76XlSvx6oxilZIvK4kaM0ZqAt9A8ibycTA/s72-w370-h232-c/campos%20eletromagneticos.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-1757195607558945413</guid><pubDate>Sun, 08 Sep 2024 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-07T23:10:20.249-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciências</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Por que o calor causa dores de cabeça?</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz-AuybuYP9d_bF-Zl_cKfRl35m4JrX4wHIzuD9r5bEqKWGonwKTMWq0ZSf6ucU2FAAld5h5YxFvNg0ABv8LlbPRt6FceLMd6KEmwxBaBly4Nm6jEKjeIBKvKTjnXjM4qGfdU5qMSeIjHpM5vTFh3AnNwiIzjKIyqHhUHgbsTdZA6AfKh5scRjkG2ac2Q/s1000/dores-de-cabeca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="500" data-original-width="1000" height="190" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz-AuybuYP9d_bF-Zl_cKfRl35m4JrX4wHIzuD9r5bEqKWGonwKTMWq0ZSf6ucU2FAAld5h5YxFvNg0ABv8LlbPRt6FceLMd6KEmwxBaBly4Nm6jEKjeIBKvKTjnXjM4qGfdU5qMSeIjHpM5vTFh3AnNwiIzjKIyqHhUHgbsTdZA6AfKh5scRjkG2ac2Q/w379-h190/dores-de-cabeca.jpg" width="379" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;É um dia ameno de verão na praia
— você está deitado no sol, aproveitando a água e saindo com os amigos. Mas, de
repente, você começa a sentir uma pontada familiar atrás das têmporas e se
pergunta: por que você sempre tem dores de cabeça quando está calor? Algumas
pesquisas sugerem que as taxas de&amp;nbsp;dores de cabeça das pessoas aumentam
quando as temperaturas sobem. No entanto, especialistas como&amp;nbsp;o Dr. Nolan Pearson,
um neurologista especializado em dores de cabeça no Cedars-Sinai Medical Center
em Los Angeles, disseram que é importante olhar além do calor para encontrar a
razão das dores de cabeça no verão. "O clima está muito comumente entre os
quatro ou cinco principais gatilhos que as pessoas relatam", disse Pearson
à Live Science. "Mas, eu especularia que pode ser devido a coisas que
acompanham o clima quente" em vez do calor em si. Isso ocorre porque a
maioria das pesquisas sobre calor e dores de cabeça mostra apenas uma
correlação entre os dois. Por exemplo, um estudo pode analisar as taxas de
admissão hospitalar por dores de cabeça durante diferentes meses do ano e
descobrir que as dores de cabeça são mais comuns no verão. Mas isso não prova
que o calor causou diretamente essas dores de cabeça. Pode haver outras
mudanças ambientais e de estilo de vida que acontecem durante o verão — como
qualidade do ar, exposição à luz ou níveis de atividade — que também
causam&amp;nbsp;diferentes tipos de dores de cabeça. Pearson recomenda que cada
pessoa com dores de cabeça se concentre nesses possíveis gatilhos, pois há mais
pesquisas por trás deles e eles podem ser mais fáceis de lidar do que o calor
em si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fatores desencadeantes da dor de
cabeça em climas quentes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;A má qualidade do ar é um&amp;nbsp;gatilho
bem conhecido para dores de cabeça, e um efeito comum das ondas de calor é que
elas tendem a piorar a qualidade do ar. O calor pode fazer com que vários
elementos químicos no ar se&amp;nbsp;transformem em ozônio, um gás incolor ligado a
uma&amp;nbsp;variedade de efeitos à saúde, e outras substâncias nocivas. Além
disso, os sistemas de vento e pressão do ar acionados pelo clima quente podem
fazer com que os poluentes das usinas de carvão ou dos carros&amp;nbsp;permaneçam
sobre as cidades, em vez de flutuar para longe. Os meses mais quentes também
vêm acompanhados de dias mais longos e maior exposição aos raios UV. A
exposição à luz e as dores de cabeça têm uma relação complicada, no entanto.
Embora algumas pesquisas sugiram que a&amp;nbsp;luz brilhante não seja um gatilho
para dores de cabeça por si só, pessoas com&amp;nbsp;enxaquecas&amp;nbsp;geralmente
são&amp;nbsp;sensíveis a luzes brilhantes durante um ataque&amp;nbsp;. Então pode ser
que um sol escaldante de verão possa exacerbar dores de cabeça existentes. O
calor também tem a tendência de desequilibrar as rotinas das pessoas,
estimulando mudanças no estilo de vida que tornam as dores de cabeça mais
prováveis. Por exemplo, as pessoas podem não se lembrar de&amp;nbsp;beber mais água&amp;nbsp;quando
está calor, o que pode causar desidratação, uma&amp;nbsp;causa conhecida de dores
de cabeça. As pessoas também podem sentir&amp;nbsp;queda no apetite quando está calor,
então flutuações no açúcar no sangue por não comer por muito tempo podem&amp;nbsp;provocar
dores de cabeça.&amp;nbsp;Além de tudo isso,&amp;nbsp;o calor
pode prejudicar o sono de uma pessoa. "Um sono bom e reparador acontece
mais efetivamente em um ambiente mais frio", disse Pearson. Quando uma
noite de sono é perturbada — por estar superaquecido, por exemplo — as pessoas
têm significativamente mais probabilidade de sofrer&amp;nbsp;enxaquecas e cefaleias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/09/por-que-o-calor-causa-dores-de-cabeca.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz-AuybuYP9d_bF-Zl_cKfRl35m4JrX4wHIzuD9r5bEqKWGonwKTMWq0ZSf6ucU2FAAld5h5YxFvNg0ABv8LlbPRt6FceLMd6KEmwxBaBly4Nm6jEKjeIBKvKTjnXjM4qGfdU5qMSeIjHpM5vTFh3AnNwiIzjKIyqHhUHgbsTdZA6AfKh5scRjkG2ac2Q/s72-w379-h190-c/dores-de-cabeca.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-1587717574986617084</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2024 12:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-06T09:41:40.307-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciências</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Cientistas criam ratos 'transparentes' usando corante alimentar — e os humanos são os próximos</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqpoEu4dLOQuLSaU_WQ0857BXMHt0YapNvBxQDHv14fZcPAqbeYECT5Au6B_a0YAbQtwCkh4Y5xY1SDl9t8QMWrf7Am0kXslKu2O-tN7MmDHttnZhlYw9qpVOFlTqipX_8rdhsXxstPMCOKGS-xt2ts_3WiDtV85S2t1x8w8sHogfhparCv3oHxAiOMcs/s650/domescobar.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="366" data-original-width="650" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqpoEu4dLOQuLSaU_WQ0857BXMHt0YapNvBxQDHv14fZcPAqbeYECT5Au6B_a0YAbQtwCkh4Y5xY1SDl9t8QMWrf7Am0kXslKu2O-tN7MmDHttnZhlYw9qpVOFlTqipX_8rdhsXxstPMCOKGS-xt2ts_3WiDtV85S2t1x8w8sHogfhparCv3oHxAiOMcs/w379-h213/domescobar.webp" width="379" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Um corante alimentar comum pode
tornar a pele de camundongos vivos transparente, permitindo que pesquisadores
observem o interior do corpo sem cirurgia. Esta é a primeira vez que cientistas
usam a técnica para visualizar tecidos de camundongos vivos sob o microscópio.
Eles usaram um corante seguro para alimentos, que provavelmente pode ser
encontrado em lanches na sua despensa, e vários princípios fundamentais da
física para tornar os camundongos transparentes.&amp;nbsp;O tecido biológico é abarrotado
de coisas, de proteínas a gorduras e líquidos, e cada substância difere em sua
capacidade de dobrar, ou refratar, a luz que a atinge. Essa propriedade é
chamada de índice de refração de um material.&amp;nbsp;Se partículas de luz atingem um
limite entre dois materiais com índices de refração diferentes, essas
partículas são forçadas a mudar de direção, ou se dispersar. Enquanto a luz
pode facilmente passar direto por materiais transparentes — como um copo d'água
— materiais opacos ficam no caminho da luz, fazendo-a ricochetear em muitas
direções. Essa luz então ricocheteia em seus globos oculares quando você olha
para o material e, portanto, o&amp;nbsp;cérebro&amp;nbsp;interpreta essa luz espalhada
como vinda de um objeto opaco. É por isso que você normalmente não consegue ver
através do corpo de alguém. Mas agora, cientistas descobriram um truque simples
para mudar a transparência da pele: eles pegaram um corante alimentar
concentrado, ótimo para absorver luz, dissolveram-no em água e aplicaram a
solução na pele, o que equilibrou os índices de refração das substâncias dentro
daquele tecido, tornando-o temporariamente translúcido. Os pesquisadores
descreveram essa abordagem em um novo estudo, publicado quinta-feira (5 de
setembro) no periódico&amp;nbsp;Science. Eles testaram a técnica em roedores usando
um aditivo de cor certificado pela Food and Drug Administration dos EUA
chamado&amp;nbsp;tartrazina&amp;nbsp;, também conhecido como FD&amp;amp;C Yellow No. 5.
Esse corante amarelo-alaranjado é frequentemente adicionado a alimentos como
sobremesas e doces, bem como a várias bebidas, medicamentos e cosméticos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNzFjWZyDOg92rBtERyAGRI5mW3anM7tfmNYbE-EBvDH1kp27K9-JjJ6jmcTTMGBZrKc9zR2xopIqFz_Mf9GM1irtajhFtNom6sUgtai5-1tTMUUU5d3txedz3q1PDF9NM689ZwKbFLUpG6NjOkF0LnFCW3cQfIdpbSstV19bLKpp9YO2NcGkCzCakJHM/s970/domescobar.02.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="546" data-original-width="970" height="200" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNzFjWZyDOg92rBtERyAGRI5mW3anM7tfmNYbE-EBvDH1kp27K9-JjJ6jmcTTMGBZrKc9zR2xopIqFz_Mf9GM1irtajhFtNom6sUgtai5-1tTMUUU5d3txedz3q1PDF9NM689ZwKbFLUpG6NjOkF0LnFCW3cQfIdpbSstV19bLKpp9YO2NcGkCzCakJHM/w355-h200/domescobar.02.webp" width="355" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Após experimentos iniciais
mostrarem que a tartrazina poderia tornar fatias de peito de frango
transparentes, a equipe se voltou para camundongos de laboratório. Eles
esfregaram uma solução de tartrazina no couro cabeludo dos roedores e então
observaram os animais sob um microscópio."Leva alguns minutos para
que a transparência apareça", disse o autor principal do estudo,&amp;nbsp;Zihao
Ou&amp;nbsp;, professor assistente de física na Universidade do Texas em Dallas, em
uma&amp;nbsp;declaração&amp;nbsp;. "É semelhante à maneira como um creme ou
máscara facial funciona: o tempo necessário depende da rapidez com que as
moléculas se difundem na pele."&amp;nbsp;Uma vez que a solução fez efeito,
os pesquisadores conseguiram ver&amp;nbsp;vasos sanguíneos&amp;nbsp;fluindo pela
superfície dos crânios dos camundongos em uma resolução de nível micrométrico
(0,001 milímetros). Em um experimento separado, eles aplicaram a solução de
tartrazina no abdômen dos camundongos. Em minutos, eles puderam identificar
claramente órgãos como o&amp;nbsp;fígado,&amp;nbsp;intestino delgado&amp;nbsp;e&amp;nbsp;bexiga.
Eles puderam até mesmo ver músculos dentro do intestino se contraindo, bem como
movimentos sutis do abdômen causados ​​pela respiração e pelo batimento&amp;nbsp;cardíaco. A transparência poderia
ser revertida enxaguando a pele dos camundongos com água, livrando-os da
solução de corante alimentar. Qualquer excesso de tartrazina que fosse
absorvido pelo corpo era excretado na urina dos roedores dentro de 48 horas da
aplicação. O tratamento induziu "inflamação mínima" em curto prazo,
escreveram os pesquisadores no estudo, mas não pareceu ter efeitos em longo
prazo na saúde dos animais, conforme medido pelas mudanças no peso corporal e
nos resultados dos exames de sangue. "Esta abordagem oferece um novo meio
de visualizar a estrutura e a atividade de tecidos e órgãos profundos&amp;nbsp;&lt;i&gt;in
vivo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[no corpo vivo] de uma maneira segura, temporária e não
invasiva", escreveram&amp;nbsp;Christopher Rowlands&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Jon Gorecki&amp;nbsp;do
Imperial College London em um&amp;nbsp;comentário do novo estudo. Nem Rowlands, um
bioengenheiro, nem Gorecki, um físico, estavam envolvidos no novo trabalho. A
nova técnica ainda não foi testada em humanos. Nossa pele é cerca de&amp;nbsp;quatro
vezes mais espessa do que a dos camundongos, o que tornaria mais difícil para a
tartrazina ser absorvida em sua camada mais profunda. Mas se estudos futuros
mostrarem que o corante funciona em humanos e é seguro, ele pode se tornar uma
ferramenta médica útil, diz a equipe de pesquisa. "Olhando para o futuro,
essa tecnologia pode tornar as veias mais visíveis para a coleta de sangue,
tornar a remoção de tatuagens a laser mais simples ou auxiliar na detecção
precoce e no tratamento de cânceres", disse o coautor do estudo&amp;nbsp;Guosong
Hong&amp;nbsp;, professor assistente de ciência e engenharia de materiais na
Universidade de Stanford, em um comunicado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial Narrow, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/09/cientistas-criam-ratos-transparentes.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqpoEu4dLOQuLSaU_WQ0857BXMHt0YapNvBxQDHv14fZcPAqbeYECT5Au6B_a0YAbQtwCkh4Y5xY1SDl9t8QMWrf7Am0kXslKu2O-tN7MmDHttnZhlYw9qpVOFlTqipX_8rdhsXxstPMCOKGS-xt2ts_3WiDtV85S2t1x8w8sHogfhparCv3oHxAiOMcs/s72-w379-h213-c/domescobar.webp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-7919886749442589950</guid><pubDate>Sat, 31 Aug 2024 23:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-09-01T09:57:44.381-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Medicina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><title>Você sabia que os mosquitos encontram você através do seu calor corporal?</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO_Psbq6mGsp71KS5TcnI7E61PrPXO6tVBynSpfsY2SQGvMTrfVGQ425DM6JxmBSjKUk_G_ckU03SS9Zp-1sX97MjC98RQjT07phNtIWx649g0RtiiFPVNylG-XhNRnLLcaxHKAaVxe6UGZeqZ1EE_ZV-LRRcQA6daTedMGwz3kwGOlQyaFcwMDPxEbtI/s976/mosquitos.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="550" data-original-width="976" height="212" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO_Psbq6mGsp71KS5TcnI7E61PrPXO6tVBynSpfsY2SQGvMTrfVGQ425DM6JxmBSjKUk_G_ckU03SS9Zp-1sX97MjC98RQjT07phNtIWx649g0RtiiFPVNylG-XhNRnLLcaxHKAaVxe6UGZeqZ1EE_ZV-LRRcQA6daTedMGwz3kwGOlQyaFcwMDPxEbtI/w377-h212/mosquitos.jpg" width="377" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;O calor corporal é um meio poderoso
pelo qual os mosquitos encontram seres humanos para picar, mostra um novo
estudo. Os mosquitos eram duas vezes mais atraídos por um alvo em um laboratório
se a fonte emitia calor aproximadamente à temperatura da pele humana, bem como
dióxido de carbono e odor humano, relataram pesquisadores recentemente na
revista&amp;nbsp;&lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt;&amp;nbsp;. Essencialmente, o calor corporal é um sentido
recentemente documentado que os mosquitos usam para localizar humanos,
concluíram os pesquisadores. “O que mais me impressionou sobre esse trabalho
foi o quão forte a sugestão [calor corporal] acabou sendo”, disse o pesquisador
co-líder&amp;nbsp;Nicolas DeBeaubien&amp;nbsp;, pesquisador de pós-doutorado na
Universidade da Califórnia, Santa Barbara (UCSB). “Depois que acertamos todos
os parâmetros, os resultados foram inegavelmente claros.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Os mosquitos são um dos
principais transmissores de doenças infecciosas no mundo, disseram
pesquisadores em notas de contexto.A malária transmitida por mosquitos causa
mais de 400.000 mortes a cada ano. Os insetos também espalham mais de 100
milhões de casos de dengue, febre amarela, Zika e outras doenças anualmente. Os
insetos usam uma variedade de meios diferentes para encontrar humanos,
incluindo sua própria visão e sensores que eles desenvolveram para detectar o
hálito e o odor exalado das pessoas. No entanto, esses meios não são
individualmente precisos. A visão dos mosquitos é notoriamente ruim, e ventos
fortes ou movimentos rápidos de um humano podem atrapalhar seu rastreamento de
traços químicos como dióxido de carbono da respiração exalada. Então, os
pesquisadores levantaram a hipótese de que os mosquitos poderiam estar usando
outra maneira de ajudar a encontrar humanos: o calor corporal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Para testar a importância do
calor corporal, pesquisadores colocaram mosquitos fêmeas em uma gaiola dividida
em duas zonas. Cada zona foi exposta a odores humanos e dióxido de carbono, mas
apenas uma zona também foi exposta à radiação infravermelha, produzindo calor
semelhante à temperatura da pele. Os pesquisadores descobriram que adicionar
calor infravermelho dobrou a atividade de busca de hospedeiros dos insetos, e
esse calor continuou sendo um meio eficaz de detectar humanos a até 60 cm de
distância. “Mas nenhuma dica isoladamente estimula a atividade de busca de
hospedeiros”, observou o pesquisador sênior&amp;nbsp;Craig Montell&amp;nbsp;, professor
de biologia molecular, celular e de desenvolvimento da UCSB. “É somente no
contexto de outras dica, como CO2 elevado e odor humano que [o calor
infravermelho] faz a diferença.” De fato, os testes mostraram que o calor por
si só não teve impacto na capacidade dos mosquitos de encontrar um alvo,
observaram os pesquisadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Olhando mais de perto a biologia
dos mosquitos, os pesquisadores descobriram que as pragas têm neurônios
sensíveis ao calor nas pontas de suas antenas. Cortar essas pontas eliminou a
capacidade dos mosquitos de detectar calor. Os resultados mostraram que o
bloqueio de uma proteína sensível à temperatura nas antenas, chamada TPRA1,
também eliminou a sensibilidade dos mosquitos ao calor. Essas descobertas podem
ser usadas para construir uma armadilha melhor para mosquitos, adicionando
calor a outros estímulos que atrairiam as pragas, disseram os pesquisadores. Esses
resultados também explicam por que roupas largas ajudam a prevenir picadas de
mosquitos. Não só impedem que os insetos cheguem à nossa pele, mas as roupas
largas também interferem na capacidade deles de encontrar calor corporal. “Apesar
do seu tamanho diminuto, os mosquitos são responsáveis ​​por
mais mortes humanas do que qualquer outro animal”, DeBeaubien observou em um
comunicado de imprensa da UCSB. “Nossa
pesquisa aumenta a compreensão
de como os mosquitos atacam os humanos e oferece novas possibilidades para
controlar a transmissão
de doenças
transmitidas por mosquitos.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.usnews.com/"&gt;https://www.usnews.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span face="Arial Narrow, sans-serif"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/08/voce-sabia-que-os-mosquitos-encontram.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO_Psbq6mGsp71KS5TcnI7E61PrPXO6tVBynSpfsY2SQGvMTrfVGQ425DM6JxmBSjKUk_G_ckU03SS9Zp-1sX97MjC98RQjT07phNtIWx649g0RtiiFPVNylG-XhNRnLLcaxHKAaVxe6UGZeqZ1EE_ZV-LRRcQA6daTedMGwz3kwGOlQyaFcwMDPxEbtI/s72-w377-h212-c/mosquitos.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-445834946742259191</guid><pubDate>Mon, 29 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-29T07:30:00.125-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Plásticos</category><title>Partículas de plástico entram em múltiplas fontes de nutrição</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4gHyMuanbGsjilZJG4h4lD9g-zxNO6xt3OYCHDXZlRarORuEUyL-2kSZsUVnT-ZHr3Raz1xrFhtW88qEErNjw0SQ0OgahYW2kVnms4hbLlKIwp2u3M9ADCD-GABsTTlc0wyvqrhRLkUOK0d9cQwn_8mAvMG5whBGnW9M5YeB7P1V3uSHK8pBwCr5h3hw/s634/Microspl%C3%A1sticos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="358" data-original-width="634" height="232" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4gHyMuanbGsjilZJG4h4lD9g-zxNO6xt3OYCHDXZlRarORuEUyL-2kSZsUVnT-ZHr3Raz1xrFhtW88qEErNjw0SQ0OgahYW2kVnms4hbLlKIwp2u3M9ADCD-GABsTTlc0wyvqrhRLkUOK0d9cQwn_8mAvMG5whBGnW9M5YeB7P1V3uSHK8pBwCr5h3hw/w410-h232/Microspl%C3%A1sticos.jpg" width="410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Estudos
demonstraram que os plásticos estão tão arraigados na cadeia alimentar do
oceano que contaminaram os corpos de criaturas vivas, do zooplâncton à lagosta,
caranguejo e peixe&amp;nbsp;— todas criaturas comidas por outros animais mais acima
na cadeia alimentar. Enquanto as micropartículas menores de plástico ameaçam as
vidas das criaturas marinhas e daqueles que as comem, o mesmo acontece com os
pedaços maiores de plástico no oceano. A suposição é que o consumo de plásticos
e as toxinas que são absorvidas pelos plásticos no ambiente são perigosas para
sua saúde. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Por si só, partículas de
plástico são perigosas quando ingeridas. No entanto,&amp;nbsp;os animais marinhos&amp;nbsp;enfrentam
um perigo duplo, pois essas partículas de plástico atraem e absorvem toxinas
químicas. Em um estudo exclusivo da University of California Davis,pesquisadores
avaliaram as taxas de cinco dos plásticos mais comumente usados &lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;​​&lt;/span&gt;que absorveram produtos qu&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;í&lt;/span&gt;micos da &lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;gua do oceano. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ao colocar pellets de cada tipo diferente de
plástico em sacos de malha amarrados nas docas dos locais de estudo, os
pesquisadores conseguiram medir a quantidade de poluentes orgânicos
persistentes absorvidos pelos plásticos. Eles descobriram que a maior
contaminação foi absorvida pelos dois tipos de plástico usados &lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;​​&lt;/span&gt;no maior n&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ú&lt;/span&gt;mero de produtos. Liderados pela doutoranda Chelsea Rochman, os
pesquisadores esperavam que os pellets de pl&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;stico
absorvessem quantidades crescentes de contaminantes por v&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;rios meses at&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;é&lt;/span&gt; atingirem a
satura&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;çã&lt;/span&gt;o. No entanto, eles descobriram que levou
entre 20 e 44 meses para que os pellets de pl&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;stico
parassem de absorver toxinas. Rochman comentou:&lt;i&gt;"Ficamos surpresos que,
mesmo depois de um ano, alguns plásticos continuassem a absorver contaminantes.
À medida que o plástico continua a se degradar, ele está potencialmente se
tornando mais e mais perigoso para os organismos, pois eles absorvem mais e
mais contaminantes."&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Micropartículas
de plástico associadas à toxicidade hepática&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Outro estudo
demonstrou que o acúmulo de poluentes químicos absorvidos em micropartículas
plásticas aumenta a toxicidade hepática e a patologia nos animais marinhos que
os comem. Quando os peixes foram alimentados com partículas plásticas similares
que não absorveram toxinas químicas adicionais, eles também mostraram sinais de
estresse, mas significativamente menos severos do que aqueles alimentados com
fragmentos carregados de produtos químicos. A bioacumulação de plásticos e
toxinas é comum em animais marinhos, pois tanto os plásticos quanto os
contaminantes são resistentes à degradação metabólica ou mecânica. Em outro
estudo avaliando a presença de microfibras na&amp;nbsp;água da torneira, pesquisadores
descobriram que 83% das amostras coletadas de uma dúzia de nações diferentes
estavam contaminadas com fibras plásticas. Os EUA tiveram a maior taxa de
contaminação; fibras plásticas foram encontradas em 94% dos locais amostrados,
incluindo os prédios do Congresso, a sede da Agência de Proteção Ambiental dos
EUA e a Trump Tower em Nova York.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://articles.mercola.com/"&gt;https://articles.mercola.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/particulas-de-plastico-entram-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4gHyMuanbGsjilZJG4h4lD9g-zxNO6xt3OYCHDXZlRarORuEUyL-2kSZsUVnT-ZHr3Raz1xrFhtW88qEErNjw0SQ0OgahYW2kVnms4hbLlKIwp2u3M9ADCD-GABsTTlc0wyvqrhRLkUOK0d9cQwn_8mAvMG5whBGnW9M5YeB7P1V3uSHK8pBwCr5h3hw/s72-w410-h232-c/Microspl%C3%A1sticos.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-1148143855741115985</guid><pubDate>Sun, 28 Jul 2024 15:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-28T12:02:00.121-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><title>Por que é mais difícil para algumas pessoas ganhar músculos do que para outras?</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHkPc4ZDOnuPgdBPOApPt3HGdRJJ73ckD1zJix4ku6dtLNAkSKA-2ZIhMCKOBzxhmy2ZUCvI1-ObZyF-Av8wgdZhwS7fImsV1eVR8lOmsYEmZhhrh3sj1HBbU0ktOtNC46GFBH9kZs14VmADe_tf-s0NWbrS5d_2LSHF5szGJHGzW54yzemkb2EKN8WEs/s740/musculos.webp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="416" data-original-width="740" height="238" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHkPc4ZDOnuPgdBPOApPt3HGdRJJ73ckD1zJix4ku6dtLNAkSKA-2ZIhMCKOBzxhmy2ZUCvI1-ObZyF-Av8wgdZhwS7fImsV1eVR8lOmsYEmZhhrh3sj1HBbU0ktOtNC46GFBH9kZs14VmADe_tf-s0NWbrS5d_2LSHF5szGJHGzW54yzemkb2EKN8WEs/w423-h238/musculos.webp" width="423" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Se você está
procurando ganhar massa muscular, uma rápida pesquisa na internet dirá para
você "aumentar" em uma dieta rica em calorias e proteínas,
desafiar-se progressivamente com pesos mais pesados &lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;​​&lt;/span&gt;e descansar entre os treinos. Mas voc&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ê&lt;/span&gt; j&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt; se perguntou como essas medidas
realmente aumentam o tamanho de sua musculatura? Seja voc&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ê&lt;/span&gt; um novato frequentador de academia ou um fisiculturista
experiente, aprender a biologia do crescimento do m&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ú&lt;/span&gt;sculo
esquel&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;é&lt;/span&gt;tico pode ajud&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;-lo a
entender o processo no n&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;í&lt;/span&gt;vel celular.&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; Todos
podem se beneficiar do&amp;nbsp;treinamento com pesos, mesmo que ficar definido não
seja seu objetivo final. Você&amp;nbsp;perde massa muscular com a idade, e se torna
extremamente difícil reverter o curso da fragilidade que você tem, disse&amp;nbsp;Kevin
Murach,&amp;nbsp;que pesquisa crescimento muscular na Universidade de Arkansas. O
crescimento ocorre quando as células no músculo produzem, ou sintetizam, novas
proteínas mais rápido do que as proteínas existentes são quebradas. A tensão do
levantamento de peso e outros exercícios nos quais você levanta ou puxa contra
a resistência aciona a síntese. O dano muscular que ocorre durante o exercício
e leva à dor também pode desencadear o crescimento, dando credibilidade à frase
"sem dor, sem ganho".&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Mas se você
não está acostumado a se exercitar ou se você faz treinamento de alta
intensidade, os músculos podem sofrer muito dano e uma quantidade significativa
de síntese será usada para reparar fibras musculares quebradas e para limpar
a&amp;nbsp;inflamação&amp;nbsp;durante o descanso, em vez de bombear os músculos,
explicou Murach. Focar em contrações concêntricas, nas quais o músculo encurta
conforme a resistência é aplicada, mais do que nas excêntricas, nas quais o
músculo se alonga, pode maximizar a tensão e minimizar o dano, ele
sugeriu.&amp;nbsp; Dentro das fibras musculares individuais, algumas proteínas,
como o&amp;nbsp;alvo mamífero da rapamicina (mTOR)&amp;nbsp;, são ativadas pela&amp;nbsp;tensão&amp;nbsp;e
dão suporte ao crescimento promovendo a síntese de proteína muscular. Outras
proteínas, como&amp;nbsp;a miostatina&amp;nbsp;, mantêm o crescimento muscular sob
controle.&amp;nbsp; Alguns animais suprimem geneticamente a miostatina e, assim,
maximizam seus ganhos, incluindo alguns cães de corrida incrivelmente
musculosos chamados&amp;nbsp;whippets "valentões"&amp;nbsp;. "As pausas
são retiradas do crescimento muscular, então o músculo se torna muito
grande", disse Murach. Em pessoas, o treinamento de resistência regular
reduz a quantidade de miostatina secretada pelas células musculares ao longo do
tempo, ele acrescentou, o que pode levar a ganhos mais rápidos. As fibras
musculares são células musculares tubulares. Ao contrário de outros tipos de
células do corpo, elas contêm múltiplos núcleos,&amp;nbsp;nenhum dos quais pode se dividir.
Embora a síntese de proteínas possa aumentar a massa muscular, esses núcleos
não divisíveis limitam o potencial de crescimento muscular. As células-tronco
musculares chamadas&amp;nbsp;células satélite&amp;nbsp;compensam isso doando seus
núcleos para fibras musculares em crescimento. Você perde células satélites à
medida que envelhece, o que pode ser uma das razões pelas quais é mais difícil
recuperar massa muscular em seus últimos anos. Mas essa perda pode ser
parcialmente compensada pelo exercício, o que faz com que as células satélites
proliferem.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Como a
genética afeta o crescimento muscular?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Você já se
perguntou por que algumas pessoas têm dificuldade para ver resultados, mesmo
que aumentem a proteína e puxam ferro até seus limites? O crescimento muscular
também é controlado por fatores genéticos.&amp;nbsp; Todos têm uma mistura variável
de&amp;nbsp;dois tipos de fibras musculares&amp;nbsp;que são especializadas para
exercícios diferentes. As fibras de contração rápida são voltadas para
movimentos poderosos e explosivos, enquanto as fibras de contração lenta dão
suporte a exercícios sustentados de resistência e estabilização das articulações.
As fibras de contração rápida crescem mais prontamente do que as de contração
lenta, então pessoas que lutam para ganhar massa muscular podem ter uma
proporção menor delas.&amp;nbsp; Embora a proporção seja amplamente predeterminada
geneticamente, Murach disse que "ela pode mudar — você não está preso ao
que tem". Focar no levantamento de peso em vez do treinamento de
resistência pode tornar as fibras de contração rápida dominantes, mas essas
mudanças são localizadas nos músculos que você treina, ele explicou. As
diferenças de sexo também podem afetar o crescimento muscular. O hormônio
"masculino" testosterona aumenta a síntese de proteínas e ativa
células satélites. Os níveis mais altos de testosterona que os membros do sexo
masculino experimentam durante a puberdade podem explicar por que os homens
geralmente têm mais massa muscular do que as mulheres na linha de base. Mas
quando os adultos são colocados nos mesmos programas de levantamento de peso,
seus ganhos em relação ao seu tamanho tendem a ser equivalentes entre os sexos,
disse Murach, porque as explosões transitórias de testosterona que ocorrem com
o exercício&amp;nbsp;não contribuem maciçamente para o crescimento.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ribossomos —
as máquinas moleculares que sintetizam proteínas — foram recentemente
identificados como outro fator genético potencial por trás dos ganhos
musculares. Devido a diferenças genéticas, as pessoas possuem diferentes&amp;nbsp;tipos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;quantidades&amp;nbsp;de
ribossomos, o que pode afetar os níveis de síntese de proteínas e os tipos de
proteínas musculares produzidas. Esses fatores genéticos podem sobrecarregar
injustamente alguns frequentadores de academia, dificultando o ganho de massa
muscular. A notícia encorajadora é que várias linhas de evidência — incluindo
que você pode diminuir a miostatina, proliferar células satélite e ajustar sua
proporção de fibras musculares — sugerem que os músculos de todos podem ser
adaptados para crescer&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/por-que-e-mais-dificil-para-algumas.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHkPc4ZDOnuPgdBPOApPt3HGdRJJ73ckD1zJix4ku6dtLNAkSKA-2ZIhMCKOBzxhmy2ZUCvI1-ObZyF-Av8wgdZhwS7fImsV1eVR8lOmsYEmZhhrh3sj1HBbU0ktOtNC46GFBH9kZs14VmADe_tf-s0NWbrS5d_2LSHF5szGJHGzW54yzemkb2EKN8WEs/s72-w423-h238-c/musculos.webp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-6898092550923646491</guid><pubDate>Sat, 27 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-27T07:30:00.117-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entendendo a mente humana</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><title>O que causa o rubor? A ciência finalmente revela a resposta</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOUSqc-Ke1HsJJl7dll8aQktUHf6I5pJH_Y0ql0XmXk-MP-ntohyettnXVcpH54fbpq-raPYq2b2-nCOHhmDIOUHQFZ1nbfQeUTFgPjK6vdxyK2xQ-9-kcH0ffdFLr4d6E3CktOtFgz-xRVeG_j5caFFW6vaD_FhTXhmSD3FdMEyxFatbOKwjalw45W6g/s640/Ficar%20vermelho%20de%20vergonha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="404" data-original-width="640" height="248" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOUSqc-Ke1HsJJl7dll8aQktUHf6I5pJH_Y0ql0XmXk-MP-ntohyettnXVcpH54fbpq-raPYq2b2-nCOHhmDIOUHQFZ1nbfQeUTFgPjK6vdxyK2xQ-9-kcH0ffdFLr4d6E3CktOtFgz-xRVeG_j5caFFW6vaD_FhTXhmSD3FdMEyxFatbOKwjalw45W6g/w393-h248/Ficar%20vermelho%20de%20vergonha.jpg" width="393" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Cientistas
finalmente descobriram o que causa o rubor — e decifraram o código colocando
intencionalmente os voluntários do estudo em situações embaraçosas. Em um novo
estudo não convencional, publicado em 17 de julho no periódico&amp;nbsp;Proceedings
of the Royal Society B&amp;nbsp;, pesquisadores pediram a 40 adolescentes e jovens
mulheres para cantarem karaokê enquanto eram filmadas. As voluntárias do estudo
cantaram quatro músicas notoriamente difíceis de cantar: "All I Want for
Christmas Is You" de Mariah Carey; "All the Things You Said" de
tATu; "Hello" de Adele; e "Let It Go" de "Frozen"
da Disney. Após a sessão de gravação, os pesquisadores escanearam os cérebros
dos voluntários usando ressonância magnética funcional (fMRI), que mede
indiretamente a atividade cerebral rastreando o fluxo sanguíneo através do
órgão. Durante a fMRI, os participantes viram as gravações de seus cantos, bem
como as de outro participante que cantava em um nível comparável ao deles. Eles
também assistiram às gravações de um cantor profissional de idade semelhante
tocando as músicas. Para tornar as coisas potencialmente mais embaraçosas, os
pesquisadores também disseram aos participantes que um público assistiria à
própria gravação com eles. Além de monitorar a atividade dos neurônios no&amp;nbsp;cérebro&amp;nbsp;dos
participantes, os pesquisadores mediram o quanto a temperatura das bochechas
dos voluntários aumentou — um indicador do nível de rubor. A equipe descobriu
que os voluntários coravam mais quando assistiam a si mesmos em vez de outras
pessoas cantando. E, no geral, quanto mais uma pessoa corava, maior era a
atividade dos neurônios em seu cerebelo. O cerebelo é uma região do cérebro que&amp;nbsp;controla
o movimento e a coordenação. No entanto, pesquisas recentes sugerem que ele
também pode estar envolvido no&amp;nbsp;processamento emocional, entre outras
funções. Especificamente, os pesquisadores viram alta ativação em parte do
cerebelo chamada lóbulo V, que já havia demonstrado desempenhar um&amp;nbsp;papel
na emoção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Outra região
do cérebro que se iluminou em participantes que coraram enquanto assistiam a si
mesmos foi uma envolvida nos estágios iniciais do processamento visual. Os
pesquisadores dizem que isso implica que o rubor está ligado não apenas ao
processamento emocional, mas também aos circuitos cerebrais que ajudam a
direcionar a atenção de uma pessoa. Em outras palavras, vídeos que induzem ao
rubor de um determinado participante parecem despertar a atenção dessa pessoa
mais do que vídeos de outros, eles teorizaram. Por outro lado, a equipe não
encontrou nenhuma associação entre o rubor e a ativação das chamadas regiões
cerebrais de alta ordem — as partes do cérebro que nos permitem completar
tarefas cognitivas complexas, incluindo&amp;nbsp;dar sentido a nós mesmos e aos outros. "Com
base nisso, concluímos que pensar sobre os pensamentos dos outros pode não ser
necessário para que o rubor ocorra", disse a principal autora do
estudo,&amp;nbsp;Milica Nikolic&amp;nbsp;, professora assistente em psicopatologia do
desenvolvimento na Universidade de Amsterdã, em uma&amp;nbsp;declaração&amp;nbsp;.
"O rubor pode ser parte da excitação automática que você sente quando é
exposto e há algo que é relevante para si mesmo", disse Nikolic.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os
pesquisadores acrescentaram em seu artigo que o rubor pode ser
"desencadeado por uma onda repentina de alerta quando exposto
socialmente". Eles argumentaram que é provavelmente uma reação emocional
espontânea, e não algo que surge de uma autorreflexão mais elevada, como pensar
ativamente sobre como os outros o percebem. A equipe reconheceu várias
limitações do estudo. Por exemplo, eles avaliaram o rubor apenas observando as
mudanças na temperatura da bochecha. Usar métricas adicionais, como medir o
fluxo sanguíneo no rosto, poderia fornecer mais detalhes sobre esse processo. No
futuro, a equipe deseja estudar o rubor em diferentes cenários e em coortes
mais diversas. Uma possível via de pesquisa seria ver se as mesmas descobertas
podem ser replicadas em crianças mais novas que ainda não desenvolveram
habilidades cognitivas mais complexas. Eles disseram que entender mais sobre
como o rubor surge também pode esclarecer por que algumas pessoas com
transtornos de ansiedade desenvolvem medo de corar. "Quando entendemos os
mecanismos do rubor, podemos lidar melhor com o medo de corar também",
disse Nikolic.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/o-que-causa-o-rubor-ciencia-finalmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOUSqc-Ke1HsJJl7dll8aQktUHf6I5pJH_Y0ql0XmXk-MP-ntohyettnXVcpH54fbpq-raPYq2b2-nCOHhmDIOUHQFZ1nbfQeUTFgPjK6vdxyK2xQ-9-kcH0ffdFLr4d6E3CktOtFgz-xRVeG_j5caFFW6vaD_FhTXhmSD3FdMEyxFatbOKwjalw45W6g/s72-w393-h248-c/Ficar%20vermelho%20de%20vergonha.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-5204873116532387018</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-26T07:30:00.119-03:00</atom:updated><title>Novos estudos mostram que o Tiranossauro rex era uma máquina mortífera de quinze toneladas</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSlVovBK9leLW4L5nh6yExw1ifa7ElJQRT-9P6bW-UZAjFAijl2BKMzYZTxtnt6ENlue7Eh2DXyp-QVE-05VdJCMEiEBm25lWH9fQX75UD6aGse44M_zkbNmeIQZkXUPHtS_c7veYFQu-DaseQ31d0O9ELuY1NMJXRH-rrb6Pl2URBEVuh0J1W2J1R9WQ/s640/Dinossauro.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="360" data-original-width="640" height="216" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSlVovBK9leLW4L5nh6yExw1ifa7ElJQRT-9P6bW-UZAjFAijl2BKMzYZTxtnt6ENlue7Eh2DXyp-QVE-05VdJCMEiEBm25lWH9fQX75UD6aGse44M_zkbNmeIQZkXUPHtS_c7veYFQu-DaseQ31d0O9ELuY1NMJXRH-rrb6Pl2URBEVuh0J1W2J1R9WQ/w384-h216/Dinossauro.jpeg" width="384" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Um novo
estudo está desafiando nossa compreensão desses gigantes pré-históricos. O Dr.
Jordan Mallon e o Dr. David Hone, paleontólogos renomados, usaram modelagem
computacional para explorar o tamanho máximo possível do icônico&amp;nbsp;&lt;i&gt;Tyrannosaurus
Rex&lt;/i&gt;&amp;nbsp;. E acontece que o T. rex era maior do que pensávamos.
Surpreendentemente, o modelo estima que o maior T. rex poderia ter sido 70%
mais pesado e 25% mais longo do que os maiores espécimes identificados até
agora.&amp;nbsp; “Nosso estudo sugere que, para grandes animais fósseis como o T.
rex, realmente não temos ideia do registro fóssil sobre os tamanhos absolutos
que eles podem ter alcançado. É divertido pensar em um T. rex de 15 toneladas,
mas as implicações também são interessantes de uma perspectiva biomecânica ou
ecológica”, disse Mallon do Museu Canadense da Natureza.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Modelagem
computacional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Restos
fossilizados oferecem aos paleontólogos insights valiosos sobre a vida desses
carnívoros gigantes e o mundo pré-histórico perdido. No entanto, com fósseis
limitados descobertos, os cientistas não têm dados suficientes para determinar
o tamanho máximo de um T. rex, ou mesmo de outras espécies de
dinossauros.&amp;nbsp; É por isso que Mallon e Hone recorreram à modelagem
computacional para descobrir isso. O modelo levou em conta vários fatores,
incluindo tamanho populacional, padrões de crescimento, expectativa de vida e
lacunas no registro fóssil. O&amp;nbsp;T. rex&amp;nbsp;foi escolhido como o sujeito do
modelo porque é um dinossauro amplamente conhecido com inúmeras características
definidas.&amp;nbsp; As simulações de computador indicam que um T. rex excedendo o
tamanho de qualquer fóssil descoberto em 70% em peso e 25% em comprimento pode
ter existido. Embora tal indivíduo fosse excepcionalmente raro, ocorrendo em
apenas um em 2,5 bilhões de animais. Eles descobriram que “os maiores fósseis
conhecidos de T. rex provavelmente estão no 99º percentil, representando o 1%
superior do tamanho corporal”.&amp;nbsp; Para desenterrar o maior T. rex no
extraordinariamente incomum percentil 99,99, os cientistas teriam que escavar
no ritmo atual por mais 1.000 anos.&amp;nbsp; O modelo estima que o T. rex teria um
peso potencial de 15 toneladas, significativamente mais pesado que o recorde
atual de 8,8 toneladas, e um comprimento de 15 metros, comparado ao máximo
conhecido de 12 metros dos registros fósseis.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É raro
encontrar fósseis tão grandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os autores
destacam que há um debate de longa data sobre os maiores animais fósseis. Ele é
complexo devido à escassez de restos completos de dinossauros.&amp;nbsp; Muitas
espécies&amp;nbsp;de dinossauros&amp;nbsp;são registradas por apenas um ou poucos
indivíduos, tornando impossível determinar sua faixa de tamanho usual. Isso
pode criar uma impressão enganosa das dimensões gerais de uma espécie. “É
importante ressaltar que isso não é realmente sobre o T. rex, que é a base do
nosso estudo, mas essa questão se aplicaria a todos os dinossauros e a muitas
outras espécies fósseis. Argumentar sobre 'qual é o maior?' com base em um
punhado de esqueletos realmente não é muito significativo”, disse Hone da Queen
Mary University of London. Apesar do tamanho impressionante dos esqueletos de
dinossauros exibidos em museus, evidências sugerem que indivíduos ainda maiores
dessas espécies existiram. “Alguns ossos e pedaços isolados certamente sugerem
indivíduos ainda maiores do que aqueles para os quais temos esqueletos
atualmente”, disse Hone. No entanto, a probabilidade de paleontólogos
encontrarem os maiores indivíduos de uma espécie de dinossauro é extremamente
pequena.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://onlinelibrary.wiley.com/"&gt;https://onlinelibrary.wiley.com&lt;/a&gt; &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;- &lt;i&gt;Ecology and Evolution.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/novos-estudos-mostram-que-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSlVovBK9leLW4L5nh6yExw1ifa7ElJQRT-9P6bW-UZAjFAijl2BKMzYZTxtnt6ENlue7Eh2DXyp-QVE-05VdJCMEiEBm25lWH9fQX75UD6aGse44M_zkbNmeIQZkXUPHtS_c7veYFQu-DaseQ31d0O9ELuY1NMJXRH-rrb6Pl2URBEVuh0J1W2J1R9WQ/s72-w384-h216-c/Dinossauro.jpeg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-1088780686065020842</guid><pubDate>Thu, 25 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-25T07:30:00.119-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><title>Descoberta de "oxigênio escuro" em pedaços de metal no fundo do mar pode levar a repensar as origens da vida</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqDSeGennsfyjvoI4bpt9uhmtWzuHxZcMrbHUK0tDvwnk-9nF3OB0UlaSlr1ZZmbi1uWKHZWbgU8Zf_sNdotcQ7ZxCKOjA0b6_OrsfTbTa6ydxBDVLSqlL6AnlFtgIXTxjHegkAHv8AyGkP81s1GTWmY-K9chkKJjjdVMKdepFYR7I-mAzbCugfX7Rh1k/s941/oxig%C3%AAnio%20negro.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="520" data-original-width="941" height="225" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqDSeGennsfyjvoI4bpt9uhmtWzuHxZcMrbHUK0tDvwnk-9nF3OB0UlaSlr1ZZmbi1uWKHZWbgU8Zf_sNdotcQ7ZxCKOjA0b6_OrsfTbTa6ydxBDVLSqlL6AnlFtgIXTxjHegkAHv8AyGkP81s1GTWmY-K9chkKJjjdVMKdepFYR7I-mAzbCugfX7Rh1k/w407-h225/oxig%C3%AAnio%20negro.png" width="407" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nódulos
metálicos do tamanho de batatas espalhados pelo fundo do Oceano Pacífico
produzem oxigênio na escuridão total e sem qualquer ajuda de organismos vivos,
revela uma nova pesquisa. A descoberta desse oxigênio do fundo do mar, (chamado
de "oxigênio escuro") desafia o que sabemos sobre o surgimento da
vida na Terra, dizem os pesquisadores, pois é a primeira vez que se observa o
oxigênio sendo gerado sem o envolvimento de organismos. "Quando obtivemos
esses dados pela primeira vez, pensamos que os sensores estavam com defeito,
porque todos os estudos já feitos no fundo do mar só viram oxigênio sendo
consumido em vez de produzido", disse o autor principal do estudo&amp;nbsp;Andrew
Sweetman&amp;nbsp;, professor e líder do grupo de pesquisa em ecologia do fundo do
mar e biogeoquímica da Scottish Association for Marine Science (SAMS), em
uma&amp;nbsp;declaração&amp;nbsp;. Mas quando os instrumentos continuaram mostrando os
mesmos resultados, Sweetman e seus colegas sabiam que "estavam em algo
inovador e impensado", disse ele. Os resultados, publicados na
segunda-feira (22 de julho) no periódico&amp;nbsp;Nature Geoscience&amp;nbsp;, sugerem
que pequenos nódulos metálicos encontrados na Zona Clarion-Clipperton (CCZ) do
Pacífico Norte produzem oxigênio por meio da eletrólise da água do mar, onde a
água do mar se divide em oxigênio e hidrogênio na presença de uma carga
elétrica. Essa carga pode vir da diferença no potencial elétrico que existe
entre os íons metálicos dentro dos nódulos, o que leva a uma redistribuição de
elétrons, de acordo com o estudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os chamados
nódulos polimetálicos são comuns nas planícies abissais do oceano, que são
regiões planas do fundo do mar entre 10.000 e 20.000 pés (3.000 a 6.000 m)
abaixo da superfície do oceano. Esses nódulos contêm principalmente óxidos de
ferro e manganês, mas também contêm metais como cobalto, níquel e lítio, bem
como&amp;nbsp;elementos de terras raras&amp;nbsp;como o cério, que são componentes
essenciais de eletrônicos e tecnologias de baixo carbono. Sweetman e seus
colegas originalmente se propuseram a estudar os impactos potenciais da
mineração de nódulos polimetálicos no ecossistema do fundo do mar na CCZ, uma
planície abissal&amp;nbsp;que abrange 1,7 milhões de milhas quadradas&amp;nbsp;(4,5
milhões de quilômetros quadrados) entre o Havaí e o México. Como parte dessa
avaliação, a equipe mediu mudanças nas concentrações de oxigênio usando câmaras
experimentais especiais em vários locais. Normalmente, os níveis de oxigênio
diminuem quanto mais fundo os cientistas olham no oceano, pois há menos luz
disponível, o que significa que há menos organismos fotossintéticos e,
portanto, menor produção de oxigênio. Mas, em vez do declínio esperado no
oxigênio, os dados mostraram emissões constantes do fundo do mar. A descoberta
de oxigênio escuro 13.000 pés (4.000 m) abaixo das ondas, onde nenhuma luz pode
penetrar, desafia a crença dos cientistas de que o oxigênio da Terra é
produzido naturalmente apenas por meio da&amp;nbsp;fotossíntese&amp;nbsp;(e&amp;nbsp;por
meio da oxidação de amônia&amp;nbsp;, mas isso resulta em pequenas quantidades que
são imediatamente consumidas). Isso, por sua vez, levanta novas questões sobre
as origens da vida na Terra há aproximadamente 3,7 bilhões de anos, disse
Sweetman.&lt;span style="border: solid #E5E7EB 1.0pt; color: #333333; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;,sans-serif; mso-border-alt: solid #E5E7EB .25pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none; padding: 0cm;"&gt;
&lt;/span&gt;"Para que a vida aeróbica comece no planeta, tem que haver oxigênio
e nossa compreensão é que o suprimento de oxigênio da Terra começou com
organismos fotossintéticos", ele disse. "Mas agora sabemos que há
oxigênio produzido no fundo do mar, onde não há luz. Acho que, portanto,
precisamos revisitar questões como: onde a vida aeróbica poderia ter
começado?" Os resultados também levantam novas preocupações sobre a
potencial&amp;nbsp;mineração de nódulos polimetálicos&amp;nbsp;, que podem representar
uma fonte vital de oxigênio para os ecossistemas de águas profundas, disse
Sweetman. "Por meio dessa descoberta, geramos muitas perguntas sem
resposta e ach&lt;/span&gt;o que temos muito o que pensar em termos de como mineramos esses
módulos, que são efetivamente baterias em uma rocha."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.livescience.com/"&gt;https://www.livescience.com/&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/descoberta-de-oxigenio-escuro-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqDSeGennsfyjvoI4bpt9uhmtWzuHxZcMrbHUK0tDvwnk-9nF3OB0UlaSlr1ZZmbi1uWKHZWbgU8Zf_sNdotcQ7ZxCKOjA0b6_OrsfTbTa6ydxBDVLSqlL6AnlFtgIXTxjHegkAHv8AyGkP81s1GTWmY-K9chkKJjjdVMKdepFYR7I-mAzbCugfX7Rh1k/s72-w407-h225-c/oxig%C3%AAnio%20negro.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-2296111742201454119</guid><pubDate>Wed, 24 Jul 2024 15:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-24T12:08:22.577-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Astronomia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espaço</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">NASA</category><title>O Telescópio Espacial James Webb teria realmente encontrado vida fora da Terra? </title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8lcmQyF-UOgtfuAJsCmbv8UOQ7i_UfO_XSoIRjiXW1qXzpbzUPtJTB9rhkik0HzsUaUFZgLWqCFP_sQ0eMW51nJi1z_de-FG4djS6t92QdXTdc8kdK9sj1OLgordZam4et4KP8IuA9i1qqg5RXE5X9qn9lXHddkYaZ98oD23HsWkycNjM6e87BeBYANE/s800/Telesc%C3%B3pio%20Espacial%20James%20Webb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="454" data-original-width="800" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8lcmQyF-UOgtfuAJsCmbv8UOQ7i_UfO_XSoIRjiXW1qXzpbzUPtJTB9rhkik0HzsUaUFZgLWqCFP_sQ0eMW51nJi1z_de-FG4djS6t92QdXTdc8kdK9sj1OLgordZam4et4KP8IuA9i1qqg5RXE5X9qn9lXHddkYaZ98oD23HsWkycNjM6e87BeBYANE/w369-h210/Telesc%C3%B3pio%20Espacial%20James%20Webb.jpg" width="369" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Relatórios
recentes do Telescópio Espacial James Webb (JWST) detectando sinais de vida em
um planeta distante fora do sistema solar são, infelizmente, um tanto
prematuros. Essa é a conclusão de uma pesquisa conduzida por cientistas da
University of California Riverside (UCR).&amp;nbsp; Embora provavelmente desaponte
todos nós ansiosos pela confirmação da&amp;nbsp;vida extraterrestre, isso não
significa que o JWST não encontrará vestígios de vida na atmosfera de um
planeta extrassolar, ou "&amp;nbsp;exoplaneta&amp;nbsp;", no futuro. A
recente empolgação em torno da possível detecção de sinais de vida em um
exoplaneta começou em 2023, quando o JWST detectou potenciais elementos de
"bioassinatura" na&amp;nbsp;atmosfera do exoplaneta K2-18 b, uma&amp;nbsp;super-Terra&amp;nbsp;localizada
a cerca de 120 anos-luz da Terra.&amp;nbsp; Embora muitos&amp;nbsp;exoplanetas sejam extremos,
violentos ou pelo menos "alienígenas" por natureza — sejam eles
atingidos pela radiação intensa de suas estrelas, não tenham uma superfície
sólida ou sejam relíquias congeladas na borda de seus sistemas — K2-18 b era um
alvo tentador na busca por vida porque é bastante semelhante ao nosso planeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Um mundo
oceânico semelhante à Terra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;K2-18 b tem
entre duas e três vezes a largura da Terra com 8,6 vezes a massa do nosso
planeta. Ele também está localizado na&amp;nbsp;zona habitável&amp;nbsp;de sua estrela,
a região nem muito quente nem muito fria para suportar água líquida. O
exoplaneta é, portanto, teorizado como um oceano, ou&amp;nbsp;mundo
"hycean"&amp;nbsp;, repleto de água líquida — um ingrediente vital para a
vida como a conhecemos. Ao contrário da Terra, no entanto, a atmosfera deste
exoplaneta parece ser principalmente hidrogênio em vez de nitrogênio.&amp;nbsp; "Este
planeta recebe quase a mesma quantidade de&amp;nbsp;radiação solar&amp;nbsp;que a
Terra. E se a atmosfera for removida como um fator, K2-18 b tem uma temperatura
próxima à da Terra, o que também é uma situação ideal para encontrar
vida", disse o membro da equipe e cientista do projeto UCR Shang-Min Tsai
em uma declaração. &amp;nbsp;A principal conclusão da investigação de 2023 de K2-18
b, conduzida por cientistas da Universidade de Cambridge usando o&amp;nbsp;Telescópio
Espacial James Webb&amp;nbsp;, foi a descoberta de dióxido de carbono e metano.
Essas moléculas foram detectadas sem traços de amônia, o que indicou que este
deveria ser de fato um mundo hiceano com um vasto oceano sob uma atmosfera rica
em hidrogênio. Mas também havia a sugestão de algo mais — algo muito
emocionante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Há uma
cereja no bolo da super-Terra, mas podemos comê-la?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Como a
detecção do DMS foi inconclusiva, no entanto, até mesmo o líder da equipe da
investigação, o cientista da Universidade de Cambridge Nikku Madhusudhan, pediu
cautela com relação à descoberta do DMS. Ele disse que futuras observações do
JWST seriam necessárias para confirmar sua presença na atmosfera de K2-18 b —
mas nem todos receberam o memorando.&amp;nbsp; No entanto, essa natureza
inconclusiva da detecção do DMS também levou a equipe do UCR a dar continuidade
à detecção. "O sinal DMS do JWST não era muito forte e só apareceu de
certas maneiras ao analisar os dados", disse Tsai. "Queríamos saber
se poderíamos ter certeza do que parecia ser uma dica sobre DMS." O que
essa segunda equipe descobriu com modelos de computador que consideram
atmosferas baseadas em hidrogênio e para a física e química do DMS foi que os
dados originais provavelmente não apontariam para a detecção de DMS. "O
sinal se sobrepõe fortemente ao metano, e achamos que distinguir DMS do metano
está além da capacidade deste instrumento", disse Tsai.&amp;nbsp; Isso
significa que o JWST precisará observar o planeta com instrumentos diferentes
do&amp;nbsp;NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph)&amp;nbsp;e&amp;nbsp;do
NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph)&amp;nbsp;usados ​​para
conduzir a investiga&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;çã&lt;/span&gt;o inicial que detectou ind&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;í&lt;/span&gt;cios de DMS. Felizmente, a equipe de Madhusudhan continua
observando K2&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;–&lt;/span&gt;18 b com o outro instrumento prim&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;á&lt;/span&gt;rio do JWST, o&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;MIRI
(Mid-Infrared Instrument)&amp;nbsp;, à medida que os pesquisadores reúnem mais
informações sobre as condições ambientais no exoplaneta.&amp;nbsp; "As
melhores&amp;nbsp;bioassinaturas em um exoplaneta&amp;nbsp;podem diferir
significativamente daquelas que encontramos mais abundantes na Terra
hoje", disse o líder da equipe e astrobiólogo da UCR Eddie Schwieterman.
"Em um planeta com uma&amp;nbsp;atmosfera rica em hidrogênio&amp;nbsp;, podemos
ter mais probabilidade de encontrar DMS feito por vida em vez de oxigênio feito
por plantas e bactérias como na Terra."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Será que
essa leve decepção é um revés para os cientistas que buscam sinais de vida no
cosmos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Nem pensar — ​​nem ofusca a import&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;â&lt;/span&gt;ncia da investiga&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;çã&lt;/span&gt;o inicial como
um passo &lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;à&lt;/span&gt; frente em nossa compreens&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ã&lt;/span&gt;o dos mundos hiceanos, alguns dos alvos mais promissores nessa
busca. "Por que continuamos explorando o cosmos em busca de sinais de
vida?" Tsai perguntou retoricamente. "Imagine que você está acampando
em Joshua Tree à noite e ouve algo. Seu instinto é acender uma luz para ver o
que há lá fora. É isso que estamos fazendo também, de certa forma."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Default"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.space.com/"&gt;https://www.space.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/o-telescopio-espacial-james-webb-teria.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8lcmQyF-UOgtfuAJsCmbv8UOQ7i_UfO_XSoIRjiXW1qXzpbzUPtJTB9rhkik0HzsUaUFZgLWqCFP_sQ0eMW51nJi1z_de-FG4djS6t92QdXTdc8kdK9sj1OLgordZam4et4KP8IuA9i1qqg5RXE5X9qn9lXHddkYaZ98oD23HsWkycNjM6e87BeBYANE/s72-w369-h210-c/Telesc%C3%B3pio%20Espacial%20James%20Webb.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-9115977082814980674</guid><pubDate>Mon, 22 Jul 2024 13:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-22T10:53:55.514-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Astronomia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">NASA</category><title>Novas evidências se somam às descobertas que sugerem uma rede de cavernas na Lua</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8Jd0h_p87CW-j7kI3y3JPrMPmvJmO-bDepkG4A7F3rgTR0PjB-Vc-MTYKhjrzlW-ETWlhWRMLW6_zrylwWvJVTdn1j2YaFDUwW1Vvhh3zM0VPNAdwnONWFV1-OfO5WQxORtBPSrS68RijfMj7z9fk59_bXZFbDFPMG4VrkMTJi3nJHzbkczftwMnfwJ8/s996/Cavernas%20na%20lua.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="412" data-original-width="996" height="176" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8Jd0h_p87CW-j7kI3y3JPrMPmvJmO-bDepkG4A7F3rgTR0PjB-Vc-MTYKhjrzlW-ETWlhWRMLW6_zrylwWvJVTdn1j2YaFDUwW1Vvhh3zM0VPNAdwnONWFV1-OfO5WQxORtBPSrS68RijfMj7z9fk59_bXZFbDFPMG4VrkMTJi3nJHzbkczftwMnfwJ8/w427-h176/Cavernas%20na%20lua.png" width="427" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Uma equipe
internacional de cientistas usando dados do LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter)
da NASA descobriu evidências de cavernas sob a superfície da Lua. Ao reanalisar
dados de radar coletados pelo&amp;nbsp;instrumento&amp;nbsp;Mini-RF (Miniature
Radio-Frequency) do LRO em 2010, a equipe&amp;nbsp;encontrou evidências de uma
caverna que se estende por&amp;nbsp;mais de 60 metros da base de um poço. O poço
está localizado 370 quilômetros a nordeste do primeiro local de pouso humano na
Lua no Mar da Tranquilidade. A extensão total da caverna é desconhecida, mas
ela pode se estender por quilômetros abaixo do mar. Cientistas suspeitam há
décadas que há cavernas subterrâneas na Lua, assim como há na Terra. Poços que
podem levar a cavernas foram sugeridos em imagens dos orbitadores lunares da
NASA que mapearam a superfície da Lua antes dos pousos humanos da Apollo da
NASA. Um poço foi então confirmado&amp;nbsp;em 2009 a partir de
imagens&amp;nbsp;tiradas pelo orbitador Kaguya da JAXA (Agência de Exploração
Aeroespacial do Japão), e muitos foram encontrados pela Lua desde então por
meio de imagens e medições térmicas da superfície tiradas pela LRO.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='417' height='298' src='https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dzZboQ44qR4mL3J9841PI4kvWVFUPsAetS0jwfLX1RgAbktt8lPhYrCSiXO7KQ19LrYTQ-QtuSakDMaEVZd2w' class='b-hbp-video b-uploaded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;LRO da
NASA descobre que poços lunares abrigam temperaturas confortáveis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;“Agora, a
análise dos dados do radar Mini-RF nos diz até onde essas cavernas podem se
estender”, disse&amp;nbsp;Noah Petro, cientista do projeto LRO baseado no Goddard
Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Poços
lunares podem abrigar astronautas &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Assim como os
“tubos de lava” encontrados aqui na Terra, os cientistas suspeitam que cavernas
lunares se formaram quando lava derretida fluiu abaixo de um campo de lava
resfriada, ou uma crosta se formou sobre um rio de lava, deixando um túnel
longo e oco. Se o teto de um tubo de lava solidificado desaba, ele abre um
poço, como uma claraboia, que pode levar ao resto do tubo em forma de caverna. O
Mini-RF é operado pelo The Johns Hopkins Applied Physics Laboratory em Laurel,
Maryland. O LRO é gerenciado pelo&amp;nbsp;Goddard Space Flight Center da
NASA&amp;nbsp;em Greenbelt, Maryland, para o Science Mission Directorate na sede da
NASA em Washington. Lançado em 18 de junho de 2009, o LRO coletou um tesouro de
dados com seus sete instrumentos poderosos, fazendo uma contribuição
inestimável para o nosso conhecimento sobre a Lua. A NASA está retornando à Lua
com parceiros comerciais e internacionais para expandir a presença humana no
espaço e trazer de volta novos conhecimentos e oportunidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="https://science.nasa.gov/s" style="text-align: justify;"&gt;https://science.nasa.gov/s&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/novas-evidencias-se-somam-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8Jd0h_p87CW-j7kI3y3JPrMPmvJmO-bDepkG4A7F3rgTR0PjB-Vc-MTYKhjrzlW-ETWlhWRMLW6_zrylwWvJVTdn1j2YaFDUwW1Vvhh3zM0VPNAdwnONWFV1-OfO5WQxORtBPSrS68RijfMj7z9fk59_bXZFbDFPMG4VrkMTJi3nJHzbkczftwMnfwJ8/s72-w427-h176-c/Cavernas%20na%20lua.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-3621590745467377094</guid><pubDate>Sun, 14 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-14T07:30:00.122-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dinossauros</category><title>Descoberto fóssil de dinossauro de 200 milhões de anos que já dominou os oceanos</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihcP2oXh98LCLnYYR-2lRTZIjCK1m7NzH88MMa7T2nSA3FBbBaF4gsp0H3qj5iBKpQntP14srm3TMWNqn7viplzDOb6TQwfmr9LUgfvPyKx9KEzqhviydjG8LOWJqQhkB5pH_HiKzT5mB3tbEf0UgIA0nDOjWsQDUc0KEp8SEL9IiZH_nIM0-86xep8Vo/s551/Dinossauro.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="395" data-original-width="551" height="267" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihcP2oXh98LCLnYYR-2lRTZIjCK1m7NzH88MMa7T2nSA3FBbBaF4gsp0H3qj5iBKpQntP14srm3TMWNqn7viplzDOb6TQwfmr9LUgfvPyKx9KEzqhviydjG8LOWJqQhkB5pH_HiKzT5mB3tbEf0UgIA0nDOjWsQDUc0KEp8SEL9IiZH_nIM0-86xep8Vo/w373-h267/Dinossauro.png" width="373" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Ao realizar
uma escavação paleontológica sistemática na Formação Favret, em Nevada,
cientistas tropeçaram em uma espécie completamente nova de um parente extinto
do crocodilo que remonta ao período Triássico Médio. A nova espécie,&amp;nbsp;Benggwigwishingasuchus
eremicarminis,&amp;nbsp;é um crocodilo antigo que viveu ao lado dos ictiossauros
gigantes, que dominaram os oceanos há quase 247,2 e 237 milhões de anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Descoberta
chocante de espécies de dinossauros costeiros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;De acordo com
os Museus de História Natural do Condado de Los Angeles, a descoberta do fóssil
de uma nova espécie foi um “choque” para os cientistas.&amp;nbsp; Isso ocorre
porque a área de escavação é conhecida por fósseis de criaturas marinhas, como
amonites, e répteis marinhos, como o&amp;nbsp;ictiossauro gigante&amp;nbsp;C. youngorum&amp;nbsp;.
O Dr. Nate Smith, principal autor do artigo, e Gretchen Augustyn, diretora e
curadora do Instituto dos Dinossauros do Museu de História Natural do Condado
de Los Angeles, declararam: “Esta nova espécie emocionante demonstra que os
pseudossúquios ocupavam habitats costeiros em nível global durante o Triássico
Médio.”&amp;nbsp; O arcossauro pseudosuchiano, um animal terrestre, foi encontrado
no que hoje é a Formação Favret, em Nevada, EUA.&amp;nbsp; A nova espécie revela
que os pseudossúquios ocuparam habitats costeiros em todo o mundo durante o
Triássico Médio. “Nossa primeira reação foi: que diabos é isso?”, expressou a
coautora Dra. Nicole Klein, da Universidade de Bonn.&amp;nbsp; “Esperávamos
encontrar coisas como répteis marinhos. Não conseguíamos entender como um
animal terrestre poderia acabar tão longe no mar entre os ictiossauros e
amonites. Foi só quando vi pessoalmente o espécime quase completamente
preparado que me convenci de que era realmente um animal terrestre.”&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Primeiro
representante costeiro do Oceano Panthalassan e do hemisfério ocidental&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O Museu
observou que esta descoberta marca o primeiro representante costeiro do Oceano
Panthalassan e do hemisfério ocidental, revelando que esses parentes dos
crocodilos estavam presentes em ambientes costeiros em todo o mundo durante o
Triássico Médio.&amp;nbsp; No entanto, as espécies costeiras não são do mesmo grupo
evolutivo, mas foram descobertos&amp;nbsp;fósseis&amp;nbsp;que indicam que os
pseudossúquios estavam se adaptando à vida ao longo das costas de forma
independente. Smith, descrevendo os cenários, declarou: “Basicamente, parece
que você teve um monte de grupos de arcossauriformes muito diferentes decidindo
mergulhar os pés na água durante o Triássico Médio.” “O interessante é que não
parece que muitos desses 'experimentos independentes' levaram a radiações mais
amplas de grupos semi-aquáticos”, acrescentou. A nomeação da espécie envolveu
uma consulta com um membro da tribo Fallon Paiute Shoshone para homenagear a
herança local e escolher um nome que refletisse tanto seu papel ecológico
quanto seu significado cultural. Os paleontólogos acreditam que as afinidades
evolutivas do B. eremicarminis apontam para que eles tenham alcançado a
diversidade rapidamente após a extinção em massa do Fim do Permiano. As
análises fósseis ainda estão sendo conduzidas para apurar os detalhes. Smith
explicou que um número crescente de descobertas recentes de pseudossúquios do
Triássico Médio indicava que uma quantidade subestimada de diversidade
morfológica e ecológica e de experimentação estava acontecendo no início da
história do grupo.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Fonte: &amp;nbsp;revista&amp;nbsp;–&amp;nbsp;Biology Letters&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/descoberto-fossil-de-dinossauro-de-200.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihcP2oXh98LCLnYYR-2lRTZIjCK1m7NzH88MMa7T2nSA3FBbBaF4gsp0H3qj5iBKpQntP14srm3TMWNqn7viplzDOb6TQwfmr9LUgfvPyKx9KEzqhviydjG8LOWJqQhkB5pH_HiKzT5mB3tbEf0UgIA0nDOjWsQDUc0KEp8SEL9IiZH_nIM0-86xep8Vo/s72-w373-h267-c/Dinossauro.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-4431049417346435309</guid><pubDate>Sat, 13 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-13T07:30:00.138-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Origem da vida</category><title>Um novo estudo afirma que a vida pode ter surgido na Terra há 4,2 bilhões de anos, bem antes do que se acreditava</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNFwiuxReOWQwnHvgBg51sAUKV0FCgmxGVHsznQ-_o28HOJX4dkPjFG8f-NReE1gjLos1sen-6RZMkaQIIWZ5nSwht2GrHQfMG5NQ5KYE_aRX0Zd_zSTVqng8RW8femq4FFVDKoNO5I-gjb3ZeWvuZqmcVXRZSDfuBHBxZR7RSbXjrc4hcpTDFuFkllSU/s640/LUCA.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="360" data-original-width="640" height="229" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNFwiuxReOWQwnHvgBg51sAUKV0FCgmxGVHsznQ-_o28HOJX4dkPjFG8f-NReE1gjLos1sen-6RZMkaQIIWZ5nSwht2GrHQfMG5NQ5KYE_aRX0Zd_zSTVqng8RW8femq4FFVDKoNO5I-gjb3ZeWvuZqmcVXRZSDfuBHBxZR7RSbXjrc4hcpTDFuFkllSU/w407-h229/LUCA.jpeg" width="407" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Uma equipe
internacional de pesquisadores revelou novos insights sobre o ecossistema mais
antigo da Terra e chegou a um resultado surpreendente: a vida pode ter começado
a florescer algumas centenas de milhões de anos após a formação do planeta. O
estudo, publicado sexta-feira na revista&amp;nbsp;Nature Ecology &amp;amp; Evolution&amp;nbsp;,
se concentra em nosso Último Ancestral Comum Universal (LUCA), o hipotético
ancestral comum do qual toda a vida celular moderna descende. Isso inclui
organismos unicelulares, como bactérias, até árvores, moluscos, dinossauros e
humanos. LUCA é considerada a raiz da árvore da vida antes de se ramificar em
Bactérias, Archaea e Eukarya. A equipe comparou genes em genomas de espécies
vivas, rastreando mutações que ocorreram desde que eles compartilhavam um
ancestral em LUCA. Ao alinhar essas linhas do tempo genéticas com registros
fósseis, eles determinaram que LUCA existia há cerca de 4,2 bilhões de anos,
aproximadamente 400 milhões de anos após a formação da Terra. “Não esperávamos
que LUCA fosse tão velho”, disse a Dra. Sandra Álvarez-Carretero, da Escola de
Ciências da Terra da Universidade de Bristol, em uma&amp;nbsp;declaração. “No
entanto, nossos resultados se encaixam com as visões modernas sobre a
habitabilidade da Terra primitiva.” Além disso, a equipe modelou a biologia do
LUCA examinando as características fisiológicas das espécies modernas e
rastreando-as de volta ao LUCA. “A história evolutiva dos genes é complicada
por sua troca entre linhagens”, explica o autor principal Dr. Edmund Moody.
“Temos que usar modelos evolutivos complexos para reconciliar a história
evolutiva dos genes com a genealogia das espécies.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Rastreando
tudo de volta para LUCA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;O que é
notável sobre este estudo é como as impressões digitais genéticas do LUCA ainda
existem nesta ampla diversidade de espécies, o que, à primeira vista, pareceria
irreconciliável. “Uma das vantagens reais aqui é aplicar a abordagem de
reconciliação gene-árvore-espécie-árvore a um conjunto de dados tão diverso que
representa os domínios primários da vida Archaea e Bacteria”, disse o coautor
do estudo, Dr. Tom Williams, da Escola de Ciências Biológicas de Bristol. “Isso
nos permite dizer com alguma confiança e avaliar esse nível de confiança sobre
como o LUCA viveu.” O estudo revelou que o LUCA era um organismo complexo,
semelhante aos procariontes modernos, e tinha um sistema imunológico inicial,
indicando uma batalha antiga com vírus. “Está claro que o LUCA estava
explorando e mudando seu ambiente”, disse o coautor Tim Lenton, da Universidade
de Exeter. “É improvável que ele tenha vivido sozinho; seus resíduos teriam
sido alimento para outros micróbios, criando um ecossistema de reciclagem.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://interestingengineering.com/"&gt;https://interestingengineering.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/um-novo-estudo-afirma-que-vida-pode-ter.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNFwiuxReOWQwnHvgBg51sAUKV0FCgmxGVHsznQ-_o28HOJX4dkPjFG8f-NReE1gjLos1sen-6RZMkaQIIWZ5nSwht2GrHQfMG5NQ5KYE_aRX0Zd_zSTVqng8RW8femq4FFVDKoNO5I-gjb3ZeWvuZqmcVXRZSDfuBHBxZR7RSbXjrc4hcpTDFuFkllSU/s72-w407-h229-c/LUCA.jpeg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-5065920510368903477</guid><pubDate>Fri, 12 Jul 2024 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-12T10:36:52.678-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciências</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><title>Cientistas coreanos desenvolveram uma tecnologia para produzir materiais de construção usando recursos coletados da superfície da Lua</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZh3o9qT3DrDVfcUcE4vL-Sx2nLS6p3krjyvmw2ouRoltYjeSI94m3PelhpykXsYar2fQ46Urq59L6Vm4GEVibDYz1CSVDv4DfVRd7ExHFAVkDC0EmoL01Xa7EaGDQesEF_tX_AEeuoaNxpddlyk2gdqyvNEwuTvoa0rcIkaSBCjYP0T48clPHLXHcqug/s800/Lua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="450" data-original-width="800" height="209" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZh3o9qT3DrDVfcUcE4vL-Sx2nLS6p3krjyvmw2ouRoltYjeSI94m3PelhpykXsYar2fQ46Urq59L6Vm4GEVibDYz1CSVDv4DfVRd7ExHFAVkDC0EmoL01Xa7EaGDQesEF_tX_AEeuoaNxpddlyk2gdqyvNEwuTvoa0rcIkaSBCjYP0T48clPHLXHcqug/w372-h209/Lua.jpg" width="372" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Cientistas do
Instituto Coreano de Engenharia Civil e Tecnologia de Construção (KICT)
desenvolveram uma tecnologia para produzir materiais de construção usando
recursos in situ coletados da superfície da Lua. Essa tecnologia, chamada de
“sinterização por micro-ondas”, pode ajudar a NASA e outras agências espaciais
a estabelecer uma presença humana permanente na Lua.&amp;nbsp; A tecnologia é
essencial para a exploração espacial humana, pois transportar grandes
quantidades de materiais de construção da Terra para a Lua seria muito caro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiVnzd4bhkCfzQKzFIITP9250TwvhZrFv-XGXKuQsMw76BgZeWl9bxQ_8_1VR6Wfwh7yaawChrxKfoiGfQmJNEHGxaUyh4tONjj0cbzNstKwAq1uExbZPfmY9Q3fvISivl9b9W1f9642c4TfDxAH0Kj67lBjXtU4JrigI49gHXIURouUqkMg3-RNAdMAo/s630/Tijolo%20lunar.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="490" data-original-width="630" height="291" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiVnzd4bhkCfzQKzFIITP9250TwvhZrFv-XGXKuQsMw76BgZeWl9bxQ_8_1VR6Wfwh7yaawChrxKfoiGfQmJNEHGxaUyh4tONjj0cbzNstKwAq1uExbZPfmY9Q3fvISivl9b9W1f9642c4TfDxAH0Kj67lBjXtU4JrigI49gHXIURouUqkMg3-RNAdMAo/w374-h291/Tijolo%20lunar.png" width="374" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Tijolos espaciais podem ajudar a construir
bases lunares&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;O recurso mais abundante na superfície da
Lua é o regolito lunar, que é essencialmente rocha e solo. Ele é composto de
partículas finas e pode ser sinterizado usando calor – o que significa que pode
se transformar em um material sólido sem derreter. A equipe de pesquisa do
KICT, liderada pelo Dr. Hyu-Soung, Shin, usou sinterização por micro-ondas para
produzir blocos semelhantes a tijolos a partir de regolito lunar simulado. Em
seus experimentos, eles aqueceram o material e então o compactaram. Durante o
processo de sinterização por micro-ondas, pontos quentes e frios podem se
formar. Isso leva a uma fuga térmica localizada. Isso dificulta o aquecimento
uniforme. Para resolver o problema, os pesquisadores prepararam um programa de
aquecimento gradual com temperatura e tempo de permanência específicos.&amp;nbsp; Outra
questão que eles tiveram que resolver foi o problema da água encontrada no
regolito lunar. Aquecer água e outros materiais voláteis encontrados no
regolito pode causar rachaduras internas durante o processo de sinterização. A
equipe mitigou esse problema usando simulador de regolito lunar pré-aquecido
sob condições de vácuo de 250 °C durante seus experimentos.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzbJAOh-O5Tv8BUQ9unpmUURPdTNEfFUm3bnFuWZNe6Iyf0haLIuQ754A03OF0_bwdnTqgqvYg2eXHpEwk-Zkhu9Ny_dNelDOswhNghBD9lyLhg8HiRsZTkBcD8s2PezeqO2WpG7hvDbOF4v_ZfXz1d-unc8Jpy7UG1uh1ggty9g6Qm3VIeFdvcgh01OI/s639/Tijolo%20Lunar02.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="639" data-original-width="561" height="341" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzbJAOh-O5Tv8BUQ9unpmUURPdTNEfFUm3bnFuWZNe6Iyf0haLIuQ754A03OF0_bwdnTqgqvYg2eXHpEwk-Zkhu9Ny_dNelDOswhNghBD9lyLhg8HiRsZTkBcD8s2PezeqO2WpG7hvDbOF4v_ZfXz1d-unc8Jpy7UG1uh1ggty9g6Qm3VIeFdvcgh01OI/w299-h341/Tijolo%20Lunar02.png" width="299" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Planejamento
para habitações na Lua e em Marte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Para avaliar
o material após o processo de sinterização, a equipe perfurou os tijolos
espaciais em locais específicos. De acordo com um&amp;nbsp;comunicado à imprensa&amp;nbsp;,
a densidade média, a porosidade e a resistência à compressão de cada uma das
amostras perfuradas foram de aproximadamente 2,11 g/cm³, 29,23% e 13,66 MPa,
respectivamente. Como seria de se esperar, a equipe agora pretende testar seu
material em condições espaciais. De acordo com o Dr. Shin, “Muitos estudos
anteriores de construção espacial relacionados à tecnologia de sinterização por
micro-ondas resultaram em corpos sinterizados pequenos ou heterogêneos”. O
trabalho de sua equipe tem o potencial de escalar a tecnologia para grandes
projetos espaciais. Isso pode ser essencial para o programa Artemis da NASA,
que visa enviar humanos de volta à Lua pela primeira vez desde a Apollo 17 em
1972. A NASA planeja então construir uma base permanente na Lua que serviria
como um trampolim para a eventual colonização humana de Marte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte:&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; &lt;a href="https://interestingengineering.com/"&gt;https://interestingengineering.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/cientistas-coreanos-desenvolveram-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZh3o9qT3DrDVfcUcE4vL-Sx2nLS6p3krjyvmw2ouRoltYjeSI94m3PelhpykXsYar2fQ46Urq59L6Vm4GEVibDYz1CSVDv4DfVRd7ExHFAVkDC0EmoL01Xa7EaGDQesEF_tX_AEeuoaNxpddlyk2gdqyvNEwuTvoa0rcIkaSBCjYP0T48clPHLXHcqug/s72-w372-h209-c/Lua.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-2582891114846744493</guid><pubDate>Wed, 03 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-03T07:30:00.115-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Novidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><title>Nova descoberta sobre os estromatólitos, que representam o registro geológico mais antigo de vida na Terra que se conhece</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsfnVpUK5_SkZqJTLORdfyYl_4l0cSgZsnnhlaFzy8TG_lKsjkrixxpSEGw2j_ss1o3viPLPjXfIE2DBSoVZ9g-fJBpEOaJi1R7o9Xc5bzzd4kT5d-trPIV-EepvhtKHxS9ReSCKA_ByQNqY44qOUx79f7ExxfUZEkLHo-_YdCuK-_wCJswTJYGQkhOQk/s549/estromat%C3%B3litos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="397" data-original-width="549" height="248" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsfnVpUK5_SkZqJTLORdfyYl_4l0cSgZsnnhlaFzy8TG_lKsjkrixxpSEGw2j_ss1o3viPLPjXfIE2DBSoVZ9g-fJBpEOaJi1R7o9Xc5bzzd4kT5d-trPIV-EepvhtKHxS9ReSCKA_ByQNqY44qOUx79f7ExxfUZEkLHo-_YdCuK-_wCJswTJYGQkhOQk/w344-h248/estromat%C3%B3litos.jpg" width="344" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Os estromatólitos representam
o registro geológico mais antigo de vida na Terra que se conhece. Essas
curiosas estruturas bióticas são feitas de tapetes de algas que crescem em
direção à luz e precipitam compostos químicos chamados carbonatos. Depois de sua
primeira aparição na Terra, datada de 3,48 bilhões de anos, os estromatólitos
dominaram o planeta como a única fábrica viva de carbonato durante quase três
bilhões de anos. Os estromatólitos também são parcialmente responsáveis pelo
Grande Evento de Oxigenação, que mudou drasticamente a composição da nossa
atmosfera ao introduzir o gás que respiramos. Esse oxigênio inicialmente
eliminou os competidores dos estromatólitos, permitindo sua proliferação no
período Arqueano e no início do Proterozoico.No entanto, à medida que mais
formas de vida adaptaram seu metabolismo a uma atmosfera oxigenada, os
estromatólitos começaram a declinar, aparecendo no registro geológico apenas
após extinções em massa ou em ambientes extremos - hoje sabemos que a&amp;nbsp;vida
na Terra não emergiu pelo aumento do oxigênio atmosférico, como se acreditou
durante muito tempo. "As bactérias estão sempre por perto, mas normalmente
não têm a oportunidade de produzir estromatólitos," explica o professor
Volker Vahrenkamp, da Universidade Rei Abdullah de Ciência e Tecnologia, na
Arábia Saudita. "Eles são amplamente superados pelos corais."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Estromatólitos vivos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Nos tempos modernos, os
estromatólitos são relegados a nichos de ambientes extremos, como ambientes
marinhos hipersalinos (por exemplo na Baía dos Tubarões, na Austrália) e lagos
alcalinos. Até recentemente, o único análogo moderno conhecido dos ambientes
marinhos rasos e biologicamente diversos, onde a maioria dos estromatólitos
proterozoicos se desenvolveu, eram as Ilhas Exuma, nas Bahamas. Isto é, até
Vahrenkamp e seus colegas descobrirem estromatólitos vivos na Ilha Sheybarah,
na plataforma nordeste do Mar Vermelho, na Arábia Saudita. A equipe estava
estudando estruturas de tendas - cúpulas com crostas de sal tão extensas que
podem ser vistas do espaço - quando se deparou com um inesperado campo de
estromatólitos. A descoberta é surpreendente, e na verdade só foi registrada porque
Vahrenkamp é um dos poucos estudiosos dos estromatólitos nas Bahamas, o que foi
essencial para que ele os reconhecesse. "Quando pisei neles, eu
sabia o que eram," disse o pesquisador. "São 2.000 km de costa de
plataforma carbonática, então, em princípio, é uma área desejável para procurar
estromatólitos... mas, então, é a mesma coisa das Bahamas, e ainda assim há
apenas uma pequena área onde você os encontra." A Ilha Sheybarah é um
ambiente muito parecido com as Bahamas, dentro da plataforma carbonática de Al
Wajh, de modo que seria de se esperar vários campos de estromatólitos, mas os
encontrados pela equipe são pequenos, com cerca de 15 cm de diâmetro, e por
isso são difíceis de detectar até se chegar muito perto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Início da vida - aqui e no
espaço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;A equipe já detectou várias
centenas de estromatólitos no campo da Ilha Sheybarah. Alguns são exemplos de
livros didáticos perfeitos e bem desenvolvidos. Outros são mais laminares, com
baixo relevo. "Talvez eles possam ser juvenis," supõe Vahrenkamp,
"mas não sabemos como é a aparência de um estromatólito bebê. Eles devem
começar pequenos, mas não sabemos."&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;Parte do problema é que não sabemos com que rapidez os estromatólitos
crescem. Datá-los é muito difícil, porque eles contêm dois componentes
carbonáticos diferentes que são virtualmente impossíveis de separar: O
recém-precipitado pelos micróbios, que é o alvo do interesse científico, e a
areia carbonática presente no meio ambiente, que interfere com o registro dos
estromatólitos. Em busca de ampliar esse conhecimento, a equipe está
monitorando o campo mensalmente para registrar eventuais alterações visuais.
Eles também pretendem transferir alguns estromatólitos para um aquário e
cultivá-los em busca de algum conhecimento sobre seu desenvolvimento. Isso, em
última instância, nos dará informações sobre o começo da vida na Terra. Isto
poderá até nos ajudar na busca por vida em outros planetas, como&amp;nbsp;Marte.
Como seria a vida em Marte e como a reconheceríamos? Observar os
estromatólitos, que foram as primeiras formas de vida na Terra, antes mesmo de
o nosso planeta ter uma atmosfera oxigenada, é um caminho interessante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: :&amp;nbsp;Discovery of
modern living intertidal stromatolites on Sheybarah Island, Red Sea, Saudi
Arabia - Revista: Geology&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/nova-descoberta-sobre-os-estromatolitos.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsfnVpUK5_SkZqJTLORdfyYl_4l0cSgZsnnhlaFzy8TG_lKsjkrixxpSEGw2j_ss1o3viPLPjXfIE2DBSoVZ9g-fJBpEOaJi1R7o9Xc5bzzd4kT5d-trPIV-EepvhtKHxS9ReSCKA_ByQNqY44qOUx79f7ExxfUZEkLHo-_YdCuK-_wCJswTJYGQkhOQk/s72-w344-h248-c/estromat%C3%B3litos.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6071504888246872518.post-714435617320822449</guid><pubDate>Tue, 02 Jul 2024 10:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2024-07-02T07:30:00.121-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisas</category><title>Pesquisadores descobrem 'cola molecular' que faz memórias durarem a vida toda</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjo0M_kiivNOlMmSCOms5JI2EIBEUhXilAF3kIArrZaJkepk35fCWww3b0ga0fw7I7MpZilKXDdeSikO6kpuvgF4tm5nJeHqBwEPJGH-uPExMcAhektKYgZ3Id-C5DLFQIgatwW2CGPgpJ6D21njAL1-KUAaaogoS-vCZq0fQgDlRJuEOmSQ3CnMngZ9W0/s570/memoria.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="570" data-original-width="570" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjo0M_kiivNOlMmSCOms5JI2EIBEUhXilAF3kIArrZaJkepk35fCWww3b0ga0fw7I7MpZilKXDdeSikO6kpuvgF4tm5nJeHqBwEPJGH-uPExMcAhektKYgZ3Id-C5DLFQIgatwW2CGPgpJ6D21njAL1-KUAaaogoS-vCZq0fQgDlRJuEOmSQ3CnMngZ9W0/s320/memoria.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Os
pesquisadores finalmente descobriram as proteínas que permitem a formação de
memórias de longo prazo em nossas mentes. Essa descoberta pode explicar como
conseguimos reter memórias da nossa infância e outras de muito tempo atrás com
facilidade. O estudo foca na descoberta do papel de uma molécula chamada KIBRA.
A molécula serve como um adesivo para outras moléculas solidificarem a formação
da memória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;A
necessidade de compreender o mecanismo de preservação da memória de longo prazo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Estudos
anteriores estabeleceram que a informação é armazenada nos neurônios na forma
de sinapses fortes e fracas. São as sinapses que determinam o tipo de
conectividade e função da rede neural. Os pesquisadores se concentraram nas
sinapses para a pesquisa. Eles estavam interessados ​​em descobrir como as sinapses sustentavam a mem&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;ó&lt;/span&gt;ria por longos per&lt;span style="mso-ascii-font-family: Aptos; mso-bidi-font-family: Aptos; mso-hansi-font-family: Aptos;"&gt;í&lt;/span&gt;odos. As
moléculas dentro das sinapses se movem constantemente, e continuam sendo
substituídas em questão de horas ou dias. Os pesquisadores queriam encontrar
uma resposta para a questão da preservação da memória de longo prazo ao longo
de vários anos e décadas. Os pesquisadores se concentraram na proteína expressa
no rim e no cérebro (KIBRA) em camundongos para descobrir mais sobre o processo
de preservação da memória de longo prazo. Em humanos também, as variantes
genéticas da KIBRA são conhecidas por estarem associadas à memória boa ou ruim.
No início de 1984, foi proposto que a interação contínua entre proteínas
sinápticas mantinha o fortalecimento das sinapses diante da renovação
molecular. Porém, desta
vez a pesquisa se concentrou no comportamento do KIBRA com outras moléculas
como a proteína quinase Mzeta (PKMzeta), que são essenciais para a formação da
memória. Os experimentos com camundongos revelaram que KIBRA era o principal
elo na formação de memórias de longo prazo. O estudo diz que KIBRA atua como
uma cola para unir sinapses fortes, PKMzeta, e sinapses fracas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Descobertas
e aplicações&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;“Esforços
anteriores para entender como as moléculas armazenam memória de longo prazo se
concentraram nas ações individuais de moléculas individuais”,&amp;nbsp;explica&amp;nbsp;André
Fenton, professor de neurociência na Universidade de Nova York e um dos
principais pesquisadores do estudo. “Nosso estudo mostra como eles trabalham
juntos para garantir o armazenamento perpétuo da memória.” “Uma
compreensão mais firme de como mantemos nossas memórias ajudará a orientar os
esforços para iluminar e abordar as aflições relacionadas à memória no
futuro”,&amp;nbsp;acrescentou&amp;nbsp;Todd Sacktor, professor da SUNY Downstate Health
Sciences University e um dos principais investigadores do estudo. O artigo
afirma ainda que quebrar o vínculo KIBRA-PKMzeta pode apagar memórias antigas. “O
mecanismo de marcação sináptica persistente explica pela primeira vez esses
resultados que são clinicamente relevantes para distúrbios neurológicos e
psiquiátricos da memória”, observou Fenton. “O mecanismo persistente de
marcação sináptica que encontramos é análogo à forma como as novas tábuas
substituem as velhas para manter a nave de Teseu durante gerações, e permite
que as memórias durem anos, mesmo quando as proteínas que mantêm a memória são
substituídas”, diz Sacktor. Sacktor
observou ainda que, embora Crick tenha previsto este mecanismo há muito tempo,
foram necessários “40 anos para descobrir que os componentes são KIBRA e
PKMzeta e para descobrir o mecanismo da sua interação”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://interestingengineering.com/"&gt;https://interestingengineering.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: helvetica;"&gt;MEUS LIVROS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;LEIA GRATUITAMENTE OU COMPRE NA AMAZON&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;**No Kindle e gratuito com KindleUnlimited**&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;CLIQUE NO LIVRO PARA ACESSAR O LINK DA AMAZON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D78WF7DD" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="206" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq9IvSxGAQs1MjaCGx7KyKf14JM93bvvlj-pOOFZGl1j1zwQPKe-PUiK_r6Ec0NjdcqTSagZRLiwzgQQ37fHPQaqbBTVRLTmyTswEvpjD5weClvLEwRWsGWKT4w7xxepGzfja6y4zIdVBWdx4O10zfX4XQAeaHpnQO0i4PtSN13HpUzJ3GkrroOenLUoaJ/w129-h206/capa.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D5TSQCC3" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="207" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhss7Xwq2wgwcNPLDlZcnxgghYrm4pPqFd-iqUOkwYsbeZlqFGwOt75znElIWTKyQDIKAEuaBr5OY8s4P6VS-20WCyTxyQLiP2b_zE450nQZF1M9CLj-6zahA13zCrd8_8DYI1qFVEl3ZSIbsn8KQVs39RzqYSmi_FHO2LKEIbSqo7WvTu3wmyf8hcf7QPS/w129-h207/capa.e-book.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0D22YTH85 " style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1333" data-original-width="833" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4mhyI6VVWLxiZhJftMvVAiw_bltTqiOh9r05ys5IMnE7DVzBTiHu78Smr3eyViinnM5KEEUUUl6B2ISWJAXSDUPjLsmRBNq-w-oKrkCcRfujb09Tp4zqs6uXl_XYcT_9Uw2jyaDwM_ySWMLutW9nFDWk3ojdjHqfDa6jCUsjys3ZgW-ZvIrA4dpOERHCh/w131-h210/capa.e-book%C2%B4familia%20acanthaceae.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/dp/B0CSZGDG1P" style="font-weight: bold; margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="8333" data-original-width="5208" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2QSRU0dwEwhSQNLHjzLhv5On-VXo8UVEkPSEMKvcyDVdBb3lUm7lp_Tr4r-boLsxhY2jnIPVcmr6zja23bjQAZ1tJFIy5II3HAyw2v-eZzoZJVYU_OJr9PY9imubRDHUw9EJ8QbNmKYOJpmofF1lclFZ0WY-U6jvuIOjf1PHD2eFLuVmXVRTdr6yIvahi/w133-h213/capa%20livro%20meu%20quintal%20minha%20farm%C3%A1cia.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domescobar.blogspot.com/2024/07/pesquisadores-descobrem-cola-molecular.html</link><author>noreply@blogger.com (Profº. M.Sc. Décio Escobar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjo0M_kiivNOlMmSCOms5JI2EIBEUhXilAF3kIArrZaJkepk35fCWww3b0ga0fw7I7MpZilKXDdeSikO6kpuvgF4tm5nJeHqBwEPJGH-uPExMcAhektKYgZ3Id-C5DLFQIgatwW2CGPgpJ6D21njAL1-KUAaaogoS-vCZq0fQgDlRJuEOmSQ3CnMngZ9W0/s72-c/memoria.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>