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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEUHQ3c7cSp7ImA9WhRQGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376</id><updated>2011-12-14T23:30:32.909-03:00</updated><category term="Politica Brasil" /><category term="Internacional" /><category term="diploma" /><category term="comunicação" /><category term="O noticioso Amapá" /><category term="ações comunitárias" /><category term="Histórias criadas" /><category term="Parlamento Brasil-União Européia 1" /><category term="Projeto Rondon" /><category term="A logomarca" /><category term="Imagens comentadas..." /><category term="Antropologia e terras quilombolas" /><category term="Filosofando" /><category term="Pensar" /><category term="filosofia" /><category term="Jornalismo" /><category term="Poema" /><category term="Perguntas inquietantes" /><category term="Educação" /><category term="Propostas para ações e mudanças..." /><category term="um presente..." /><category term="Escrita e pensamento" /><category term="sociedade civil" /><title>OBSERVATÓRIO AMAPÁ</title><subtitle type="html">ESPAÇO ABERTO PARA DEBATE SOBRE A REALIDADE DO AMAPÁ E EM REDOR. OBSERVANDO, PERCEBENDO, COMPREENDENDO O QUE ACONTECE NO COTIDIANO COMPLEXO DAS RELAÇÕES SOCIAIS. APONTE SUAS SUGESTÕES E DÚVIDAS. O ESPAÇO É PARA SE VER PERTO-LONGE.Editor: Luciano Magnus de Araújo. No ar desde 2006.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>47</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/EDcnx" /><feedburner:info uri="blogspot/edcnx" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;Ck8CSHk7fSp7ImA9WhZbGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-5386353416660514684</id><published>2011-06-24T18:27:00.000-03:00</published><updated>2011-06-24T18:27:49.705-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-24T18:27:49.705-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensar" /><title>UMA IDEIA: Paisagens mais que modernas no jornalismo-comunicação</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qual texto poderia representar os desafios de um jornalista-comunicador em momentos de algo bem além das modernidades? Vejamos. O tempo é mesmo de desassossego, como diria Fernando Pessoa! Nada é mais sólido sob nossos pés, como diria o velho Carlos Marx! “Olá como vai, eu vou indo e você, tudo bem?...”, sem esquecer Paulinho da Viola! Deus e o diabo ainda conversam em terras cada vez mais ressequidas! Nem sempre bem está o que bem acaba, vendo de soslaio o senhor Shakespeare! Quem lê tanta notícia, Veloso!? “Sou eu não ser, eis a quem estão, nossos pensamentos!”. Mundos de referências...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há uma mundanidade incerta descortinada. É um incerto fato, um incerto leitor, um incerto apurador dos fatos. Fatos há mais já não existem certezas sobre os acontecimentos, há quem diga. Minha opinião vale mais que editoriais. O desafio posto hoje ao jornalismo, ao jornalista certamente deve ser o de avançar em sua credibilidade. Há sim quem ainda acredite no que dizem os meios de comunicação. Mas esse jornalista, em sua paisagem iluminada por conceitos do mundo, por mediações e crenças de que seu trabalho deve ser realizar, de maneira zelosa o noticioso como algo informativo, esbarra em pedras. É a sobrevivência, é a vossa excelência o dono do meio, sua voz comprada e dissuadida, são seus preceitos particulares que põem em cheque, noticiar ou informar. Certa liberdade vigiada, mas em tempos de multimeios, de infomeios, de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;virtual mídia&lt;/i&gt;, o desafio de ser coerente sobra como letras a mais em suas permissões morais. A ética está cotidianamente sendo posta a prova. E não é qualquer ética. Isso que é possível ser chamado de pós-moderna, mais que moderno, chega às redações, nas academias, nos diálogos eventuais e em meio de quem perambula no campo das comunicações como algo ainda indefinido. O que vale um jornalista? Seu compromisso Em criar o que? Coisas que narrem o mundo tal qual ele se apresenta, ou surpreenda. A quem? Uma pista pode ser a quem de direito que queira entender o mundo. Para quê? Manter ou mudar. Senhas postas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Comunicar é um ato de abnegação. Mas existem guerras sendo travadas. O século XXI traz a seus debatedores enganos propositadamente produzidos para fazer rotas e encaminhamentos serem perdidos. O que você escolhe ser, caro comunicador-jornalista, é manancial para fomentar seus textos, vídeos, blogs, redes, leitores, noticias, marcas no mundo,... E o que você escolhe hoje retumba como diria o ladrão do Marabaixo: “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;pra onde você vai rapaz, por esse caminho sozinho?...”&lt;/i&gt;. Onde vai esse ator social, esse informador é medida do entendimento que tenha de sua realidade, como meios-tempos-espaços de mudanças, devendo ver a força das massas silenciosas por saberem falar de um jeito. Aprender esses jeitos é urgente, dar voz a esses jeitos é preciso. Caminhar com, igualmente... Um certo jornalismo parece não ser mais o mesmo... &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Respiros&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ver acabar, viver para ver, não saber do tempo futuro...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Há quem diga, há quem cale aqui no Amapá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Continuando outro caderno azul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Apesar de você, amanhã será o que dia que quero...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Contando coisas de contos, escrevendo a vida...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Enigmas ou revelações?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-5386353416660514684?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ac34FcohtshSDTYQfn40HNXMWr4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ac34FcohtshSDTYQfn40HNXMWr4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ac34FcohtshSDTYQfn40HNXMWr4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ac34FcohtshSDTYQfn40HNXMWr4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/OhcZG2OFzO8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/5386353416660514684/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=5386353416660514684&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5386353416660514684?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5386353416660514684?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/OhcZG2OFzO8/uma-ideia-paisagens-mais-que-modernas.html" title="UMA IDEIA: Paisagens mais que modernas no jornalismo-comunicação" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2011/06/uma-ideia-paisagens-mais-que-modernas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQER307fCp7ImA9WhZVGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-2905298158426033323</id><published>2011-06-01T20:51:00.000-03:00</published><updated>2011-06-01T20:51:46.304-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-01T20:51:46.304-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O noticioso Amapá" /><title>O NOTICIOSO AMAPÁ: O CASO DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ACARAÚ - UVA</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Noticias recente sobre educação no Amapá que trata de uma insituição de ensino local que passa pro problemas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&amp;amp;idnoticia=36017"&gt;http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&amp;amp;idnoticia=36017&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em verdade é mais um capítulo de uma novela já antiga. A quem interessa essa notícia? Donos de outros empreendimentos educacionais privados instalados no estado do Amapá, alunos, professores? Vale ver.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2905298158426033323?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mBO7oz_n8WRGAsAuxVV6gdsn2j8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mBO7oz_n8WRGAsAuxVV6gdsn2j8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mBO7oz_n8WRGAsAuxVV6gdsn2j8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mBO7oz_n8WRGAsAuxVV6gdsn2j8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/DkZ-DzqN9XI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&amp;idnoticia=36017" title="O NOTICIOSO AMAPÁ: O CASO DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ACARAÚ - UVA" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2905298158426033323/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2905298158426033323&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2905298158426033323?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2905298158426033323?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/DkZ-DzqN9XI/o-noticioso-amapa-o-caso-da.html" title="O NOTICIOSO AMAPÁ: O CASO DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ACARAÚ - UVA" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2011/06/o-noticioso-amapa-o-caso-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8HRH05cSp7ImA9WhZTEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-7205789111686710456</id><published>2011-03-14T00:53:00.000-03:00</published><updated>2011-03-14T00:53:55.329-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-14T00:53:55.329-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poema" /><title>VIVA O DIA DA POESIA!!!</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;POESIA-POEMA&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qualquer revelia consome&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;um dolo ou eventual deslumbramento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qualquer sentimento de tolo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;promessa, vaga luz, que seja fome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um dia esse tudo vai ter nome,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ou seja lá algo que mereça um puro momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nem que tudo pare por um tempo todo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;nessa espera doida que vivos assim nos consome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Toda mensagem vaga será justa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ideia trocada num novelo de vento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-7205789111686710456?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Vou ver o que restou do nosso encontro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;de folia. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Nesse carnaval não usamos mascaras,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;não precisamos esconder nem revelar nada&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;tudo estava a revelia, cultivado, na rua, &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;feito flor, no pingo do meio dia. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Só precisava ao sol de março ser, &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Com alegria do embalo, coisas que muitos chamam, &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Vivendo o começo, acho que estou. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Mas preciso ver melhor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;de tanta luz tanta coisa via. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quando acabar toda essa farra quero &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;ver o que continua no mundo girando sem fim. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tenho aprendido que o que se mostra e não se revela&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;é bem coisa de todos os outros dias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;quando não há lugar para tanto daquilo que é da alegria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;puesto que a vida nem sempre anda como quisera dela.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-603749344541635047?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2TmK_auR6xmYcOsrTHtijU4mXYs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2TmK_auR6xmYcOsrTHtijU4mXYs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2TmK_auR6xmYcOsrTHtijU4mXYs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2TmK_auR6xmYcOsrTHtijU4mXYs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/aqIAWwNP5_8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/603749344541635047/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=603749344541635047&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/603749344541635047?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/603749344541635047?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/aqIAWwNP5_8/um-poema-quando-o-carnaval-acabar.html" title="UM POEMA: Quando o carnaval acabar" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2011/03/um-poema-quando-o-carnaval-acabar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIESHc-eyp7ImA9Wx9aF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-5976297627447502764</id><published>2011-02-27T14:04:00.001-03:00</published><updated>2011-03-09T17:45:09.953-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-09T17:45:09.953-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><title>UMA IDEIA: Leituras de férias, aprendizados constantes</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois de um ótimo e merecido período de férias, agora de volta as atividades acadêmicas, preparando aulas, pesquisas em vista, extensão universitária; planejando os processos de ensino-aprendizagem, sem deixar de entender que muito aprendo nas interações e bons diálogos travados em sala. As férias, sinônimo de descanso e distanciamento da rotina foi momento para realizar leituras que ficaram a esperar momento mais calmo e relaxado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Em geral parece ser comum dos professores, pelo que tenho conversado e debatido, quando chegam período de férias se distanciam de tudo que os faça lembrar o dia-a-dia de textos, papéis, discursos elaborados, idéias difíceis. Querem mesmo, segundo boa maioria, distância do que possa lembrar a labuta. Mas se pensarmos bem, as desejadas férias podem ser momento de aprendizado. Seja com mais ou menos tempo, temos nessa época a possibilidades de buscar novas experiências, contatos, referências. Viajar e ter acesso a bibliotecas, livrarias, acervos, pessoas, instituições deveria ser sim uma fase ao menos anual para todo educador. O sentido não é somente restabelecer o corpo das atividades do trabalho cotidiano na educação, mas igualmente alimentar a mente e a alma de experiências reflexivas. Fazer do tempo de folga um momento de aprendizado. Nisso se incluem as leituras, os livros, as revistas, e todo o conjunto de material relevante às praticas de ensino-aprendizagem que possam valer trazer na mala e no pensamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Se em geral o professor e professora reclamam muitas vezes do pouco tempo que possuem para atividades outras que não seja a sala de aula, os planejamentos e temas afins que a escola ou a academia exigem, ainda assim, é preciso valorizar as semanas de folga anual ou mesmo semestral, em alguns casos. Dar-se o prazer de ler um livro com mais atenção e tempo. Degustando a trama, os argumentos, sem a pressa de fechar logo os planejamentos é algo de muita satisfação. Mas até para saber aproveitar esse tempo é preciso ter critérios. Se me permitem um comentários sobre minhas leituras dessa época... Costumo ler nas férias biografias, material sobre artes, romances maiores que me permitam mergulhar em tramas e viver o imaginário de épocas, as relações entre personagens, estudar estilos de escrita, mergulhar nos processos criativos. Assim o fiz nessas férias de 2010-2011. Li a biografia de Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones. Em princípio, para alguns, pode ser mais um livro de um artista que passou suas complicações no mundo da música, mas o volume traz belas informações sobre bastidores da música, particularidades sobre a formação de um dos mais sugestivos estilos de música, o blues. Vale ler. Li sobre história da arte, procurando ver no tempo quais as relações entre as mais variadas manifestações da arte numa perspectiva sociológica e antropológica. A biografia do músico brasileiro Lobão foi lida com curiosidade sobre a formação da mentalidade de uma época, o rock brasileiro em ebulição. Li ainda Tieta do agreste, de Jorge Amado, um desses romances em que o autor conversar com o leitor e sugere estados de espírito semelhantes àqueles que Machado de Assis nos brinda em Memórias Póstumas de Brás Cubas; sem deixar de falar que as histórias são por demais hilariantes. &amp;nbsp;Fiz ainda algumas incursões desejadas por livros de teoria antropológica, mesmo que sem tanto critério, lendo uns textos esparsos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Certamente a tônica das leituras que fiz demanda afinidades que devem com mais ou menos cuidado (ou mais ou menos critério, ou liberdade) ser a prática dos educadores. Visitem as livrarias e bibliotecas, se permitam um bom passeio pelas entre as estantes, deixem os olhos e as mãos tocar os livros, estabeleçam esse contato de sensibilidades. Deixem a curiosidade acontecer. Façam de seus momentos de folga, ou em meio aos períodos de trabalho, instantes de renovação e reflexão. A formação continuada deve acontecer de maneira a tornar o ato de aprendizado um prazer constante. Seja na leitura de planejamento, de atualização, de prazer, nos debates, nos círculos de estudo. Certamente mais uma multidão de indicações devem aparecer para os períodos de recesso quando o educador e a educadora se disponibilizam a tornar constante sua curiosidade e aprendizado. As salas de aulas tornam-se mais iluminadas e criativas quando essas experiências são compartilhadas e fomentadas. Bem vindo 2011!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Respiros!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A conquista do lar é mesmo emocionante!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Um dia o amor pode acabar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sorte aos gestores do Estado do Amapá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Acreditando mais no poder das amizades...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Começo mais um caderno azul...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-5976297627447502764?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C-HtBGPrUf26iBnttQcPXJkCBx8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C-HtBGPrUf26iBnttQcPXJkCBx8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/0Ro59nTmyNw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/5976297627447502764/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=5976297627447502764&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5976297627447502764?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5976297627447502764?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/0Ro59nTmyNw/leituras-de-ferias-aprendizados.html" title="UMA IDEIA: Leituras de férias, aprendizados constantes" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2011/02/leituras-de-ferias-aprendizados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQCRX09eCp7ImA9Wx5aFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-1673632743723999461</id><published>2010-11-13T16:57:00.001-03:00</published><updated>2010-11-13T16:59:24.360-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-13T16:59:24.360-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propostas para ações e mudanças..." /><title>UMA SUGESTÃO: Uma orquestra sinfônica para o estado do Amapá...</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não querendo rivalizar com argumentos que dizem que há tantas necessidades para duelar com futilidades, não penso desta forma. Acredito que a arte deva ter sua variedade apoiada, a formação de público, acessos, outras representações. Para isso cabe a sugestão do governo do estado do Amapá implantar uma orquestra sinfônica fomentando assim uma possível tradição de musicalidade no estado, apoiado criações e programas, calendários de atrações regulares que circularia pelo estado e teria o Teatro das Bacabeiras como cenário. Senão uma sinfônica ao menos uma orquestra de Câmara. Fica a idéia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-1673632743723999461?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_BsaqxVx1dg38f03Dts4mTBF-Kw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_BsaqxVx1dg38f03Dts4mTBF-Kw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_BsaqxVx1dg38f03Dts4mTBF-Kw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_BsaqxVx1dg38f03Dts4mTBF-Kw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/9ofMJEJKseg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/1673632743723999461/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=1673632743723999461&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/1673632743723999461?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/1673632743723999461?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/9ofMJEJKseg/uma-sugestao-uma-orquestra-sinfonica.html" title="UMA SUGESTÃO: Uma orquestra sinfônica para o estado do Amapá..." /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/11/uma-sugestao-uma-orquestra-sinfonica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEGSHg4cSp7ImA9Wx5bF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-3786106993638855223</id><published>2010-11-02T16:01:00.001-03:00</published><updated>2010-11-02T16:03:49.639-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-02T16:03:49.639-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Perguntas inquietantes" /><title>UM PROBLEMA: Empoderamentos e solidariedades...</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é possível fazer para um maior empoderamento das pessoas sobre suas realidades políticas, econômicas, sociais, artísticas... Para que não sejam marionetes de oportunistas? Será clareza política? Mais e melhor educação? Conhecimento local? Responsabilidades compartilhadas? Menos egoísmos? É possível reunir as forças dos atores sociais sem que as vaidades pessoais sejam elementos que atrapalhem os processos das-para as coletividades participativas e auto-retro-alimentadas? As autonomias podem ser solidárias? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vamos pensar nisto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Luciano Magnus de Araújo, o editor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-3786106993638855223?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTiL3jbpMZHwrLQjLz3NveUr5ek/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTiL3jbpMZHwrLQjLz3NveUr5ek/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTiL3jbpMZHwrLQjLz3NveUr5ek/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTiL3jbpMZHwrLQjLz3NveUr5ek/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/PitS91gHpz8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/3786106993638855223/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=3786106993638855223&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3786106993638855223?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3786106993638855223?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/PitS91gHpz8/um-problema-empoderamentos-e.html" title="UM PROBLEMA: Empoderamentos e solidariedades..." /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/11/um-problema-empoderamentos-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIDQnw9eSp7ImA9Wx5UF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-3198602600482494011</id><published>2010-10-22T12:48:00.001-03:00</published><updated>2010-10-22T12:49:33.261-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-22T12:49:33.261-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Histórias criadas" /><title>UMA HISTÓRIA: A crônica de um dia, qualquer dia</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qualquer dia nasce com sua promessa. Pode ser que acontecimentos&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;pintem um dia mais ameno ou mais carregado nas tintas. Olhar o dia se desdobrar, ver o que se descortina a frente, ter a presença em histórias no tempo, eventos, breves ou longas passagens de acordo com a atenção. Olhar o mundo e ver, esse é o exercício que venho trabalhando na crônica dos dias, qualquer dia. Dessa forma tudo vale ser observado e na natureza dos momentos, até mesmo a maneira como olhamos influencia a maneira como isso vai ficar no mundo para o passado-presente-futuro seja de que formato for.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Hoje pela manhã. Logo bem cedo, antes da cidade acordar estive em meio a enredos diversos. Caberia um parágrafo, como uma espécie de micro-história para exercitar a síntese e como sugestão para ampliações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para quem o dia não terminou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ritmo daquele grupo logo ali à frente não é o mesmo de boa parte daqueles que decidiram atalhar o sono e descobrir o dia mais cedo. Aqueles ainda estão pelo dia anterior, certamente à noite. Uma ilha solitária ainda no extravasamento daquilo que a bebida pode proporcionar: papos a alta voz, som em competição de volume. Ganham a manhã no desgaste da noite. Hoje irão trabalhar? Certamente não. O rio Amazonas já deve ter testemunhado muito disso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O pássaro mergulhador:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao caminhar o corredor, ou sua pretensão de sê-lo, olhava intrigado para a visão do que certamente seria um pássaro. Num momento estava ali, noutro sumia. Mas sem vôo? Só restava a água como mundo possível. E continuava andando. Seus pensamentos estavam em outro lugar até que nova criatura no rio dava o ar de sua intrigante presença. Sumia. Parou um tanto. Esperou. Apareceu a criatura que para ele se confundia: era do mundo de cima ou de baixo desse rio? Estranho. Aparecia, sumia, de um canto para outro. Pensava o que essa ave encontrava debaixo da água, o que desinteressava na parte de cima. Ficou para o observador a curiosidade de saber o nome da ave sumidora. Seguiu a frente...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entre porcos e homens:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não há tempo para o comércio. O mundo gira em torno de interesses e as coisas, criaturas e entendimentos vão encontrando seus espaços. Ali está posta uma relação desvantajosa. Homens e porcos, quem doma quem? Ainda que os porcos estejam em situação de não terem muitas escolhas. Lado a lado, presos, gritando para que alguém os tire daquela condição humilhante de não serem donos de seus destinos. E quem ali é? Certamente o que mais se aproxima dessa condição de liberdade é um passante que distoa no contexto, olhando tudo como a procurar algo. Fora isso. Tudo está no seu tempo normal. Homens que dominam porcos, que são negociados, que serão separados em pouco tempo, outras histórias de criaturas continuam, assim como a de seus donos. Não fosse o cheiro de tensão desesperada pelos animais, o restante das possibilidades seguiria seu caminho normal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para onde irá o navio?: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O balançar da embarcação. Alguém espera saída, uma senhora vista de canto de olho certamente guarda muito da vontade de chegar, de ir. Recostada ali na varanda da embarcação olha fixamente para o desligamento. Sua &amp;nbsp;não permanência ali já era algo resolvido. Precisava chegar logo. Ao que indicava a embarcação, em tempo, estaria em Afuá. Precisava resolver um problema que já fazia companhia a ela, segundo mostrava seu semblante. Seria companhia certa ao longo da viagem. Nem todo balançar faria esquecer, aliás, só seria propicio para isso, pensar muito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sono solitário do cachorro de rua: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A noite para um dono da rua está ganha. Recostado ali num canto de parede nem totalmente lá nem cá. Mas menos preocupado. A noite é mais tensa, o dia começa, possível é o sono. Não há nada certo. Nem comida, nem casa, nem carinho, nem vida, nem morte. Nada garantido que possa dizer ou pensar... Esses animais pensam sim, diria alguém. Há um conhecimento de mundo pleno que os acompanha. Saberes esses que ninguém domesticado conseguiria dimensionar. Mas agora não penso nisso. Somente guardo esse meu corpo de cão aqui nesse canto como em qualquer outro e deixo passar mais um tempo, para seguir outro e vir mais outro. Abro um pouco o olho e vejo que alguém de outra espécie e na mesma condição que eu se aproxima. Certamente nos reencontraremos no mundo que podemos criar... Fecho os olhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aqueles que limpam a rua: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eles estão ali, por mais que a boa maioria não os veja. Estão lá. O motorista do caminhão desceu por um momento de seu posto. Pude ver pela identificação que se chama Jorge. Foi até o traseira do grande carro certificar-se de algum procedimento. Um colega grita ao longe no silêncio da cidade ainda adormecida. “Dá pra ver que coisa foi boa ontem!” Jorge, o motorista sorri. Volta a boleia, liga o som do carro e pensa: “ainda bem que eu consegui estudar um tantinho mais, não preciso ser o catador de fim de festa”. O mesmo catador da referência ao longe salta à janela: “ontem à noite conheci uma gatinha aqui”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O comercio exclusivo do coco: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Francisco era o único naquela hora a ter seu comércio aberto. O privilégio até dez horas da manhã, quando os outros vendedores de coco iniciavam mais um dia. Ainda havia silêncio na cidade. Estava colocando as coisas em ordem. Por um momento sentou-se e foi sua vez de olhar a paisagem e tomar uma inquestionável e doce água. Estava preocupado com a conta que se venceria hoje. Tinha parte do dinheiro. O celular toca. A conversa dura pouco tempo. Ficou alegre. Mais uma vez olhou o papel da fatura. Falou sozinho: “Mais uma que ganhei de você. Vamos ao próximo mês”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Corredora: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ela apareceu num repente, cheia de força, morena, alheia ao mundo, passando por esse mundo. Tinha a força avassaladora da vida, repleta de vida. Não havia mundo a sua volta, mas pulsação. A realidade de toda química e propósito ela realizava, era ela. Passou por mim, seguiu em sua corrida a passos rápidos. Sumiu depois mais à frente. Quando meu pensamento retornou, distraído, fiquei com a paisagem que meu caminhar me permitia. Só por um momento. Me volto a ela em retorno, vem, em aproximação, chega, nada ela vê, passa, some mais uma vez em minha imaginação...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sentir-se feliz: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Num momento senti-me feliz. Como dizer o que é isso? Indo por ali senti-me livre de obrigações, com tempo livre, caminhando na observação do mundo a minha volta. Acho que esse tipo de felicidade tem a natureza do privilégio de ver o mundo, o mundo dos outros em seus movimentos. Ser espectador às vezes pode trazer felicidade. Caminhando leve, olhando para tudo e nada ao mesmo tempo. Não retendo mais do que o olhar quer. A vontade do olhar. Só isso. Feliz de livre. Agora posso simular, pensou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.45pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -.05pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1216ae;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um aceno a um conhecido: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Logo cedo passou uma pessoa que conheço. Faz tempo que não via. Conheço de longe. Acenou-me, retribui. Foi. Estou indo. Atravesso a rua na faixa de pedestres, aproxima-se um carro.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-3198602600482494011?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YeJZ-pzinNzYPATlpesY9hflI6Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YeJZ-pzinNzYPATlpesY9hflI6Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YeJZ-pzinNzYPATlpesY9hflI6Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YeJZ-pzinNzYPATlpesY9hflI6Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/Bol9PVzRu24" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/3198602600482494011/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=3198602600482494011&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3198602600482494011?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3198602600482494011?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/Bol9PVzRu24/uma-historia-cronica-de-um-dia-qualquer.html" title="UMA HISTÓRIA: A crônica de um dia, qualquer dia" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/10/uma-historia-cronica-de-um-dia-qualquer.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAFQHY8fCp7ImA9Wx5VFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-2477017197039201407</id><published>2010-10-09T00:58:00.000-03:00</published><updated>2010-10-09T00:58:31.874-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-09T00:58:31.874-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poema" /><title>UM POEMA: Diatribes em riste</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Correm flechas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;abduzidas por enredos cômicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Envolta etéreas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;singram risíveis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;num ar de cores de outros tempos,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;que cheiros sentem,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;as lembranças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Trespassam floreios nobres&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;até serem certeiras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;em pretensas probabilidades&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;de sons.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fale alguém ao arqueiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;a quem pensa matreiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;sua intenção de sorrir,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;da perfeição sorrateira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;da força à revelia do arco.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2477017197039201407?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MaVIlY242w68-PraQTf8_zL-1DQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MaVIlY242w68-PraQTf8_zL-1DQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MaVIlY242w68-PraQTf8_zL-1DQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MaVIlY242w68-PraQTf8_zL-1DQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/83M2Io4JZsQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2477017197039201407/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2477017197039201407&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2477017197039201407?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2477017197039201407?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/83M2Io4JZsQ/um-poema-diatribes-em-riste.html" title="UM POEMA: Diatribes em riste" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/10/um-poema-diatribes-em-riste.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ACQ30yfSp7ImA9Wx5VFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-8824349449323364946</id><published>2010-10-07T20:56:00.000-03:00</published><updated>2010-10-07T20:56:02.395-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-07T20:56:02.395-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensar" /><title>UMA IDÉIA: O chão da democracia</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-large;"&gt;N&lt;/span&gt;esses dias de convocação coletiva imagens e simbolismos são reforçados, criados e recriados. A democracia do voto contempla uma realidade que nos permite análises sobre os mais diversos aspectos. Quem tem olhos para ver o que se espalha no tempo-espaço das épocas eleitorais se espanta sobre o que fazemos de nossas vontades coletivas. Um desses momentos pôde ser visto aos montes nas sessões eleitorais espalhadas pelo Brasil.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;O chão das sessões representava certamente um ideal de participação, mas poderia ser visto também como descaso, como menosprezo, como conivência, certamente algo de escárnio sobre o que é a política representativa hoje. Os caminhos dessa elegibilidade são verdadeiramente cheios de pontos que nos provoca o pensamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Logo que cheguei ao colégio onde contribui com a minha parte do processo presenciei uma imagem caricata disso que estou falando: a aleatoriedade do dia do voto. Um eleitor estava&amp;nbsp; ali, olhando para o chão, procurando um santinho dos tantos espalhados pelo chão que pudesse fazê-lo lembrar o número do seu candidato. Angustiado acompanhei como observador seus movimentos, e ainda estava esse eleitor lá, perguntando as pessoas qual era mesmo o número do candidato; nesse momento o sigilo e mesmo o drama já se tornava público. Até que alguém disse que tinha um santinho do tal candidato, o eleitor correu em buscar a informação. E não foi o único. Pouco antes de outras pessoas entrarem na cabine de votação mostravam essa mesma angústia. Será que essa é a síntese da escolha? A demonstração de que a forma de processo gera desdobramentos tão caricatos da realidade. Será que a dúvida do eleitor fortalecia certo alheamento diante da falta de organicidade com a política? Se não cultivamos compromissos, nos aproximamos de improvisos. Será isso mesmo? E em cada momento esse cenário de repete, com enredos eventualmente melhorados. O chão da democracia é mesmo desafiador. Onde a consistência do voto, onde a realidade da representação? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;E por outro lado, falando da cena local, quem se deu ao trabalho de andar pela cidade de Macapá na tarde de domingo enquanto já iniciava a apuração dos votos no primeiro turno da eleição majoritária de 2010, viu como e representa o acolhimento aos processos políticos, que podem ser interpretados diversamente. Na Beira-Rio as pessoas nas calçadas de suas casas, coisa que não é normal, em dias normais, mostrando suas adesões política, entoando cantigas de campanha, embalando bandeiras. Mas diante da normalidade ou de seu contrário, um ponto: será que essas pessoas faziam isso de maneira espontânea, com consciência de que eram ali atores de processo cujo entendimento vai mais além do meramente alegórico? Um amigo próximo nesse momento dizia: “olha ai, o custo daqueles que estão realmente de ‘rabo preso’”. Será isso mesmo? A alegoria, portanto, pintando com fortes cores a realidade do que poderíamos pensar a ser política local (que não é em forma e conteúdo exclusivo da realidade local) mostrando que velhos esquemas se fortalecem a cada nova eleição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Toda eleição se assemelha a uma grande catarse, qual uma copa do mundo, o que se espera é alguma coisa que possa ser definida como o orgulho das massas por fazerem parte ou serem agentes de algo que não conseguem com lucidez definir; mas vivem como possibilidades. A cada jogo ganho, renovado alento a disputa de melhor discurso; assim seguem as adesões ou repulsas da torcida partidária. A cada novo debate (ou anti-debate, mais autopromoção) se renova a torcida e a disputa. A cada nova consulta na pesquisas mais combustível para as paixões etéreas ou fomentadas pelo dinheiro no campo político; o mesmo com as declarações provocadoras à torcida e time adversário. Onde para o teatro das possibilidades? Na queda? O chão da democracia, dos santinhos espalhados na confusão da escolha do futuro consegue algum dia repercutir o que nem mesmo nos dispomos a pensar de maneira criteriosa? Quais critérios seriam esses? A lentidão dos dias e seus desafios, amplificados na contradição dos que nem ouvem, pouco falam, nem aparecem, quase votam, lerdamente escolhem...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Respiros!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 7.1pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -7.1pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- Agora são outros quinhentos, quando a campanha se encerrar, vamos contabilizar as perdas e lucros, não é mesmo, senhores!?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- E o que será da segunda vaga ao senado pelo Amapá?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- Desse jeito vai sobrar algum Ficha Suja com as Mãos Limpas? Tomara que não!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- “Dizem que a mulher é um sexo frágil, mas que mentira absurda!!!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- Estou pensando seriamente em me candidatar a vereador na próxima eleição! Seriamente!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- A fiel da balança: e agora Marina? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-8824349449323364946?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Os momentos últimos, os argumentos dos últimos tempos. Certamente deve ser assim. Aqui, distante dos olhares e comentários, histórias são contadas sobre aquele que esteve em meio. Quanto desenrolar sobre a pessoa que aqui está impedida do mundo. Guardo em mim certas lembranças, no fogo de minha consciência que urge meus argumentos. De quanto falta bem pouco ou muito para reagir às muitas vozes que pressinto e não ouço, quantas especulações sobre que fui e sou. Nem sei. O vão das horas correm iguais. E eu aqui, desse jeito, estou assim, sem chão. De quem dependo, confia em mim?&amp;nbsp; Quais caminhos de coisas escritas poderei seguir, usando a escrita da justiça dos homens. Quem serei eu diante disso? Aqui está tão calmo, quieto o lugar. Não me falam nada trancas, grandes, sentidos aprisionados. Mas não vejo paz, mesmo com essa calma de coisas contidas, não vejo paz. Falo em um tom mais comedido para que não me entenda mal. Bem compassado assim para que não me tomem pela rapidez do pensamento. Mas, perdido aqui... Solitário é o idílio, assim como é o desterro. A essa hora , plena madrugada, dorme o mundo que conheço. Há quem esteja apontando flechas para mim. Milhões de ilusões perdidas na fonte. Nada mudará por minha promessa. A imagem fica diante do absurdo que se sucedeu. A opinião de quem vale nesse cenário? Nem a minha, nem de tantos outros como eu, agora, nesse momento. &amp;nbsp;Peça da crença popular por justiça, cá estou. Um desenganado pelos próprios enganos afamados, guardados em pose de teatro trágico mundano e irretocável. Mais um pouco não seria trágico, mas comédia. E alguns se riem de mim. Pobre coitado sou eu. Nem me adianto caio com meus próprios pés. Contido pela sanha dos muitos valores que a vida nos ensina a querer ter. Coisas tão significantes que aqui, agora, nesse momento, nada valem. Assim como na vida, assim como no cadafalso. Reais suplicas ao populacho. Nada a dizer, temer tanto de mim. Do que serei capaz não sendo eterno. Será que meu professor esqueceu-se de dizer como é viver a condição de desvalido da liberdade? Que lição será essa? Qual tomo não li? Qual relatório? Dois momentos guardo na memória: aquele exato do delito, repetido, retomado, em conluio, parceiros valorosos até mesmo na alegria, na prisão; outro, a falta que enche, da angustia do desaviso. Os momentos anteriores a tudo, quando ainda há um momento de escolha. Quero não quero, até onde ir. Mas é incrível. Aprecio esse momento de enfado. Nem sono, nem vontade. Parece que o mundo para por um tempo. Tantos movimentos de apelos, movimentos que conheço muito bem, venho me preparando em meio. Coisas das artimanhas negociadas. Há que ser cuidadoso, atento, mas... Bom, não sei... Alguma coisa fugiu da realidade desses combinados. Em algum momento o coletivo operante não fez bem o que tinha que fazer. Morremos na praia. Será? Tanto planejamento para alcançar novos patamares, tanta estratégia em salas de combinação. Mas tudo, em vésperas de vitória já esperada, vários do grupo caem. Caímos por terra, vaidades no alto. Não sei. Parar pra pensar é meio constrangedor. Já está tarde na madrugada, suponho. Agora a pouco passou perto de onde estou um guardador de rebanhos revoltos. Olhou-me, nada há que ser dito. Aqui estão os que faltam ou se deixam alcançar. Onde reviver a imagens de potência de algum tempo atrás? Ah, essa consciência, sabe o que os outros especulam, procuram. É... Que estou fazendo aqui? Deus! Ajuda, senhor! As falhas cometidas são... Sei, imperdoáveis. O tanto dito aos quatro ventos diziam verdades... Deus. Fechar os olhos é dar luz a tudo, mais claras imagens. Nem durmo, ouço mais movimentos. Provável dia amanhecendo. Falas ao longe. O peso do encontro com outras consciências observando, criando juízos pelos que estão ali e me incluo. O erro, a queda, a punição, a perda da liberdade, o encarceramento. Quem de nós agora não deve estar repetindo esse exame de consciência. Alguns se garantindo liberdade e imunidade em pouco tempo, outros mais distantes de qualquer maior vaidade. Mas acusados, manchados, maculados. Esse pensamento vai longe e volta. Não há tanta calma agora. Toma força da sugestão. O caminhar é vacilante em meio ao futuro próximo. Certamente nessa manhã noticias estampam os jornais, as crônicas nos lugares públicos, o uso deliberado de tudo. Agora esses que aqui estão, nós, somos enredo para as próximas semanas, tempo que se aproxima de um tempo que afasta de mim aquilo que minha consciência me provocava a ver. O olhar para o futuro parece não ser mais tão azul, pleno. Não sei. Hoje, agora, estou ainda pelas roupas amarrotadas, pelo espírito cansado, pela vontade caída que provoquei do dia de ontem. Alguma coisa ainda não terminou. Quando? Alguém se aproxima. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;- Chefia, acorda pra vida!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciano Magnus de Araújo, o editor – Da série “Mundo Pequeno”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2163490755629751311?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_2ZD1PM4xD50ApwFpcXK-RFdDs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_2ZD1PM4xD50ApwFpcXK-RFdDs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/HVAt0Bwm2IY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2163490755629751311/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2163490755629751311&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2163490755629751311?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2163490755629751311?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/HVAt0Bwm2IY/uma-historia-no-segredo-da-consciencia.html" title="UMA HISTÓRIA: No segredo da consciência" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-historia-no-segredo-da-consciencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMNQncycCp7ImA9Wx5XEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-2192372837769820562</id><published>2010-09-11T01:41:00.001-03:00</published><updated>2010-09-11T01:48:13.998-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-11T01:48:13.998-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poema" /><title>UM POEMA: A descoberta dos olhos</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai de escuro em escuridão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;palmando um jeito de forma. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consegue ter bons momentos,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;se brinca com as pálpebras em eventos,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;diante a mais, talvez, luz.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Claro-escuro-escuro-claro.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mais rápido e não vê diferença, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;mas riso diante do descampado e a visão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é turva, em vez, a vença&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chove nas novenas do santo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cânticos para não verterem mais ilusão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Descubra nalguma força, um poema,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;veja que vastidão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De fé, de mundo que inventa, de tudo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aliás, não seria demais um poema,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;estante de mundo, relido, fundo,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;criado, mudo, mas logo tanta oração.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Flores de relva ao prado, não.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A descoberta dos olhos &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;imita a vida com cega visão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2192372837769820562?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIUP6LbLb6CdMB1svJQplftd1lU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIUP6LbLb6CdMB1svJQplftd1lU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIUP6LbLb6CdMB1svJQplftd1lU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIUP6LbLb6CdMB1svJQplftd1lU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/QrldpY8sSWM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2192372837769820562/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2192372837769820562&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2192372837769820562?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2192372837769820562?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/QrldpY8sSWM/um-poema-descoberta-dos-olhos.html" title="UM POEMA: A descoberta dos olhos" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/um-poema-descoberta-dos-olhos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEBQ38_eCp7ImA9Wx5XEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-4721420641268746692</id><published>2010-09-09T00:25:00.013-03:00</published><updated>2010-09-09T00:57:32.140-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-09T00:57:32.140-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><title>UMA IDÉIA: As Ciências sociais e a UNIFAP: desafios complexos, caminhante</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIhPhntJcCI/AAAAAAAAAIE/-GAZQQ8s7kw/s1600/Copy+of+GEDC0738.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="476" src="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIhPhntJcCI/AAAAAAAAAIE/-GAZQQ8s7kw/s640/Copy+of+GEDC0738.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIhP92GIViI/AAAAAAAAAIM/tbt8_gGrFH4/s1600/Copy+of+GEDC0741.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="475" src="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIhP92GIViI/AAAAAAAAAIM/tbt8_gGrFH4/s640/Copy+of+GEDC0741.JPG" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Corredor do bloco de salas C, Ciências Sociais, UNIFAP, Macapá, Amapá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O pensamento científico alimenta-se de curiosidade. Seguindo essa chamada, apresenta-se o novo desafio de fazer parte de uma instituição superior de ensino. Tornar-se funcionário público parece dar a entender à opinião pública ser parte de um cenário de benesses, algo como um mundo maravilhoso onde todos os sonhos serão realizados. É bem certo que a condição que o vinculo estabelece contempla agora maior disponibilidade para a realização do tripé de ações tipicamente reconhecidas como o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;metiê&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; do profissional de educação no ensino superior público: a extensão, a pesquisa, e claro, o ensino. O engano típico é pensar que não há trabalho, doação no serviço público, aqui especificamente nos espaços das universidades públicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os professores-pesquisadores (às vezes gestores) contemplam um grupo pago e apoiado para realizar naturezas diferentes de elaboração de mundos possíveis. A pesquisa empírica, o mundo das contemplações, as tecnologias, as medicinas, sem desmerecer nenhuma das abordagens e especificidades, existem para engrandecer o alcance das percepções a atuações humanas. &amp;nbsp;Mas aqui não se trata apenas de mencionar a natureza do vinculo empregatício e sua remuneração, mas a devida qualificação que repercute como elemento fundamental para se entender os trabalhos na academia. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No mesmo caminhar, diria que a curiosidade fomenta os processos. Ao cientista social cabe realizar alguns propósitos específicos de sua formação. É profissional qualificado, devendo ser criativo diante das demandas de campo de atuação, mesmo que não sejam tão evidentes as possibilidades para certas análises e suas nuances. Alguns dizem que a academia qualifica somente para o ensino e raramente para a pesquisa e extensão. Por que isso acontece? O que está implícito como cenários ainda em formação ou mesmo naquilo que poderíamos ver as possíveis relações inter e transdisciplinares para o cientista social, em especial no Amapá?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Poderíamos dizer que muitas vezes uma tradição perpetua erros. Se o profissional de ciências sociais costuma ver somente, como futuro possível, sua atuação no campo educacional, a sala de aula, repercute, portanto, que no processo de formação não existe investimento e iniciativas para o mais. A pesquisa é uma perspectiva fundamental para o antropólogo, sociólogo ou cientista político. A pesquisa, seja teórica ou empírica, amadurece tendências, desperta a observação, incrementa intervenções, melhora as disposições colaborativas, contribui para os mais diversos diálogos institucionais, entre atores, publicações, desdobramentos outros. Quando esse espaço-tempo, o da pesquisa, é suprimido ou não realizado, esse profissional que sai da academia é carente em articulações variadas, não consegue perceber que os campos possíveis de atuação nem sempre estão feitos, mas por se fazer; e para isso muito depende certo talento para estabelecer ligações complexas diante de cenários desafiadores. O cientista social pesquisador certamente será aquele que fomenta proposições para ações extensivas a academia. É nesse ponto onde esse cientista, utilizando-se das ferramentas científicas que conseguiu reunir ao longo do seu aprendizado e mais sua sensibilidade cidadã, pode promover mudanças de cenários, sendo propositivo, debatendo, planejando, agindo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As articulações sobre um perfil de cientista social voltado para as dinâmicas do estado do Amapá contemplam a necessidade de um curso institucional que seja empenhado e realizador de uma visão Crítico-empreendedora. É nesse sentido que o curso de ciências sociais na UNIFAP não deve ser algo a meramente realizar tal ou qual vocação estrita para o ensino, das escolas de ensino médio. Para além de vaidades pessoais e do sintomático carreirismo que se encontra em certos âmbitos do ensino (e na esfera de ensino superior público não seria diferente), é preciso que os docentes da Universidade Federal do Amapá, em geral, tenham em mente a formação dos parâmetros para a formação da mentalidade científica amapaense no presente-futuro. Esse capital humano dará a tônica dos desenvolvimentos e protagonismos futuros sobre ciência e tecnologia nas terras Tucujú. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O desafio em fazer as ciências sociais na UNIFAP algo real para o contexto local, regional e além é pessoal e estrutural, institucional e ético-moral. Há que ser mais forte que o burocratismo frustrante, mas criativo que os esquematismos indolentes, mais atento e realizador que os “bons” posicionamentos coorporativos. &amp;nbsp;Ao fim, até mesmo a capacidade de criticar àquilo que não vai bem intramuros, é algo que demonstra amadurecimento pela vivência em espaços democráticos, dialéticos e dialógicos, que não permitem pactos com mediocridades eletivas. Vamos em frente, abrimos a porta, entramos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Respiros!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quantos oportunistas! Crescem como erva daninha! É preciso treinar o olhar!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Há quem diga, e mesmo não dizendo se contradiz; há quem não faça, e mesmo assim, leva a fama!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Vendo a campanha caricata de certos candidatos! Os Tiriricas da vida estão soltos!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É preciso consciência no trânsito amapaense. Falar de consciência é pensar em duas possibilidades: ou dos donos de veículos nada saber sobre como dominar a máquina, e ai precisarem de qualificação; ou não querem mudar diante do cenário de acidentes, ai é má vontade e ignorância.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Olha o valor do seu voto: não venda, não troque, não dê. Escolha com verdade que cobrará desdobramentos e acompanhamentos depois e sempre!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-4721420641268746692?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7iWQlLXy9-T4AOcsn68mJWdW45k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7iWQlLXy9-T4AOcsn68mJWdW45k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7iWQlLXy9-T4AOcsn68mJWdW45k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7iWQlLXy9-T4AOcsn68mJWdW45k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/aAR_jzJEn7Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/4721420641268746692/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=4721420641268746692&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/4721420641268746692?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/4721420641268746692?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/aAR_jzJEn7Q/uma-ideia-as-ciencias-sociais-e-unifap.html" title="UMA IDÉIA: As Ciências sociais e a UNIFAP: desafios complexos, caminhante" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIhPhntJcCI/AAAAAAAAAIE/-GAZQQ8s7kw/s72-c/Copy+of+GEDC0738.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-ideia-as-ciencias-sociais-e-unifap.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ICSX46eyp7ImA9Wx5QFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-3703862905464548096</id><published>2010-09-05T01:39:00.000-03:00</published><updated>2010-09-05T01:39:28.013-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-05T01:39:28.013-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imagens comentadas..." /><title>UMA IMAGEM: Vida palafita, Congós, Macapá</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIMdjw78BxI/AAAAAAAAAH8/SH787P1FY5o/s1600/essa+4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="467" src="http://1.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIMdjw78BxI/AAAAAAAAAH8/SH787P1FY5o/s640/essa+4.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Existem equações possíveis para definir o que vem a ser a relação entre necessidade e criatividade? Muito disso, certamente, temos em vários lugares, situações, desafios. Imaginar que a criatura humana adapta seus propósitos ou situações-ambientes de acordo com seus propósitos. Habitar é uma realidade. Ocupar o espaço uma necessidade. Ou seria o oposto. Que não se diga que é algo ruim, uma maneira negativa de estar no mundo. É o que foi possível, é mais próximo. Para análises lineares demais, poderia ser visto como o circulo fechado do comodismo, da falta de rigor com a construção da própria vida. É possível. Mas, tenhamos a flexibilidade de pensar um tantinho mais naquilo que o antropólogo americano Clifford Geertz diz em seu texto &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;A Interpretação das Culturas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; (LTC, Rio de Janeiro, 1989): “O homem é concebido para viver mil vidas, mas acaba escolhendo somente uma”. O motivo da escolha é o mistério de ser em sociedade. A aqui temos espaços abertos para visões várias, da filosofia, religião, antropologia, sociologia... Para quem vive na região norte do Brasil (mas não é caso exclusivo) facilmente se depara com esse tipo de criatividade na ocupação dos espaços, mas que a tal “virtude empreendedora” não seja vista como aspecto de certa vulgarização de positividades, mas é resultado do processo de ocupação do solo urbano quando faltam alternativas planejadas ou quando a necessidade sócio-econômica impera, ai é quando as invasões acontecem, a posse territorial é prática corrente nos rincões das capitais no Brasil.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Enviem sugestões de imagens para que possamos exercitar nossas imaginações. Esperamos idéias. Boas leituras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Imagens: Luciano Magnus de Araújo. Arquivo pessoal, tiradas em 04 de setembro de 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciano Magnus de Araújo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;O editor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-3703862905464548096?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doW3FAxxnH4LkqnYE18F55-OGVo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doW3FAxxnH4LkqnYE18F55-OGVo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doW3FAxxnH4LkqnYE18F55-OGVo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doW3FAxxnH4LkqnYE18F55-OGVo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/livNs2vwu60" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/3703862905464548096/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=3703862905464548096&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3703862905464548096?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/3703862905464548096?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/livNs2vwu60/uma-imagem-vida-palafita-congos-macapa.html" title="UMA IMAGEM: Vida palafita, Congós, Macapá" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TIMdjw78BxI/AAAAAAAAAH8/SH787P1FY5o/s72-c/essa+4.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-imagem-vida-palafita-congos-macapa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYMRX49fCp7ImA9Wx5QFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-2600159762781651026</id><published>2010-09-03T21:29:00.000-03:00</published><updated>2010-09-03T21:29:44.064-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-03T21:29:44.064-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propostas para ações e mudanças..." /><title>UMA PROPOSTA: O lixo como fonte de renda</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Macapá já foi chamada de cidade sustentável. O slogan não era realizado efetivamente. Existe uma brecha no uso das possibilidades sustentáveis tendo como uso aquilo que descartamos. Para isso é preciso um conjunto de iniciativas e uma planejamento adequado. É fundamental que os descartes urbanos, o lixo nosso de todos os dias, possa ser visto como matéria prima para geração de renda e emprego, inclusão econômica, perspectiva ambiental, educação cidadã. A mobilização dos mais diferentes atores sociais é mais que urgente. &amp;nbsp;Mas falando especificamente das iniciativas geradoras e os participantes, será preciso reunir o poder público e privado em processos planejados com perspectivas de curto, médio e longo prazos, algo realmente direcionado para mudanças de cenários tendo em vista a plena realização de conceitos como: educação ambiental, redução de resíduos sólidos, reciclagem, empoderamento, preservação, coleta seletiva, substituições, dentre outras perspectivas teóricas que devem ser plano para ações efetivas. Produzimos lixo diariamente temos matéria prima para trabalhar em várias frentes, com diferentes públicos, visando diversos propósitos em regiões diferentes da cidade de Macapá e no estado do Amapá. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Alguns pontos a serem considerados: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;A necessidade urgente de substituição de sacolas plásticas por outros materiais;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;A substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Usar menos papel;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Usar menos plástico;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Boicotar comércios e estabelecimentos que insistem em poluir e que não trabalham atividades e serviços sustentáveis;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Usar menos carros, mais transporte público. Para isso é realmente urgente que haja maior mobilização coletiva em prol de políticas públicas e privadas para o transporte coletivo de qualidade. Vejam que as mudanças passam igualmente por mudança de mentalidade e atitude;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tornar-se responsável pelo outro e não somente por si, ou pelo próprio conforto;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Escolha de políticos comprometidos com a sociedade. É difícil isso? Pense que sua escolha responsável pelo presente-futuro define um processo político responsável. Veja a vida de forma complexa e relacional;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Menos gasto com água, energia, químicos;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Educar as crianças ambientalmente...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;·&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Que outras sugestões você incluiria aqui?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -10.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;A lista parece ser longa. Proporcional aos danos que causamos já em tempo real, passado e presente aos espaços em que vivemos. Esses argumentos não são alarmistas e catastróficos. Pelo que já podemos ver na mudança dos ciclos de chuva, os problemas estruturais quando as chuvas acontecem, rios e mananciais poluídos, doenças que se propagam, miséria, competição desenfreada, exploração do homem pelo homem, egoísmos, desertificação, carências, consumismos, descartes em demasia.. &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Que outros problemas você incluiria aqui? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Vamos pensando em conjunto e agindo em conjunto. Espaço aberto para parceiras. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Alguns sites de referência:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://mundodolixo.tripod.com/index_arquivos/page0009.htm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://mundodolixo.tripod.com/index_arquivos/page0009.htm&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_295986.shtml"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_295986.shtml&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.thebest.blog.br/o-lixo-gera-emprego-renda-e-salva-nosso-planeta/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.thebest.blog.br/o-lixo-gera-emprego-renda-e-salva-nosso-planeta/&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.clin.rj.gov.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.clin.rj.gov.br/&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://comlurb.rio.rj.gov.br/serv_coleta.htm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://comlurb.rio.rj.gov.br/serv_coleta.htm&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=320"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=320&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amigosdanatureza.org.br/index.php?a=filtrar&amp;amp;palavra=lixo&amp;amp;s=noticias"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.amigosdanatureza.org.br/index.php?a=filtrar&amp;amp;palavra=lixo&amp;amp;s=noticias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/38139626/petition.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.petitiononline.com/38139626/petition.html&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pontagrossa.pr.gov.br/node/4924"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.pontagrossa.pr.gov.br/node/4924&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://softwarelivre.org/portal/comunidade/lixo-de-ti-gera-trabalho-e-renda-em-porto-alegre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://softwarelivre.org/portal/comunidade/lixo-de-ti-gera-trabalho-e-renda-em-porto-alegre&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;-&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://promoview.com.br/canais/clear-channel-transforma-lixo-em-renda/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://promoview.com.br/canais/clear-channel-transforma-lixo-em-renda/&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=cnHM7ZDJqog"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cnHM7ZDJqog&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;-&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://inovacao.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-23942007000600025&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://inovacao.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-23942007000600025&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portalsete.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=567:reciclagem-transforma-lixo-em-renda-na-cidade&amp;amp;catid=29:politica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.portalsete.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=567:reciclagem-transforma-lixo-em-renda-na-cidade&amp;amp;catid=29:politica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://comlurb.rio.rj.gov.br/download/Cartilha_Catador.pdf"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://comlurb.rio.rj.gov.br/download/Cartilha_Catador.pdf&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://comlurb.rio.rj.gov.br/download/manual_Morador.pdf"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://comlurb.rio.rj.gov.br/download/manual_Morador.pdf&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciano Magnus de Araújo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;O editor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2600159762781651026?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-NejeVooVLkTjdecpST5yV9uuxU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-NejeVooVLkTjdecpST5yV9uuxU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-NejeVooVLkTjdecpST5yV9uuxU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-NejeVooVLkTjdecpST5yV9uuxU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/8VH8zVDat4U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2600159762781651026/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2600159762781651026&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2600159762781651026?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2600159762781651026?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/8VH8zVDat4U/uma-proposta-o-lixo-como-fonte-de-renda.html" title="UMA PROPOSTA: O lixo como fonte de renda" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-proposta-o-lixo-como-fonte-de-renda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4AQH4zcSp7ImA9Wx5QFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-5988053007730688822</id><published>2010-09-03T20:02:00.000-03:00</published><updated>2010-09-03T20:02:21.089-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-03T20:02:21.089-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Perguntas inquietantes" /><title>UMA PERGUNTA: Sobre política e vida social</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tantas pessoas vendo o processo político como algo fadado a ser a imagem do mesmo: corrupção, facilitações, compras, vendas, mentiras, promessas, enganos, acredita que a vida em sociedade pode melhorar? Essa visão está entranhada na vida social e política brasileira? O que você pode fazer pra mudar isso? Não digo o que os outros deveriam fazer, mas você o que está fazendo de diferente? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Respostas possíveis, abaixo nos comentários ou nos contatos de email na barra ao lado. Agradecido!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;O editor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-5988053007730688822?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3tBZQMaZbQu9HdlrA3G47HDk30/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3tBZQMaZbQu9HdlrA3G47HDk30/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3tBZQMaZbQu9HdlrA3G47HDk30/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3tBZQMaZbQu9HdlrA3G47HDk30/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/wBQdFpj_bnY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/5988053007730688822/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=5988053007730688822&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5988053007730688822?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5988053007730688822?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/wBQdFpj_bnY/uma-pergunta-sobre-politica-e-vida.html" title="UMA PERGUNTA: Sobre política e vida social" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-pergunta-sobre-politica-e-vida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IESX8_eCp7ImA9Wx5QFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-2313594621713919872</id><published>2010-09-02T23:56:00.014-03:00</published><updated>2010-09-03T02:25:08.140-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-03T02:25:08.140-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Histórias criadas" /><title>UMA HISTÓRIA: A mãe da floresta</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lMG7LR1oni8/RvSVq5JWgzI/AAAAAAAAAA8/3tVyFgfnASo/s1600/0090+samaumeira+-+ilha+do+combu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_lMG7LR1oni8/RvSVq5JWgzI/AAAAAAAAAA8/3tVyFgfnASo/s400/0090+samaumeira+-+ilha+do+combu.jpg" width="300" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;i&lt;b&gt;maginar a novidade crescente, quem poderia acreditar que aquela natureza era mais velha que todo esse nosso tempo recente, pequeno, somando, essa multidão de vontades? Ninguém mesmo chegaria nem perto. As noticias corriam por ai. Todos queriam ver a nova descoberta. Mil anos!!! Até mais. Deus!!! O que são mil anos? Coisa de história, de livros. Vamos ver o que aconteceu em mil anos passados. Tanta coisa. Conversando assim em mesa de bar tudo parecia tão pequeno. Eles se entreolhavam e somente conseguiam sintonizar que realmente a nova descoberta era algo de Deus. O criador havia deixado uma amostra de sua eternidade. Essa criatura vasta, imaginada, simbólica. Coisas grandes assim são a demonstração da imaginação e seu alcance. A criatura humana não imagina, pensa que sim, mas somente conjectura, é outra coisa. É coisa de outra natureza. Essa deidade sim é imaginativa, guarda os tempos, guarda a força de vida. Vai além pelo propósito da permanência. E olhe nós aqui, pequeninos! A rapidez do nada vivemos. E daqui a pouco acaba nossa cerveja! Sim, mas isso é renovável em pouco tempo: garçom mais uma. E aquilo que nós vimos, Deus, aquilo é sim é problema! Imagina ai, derrubar uma criatura daquelas, morre meio mundo. Meio mundo vai abaixo. É, a vaidade humana é bem capaz de cometer esse desatino sim. E nós estamos tão perto e tão longe do milagre que vimos hoje. Verdade. Tão distante é aquilo tudo de nós. Quantos outros tiveram a permissão de chegar tão perto da história, da vida? Por isso, só por isso acredito que ela se esconda de olhos inocentes. E o que achamos que descobrimos sempre esteve lá. Imponente, livre, clara, plena. É verdade. Uma grande catedral isso sim. Um templo. Uma missão de existência! Chega mesmo a emocionar. Você viu que chorei na hora que vi? E eu, tive até medo! Só rindo mesmo. Linda criatura sem igual. Acredito até que ela seja a última fala no meio dessa enormidade toda de mata, a última a dizer: “que seja como sempre foi no tempo, escrita na terra, poesia de vento”. E assim é. Verdade. Será que um dia vão derrubar a Grandiosa? Bom nome, não sei. Tomara que não. Isso seria uma monstruosa maldade. Coisa grande, maior e ruim. E não deixo, eu não quero. Do meu pequenino tamanho não vou permitir. Faço qualquer coisa pra isso não acontecer. Inclusive com a vida? Inclusive. O que vale o mundo sem sombra, do tempo, na vida? Coisa nenhum! Apoiado. Mas sim, sabe o senhor que amanhã temos o encontro maior com essa força toda de proteção. Logo cedo as máquinas estarão cortando não somente o sossego do lugar, mas nos desafiando. E como vai ser? Será que esse povo não vai fazer nada? Será que vai ficar mesmo todo mundo calado? O fim será a queda? E cairemos todos nós. Pois é. Olha não sei, do jeito que as pessoas estão hoje, acreditando que a única saída é dar espaço ao mundo novo. Coisa que de uns séculos pra cá... Verdade, de novo nada. Sempre o mais do mesmo, a ganância. E fincados ficamos nós na nossa inutilidade. Opa, vejo que vocês estão conversadores hoje. Até parece que a vida está muito boa. Também, com tanta cerveja na cabeça. É a única saída que temos nesses nossos pobres instantes. Mas quem é que fala assim? Bebe e se solta, rapaz. Ninguém tá desrespeitando o senhor não. Nem deixaria. Gente que quer ser grande aqui só tem um futuro. A mesma medida abaixo do chão. Silêncio, e mais um gole. Melhor ir dormir, daqui a pouco será outra pernada. É. Já falamos demais sobre nada. Quem não fala transcende. Isso último ficou só no pensamento. Pagaram a conta, guardaram caminho do repouso pouco. A noite guarda suas criaturas. Logo pela manhã a noticia corria que uma morte anunciada encontrava seu personagem. Antes mesmo de começarem os trabalhos circulava que um capataz do dono das terras tinha sido encontrado no pé da grande mãe, amarrado igual Jesus na cruz, nu, e de olhos abertos. Um popular diante da multidão que viu sem surpresa a situação ainda comentou: “e esse caboclo ainda queria viver, morrer de olhos abertos, só se fosse pra matar os outros. Encontrou o dele”. Naquele dia o programado ficou para mais adiante. Mais um dia de eternidade e medo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciano Magnus de Araújo – Da série “Mundo Pequeno”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Imagem: Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pindorama-br.blogspot.com/2007/09/samaumeira.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;http://pindorama-br.blogspot.com/2007/09/samaumeira.html&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-2313594621713919872?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6lh2cuUFnXxf30h8RYrCZU-nceI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6lh2cuUFnXxf30h8RYrCZU-nceI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6lh2cuUFnXxf30h8RYrCZU-nceI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6lh2cuUFnXxf30h8RYrCZU-nceI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/2_hlJ2zVHtY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/2313594621713919872/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=2313594621713919872&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2313594621713919872?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/2313594621713919872?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/2_hlJ2zVHtY/uma-historia-mae-da-floresta.html" title="UMA HISTÓRIA: A mãe da floresta" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lMG7LR1oni8/RvSVq5JWgzI/AAAAAAAAAA8/3tVyFgfnASo/s72-c/0090+samaumeira+-+ilha+do+combu.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/09/uma-historia-mae-da-floresta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4ERn0zeSp7ImA9Wx5QE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-1388640664798175233</id><published>2010-09-01T19:36:00.002-03:00</published><updated>2010-09-01T21:55:07.381-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-01T21:55:07.381-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poema" /><title>UM POEMA: Ode aos bigodes</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;Fala mansa,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;Circunspecta tez febril.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;Se joga os dados, soma,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;vários no horizonte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;do vasto senhoril.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;Cercas vão ao horizonte,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;novamente dito,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;àqueles resultam em postos,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;negrumes nos dados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;sorteados ao acaso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;dos propósitos&amp;nbsp;construídos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;na rotina da norma&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;do olhar onipresente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #783f04;"&gt;de quem mais pode ser.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-1388640664798175233?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ww9gPcDOoIryVwcjWupRyozUWIA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ww9gPcDOoIryVwcjWupRyozUWIA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Pensar o contrário é impedir a riqueza dos diálogos, dos processos dialéticos-dialógicos, das descobertas que em parcerias acontecem no encontro de saberes e fazeres. A cada novo encontro de mentalidades que pensam seu tempo, seus desafios, suas perspectivas, renovam-se a idéia que somos ainda criaturas em construção, numa realização de propósitos sendo definidos, certamente num inacabamento sem fim. Viver é ser inacabado. E de certa forma o que somos senão pessoas num continuo processo de vir a ser, sendo...Há quem duvide disso, mas isso ainda assim é parte do mesmo caminhar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É preciso, oportunamente, pensar a natureza desse inacabamento. Que sejamos pessoas com certa característica de criaturas passíveis de cometer erros ninguém dúvida, mas que os erros e intolerâncias não devem ser aspectos a permanecer como meio de justificar procedimentos que podem muito bem ratificar nossa condição de criaturas possuidoras da razão, afinal somos parte da espécie sapiens sapiens!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto criaturas gregárias somos fruto de um processo que não podemos esquecer: a herança, mas não qualquer herdeiro nós somos. Temos o potencial de mudança, que precisa ser cada vez mais instrumentalizado (no sentido de aperfeiçoamentos de ferramentas de mudanças no tempo-espaço), fortalecido, aprimorado, entendido. A natureza desses termos justifica nossa vida pensada em coletividades. Nosso futuro é visto pelos desdobramentos das vivências em conjunto. A política, a economia, os movimentos sociais, as lutas por espaços e reconhecimentos, a vida cotidiana, os micro e macro espaços e temas são meios para sermos e estarmos atentos e atentas ao que foi, ao que é, ao que virá. Como diria a música: “é preciso estar atento e forte”! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas é preciso que possamos levar essas características e talentos ao futuro, a partir do tempo de hoje. Falo tudo isso da distante-proximidade das experiências vividas com professores e professoras em mais um módulo do PAFOR, curso de pedagogia, desenvolvido em módulos, nas épocas de férias escolares para docentes das escolas dos municípios do Amapá, ocorrido na Universidade Estadual do Amapá. Estive com duas turmas trabalhando temas e provocações em sociologia da educação. Algumas abordagens postas, vislumbres postos para reflexão-ação: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Pensando que as turmas ainda irão se reunir por mais seis edições o que os impede de construírem uma relação mais orgânica com os outros professores nas outras turmas, a imaginar o quantitativo, temos um potencial de discussão e propostas que podem mobilizar cenários, carências educacionais locais, reinvindições políticas e além, mas é preciso clareza e organização;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• A repercussão de encontros extra sala de aula, em formatos que podem lembrar os tais cafés filosóficos, ou mesmo encontros criativos de troca de experiências, tendo em vista que o vinculo dos professores permanece até o final de cada semestre imediatamente após os períodos normais das disciplinas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Que as turmas de professores possam, utilizando desses encontros que ainda vão se repetir por mais seis edições, reunirem-se para mapear suas realidades educacionais e pedagógicas, diagnosticando juntos, estratégias para melhoramentos dos processos educacionais, e, por que não, tendo em vista construir documentos relevantes sobre essas realidades e suas necessidades a fim de dialogarem com gestores públicos, como meios não somente de divulgação das particularidades de cada lugar, mas também como meios de pressão política, cidadã, sobre o que precisa ser mudado e aperfeiçoado em seus contextos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Muito foi falado, nas duas semanas de aula, sobre o aspecto da educação libertária, emancipatória, autônoma e independente, levando ao aluno perspectivas de um mundo melhor, mas será que nossos professores estão vislumbrando isso? Quem ensina nossos professores, como nossos professores aprendem ainda são questões pertinentes...;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Há compromisso dos professores no campo político? Como isso é feito? Somente no campo político partidário? Qual a natureza dessa adesão? Precisamos pensar esses aspectos igualmente;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Será que existe espaço somente para a dimensão da qualificação, aquilo que falamos sobre a filosofia do conhecimento, ou o que pode aproximar-se do conhecimento pelo conhecimento, numa perspectiva mais rasteira? O desafio da realização desses saberes teóricos na vida real e cotidiana devem ser motivos de constante preocupação. Aprendo para quê? Para quem? Para qual mundo possível? Esse? Outro? Vamos pensar juntos, vamos agir em coletivo!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• É preciso superar a timidez de ser individuo, pessoa, gente atuante. E não falo aqui da atuação como algo somente no espaço das grandes tribunas, mas como requisito para mobilização de colegas da sala de aula, da escola, da vizinhança, dos amigos, conhecidos, parcerias valoras para incomodar as bases estabelecidas. Como fazer? Vamos estudar, aprender mais, possibilitar que outros aprendam, mas que possamos aprender tendo vínculos com as dimensões locais e suas especificidades, estabelecendo ligações com as dimensões mais amplas da vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esses desafios, e muitos outros, foram pensados junto com os professores e professoras com quem tive o prazer de conviver no mês de julho passado. Trocando experiências, contemplando um novo mundo possível. Nesse momento estamos ainda pensando estratégias, mas a vida nos cobra ação. E isso é um compromisso urgente! Contem comigo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Respiros!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A política já está no ar. As campanhas começam novamente a ser parte do nosso cotidiano. Prestem atenção, não sejam bobos num cenário de espertos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Aconselho a leitura de “O Príncipe”, de Maquiavel. Só para saberem definir o joio do trigo em épocas atuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Estou de mudança profissional. Novo desafio. Vamos ver o que vai vir. Depois de quatro anos e meio em certa posição no time, sou promovido, fico mais perto do gol! É preciso, no entanto, reaprender as novas artimanhas da bola, e de quem a chuta nesses novos campos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Procuro casa ou terreno pra comprar! Fincando mais raízes? Certamente. Parcerias musicais são bem vindas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ouço minha querida mãe me dizendo, lá de Natal: “Que pena que vai sair de seu trabalho, meu filho!”. Ê, mãe, a roda tem que girar! Graças a todas as forças! Já era tempo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Boas parcerias cobram ser mais constante nas contribuições aqui no OBSERVATÓRIO AMAPÁ. Toda razão a vocês, mais disciplina Luciano!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-8000414631827943572?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PAH2V4gjuBUveq2XBRwAHKbwfHk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PAH2V4gjuBUveq2XBRwAHKbwfHk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PAH2V4gjuBUveq2XBRwAHKbwfHk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PAH2V4gjuBUveq2XBRwAHKbwfHk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/MNQgEfBDN6s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/8000414631827943572/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=8000414631827943572&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/8000414631827943572?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/8000414631827943572?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/MNQgEfBDN6s/com-professores-e-professoras-paforueap.html" title="UMA IDÉIA: Com professores e professoras, PAFOR/UEAP, julho de 2010" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TFyRyKRbaoI/AAAAAAAAAGM/MWUqrTftGe8/s72-c/GEDC0613.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2010/08/com-professores-e-professoras-paforueap.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ACR3Y7fip7ImA9WxFWEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-3358414485743671468</id><published>2010-05-30T00:18:00.004-03:00</published><updated>2010-05-30T00:56:06.806-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-30T00:56:06.806-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><title>Conhecimento e academia das ciências: caminhos complexos caminhantes</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TAHcjjmRbtI/AAAAAAAAAGE/qboSRe177eo/s1600/111.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://3.bp.blogspot.com/_NFN7ciA9cbw/TAHcjjmRbtI/AAAAAAAAAGE/qboSRe177eo/s400/111.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLUCIAN%7E1%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLUCIAN%7E1%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLUCIAN%7E1%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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--&gt;
&lt;/style&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: large;"&gt;Construir conhecimento, saber, ser agente de processos de conhecimento é se colocar em lugares de muitas responsabilidades. Construir ciência, penso, é fazer parte de um sacerdócio, assim como ser médico, advogado, quando se fala das coisas quando se faz bem feito, ou se pretende. Em outros tempos ser professor ou educador &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; (condições que valem ser discutidas) era viver uma condição bem diversa de hoje. Os desafios obviamente são de natureza diversa, mas é preciso pensar a natureza do ato de construção de conhecimentos nos espaços de ensino, e aqui falo especificamente do ensino superior. Como se definem o aluno e o professor nesse processo? Que relações são construídas nas interações de construção de conhecimento? O que define as deliberações institucionais que possam influenciar certa pedagogia? &amp;nbsp;Que perfis são sustentados ou fomentados no cotidiano das instituições de ensino? O que está no conjunto de planos dos professores e alunos quando pensam em seus papéis sociais, para o presente e futuro? Os processos intra-institucionais brecam os andamentos criativos? Essas questões, além de outras, serão tratadas aqui ao longo de conversas semanais, mas por essa ocasião é relevante que possamos pensar já em alguns pontos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando o objetivo é refletir sobre a natureza daquilo que é feito nas academias de ensino superior, sejam públicas ou privadas, o que temos é um desafio amplo para o pensamento. Há certa compreensão corrente que na universidade as pessoas estão em busca de profissionalização, portanto buscando um lugar ao sol. Nenhum problema, em princípio, sobre esse ponto de vista, mas, ainda assim, é preciso levar em consideração algumas nuances do tema. Quando comparamos o ensino técnico em relação com aquilo que se faz nas universidades, no dito ensino superior, temos algumas diferenças. E certamente nesse ponto há que se destacar os propósitos que levam as pessoas a se matricularem num processo seletivo para ingresso numa universidade. &amp;nbsp;Em relação a essa escolha é preciso levar em consideração as variáveis tempo, custos, praticidade, inclusão no mercado de trabalho, além de outros aspectos mais específicos. Acredito que no momento que alguém escolhe uma universidade, um curso em específico, tenha em mente ter feito o dever de casa que é conhecer os espaços onde irá atuar, além de procurar saber das virtudes e agruras advindas de sua escolha, e mesmo a qualidade da instituição de ensino. Diferentemente do ensino técnico a universidade, como o próprio sentido da palavra pode sugerir, remonta àquilo de mais amplo e variado que fora acumulado pelo conhecimento humano e que está ali à disposição das mentes curiosas por quererem aprofundar, revelando seus talentos, aprendendo a questionar o mundo e a vida, em busca de respostas. Aqui é onde os que fazem o contexto da universidade nos permitem problematizar um campo interessante: num mundo cada vez mais fragmentado, saberes e fazeres num espaço de racionalidade também se mostram fragmentados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando escolho querer ser um advogado, um médico, um cientista social, um pedagogo, um filósofo, um enfermeiro, um historiador, devo levar em consideração que ali se constrói conhecimento de natureza teórico-prática. A natureza do desafio do aprendizado e da construção do conhecimento que irá gerar esse ato pedagógico exige que haja certo talento para encarar o mundo para além do meramente pragmático, para além do exclusivamente aparente e cotidiano. Muito do conhecimento construído na academia é de natureza abstrata, muito longe de sua aplicabilidade mais evidente, mas que serve como meios, modelos, conjecturas, matéria prima para se pensar procedimentos, realidades no sentido de construir os chamados “fatos portadores de sentido”. E por esse ponto de vista, uma das grandes dificuldades de alunos e professores é saber como dimensionar esses aspectos na rotina de seus aprendizados nas salas de aula do ensino superior. Um exemplo, seria demais discutir coisas passadas a dois mil anos? Qual a lógica que poderia nos ajudar a convencer alunos sobre a importância de se saber por que certo pensador imaginou que sem garantias mínimas para a construção de uma sociedade estaríamos numa constante luta de todos contra todos (será que ainda não estamos?), e ilustrando que esse teórico falou isso num período onde vigorava certo pensamento em favor de poderes e governos centralizadores na mão de um soberano, dando margem a uma realidade social de poucas liberdades individuais? Por que estudar isso, se isso não me alcança, na minha liberdade de pessoa do século XXI? O engano é não conseguir ver mais amplamente; vamos supor estarmos a viver uma situação bem parecida daquilo que esse autor sugerido pensou no século XVII. Por isso a idéia de universidade, ou de ensino superior para alguns, demanda integração de saberes, ampliação de sentidos numa lógica onde atualidade, história passada e constelações futuras possam ter alguma relação; que se verá complexa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aquilo que se faz nas universidades, na academia (e assim podemos pensar no sentido grego para o termo) são iniciativas que pretendem promover o empoderamento de estudantes-curiosos-pesquisadores-potencias no sentido de verem o mundo não somente como resultado daquilo que está no cotidiano dos jornais, mas como desdobramentos de idéias, planos, intenções, articulações ideológicas com raízes profundas; elementos de uma agenda de máxima urgência para ser discutida. Um grande impedimento está naquilo que cega alguns de visão privilegiadas (por ser a universidade, o ensino superior, ainda, um lugar de poucos) em não verem além das distrações, e assim acham que a caverna onde estão é o único lugar do mundo. As ilusões das cavernas podem ser a repartição onde você, leitor, trabalha, sua sala de estar, sua sala de aula, seu contexto de escolhas, seus sonhos e planos de uma vida de sucesso, os aglomerados de lazer, a solidão, os individualismos, os egoísmos, certas adesões... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Certas dificuldades de se imaginar como participante ativo do conhecimento que se constrói nos espaços acadêmicos são oriundas da clara dificuldade em não se saber problematizar os processos vitais: ambientais, sociais, políticos, econômicos, passados, presentes e futuros. É preciso aprender a pensar a localidade, assim como a globalidade. É preciso aprender a ser colaborativo, e não exclusivamente competitivo. É preciso entender que redes de relação não são conjuntos que unicamente ajudam interesses egoístas, mas que nos permite juntar forças em prol de ações de maior alcance, e mais conscientes de seus desdobramentos. É preciso aprender a ler e entender o que está sendo lido como algo urgente, tendo em vista os vastos acervos à nossa disposição; daí discutirmos os motivo que tantos não conseguem nem mesmo interpretar fatos sociais que acontecem em sua própria casa ou rua. É preciso ser um cidadão para o mundo. Um cidadão se constrói nos processos de vida social, saindo de sua casa, de suas proteções que impedem viver os mais diversos espaços da vida, no seu tempo. Esse tipo de pessoa pode sim ser pensado e tocado nos espaços das academias do pensamento, mas não somente lá. De toda forma é preciso que estejamos atentos nas reflexões, mas investigando nas relações motivos para a criação de novas categorias de pensamento sem cairmos em arrogâncias, dando liberdade ao livre pensar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um caminho possível? Vejamos o passado, Sonhemos o futuro. Os saberes e fazeres nos ofertam belas imagens. Essa coluna pretende ser um espaço de debate aberto para pensar o futuro e o presente, nosso desafio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Respiros!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Essa eleição em Macapá-Brasil promete, alianças sem jeito, na verdade não se vota ou coliga por hoje, mas pelas outras futuras eleições. Quem liga pra isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Há quem diga que ler emburrece!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É preciso ter atenção por esses processos de seleção, os observadores estão vendo que as coisas nem sempre são licitas! Tome cuidado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Me diga uma coisa, um especialista pode avaliar o currículo de um mestre numa seleção para professor? Pode?&amp;nbsp; Ahhh, não sabia!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Há que diga que essa eleição será diferente! Muito dinheiro rolando, muitos interesses em jogo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Dúvidas, orientações, críticas e sugestões:&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Msc. Luciano Magnus de Araújo.&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-3358414485743671468?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coSwVVeM-KV09JuDYK-0xeQ1MNI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coSwVVeM-KV09JuDYK-0xeQ1MNI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Há aqueles que dizem ser essa uma tendência de nossos tempos: a possibilidade de opinarmos livremente, tendo a nosso favor veículos democráticos, tendo um cenário vasto e muitas vezes não claramente definido de leitores. Nesse desconhecimento não sabemos com certa clareza quais as opiniões dos leitores, como se desenvolve a receptividade de certas idéias, como são utilizados esse conjuntos de textos, imagens, áudio, filmes, dentre outros meios de recorte do nosso tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quem lê tanta noticias, de tantos mundos, de tantas formas diferentes? Já recebi respostas de pessoas que justificavam a não leitura por serem velhos e não terem tempo para ler. Certamente há aqueles que já não se surpreendem com nada. Com nada ou sobre nada se incomodam; o mundo passa em suas formas e sentidos e estão lá, marcando o velho posto a serviço de coisa alguma que valha ser mencionada posto que o sentido é vazio. Ainda se morre hoje pelas idéias? Quem tramaria tal desatino, diriam alguns outros? O grande laboratório da sala-de-aula me permite observar certos movimentos das partes sociais. Idéias e opiniões pululam como se tivessem vida própria. E há tanta ingenuidade e arrogância nas salas das escolas e faculdades. Dia após dia, discursos que são tão previsíveis. Falas contagiadas de inumeráveis vícios. A fala do professor não foge desse contexto. Quais são os motivos de todos os dias? Por que alunos e professores estão ali? Por que políticos e servidores estão nos seus postos? Por que nos contagiamos por querer debater e mudar, ou fazer permanecer? Se há perguntas em demasia, existem respostas em quantidade! A pedagogia da motivação (essa eu proclamo!), nosso desafio cotidiano. Falham nossos argumentos quando nem mesmo a abstração consegue ter efeito. Da vida real, com suas coisas reis nem menciono, justo porque estariam ali, a queima roupa, coisas óbvias demais para gerarmos polêmica, os olhos vêem. Mas o que acontece com a relação entre o mundo das abstrações e as pessoas; e digo melhor, entre as imagens da abstração e os estudantes, os privilegiados ao ato de pensar? O que acontece com os privilegiados da leitura?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O exercício do pensamento, é sobre isso que estou tratando aqui. Supomos hoje que aqueles que fazem os mais diversos meios de divulgação do pensamento sejam pessoas atentas e ativas no propósito de construção de um mundo melhor. Vamos mais uma vez supor que esse mesmo contingente seja aquele que constrói idéias, formam opinião, movimentam valores (os mais diversos), possibilitam as circulações possíveis; essas pessoas hoje podem ser merecedoras de crédito? Os motivos para tanto se falar, tanto se opinar certamente estão situados num contexto de inquietações, de incômodos, de vislumbres que não são nada vencidos diante do massacrante cotidiano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Motivar-se para a escrita cotidiana, semanal, esse é o ensejo que persegue esse escriba que busca merecer o caminho da humildade. Os motivos não são somente tocados no campo dos temas, mas da disposição, do refinamento daquilo que move como certo compromisso inadiável. Alguma sintonia que nos toca como algo de mesma raiz da realização, da boa energia do combate de argumentos e ações, dos companheirismos conquistados, das criticas que podem ser acréscimos (seja como são apresentadas); os mesmos motivos para querer acordar todos os dias. A consciência que pensa e quer ligar-se a outras maneiras de pensar, a outras abstrações e recortes de mundo. A extensão do pensamento é outro pensamento, não o isolamento, mas as complementaridades, as sinapses sociais, coletivas, comunitárias, grupais, de horda, de tribo. Mas precisamos saber que as consciências transitam nas suas individualidades pungentes, querendo reconhecer o mundo, tendo às vezes a estrita de pendência dos olhos que vêem ou se deixam cegar, mas que circulam pelas vias da existência, das ruas, dos propósitos. Motivos há, palavras a mão cheia! Ainda não fechamos as idéias sobre esse&amp;nbsp; ponto...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Respiros!&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Chove a noite, calor durante o dia, em Macapá!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A heterogênea cidade, para onde olhar e ver? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Lendo os poemas de Jorge de Lima, belas imagens, provocações de lonje-perto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A palavra de ordem: Atenção!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Estamos a disposição para colaboração em periódicos e projetos coletivos outros! Sempre em busca de construir um mundo melhor, que é possível!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Acompanhem o &lt;a href="http://www.neppac.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;www.neppac.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Dúvidas, orientações, críticas e sugestões:&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
Msc. Luciano Magnus de Araújo.&lt;br /&gt;
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ORKUT: Luc Araújo&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4k_cjXu31oPuWX17EZ0grTxRxPw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4k_cjXu31oPuWX17EZ0grTxRxPw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/style&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ser ético certamente é ser responsável com algo que se apresenta e se julga urgente de responsabilidades e conseqüências. Quando isso repercute no campo do fazer educacional, certamente temos muito sobre o que falar. Qual é a missão ético-moral do educador-professor em sala de aula? Educar resume e amplia o desafio cotidiano da diferença. As simbologias, opiniões e idéias são o substrato do que se faz em sala de aula. Ninguém está livre de querer emitir sua “própria opinião”, mesmo que haja muito espaço para debates sobre como essa dita opinião se constituiu.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nenhum ponto de vista é isento, nasceu de alguma conjuntura, repercute cenários possíveis de influências. Como evitar estar em debate em sala de aula não esbarrar nas opiniões dos alunos, como pontos de vista passiveis de verdade. Descartar essas idéias construídas a queima roupa seria, no mínimo, leviano da parte de qualquer educador. Diminuir o que repercute da compreensão dos eventos de todos os dias, na observação daquilo que são os fatos mais evidentes, as repercussões dos meios de comunicação, das conversas em mesa de bar, nos transportes coletivos, nas ruas, como não identificar nisso certa verdade. Educa-se também pela convivência, aliás, nossa forma mais comum de educação. Na sala de aula temos o momento da catarse da opinião, ao menos assim deveria ser. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;A livre opinião deveria ser cultivada, assim o dever ser ético refletido nessa livre expressão se realizando sem barreiras. Mas os obstáculos existem, há vieses que são da pura natureza da argumentação, há as tergiversações ideológicas. A busca pela certeza, num debate, a opinião mais correta, o certo de tudo. Como se numa cidade as esquinas guardassem segredos. E conhecer certos traçados, certos limites, certas narrativas fossem virtudes para melhor viver. Mas há os que conhecem bem pouco da natureza dos argumentos, ou mesmo daquilo que se arvoram a falar. E quando não se preocupam com a diversidade de fontes para se entender a realidade cria nichos de intolerância que se aferram como se fosse a única verdade do mundo. O ouro de todo! Mas existem as vaidades e muitos nem mesmo querem permitir a palavra, quedou-se o debate, morreu a possibilidade de conhecer o que pensa o outro. Não conhecer como se pensa é algo perigoso, o que pensa o outro, o que penso eu mesmo. Não saber pensar é uma das mazelas do mundo contemporâneo. Pensar demais é fruto do tanto demasiado de fontes e perspectivas. Ao final, sabendo que precisamos escolher, o menor trabalho é se aferrar aos fatos, e dizem alguns: “contra fatos não há argumentos”. Quebrou-se a possibilidade de argumentos, acabou-se um sentido do aprendizado em sala de aula, findaram-se as conversações. Nenhum fato é o bastante. Quem estava lá para viver? Quem protagonizou para saber? Quem sentiu para interpretar?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;As adesões são recortes e não cair no erro de catequizações precisa ser algo cuidadosamente ponderado pelo educador. Mas existem ingenuidades a vista. De tão acostumados com terem sempre a autoridade dos professores como emissários do saber, ou quase isso, ou nada disso; os alunos, muitas vezes se arvoram a vôos cegos ao mundo de certas idéias sobre temas tão longe de suas reais vivências que se deixam levar por fatos, apenas fatos. E cegam suas rotinas de pensamento. O mais evidente parece ser o mais real, já que convence aos olhos. Mas, cá ficamos nós, em nossos exercícios de idéias, assim como a boa filosofia nos sugere: duvidar e não se deixar enrijecer. Uma das barreiras que nós educadores certamente nos deparamos quando estamos a emitir opiniões em sala de aula, principalmente em aulas de humanidades e filosofias, toca a idéia de que somos pouco éticos, ou nada, quando tateamos a idéia do outro e a reputamos como mal construída por faltar certas luzes. E nesse caso deixamos muitas vezes de pensarmos em nós mesmos e nos colocamos a pensar que outros estão sendo levados a erros de interpretação, os silogismos. Mas o que seria um erro de interpretação? Quando alguém escolhe ir para direita porque à esquerda há um grande monstro que as imagens na parede mostram como verdade única, coisa que somente eu vejo na adesão dos meus outros colegas que me apóiam sem analisarem o mundo lá fora. E assim vamos nós, educadores, carregando a alcunha de sermos subversivos das idéias dos outros. Esse texto foi construído para ser pouco claro sobre a tal verdade de tudo e muito mais próximo dos compromissos sociais, já que a ética é de ouro... E ainda somos tão tolos nos nossos localismos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Respiros!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E o Distrito Federal? Esse Arruda deve ter sofrido um puxão de orelhas! Ainda não aprendeu menino!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Final de ano chegando, crédito a voar, tenham cuidados!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Qual o papel do professor em sala de aula no ensino privado? Cala-se ou ser conivente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Sorte aos novos formandos das faculdades e universidade Brasil afora, eles vão precisar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Férias chegando, nem falem do quanto será bem vinda!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Acompanhem o &lt;a href="http://www.neppac.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;www.neppac.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Dúvidas, orientações, criticas e sugestões:&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30000376-5457356565170817577?l=observatorioamapa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YFGVwYypKwGbYYfRs93ZaTVwllM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YFGVwYypKwGbYYfRs93ZaTVwllM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YFGVwYypKwGbYYfRs93ZaTVwllM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YFGVwYypKwGbYYfRs93ZaTVwllM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/EDcnx/~4/lYcbvMV5DUA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://observatorioamapa.blogspot.com/feeds/5457356565170817577/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30000376&amp;postID=5457356565170817577&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5457356565170817577?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/30000376/posts/default/5457356565170817577?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/EDcnx/~3/lYcbvMV5DUA/sobre-toda-etica-em-sala-de-aula-sobre.html" title="Sobre toda ética em sala de aula, sobre os compromissos sociais" /><author><name>Luciano Magnus de Araújo, Luc Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00169751520032226122</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://observatorioamapa.blogspot.com/2009/12/sobre-toda-etica-em-sala-de-aula-sobre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQMQ3g4fyp7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-30000376.post-3682469069299366615</id><published>2009-10-26T23:59:00.003-03:00</published><updated>2009-10-27T19:26:22.637-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T19:26:22.637-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunicação" /><title>O que representa um evento para se discutir a comunicação? No Amapá...</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse texto vai para os comunicadores de plantão. Mas que sejam comunicadores que escolheram como ofício de vida serem agentes comprometidos com a informação dos seus expectadores, sejam ouvintes, leitores, ou mais além. Falo com esses que do privilégio de estarem nos estúdios das rádios, nas redações jornalísticas e de revistas, nas televisões, nas academias, nos postos de gestão, aprenderam os deveres éticos das suas responsabilidades, mesmo que não os pratiquem, sabem que existem. É preciso falar sobre os trâmites da comunicação. É urgente se discutir de que maneira serão definidas as maneiras de caminhar para o futuro. Se de agora para frente será construída uma comunicação comprometida com o bem comum ou com parcelas da sociedade, com grupos, com interesses, com particularismos, e de que maneira relacionar as duas modalidades, se assim é possível. &amp;nbsp;A política da comunicação interessa, a politização da comunição interessa, a despolitização da comunicação interessa, a ideologização da comunicação interessa. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas será que consigo chegar próximos desses de quem faço referência? Um evento de comunicação serve para quem? Um grupo seleto? Para falar sobre o que? Assuntos seletos? E a comunidade em geral? E a sociedade? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O papel jornalístico dos meios de comunicação é de serem veículos democráticos, críticos, participantes. Não há, hoje, como ver as sociedades, ditas pós-modernas, sem a presença dos meios de comunicação. Mas, há um perigo em meio (dentre tantos): os veículos estarem nas mãos de pessoas sem nada de compromisso com a sociedade que fazem parte. E o que está sendo falado aqui não é nada que se entenda dentro do contexto fantasioso, segundo alguns, de certos discursos de esquerda, segundo outros, mas fala-se aqui do público a favor do público. Será que existe empresa de comunicação que seja realmente privada? Afinal, toda empresa de comunicação não seria uma concessão? Portanto, tendo a finalidade para a dimensão social. Mas por que será que toda sociedade está alienada dessa condição-entendimento, se é possível usar um termo bem à esquerda? Uma rádio publica é concessão da sociedade para a sociedade, assim como o empreendimento privado. Uma TV, um jornal. Mas onde está o empoderamento público desses espaços? A sociedade se vê representada por esses meios? Quando não há essa representação alguma coisa vai mal. E não estamos falando aqui de programas que exploram o grotesco, o sensacionalista, o espetáculo, mas de propostas de participação coletiva que prezam pela educação do coletivo, pela politização democrática do coletivo, pela qualidade das percepções sobre a realidade histórica. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As muitas perguntas aqui postas são problematizações possíveis para serem discutidas num evento de comunicação, principalmente em terras Tucujú, onde a presença familiar-política é dramaticamente patente. Esse quadro não é exclusivo do contexto local, repete-se como um crescer de ervas daninhas Brasil afora, tornando o campo dos meios de comunicação algo indissociável das vontades parcelares desses grupos, que invariavelmente estão nos espaços de poder, abusando dos recursos ideologizantes, fisiológicos. Assim, torna-se cada vez mais difícil que o ato de comunicação desvirtue o caráter político (entendendo a política maior, a participação política, os indivíduos em busca de seus direitos, sabendo dos seus deveres), como sendo algo das politicagens, fazendo-nos crer que não há mais saída para a política representativa, e, por tabela, para os meios de comunicação, vendidos. Há saída para isso? Sim. Colocarmos isso tudo em discussão é um dos caminhos. Evitar calar os atores sociais. A promoção do debate é necessária. Esse debate precisa ser claro, construtivo, distante de vaidades, de autopromoção. Diretrizes devem ser pensadas, articuladas estratégias, realizadas, os resultados devem ser revistos, novas direções fundamentadas, por fim. &amp;nbsp;É um processo constante visando os papéis sociais dos meios de comunicação. Parece que pensar no coletivo é algo difícil, que deve ser provocado pelos mais diversos atores sociais como condição fundamental para um processo de comunicação democrático. Essa é somente uma dimensão do desafio. Outras estão automaticamente na agenda das discussões: as mídias sociais, seus impactos e desdobramentos; as relações público-privado e os meios de comunicação; as mídias e o elemento econômico; qualificações, o papel da academia; as convergências das mídias, patrocínios, apoios, projetos; a política e as mídias; empreendedorismos sociais e comunicação; há tanto que falar! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Será que os organizadores e os trabalhadores dos meios de comunicação no Amapá terão a esperada ousadia e liberdade para tocarem certos pontos sensíveis em meio a esses temas? Vamos esperar pra ver. As noticias que temos até agora é que há certo amadorismo em cena. Senhores e senhoras, o mínimo que se espera de vocês é compromisso, até porque vocês estão nos lugares onde a comunicação é pensada. Mas para quem? Que tal respondermos numa boa discussão sem recalques? Espero vocês na Iª Conferência Estadual de Comunicação do Amapá, e ser realizada, quiçá, em novembro do corrente, visando a conferência nacional em Brasília, no mês de dezembro! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Respiros!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E a fundação do senhor do Maranhão-Amapá como anda sem credibilidade e apoio$? Goes Bad!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Expofeira aqui em Macapá vai de vento em popa, esse modelo já dura 46 edições, contando essa. Uma bela vitrine para o governo, mas...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda há muito o que desenterrar do setor da mineração no Amapá, basta ter disposição de arqueólogo, mas com curiosidade de político ou empreiteiro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto isso, fazemos bons contatos por questões mundiais...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 248.55pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acompanhem o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.neppac.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;www.neppac.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #003366; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Dúvidas, orientações, criticas e sugestões:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
Msc. Luciano Magnus de Araújo.&lt;br /&gt;
Para Conversações: (96) 8117.7450&lt;br /&gt;
Emails de contato:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:LMA3@HOTMAIL.COM" style="color: #0066cc; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;LMA3@HOTMAIL.COM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lucianoaraujo3@yahoo.com.br" style="color: #0066cc; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;lucianoaraujo3@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lucaraujo3@gmail.com" style="color: #0066cc; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;lucaraujo3@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ORKUT: Luc Araújo&lt;br /&gt;
Twitter:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.twitter.com/lucaraujo3" style="color: #0066cc; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;www.twitter.com/lucaraujo3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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