<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714</atom:id><lastBuildDate>Thu, 19 Dec 2024 03:28:56 +0000</lastBuildDate><category>acções dinheiro mal politica</category><category>justiça igualdade mundo melhor</category><category>lagrimas e chor as vezes na adianta</category><category>mario soares europa unida</category><category>medidas protecçao</category><category>psd inova eleições a vista</category><category>situacionismo politica vergonha</category><category>vital eleições futuro</category><title>SEMPRE EM LUTA !</title><description>Sócrates na verdade nunca saiu da vida política nacional.</description><link>http://mareamos.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1004</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Sócrates na verdade nunca saiu da vida política nacional.</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-2692063784162674558</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2015 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-26T16:05:51.730-07:00</atom:updated><title>Ministério Público adia acesso aos autos à defesa de Sócrates. “Isto é uma manobra ilegal”</title><description>&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-09-26-Ministerio-Publico-adia-acesso-aos-autos-a-defesa-de-Socrates.-Isto-e-uma-manobra-ilegal--1"&gt;“O senhor procurador Rosário Teixeira decidiu recusar-nos o acesso imediato aos autos e usa essa possibilidade para invocar uma qualquer razão que permita manter o processo escondido”, afirmou este sábado o advogado de defesa de Sócrates Pedro Delille à SIC Notícias. “Isto não é uma manobra legal, é uma manobra ilegal. É uma decisão completamente inaceitável, um truque.”&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Ministério Público recusou o acesso aos autos à defesa de Sócrates, porque podera pedir a aclaração do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, que esta quinta-feira tinha decidido levantar o segredo de justiça interno do processo Operação Marquês, que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates. A notícia é avançada pela SIC Notícias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
O acórdão de quinta-feira possibilitava que a defesa de Sócrates tivesse acesso a todos os elementos do processo. Ainda que não seja possível recorrer ao Supremo, o Ministério Público pode pedir a aclaração (esclarecimento) e adiar assim a consulta dos autos por parte da defesa de Sócrates.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/ministerio-publico-adia-acesso-aos.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-4239150322582968892</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2015 00:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-24T17:49:08.057-07:00</atom:updated><title>Juízes arrasam Carlos Alexandre e Rosário Teixeira no processo de Sócrates</title><description>&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984px;"&gt;
Mais adiante, noutra das partes do acórdão a que o PÚBLICO teve acesso, pode ler-se que “nada justifica que uma investigação que se iniciou em 2013 se tenha mantido todo o tempo em segredo” e criticam-se as justificações “genéricas, vagas e indeterminadas” usadas pelo Ministério Público para manter o sigilo. Tanto o pedido feito pelos procuradores para não ser levantado o segredo de justiça como o próprio despacho de Carlos Alexandre viabilizando essa pretensão “não cumpriram os ditames legais, porque para além de não se encontrarem fundamentados assentam num pressuposto errado que fere a lei e os princípios gerais de direito”. Afinal de contas, dizem Rui Rangel e Francisco Caramelo, o sigilo não pode servir de “arma de arremesso ao serviço da ignorância e do desconhecido”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984px;"&gt;
E lamentam ainda que em Portugal não existam maiores exigências de robustez jurídica relativamente às acusações contra os arguidos. Usando uma terminologia cara aos advogados de José Sócrates, os magistrados do Tribunal da Relação de Lisboa criticam os “truques” e as “estratégias” do investigador que vitimizam os arguidos.&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/juizes-arrasam-carlos-alexandre-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-7583194637936466147</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2015 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-24T17:36:28.494-07:00</atom:updated><title>Caso Sócrates: Relação diz que Juiz Carlos Alexandre desprotegeu garantias de defesa do ex-PM</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img height="225" src="http://static.globalnoticias.pt/storage/TSF/2015/sectionbig/ng4749344.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #fcfcfc; color: #272324; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 20px; letter-spacing: -0.085px; line-height: 28px;"&gt;O juiz Rui Rangel afirma que a promoção do Ministério Público e o despacho do Juiz de instrução que prolongou o segredo de justiça para lá de 15 de Abril, "não cumpriram os ditames da lei", e que o juiz Carlos Alexandre desprotegeu "de forma grave os interesses e as garantias de defesa do arguido".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #fcfcfc; color: #272324; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 20px; letter-spacing: -0.085px; line-height: 28px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: #fcfcfc; color: #272324; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 17px; letter-spacing: -0.085px; line-height: 27.999px;"&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/sociedade/justica/interior/caso_socrates_relacao_com_duras_criticas_a_investigacao_4797402.html#.VgRVaIYda68.twitter"&gt;Mais, escreve o juiz desembargador Rui Rangel, "o que é grave é que esta «auto-estrada» do segredo, sem regras, passou sem qualquer censura pelo Sr. Juiz de instrução, desprotegendo de forma grave os interesses e as garantias de defesa do arguido, que volvido tanto tempo de investigação, desde 2013, continua a não ser confrontado, como devia, com os factos e provas que existem contra si".&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/caso-socrates-relacao-diz-que-juiz.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-8351335710036544632</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2015 00:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-24T17:18:17.641-07:00</atom:updated><title>João Araújo: “A partir de agora é jogo limpo e cartas na mesa”</title><description>&lt;a href="http://observador.pt/2015/09/24/joao-araujo-a-partir-de-agora-e-jogo-limpo-e-cartas-na-mesa/"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px;"&gt;“A partir de agora é jogo limpo e cartas na mesa.” Foi desta forma que o advogado de José Sócrates, João Araújo, se congratulou com a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00bcf0; font-family: Georgia, Times, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px;"&gt;decisão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px;"&gt;&amp;nbsp;do Tribunal da Relação, que permitiu que as partes intervenientes no processo passassem a ter acesso&amp;nbsp;a grande parte das provas e testemunhos até agora só na posse do Ministério Público. Numa conferência de imprensa, o&amp;nbsp;advogado de defesa do ex-primeiro-ministro foi, aliás, muito crítico em relação à atuação do Ministério Público, referindo que esta abertura do processo — fim do segredo de justiça interno — a todos os envolvidos permite inferir que este é um processo “que foi construído na base do segredo, na ocultação, no truque”, algo que a partir de agora não será mais possível que aconteça.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;img src="http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/09/191465157_770x433_acf_cropped.jpg" /&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/joao-araujo-partir-de-agora-e-jogo.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-2062885618217271395</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2015 15:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-24T08:27:38.865-07:00</atom:updated><title>Tribunal da Relação dá razão a defesa de Sócrates</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img height="137" src="http://static.noticiasaominuto.com/stockimages/1370x587/naom_515160d74d28d.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 class="headline" itemprop="articleBody" style="box-sizing: border-box; font-family: 'Roboto Slab', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 1.3em; font-weight: 300; line-height: 1.6em; margin: 0px 0px 20px; padding: 0px;"&gt;
.&lt;span style="background-color: white; font-size: 16.8px; line-height: 28.56px;"&gt;&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/456760/tribunal-da-relacao-da-razao-a-defesa-de-socrates"&gt;O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) deu, esta quinta-feira, razão à defesa de José Sócrates, sustentando que já não se justifica a manutenção do segredo de justiça.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-size: 16.8px; line-height: 28.56px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: 'Roboto Slab', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 16.8px; line-height: 28.56px; margin-bottom: 22px;"&gt;
Fonte da Relação de Lisboa adiantou à agência Lusa que a decisão foi tomada pelos juízes desembargadores Rui Rangel (relator) e Francisco Caramelo. "O TRL considerou que, neste momento, não se justifica o segredo de justiça interno, logo a defesa (de Sócrates) deve ter acesso a todos os autos da investigação".&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: 'Roboto Slab', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 16.8px; line-height: 28.56px; margin-bottom: 22px;"&gt;
A mesma fonte adiantou que esta decisão dos juízes desembargadores é definitiva e não admite recurso para o Supremo Tribunal de Justiça.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/tribunal-da-relacao-da-razao-defesa-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-8833606326595435110</guid><pubDate>Sat, 05 Sep 2015 11:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-05T04:54:18.997-07:00</atom:updated><title>Defesa de Sócrates: “O MP começou em prestações suaves a bater em retirada”</title><description>&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 19.2px; line-height: 27.2px;"&gt;&lt;a href="http://observador.pt/2015/09/05/defesa-de-socrates-o-mp-comecou-em-prestacoes-suaves-a-bater-em-retirada/"&gt;João Araújo e Pedro Delille falaram da prisão domiciliária de Sócrates. Entre críticas, perguntam: "Que seria hoje a vida pública portuguesa se este processo não tivesse sido iniciado?"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 19.2px; line-height: 27.2px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px; margin-bottom: 1.6rem; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility;"&gt;
“O Ministério Público começou em prestações suaves a bater em retirada”. É esta a leitura da defesa de José Sócrates em relação à alteração da medida de coação aplicada ao ex-primeiro-ministro, que deixou esta sexta-feira de estar em prisão preventiva na cadeia de Évora para passar para prisão domiciliária, com vigilância policial, num apartamento em Lisboa. Uma alteração proposta pelo procurador responsável, Rosário Teixeira, ao juiz Carlos Alexandre, a que este deu seguimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6px; line-height: 27.2px; margin-bottom: 1.6rem; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility;"&gt;
Numa conferência de imprensa na manhã deste sábado, os dois advogados de Sócrates, João Araújo e Pedro Delille, voltaram a atacar toda a investigação, não poupando críticas ao Ministério Público e ao juiz de instrução. “&lt;span style="box-sizing: border-box; font-weight: 700; line-height: inherit;"&gt;O Ministério Público continua sem apresentar os factos, as provas e a acusação. Isso acontece porque não tem factos, não tem provas e não pode deduzir acusação.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Por isso, começou em prestações suaves a bater em retirada. Não quis o espetáculo indecoroso da sua derrota absoluta, quis antes um golpe de imagem, uma aproximaçãozinha, para mostrar alguma coisa”, começou, no seu estilo contundente, por afirmar João Araújo.&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/defesa-de-socrates-o-mp-comecou-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-510499724812630989</guid><pubDate>Sat, 05 Sep 2015 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-05T04:51:45.599-07:00</atom:updated><title>“Não há factos, não há provas, não há acusação”</title><description>&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;“O que aconteceu ontem não foi uma vitória. Em questões de liberdade, não há vitórias relativas, mas há derrotas absolutas",&amp;nbsp;apontou João Araújo, para quem o Ministério Público "não quis mostrar uma retirada”. Esta foi “uma aproximaçãozinha”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984px;"&gt;
&lt;a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/nao-ha-factos-nao-ha-provas-nao-ha-acusacao-1706933"&gt;&lt;b&gt;Advogado de José Sócrates diz que acontecimentos desta sexta-feira à noite (alteração da medida de coacção) “não são uma vitória” e que prisão domiciliária é “manobra de propaganda”. João Araújo, considera que o Ministério Público começou a “bater em retirada” porque “não tem razões sérias” para deduzir acusação ao fim de nove meses de prisão preventiva do ex-primeiro-ministro. Advogados vão recorrer.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="SubCaixaContainer" style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984px;"&gt;
&lt;a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/nao-ha-factos-nao-ha-provas-nao-ha-acusacao-1706933"&gt;&lt;b&gt;Na sequência da alteração da medida de coacção do ex-primeiro-ministro, João Araújo, deu uma conferência de imprensa esta manhã ao longo da qual defendeu que o Ministério Público não tem provas para acusar José Sócrates&lt;/b&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/nao-ha-factos-nao-ha-provas-nao-ha.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-2565702099408859958</guid><pubDate>Sat, 05 Sep 2015 04:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-04T21:44:40.431-07:00</atom:updated><title>Sócrates sai da prisão. agora é que isto vai começar.</title><description>&lt;h2 style="font-family: Georgia, serif; font-weight: normal; line-height: 1em; margin-bottom: 5px; margin-top: 5px;"&gt;
&lt;span id="NewsTitle"&gt;&lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4762856&amp;amp;page=-1"&gt;Sócrates ganha guerra da pulseira eletrónica e fica com polícia à porta&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span id="NewsSummaryContent" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 22px;"&gt;&lt;div class="artigo-intro" id="NewsSummary" style="font-size: 0.7em; font-weight: bold; line-height: 1.4em; margin-bottom: 6px; margin-top: 20px;"&gt;
Ex-primeiro-ministro saiu da cadeia de Évora e vai ficar em prisão domiciliária. Ministério Público diz que perigo de perturbação do inquérito diminuiu. Advogado vai contestar: quer libertação imediata.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div id="Article" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 20px;"&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 0.7em; line-height: 1.4em; margin-bottom: 5px; margin-top: 5px;"&gt;
Depois de meses a acumular derrotas judiciais, José Sócrates conseguiu, ontem, uma espécie de vitória: o juiz Carlos Alexandre decidiu substituir a prisão preventiva pela domiciliária, mas sem pulseira eletrónica, tal como o ex-primeiro-ministro quis há três meses e lhe foi recusado. O despacho do juiz apanhou, segundo soube o DN, toda a gente de surpresa, desde os advogados aos guardas prisionais. O documento chegou por fax às 18.30 ao Estabelecimento Prisional de Évora, de onde Sócrates - que é suspeito dos crimes de corrupção passiva para ato ilícito, fraude fiscal e branqueamento - saiu perto das 20.00.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img alt="Sócrates foi ontem para casa" src="http://www.dn.pt/storage/DN/2015/big/ng4637088.jpg?type=big&amp;amp;pos=0" /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/09/socrates-sai-da-prisao-agora-e-que-isto.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-780293683619267144</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2015 20:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-07-10T13:47:14.741-07:00</atom:updated><title>Defesa de Sócrates diz que Ministério Público inventou facto.- </title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4 style="background-color: white; border-top-color: rgb(197, 197, 197); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: #010101; font-family: Helvetica, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.3em; line-height: 23.1200008392334px; margin: 10px 0px 0px; padding: 10px 0px;"&gt;
A defesa de José Sócrates criticou hoje o Ministério Público (MP) por considerar que este inventou um facto contra o ex-primeiro-ministro, relacionado com o empreendimento de Vale de Lobo, no Algarve, sem explicar onde está o favorecimento.&lt;/h4&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13.6000003814697px; line-height: 23.1200008392334px; padding: 0px 0px 10px;"&gt;
&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=781486"&gt;João Araújo, um dos dois advogados de defesa do ex-primeiro-ministro, afirmou que, "ao fim destes sete meses, inventaram finalmente um facto e é logo esta coisa rota que é o Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL)".&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13.6000003814697px; line-height: 23.1200008392334px; padding: 0px 0px 10px;"&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img alt="Defesa de Sócrates diz que Ministério Público inventou facto" height="239" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEi34oWVBJbMbn6QoG3XNAeVnYhDz4e9wiLZ5gpakOeBfQ3P4qepaSbM-sTCNlpVqJ4G3b_zE-2a2c9UQlLdEoMlA0OaMZSapGhPcSJ71BmX0JVtDY_XDWubZxIOqgMlzr5M2l6NHxox7AiToh_AnCaDpziL-v6asZ_MbGfMgv9W_MRaxlIsxgvQysND=" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=781486"&gt;"Se alguém conseguisse explicar - porque dizer o que é o PROTAL é pouco -, como é que é o PROTAL, porque é que é o PROTAL e em que artigo do decreto é que está o favorecimento. Mas eles não dizem. E sabe porque é que não dizem? Porque não têm", acusou.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;!-- Blogger automated replacement: "https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fdiariodigital.sapo.pt%2Fimages_content%2F2015%2F20152231833_joaoaraujo.jpg&amp;amp;container=blogger&amp;amp;gadget=a&amp;amp;rewriteMime=image%2F*" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEi34oWVBJbMbn6QoG3XNAeVnYhDz4e9wiLZ5gpakOeBfQ3P4qepaSbM-sTCNlpVqJ4G3b_zE-2a2c9UQlLdEoMlA0OaMZSapGhPcSJ71BmX0JVtDY_XDWubZxIOqgMlzr5M2l6NHxox7AiToh_AnCaDpziL-v6asZ_MbGfMgv9W_MRaxlIsxgvQysND=" --&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/07/defesa-de-socrates-diz-que-ministerio.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-554059648324755768</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2015 16:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-21T09:57:03.063-07:00</atom:updated><title>E não deve ser por acaso que começa agora a falar-se de arquivamento:- Acusação ou arquivamento do caso de Sócrates podem ter lugar em 2016. RTP / DN</title><description>&lt;div class="time" style="border: 0px; color: #646464; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; font-style: italic; line-height: 18.8500003814697px; list-style: none; margin-bottom: 10px; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;time datetime="2015-06-21T17:50:00+01:00" style="border: 0px; font-family: inherit; line-height: 18.8500003814697px; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline;"&gt;20 Jun, 2015, 20:19 / atualizado em 20 Jun, 2015, 20:55&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="clear" style="border: 0px; clear: both; color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; height: 0px; line-height: 18.8500003814697px; list-style: none; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline; visibility: hidden; width: 0px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="border: 0px; color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20.2999992370605px; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px 0px 20px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline;"&gt;
A acusação a José Sócrates ou o arquivamento do caso podem acontecer apenas em 2016. A hipótese é avançada pelo procurador que tem em mãos o processo, numa resposta enviada a um juiz do Tribunal da Relação de Lisboa. Isto significa que a investigação poderá atravessar dois actos eleitorais.&lt;/h2&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;"&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=838391&amp;amp;tm=8&amp;amp;layout=122&amp;amp;visual=61"&gt;A detenção de José Sócrates aconteceu no ano passado, tal como a prisão preventiva. Mas a acusação ao antigo primeiro-ministro socialista não deverá ser conhecida antes de 2016, ano de eleições presidenciais.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Right" style="border: 0px; color: #646464; float: right; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 11.9209995269775px; line-height: 17.2854499816895px; list-style: none; margin: 15px 0px 15px 15px; padding: 15px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline; width: 184px;"&gt;A demora estará relacionada com a reconstituição de circuitos financeiros, cartas rogatórias enviadas ao Reino Unido e à Suíça e a necessidade de ouvir pessoas que se encontram para lá das fronteiras portuguesas. Argumento rejeitado em toda a linha pela defesa do ex-governante.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;span style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;"&gt;Esta possibilidade é admitida pelo próprio procurador titular do processo e está estampada nas páginas do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="border: 0px; color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility; vertical-align: baseline;"&gt;Diário de Notícias&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;span style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;"&gt;Em resposta ao juiz que votou vencido no Tribunal da Relação de Lisboa, o procurador Rosário Teixeira afirmou ser imprevisível uma data para a conclusão da fase de inquérito, mas garante que não será seguramente antes de cair o pano sobre o corrente ano civil.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;br style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;" /&gt;&lt;span style="color: #202020; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18.8500003814697px;"&gt;&lt;b&gt;Se assim for, contrapõe João Araújo, advogado de defesa, José Sócrates terá de ser imediatamente libertado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/e-nao-deve-ser-por-acaso-que-comeca.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-8318063875130492717</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2015 14:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-20T07:31:54.536-07:00</atom:updated><title>“Vivemos num país perigoso e, quando se fala de justiça, vivemos num país perigosíssimo”, afirmou João Araújo</title><description>&lt;div style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; font-weight: 600; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
Advogado de Sócrates acusa juízes e procuradores de rodarem “à rédea solta” e fazerem “exactamente o que lhes apetece”.&lt;/div&gt;
&lt;span class="lead" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; box-sizing: border-box; color: #222222; display: block; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 19.2000007629395px; margin-top: 1.5rem;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.6em;"&gt;João Araújo, advogado do ex-primeiro-ministro José Sócrates, considerou na sexta-feira que há um “domínio absoluto do Ministério Público” em Portugal e o país atravessa uma situação “perigosa” .&lt;/span&gt;&lt;img alt="Araújo participou num colóquio sobre o estado da justiça em Vila Real de Santo António" src="http://www.ionline.pt/media/2015/6/20/469061.jpg?type=artigo" height="266" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://www.ionline.pt/artigo/398273/joao-ara-jo-vivemos-num-pais-perigoso-e-quando-se-fala-de-justica-vivemos-num-pais-perigosissimo-?seccao=Portugal_i"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ionline.pt/artigo/398273/joao-ara-jo-vivemos-num-pais-perigoso-e-quando-se-fala-de-justica-vivemos-num-pais-perigosissimo-?seccao=Portugal_i"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;“Os juízes, os procuradores, as juízas, as procuradoras, rodam à rédea solta e fazem exactamente o que lhes apetece.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ionline.pt/artigo/398273/joao-ara-jo-vivemos-num-pais-perigoso-e-quando-se-fala-de-justica-vivemos-num-pais-perigosissimo-?seccao=Portugal_i"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;E quando, por falta de talento, por excesso de serviço ou por qualquer outra razão, não conseguem fazer nos prazos aquilo que deviam fazer em prazos mais curtos, surgem leis que lhes derrogam os prazos”, criticou.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/vivemos-num-pais-perigoso-e-quando-se.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-8296203431845513703</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2015 14:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-20T07:27:20.617-07:00</atom:updated><title>MP admite que a acusação não estará concluída até ao final deste ano. José Sócrates terá de ser libertado antes, em novembro.</title><description>&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/politica/2015-06-20-Acusacao-a-Socrates-so-em-2016"&gt;Na resposta enviada ao tribunal da Relação que analisou um recurso de José Sócrates sobre a especial complexidade do processo Marquês, o procurador Rosário Teixeira admite que a investigação ainda não está terminada, sendo a sua conclusão "imprevisível" mas "certamente" não antes da conclusão "do presente ano civil". &amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/politica/2015-06-20-Acusacao-a-Socrates-so-em-2016"&gt;O procurador do caso argumenta que ainda está à espera de uma reposta a uma carta rogatória enviada à Suíça e que há complexos circuitos financeiros ainda a reconstituir. E pessoas a ouvoir que estao " ausentes no estrangeiro".&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/mp-admite-que-acusacao-nao-estara.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-2175331202263018855</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2015 02:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-19T19:50:31.454-07:00</atom:updated><title>Sócrates devia ter sido libertado: os argumentos do juiz derrotado</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-06-19-Socrates-devia-ter-sido-libertado-os-argumentos-do-juiz-derrotado"&gt;Numa extensa declaração, José Reis arrasa com o trabalho do Ministério Público no caso que envolve o ex-primeiro-ministro, suspeito dos crimes de fraude fiscal agravada, branqueamento e corrupção.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;"Não pode ser à custa da elevação do prazo da sua prisão preventiva que se poderão ultrapassar eventuais atrasos ou dificuldades da restante investigação."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;"Não se pode justificar a excecional complexidade com a indicação, de forma desgarrada e difusa, de uma enxurrada de factos (alguns de duvidosa relevância criminal) e a omissão de outros que são nucleares para permitirem estabelecer judicialmente uma conexão aos primeiros."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; line-height: 30px;"&gt;&amp;nbsp;"Este tribunal fica sem saber o que, concretamente, com relevância criminal, se está a investigar, pelo que não pode conceder o seu aval àquilo que desconhece. Ou seja, se se ignoram os indícios dos factos que se projetam demonstrar não se pode fazer um juízo fundamentado acerca da complexidade da investigação, sendo certo que não há complexidade alguma em investigar o nada, o vazio."&lt;/span&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/socrates-devia-ter-sido-libertado-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-9024175191016806717</guid><pubDate>Fri, 19 Jun 2015 10:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-19T03:26:32.913-07:00</atom:updated><title>Juiz sobre Sócrates: "Realidade nua e crua: Há total ausência de indícios de corrupção"</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #444444; font-family: arial; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;O juiz que acredita que José Sócrates não deveria estar preso explica as razões.&lt;/span&gt;&lt;img alt="Realidade nua e crua: Há total ausência de indícios de corrupção" height="151" src="http://static.noticiasaominuto.com/stockimages/615x230/naom_5470b62d228d9.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;José Reis, juiz desembargador que votou contra a declaração de especial complexidade do processo Operação Marquês, garante, após analisar todo o processo e o que constava dos autos, que “em momento algum [quando foi detido], o recorrente [José Sócrates] foi confrontado com quaisquer factos ou indícios concretos suscetíveis de integrar o crime de corrupção”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;
&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/408289/realidade-nua-e-crua-ha-total-ausencia-de-indicios-de-corrupcao"&gt;O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa revela que o antigo primeiro-ministro foi apenas confrontado com “interpretações e deduções”. “Afirma-se e está subjacente que tudo é contrapartida (indevida, claro) de ‘atos do governo’, mas não se descreve um único desses atos que permita estabelecer conexão indiciária entre os mesmos e os avultados montantes dados à estampa”, garante José Reis na declaração de voto.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/408289/realidade-nua-e-crua-ha-total-ausencia-de-indicios-de-corrupcao"&gt;Na opinião do magistrado, a acusação de um crime precedente de branqueamento de capitais apresenta-se “manifestamente incompleto dada a total ausência de descrição de indícios factuais que eventualmente possam integrar o crime de corrupção. Esta é uma realidade nua e crua”, esclarece&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;“&lt;b&gt;Não há complexidade alguma em investigar o nada, o vazio”, assume o juiz sobre o mandado de libertação intitulado de complexo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: start;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/juiz-sobre-socrates-realidade-nua-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-5851012318855195185</guid><pubDate>Thu, 18 Jun 2015 09:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-18T02:19:50.539-07:00</atom:updated><title>E a pouco e pouco , a Verdade lá se vai afirmando:- Relação Um dos juízes discordou do 'não' a recurso de Sócrates</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; clear: right; float: right; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img alt="Um dos juízes discordou do 'não' a recurso de Sócrates" height="151" src="http://static.noticiasaominuto.com/stockimages/615x230/naom_5470b417c7164.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/407670/um-dos-juizes-discordou-do-nao-a-recurso-de-socrates"&gt;O Diário de Notícias destaca, esta quinta-feira, que o juiz relator José Reis discordou da decisão, tendo mesmo escrito uma extensa declaração de voto.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
Na opinião do magistrado, &lt;b&gt;manter antigo primeiro-ministro em prisão preventiva é ilegal&lt;/b&gt;, uma vez que &lt;b&gt;não há condições para que o processo se mantenha com a designação de especial complexidade&lt;/b&gt;.&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt; &lt;b&gt;Isto porque ainda não foram imputados factos ao arguido&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
Não existindo já perigo de fuga, só essa condição permite que não se tenham ultrapassado todos os prazos, nomeadamente o do segredo de justiça, que faz com que os arguidos da Operação Marquês não tenham tido ainda acesso aos autos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
Foi isso que levou o magistrado José Reis a proferir fortes críticas contra o Ministério Público e o juiz de instrução Carlos Alexandre.&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/e-pouco-e-pouco-verdade-la-se-vai.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-5885193226415017106</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2015 13:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-17T06:43:33.955-07:00</atom:updated><title>Mais um recurso rejeitado mas desta vez brechas foram abertas.</title><description>&lt;div style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: rgba(0, 0, 0, 0.8); font-family: Roboto, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 23px; margin-bottom: 20px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="http://www.sol.pt/noticia/397717"&gt;A decisão, porém, foi tomada por maioria, tendo um dos três juízes votado vencido, pronunciando-se contra a declaração de que o processo é de especial complexidade. Se este entendimento tivesse vingado, José Sócrates sairia hoje da cadeia de Évora, pois a inexistência de especial complexidade num processo faz reduzir os prazos da prisão preventiva, de 12 para seis meses.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: Roboto, 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 23px; margin-bottom: 20px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;O juiz que votou vencido foi José Reis, a quem o recuso tinha sido inicialmente distribuído. Como a outra juíza da secção, Laura Maurício, não concordou com o seu entendimento, foi chamada a deliberar também a presidente da secção, Teresa Féria. Ambas as magistradas pronunciaram-se favoravelmente à decisão de Carlos Alexandre e às alegações feitas pelo procurador Rosário Teixeira, rejeitando o recuso de José Sócrates.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/mais-um-recurso-rejeitado-mas-desta-vez.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-5277221183024858550</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2015 10:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-17T03:50:38.506-07:00</atom:updated><title>O mistério adensa-se. Ora isto em Maio era assim:</title><description>&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;b&gt;Questionado pelos jornalistas sobre o estado de alma do arguido José Sócrates, João Araújo referiu que “ele está um pouco mais satisfeito do que eu, não sei bem porquê, porque eu já estou muito”. Aliás, acrescentou mais à frente, estes factos novos “também me deixam muito satisfeito (…) então há um… se eu pudesse falar”.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 22.3999996185303px; text-transform: uppercase;"&gt;28/5/2015,&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 2.4rem; line-height: 2.8rem; margin: 0px 0px 0.5rem; padding: 0px; text-rendering: optimizeLegibility;"&gt;
&lt;a href="http://observador.pt/2015/05/28/advogado-socrates-reafirma-socrates-libertado-isto-chuchadeira/"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Advogado de Sócrates reafirma que Sócrates tem de ser libertado. “Isto é uma chuchadeira”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/o-misterio-adensa-se-e-eu-tambem-fico.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-8717927202706086773</guid><pubDate>Mon, 15 Jun 2015 21:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-15T14:11:44.221-07:00</atom:updated><title>Pânico se a investigação judicial falhar??? Homessa. Pânico o tanas. Se a investigação - isso chamem-lhe investigação para eu me rir - falhar o que falha é o sistema corrupto de uma justiça entregue aos bichos e aos mais nojentos difamadores.E isso nunca geraria pânico mas alívio. Porque finalmente poderiamos viver finalmente num país decente e não nesta colossal estrumeira.</title><description>&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.6000003814697px;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large; line-height: 19.6000003814697px;"&gt; &lt;b&gt;"&lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=4623829&amp;amp;page=-1"&gt;Não temos pena.&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="line-height: 19.6000003814697px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=4623829&amp;amp;page=-1"&gt;Apenas pânico - se a investigação judicial falhar e a acusação não produzir provas consistentes. &lt;/a&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #999999; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.7519998550415px; font-weight: bold; line-height: 12.543999671936px; white-space: nowrap;"&gt;SÉRGIO FIGUEIREDO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.7519998550415px; font-weight: bold; line-height: 12.543999671936px; white-space: nowrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.7519998550415px; font-weight: bold; line-height: 12.543999671936px; white-space: nowrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.7519998550415px; font-weight: bold; line-height: 12.543999671936px; white-space: nowrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.6000003814697px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.6000003814697px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.6000003814697px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/panico-se-investigacao-judicial-falhar.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-5219851309256860270</guid><pubDate>Mon, 15 Jun 2015 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-15T14:01:54.264-07:00</atom:updated><title>Justiça de Kafka. - António Luís Marinho </title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; clear: right; color: #333333; float: right; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
&lt;img height="213" src="http://cdn1.ionline.pt/media//2015/6/15/467832.jpg?type=L" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
&lt;a href="http://ionline.pt/artigo/397259/justica-de-kafka?seccao=Opiniao_i"&gt;A divulgação ipsis verbis do último interrogatório feito pelo procurador Rosário Teixeira a José Sócrates é o corolário lógico do que se tem passado neste e noutros processos: manda-se o segredo de justiça às malvas e vai-se fazendo o julgamento em público, libertando cirurgicamente peças do processo para serem divulgadas pela comunicação social.&lt;/a&gt;&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;Há quantos anos isto acontece? Quantos inquéritos já foram anunciados? Quantos responsáveis foram encontrados e responsabilizados?&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin-bottom: 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizeLegibility; word-break: break-word;"&gt;
A transcrição deste interrogatório foi “oferecida” a vários órgãos de comunicação social, tendo alguns recusado a “oferta”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem;"&gt;Não estou a acusar os órgãos de comunicação social que decidiram publicar o interrogatório, até porque quase todos os outros aproveitaram a boleia, citando-os.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/justica-de-kafka-antonio-luis-marinho.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-3712903853021691621</guid><pubDate>Sun, 14 Jun 2015 16:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-14T09:44:51.166-07:00</atom:updated><title>Ora em 2009 o exmo pacheco pereira pensava assim. Agora não sei como pensa.</title><description>&lt;div class="date" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;
6.2.09&lt;/div&gt;
&lt;div class="posts" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.blogger.com/null" name="1969702614189093593" style="color: #0069c3;"&gt;&lt;b class="byline" style="color: black; font-size: 11px;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b class="byline" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;a class="byline" href="http://abrupto.blogspot.pt/2009_02_01_archive.html#1969702614189093593" style="color: black; text-decoration: none;"&gt;15:59&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(JPP)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: both;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;COISAS DA&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;u style="font-weight: bold;"&gt;SÁBADO&lt;/u&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;: QUE “PODERES”? E ONDE ESTÃO “OCULTOS”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8A3Jju-_o4xAUPMF8WpJO93cuPnQlZJJSWsSLJgMkS2MvVD1w-pF-4i7hiVeKA4H3bzFBl8_S_l32MUE67k3-i_numONjYJwdATXZwd9orR1SijPIxtMsT-T3NWDeXRO_G5fJ5bAfrHwW/s1600-h/29-01-2009.jpg" style="color: #0069c3;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296799230691463650" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8A3Jju-_o4xAUPMF8WpJO93cuPnQlZJJSWsSLJgMkS2MvVD1w-pF-4i7hiVeKA4H3bzFBl8_S_l32MUE67k3-i_numONjYJwdATXZwd9orR1SijPIxtMsT-T3NWDeXRO_G5fJ5bAfrHwW/s320/29-01-2009.jpg" style="cursor: pointer; height: 109px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;Ao fim de quinze dias de caso Freeport assiste-se a uma curiosa evolução, que não é novidade no tipo de resposta pública do Primeiro-ministro José Sócrates a qualquer tipo de dúvidas sobre o seu currículo, actividade profissional e política: a partidarização e politização agressiva, contra adversários nomeados ou não. O Primeiro-ministro nega sem esclarecer e depois ataca. Desta vez não são nomeados os sujeitos do ataque, são as “forças” os “poderes ocultos” que estão por trás desta “campanha negra”. Por isso, a politização do caso Freeport pelo Primeiro-ministro vai de vento em popa e é bastante unilateral. E é mau que seja unilateral. Porque uma coisa é os partidos da oposição não se quererem pronunciar sobre as questões de justiça e a investigação do caso Freeport, o que se compreende, outra é não se quererem pronunciar sobre as “forças ocultas” a que se refere o Primeiro-ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há “forças ocultas” a atacar o Primeiro-ministro de Portugal, e se são “forças”, ou seja têm poder, e se são “ocultas”, ou seja se se escondem e dissimulam, tal é matéria para a justiça e para os serviços de informação, porque é desestabilização do Estado que daí resulta, por um lado, e a quebra do prestígio de Portugal (que já não abunda) no exterior, ou seja, matéria de segurança, por outro. Por isso, se eu estivesse na Assembleia, ou o entrevistasse num jornal, faria uma simples pergunta ao Primeiro-ministro: como sabe ele que há “forças ocultas” e quais são essas “forças”? Sabe-o porque recebeu informações nesse sentido, ele que tem o gabinete recheado de serviços de informações? Sabe porque conhece quem faz as fugas e com quem existe um conluio para as divulgar? Se sabe, deve comunicá-lo ao Ministério Público. Por aí adiante. E não largava o Primeiro-ministro sem ter uma resposta cabal, porque um Primeiro-ministro não pode ficar apenas por uma insinuação de grande gravidade e depois aproveitar-se das eventuais vantagens políticas da insinuação. É um mau caminho, que não mostra sequer a indignação de um inocente falsamente acusado, mas o tacticismo de um político profissional.&lt;div style="clear: both; padding-bottom: 0.25em;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; text-align: -webkit-center;"&gt;© José Pacheco Pereira&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, sans-serif;" /&gt;&lt;a href="http://abrupto.blogspot.pt/2009/02/coisas-da-sabado-que-poderes-e-onde.html"&gt;(url)&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/ora-em-2009-o-exmo-pacheco-pereira.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8A3Jju-_o4xAUPMF8WpJO93cuPnQlZJJSWsSLJgMkS2MvVD1w-pF-4i7hiVeKA4H3bzFBl8_S_l32MUE67k3-i_numONjYJwdATXZwd9orR1SijPIxtMsT-T3NWDeXRO_G5fJ5bAfrHwW/s72-c/29-01-2009.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-3203725003228314178</guid><pubDate>Sun, 14 Jun 2015 13:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-14T06:15:59.191-07:00</atom:updated><title>Pois é. Sócrates não está disposto a vergar. Nunca esteve. Agora os exmos comentadores de sempre, são só bitaites a descompor a justiça. E no entanto mesmo depois de Sócrates ter sido ilibado no caso freeport continuaram as cenas da tal má língua. Mas durante os anos em que passaram a vidinha a atacar Sócrates em todos os aspectos da sua vida politica e privada não se lembraram de que andavam todos a ajudar para que o desfecho fosse este mesmo.</title><description>&lt;div class="date" style="background-color: white; color: #9a9ea8; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
SEGUNDA-FEIRA, 6 DE ABRIL DE 2009&lt;/div&gt;
&lt;div class="title" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #820706; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 24px; line-height: 1.3; margin-bottom: 2px;"&gt;
&lt;a href="http://arrastao.blogs.sapo.pt/1645488.html" style="color: #a91514; text-decoration: none;"&gt;Cala-te!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="assinatura" style="background-color: white; color: #820706; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px; margin-bottom: 15px;"&gt;
por Daniel Oliveira&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px;"&gt;
&lt;strong&gt;Publico aqui, na íntegra, o texto de João Miguel Tavares. E assino por baixo. E não deixo de achar interessante que os mesmos que se queixam da judicialização da política achem que a crítica deve ser matéria criminal. Sócrates não é o primeiro e não será o último a querer calar através da lei as vozes que o incomodam. O Freeport é assunto que ele gosta de trazer para o debate se lhe servir para a vitimização política. Mas só é legítimo se servir os seus objectivos. Os outros, que se calem. Estou, obviamente, solidário com João Miguel Tavares. Até porque já estive no lugar dele. E do outro lado estava um senhor que, como Sócrates, vive mal com a liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px;"&gt;
&lt;div class="posttext" style="clear: right; color: #333333; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img src="http://images-cdn.impresa.pt/expresso/users-2401-240188-n-7340.jpg?v=original&amp;amp;mw=980" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
TERÇA-FEIRA, 31 DE&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="date" style="color: #9a9ea8; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-bottom: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
MARÇO DE 2009&lt;/div&gt;
&lt;div class="title" style="border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #820706; font-size: 24px; line-height: 1.3; margin-bottom: 2px;"&gt;
&lt;a href="http://arrastao.blogs.sapo.pt/1764197.html" style="color: #a91514; text-decoration: none;"&gt;Era lá capaz disso...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="assinatura" style="color: #820706; margin-bottom: 15px;"&gt;
por Daniel Oliveira&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="color: #333333;"&gt;
Olhando para a forma como reage a cada notícia desagradável e as suspeitas que lança sobre todos os órgãos de informação que não lhe prestam vassalagem, alguém acredita que o governo seria capaz de qualquer tipo de pressão sobre os investigadores do caso Freeport?&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="color: #333333;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext"&gt;
&lt;h1 class="title" itemprop="name" style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 36px; font-stretch: normal; line-height: 1.2em; margin: 0px 0px 32px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Porque Sócrates não verga&lt;/h1&gt;
&lt;h2 class="lead" style="border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; font-stretch: normal; font-weight: 400; line-height: 1.4em; margin: 32px 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;div class="articleToolsContainer" style="border-bottom-color: rgb(206, 212, 224); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; box-sizing: inherit; font-family: sans-serif; font-size: 16px; line-height: normal; margin: 0px 0px -1px; outline: 0px; padding: 0px 0px 32px; position: relative; vertical-align: baseline;"&gt;
Daniel oliveira- Expresso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: #015782; font-family: 'Source Sans Pro', 'Helvetica Neue', Helvetica, 'Arial sans-serif'; font-size: 12px; line-height: 30px;"&gt;09.06.2015&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 class="lead" style="border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; font-stretch: normal; font-weight: 400; line-height: 1.4em; margin: 32px 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 class="lead" style="border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; font-stretch: normal; font-weight: 400; line-height: 1.4em; margin: 32px 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/blogues/opiniao_daniel_oliveira_antes_pelo_contrario/2015-06-09-Porque-Socrates-nao-verga"&gt;Mandar Sócrates para casa com uma pulseira electrónica era a única forma de reduzir a pressão pública para que haja uma acusação formal sem dar o braço a torcer. Mas José Sócrates não está disposto a facilitar a vida aos investigadores. E, nesta matéria, faz bem. Quem, ao fim de meio ano, continua a não ter uma acusação para apresentar, tem de permitir que o arguido aguarde em liberdade. Não se prende para investigar, investiga-se para julgar&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="color: #333333;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: 15px; line-height: 27px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/pois-e-socrates-nao-esta-disposto.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-3513412096768300569</guid><pubDate>Sat, 13 Jun 2015 01:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-12T18:53:29.854-07:00</atom:updated><title>João Araújo "Somos demasiado vaidosos para ser cobardes" :) </title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; clear: left; float: left; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #444444; font-family: arial; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;O advogado de José Sócrates considera que “é uma canalhice vir imputar à defesa” qualquer fuga de segredo de justiça.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #444444; font-family: arial; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/405239/somos-demasiado-vaidosos-para-ser-cobardes"&gt;“Há quatro entidades com acesso à gravação”, disse João Araújo, especificando que, além da defesa, a gravação está na posse do juiz de instrução, do Ministério Público e da Autoridade Tributária. “Escolherem a defesa é uma péssima ideia porque a defesa não viola o segredo de justiça”, afirmou. Mas o advogado do antigo governante não se limitou a negar. Foi também particularmente crítico do caso.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
“No dia em que a defesa quiser transmitir cá para fora peças do processo, nós transmitimos mas pomos o nosso nome por baixo. Nós não atiramos pedras e escondemos a mão. Tanto eu como o meu colega somos demasiado vaidosos para ser cobardes”, afirmou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
“Esta história é uma pura vigarice”, disse ainda, acrescentando que “o que tem havido mais neste processo é violações do segredo de justiça”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;“A Procuradoria só não persegue os autores da ‘graça’ porque não quer, porque os tem que proteger”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;img alt="Somos demasiado vaidosos para ser cobardes" src="http://static.noticiasaominuto.com/stockimages/615x230/naom_54746b51bebe7.jpg?1434148320" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;


</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/joao-araujo-somos-demasiado-vaidosos.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-7839978628757433576</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2015 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-12T15:50:39.711-07:00</atom:updated><title>João Araújo: “É verdade que me deram o CD mas não fui eu que o divulguei”</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img height="179" src="http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/06/19146600_770x433_acf_cropped.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 19.2000007629395px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;João Araújo garante: "A PGR sabe de onde partiu a divulgação".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;João Araújo vai mais longe e afirma: “A Procuradoria Geral da República sabe de onde partiu a divulgação da transcrição. Isto é ridículo, estão carecas de saber quem foi”. O próprio José Sócrates, há alguns meses, disse ao Ministério Público quem achava que era o autor das várias fugas de informação que têm dado origem às notícias na comunicação social. Não apresentou provas “porque não é polícia”, diz João Araújo, que não se cansa de repetir: “A Procuradoria só não atua porque não quer, sabe quem foi”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;a href="http://observador.pt/2015/06/12/joao-araujo-e-verdade-que-me-deram-o-cd-mas-nao-fui-eu-que-o-divulguei/"&gt;Segundo o Observador apurou, uma cópia ficou no processo, outra foi enviada para o juiz Carlos Alexandre e uma terceira foi entregue ao advogado João Araújo, que a requereu com vista a preparar o recurso do seu cliente.&amp;nbsp;Esta informação foi já confirmada ao Observador pela PGR: “Ao abrigo do art.º 101 n.º 4 do Código de Processo Penal, e na sequência de requerimento apresentado nos autos, foi entregue ao advogado do arguido José Sócrates cópia do DVD com as declarações prestadas no interrogatório realizado.”&amp;nbsp;Esta requisição pode, por norma, demorar alguns dias, mas em muitos casos agiliza-se o processo e entrega-se de imediato a transcrição aos advogados dos arguidos. Foi o que aconteceu.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #1a1a1a; font-family: Georgia, Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 17.6000003814697px; line-height: 27.2000007629395px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/joao-araujo-e-verdade-que-me-deram-o-cd.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-3237447151302855026</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2015 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-12T09:15:22.984-07:00</atom:updated><title>E eu sublinho: Sócrates ao dizer Não! deu mais um exemplo de grande civismo e enorme coragem.O resto são couves e muita conversa da treta</title><description>&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984375px;"&gt;
&lt;img src="http://imagens5.publico.pt/imagens.aspx/737915?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=171&amp;amp;h=171&amp;amp;act=cropResize" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984375px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984375px;"&gt;
&lt;a href="http://www.publico.pt/portugal/noticia/operacao-marques-liberdade-ou-morte-eis-a-questao-1698683"&gt;Sublinhe-se que o ex-primeiro ministro podia aceitar – até sob protesto - a vigilância electrónica, o que ninguém de boa-fé poderia ver como uma aceitação da legitimidade da prisão, tendo em conta a provável alternativa – prisão preventiva pura e simples. Poderia também dizer somente que não aceitava a medida de coacção e limitar-se a comunicá-lo ao juiz de instrução, como o obrigava o segredo de justiça. Mas não o fez porque não o pode nem o deve fazer em termos da sua estratégia de ruptura.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; margin-bottom: 20px; margin-left: 198.984375px;"&gt;
E, naturalmente, José Sócrates não se limitou a dizer “não”. Aproveitou a ocasião para fazer um balanço público do que, na sua perspectiva, se passou no processo durante estes seis meses de prisão. E fê-lo de uma forma juridicamente discutível mas literariamente demolidora: “Seis meses sem acusação. Seis meses sem acesso aos autos. Seis meses de um furiosa campanha mediática (…) Seis meses de imputações falsas, absurdas e, pior – infundamentadas (…) Seis meses, enfim, de arbítrio e de abuso”. E caracteriza desta forma o “falhanço” da instância judicial: “depois de seis meses de prisão, nem factos, nem provas, nem acusação”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_8y" style="color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.38; overflow: hidden;"&gt;
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&lt;div class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 6px; margin-top: 6px;"&gt;
&lt;b&gt;Nunca deixará de me surpreender o efeito do ressentimento no comportamento humano. Julgo não me enganar quando vejo o ressentimento como causa do acinte e do azedume tão evidentes nas recentes decisões do Senhor Procurador da República e do Senhor Juiz de Instrução. Mas o que considero extraordinário é que esse ressentimento resulte do facto de eu me ter limitado a exercer um direito que a lei me concede - dizer não a ser vigiado por meios eletrónicos. Como se, para estas autoridades judiciárias, o exercício legítimo de direitos constitua uma impertinência, um desaforo, um desrespeito para com a justiça.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 6px; margin-top: 6px;"&gt;
&lt;b&gt;Este momento diz-nos muito sobre uma certa cultura judiciária. A acção penal democrática funda-se - e legitima-se - na liberdade, nos direitos individuais e nos limites que o Estado se impõe a ele próprio. Este despacho do senhor Juiz de Instrução e a promoção do Ministério Público a que dá seguimento são estranhos a essa cultura, pertencem a outra família, à da ordem, da submissão, da obediência - para ela, sim, os direitos existem, mas para serem utilizados com parcimónia, quando nós quisermos, quando nós dissermos, como nós quisermos, para o que nós quisermos. Lamento dizê-lo, mas o poder que exerceram não foi o do direito, mas o da força.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 6px; margin-top: 6px;"&gt;
&lt;b&gt;Todavia, não raro o excesso, de força e de ressentimento, atraiçoa - há excessos de força que só expõem fraqueza. Tal é o caso e este é o ponto a que chegámos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 6px; margin-top: 6px;"&gt;
José Sócrates&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/e-eu-sublinho-socrates-ao-dizer-nao-deu.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4040151564571584714.post-2704467044235919152</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2015 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-12T06:00:27.093-07:00</atom:updated><title>Operação Marquês : Sócrates denunciou alegado violador do segredo de justiça.</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; clear: right; float: right; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;img alt="Sócrates denunciou alegado violador do segredo de justiça" height="121" src="http://static.noticiasaominuto.com/stockimages/615x230/naom_54719d017df89.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="background-color: white; color: #444444; font-family: arial; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.noticiasaominuto.com/pais/404958/socrates-denunciou-alegado-violador-do-segredo-de-justica"&gt;A informação está a ser avançada pela SIC Notícias, desconhecendo-se porém quando foi feita essa denúncia à Procuradoria-geral da República.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #444444; font-family: arial; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
Em causa está a publicação na revista Sábado de transcrições do interrogatório realizado pelo procurador Rosário Teixeira, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), a José Sócrates.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
Porém, segundo avança hoje a SIC Notícias, terá sido o próprio José Sócrates a denunciar à PGR o nome da pessoa que alegadamente entrega documentos do processo à revista. Desconhece-se, contudo, quando foi feita essa denúncia, se em fevereiro durante uma audição no DCIAP, se numa outra audição, feita mais recentemente por videoconferência.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://mareamos.blogspot.com/2015/06/operacao-marques-socrates-denunciou.html</link><author>noreply@blogger.com (Maria RHenriques)</author></item></channel></rss>