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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DE8GRXg9eyp7ImA9WhBbGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157</id><updated>2013-05-19T08:20:24.663-07:00</updated><category term="Documentários" /><category term="http://www.blogger.com/img/blank.gif" /><category term="Lógica" /><category term="Arqueologia" /><category term="Programa Fatos em Foco" /><category term="Frases e Pensamentos" /><category term="Misticismo e Ocultismo na História" /><category term="Islamismo; Missões" /><category term="Livros" /><category term="Educação" /><category term="Coisas da Pós-Modernidade" /><category term="Variedades" /><category term="Corrupção" /><category term="Teologia" /><category term="Política" /><category term="Apologética" /><category term="Coisas da Pós-Modernidade" /><category term="Ciência e Tecnologia" /><category term="Missões" /><category term="Islamismo" /><category term="História" /><category term="Saúde" /><category term="Psicologia" /><category term="HomossexualismoCoisas da Pós-Modernidade" /><category term="Filosofia" /><category term="Drogas" /><category term="Homossexualismo" /><category term="HomossexualismoCoisas da Pós-Modernidade" /><category term="Pastorais" /><category term="Design Inteligente e Evolucionismo" /><category term="Economia" /><category term="Religiões Comparadas" /><title>Fatos em Foco </title><subtitle type="html">Informação,
Análise,
Opinião</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://artureduardo.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>3117</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/GnsYG" /><feedburner:info uri="blogspot/gnsyg" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>blogspot/GnsYG</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;C0MBRHo4eip7ImA9WhBbF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-764574842854843640</id><published>2013-05-16T12:06:00.001-07:00</published><updated>2013-05-16T12:10:55.432-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-16T12:10:55.432-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Variedades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Portal publica vídeo com suposta vítima do Pr. Marcos Pereira desmentindo estupro (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;PORTAL EVANGÉLICO PUBLICA VÍDEO COM PIVÔ DA PRISÃO DO SUPOSTO CASO DE ESTUPRO DO PR. MARCOS PEREIRA DESMENTINDO TUDO!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;b style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt; suposta vítima arrolada no inquérito, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Dona Elisângela&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, prestou depoimento na Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro na presença de deputados e servidores no dia 14/05/2013 e no Ministério Público no dia seguinte, desmentindo todas as acusações anteriores. Acabou a Farsa! Suposta vítima inocenta pastor Marcos Pereira". Essa é a descrição do vídeo postado no canal da &lt;/span&gt;&lt;b style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;ADUD&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt; no Youtube hoje e que estamos reproduzindo na íntegra agora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="media_embed" height="349px" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin: 14px 0px !important; padding: 0px; text-align: justify !important;" width="620px"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;strong height="349px" style="border: 0px; margin: 0px; padding: 0px;" width="620px"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349px" src="http://www.youtube.com/embed/SuIXaBL3Kjw" style="border-width: 0px; margin: 0px; padding: 0px;" width="620px"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O portal Fé em Jesus desde o começo das veiculações das supostas acusações na mídia secular contra o pastor Marcos Pereira se recusou a participar da disseminação da evidente armação. Em primeiro lugar porque não cremos na isenção da mídia tradicional, especialmente do que vem da Vênus Platinada (leia-se Organizações Globo) que há anos achincalha a nossa fé e não poupa esforços em desconstruir a imagem do cristão em suas novelas, minisséries e demais veículos que dispõe sob seu domínio. A aproximação com o público evangélico hoje se dá por interesses financeiros e mercadológicos, e nem vou entrar no mérito da questão, cada um que filtre aquilo que consome. Em segundo lugar porque sabemos que todo aquele que se levanta contra as trevas, e o Ministério ADUD tem feito isso Há muitos anos, está sujeito a retaliações, que podem vir de desafetos e também do mundo espiritual, o que no final das contas dá na mesma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mas a questão que abordo aqui é um pouco mais séria. Trata-se da responsabilidade da mídia cristã enquanto formador de opinião, que teoricamente a meu ver deveria ser no mínimo mais cautelosa e não se prestar ao papel de ser propagadora de matérias duvidosas, que no afã de ser a primeira a soltar "a bomba" no meio cristão, não concede o direito constitucional da dúvida, e junto com os escarnecedores promove o linchamento moral de um acusado não percebendo ser ela mesma &amp;nbsp;manipulada por aqueles que são experts nessa prática. Infelizmente temos visto isso com mais frequência do que gostaríamos de ver. Até mesmo líderes que ao invés de ficarem calados até que as coisas de fato sejam esclarecidas, pronunciam suas sentenças como se fossem eles mesmos os juízes, e nem vou citar a Bíblia porque creio que todas saibam o que Jesus disse sobre julgar o outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Temos como princípio na redação do FJ não postarmos desgraças, notícias que causam escândalo e que de nada acrescentam aos irmãos na fé, já há muitos sites, blogs fazendo isso. Nossa preocupação é trazer notícias em geral que informem nossos leitores sobre tudo o que acontece para que se mantenham atualizados e conteúdo que inspire, informe, alimente, pois o veneno da fé é a dúvida. Noticiar brigas de ministérios, bate-bocas de líderes ou críticas dos profissionais em comentar a vida dos outros mas que não fazem nada pelo Reino não são nem levadas em consideração. Nossa contribuição para o povo de Deus está focado em nossos serviços, programas e cobertura jornalística, em estudos, cultos online e devocionais. A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus, e é essa a nossa essência, declarar a nossa fé em Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Aos urubus e abutres de plantão, nossa oração para que seus corações e mentes se voltem para Cristo, o autor e consumador da nossa fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; margin-bottom: 14px !important; margin-top: 14px !important; overflow: hidden; padding: 0px; text-align: justify !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.feemjesus.com.br/noticia/arma%C3%A7%C3%A3o-contra-pr-marcos-pereira-%C3%A9-desmascarada"&gt;Portal Fé em Jesus&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/NBcVom-OUec" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/764574842854843640/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=764574842854843640&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/764574842854843640?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/764574842854843640?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/NBcVom-OUec/portal-publica-video-com-suposta-vitima.html" title="Portal publica vídeo com suposta vítima do Pr. Marcos Pereira desmentindo estupro (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/SuIXaBL3Kjw/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/portal-publica-video-com-suposta-vitima.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAERHo5eSp7ImA9WhBbFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-147186884928952810</id><published>2013-05-15T21:15:00.000-07:00</published><updated>2013-05-15T21:15:05.421-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T21:15:05.421-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Homossexualismo" /><title>Avanço da ditadura gay no Brasil</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;AVANÇO GAYZISTA: CASAMENTO HOMOSSEXUAL É EMPURRADO COMPULSORIAMENTE EM TODOS OS CARTÓRIOS DO BRASIL!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;F&lt;/span&gt;lávio Sincero&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; trabalha num cartório. Ele sempre se empenhou pela honestidade, dentro e fora do trabalho. Se o supermercado lhe dava troco a mais, ele não pensava duas vezes: devolvia o dinheiro que não lhe pertencia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;Sua integridade passará por uma prova de fogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;No cartório, chegam dois homens, o &lt;b&gt;&lt;i&gt;sr. Estrebaldo Oportunista&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;i&gt;sr. Anúbio Vigarista&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que sem demora dizem: “Queremos nos casar!”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;“Para quando, senhores?” pergunta Flávio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ao receber a resposta, o homem do cartório indaga: “E qual é o nome de suas esposas?”. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;Você está olhando para ela,” diz Anúbio, apontando para o barbudo Estrebaldo. “Queremos nos casar aqui”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-P_RDtMFr5l0/UZPBQHMxEsI/AAAAAAAAQnk/czMVQN9ein8/s1600/casamento+gay.jpg" imageanchor="1" style="color: #e0ad12; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img border="0" height="359" src="http://1.bp.blogspot.com/-P_RDtMFr5l0/UZPBQHMxEsI/AAAAAAAAQnk/czMVQN9ein8/s400/casamento+gay.jpg" style="border: 0px;" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Flávio sua frio. Quando criança, ele escutava sua professora de escola dominical ensinar sobre a coragem de Daniel, que não se prostrava diante das leis erradas do rei babilônico Nabucodonosor. Mas ele nunca imaginou que tais provações pudessem também ocorrer nos dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ele leu nesta semana&amp;nbsp;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/05/1278302-cnj-estabelece-casamento-gay-em-todo-pais.shtml" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;reportagens&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de vários jornais dizendo que, sob iniciativa do ministro &lt;b&gt;&lt;i&gt;Joaquim Barbosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, todos os cartórios do Brasil serão obrigados a “casar” homossexuais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Antes, ele ouvia de jornalistas que o movimento homossexual não queria impor nada sobre ninguém&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;Agora, Flávio se sente traído por Joaquim Barbosa e pelos meios de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Flávio se casou no ano passado e tem uma filhinha de poucos meses. Se ele não fizer o que Joaquim manda, o que será do seu emprego? Como ele conseguirá sustentar sua família?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;E agora, o que fazer diante de Estrebaldo e Anúbio?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;“Não posso casá-los…” diz ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;“Como assim?” diz Estrebaldo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;“Casamento é apenas entre homem e mulher. Não existe casamento entre dois homens. Isso é artificial. Não é natural,” tenta argumentar Flávio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;“Seus pensamentos não interessam. A lei agora diz que você deve nos casar. Por isso, não há o que discutir aqui. Apenas faça o que a lei manda você fazer,” Anúbio afirma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;“Sou seguidor de Jesus Cristo. Tenho compromisso com a Lei maior, que é a favor da família. Só poderei casar vocês quando cada um de vocês trouxer uma mulher para ser esposa…” responde Flávio, sabendo, tristemente, qual será a próxima reação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;“Neste caso, seu cristão de meia tigela, vou imediatamente à polícia abrir um boletim de ocorrência contra você e seu preconceito e ódio contra nosso direito de casamento! Você não pode impor seus valores sobre nós!” grita Anúbio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Anúbio e Estrebaldo estão certos. Os cristãos não podiam “impor” seus valores na Alemanha nazista e na União Soviética, que impunham seus valores anticristãos sobre todos, inclusive sobre os cristãos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Novamente, os cristãos se deparam com uma ditadura que quer forçá-los a violar sua consciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Outros já trilharam esse caminho, inclusive Daniel na Babilônia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Quem diria que um dia — mais precisamente, em nossos dias — teríamos a oportunidade de colocar em prática o testemunho de Daniel em nossas vidas e empregos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 12pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/05/a-ditadura-do-casamento-gay-chegou-ao.html"&gt;Julio Severo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/rBX2QatkCuw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/147186884928952810/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=147186884928952810&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/147186884928952810?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/147186884928952810?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/rBX2QatkCuw/avanco-da-ditadura-gay-no-brasil.html" title="Avanço da ditadura gay no Brasil" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-P_RDtMFr5l0/UZPBQHMxEsI/AAAAAAAAQnk/czMVQN9ein8/s72-c/casamento+gay.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/avanco-da-ditadura-gay-no-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUGQnkzeCp7ImA9WhBbFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-4091066550188456088</id><published>2013-05-15T21:07:00.000-07:00</published><updated>2013-05-15T21:07:03.780-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T21:07:03.780-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Corrupção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Onde estão, agora, os vociferantes ecorreligiosos e ambientalistas de plantão?</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;NA CONTRAMÃO DAS POLÍTICAS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO À NATUREZA, FROTAS CHINESAS DE PESCA PILHAM OCEANOS POR TODO O PLANETA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="background-color: white; color: black; float: left; font-family: 'Trebuchet MS', verdana, sans-serif; font-size: 17px; line-height: 22px; margin-right: 1em; padding: 4px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jSFRdbqp6xw/UZFr6npVsvI/AAAAAAAAR4Q/JdsjlzabvOk/s1600/Pesqueros+chinos+en+el+puerto+de+Haiku.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; color: purple; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-jSFRdbqp6xw/UZFr6npVsvI/AAAAAAAAR4Q/JdsjlzabvOk/s400/Pesqueros+chinos+en+el+puerto+de+Haiku.jpg" style="border: 0px;" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Pesqueiros chineses no porto de Haiku.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;P&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;ilhagem dos mares. A expressão pode parecer por demais forte, decididamente exagerada e cheia de preconceito. Entretanto, ela foi lançada pelo cotidiano parisiense de tendência socialista Le Monde, próximo ideologicamente do regime de Pequim.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;De fato, não há outra expressão para qualificar o gigantesco saqueio dos mares pelas frotas de pesqueiros chineses, segundo estudo internacional coordenado pelo renomeado biólogo &lt;b&gt;&lt;i&gt;Daniel Pauly&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, da &lt;b&gt;&lt;i&gt;Universidade de Columbia-Britânica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O estudo colocou em números a fabulosa depredação de um recurso alimentar fundamental para o gênero humano, o qual está diminuído de modo preocupante pela descontrolada exploração ordenada pela ditadura de Pequim.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O estudo foi publicado pela revista especializada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/faf.12032/full" style="background-color: white; line-height: 22px; text-decoration: none; text-indent: 10px;" target="_blank"&gt;Fish and Fisheries&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/faf.12032/pdf" style="background-color: white; line-height: 22px; text-decoration: none; text-indent: 10px;" target="_blank"&gt;Texto completo em PDF: CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e republicado pela revista científica&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Nature&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;em 4 de abril de 2013.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #741b47; color: yellow; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; padding: 4px; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HmDbsq-RBGA/UZF0R_0wmiI/AAAAAAAAR4g/GysJ0B-w1Sc/s1600/Fish+and+Fisheries.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: purple; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img alt="Revista especializada publicou estudo revelador" border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-HmDbsq-RBGA/UZF0R_0wmiI/AAAAAAAAR4g/GysJ0B-w1Sc/s400/Fish+and+Fisheries.jpg" style="border: 0px;" title="Revista especializada publicou estudo revelador" width="301" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Revista especializada publicou estudo revelador&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Nenhum mar está isento do vandalismo marxista&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O trabalho conclui que os pesqueiros comunistas chineses colheram em águas territoriais de outros países entre 3,4 milhões e 6,1 milhões de toneladas de peixe por ano entre 2000 e 2011.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Nesse período, Pequim declarou à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) ter pescado em média apenas 368.000 toneladas de peixe. A verdade doze vezes menos!&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;É certo que a China marxista tem bons amigos na FAO, mas o desequilíbrio é ovante!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O valor do peixe desembarcado na China vindo de mares de outros países atingiria 8,9 bilhões de euros por ano (por volta de 27 bilhões de reais).&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A China falsificou também os dados da pesca em suas águas territoriais. A equipe de Daniel Pauly teve de trabalhar com estimativas baseadas no número de pesqueiros ativos, especialmente os grandes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;A pesca, sobretudo a industrial, é uma verdadeira arte que deve respeitar os ritmos naturais da multiplicação das espécies aquáticas, utilizar técnicas seletivas, etc., sob pena de danificar de modo grave a dimensão dos cardumes e reduzir perigosamente a possibilidade de pesca nos anos futuros.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Mas nada disto significa qualquer coisa para a planificação socialista de Pequim, que exige resultados a qualquer preço. E melhor ainda se com dano a outros países.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background-color: #741b47; color: yellow; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Costas africanas, as mais pilhadas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;É no Atlântico Sul – portanto, quase nas ‘barbas’ do Brasil – onde os chineses estão fazendo o pior estrago.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Nas costas africanas proprietários chineses de navios fazem trabalhar os pescadores locais na base da chibata. Estes são pessimamente remunerados com algumas caixas de peixe que podem vender, só que não nas costas africanas, para não patentear o crime, mas na Ásia.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="background-color: white; color: black; line-height: 22px; margin-left: auto; margin-right: auto; padding: 4px; text-align: center; text-indent: 10px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jyIB2hAXCio/UZFr5b3C6oI/AAAAAAAAR4I/vLTr5My-sWc/s1600/Mar+brasileiro+tambem+esta+sendo+pilhado.jpg" imageanchor="1" style="color: purple; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img alt="Segundo estudo toda a costa brasileira é objeto de incursões pesqueiras chinesas" border="0" height="382" src="http://1.bp.blogspot.com/-jyIB2hAXCio/UZFr5b3C6oI/AAAAAAAAR4I/vLTr5My-sWc/s640/Mar+brasileiro+tambem+esta+sendo+pilhado.jpg" style="border: 0px;" title="Segundo estudo toda a costa brasileira é objeto de incursões pesqueiras chinesas" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Segundo estudo toda a costa brasileira é objeto de incursões pesqueiras chinesas.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os governos africanos e as ONGs concernidas que trabalham no local consideraram objetivos os dados do estudo e acrescentam ainda outros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Todos denunciam os grandes pesqueiros que sem qualquer critério trabalham nas águas mais ricas de peixe da África recolhendo volumes espantosos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Estes são imediatamente transferidos para navios-fábrica ou congeladores que voltam direto para a China.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;A África é a maior vítima das frotas predadoras pequinesas, que levam em média, segundo os pesquisadores, 3,1 milhões de toneladas de peixe por ano. Isso representa o 64% da pesca em águas territoriais alheias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;A América do Sul e a Central, e até a Antártida figuram nos planos de pesca ilegal das frotas chinesas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Um dos mapas do estudo apresenta a totalidade da costa brasileira como sendo objeto dessa pesca ilegal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Os chineses procuram as águas dos países com mais peixes e com vigilância marítima mais fraca. Ou com governos lenientes à depredação. E até com governos que assinam tratados irresponsavelmente.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="background-color: white; color: black; float: right; line-height: 22px; margin-left: 1em; padding: 4px; text-align: right; text-indent: 10px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yylIXzwKypA/UZFr4pRHnqI/AAAAAAAAR4A/SZ_p9efMoBg/s1600/Comandos+sulcoreanos+abordam+pesqueiro+ilegais+chineses.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: purple; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img alt="Comandos sulcoreanos abordam pesqueiros ilegais chineses" border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-yylIXzwKypA/UZFr4pRHnqI/AAAAAAAAR4A/SZ_p9efMoBg/s400/Comandos+sulcoreanos+abordam+pesqueiro+ilegais+chineses.jpg" style="border: 0px;" title="Comandos sulcoreanos abordam pesqueiros ilegais chineses" width="480" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Comandos sulcoreanos abordam pesqueiros ilegais chineses.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O estudo constata “legal” que tanto pelos tratados quanto pela pesca ilegal e sem controle, ou burlando ditos tratados, não se podem distinguir exatamente os volumes da pesca.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="background-color: #741b47; color: yellow; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Pára a pesca racional no mundo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Os especialistas engajados no estudo são canadenses, espanhóis, franceses e australianos, os quais alertam para o fato de que essa pesca predatória ameaça o potencial pesqueiro planetário. &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Já se constata uma estagnação dos volumes mundiais de pesca por parte dos países respeitosos das regras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As frotas pesqueiras chinesas adquiriram proporções descomunais e estão compostas por navios tais, que custa acreditar que ainda não tenham afundado, tamanhas são as precariedades de manutenção e modernização, bem como a miséria dos tripulantes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;O fato leva a pensar que grande quantidade de peixes é pura e simplesmente perdida nessas naus enferrujadas, piorando o quadro denunciado pelos cientistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 22px; text-indent: 10px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://pesadelochines.blogspot.com.br/2013/05/frotas-pesqueiras-chinesas-pilham-os.html"&gt;Pesadelo Chinês&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/VucfwMmBPhk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/4091066550188456088/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=4091066550188456088&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4091066550188456088?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4091066550188456088?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/VucfwMmBPhk/onde-estao-agora-os-vociferantes.html" title="Onde estão, agora, os vociferantes ecorreligiosos e ambientalistas de plantão?" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-jSFRdbqp6xw/UZFr6npVsvI/AAAAAAAAR4Q/JdsjlzabvOk/s72-c/Pesqueros+chinos+en+el+puerto+de+Haiku.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/onde-estao-agora-os-vociferantes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMER3w-eyp7ImA9WhBbFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-2878627202899734440</id><published>2013-05-15T08:05:00.001-07:00</published><updated>2013-05-15T08:06:46.253-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T08:06:46.253-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Olavo de Carvalho botando pra quebrar outra vez</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;VIGARICE NA GRANDE MÍDIA NACIONAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;img alt="folhacomuna" height="166" src="http://25.media.tumblr.com/74dac466f9a0ed8011cea7e21f63a8b9/tumblr_mmsykoYkG01s8xquso1_500.jpg" style="border: 0px; float: left; margin: 7px;" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ampliar o horizonte dos problemas filosóficos, o que Karl Marx fez foi restringi-lo com um dogmatismo acachapante, instituindo aquilo que Eric Voegelin caracterizou como “proibição de perguntar”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Folha de S. Paulo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(v.&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1234518-intelectuais-brasileiros-explicam-porque-ainda-e-importante-ler-marx.shtml" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1234518-intelectuais-brasileiros-explicam-porque-ainda-e-importante-ler-marx.shtml&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;) perguntou a quatro dos seus mais típicos mentores por que é ainda importante ler Karl Marx. Nenhum deles deu a resposta certa: porque ninguém pode ignorar, sem grave risco, as idéias que mataram mais seres humanos do que todos os terremotos, furacões, epidemias e desastres aéreos do último século, mais duas guerras mundiais. Infringindo a regra elementar do próprio Karl Marx, de que a verdadeira substância de uma idéia é a sua prática e não a sua mera formulação conceitual, três deles mostraram enxergar o marxismo como pura teoria, separada da ação que exerceu no mundo, e incorreram assim no delito de “formalismo burguês”, o mais abominável para um cérebro marxista. Eu não tomaria aulas de marxismo com esses sujeitos nem se eles me pagassem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O quarto, &lt;b&gt;&lt;i&gt;prof. Delfim Neto&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, na ânsia de redimir-se ante a intelectualidade esquerdista do pecado de ter servido à ditadura militar, caprichou no hiperbolismo e atribuiu a Karl Marx o dom da eternidade, que numa perspectiva marxista não faz o menor sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;&lt;i&gt;prof. José Arthur Gianotti&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; recomendou reler &lt;b&gt;&lt;i&gt;Karl Marx&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; cuidadosamente, porque “sua concepção da história foi adulterada, por ter sido colada, sem os cuidados necessários, a um darwinismo respingado de religiosidade.” Adulterada? Colada? Nenhum dos continuadores de Karl Marx revelou tanta dívida intelectual para com Charles Darwin quanto o próprio Karl Marx, que declarou sua filosofia nada mais que a interpretação darwinista da História e só não dedicou&amp;nbsp;&lt;i&gt;O Capital&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ao autor de&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Origem das Espécies&lt;/i&gt;&amp;nbsp;porque este não permitiu. Quanto à tonalidade religiosa, ou pseudo-religiosa, ela é mais do que notável nos&amp;nbsp;&lt;i&gt;Manuscritos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de 1944 e ressoa em cada linha das verberações proféticas anticapitalistas espalhadas ao longo de toda a obra de Marx. O prof. Gianotti é que quer separar artificialmente aquilo que nasceu junto. “Reler cuidadosamente”? Não é preciso. Bastaria ter lido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Mas o mais cômico dos quatro foi o sr. Leandro Konder, que intelectualmente já saiu do mundo dos vivos há três décadas e não precisaria ter abandonado seu estado de animação suspensa para confirmar, na&amp;nbsp;&lt;i&gt;Folha&lt;/i&gt;, aquilo que ele já provou centenas de vezes: sua prodigiosa incultura, seu total desconhecimento dos assuntos em que opina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Disse ele: “Os grandes pensadores são grandes porque abordam problemas vastíssimos e o fazem com muita originalidade. A perspectiva burguesa, conservadora, evita discuti-los. E é isso o que caracteriza seu conservadorismo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;img alt="Leandro Konder" height="265" src="http://media-cache-ec3.pinimg.com/originals/37/66/cc/3766cc91e626c3e56d2c2405770a984c.jpg" style="border: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="442" /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Os conhecimentos que não só ele pessoalmente, mas toda a corriola de mentecaptos marxistas deste país tem daquilo que ele chama “perspectiva burguesa” podem ser avaliados pelo&amp;nbsp;&lt;i&gt;Dicionário Crítico do Pensamento da Direita&lt;/i&gt;, em que 104 dessas criaturas ridículas se encheram de dinheiro público para dar um show de ignorância como nunca se viu no mundo. Leia em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/textos/naosabendo.htm" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://www.olavodecarvalho.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;org/textos/naosabendo.htm&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e depois volte aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Essa gente simplesmente não estuda os pensadores que parecem antipáticos ao seu partido. Adivinha ou cria suas idéias à distância, partindo de fofocas, piadas, fantasias preconcebidas e lendas urbanas que constituem, no seu ambiente mental sufocantemente provinciano, a única bibliografia requerida para quem deseje pontificar a respeito. Fazem isso até comigo, que tenho uma obra publicada relativamente escassa, por que não o fariam com os autores de muitas dezenas de volumes, como Leibniz, Husserl, Voegelin ou o nosso Mário Ferreira dos Santos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;A um boboca que desconhece tudo aquilo que despreza, é forçoso que o horizonte de problemas pensado por Karl Marx pareça, em comparação com o nada, “vastíssimo”. Mas Karl Marx, em verdade, pensou num único problema: a luta de classes. Todos os outros conceitos da sua filosofia foram recebidos prontos, como os de dialética, de alienação ou de comunismo, ou são apenas afirmados sem nenhuma discussão crítica, como o próprio “materialismo dialético”, ou derivam da luta de classes por mero automatismo, como os de ideologia, superestrutura etc. Longe de ampliar o horizonte dos problemas filosóficos, o que Karl Marx fez foi restringi-lo com um dogmatismo acachapante, instituindo aquilo que Eric Voegelin caracterizou como “proibição de perguntar”. Já nem falo dos grandes problemas clássicos como o fundamento do ser, o sentido da existência, o bem e o mal, etc. Nem o próprio conceito de “valor”, essencial na sua economia, ele discute. Postula-o no começo de&amp;nbsp;&lt;i&gt;O Capital&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e segue adiante, sem notar que disse uma tremenda asneira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Comparado ao de Leibniz, de Aristóteles ou de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Platão&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (ou mesmo ao de um Eric Voegelin, de um &lt;b&gt;&lt;i&gt;Max Weber&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, de um &lt;b&gt;&lt;i&gt;Christopher Dawson&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ou de um &lt;b&gt;&lt;i&gt;Pitirim Sorokin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;), o horizonte de problemas de Karl Marx é deploravelmente pobre. Sua cultura literária é a de um professor de ginásio, seus conhecimentos de história da pintura, da arquitetura e da música praticamente nulos, suas noções de teologia não fazem inveja a nenhum seminarista. Pergunto-me, por exemplo, qual a relevância do pensamento de Karl Marx para as ciências biológicas, para a física, para as matemáticas. Zero. A breve incursão do seu amigo Engels nesses domínios foi um vexame espetacular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de ética, então, o tratamento que Marx dá ao problema da felicidade humana é decerto o mais besta, o mais grosseiro de todos os tempos: tomemos o dinheiro da burguesia e todos serão felizes. Enfeitado o quanto seja, o argumento é esse. Só por esse detalhe o homem já mereceria o adjetivo com que o resumiu &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eric Voegelin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: “Vigarista”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14125-devotos-de-um-vigarista.html"&gt;MsM&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/eDMMuJ5XXkU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/2878627202899734440/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=2878627202899734440&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2878627202899734440?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2878627202899734440?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/eDMMuJ5XXkU/olavo-de-carvalho-botando-pra-quebrar.html" title="Olavo de Carvalho botando pra quebrar outra vez" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/olavo-de-carvalho-botando-pra-quebrar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YNRnk_fCp7ImA9WhBbFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-4372452420045366130</id><published>2013-05-15T07:46:00.001-07:00</published><updated>2013-05-15T07:46:37.744-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T07:46:37.744-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pastorais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teologia" /><title>Ministração; "Estejamos Prontos para a Batalha" (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MINISTRAÇÃO: "ESTEJAMOS PRONTOS PARA A BATALHA"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/MJqPhJWTo44" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;U&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;ma palavra ministrada pelo &lt;b&gt;&lt;i&gt;Pr. Artur Eduardo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, baseada na Carta aos Efésios (NT) e com uma forte aplicação atual.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Confira!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/WBLpGmDa6M8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/4372452420045366130/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=4372452420045366130&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4372452420045366130?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4372452420045366130?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/WBLpGmDa6M8/ministracao-estejamos-prontos-para.html" title="Ministração; &quot;Estejamos Prontos para a Batalha&quot; (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/MJqPhJWTo44/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/ministracao-estejamos-prontos-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAMRXk5cCp7ImA9WhBbFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-4942139051748332617</id><published>2013-05-15T07:39:00.002-07:00</published><updated>2013-05-15T07:39:44.728-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T07:39:44.728-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Variedades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>O reavivamento da Igreja será o tema principal do próximo encontro Hagnos</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;ENCONTRO DA "HAGNOS" ABORDARÁ A REVITALIZAÇÃO DA IGREJA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="thumb" style="background-color: #eeeeee; border: 0px; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 8px 12px 10px 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;img 4="" a="" alt="“Revitalizando a Igreja” é o tema do 4º Encontro Hagnos" do="" encontro="" hagnos="" igreja="" o="" revitalizando="" src="http://noticias.gospelprime.com.br/files/2013/05/hagnos-283x200.jpg" style="border: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 250px;" tema="" title="" /&gt;&lt;span style="border: 0px; color: #5a5a5a; display: block; font-size: 10px; line-height: normal; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 3px 5px 5px; vertical-align: baseline; width: 240px;"&gt;"Revitalizando a Igreja" é o tema do 4º Encontro Hagnos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A&lt;/span&gt; Igreja Batista da Vila Mariana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; vai sediar o 4º Encontro Hagnos, evento voltado para as igrejas brasileiras com o objetivo de fazer estes ministérios se voltarem para as Escrituras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;O encontro acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de agosto com o tema “Revitalizando a Igreja”. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Participarão das ministrações os preletores: Ricardo Bitun, Luiz Sayão, Hernandes Dias Lopes, Israel Belo de Azevedo e Darcy Sborowski Jr&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O reavivamento proposto no tema deste evento tem ligação com as igrejas históricas que se mantêm na sã doutrina, porém sem o fervor. Mas também atenta para aquelas igrejas que estão em franco crescimento, sem qualquer ligação com a Palavra de Deus e também àquelas que foram seduzidas pelo liberalismo teológico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Pastores e líderes interessados em participar deste encontro podem realizar a inscrição através do site&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.hagnos.com.br/encontro" style="border: 0px; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;www.hagnos.com.br/encontro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;strong style="border: 0px; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;4º Encontro Hagnos&lt;br /&gt;Data: De 29 a 31 de agosto&lt;br /&gt;Local: Igreja Batista da Vila Mariana&lt;br /&gt;Endereço: Rua Joaquim Távora, 598, Vila Mariana – São Paulo (SP).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/4-encontro-hagnos-2013/"&gt;GP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/G0TJasKhWhs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/4942139051748332617/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=4942139051748332617&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4942139051748332617?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4942139051748332617?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/G0TJasKhWhs/o-reavivamento-da-igreja-sera-o-tema.html" title="O reavivamento da Igreja será o tema principal do próximo encontro Hagnos" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/o-reavivamento-da-igreja-sera-o-tema.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4DRX47cCp7ImA9WhBbFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-2192443824912058070</id><published>2013-05-15T07:26:00.000-07:00</published><updated>2013-05-15T07:26:14.008-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-15T07:26:14.008-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Variedades" /><title>Faroeste Caboclo com o Santo Lula (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;FAROESTE CABOCLO COM O SANTO LULA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Z9q9LaMgto0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/srxHCA3rBZg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/2192443824912058070/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=2192443824912058070&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2192443824912058070?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2192443824912058070?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/srxHCA3rBZg/faroeste-caboclo-com-o-santo-lula-video.html" title="Faroeste Caboclo com o Santo Lula (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/Z9q9LaMgto0/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/faroeste-caboclo-com-o-santo-lula-video.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcNQncyfip7ImA9WhBbFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-6761754680675234589</id><published>2013-05-14T20:02:00.001-07:00</published><updated>2013-05-14T20:04:53.996-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-14T20:04:53.996-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><title>Aos amigos da Filosofia de plantão: a "Nova Retórica" de Chaïm Perelman</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BREVE EXPOSIÇÃO DA "NOVA RETÓRICA" DE CHAÏM PERELMAN&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="427" src="http://3.bp.blogspot.com/-xP2O4RPDHK4/TvozczNfIHI/AAAAAAAAAWI/7J6ptOBKrJE/s640/Dicas-para-falar-bem-em-p%25C3%25BAblico1.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;i&gt;Por Tito Cardoso e Cunha (Univ. Nova de Lisboa/PT)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;i&gt;Adaptado por Artur Eduardo (UFPE)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;E&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;m 1958, no mesmo ano em que &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;S.Toulmin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt; publicava o seu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;The Uses of Argument&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;, no continente e reclamando-se de uma outra tradição filosófica, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Chaïm Perelman, Professor na Universidade Livre de Bruxelas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;, publica um livro que terá pelo menos o mesmo relevo no renascimento contemporâneo da retórica:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Traité de l'Argumentation. La Nouvelle Rhétorique&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Só a expressão deste sub-título denota e acentua uma linhagem de que o autor se quer reclamar: a herança aristotélica. Mas o 1º parágrafo da introdução é também ele muito significativo dessa intenção do autor. Escreve Perelman, a iniciar o seu tratado: "A publicação de um tratado consagrado à argumentação e a sua ligação a uma velha tradição, a da retórica e da dialéctica gregas...". Esta 1ª parte do 1º § serve obviamente para afirmar com toda a clareza, e desde o início, uma genealogia que coloca a obra na directa sucessão da problemática grega sobre a retórica. As raízes são claramente afirmadas e remontam aos gregos, particularmente a Aristóteles. Essa referência helénica é um reatar de uma tradição rompida e o reatar dessa tradição e em si mesmo a ruptura com uma outra tradição da modernidade: "...(a publicação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;e&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;a ligação) constituem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;uma ruptura com uma concepção da razão e do raciocínio saídos de Descartes&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;, que marcam com o seu selo a filosofia ocidental." (TA.1)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, o reatamento da tradição grega é uma ruptura com a tradição da modernidade cartesiana.&lt;br /&gt;
Em embrião, estas palavras, escritas em 1958, trazem quase uma premonição do que será a crítica pós-moderna da razão. Em vez da necessidade do encadeamento das ideias no raciocínio e da evidência com que estas se impõem ao espírito, o vocabulário privilegiado é outro e nele avultam termos como "verosímil", "plausível", "provável". A verosimilhança tem de distintivo em relação à&amp;nbsp;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que essa semelhança ao vero se decide apenas na instância interlocutória que é um auditório. Há que obter uma "adesão" e é para isso que as "provas" são necessárias. Sendo que estas não mais poderão aspirar do que ao estatuto aproximativo da probabilidade e do plausível.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade, que cartesianamente se impõe pela evidência, não resulta, por isso mesmo, de uma deliberação argumentada nem é por isso também objecto de um consenso. Deliberação e evidencia são duas expressões quase contraditórias, porque, como exemplarmente escreve Perelman, "não se delibera quando a solução é necessária e não se argumenta contra a evidencia." (TA.1)&amp;nbsp;Em suma, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;diferendo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é o campo de eleição da retórica, ao menos da sua vertente argumentativa. Contrariamente ao que se pretendia, Descartes, para quem o diferendo era impossível, há que retoricamente pensar a possibilidade de soluções diferentes sem que o erro seja inevitável. Com efeito, no espírito cartesiano, o diferendo era o mais e mais óbvio dos sinais do erro. Porque, no passo célebre das&amp;nbsp;&lt;i&gt;Regras&lt;/i&gt;... (TA.2): " De cada vez que dois homens fazem sobre uma mesma coisa um juízo contrário, é certo que um dos dois se engana. Mas há mais, nenhum dos dois possui a verdade; porque se tivesse uma visão clara e distinta, podê-la-ia expor ao seu adversário de tal modo que acabaria por&amp;nbsp;&lt;i&gt;forçar a sua convicção&lt;/i&gt;."&amp;nbsp;Este forçar da convicção, esta violência simbólica que impõe à mente do outro a verdade das coisas segundo um critério universal, é o oposto de uma dialéctica doxológica/doxologia/dialéctica opinativa em que prevaleceu apenas a regra do melhor argumento e de onde a violência, mesmo simbólica, está ausente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Com efeito, argumentar sustentando uma opinião contra um adversário num diferendo é já reconhecê-lo como interlocutor, renunciando à violência da imposição e reconhecer no outro a dignidade de quem pode ser racionalmente convencido. É um reconhecimento da outra consciência de si e da sua liberdade.&lt;br /&gt;
Afastamo-nos, portanto, aqui da rigidez logico-formal centrando inevitavelmente a atenção sobre o modo mais comum de utilização da razão na interacção social. Porque há uma racionalidade in-formal que não tem de, obrigatoriamente, pela sua não-formalidade, soçobrar na emocionalidadade irracional.&lt;br /&gt;
Sem querer aqui levantar em toda a sua dimensão a discussão sobre a legitimidade dessa exclusão mútua entre razão e emoção, com a qual A.Damásio certamente estaria em desacordo&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#1"&gt;(1)&lt;/a&gt;&lt;sup&gt;&amp;nbsp;&lt;/sup&gt;digamos que as provas fundadoras de uma convicção não têm quotidianamente a exactidão de uma prova dedutiva (ou científica). Basta pensar no sistema jurídico e na sua codificação de um conhecimento procedimental em que a prova tende, e é tudo o que lhe é permitido, a fundar um saber, é certo, mas que o é sobretudo do verosímil, do plausível ou do provável.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
"Toda a prova seria redução à evidência e o que é evidente não teria necessidade de prova." (TA.5)&lt;br /&gt;
A noção de&amp;nbsp;&lt;i&gt;evidência&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tem de ser entendida, para que uma teoria da argumentação seja possível, como uma força de persuasão que se insere numa escala proporcional. A evidência marcando um grau extremo de força persuasiva atribuível a um argumento.&amp;nbsp;Como o sublinha Perelman (p. 5) há que não confundir "evidencia" com "verdade", uma vez que a "evidencia" se referirá apenas à adesão por parte do espírito que uma ideia merece. Estaremos portanto aqui, e no limite, num campo puramente psicológico (Cf. Toulmin e a recusa do psicologismo pela lógica). Enquanto que a questão da&amp;nbsp;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;, pelo menos na tradição racionalista cartesiana, contra a qual Perelman se inscreve em ruptura, implica uma necessidade e um constrangimento lógico.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em ruptura com um certo projecto da modernidade encarnado pelo racionalismo cartesiano, Perelman reclama-se muito naturalmente, de uma outra tradição mais antiga que remonta a Aristóteles. Ao Aristóteles sobretudo da&amp;nbsp;&lt;i&gt;Retórica&lt;/i&gt;&amp;nbsp;mas também da&lt;i&gt;dialéctica&lt;/i&gt;&amp;nbsp;enquanto esta é definida como "arte de razoar" a partir&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#2"&gt;(2)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de opiniões geralmente aceites (eulogon) (TA.6).Ora, estas "opiniões geralmente aceites" são detidas por um conjunto de indivíduos que a técnica retórica constitui em&amp;nbsp;&lt;i&gt;auditório&lt;/i&gt;. Essa é, aliás, a noção central que Perelman retira aos gregos, fazendo dela uma instância central, que já o era em termos helénicos, para a compreensão da discurisividade persuasiva: "é em função de um auditório que toda a argumentação se desenvolve." (TA.7)&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; text-align: center;"&gt;
&lt;img height="422" src="http://www.dsvc.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Assembleia-FOTO-Vitor-Fernandes.jpg" style="background-color: transparent;" width="640" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Essa tradição antiga em que Perelman se insere, Cf. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Platão&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Górgias&lt;/i&gt;, vê como meio exclusivo da persuasão a palavra. É pelo discurso, o "razoamento" no dizer de Vieira, que a adesão dos espíritos constituintes do auditório, se conquista.&amp;nbsp;Poderíamos, hoje, questionar este pressuposto. Basta pensar na publicidade, "métier" por excelência da persuasão, para nos dar-mos conta do papel decisivo que a imagem pode ter no processo persuasivo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Barthes, primeiro, num pequeno texto anunciador e de tentativa, "Retórica da imagem"&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#3"&gt;(3)&lt;/a&gt;e mais recentemente o Grupo m&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#4"&gt;(4)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;exploraram a via da persuasão imagética- Perelman recusa explicitamente tomar esse caminho ("o nosso tratado só se ocupará de&lt;i&gt;meios discursivos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de obter a adesão dos espíritos: só a técnica que utiliza a linguagem para persuadir e para convencer será aqui examinada" Perelman 10).Será porventura uma lacuna, se o objectivo fosse tratar a totalidade dos meios persuasivos ou até se o objectivo fosse tratar a persuasão mediática. Não é essa a intenção de Perelman. O discurso dos media é-lhe relativamente indiferente ou secundário. A sua obra pretende inscrever-se sobretudo no domínio da filosofia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Aí aproxima-se de S. Toulmin cuja análise privilegia também a discursividade. Embora de uma diferente maneira que se centra sobre a análise do&amp;nbsp;&lt;i&gt;processo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;argumentativo, a sua disposição e desenvolvimento numa perspectiva dinâmica. Perelman, pelo contrário, presta uma atenção minuciosa e uma determinação exaustiva à classificação, à taxinomia. à estrutura dos argumentos ("porque nos interessa menos ao desenvolvimento completo de um debate do que aos esquemas argumentativos postos em jogo"TA.11).&lt;br /&gt;
Um outro aspecto em que os dois autores se aproximam e na relação crítica que constantemente mantém com a lógica. Talvez mais dependentes no caso de Perelman que explicitamente se propõe "inspirar-se" e "imitar os métodos" da lógica. A recusa da lógica é bem mais radical e Toulmin.&lt;/div&gt;
&lt;center style="background-color: white;"&gt;
**&lt;/center&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Seja como for, o movimento de Perelman em relação à lógica vai no mesmo sentido da distinção que também preocupa, mesmo se com mais intensidade ou radicalismo, um Toulmin.&amp;nbsp;Perelman serve-se de dois termos para vincar esta diferença: atribui o de "demonstração" para designar o que de específico se passa no campo da retórica.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A demonstração&amp;nbsp;&lt;i&gt;lógica&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(formal), baseada na estrita&amp;nbsp;&lt;i&gt;unicidade&lt;/i&gt;&amp;nbsp;da linguagem "artificial" utilizada, cujo fundamento é comum à matemática, designa uma démarche intelectual necessariamente diferente daquela que se usa no campo retórico com a argumentação. Aqui não é a univocidade que se procura, mas antes se joga com a polissemia e sobretudo, sendo o objectivo a persuasão, a argumentação, na sua pretensão de eficácia, não pode ignorar os factores psicológicos, sociais, ideológicos intervenientes na esfera pública, seu lugar de eleição.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Será uma mera convenção terminológica, esta a de Perelman, mas útil para partilhar os dois campos, atribuindo "demonstração" à necessidade do formalismo lógico e "Argumentação" à publicidade (no sentido habermasiano) da discursividade /do razoamento/ retórico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Se a demonstração se impõe necessariamente ao espírito, a argumentação procura, e é um esforço que toda ela se con-centra, a adesão modalizada dos espíritos. A mais não pode aspirar, mas é esse o seu terreno de eleição.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por isso também, e contrariamente à lógica formal que se situa num outro universo de funcionamento, a argumentação retórica pressupõe o contexto de um espaço público, entendidos nos exactos termos em que Habermas o define como "o conjunto das pessoas privadas fazendo uso público da razão." Cf. rf.)&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#5"&gt;(5)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;O que a existência de um Espaço Público argumentativo pressupõe e implica é o&amp;nbsp;&lt;i&gt;reconhecimento&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(no sentido hegeliano da&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fenomenologia do Espírito&lt;/i&gt;) do Outro como interlocutor válido, a quem é possível e vale a pena aduzir argumentos. Isto é, todo o contrário da relação hierárquica em que a palavra interlocutiva circula, não horizontalmente entre iguais, mas verticalmente sobre a forma do comando, da ordem ou do mandamento.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por isso o auditório é tão importante na consideração da retórica feita por Perelman (sê-lo-ia sempre). A noção de&amp;nbsp;&lt;i&gt;auditório&lt;/i&gt;&amp;nbsp;passa pela de&amp;nbsp;&lt;i&gt;reconhecimento&lt;/i&gt;&amp;nbsp;o que implica a renúncia à violência, mesmo se simbólica. Aliás, os termos em que Perelman define o (seu) auditório, aproximam-no singularmente da já referida definição do Eespaço Público. Diz ele: "... (o auditório é) o conjunto daqueles que o orador quer influenciar pela sua argumentação." (TA.25). Ora, este "influencia pela sua argumentação" não é mais do que "fazer uso público da razão" também designado no texto habermasiano por "raisonnement" que se pode muito bem traduzir pelo que, como atrás se referiu, Vieira chamava "razoamento", isto é a ideia grega (logos/legein) de uma racionalidade discursiva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o reconhecimento do interlocutor por parte do orador/locutor persuasivo faz do auditório, em grande parte, uma construção do orador. Este demarca-lhe os limites e define-lhe a identidade. Assim por exemplo, quando o líder do PC afirma estar disposto a falar "com todos os partidos&amp;nbsp;&lt;i&gt;democráticos&lt;/i&gt;", o auditório sabe bem quem ele exclui do universo dos partidos "democráticos". Inversamente, quando o chefe de um partido da direita pronuncia exactamente a mesma frase "estamos dispostos a negociar com todos os partidos "democráticos", sabe-se também que esse universo não inclui o PC.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em ambos os casos, cada orador delimita e constrói o universo daqueles que admite como seu auditório.&amp;nbsp;Em boa parte, toda a argumentação tem de ser construída a partir do que se definiu ser o seu destinatário. que dizer o seu auditório.&amp;nbsp;O conhecimento psicológico, sociológico ou ideológico do auditório é pois essencial à própria eficácia da argumentação.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Compreende-se que assim seja, dado o papel central que a natureza do auditório tem na argumentação. Tendo esta por objectivo, não propriamente a "verdade" mas a verosimilhança, essa "semelhança ao verdadeiro só pode encontrar um critério de validade ou justeza naquilo que pensa o auditório, qual seja o seu estado de espírito, a força da sua convicção ou crença, eventualmente pela argumentação aduzida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Assim por exemplo, num processo penal com intervenção de um júri o que processualmente está em causa não é tanto a "verdade" dos factos mas antes a adesão do espírito dos jurados a uma das teses em confronto: culpabilidade ou inocência&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#6"&gt;(6)&lt;/a&gt;.Mas é aqui que tem a sua raiz o que há de problemático na concepção perelmaniana do&amp;nbsp;&lt;i&gt;auditório&lt;/i&gt;. Com efeito, resulta do que anteriormente se disse, o inevitável reconhecimento da extrema variação e variedade dos auditórios bem como das suas crenças e convicções, do seu estado de espírito.&amp;nbsp;A questão agora é de saber se pode existir uma técnica (technê) discursiva retórico - argumentativa válida em todas as circunstancias e independente da variação dos auditórios.&lt;br /&gt;
Perelman tenta resolver, em parte, o problema fazendo uma distinção entre "persuadir" e "convencer", pretendendo que a persuasão se dirige a um auditório particular e o convencimento a um auditório universal caracterizado pela sua simples racionalidade.(TA.36)&amp;nbsp;&amp;nbsp;Se é verdade que a noção de "persuasão" é precária e está sempre ligada à volatilidade da doxa, haverá talvez que acentuar sobretudo o seu cariz relacional. Isto é, a persuasão é-o sempre de outrem. É uma acção discursiva que se propões obter um resultado no âmbito de uma troca relacional. Enquanto que a&amp;nbsp;&lt;i&gt;convicção&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é algo que se&amp;nbsp;&lt;i&gt;tem&lt;/i&gt;, se guarda ou se defende. É o resultado, eventualmente, de uma acção persuasiva ou, pelo contrário, aquilo que, na sua solidez, se opõe a essa acção. A convicção, e o grau da sua solidez, ou força, é certamente o que mais está em causa no processo argumentativo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Como é que isso se liga à questão da&amp;nbsp;&lt;i&gt;crença&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e também à sua relativa solidez, os modos da sua aquisição, perda, transformação é algo para cuja análise se teria de mobilizar a magna questão da&amp;nbsp;&lt;i&gt;ideologia&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que, mais cedo ou mais tarde, terá de regressar do relativo esquecimento a que ultimamente foi votada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; text-align: center;"&gt;
&lt;img height="400" src="http://api.ning.com/files/jM-RtzO*b0VrcglAhDkED2DxIy7CMMdP56StL38-DLgDNX3a*esXD2zemYUvwxuCk8fRAZpdWNRT2zFIP-adXs4PgBPJ3kLQ/Septemartesliberales.jpg" width="304" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;As 7 Artes Liberais, sendo a &lt;i&gt;Retórica &lt;/i&gt;uma que compunha o &lt;i&gt;Trivium&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(com &lt;i&gt;Gramática e Dialética&lt;/i&gt;), conforme via-se nas &lt;i&gt;escolas &lt;/i&gt;medievais: herança dos gregos (pitagóricos).&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Regressando ao problema da universalidade do auditório, convém referir ou lembrar, por contraste, como esta é uma ideia estranha a Toulmin, para quem até uma boa parte dos argumentos são estritamente dependentes de um determinado "campo de argumentação". É certo que ele não faz alusão à ideia de&amp;nbsp;&lt;i&gt;auditório&lt;/i&gt;, mas a diferenciação por si proposta dos "campos de argumentação" leva-nos a pensar que essa dispersão implica uma concomitante dispersão dos auditórios.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Seja como for, Perelman, quanto a ele, pretende reconhecer e apenas admitir três tipos de auditório: universal, individual e íntimo. Mas de certa maneira o único modelo é o auditório universal de que os outros dois não são mais do que "encarnações sempre precárias" (TA.40).&amp;nbsp;&amp;nbsp;O problema, ao que nos parece, está no modo como Perelman entende aquilo a que chamava um "auditório universal" como modelo de todos os auditórios particulares, individuais ou íntimos. É que nele reencontramos uma ideia de necessidade que segundo ele próprio caracterizava o formalismo lógico mas não, precisamente, a argumentação retórica. Escreve: "uma argumentação que se dirige a um auditório universal deve convencer o leitor do carácter constringente das razões fornecidas, da sua evidência, da sua validade intemporal e absoluta, independente das contingências locais e históricas." (TA.41) Onde está a diferença relativamente ao que Perelman condenava na "evidencia" cartesiana?&lt;br /&gt;
Dir-se-ia que o recalcamento da lógica, que Perelman tinha expulsado pela janela, regressa agora pela janela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
O retorno do recalcado.&amp;nbsp;É esta contradição que Toulmin resolve, nomeadamente com a ideia da distinção entre campos de argumentação e a visão mais processual e menos taxinómica da argumentação.&lt;br /&gt;
Quanto ao auditório individual, é constituído dialogicamente por um só interlocutor, a questão acaba por ser a mesma uma vez que se vê nele uma simples declinação do auditório universal (TA.48 "o auditor único encarna o auditório universal.")&amp;nbsp;O problema também é que Perelman pretende situar-se a um nível puramente filosófico que exige precisamente essa intenção de universalidade no diálogo como oração ao colectivo. Como atrás se disse, a noção de um auditório mediático não está no seu horizonte.&lt;br /&gt;
Muito provavelmente a argumentação veiculada pelo discurso mediático não sustenta a mesma pretensão à universalidade que é a do discurso filosófico. Pelo que, uma vez mais a dispersão toulminiana nos parece bem mais adequada.&amp;nbsp;Finalmente, a deliberação íntima do sujeito consigo próprio num movimento do pensar que se poderá dizer equivaler à própria reflexividade da consciência, adopta também o modelo dialógico da relação ao interlocutor como auditório, num desdobramento reflexivo do eu a si próprio.&lt;br /&gt;
Aqui entra-se num domínio particularmente incerto. O razoamento intra-subjectivo, em que medida não releva da simples "racionalização", isto é de uma reconstrução pseudo argumentativa que tem por base o simples desconhecimento, porque inconscientes, das reais "razões" ou "motivações"/fundamentos daquilo de que o sujeito se pretende auto-persuadir. Freud, aqui, aconselhar-nos-ia a mais extrema prudência.&lt;br /&gt;
Perelman, aliás, admite que a íntima deliberação serve sobretudo para "intensificar a convicção" já arreigada, do que a receber novas opiniões mesmo que solidamente argumentadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;center style="background-color: white;"&gt;
***&lt;/center&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Em todo o caso, há pelo menos um aspecto inegavelmente e necessariamente presente em qualquer tipo de argumentação qualquer que seja a sua relação à&amp;nbsp;&lt;i&gt;acção&lt;/i&gt;. O discurso argumentativo é sempre constituído por uma palavra performativa, no sentido em que essa palavra cumpre uma acção persuasiva que procura o efeito de "mover a mente" do Outro, "co-movê-la" até criando uma certa "disposição à acção"&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#7"&gt;(7)&lt;/a&gt;. O que também significa, uma vez mais, que, se a acção escolhe a palavra para se exercer, é porque renuncia à violência. Como escreve Perelman: "...toda argumentação pode ser encarada como um substituto da força material que, pelo constrangimento, se propõe obter efeitos da mesma natureza."&amp;nbsp;&amp;nbsp;Habermas (Cf.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Teoria da acção comunicativa&lt;/i&gt;) envereda também por esta direcção quando distingue a acção comunicativa mediada pela discussão argumentada que pressupõe a aceitação mútua de uma certa "ética da discussão", à acção estratégica que se impõe (instrumentalmente) (Cf.). Essa ética d discussão como pressuposto, está bem definida por Habermas (e Apel Cf.).&amp;nbsp;&amp;nbsp;Isto não significa, obviamente, que essa ética esteja presente necessariamente na interacção social discursiva. Há pelo menos dua posturas que, ao serem adoptadas, anulam a possibilidade de argumentar: 1) o que se recusa a discutir aquilo que se lhe apresenta como indiscutível e assim acha que deve ser para todos: "Não se discute a Pátria... Deus... Autoridade...).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Por outro lado 2) aquele que apenas aceita como válida uma argumentação que provasse, com a necessidade do cálculo lógico, as asserções proferidas. Neste caso também a discussão argumentada, porque contingente nos seus resultados, é igualmente excluída.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Isto é, ambos recusam a interacção dialógica, um porque se acha na posse da verdade necessária e portanto indiscutível, o outro porque, à força de exigir garantias (desproporcionadas) se condena a não acreditar em nada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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***&lt;/center&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Se na base de qualquer processo argumentativo, assente necessariamente na discursividade como modo da racionalidade, está a renuncia à violência, isso significa que o seu ponto de partida, a sua condição de possibilidade, tem de ser um&amp;nbsp;&lt;i&gt;acordo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sobre um certo número de coisas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Se seguirmos as propostas de Perelman, constatamos que esse&amp;nbsp;&lt;i&gt;acordo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;prévio entre o orador e o interlocutor/auditório diz respeito ao que mutuamente se concede e admite comummente entre o orador e o seu auditório.&amp;nbsp;Esse acordo exprime-se nas&amp;nbsp;&lt;i&gt;premissas&lt;/i&gt;&amp;nbsp;da argumentação. Sem premissas acordadas, explicita ou implicitamente, não há argumentação possível, nem sequer comunicação.&amp;nbsp;Assim, sendo a argumentação um discurso que se insere numa troca interlocutória recíproca ao nível da sociabilidade, terá de pressupor, ou partir de um acordo sobre o que seja, pelo menos, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;. Isto é, como premissa da argumentação existe um acordo sobre o que seja, e que defina e delimite o que é o&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;. Mas não só, o acordo prévio abrange também o que seja o&amp;nbsp;&lt;i&gt;preferível&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Se não há qualquer espécie de acordo sobre o que seja o&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;, dificilmente qualquer troca argumentativa se torna possível de suceder. Mas entendamo-nos, por&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não se entende aqui a palavra no seu sentido ontológico mas, mais precisamente, apenas aquilo que um auditório entende ou acredita ser real. Isto com uma pretensão de universalidade, apesar da disparidade de auditórios.&amp;nbsp;É, mesmo assim, por essa pretensão de universalidade, que Perelman quer distinguir o&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do&amp;nbsp;&lt;i&gt;preferível&lt;/i&gt;&amp;nbsp;cujo acordo só seria válido para um auditório particular.&amp;nbsp;Precisando: acordo (que é premissa na argumentação) sobre o real: consenso em torno do que se entende serem&amp;nbsp;&lt;i&gt;factos, verdades&amp;nbsp;&lt;/i&gt;e&amp;nbsp;&lt;i&gt;presunções&lt;/i&gt;. Quanto ao acordo sobre o preferível, ele refere-se aos&amp;nbsp;&lt;i&gt;valores,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;hierarquias e aos lugares do preferível (TA.88).&amp;nbsp;Começando pelos&amp;nbsp;&lt;i&gt;factos&lt;/i&gt;. Fiel à centralidade do conceito de auditório, que lhe vem pelo menos desde Aristóteles, um facto é, muito simplesmente, tudo aquilo que um auditório entende como tal. O facto de o Dr. Mário Soares ter sido, no fim do seu mandato, "o presidente de todos os portugueses", resultava da circunstância de as sondagens mostrarem que o auditório universal constituído por "os portugueses" ser consensual acerca desse facto&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#8"&gt;(8)&lt;/a&gt;.É claro que este pode não ser um bom exemplo de&amp;nbsp;&lt;i&gt;facto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;assente num acordo universal que lhe dê esse estatuto. Haverá sempre a possibilidade de uma contestação que ponha em causa o enunciado "&lt;i&gt;todos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;os portugueses" mas as sondagens de opinião, mesmo se discutíveis, podem pretender fornecer um instrumento de verificação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo o caso, num determinado momento, o que dura o estado virtual de que a sondagem dá conta, há um amplo acordo sobre o facto de o Dr. Mário Soares ter sido "presidente do todos os portugueses".&lt;br /&gt;
Em suma,&amp;nbsp;&lt;i&gt;factos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;reais são o que o auditório admite como tal. Mas sendo o auditório, como pretende o próprio Perelman, uma criação do orador, acaba por ser este, ou aquele que o precede, a construir a realidade factual.&amp;nbsp;Assim, é um&amp;nbsp;&lt;i&gt;facto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;político, por exemplo, ou mundano, aquilo que os media dão a ver ao seu auditório. Em suma, encontramo-nos aqui perante o magno problema da construção social da realidade pelos media.&amp;nbsp;Mas se os factos resultam de um acordo por parte do auditório, o mesmo sucede com a&amp;nbsp;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;. Com uma diferença: os factos referem-se a acontecimentos limitados, enquanto a verdade se refere a enunciações (teorias, construções mentais).&amp;nbsp;Uma&amp;nbsp;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;, que o é porque sobre ela o auditório está previamente de acordo, pode enunciar-se acerca de uma facto, acontecimento, que também recolha o consenso do auditório.&amp;nbsp;Para um auditório religioso como a Igreja Católica - universal - a divindade de Cristo é uma verdade que enuncia como um&amp;nbsp;&lt;i&gt;facto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a sua ressurreição. O acordo sobre esta matéria é mesmo a condição prévia para pertencer ao auditório universal que é a Igreja Católica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; text-align: center;"&gt;
&lt;img height="494" src="http://files.saiadolugar.com.br.s3.amazonaws.com/arquivos/2012/06/interlocutor.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, no&amp;nbsp;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;&amp;nbsp;aceite pelo auditório nem tudo são factos ou verdades. Há também as&amp;nbsp;&lt;i&gt;presunções&lt;/i&gt;. Por exemplo, houve tempos em que o auditório da imprensa escrita estava de acordo para dizer "se vem no jornal é presumível que tenha acontecido".&lt;i&gt;Presumível&lt;/i&gt;&amp;nbsp;quer aqui dizer verosímil e essa verosimilhança assenta, neste caso, na credibilidade dos media.&amp;nbsp;No entanto, quando uma publicação periódica se intitula "jornal do incrível", assegura, à partida e honestamente, o seu auditório que nada do que escreve é verosímil ou presumível.&amp;nbsp;É&amp;nbsp;&lt;i&gt;crível&lt;/i&gt;, presumível, aquilo que é&amp;nbsp;&lt;i&gt;normal&lt;/i&gt;, diz Perelman. Presume-se ser normalidade o que mais probabilidade tem de acontecer. Que o sol se levantará amanhã de novo, é uma presunção tão geralmente partilhada precisamente porque o mais normal é que isso venha a acontecer.&amp;nbsp;O real, que nos permite viver, está cheio destas&amp;nbsp;&lt;i&gt;presunções&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;É também uma&amp;nbsp;&lt;i&gt;presunção&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ter acontecido o que vem relatado no jornal. Excepto no dia 1º de Abril em que se torna presumível exactamente o contrário disso.&lt;br /&gt;
Este exemplo ilustra bem, aliás, o que Perelman afirma quando escreve "... o normal opõe-se ao excepcional" (TA.95). A mentira do 1º de Abril nos media é, simultaneamente, excepcional porque só acontece uma vez por ano e normal porque todos os anos isso acontece.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso o auditório constituído pelos consumidores dos media&amp;nbsp;&lt;i&gt;presume&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tanto a normal regularidade das notícias como a excepcional mentira do 1º de Abril. E pela mesma razão de ambas obedecerem à&amp;nbsp;&lt;i&gt;norma&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Em suma, a presunção da normalidade é constitutiva do real no espírito do auditório e como tal, a par dos factos e das verdade, será um bom ponto de partida para a argumentação&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#9"&gt;(9)&lt;/a&gt;.Tanto as verdades como os factos ou as presunções que constituem o acordo sobre o real, não são percepcionadas como&amp;nbsp;&lt;i&gt;opiniões,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a que os antigos chamavam&amp;nbsp;&lt;i&gt;doxa&lt;/i&gt;. O enunciado da verdade como da factualidade ou da presunção, anunciam-se como um dizer do real.&amp;nbsp;Já quanto aos&amp;nbsp;&lt;i&gt;valores&lt;/i&gt;, mesmo quando sobre eles existe o acordo do auditório que deles faz premissa de argumentação, dizem, não o real, mas uma "atitude perante o real" (TA.101).&amp;nbsp;Se a democracia é, para mim, um valor, isso designa uma atitude perante um certo tipo de organização política, mesmo que eventualmente, ela não fizesse manifestamente parte do meu real.&lt;br /&gt;
Isto é, um auditório pode estar de acordo sobre um valor como a democracia, definindo assim uma atitude perante o real, sem que dê o seu acordo (à afirmação do reconhecimento) da democracia como um&amp;nbsp;&lt;i&gt;facto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;naquela situação precisa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Uma consequência da utilização dos valores é o estabelecimento de hierarquias determinadas por esses valores. Uma maior valorização da realidade humana estabelece uma hierarquia que a coloca acima de todos os outros seres existentes sobre a terra. Do mesmo modo que, mais abstractamente, uma maior valorização, por exemplo, da rentabilidade sobre a justiça social coloca no topo da hierarquia os valores da competitividade acima dos valores do bem estar, emprego, etc. Muitos outros critérios de hierarquização são possíveis: a anterioridade, por exemplo. Quando um grupo de pessoas se dispõe, por ordem de chagada, numa paragem de autocarro, estabelece-se uma hierarquia que valoriza a anterioridade. No caso de atropelo à regra será sempre esse o argumento invocado. Outro exemplo ainda de hierarquização: o que está na origem valorizado relativamente àquilo que se lhe segue. Num partido político, o fundador ou fundadores terão tendência a invocar esse argumento hierárquico para justificar a sua precedência sobre os que chegaram depois. A hierarquização dos valores é portanto determinante numa argumentação, não tanto pelo valores em si serem ou não aceites pelo auditório mas porque este adere com diferente intensidade aos diferentes valores , estabelecendo assim uma diferenciação hierárquica entre eles (TA.109).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Um outro aspecto decisivo para o discurso argumentativo é a questão dos lugares (topoi) ditos "comuns". Também aqui alguns equívocos têm sido constantes. A expressão "lugar comum" evoca-nos a ideia pejorativa de banalidade desinteressante, algo que já se sabe e que toda a gente pensa irreflectidamente. E no entanto a expressão tem originalmente, nomeadamente em Aristóteles, um significado bem diferente. A expressão "lugar do discurso" designa um argumento por assim dizer "pré-fabricado" e que se encontra à disposição do orador. Foram mesmo construídos elencos mais ou menos exaustivos desses&amp;nbsp;&lt;i&gt;lugares&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(do discurso). A ideia do lugar&amp;nbsp;&lt;i&gt;comum&lt;/i&gt;&amp;nbsp;servia a Aristóteles para o distinguir do lugar&amp;nbsp;&lt;i&gt;específico&lt;/i&gt;. Sendo que o lugar comum era utilizável em qualquer domínio da argumentação (campos de argumentação, diria Toulmin) enquanto que o lugar específico só tem lugar num campo determinado.&amp;nbsp;Na terminologia de Toulmin, dir-se-ia que o lugar comum é invariante relativamente ao campo de argumentação enquanto que o lugar específico é dependente de um determinado campo.&amp;nbsp;Os lugares, sejam eles comuns ou específicos, têm uma função predominante nas premissas de qualquer argumentação uma vez que, por definição, são o tipo de argumentos relativamente aos quais o orador pode ter por assegurado o acordo do auditório. Esse acordo já anteriormente teria sido estabelecido, senão esse argumentos não seriam&amp;nbsp;&lt;i&gt;lugares&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(topoi).&lt;br /&gt;
Com Perelman, distinguir-se-ão, de entre a multiplicidade de lugares possíveis, duas grandes categorias: os lugares da quantidade e os da qualidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;
Os lugares da quantidade afirmam a preferência por algo baseado numa valorização da quantidade. A noção de quantidade aqui pode ter várias declinações, nomeadamente a declinação temporal em que se valoriza a quantidade de tempo e portanto a durabilidade ou estabilidade.&amp;nbsp;Por exemplo na publicidade de uma casa comercial, pôr em evidencia a sua antiguidade / durabilidade escrevendo sobre a porta ou no logotipo "estabelecido desde 1769" é uma utilização corrente do lugar comum da quantidade que neste caso valoriza a antiguidade, durabilidade, estabilidade, tudo isso aqui passando a ser sinónimo de qualidade.&lt;br /&gt;
É claro que tudo depende do tipo de mercadoria. Se porventura se trata de propor algo que se quer caracterizar pela sua novidade, esse lugar não seria o mais adequado. Aliás, o lugar comum da quantidade, nesta sua declinação temporal, está por vezes no centro da argumentação sobre a retórica. No&amp;nbsp;&lt;i&gt;Górgias&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de Platão a verdade é preferida à opinião precisamente através da valorização que o lugar da quantidade faz da estabilidade da verdade em contraste com a inconstância da opinião da opinião.&amp;nbsp;Já na argumentação em defesa da democracia e ao estabelecer-se a regra da prevalência da maioria, está-se a utilizar o lugar da quantidade, e da sua preferência, fora já da dimensão temporal.&amp;nbsp;É claro que a utilização do lugar comum da quantidade, ao acentuar a estabilidade temporal ou a maioria puramente quantitativa, terá tendência a valorizar sobretudo o que é normal, habitual em detrimento do que é excepcional. A partir daí torna-se curto o passo que vai da valorização da normalidade ao estabelecimento da norma: "só o lugar da quantidade autoriza esta assimilação, um aspecto quantitativo das coisas, à norma que afirma que esta frequência é favorável e que nos devemos conformar" (TA.118).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Quanto aos lugares da&amp;nbsp;&lt;i&gt;qualidade&lt;/i&gt;, normalmente servem para contestar os lugares da quantidade. Nomeadamente quanto á valorização da durabilidade, como da maioria, por exemplo.&amp;nbsp;O lugar da quantidade valorizará o acontecimento único relativamente ao que perdura e a qualidade da minoria - unicidade, identidade, raridade - relativamente à quantidade da maioria.&amp;nbsp;Uma boa parte da argumentação estética utiliza os lugares comuns da qualidade ao valorizar, por exemplo, a originalidade. O que é original é único, distinto, irrepetível. Basta lembrar a valorização do original relativamente à reprodução de que nos fala Walter Benjamin no seu célebre ensaio sobre "A obra de arte na era da sua reproductibilidade técnica."&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Toda a lógica do valor signo de que fala Baudrillard assenta também discursivamente no lugar da qualidade ao valorizar precisamente a diferenciação, a unicidade, a identidade única. O que não deixa de suscitar alguns paradoxos como é o da moda, por exemplo. A moda, valorizando discursivamente, pelo lugar da qualidade, a originalidade, o diferente e o único, suscita a adesão da maioria que é precisamente o que mais contradiz a diferença, a originalidade e a unicidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Quando toda a gente anda vestida da mesma maneira, a moda exige a invenção de outra coisa.&amp;nbsp;Daí também a valorização qualitativa do raro, da escassez ou do que é irrepetível e único enquanto acontecimento (cf. O aniversário) que é a própria vida.&amp;nbsp;Toda a discursividade ecológica sobre a protecção das espécies assenta no lugar da qualidade valorizando o que é único e raro.&amp;nbsp;Ironicamente, a valorização da unicidade pelo emprego sarcástico do lugar da qualidade, tem sido utilizado para denegrir aquilo a que recentemente, neste fim da história a acreditar em Fukuyama, se tem designado por "pensamento único".&amp;nbsp;Muitos outros lugares se poderiam distinguir e os antigos o fizeram. Escapando à tentação de exaustividade, enumerem-se apenas os possíveis lugares da ordem, do existente, da essência: a ordem anterior/posterior; a existência preferível ao possível (&lt;i&gt;mais vale um pássaro na mão do que dois a voar&lt;/i&gt;); a essência (A essência humana relativamente às diferenças étnicas), etc.&lt;/div&gt;
&lt;center style="background-color: white;"&gt;
***&lt;/center&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
Uma questão prévia essencial a toda argumentação e que a condiciona à partida é a selecção dos factos ou dados relevantes, pertinentes ou assim considerados.&amp;nbsp;A problemática do&amp;nbsp;&lt;i&gt;agenda-setting&lt;/i&gt;&amp;nbsp;mostrou que a selecção dos factos por parte das instancias próprias nos media, determina o conteúdo do que é a actualidade. São notícia, e portanto existem, os factos que os media tornam visíveis. A actualidade como construção.&amp;nbsp;Ora, a selecção dos factos, mas não só... também a selecção de toda a espécie de noções utilizáveis na argumentação, resultando de uma escolha que implica exclusões, torna esses factos&amp;nbsp;&lt;i&gt;presentes&lt;/i&gt;, literalmente&amp;nbsp;&lt;i&gt;visíveis&lt;/i&gt;&amp;nbsp;no caso da TV. Presença que lhes dá uma força de convicção que torna muito mais eficaz a sua utilização na argumentação&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#10"&gt;(10)&lt;/a&gt;.Numa discussão sobre a pena de morte por exemplo, a descrição "eloquente" feita por um bom orador do sofrimento das vítimas; a selecção, pela evocação, de vítimas infantis, a descrição expressiva da perversidade do assassino, tudo isso torna presente uma abjecção que só pode condicionar o espírito do auditório a aderir a tese da pena de morte. É claro que aí se faz uma escolha de factos que omite, por exemplo, os estudos sérios e rigorosos demonstrando a fraca capacidade dissuasória da ameaça da pena de morte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="436" src="http://jdmatos.files.wordpress.com/2011/06/discurso.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b style="background-color: white; font-size: x-large;"&gt;As técnicas argumentativas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;É possível construir, a partir de Perelman uma grelha de análise que permita identificar os argumentos, classificá-los e compreender a sua articulação tentando medir a sua eficácia persuasiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Perelman distingue três grandes grupos de argumentos: argumentos quase-lógicos, argumentos baseados na estrutura do real e argumentos que fundam a estrutura do real.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Os primeiros, como o nome indica, constroem-se à imagem de princípios lógicos como que numa versão mais fraca destes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Os argumentos baseados na estrutura do real constroem-se a partir, não do que o real é, no sentido ontológico, mas do que o auditório acredita que ele seja, isto é aquilo que ele toma por factos, verdades ou presunções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Finalmente, os argumentos que fundam a estrutura do real. É um tipo de argumentação que opera como que por indução estabelecendo generalizações e regularidades, propondo modelos, exemplos, ilustrações a partir de casos particulares. Mas antes disso há que referir as premissas da argumentação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Premissas da argumentação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Todo o movimento da argumentação consiste em transpor a adesão inicial que o auditório tem relativamente a uma opinião que lhe é comum para uma outra de que o orador o quer convencer. Daí a importância do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;kairós&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;e do conhecimento que o orador deve possuir do seu auditório, das suas opiniões, das suas crenças, enfim de tudo aquilo que ele tem por admitido.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Essas devem ser as premissas da argumentação: as teses sobre as quais há um acordo. É claro que se pode sempre utilizar o estratagema da petição de princípio simulando tomar por acordado precisamente aquilo que se trata de demonstrar. No entanto não é esse o procedimento habitual.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Segundo Perelman há dois tipos de acordo presentes nas premissas da argumentação: acordo sobre o Real e sobre o Preferível.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;O acordo sobre o real exprime-se em juízos sobre o real conhecido ou presumido: tudo o que é admitido pelo auditório como facto, verdade ou presunção.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;O acordo sobre o que é preferível exprime-se em juízos que estabelecem uma preferência em termos de valor, hierarquia ou ainda nos lugares (comuns) do preferível:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;quantidade&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;(a maioria preferível à minoria),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;qualidade&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;(o que é raro preferível ao que é banal),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;existente&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;(prefere-se o que existe: "mais vale um pássaro na mão...), etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Argumentos quase-lógicos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Este tipo de argumentos vão buscar toda a sua eficácia persuasiva aos princípios lógicos à semelhança dos quais são construídos. A evidência da demonstração lógica serve aqui de suporte a uma persuasão que daí retira toda a sua força. Tal como Aquiles correndo atrás da tartaruga, o argumento quase-lógico persegue a certeza do princípio lógico de que é a imagem retórica sem jamais a alcançar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;A) Contradição e incompatibilidade&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;O princípio lógico da não - contradição enuncia-se assim: se a proposição A é verdadeira, a sua negação (~A) é falsa e vice-versa. Esta é uma das regras fundamentais do pensamento racional. Mas a lógica lida com noções unívocas, sem ambiguidade, o que não é o caso do discurso retórico que não é redutível a uma linguagem formalizada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;As premissas, na argumentação, muitas vezes não se explicitam e mesmo quando não é o caso, dificilmente se definem de maneira unívoca.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Assim, funcionando à maneira do princípio lógico da não - contradição, temos o argumento da incompatibilidade que estabelece a necessidade de opção entre duas asserções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;É o caso, por exemplo, das disposições legais que estabelecem a incompatibilidade entre o exercício de cargos públicos e o prosseguimento de actividades privadas. Há mesmo, nosso ordenamento jurídico, uma lei dita " das incompatibilidades" que define a contradição entre o exercício de cargos nas autarquias e a prossecução de certas actividades privadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style="background-color: white;" /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Muita polémica tem surgido na imprensa a propósito e utilizando este argumento. Basta recordar o diferendo a propósito da incompatibilidade, definida por lei, entre a presidência de uma autarquia e as funções de deputado no parlamento europeu. Ou ainda, mais recentemente, o projecto de decreto-lei que impõe a incompatibilidade entre a presidência do tribunal de contas e a actividade docente na Universidade Católica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Estes exemplos mostram bem a diferença que há entre um princípio lógico de aplicação necessária e uma incompatibilidade que é sempre relativa a circunstâncias contingentes que, nestes casos, dependem de uma decisão política sempre revogável ou reformulável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Em suma, da lógica à argumentação vai toda a diferença que há entre a necessidade e a contingência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;B) Identidade e definição&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;O princípio de identidade enuncia-se assim: " A é A". A identificação lógica não está, obviamente, sujeita a discussão. Não é o caso com o correspondente argumento retórico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Na discursividade argumentativa a identidade é posta pela definição que estabelece a identidade do que é definido com o que o define. Por exemplo, quando um dirigente do PCP define o seu partido como " o partido da classe operária" está a identificar o PCP com a classe social dos operários determinando que a sua essência está nessa classe.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Mas o uso argumentativo da definição supõe a possibilidade de múltiplas definições entre as quais é preciso escolher. E o mesmo dirigente definirá também o mesmo PCP como" partido democrático".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;O debate surge, no entanto quando nos defrontamos com diferentes definições de um mesmo termo. É aí que o carácter argumentativo da definição se torna mais nítido. Assim o de " democracia" é utilizado diferentemente na argumentação consoante a definição que dele é pressuposta: sendo a democracia identificada à liberdade, resta que a definição de liberdade também diverge consoante o interlocutor. É antigo o debate sobre o " conteúdo" da liberdade: formal ou concreta?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Um caso particular do argumento fundado no princípio de identidade pela definição é a regra de justiça assim enunciada: "a regra de justiça exige a aplicação de um tratamento idêntico a seres ou a situações que se integram numa mesma categoria"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#11" style="background-color: white;"&gt;(11)&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;São disso exemplo os asserções como: "Todos os cidadãos são iguais (idênticos)perante a lei", "a trabalho igual, salário igual".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Trata-se aqui de uma identidade que não é total, como quando se identifica PCP e classe operária, mas apenas parcial uma vez que a igualdade/identidade postulada é-o apenas relativamente a determinados aspectos e não todos. Assim, quando se diz que todos os cidadãos são iguais perante a lei, a identidade é apenas postulada relativamente à lei. Da mesma maneira que, no segundo caso, a igualdade se refere apenas ao trabalho e ao salário.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Noutros aspectos as pessoas diferem e todo o debate se processa de modo a decidir quais são as diferenças e se elas são essenciais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;C) Reciprocidade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;O argumento da reciprocidade funda-se no estabelecimento de uma relação de simetria entre duas situações. É frequente a utilização deste argumento, por exemplo, à relação entre o contribuinte e o Estado quanto ao pagamento dos impostos. Quando o cidadão se atrasa no pagamento o Estado obriga ao pagamento de juros e o cidadão utiliza este argumento quando é o Estado que se atraso no pagamento. Embora se deva dizer, em abono da verdade, que o Estado, entidade abstracta, não tem por costume ser muito sensível a este tipo de argumentação!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Para rejeitar o argumento da reciprocidade é preciso provar que duas situações não são simétricas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;D) Transitividade&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Perelman define assim este tipo de argumento: "A transitividade é uma propriedade formal de certas relações que permite passar da afirmação que a mesma relação que existe entre os termos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;a&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;b&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;, e entre os termos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;b&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;c&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;, à conclusão de que ela existe entre os termos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;a&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;c&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#12" style="background-color: white;"&gt;(12)&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Um exemplo: "Os amigos dos meus amigos meus amigos são" ou "Os aliados dos meus aliados são meus aliados".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;i&gt;E)&amp;nbsp;&lt;b&gt;Inclusão, divisão&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;A relação entre um todo e as suas partes está na base de dois tipos de argumentos que operam acentuando ora a inclusão das partes no todo, ora a divisão do todo em partes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Assim, por exemplo, e frequentemente, quando se quer argumentar a favor do centralismo e contra a regionalização acentua-se a inclusão das diversas regiões no todo nacional. Pelo contrário, quando aquilo que se quer defender é a regionalização, faz-se notar que o todo nacional se divide em partes com a sua identidade própria e as suas diferenças relativamente ao todo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;A maior parte das vezes, porém, este tipo de argumento valoriza o todo em detrimento das partes; não há nenhum dirigente partidário (et pour cause..., precisamente um "partido" é apenas uma parte) que não ponha os interesses do País acima do interesse partidário, nenhum presidente que não o seja "de todos os portugueses" ou nenhum militante que não ponha os interesses do todo partidário acima dos seus interesses próprios ou da sua facção.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;No entanto o argumento da divisão também tem a sua eficácia quando se quer pôr em relevo as partes que constituem o todo obtendo um efeito retórico certo pela enumeração exaustiva das partes constituintes do todo: "Portugal do Minho ao Algarve". Antigamente ia até Timor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Procura-se assim provar a existência do conjunto obtendo o efeito de aumentar a presença das partes pela sua enumeração mais ou menos exaustiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;i&gt;F)&amp;nbsp;&lt;b&gt;Comparação&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;A comparação como argumento põe em confronto realidades diferentes para as avaliar umas em relação às outras. Quando se diz que Aveiro é a Veneza de Portugal está-se a comparar as duas cidades para obter um efeito de valorização do elemento mais fraco da comparação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="300" src="http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-geralmente-levo-mais-de-tres-semanas-a-preparar-um-discurso-de-improviso-mark-twain-107624.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Argumentos baseados na estrutura do real&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Enquanto os argumentos quase-lógicos procuram beneficiar da sua proximidade com princípios lógico-matemáticos dos quais retiram alguma força e credibilidade, os argumentos de que a seguir se tratará utilizam a estrutura do real para estabelecer uma ligação entre opiniões estabelecidas acerca dessa estrutura e outras de que se procura convencer o interlocutor .&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Mais uma vez há que sublinhar que quando se fala aqui de "realidade" não se está a referir o sentido ontológico do termo mas apenas as opiniões que existem e se formulam acerca da realidade; aquilo que é o resultado de uma construção social da realidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Há que distinguir dois grupos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;1º- Os argumentos que se aplicam a relações de sucessão que ligam um acontecimento quer às suas causas quer às suas consequências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;2º- Os argumentos que usam relações de coexistência entre uma essência e as suas manifestações.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;1- Relação de sucessão&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;A relação causal é, por assim dizer, o protótipo da relação de sucessão. Dado um acontecimento procura-se encontrar uma ou várias causas antecedentes que o determinam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Assim em Portugal ainda hoje se discute sobre a descolonização de 1975 e o modo como ela aconteceu relacionando-a, em termos de causalidade, segundo as correntes, quer à própria revolução do 25 de Abril, quer ao imobilismo salazarista que não soube preparar em devido tempo as independências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;A mesma argumentação se aplica correntemente ao relacionar a criminalidade (efeito) com a droga (causa).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Por outro lado, o mesmo argumento pode ser usado para defender algo pondo em evidência os efeitos que daí resultam: eram deste tipo alguns dos argumentos que se utilizaram para defender a integração de Portugal na Comunidade europeia. Dizia-se que ela traria como efeito a irreversibilidade da democracia e o desenvolvimento. Partia-se obviamente do princípio que a esmagadora maioria do auditório perfilhava a opinião de que esses efeitos eram desejáveis.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Um outro exemplo de argumentação fundada numa relação de sucessão entre causa e consequências, entre meio e fim, é o que se utiliza frequentemente nos debates sobre as vantagens e desvantagens dos diferentes sistemas eleitorais. Era costume utilizar o argumento das consequências desse regime quer para o criticar, quando se lhe atribuía a consequência da instabilidade governativa, quer para o apoiar quando se sublinhava como consequência uma maior representatividade democrática.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;2.- Relação de coexistência&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Enquanto na ligação de sucessão os elementos se situam a um mesmo nível dentro de uma relação temporal, na relação de coexistência os elementos estão em níveis distintos e a dimensão temporal é irrelevante.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;O argumento fundado na relação de coexistência estabelece uma ligação de coexistência entre uma essência e as suas manifestações. Assim se argumenta que os actos praticados coexistem com a pessoa que os pratica. Assim qualquer político, primeiro-ministro ou presidente de câmara, estabelecerá a ligação de coexistência entre a sua pessoa e os actos que lhe convém fazer ressaltar como manifestação de si: as estrada, as pontes, etc. E lá fica a placa para perpetuar essa coexistência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;É também com este argumento que estabelece a relação de coexistência entre um criminoso e os seus actos, a menos que seja considerado ininputável, caso em que a argumentação consistirá em mostrar que essa coexistência não existe. Será preciso então mostrar que, no momento do crime, o indivíduo em causa não estava "no pleno uso das suas faculdades mentais". Isto é que o acto cometido não era manifestação da sua essência enquanto pessoa consciente e livre.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Argumentos que fundam a estrutura do real&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Neste tipo de argumentação um caso particular é utilizado, generalizando-o como que indutivamente, para estabelecer aquilo que se acredita ser uma estrutura do real socialmente construído.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Mas há que distinguir variantes deste tipo de argumento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;1.- Exemplo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O exemplo pretende generalizar estabelecendo uma regra a partir de um caso concreto: o exemplo de um indivíduo de etnia cigana implicado num caso de tráfico de droga é utilizado como argumento para generalizar e estabelecer uma regra segundo a qual todos os ciganos são traficantes. O que justifica a sua expulsão de Ponte de Lima, por exemplo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;2.- Ilustração&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A ilustração como argumento procura reforçar a adesão à crença numa regra já estabelecida. Ilustra-se a regra com casos particulares que tornam a regra mais presente. Como diz Perelman, "os exemplo servem para provar a regra, as ilustrações para a tornar clara."&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#13"&gt;(13)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;3.- Modelo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O uso do modelo na argumentação propõe a sua imitação. O comportamento de um grande homem é frequentemente utilizado como modelo que se pretende deve suscitar a imitação: "o valor da pessoa, previamente reconhecido, constitui a premissa de onde se tirará uma conclusão preconizando um comportamento particular."&amp;nbsp;&lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html#14"&gt;(14)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Analogia e metáfora&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;A analogia é, consabidamente, um dos procedimentos mais utilizados pelo raciocínio. Estabelece uma relação de similitude entre duas relações que unem duas entidades. Não se trata portanto de uma semelhança entre as entidades mas entre as relações que ligam cada um dos pares: "não é uma relação de semelhança; é uma semelhança de relação". A analogia postula que a relação entre A e B é semelhante à relação entre C e D. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Por isso a analogia pode fundar uma metáfora. Aliás, na perspectiva de Perelman o valor argumentativo da metáfora vem-lhe da analogia que lhe subjaze e ela esconde.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Assim por exemplo, o verso de Rui Veloso que diz: "A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white;"&gt;primavera da vida&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;é bela de viver" esconde uma analogia que sustenta a metáfora "primavera da vida" referida à adolescência. A analogia enunciar-se-ia assim: "a primavera está para a natureza como a juventude está para a - vida". Isto é:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center style="background-color: white;"&gt;
Primavera&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; C&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Juventude&lt;br /&gt;
------- = ------&lt;br /&gt;
Natureza&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; B&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; D&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vida&lt;br /&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Há pois uma assimilação do que é desconhecido (a juventude da vida) ao que é desconhecido (a primavera da natureza).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Pode-se assim fazer um uso argumentativo da analogia na medida em que desloca a adesão do espírito daquilo que é conhecido para o que é desconhecido. A metáfora é aliás, classicamente, definida precisamente como um transporte de sentido de uma palavra para outra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Argumentar pode também consistir em sustentar uma analogia mostrando a sua adequação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;É pois função da analogia esclarecer o segundo termo da comparação (juventude, vida) pelo primeiro (primavera, natureza).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;A relação entre primavera e natureza é análoga à relação entre juventude e vida. A mesma analogia poderia sustentar uma outra metáfora menos habitual do género "juventude da natureza".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Acontece no entanto que as metáforas se usam, perde-se-lhes a origem e esquece-se o seu carácter metafórico. Perelman dá como exemplo a expressão "o ~ da cadeira" que se tornou a única maneira de designar o objecto em causa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Este procedimento tem uma grande eficácia na argumentação uma vez que a analogia não é perceptível e aquilo que originalmente era uma metáfora parece agora ser natural.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;hr style="background-color: white;" width="100%" /&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="1"&gt;&lt;/a&gt;1 António Damásio, Descarte's Error&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="2"&gt;&lt;/a&gt;2 raisonner. Cf. A.J.Saraiva, O discurso engenhoso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="3"&gt;&lt;/a&gt;3 in R. BArthes, O óbvio e o obtuso, Lisboa, Ed. 70&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="4"&gt;&lt;/a&gt;4 Grupo m, Retórico da imagem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="5"&gt;&lt;/a&gt;5 Sobre as condições de possibilidade de um discurso retórico cf. Tito Cardoso e Cunha, Prefácio in F.Nietzsche, Da retórica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="6"&gt;&lt;/a&gt;6 Cf. TA.31: "o importante, na argumentação, não é saber o que o orador considera como verdadeiro ou como probante, mas qual é a opinião daqueles a quem se dirige"&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="7"&gt;&lt;/a&gt;7 Cf. TA: "A finalidade de toda a argumentação&amp;nbsp; é a de provocar ou aumentar a adesão dos espíritos às teses que se apresentam ao seu assentimento: uma argumentação eficaz é aquela que consegue aumentar essa intensidade de adesão de modo a desencadear a acção encarada "&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Ou ainda (TA,62): "&amp;nbsp; encararemos sobretudo a argumentação nos seus efeitos práticos: virada para o futuro, propõe-se provocar uma acção ou prepará-la, agindo por meios discursivos sobre os espírito dos auditores."&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="8"&gt;&lt;/a&gt;8 "... será considerado como um facto (o) que se caracteriza por uma adesão do auditório universal, adesão tal que será inútil reforçá-la."&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="9"&gt;&lt;/a&gt;9 "O acordo baseado na presunção do normal é tido por válido pelo auditório universal ao mesmo título que o acordo sobre os factos estabelecidos e as verdades" (TA.98).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="10"&gt;&lt;/a&gt;10 "Não chega uma coisa existir para que se tenha o sentimento da sua presença" (TA.156).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="11"&gt;&lt;/a&gt;11 Idem, ibidem, p.294&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="12"&gt;&lt;/a&gt;12 Idem, ibidem, p.305&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="13"&gt;&lt;/a&gt;13 Idem, ibidem, p.481&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" name="14"&gt;&lt;/a&gt;14 Idem, ibidem, p.488&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=cunha-tito-Nova-Retorica-Perelman.html"&gt;Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação da Univ. de Lisboa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/Sq9WNO7dWQE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/6761754680675234589/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=6761754680675234589&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6761754680675234589?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6761754680675234589?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/Sq9WNO7dWQE/aos-amigos-da-filosofia-de-plantao-nova.html" title="Aos amigos da Filosofia de plantão: a &quot;Nova Retórica&quot; de Chaïm Perelman" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-xP2O4RPDHK4/TvozczNfIHI/AAAAAAAAAWI/7J6ptOBKrJE/s72-c/Dicas-para-falar-bem-em-p%25C3%25BAblico1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/aos-amigos-da-filosofia-de-plantao-nova.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8DSXo5cCp7ImA9WhBbFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-8000904164157382643</id><published>2013-05-14T18:21:00.002-07:00</published><updated>2013-05-14T18:21:18.428-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-14T18:21:18.428-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Apologética" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiões Comparadas" /><title>Pedro, Papa? (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;PEDRO FOI REALMENTE O PRIMEIRO PAPA?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="background-color: white; clear: both; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MnzJHl8omoU/UYViYZ3aVAI/AAAAAAAAJVM/NIP3rM-kAx4/s1600/the-mission-of-st-peter-1617.jpg" imageanchor="1" style="color: #3c78a7; margin: 0px 1em; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="304" src="http://2.bp.blogspot.com/-MnzJHl8omoU/UYViYZ3aVAI/AAAAAAAAJVM/NIP3rM-kAx4/s640/the-mission-of-st-peter-1617.jpg" style="border: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0px 10px 5px 0px; padding: 2px;" width="560" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;epois da renúncia de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Bento XVI&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; de seu cargo, assuntos relacionados ao Catolicismo se tornaram temas em diversos lugares. O vídeo abaixo é um especial muito bem elaborado de um programa da &lt;b&gt;&lt;i&gt;Rede Novo Tempo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que discute a história do papado. O programa, apresentado pelo Pastor e Doutor (Arqueologia) Rodrigo Silva, a quem tivemos o prazer de conhecer e entrevistar para o blog &lt;i&gt;Fatos em Foco&lt;/i&gt;, é um expert no assunto. Terminando um pós-doutorado em Arqueologia do Mediterrâneo, na USP, o dr. Rodrigo discute a versão conservadora do Catolicismo, que alega ter sido Pedro o primeiro Papa. Afinal, como surgiu o papado? Será verdade que Pedro foi o primeiro dos Papas? É verdade que o Papa será o Anticristo (ou a besta do Apocalipse)?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br style="margin: 0px; padding: 0px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Antes porém de responder a essas perguntas é importante frisar que o intuito das postagens do &lt;i&gt;KIP&lt;/i&gt; é construir novos conhecimentos, descobrir aquilo que está oculto, usando fatos históricos, simbólicos, linguísticos etc. Não é desqualificar alguém ou alguma religião, pois existem bons e maus exemplos dentro de todas elas. Em suma, nosso objetivo é trazer à luz a verdade, mesmo que isso seja desconfortável para algum lado. Também, o fato de o vídeo ser da Rede Novo Tempo, da Igreja Adventista, não necessariamente implica que nossas visões religiosas são as mesmas da instituição e do programa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1RJgj9yB9Nc?rel=0" style="margin: 0px; padding: 0px;" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://danizudo.blogspot.com.br/2013/05/pedro-foi-mesmo-o-primeiro-papa.html"&gt; Knowledge is Power -&amp;nbsp;Danizudo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/bMrkgLuvkOk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/8000904164157382643/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=8000904164157382643&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/8000904164157382643?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/8000904164157382643?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/bMrkgLuvkOk/pedro-papa-video.html" title="Pedro, Papa? (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-MnzJHl8omoU/UYViYZ3aVAI/AAAAAAAAJVM/NIP3rM-kAx4/s72-c/the-mission-of-st-peter-1617.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/pedro-papa-video.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUFR304fip7ImA9WhBbFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-1154730031405506981</id><published>2013-05-14T18:10:00.000-07:00</published><updated>2013-05-14T18:10:16.336-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-14T18:10:16.336-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Teorias da Ética: além da mera questão de opinião</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;ÉTICA TEÓRICA, "QUESTÃO DE OPINIÃO"?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: center; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;img src="http://www.humaniversidade.com.br/boletins/viver_luz_alimentacao_pranica_arquivos/etica.jpg" style="line-height: 1.5; text-indent: 2em;" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: right; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: right; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Será tudo uma questão de mera opinião?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: left; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;b style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;M&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;uitas pessoas acham estranho falar de padrões morais e da aplicação desses padrões. Algumas pessoas pensam que os juízos morais são apenas "questões de opinião" — e sem dúvida que muitas pessoas falam como se o pensassem. Todos nós ouvimos pessoas "concluir" um debate sobre uma questão moral contenciosa dizendo: "Bem, em qualquer caso, é tudo uma questão de opinião!" Suspeito que a verdadeira função desta afirmação é mostrar que quem o diz quer, por alguma razão, terminar o debate. Talvez essa pessoa pense que a outra é irracional e que, por isso, já nada se ganha com o debate. Infelizmente, esta afirmação parece dar a entender algo mais, pois sugere que, dado que os juízos morais são apenas opiniões, então todas as opiniões são igualmente boas (ou igualmente más). Implica que não podemos criticar ou escrutinar racionalmente os nossos juízos morais (nem os de qualquer outra pessoa). Afinal de contas, não criticamos racionalmente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;meras&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;opiniões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Será isto defensável? Não vejo como poderá sê-lo. Mesmo que nenhuns juízos morais (contenciosos) fossem indiscutivelmente correctos, não deveríamos concluir que todos os juízos morais são igualmente falíveis. Apesar de não termos uma maneira clara de decidir com toda a certeza que acções são as melhores, temos maneiras excelentes de mostrar que algumas são deficientes. Sabemos, por exemplo, que os juízos morais são maus se forem baseados em informação distorcida, tacanhez, parcialidade, falta de compreensão ou princípios morais completamente bizarros. Conversamente, os juízos são mais plausíveis, mais defensáveis, se forem baseados em informação completa, cálculo cuidado, percepção astuta, e se tiverem sobrevivido com êxito à crítica alheia no mercado de ideias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Considere-se a seguinte analogia: nenhumas regras de gramática ou de estilo irão determinar de forma precisa o modo como devo construir a frase seguinte. Contudo, não se deve daí concluir que posso usar apropriadamente qualquer sequência de palavras. Alguns amontoados de palavras não são frases e algumas frases são uma completa algaraviada. Outras frases podem estar gramaticalmente correctas — e até ser elegantes — e no entanto ser inapropriadas porque não têm qualquer conexão com as frases anteriores ou seguintes. Todas essas colecções de palavras são claramente inaceitáveis nestas circunstâncias, mas noutros contextos as mesmas palavras poderão ser apropriadas. Muitas outras frases estão gramaticalmente correctas, são relevantes e minimamente claras, e contudo têm outras falhas. Podem ser algo vagas, por exemplo, ou imprecisas. Outras frases podem ser compreensíveis, relevantes e em geral precisas, mas ser garridas ou falhas de estilo. Algumas frases alternativas podem ser todas adequadas, de modo que não haverá qualquer razão forte para preferir umas a outras. Talvez algumas sejam particularmente brilhantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-indent: 2em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-indent: 2em;"&gt;Nenhum manual de gramática nos permitirá fazer todas estas distinções, nem nos dará a capacidade para identificar claramente as melhores frases. E mesmo que as pessoas em geral (ou até os melhores escritores) discutissem os méritos e deméritos de cada uma das frases, seria improvável que se decidisse que só uma delas é a melhor. Todavia, não temos problemas em distinguir o lixo estilístico ou o inaceitavelmente vago do sublime linguístico. Em suma, não temos de pensar que uma frase é a única boa para reconhecer que algumas são melhores e outras piores. O mesmo acontece em ética. Podemos nem sempre saber como agir; podemos enfrentar desacordos substanciais sobre algumas questões éticas muito contenciosas. Mas daqui não se deve inferir que todas as ideias morais são iguais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-indent: 2em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Não se deve igualmente ignorar o facto óbvio de que as circunstâncias exigem muitas vezes a nossa acção, ainda que não existe, ou não consigamos ver que existe, uma só acção moral apropriada. Contudo, a nossa incerteza não nos leva a pensar que todas as perspectivas são iguais, nem a agir como se o fossem. Não mandamos uma moeda ao ar para decidir se devemos desligar a máquina que mantém os nossos pais vivos, ou para decidir com quem vamos casar, ou que emprego aceitar ou se uma pessoa acusada de um dado crime é culpada. Devemos procurar tomar uma decisão informada, baseada nos melhores indícios, agindo depois de acordo com isso, ainda que os melhores indícios nunca garantam a certeza. Para tomar uma decisão informada devemos compreender as questões relevantes, adoptar uma perspectiva de mais longo prazo, pôr de lado parcialidades irracionais, e inculcar uma vontade de sujeitar as nossas conclusões hipotéticas à crítica alheia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Afinal de contas, as nossas acções afectam os outros profundamente, por vezes, e as circunstâncias podem exigir a nossa acção. Não devemos lamentar a nossa incapacidade para ter a certeza de que descobrimos aquela acção que é a melhor; devemos pura e simplesmente fazer a melhor escolha que nos for possível. Devemos, é claro, reconhecer a nossa incerteza, admitir a nossa falibilidade e estar preparados para considerar novas ideias, especialmente quando são sustentadas por argumentos fortes. Contudo, não temos necessidade de abraçar qualquer forma perniciosa de relativismo. Isso seria não apenas uma confusão. Seria também um erro moral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="paragraph" style="line-height: 1.5; margin-top: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;O papel da teoria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mesmo quando as pessoas concordam que uma questão deve ser avaliada, pelo menos parcialmente, por critérios de moralidade, discordam muitas vezes sobre o modo de a avaliar. Ou, para usar a linguagem da secção anterior, as pessoas discordam sobre os melhores princípios ou juízos, sobre como os interpretar ou sobre como os devemos aplicar. Em resultado disso, duas pessoas razoáveis e decentes podem chegar a conclusões completamente diferentes sobre se uma acção é moralmente apropriada. Eis um caso que claramente exige a avaliação racional das nossas acções. Devemos examinar, tentar compreender e depois avaliar as nossas próprias razões e as razões das outras pessoas a favor das nossas conclusões morais, ou das delas. Afinal de contas, as pessoas têm habitualmente razões — ou pensam que têm — a favor das suas conclusões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: center; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;img height="300" src="http://portoalegre.nova-acropole.org.br/sites/default/files/agenda/portoalegre/ethics_pix_036.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Por exemplo, as pessoas anti-aborto argumentam que o aborto é injustificado porque o feto tem o mesmo direito à vida do que um adulto normal, ao passo que as pessoas favoráveis ao aborto argumentam que o aborto deve ser legal porque a mulher tem o direito de decidir o que acontece no seu corpo e ao seu corpo. Quem apoia a pena de morte argumenta que as execuções dissuadem o crime, ao passo que os oponentes argumentam que é cruel e desumano. Quem defende que a pornografia deve ser censurada defende que degrada as mulheres, ao passo que os seus defensores argumentam que é uma forma de discurso livre que deve protegido por lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ao dar razões a favor dos seus juízos, as pessoas citam habitualmente algumas características da acção que consideram que explicam ou reforçam essa avaliação. Esta função das razões não se limita aos desacordos éticos. Posso justificar a minha afirmação de que&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fargo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é um bom filme afirmando que tem personagens bem definidas, um enredo interessante e a tensão dramática apropriada. Isto é, identifico características do filme que penso que justificam a minha avaliação. As características que cito, contudo, não são exclusivas deste filme. Ao dar estas razões estou a dar a entender que ter personagens bem definidas ou ter um enredo interessante ou ter a tensão dramática apropriada são características importantes dos filmes bons, sem mais. Isto não significa que estas são as únicas ou até as mais importantes características. Nem é ainda uma decisão quanto ao peso correcto a dar a estas características. Contudo, significa que se um filme tem qualquer destas características, então temos&amp;nbsp;&lt;i&gt;uma&lt;/i&gt;&amp;nbsp;razão para pensar que é um bom filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Pode-se pôr em causa a minha avaliação do filme de três modos diferentes: podemos pôr em causa os meus critérios, o peso que lhes dou ou a aplicação que faço deles (isto é, a afirmação de que o filme satisfaz os critérios). Por exemplo, pode-se argumentar que ter personagens bem definidas não é um critério relevante, que dei demasiado peso a esse critério, ou que&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fargo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não tem personagens bem definidas. Em defesa da minha afirmação posso explicar por que razão penso que é um critério relevante, que lhe dei um peso apropriado e que as personagens do filme estão bem desenvolvidas. Neste ponto, estamos a discutir duas questões relacionadas que surgem em "níveis diferentes". Estamos a debater como avaliar um filme em particular, e estamos a discutir os méritos teóricos de diferentes critérios do que é um bom filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Analogamente, quando discutimos uma questão ética prática, discutimos não apenas essa questão particular mas também, quer nos apercebamos disso ou não, questões de nível mais elevado sobre as questões teóricas subjacentes. Não queremos saber apenas se a pena de morte dissuade o crime; queremos igualmente saber se a dissuasão é moralmente importante e, se o for, quão importante o é. Quando a teorização chega a um certo nível ou complexidade e sofisticação, podemos começar a dizer que temos uma teoria. As teorias éticas são apenas discussões formais e mais sistemáticas destas questões teóricas de segundo nível. São os esforços dos filósofos para identificar os critérios morais relevantes, o peso ou significado de cada critério, e para oferecer alguma orientação sobre como podemos determinar se uma acção satisfaz esses critérios. Na próxima secção, irei esboçar brevemente algumas das teorias éticas mais comuns.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Antes, contudo, é melhor chamar a atenção para o seguinte: Ao pensar sobre teorias éticas, podemos ser tentados a pressupor que as pessoas que defendem a mesma teoria farão os mesmos juízos éticos práticos, e que quem faz os mesmos juízos éticos práticos aceitam a mesma teoria. Isto não é verdade. Isso não acontece com quaisquer juízos avaliativos. Por exemplo, duas pessoas com critérios análogos para bons filmes podem avaliar de forma diferente o filme&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fargo&lt;/i&gt;, ao passo que duas pessoas que gostaram de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fargo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;podem ter critérios (algo) diferentes para bons filmes. O mesmo acontece em ética. Duas pessoas com diferentes teorias éticas podem, mesmo assim, concordar que o aborto é moralmente permissível (ou gravemente imoral), ao passo que dois partidários da mesma teoria podem avaliar o aborto de formas diferentes. Conhecer os compromissos teóricos de alguém não nos diz de forma precisa que acções essa pessoa pensa que são certas ou erradas. Diz-nos apenas de que forma essa pessoa pensa nas questões morais — que critérios de relevância ela usa e o peso que lhes dá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="paragraph" style="line-height: 1.5; margin-top: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;Tipos principais de teorias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Há duas grandes classes de teorias éticas — consequencialistas e deontológicas — que têm dado forma ao entendimento que a maior parte das pessoas tem da ética. Os consequencialistas defendem que devemos escolher a acção disponível que têm as melhores consequências globais, ao passo que os deontologistas defendem que devemos agir de modos circunscritos por regras e direitos morais e que estas regras ou direitos se definem (pelo menos em parte) independentemente das consequências. Vejamos cada uma das teorias separadamente. Estas descrições serão necessariamente ultra-simplificadas e algo vagas. Ultra-simplificadas porque não temos espaço suficiente para fornecer uma exposição completa das duas teorias. Vaga porque mesmo quem defende estas teorias discorda sobre a sua interpretação correcta. Contudo, estas descrições deverão ser suficientes para ajudar o leitor a compreender os aspectos mais gerais das teorias. […]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;Consequencialismo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Os consequencialistas defendem que temos a obrigação de agir de forma a produzir as melhores consequências. Não é difícil ver por que razão se trata de uma teoria muito apelativa. Em primeiro lugar, apoia-se no mesmo estilo de raciocínio que usamos ao tomar decisões puramente prudenciais. Se estamos a tentar escolher a universidade a que nos vamos candidatar, iremos ter em consideração as opções disponíveis, iremos prever os resultados prováveis de cada uma delas e tentaremos determinar o seu valor relativo. Feito isto, escolhemos a universidade que oferecer o melhor resultado previsto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: center; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;img height="185" src="http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-a-maior-felicidade-do-maior-numero-e-o-fundamento-da-moral-e-da-legislacao-jeremy-bentham-141016.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O consequencialismo usa o mesmo quadro de referência, mas inclui os interesses dos outros na "equação". Quando enfrentamos uma decisão moral, devemos considerar as acções alternativas disponíveis, traçar as consequências morais prováveis de cada uma delas, e depois seleccionar a alternativa com as melhores consequências para todos os envolvidos. Quando descrita desta forma vaga, o consequencialismo é claramente uma teoria apelativa. Afinal de contas, parece difícil negar que alcançar o melhor resultado possível seria bom. O problema, claro, é decidir que consequências devemos ter em consideração e o peso que devemos dar a cada uma delas. Pois sem sabermos isso não podemos saber como raciocinar sobre a moralidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O &lt;b&gt;&lt;i&gt;utilitarismo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, a forma mais comum de consequencialismo, tem uma resposta. Os utilitaristas afirmam que devemos escolher a opção que maximiza "a maior felicidade para o maior número". Defendem igualmente a completa igualdade: "cada qual conta como um e não mais de um". Claro que podemos discordar sobre o que significa exactamente a maximização da maior felicidade do maior número; e podemos ter dúvidas sobre como se alcança tal coisa. Os utilitaristas dos actos defendem que determinamos a correcção de uma acção se podemos decidir que acção, nessas circunstâncias, teria mais probabilidades de promover a maior felicidade para o maior número. Os utilitaristas das regras, contudo, rejeitam a ideia de que as decisões morais devam ser decididas caso a caso. Segundo eles, não devemos decidir se é provável que uma acção&amp;nbsp;&lt;i&gt;particular&lt;/i&gt;&amp;nbsp;promova a maior felicidade para o maior número, mas se um&amp;nbsp;&lt;i&gt;tipo&lt;/i&gt;particular de acção iria promover, se fosse seguida pela maior parte das pessoas, a maior felicidade para o maior número.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Assim, parece que um utilitarista dos actos poderia decidir que uma mentira, num caso particular, se justifica porque maximiza a felicidade de todos os envolvidos, ao passo que o utilitarista das regras poderia defender que, uma vez que se toda a gente mentisse, isso diminuiria a felicidade, seria melhor adoptar uma regra forte contra a mentira. Devemos obedecer a esta regra ainda que, num caso particular, mentir possa parecer promover melhor a maior felicidade do maior número.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;Deontologia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;As teorias deontológicas contrastam na sua maior parte com as teorias consequencialistas. Ao passo que os consequencialistas defendem que devemos sempre procurar promover as melhores consequências, os deontologistas defendem que as nossas obrigações morais — sejam elas quais forem — são de algum modo e em certo grau independentes das consequências. Assim, se eu tenho a obrigação de não matar, roubar ou mentir, estas obrigações estão justificadas não apenas porque seguir tais regras produz sempre as melhores consequências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;É por isso que tantas pessoas acham que as teorias deontológicas são tão atraentes. Por exemplo, a maior parte de nós ficaria ofendida se alguém nos mentisse, ainda que essa mentira produzisse a maior felicidade para o maior número. Eu ficaria sem dúvida ofendido se alguém me matasse, ainda que a minha morte pudesse produzir a maior felicidade para o maior número (usando os meus rins para salvar a vida de duas pessoas, o meu coração para salvar uma terceira, etc.). Assim, o que há de errado ou certo em mentir ou matar não pode ser explicado, defendem os deontologistas, unicamente por causa das suas consequências. Claro que há muito desacordo entre os deontologistas sobre quais regras são verdadeiras. Também discordam sobre como se determina que regras são essas. Alguns deontologistas afirmam que a razão abstracta nos mostra como devemos agir (Kant). Outros (McNaughton) afirmam que as intuições são o nosso guia. Outros ainda falam de descobrir princípios que se justificam por um&amp;nbsp;&lt;i&gt;equilíbrio&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;reflexivo&amp;nbsp;&lt;/i&gt;(Rawls, por exemplo), ao passo que alguns defendem que devemos procurar princípios que poderiam ser adoptados por um observador ideal (Arthur).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;Alternativas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Há várias alternativas a estas teorias. Chamar-lhes "alternativas" não significa que sejam inferiores, mas apenas que não têm desempenhado um papel tão significativo na formação do pensamento ético contemporâneo. Vale a pena mencionar em especial duas delas, porque se tornaram muitíssimo influentes nas últimas duas décadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Teoria das virtudes&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;A teoria das virtudes não tem sido tão influente quanto a deontologia ou o consequencialismo na formação do pensamento ético moderno. Contudo, é anterior a essas duas teorias, pelo menos enquanto teoria formal. Foi a teoria dominante dos gregos antigos, alcançando a sua expressão mais clara na obra de Aristóteles,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Ética a Nicómaco.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Durante muitos séculos, não foi nem discutida nem advogada enquanto alternativa séria. Mas por volta dos finais da década de 1950 começou a reaparecer na bibliografia filosófica (a história deste reemergir é apresentada nos ensaios reimpressos em Crisp e Slote, 1997).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Grande parte do apelo da teoria das virtudes deriva das falhas encontradas nas alternativas canónicas. A deontologia e o consequencialismo, defendem os partidários da teoria das virtudes, dão uma ênfase desadequada (ou nenhuma) ao agente — ao que o agente deve&amp;nbsp;&lt;i&gt;ser&lt;/i&gt;, aos tipos de&amp;nbsp;&lt;i&gt;carácter&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que o agente deve desenvolver. Não dão igualmente um âmbito apropriado ao juízo pessoal e dão demasiada ênfase à ideia de seguir regras (sejam deontológicas sejam consequencialistas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: center; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;img height="332" src="http://www.administradores.com.br/_assets/modules/artigos/artigo_70213.png" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Sem dúvida que, ao ler alguns deontologistas e consequencialistas, dá ideia que eles pensam que uma decisão moral é a aplicação acéfala de uma regra moral. A regra diz "Sê honesto"; logo, devemos ser honestos. A regra diz "Age sempre de modo a promover a maior felicidade para o maior número"; logo, temos apenas de descobrir que acção tem as consequências mais desejáveis, e depois fazer isso. Assim, a ética faz lembrar a matemática. Os cálculos podem exigir paciência e cuidado, mas não depende do juízo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Muitos partidários das teorias canónicas acham que estas objecções dos que defendem a teoria das virtudes são significativas e, ao longo das últimas duas décadas, modificaram as suas teorias para, em parte, as acomodar. O resultado, afirma Rosalind Hursthouse, é que "as linhas de demarcação entre estas três abordagens se têm diluído […] A deontologia e o utilitarismo já não se caracterizam claramente por darem ênfase às regras ou consequências por oposição ao carácter" (Hursthouse 1999: 4). As duas teorias dão maior ênfase ao juízo e ao carácter. Por exemplo, Hill, apesar de ser um deontologista, descreve a atitude apropriada relativamente ao meio ambiente de um modo que dá ênfase à excelência ou ao carácter, e Strikwerda e May, que de forma geral não aceitam a teoria das virtudes, dão ênfase à necessidade de os homens sentirem vergonha pela sua cumplicidade na violação de mulheres. Contudo, apesar de o juízo e o carácter poderem desempenhar papéis cada vez mas importantes nas versões contemporâneas da deontologia ou do consequencialismo, nenhum desempenha o papel central que desempenha na teoria das virtudes. […]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Teoria feminista&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Historicamente, a maior parte dos filósofos têm sido homens, homens com a perspectiva sexista das suas culturas. Assim, não é surpreendente que os interesses das mulheres, e quaisquer perspectivas que elas possam ter, não tenham desempenhado qualquer papel real no desenvolvimento das teorias éticas canónicas. A questão é: que nos diz isso sobre tais teorias? Poderemos, por exemplo, limitar-nos a tirar as partes sexistas da teoria de Aristóteles e ficar mesmo assim com uma teoria aristotélica que seja adequada para uma época menos sexista? Podemos eliminar as partes sexistas da ética de Kant e ficar com uma deontologia não sexista mas viável?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Nos primeiros anos do feminismo, muitos pensadores pareciam pensar que sim. Afirmavam que a ênfase, nas teorias éticas canónicas, na justiça, igualdade e equidade poderia dar às mulheres todas as munições de que precisavam para reivindicar o seu lugar de direito no mundo público.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5; text-indent: 2em;"&gt;Outros não estavam assim tão certos disso. Por exemplo, Carol Gilligan (1982) argumentou que as mulheres têm experiências morais diferentes e um raciocínio moral diferente, e que estas diferenças devem fazer parte de qualquer tratamento adequado da moralidade. Subsequentemente, advogou uma "ética do cuidado", que ela pensava que exemplificava melhor a experiência e o pensamento das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5; text-align: justify; text-indent: 2em;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Muitas feministas posteriores aplaudiram as críticas que a ética do cuidado dirigiu às teorias éticas mais canónicas, nomeadamente por não dar atenção, ou ignorar intencionalmente, as experiências e o raciocínio das mulheres. Contudo, algumas destas feministas pensam que essas teorias mais tradicionais, especialmente se forem expandidas tendo uma atenção cuidadosa às questões relacionadas com os sexos e com o desenvolvimento das capacidades caracteristicamente humanas das pessoas, podem ir longe em direcção a uma teoria ética adequada. No mínimo, contudo, as críticas feministas forçaram os filósofos a reavaliar as suas teorias, e mesmo a repensar exactamente o que é uma teoria ética e o que se espera que alcance (Jaggar, 2000).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="paragraph" style="line-height: 1.5; margin-top: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="line-height: 1.5;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Leitura complementar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Crisp, R e Slote, M. A. (orgs) 1997:&amp;nbsp;&lt;i&gt;Virtue Ethics.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Oxford University Press.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Gilligan, C. 1982:&amp;nbsp;&lt;i&gt;In a Different Voice: Psychological Theory and Women's Development.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Cambridge, MA: Harvard University Press.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Hursthouse, R. 1999:&amp;nbsp;&lt;i&gt;On Virtue Ethics.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Oxford University Press.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Jaggar, A. M. 2000: Feminist Ethics. In H. LaFollette (org.),&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Blackwell Guide to Ethical Theory.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Blackwell, pp. 348-74.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Kant, I.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fundamentação da Metafísica dos Costumes&lt;/i&gt;. Lisboa: Edições 70.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;LaFollette, H. 1991: "The Truth in Ethical Relativism".&amp;nbsp;&lt;i&gt;Journal of Social Philosophy&lt;/i&gt;&amp;nbsp;20: 146-54.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;LaFollette, H. (org.) 2000:&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Blackwell Guide to Ethical Theory.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Blackwell.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;McNaughton, D. 1998:&amp;nbsp;&lt;i&gt;Moral Vision.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Blackwell.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mill, J. 1861/1979:&amp;nbsp;&lt;i&gt;Utilitarianism.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Indianapolis: Hackett.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Rachels, J. 2004:&amp;nbsp;&lt;i&gt;Elementos de Filosofia Moral.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Lisboa, Gradiva.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Scheffler, S. 1992:&amp;nbsp;&lt;i&gt;Human Morality.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Oxford: Oxford University Press.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 1.4; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Singer, P. (org.) 1990:&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Companion to Ethics.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Oxford: Blackwell.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Tahoma, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 21.109375px; text-align: justify;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://criticanarede.com/teoriasetica.html"&gt;Crítica na Rede&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/qvzxu8kb_nk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/1154730031405506981/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=1154730031405506981&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1154730031405506981?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1154730031405506981?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/qvzxu8kb_nk/teorias-da-etica-alem-da-mera-questao.html" title="Teorias da Ética: além da mera questão de opinião" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/teorias-da-etica-alem-da-mera-questao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkIHQXk8fip7ImA9WhBbFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-4241973337212948149</id><published>2013-05-13T13:55:00.002-07:00</published><updated>2013-05-13T13:55:30.776-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-13T13:55:30.776-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Você conhece o evento musical "Qlimax"? </title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;"QLIMAX", O EVENTO MUSICAL MAIS "SATÂNICO" DO MUNDO?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="background-color: white; clear: both; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-suZY5QAdDNk/UY_zGEo_zpI/AAAAAAAAJYk/sZmPtgdQp7I/s1600/Qlimax+460__1euiting.jpg" imageanchor="1" style="color: #3c78a7; margin: 0px 1em; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://3.bp.blogspot.com/-suZY5QAdDNk/UY_zGEo_zpI/AAAAAAAAJYk/sZmPtgdQp7I/s640/Qlimax+460__1euiting.jpg" style="border: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0px 10px 5px 0px; padding: 2px;" width="560" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O&lt;/span&gt; Qlimax&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt; é um evento anual de música eletrônica, realizado no Gelredome, em Arnhem, Países Baixos. É o principal evento dentro da comunidade Hardstyle, e uma das principais atrações organizadas pela Q-Dance, uma empresa holandesa de entretenimento. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O evento entra na lista dos mais assustadores e explicitamente satânicos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;. Visto que o efeito de certas músicas no cérebro o torna mais suscetível a receber mensagens de quaisquer esferas, eventos de música eletrônica têm sido frequentemente e amplamente utilizados dentro da agenda da elite Illuminati, como visto no artigo intitulado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://danizudo.blogspot.com.br/2012/05/skol-sensation-porque-elite-promove.html" style="background-color: white; margin: 0px; padding: 0px;" target="_blank"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Skol Sensation - Como a Elite Promove a Degradação Moral dos Jovens&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;. O Qlimax não seria diferente...aliás, é muito perturbador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br style="margin: 0px; padding: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/XjR1zi6YrbM?rel=0" style="margin: 0px; padding: 0px;" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21.59375px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://danizudo.blogspot.com.br/2013/05/qlimax-o-evento-de-musica-mais-satanico.html"&gt;Danizudo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/FXH8AkyCbDg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/4241973337212948149/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=4241973337212948149&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4241973337212948149?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/4241973337212948149?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/FXH8AkyCbDg/voce-conhece-o-evento-musical-qlimax.html" title="Você conhece o evento musical &quot;Qlimax&quot;? " /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-suZY5QAdDNk/UY_zGEo_zpI/AAAAAAAAJYk/sZmPtgdQp7I/s72-c/Qlimax+460__1euiting.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/voce-conhece-o-evento-musical-qlimax.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYNQnYyfCp7ImA9WhBbFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-6834779396853063963</id><published>2013-05-13T13:49:00.002-07:00</published><updated>2013-05-13T13:49:53.894-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-13T13:49:53.894-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>"Heil, Stálin"</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;"HEIL, STÁLIN"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;strong style="line-height: 18px;"&gt;Luís Guilherme Pereira&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;é engenheiro de computação e colunista no site da&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistavilanova.com/" style="color: #c83232; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Revista Vila Nova&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;, onde o presente artigo foi publicado.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Adaptado por Artur Eduardo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img alt="htlstl" height="210" src="http://revistavilanova.com/wp-content/uploads/2013/04/bras.jpg" style="border: 0px; float: right; margin: 7px;" width="306" /&gt;Simples: a União Soviética financiou.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;N&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;os primórdios da Internet surgiu a lei de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Gödwin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Segundo essa lei, toda discussão na internet se prolongaria até que alguém fosse comparado a Hitler. A consequência é a seguinte: uma comparação com Hitler encerra a discussão instantaneamente, de forma que quem a faz mostra-se incapaz de argumentar e, portanto,&amp;nbsp; perde o debate. O crítico &lt;b&gt;&lt;i&gt;Alexandre Soares Silva&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que é muito melhor que eu, diz que a lei de Gödwin é muito chata, e eu concordo com ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;De certa forma, contudo, é preciso tomar cuidado. Hitler é tido como a encarnação do mal e virou algo como o “ponto final” de todas as discussões sociais. Sabe quem mais era antitabagista? Hitler. Vegetariano? Hitler. Usava bigode? Hitler. Uma hora cansa, de fato.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;É-nos bem claro que Hitler tinha em mente uma utopia: o III Reich, baseado na suposta superioridade ariana, que seria uma sociedade perfeita, ou quase perfeita; o paraíso na terra. Para chegar a essa utopia, valia tudo. Diziam que os judeus exploravam o povo alemão: expropriemos os judeus; os católicos espalham a superstição e a fraqueza: combatamos a religião; os ciganos são inferiores: matemos os ciganos; e por aí vai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O grosso da história nos é bem familiar dos nossos livros do ensino fundamental: a Alemanha estava falida e desmoralizada após a I Guerra, Hitler ascende ao poder com um discurso nacionalista, reergue economicamente o país e, com base em seus méritos, vai acumulando mais e mais poder. Faz incursões bélicas para tomar territórios e o poderio germânico só cresce.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mas neste cenário há uma pergunta que não quer calar: se a Alemanha estava falida economicamente e proibida de ter um arsenal após a I Guerra Mundial, como de repente ela conseguiu dinheiro, armas e exército para fazer isso tudo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Simples: a União Soviética a financiou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://revistavilanova.com/wp-content/uploads/2013/04/hitler-stalin-550x364.jpg" style="color: #c83232; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;img alt="hitler-stalin-550x364" class="aligncenter size-full wp-image-3160" height="364" src="http://revistavilanova.com/wp-content/uploads/2013/04/hitler-stalin-550x364.jpg" style="border: 0px;" width="550" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Documentos descobertos nos arquivos secretos soviéticos, abertos por Bóris Iéltsin, mostram que a União Soviética, muito antes do pacto de Molotov-Ribbentrop, já enviava, em violação do tratado de Versailles, armas e outros bens à Alemanha Nacional-Socialista. A razão era dupla: Moscou considerava o nazismo muito parecido com o comunismo, tanto que impedia o partido comunista alemão de combater o partido nazista diretamente; além disso, o expansionismo de Hitler manteria as nações a seu ocidente ocupadas, enquanto a União Soviética poderia dominar outros povos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O pacto de Molotov-Ribbentrop, esse mais conhecido porque impossível de esconder, tornou a colaboração alemã-soviética mais próxima e mais ampla. Divulgado à época como um mero pacto de não agressão, na verdade era uma divisão de toda a Europa Oriental entre o domínio alemão e domínio soviético. Entre outras coisas, afirmava que a “Polônia deveria deixar de existir” – o que a história mostra que foi tentado à risca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;É possível questionar: a propaganda dos soviéticos não condenava o “fascismo”, chegando a afirmar que a Polônia e a Finlândia (onde heróis como Simo Häyhä detiveram o exército soviético, o maior do mundo) eram países fascistas como desculpa para invadi-los? Sim, a propaganda dizia exatamente isso. Mas o próprio Lênin dizia: “acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”. Nazismo e Comunismo são irmãos gêmeos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mussolini era secretário do Partido Socialista Italiano, e saiu por razões conjunturais: sem ascender no partido, resolveu montar sua própria turminha (como vemos os trotskistas fazerem aos montes no movimento estudantil, ou mesmo em partidos como PCO, PSTU e PSOL, três dissidências do PT). Surgem aí seus vários partidos fascistas, iniciando pelo Feixe Autônomo de Ação Revolucionária (nome que me lembra cena clássica do filme “A Vida de Brian”, sobre as cisões na Frente de Liberação da Judéia).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O jornal New York Times, em 28 de novembro de 1925, reporta que Göbbells gerou animosidades e brigas ao afirmar que “Lênin era o maior homem, perdendo apenas para Hitler”, e que “a diferença entre o comunismo e a fé de Hitler era muito sutil” (ŠNORE, 2008). Parece que uma facção considerável do Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista (esse era o nome completo do Partido Nazista) concordava com ele, e outra discordava veementemente, gerando a confusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Se olharmos os cartazes de propaganda nazista e comunista, notamos que eles são praticamente idênticos em texto, ideologia e estética. Grandes bandeiras, punhos em riste, camponeses e operários em marcha. A estética revolucionária soviética – famosa mundialmente e usada até hoje com primor por grupos como o Movimento da Negação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Não só isso, o discurso de justificação é semelhantíssimo. Para os comunistas, a ditadura do proletariado; para os nazistas, o Reich ariano. Para os dois, o paraíso na terra. Os males da nação eram devidos aos judeus ou aos burgueses; bastava escolher um dos dois e se saberia se estava no grupo de Hitler ou no de Lênin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mas os documentos de Moscou fazem uma outra revelação impressionante: desde antes da II Guerra, a União Soviética já deportava, a pedido de Hitler, judeus para a Alemanha. Não apenas isso: foi descoberto que a Alemanha enviou emissários à Rússia para que estudassem o novo método usado pelos comunistas: campos de trabalho forçado para os inimigos do regime (os campos de concentração). Foram os comunistas que inventaram os campos de concentração e toda a “tecnologia de morte” utilizada neles; os nazistas foram à Rússia e aprenderam como fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mas as descobertas não param por aí: após o fim da II Guerra Mundial, os campos de concentração criados por Hitler na porção oriental da Alemanha – que ficou sob o domínio soviético – continuaram em atividade. Como os soviéticos já estavam familiarizados com aquele método há mais tempo que os nazistas, Stálin manteve em funcionamento as usinas da morte que todos desprezamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://revistavilanova.com/wp-content/uploads/2013/04/egch_01_img0108.jpg" style="color: #c83232; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="egch_01_img0108" class="aligncenter size-full wp-image-3167" height="277" src="http://revistavilanova.com/wp-content/uploads/2013/04/egch_01_img0108.jpg" style="border: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="481" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gulag, campo de concentração soviético&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Já ouvi muito que os atos de Stálin foram um “acidente” e que o que ele fez não é “o verdadeiro socialismo”. Mas, quando se lê as palavras dos dois pais fundadores do socialismo vemos algo muito semelhante ao nazismo. Investigando documentos antigos e geralmente desconhecidos de Marx e Engels, os historiadores têm se deparado com textos surpreendentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Friederich Engels&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, no jornal&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Neue Rheinische Zeitung&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, em janeiro de 1849, escreveu que quando a revolução socialista acontecesse, e a luta de classes ocorresse, haveria sociedades primitivas na Europa, “dois estágios atrasadas”, porque sequer eram capitalistas, e as chamava de “lixo racial”, ou “povo descartável” — dependendo da tradução de “völkerabfälle” –, advogando sua destruição. Já Karl Marx escreveu literalmente: “As classes e raças fracas demais para dominar as novas condições de vida devem se entregar”. “Elas devem perecer no holocausto revolucionário” (MARX apud ŠNORE, 2008).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Prestem atenção à palavra usada pelo pai do comunismo: Holocausto. Marx, quando Hitler nem era nascido, já advogava o morticínio, chamando-o exatamente de holocausto, para aqueles que ele considerava “povos inferiores”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Os achados não param por aí. Bernard Shaw, um famoso socialista inglês, defendia que aqueles que produzem menos do que consomem deveriam ser exterminados. Apenas tinha a “nobre” restrição de que eles não deveriam sofrer muito, deveriam ter uma “morte humana”, e pedia que se descobrisse um&amp;nbsp;&lt;i&gt;gás letal&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que matasse de maneira indolor. Quanto humanismo! Poucos anos depois esse gás foi descoberto e usado pelos nazistas. O nome do gás era Zyklon B, um pesticida à base de cianureto, cloro e nitrogênio. Os “inimigos do Reich” – judeus, ciganos, cristãos também – eram levados às câmaras de gás e lá eram envenenados pelo Zyklon B. A morte era indolor e os nazistas aplicariam exatamente o mesmo termo de Shaw: “morte humana”. Revisemos a história! Hitler era um humanista tal qual Bernard Shaw, Stálin, e tantos outros!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;De novo: socialismo e nazismo são irmãos gêmeos. E quem o dizia era o próprio Fuhrer. Hitler afirmava que ele era o “autêntico realizador do Marxismo” (RAUSCHNING apud FEDELI). Até a diferença oficial, o “nacionalismo” nazista (nacional-socialista) que se contraporia ao “internacionalismo” comunista (internacional socialista), é questionável. O arianismo nazista explícito (exaltação da raça ariana) encontra analogia perfeita no discreto eslavismo soviético (exaltação do povo russo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;No inverno de 1933, Stálin matou de fome 7 milhões de ucranianos (mais que o total de mortes de judeus pelo regime nazista em toda sua extensão, estimado em 6 milhões), de maneira sádica, com direito a enterro de vivos. Promoveu migrações de russos para promover “limpezas étnicas” nas repúblicas bálticas. Instruiu o estupro de todas as mulheres encontradas na Polônia e Alemanha quando da marcha vitoriosa na II Guerra. Fora a já citada colaboração intensa com Hitler na deportação de judeus e outros povos para a Alemanha, para que se os colocassem em campos de concentração. E, claro, o genocídio — local, como o massacre de poloneses em Katyn, ou nos distantes gulags, os campos de concentração soviéticos — dos povos indesejados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Até hoje o eslavismo faz sucesso na Rússia. Vladimir Putin, que fez parte da KGB, a polícia secreta soviética, advoga-o explicitamente. Também alguns de seus correligionários, inclusive com tons antissemitas. Aleksandr Dugin, ideólogo de Putin, tem-no como uma das bases de sua nova utopia: o eurasianismo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não restam dúvidas de que o nazismo e o comunismo são idênticos nos seus acidentes: formas de propaganda, apelo à luta contra os “opressores”, genocídio como forma de controle social, campos de concentração, a inutilização daqueles que não produzem de acordo com o esperado, xenofobia, apelo ao futuro brilhante e utópico. E é neste último ponto que reside a identidade de ambos na sua essência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Nazismo e Comunismo são expressões levemente distintas da mesma mazela histórica que Olavo de Carvalho chama de “mente revolucionária”, a idéia de que a história é o único juiz, e que todos os atos são justificados quando se tem em vista “um mundo melhor” (CARVALHO, 2012).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Cegados pela utopia, o nazista e o comunista enxergam todos os seus atos como justificados desde já, dado que se voltam a um “futuro magnífico”. Nessa enganação, homens capazes de grandes bens, considerados como honrados e morais, podem se tornar os maiores tiranos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ernesto Guevara, o Che&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, relata sobre sua vida incríveis sacrifícios pessoais em prol de pessoas simples, que são confirmados por testemunhas (GUEVARA, 2001). Esse mesmo homem comandou fuzilamentos e ordenou que se fuzilasse mais e mais, a sangue frio, matando pessoalmente inclusive crianças. Os comunistas podem até não comer criancinhas, mas matam-nas inescrupulosamente. Stálin visitava pessoalmente diversas casas, sabia o nome de todos, perguntava aos cidadãos russos se sua calefação funcionava, se tinham algum problema, e mandava consertar o que estivesse quebrado (MONTEFIORI, 2004). Ao mesmo tempo comandava o maior genocídio que se tinha visto até então na história (superado por Mao Tsé Tung que, ao contrário, pessoalmente era profundamente imoral). Hitler era visto como um homem culto e gentil, além de ser muito admirado pelos alemães, e vejam só o que fez…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Foi a mentalidade revolucionária que transformou esses homens em demônios. Dostoiévski inclusive denomina esse tipo assim em seu romance homônimo, que é uma excelente descrição desse processo. Ao colocar como juiz de seus atos o futuro ainda não existente e que seria forjado pelos próprios atos, isto é, um árbitro subjetivo e relativo, perde-se todo o norte moral. De novo Dostoiévski, agora em Irmãos Karamázov: “destruindo-se nos homens a fé em sua imortalidade, neles se exaure de imediato não só o amor como também toda e qualquer força para que continue a vida no mundo[;] [e] mais: então não haverá mais nada amoral, tudo será permitido” (DOSTOIÉVSKI, 2009), trecho famosamente parafraseado como: se Deus não existe, se não existe qualquer norte moral absoluto, então tudo é permitido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Assim, sempre que ouvir algo justificado na apelação a “um mundo melhor”, desconfie. Pode ser a preparação de mais uma pilha quilométrica de cadáveres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;COURTOIS, S. et alli.&amp;nbsp;&lt;b&gt;O Livro Negro do Comunismo&lt;/b&gt;. São Paulo: BCD, 1999.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;DE CARVALHO, O.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Alguns Traços da Mente Revolucionária&lt;/b&gt;, in Revista Vila Nova, julho de 2012, v. 3, pp 43-47.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;DOSTOIÉVSKI, F. (1880)&amp;nbsp;&lt;b&gt;Os Irmãos Karamázov&lt;/b&gt;. 2ª edição. São Paulo: Editora 34, 2009. Vol. 1, p. 110.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;FEDELI, O.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Rock’n Roll, Idade Média, nazismo e socialismo&lt;/b&gt;. Disponível em:&lt;a href="http://www.montfort.org.br/old/perguntas/rock.html." style="color: #c83232; text-decoration: none;"&gt;http://www.montfort.org.br/old/perguntas/rock.html.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Acesso em: 21 de novembro de 2012.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;GUEVARA, E.&amp;nbsp;&lt;b&gt;De Moto Pela América do Sul: Diário de Viagem&lt;/b&gt;. São Paulo: Sá Editora, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;MONTEFIORE, S. S.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Stálin não era um Homem Medíocre: entrevista&lt;/b&gt;. [agosto de 2004]. São Paulo: Revista Primeira Leitura, n. 30. Entrevista concedida a Silio Boccanera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;MONTEFIORE, S.S.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Stálin – A Corte do Czar Vermelho&lt;/b&gt;. São Paulo: Companhia das Letras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;RAUSCHNIG, H.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Hitler m’a dit&lt;/b&gt;, Paris: Coopération, 1939, p. 210&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;ŠNORE, E.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Soviet Story (A história soviética)&lt;/b&gt;. [Filme-Vídeo] Lituânia: produzido por Edvīns Šnore, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://revistavilanova.com/"&gt;Revista Vila Nova&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/BzReztGyGp0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/6834779396853063963/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=6834779396853063963&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6834779396853063963?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6834779396853063963?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/BzReztGyGp0/heil-stalin.html" title="&quot;Heil, Stálin&quot;" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/heil-stalin.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcBSX46cSp7ImA9WhBbFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-3864339714171865091</id><published>2013-05-13T13:14:00.000-07:00</published><updated>2013-05-13T13:14:18.019-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-13T13:14:18.019-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><title>Supreendente!!</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MENINO AUTISTA, GÊNIO DA FÍSICA, FAZ MESTRADO NA UNIVERSIDADE AOS 14 ANOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="module " style="background-color: white; clear: both; color: #333333; display: inline; line-height: 16px;"&gt;
&lt;div class="image img-w512" style="clear: both; float: none; margin-left: auto; margin-right: -160px; margin-top: 0px; padding-top: 8px; width: auto !important;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, verdana, sans-serif; font-size: 1em;"&gt;&lt;img alt="Jacob Barnett" height="288" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2013/05/11/130511230740_jacob_barnett_512x288_bbc.jpg" style="border: 0px; display: block; padding-bottom: 5px; text-align: center;" width="512" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; line-height: 20px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;os dois anos de idade, o jovem americano &lt;b&gt;&lt;i&gt;Jacob Barnett&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; foi diagnosticado com autismo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, Times New Roman, serif; line-height: 20px;"&gt;e o prognóstico era ruim: especialistas diziam a sua mãe que ele provavelmente não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, Times New Roman, serif; line-height: 20px;"&gt;conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: arial, verdana, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;Mas Jacob acabou indo muito além. Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter seu mestrado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;em física quântica, e seus trabalhos em astrofísica foram vistos por um acadêmico da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;Universidade de Princeton como potenciais ganhadores de futuros prêmios Nobel.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;O caminho trilhado, no entanto, nem sempre foi fácil. Kristine Barnett, mãe de Jacob, diz à BBC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;que, quando criança, ele quase não falava e ela tinha muitas dúvidas sobre a melhor forma de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;educá-lo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;"(Após ser diagnosticado), Jacob foi colocado em um programa especial&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;(de aprendizagem). Com quase 4 anos de idade, ele fazia horas de terapia para tentar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="caption" style="color: #505050; margin-bottom: 5px; padding: 3px 0px 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;desenvolver suas habilidades e voltar a falar", relembra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;"Mas percebi que, fora da terapia, ele fazia coisas extraordinárias. Criava mapas no chão da sala, com cotonetes, de lugares em que havíamos estado. Recitava o alfabeto de trás para frente e falava quatro línguas".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Jacob diz ter poucas memórias dessa época, mas acha que o que estava representando com tudo isso eram padrões matemáticos. "Para mim, eram pequenos padrões interessantes."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="background-color: white; border: none; line-height: 20px; margin: 0px 0px 4px; overflow: hidden; padding: 12px 0px 0px; position: relative; top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;Estrelas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Certa vez, Kristine levou Jacob para um passeio no campo, e os dois deitaram no capô do carro para observar as estrelas. Foi um momento impactante para ele.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Meses depois, em uma visita a um planetário local, um professor perguntou à plateia coisas relacionadas a tamanhos de planetas e às luas que gravitavam ao redor. Para a surpresa de Kristine, o pequeno Jacob, com 4 anos incompletos, levantou a mão para responder. Foi quando teve certeza de que seu filho tinha uma inteligência fora do comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Alguns especialistas dizem, hoje, que o QI do jovem é superior ao de &lt;/span&gt;Albert Einstein&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Jacob começou a desenvolver teorias sobre astrofísica aos 9 anos. No livro&amp;nbsp;&lt;em&gt;The Spark&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(&lt;em&gt;A Faísca&lt;/em&gt;, em tradução livre), que narra a história de Jacob, ela conta que buscou aconselhamento de um famoso astrofísico do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que disse a ela que as teorias do filho eram não apenas originais como também poderiam colocá-lo na fila por um prêmio Nobel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Dois anos depois, quando Jacob estava com 11 anos, ele entrou na universidade, onde faz pesquisas avançadas em física quântica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Questionada pela BBC que conselhos daria a pais de crianças autistas - considerando que nem todas serão especialistas em física quântica -, Kristine diz acreditar que "toda criança tem algum dom especial, a despeito de suas diferenças".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;"No caso de Jacob, precisamos encontrar isso e nos sintonizar nisso. (O que sugiro) é cercar as crianças de coisas que elas gostem, seja isso artes ou música, por exemplo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130508_jacob_autismo_genio_pai.shtml"&gt;BBC&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/QOJHyjZ26JI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/3864339714171865091/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=3864339714171865091&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/3864339714171865091?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/3864339714171865091?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/QOJHyjZ26JI/supreendente.html" title="Supreendente!!" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/supreendente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUNSX4-cCp7ImA9WhBbE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-7609798597382679775</id><published>2013-05-11T21:33:00.001-07:00</published><updated>2013-05-11T21:34:58.058-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-11T21:34:58.058-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>"A Animalização da Linguagem"</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A ANIMALIZAÇÃO DA LINGUAGEM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="185" src="http://4.bp.blogspot.com/-OFDE8pzncjE/Tj_90tyP0UI/AAAAAAAAAaY/PuRFyE2EEjU/s400/linguagem.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;N&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;o penúltimo estágio da degradação cultural, a linguagem perde toda referência aos objetos de experiência e se reduz a um conjunto de sinais de reconhecimento grupal. O que as pessoas dizem já não tem nada a ver com fatos e coisas de um “mundo” objetivo, mas expressa apenas o reflexo de simpatia ou antipatia com que os membros de um grupo distinguem os “de dentro” e os “de fora”. Quando o ouvinte de um discurso diz que “concorda” ou “discorda”, isso não significa que o conteúdo ouvido reflete ou nega os dados acessíveis da sua experiência real, mas apenas que o falante usou dos cacoetes de linguagem que parecem identificá-lo como um membro do grupo ou como um estranho, como um “amigo” ou “inimigo”. Desaparecido do horizonte o quadro externo que deve servir de mediador entre falante e ouvinte, o acordo ou desacordo entre estes baseia-se agora nos puros sinais de uma identidade coletiva automaticamente reconhecível, como, entre os cães e lobos, o cheiro dos seus genitais ou os resíduos da sua urina no chão. Os sinais sonoros ainda são os mesmos da linguagem humana, mas a regra semântica imanente é a da comunicação animal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Mas também é claro que esse tipo de reconhecimento não pode expressar uma concordância no sentido profundo e etimológico dos corações que se encontram. Sentimentos pessoais não são signos lingüísticos, são dados de realidade, que, por isso mesmo, permanecem inacessíveis ao uniformismo dos códigos de reconhecimento. Seria mesmo inconcebível que uma modalidade de comunicação incapaz de apreender até os dados da experiência exterior e pública pudesse lidar com a matéria mais fina dos sentimentos individuais. Estes recuam para o subsolo do inconsciente e do inexpressável, o que torna ainda mais enfáticas e vigorosas, como compensação, as ostentações de afinidade grupal. O reflexo de aprovação ou repulsa é expresso com tanto mais feroz intensidade quanto menos corresponde à individualidade da experiência interior e quanto mais reflete apenas a ânsia de identificação com um grupo mediante a hostilidade ao grupo contrário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Não é de espantar que, suprimida a possibilidade de expressar sentimentos pessoais autênticos, o código uniforme que os substitui e encobre apele, com freqüência crescente, à expressão direta e ostensiva dos impulsos sexuais, que nem por serem de uma repetitividade desesperadoramente mecânica deixam de simular, nesse novo panorama das relações humanas, a função outrora desempenhada pelas confissões íntimas. “Sair do armário”, “assumir-se”, exibir-se despudoradamente em palavras ou gestos, já nada tem de uma confissão: é a inscrição pública num grupo de pressão, premiada imediatamente por manifestações gerais de solidariedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O último estágio atinge-se quando esse tipo de comunicação se alastra para fora das conversações banais e debates de botequim e invade a esfera da linguagem “culta” dos jornais, dos debates parlamentares e das teses acadêmicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Quase que obrigatoriamente, o que hoje em dia passa por “argumento”, nesses meios, é o chavão identificador que não procura impugnar as provas do adversário, nem mesmo seduzi-lo, mas apenas reiterar o apoio dos concordantes, fazer número, aumentar o poder de pressão mediante a ostentação de uma força coletiva unida, coesa, cada vez mais impaciente, cada vez mais intolerante. Ninguém debate para mostrar que tem razão, mas apenas para separar quem está do “seu” lado de quem está “do lado dos outros”. As discussões não têm mais objetos: só sujeitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Quando, trinta anos atrás, o comunista chamava o inimigo de “reacionário”, isso correspondia a uma catalogação ideológica precisa, com traços discerníveis na realidade. Quando hoje a feminista&amp;nbsp;&lt;i&gt;enragée&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;ou o gayzista histérico clamam contra a “elite patriarcal conservadora e machista”, estão aludindo a uma entidade perfeitamente inexistente. A elite neste país, como aliás na Europa e nos EUA, é acentuadamente feminista e gayzista. Resíduos de machismo só subsistem nas classes mais baixas, e um autêntico conservadorismo moral só permanece vivo entre religiosos banidos dos ambientes chiques. Por que, então, atacar um dragão de papel? Precisamente porque é de papel. Nada reforça mais a unidade e a agressividade de um grupo odiento do que a investida fácil, barata e sem riscos contra um inimigo imaginário. De passagem, o inimigo real, o povo cristão, é pintado com as cores repulsivas da classe capitalista que o despreza e marginaliza. Se usassem de categorias sociológicas objetivas para descrever a situação, os inflamados próceres desses movimentos teriam de reconhecer que não lutam contra um poder discriminador, mas contra discriminados e perseguidos, gente sem chance na grande mídia, na carreira universitária e nas festas do&amp;nbsp;&lt;i&gt;beautiful people&lt;/i&gt;. Seria terrivelmente desmoralizante. A linguagem dos sinais animais contorna esse perigo, sufocando a realidade sob o apelo histérico da identidade grupal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Se querem um exemplo de como ainda é possível, mesmo nesse estado de coisas animalizante, usar a linguagem no pleno sentido humano, tornando a realidade presente e fazendo-a falar por si mesma com eloqüência quase angélica, ouçam a pregação da advogada e pastora Damares Alves, da Igreja Batista, em&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BKWc0sUOvVM" style="color: #c83232; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=BKWc0sUOvVM&lt;/a&gt;, sobre a guerra de extermínio moral empreendida pelo governo petista, com a ajuda de grupos bilionários nacionais e estrangeiros, contra as crianças deste país. Mesmo feministas e gayzistas não podem ouvi-lo com indiferença. É, sem favor nenhum, o discurso mais importante e mais valioso proferido em português do Brasil no último meio século.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14107-a-animalizacao-da-linguagem.html"&gt;MsM&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/-MsBYhQ2mtY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/7609798597382679775/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=7609798597382679775&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/7609798597382679775?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/7609798597382679775?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/-MsBYhQ2mtY/a-animalizacao-da-linguagem.html" title="&quot;A Animalização da Linguagem&quot;" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-OFDE8pzncjE/Tj_90tyP0UI/AAAAAAAAAaY/PuRFyE2EEjU/s72-c/linguagem.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/a-animalizacao-da-linguagem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEBQX0yeCp7ImA9WhBbE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-9108149349100225056</id><published>2013-05-11T12:30:00.003-07:00</published><updated>2013-05-11T12:30:50.390-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-11T12:30:50.390-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Apologética" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiões Comparadas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Edir agora sabe das coisas espirituais mais do que o próprio Cristo (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;EDIR MACEDO DIZ NÃO ENTENDER (E NÃO ACEITAR) PRIMEIRO MILAGRE DE JESUS, RELATADO NO EVANGELHO DE JOÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/o_GZM_ug8xk" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;O&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; que dizer?.... "PONTO":&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;Um criminoso (foi preso, acusado de sonegação fiscal e outros delitos e fez vários acordos com a Justiça para não ser preso novamente), arrogante, promotor de um dos maiores desserviços à fé cristã no Brasil&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="background-color: white; display: inline; line-height: 18px;"&gt;em todos os tempos, convoca uma multidão de pobres almas desesperadas alienadas para uma suposta reunião "espetaculosa" de "mudança total", baseando-se numa (vejam só) "crítica" (?!?!) que faz do primeiro milagre de Jesus, cujo contexto e aplicabilidade teológica foram sistemática e sumariamente vituperados (...PONTO....)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="background-color: white; display: inline; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="background-color: white; display: inline; line-height: 18px;"&gt;Que o Senhor Deus livre seu povo de homens como esse.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/AK9NqTUvrwQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/9108149349100225056/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=9108149349100225056&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/9108149349100225056?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/9108149349100225056?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/AK9NqTUvrwQ/edir-agora-sabe-das-coisas-espirituais.html" title="Edir agora sabe das coisas espirituais mais do que o próprio Cristo (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/o_GZM_ug8xk/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/edir-agora-sabe-das-coisas-espirituais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8MSHcycSp7ImA9WhBbEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-94100602257203838</id><published>2013-05-11T00:54:00.002-07:00</published><updated>2013-05-11T00:54:49.999-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-11T00:54:49.999-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Drogas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Drogas, cultura decadente e idiotice em tempos de completa inversão de valores!</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;DROGAS DA (NOSSA) ÉPOCA E O SUICÍDIO DA CULTURA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/felipe.m.brasil/posts/10151710469296874" style="background-color: white; color: #c83232; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="431" src="http://3.bp.blogspot.com/-gZOvhbomFxw/UYq3xAyFNNI/AAAAAAAAAg0/HGsRUPdJPpI/s320/idiota2_MOD+%282%29.jpg" style="border: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Por Felipe Moura Brasil&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Adaptado por Artur Eduardo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;D&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;rogas? Meu filho, eu sou contra a liberação desses novos CELULARES para crianças e adolescentes por parte dos pais, e você ainda quer discutir maconha, cocaína e crack liberados no país inteiro? Quem vê meninos e meninas não apenas caindo desacordados por causa de bebida alcoólica em festinhas de colégio, mas também absolutamente viciados em smartphones e tablets, incapazes de largá-los um minuto sequer para levar uma vida real, com disciplina, estudo e atenção, só não concebe o tamanho do estrago que lhes faria a maior exposição às drogas se tiver um cérebro já devidamente estragado pelas mesmas. O celular é hoje a chupeta da molecada. Quando a chupeta for a droga, meu filho, não haverá fralda para tanta merda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;Da série "Como distorcer uma notícia"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Episódio de hoje: O "Bolsa Crack" da revista &lt;b&gt;&lt;i&gt;Época&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Vamos aprender a ler a grande mídia? Vamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Brasil/noticia/2013/05/sao-paulo-vai-adotar-bolsa-crack-para-dependentes-quimicos.html" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Revista Época&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;: "(...) O cartão tornará disponível a quantia de R$ 1.350 mensais para as famílias dos dependentes (em Minas o valor é de R$ 900) e esse dinheiro só poderá ser utilizado no tratamento dos dependentes porque será repassado diretamente para as clínicas&amp;nbsp;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;de reabilitação. (...)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leio um troços desses e Didi Mocó sempre me vem à cabeça: "Cuma!?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As famílias terão disponíveis uma quantia que será repassada diretamente para as clínicas? E que só poderá ser utilizada no tratamento? E o tratamento é do dependente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tudo! Vamos tentar de trás para frente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dependente terá à disposição um tratamento. O tratamento será oferecido pelas clínicas. As clínicas receberão do governo uma quantia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem colocou a família no meio? A revista Época!&lt;br /&gt;- Quem colocou a quantia repassada para as clínicas como "disponível para as famílias"? A revista Época!&lt;br /&gt;- Quem quer fazer você acreditar que um tratamento disponível para um viciado é o mesmo que dinheiro disponível para as famílias? A revista Época!&lt;br /&gt;- Quem quer fazer você acreditar que o governo Alckmin dará dinheiro (o "Bolsa Crack") para as famílias dos viciados? A revista Época!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não haverá um cartão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. O cartão entregue às famílias será um atestado de que o dependente "X" está em tratamento na unidade "Y", justamente para que se possa avaliar se o serviço está mesmo sendo prestado, bem como sua efetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem transformou este cartão-atestado em um cartão de crédito "que tornará disponível a quantia de R$ 1.350 mensais"? A revista Época!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamento do dia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ou sem bolsa, não há clínica que dê jeito no jornalismo viciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: #666666;"&gt;[Sobre o programa, mais detalhes -&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ronaldo-laranjeira-duro-critico-da-descriminacao-das-drogas-comandara-programa-anticrack-em-sp-nao-existe-nem-existira-bolsa-crack-no-estado-trata-se-de-uma-absurda-distorcao/" rel="nofollow" style="color: #c83232; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que até os "&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bocaonews.com.br/noticias/principal/policia/59683,mauricinhos-do-trafico-sao-presos-com-drogas-e-carro-roubado-na-orla.html" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;mauricinhos do tráfico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;" aprenderam direitinho o discurso esquerdista de culpar a sociedade pelos próprios crimes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu já me envolvi com droga, resolvi traficar novamente por causa da situação, tenho filho pra sustentar e vivemos numa sociedade onde não temos oportunidade, resolvi pegar essa droga para vender e pegar uma grana porque estou com muitas dívidas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, coitadinho dele! Vamos fazer uma vaquinha para ajudar o rapaz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos deixá-lo nas mãos de policiais conservadores, reacionários e fascistas, que dizem coisas assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles são de família de classe média, estavam cometendo estes crimes para ter dinheiro para curtir. Parece que eles se divertem com isso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que maldade! Eles nem sabiam que andavam em carros roubados, poxa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;[Veja reportagem no link -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.bocaonews.com.br/noticias/principal/policia/59683,mauricinhos-do-trafico-sao-presos-com-drogas-e-carro-roubado-na-orla.html" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;Da série "&lt;b&gt;&lt;a href="http://instagram.com/felipemourabrasil" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Frases do Pim&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;Quem quer combater o crime com escola só mostra como a sua lhe foi inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Chuck Norris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, o astro das artes marciais da TV e do cinema americanos, é hoje um&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.wnd.com/author/cnorris/" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;colunista conservador&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;que distribui pontapés intelectuais no governo Obama e na grande mídia esquerdista, em defesa da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Lobão&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, o roqueiro e autor do necessário&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.lobao.com.br/manifesto_do_nada_na_terra_do_nunca.php" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Manifesto do Nada na Terra do Nunca&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, é o Chuck Norris brasileiro. Finalmente, temos um artista macho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6aalMqo8qOE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;E vem aí, da obra do filósofo&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/colunistas/olavo-de-carvalho.html" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;Olavo de Carvalho&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, organizado e apresentado por mim,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Felipe Moura Brasil&lt;/b&gt;,&lt;/i&gt; finalmente um livro para salvar você do mundo das drogas existenciais, morais, intelectuais, jornalísticas e quem sabe até propriamente ditas, explicando tudo que ninguém jamais lhe explicou, da maneira mais divertida, mastigada e abrangente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho, pela Editora Record - que, com o bravo&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/carlos.andreazza.5" style="text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Carlos Andreazza&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, não se deixa intimidar pelas patrulhas do pensamento -, o meu projeto será realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.felipemourabrasil.com.br/2013/05/as-drogas-da-epoca-e-o-conhecimento-que.html"&gt;Blog do Pim&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/BKC7500zmtE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/94100602257203838/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=94100602257203838&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/94100602257203838?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/94100602257203838?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/BKC7500zmtE/drogas-cultura-decadente-e-idiotice-em.html" title="Drogas, cultura decadente e idiotice em tempos de completa inversão de valores!" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-gZOvhbomFxw/UYq3xAyFNNI/AAAAAAAAAg0/HGsRUPdJPpI/s72-c/idiota2_MOD+%282%29.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/drogas-cultura-decadente-e-idiotice-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQAQ304eip7ImA9WhBbEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-7252374913729578840</id><published>2013-05-11T00:45:00.002-07:00</published><updated>2013-05-11T00:45:42.332-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-11T00:45:42.332-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia" /><title>Breves Lições Filosóficas: o "Princípio da Autonomia", de Kant</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BREVES LIÇÕES FILOSÓFICAS: O "PRINCÍPIO DA AUTONOMIA", DE KANT&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-M65H6Mn1HUo/TZtDYRynstI/AAAAAAAAABo/GSlcu7TyBLQ/s320/autonomia.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; list-style: square;"&gt;
&lt;li style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;o Grego&amp;nbsp;&lt;em&gt;autonomos&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(de&amp;nbsp;&lt;em&gt;autos&lt;/em&gt;, “ele próprio”, e&amp;nbsp;&lt;em&gt;nomos&lt;/em&gt;, “lei; “que se governa pelas suas próprias leis”.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; list-style: square;"&gt;
&lt;li style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Em significado comum, é a capacidade de um&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/individuo" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;indivíduo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de determinar ele próprio o seu modo de organização e as regras às quais se submete. Neste sentido, podemos falar em “autonomia de um aluno”, ou seja, da sua capacidade de organizar o seu trabalho sem ajuda ou coacções exteriores.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; list-style: square;"&gt;
&lt;li style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Em filosofia e em&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/moral" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;moral&lt;/a&gt;, o&amp;nbsp;&lt;em&gt;princípio da autonomia&lt;/em&gt;&amp;nbsp;foi elaborado por&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.google.com/search?q=kant" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;Kant&lt;/a&gt;, e é a característica da&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/vontade" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;vontade&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em que se submeteu livremente à lei moral promulgada pela&amp;nbsp;&lt;a class="newpage" href="http://sofos.wikidot.com/razao" style="color: #dd6611; text-decoration: none;"&gt;Razão&lt;/a&gt;pura prática, por respeito a essa lei, e excluindo qualquer outro móbil. Ou seja, segundo Kant, a autonomia do indivíduo pressupunha a submissão da sua vontade à Razão, e não apenas a qualquer&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/autoridade-de-direito" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;autoridade de direito&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr style="background-color: #aaaaaa; border: none; color: #dddddd; height: 1px; margin: 1em 2em; padding: 0px;" /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;A autonomia de Kant pode definir-se 1/ como liberdade no sentido negativo, isto é, como independência em relação a qualquer coacção exterior (o cidadão), 2/ mas também no sentido positivo, como legislação da própria Razão pura prática (o legislador).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;A autonomia da vontade é, segundo Kant,&amp;nbsp;&lt;em&gt;“o princípio supremo da moralidade”&lt;/em&gt;&lt;sup class="footnoteref"&gt;&lt;a class="footnoteref" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" id="footnoteref-1" style="color: #bb0011; display: inline-block; text-decoration: none;"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Segundo Kant, uma&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/accao" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;acção&lt;/a&gt;&amp;nbsp;não pode ser verdadeiramente moral se não obedece a razões sensíveis exteriores à razão legislativa. Por exemplo, segundo Kant,&amp;nbsp;&lt;em&gt;se ajo por amor à Humanidade, não ajo por&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/dever" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;dever&lt;/a&gt;, mas por sentimento&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ora, uma acção cuja máxima se baseia num sentimento não pode aspirar à universalidade e servir de lei a todo o ser racional. Em contrapartida, e seja qual for o meu sentimento em relação à Humanidade,&amp;nbsp;&lt;em&gt;“tratar a Humanidade na minha pessoa e na pessoa de qualquer outro, sempre simultaneamente como um fim, e não simplesmente como um meio”&lt;/em&gt;, é a máxima exigível universalmente, um dever para todos; a vontade que determina a sua acção a partir dela, é uma vontade autónoma, na medida em que se submete livremente à lei da razão pura prática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ou seja, para Kant, a autonomia consiste em ser simultaneamente “cidadão e legislador”: a vontade do Bem é ela própria uma criação livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;hr style="background-color: #aaaaaa; border: none; color: #dddddd; height: 1px; margin: 1em 2em; padding: 0px;" /&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; list-style: square;"&gt;
&lt;li style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;radicalização do princípio da autonomia de Kant&lt;/strong&gt;, que ocorre na contemporaneidade, consiste grosso modo em adoptar a liberdade em sentido negativo (o “cidadão”) e excluir o sentido positivo da função da Razão no papel do “legislador”, transformando a autonomia em subjectivismo puro e não passível de universalidade, levando à atomização da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; list-style: square;"&gt;
&lt;li style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Ver também:&amp;nbsp;&lt;a class="newpage" href="http://sofos.wikidot.com/liberdade" style="color: #dd6611; text-decoration: none;"&gt;liberdade&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a class="newpage" href="http://sofos.wikidot.com/heteronomia" style="color: #dd6611; text-decoration: none;"&gt;heteronomia&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/dever" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;dever&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/moral" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;moral&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/pessoa" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;pessoa&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/individuo" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;indivíduo&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a class="newpage" href="http://sofos.wikidot.com/razao" style="color: #dd6611; text-decoration: none;"&gt;razão&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/vontade" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;vontade&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a class="newpage" href="http://sofos.wikidot.com/eu" style="color: #dd6611; text-decoration: none;"&gt;eu&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/alienacao" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;alienação&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://sofos.wikidot.com/gnosticismo" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;gnosticismo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="footnotes-footer" style="background-color: white; color: #333333; height: 52.625px; margin: 0px; padding: 0.5em 0px;"&gt;
&lt;div class="title" style="font-weight: bold; margin: 0.5em 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="footnote-footer" id="footnote-1"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=324335289787663157" style="color: #bb0011; text-decoration: none;"&gt;1&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Fundamentação da Metafísica dos Costumes”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="footnote-footer" id="footnote-1" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="footnote-footer" id="footnote-1"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://sofos.wikidot.com/autonomia"&gt;Sofos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/k1odMD6Imvw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/7252374913729578840/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=7252374913729578840&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/7252374913729578840?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/7252374913729578840?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/k1odMD6Imvw/breves-licoes-filosoficas-o-principio.html" title="Breves Lições Filosóficas: o &quot;Princípio da Autonomia&quot;, de Kant" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-M65H6Mn1HUo/TZtDYRynstI/AAAAAAAAABo/GSlcu7TyBLQ/s72-c/autonomia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/breves-licoes-filosoficas-o-principio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8GQX4zeSp7ImA9WhBbEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-9185600663912754263</id><published>2013-05-11T00:37:00.000-07:00</published><updated>2013-05-11T00:37:00.081-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-11T00:37:00.081-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Variedades" /><title>Programa "Conexão Repórter" aborda o caso da prisão do Pr. Marcos Pereira (VÍDEO)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;PROGRAMA "CONEXÃO REPÓRTER" ABORDA O CASO DA PRISÃO DO PR. MARCOS PEREIRA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="thumb" style="background-color: #eeeeee; border: 0px; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 8px 12px 10px 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;img alt="Conexão Repórter comenta prisão de Marcos Pereira" src="http://noticias.gospelprime.com.br/files/2013/05/Conexao-Reporter-300x200.jpg" style="border: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 250px;" title="Conexão Repórter comenta prisão de Marcos Pereira" /&gt;&lt;span style="border: 0px; color: #5a5a5a; display: block; font-size: 10px; line-height: normal; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 3px 5px 5px; vertical-align: baseline; width: 240px;"&gt;Conexão Repórter comenta prisão de Marcos Pereira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;O&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; programa &lt;b&gt;&lt;i&gt;Conexão Repórter&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; da última quinta-feira (9) mostrou a&amp;nbsp;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/marcos-pereira-preso-estupro/" style="border: 0px; color: #333333; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" title=""&gt;prisão do pastor&lt;/a&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/marcos-pereira-preso-estupro/" style="border: 0px; color: #333333; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" title=""&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/marcos-pereira-preso-estupro/" style="border: 0px; color: #333333; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" title=""&gt;&lt;i&gt;Marcos Pereira&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e exibiu imagens de reportagens feitas com supostas vítimas que conversaram com &lt;b&gt;&lt;i&gt;Roberto Cabrini&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; em 2012, quando as acusações foram feitas à polícia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Pereira foi preso na noite do dia 7 de maio, a prisão preventiva é referente a duas acusações de abuso sexual que o pastor teria cometido com mulheres membros da igreja &lt;b&gt;&lt;i&gt;Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Seis mulheres denunciaram o pastor, mas a polícia acredita que ao menos 20 foram abusadas pelo religioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;A reportagem transmitiu mais uma vez as acusações do coordenador do &lt;b&gt;&lt;i&gt;AfroReggae, José Junior&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que diz que o pastor&amp;nbsp;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/marcos-pereira-preso-estupro/" style="border: 0px; color: #333333; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" title=""&gt;Marcos Pereira&lt;/a&gt;&amp;nbsp;tem relações com os criminosos do Rio de Janeiro, chegando a liderar rebeliões nas cadeias. Também é entrevistado u&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;m pastor dissidente da ADUD, &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;&lt;i&gt;Rogério Ribeiro de Menezes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;, que também testemunha contra Pereira. Cabrini também conversou com algumas mulheres que narraram como foram violentadas pelo religioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Na mesma reportagem, Marcos Pereira aparece rebatendo as acusações dizendo que tudo não passa de uma tentativa de barrar os avanços de seus trabalhos sociais que tem recuperado usuários de drogas e traficantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Assista:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.21em; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" class="aligncenter" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/EGdJFToI0-4?theme=light&amp;amp;rel=0" style="border-width: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px auto; padding: 0px; vertical-align: baseline;" width="540"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/conexao-reporter-marcos-pereira/"&gt;GP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/lerv80fwnl8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/9185600663912754263/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=9185600663912754263&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/9185600663912754263?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/9185600663912754263?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/lerv80fwnl8/programa-conexao-reporter-aborda-o-caso.html" title="Programa &quot;Conexão Repórter&quot; aborda o caso da prisão do Pr. Marcos Pereira (VÍDEO)" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/EGdJFToI0-4/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/programa-conexao-reporter-aborda-o-caso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4NQH08fSp7ImA9WhBbEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-2154668743696746112</id><published>2013-05-08T22:56:00.001-07:00</published><updated>2013-05-08T22:56:31.375-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-08T22:56:31.375-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Apologética" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><title>Confira os palestrantes do "I Encontro Nacional de Fé e Ciência para o Século XXI", promovido pela Universidade Mackenzie</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MACKENZIE SEDIARÁ O ENCONTRO NACIONAL DE FÉ E CIÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="thumb" style="background-color: #eeeeee; border: 0px; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 8px 12px 10px 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;img alt="I Encontro Nacional de Fé e Ciência vai acontecer no Mackenzie" src="http://noticias.gospelprime.com.br/files/2013/05/Fe-e-Ciencia-320x133.jpg" style="border: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 250px;" title="I Encontro Nacional de Fé e Ciência vai acontecer no Mackenzie" /&gt;&lt;span style="border: 0px; color: #5a5a5a; display: block; font-size: 10px; line-height: normal; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 3px 5px 5px; vertical-align: baseline; width: 240px;"&gt;I Encontro Nacional de Fé e Ciência vai acontecer no Mackenzie&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;N&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;os dias 14 e 15 de maio a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Universidade Presbiteriana Mackenzie&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; estará sediando o I Encontro Nacional de Fé e Ciência que vai unir estudiosos para debater sobre os conflitos entre as duas áreas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;Os conferencistas que explicarão as diferenças e as semelhanças da fé e da ciência já foram confirmados. O quadro é formado por professores de universidade de renome como a FEI, Mackenzie e Federal de Mato Grosso do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O encontro vai acontecer no Auditório da Escola Americana, que fica no campus do Mackenzie em Higienópolis. As inscrições podem ser feitas pelo site da universidade pelo link&amp;nbsp;&lt;a href="http://ead.mackenzie.br/eventos/course/view.php?id=12" style="border: 0px; color: #333333; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt;ead.mackenzie.br&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;As palestras acontecerão durante todo o dia, iniciando às 9h e seguindo até as 19h30 do dia 14 e até as 20h30 do dia 15. O chanceler da universidade, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, também estará presente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Confira a lista dos palestrantes do I Encontro Nacional de Fé e Ciência:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;José Maria Bechara, professor adjunto do Centro Universitário da FEI;&lt;br /&gt;Karl Heinz Kienitz, professor associado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA);&lt;br /&gt;Marcel Mendes, vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM);&lt;br /&gt;Marcos Nogueira Eberlin, professor da Universidade Estadual de Campinas;&lt;br /&gt;Johannes Gérson Janzen, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Jan Carlo Morais Delorenzi, professor da UPM&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/i-encontro-nacional-de-fe-e-ciencia/"&gt;GP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/lkO4WbPYYcU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/2154668743696746112/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=2154668743696746112&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2154668743696746112?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/2154668743696746112?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/lkO4WbPYYcU/confira-os-palestrantes-do-i-encontro.html" title="Confira os palestrantes do &quot;I Encontro Nacional de Fé e Ciência para o Século XXI&quot;, promovido pela Universidade Mackenzie" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/confira-os-palestrantes-do-i-encontro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04HR3g9fyp7ImA9WhBbEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-5684791362424584232</id><published>2013-05-08T15:25:00.001-07:00</published><updated>2013-05-08T15:25:36.667-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-08T15:25:36.667-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Videoclipe de David Bowie é acusado de blasfémia</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;VIDEOCLIPE DO CANTOR DAVID BOWIE É ACUSADO DE BLASFÊMIA E GERA PROTESTOS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br class="cb" /&gt;
&lt;div class="thumb" style="text-align: center;"&gt;
&lt;img alt="Novo clipe de David Bowie é acusado de blasfêmia e gera protestos" height="240" src="http://noticias.gospelprime.com.br/files/2013/05/Bownie-266x200.jpg" title="Novo clipe de David Bowie é acusado de blasfêmia e gera protestos" width="320" /&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="thumb"&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
 cantor pop &lt;i&gt;&lt;b&gt;David Bowie&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; sempre causou polêmicas no mundo musical. Mas 
seu vídeo mais recente, da canção &lt;i&gt;&lt;b&gt;“The Next Day” [O Dia Seguinte]&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, foi 
lançado hoje e, em poucas horas, já foi banido do &lt;i&gt;&lt;b&gt;Youtube&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. O 
motivo é a canção que marca uma de espécie retomada de sua carreira, 
depois de uma década sem lançar material inédito. A maioria supunha que 
ele havia se aposentado, após um grave ataque cardíaco e uma cirurgia em
 2004. Contudo, aos 66 anos ele lançou o CD The Next Day no início deste
 ano e já está chamando a atenção por aparecer no vídeo da canção título
 como uma espécie de&amp;nbsp; profeta corrompido, ao lado dos atores &lt;i&gt;&lt;b&gt;Gary Oldman&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
 e &lt;i&gt;&lt;b&gt;Marion Cotillard&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta quarta-feira, o portal Youtube retirou o
 vídeo clipe apenas poucas horas após seu lançamento. O problema seriam 
os protestos dos cristãos que não gostaram de ver as referências 
religiosas, além de sangue, flagelações e sexo. Sem falar na imagem de 
uma mulher com uma coroa e marca de cravos nas mãos, numa referência a 
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Jesus&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. O vídeo se passa em um bar onde Bowie toca com sua banda, 
enquanto passam por ele prostitutas, clientes, freiras, sacerdotes e até
 um cardeal envolvidos em jogo clandestino e programas sexuais. No
 final, quando o padre interpretado por Oldman vê a dançarina sangrando 
no chão, volta-se para o “messias” Bowie e grita: “Está vendo? Isso é 
culpa tua. E você se considera profeta?”.&lt;br /&gt;
Curiosamente, Bowie, que
 também é ator, interpretou &lt;i&gt;&lt;b&gt;Pôncio Pilatos&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; no filme &lt;i&gt;&lt;b&gt;“A Última Tentação 
de Cristo” de Martin Scorsese&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, em 1988.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/o-dia-seguinte-clipe-david-bowie/"&gt;GP &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/oCyhFv8P1vs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/5684791362424584232/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=5684791362424584232&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/5684791362424584232?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/5684791362424584232?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/oCyhFv8P1vs/videoclipe-de-david-bowie-e-acusado-de.html" title="Videoclipe de David Bowie é acusado de blasfémia" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/videoclipe-de-david-bowie-e-acusado-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cBRHk9eCp7ImA9WhBbEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-6807971387084516870</id><published>2013-05-08T15:03:00.001-07:00</published><updated>2013-05-08T15:10:55.760-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-08T15:10:55.760-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Apologética" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Ateus atacam lançando documentário para "erradicar a religião"</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;ATEUS LANÇAM DOCUMENTÁRIO COM O PROPÓSITO DE "ERRADICAR A RELIGIÃO NO OCIDENTE"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="218" id="irc_mi" src="http://noticias.gospelmais.com.br/files/2013/05/the-unbelievers.jpg" style="margin-top: 8px;" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;U&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ma iniciativa que visa “livrar o mundo da religião” foi lançada no 
último dia 29 de abril durante o &lt;i&gt;&lt;b&gt;Hot Dog Festival de Cinema de Toronto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, 
no Canadá. Na ocasião, foi apresentado o documentário &lt;i&gt;&lt;b&gt;The Unbelievers 
(Os Incrédulos, em tradução livre)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, produzido pelos famosos ateus 
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Richard Dawkins e Lawrence Krauss&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. &lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Durante o festival, Dawkins e Krauss discutiram num fórum sobre as 
estratégias para fazer as pessoas deixarem de acreditar em Deus. Para 
Dawkins, o melhor meio seria um ataque maciço às instituições religiosas
 e o teor de suas crenças, enquanto que para Krauss, a melhor maneira de
 acabar com a crença em Deus seria “seduzir” os fiéis mostrando a visão 
da ciência sobre sua fé&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;. Dawkins, que é biólogo e adepto da Teoria da Evolução, acredita que a
 visão das pessoas a respeito da vida deve ser baseada naquilo que é 
real, concreto. Já Krauss, que é físico, frisou que para ativistas ateus
 como eles, é mais importante que as pessoas vejam que “o universo e a 
vida são questões em aberto”, sem definições ainda: “A espiritualidade 
da ciência é melhor do que a espiritualidade da religião, porque é 
real”, disse ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em contra-ataque à iniciativa capitaneada pelo documentário The Unbelievers, a entidade cristã &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.answersingenesis.org/articles/2013/05/07/unbelievers-plan-rid-world-god" target="_blank"&gt;Answers In Genesis&lt;/a&gt; publicou em seu site um artigo da doutora Elizabeth Mitchell, criticando a postura de Dawkins e Krauss. “Como a maioria dos ateus, Dawkins e Krauss se permitem reconhecer a 
natureza baseada em sua visão de mundo obtida nas interpretações do que 
eles definem como ‘real’. Eles dizem repetidamente na entrevista para 
aceitarmos a ‘prova de realidade’ sobre as origens, quando eles estão 
realmente igualando a sua visão de mundo baseada interpretações da 
realidade. Além disso, a crença ateísta que Deus não existe na verdade é
 uma ‘religião’”, pontuou &lt;i&gt;&lt;b&gt;Elizabeth Mitchell&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Para ela, o conceito de que ateus precisem ser ativistas em busca de 
adeptos é uma manifestação religiosa: &lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;“A crença de Krauss que os átomos 
em seu corpo se originaram há bilhões de anos numa explosão, por 
exemplo, é a forma ‘religiosa’ que ele usa para explicar a sua 
existência sem Deus [...] Ateus afirmam serem não religiosos, mas eles 
usam o seu conjunto de crenças como uma forma de explicar a vida sem 
Deus, eles adoram e servem a criação (por exemplo, o universo) em lugar 
do Criador (Romanos 1:25)”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;, rebateu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/ateus-militantes-documentario-abolir-religiao-mundo-53673.html"&gt;Gospel Mais &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/t9tz8yeMti0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/6807971387084516870/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=6807971387084516870&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6807971387084516870?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/6807971387084516870?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/t9tz8yeMti0/ateus-atacam-lancando-documentario-para.html" title="Ateus atacam lançando documentário para &quot;erradicar a religião&quot;" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/ateus-atacam-lancando-documentario-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQFQnw4eCp7ImA9WhBbEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-1085965398695406999</id><published>2013-05-08T14:58:00.000-07:00</published><updated>2013-05-08T14:58:33.230-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-08T14:58:33.230-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Homossexualismo" /><title>Thammy Miranda declara-se para parceira com música do "Diante do Trono"</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;THAMMY SE DECLARA PARA PARCEIRA COM MÚSICA DE "DIANTE DO TRONO"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="entry clearfloat" id="hotwords"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; atriz &lt;i&gt;&lt;b&gt;Thammy Miranda&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, filha da cantora Gretchen e assumidamente 
lésbica, usou a letra de uma música infantil do &lt;i&gt;&lt;b&gt;Ministério Diante do 
Trono&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; para se declarar à sua parceira. Usando seu perfil na rede social &lt;a href="http://instagram.com/p/Y3S2_YOcWn/" target="_blank"&gt;Instagram&lt;/a&gt;,
 Thammy colocou uma foto do corpo da mulher para quem se declarou e a 
letra da música “Aos Olhos do Pai”, que é parte do repertório do CD 
“Crianças Diante do Trono”. Thammy causou polêmica recentemente ao declarar que havia sido levada por sua mãe a uma igreja evangélica para ser &lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/thammy-exorcizada-pastor-abandonar-homossexualidade-51315.html"&gt;exorcizada de sua homossexualidade&lt;/a&gt;. Atualmente trabalhando na novela &lt;i&gt;&lt;b&gt;Salve Jorge, da TV Globo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Confira a imagem publicada pela atriz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://instagram.com/p/Y3S2_YOcWn/"&gt;&lt;img alt="Thammy Miranda - Instagram - Diante do Trono" class="aligncenter size-large wp-image-53599" height="378" src="http://noticias.gospelmais.com.br/files/2013/05/Thammy-Miranda-Instagram-Diante-do-Trono-600x378.jpg" width="600" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelmais.com.br/thammy-declara-parceira-letra-infantil-diante-trono-53598.html"&gt;Gospel Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/gwOO9tL8Z8Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/1085965398695406999/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=1085965398695406999&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1085965398695406999?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1085965398695406999?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/gwOO9tL8Z8Y/thammy-miranda-declara-se-para-parceira.html" title="Thammy Miranda declara-se para parceira com música do &quot;Diante do Trono&quot;" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/thammy-miranda-declara-se-para-parceira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IMRn0yeip7ImA9WhBbEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-1161626498838747574</id><published>2013-05-07T14:59:00.000-07:00</published><updated>2013-05-08T14:46:27.392-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-08T14:46:27.392-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Pesquisa divulga números sobre gravidez e mortalidade infantil e materna em 176 países</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CONHEÇA OS PIORES E MELHORES LUGARES DO MUNDO PARA SER MÃE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img height="265" src="http://www.mcjeditora.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/02/Gravida_Stock.Xchng1_.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;A&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; República Democrática do Congo é o pior lugar do mundo para ser mãe e criar um filho, de acordo com uma pesquisa divulgada pela &lt;b&gt;&lt;i&gt;ONG internacional Save the Children&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No topo da lista de &lt;u&gt;176 países&lt;/u&gt;, como aquele que oferece as melhores condições para a maternidade, o estudo coloca a Finlândia, seguida por Suécia e Noruega, enquanto que o Brasil ocupa a 78ª posição&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 20px;"&gt;A pesquisa diz que o dia mais crítico para a sobrevivência de uma criança é o primeiro, e cerca de 1,04 milhão delas morrem ao redor do globo todos os anos justamente neste período. A Save the Children comparou fatores como saúde das mães, mortalidade infantil, educação e salários em 176 países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Somente a Índia é responsável por 29% das mortes anuais nas primeiras 24 horas em todo o mundo, com mais de 300 mil óbitos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Todos os países que ficaram listados nas últimas dez posições estão na região da África subsaariana. Nessas nações, todos os anos em média uma em cada 30 mulheres morre devido a complicações pós-gestação e uma em cada sete crianças morre antes de completar cinco anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="background-color: white; border: none; line-height: 20px; margin: 0px 0px 4px; overflow: hidden; padding: 12px 0px 0px; position: relative; top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;Congo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Na República Democrática do Congo, a guerra e a pobreza deixam as mães desnutridas e sem apoio exatamente no momento em que precisam de mais atenção e cuidados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Acima do país, os outros nove países no pé da lista são a Somália, Serra Leoa, Mali, Níger, República Centro-Africana, Gâmbia, Nigéria, Chade e Costa do Marfim&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Save the Children diz que a falta de uma nutrição adequada é um dos pontos principais por trás da alta taxa de mortalidade das mães e dos bebês nessa região do continente africano e que, nesses países, entre 10% e 20% das mães estão abaixo do peso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Em comparação, os resultados também mostram que na Finlândia o risco de uma mulher morrer durante a gestação é de uma para cada 12.200 e no quesito educacional, uma criança finlandesa passa em média 17 anos nos bancos escolares.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Suécia, Noruega, Islândia e a Holanda também figuram entre os dez melhores países para ser mãe e criar uma criança, enquanto os Estados Unidos aparecem na 30ª posição&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="background-color: white; border: none; line-height: 20px; margin: 0px 0px 4px; overflow: hidden; padding: 12px 0px 0px; position: relative; top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O Brasil foi listado pelo estudo como parte de um grupo de 12 países em desenvolvimento que atingiram avanços nos últimos anos, incluindo ainda Peru, Egito, China, México, Laos, Bangladesh, Guatemala, Indonésia, Vietnã, Camboja e Nepal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;"Estes 12 países reduziram significativamente suas taxas de mortalidade de recém-nascidos desde 1990", diz o relatório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;De acordo com a Save the Children, desde 1990 o Brasil reduziu esta taxa em 64%, e a organização vê o país como um dos poucos que reduziram o desequilíbrio entre ricos e pobres no que tange o acesso ao sistema de saúde.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O relatório diz que o Sistema Único de Saúde (SUS), criado em 1988, foi responsável pela universalização do atendimento de saúde gratuito, incluindo áreas remotas e pobres do país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Um indicador citado pela pesquisa para ilustrar o avanço é o atendimento médico recebido pelas mães que integram a parcela 20% mais pobre da população brasileira. Em 1996, apenas 30% eram atendidas, já em 2007 o número passou para 97%.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Quanto ao tratamento pré-natal, a taxa de mulheres com acesso a cuidados apropriados durante a gestação aumentou de 53 para 93% no mesmo intervalo de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Além disso, a organização vê avanços em saneamento básico, educação das mulheres, aleitamento materno, imunização, e transferência de renda, com programas sociais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mesmo assim, há uma avaliação crítica. "Apesar destes avanços, grandes desafios permanecem, incluindo o excesso de intervenções hospitalres durante o parto (com a maioria das crianças nascendo por cesárea), mortes de mães causadas por abortos ilegais, e uma alta frequência de partos prematuros”, diz o estudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="background-color: white; border: none; line-height: 20px; margin: 0px 0px 4px; overflow: hidden; padding: 12px 0px 0px; position: relative; top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: large;"&gt;Estados Unidos e Índia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="color: blue; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Surpreendentemente, a pesquisa revelou que os Estados Unidos têm a taxa de mortalidade infantil mais alta entre os países desenvolvidos na faixa etária dos recém-nascidos, registrando a morte de 11,3 mil bebês no mesmo dia de seu nascimento todos os anos.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Segundo a ONG, isto se deve em parte à grande população americana, assim como ao alto número de bebês nascidos diariamente no país, que tem uma das mais altas taxas de natalidade do mundo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Já a Índia tem mais mortes de mães do que qualquer outro país, com 56 mil por ano, incluindo mortes durante o parto e a gestação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;"Na Índia, o crescimento econômico tem sido impressionante, mas os benefícios não foram divididos de forma equilibrada", diz o relatório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; line-height: 20px; margin-bottom: 3px; padding: 5px 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130507_congo_ong_pesquisa_jp.shtml"&gt;BBC&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/w2OYmB8_uSg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/1161626498838747574/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=1161626498838747574&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1161626498838747574?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/1161626498838747574?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/w2OYmB8_uSg/pesquisa-divulga-numeros-sobre-gravidez.html" title="Pesquisa divulga números sobre gravidez e mortalidade infantil e materna em 176 países" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/pesquisa-divulga-numeros-sobre-gravidez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8HQHs7fSp7ImA9WhBUGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-699134071908497564</id><published>2013-05-07T14:40:00.000-07:00</published><updated>2013-05-07T14:40:31.505-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-07T14:40:31.505-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Variedades" /><title>Patrocinado - Atelier Gato Mia</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CONHEÇA O "ATELIER GATO MIA". UM SHOW DE BOM GOSTO E DIVERSIDADE PARA A CHEGADA DE SEU BEBÊ!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; color: black; font-family: verdana, 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Verdana, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px; width: 100%px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-size: 13px; line-height: 20px; outline: 0px; padding-top: 5px; text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Atelier Gato Mia" itemprop="image" src="http://img.elo7.com.br/users/shop_window/68B70.jpg?1" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="line-height: 20px; outline: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;div itemprop="description" style="background-color: #f5f6f1; border: 1px solid rgb(234, 234, 234); color: #333333; overflow: hidden; padding: 10px; text-overflow: ellipsis; width: 660px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;I&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ndispensáveis para comemorar a chegada do bebê, a decoração, o porta maternidade e as lembrancinhas são formas delicadas de perpetuar as boas recordações. São inúmeras opções de bom gosto e ricas em detalhes que fazem toda diferença. Tudo feito com muito carinho e dedicação do jeitinho que você sempre sonhou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div itemprop="description" style="background-color: #f5f6f1; border: 1px solid rgb(234, 234, 234); color: #333333; overflow: hidden; padding: 10px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; width: 660px;"&gt;
&lt;img src="http://images.elo7.com.br/assets/payment/selo_moip_with_debit.png" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div itemprop="description" style="background-color: #f5f6f1; border: 1px solid rgb(234, 234, 234); overflow: hidden; padding: 10px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; width: 660px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Contatos: (&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; line-height: 15px;"&gt;81) 8190-7837 &lt;i&gt;Vivo&lt;/i&gt; / (81) 9752-3917 &lt;i&gt;Tim&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div itemprop="description" style="background-color: #f5f6f1; border: 1px solid rgb(234, 234, 234); color: #333333; overflow: hidden; padding: 10px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; width: 660px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Mais informações no site:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.elo7.com.br/ateliergatomia"&gt;http://www.elo7.com.br/ateliergatomia&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/uBQKbzwUT3I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/699134071908497564/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=699134071908497564&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/699134071908497564?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/699134071908497564?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/uBQKbzwUT3I/patricinado-atelier-gato-mia.html" title="Patrocinado - Atelier Gato Mia" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/patricinado-atelier-gato-mia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYGRns-eip7ImA9WhBUGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-324335289787663157.post-5876920916343418588</id><published>2013-05-07T14:28:00.003-07:00</published><updated>2013-05-07T14:28:47.552-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2013-05-07T14:28:47.552-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas da Pós-Modernidade" /><title>Estudo indica números recordes movimentos pelo "mercado evangélico" nacional</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MERCADO EVANGÉLICO MOVIMENTOU (INCRÍVEIS) 12 BILHÕES DE REAIS EM 2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="thumb" style="background-color: #eeeeee; border: 0px; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 8px 12px 10px 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;img alt="Mercado evangélico movimentou 12 bilhões de reais em 2012" src="http://noticias.gospelprime.com.br/files/2013/05/Minha-Maria.jpg?20b672" style="border: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 250px;" title="Mercado evangélico movimentou 12 bilhões de reais em 2012" /&gt;&lt;span style="border: 0px; color: #5a5a5a; display: block; font-size: 10px; line-height: normal; margin: 0px; overflow: hidden; padding: 3px 5px 5px; vertical-align: baseline; width: 240px;"&gt;Mercado evangélico movimentou 12 bilhões de reais em 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;m estudo da &lt;/span&gt;&lt;b style="color: #333333;"&gt;&lt;i&gt;ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt; aponta que em 2012 o mercado evangélico movimentou R$12 bilhões com a venda de produtos como CDs, livros, materiais de papelaria e outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Hoje este mercado atrai empresários de diversos ramos como brinquedos, roupas, agências de viagens, produtos financeiros, sites de relacionamento e muitos outros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;Os livros voltados para este público movimentaram R$479 milhões de acordo com a Câmara Brasileira do Livro, mas é a indústria fonográfica que leva a maior fatia do segmento com R$1,5 bilhões anuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/27466/evangelicos-mercado-de-r-12-bi-que-tem-ate-cartao-de-credito-proprio.html" style="border: 0px; color: #333333; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt;site Mundo do Marketing&lt;/a&gt;&amp;nbsp;entrevistou Carlos &lt;b&gt;&lt;i&gt;Vinícius Buzulin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, fundador do site &lt;b&gt;&lt;i&gt;Amoremcristo.com&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; para falar sobre o segmento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;“O mercado está muito mais exigente do que há 10 anos. A mentalidade que imperava era: sou evangélico e vou fazer um produto para evangélicos. Então não precisa ser tão profissional, porque de irmão para irmão se aceita qualquer coisa. Nessa época, produto evangélico era sinônimo de falta de qualidade. A música, por exemplo, não era aceita por quem não era do meio”, disse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Marcos Barboza&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, gerente de marketing da&lt;b&gt;&lt;i&gt; Central Gospel&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, também comenta que a exigência do consumidor aumentou. “Os evangélicos deixaram de ser a minoria da população e tornaram-se mais exigentes no que diz respeito à exclusividade e especificidade de produtos. A qualidade não é mais tratada como diferencial, mas como essencial. Essa busca por novos diferenciais obrigou os produtores deste mercado a se profissionalizarem, encontrarem novas técnicas e apresentarem soluções para que seus produtos sejam mais atrativos ao público”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;Hoje os evangélicos representam mais de 22% da população brasileira e os empresários começaram a entender que os evangélicos são um nicho do mercado lucrativo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;A reportagem da Mundo do Marketing fala sobre as empresas de moda voltada para o público evangélico e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/cgadb-lanca-cartao-de-credito-para-comemorar-o-centenario-das-assembleias/" style="border: 0px; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt;cita até os cartões de créditos oferecidos pelas&lt;/a&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/cgadb-lanca-cartao-de-credito-para-comemorar-o-centenario-das-assembleias/" style="border: 0px; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: bold; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt; &lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/cgadb-lanca-cartao-de-credito-para-comemorar-o-centenario-das-assembleias/" style="border: 0px; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank" title=""&gt;CGADB&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.45em;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/mercado-evangelico-2012/"&gt;GP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; border: 0px; color: #333333; line-height: 1.45em; padding: 0px 0px 1.5em; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, serif;"&gt;&lt;b&gt;NOTA&lt;/b&gt;: O problema não consiste no fato de a Igreja fazer negócios.... mas, dela acabar se tornando um, o que, para muitos, aconteceu há tempos. Que o Senhor Deus livre seu remanescente desta desenfreada "nova corrida pelo ouro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/GnsYG/~4/-N7NIIYwsMM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://artureduardo.blogspot.com/feeds/5876920916343418588/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=324335289787663157&amp;postID=5876920916343418588&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/5876920916343418588?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/324335289787663157/posts/default/5876920916343418588?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/GnsYG/~3/-N7NIIYwsMM/estudo-indica-numeros-recordes.html" title="Estudo indica números recordes movimentos pelo &quot;mercado evangélico&quot; nacional" /><author><name>Artur Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12711605121797210937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="18" src="http://4.bp.blogspot.com/-bhWKgEEEms0/TpOyfLpGMKI/AAAAAAAAGks/NbXojTwOhA0/s220/DSCF5378.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://artureduardo.blogspot.com/2013/05/estudo-indica-numeros-recordes.html</feedburner:origLink></entry></feed>
