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&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;i&gt;Ecosurfi representa a comunidade do surfe na mobilização nacional contra as alterações do Código Florestal em Brasília/DF&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-elDgtHz_vrA/T1lMF8RIV2I/AAAAAAAAK7A/QCzCTstXvUw/s1600/333322.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://2.bp.blogspot.com/-elDgtHz_vrA/T1lMF8RIV2I/AAAAAAAAK7A/QCzCTstXvUw/s320/333322.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #999999; font-size: x-small;"&gt;Ecosurfista no espelho&amp;nbsp;d'água&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
Mais de 1,5 mil pessoas se reuniram em frente ao Congresso Nacional, nesta quarta-feira (07/03), para protestar contra a aprovação do projeto de lei do novo Código Florestal (PLC 30/2011) e mostrar a importância dos manguezais e zonas costeiras. A ação também marcou o encerramento das mobilizações da campanha nacional Mangue Faz a Diferença, coordenada pela Fundação SOS Mata Atlântica, com apoio da Rádio Eldorado e do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por quase 200 organizações da sociedade civil brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Representando a comunidade do surfe, a ONG Ecosurfi levou para capital federal surfistas engajados com pranchas e uma “carta gigante” em tecido com a frase “Veta Dilma”, que continha assinaturas de centenas de pessoas participantes da mobilização nacional “Remando por um Mundo melhor”, que aconteceu no litoral dos estados de SP, RJ e SC no mês de fevereiro. A carta possui uma grande prancha desenhada e ficou exposta em frente ao Congresso Nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EE4xW-XPoXw/T1lMncZDgwI/AAAAAAAAK7I/AweliGAPiXo/s1600/3c75aca8490e8c7fd15b21021a5a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-EE4xW-XPoXw/T1lMncZDgwI/AAAAAAAAK7I/AweliGAPiXo/s320/3c75aca8490e8c7fd15b21021a5a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: #999999; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Carta Veta Dilma&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Estiveram presentes cientistas, deputados, estudantes e ONGs como a WWF e o Greenpeace, além de integrantes de movimentos como a Via Campesina e MST.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto de lei que altera o Código Florestal já sofreu inúmeras mudanças, porém continua anistiando e incentivando o desmatamento. Para as ONGs ambientalistas, o texto aprovado no Senado é um pouco melhor que o da Câmara, mas ainda extremamente ruim para o Brasil. Por isso, elas defendem que a única solução agora é o veto da presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as lideranças pesqueiras que estiveram no ato, a aprovação de um novo Código Florestal trará danos irreversíveis não só para a população ribeirinha e rural como também para a urbana. “O mangue é o berçário dos peixes. Com o novo Código Florestal várias espécies se extinguirão e farão falta à mesa dos brasileiros.” – afirmou Cícero Oliveira, da Associação Ribeirinha Amigos do Meio Ambiente (Aribame).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tczTH5MQMTE/T1lOGdIsJMI/AAAAAAAAK7Q/qdlcjk3m3Uw/s1600/DSC05873.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-tczTH5MQMTE/T1lOGdIsJMI/AAAAAAAAK7Q/qdlcjk3m3Uw/s320/DSC05873.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: #999999; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Surfistas engajados&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Ao todo, foram 36 mobilizações em 13 Estados do País desde o lançamento da campanha Mangue Faz a Diferença, no dia 24 de janeiro, no Fórum Social Temático, em Porto Alegre (RS). Com 87 instituições que aderiram à iniciativa, as ações da campanha atingiram cerca de 50 mil pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mobilização teve início às 8h, em frente à Catedral, e seguiu em direção ao Congresso Nacional. Às 11h, os manifestantes participaram de uma reunião com deputados na Câmara e, depois, se dividiram em grupos para visitar e pressionar os parlamentares de seus Estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rerYFpUoDow/T1lQqeHulwI/AAAAAAAAK7Y/solgr9TQR4Y/s1600/DSC05826.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-rerYFpUoDow/T1lQqeHulwI/AAAAAAAAK7Y/solgr9TQR4Y/s320/DSC05826.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Cenário atual do Código Florestal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os principais problemas da proposta do Código Florestal é que estimula novos desmatamentos, anula multas de crimes ambientais, reduz Áreas de Preservação Permanente (APP) e de reservas legais e desobriga a recuperação da grande maioria das áreas ilegalmente desmatadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar dos pedidos de cientistas, juristas, organizações da sociedade civil e movimentos sociais para que o processo seja revisto e realizado de forma responsável, o Projeto de Lei deverá ser votado na próxima terça feira (13/03).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b style="text-align: left;"&gt;Confira a galeria de fotos&lt;/b&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2F111968259009494609581%2Falbumid%2F5717666403901952673%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;span style="color: #cccccc; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="color: #cccccc; font-size: x-small; text-align: right;"&gt;Texto: SOS Mata&amp;nbsp;Atlântica&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-5275382617972247296?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/A8Lf_d9mvLA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/A8Lf_d9mvLA/surfistas-engajados-por-justica.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-elDgtHz_vrA/T1lMF8RIV2I/AAAAAAAAK7A/QCzCTstXvUw/s72-c/333322.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2012/03/surfistas-engajados-por-justica.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-1096495922382716726</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-22T16:01:11.393-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mobilização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">#manguefazadiferenca</category><title>Santos se mobiliza contra o Novo Código Florestal</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; clear: both; color: #4c4c4c; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; orphans: 2; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VUzWUtBOLJc/TzBH1mMXU2I/AAAAAAAAWRU/1OMHGDa9XBM/s1600/cartaz+manguefaz+nossa+praia.jpg" style="clear: left; color: #0066cc; float: left; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; margin-right: 1em; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;&lt;br class="Apple-interchange-newline" /&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-VUzWUtBOLJc/TzBH1mMXU2I/AAAAAAAAWRU/1OMHGDa9XBM/s320/cartaz+manguefaz+nossa+praia.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Campanha #manguefazadifereca mostra à sociedade que as alterações do Código Florestal afetarão diretamente toda zona costeira do Brasil.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para alertar e mobilizar a sociedade na Baixada Santista/SP sobre o impacto das alterações do Código Florestal nos manguezais e zonas costeiras, a Fundação SOS Mata Atlântica, diretamente em parceria com a ONG Ecosurfi, realiza, dia 26 de fevereiro, a campanha “Mangue Faz a Diferença” – Remando por um Mundo Melhor na cidade de Santos/SP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este movimento é composto por organizações de todos os estados brasileiros que possuem litoral com Mata Atlântica e traz em sua agenda manifestações programadas em diversas praias, além de um ato em Brasília no início de março. A campanha conta com o apoio do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira, responsável pelo movimento “Floresta Faz a Diferença”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como parte da campanha, também foi lançado o Manifesto A Favor da Conservação dos Manguezais Brasileiros. Segundo o texto do documento, “além dos sérios problemas que já vêm sendo denunciados por cientistas, ambientalistas, especialistas em legislação e organizações da sociedade civil – a exemplo da anistia e da redução da proteção em áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente –,  representando um grave retrocesso na proteção das florestas, o projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados e o substitutivo do Senado atingem também os ecossistemas costeiros e estuarinos, notadamente os manguezais brasileiros, em toda zona costeira do país.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o documento lista os principais problemas trazidos para esses ecossistemas e pede providências às autoridades. O manifesto pode ser acessado na íntegra em http://bit.ly/manguefaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifestação “Remando por um Mundo Melhor” leva surfistas e remadores para protestar em favor dos mares e oceanos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santos está entre uma das principais cidades do Brasil por possuir o maior porto da América Latina, contudo, ainda conta com áreas de manguezais, que no decorrer dos anos estão desaparecendo sistematicamente, devido a ocupações irregulares, poluição por resíduos sólidos e expansão da área portuária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendendo chamar a atenção da comunidade do surf e demais públicos para os impactos que essas regiões sofrem, a cidade se prepara para receber no próximo dia 12/02 uma grande remada em defesa do litoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta capitaneada pela ONG Ecosurfi, que há 12 anos atua na proteção das zonas costeiras, conta com a organização local da loja Surfsttore, da fabrica de pranchas New Advance, do Instituto Ecofaxina e Associação Santos de Surfe tem como foco principal alertar os praticantes do esporte sobre a interdependência dos ecossistemas costeiros e contribuir com o entendimento, de que, a saúde dos oceanos depende da preservação dos manguezais.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambiente da concentração e largada vai ser em frente ao Aquário Municipal. O percurso vai seguir a orla da cidade pelo mar, com os participantes remando bem próximo da areia para chamar a atenção do público presente na praia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para não remadores - Outro ponto forte da manifestação será a caminhada #manguefazadiferenca, que levara os “não-remadores” a andar pela areia conversando com os freqüentadores da praia sobre os objetivos da campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto remadores como não-remadores terão como ponto comum de encontro a Praça das Bandeiras no bairro do Gonzaga, para um grande ato público em defesa dos manguezais e de toda zona costeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o ato-público, na Praia do Gonzaga, vai acontecer em frente ao Aquário Municipal uma confraternização. Os participantes serão recebidos com música ao vivo e vão participar do sorteio de um bloco de SUP e um remo em fibra de carbono, oferecidos pela fábrica de pranchas New Advance, além de Kits da ONG Ecosurfi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcelo Morais, proprietário da loja Surfsttore, e um dos organizadores do evento, garante que Santos deve refletir sobre o que pode acontecer com as áreas naturais preservadas da cidade caso o novo Código seja aprovado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Santos é uma cidade linda e ainda possui muitas áreas de manguezais que devem ser protegidas. As alterações no Código Florestal podem ser sinônimo do desaparecimento desses ambientes nos próximos anos e a saúde dos oceanos também dependem dos mangues”, comenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconhecido pelo importante trabalho em prol dos manguezais do estuário que compreende a região da cidade de Santos, o Instituto Ecofaxina fará parte da mobilização #manguefazadiferenca, trazendo sua equipe para permitir ao publico participante maior entendimento da importância dos manguezais na vida marinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com texto publicado na página virtual do Instituto Ecofaxina, os manguezais também desempenham importantes serviços ambientais como reguladores do clima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Os mangues são a espinha dorsal das costas dos oceanos tropicais, são muito mais importantes para a biosfera do oceano global [...]. E, embora essa mata de mau-cheiro lamacento não tenha o encantamento de florestas tropicais ou recifes de corais, uma equipe de pesquisadores observou que a linha costeira de plantas lenhosas fornecem mais de 10 por cento do carbono orgânico dissolvido fornecido ao oceano a partir da terra”. (texto extraído: www.ecofaxina.org.br)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Santos a campanha #manguefazadiferenca conta com a iniciativa nacional SOS Mata Atlântica, coordenação regional da ONG Ecosurfi e a organização local: Loja Surfsttore, fábrica de pranchas New Advance, Instituto Ecofaxina e Associação Santos de Surf. Além do apoio da Água Marinha, Okumura - Temakeria e Freshfish, Unisanta e Me2 ENTERTAINMENT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como participar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições podem ser feitas na Loja Surfsttore em Santos (Av. Pedro Lessa, 796 – Aparecida, das 9h às 19h) ou na Ecosurfi através do telefone:             (13) 3426 8138       e também no dia do evento (26/02) a partir das 9h em frente ao Aquário Municipal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Programação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09h - Concentração - em frente ao Aquário Municipal &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09:30h - Retirada do kit #manguefazadiferenca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10:30h - Saída - Percurso do Aquário ao Gonzaga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11:30h - Manifestação Praça da Bandeira &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13:30h - Confraternização - em frente ao Aquário &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cyberativismo - Sociedade Mobilizada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Internautas já podem acompanhar a mobilização e obter informações na fan page da campanha no Facebook (facebook.com/manguefazadiferenca), e manifestar seu apoio via Twitter com a hashtag #manguefazadiferenca.  Informações, fotos e vídeos sobre as atividades, bem como os materiais da campanha e o manifesto estarão disponíveis ainda nesta semana no hotsite &lt;a href="http://www.manguefazadiferenca.org.br/"&gt;www.manguefazadiferenca.org.br&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-1096495922382716726?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/k9J4cL-MJMg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/k9J4cL-MJMg/santos-se-mobiliza-contra-o-novo-codigo.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-VUzWUtBOLJc/TzBH1mMXU2I/AAAAAAAAWRU/1OMHGDa9XBM/s72-c/cartaz+manguefaz+nossa+praia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2012/02/santos-se-mobiliza-contra-o-novo-codigo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6882035913984133717</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-10T14:53:12.035-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Denuncia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surfe</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surf Sustentavel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecosurfi</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">#praiasemesgoto</category><title>Ondas correm perigo: A Década da poluição no litoral paulista</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Surfistas de São Paulo sofrem com o despejo irregular de esgoto nos últimos 10 anos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LEGnoM4WEDU/T1uRmerhmkI/AAAAAAAAWV4/OuLn4a_2qOo/s1600/trilha+do+goes+%283%29.JPG"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEGnoM4WEDU/T1uRmerhmkI/AAAAAAAAWV4/OuLn4a_2qOo/s400/trilha+do+goes+%283%29.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por: João Malavolta&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O verão chega e com ele também vêm os dias mais longos, água quente, finais de tarde com aquele pôr-do-sol incrível, além de horas e mais horas de surfe até o anoitecer. Essa sem duvida é a realidade para muitos surfistas que moram ou frequentam o litoral nessa época do ano, e que vivem isso como o melhor desse estilo de vida que o esporte possui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Mas toda essa realidade que aparenta ser perfeita e recheada de positividade, hoje em dia, esta ficando cada vez mais comprometida devido às agressões que a zona costeira vem sofrendo pela contaminação dos seus ambientes com resíduos sólidos e derramamento de esgoto nas praias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não bastasse a alta produção de lixo que não é reciclado e que por muitas vezes acabam se alojando na areia ou mesmo na água do mar, construções irregulares na faixa de praia e esgotos criminosos afetam os (8) mil quilômetros do litoral brasileiro, e mostram o tamanho do desafio que o País deve enfrentar para resolver problemas socioambientais complexos, que implicam males à saúde das populações que vivem e curtem seu lazer junto ao mar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estado de São Paulo os números da poluição em 2010 impressionam. De acordo com os dados oficiais do Relatório Anual de Qualidade das Praias Litorâneas da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, o Litoral Norte &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5176035164897475505"&gt;teve cerca de sete (7) em cada dez (10) praias, os mais altos indicies de poluição&lt;/a&gt;, ou seja, dos 83 pontos de medição que são analisados pelo órgão naquela região, apenas 29% estiveram próprios o ano todo, e a cidade de Ubatuba se destaca com duas praias impróprias na maior parte de 2010: Perequê Mirim e Itaguá,conforme os estudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na Baixada Santista as condições da balneabilidade permaneceram com uma pequena melhora se comparado os dados dos anos anteriores. Conforme o relatório, esse é o trecho do litoral paulista que possui o maior número de praias consideradas impróprias para banho de acordo com o balanço anual do órgão medidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Praia Grande historicamente é a líder em problemas de saneamento, e o Guarujá surge como o município que voltou a melhorar a sua balneabilidade nesses últimos anos, como no inicio desta década, em que das 11 praias da cidade que recebiam a classificação apenas uma estava imprópria, a Praia do Perequê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme estes dados o litoral paulista ainda tem muito que melhorar quando o assunto é a qualidade das águas litorâneas. Para a bióloga pós-graduada em gestão e controle ambiental Ericka Friol, o estudo demonstra que todos esses problemas surgem pela falta de planejamento na ocupação da área costeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Devido o nosso litoral na maioria do seu território ter sido povoado sem planejamento e muitas vezes de maneira irregular, falta saneamento bem estruturado para cada cidade, pois por questões físicas e geomorfológicas temos ambientes bem diferentes uns dos outros, e desta forma cada localidade deveria ter o seu projeto de saneamento que atendesse as características socioambientais do lugar sem comprometer a qualidade das praias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Bióloga esses problemas só se resolvem com investimentos públicos e melhora na educação das populações. “As pessoas devem primeiramente entender como os projetos de saneamento são elaborados e funcionam, para posteriormente apoiar na gestão, além disso, deve haver uma parceria entre o estado, municípios, universidades e sociedade civil para que cada parte interessada possa auxiliar no controle social desse sistema complexo, o saneamento básico.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem vai surfar num mar de poluição? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta para essa pergunta hoje em dia, deve fazer parte do quê é discutido nas rodas de conversa dos surfistas pelo litoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão essencial que tem que ser destacada quando o assunto é o lixo e a contaminação das águas marinhas por lançamento de esgoto “in-natura”, é como surgem esses problemas e onde afetam no dia-a-dia de quem pega onda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista, o surfista do Guarujá Junior Faria, comenta suas impressões sobre a qualidade das praias e da água nos litorais do mundo, e afirma se assustar com tanto desrespeito ao meio ambiente nos picos de surfe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zhFRSUt7Iy4/T1uSb6fI3VI/AAAAAAAAWWA/Hy2JoAFpCmk/s1600/junior+faria.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/-zhFRSUt7Iy4/T1uSb6fI3VI/AAAAAAAAWWA/Hy2JoAFpCmk/s400/junior+faria.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;O atleta que figura na elite do surfe brasileiro e mundial afirma que a contaminação da água do mar por lançamentos irregulares de esgotos fatalmente afeta a saúde dos surfistas pelo grande período de tempo que permanecem surfando. “Todas as partes do nosso corpo ficam cobertas pelo mar, algumas vezes até ingerimos água mesmo sem querer, portanto qualquer nível de poluição irá nos afetar de algum forma”, explica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente um dos principais fatores que sobrecarregam a capacidade do saneamento ambiental nos litorais do mundo, esta diretamente associado ao aumento exponencial da população que mora nas zonas costeiras, o qual não vem acompanhado de investimentos públicos em coleta e tratamentos sanitários, além das ocupações irregulares em toda costa, que acentuam o problema e impactam todos os ambientes naturais. O surfista explica o caso do Guarujá com algumas reservas sobre os dados do Governo de São Paulo, que afirmam que a cidade obteve melhoras na qualidade de suas praias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gostaria muito de saber exatamente o que o poder público tem feito para alcançar tais melhorias. O quê observo, é que o esgoto continua fluindo nas principais praias da nossa Ilha e o estado da orla é lastimável, nem serviços básicos como lixeiras na beira da praia se encontram em boas condições de uso”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o atleta, quem está dando o exemplo quando o assunto é atitude para preservar o litoral é a sociedade civil organizada. “As iniciativas mais louváveis partem da galera local que organiza mutirões de limpeza nas praias. Posso citar a Associação de Surfe do Guarujá e a comunidade de surfistas locais da Praia do Tombo que inúmeras vezes organizaram ações de limpeza por conta própria”, ressalta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O surfista também faz um alerta comentando que o problema da poluição no mar não é exclusivamente um fato que acontece só no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em viagens pelo mundo em busca de ondas perfeitas, muitas vezes o surfista encontra a paisagem comprometida com a contaminação dos ambientes pelas mais diversas formas de poluição. “Por incrível que pareça, as praias mais poluídas que já vi na minha vida foram às praias das Ilhas Maldivas. Encontrar uma quantidade tão grande de lixo num lugar tão abençoado foi um choque. Praticamente toda a faixa de areia ao redor de algumas ilhas que conheci por lá estavam tomadas pelo lixo. De tampas de privada, brinquedos e calçados até o clássico saco plástico. Tinha de tudo. Mas o que mais doía era ver a tripulação do barco em que estávamos hospedados, despejar todo o lixo produzido pela embarcação em alto mar, sem cerimônia”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual representante do Brasil no circuito mundial de surfe profissional ainda garante que a comunidade do surfe pode fazer muito mais pelo cuidado com as praias, mares e oceanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acredito que poderíamos fazer mais, pela importância do mar em nossas vidas, deveríamos nos preocupar com a qualidade da água do mar do quê com a qualidade da bermuda que vamos vestir para surfar”, reflete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Movimento #Praia Sem Esgoto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-p915Pl5u_wE/T1uS3kHy3WI/AAAAAAAAWWI/3IDYX_Sko_Y/s1600/Logo_Praia_sem_esgoto.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="http://2.bp.blogspot.com/-p915Pl5u_wE/T1uS3kHy3WI/AAAAAAAAWWI/3IDYX_Sko_Y/s400/Logo_Praia_sem_esgoto.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;O Governo Estadual paulista iniciou em 2007 o programa Onda Limpa da Sabesp, que deveria significar recuperação ambiental no litoral, mas está sendo sinônimo de manobras políticas ilegais, de impacto ambiental, de falta de transparência e de má utilização de recursos públicos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Itanhaém, o projeto instalou clandestinamente uma rede coletora de esgoto na areia da praia com bueiros de concreto, que vem prejudicando a qualidade ambiental do lugar pelo vazamento a céu aberto de poluentes, além do forte cheiro, que assombra quem pega onda nas praias da região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para combater tal crime e possibilitar uma reflexão regional sobre como andam as praias de São Paulo, foi criado o Movimento #PRAIASEMESGOTO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação nasce como um movimento social regional, apartidário, composto por organizações sociais e cidadãos dispostos a mobilizar-se contra os danos socioambientais que o Programa Onda Limpa, da Sabesp, está deixando no litoral do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de comunicação do movimento o Educador Ambiental Bruno Pinheiro essa ação está sendo um grande catalisador de parcerias entre a sociedade civil organizada, poder público e cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O movimento provocou de maneira rápida e nunca vista, quando o assunto é mobilização social, uma atitude positiva do poder público em resolver o problema da instalação de redes de esgoto na faixa de areia das praias da cidade de Itanhaém, haja visto, que através do movimento Praia Sem Esgoto a Sabesp está sendo obrigada pela Secretária do Patrimônio da União (SPU), a retirar toda a rede coletora de esgoto da areia das praias itanhaenses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Pinheiro o Movimento é solidário também com moradores de todas as cidades do litoral brasileiro que sofrem com o despejo de esgoto na praia ou cujo serviço público é mal oferecido à população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje podemos convergir idéias e atitudes afins entre as pessoas de todas as partes do Brasil e do mundo. Uma das forças nessas questões são as redes sociais como o Facebook, Blogs, Youtube, que servem para que todos possam expressar suas indignações frente a questões críticas que fazem parte desse contexto público”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais acesse: &lt;a href="http://www.praiasemesgoto.blogspot.com/"&gt;www.praiasemesgoto.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C&lt;b&gt;omo saber mais sobre a qualidade das praias no litoral paulista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação sobre a balneabilidade das praias é fundamental para que a população conheça as condições de uso das principais praias do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulgação das condições de balneabilidade é feita através da emissão de um boletim semanal, que é enviado para todas as prefeituras do litoral, órgãos de saúde e meio ambiente, órgãos envolvidos com turismo e a imprensa em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a CETESB possui atendimento telefônico gratuito (0800-113560) que informa diariamente sobre as condições das praias. E possível, ainda, obter essas informações acessando o site &lt;a href="http://www.cetesb.sp.gov.br/"&gt;www.cetesb.sp.gov.br&lt;/a&gt;, entrando no item água e, em seguida, no mapa de qualidade das praias. Basta clicar no nome do Município desejado e a listagem de suas praias aparecerá, mostrando as respectivas condições de balneabilidade, representadas por uma bandeira à direita do nome da praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas praias monitoradas existem bandeiras de sinalização indicando as condições de balneabilidade se a bandeira for verde a praia está própria se for vermelha a praia está imprópria. (Fonte: &lt;a href="http://www.cetesb.sp.gov.br/"&gt;www.cetesb.sp.gov.br&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6882035913984133717?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/edVL3AOL2Fo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/edVL3AOL2Fo/ondas-correm-perigo-decada-da-poluicao.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-LEGnoM4WEDU/T1uRmerhmkI/AAAAAAAAWV4/OuLn4a_2qOo/s72-c/trilha+do+goes+%283%29.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/11/ondas-correm-perigo-decada-da-poluicao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6439642996405221938</guid><pubDate>Fri, 07 Oct 2011 15:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-07T12:30:23.855-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Inovação</category><title>A Maça Verde de Jobs</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #141414; color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Steve Jobs era realmente um homem inovador.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OC4iEktTO4s/To8O2WEfGCI/AAAAAAAAASQ/llWyR9IKtks/s1600/Apple+Verde.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-OC4iEktTO4s/To8O2WEfGCI/AAAAAAAAASQ/llWyR9IKtks/s320/Apple+Verde.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;
O símbolo da maçã vem basicamente da história bíblica, de Adão e Eva, da árvore da sabedoria e também de Newton e os estudos da gravidade, pois dizem que Newton estava encostado numa macieira e sente uma maçã cair, servindo de inspiração para o artista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yLYXS-g4NQI/To8O83W_J9I/AAAAAAAAASU/FIMM72W8iNw/s1600/15-applesimboloantigo_tn.jpg" imageanchor="1" style="color: #888888; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-yLYXS-g4NQI/To8O83W_J9I/AAAAAAAAASU/FIMM72W8iNw/s320/15-applesimboloantigo_tn.jpg" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.199219) 0px 0px 0px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #222222; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-color: transparent; border-bottom-left-radius: 0px 0px; border-bottom-right-radius: 0px 0px; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: transparent; border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: transparent; border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: transparent; border-top-left-radius: 0px 0px; border-top-right-radius: 0px 0px; border-top-style: solid; border-top-width: 1px; border-width: initial; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.199219) 0px 0px 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px; position: relative;" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
A primeira marca da Apple, desenhada por Jobs e Robert Wayne, o famoso terceiro sócio da Apple, é este acima e que foi substituído posteriormente pela maçã mordida, que significa a busca de conhecimento &amp;nbsp;e pelo lado bíblico, simbolizaria a sedução provocada pelos produtos . Vale considerar também, que a tradução de mordida é bite(inglês) e isso é para lembrar coisa de computador. &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É de se imaginar também, que as pessoas sabem que o “i” de iPhone, iPad &amp;nbsp;ouiPod, significam inovação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Steve Jobs sempre teve isso em mente: inovar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
A principal inovação deixada por Jobs é a cultura da energia limpa para os produtos eletrônicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2007, fez uma promessa para ser a primeira companhia de computadores que iria eliminar progressivamente a pior das substâncias perigosas de todos os produtos da Apple.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2008, a empresa já liderava a indústria de computadores praticamente livres de PVC e BFRs tóxicos (retardadores de chama bromados, usados para &amp;nbsp;inibir ou diminuir a taxa de combustão).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Hoje, todos os produtos Apple são livres destas substâncias perigosas e outras empresas como HP e ACER, estão seguindo a iniciativa de Steve Jobs, que deixou uma grande marca na luta por um futuro mais verde.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Claro que ainda falta muito mais para ser feito em termos de sustentabilidade e energia limpa, não só pela Apple, mas também por tantas outras indústrias que desejam contribuir para um futuro sustentável.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Além dos produtos inovadores de Steve Jobs, talvez esta marca, a marca “verde” seja a mais importante deixada por um homem preocupado em oferecer soluções reais para os desafios ambientais da atualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Inovar é preciso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://ecochannel.blogspot.com/2011/10/inov-steve-jobs-era-realmente-um-homem.html?spref=fb"&gt;Ecochannel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6439642996405221938?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/20Wotx16YcA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/20Wotx16YcA/maca-verde-de-jobs.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-OC4iEktTO4s/To8O2WEfGCI/AAAAAAAAASQ/llWyR9IKtks/s72-c/Apple+Verde.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/10/maca-verde-de-jobs.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6234225269949315709</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-27T19:51:51.163-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação Ambiental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo Ambiental</category><title>Jornalistas ambientais pré-RIO + 20</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TrCsiVTubL8/ToJS8lNlnVI/AAAAAAAAVsE/jBqUyuzRUbQ/s1600/IVCBJA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://4.bp.blogspot.com/-TrCsiVTubL8/ToJS8lNlnVI/AAAAAAAAVsE/jBqUyuzRUbQ/s400/IVCBJA.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&amp;nbsp;17 a 19 de novembro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Jornalistas ambientais se preparam para cobrir a RIO + 20&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os profissionais da mídia e estudantes começam a se aquecer para a cobertura da Rio+20 já em novembro deste ano, entre os dias 17 e 19. A oportunidade é o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (IV CBJA), realizado na cidade do Rio de Janeiro-RJ, pela Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando a preocupação é com o desenvolvimento sustentável, a Rio+20 é a mais importante reunião na agenda mundial. Para colaborar com essa desafiadora cobertura da mídia, o IV CBJA contará com painéis, debates e oficinas voltados ao tema. A abertura dessa programação fica por conta do pensador Ignacy Sachs, ecossocioeconomista da&amp;nbsp;&lt;em&gt;École des Hautes Études en Sciences Sociales&lt;/em&gt;, de Paris.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outros temas em voga na agenda ambiental brasileira também serão tratados em palestras de inspiração, painéis e oficinas do CBJA: vão desde economia verde até o uso das redes sociais, passando por espiritualidade, resíduos sólidos e impactos das mudanças climáticas. Pela primeira vez o CBJA terá inscrições gratuitas, graças ao patrocínio master de Fundo Vale e Petrobras e patrocínio premium de Fundação Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica Federal. Os interessados já podem se inscrever pelo site oficial&amp;nbsp;&lt;a avglsprocessed="1" href="http://dual-pem.dualtec.com.br/link.php?M=4206012&amp;amp;N=21486&amp;amp;L=18164&amp;amp;F=H" style="color: #5797b0;" target="_blank"&gt;www.jornalismoambiental.org.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O quê: IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental&lt;br /&gt;
Onde: PUC-Rio - R. Marquês de São Vicente, 225 - Gávea, Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;
Quando: 17, 18 e 19 de novembro de 2011&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ana Carolina Amaral:&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:carol@envolverde.com.br" style="color: #5797b0;" target="_blank"&gt;carol@envolverde.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;/&amp;nbsp;&lt;a avglsprocessed="1" href="tel:11%208639-3152" style="color: #5797b0;" target="_blank" value="+551186393152"&gt;&lt;span class="skype_pnh_container" dir="ltr" style="background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat no-repeat !important; border-bottom-color: rgb(0, 0, 0) !important; border-bottom-style: none !important; border-bottom-width: 0px !important; border-collapse: separate !important; border-color: initial !important; border-left-color: rgb(0, 0, 0) !important; border-left-style: none !important; border-left-width: 0px !important; border-right-color: rgb(0, 0, 0) !important; border-right-style: none !important; border-right-width: 0px !important; border-top-color: rgb(0, 0, 0) !important; 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font-size: 11px !important; font-style: normal !important; font-weight: bold !important; height: 14px !important; left: auto !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 14px !important; list-style-image: none !important; list-style-position: outside !important; list-style-type: disc !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; overflow-x: hidden !important; overflow-y: hidden !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; page-break-after: auto !important; page-break-before: auto !important; page-break-inside: auto !important; position: static !important; right: auto !important; table-layout: auto !important; text-align: left !important; text-decoration: none !important; text-indent: 0px !important; text-transform: none !important; top: auto !important; vertical-align: baseline !important; white-space: nowrap !important; width: 15px !important; word-spacing: normal !important; z-index: 0 !important;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Site oficial:&amp;nbsp;&lt;a avglsprocessed="1" href="http://dual-pem.dualtec.com.br/link.php?M=4206012&amp;amp;N=21486&amp;amp;L=18164&amp;amp;F=H" style="color: #5797b0;" target="_blank"&gt;www.jornalismoambiental.org.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6234225269949315709?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/pKaF-zsTpMQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/pKaF-zsTpMQ/jornalistas-ambientais-se-preparam-para.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-TrCsiVTubL8/ToJS8lNlnVI/AAAAAAAAVsE/jBqUyuzRUbQ/s72-c/IVCBJA.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/09/jornalistas-ambientais-se-preparam-para.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-859393185360770517</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-12T11:32:53.305-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Para pensar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oceanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mundanças Ambientais Globais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><title>Estudo mostra que avanço e recuo do mar mudam litoral brasileiro e ameaçam cidades</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="300" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093705651956588322" src="http://1.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/RrB6TYdFnyI/AAAAAAAAAAo/wMxSHU81NOY/s400/foto_Praiao2.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="400" /&gt;&amp;nbsp;&lt;i style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Praia do Centro em Itanhaém/SP perdendo faixa de areia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;com o avanço do mar (foto: João Malavolta)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
Por: Aliny Gama e Carlos Madeiro &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O avanço do mar é um fenômeno registrado no litoral dos 17 Estados brasileiros banhados pelo oceano Atlântico. Levantamentos recentes apontam que, além de avançar em uma velocidade acima do normal em alguns locais, o mar também está recuando em parte significativa do litoral, o que vem mudando o mapa litorâneo. Especialistas preveem alterações ainda maiores nos próximos anos.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo “Erosão e progradação do litoral Brasileiro”, do Ministério do Meio Ambiente, é apontado como um atlas do litoral e mostra que o Estados enfrentam situações bem distintas, causadas não só pela ação natural do tempo, mas principalmente pelas interferências do homem com a mudança do curso dos rios e das construções à beira-mar. Em nenhum momento, o aquecimento global é citado como causa do avanço do mar, como chegou a ser apontado por ambientalistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se historicamente o avanço do mar era considerado normal e inofensivo aos seres humanos, as construções litorâneas fizeram o assunto passar a ser visto como “fator de risco, implicando em questões econômicas e sociais.” A situação é apontada como mais preocupante nas regiões Norte e Nordeste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa aponta que “a falta de informações dificulta a tomada de decisões devido à falta de elementos para distinguir se o que ocorre é uma tendência natural, ou um ciclo no qual uma situação de desequilíbrio volta espontaneamente à normalidade.” A falta de informações leva as autoridades e especialistas a defenderem mais estudos específicos antes da implementação de obras de contenção do avanço do mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Situações graves&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="300" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093702001234386706" src="http://3.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/RrB2-4dFnxI/AAAAAAAAAAg/myNVx6MiRrA/s400/foto_Praiao.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #999999; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Coqueiro derrubado no Praião - Itanhaém/SP (foto: João Malavolta)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Todos os Estados foram analisados por pesquisadores e apontam para situações diferentes. A Paraíba é apontada pelo estudo como em situação “alarmante”. Segundo os dados, 42% do litoral registra erosão (avanço do mar) - o dobro das praias classificadas como “em equilíbrio”. Já 33% do litoral tem progradação (recuo) do oceano. Metade da costa, onde mora um milhão de pessoas, está ameaçada pelo avanço do mar. A Ponta do Seixas (ponto mais ao leste do país) corre o risco de ser engolida pela água nas próximas décadas e desaparecer do mapa, dizem especialistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A situação também é preocupante no Pará, onde a mudança na costa “é um dos fenômenos mais impressionantes entre os processos costeiros, que acabou transformando-se em um problema emergencial.” Dados analisados mostram que mais de 70% do litoral apresentou tendência de erosão nas últimas décadas - o maior índice entre os Estados -, enquanto menos de 10% apresenta recuo do mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Alagoas, a erosão causa “graves problemas ambientais”, e o Estado é classificado como de “alta vulnerabilidade”, por conta de sua geografia propícia ao avanço do mar, somada a interferências humanas. “A erosão marinha é mais evidenciada nos setores norte e central, sendo estes os mais ocupados e urbanizados do litoral alagoano”, aponta o texto. Em agosto, vários pontos da orla de Maceió foram danificados por uma das maiores ressacas do mar, que destruiu barracas em praias turísticas, como da Sereia, no litoral norte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda no Nordeste, a erosão marinha é um problema verificado em 33% das praias de Pernambuco. No Estado, obras como a construção dos portos e barragens de contenção para evitar alagamentos em Recife causaram o desequilíbrio ambiental. A construção de prédios em área de mangue também contribuiu para os sérios problemas, especialmente na região metropolitana de Recife, onde são registradas as maiores erosões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Santa Catarina, o estudo também aponta que “pode-se constatar evidências erosivas na maioria das praias estudadas.” Fatores ambientais - como ondas, correntes e ventos - e o crescimento das construções em áreas impróprias seriam os principais responsáveis pelo avanço do mar que diminuem a faixa de areia. As praias de Armação, Barra da Lagoa, Canasvieiras e Ingleses são consideradas as mais afetadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bahia, que possui o maior litoral brasileiro, com mais de 1.000 km de costa, apresenta situação “confortável”, com 26% do litoral com avanço do mar, 6% de recuo e 8% estabilizado por obras de engenharia. O índice está considerado dentro de um padrão da média nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/09/12/estudo-mostra-que-avanco-e-recuo-do-mar-mudam-litoral-brasileiro-e-ameacam-cidades.jhtm"&gt;Uol&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-859393185360770517?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/y_1W3o6cm64" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/y_1W3o6cm64/estudo-mostra-que-avanco-e-recuo-do-mar.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/RrB6TYdFnyI/AAAAAAAAAAo/wMxSHU81NOY/s72-c/foto_Praiao2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/09/estudo-mostra-que-avanco-e-recuo-do-mar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-8645599735660182326</guid><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 20:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-08T17:50:00.868-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><title>Aquecimento Global em cartuns</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IDGOk0MqKbg/TmkDl0x0WnI/AAAAAAAAVqs/0faROVLWjgs/s1600/capa2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-IDGOk0MqKbg/TmkDl0x0WnI/AAAAAAAAVqs/0faROVLWjgs/s320/capa2.jpg" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;A proposta do livro "Aquecimento Global em cartuns" é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cartunista Léo Valença desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada cartunista selecionado e autor participante da publicação contribui com um cartum que ele desenvolveu sobre o tema. Os autores participantes são: Léo Valença, Leite, Jottas, Da Costa, Jorge Barreto, Alex Larcher, J. Bosco, Waldez Duarte, Alan Souto Maior, José Alves Neto, Casso, Ferreth, Kampos, Lederly Mendonça,&amp;nbsp; Jota A, Lex Franco, Gustavo Oliveira, Bira Dantas, Marcelo Rampazzo, Melo, Marcos Noel, Adriano Louzada, Moises Macedo, Max e Edra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro poderá ser comprado pelo site da editora PoD neste &lt;a href="http://www.podeditora.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;amp;tipo_busca=subcategoria&amp;amp;codigo_categoria=1&amp;amp;codigo_subcategoria=28"&gt;link&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do PoD – Print on Demand, impressão sob demanda – é um recurso de alta tecnologia de preservação do planeta, disponível há alguns anos e de eficiência comprovada. O que vem a ser o PoD?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que um recurso tecnológico, em si, o PoD é uma ferramenta de administração de recursos: ao invés de produzir estoques de livros impressos, estes são impressos à necessidade em que são requeridos. Dessa forma, evita-se desperdício financeiro e ambiental. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-thWtm11ThA4/TmkD0v6S2-I/AAAAAAAAVqw/NOajyBREhNY/s1600/aquecimento.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://2.bp.blogspot.com/-thWtm11ThA4/TmkD0v6S2-I/AAAAAAAAVqw/NOajyBREhNY/s400/aquecimento.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-8645599735660182326?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/RnzSPZFRF-0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/RnzSPZFRF-0/aquecimento-global-em-cartuns.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-IDGOk0MqKbg/TmkDl0x0WnI/AAAAAAAAVqs/0faROVLWjgs/s72-c/capa2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/09/aquecimento-global-em-cartuns.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-302954141826285706</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-06T17:07:38.580-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Parques da Copa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Biodiversidade</category><title>Você sabe o que são os Parques da Copa?</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e6e5ca; color: #333333; font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 12px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2 class="contentheading" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 15px; font-weight: bold; list-style-type: none; margin: 0px; padding: 0px 0px 3px; text-decoration: none; text-transform: uppercase;"&gt;COPA 2014&lt;/h2&gt;&lt;div class="article-content" style="font-family: arial, verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;b style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.icmbio.gov.br/images/stories/o-que-fazemos/copa2.jpg" style="border-style: none; border-width: 0pt; float: right; list-style-type: none; margin: 0pt 0pt 10px 10px; text-decoration: none;" title="Logo da Copa 2014" /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;OS PARQUES DA COPA 2014&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br style="list-style-type: none; text-decoration: none;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;O Brasil será a sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e com isso o número de turistas no país tende a crescer nesse período.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Com foco no aumento do fluxo turístico em 2014 nas Unidades de Conservação federais, entre elas nos Parques Nacionais, o Ministério do Meio Ambiente está construindo juntamente com o Ministério do Turismo uma parceria que visará atender os futuros visitantes.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;O intuito da parceria será melhorar a imagem do País por meio do turismo, da geração de emprego e renda, além da dinamização das economias locais.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;A expectativa é que possam ser investidos cerca de R$ 543 bilhões nos chamados Parques da Copa. O recurso será aplicado na conservação dos parques e na qualificação dos serviços prestados aos turistas que irão aos parques no período dos Jogos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Poderão compor o roll dos chamados Parques da Copa as seguintes UCs:&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Na cidade-sede Manaus devem ser as Reservas Extrativistas&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/amazonia/unidades-de-conservacao-amazonia/535-resex-tapajos-arapiuns" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Tapajós-Arapiuns&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/amazonia/unidades-de-conservacao-amazonia/513-resex-rio-unini" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Rio Unini&lt;/a&gt;; os Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/212-parque-nacional-anavilhanas" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Anavilhanas&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/189-parque-nacional-do-jau" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Jaú&lt;/a&gt;; e a Floresta Nacional&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/33-florestas-nacionais/214-floresta-nacional-tapajos" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Tapajós&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Em Cuiabá devem participar do projeto os Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/195-parque-nacional-do-pantanal-matogrossense" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Pantanal Matogrossense&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/202-parque-nacional-dos-guimaraes" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Chapada dos Guimarães&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Já em Brasília como cidade-sede dos Jogos, estuda-se a participação dos Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/213-parque-nacional-de-brasilia" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Brasília&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/203-parque-nacional-chapada-dos-veadeiros" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Chapada dos Veadeiros&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Na capital mineira, Belo Horizonte, previsão da participação dos Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/206-parque-nacional-serra-do-cipo" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Serra do Cipó&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/201-parque-nacional-do-caparao" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Caparaó&lt;/a&gt;;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/206-parque-nacional-serra-do-cipo" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;&lt;br style="list-style-type: none; text-decoration: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;No estado de São Paulo, a Floresta Nacional&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/mata-atlantica/unidades-de-conservacao-mata-atlantica/487-flona-de-ipanema" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Ipanema&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e os Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/188-parque-nacional-do-itatiaia" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Itatiaia&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/197-parque-nacional-serra-da-bocaina" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Serra da Bocaina&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Em Fortaleza como cidade-sede, prevê-se os Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/190-parque-nacional-de-jericoacoara" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Jericoacoara&lt;/a&gt;,&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/191-parque-nacional-dos-lencois-maranhenses" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;dos Lençóis Maranhenses&lt;/a&gt;, e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/211-parque-nacional-ubajara" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Ubajara&lt;/a&gt;; além da APA&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/marinho/unidades-de-conservacao-marinho/599-apa-delta-do-parnaiba" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Delta do Parnaíba&lt;/a&gt;;&lt;br style="list-style-type: none; text-decoration: none;" /&gt;&lt;br style="list-style-type: none; text-decoration: none;" /&gt;Nas capitais Natal e Recife como cidades-sede da Copa, são estudados para integrarem a lista os Parques Nacionais&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/199-parque-nacional-da-serra-da-capivara" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Serra da Capivara&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/192-parque-nacional-marinho-fernando-de-noronha" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Marinho de Fernando de Noronha&lt;/a&gt;; a&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/marinho/unidades-de-conservacao-marinho/592-apa-da-costa-dos-corais" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;APA Costa dos Corais&lt;/a&gt;; e o&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/centros-de-pesquisa/mamiferos-aquaticos" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA/ICMBio)&lt;/a&gt;, em Itamaracá (PE);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;No estado da Bahia estão previstos como Parques da Copa os Parnas&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/caatinga/unidades-de-conservacao-caatinga/406-parna-da-chapada-diamantina" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Chapada Diamantina&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/193-parque-nacional-marinho-dos-abrolhos" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Marinho dos Abrolhos&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;No Rio de Janeiro os Parques Nacionais pensados são&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/207-parque-nacional-serra-dos-orgaos" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Serra dos Órgãos&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/210-parque-nacional-da-tijuca" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Tijuca&lt;/a&gt;; além da Reserva Extrativista&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/populacoes-tradicionais/producao-e-uso-sustentavel/uso-sustentavel-em-ucs/256-reservas-extrativistas-do-arraial-do-cabo-e-do-mandira" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;Marinha do Arraial do Cabo&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e o&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jbrj.gov.br/" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;Jardim Botânico do Rio de Janeiro&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(autarquia vinculada ao MMA);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; margin: 1em 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;Em Curitiba, o Parque Nacional&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/205-parque-nacional-do-iguacu" style="color: #1f6817; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;do Iguaçu&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial, verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif; font-size: xx-small; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;E em Porto Alegre, os Parques Nacionais&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/729-parque-nacional-de-aparados-da-serra" style="color: #1f6817; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;de Aparados da Serra&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.icmbio.gov.br/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/32-parques-nacionais/730-parque-nacional-da-serra-geral" style="color: #1f6817; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: underline;"&gt;da Serra Geral&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 11px; list-style-type: none; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Contra-ponto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Governo Federal corta verba de Parques quase um ano antes da Cúpula Ambiental&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif; font-size: xx-small; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: 'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Verdana,Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 21px; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 13px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: 'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Verdana,Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 21px; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter" height="304" src="http://www.anamma.com.br/admin/imagens/gran_copa.jpg" style="display: block; margin: 0px auto; padding: 0px; text-align: center;" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto aumenta a pressão sobre as áreas protegidas do país com novas obras de infraestrutura, o governo federal corta verbas para a conservação da biodiversidade. O ICMBio (Instituto Chico Mendes), que gerencia os parques nacionais, teve seu orçamento de 2011 tesourado em 30%. De R$ 557,8 milhões previstos para 2011, o ICMBio só foi autorizado a gastar R$ 388,7 milhões. Em 2010 foram gastos R$ 461 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das vítimas foi o projeto Parques da Copa, que revitalizaria unidades de conservação perto das cidades-sede da Copa-2014 para turbinar o turismo ecológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando só os chamados investimentos (compra de equipamentos e reparo de instalações, por exemplo), o Brasil tem, neste ano, R$ 155 milhões de verba federal para aplicar em 310 unidades de conservação (uns 10% do território nacional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um quarto do valor de um único estádio da Copa, o de Brasília, e um péssimo cartão de visitas para o país que sediará no ano que vem a conferência sobre desenvolvimento sustentável Rio +20.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O que a gente gasta, considerando a área, é uma gozação”, diz o presidente do ICMBio, Rômulo Mello. São R$ 2 por hectare. Quando a folha de pagamento é incluída, o valor é R$ 5, ainda assim uma ordem de grandeza mais baixo que o aplicado na Costa Rica ou no México.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso para não falar dos EUA. O NPS (National Park Service), órgão equivalente ao ICMBio, teve neste ano US$ 3 bilhões de verbas federais, ou R$ 145 por hectare protegido. “E a gente ainda reclama”, brinca David Barna, porta-voz do NPS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falta de verba federal obriga o ICMBio e os diretores dos parques brasileiros a serem criativos. Na Amazônia, 64 unidades recebem doações internacionais pelo programa Arpa. “No ano passado, 70% da minha verba veio do Arpa”, diz o diretor do parque dos Campos Amazônicos, Renato Dumont.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grupo seleto de 12 unidades consegue arrecadar boa parte do seu orçamento cobrando ingressos. No parque da Tijuca, que abriga o Cristo Redentor, foram R$ 13 milhões em 2010. O parque nacional de Brasília, segunda unidade mais rica do país, levantou R$ 1,1 milhão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O problema é que a nossa demanda aqui é cinco ou seis vezes maior que a verba”, diz Amauri Motta, diretor do parque de Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O economista Carlos Eduardo Young, da UFRJ, vê a situação como uma oportunidade perdida. Ele e colegas estimam que, em visitação, as unidades de conservação poderiam gerar R$ 1,8 bilhão por ano. Só com ICMS ecológico, parcela do imposto que alguns Estados destinam a municípios com unidades de conservação, foram repassados em 2009 R$ 402 milhões. No mesmo ano, o ICMBio gastou R$ 322 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;Fonte: Folha e ICMBio&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif; font-size: xx-small; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;br style="font-family: arial, verdana, helvetica, sans-serif; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; text-decoration: none;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; list-style-type: none; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-302954141826285706?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/czEN0mOjlYk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/czEN0mOjlYk/voce-sabe-o-que-sao-os-parques-da-copa.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/09/voce-sabe-o-que-sao-os-parques-da-copa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6826417601670410396</guid><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-30T11:31:52.476-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Biodiversidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazonia</category><title>Na contramão de Dilma, as áreas protegidas</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Helvetica,Arial,FreeSans,sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_caption left" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px; width: 640px;"&gt;&lt;img align="left" alt="" class="caption" src="http://www.oeco.com.br/images/stories/ago2011/MID_227500.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="A intenção da presidente Dilma Rousseff é de reduzir unidades de conservação na Amazônia por conta de obras de infra-estrutura. Crédito: WWF-Brasil" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="img_caption" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A intenção da presidente Dilma Rousseff é de reduzir unidades de conservação na Amazônia por conta de obras de infra-estrutura. Crédito: WWF-Brasil&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Por Nathália Clark&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Fonte &lt;a href="http://oeco.com.br/reportagens/25222-na-contramao-de-dilma-as-areas-protegidas"&gt;O Eco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos oito anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010) foram criadas 270 unidades de conservação (UC), sendo destas 96 federais e 174 estaduais, além da ampliação de mais 20 unidades federais. Esses números representam, ao todo, o equivalente a 695.363 km² de novas áreas protegidas no país. Muitos desses méritos foram conquistados durante a gestão de Marina Silva frente ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), de 2003 a 2008. Mesmo levando em conta o fator tempo e os esforços da ministra Izabella Teixeira, o atual governo de Dilma Rousseff tem demonstrado que não pretende seguir o caminho de seu antecessor.&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sinalizações desses primeiros meses apontam que não há ainda uma política voltada para a criação e gestão dessas áreas e, mais do que isso, demonstram maior interesse na alteração/redução dos limites de unidades já existentes, principalmente na Amazônia, por conta de obras de infra-estrutura de grande porte. Tal intenção acontece em um momento em que o Brasil sofre grande pressão internacional por conta do aumento no desmatamento, relacionado à aprovação da proposta do novo Código Florestal na Câmara dos Deputados, e do licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo de 07 de junho de 2011, o governo pretende reduzir sete unidades de conservação no bioma para permitir a construção de seis hidrelétricas, uma delas sendo a quarta maior do país. O palco da nova investida energética do Planalto é a região da BR-163, no Pará, no vale dos rios Tapajós e Jamanxim, uma das áreas mais preservadas e de maior biodiversidade da floresta.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para especialistas, as diferenças de gestão nos governos de Lula e Dilma no que tange ao meio ambiente e às áreas protegidas se dão, principalmente, por conta de uma conjuntura histórica. Entre 2003 e 2009, durante a era Lula, o índice de desmatamento na Amazônia caiu 74,4%. A taxa de devastação florestal chegou a 7 mil km², o menor índice já registrado desde 1998, quando foi iniciada a medição. Já no segundo mandato, o impulso pela proteção foi freado, principalmente pelo desenvolvimento de obras faraônicas como as usinas hidrelétricas no rio Madeira e projetos polêmicos de asfaltamento de estradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os méritos da gestão Lula/Marina&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o líder da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, Claudio Maretti, o governo de Fernando Henrique Cardoso e os dois governos de Lula foram momentos decisivos: “Foi quando nós fizemos o que eu chamo de definição do mapa da Amazônia, foi nessa fase que o país traçou em grandes linhas o zoneamento ecológico/econômico de fato”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para Maurício Mercadante, que foi Diretor de Áreas Protegidas do MMA de 2003 a 2008, durante a gestão da Marina, havia uma situação particular naquele momento, que facilitou a criação de novas áreas. “O crescimento do desmatamento estava fora de controle à época. Então, criar áreas protegidas na Amazônia fazia parte de uma estratégia de derrubada do desmatamento. Essa era uma questão fundamental para a Marina, boa parte da energia e da capacidade de trabalho do ministério foi direcionada para isso”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia uma política, então, mas que deixou de ser apenas uma proposta do Ministério. “A Marina conseguiu levar isso para dentro da Casa Civil, fazendo com que a estratégia passasse a ser de todo o governo”, disse Mercadante. Para ele, essa foi a diferença fundamental. O ex-diretor defende que só é possível levar uma política adiante se estiver nos planos do governo como um todo, inclusive unindo as demais esferas estaduais e municipais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Outro elemento fundamental são as UCs estaduais, que foram criadas na mesma época. Não tanto as que foram criadas no estado do Amazonas, que tinha uma política própria de criação de unidades, mas sobretudo no Pará. Todas as áreas criadas, que somaram quase 20 milhões de hectares, se devem principalmente a esse movimento federal capitaneado pela Marina.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O que se espera do governo Dilma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_caption left" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px; width: 640px;"&gt;&lt;img align="left" alt="" class="caption" src="http://www.oeco.com.br/images/stories/ago2011/Juruena_42%20-%20ClaudioCM%20e%20equipamentos%20de%20comunicacao%20%20-%20Zig%20Koch%20-%20WWF.JPG" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Claudio Maretti, líder da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, no Parque Nacional Juruena, no Mato Grosso, uma das unidades de conservação do Corredor de Conservação do Sul da Amazônia. Crédito: WWF-Brasil" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="img_caption" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Claudio Maretti, líder da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, no Parque Nacional Juruena, no Mato Grosso, uma das unidades de conservação do Corredor de Conservação do Sul da Amazônia. Crédito: WWF-Brasil&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para Claudio Maretti, os governos anteriores deram muito maior atenção à Amazônia do que ao restante do país: “Só no final do último governo Lula nós conseguimos voltar a discutir o Cerrado, por exemplo, e o caso da Mata Atlântica também, que é mais tradicional, mais histórico. Mesmo assim, com uma atenção muito menor”.&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, então, esse primeiro governo Dilma, necessariamente, tem que dar mais atenção à implementação, à boa gestão das áreas protegidas, do que simplesmente continuar no mesmo processo de criação, “até porque, infelizmente, se compararmos com o volume de áreas criadas, o esforço que os governos anteriores fizeram de criação não correspondeu ao esforço de implementação, bem menor. Quer dizer, aumentou muito o esforço de gestão das áreas protegidas nesses últimos 14 anos, mas não na proporção em que aumentaram as áreas”.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mercadante está de acordo com essa ideia, mas diz que hoje a situação da presidente é muito mais confortável. “O desmatamento foi reduzido ao seu nível mais baixo em toda a história, embora tenha tido um crescimento nos últimos meses. E talvez por isso mesmo ela se veja obrigada a reforçar uma estratégia ou uma política de combate, que de alguma forma beneficie a criação de unidades”, afirmou.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, ainda há muita área a ser protegida na Amazônia: “Se a Dilma tivesse uma estratégia não tão agressiva, mas de apoio, manutenção, seria uma boa opção, uma vez que as áreas mais críticas, no sul do estado do Amazonas, junto com as UCs estaduais, e no entorno da BR 163 e 364, no norte do Pará, já foram todas de certo modo razoavelmente protegidas”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mercadante, concordando com Maretti, lembra os outros biomas a serem protegidos. “No Cerrado, por exemplo, há ainda muito espaço para trabalhar. É mais difícil, pois as pressões são maiores, as áreas são mais ocupadas, as pressões da agricultura, do agronegócio são mais fortes, mas nós devíamos fazer um bom trabalho no Cerrado. Há necessidade disso, tanto no Cerrado quanto na Caatinga”.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua ideia é que o governo tivesse uma estratégia para esses biomas, criando áreas importantes, mesmo que não fossem do tamanho das da Amazônia. “Se fosse feita uma contabilidade em termos de área, nunca se chegaria ao que foi feito no governo Lula, mas se a Dilma investisse nisso, em termos de identificação de áreas importantes, ameaçadas e de sua qualidade, poderia ser feita uma comparação qualitativa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele explica, dizendo que uma UC de 50 mil hectares na Mata Atlântica talvez tenha a mesma importância de uma de 500 mil na Amazônia, dependendo de onde ela seja criada. Para o ex-diretor, o foco poderia ser voltado para o Cerrado, a Caatinga e a zona costeira e marinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele crê, no entanto, que a principal briga de Dilma agora deveria ser o Código Florestal. “Se ela conseguir uma solução razoável no segundo semestre, pois até o último minuto o governo se omitiu totalmente, talvez já se sinta satisfeita para encarar uma Rio +20. Se não conseguir, será muito ruim para a imagem do país”, defendeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Cumprimento das metas estabelecidas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando da imagem do país perante a comunidade internacional, os especialistas lembram ainda que o governo brasileiro apoiou e ajudou a aprovar na 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10), realizada em dezembro de 2010, em Nagoya, a meta de 17% a mais de áreas protegidas. Para Maretti, biomas como o Cerrado e Pantanal ainda estão muito aquém dos 10% antes previstos, o que dirá dos 17%. “Não basta proteger só as áreas que não têm interesse, conflitos, temos que preservar a diversidade”, disse.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda segundo ele, pelo balanço que se pode fazer pelos documentos, estudos e propostas do governo como um todo, parece muito difícil que essa seja de fato uma prioridade da nova presidente. “Se virmos as propostas do Ministério do Meio Ambiente, me parece que há um esforço nesse sentido, sobretudo pelos recursos alternativos. Me parece que o MMA, nessa gestão, está muito interessado em fazer uma integração com o planejamento das outras áreas, e buscar uma estabilidade e sustentação das áreas protegidas mais a longo prazo. Mas isso, confesso, eu só ouço o MMA falar, se pegarmos o Ministério de Minas e Energia, por exemplo, é outro discurso”, completou.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das ressalvas, Maretti se mostra otimista quanto ao alcance das metas, principalmente por conta do programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que possui recursos e parcerias com instituições internacionais e organizações não-governamentais como o próprio WWF-Brasil. Já Maurício Mercadante se mostra mais cético quanto ao empenho da presidente.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na gestão da Marina, a meta de criação de unidades parecia impossível para nós, e, no entanto, conseguimos alcançar e superar. Mas foi uma conjunção de fatores particulares. O núcleo do governo Lula foi sensível e se convenceu da importância de se criar essas áreas para segurar o que estava acontecendo na Amazônia. Não vemos nada disso acontecer nesse momento, nem do ponto de vista da disposição do governo, nem em termos de pressões para se criar áreas protegidas para segurar este ou aquele bioma, em particular a Amazônia. Acho que isso não está nem proposto pelo governo. Se propondo já seria difícil, sem uma política então, é complicado”, afirmou ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Um PAC no meio do caminho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellspacing="5"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_caption left" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px; width: 640px;"&gt;&lt;img align="left" alt="" class="caption" src="http://www.oeco.com.br/images/stories/ago2011/usina-de-santo-antonio.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Uma das obras do PAC, a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia, deve começar a gerar energia a partir do final do ano e já começou a mudar a paisagem no rio Madeira. Crédito: Amazonia.org" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="img_caption" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Uma das obras do PAC, a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia, deve começar a gerar energia a partir do final do ano e já começou a mudar a paisagem no rio Madeira. Crédito: Amazonia.org&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Desde a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em janeiro de 2007, o governo federal criou ou ampliou 18 áreas de conservação, segundo decretos presidenciais publicados no Diário Oficial da União (DOU). No mesmo intervalo, segundo dados do Ibama, foram emitidas 219 licenças para ações do PAC, o que representa uma licença ambiental para cada 12 licenças do programa federal de obras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de criação de uma unidade de conservação é apenas um primeiro passo para evitar o desmatamento ilegal. O próprio governo admite que é preciso avançar na aprovação de planos de manejo, no processo de regularização fundiária e no treinamento de servidores para atuar nessas áreas. De acordo com o diretor de Unidades de Conservação de Proteção Integral do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ricardo Soavinski, não há nenhuma orientação para reduzir ou frear os processos de criação de novas áreas.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A ministra tem falado, inclusive publicamente, em fazer o que tem que ser feito para atingir as metas assumidas pelo governo diante dos compromissos internacionais. Mas na medida em que avançamos no processo de criação, como avançou o governo Lula, é lógico que, agora, temos que colocar muito mais energia na implementação”, afirmou Soavinski.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda segundo ele, nos últimos cinco anos houve um avanço significativo no número de planos de manejo publicados. “Hoje há 50% a mais de unidades com plano de manejo do que se tinha em toda a história. Nos últimos três anos foram mais de 30 planos. Só nesse ano já concluímos 11 planos, e a meta para 2011 é de mais do que o dobro do ano passado: 25 planos de manejo”, revelou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabemos que a criação de uma unidade de conservação não é tarefa fácil, sobretudo pelas dificuldades consensuais, burocráticas e também técnicas. Mas, como demonstraram os especialistas consultados, se há vontade política, o resto todo sai bem mais fácil.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6826417601670410396?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/85c60GkaqpU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/85c60GkaqpU/na-contramao-de-dilma-as-areas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/08/na-contramao-de-dilma-as-areas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-7809686150989380891</guid><pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-25T10:15:58.192-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Denuncia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo Ambiental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Energia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Degradação Ambienta</category><title>Irregularidades paralisam produção de urânio na Bahia</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;img height="220" src="http://www.nejal.com.br/Imagens/Mina1.jpg" width="400" /&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;Mina de urânio da INB, em Caetité, Bahia&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong style="color: #804000;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong style="color: #804000;"&gt;Relatório técnico da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) constata descumprimento de liminar da Justiça.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Por Zoraide Vilasboas - Associação Movimento Paulo Jackson&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Dois milhões de reais é o valor da última multa que o Ibama aplicou na Indústrias Nucleares do Brasil (INB) devido a irregularidades na operação e poluição do ambiente do trabalho na unidade minero-industrial de exploração de urânio, em Caetité, na Bahia.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Além da multa, o Ibama embargou a área 170 da indústria, onde são feitas atividades de precipitação, filtração, secagem e embalagem do urânio concentrado, que vai para o exterior para ser enriquecido e volta para o Brasil onde é transformado no combustível das usinas atômicas Angra I e II, no Rio de Janeiro. É a mesma área onde ocorreu, em maio passado, o reemtamboramento de parte das 90 toneladas da carga radioativa, oriundas do Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo, gerando grande protesto da população da região.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;É a segunda multa aplicada à empresa este ano em decorrência do carregamento radioativo de São Paulo para a Bahia e passou praticamente despercebida, embora tenha ocorrido no âmbito da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), realizada no final do mês passado pelo Núcleo de Defesa do São Francisco do Ministério Público Estadual. A primeira, no valor de R$600 mil, foi lavrada em junho, e como a segunda também foi conseqüência das irregularidades que envolveram o transporte e a reembalagem da carga radioativa transportada de São Paulo para a Bahia, e que foi impedida pela população de entrar na INB\Caetité, no mês de maio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
A mesma área 170 foi interditada pela auditora do Ministério do Trabalho, Fernanda Giannasi, pelo assessor do Ministério Público do Rio de Janeiro, Robson Spinelli Gomes, e pelo procurador do Ministério Público do Trabalho, Antônio Marcos Silva de Jesus, durante a FPI. As punições contra a INB incluíram ainda advertências, autuações e recomendações de outros órgãos estaduais de fiscalização. Mas as punições por si só não neutralizam as desconfianças sobre o funcionamento da INB, pois apesar da gravidade da situação levantada pela inspeção, as populações da região criticam a falta de medidas concretas por parte do Estado frente às suas demandas por soluções urgentes para os problemas que enfrentam, principalmente a escassez e a contaminação da água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
Para elas, o anuncio festivo feito prefeito do município e pela INB de que a empresa vai construir um adutora para garantir o abastecimento permanente dos cinco mil moradores de Maniaçu, distrito sede da mineração, não passa de mais uma cortina de fumaça pra tentar esconder os prejuízos sócio ambientais e econômicos que esta atividade tem levado à região, em especial aos moradores do entorno da mina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
Até porque durante a FPI, a equipe técnica da Funasa constatou o que os movimentos sociais e populares vêm denunciando e pedindo providencias, há anos, sem que as autoridades competentes atendam os seus reclamos. A Funasa comprovou que o Governo da Bahia e os Prefeitos de Caetité e Lagoa Real não estão cumprindo as determinações da liminar concedida pelo juiz de Direito de Caetité a uma Ação Civil Pública, movida pelo Ministério Público Estadual, em 2009, contra a INB, o Estado da Bahia e os referidos municípios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As populações estão na expectativa de que o resultado desta apuração da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) resulte na adoção das providencias cabíveis pela Justiça da Bahia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;strong style="color: #804000;"&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: Associação Movimento Paulo Jackson/EcoAgência&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-7809686150989380891?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/axeV-tdFg3Y" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/axeV-tdFg3Y/irregularidades-paralisam-producao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/08/irregularidades-paralisam-producao-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-4636950912725980830</guid><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-23T12:34:56.526-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Conferencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Biodiversidade</category><title>Conferência sobre o Ano Internacional da Biodiversidade</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;A Conferência sobre o Ano Internacional da Biodiversidade ocorre, em São Paulo, em 23 de novembro 2010.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_gncWdizGDoI/S0zCdiPZpHI/AAAAAAAADnE/QvdggnlUisQ/s400/mata_atlantica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://2.bp.blogspot.com/_gncWdizGDoI/S0zCdiPZpHI/AAAAAAAADnE/QvdggnlUisQ/s400/mata_atlantica.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O evento realizado pelo Instituto Humanitare que tem a missão de aproximar a sociedade civil das Nações Unidas (ONU) é voltado a convidados, autoridades, empresário, executivos, Imprensa e acadêmicos. Foi autorizado pela CDB (Convenção da Diversidade Biológica), organismo do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), responsável pela coordenação mundial das atividades do Ano da Biodiversidade e tem a cooperação do HSBC e da VALE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2010 foi eleito o Ano Internacional da Biodiversidade pela Assembleia Geral das Nações Unidas. No Brasil, o Instituto Humanitare programou ações de conscientização, educação, reconhecimento e incentivo à preservação da diversidade biológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência no Brasil contará com palestrantes como o especialista em biodiversidade do Banco Mundial, Dr. Thomas Lovejoy; o vice-diretor do Observatório Mundial de Conservação (PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), Maxwell Gomera; o “Chair” Mundial do Ano Internacional da Química (em 2011), Dr. John Malin e a Diretora Regional da ONU-HABITAT (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos) para América Latina e Caribe, Cecília Martinez, entre outros. O patrono da Conferência é o Professor Emérito da USP (Universidade de São Paulo), Dr. Paulo Nogueira-Neto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além das palestras, ocorrerão mesas redondas e o evento poderá ser acompanhado pela internet em tempo real. Nesta mesma data estão agendados: o pré-lançamento do livro “Uma Trajetória Ambientalista – Diário de Paulo Nogueira-Neto” e o lançamento da Cátedra da ONU-HABITAT “Cidades Inovadoras e Sustentáveis”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O programa do Ano Internacional da Biodiversidade no Brasil possui o apoio institucional também do governo brasileiro, do UNIC – Centro de Informações das Nações Unidas, Secretariado Geral da ONU, do PNUMA e da ONU-HABITAT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento tem papel estratégico, pois fecha as discussões das conferências que ocorreram no mundo em 2010 e traz o olhar sobre sustentabilidade de empresas como Bosch, HSBC, Siemens, VALE, de entidades como o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), de consultorias como a McKinsey e do setor acadêmico (Universidade de São Paulo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conferência contará com palestra do Prof. Dr. John Malin, presidente do Comitê Gestor Mundial da ONU, que fará o pré- lançamento do Programa das Nações Unidas para 2011 – Ano Internacional da Química; a Sra. Sheila Pimentel, presidente do Instituto Humanitare apresentará a programação prevista para acontecer no Brasil em 2011 para o Ano Internacional das Florestas e Ano Internacional da Química e, ainda, incentiva a coalizão da sociedade civil em direção a Rio+20 (que ocorrerá no Rio de Janeiro em 2012).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agenda - O Instituto Humanitare – aproximando a sociedade civil às Nações Unidas – realiza, em São Paulo, as seguintes atividades alusivas ao Ano Internacional da Biodiversidade (2010).&lt;br /&gt;
Dia 23/11/2010 – das 08:00 às 20 horas - Conferência Internacional alusiva ao Ano Internacional da Biodiversidade. Alerta à Vida: a sobrevivência humana depende da Biodiversidade.&lt;br /&gt;
Local: O evento ocorrerá na Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo – Rua Hungria, 1.000 - São Paulo (SP), Sala Marc Chagall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dias 22/11/2010 a 25/11/2010 – Agenda Corporativa com comitiva de especialistas mundiais da conferência em visitas a representativas empresas e entidades brasileiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a Cátedra Cidades Inovadoras e Sustentáveis:&lt;br /&gt;
A Cátedra pretende formar multiplicadores e gestores especializados na implantação de políticas públicas e de interesses privados para serem tentáculos para a implantação dos programas da ONU-HABITAT, incentivando o empreendedorismo dedicado às questões de cidades - Direito a cidades melhores, mais saudáveis e sustentáveis” para países de língua portuguesa e países da relação sul-sul.; fornecendo conhecimentos, melhores práticas e ferramentas; promovendo conscientização e educação e reconhecendo e incentivado modelos de referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implantação do projeto terá cinco fases, que se iniciam no começo de 2011 e terminam no fim de 2012: Fase I – Estudo de Viabilidade, Fase II – Implantação de um Programa Piloto, Fase III – Planejamento 2012-2013, Fase IV- Implantação e Divulgação, Fase V- Avaliação de Resultados e Planejamento Futuro (2013-2015).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cooperação: Academias, Empresas signatárias de cooperação com a ONU-HABITAT, outras relacionadas com o Instituto Humanitare e designadas aos interesses do programa, organismos públicos federais, estaduais e municipais, entidades do terceiro setor especialmente as ligadas diretamente ao assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sobre o Instituto Humanitare:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Humanitare promove a aproximação entre a sociedade civil e as Nações Unidas para incentivar o desenvolvimento sustentável, a implantação de boas práticas, a formação de modelos multiplicadores e de lideranças globalmente responsáveis de forma a impactar positivamente na governança e políticas públicas que beneficiem o Brasil, os países de língua portuguesa e os países da relação sul-sul.&lt;br /&gt;
Seguindo a agenda do Secretariado Geral da ONU, conecta diversos atores aos organismos do sistema no Brasil e no exterior, o Instituto traz as propostas dos programas e projetos, aplicando-os de modo a incluir empresas, academia, terceiro setor, mídia e toda a sociedade nessas atividades, buscando o entendimento das culturas integradas à diplomacia empresarial e a diplomacia social como alicerces para o desenvolvimento pautado na retidão e nos princípios éticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Humanitare consolida-se com esse compromisso pelo bem da humanidade e do Planeta em pleno sinergismo com os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Conferência do Ano Internacional da Biodiversidade – Instituto Humanitare&lt;br /&gt;
Data e horário: 23 de novembro de 2010 - 08:00 às 20 horas&lt;br /&gt;
Local: Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo&lt;br /&gt;
Rua Hungria, 1.000 - São Paulo (SP).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-4636950912725980830?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/umg8jCNtAPE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/umg8jCNtAPE/conferencia-sobre-o-ano-internacional.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_gncWdizGDoI/S0zCdiPZpHI/AAAAAAAADnE/QvdggnlUisQ/s72-c/mata_atlantica.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/08/conferencia-sobre-o-ano-internacional.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6769991437824259808</guid><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-23T12:29:46.049-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crise Mundial</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sustentabilidade</category><title>Crise Social, crise financeira e sustentabilidade</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #414042; font-family: tahoma, arial; font-size: 12px; line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 10px; font-style: normal;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;por Jorge Abrahão, do Instituto Ethos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A junção da crise climática com a crise financeira global leva à necessidade de uma profunda reflexão sobre o modelo econômico e civilizatório adotado pela maioria dos países da Terra.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/08/1215.jpg" style="color: #40ad4c; cursor: pointer; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="1215 Crise Social, crise financeira e sustentabilidade" class="alignleft size-full wp-image-25601" height="242" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/08/1215.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="1" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;A grave situação atual do mundo confirma Vinícius de Moraes: é impossível ser feliz sozinho. Mas como “estar junto” e “feliz”? Esta é a pergunta que está nas ruas, nas casas, nas empresas, nos corações e mentes dos cidadãos. Respondê-la é abrir as portas para um novo mundo, mais justo e solidário. O caminho, como no verso do poeta espanhol Antonio Machado, está sendo feito ao caminhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A inquietação dos manifestantes das ruas do Oriente Médio, da Europa e do Chile não é diferente daquela que está presente entre executivos e funcionários de empresas. Existe alguma coisa de muito estragada no modelo de civilização, que já não pode mais ser disfarçada por “perfumes”, ou seja, por ações contemporizadoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O que está acontecendo com a vida da gente e as certezas que temos? Não é simples de explicar e exige esforço para entender, mas é preciso encarar essa tarefa. Então, vamos lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Estamos vivendo duas crises combinadas e desiguais em intensidade e espaço temporal. Uma, de impacto planetário-civilizatório, ainda tem suas consequências pouco conhecidas. É chamada de “mudanças climáticas”. A outra, de modelo de desenvolvimento – e chamada de crise financeira –, emergiu com força em setembro de 2008, amainou um pouco em 2010, mas voltou em 2011, agora sob outros nomes – crise fiscal, da dívida pública, do orçamento, etc –, mas uma mesma origem: as vultosas somas que os governos dos países centrais desembolsaram para salvar os bancos em 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Esse dinheiro não voltou para produção, a fim de gerar emprego, renda e impostos que reporiam as despesas. Esse dinheiro – público – foi usado pelos bancos para recompor a especulação financeira. Com isso, os governos agora não têm de onde tirar recursos para honrar seus compromissos com credores, com aposentados, com professores ou com os usuários de serviços públicos essenciais, que são os cidadãos comuns. O reflexo dessa escassez está nas ruas do Oriente Médio e da Europa.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Nenhum continente ou país está imune a qualquer das duas crises. Em alguma medida, todos sofrerão com elas, a menos que se entenda o que está ocorrendo e se consiga compreender que não haverá saída para um país isoladamente. Ou toda a humanidade encontra a solução, ou as crises vão se repetir a cada ciclo, cada vez mais profundas e mais dolorosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;E a solução para a primeira crise passa pelo entendimento da segunda, que é a de que há uma incapacidade estrutural de os mercados darem conta das demandas socioambientais e econômicas, bem como de autorregulação e de transparência.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A sociedade está dando mostras de que não aguenta mais um modelo de desenvolvimento que não resolve as demandas mais corriqueiras e que gera enorme desigualdade social. O novo modelo desejado anda “suspirando no breu das tocas”, mas ainda não encontrou sua expressão mais acabada. Porque ele será uma construção coletiva de bem-estar e felicidade ou, simplesmente, “não será”.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Tempo da utopia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;As empresas têm avançado um pouco mais na discussão de outro padrão de negócios, aprofundando também o debate sobre o que deve ser a sociedade que suporte esses negócios. Mas, o tema é grande demais e não pode ficar circunscrito a nenhum segmento.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definir novos padrões de consumo, produção, cultura e comportamento significa também discutir as novas fronteiras da liberdade individual, que, gostemos ou não, está no cerne do tamanho do impacto das crises. Abre-se, então, um novo espaço para a utopia – aquele lugar ideal onde todos queremos viver. Construir um novo modelo de desenvolvimento retoma o pensamento utópico relegado a segundo plano desde que alguns sábios decidiram que a História tinha morrido e que o deus mercado daria conta de tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Como será essa sociedade nova que começa a ser desenhada em lugares tão díspares quanto a internet, a rua e o escritório de uma empresa? O consumo precisará ser encarado como um ato de cidadania, mais do que de satisfação de um “desejo” individual. E os produtos e serviços dele decorrentes deverá ser resultado de um processo de diálogo entre cidadãos e agentes produtivos. Donde pode decorrer uma democracia participativa, calcada em processos de diálogo bastante estruturados, capilarizados e abrangentes, para de fato dar voz e decisão a todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os governos, portanto, serão muito mais agentes indutores de políticas públicas respaldadas pela sociedade. E as empresas, agentes operadores dessas políticas, em todos os níveis, suprindo as necessidades e demandas identificadas nesse processo constante de diálogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Economia verde, inclusiva e responsável&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O mundo terá uma oportunidade de ouro para ao menos começar a estabelecer os alicerces do novo mundo: a Rio+20. Por isso, é tão importante a sociedade brasileira mobilizar-se para encaminhar propostas para esse encontro; mais do que isso, induzir a sociedade civil dos demais países a também se mexer para trazer idéias e propostas inovadoras – utópicas, não importa. Precisamos voltar a sonhar, porque no sonho tornamos possível o impossível e, aí, quando acordamos, achamos os meios para realizá-lo, já dizia um certo barbudo de Viena.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Outro barbudo, este alemão, fez uma afirmação que cabe bem aos revoltosos de hoje: revolta “contra” ou “a favor” não é revolução, não muda, a menos que haja uma “teoria” que dê sustentação à mudança. Pois é disso que se trata a Rio+20: um momento para dar alicerces mais firmes a uma teoria para mudar a economia – e a civilização – do século XXI.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Há um ponto de partida, no caso do Brasil, que é a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-974Plataforma%20por%20uma%20Economia%20Inclusiva,%20Verde%20e%20Respons%C3%A1vel.pdf" style="color: #40ad4c; cursor: pointer; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Plataforma para uma Economia Verde, Inclusiva e Responsável&lt;/a&gt;. Ela própria uma construção coletiva de várias empresas que vem sendo refeita à medida que novos parceiros resolvem assumi-la e enriquecê-la com suas próprias visões de mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;* Publicado originalmente no site do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/6128/servicos_do_portal/noticias/itens/crise_social,_crise_financeira_e_sustentabilidade.aspx" style="color: #40ad4c; cursor: pointer; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Instituto Ethos&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;(Instituto Ethos)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6769991437824259808?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/vBmyXYAIkM0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/vBmyXYAIkM0/crise-social-crise-financeira-e.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/08/crise-social-crise-financeira-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-1184644039073733770</guid><pubDate>Mon, 22 Aug 2011 20:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-22T17:53:07.777-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecosurfi</category><title>Concurso fotográfico convida surfistas a registrar desafios ambientais</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-O3Ax_QWkrjE/TjQkUh6z9mI/AAAAAAAAACo/WpSIfcufgiQ/s1600/cartazmamp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" id=":current_picnik_image" src="http://1.bp.blogspot.com/-O3Ax_QWkrjE/TjQkUh6z9mI/AAAAAAAAACo/WpSIfcufgiQ/s400/cartazmamp.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Surfistas de todo o Brasil estão convidados a participar de uma importante campanha socioambiental. Trata-se do Concurso Fotográfico “Mata Atlântica, Minha Praia”, que em sua primeira edição traz o tema “Desafios da proteção da zona costeira”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os participantes que enviarem suas fotografias estarão colaborando com a produção de um mosaico de visões. O objetivo do concurso é reunir fotografias que ajudem a retratar, a partir do olhar dos próprios surfistas, problemas ambientais e ações positivas de cuidado com a Mata Atlântica, seus ecossistemas e rios costeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As 30 melhores fotografias, eleitas pelo Conselho Curador, farão parte de uma exposição itinerante e as 3 melhores eleitas pelo juri popular, por meio do Facebook, serão premiadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições estão abertas até o dia 26 de agosto. A partir de 1º de Setembro acontece a votação pelo Facebook da Ecosurfi. A premiação serão realizada no final de setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O concurso é uma ação da campanha Eu surfo na Mata Atlântica e está sendo promovido pela Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas, no contexto do Movimento Surfe Sustentável, e conta com o apoio do artista Erick Wilson.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais informações, saber como participar e baixar o regulamento, acesse a &lt;a href="http://surfsustentavel.ning.com/page/mata-atlanca-minha-praia"&gt;página do concurso no site da Rede de Ecosurfistas pelo Meio Ambiente&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-1184644039073733770?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/D4sP-Vu58T4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/D4sP-Vu58T4/concurso-fotografico-convida-surfistas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-O3Ax_QWkrjE/TjQkUh6z9mI/AAAAAAAAACo/WpSIfcufgiQ/s72-c/cartazmamp.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/08/concurso-fotografico-convida-surfistas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6602335059692533618</guid><pubDate>Tue, 03 May 2011 16:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-22T17:23:08.303-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bandeira Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consciencia</category><title>País dá exemplo ao mundo</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
A Bolívia está em vias da aprovar a primeira legislação mundial dando à natureza direitos iguais aos dos humanos. A Lei da Mãe Terra, que conta com apoio de políticos e grupos sociais, é uma enorme redefinição de direitos. Ela qualifica os ricos depósitos minerais do país como "bençãos", e se espera que promova uma mudança importante na conservação e em medidas sociais para a redução da poluição e controle da indústria, em um país que tem sido há anos destruído por conta de seus recursos, informa o &lt;a href="http://www.celsias.com/article/bolivia-set-pass-world-first-laws-giving-all-natur/"&gt;Celsias&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Conferência do Clima de Cancun, a Bolívia destoou da maioria quando declarou que todo o processo era uma farsa, e que países em desenvolvimento não apenas estavam carregando a cruz da mudança do clima como, com novas medidas, teriam de cortar também mais suas emissões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lei da Mãe Terra vai estabelcer 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente. Ela também vai assegurar o direito de o país "não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o vice-presidente Alvaro García Linera. "ela estabelece uma nova relação entre homem e natureza. A harmonia que tem de ser preservada como garantia de sua regeneração. A terra é a mãe de todos". &amp;nbsp;O presidente Evo Morales é o primeiro indígena americano a ocupar tal cargo, e tem sido um crítico veemente de países industrializados que não estão dispostos a manter o aquecimento da temperatura em um grau. É compreensível, já que o grau de aquecimento, que poderia chegar de 3.5 a &amp;nbsp;4 graus centígrados, dadas tendências atuais, significaria a desertifição de grande parte da Bolívia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta mudança significa a ressurgência da visão de um mundo indígena andino, que coloca a deusa da Terra e do ambiente, Pachamama, no centro de toda a vida. Esta visão considera iguais os direitos humanos e de todas as outras entidades. A Bolivia sofre há tempos sérios problema ambientais com a mineração de alumínio, prata, ouro e outras matérias primas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro do exterior David Choquehuanca disse que o respeito tradicional dos índios por Pachamama é vital para impedir a mudança do clima. "Nossos antepassados nos ensinaram que pertencemos a uma grande família de plantas e animais. Nós, povos indígenas, podemos com nossos valores contribuir com a solução das crises energética, climática e alimentar". &amp;nbsp;Segundo a filosofia indígena, Pachamama é "sagrada, fértil e a fonte da vida que alimenta e cuida de todos os seres viventes em seu ventre."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ilustração: Jonata / Open Clipart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/bolivia-cria-lei-mae-terra-287125_post.shtml"&gt;Planeta Sustentável&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6602335059692533618?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/CVMt1pZjhgA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/CVMt1pZjhgA/pais-da-exemplo-ao-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/05/pais-da-exemplo-ao-mundo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-5467320539557007775</guid><pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-19T10:54:39.417-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contra a Humanidade</category><title>A Floresta é nossa!!!</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2010/06/natureza-morta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="317" src="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2010/06/natureza-morta.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0mm; margin-top: 1.01mm;"&gt;&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="color: #2323dc;"&gt;&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Caros,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;A Lei Florestal está ameaçada pela bancada da moto-serra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;É contrabando de madeira e pilhagem de carvão vegetal siderúrgico que não acaba.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;É invasão de terras públicas e indígenas com escrituras griladas, muitas vezes cadáveres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;É a burrice da monocultura transgênica saturada de agro-venenos para exportar com prejuízo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;São 200 Milhões Hectare de pasto sub-utilizado com a ridícula quantia de Um Boi por Ha. Quase 1/4 do País.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Se dobramos a produtividade, liberamos 60MHa para dobrar a Agricultura e 40MHa para repor a Mata Nativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Não Falta Terra Para Plantar Alimentos, nem para Agro-Indústria inteligente. Sobram sim pastos improdutivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Exceto casos pontuais de uso urbano, mineração, energético, não é necessário desmatar mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Latifundiários e maus agronegociantes se furtam a Cadastrar as Terras e Averbar a Reserva Legal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Queremos na Internet o Cadastro Geo-Referido dos imóveis, sem parcelar, de imediato os maiores de 100 Ha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;A Lavoura Familiar necessita e quer apoio técnico e financeiro para Plantar Comida e Restaurar Floresta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Agricultores Familiares fazem Lavoura de Alimentos em 1/5 da terra e produzem 4/5 do cardápio brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Agro-negociantes ficam com a maioria do crédito, isenção fiscal ao exportar, e fogem de plantar comida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;São quase R$ 10 Bilhões de Multas Ambientais e quase R$ 100 Bilhões de dívida financeira à beira do calote.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Mais que a soma dos orçamentos anuais de Educação e Saúde, poderíamos restaurar as Florestas destruídas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;O Executivo aplicou a Lei Florestal em 2008 e conteve o desmatamento, se acerca a cobrança das sanções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;No afogadilho dos endividados, os latifundiários e agro-negociantes tentam desmanchar a Lei e cavar anistia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Usam os agricultores miúdos como desculpa para derrubar a Lei, depois enxotam para as periferias urbanas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Dizem aos pobres urbanos, menos de 1% do território, para se "regularizar" nos morros e várzeas precários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;O que a gente quer é moradia urbana digna, com transporte popular e educação pública de qualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;A crise Ambiental e Energética é mundial. É o conflito do passado com o Século XXI.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Energia Fóssil de Carvão e Petróleo está pela hora da morte, querem agora a terra, água e ar, sol e floresta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Não podemos vacilar e dar mole para os especuladores internacionais de Recursos Naturais escassos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Queremos é Soberania Alimentar e Energética com Justiça Social e Respeito Ambiental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;O Petróleo é Nosso, a Floresta é da Gente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Basta de matança de fiscal, freira, posseiro, indígena, quilombola, ambientalista e sem-terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Basta de exportar na bacia-das-almas nossos Recursos Naturais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Basta de catástrofes ambientais em áreas urbanas de risco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Basta de devastação Florestal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Unir o Povo e a Natureza é o melhor do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Desmatamento Zero !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;O Código Florestal brasileiro está ameaçado e com ele centenas de milhares de hectares matas nativas no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Se os deputados aprovarem as mudanças do Relato AldoRebelo, ficaremos muito mais vulneráveis a catástrofes, os desmatadores serão anistiados e perderemos mais florestas e fauna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'DejaVu Sans', sans-serif;"&gt;Divulgue a defesa do Código Florestal Brasileiro. Peça aos amigos e familiares para assinarem a petição, divulgue o link: &lt;a href="http://www.avaaz.org/po/peticao_codigo_florestal/97.phpcl_tta_sign=d538988d2348309cd868561e693ca88b"&gt;Floresta de Todos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-5467320539557007775?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/XesZ3kGjPQc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/XesZ3kGjPQc/floresta-e-nossa.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/04/floresta-e-nossa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6619947630998614238</guid><pubDate>Fri, 18 Feb 2011 18:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-18T16:50:07.464-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecobservatório</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consciencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura Caiçara</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">EcoVideo</category><title>Hoje: “Onde o Mar Encontra Pessoas”</title><description>&lt;br&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;i&gt;Documentário traz o panorama das relações &lt;br /&gt;
humanas com o mar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3LJzK3TA4h4/TV0qi-BXIUI/AAAAAAAAJhk/r4WInRSv75o/s1600/Poster_logo_Ecosurfi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-3LJzK3TA4h4/TV0qi-BXIUI/AAAAAAAAJhk/r4WInRSv75o/s320/Poster_logo_Ecosurfi.jpg" width="198" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A relação de pertencimento dos seres vivos com o mar data da origem da vida no planeta Terra. Esse mesmo mar, que muitos dizem que separam os continentes foi utilizado no passado para unir os povos no período das grandes navegações, e até hoje, ainda estreita as populações dessa enorme aldeia global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surfistas e pescadores são apenas alguns dos atores que se relacionam diretamente com a energia desse templo da natureza, e que perpetuam a sua cultura e história através da mística que os envolve enquanto “seres de água salgada”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta próxima sexta-feira (18/02) será lançado pela Ecosurfi o documentário “Onde o Mar Encontra Pessoas”, longa metragem produzido e dirigido pelo itanhaense Jonas Martinelli, que retratou através de imagens o panorama de como é viver uma relação cotidiana de trabalho com o mar na cidade de Itanhaém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção traz entrevistas com pescadores, surfistas, comerciantes e guarda-vidas, que estão diretamente em contato com o Mar e toda a sua metamorfose natural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num contraponto importante o documentário expõe e investiga as incongruências que rondam a história oficial da cidade de Itanhaém através das contribuições do pesquisador Eduardo Britto, que estuda há mais de 22 anos a história da cidade e investiga as ações público – administrativas referentes a utilização do mar na região. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TRAILER&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/B8l5oKu8ZnA" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Documentário será exibido na sede da Ecosurfi a partir da 21hs nessa sexta-feira (18/02).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endereço: Rua Maria Deolinda Assunção Salles, 80&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Jardim Mosteiro / Itanhaém&lt;br /&gt;
Maiores Informações: 13 3426 8138 / 13 9751 0332&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Título Original: “Onde o Mar Encontra Pessoas”&lt;br /&gt;
Gênero: Documentário&lt;br /&gt;
Tempo de Duração: 55 min&lt;br /&gt;
Ano de Lançamento: 2010&lt;br /&gt;
Qualidade: DVDRip&lt;br /&gt;
Formato: Rmvb&lt;br /&gt;
Áudio: Português&lt;br /&gt;
Legenda: Sl&lt;br /&gt;
Tamanho: 268 mb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinopse: No documentário “Onde o Mar Encontra Pessoas”, o diretor e produtor Jonas Martinelli apresenta uma ótica ainda pouco explorada da relação de pessoas que convivem diretamente com tudo o que acontece com o mar, e mostra como ocorre a ligação de suas vidas com a “’Água salgada”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Direção e Produção Jonas Martinelli;&lt;br /&gt;
Co-produção Leandro Bertasi;&lt;br /&gt;
Produção Executiva João Martinelli; e&lt;br /&gt;
Pesquisa Bruno Martinelli&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6619947630998614238?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/gv7XxLlNtSY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/gv7XxLlNtSY/hoje-onde-o-mar-encontra-pessoas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-3LJzK3TA4h4/TV0qi-BXIUI/AAAAAAAAJhk/r4WInRSv75o/s72-c/Poster_logo_Ecosurfi.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/02/hoje-onde-o-mar-encontra-pessoas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-5449610756563266784</guid><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 14:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-03T12:04:05.638-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surfe</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surf Sustentavel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecosurfi</category><title>Surfistas criam prancha feita com 90% de materiais renováveis</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/hoWqmsjgAAI" title="YouTube video player" type="text/html" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 22px;"&gt;&lt;i style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Vídeo de apresentação da prancha no concurso, em inglês.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização de materiais que não fazem mal ao planeta pode ser encontrada em vários objetos, inclusive em pranchas de surf. A marca alemã&amp;nbsp;&lt;a href="http://kuntiqi.com/" style="background-color: transparent; border-style: none; color: #2a772d; font-size: 13px; margin: 0px; outline-style: none; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;Kun_Tiqi&lt;/a&gt;&amp;nbsp;fabrica as pranchas a partir de madeira de balsa cultivada de maneira sustentável em uma fazenda do Equador.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span id="more-9721" style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="background-color: #f7f7f7; border: 1px solid rgb(208, 208, 208); display: block; font-size: 13px; margin: 10px auto; outline-width: 0px; padding: 4px 0px 0px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 435px;"&gt;&lt;img alt="kun_tiqi" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/janeiro/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de-materiais/images/kentiqi.jpg" style="background-color: transparent; border-style: none; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;" width="425" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="background-color: transparent; border-width: 0px; color: black; font-size: 12px; line-height: 17px; margin: 0px 0px 3px; outline-width: 0px; padding: 5px; vertical-align: baseline;"&gt;Ela é laminada com uma resina com com 98% de linhaça / Foto: Divulgação&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;De acordo com o site, 90% da prancha é feita de matéria prima natural e renovável. Depois de adquirir a forma devida, ele é laminado com uma resina feita com 98% de linhaça e sem ingredientes tóxicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="background-color: #f7f7f7; border: 1px solid rgb(208, 208, 208); display: block; font-size: 13px; margin: 10px auto; outline-width: 0px; padding: 4px 0px 0px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 435px;"&gt;&lt;img alt="prancha 1" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/janeiro/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de-materiais/images/prancha-1.jpg" style="background-color: transparent; border-style: none; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;" width="425" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="background-color: transparent; border-width: 0px; color: black; font-size: 12px; line-height: 17px; margin: 0px 0px 3px; outline-width: 0px; padding: 5px; vertical-align: baseline;"&gt;A marca Kun_Tiqi produz as suas pranchas de maneira sustentável / Foto: Divulgação&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A vantagem de usar esse tipo de madeira é que ela cresce muito rápido (dez metros em menos de quatro anos), é fácil de ser reciclada e não produz toxinas. Ela é cultivada por Don Zandoval e as família, que planta as árvores de acordo com as leis locais e um sistema sustentável de cultivo (como o Comércio Justo).&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="background-color: #f7f7f7; border: 1px solid rgb(208, 208, 208); display: block; font-size: 13px; margin: 10px auto; outline-width: 0px; padding: 4px 0px 0px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 435px;"&gt;&lt;img alt="surf" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/janeiro/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de-materiais/images/surf-2.jpg" style="background-color: transparent; border-style: none; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;" width="425" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="background-color: transparent; border-width: 0px; color: black; font-size: 12px; line-height: 17px; margin: 0px 0px 3px; outline-width: 0px; padding: 5px; vertical-align: baseline;"&gt;As pranchas são mais resistentes, flexíveis e duráveis / Foto: Divulgação&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Já que o processo de fabricação é todo feito a mão, as pranchas levam, em média, seis vezes mais tempo para ficarem prontas do que as produzidas de forma convencional. Esse é um dos fatores que fazem as pranchas serem mais flexíveis, estáveis e terem maior durabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px 0px 20px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Os “surfistas que se importam”, como diz o slogan da marca, ainda apontam outra vantagem do uso da madeira: no final da vida útil, o artigo é utilizado como composto e fertilizante de solo.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="background-color: #f7f7f7; border: 1px solid rgb(208, 208, 208); display: block; font-size: 13px; margin: 10px auto; outline-width: 0px; padding: 4px 0px 0px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 435px;"&gt;&lt;img alt="don zandoval ecuador" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/janeiro/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de-materiais/images/don-zandoval-ecuador.jpg" style="background-color: transparent; border-style: none; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;" width="425" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="background-color: transparent; border-width: 0px; color: black; font-size: 12px; line-height: 17px; margin: 0px 0px 3px; outline-width: 0px; padding: 5px; vertical-align: baseline;"&gt;Don Zandoval e sua família cultivam a madeira balsa de maneira sustentável / Foto:Divulgação&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-5449610756563266784?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/XLxRjgU7MSo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/XLxRjgU7MSo/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/hoWqmsjgAAI/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/02/surfistas-criam-prancha-feita-com-90-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-4364357603310444222</guid><pubDate>Thu, 20 Jan 2011 21:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-23T12:31:33.987-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Para pensar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contra a Humanidade</category><title>Ato Contra Energia Nuclear</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/198022_1870519838123_1094918281_32168361_7742273_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/198022_1870519838123_1094918281_32168361_7742273_n.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-4364357603310444222?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/wfJolUjsKbM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/wfJolUjsKbM/ato-contra-energia-nuclear.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/03/ato-contra-energia-nuclear.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-6534288305065105538</guid><pubDate>Tue, 04 Jan 2011 15:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-23T12:32:48.836-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contra a Humanidade</category><title>Eu sou contra o "Novo Código Florestal" !!!</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-B0jw88IFL9E/TcF5QyUqE4I/AAAAAAAAVSg/AUGEW8vPjRg/s1600/229023_207950922571719_182298545136957_644910_7257010_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="303" src="http://1.bp.blogspot.com/-B0jw88IFL9E/TcF5QyUqE4I/AAAAAAAAVSg/AUGEW8vPjRg/s400/229023_207950922571719_182298545136957_644910_7257010_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-6534288305065105538?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/eycOx-6z7sU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/eycOx-6z7sU/eu-sou-contra-o-novo-codigo-florestal.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-B0jw88IFL9E/TcF5QyUqE4I/AAAAAAAAVSg/AUGEW8vPjRg/s72-c/229023_207950922571719_182298545136957_644910_7257010_n.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2011/05/eu-sou-contra-o-novo-codigo-florestal.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-5756893650334170054</guid><pubDate>Fri, 05 Nov 2010 19:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-05T17:35:36.457-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação Ambiental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poluição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bandeira Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto ORG</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consciencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oceanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecosurfi</category><title>Todos por praias mais limpas</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ZhcrRJXNGeg/TNRUohlp0oI/AAAAAAAAIVs/O2GO1qXeCQw/s1600/DSC05880.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_ZhcrRJXNGeg/TNRUohlp0oI/AAAAAAAAIVs/O2GO1qXeCQw/s320/DSC05880.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A campanha “Vamos Limpar o Mundo” 2010, aconteceu na cidade de Itanhaém e contou com a participação de voluntários por toda a cidade. As ações percorreram praias, ilhas, costões rochosos, rios, trilhas e matas ciliares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Centenas de quilos de detritos foram retirados da área costeira. Todo o material coletado foi analisado através da qualificação por tipo e quantidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dados registrados foram sistematizados e enviados através do relatório de despoluição produzido pela Ecosurfi, para as organizações ambientalistas internacionais, a norte americana Ocean Conservancy e a australiana Clean Up the World. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os números da campanha “Vamos Limpar o Mundo” 2010, vão servir de subsidio para a elaboração do diagnóstico sobre a contaminação dos oceanos por resíduos sólidos, que está sendo produzido pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Confira a galeria de fotos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Praia dos Sonhos e Praia dos Pescadores&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fecosurfi.brasil%2Falbumid%2F5536071652391067633%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Praia do Suarão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fecosurfi.brasil%2Falbumid%2F5536075813247742081%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Praia do Gaivota e Rio Piaçaguera&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fecosurfi.brasil%2Falbumid%2F5536077281669138401%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-5756893650334170054?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/lTIlz4rNJwA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/lTIlz4rNJwA/todos-por-praias-mais-limpas.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_ZhcrRJXNGeg/TNRUohlp0oI/AAAAAAAAIVs/O2GO1qXeCQw/s72-c/DSC05880.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/11/todos-por-praias-mais-limpas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-3336107834103530374</guid><pubDate>Wed, 03 Nov 2010 23:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-03T21:23:12.442-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surfe</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Homenagem</category><title>Uma perda para o surfe global. Andy Irons deixou o oceano mais triste!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/TNHhjenNPzI/AAAAAAAAU4I/d1CknpufXng/s1600/AI.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://4.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/TNHhjenNPzI/AAAAAAAAU4I/d1CknpufXng/s400/AI.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Por: Edinho Leite / &lt;a href="http://espnbrasil.terra.com.br/edinholeite/post/157759_ANDY+IRONS+SERA+HOMENAGEADO+EM+MIDDLES"&gt;ESPN&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a manhã mais cinza desde que chegamos a Porto Rico. O sol está encoberto por nuvens pesadas. Há uma tempestade no horizonte anunciando possibilidade de um furacão, Tomas. Porém, antes dele, outra tormenta inesperada e devastadora, atingiu a todos. O RipCurl Pro Puerto Rico, em sua 3ª fase, que seria provavelmente cancelado hoje por falta de ondas, está parado por outro motivo. A falta de Andy Irons.&lt;br /&gt;
Uma enxurrada de mensagens e especulações inundou minha tentativa de objetividade para escrever essa matéria na madrugada triste e mal dormida em Porto Rico. Busca-se uma explicação, mas o fato é que nada pode mudar a triste realidade. Andy Irons faleceu em Dallas [EUA].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O laudo médico deve demorar a sair. Dengue hemorrágica? Por que ele não foi a um hospital depois de ter passado tão mal durante o vôo de escala a caminho de casa? Quem é o médico que tratou de Andy aqui em PR? Owen Wright declarou que está doente desde Portugal. Trevis Logie tem alguns sintomas. Mas, diferente do que alguns veículos estão divulgando, Andy Irons não veio de Portugal. Ele estava no Hawaii antes de voar para cá. Caio Salles pesquisou e descobriu que não há vôos sem escala de PR para Dallas. Sendo assim ele deve ter parado em Miami. A equipe da ESPN está buscando esclarecer tudo isso aqui em PR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vou descrever a carreira e o estilo de Andy Irons. Tricampeão, 19 vitórias no Tour, levou a etapa no Tahiti, em Teahupoo, esse ano. Isso será amplamente divulgado por todo canto. Prefiro me ater a um ponto que talvez pouca gente, entre as tantas que o idolatram ou criticam, pode saber. Andy Irons, para além do próprio personagem em que topou se transformar, seguindo o embalo generalizado de criar um contraponto para Kelly Slater, era um cara legal. Nunca foi um anjo, tinha seus problemas como todo mundo e talvez mais alguns por conta de sua personalidade obstinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dias antes de Andy vir a ser tricampeão mundial no Brasil [Imbituba, 2004] pude conhecê-lo, fora da praia e do contexto surf a que estamos acostumados. A situação proporcionou a chance de conversarmos um bom tempo sem nos apresentarmos oficialmente como jornalista e campeão mundial de surf. Fomos apenas dois caras trocando idéia sobre outros assuntos. Acreditem, havia muito mais sob a carapuça de “rival do Staler” que todo mundo conhece. Depois disso foi mais fácil entender algumas nuances da complexa personalidade de Andy. Virei fã do cara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A praia está vazia. Não há ninguém no mar. Logo mais uma homenagem oficial terá lugar aqui. O ídolo será elevado definitivamente ao status dos “Deuses do Surf”. Talvez o Pipe Master passe a ter seu nome, seria justo. A Fly In The Champagne, documentário baseado na rivalidade de Andy e Slater, será revisto mundo a fora. Merece. O documentário mostrou uma relação diferente entre os dois e criou uma nova dinâmica para a rivalidade deles. Só lembrando, o documentário foi idéia do Andy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veículos não muito confiáveis lançam mão de uma suspeita de overdose. Tem gente perguntando se o evento aqui será cancelado. Duvido muito. Uma sombra tão densa quanto o céu dessa manhã em Porto Rico se instalou sobre a festa, mas a vida continua e não haveria forma mais digna do que homenagear Andy com surf.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viemos para cá na esperança de assistirmos um décimo título mundial ser alcançado. Isso vai acontecer, agora ou em Pipeline, último evento da temporada 2011 do World Tour da ASP. A meu ver isso encerraria um ciclo inigualável no cenário esportivo. Só não imaginava que viesse a tomar essa dramaticidade inesperada. O rei será coroado. Seu maior oponente assistirá a isso de outra dimensão. Um final expressivo e inigualável, como o surf de Andy Irons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/F0MTW3ZiiOY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/F0MTW3ZiiOY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-3336107834103530374?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/gNO7G-GzRYs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/gNO7G-GzRYs/uma-perda-para-o-surfe-global-andy.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/TNHhjenNPzI/AAAAAAAAU4I/d1CknpufXng/s72-c/AI.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/11/uma-perda-para-o-surfe-global-andy.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-5467986017808455101</guid><pubDate>Mon, 25 Oct 2010 12:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-25T10:40:08.656-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bandeira Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto ORG</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto GOV</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mobilização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Biodiversidade</category><title>SOS DO KURUPIRA - ATENÇÃO PESSOAL - MATA ATLÂNTICA</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/SRmDUeW8DaI/AAAAAAAALW4/u_NEkyNoEP8/s1600/diadoambiente0ha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/SRmDUeW8DaI/AAAAAAAALW4/u_NEkyNoEP8/s320/diadoambiente0ha.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;É isto ai gente amiga. SOS! Ma-mãe natureza clamando por todos nós no dia 26 de Outubro aqui em São Paulo. Quem vai atender o pedido dela???&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Em jogo, as últimas áreas remanescentes do Litoral Paulista que estão preservadas desde muito antes de 1500 D.C.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; São as &lt;/span&gt;&lt;b style="color: white;"&gt;RESTINGAS FLORESTAIS DE BERTIOGA&lt;/b&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Após a Audiencia Pública, realizada em Bertioga, onde a grande maioria da população gritou alto e em bom tom: CHEGA DE DESTRUIÇÃO, a Fundação Florestal atendeu o pedido da sociedade e incluiu toda a Praia de Itaguaré na proposta de CONSERVAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; O SOS é o seguinte: TERÇA-FEIRA, DIA 26 DE OUTUBRO, AS 09:00, haverá uma reunião do CONSEMA para avaliar a proposta da Fundação Florestal de criar o PARQUE ESTADUAL DAS RESTINGAS DE BERTIOGA e também outras Unidades de Conservação, formando assim o MOSAICO DE UCs de BURIQUIOCA.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;b style="color: white;"&gt;TEMOS QUE ESTAR TODOS PRESENTES. &lt;/b&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; DAR O NOSSO APOIO PARA ESTA VITAL INICIATIVA DE CONSERVAÇÃO, QUE FOI FEITA EM CONJUNTO ENTRE O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, FUNDAÇÃO FLORESTAL E AS ONG'S AMBIENTALISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO E TAMBÉM POR MORADORES DE BERTIOGA E REGIÃO.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; VOCES, DAS REDES, LISTAS E ONG'S, NUNCA DECEPCIONARAM E SEMPRE FIZERAM A PARTE DE VOCES NESTA BATALHA POR UM NOVO MUNDO. AGORA É HORA DE NOVAMENTE LUTARMOS E LOTARMOS O AUDITÓRIO DO CONSEMA,  DEMONSTRANDO O NOSSO APOIO PARA A CONSERVAÇÃO DESTES RAROS ECOSSISTEMAS LITORANEOS.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; O endereço do CONSEMA é: Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 - Pinheiros - São Paulo/SP. É no prédio da CETESB, lá na Marginal do Rio Pinheiros. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Em anexo o mapa com a proposta do Mosaico Buriquioca de Conservação Ambiental da Fundação Florestal.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Vejam os videos da Audiencia Pública em Bertioga, ocorrido em 07 de Outubro:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.proam.org.br/tvproam.asp?ID=0" style="color: white;"&gt; http://www.proam.org.br/tvproam.asp?ID=0&lt;/a&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Quem puder assista a todos os videos. Excelente !!! A fala dos ambientalistas começam no video 8&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; E deixo aqui meu agradecimento pela existencia de todos voces. Todos, de todas as redes, dos orgãos públicos, os ING's os ONG's, os de lá e os de cá!!!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Para refletir : "Até o presente momento não encontramos vida em nenhum local da Galáxia. Só na Terra! Vejam como a vida é rara. tão rara....." Russel Mittermenier, Presidente da Conservation International em entrevista para a Revista Veja desta semana e ao final Lenine e suas influencias tropicalistas....&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt; Até gente, repassem em vossas listas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;br style="color: white;" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: white; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;Daniel Kurupira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;span xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"&gt;ibiosfera.org.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-5467986017808455101?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/OJI3J4RGr7Y" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/OJI3J4RGr7Y/sos-do-kurupira-atencao-pessoal-mata.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_2Eie5_UCcDU/SRmDUeW8DaI/AAAAAAAALW4/u_NEkyNoEP8/s72-c/diadoambiente0ha.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/10/sos-do-kurupira-atencao-pessoal-mata.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-3954627147366613545</guid><pubDate>Thu, 21 Oct 2010 03:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-21T01:03:15.841-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Anticorpos de GAIA</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecobservatório</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto GOV</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecosurfi</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mobilização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">EcoVideo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Para pensar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto ORG</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consciencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Surf Sustentavel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Degradação Ambienta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sensibilização</category><title>E assim eu falei</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xzvWP0mtO8U?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/xzvWP0mtO8U?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-3954627147366613545?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/RQVHWXFdLw8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/RQVHWXFdLw8/e-assim-eu-falei.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/10/e-assim-eu-falei.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-8247287330756441011</guid><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 14:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-15T11:25:10.855-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bandeira Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto ORG</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consciencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mundanças Ambientais Globais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Energia</category><title>Relatório da WWF diz que humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja-consome-50-mais-recursos-do-que-a-terra-consegue-oferecer/image_mini" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja-consome-50-mais-recursos-do-que-a-terra-consegue-oferecer/image_mini" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje já consumimos 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dados são da edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicada mundialmente na quarta-feira (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500&lt;br /&gt;
espécies. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, utilizamos o equivalente a um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida. Se continuarmos a viver além da capacidade do planeta, aponta o relatório, até 2030 precisaremos de uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a conseqüente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil –, que também são as mais pobres, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o relatório, nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies, graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados&amp;nbsp; nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/08out10_planetavivo_relatorio2010_completo_n9.pdf"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ler a versão completa do relatório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Consumo desigual&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O relatório reafirma um dado que já é conhecido: além de excessivo, o consumo é desigual. O excesso é predominante em nações mais ricas. Apenas os 32 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo das economias mais ricas e industrializadas do planeta – são responsáveis pelo consumo de 40% dos recursos disponíveis.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Rússia, índia e China não fazem parte da OCDE, mas, somados, têm o dobro dos habitantes dos países do grupo. E o relatório alerta que, mantido o atual modelo de desenvolvimento, os chamados países emergentes seguirão a mesma trajetória de degradação ambiental dos ricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Seriam necessários quatro planetas e meio para atender a uma população mundial (6,8 bilhões de pessoas) com um estilo de vida equiparável ao de quem vive hoje nos Emirados Árabes ou nos Estados Unidos", alerta Leape.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mudanças climáticas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o documento, devido ao aumento da geração e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, causado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e processos industriais, o planeta entrou em uma espécie de “cheque sem fundo” ecológico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa pegada de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, aumentou em 35% nos últimos 20 anos e atualmente é responsável por mais da metade da pegada ecológica global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o documento, os dez países com a maior pegada ecológica per capita são: Emirados Árabes Unidos, Catar, Dinamarca, Bélgica, Estados Unidos, Estônia, Canadá, Austrália, Kuwait e Irlanda.&amp;nbsp; O Brasil ocupa a 56º posição neste ranking.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma vez, a maior pegada é a dos países de alta renda. Em média, a pegada desses países é cinco vezes maior do que a dos países de baixa renda.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As espécies são a base dos ecossistemas,” afirmou Jonathan Baillie, diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, entidade que participou do levantamento.&amp;nbsp; “Ecossistemas saudáveis constituem as fundações de tudo o que nós temos – se perdemos isso, destruímos o sistema do qual depende a vida”, completou Baillie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil possui uma alta biocapacidade – relação entre a área disponível para agricultura, pastagem, pesca e florestas e o potencial de produtividade –, mas isso não nos coloca em uma situação confortável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A redução da desigualdade com aumento do poder aquisitivo da população brasileira é uma conquista positiva. No entanto, também nos coloca frente a um grande desafio que é o de crescer sem esgotar nossos recursos naturais”, destaca a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, o consumo das riquezas naturais é indispensável para a vida no planeta e é fator determinante do crescimento econômico. “O que precisamos é consumir menos e diferente. Ou seja, consumir de forma mais responsável, buscando um equilíbrio entre nossas necessidades e a capacidade da renovação da Terra”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O principal benefício do relatório é servir de ferramenta para os tomadores de decisão estimularem uma economia de baixo carbono, uma economia verde, criando novas oportunidades de crescimento para o país e protegendo os serviços ecossistêmicos que são a base de nosso desenvolvimento econômico”, afirma Hamú.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-8247287330756441011?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/skFjZCP9f-c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/skFjZCP9f-c/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/10/relatorio-da-wwf-diz-que-humanidade-ja.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5176035164897475505.post-2625440747682370103</guid><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 18:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-14T17:50:38.529-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sensibilização</category><title>No corre-corre da noite: B Negão fala e o SWU enxuga gelo</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G_gOZO0Qjko?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/G_gOZO0Qjko?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://feeds.feedburner.com/ecobservatorio&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5176035164897475505-2625440747682370103?l=ecobservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/JEfv/~4/3vrlbA570OM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/JEfv/~3/3vrlbA570OM/no-corre-corre-da-noite-b-negao-e-o-swu.html</link><author>noreply@blogger.com (João Malavolta)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecobservatorio.blogspot.com/2010/10/no-corre-corre-da-noite-b-negao-e-o-swu.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

