<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059</atom:id><lastBuildDate>Sun, 01 Sep 2024 06:20:29 +0000</lastBuildDate><title>REFLUXO</title><description>DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE

Sinônimos e nomes populares:

Esofagite de refluxo, hérnia de hiato, azia e refluxo. tudo sobre cirurgia, operação, etc..

O que é?

É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno) anormal do conteúdo estomacal para o esôfago. Náuseas e vômitos não costumam ocorrer.</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:summary>DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE Sinônimos e nomes populares: Esofagite de refluxo, hérnia de hiato, azia e refluxo. tudo sobre cirurgia, operação, etc.. O que é? É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno) anormal do conteúdo estomacal para o esôfago. Náuseas e vômitos não costumam ocorrer.</itunes:summary><itunes:subtitle>DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE Sinônimos e nomes populares: Esofagite de refluxo, hérnia de hiato, azia e refluxo. tudo sobre cirurgia, operação, etc.. O que é? É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-7636661103094477502</guid><pubDate>Wed, 07 Dec 2011 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-07T08:46:51.315-08:00</atom:updated><title>Entenda o que é refluxo e quais são seus sintomas</title><description>&lt;span itemprop="articleBody"&gt;Exageros de comida e bebidas causam mal  estar e, obviamente, o corpo acaba expelindo o que fez mal para o  organismo. Na maioria das vezes a primeira coisa que vem na cabeça é que  se trata de um “simples” vômito, no entanto, pode se tratar de uma  doença: o refluxo gastroesofágico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mal causa o retorno do  conteúdo líquido do estômago para o esôfago e, segundo o especialista em  cirurgia do aparelho digestivo Andrey Carlo, isso se dá na grande  maioria das vezes em pacientes com hérnia de hiato, ou seja, alargamento  do espaço por onde passa o esôfago para cavidade abdominal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  estudante de enfermagem Luciana Souza Catalani, 22 anos, diz que antes  de descobrir a doença sentia muitas dores e queimação no estômago.  “Achava que era relacionado a algum tipo de comida mais forte ou a  grandes quantidades. Fiz tratamento a base do remédio omeprazol e hoje  em dia ainda tenho o refluxo, mas não sinto mais as queimação no  estômago”, conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O médico lembra que os principais sintomas da  doença são dores no estômago, azia, má digestão, dispepsia, pirose e  sensação de plenitude gástrica. Ainda segundo Carlo, o refluxo é  diagnosticado através de exames clínicos e de imagens, como exemplo a  endoscopia digestiva alta, manometria e phmetria do esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O  refluxo pode atacar tanto os bebês, quanto os adultos e idosos, desde  que não façam uma alimentação adequada ou tenham uma hérnia de hiato”,  explica. O especialista alerta que os sintomas são praticamente os  mesmos para qualquer idade. &amp;nbsp;Segundo ele, devem-se evitar alimentos como  gorduras, frituras, bebidas gaseificadas, doces, chocolates e frutas  ácidas. “A alimentação ideal deve conter verduras, legumes, grelhados,  cozidos, carne magra e leite (apenas se for desnatado)”, explica.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O  refluxo gastroesofágico é tratado com bloqueadores de bomba de protóns  (como omeprazol, pantoprazol e lansoprazol) e remédios que melhoram a  motilidade ésôfago gástrica como a bromoprida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Andrey  Carlo, a doença tem cura, desde que o paciente siga as orientações  médicas. Somente em último caso, quando o tratamento clínico falha, o  tratamento cirúrgico se torna uma opção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pensei em fazer a  cirurgia, pois por mais que eu coma pouco, sinto um ‘tipo’ de soluço e  muitas vezes é uma ação incontrolável, o que faz as pessoas acharem que  você estou arrotando. É uma sensação muito desagradável, por isso  consultei o meu médico, mas ele não autorizou o procedimento cirúrgico”,  conta Luciana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já no caso do auxiliar técnico e fotógrafo Tiago  de Souza Santos, 32 anos, durante todo o dia, o principal sintoma são as  crises de tosse seca. Segundo ele, quando deita sente muita falta de  ar. “ Somente com a acupuntura meus sintomas amenizaram. Caso eu não  melhore até janeiro, vou tentar fazer a cirurgia”, conta.&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2011/12/entenda-o-que-e-refluxo-e-quais-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-8104565616240957398</guid><pubDate>Wed, 07 Dec 2011 15:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-07T08:01:24.602-08:00</atom:updated><title>As 10 Comidas que são mais venenos para o organismo</title><description>Que  atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou  cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu.  Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito  além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para  esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os&amp;nbsp;dez&amp;nbsp;piores alimentos de todos os tempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span id="texto"&gt; &lt;b&gt;10º lugar: Sorvete&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span id="texto"&gt;&lt;img alt="sorvete.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/sorvete.jpg" width="425" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="texto"&gt;Apesar  de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes  industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente  possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e  saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas –  substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema  nervoso.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9º lugar: Salgadinho de milho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="salgadinho-milho.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/salgadinho-milho.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;De  acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a  maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida  Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos  níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso,  irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses  salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos  inflamatórios.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8º lugar: Pizza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="pizza.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/pizza.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Michelle  destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria  das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de  condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha  branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em  açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de  glicose no sangue.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7º lugar: Batata frita&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="batata-frita.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/batata-frita.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Batatas  fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a  uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes  substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é  formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além  disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna  rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando  alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas  cardíacos, câncer e artrite.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6 lugar: Salgadinhos de batata&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="salgadinho-batata.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/salgadinho-batata.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Além  de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem  nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos  de acrilamida, que também é cancerígena.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5º lugar: Bacon&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="bacon.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/bacon.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Segundo  a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon,  pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%.  Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14  porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o  risco de doenças ligadas ao órgão.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4º lugar: Cachorro-quente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="cachorro-quente.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/cachorro-quente.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Michelle  cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de  cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de  câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no  cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância  cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores  cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode  desencadear câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3º lugar: Donuts (Rosquinhas)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="doughnut.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/doughnut.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Entre  35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de  gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância  está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para  completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de  massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300  calorias cada.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2º lugar: Refrigerante&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="refri.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/refri.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;Michelle  conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata  de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150  calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes  artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar  seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.&lt;br /&gt;
Além disso,  essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água  para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins.  Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de  minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a  neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e  podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças  cardíacas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1º lugar: Refrigerante Diet&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="refri-diet.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/abril/nutricionista-lista-os-10-piores-alimentos-para/images/refri-diet.jpg" width="425" /&gt;&lt;/div&gt;“Refrigerante  Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz  Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas  dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que  agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne  Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como  ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de  nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão,  tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda  auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas  articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares,  problemas reprodutivos e até mesmo a morte.&lt;br /&gt;
“Os efeitos do  aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de  fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington,  hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de  Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao  Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”,  conclui.&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2011/12/as-10-comidas-que-sao-mais-venenos-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-1976903257856192869</guid><pubDate>Mon, 16 May 2011 15:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-16T08:21:09.918-07:00</atom:updated><title>Porque o Refluxo afeta os bebês ?</title><description>&lt;div class="bodyText" style="position: relative; zoom: 1;"&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em; text-align: justify;"&gt;Refluxo é um termo muito usado quando o alimento que ainda está no estômago volta até o esôfago, às vezes até a boca. O nome completo do problema é refluxo gastroesofágico. Para entender o refluxo, é preciso entender o diafragma, o músculo que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal do corpo, e que é importante para a respiração. Há um orifício nesse músculo, por onde passa o esôfago, que então se liga ao estômago.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O esôfago fica dividido em duas porções: uma mais longa, no tórax, e outra bem mais curta, embaixo, na cavidade abdominal. É nesta última que se estabelece o mecanismo que funciona como uma válvula. Esse mecanismo é composto por vários elementos, e o mais importante deles é o esfíncter inferior do esôfago, composto por feixes de musculatura lisa, que permite o fechamento do esôfago, impedindo o refluxo (volta) do conteúdo do estômago.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também atuam nesse "isolamento", entre outros, a roseta mucosa, feita de fibras elásticas que fecham a comunicação entre estômago e esôfago, e o ligamento frenoesofágico, que fixa o conjunto todo ao diafragma. Às vezes, porém, esse complexo mecanismo de válvula não funciona como deveria. É o que acontece durante a gravidez. Um dos motivos de as mulheres terem&amp;nbsp;azia quando grávidas&amp;nbsp;é que o bebê pressiona essa válvula, que permite a subida do ácido do estômago até o esôfago.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema também acontece em bebês, mas no caso deles o motivo é que boa parte dos mecanismos descritos acima ainda não funciona completamente, principalmente o esfíncter inferior, que não está completamente maduro. Ao longo do primeiro ano do bebê, o esfíncter vai ficando cada vez mais forte, e diminui a propensão da criança ao refluxo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de 50 por cento de todos os bebês apresenta algum tipo de refluxo, mas apenas em uma pequena porcentagem ele se torna um problema sério. Aos 10 meses, somente cerca de 5 por cento dos bebês ainda sofre com o refluxo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;a href="" name="4" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; position: relative; zoom: 1;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;h2 style="color: #5e9732; font-family: VegurBold, Arial, sans-serif; font-size: 1.35em; margin-bottom: 3px; margin-top: 10px; position: relative; text-align: justify; zoom: 1;"&gt;Quais são os sintomas?&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;div class="bodyText" style="position: relative; zoom: 1;"&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em; text-align: justify;"&gt;O bebê pode regurgitar um pouco de leite depois de mamar ou ter soluço. Pode ser que às vezes ele tussa depois de regurgitar, como se o leite tivesse entrado pelo "buraco errado". Isso tudo é normal e esperado, por isso, se seu filho não tiver nenhum outro sintoma, não há com o que se preocupar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;Só mantenha uma fraldinha ou paninho de boca sempre à mão para emergências, e não se esqueça de colocar uma blusa extra para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em; position: relative; zoom: 1;"&gt;você&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&amp;nbsp;na sacola do bebê, para o caso de um "acidente".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: VegurRoman, Arial, sans-serif; font-size: 1em; line-height: 1.7em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto bebês que&amp;nbsp;mamam no peito&amp;nbsp;quanto bebês que&amp;nbsp;tomam fórmula em pó&amp;nbsp;podem regurgitar ou ter refluxo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2011/05/porque-o-refluxo-afeta-os-bebes.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-6323368451313325948</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 19:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-21T12:50:43.606-07:00</atom:updated><title>De Olho na sua Saúde : Mãe espera há um ano consulta para o filho</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;A doméstica Maxwelen Carla Carneiro da Silva, 24 anos, moradora do bairro Urciano Lemos, está revoltada com o serviço de saúde pública da Prefeitura de Araxá. Segundo ela, há um ano entregou um encaminhamento na Secretaria Municipal de Saúde para a marcação de uma consulta para o seu filho e até hoje não conseguiu levar a criança ao médico especialista.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;Maxwelen explica que o seu filho tem 5 anos de idade e nasceu com um problema de refluxo estomacal. “Ele tem uma digestão muito lenta e a pediatra encaminhou meu filho para um médico especialista em estomago para tentar um tratamento mais eficaz. Eu trouxe o encaminhamento na época para a Uninorte que enviou para a Secretaria de Saúde e pediu para que eu aguardasse a marcação da consulta. Isto já tem cerca de um ano e não tive nenhuma resposta”, protestou.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;A mãe afirma que procurou diversas vezes a Secretaria de Saúde, mas não conseguiu marcar a consulta para o filho. “Quando procuro informações sobre a consulta na Secretaria de Saúde sempre sou informada que devo voltar a Unidade de Saúde do bairro Urciano Lemos para que de lá eles liguem na central de atendimento e informem o número do protocolo para que a Secretaria de Saúde possa tentar achar o encaminhamento que ninguém sabe onde foi parar. E sempre pedem para que eu espere um pouco mais, porém nunca resolvem nada”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;A reclamação de Maxwelen é que o filho perdeu um ano e já poderia estar concluindo o seu tratamento e na verdade não pode nem começá-lo. “É um absurdo, depois de tanto tempo me disseram na Uninorte que é mais fácil eu conseguir outro encaminhamento que o antigo já deve ter sido jogado fora. O caso do meu filho pode até ter se agravado por falta de um tratamento adequado. Vou começar o processo tudo de novo e espero que desta vez a falta de organização da Secretaria de Saúde não volte a acontecer e que não sumam com o encaminhamento do meu filho”, arrematou.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;A avó da criança, dona Márcia Carneiro da Silva, diz que está decepcionada com a saúde pública de Araxá. “Infelizmente a saúde pública acabou piorando nos últimos anos. O nosso prefeito é médico, conhece as necessidades da população neste setor e, portanto deveria olhar com mais carinho a situação das famílias carentes que precisam dos serviços de saúde oferecidos pela Prefeitura. A coisa está muito ruim”, completou.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;A reportagem do Jornal Araxá tentou contato telefônico com o secretário Antônio Marcos Belo mas não obteve êxito.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2011/04/de-olho-na-sua-saude-mae-espera-ha-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-7657708584765918302</guid><pubDate>Sun, 17 Oct 2010 16:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T09:59:48.589-07:00</atom:updated><title>Justiça determina tratamento de refluxo</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: rgb(70, 70, 70); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; "&gt;A Justiça de São Paulo concedeu nesta segunda-feira, 27, liminar em favor de Daniela Chiarion Sassi, contra decisão da SulAmérica Companhia de Seguro Saúde, de não custear operação para redução de estômago.&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: rgb(70, 70, 70); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; "&gt;O juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1ª Vara Cível de Pinheiros, entendeu como abusiva a recusa do plano de saúde, já que a recomendação médica indica a necessidade imediata de intervenção na paciente em virtude de síndrome metabólica, apnéia do sono, fadiga e outras doenças.&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: rgb(70, 70, 70); font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; "&gt;Na decisão, Bonvicino determina que a operação seja feita às custas da seguradora, incluindo no valor o tratamento de refluxo, esteatose hepática (patologia no fígado) e obesidade mórbida.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2010/10/justica-determina-tratamento-de-refluxo.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-6827871950434972196</guid><pubDate>Sun, 01 Aug 2010 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-01T14:18:55.813-07:00</atom:updated><title>Prática de exercícios físicos moderados pode reduzir refluxo</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 14px; line-height: 21px; "&gt;Para quem tem azia crônica, minimizar os exercícios pode parecer óbvio. Muita corrida ou saltos podem induzir o refluxo ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o tipo certo de exercícios, com algumas precauções, na verdade pode melhorar essa condição. Estudos descobriram que sessões curtas de exercícios moderados pelo menos algumas vezes por semana podem reduzir o risco de doença do refluxo gastroesofágico, em parte porque reduz o índice de massa corpórea, um fator de risco essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo, publicado em 2004 e que incluiu mais de 3.000 pessoas que relataram ter refluxo, descobriu que uma sessão de exercícios de meia hora no mínimo uma vez por semana (associada ao consumo de alimentos com alto teor de fibra) ajuda a reduzir pela metade o risco de apresentar essa condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas medidas podem ajudar: evitar alimentos duas horas antes de praticar exercícios e ficar longe de bebidas isotônicas com muito carboidrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o exercício específico é crucial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientistas descobriram que exercícios aeróbicos com maior "agitação do corpo", como corrida vigorosa, consistentemente induziu o refluxo ácido, até em pessoas que não tinham azia crônica. Exercícios menos agitados como pedalar numa bicicleta ergométrica, por exemplo causaram menos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator é a posição do corpo. Levantamento de peso com o braço, musculação na perna e qualquer outro exercício que envolve ficar deitado aumentam acentuadamente o risco de refluxo ácido. Um estudo de 2009 mostrou que surfistas apresentem risco muito maior de apresentar doença do refluxo gastroesofágico do que outros atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Remar de bruços sobre a superfície da prancha de surfe leva a um aumento da pressão intra-abdominal", escreveram os autores do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: exercícios moderados, com as precauções certas, podem reduzir o refluxo.&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2010/08/pratica-de-exercicios-fisicos-moderados.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-3824275876074784917</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T18:22:16.700-08:00</atom:updated><title>Tratamento para REFLUXO</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9J78zk5DtFcUu-jRK_wTRdml4-ecze8A3sA44FFyEdAUWXQxdOxsLzjLqK-s7H5TzdoquviLPKo-9uPOaGE-gyc5ghiDNKwJE9OL4hCKQq-XWzsdqKIahbp7WkN3nbGok7ec4TcEEksI/s1600-h/REFLUXO-3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 249px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9J78zk5DtFcUu-jRK_wTRdml4-ecze8A3sA44FFyEdAUWXQxdOxsLzjLqK-s7H5TzdoquviLPKo-9uPOaGE-gyc5ghiDNKwJE9OL4hCKQq-XWzsdqKIahbp7WkN3nbGok7ec4TcEEksI/s320/REFLUXO-3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401181215293866802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:12px;"&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;o tratamento do Refluxo é clínico, com medidas educativas associadas aos medicamentos. A vídeo-laparoscopia vem facilitando o método cirúrgico, aplicado a casos selecionados, com resultados muito bons.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Além de combater a obesidade, é importante evitar grandes volumes às refeições e de deitar nas primeiras duas horas seguintes. Algumas pessoas beneficiam-se de dormir numa cama elevada pelos pés da cabeceira, em 20 a 25 cm. Outras, não se adaptam à posição: incham os pés, doem as costas, etc. Há controvérsias sobre restrição de diversos alimentos, particularmente, cítricos, doces e gordurosos. Ajudam no controle dos sintomas, algumas medidas, como: evitar a bebida alcoólica, não deglutir líquidos muito quentes, ingerir um mínimo de líquidos durante ou logo após as refeições, evitar a ingestão de chá preto e café puro com estômago vazio.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Os medicamentos mais usados são os que diminuem o grau da acidez já lançada no estômago (os populares antiácidos) e aqueles que inibem a produção de ácido pelas células do estômago ("antiácidos sistêmicos"). Outros remédios de um grupo chamado de pró-cinéticos destinam-se a facilitar o esvaziamento do conteúdo estomacal em direção ao intestino, minimizando a quantidade capaz de refluir para o esôfago.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Uma queixa importante dos pacientes é a recidiva dos sintomas, particularmente da azia, poucos dias após o término dos medicamentos. Nesse momento, surge o questionamento do tratamento por tempo indeterminado ou do tratamento cirúrgico.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Vale dizer que o tratamento clínico combate muito bem os sintomas, mas não modifica a hérnia hiatal e poucas vezes muda o refluxo gastro-esofágico, propriamente dito.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2009/11/tratamento-para-refluxo.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9J78zk5DtFcUu-jRK_wTRdml4-ecze8A3sA44FFyEdAUWXQxdOxsLzjLqK-s7H5TzdoquviLPKo-9uPOaGE-gyc5ghiDNKwJE9OL4hCKQq-XWzsdqKIahbp7WkN3nbGok7ec4TcEEksI/s72-c/REFLUXO-3.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5557713118247797059.post-4632867435096173876</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T18:14:42.472-08:00</atom:updated><title>DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: 12px; "&gt;&lt;p class="sec_artigo" style="font-size: 10pt; color: rgb(172, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: left; font-weight: bold; "&gt;O que é?&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;É um conjunto de problemas ou queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno) anormal do conteúdo estomacal para o esôfago. Náuseas e vômitos não costumam ocorrer.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo" style="font-size: 10pt; color: rgb(172, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: left; font-weight: bold; "&gt;Como se desenvolve ou como se adquire?&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;O esôfago do adulto é um canal de 35 a 40 cm, que liga a boca ao estômago. Ele é elástico e na espessura de sua parede contem camadas musculares recobertas internamente por uma delicada pele com o nome de mucosa, parecida com o revestimento da boca. O início do esôfago fixa-se na parte inferior da garganta, desce pelo mediastino e cruza o diafragma através de um orifício chamado hiato, poucos centímetros antes de se abrir no estômago. O mediastino é a exata região entre os dois pulmões e o diafragma é uma calota muscular que divide o tórax do abdome. O esôfago tem ligamentos para prendê-lo junto ao hiato diafragmático e que contribuem para formar um tipo de válvula de retenção para impedir o refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Quando o esôfago desliza para cima mais que 2 a 3 cm., puxa o estômago e ambas as estruturas se deslocam para o tórax. Decorre dessa alteração anatômica a Hérnia Hiatal que, por sua vez, prejudica a válvula anti-refluxo. Quando o conteúdo do estômago, em geral muito ácido, atinge a mucosa esofágica, este tecido reage - inflama - originando a Esofagite de Refluxo.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo" style="font-size: 10pt; color: rgb(172, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: left; font-weight: bold; "&gt;O que se sente?&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;A azia é a principal queixa e seu nome técnico é pirose. Pode piorar, por exemplo, quando se dobra o peito sobre a barriga e quando se deita com o estômago cheio. É referida como ardência ou queimação, em algum ponto entre a "boca do estômago" e o queixo, correndo por trás do esterno, o "osso do peito". A azia pode ser tão intensa como uma dor no peito, causando impressão de infarto cardíaco. Pode ocorrer também um aumento da salivação, a sialorréia, que é um reflexo natural porque a deglutição dessa saliva alivia a queimação, como se fosse um antiácido natural.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;O refluxo é a percepção da volta do conteúdo estomacal no sentido da boca, sem enjôo ou vômito, freqüentemente, com azedume ou amargor. Não raro determina tosse, pigarro e alterações da voz. O engasgo - tosse forte e súbita, atrapalhando a respiração - pode despertar do sono e representar uma situação de refluxo gastro-esofágico. A ocorrência de falta de ar com chiado ou miado no peito, como a asma, pode ser desencadeada pelo refluxo.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Sensações, desde bola na garganta e desconforto ao engolir até fortes dores em aperto - espasmos - no meio do peito, representam uma desorganização das contrações faringo-esofágicas responsáveis por levarem ao estômago aquilo que ingerimos. Esses sintomas são considerados complicações do refluxo e levam o nome geral de dismotricidade esofágica.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;Na criança, ainda no primeiro ano de vida, pode ocorrer um refluxo gastro-esofágico excessivo, levando à devolução da mamada, a engasgos, a choro excessivo, a sono interrompido e quando repetitivo, predispõe a infecções e distúrbios respiratórios.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo" style="font-size: 10pt; color: rgb(172, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: left; font-weight: bold; "&gt;Como o médico faz o diagnóstico?&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;O relato do paciente adulto jovem pode levar ao diagnóstico, sem necessidade de exames num primeiro evento. A radiografia da transição esofagogástrica, enquanto se deglute um contraste rádio-opaco, pode demonstrar tanto a hérnia, quanto o refluxo. A Endoscopia Digestiva Superior é um exame para visualizar o esôfago, estômago e duodeno, passando um fino feixe de fibras óticas através da boca. A evolução da qualidade dos equipamentos, da eficiência da anestesia local da garganta para evitar o reflexo do vômito e a sensação de asfixia, a eficácia e a segurança da sedação do paciente sem anestesia geral, tornaram a endoscopia um exame simplificado, do qual se acorda, não raro, perguntando quando vai ocorrer. Além disto, pode ser repetida para controle de resultado de tratamento e, mais recentemente, para procedimentos terapêuticos especiais. Uma tela recebe e amplifica com nitidez as imagens das áreas sob inspeção direta, permitindo também fotos e filmes para reexaminar os achados. Pode mostrar a incompetência da válvula de retenção gastro-esofágica e a hérnia. O mais importante é que permite ver manchas vermelhas, placas branquicentas e úlceras, principalmente na mucosa do esôfago inferior, sugestivas de graus variados da Esofagite de Refluxo. A endoscopia facilita a coleta de material destas lesões para exame microscópico, no qual se pode definir a inflamação, avaliar um potencial cancerígeno e até diagnosticar o câncer.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;A Cintilografia do trânsito esôfago-gástrico é um método que tem sido usado mais na criança. Administra-se uma mamadeira normal, contendo uma quantidade inofensiva de substância radioativa. A cintilografia capta e registra imagens da radioatividade descendo para o estômago ou do estômago refluindo para o esôfago. É uma metodologia não invasiva, indolor e ambulatorial. Entretanto, pode não flagrar o refluxo, pois este não é permanente.&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo" style="font-size: 9pt; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; text-decoration: none; text-align: justify; "&gt;O estudo da pressão interna ao longo do esôfago (Manometria) e a verificação do refluxo da acidez do estômago para o esôfago (pHmetria de 24 horas) detectam variações naturais e anormalidades capazes de diagnosticar a DRGE. São métodos que chegaram à rotina clínica há relativamente poucos anos. Precisam ser usados quando os demais tem resultados insatisfatórios e para estudar parâmetros antes e depois do eventual tratamento cirúrgico da doença do refluxo.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://refluxo-tratamento.blogspot.com/2009/11/doenca-do-refluxo-gastro-esofagico-drge.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>