<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792</id><updated>2024-10-04T21:11:48.850-07:00</updated><category term="Chatelier"/><category term="Separar"/><category term="conjuntos"/><category term="dinâmicos"/><category term="estáticos"/><category term="física"/><category term="ignorantes verticais OCR scanner clipping notícias"/><category term="química"/><category term="reações reversíveis"/><category term="redes sociais delivery sazonabilidade varejo"/><category term="sistema de fronteira"/><title type='text'>Gestão de Conhecimento e Linguística</title><subtitle type='html'>Gestão de Conhecimento e Linguística&lt;br&gt;&#xa;&lt;b&gt;Blog da Rede Blogazine&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&#xa;Conteúdos com Pesquisa e Revisão</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>107</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-1414173213415475430</id><published>2019-02-08T05:33:00.000-08:00</published><updated>2019-02-08T05:33:00.223-08:00</updated><title type='text'>Certificando que um texto está bem escrito - A boa redação</title><content type='html'>Os textos representativos de uma língua são como construções que mostram a riqueza dos materiais que o compõem e demonstram inteligência no uso de cada um.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Construções para morar e construções textuais&lt;/h2&gt;
Falemos então das construções (edificações) como casas e prédios. Existem materiais que são combinados para formar as suas paredes, como TIJOLOS e CIMENTO. Sobre eles é colocada a MASSA CORRIDA e a TINTA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os textos são bem parecidos. Os Tijolos são as palavras mais determinantes, como os Substantivos e Verbos. O Cimento são os diversos conectores, como Preposições, Conjunções e congêneres. A massa corrida são os Adjuntos e Advérbios, e a Tinta são os Adjetivos. De uma forma geral a semelhança se dá desta forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim como uma casa, que tem um mínimo de paredes, e cada parede tem muitos tijolos, para proporcionar a altura de pessoas de tamanho médio, mais uma altura de tolerância, um texto bem escrito tem (1) frases grandes, porém compreensíveis, (2) sem muitos adjetivos (pois uma casa com paredes pintadas de muitas cores desagrada aos olhos), (3) revelando uma sequência de fatos ou uma sequência de características e (4) apresentando metáforas, que incrementam o raciocínio e ajudam a fazer a comparação entre os diversos tipos de contexto do mundo real..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O excesso de adjetivos, em um texto, pode esconder a intenção de disfarçar a falta de conteúdo e de sequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, as frases não devem ter repetições, salvo quando extremamente necessárias. Para evitar a repetição deve-se dominar os pronomes demonstrativos (este, esse, aquele, esta, essa, aquela, etc). Repetições desnecessárias denotam infantilidade de quem escreve.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
As sequências do mundo real&lt;/h2&gt;
As sequências do mundo real são simples, e muito bem conhecidas (talvez por isto sejam ignoradas):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEIz16gmJgvHHEedsLQJGAkb_kJ1WqXp368i1bjgJI_wgqp2Pl8WTzuqQBMwkII1cGufFN7N5nB6l4nyY9HViGHtUWJ1wsHXXGU2rQVKRKORdRrx6aECCqmvUnIGCWbXO5pF2E1Lokaqs/s1600/SequenciaFactual.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;405&quot; data-original-width=&quot;839&quot; height=&quot;308&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEIz16gmJgvHHEedsLQJGAkb_kJ1WqXp368i1bjgJI_wgqp2Pl8WTzuqQBMwkII1cGufFN7N5nB6l4nyY9HViGHtUWJ1wsHXXGU2rQVKRKORdRrx6aECCqmvUnIGCWbXO5pF2E1Lokaqs/s640/SequenciaFactual.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Parece óbvio, mas estas sequências lógicas, naturais, bem conhecidas como Universais, foram esquecidas, e teses aparecem, a todo momento na Internet e nas conversas do dia a dia, que desrespeitam flagrantemente estes Princípios Básicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda sequência deixa de existir, quando se constata, por exemplo que &quot;brasileiro não tem memória&quot;. O que é a memória ? A memória, neste modelo, é representada pelo retângulo à esquerda do segundo princípio: &quot;PASSADO&quot;. Hoje, no Brasil, as pessoas facilmente se esquecem daquilo que aconteceu, ligado ao fato em análise.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Os Fatos&lt;/h2&gt;
Quanto aos fatos, também existe um Princípio Básico contrariado a todo momento, naquilo em que vemos escrito e publicado na Internet ou em telejornai:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4bPMkF-Q23vlhPvnsgyM_Ur-F50NxK2BQXojSsH8IEWVhXcX95GBNIwTvsARLTUGVoo7Geer3kaW7GOI1Mhexy0nwWrfAW8jb5l_auVHq4_F2r9fAapB1Orv_tAEuJSvKnOf6uJ3X-2c/s1600/Contexto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;439&quot; data-original-width=&quot;801&quot; height=&quot;348&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4bPMkF-Q23vlhPvnsgyM_Ur-F50NxK2BQXojSsH8IEWVhXcX95GBNIwTvsARLTUGVoo7Geer3kaW7GOI1Mhexy0nwWrfAW8jb5l_auVHq4_F2r9fAapB1Orv_tAEuJSvKnOf6uJ3X-2c/s640/Contexto.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
.&lt;br /&gt;
A figura representa aquilo que é tão conhecido como CONTEXTO, e que também parece que foi esquecido quando as pessoas falam e escrevem. Lemos textos e notícias que deixam interrogações, prejudicando a percepção clara dos Fatos.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
O que um texto bem escrito revela sobre a mente de quem escreve&lt;/h2&gt;
Os apressados logo diriam que um texto bem escrito revela ORGANIZAÇÃO. Por detrás desta palavra se esconde um princípio fundamental do Universo: a ORDEM. E no que consiste a Ordem nos textos ? A Ordem consiste na obediência às &quot;Sequências do Mundo Real&quot; apresentadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já repararam como muitos jovens ficam irritados com histórias escritas e filmes em que o desenrolar da ação vai e volta no tempo ? As pessoas com uma maturidade de leitura não se importam com isto, pois conseguem, pela percepção de Causas e Consequências, cadeias de efeitos sequenciais, saber em que tempo está se desenrolando a ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o que estas observações que fizemos revelam sobre A MENTE DE QUEM ESCREVEU ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrever desta forma, ou seja, obedecendo as &quot;Sequências do mundo real&quot;, revela que o escritor sabe construir mentalmente um ESPAÇO FÍSICO-TEMPORAL com cadeias de CAUSA e CONSEQUÊNCIA coerentes. E mais, o reconhecimento destas cadeias revela uma mente investigativa, madura, que sabe distinguir quais CAUSAS geram quais CONSEQUÊNCIAS, ou seja, ela conhece as regras do mundo em que vive.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, quem ler, COM ATENÇÃO, o texto escrito saberá refazer os contextos que o escritor viu e descreveu ou imaginou, tendo prazer na leitura. Os &quot;deficientes cognitivos&quot;, mesmo diante de um texto bem escrito, falham na reconstrução do cenário que o escritor imaginou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você lê um texto e, em sua mente, se formar um cenário que vai sendo preenchido com as entidades que o autor foi enumerando em sua narrativa, e a ação liga estas entidades de forma coerente, provavelmente o texto lido foi bem escrito. E se esta característica se repetir na maior parte dos textos deste autor, ele é, provavelmente, um bom autor.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Conclusão&lt;/h2&gt;
Um texto bem escrito é simplesmente uma peça literária que obedeça princípios básicos utilizados para o raciocínio, com fatos concatenados que obedecem à ordem temporal de causa e efeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/1414173213415475430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/1414173213415475430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1414173213415475430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1414173213415475430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2019/02/certificando-que-um-texto-esta-bem.html' title='Certificando que um texto está bem escrito - A boa redação'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEIz16gmJgvHHEedsLQJGAkb_kJ1WqXp368i1bjgJI_wgqp2Pl8WTzuqQBMwkII1cGufFN7N5nB6l4nyY9HViGHtUWJ1wsHXXGU2rQVKRKORdRrx6aECCqmvUnIGCWbXO5pF2E1Lokaqs/s72-c/SequenciaFactual.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-8842676392474722357</id><published>2018-06-25T11:23:00.001-07:00</published><updated>2018-06-30T17:12:18.275-07:00</updated><title type='text'>Raízes da expressão em nosso corpo</title><content type='html'>A procura das raízes comportamentais da linguagem, que justificam e explicam a forma como o ser humano se expressa partiram, indubitavelmente, de nosso corpo humano, como primeira fonte. A segunda fonte veio das verdades agrárias com as quais estes mesmos seres entraram em contato, e com as quais mantém uma estreita relação até os dias de hoje, de forma menos direta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que outro referencial primário, que nos serve de moradia, inclusive, seria mais óbvio do que o nosso próprio corpo, no estágio mais concreto de nossa mente, em nossos primeiros tempos de história ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo deixará isto bem claro, e se constitui no primeiro assunto desta discussão:&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
A cabeça&lt;/h2&gt;
Vamos sim evidenciar o óbvio, pois este é o que mais nos escapa, justamente por ser óbvio. Ouvimos e falamos, frequentemente que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: large;&quot;&gt;&quot;Aquela pessoa é o cabeça do movimento&quot;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Analisando nosso próprio corpo, e sendo óbvios, para lembrar daquilo que já foi esquecido, vemos que a cabeça é a nossa parte do corpo mais &lt;b&gt;superior&lt;/b&gt;, mais &lt;b&gt;alta&lt;/b&gt;. Nela reside a mais poderosa máquina do Universo: o cérebro. Assim, ela se torna o cofre sagrado daquele que é o bem mais valioso que podemos citar em todo o mundo. Mas cabe a esta discussão ressaltar mais os locais e partes do corpo do que esmiuçar as suas incontáveis partes funcionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cabeça também denota, indiretamente, a ideia de altura (ideia secundária), afinal quem é que fica no topo do corpo ? A altura sugere ideias terciárias como: domínio, poder, força, autoridade, etc.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os cabelos&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma das expressões que utilizamos &quot;isto me fez perder os cabelos&quot;. Isto porque quando as pessoas se esforçam na resolução de um problema, costumam coçar a cabeça com grande intensidade, numa demonstração de aflição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia cita os cabelos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Portanto, até os fios de cabelo da sua cabeça estão contados.&quot; (Lc 12:7)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso a finitude dos dias do homem estão nos cabelos. De fato, é frequente a quantidade de superfície capilar deteriorada, no homem, atestar a sua idade. Existem exceções, ou seja, homens que chegam sem que a calvície os atinja antes da morte.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
O Corpo&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Corpo é o nosso referencial, principalmente sob o ponto de vista dos referenciais que oferece. Já citamos a cabeça, parte mais alta , porém única. O corpo do homem tem uma só cabeça, para mostrar que ele é unitário, de onde veio a ideia de indivíduo. Como já mostrado pela Biologia, apesar de único, o cérebro que reside na cabeça tem duas formas de ver as coisas, mas estas duas formas se complementam, produzindo um só pensamento composto de duas partes, que leva a uma ação única e integrada, naqueles que não possuem uma doença psíquica neste nobre órgão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A cabeça, assim, já exibe uma &lt;b&gt;dualidade&lt;/b&gt;, tanto em seu órgão interno mais importante quanto nos órgãos dos sentidos que abriga com tanto cuidado, como olhos, ouvidos e nariz, contrastada pelo órgão que emite as nossas opiniões e se comunica com os nossos semelhantes: a boca.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Da unicidade do órgão da fala tiramos a importante diretriz para nossas vidas: a boca deve emitir opiniões únicas como expressão de um ser que deve buscar uma identidade através da qual possa ser conhecido. É desastroso para o indivíduo emitir opiniões diferentes para contextos iguais, tornando-se fingido, hipócrita, dúbio e desonesto, portanto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas no âmbito dos parâmetros referenciais, a &lt;b&gt;dualidade &lt;/b&gt;é algo inteiramente essencial. Temos em nós um dos conceitos mais básicos da orientação: direita e esquerda.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Até mesmo questões morais, e em certa proporção espirituais, se ligaram a este referencial de lateralidade. Dizia-se, por exemplo, que os canhotos tinham parte com o diabo, pois o natural reconhecido como hábito saudável era ser &lt;b&gt;destro&lt;/b&gt;. Quando algué, tinha habilidade com a espada, dizi-se que &quot;fulano é destro com a espada&quot;. Canhotos naturais tinham a mão esquerda amarrada, durante as tarefas, para que a necessidade de sobreviver os fizesse utilizar o braço e a mão direita.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
Os braços&lt;/h2&gt;
Os braços herdaram da ideia de lateralidade dos antigos referências muito importantes para a língua. A pessoa de maior confiança de uma pessoa era chamada de &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;meu braço direito&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;. Dos guerreiros hábeis no manejo da espada se dizia que eram &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;destros na espada&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;, valorizando o braço direito do ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esta lateralidade dos braços atingiu seu mais alto grau de expressão nos Pontos Cardeais: Leste e Oeste, tão utilizados na navegação aérea, náutica e terrestre.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
As mãos&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A habilidade das mãos humanas, resultado de sua concepção com dedo opositor, fizeram do ser humano a criatura inventiva e governadora do mundo. E de sua arquitetura veio o conceito numérico da dezena, e portanto o sistema decimal, básico para a ciência matemática, que formaliza os conceitos de todas as outras ciências com previsibilidade numérica (ciências ditas exatas).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Rei Eduardo I (Inglaterra) instituiu como unidade de medida o comprimento da porção distal de seu dedo polegar (da base até a ponta da unha), de valor 2,54 cm em nosso sistema brasileiro, denominando-o &lt;b&gt;polegada&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
O coração&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tido como o órgão que mantém a vida biológica com o seu bater infindável, o &lt;b&gt;coração&lt;/b&gt; foi, durante séculos, considerado como a sede não só da vida como dos sentimentos mais profundos do ser humano. Quando se fala de sistemas e de máquinas, o &lt;b&gt;cerne&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;núcleo&lt;/b&gt; de tais coisas também é dito como coração daquela coisa da qual se fala.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
Os pés&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os pés da espécie humana tem importância superior à das patas traseiras dos animais, pois sustentam os membros desta espécie na posição ereta, e não simplesmente ajudam no movimento sincronizado de 4 patas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E no sentido espiritual, é dito que o &lt;b&gt;pecado&lt;/b&gt;, no sentido de contrariar a Deus, é o ato de andar com os próprios pés. Os pés devem ser guiados pela razão que também consultou a Deus quanto ao caminho que deveriam seguir. Ou seja, andar com os próprios pés é seguir a própria vontade, sem uma consulta a Deus, à consciência, aos interesses coletivos, etc.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
A língua&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A língua é apenas um membro da boca humana que auxilia na fala e no sentido gustativo do ser humano. E por ajudar na fala, diz-se &quot;língua grande&quot; ou &quot;língua frouxa&quot; daquele que fala sem pensar, ou daquele que utiliza a fala com perversidade, mentindo, difamando e distorcendo os fatos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando se educa uma pessoa quanto ao falar, diz-se para ela &quot;&lt;i&gt;&lt;b&gt;refrear a língua&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&quot;, ou seja, tomar o cuidado com o que diz, como diz e quando diz alguma coisa.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
O olho&lt;/h2&gt;
O Olho é o órgão mestre da curiosidade e da cobiça. Não se consegue desejar algo no &quot;coração&quot; sem que os olhos vejam.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
O Nariz&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O nariz é nosso órgão responsável pela respiração, pelo fôlego de vida. Mas ainda existe um outro significado. Na raiz de línguas semitas, a palavra para raiva vem da palavra para nariz, pois quando estamos com raiva, as laterias do nariz se movem com maior nitidez, devido à nossa respiração alterada.&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;
Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Realmente, como nossa verdade mais próxima e inegável, o Corpo é o melhor referencial, entre outras coisas, para a nossa expressão verbal diária. Lembrarmos disto põe nova luz sobre o significado das nossas palavras de uso diário.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/8842676392474722357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/8842676392474722357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8842676392474722357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8842676392474722357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2018/06/raizes-da-expressao-em-nosso-corpo.html' title='Raízes da expressão em nosso corpo'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-8609621033909347799</id><published>2017-07-31T06:57:00.002-07:00</published><updated>2017-07-31T06:57:20.502-07:00</updated><title type='text'>Por que a França é o único país evoluído de língua latina ?</title><content type='html'>Uma constatação objetivamente feita pelas pessoas em relação aos povos de língua latina é a de que, em termos de progresso técnico e financeiro, eles não avançaram quase nada em relação ao seu estágio de colônias. Eles tem sua língua, cultura e economia próprias, mas continuam sendo, de alguma forma, tutelados pelos outros países, dependentes, de certa forma, economicamente daqueles, e com problemas reincidentes no que tange à política, apresentando crises constantes.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
América Central e outros escravos&lt;/h2&gt;
A América Central, excetuando o Panamá, apresenta índices de crescimento econômico risíveis. Existem teorias pseudo-técnicas, que proferem absurdos étnicos como explicação para estes índices, como a classificação deste povo como de ex-escravos. O povo judeu já foi escravo, e a evolução técnica e econômica deste é digna de nota, assim como de outros povos antigos que foram escravizados por grandes impérios, mas que se levantaram, como o povo chinês, duramente escravizado e humilhado pelos japoneses durante a segunda grande guerra, ou o povo polonês, igualmente escravizado e humilhado pelo delírio alemão durante esta mesma guerra.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Brasil&lt;/h2&gt;
Mesmo com suas dimensões continentais, que significam, a grosso modo, abundância de recursos, o Brasil pouco evolui na proporção desta enorme extensão territorial. Até seu crescimento populacional é pífio, pertdendo para os Estados Unidos, cujo tempo de colonização e tipo de origens históricas é o mesmo (salvo os responsáveis pela sua colonização).&lt;br /&gt;
O Brasil, etnicamente, é uma &quot;sopa&quot; com ingredientes de todo o mundo. Temos descendentes de italianos, japoneses, poloneses, africanos, alemães, suiços, judeus, franceses, ingleses, espanhóis e toda a sorte de misturas possíveis.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Onde está a raiz de nossa incapacidade ?&lt;/h2&gt;
Procurar a razão de nossa pouca evolução como nação em fatores humanos de primeiro nível, os fatores étnicos, portanto, é um absurdo que revelaria uma falta muito grande de inteligência. Em segundo nível, poder-se-ia citar nossos colonizadores. Ignorância igualmente estapafúrdia, pois recebemos muitas outras ondas migratórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A razão é muito mais profunda. Ela se encontra em nosso órgão mais capaz, mais evoluído e ainda subutilizado. Mas antes vamos falar da exceção, pois toda exceção ajuda a esclarecer a regra.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
França&lt;/h2&gt;
A França adotou a língua latina. A principal razão foi a &quot;devoção&quot; à religião católica. Ora, a língua eclesiástica dominante era o latim. Ao invés de utilizá-lo apenas para os fins religiosos, por que não adotá-lo para todos os fins ? E assim foi feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então perguntemos nós a nós mesmos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que a França é um país evoluído, apesar de utilizar a língua latina ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembremos então de algo que se perdeu nas brumas do tempo. De que povo raiz veio o povo francês ? Do mesmo povo que deu origem ao país que é o berço de numerosos gênios: a Alemanha. Ambos, França e Alemanha descendem das selvagens tribos germânicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns gênios franceses: Voltaire (escritor, poeta), Ampere (cientista), Diderot (filósofo, escritor), Julio Verne (escritor), Descartes (matemático), Rabelais (escritor), Lavoisier (físico), Lazare Carnot (físico),&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Alemanha&lt;/h2&gt;
A Alemanha demonstrou, por duas vezes, na Primeira Grande Guerra e na Segunda Grande Guerra, a ferocidade oriunda de suas origens germânicas. As atrocidades cometidas pelo povo alemão estão registradas na história universal para sempre, e não são de exclusiva e individual responsabilidade de Hitler, e sim de uma inclinação à conquista, de uma DETERMINAÇÃO de liderança e de disseminação de sua cultura. Cultura, quando unida à Ferocidade, deixa apenas transparecer a segunda, pois a brutalidade é a principal vocação, infelizmente, da raça humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Alemanha vem os gênios Bach (músico), Beethoven (músico), Max Planck (cientista), Goethe (escritor), Kant (filósofo), Hegel (filósofo), Einstein (cientista), Schopenhauer (filósofo), Haendel (músico), Leibnitz (matemático), Gutenberg (inventor da imprensa), Lutero (religioso), Pierre e Marie Curie (cientistas), Gauss (físico), Kepler (astrônomo), Werner von Braun (físico), Heisenberg (físico), Paul Ehrlich (bacteriologista), Clausius (físico [termodinâmica]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos falar também de um povo parente dos germânicos, os anglo-germanicos, mais conhecidos como ingleses.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Inglaterra&lt;/h2&gt;
Exercendo sua ferocidade com menos ênfase, encontramos entre os povos de origem germânica os hábeis ingleses. Estes nos deram um gênio inigualável: Sir Isaac Newton, autor da Lei da Gravidade e das bases de algo que é fartamente utilizado por matemáticos, físicos, astrônomos e outros cientistas, o cálculo diferencial e integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até Einstein citou Newton, esclarecendo que havia &quot;se apoiado em ombros de gigantes&quot;. Newton é o matemático mais importante de toda a história do conhecimento prático humano. O cálculo é o conjunto de funcionalidades para quantificação dos efeitos de fenômenos físicos existentes absolutamente essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns gênios ingleses: Isaac Newton (matemático, astrônomo, concebeu o Cálculo Diferencial e Integral), Charles Babagge (ramo da computação), John Dalton (teorias do átomo), Michael faraday (magnetismo), Robert Hooke (biólogo, célula), George Boole (princípios da lógica formal e lógica booleana), William Rutherford (teoria atômica).&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Alma científica germânica&lt;/h2&gt;
Estaríamos nós endossando uma base para uma teoria que poderia ser racista, etnicista, de que a origem cultural germânica poderia ser superior às demais, como quis o psicopata Hitler ? De maneira alguma, até porque este ser desprezível INVENTOU uma origem ariana para os germânicos, quando sabemos que os árias estão mais para o lado dos indianos do que para os caucasianos de pele branca e olhos azuis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A explicação fica bem mais humana e comportamental, quando lembramos a principal característica dos povos germânicos: A SUA DETERMINAÇÃO. Lembrem-se de que são bárbaros. E se este barbarismo, esta sede de conquista se traduz, no campo intelectual, em PERSISTÊNCIA NOS OBJETIVOS, ótimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O campo da ciência exige muito da DETERMINAÇÃO HUMANA. Uma vez que surge uma necessidade humana que pode ser suprida com alguma teoria ou dispositivo, uma série de desafios surgem à frente do cientista. Preguiça e lassidão não combinam com a busca de uma solução. Um exemplo foi o desenvolvimento da bomba atômica, em que os americanos tiveram que lidar com um desafio a médio prazo, para acabar com a guerra com os japoneses. Os passos para se chegar, na prática à solução, foram dolorosos, e tudo está documentado no Projeto Manhattan.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
As línguas anglo-saxônicas&lt;/h2&gt;
O grupo de línguas dos povos germânicos derivou para o ramo denominado anglo-saxão. Este grupo linguístico não é tão evoluído quanto o grupo de línguas latinas. Ele pode até ter as chamadas declinações (acréscimos à raiz da palavra que especificam os &quot;casos&quot;: sujeito, objeto, complementos), mas não tem a riqueza de construções que dá esta clareza enorme às ideias expressas em forma de um texto altamente estruturado, onde é fácil distinguir os agentes da ação, a ação, os objetos da ação e suas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, como é que povos que utilizam uma língua tão evoluída não se revelaram, pelo menos ainda, como grandes construtores de teorias científicas ? O segredo está na DIFICULDADE. Lembrem-se do que citamos anteriormente sobre DETERMINAÇÃO. Quanto mais difícil, então, for uma língua, mais preparo ela dará ao seu praticante na superação de DIFICULDADES ? Como pode ser isso ?&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Decodificando a comunicação&lt;/h2&gt;
Tenha em mente, em primeiro lugar, que a nossa principal diferença para os animais, mesmo os que apresentam comportamentos enganosamente semelhantes ao do homem, é o fato de nos comunicarmos com uma linguagem institucionalizada por gramáticas elaboradas e por um vocabulário extenso. O tempo todo, ao nos comunicarmos, estamos codificando informação ao falar, e decodificando informação ao ouvir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um emissor ou receptor humano, utilizando linguagens que podemos dizer &quot;quase tribais&quot; como o inglês e o alemão, precisa lidar, constantemente, com construções ambíguas, pois utilizam palavras que tem vários sentidos (como o &lt;b&gt;get &lt;/b&gt;do inglês), verbos auxiliares (como o &lt;b&gt;do&lt;/b&gt;,&lt;b&gt; to be&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;shall&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;can&lt;/b&gt;, para citar alguns) e com a inversão de substantivo e adjetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São estas e outras características (citamos as mais conhecidas) que tornam as línguas anglo-saxônicas um verdadeiro &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;exercício contínuo para o cérebro&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;. É surpreendente que o romantismo tenha nascido no berço destas línguas, e não no bonito e elaborado latim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É este esforço contínuo que coloca o equipamento cerebral do indivíduo em constante ação, e que ajuda a desenvolver o raciocínio. E as línguas latinas, cujas estruturas são todas ordenadas, previsíveis e claras, contraditoriamente, colocam o cérebro num ritmo preguiçoso. É como uma &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;evolução sem novidades&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;, um &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;caminho sem desafios&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;, ou seja, não apresenta dificuldades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A língua portuguesa, nosso terreno, nosso costume, em termos de leitura, mesmo sem conhecimento de sua gramática, é uma tranquilidade em matéria de leitura. Já as anglo-saxônicas são de interpretação problemática até para os próprios nativos. Daí as repetições tão frequentes nos textos em inglês. Isto pode ser notado quando se aumenta o som na TV para se ouvir os documentários. No original, os locutores repetem a mesma coisa, de formas diferentes, umas três vezes, a última para frisar o ponto principal, sem o que a compreensão de sua ideia fica difícil.&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Conclusão&lt;/h2&gt;
A língua é um grande determinante do sucesso intelectual de um povo, pois é a infraestrutura que armazena o conhecimento necessário para o processo. Todas são suficientes para este armazenamento, mas algumas são melhores para se obter um relacionamento exitoso destes conhecimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto menos pronto e rígido se estabelecer um conhecimento, maior a possibilidade de relacionamentos, que quanto mais se entrelaçarem, mais vão facilitar a criatividade e o estabelecimento das novas possibilidades.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/8609621033909347799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/8609621033909347799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8609621033909347799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8609621033909347799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2017/07/por-que-franca-e-o-unico-pais-evoluido.html' title='Por que a França é o único país evoluído de língua latina ?'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-2755624686615909733</id><published>2015-10-30T04:30:00.002-07:00</published><updated>2015-10-30T04:30:30.637-07:00</updated><title type='text'>De Compreender até Ensinar - Estudando Mortimer J. Adler - II</title><content type='html'>&lt;b&gt;Compreender&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na definição dicionarizada, Compreender é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Conter em si, na memória e na consciência, um significado junto ao seu conhecimento associado&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas será que uma pessoa comum entende este &quot;Conter em si&quot; ? Nem a definição de &quot;Consciente&quot; ainda chegou em um consenso que pudesse definir algo como estar vivo e saber o que ocorre à nossa volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No artigo anterior (&lt;a href=&quot;http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2015/10/de-perceberer-ate-aprender-estudando.html&quot;&gt;De Perceber até Compreender&lt;/a&gt;) já antecipamos que &lt;b&gt;&lt;i&gt;Compreender &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é um fenômeno pessoal, resultado da fusão do que é Aprendido com as nossas experiências pessoais. Existe um dicionário público, acessível mediante compra em livrarias. A Compreensão acerca dos diversos temas do nosso contexto humano está em um dicionário pessoal, construído ao longo da vida de um indivíduo. A definição dicionarizada deveria ser, portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Armazenar na memória e na consciência, um significado do consenso comum junto às experiências do indivíduo&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pensar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo estudo da revista &quot;Discover&quot;, nossa mente experimenta 50 mil pensamentos por dia em média. O número varia de acordo com a atividade da pessoa. O filósofo John Dewey, autor do livro &quot;How we think (Como pensamos)&quot; [1], define primeiramente o Pensamento como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;Tudo o que vem à mente, ou passa pela nossa cabeça.&quot;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Como &quot;cabeça&quot; é a tradução literal do inglês &quot;head&quot;, temos que entender Cabeça como &quot;Raciocínio&quot; ou até &quot;pessoa&quot;. Curioso que na época de Dewey já existia o conhecimento sobre o cérebro. Ao descrever a ação de Pensar em termos do &quot; ... que vem à mente ...&quot;, podemos entender um funcionamento episódico do cérebro. Ou seja, ele só é ativado mediante estímulo. Mas, conforme as descobertas da Neurosciência, o Cérebro é uma máquina em funcionamento contínuo, que produz nossa sensação de &lt;b&gt;CONSCIÊNCIA&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;Consciência&lt;/b&gt; mantém disponível os &quot;objetos de pensamento&quot; correspondentes e associados ao contexto em que a pessoa está. Se estamos no parque, a Consciência disponibiliza ideias de pássaros, grama, sol, flores, cães, sombra, etc. Se estamos no escritório, a Consciência disponibiliza ideias de cadeira, mesa, computador, parede, janela, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Consciência é sensível ao contexto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, podemos definir o Pensamento como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: large;&quot;&gt;Observar mentalmente os vários objetos de um contexto, experimentando as suas relações possíveis.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O Pensamento é uma forma ativa de Consciência. Você não fica situado em um contexto apenas por ficar. O interesse da sua mente é despertado para a busca de novos sentidos neste contexto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Supor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos considerar Supor como uma das operações do processo de Pensar. &lt;b&gt;Supor &lt;/b&gt;depende de vontade, de esforço pessoal, e, por vezes, estende a operação de Relacionar para além dos &quot;objetos de pensamento&quot; do contexto examinado. Para obter algo novo, em matéria de Pensamento, é preciso buscar &quot;objetos de pensamento&quot; não óbvios. É o caso da invenção de Alfred Nobel, que achou a solução para que o TNT (explosivo) conseguisse ficar estável, colocando-o à baixa temperatura. Caso semelhante se deu com Einstein em relação à luz. Ele imaginou a si mesmo viajando no raio de luz. Estes cientistas fizeram suposições. O caso de Einstein talvez seja o mais extremo, pois ele pensou como uma criança. A criança não tem ortodoxia em seus pensamentos. Para ela um elefante como Dumbo pode voar utilizando suas orelhas como asas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso mais recente é o da &quot;matéria escura&quot;. Peter Higgs a previu por meio de equações. Ele utilizou a sua &quot;terceira visão&quot;, como é chamada a Intuição, ou uma suposição que surge automaticamente pra que algo faça sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na matemática, o zero foi resultado de uma suposição a que chamaríamos de &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;complementação lógica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;. Os matemáticos estavam presos à representação das quantidades somente quando elas estivessem presentes. O zero supriu a representação de quantidade nenhuma por um numeral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um cientista, um pesquisador, não deve ficar preso somente ao contexto que está analisando, mas fazer associações e relacionamentos bem livres, como uma criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Descobrir&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;Descoberta&lt;/b&gt; verdadeira vem de uma suposição. Do contexto em foco vem somente Conhecimento e confirmação do objeto em estudo. Descobrir vem do relacionamento dos &quot;objetos de pensamento&quot; de um contexto com &quot;objetos de pensamento&quot; de outro contexto, ou do mesmo, mas que ainda não tinha sido identificado. Neste último caso, o pesquisador fez uma &quot;complementação lógica&quot;, ou seja, acrescentou algo ainda não definido para que um comportamento do contexto fizesse sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descobrir é o grau mais alto de Aprendizado. Segundo Mortimer, o descobridor se torna a fonte primária de aprendizado de um tema. Todos nós somos meras &quot;esponjas&quot; de absorção do conhecimento transmitido. Mas quando fazemos suposições e experimentações que levam à descobertas dentro do tema, ou seja, temos uma experiência pessoal com o tema em estudo, somos levados ao Aprendizado completo e verdadeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ensinar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitos anos o professor era chamado de &quot;Mestre&quot;, para caracterizar alguém que já havia alcançado um grau alto de compreensão de um tema, a ponto de poder transmitir seu conhecimento com propriedade. Mas estes tempos já se foram. Os autores de livros se converteram em compiladores do conhecimento existente, e os professores em empregados remunerados para apenas orientar os alunos em tarefas com o fim de obter pontos para aprovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem patamares de gradação neste processo de Ensinar. O primeiro é &lt;b&gt;Informar&lt;/b&gt;, o segundo é &lt;b&gt;Transmitir&lt;/b&gt;, o terceiro é &lt;b&gt;Orientar &lt;/b&gt;e o último é &lt;b&gt;Capacitar &lt;/b&gt;plenamente. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Informar &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;reside no estágio de apenas dizer que um tema existe. Se o aluno quiser ele corre atrás do conhecimento. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Transmitir &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;já é uma informação com algumas direções que facilitam a busca de informações (informação com direção). &lt;b&gt;&lt;i&gt;Orientar &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é dar a informação, indicar fontes e classificar estas fontes dizendo qual é a abordagem de cada uma. E &lt;b&gt;&lt;i&gt;Capacitar &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é uma Orientação acrescida de suas experiências pessoais, inclusive acrescentando os limites a que você chegou, desafiando a pessoa a ultrapassá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os professores de nossa época estacionaram no estágio de Transmitir. Como muitos tem dois ou três empregos, simplesmente passam a tarefa aos alunos, na forma de exercícios ou trabalhos, e ficam se poupando na &quot;cadeira de mestre&quot;, para evitar um stress ocupacional. Existe uma gradação correspondente aos professores de cursinho, que é a de &quot;&lt;b&gt;Transmitir com macetes&lt;/b&gt;&quot;. Como o objetivo do aluno de cursinho é resolver questões, os professores deste tipo os orientam quanto à forma esperada de raciocínio exigida por este ou aquele concurso ou teste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos dar um exemplo destes estágios. Suponhamos que o Tema abordado seja o &quot;Capitalismo&quot;. No estágio &lt;b&gt;informar&lt;/b&gt;, o professor ordena aos alunos que pesquisem o Capitalismo para a próxima aula que ele vai ministrar (ou pelo menos acredita nisto). É necessário dar as duas visões sobre esta forma de educação chamada de &quot;pesquisa&quot;. A pesquisa é muito interessante em termos de (1) dar responsabilidade; (2) ensinar o aluno a achar seus próprios caminhos; (3) desenvolver a visão panorâmica. Este é um lado. Mas considerando a diversidade de educação que os alunos trazem, a diversidade de fontes e a maturidade variada que por vezes não lhes permite distinguir as fontes boas das ruins, a pesquisa pode ser desastrosa, além da visão, até correta, de que a missão do professor é ensinar com eficácia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No estágio de &lt;b&gt;transmitir&lt;/b&gt;, o professor vai fazer uma pequena explanação (talvez até contida em um &quot;Power-Point&quot; resumido) sobre o nascimento e desenvolvimento do Capitalismo, suas teorias e seus teóricos, as crises econômicas mundiais, etc. No estágio de &lt;b&gt;orientar&lt;/b&gt;, além desta apresentação, o professor vai ensinar os alunos a distinguir as tendenciosidades que podem aparecer nos textos que os alunos certamente vão procurar na Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No estágio de &lt;b&gt;capacitar&lt;/b&gt;, o professor vai mostrar sua apresentação, porém discutindo o Capitalismo dentro da vida diária dos alunos, fazendo-lhes perguntas, e colocando as respostas nos lugares certos das teorias, conceitos e ideias apresentadas em sua explicação inicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande maioria dos professores já abandonou o estágio de capacitar, pois nem eles mesmos passaram por este estágio. Discutir com os alunos, principalmente adolescentes, traz uma enorme dor de cabeça. A empatia com os alunos só é possível com professores que conheçam a psicologia que envolve seu público, além de um nível de conhecimento que eles nem sonham em adquirir, por preguiça ou por cansaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_______________________________________________________________________&lt;br /&gt;
[1] How we Think - Dewey, John - Part I - The Problem of Training Thought&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/2755624686615909733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/2755624686615909733' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2755624686615909733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2755624686615909733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2015/10/de-compreender-ate-ensinar-estudando.html' title='De Compreender até Ensinar - Estudando Mortimer J. Adler - II'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-4029419062800141798</id><published>2015-10-23T05:10:00.002-07:00</published><updated>2015-10-26T03:50:19.687-07:00</updated><title type='text'>De Perceber até Compreender - Estudando Mortimer J. Adler - I</title><content type='html'>No Post anterior nos referimos ao conceito de Aprender, na forma da raiz da ação de Apreender ligado a um objeto. Esta é a abordagem louvável que fez o erudito autor Mortimer J. Adler, de cujo trabalho vamos falar ao longo dos próximos artigos, em busca da compreensão dos métodos para Coletar e Gerir o Conhecimento com eficácia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Percebemos, mas isto basta ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade do final do século XX e deste início do século XXI estacionou no &lt;b&gt;PERCEBER&lt;/b&gt;, com a justificativa do imediatismo e da ênfase exagerada no lazer. Não vamos tecer &quot;considerandos&quot; sociológicos, para não perder o foco em nosso objetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais que &lt;b&gt;OBSERVAR&lt;/b&gt;, os indivíduos se detiveram apenas no &lt;b&gt;VER&lt;/b&gt;. Ver é essencialmente involuntário. Observar toma tempo pois implica em medidas, em comparações, em analogias, e em tempo finalmente. A sociedade atual nos ensina a não perder tempo. Hoje tudo é terceirizado, na crença de que o dinheiro paga o tempo que nós iríamos gastar com um processo demorado. Ver e Ouvir está para a preguiça, e Observar demonstra um pouco de vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos estes estágios param em apenas &lt;i&gt;PERCEBER&lt;/i&gt;. Qual é o lucro, e que esforço é mostrado nisto ? Nossos olhos, ouvidos, nariz e tato estão aí para isto mesmo. Mas qualquer ser primitivo, besta fera, é capaz de estar sujeito aos estímulos, Até os sensores de presença fazem trabalho semelhante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Usando a Percepção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí vem uma capacidade humana que abre para os férteis terrenos da mente: &lt;b&gt;DECODIFICAR&lt;/b&gt;. Quando reconhecemos um padrão, e sobre ele uma mensagem a mais do que nossa Percepção detecta, estamos agregando valores ao que é visto, ouvido, tocado ou sentido pelo olfato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguém já disse que o analfabeto é &quot;um cego para as letras&quot;. Ele sabe que tem algo escrito, mas não tem a mínima ideia do que possa ser &lt;b&gt;[1]&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Decodificação presume um Conhecimento prévio das duas partes, a que envia a mensagem e a que recebe a mensagem. Um código sujeito à decifração exige pelo menos dois indivíduos. No caso das línguas, este código é de conhecimento amplo, molda mentes, descreve costumes e pode delimitar uma nação. Tal é a força de uma língua&lt;b&gt; [2]&lt;/b&gt;. Mas é a língua ou o código que forma a sólida base de uma nação ? Podemos dizer que é o código por detrás da língua, pois as derivações das raízes formam todo um sistema filosófico, que origina costumes e religião. Exemplo clássico é o do povo judeu. A prova de sua solidez é a perseguição empreendida contra os seus princípios. Mas isto é uma discussão filosófica, fora do escopo de nosso objetivo. Só mencionamos este aspecto para realçar o poder de um código.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Decodificar e Ler&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se chamarmos a Decodificação silábica para fins de pronúncia e reconhecimento das palavras de Ler, estaremos nos tornando um pouco melhores que os papagaios. Classifiquemos esta forma de Leitura exclusivamente funcional em Decodificação, com toda a honestidade. O ser humano foi concebido para muito mais do que isto. Somos muito mais capazes do que isto. Lembrem-se que nós mesmos, humanos, concebemos alfabeto, valores fonéticos e SIGNIFICADOS. Utilizamos do princípio dos SÍMBOLOS e criamos alfabetos, arquitetamos as sílabas, e associamos a isto Ideias e Conceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Olhar para identificar e Separar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao olharmos (ação efetiva, e não somente o ver da Percepção) alguma coisa, esta toma algum sentido quando percebemos as suas PARTES. Isto é &lt;b&gt;SEPARAR&lt;/b&gt;. Não é atoa que Separar é a ação por excelência daqueles que almejam a Compreensão das coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na leitura, somente a Decodificação e Verbalização não levam a nada. Ainda temos as variadas Partes dos aglomerados de símbolos. Os símbolos (PALAVRAS, as menores unidades de uma leitura) são espaçados e formam Frases. As Frases compõem afirmações, negações e qualificações diversas. As possibilidades são infinitas. Ao discernimos os espaços, sabemos onde os símbolos (Palavras) começam e acabam. As vírgulas, pontos finais e outros tipos correlatos nos dão outros limites de Separação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ler e Conhecer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que Ler (atingido o correto proceder que se segue a uma Decodificação, ou até a uma Separação), o Leitor/Interpretador precisa ter a capacidade de extrair Conhecimento de um texto. Isto não é trivial. Convido-os a ler os comentários das redes sociais, que evidenciam, de forma contundente, esta deficiância, em amostragem de grandes proporções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coleta e formação de Conhecimento exigem uma quantidade de habilidades que exigem método, paciência e muita experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por que associar Ler e Conhecer, quando o conhecimento pode vir de diversas fontes ? Porque o Conhecimento pela leitura já vem de uma forma organizada. É facil se explicar verbalmente, mas colocar um tema da forma escrita exige Sequência concatenada de pensamentos, explicação dos pontos difíceis (ideias e conceitos que não fazem parte da vida comum), referências cruzadas (ao que já foi colocado anteriormente), evidências que corroboram fatos e argumentos, e uma série de elementos que tornam o tyexto agradável de se ler.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isto, A LEITURA PROPORCIONA UMA DAS FONTES MAIS EFICAZES DE TRANSMISSÃO DE CONHECIMENTO. E hoje, no século XXI, existe uma legião de medíocres que questionam a leitura clássica disponível, consagrada pelos tempos, como as obras de Platão, Sócrates, Locke, Kant, Marx, Adam Smith, Descartes e outros ícones da literatura e da filosofia. Em termo de obras podemos citar como referência absoluta e inquestionável, pela sua notoriedade: o Inferno de Dante, Ilíada, Odisséia, Bíblia, Mahabartha, Ramayana, Gargântua, Fausto, Riqueza das Nações e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes autores e estas obras são referência, são pilares do saber, Se a pessoa acha-as dispensáveis ou ultrapassadas, diremos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a nossa sociedade se formou e evoluiu a partir do conhecimento existente nestes livros, este conhecimento deve, obrigatoriamente, SER RECONHECIDO POR NÓS, como uma infra-estrutura inquestionável de pensar e de orientar nossa forma de conduzir nossas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você ignora o conteúdo da Riqueza das Nações ? Azar o seu, pois a nossa estrutura econômica continua obedecendo aos princípios enunciados e explicados neste livro. Acha graça de algumas &quot;lendas&quot; da Bíblia ? Lendas ou realidade, descrevem coisas bem básicas do ser humano, como inveja, ódio, mentira, etc. Acha Descartes dispensável ? Pois saiba que todo o princípio da geometria plana reside nos princípios do plano e de suas coordenadas Cartesianas. Acha Sócrates um tolo ? Ele enunciou, com os filósosfos, princípios da psicologia que são baluartes do modo de encarar a vida, como o famoso &quot;CONHECE A TI MESMO&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Valorização exagerada do Conhecimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma dúvida ? Consulte o oráculo Google. Ele tem tudo. Mas só no que se refere ao Conhecimento. Você é que vai ter que resolver o seu problema. O Google, como repositório de Conhecimento, não mostra exatamente a solução de um problema da vida. Ele fala sobre o problema. Você é que vai precisar digerir o conhecimento apresentado, unir à sua experiência, pensar um determinado tempo, e só então propor a si mesmo uma solução. E depois é colocar em prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Conhecimento é como uma vasta biblioteca. O livro sobre o assunto relacionado ao problema que você precisa resolver não vai saltar da prateleira automaticamente. Por vezes você pensa que a solução do seu problema está na medicina, quando realmente ele já foi contemplado pela psicologia. Uma boa Biblioteca não tem só bons livros, mas um bom bibliotecário, que vai te ajudar na procura e na escolha do melhor resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conhecer e Aprender&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suponha a seguinte situação. Você é apresentado ao seu novo vizinho. Isto é Conhecimento. Você vai lhe dar bom dia, boa tarde e boa noite a partir do dia da apresentação mútua. Mas isto te dá a capacidade de tratar com este vizinho sem que surjam discussões ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Aprender a lidar com este novo vizinho, vai ser preciso utilizar a Percepção (observação visual, diálogos, etc). Será preciso contato pessoal. Nem sempre o que se comenta sobre outra pessoa pode ser armazenado como Conhecimento. As opiniões (a vida e a Internet fornecem uma série de opiniões idiotas) não passam de opiniões. Elas precisam vir acompanhadas de um dossiê sobre o emissor da opinião. Quando o emissor é venal, mentiroso ou parcial, ela não srve de nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aprender sobre este vizinho, vai ser preciso armazenar um histórico de suas ações, de seus comportamentos sociais e de seu comportamento no trabalho. Isto é Conhecimento. Além disto, você pode proceder aos experimentos. O Conhecimento não é um curso de água estagnado. Você pode experimentar deixar uma revista que ele assina na porta dele, para ver se ele agradece. Pode-se também pedir dinheiro emprestado ao vizinho. Parece brincadeira, mas com estes atos pode-se aprender muito sobre a reação da pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Conhecimento não é estático. Principalmente no terreno científico, a coisa muda com muita rapidez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Aprender e Compreender&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é Compreender ? A maior parte das pessoas confunde esta ação com Aprender. Compreender é o estágio mais avançado de Aprender. A Compreensão vem quando você cruza o Conhecimento consolidado sobre um assunto com a sua experiência pessoal. Compreender é, portanto, &lt;b&gt;&lt;i&gt;A INTERNALIZAÇÃO PESSOAL DO CONHECIMENTO CITADINO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (o consagrado pela maioria das pessoas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Aprender &lt;/b&gt;é mais ligado ao instinto gregário, e &lt;b&gt;Compreender &lt;/b&gt;reside no âmbito pessoal. Na sala de aula, os alunos Aprendem, juntos, a extrair a raiz quadrada de um número, na forma de um &lt;b&gt;&lt;i&gt;método &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;que vale para qualquer pessoa. O cálculo não depende da pessoa, e sim do método. Mas cada aluno tem uma Compreensão do processo diferente, imaginando, por exemplo, que a estimativa da primeira raiz começa pela metade do número que consta do problema proposto. Outro aluno pode ter em mente que esta estimativa é de um terço do número. Outro pode utilizar uma tabela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;APRENDER É COLETIVO,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;COMPREENDER É INDIVIDUAL.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Um outro exemplo seria o aprendizado da digestão. Um aluno que veio da zona rural pode imaginá-la lembrando das observações que fez das vacas que via nas fazendas. Já o aluno da zona urbana pode aplicar suas lembranças pessoais de se alimentar no self-service e de ir ao banheiro. Outro ainda pode associar a digestão ao regime de evacuação do seu cachorro de apartamento, analisando o quanto ele come e o volume e cor de suas fezes. Ou seja, Aprender é uma atividade &quot;impressionista&quot;: você agrega suas impressões de fenômenos associados aquele Conhecimento ao que é ensinado em sala de aula ou nos livros didáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_________________________________________________________________&lt;br /&gt;
[1] O artigo 595 define &quot;assinatura a rogo&quot;, feita por duas testemunhas, em contrato, caso uma das partes seja analfabeta.&lt;br /&gt;
[2] Vejam os exemplos dados pelos Bascos, Judeus, Curdos e Árabes.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/4029419062800141798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/4029419062800141798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4029419062800141798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4029419062800141798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2015/10/de-perceberer-ate-aprender-estudando.html' title='De Perceber até Compreender - Estudando Mortimer J. Adler - I'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-1441550389830484629</id><published>2015-08-06T15:01:00.002-07:00</published><updated>2015-08-06T15:12:01.674-07:00</updated><title type='text'>O que é aprender ?</title><content type='html'>Como APRENDER é algo que se destaca em uma sociedade cultural, o meio mais frequente para tal fim se torna a LEITURA. É a partir dela que o APRENDIZADO se consolida. Este assunto foi tratado por Mortimer J. Adler em seu antológico livro que, na tradução para o português leva o título &quot;A Arte de Ler&quot; [1]. Segundo ele, a Leitura é uma das ferramentas, talvez a principal, para se chegar ao Aprendizado [2].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor (Mortimer J. Adler) faz uma comparação entre o ato da LEITURA e um jogo de BEISEBOL [3]. E fruto desta comparação é citada a tríade de verbos: LER, APRENDER e APREENDER. A última ação (apreender) é a que mais se aproxima da função do &quot;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;catcher&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&quot; deste esporte americano tão popular (beisebol), cuja função é justamente a de APREENDER [4] a BOLA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta feliz comparação de Mortimer, a BOLA é o novo CONHECIMENTO [5], que deve ser Seguro (apreendido, agarrado). Nesta analogia, o que seria a MÃO do &quot;catcher&quot; ? Esta mão representa a COLEÇÃO DE CONHECIMENTOS da mesma categoria, e de categorias mais próximas do Contexto em que ele foi expresso ou observado, ato que se iguala ao &lt;i&gt;LANÇAMENTO DA BOLA [6]&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Verdade Redundante&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a Bola (nova ideia) precisa ser Segura (apreendida) pela Mão (conhecimentos já adquiridos), podemos dizer que só podemos compreender um novo Conceito ou Definição se já possuirmos, a anteriori, um somatório suficiente de &quot;pré-conceitos&quot; relacionados ao qual fomos expostos agora, no momento deste novo APRENDIZADO. Daí constatamos o quão difícil é aprender algo novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se for totalmente NOVO, precisamos compreender o grau de dificuldade implícito no ensinamento de Ranganathan: &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;só podemos distinguir com clareza algo já parecido com outro algo que já conhecemos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Formação do Conhecimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo que foi exposto, fica fácil compreender o porquê da formação de um adulto crítico a partir de uma criança altamente sugestionável, que absorve com grande avidez as primeiras impressões e verdades da vida sem questionamento e com grande alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conhecimentos básicos das crianças vem das impressões colhidas em meio aos cuidados de seus pais em relação a elas, das canções de ninar, das brincadeiras com os pais, das atividades e dramatizações feitas utilizando ou não seus brinquedos como intermediários, da descoberta de seu próprio corpo, da observação do ambiente físico do seu lar e da observação da natureza (árvores, animais, céu, sol, lua, veículos, casas). Sobre este Universo básico serão colocados novos conhecimentos &quot;lançados&quot; sobre as crianças. Ligações (&quot;links&quot; [7]) serão então construídos entre este novo conceito &quot;lançado&quot; e os já existentes por meio de relações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Relações Ricas e Relações Pobres&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As relações entre conceitos podem ser diretas ou indiretas. Por incrível que pareça, as indiretas são mais eficientes para provocar crescimento e maturidade. As relações pobres são os sinônimos. E por que pobres ? Porque sugerindo uma associação imediata, não implicam em uma cadeia de raciocínios que provoque aquela sensação de revelação peculiar á descoberta. As ricas são as mediadas por verbos em expressões significativas que lembram fatos históricos, episódios ilustrativos. Alguns exemplos de verbos são: possui, determina, submete, controla, é controlado e assemelhados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As relações intermediárias envolvem comparações como &quot;é menor&quot;, &quot;é maior&quot;, &quot;é igual&quot;, pois se aproximam de uma medida geométrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Relações episódicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma situação bem conhecida vai ilustrar esta exposição. Se a criança já fez suas dramatizações (chamaremos assim por ser mais conveniente) com seus carrinhos de brinquedo, ela vai &quot;RECONHECER&quot;, ou seja, &quot;APREENDER&quot; o significado do carro de seu pai, apenas acrescentando a este significando (o carro do pai) o característico de ser maior do que aquele com o qual brincava e que lhe serviu de modelo mental. E quando for mais velha, esta criança, ao entrar em contato com o Ônibus, pela primeira vez, vai acrescentar ao significando do carro um novo conceito, qual seja o de &quot;Carro que transporta várias pessoas, bem mais do que o carro básico&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais &quot;História&quot; a criança ou o jovem (ou mesmo o adulto) acrescentar a um significando, enriquecendo o seu significado, mais relações estará construindo em torno do núcleo básico de uma ideia, de um conceito e, consequentemente, melhor, mais eficiente será a &quot;APREENSÃO&quot; do conceito &quot;lançado&quot; sobre ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Anotações e Aprendizado Ativo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mortimer chama o Aprendizado de ativo quanto mais atividades o leitor realiza enquanto está lendo. As formas mais comuns de atividades são: o grifo, as anotações, os diagramas. Só pelo fato de estar com uma caneta na mão anotando, o leitor já está integrando seus centros motores na ação de leitura. Mas a integração de centros motores à atividade intelectual é só um fator auxiliar. Perguntaríamos: &quot;onde está o estímulo intelectual na leitura ativa ?&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta está na maior possibilidade de se achar Relações entre as Ideias ou Conceitos Básicos da infância e as Ideias Lançadas, bem como entre os Conceitos Secundários em relação aos Básicos e os Conceitos ou Ideias Lançadas pelo texto. As relações entre conhecimentos Básicos e os Novos se encaixam na regra de Ranganathan sobre Reconhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só podemos dizer que aprendemos quando constatamos que fomos capazes de estabelecer estas Relações entre o Novo e o Velho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Dedução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Dedução é uma Relação mais distante com base nas Ideias relacionadas, num nível superior. Uma dedução simples seria, a partir de&lt;b&gt; a = b&lt;/b&gt; e&lt;b&gt; b = c&lt;/b&gt;, deduzir que&lt;b&gt; a = c&lt;/b&gt;. Para a dedução é preciso um pouco do elemento de &quot;insight&quot;. Você consegue constatar algo entre as Ideias que não está diretamente associado a elas, mas à uma composição das mesmas. Seria como a percepção de Einstein sobre as propriedades da luz, quando se imaginou viajando em um de seus raios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ler é uma das ferramentas para se Aprender. Aprender é estabelecer Relações entre Novas Ideias e o conjunto de Conceitos e Ideias contidos em nossa memória,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__________________________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[1]&lt;/b&gt; Editora AGIR - Primeira Edição ano 1930. Título original: &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;How to read a book&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[2]&lt;/b&gt; Leitura e Aprendizado - Se a leitura for feita como reza o livro citado, ela servirá de instrumento eficiente para um aprendizado eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[3]&lt;/b&gt; Capítulo 2, parte 3 (numeração da edição de 1954 - Editora AGIR)&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[4]&lt;/b&gt; Sendo o corpo a medida e parâmetro inicial para as comparações do ser humano, o SEGURAR da Bola é o que mais se aproxima do APREENDER dos sentidos que uma leitura quer expressar.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[5] &lt;/b&gt;O Conhecimento é uma expressão precisa de uma nova Observação ou Dedução, completo em si mesmo, conforme a Ideia de seu Autor. Ele não é a INTERPRETAÇÃO que lhe dão, mas um fruto genuíno de CONTEXTO definido no momento da experimentação ou no momento de sua dedução. Ele está solidamente atrelado a uma Época (Tempo) e a um lugar (Local). Reexperimentado e produzindo as mesmas impressões em outros Tempos e Locais, ele se torna um Conhecimento Global, um CONCEITO ou uma DEFINIÇÃO.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[6]&lt;/b&gt; A cada vez que surge uma dificuldade, expressa por um problema, resultado de uma mudança ocorrida em um Tempo da história, podemos dizer que houve o lançamento de uma Bola, como uma nova tendência, uma nova moda ou uma nova solução.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;[7]&lt;/b&gt; Esta forma de ligação ficou mais evidente com o surgimento do ambiente Web. O livro pioneiro nestas ligações foi a Bíblia, com seus versículos cruzados.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/1441550389830484629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/1441550389830484629' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1441550389830484629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1441550389830484629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2015/08/o-que-e-aprender.html' title='O que é aprender ?'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-4449374303296734528</id><published>2014-11-17T04:35:00.000-08:00</published><updated>2015-07-03T08:32:58.519-07:00</updated><title type='text'>Autopoiesis - Princípio da Continuidade dos Sistemas</title><content type='html'>Segundo o pensamento Grego, existe um princípio que dita a continuidade das coisas e das instituições. É o Princípio de Autopoeiesis, cuja definição é a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacidade de um Sistema de se Organizar, se adaptar e de se Autogerir, além de se Reproduzir e melhorar a sua Gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Significado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que se delimite um sistema, suas leis e procedimentos, o mesmo começa a funcionar, e continua desta forma. Cabe aos seus componentes revisarem e melhorarem os procedimentos, com vistas a economia e busca de processos que tenham a ver com a sua natureza, pois o que não melhora acaba degradando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este mesmo procedimento é inevitável no caso de uma crise. Esta força os membros do Sistema a procurarem formas de superá-la, e isto acaba mantendo o Sistema vivo e funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Exemplos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma área departamental de uma Empresa ou uma franquia são bons exemplos de Sistema Autopoiético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da franquia, a função reprodutiva é a abertura de uma nova, onde os membros foram selecionados e treinados. No caso de uma área departamental, a reprodução pode ser o treinamento de uma equipe que vai utilizar certos modelos administrativos comuns para se gerir. Neste caso, empregados da área de pessoal podem treinar os empregados de uma nova área de meio ambiente nos procedimentos administrativos comuns a todos os departamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Autopoiesis e Filosofia de Trabalho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a Autopoiesis serve como ferramenta de comparação entre o um Local de Trabalho (área, seção, departamento) com um Sistema Autogerível. Seus componentes devem ver a si mesmos como susbsistemas ou componentes, funcionando sem ultrapassar o seu limite de autodestruição. O Limite de Autodestruição de uma pessoa é aquele que extrapola o seu limite metabólico, afinal cada um é também um Sistema Biológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de Sistemas Autopoiéticos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São exemplops deste tipo de sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A célula;&lt;br /&gt;
A pessoa;&lt;br /&gt;
Empresas;&lt;br /&gt;
Uma floresta;&lt;br /&gt;
O Mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Consequências&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo o que é Sistematizado tende a sobreviver e a melhorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/4449374303296734528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/4449374303296734528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4449374303296734528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4449374303296734528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2014/11/autopoiesis-principio-da-contuinuidade.html' title='Autopoiesis - Princípio da Continuidade dos Sistemas'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-1772721930746878629</id><published>2014-11-13T09:48:00.003-08:00</published><updated>2014-11-13T09:48:25.479-08:00</updated><title type='text'>Youtube, o pretenso ditador</title><content type='html'>O mundo conhece bem o significado de Ditador e de Ditadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o dicionário &lt;b&gt;&lt;i&gt;Priberam &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;da língua portuguesa (a Wikipédia ainda vai atingir um nível razoável de credibilidade no futuro), temos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ditador &lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;word_wrap&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;Pessoa&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;que&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;reúne&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;em&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;si&lt;/span&gt;,&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;temporariamente&lt;/span&gt;,&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;e&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;em&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;circunstâncias&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word_wrap&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;varpb&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; display: inline; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;pb&gt;&lt;span class=&quot;word_wrap&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;excepcionais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pb&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;word_wrap&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;todos&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;os&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;poderes&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;públicos&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: 700;&quot;&gt;&quot;Ditador&quot;&lt;/span&gt;, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], &amp;nbsp;2008 - 2013, &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.priberam.pt/DLPO/Ditador&quot; style=&quot;color: #1483ff; text-decoration: none;&quot;&gt;http://www.priberam.pt/DLPO/Ditador&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Ditadura&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px; padding-left: 12px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999; font-size: 0.9em;&quot;&gt;1.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;def&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;Governo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;ditador&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px; padding-left: 12px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999; font-size: 0.9em;&quot;&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;def&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word_wrap&quot;&gt;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;Absorção&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;do&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;poder&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;legislativo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;pelo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;poder&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;word&quot; style=&quot;cursor: pointer;&quot;&gt;executivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: 700;&quot;&gt;&quot;ditadura&quot;&lt;/span&gt;, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008 - 2013 ,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.priberam.pt/DLPO/ditadura&quot; style=&quot;color: #1483ff; text-decoration: none;&quot;&gt;http://www.priberam.pt/DLPO/ditadura&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A velha República Romana já experimentou o regime, e funcionou bem. Mas por quê ? Porque era necessária uma centralização de poder devido às constantes guerras, consequência da barbárie. A cultura e o direito não haviam atingido o nível em que estão hoje. E levem em conta que mesmo assim ainda temos conflitos armados no mundo de hoje. Mas havia outro ponto a se considerar. O volume de informação era infinitamente inferior ao que temos hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Quando o volume de informação atinge um determinado patamar, a sua manutenção se torna crítica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Poder&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;As fontes de poder vieram mudando desde a antiguidade. A primeira foi o ouro (riquezas minerais). Depois veio o dinheiro (moeda ligada à credibilidade). Depois as armas (riqueza transformada em defesa). Até este ponto eram &quot;bens tangíveis&quot;, passíveis de serem contabilizados. Nesta era, o poder é baseado em &quot;bens intangíveis&quot;. Que bens são estes ? Informação e credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;No que diz respeito à Informação, a detentora do título de maior gestora é o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: large;&quot;&gt;Google&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;. Este mesmo blog pertence ao mecanismo Blogger, de propriedade deste grande conglomerado da Informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;O Google conseguiu canalizar para o seu nicho tecnológico uma série de ferramentas de Gestão da Informação em primeiro nível. E acrescentou a isto as ferramentas de segundo nível, ou seja, as de foruns de discussão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;E esta empresa não está interessada em que tipo de informação é colocada em seus meios de armazenamento. O que importa é que eles sejam usados para armazenar e para exibir, pois o objetivo final é a veiculação de propaganda e a cobrança dos espaços onde elas são veiculadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Youtube&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;A difusão de mídias era, até meados dos anos 1990, monopólio das redes de TV e, em menor escala, do rádio. O Youtube veio de mansinho, e com a prerrogativa de meio de armazenagem gratuito, se tornou o maior &quot;armazém&quot; de mídia do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;A geração que inaugurou o seu uso estava ansiosa por ter um meio de divulgação de conteúdo técnico. Porém, como todo meio de comunicação, o Youtube se contaminou com o &quot;besteirol&quot; que já havia tomado conta da TV, sob um controle moderado. Mas o Youtube não tem moderação, a não ser do detentor da mídia propagada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Com isto, o armazém de dados sérios também se tornou o &quot;varejão da escória das massas&quot;. O homem comum começou a alimentar sua própria vaidade difundindo seus vídeos pessoais. O próximo passo foi o que estamos observando agora, onde leigos manifestam a &lt;b&gt;PRETENSÃO DE OPINAR SOBRE ASSUNTOS TÉCNICOS&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;A doença do duvidar&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Como é que uma pessoa consegue atrair a atenção do público em geral ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;O mecanismo é o mesmo utilizado pela imprensa, antes da implantação do código do &lt;b&gt;CONAR&lt;/b&gt;. O CONAR é uma espécie de ONG que faz a autorregulamentação Publicitária a nível Nacional. Almeja-se o &quot;furo&quot; de reportagem, o inédito, o bizarro. E como isto é sentido ? Pode-se constatar esta técnica na enxurrada de vídeos cujo título tem os padrões:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;A verdade sobre ... &quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;A mentira sobre ... &quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;Desmascarando ... &quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;Desmistificando ... &quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Então vem o segundo parâmetro de análise, depois do título, os autores. Os autores são, quase sempre, pessoas expulsas das instituições que professam as ideias que criticam agora. Pessoas com anos de exercício naquelas instituições de que falam, e que após 20 ou mais anos &quot;descobrem&quot; que estavam sendo enganadas. Jovens sem uma carreira formal naquele ramo, cujo linguajar não condiz com a seriedade do assunto apresentado, e sem os pré-requisitos exigidos para expor o tema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Então vem algo que espanta. A legião de pessoas que assistem e concordam com a coisa exposta, ainda fazendo brincadeiras, gozações, usando palavrões e ofendendo-se uns aos outros é enorme. É a idiotização dos meios de divulgação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Mas ao Youtube pouco interessa, pois já ultrapassou a TV como meio de divulgação tem pelo menos 5 anos. O que interessa ao Google é deter o tráfego da Internet para o seu lado e vender espaço de anúncios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ganhando dinheiro mentindo ou não&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Uma das funcionalidades do Youtube para seus usuários se refere ao processo denominado de &lt;b&gt;&lt;i&gt;MONETIZAÇÃO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Em cálculos sumários, a cada milhão de visualizações o usuário pode ganhar 1500 euros. Mas o leitor julgaria que é difícil atingir este número. Absolutamente. O canal Porta dos Fundos, que promoveu o ator e humorista Flavio Porchat, a cada vídeo colocado atinge facilmente a cifra de 1 milhão de vistas. Alguns vídeos chegaram a ser vistos 14 milhões de vezes. E não exigem muitos recursos, além de terem um tempo de duração muito pequeno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Vamos comparar com vídeos científicos e sérios. O acesso a estes, mesmo ficando por 2 anos em exibição atingem acessos entre 10.000 e 1 milhão. Isto confirma a máxima de que:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;Se quiser fazer sucesso, faça vídeos bem imbecis&quot;, que traduzindo pode ficar assim:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&quot;Quanto pior, melhor&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Entre os autores de vídeos temos adolescentes, recém-formados, ex-membros de correntes ou instituições (estes são os piores), aposentados, adultos que não completaram os estudos e outras aberrações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;b style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Uma geração de enganados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Mas se do lado de quem coloca, até um lucro pode surgir, do lado de quem assiste é que se sente o prejuízo. Alunos em sala de aula respondem às questões utilizando conhecimentos de vídeos distorcidos sobre História, Arqueologia, Biologia, Inglês, e o que se puder imaginar em termos de conteúdos escolares. É uma polêmica parecida com a da Wikipédia, em que os experts recrutados muitas vezes são pessoas com conhecimentos deturpados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;Dr. Google&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Os médicos já sentem a dificuldade ao terem que se confrontar com pacientes que se auto-diagnosticam pelo Google. Os pacientes tentam forçar o diagnóstico para o conteúdo lido na Internet. O problema é que o Google não tem olhos nem mãos para examinar o paciente, e muitas vezes a consulta acaba em confronto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Para o estudo de qualquer tema, os livros, artigos e Revistas especializadas continuam sendo a melhor fonte de consulta. Seus conteúdos passam por revisão de profissionais formados e que lidam cotidianamente com o assunto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Recomendamos que ao selecionar um vídeo, você analise o perfil de quem o colocou no Youtube. Veja se ele é formado, observe a linguagem que ele utiliza, como saúda sua audiência. Se ele cometer erros de português, descarte. Verifique se no próprio vídeo o autor dá currículo e qualificações, assim você não fica a mercê de um idiota.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;

&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;__________________________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fontes:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAIS NA COMUNICAÇÃO&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;ORGANIZACIONAL - Laís Maciel Roberto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Youtube, mediador da cultura popular no ciberespaço - Denis Renno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Cultura de Massa ou Industrial Cultural - Nélson Adrian&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;Teorias da Comunicação de Massa Material complementar para desenvolvimento de Observatório de Mídia -&amp;nbsp;Laura Alves Martirani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
Redes Sociais na Internet - Raquel Recuero&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/1772721930746878629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/1772721930746878629' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1772721930746878629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/1772721930746878629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2014/11/youtube-o-pretenso-ditador.html' title='Youtube, o pretenso ditador'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-3644552528362089081</id><published>2014-07-25T11:58:00.003-07:00</published><updated>2014-07-25T11:58:59.993-07:00</updated><title type='text'>Usando Mapas Mentais - Ferramenta para Gestão de Conhecimento</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;
O garimpo de informações em um texto pode ser feito através de sua leitura e anotação em um mapa mental. Veja esta breve aula sobre o assunto:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/ARvzchJbLqg?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/3644552528362089081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/3644552528362089081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/3644552528362089081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/3644552528362089081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2014/07/usando-mapas-mentais-ferramenta-para.html' title='Usando Mapas Mentais - Ferramenta para Gestão de Conhecimento'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-2078921598433951703</id><published>2013-03-15T17:02:00.000-07:00</published><updated>2015-10-16T14:11:55.987-07:00</updated><title type='text'>Opinião, Posicionamento e Questionamento</title><content type='html'>A &lt;b&gt;OPINIÃO &lt;/b&gt;deve ser uma mistura de &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Posicionamento &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;e de &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Questionamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao expor seu Posicionamento, existe um pacto com a sua própria formação. Se sua Opinião não tem nada a ver com o que você é (aquilo que pratica), ela é uma mentira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você cometeu uma série de erros e eles te ensinaram um caminho &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;MENOS EQUIVOCADO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, no momento de sua Opinião, você estará apoiado no passado, sem estar praticando as mesmas ações. A isto chamamos &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;EXPERIÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A abertura ao Questionamento abre possibilidades para escolher caminhos ainda MENOS EQUIVOCADOS. A isto chamamos &lt;span style=&quot;color: #0b5394;&quot;&gt;&lt;b&gt;SABEDORIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. A Sabedoria não é a enumeração de uma série de ERROS, mas sim um pedido de ajuda, para, daí em diante, &lt;span style=&quot;color: #660000;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;NÃO COMETER TANTOS ERROS&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus, o Mestre, utilizava este método.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Contra&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser simplesmente Contra algo, só para fazer oposição, não é ter Opinião; é apenas querer &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ESTAR CERTO APOIADO NA OPINIÃO DO OUTRO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. &lt;span style=&quot;color: purple;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Inverter é fácil, basta usar o Espelho&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Mortimer J. Adler, ao ler um livro ou apreciar os argumentos em geral, você precisa, no momento em que lê pela primeira vez, concordar com o autor, pois só assim vai compreender a coerência do argumento exposto com as demais opiniões laterais que ele dá a respeito do assunto. Só deste modo você entende a ligação Opinião e Opinador. Se uma Opinião não dá pistas sobre aquele que a emitiu, vai ser difícil compreender o motivo porque foi dada aquela Opinião, e pouco vai se poder dizer sobre a real natureza da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A base&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseado na EXPERIÊNCIA, só devemos emitir Opiniões após muito estudo. Jovens &amp;nbsp;ou Inexperientes ou Mentirosos ou Falastrões são rápidos para Opinar, e lentos para Concluir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é bom ficar mais velho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/2078921598433951703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/2078921598433951703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2078921598433951703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2078921598433951703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2013/03/a-opiniao-deve-ser-uma-mistura-de.html' title='Opinião, Posicionamento e Questionamento'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-2574203700694471317</id><published>2013-01-14T07:35:00.002-08:00</published><updated>2013-03-15T17:08:09.243-07:00</updated><title type='text'>Grande, alto, maior que, acima e autoridade</title><content type='html'>Estávamos discutindo os instintos dos animais, herança genética e evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento vimos na obra de Joseph Campbell (As máscara de Deus) justamente a discussão sobre os &quot;sinais&quot; já presentes na natureza para os quais os animais estão prontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um deles é o da presença da águia e predadores alados de sua família, como o falcão, o abutre e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pequenos animais terrestres e os pequenos pássaros alados, em seu primeiro contato com aqueles mencionados, já reagem com alvoroço e preparam a sua fuga. Mas este sinal parece algo inato. Experimente abrir um guarda-chuva, de preferência escuro, perto da gaiola de um passarinho. Ele logo começa a bater as asas e a ficar desorientado, mesmo dentro da gaiola, que o guarda, segundo nosso raciocínio, de todos os perigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Qual é a explicação para isto ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os naturalistas dizem que esta é uma informação guardada a milhões de anos no código genético, e passada de pai para filho pela evolução. Vamos supor que o primeiro pássaro nunca tivesse experimentado esta situação. A informação estaria guardada, mesmo assim em seu código genético ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A explicação está em IMPRESSÃO na forma da linguística dos SINAIS. A experiência do guarda-chuva demonstra bem este fato. Em relação ao tamanho do passarinho, o guarda-chuva aberto é GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na natureza, os filhotes nascem PEQUENOS, e automaticamente se submetem aos GRANDES (os adultos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A linguagem Simbólica Universal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos conjuntos de palavras mais utilizados pelas crianças é o constituído pelos pares GRANDE e PEQUENO, MAIOR e MENOR, ALTO e BAIXO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo em seus primeiros anos de vida a criança teme o que é GRANDE, o que é ALTO. Isto está muito intrínseco dentro dos conceitos simbólicos que estão em torno dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As ideias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas histórias infantis temos muito a figura do gigante (GRANDE), que é temido pelo seu tamanho. Ou seja, até a simbologia contida nas fábulas, instrumento para fixar os símbolos na mente dos futuros adultos, induz o indivíduo a fixar este conceito de proporções. O GRANDE pode mais, provoca mais danos. O PEQUENO, nas fábulas, tem que usar a inteligência para vencer o Gigante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Autoridade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja como as noções de Autoridade estão gravadas em nosso dicionário simbólico na forma de proporções e de posição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vontade do comandante é MAIOR que a minha.&lt;br /&gt;
O Governador está ACIMA de mim.&lt;br /&gt;
O Oficial é superior a mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas são formas de expressão simbólica (metáforas) que ilustram bem a relação entre Autoridade, tamanho e posição. Não precisa dizer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autoridade e as ideias de risco e dano (caso do passarinho), na língua, são expressas, simbolicamente, por ideias de tamanho e de posição.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/2574203700694471317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/2574203700694471317' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2574203700694471317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/2574203700694471317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2013/01/grande-alto-maior-que-acima-e-autoridade.html' title='Grande, alto, maior que, acima e autoridade'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-6206711858096399134</id><published>2013-01-07T12:57:00.002-08:00</published><updated>2013-01-07T12:57:42.291-08:00</updated><title type='text'>Mapas Mentais Multi-dimensionais (Mind Mapping)</title><content type='html'>Os Mapas Mentais (Mind Maps) e os Mapas conceituais são excelentes ferramentas de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na forma em que existiram até hoje, sem uma normatização de relacionamentos por ação ou por relação, ou seja, eles praticamente são diagramas que ligam ideias, eles são muito mais úteis ao autor do que para os seus numerosos leitores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isto, após um estudo de 4 anos sobre diagramas relacionais (apresentados acertadamente como mapas mentais em alguns casos), encontramos uma forma mista, mas bem mais acessível ao entendimento de quem os vê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja um Mapa Mental Multi-Dimensional (MMMD, ou 3MD) do Brasil país:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEnPnUyZ6FTFbXer3Djz3M51CEYzrvUzUnjThJ7uBg2jlQDQuybIt4-GMaZwTHfWifw7_wIawOJ-d3ov0YPlsmugUBlaAyLX7fUExblDDE7R2hEGRpSv9aAaQP6uweTJiHU-d2XspQEdI/s1600/MapaMental_Brasil.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;457&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEnPnUyZ6FTFbXer3Djz3M51CEYzrvUzUnjThJ7uBg2jlQDQuybIt4-GMaZwTHfWifw7_wIawOJ-d3ov0YPlsmugUBlaAyLX7fUExblDDE7R2hEGRpSv9aAaQP6uweTJiHU-d2XspQEdI/s640/MapaMental_Brasil.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Este é realmente um Mapa Mental multi-dimensional, em relação à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conceitos e pré-conceitos em relação ao Brasil;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dados estatísticos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pré-História do Brasil;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;História do Brasil.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os mapas mentais até agora, em geral, eram feitos ligando as ideias que iam aparecendo sobre um assunto, sem uma separação clara do escopo de cada grupo de ideias. Sim, se apresentaram muito mais úteis que as descrições e esquemas feitos mais linearmente, mas assemelhavam-se mais a infográficos mais evoluídos do que realmente a mapas mentais verdadeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da forma colocada agora, pela primeira vez, na Internet, e neste blog, vê-se claramente a inserção das ideias em Escopos, ou CATEGORIAS da disciplina em questão para a IDEIA central tratada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo o que se viu até hoje em matéria de Mapas Mentais foram diagramas de composição bem livre, mais adaptado ao mercado de softwares que seriam vendidos para compor os Mapas, sem restringir de forma alguma o usuário do que ao real propósito de construir alguma coisa realmente ORGANIZADA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia antes vendida de Mapa Mental era apenas uma forma de diagramação relacional. O verdadeiro Mapa Mental reflete uma organização multi-dimensional que mantém a coerência dentro de categorias de uma mesma ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jogue fora todos os seus mapas anteriores, e os refaça utilizando esta lógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em caso de dúvidas, poste nos comentários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/6206711858096399134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/6206711858096399134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/6206711858096399134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/6206711858096399134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2013/01/mapas-mentais-multi-dimensionais-mind.html' title='Mapas Mentais Multi-dimensionais (Mind Mapping)'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEnPnUyZ6FTFbXer3Djz3M51CEYzrvUzUnjThJ7uBg2jlQDQuybIt4-GMaZwTHfWifw7_wIawOJ-d3ov0YPlsmugUBlaAyLX7fUExblDDE7R2hEGRpSv9aAaQP6uweTJiHU-d2XspQEdI/s72-c/MapaMental_Brasil.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-7684692672475542997</id><published>2012-11-04T17:15:00.000-08:00</published><updated>2012-11-04T17:30:21.343-08:00</updated><title type='text'>Símbolos - Querer acreditar</title><content type='html'>Em uma tarde em família, estávamos observando nossa cadelinha mordendo o &quot;casaquinho&quot; que demos no inverno deste ano. Ela acabara de sair do cio. É uma cadelinha bassê muito boazinha. Mas neste dia, se alguém tentava tirar o casaquinho dela, ela protestava com rosnados convincentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso completar a história citando que o casaquinho estava em meio a roupas para lavar. Dias antes, ela fuçava na pilha de roupa suja, gemendo baixinho. De repente percebemos que era ele que ela procurava, e o demos com um carinho. Ela já estava no cio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem, sabe-se que algumas cadelas sofrem de gravidez psicológica. Nossa cadela tomou o casaco não como um filhote, mas como ALGO PARA DEFENDER, PARA SE TOMAR CONTA, OU SEJA, um Símbolo físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os símbolos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já falamos sobre &lt;a href=&quot;http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2010/01/simbolos-espacotempo-ganharperder.html&quot;&gt;símbolos&lt;/a&gt; e&lt;a href=&quot;http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2010/02/simbolos-improprios-ou-incompletos.html&quot;&gt; símbolos impróprios&lt;/a&gt;. O ser humano, dotado de razão, lógico e com todo o seu potencial e informação, por diversas vezes é pego em uma armadilha de símbolos e é vítima das metáforas mentais. O caso mais comum é o de homens e mulheres que caem nos enganos da paixão, por confundirem mulher ou marido com mãe e pai, respectivamente, ou a professora com a mãe, o professor com o pai, numa gama de possibilidades enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais próximo da realidade, tem pessoas que amam as mães, mesmo elas sendo megeras, torturadoras, algozes, madrastas mesmo. Este é o melhor exemplo de&lt;b&gt; Querer Acreditar&lt;/b&gt;. A mãe, neste caso, é mais uma &lt;b&gt;PESSOA SÍMBOLO&lt;/b&gt; do que uma &lt;b&gt;&lt;i&gt;PESSOA SAPIENS CARNALIS&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (pessoa racional em carne). Poderíamos chamar as Pessoas Símbolo de Atores. Como não correspondem, em ações, ao Símbolo que carregam consigo em Relação ao Contexto Social, não passam de &lt;i&gt;arroubos de gente mal resolvida&lt;/i&gt;. Pessoas deste tipo podem receber a alcunha de Falsos, Fingidos, Duas Caras ou Dissimulados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A salvação social destas pessoas, para quem os rodeiam é o Querer Acreditar. O filho que tem uma megera como mãe, faz uma &quot;maquiagem&quot;, pintando com cores os locais da personalidade deste tipo de pessoa que são brancos ou cinza, de modo que corresponda a aquilo que idealiza &lt;b&gt;&lt;i&gt;CONFORME OS MODELOS DISPONÍVEIS NA SOCIEDADE&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Nossas crenças&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você pensa ser um Pai, você tem que reforçar isto na sua mente, tendo consciência e exercendo o Modelo Previsto. Na ausência do seu filho, você se sente menos Pai ? Os Símbolos humanos tem um mantenedor, que é a mente, ou se você preferir, a memória. Até Deus em sua palavra falou algumas vezes que &quot;se lembrou&quot;. Tem cabimento ? O supremo Criador e Controlador se &quot;lembrou dos hebreus&quot; quando os viu em escravidão no Egito. Pode ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que pode, pois nós temos que fazê-lo a toda hora. Quem sofre do mal de Alzheimer, que entre outras coisas causa perda progressiva da memória, perde a identidade. Somos construídos a partir dos Símbolos que fabricamos na mente,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A crença em Deus como exemplo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, a expressão mais fidedigna do &quot;Querer Acreditar&quot; é a Crença em Deus, chamada de Fé. Não é preciso gastar muito discurso. Quem crê em Deus o faz com a força do &quot;Querer Acreditar&quot;. Estas pessoas crêem mais nEle do que até nas coisas visíveis,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas com base na teoria de que&lt;a href=&quot;http://cerebromeyer.blogspot.com/2012/05/o-cerebro-e-um-simulador.html&quot;&gt; o Cérebro é um Simulador&lt;/a&gt;, até para vivermos, &lt;b&gt;PRECISAMOS CRER QUE A VIDA É REAL&lt;/b&gt;. Sim. Como temos dois estados, de Consciência e de Sono, não podemos afirmar em qual dos dois estamos em um momento com &lt;b&gt;CERTEZA ABSOLUTA&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Levando ao extremo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você tem que crer que o próximo dia realmente vai acontecer, que o ônibus vai chegar, que sua esposa ou marido vão chegar, que o filho vai chegar da escola, que vão depositar seu salário, que o remédio vai fazer efeito, de que suas pernas vão andar quando seu corpo acordar, que vai haver energia elétrica na hora de ligar um aparelho, que o dinheiro de seu salário estará no banco na hora em que precisar, etc. Tudo depende de um &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Querer acreditar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;, e estamos falando ANTES da fé em Deus. Você vive neste estado O TEMPO TODO, e não sabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os doentes de síndrome de pânico sabem muito bem o que isto quer dizer. Seu &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Querer acreditar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot; fica afetado ou inexistente até na hora de simplesmente atravessar uma rua. Converse com um deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/7684692672475542997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/7684692672475542997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7684692672475542997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7684692672475542997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/11/simbolos-querer-acreditar.html' title='Símbolos - Querer acreditar'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-670499888952639867</id><published>2012-10-26T18:04:00.004-07:00</published><updated>2012-10-27T17:54:16.408-07:00</updated><title type='text'>Mapas Mentais como ferramenta de auxílio à Gestão do Conhecimento</title><content type='html'>Em nosso tempo tem se procurado estabelecer os fluxos dos processos das grandes corporações como forma de não perder o Conhecimento que está na cabeça dos experts das diversas áreas.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Ao abordar processos, podemos nos deixar enganar pela crença de que eles são os apropriados para a atividade fim das empresas. O mais importante no Conhecimento empresarial é compreender as idéias envolvidas, e não tentar descrever o Sistema Empresarial pelos seus processos. Isto é inexato.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;Os mapas mentais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Os mapas mentais abordam a cadeia e as relações entre as idéias derivadas em primeiro, segundo e nº grau em relação à ideia principal do Negócio em Questão. Não é preciso explicitar cada ideia de forma muito precisa em relação à ideia principal. É como uma referência apenas, com anotações. Várias pessoas farão vários tipos de ligações entre as idéias. Uns entrarão em detalhes em uma determinada direção do assunto, mas todos os mapas mentais são válidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgM6TiN3gNmp_ZRwjPUXD9ftrxoRYzxBNB8LgqxMfrsDYaYGB4xVzVrDinITe9aqK6HCmYWqBG8BGDL3OJRmo37YlncOPuRz-5Rc0a5NJhoUGJeh0Pi0ML9_9sP7Y-4Hst9KTSXGd2VZyo/s1600/CivilizacoesFluviais.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;196&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgM6TiN3gNmp_ZRwjPUXD9ftrxoRYzxBNB8LgqxMfrsDYaYGB4xVzVrDinITe9aqK6HCmYWqBG8BGDL3OJRmo37YlncOPuRz-5Rc0a5NJhoUGJeh0Pi0ML9_9sP7Y-4Hst9KTSXGd2VZyo/s640/CivilizacoesFluviais.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de um mapa como este, podem surgir novas versões, à medida em que são colocadas novas ideias relacionadas à ideia central. Pode-se dar coeficientes de relacionamento decrescentes, à medida en que uma &amp;nbsp;ideia se afasta da central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se também descobrir que o assunto está inserido em algo maior:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQAUlldaVMbMBG8mbrhlN6RH8OW9IgezvdHKpptMTlSw1nh2sXAwiwyc7qY3nNlmp6i3nDlnqxldRTLHAgx702yOaeAIFXbW4uuA_MB9MgfivUvxDxzlOnKMwHVGQ_iiQ-0ByWE13C18k/s1600/CivilizacoesFluviais2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;402&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQAUlldaVMbMBG8mbrhlN6RH8OW9IgezvdHKpptMTlSw1nh2sXAwiwyc7qY3nNlmp6i3nDlnqxldRTLHAgx702yOaeAIFXbW4uuA_MB9MgfivUvxDxzlOnKMwHVGQ_iiQ-0ByWE13C18k/s640/CivilizacoesFluviais2.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Se você está escrevendo uma tese, seu orientador pode lhe pedir para falar também sobre o contexto em que seu assunto está inserido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os mapas mentais são ferramentas de exploração da organização do conhecimento, e são a porta de entrada para planejar a sua Gestão.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/670499888952639867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/670499888952639867' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/670499888952639867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/670499888952639867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/10/mapas-mentais-como-ferramenta-de.html' title='Mapas Mentais como ferramenta de auxílio à Gestão do Conhecimento'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgM6TiN3gNmp_ZRwjPUXD9ftrxoRYzxBNB8LgqxMfrsDYaYGB4xVzVrDinITe9aqK6HCmYWqBG8BGDL3OJRmo37YlncOPuRz-5Rc0a5NJhoUGJeh0Pi0ML9_9sP7Y-4Hst9KTSXGd2VZyo/s72-c/CivilizacoesFluviais.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-7662544435421644052</id><published>2012-10-15T06:28:00.003-07:00</published><updated>2012-10-15T06:28:38.328-07:00</updated><title type='text'>Que tipo de linguagem devemos usar ?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;h1 class=&quot;western&quot;&gt;
Que tipo de linguagem devemos utilizar ?&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
A língua das nações
que se transformaram em países tem um vocabulário rico, e seu
vernáculo tende a aumentar. Já a língua de nações que continuam
mantendo valores tribais, como alguns países árabes e africanos e
habitantes de ilhas do Atlântico e até do Pacífico tendem a se
manter estáticas. Em nações desta estirpe, os novos elementos são
vistos como uma ameaça às tradições e aos costumes milenares.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Os costumes em evolução
e a vida urbana, bem como a tecnologia, tendem a fazer com que o
vocabulário da língua de um país se avolume. Os acordos comerciais
internacionais, assim como a absorção de cultura estrangeira também
provocam a incorporação de novos vocábulos.&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
O vocabulário&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Em termos de
crescimento humano, é esperado que o indivíduo adquira, em
determinado momento, a capacidade de pronunciar palavras que ouviu,
analisar padrões de ordem e circunstância das mesmas, e depois
desenvolver seu raciocínio expressando-o com palavras. Com o empenho
da vontade do indivíduo para melhorar o raciocínio, espera-se que
este vocabulário aumente, devido à exposição a novos contextos,
novas opiniões, outras línguas, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Um estudo recente
levado a termo pela Universidade de Bauru, em trabalho de Ana Cláudia
Bortolozzi, verificou a relação entre vocabulário e o QI
(Quociente de Inteligência). Dentre as várias conclusões, o
aumento do vocabulário mostrou relação com o aumento do QI.&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
As Redes Neurais&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
As ideias do contexto
de nossa existência precisam ser expressas por símbolos em nosso
cérebro, pois ele é um equipamento e precisa de dados concretos
para representá-las. Estes dados concretos são as palavras, seja em
que língua os mesmos se apresentem.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
E as relações entre
as ideias (pois elas não existem solitárias, são tão gregárias
quantos nós como pessoas) formam redes neurais em nosso cérebro. Já
foi demonstrado que os neurônios trabalham em Assembleia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Estas redes neurais,
portanto, são mais poderosas quanto mais conceitos relacionados elas
são capazes de ligar na hora em que o indivíduo pensa em uma
determinada situação. E como elas ligam ideias, REPRESENTADAS PELAS
PALAVRAS (símbolos das ideias), seu poder é proporcional ao número
de PALAVRAS ligadas naquele momento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Pelo exposto, conhecer
um grande número de palavras ajuda tanto no conhecimento quanto no
desenvolvimento da linguagem, quanto no entendimento de uma situação,
tornando o indivíduo mais articulado no uso da Linguagem. É como
uma bola de neve.&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
Conclusão parcial&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Ora, se a aquisição
de mais vocabulário aumenta o domínio da linguagem, e até o QI,
percebemos que a linguagem é uma ferramenta muito útil em nossa
vida prática, ultrapassando as simples finalidades de leitura e
escrita.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
 
&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
Como devemos usar a linguagem ?&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
A dúvida está em que
direção devemos utilizar esta poderosa ferramenta: devemos falar na
linguagem de quem nos ouve ou na linguagem citadina com seus ricos
elementos ?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Comunicadores dos
regimes de exceção e também dos regimes fascistas e nacionalistas
souberam manipular o pensamento da população através de uma
linguagem dirigida. Novas expressões foram criadas em função de
novos conceitos que precisavam ser fixados nas mentes dos ouvintes.
Nesta situação, o vocabulário era aumentado. Novas situações,
novos conceitos, novas expressões e novas palavras.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Mas e numa situação
do dia a dia de um mundo já estabilizado econômica e politicamente
?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
A pergunta expressa já
um erro de interpretação, pois hoje existem situações críticas
sem armas. Por associarmos nossa situação cotidiana a algo
estático, julgamos que vivemos em estabilidade,  pensamento este que
mantém o ser humano na estagnação. De forma nenhuma. Cada dia se
constitui em incremento de vocabulário (nesta nossa abordagem da
linguagem). Se ao final do dia você julgar que nada foi para a
frente, leia algum artigo interessante na mídia. Este hábito também
traz saúde, e é recomendado para quem está apresentando problemas
de memória.&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
Princípio do Convencimento&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Portanto, se falamos
algo, devemos ser simples, mas não simplistas. E se queremos
CONVENCER alguém de alguma coisa, devemos utilizar a linguagem como
uma Arma. Para isto, devemos operar linguisticamente num nível
ligeiramente superior a quem nos ouve, pois a intenção é
sobrepujar o discurso do outro. O vocabulário é a munição desta
Arma da qual falamos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
A linguagem, nesta
geração das redes sociais veio sendo empobrecida de elementos como
conjunções, pronomes, adjetivos e até artigos. As inversões não
são mais usadas. Isto proporciona comunicação rápida, mas &lt;b&gt;&lt;i&gt;NÃO
PERMITE O CONVENCIMENTO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Quem nos ouve, nesta tentativa de
convencimento, acha que está em posição de igualdade. Quem fica em
igualdade &lt;b&gt;&lt;i&gt;NÂO ESTÀ SENDO SOBREPUJADO E NEM CONVENCIDO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. A mídia
simples das rádios e TVs tentam perverter este princípio, dizendo:
“&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;FALAMOS A LÍNGUA DO POVO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;”. Devemos nós fazer isto também ?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Vejamos o caso das
ciências jurídicas. As petições não empregam a linguagem
popular. Elas tem se simplificado, mas não estão falando a
linguagem de rua. A linguagem por elas utilizada é a de
convencimento, e este deve seguir o princípio citado anteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h2 class=&quot;western&quot;&gt;
Um exemplo popular&lt;/h2&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Os
“&lt;b&gt;Call-centers&lt;/b&gt;” migraram para a linguagem popular, para
ideias simplistas, e o que aconteceu ? O cliente se acha igual a quem
o atende do outro lado da linha (pois sabem que se trata de gente
inexperiente) desacatam os atendentes sistematicamente. Eles podem
dar explicações simples, mas não de forma simplista. É preciso
ter um discurso elaborado, sem ser pedante, mas com forte conteúdo
linguístico. E isto é uma arma de propaganda, que tem que ser bem
usada.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/7662544435421644052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/7662544435421644052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7662544435421644052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7662544435421644052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/10/que-tipo-de-linguagem-devemos-usar.html' title='Que tipo de linguagem devemos usar ?'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-7049022273836994799</id><published>2012-10-11T05:04:00.001-07:00</published><updated>2012-10-11T05:04:08.071-07:00</updated><title type='text'>Tempo e Geometria</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Chegamos, em 1906, à
fronteira do conhecimento do Tempo. De conceito abstrato, o Tempo
passou a lugar de honra nos terrenos quase concretos. Antes só
existiam metáforas como:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Linha do Tempo&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Tempo perdido&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Intervalo de Tempo&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Tempo compreendido
 entre …&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Perda de Tempo&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Espaço/Tempo&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
A última
metáfora passou a ser praticamente um símbolo: o &lt;b&gt;Espaço/Tempo&lt;/b&gt;.
A Física muitas vezes tira suas conclusões de arroubos
linguísticos. Podem chamar de inconsciente coletivo, verdades
inclusivas ou conhecimento universal; o fato é que até poetas
proferem verdades científicas em seus poemas, sem ter consciência
disto.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
No caso
do &lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;, sua influência sobre nossa vida forçou a sua
concretização, inicialmente nos ciclos das estações e colheitas,
passando para o método científico. Medir o tempo de uma reação ou
de um fenômeno, na física ou na química, é fundamental.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Quando a
matemática evoluiu para a representação gráfica, transferiu para
as suas “&lt;b&gt;&lt;i&gt;filhas e dependentes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;” - a física e a química – as
curvas e as escalas. Então os fenômenos que evoluem em função do
tempo começaram a ser representados no plano cartesiano, na forma de
um fator contra o tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
O &lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;
pode ser então classificado como uma invenção, uma das mais úteis,
do homem. Mas quando se fala em Tempo, ele é puramente conceito. Ele
se torna concreto e quase palpável quando visto como &lt;b&gt;&lt;i&gt;INTERVALO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Este
sim pode ser visualmente representado. Não existe um Tempo estático,
portanto ele não pode ser representado por um Ponto. Se o pudesse,
significaria que &lt;b&gt;TODO&lt;/b&gt; o Tempo foi comprimido em um único local &lt;b&gt;&lt;i&gt;SEM
EXTENSÃO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
Uma
metáfora quase chega ao Tempo comprimido em um Ponto: a Vida. Quando
se fala na existência de uma pessoa, diz-se: “&lt;i&gt;A Vida daquele
Senhor foi muito longa&lt;/i&gt;”. A palavra Vida se reduz a um ponto, mas a
expressão “foi muito longa” denota Intervalo.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
E,
portanto, como a única representação válida do &lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt; é o
intervalo, ele estabelece princípio (ou início) e término (fim). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/7049022273836994799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/7049022273836994799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7049022273836994799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7049022273836994799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/10/tempo-e-geometria.html' title='Tempo e Geometria'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-4648482906075865228</id><published>2012-07-08T07:53:00.003-07:00</published><updated>2012-07-08T07:53:34.043-07:00</updated><title type='text'>Transformando Notas Fiscais em conhecimento</title><content type='html'>Até hoje a gerência das Notas Fiscais nunca foi uma Gestão de Informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas compram, exigem as notas e depois as arquivam em algum armário ou em caixas, onde serão feitas comida de traça. Algumas empresas até escaneiam as notas, mas armazenam em arquivos com estrutura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Número&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Imagem&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns &quot;sábios&quot; ainda colocam fornecedor e tipo de material, mas isto é raríssimo, e ficam satisfeitos com o estúpido processo de dupla digitação. Mesmo assim, os arquivos ficam repletos de erros. No final das contas, a pesquisa, que é o produto almejado, acaba dando em nada, e todo o dinheiro é perdido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A verdade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas de compra não são simplesmente documentos contábeis. Elas são o resultado, em compras, em espécie concreta, de Planejamento e também o início de algum novo Projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos a um item bem simples e prosaico: a mesa de escritório. A mesa será utilizada por um funcionário, que precisa estar bem acomodado (&lt;b&gt;&lt;i&gt;razões ergonômicas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;), que vai manter documentação ( &lt;b&gt;&lt;i&gt;intuito legal&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ) ou vai ajudar em um projeto (&lt;b&gt;&lt;i&gt;Planejamento&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;), e que vai acomodar um computador ( &lt;b&gt;&lt;i&gt;infra-estrutura de informática e gerência de informação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, um simples item precisa cumprir várias funções, e entre elas a de auxiliar na Gerência da Informação. Um empregado, também, mal acomodado, pode sofrer transtornos de má postura, dores de cabeça e outros que vão obrigá-lo a se ausentar da empresa e prejudicar a produtividade e a gestão da informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas no que isto tudo influi na Nota Fiscal de compra de mesas ? Se esta nota vai ter que ser inserida em um &amp;nbsp;subconjunto de assuntos, ela terá que corresponder a algo dentro de um objetivo maior, ou seja, quando se atribuir a ela palavras chave ou Projeto da qual faz parte, colocaríamos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Ergonomia;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Infra-estrutura de Controle Contábil (se for colocada na área de contabilidade);&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Planejamento (se for pertencer a algum profissional desta área;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim por diante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imitar simplesmente as outras empresas, comprando móveis simplesmente para se ter a correspondência de um para um entre funcionário e móvel é muita mediocridade. É preciso um motivo, uma finalidade e visão de ganho. Não se compra, por exemplo, uma mesa de escritório para um motorista, pois seu posto de trabalho é um veículo, nem para um operador de máquina, pois seu posto de trabalho é um recinto apropriado para a operação da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça com que suas notas de compra sejam mais do que papéis obrigatórios e sem sentido prático. Torne-as elementos constituintes de projetos, de metas de objetivos. Desta forma, quando perguntarem quanto é o seu gasto em ergonomia ou gestão da informação você terá facilmente a resposta.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/4648482906075865228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/4648482906075865228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4648482906075865228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4648482906075865228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/07/transformando-notas-fiscais-em.html' title='Transformando Notas Fiscais em conhecimento'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-962417711670286932</id><published>2012-07-07T12:46:00.002-07:00</published><updated>2015-08-06T15:13:12.109-07:00</updated><title type='text'>Interpretação de textos e as operações básicas do raciocínio</title><content type='html'>A interpretação de textos usa as três operações básicas do raciocínio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da operação de &lt;b&gt;Análise&lt;/b&gt;, separa-se as partes do texto, tanto no sentido temporal ( introdução, corpo e conclusão ), quanto no sentido de sua constituição (descoberta de tipos envolvidos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da &lt;b&gt;comparação&lt;/b&gt;, podemos confrontar o texto com outros contextos, e entender os motivos que levaram o narrador a utilizar as expressões e eventos que compõem o texto. Estes outros contextos podem ser &lt;b&gt;&lt;i&gt;temporais &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;ou &quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;localizacionais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&quot;. Os &lt;b&gt;temporais &lt;/b&gt;poderiam ser outras épocas, ou seja, se estamos analisando o tratamento da informação hoje, de natureza digital, podemos fazer comparações com o método de formulários em papel utilizado até a poucas décadas. Os &lt;b&gt;localizacionais &lt;/b&gt;poderiam comparar como uma informação é tratada em nossa empresa em relação a outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;comparação&lt;/b&gt;, no entanto, principalmente hoje, época em que não se cria, mas se copia, pode se revelar inócua. Ela deve ir mais além do que contextos de local, avançar em terrenos multidisciplinares. Como vem a ser isto ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tem complicação. Podemos procurar soluções para um problema de física na filosofia, na geografia, na química, na administração e etc. Sim, não pense que estamos loucos, afinal Nobel achou a solução para a manutenção da estabilidade da dinamite na Bíblia. A solução para o movimento dos veículos veio dos princípios dos explosivos, razão pela qual o motor dos carros é conhecido como &quot;motor à explosão&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A veia filosófica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta geração não filosofa sobre os assuntos e problemas. As pessoas vão ao Google para ver se acham uma solução utilizada em outro lugar, ao invés de procurar no seu conhecimento interior, na sua formação acadêmica, os princípios básicos daquilo a que está dedicado a fazer. A preguiça dominou as pessoas, e elas querem as soluções prontas e rápidas, acabando por cometer os mesmos erros que os outros pesquisadores vão cometer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;E nos textos ...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, na interpretação dos textos, devemos nos colocar no lugar dos personagens, tentar adivinhar o que eles pensam ou pensariam na situação em que estão, para encontrar as explicações para o seu comportamento. Compreendendo o seu comportamento, entende-se as razões de suas ações e a interação com os outros personagens, proporcionando a melhor análise e interpretação do texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também seria muito bom saber como foi a vida do autor, que influências recebeu e os seus intuitos como escritor, como saber se ele escreve por amor, por profissão, se quer agradar um grupo e combater um outro, ou se é imparcial, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se chegar à correta interpretação dos textos, é preciso ler muito, principalmente psicologia, pois desta ciência é que saem os princípios para o comportamento do ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/962417711670286932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/962417711670286932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/962417711670286932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/962417711670286932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/07/interpretacao-de-textos-e-as-operacoes.html' title='Interpretação de textos e as operações básicas do raciocínio'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-4928957873143252172</id><published>2012-06-18T17:43:00.001-07:00</published><updated>2012-06-18T17:43:21.069-07:00</updated><title type='text'>Avaliações subjetivas - Como medir idéias</title><content type='html'>Estávamos envolvidos em um Prêmio para boas idéias. O mesmo se destinava a captar idéias e premiar as melhores. Mas como medir algo que não possui uma escala matemática, e sim aspectos puramente subjetivos ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Critérios binários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tendência seria classificar uma idéia como boa ou ruim, nova ou ultrapassada. Seriam escalas separadas de valor sim ou não, 0 (zero) ou 1 (um), marcado ou não marcado. É um tipo de classificação não criativa e infantil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Escalas de mais de dois&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra forma de classificação seria utilizar uma escala de 1 a 3 (ruim, mais ou menos, bom) ou de 1 a 5 (ruim, regular, médio, bom e muito bom); Todas estas são também primitivas e não passariam pelo critério de recursos frente à justiça (pois existem os que se sentem injustiçados e que recorrem à lei, complicando coisas simples).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Escalas baseadas no escopo das idéias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um critério inicial e adulto seria analisar as idéias em uma escala de valores do próprio universo do assunto: as idéias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No nível mais baixo (1) classificaríamos as idéias como já existentes e sem nenhuma melhoria. A seguir, (2) diríamos que a idéia já existe, mas a apresentada possui melhorias em termos de rendimento ou custo. Logo após (3), diríamos que uma idéia possui melhorias capazes de fazer com que ela se aplique à utilização que sua original tinha, no entanto os mecanismos são bem melhores. Elevando mais o tipo de idéia (4), pode surgir um grau em que a idéia é totalmente nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As idéias totalmente novas podem trazer consigo alguns critérios para análise de sua implantação (já que são novas) e que determinarão sua vantagem em vários graus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilidade de compreensão;&lt;br /&gt;
Facilidade para treinamento de sua utilização prática;&lt;br /&gt;
Tempo e Custo de fabricação (se for um produto);&lt;br /&gt;
Tempo e Custo de treinamento;&lt;br /&gt;
Custo de distribuição (se for o caso de um produto);&lt;br /&gt;
Acoplamento a equipamentos ou teorias já existentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, analisar os valores dentro do escopo do assunto é bem mais maduro do que utilizar escalas numéricas passíveis de interpretações subjetivas. Não estamos mais na época disto, pois em todos os ramos já temos levantamentos numerosos proporcionados pelos resultados de pesquisas na Internet. Não se pode mais ter preguiça de pensar e nem de pesquisar, pois estamos na era da Informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/4928957873143252172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/4928957873143252172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4928957873143252172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4928957873143252172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/06/avaliacoes-subjetivas-como-medir-ideias.html' title='Avaliações subjetivas - Como medir idéias'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-212058236526017762</id><published>2012-02-03T05:15:00.000-08:00</published><updated>2012-02-03T05:15:31.981-08:00</updated><title type='text'>Leis, regras e normas são fronteiras de sistema</title><content type='html'>Por vezes você encontra alguém que, numa determinada circunstância crítica, lhe diz:&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Eu quero fazer isto, mas a &lt;b&gt;LEI &lt;/b&gt;me &lt;b&gt;LIMITA&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Esta metaforização da limitação da LEI é muito verdadeira. Em nossas expressões figuradas estão verdades as quais nunca nos damos conta, pois pela força da repetição, acabam nos passando desapercebidas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Vamos analisar um caso de nossa vida. Alguém te faz raiva no trânsito, te dá uma fechada. Qual é o seu primeiro reflexo ? É agredir o &quot;desinfeliz&quot;. Então, após contar até dois ou três, você se lembra que existe a LEI. E o que diz a lei ? A agressão é prevista no Código Penal, artigo 129:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 129&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pena &lt;/b&gt;- detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Detalhes podem ser obtidos a partir de um exemplar deste Código Penal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, então o indivíduo é impedido de agredir o outro não pelo uso de uma roupa protetora, nem por uma gaiola, e nem por uma cerca. Ele é impedido e limitado pela consciência de que existe a LEI. E qual é a diferença entre um obstáculo físico e um psicológico (como o estabelecido pela LEI) ? Nenhuma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro exemplo é a ordem que o pai dá para o filho pequeno. Uma ordem é uma REGRA. O pai diz ao filho: não mexa nas facas da cozinha. O filho ficará, a partir daquele momento, com um dilema na mente estabelecido por esta REGRA: mexo ou não mexo. Quero mexer, mas não posso, pois meu pai falou e vai ficar bravo se eu desobedecer. O ficar bravo é a PENA resultante da quebra da REGRA, da quebra da LEI., com uma consequente punição física ou ocupacional (ficar sem TV, sem videogame, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As LEIS, REGRAS e NORMAS estabelecem limites psicológicos ou sociais sobre nossas ações e comportamentos, tão eficientes quanto LIMITES físicos (cercas, portas, muros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/212058236526017762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/212058236526017762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/212058236526017762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/212058236526017762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/02/leis-regras-e-normas-sao-fronteiras-de.html' title='Leis, regras e normas são fronteiras de sistema'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-7929482193205922080</id><published>2012-01-06T13:24:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T13:24:33.889-08:00</updated><title type='text'>Enumeração ou sequenciação - A quinta operação mental</title><content type='html'>Dentro de nosso esforço para expandir os conhecimentos que se tem sobre as operações mentais, para melhor estabelecer os sistemas de informação a serem geridos, identificamos uma quinta operação mental dentro da ciência cognitiva, fundamental para o próprio conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A contagem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exemplo mais óbvio e fundamental de enumeração é o da CONTAGEM. Acostumamos nossas pequenas crianças a fazer a contar de 1 a 10 bem cedo. Isto é quase instintivo quando se está brincando ou mostrando vários objetos, quando se faz um álbum de figurinhas, quando se conta grãos de feijão e moedas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É muito fácil introduzir a contagem no cotidiano de brincadeiras da criança. A brincadeira com dominós e os jogos de dados vão automaticamente empurrar as crianças para isto que é quase um instinto: CONTAR objetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A sequenciação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sequenciação é uma face da contagem que dá a noção de ordem e de lugar em um contexto. Logo que começam os jogos e a competição entre colegas na escolinha, a criança vai se importar em dizer que foi a primeira, ou segunda, ou terceira. Isto lhe dá a noção de ordem que vai ser extremamente útil no planejamento de tarefas e naquilo que é tão importante para a nossa vida: o TEMPO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O tempo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, na Gestão do Conhecimento a noção de TEMPO é crucial, pois as informações que compõem o conhecimento só tem sentido se identificarmos em que tempo ou sequência foram adquiridas. E como a maior parte das informações está sob a forma de documentos, o tempo vai ser observado nas datas destes documentos, quando entram e quando vão marcando as etapas do processo de sua Gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, tempos a enumeração como a quinta operação mental, que insere instintivamente o TEMPO em nosso raciocínio de vida.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/7929482193205922080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/7929482193205922080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7929482193205922080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/7929482193205922080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/01/enumeracao-ou-sequenciacao-quinta.html' title='Enumeração ou sequenciação - A quinta operação mental'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-9014911748852699716</id><published>2012-01-04T14:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T14:19:51.552-08:00</updated><title type='text'>Substituição - A quarta operação mental</title><content type='html'>Em nosso histórico de posts encontra-se o item &quot;&lt;a href=&quot;http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2009/09/analise-sintese-e-comparacao.html&quot;&gt;Análise, síntese e comparação&lt;/a&gt;&quot;, aquilo que se acreditava compor o conjunto básico de operações mentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após 8 anos de estudo de neurosciências, cérebro, conhecimento e redes neurais, nosso grupo de trabalho identificou a quarta operação, aliás muito utilizada na matemática: a SUBSTITUIÇÃO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Psicologicamente (apesar de ser mais compatível com o blog do Cérebro), esta operação está relacionada à própria relação entre os SÍMBOLOS e as COISAS SIMBOLIZADAS, as IDÉIAS e, por decorrência, de nossas EMOÇÕES impressas no cenário onde foram armazenadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo bem simples: o professor, sob certas circunstâncias, SUBSTITUI o pai. O estudo dos desvios de personalidade e dos distúrbios psicológicos e psiquícos envolve analisar quais SUBSTITUIÇÕES foram erroneamente estabelecidas na cabeça do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Na matemática&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas ciências matemáticas, a SUBSTITUIÇÃO se percebe claramente nas equações. Quando escrevemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
x2 - 2x + 1 = 0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estamos estabelecendo uma equação que nada mais é que o enunciado de uma família de substituições possíveis para uma determinada lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomando-se apenas as três operações análise, síntese e comparação, a matemática não fica totalmente formalizada através das neurosciências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, modifique a sua crença das três operações fundamentais do nosso raciocínio.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/9014911748852699716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/9014911748852699716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/9014911748852699716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/9014911748852699716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2012/01/substituicao-quarta-operacao-mental.html' title='Substituição - A quarta operação mental'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-8284250013940399950</id><published>2011-12-17T14:57:00.000-08:00</published><updated>2012-07-08T07:31:12.512-07:00</updated><title type='text'>Banco de dados Access no Gerenciamento de Informações</title><content type='html'>Para gerir o conhecimento, é preciso ter bons Sistemas de Gerência da Informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informações bem armazenadas compõem o Conhecimento candidato a uma Gestão eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E armazenamento de informações é tarefa para bancos de dados. E banco de dados prático, simples e popular é o MSAccess, que consta do pacote Office Pro (o standard não possui o Access). Os demais bancos precisam de interfaces independentes em outros programas executáveis ou via Web. O MSAccess possui todas as ferramentas tanto para criação das tabelas quanto para alimentar, manter e fazer pesquisas sobre o banco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o MSAccess não é de graça. Mas o custo também não é elevado em relação aos bancos de dados gratuitos. Como pode ser isto ? Tomemos o caso do MySql, gratuito na licença pessoal, ou embutido em um produto licenciado que o utiliza como banco de dados (como é o caso dos gerenciadores de conteúdo para Web). A instalação deve ser feita por um técnico. Logo após, se o usuário desejar criar um banco e suas tabelas, será preciso instalar uma ferramenta como MySQLFront ou PHPMyAdmin e aprender a utilizá-las para começar a trabalhar. No caso do SQLite é o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, para o usuário leigo, é preferível pagar um pequeno valor pelo Office e obter uma produtividade imediata do que não pagar nada pelo software, mas ter que correr atrás de conhecimento para aprender a fazer procedimentos técnicos sobre o banco de dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invista um pouco de dinheiro no MS Office Pro, e comece a utilizar o MSAccess para construir seus sistemas de informação de controle do seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/8284250013940399950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/8284250013940399950' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8284250013940399950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/8284250013940399950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2011/12/banco-de-dados-access-no-gerenciamento.html' title='Banco de dados Access no Gerenciamento de Informações'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-4445119224123351804</id><published>2011-11-29T15:42:00.001-08:00</published><updated>2011-12-02T08:45:47.720-08:00</updated><title type='text'>Teoria básica de sistemas</title><content type='html'>Um &lt;b&gt;SISTEMA&lt;/b&gt; é um lugar no &lt;b&gt;TEMPO/ESPAÇO&lt;/b&gt; sujeito a um conjunto de &lt;b&gt;REGRAS &lt;/b&gt;ou &lt;b&gt;LEIS&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a melhor definição teórica de Sistema, pois abrange sistemas legais, físicos, humanos e geográficos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ver se a definição é reflexiva. É verdade que se observarmos um&lt;i&gt; &lt;b&gt;locus&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;(lugar no tempo ou espaço) e certas regras ou leis puderem ser observadas estaremos diante de um SISTEMA ? Sim. É o caso de um sistema solar (nome bem coerente), um sistema escolar, uma empresa, um veículo, e por aí afora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O que são as Regras e as Leis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras e leis nos dão a sensação de que estamos LIMITADOS. Os psicólogos dizem que é preciso impor LIMITES às crianças. As duas afirmações são absolutamente evidenciadoras da propriedade que as regras e as leis tem de estabelecer uma &quot;parede&quot; quase visível sobre o ser humano. Somos seres metafóricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando não conseguimos detectar regras ou leis para um contexto (ainda não chamamos de sistema pois não conseguimos perceber suas regras ou leis) chamamos a este contexto de &lt;b&gt;CAOS&lt;/b&gt;. Por raciocínio inverso, &lt;b&gt;CAOS&lt;/b&gt; é um contexto para o qual ainda não conseguimos enunciar regras ou leis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As Leis como fronteiras ou limites&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das dificuldades da definição teórica de Sistemas apresentada logo no início deste artigo é a de ser absorvida pelos cientistas que lidam com os ramos do conhecimento mais relacionados às ciências físicas, matemáticas e biológicas. Para estes ramos, um Sistema possui fronteiras visíveis. Mas não é preciso &quot;gastar muitos caracteres&quot; &amp;nbsp;para aceitar que as Regras e as Leis limitam os desejos e ações humanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, o&lt;b&gt; artigo 5º&lt;/b&gt; da Constituição Federal em seu item XI reza que &quot;a casa é asilo inviolável do indivíduo ...&quot;. É uma regra que define claramente a fronteira de refúgio do indivíduo na sociedade: a sua casa. Ora, se esta regra estabelece um limite, ela é um limite. Para alguns é difícil entender como é que uma &quot;simples frase&quot; pode estabelecer uma fronteira. Mas falando que ela existe, a regra acaba por ser, ela mesma uma fronteira de um Sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro exemplo é o &lt;b&gt;artigo 7º&lt;/b&gt; em seu item XIII, que reza sobre a duração da jornada de trabalho não deve exceder 8 horas. Ao estabelecer um intervalo de tempo para a jornada de trabalho, é como se estabelecesse um &quot;cercado&quot; com uma &quot;área&quot; de oito horas, ou seja, uma quantidade de horas LIMITADA. E um limite é uma fronteira. Um limite, mesmo que abstrato, é uma fronteira no contexto concreto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Como encarar o direito como um limite&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O direito do indivíduo é como o número de passos que ele pode andar para frente, para trás, para a direita e para a esquerda, um por vez, ou todos por uma vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o artigo 9º da Constituição diz que &quot;é assegurado o direito de greve&quot;, os parágrafos 1º e 2º estabelecem LIMITES quanto aos serviços essenciais e os abusos que não são tolerados. Todo direito tem seus LIMITES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contratos como Sistemas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fácil ver que os contratos são sistemas, pois tem uma série de regras. Quais são os limites palpáveis de um contrato. Um deles é o valor. Em um contrato de prestação de serviços, por exemplo, o prestador recebe &quot;no máximo&quot; o valor estipulado e escrito no contrato. Nada mais. Esse é então um dos Limites do Contrato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Até o tráfico de drogas tem Regras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tráfico de drogas tem um limite. Os traficantes não invadem o contexto social-local dos clientes. Eles esperam que os clientes venham até eles. E uma regra clara do tráfico é: COMPROU, PAGOU. Não PAGOU, MORRE. São regras que ofendem nosso sistema Constitucional, cujo Código Civil estabelece regras humanas para pagamento. Não existe prisão nem morte por dívida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analise mais as leis de nosso país, para aprender mais sobre Regras e Limites. As pessoas não procuram o conhecimento das Leis, daí tantos erros por ignorância acontecerem.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/4445119224123351804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/4445119224123351804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4445119224123351804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/4445119224123351804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2011/11/teoria-basica-de-sistemas.html' title='Teoria básica de sistemas'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4423827287304228792.post-6495960207825783220</id><published>2011-11-24T11:28:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T11:47:57.939-08:00</updated><title type='text'>Coletando conhecimento pelos Alertas do Google</title><content type='html'>Os alertas do Google são muito úteis e recomendamos o seu uso para coletar conhecimento (uma das etapas para gerí-lo). No entanto, já fizemos a experiência com um grupo de pessoas, e mesmo utilizando o mesmo grupo de palavras chave, os resultados obtidos pelas pessoas foram diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos lá, &amp;nbsp;saber como se cadastra um alerta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Endereço inicial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O link para cadstrar um alerta do Google é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.google.com.br/alerts&quot;&gt;http://www.google.com.br/alerts&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tela inicial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHf1qbMALpdAxce2no6vqbILtRKXpZB3VyjdtZD8uhFQ_e-Y0t7bkIviOLq9P1WI8GXW6FPzDg9St8S28u_QElkOZxQYRwT8PnvUe_d7cx9hqxn8PFgvWDpDDpjs9h6xndUmyCs3RW-VI/s1600/GoogleAlerts_01_PagInicial.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;273&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHf1qbMALpdAxce2no6vqbILtRKXpZB3VyjdtZD8uhFQ_e-Y0t7bkIviOLq9P1WI8GXW6FPzDg9St8S28u_QElkOZxQYRwT8PnvUe_d7cx9hqxn8PFgvWDpDDpjs9h6xndUmyCs3RW-VI/s640/GoogleAlerts_01_PagInicial.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Parâmetro de pesquisa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuX4978WRrKf01cD4XulxWPnSf2gzdIPsVG3yo_MtkLzUxBF7DZG8xl_gaw8cbM8x4KB80DPSjOsFofxXQGRgLEMgLE5yavQ8bBppV-m0XEaGo8C5EJ7WTaXImXxGGqbdRGeRPLPue7C8/s1600/GoogleAlerts_00_Parametro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;86&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuX4978WRrKf01cD4XulxWPnSf2gzdIPsVG3yo_MtkLzUxBF7DZG8xl_gaw8cbM8x4KB80DPSjOsFofxXQGRgLEMgLE5yavQ8bBppV-m0XEaGo8C5EJ7WTaXImXxGGqbdRGeRPLPue7C8/s640/GoogleAlerts_00_Parametro.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Digite o parâmetro de pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tipo de Conteúdo a monitorar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZp-N9I6xNq19x2TaSJVBblmXCUG2T41Z1a2B6Tt8t4UpkqOd9FVH5CgSb3u3ctvF3aBGwFpb9Nzr31QSkrnD1GgCF_54LkGUKraHsMNy-QldneFX_dCCokBGBtstJGfL4qt7JLvrPgsI/s1600/GoogleAlerts_02_Tipo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZp-N9I6xNq19x2TaSJVBblmXCUG2T41Z1a2B6Tt8t4UpkqOd9FVH5CgSb3u3ctvF3aBGwFpb9Nzr31QSkrnD1GgCF_54LkGUKraHsMNy-QldneFX_dCCokBGBtstJGfL4qt7JLvrPgsI/s400/GoogleAlerts_02_Tipo.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Escolha o tipo mais conveniente. Se desejar dois tipos, faça um alerta para cada um.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTbmtP0HGg1guP0SDASedjeV-iSsQBSdpqmsHKStl72ccS5CRjPb8Fw1WK9ijJvWH0U0cmufUoDcGNEwJjUUIB2jDDQFWCuqLmvdrFLmxG0xRl1hZEQdRVHj904TVkxLpDqIDJhrLNKiI/s1600/GoogleAlerts_03_Frequencia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;182&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTbmtP0HGg1guP0SDASedjeV-iSsQBSdpqmsHKStl72ccS5CRjPb8Fw1WK9ijJvWH0U0cmufUoDcGNEwJjUUIB2jDDQFWCuqLmvdrFLmxG0xRl1hZEQdRVHj904TVkxLpDqIDJhrLNKiI/s400/GoogleAlerts_03_Frequencia.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A frequência mais razoável é &quot;uma vez por dia&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Volume&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvJ9g393gRv1PtYnAmIDNLT5vCPNv4HQIoDbH96ntJSn0xgVqummL0h2dEI6uxkwqVA6DyJWNHMfHV4H2i8Jo0BDcVIi9yQPhPrMuSTksCX1cEi2ojtroGXPiaimUiaT1SmboNDxSdvkk/s1600/GoogleAlerts_04_Volume.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;120&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvJ9g393gRv1PtYnAmIDNLT5vCPNv4HQIoDbH96ntJSn0xgVqummL0h2dEI6uxkwqVA6DyJWNHMfHV4H2i8Jo0BDcVIi9yQPhPrMuSTksCX1cEi2ojtroGXPiaimUiaT1SmboNDxSdvkk/s320/GoogleAlerts_04_Volume.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for um assunto muito comum, escolha &quot;Somente melhores resultados&quot;, senão escolha &quot;Todos os resultados&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Email&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último campo é o email. Como a melhor alternativa é atrelar os alertas a uma conta Google, aconselhamos o leitor a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora é só esperar os alertas chegarem no seu email.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/feeds/6495960207825783220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4423827287304228792/6495960207825783220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/6495960207825783220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4423827287304228792/posts/default/6495960207825783220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaodeconhecimento.blogspot.com/2011/11/coletando-conhecimento-pelos-alertas-do.html' title='Coletando conhecimento pelos Alertas do Google'/><author><name>Bernardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04266561606880289855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHf1qbMALpdAxce2no6vqbILtRKXpZB3VyjdtZD8uhFQ_e-Y0t7bkIviOLq9P1WI8GXW6FPzDg9St8S28u_QElkOZxQYRwT8PnvUe_d7cx9hqxn8PFgvWDpDDpjs9h6xndUmyCs3RW-VI/s72-c/GoogleAlerts_01_PagInicial.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>