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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Well Souza - Blog</title><link>http://www.wellsouza.benfazeja.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/KcqL" /><description></description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Well Souza)</managingEditor><lastBuildDate>Sat, 14 Jan 2012 08:03:27 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">57</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="blogspot/kcql" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:copyright>Esses trabalhos são protegidos pelo Free-Copyright</media:copyright><media:thumbnail url="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/9MbbkJ4EsN5eOcj-pEuzKw?authkey=Gv1sRgCLK13rrJ0vr82gE&amp;feat=directlink" /><itunes:owner><itunes:email>souzawell@yahoo.com.br</itunes:email><itunes:name>Wellington Souza</itunes:name></itunes:owner><itunes:author>Wellington Souza</itunes:author><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:image href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/9MbbkJ4EsN5eOcj-pEuzKw?authkey=Gv1sRgCLK13rrJ0vr82gE&amp;feat=directlink" /><itunes:subtitle>Conteúdo do blog: HIper-link, de Wellington Souza</itunes:subtitle><itunes:summary>Conteúdo do blog: HIper-link, de Wellington Souza</itunes:summary><item><title>Queria saber gostar ...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/jBjdUXmUsWM/queria-saber-gostar-tanto-assim-gostar.html</link><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:34:15 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-8388708904283567165</guid><description>Queria saber gostar tanto assim&lt;br /&gt;
gostar tanto sem fazer desse tanto&lt;br /&gt;
muito, demais, transbordado.&lt;br /&gt;
Ser copo cheio e belo copo cheio&lt;br /&gt;
sem ser copo cheio e vazado de tão cheio&lt;br /&gt;
lambuzado&lt;br /&gt;
sujo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser um peixe no rio&lt;br /&gt;
e ser o peixe do rio que ela fisgou&lt;br /&gt;
e ser peixe no rio fisgado&lt;br /&gt;
escolhido&lt;br /&gt;
mas que continua no rio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-8388708904283567165?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/jBjdUXmUsWM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-13T21:34:15.657-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2011/04/queria-saber-gostar-tanto-assim-gostar.html</feedburner:origLink></item><item><title>Depois da estréia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/moZcWfqr-wY/depois-da-estreia.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:11:16 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-5094372096865034880</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haverá a estréia. Não importa, agora, consumado que o fato se consumará, pensar se nossas expectativas serão satisfeitas ou não. É apertar a gravata, retocar a maquiagem, ajeitar o espartilho, calçar o salto, ficar descalço, rasgar um pouco mais a roupa (até ficar perfeito trapo). Limpar o suor que escorre nos rostos de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estréias são sempre assim. Seja na sala de cirurgia, na quadra de esportes, na sala de aula. No teatro, no cinema, literatura, artes-plásticas, fotografia. Diante do primeiro ovo a ser frito, ante o primeiro gozo solitário ou à primeira tentativa de suicídio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso tudo, só nos resta subir no palco, no altar, pular a cerca, a ponte, a corda. Dar o pontapé inicial na bunda ou na bola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de tudo, do caos, da ventania, dos suores todos... pela manhã, exibir o lençol na janela, sujo de sangue. "Era virgem." "Era virgem!!" Foi virgem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-5094372096865034880?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/moZcWfqr-wY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:11:16.943-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2011/03/depois-da-estreia.html</feedburner:origLink></item><item><title>Os suores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/fihgINqguAA/os-suores.html</link><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Mon, 17 Jan 2011 23:14:22 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-1987601698040789536</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O suor começa a brotar na testa e sigo em ritmo moderado. Sem paixões arrebatadoras, sem grandes desilusões: no ponto entre o sucesso e o fracasso (que só chegarão ao final. E juntos). Há fracassos no sucesso. Tudo aquilo que não poderemos mais fazer foi o preço de conseguir uma única coisa que derretera em nossas mãos. E não, necessariamente, fracasso no sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalho inútil e sem esperança?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira gota passa pelos meus olhos, ensandecida pelos passos frenéticos, enquanto imagino o caminho restante – talvez o único que, com certeza, seguirei. A certeza do parto ante as contrações. Os outros caminhos? É um absurdo pensar neles, em suas trilhas. Apenas andamos na direção, ‘no rumo’, como dizem os mineiros. Vou para o leste, mas ignorante. Absurdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rosto já está encharcado e o corpo, cansado. As pernas já descompassadas e os dedos trocando letras. Talvez o cérebro descompassado e trocando letras. Não fala mais como antes. Controlo a respiração, a inspiração, mas a transpiração inunda a mim e a todos que me tocam. Meus textos são essa transpiração: sinal evidente de cansaço e falência do ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-1987601698040789536?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/fihgINqguAA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-18T05:14:22.992-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2011/01/os-suores.html</feedburner:origLink></item><item><title>Faça deus rir</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/TrmYsR8uUR0/faca-deus-rir.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:11:23 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-7145160851456728703</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, com a página do blogspot aberta, lembrei-me de um trecho do filme "Amores Perros" em que a menina fodida fala para o seu ex-amante fodido: “Se quisermos fazer Deus rir, basta lhe contarmos nossos planos". Não digo isso pela época de final de ano que nos faz repensar o que passou ou sonhar com o que virá, não. Mas sim pela constatação de que, na postagem anterior deste blog, me comprometera a atualizá-lo periodicamente (e não esporadicamente, com continuo a fazer).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de não crer em Deus, essa frase sempre se mantém presente. Talvez porque tudo o que faço, quando revejo, sinto que está meio torto (coisa de 70%) e sempre merece correção. Em estatística, mais precisamente econometria, usa-se um intervalo de confiança para se trabalhar com previsões - com 90% de certeza afirmamos que certa variável estará entre 8 e 10 pontos, por exemplo. Usam isso para a previsão do tempo, para as meta de inflação, crescimento de populações e sempre que se trabalha com previsão. Artimanha  para não fazer ninguém rir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você falar que se fizer isso, isso e aquilo, depois estará feliz, fará, certamente, 'Alguém' rir. E nem me refiro apenas às probabilidades de isso isso e aquilo não ocorrerem exatamente como se desejou, mas quantas vezes tudo  foi perfeito (do latim: fazer inteiramente, terminar sem deixar afazeres) e ainda não ficamos felizes? A felicidade, de tão exata, chegar a ser intangível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Felicidade, por conceito é 'consciência plenamente satisfeita'. Isso quer dizer: não querer mais nada, nada mais desejar. Se você deseja que o momento não acabe, não é felicidade. Pois há certa angústia e essa felicidade não comporta medos ou preocupações. Felicidade é se considerar num eterno presente, imutável de tão sólido. Se você pensar: eu sou feliz? Esqueça, ela não suporta questionamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso que sempre me lembro da frase. Sempre que encontro uma 'solução fenomenal' para problemas que surgem (ou que invento, tanto faz), lá vem ela numa espécie de lembrança fantasiosa... é uma imagem toda negra com uma risada que começa imperceptível e vai se alongando... em ternas frações de segundos, até que a frase venha ditada por uma voz do além.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não faz de mim um cara pessimista, que não crê em nada (somente no mito de Sísifo: aquele 'cara' da mitologia grega que é condenado a ficar subindo uma pedra montanha acima... e sempre que chega ao destino, ela desce novamente e ele reinicia o trabalho indefinidamente). Acredito, como Camus, que muitas pessoas agem assim... mas se estou fazendo o que faço hoje, é porque tenho planos e acredito, embora eu aja tão sistematicamente quanto é possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-7145160851456728703?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/TrmYsR8uUR0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:11:23.059-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/12/faca-deus-rir.html</feedburner:origLink></item><item><title>A volta / poesia-digital</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/rSvEa6nSJUM/wellington-souza-video-poesia.html</link><category>video</category><category>blog</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:11:28 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-4147495270305920247</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ééééé... Sr. &lt;i&gt;Blogspot&lt;/i&gt;. Quase te troquei pelo &lt;i&gt;myspace&lt;/i&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ter deixado o 'hiper-link' para trás e ter dado um 'up' na fachada, continuará (continuarei) : continuaremos, enfim, os mesmos. Como serpentes, nos descamamos mas nem por isso nossos corpos cessam de sulcar o chão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, teremos um experimento com poesia-digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a etimologia, "poesia" (em suas formas antigas de grafia) designavam "criação, confecção, fabricação". E não necessariamente versos, como no sentido atual. Daí poesia-digital (aportuguesamento meia-boca, dizem estudiosos...) para o que é feito artisticamente a partir de softwares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste, usei o programa SONY VEGAS 10, um vídeo baixado, uma música do Baden Powell e a voz da amiga Lety e a de um "anônimo".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não ficou perfeito, encarem o lado lúdico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abraço e sejam re-bem-vindos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height="385" width="570"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZnMe2VIc-WE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZnMe2VIc-WE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="570" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se gastarem, há outras obas no site &lt;a href="http://www.benfazeja.com/2010/10/poesia-digital-video-exploesiva.html" target="_blank" title="Site Comunidade literária Benfazeja"&gt;Comunidade Literária Benfazeja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;HELENA FEBRIL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus poros emanavam&lt;br /&gt;
não apenas líquido&lt;br /&gt;
que em vão tentavam retirar&lt;br /&gt;
do corpo&lt;br /&gt;
o calor excessivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fluíam também&lt;br /&gt;
olhares-de-sereia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era imprescindível amar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A febre ansiava&lt;br /&gt;
barro para forjar um corpo varão&lt;br /&gt;
e dele&lt;br /&gt;
de sua costela&lt;br /&gt;
sair mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por Wellington Souza&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-4147495270305920247?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/rSvEa6nSJUM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:11:28.955-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/ZnMe2VIc-WE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" length="1044" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/ZnMe2VIc-WE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" fileSize="1044" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Ééééé... Sr. Blogspot. Quase te troquei pelo myspace... Apesar de ter deixado o 'hiper-link' para trás e ter dado um 'up' na fachada, continuará (continuarei) : continuaremos, enfim, os mesmos. Como serpentes, nos descamamos mas nem por isso nossos corpos</itunes:subtitle><itunes:author>Wellington Souza</itunes:author><itunes:summary>Ééééé... Sr. Blogspot. Quase te troquei pelo myspace... Apesar de ter deixado o 'hiper-link' para trás e ter dado um 'up' na fachada, continuará (continuarei) : continuaremos, enfim, os mesmos. Como serpentes, nos descamamos mas nem por isso nossos corpos cessam de sulcar o chão. Hoje, teremos um experimento com poesia-digital. Segundo a etimologia, "poesia" (em suas formas antigas de grafia) designavam "criação, confecção, fabricação". E não necessariamente versos, como no sentido atual. Daí poesia-digital (aportuguesamento meia-boca, dizem estudiosos...) para o que é feito artisticamente a partir de softwares. Neste, usei o programa SONY VEGAS 10, um vídeo baixado, uma música do Baden Powell e a voz da amiga Lety e a de um "anônimo". Não ficou perfeito, encarem o lado lúdico. Abraço e sejam re-bem-vindos! Se gastarem, há outras obas no site Comunidade Literária Benfazeja HELENA FEBRIL Suava. Seus poros emanavam não apenas líquido que em vão tentavam retirar do corpo o calor excessivo. Fluíam também olhares-de-sereia. Era imprescindível amar. A febre ansiava barro para forjar um corpo varão e dele de sua costela sair mulher. por Wellington SouzaVolte Sempre!</itunes:summary><itunes:keywords>video, blog</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/11/wellington-souza-video-poesia.html</feedburner:origLink></item><item><title>É só um sonho que sonha só</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/32epo5oZM4I/e-so-um-sonho-que-sonha-so.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:12:34 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-1710572175908082861</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"Os sonhos são uma pintura muda, em que a imaginação a portas fechadas, e às escuras, retrata a vida e a alma de cada um, com as cores das suas ações, dos seus propósitos e dos seus desejos.&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Padre Vieira, no Sermão de São Francisco Xavier Dormindo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coisas estranhas acontecem. Quando tenho sonhos prazerosos, acordo muito mal, triste, abaurroado* mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Principalmente quando sonho que estou namorando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas sempre que tenho sonhos assim, minha namorada é uma mulher que eu não conheço, possivelmente idealizada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa noite sonhei que estava fazendo uma caminhada pelo bairro em que moro, vestido com roupa de correr. Em uma avenida, cruzo com a Nina (uma mulher que conheci na faculdade e que não sei notícias há quase dois anos. Fisicamente, não é gostosa, não era alta, não se faz de ‘sedutora’, etc. Fazia o curso de Matemática Aplicada a Negócios e era uma das melhores alunas desse curso e muito inteligente, por sinal – punha a culpa em sua inteligência por nunca ter vivido um amor ‘de filme’, mas disso falo depois). No sonho, mesmo um pouco suados do exercício que fazíamos nos abraçamos e trocamos beijos no rosto. Caminhamos um tanto, mantendo um conversa sem áudio, e logo ela começou a correr, sem aviso. Corri atrás dela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre que acordo me lembro de poucos fragmentos das falas dos sonhos – pouco &amp;nbsp;ou nada. Esse foi anormal até nisso: além de eu conhecer a pessoa, ainda me lembro de depois diálogos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo a alcancei e corremos por um tempo juntos. Mas, também sem motivos, apertei a corrida e me distanciei, em poucos segundos, muitos e muitos metros. Parei atrás de uma árvore e fiquei. Talvez a esperasse para um susto – bem típico de um outro ‘eu’ ‘apaixonado’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto ela se aproximava sem me ver escondido, conversava com amigos que surgiram. Escutei algo assim: “mas ele ainda está no auge... tem** até um site... faz o que gosta...” e ela: “mas ele foi embora. Sempre acontece isso...” etc. Quando passaram por mim, surgi no caminho. Ela estava brava e chorosa. Meu sorriso armado para a brincadeira se fez preocupação e comecei a me desculpar. Seu rosto não sedia. Peguei na sua mão e eu já era um namorado eterno. Os amigos dela estavam a meu favor e um deles disse uma besteira e o outro falou para ela: “está vendo, seu nem é tão ruim assim” e riu. Foi assim que ela sorriu e ficou desviando o olhar do meu, meio que envergonhada, tímida, manhosa, arrependida, faceira, acanhada, maliciosa e ao mesmo &amp;nbsp;tempo aliviada por poder pegar na minha mão novamente e caminharmos para a sua casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela morava em uma república que mais parecia uma lan-house, de tantos computadores e nerds que lá havia. E me perguntou qual jogo eu jogaria com ela e eu falei que não jogava jogos de computador. Mesmo assim ela citou o nome de trocentos jogos e eu falei, um por um, que não conhecia. Para remediar a tristezinha que caiu em sua face, perguntei se ela me ajudaria &amp;nbsp;a digitalizar*** poemas. Ela disse que adorava softwares e ficamos bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não convivi tanto assim com essa menina, pois fazíamos cursos diferentes e tínhamos poucos amigos em comum. Fizemos uma matéria na mesma turma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duas passagens, do pouco que ‘ficamos’ juntos, me marcaram. A primeira foi antes de nos conhecermos (no sentido bíblico da palavra) quando, durante um almoço com amigos nossos, &amp;nbsp;ela culpou sua inteligência por ainda não ter vivido um grande amor. Que os homens se sentiam inseguros sabendo que estavam com a ‘pessoa’ mais inteligente da matemática (pois, ainda segundo ela, alguns não a viam como ‘mulher’).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o segundo foi o diálogo abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela me falou que o pai dela é norteamericano e que quando ela se formasse iria morar lá, com ele. Perguntei se ela gostaria de ir morar lá. Me respondeu que gostaria de morar onde gostassem dela. Perguntei se ela gostava de morar aqui. Ela me respondeu que, naquele momento, estava gostando. Ficamos quietos, deitados, e as caixinhas de som do computador logo ficaram quietas também, pois a playlist chegara ao fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
O que me intrigou nesse sonho foi o fato de lembrar dos diálogos e pela jovem ser uma conhecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você tem uma interpretação para esse sonho? Então comente! Eu até tenho uma, mas não postarei...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não evoluímos porque nunca dei um telefonema para ela. Poucas vezes, mas poucas mesmo, liguei para uma mulher que não achasse que eu a namorava. E isso foi um indício forte de que eu não era o homem que a levaria para o filme do ‘grande amor’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela até tentou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje procurei por ela no facebook e no Orkut. Vasculhei amigos em comum, possíveis comunidades. Provavelmente, se achasse, apenas olharia para a sua foto...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto tempo que não pensava nela, esse subconsciente é foda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora restaram as quatro letras de seu nome e uma tristeza nostálgica, carinhosa e, por que não, satisfeita por compreender que nada pode ser mudado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Abarroado é uma palavra que inventamos em alusão a um amigo nosso, o menino-poeta, que sempre usava palavras ‘decoradas do dicionário’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;** Não sei de onde tirei essa de ‘está no auge’. Frase bem nerd, por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*** Digitalizar um poema quer dizer fazer um poema-digital.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-1710572175908082861?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/32epo5oZM4I" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:12:34.942-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/10/e-so-um-sonho-que-sonha-so.html</feedburner:origLink></item><item><title>Poema e outras cosas más</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/zUxOCYimWSU/poema-e-outras-cosas-mas.html</link><category>blog</category><category>poema</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:11:41 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-6498559728098252016</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.miraedestino.com.br/cultura/miraedestino.com_EduardoKobra2009.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.miraedestino.com.br/cultura/miraedestino.com_EduardoKobra2009.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LIVROS EM COPACABANA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles estão voltados, triunfantes, para o concreto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vidrados na origem dos temores terrenos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;desejos de tudo que ocupam nosso vazio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E as costas apoiadas no fantástico,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;na segura ilha em que passeiam&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e onde, palavras, transcendem a lexia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dizer 'como' nem 'o que' devemos fazer,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;apenas cintilam vida e assim nos confortam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;**&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um poema achado na gaveta virtual que é a minha conta no 4shared. Feito para a antiga Oficina de Escritores da R. Samizdat.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto benfazeja.com está indo muito. Claro que não está perfeito, mas sim caminhando conforme o planejado. Há a necessidade de parar para reorganizar alguns pontos antes de colocar as novas idéias em pratica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lado mais que positivo são as novas amizades que estou tecendo. Inimizades ainda não ganhei nenhuma, mas relacionamentos virtuais, às vezes, são complicados...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;****&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em parceria com o Off Desing (&lt;a href="http://offdefaults.com/designs/"&gt;http://offdefaults.com/designs/&lt;/a&gt;) montamos uma logo mais 'moderninha' e hoje firmamos parceria para divulgação com o selo Orpheu (da editora Multifoco). Esse esquema de permutas é próprio da era digital. Está certo que, por não envolver cifras, não enche diretamente a barriga de ninguém.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas analisemos o exemplo da permuta com o Off: Eles¹ fizeram o banner para a Benfazeja e em troca cedemos espaço publicitário para o banner deles em nossa home. Assim: além da Off (que está começando) ganhar visibilidade, agora tem mais um site em seu portfólio e nós temos logo e banners "profissas" sem tirar a mão do bolso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vi recentemente (e até foi tema de poemas meus) filósofos explicando o conceito de pós-biológico. Será fod* explicar isso aqui (mesmo porque não sei se sei a tal ponto), mas o que queria ressaltar é do possível presságio do pós-monetário?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;*****&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso é que iria apenas postar o poema...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Créditos da imagem:&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: auto;"&gt;&lt;a href="http://www.miraedestino.com/cultura.cfm?id=1606&amp;amp;n1"&gt;http://www.miraedestino.com/cultura.cfm?id=1606&amp;amp;n1&lt;/a&gt;, por Eduardo Kobra&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-6498559728098252016?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/zUxOCYimWSU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:11:41.927-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/09/poema-e-outras-cosas-mas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Benfazeja</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/sWPmgP0JcDU/benfazeja.html</link><category>blog</category><category>blozine</category><category>e-zine</category><category>a dinâmica dos fluídos</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:12:46 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-2666970174340451695</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/Sc8FjPUWRFI/AAAAAAAAACI/XIm6LBLoIFY/s1600/18-02-5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/Sc8FjPUWRFI/AAAAAAAAACI/XIm6LBLoIFY/s320/18-02-5.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem vindos amigos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de anunciar o fim da Samizadat no post passado (e há muito tempo...) agora nasceu o projeto Comunidade Literária benfazeja. http://benfazeja.com. Tomei a iniciativa, mas só estamos no graças às pessoas que acreditaram e aos sites que disponibilizam material de qualidade para criação de websites!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, terá o mesmo padrão da Samizdat (cada autor posta em um dia do mês), mas sem o "impresso" (revista .pdf) no final do mês. No dia 30 haverá somente um 'apanhado' geral do que rolou. O conteúdo será a literatura feita por nós, a cada dia. Dias livres para colunistas postarem o que quiserem e dias dedicados à temas diversos e abertos ao público enviar conteúdo. Desde teoria literária que a professora da UERJ, Iracy de Souza, irá coordenar até estórias gozadas, dos amigos Rafa e LIli (www.estoriasgozadas.blogspot.com). Os outros são velhos conhecidos da Sam., mesclados com pessoas que se interessaram pela "causa".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta sendo divertida essa 'onde de webmaster', até o hiper-link entrou na onda e agora atende também pelo subdomínio .benfazeja.com http://wellsouza.benfazeja.com.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mais, se você, leitor, se arrisca a escrever seus poemas e seus contos e quiser pleitear vaga no site, acesse que as informações estão lá!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, e comecei a fazer um curso de 'Poesia Digital' no espaço Haroldo Campos, aqui de sampa. O professor é fera, dá aulas na pós e mestrado Mackenzie, além de vasta experiência internacional e publicações em arte digital. Ainda não deu para conhecer ninguém entre os alunos, mas teremos mais 7 encontros para isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abraços e até mais!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;www.benfazeja.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;www.twitter.com/benfazeja&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Comunidade-Literaria-Benfazeja/144719235557464?created"&gt;http://www.facebook.com/pages/Comunidade-Literaria-Benfazeja/144719235557464?created&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-2666970174340451695?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/sWPmgP0JcDU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:12:46.333-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/Sc8FjPUWRFI/AAAAAAAAACI/XIm6LBLoIFY/s72-c/18-02-5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/08/benfazeja.html</feedburner:origLink></item><item><title>Adeus SAMIZDAT</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/TaDPaROgbo8/adeus-samizdat.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:12:53 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-3782058410960120234</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A SAMIZDAT acabou. Não queríamos o fim, mas teve o fim que planejamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 6 de Agosto de 2009, data em que fiz minha estréia, postei 13 poemas e 6 contos - me esforcei profundamente para dar o melhor (se postei material digno, os leitores que o digam...) e estou satisfeito com o resultado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem, (dia 6) foi o primeiro mês que não tive que me preocupar em vasculhar meus arquivos à procura de poemas para entregar ao mundo (quase um parto). Até essa data, a ficha ainda não tinha caído... &amp;nbsp;hoje está sendo como os primeiros dias após o funeral, em que ainda se espera a volta do...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mais, estou orfão. Se vocês souberem de espaços virtuais que publiquem textos de qualidade duvidosa, mas escritos perspicácia, me indiquem aqui que eu me viro!!! kkkk&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava muito afim de emplacar um novo sítio, onde "escritores-amadores" ( ou amantes da escrita) postassem seus textos em dias pré-determinados e de conteúdo livre, mas (sempre tem um MAS) não quero ir nessa sozinho nem fazer convites particulares (péssimo quando recebemos um convite indesejado, não?). POR ISSO LANÇO AQUI A PROPOSTA!!! quem quiser abraçar, meu mail/msn é souzawell@yahoo.com.br.com, pode enviar/ add, sem compromisso !!! &amp;nbsp;kkkk&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TDQMF49_G7I/AAAAAAAAAt4/k3ySduzozNQ/s1600/OgAAAOHjWHMExY0SWPECJOogwauLUxDgS2T_YVfekwORP_EEfjsOIQcRErM1LaqmpTzWQNzsM9yYpQRhgsHdPIjFyBUAm1T1UMWCsqhLa1UfSp1xIbut0T551zpB.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TDQMF49_G7I/AAAAAAAAAt4/k3ySduzozNQ/s320/OgAAAOHjWHMExY0SWPECJOogwauLUxDgS2T_YVfekwORP_EEfjsOIQcRErM1LaqmpTzWQNzsM9yYpQRhgsHdPIjFyBUAm1T1UMWCsqhLa1UfSp1xIbut0T551zpB.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
______________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez... talvez não, com certeza as não-postagens &amp;nbsp;desse mês e meio resumem muito bem o que eu tenho feito ultimamente... Admito, não tenho contribuído muito para o avanço da humanidade!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até mais ler!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-3782058410960120234?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/TaDPaROgbo8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:12:53.606-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TDQMF49_G7I/AAAAAAAAAt4/k3ySduzozNQ/s72-c/OgAAAOHjWHMExY0SWPECJOogwauLUxDgS2T_YVfekwORP_EEfjsOIQcRErM1LaqmpTzWQNzsM9yYpQRhgsHdPIjFyBUAm1T1UMWCsqhLa1UfSp1xIbut0T551zpB.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/07/adeus-samizdat.html</feedburner:origLink></item><item><title>Saber do seu "porque"</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/1vkczJhKkGA/preciso-saber-urgentemente-porque-e.html</link><category>espelho</category><category>a dinâmica dos fluídos</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Mon, 27 Dec 2010 19:18:49 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-7646034781406900861</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Preciso saber urgentemente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque é proibido pisar na grama”&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/S_ohEsHx1UI/AAAAAAAAAtc/aW98b7TzOmQ/s1600/DSC00174.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/S_ohEsHx1UI/AAAAAAAAAtc/aW98b7TzOmQ/s320/DSC00174.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ficar muito tempo sem escrever aqui não é um bom sinal. Quase um divã, é aqui que me encontro. Escutam-me calados, mas não cobram a fortuna que dizem que os analistas cobram para escutar as pessoas. “Preciso falar com alguém que precise de alguém /Prá falar também.” Jorge Ben é mestre também nas palavras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um mês sem escrever aqui... nesse meio tempo...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Meu pai se aposentou.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O velho homem merece descanso. Trabalhava desde a primeira infância na roça do meu avô. Depois, já adolescente e na época da ditadura e do “avanço econômico”, trabalhou nas construções de estradas (primeiro na região de Barbacena, depois veio para São Paulo). Aqui, ajudou a erguer a construção da Estação de Tratamento de água da Sabesb, o shopping Center Norte (diz ele que ali era um baita brejo). E descobri esses dias, quando fomos buscar minha irmã, que até na construção do Aeroporto Internacional de Guarulhos ele trabalho. Falou da dezena de metros de profundidade de concreto puro que é feita a pista principal do aeroporto. Quebrou uma perna, quando caiu de um andaime. E hoje, depois de passar por poucas e boas, tem uma casa que ele mesmo construiu e na qual ainda moramos. Está formando uma filha em Jornalismo no Mackenzie e um filho em economia na USP. Ganhou um relógio de ouro da empresa na qual trabalhou em homenagem aos seus 25 anos de colaboração, sem faltar sequer um dia. Um bom homem que realizou todos os seus sonhos, à exceção de um: fazer um Cruzeiro, nem que seja de Santos ao Rio de Janeiro. Mas não se preocupe, terá longos anos para realizá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Preciso de uma casa para minha velhice&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém preciso de dinheiro pra fazer investimentos”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;DNA artificial.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Acordei com uma vontade de saber como eu ia/ E como ia meu mundo”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É gente, isso que vocês chamam de Deus, não existe. Lamento pela sua morte. Não há nenhum mistério universal que justifique sua presença. Somos um bolinho de carbono. Se algum Deus existe, ele está dentro de nós, é parte de nossa consciência. &lt;i&gt;O Deus que está em mim saúda o Deus que está em voc&lt;/i&gt;e,&amp;nbsp;cumprimentam-se os Indus (budistas... enfim, essa galera). O céu, purgatório, inferno existe tanto quanto saci-pererê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Preciso ter fé em Deus&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E me cuidar e olhar minha família”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fim da Samizdat e um começo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A revista digital na qual eu tinha tanto orgulho de escrever, está com os dias contados. Eutanásia. Sua ultima edição será a do mês de Junho e depois, fim. Havia a idéia de fazermos um blog revista, seguindo o mesmo padrão da Samiz, mas sem a edição de uma revista; mas o projeto está engavetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiz um blog com a antologia da minha poesia já publicada na rede: &lt;a href="http://www.poesiset.blogspot.com/"&gt;Poesis Et&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Três provas tristes&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prestei 3 concursos públicos e provavelmente tomei nabo nos três. ‘Faço, logo me frustro.’&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Descobri que além de ser um anjo eu tenho cinco inimigos."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foto: Eu mesmo tirei, da varanda de casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"trecho da música É proibido pisar na grama, de Jorge Ben."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abraços!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
Fotografia, de Wellington Souza&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-7646034781406900861?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/1vkczJhKkGA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-28T01:18:49.639-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/S_ohEsHx1UI/AAAAAAAAAtc/aW98b7TzOmQ/s72-c/DSC00174.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/05/preciso-saber-urgentemente-porque-e.html</feedburner:origLink></item><item><title>Ou talvez não seja por nada disso...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/N5G_imHHmrQ/ou-talvez-nao-seja-nada-disso.html</link><category>foto</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Sat, 09 Apr 2011 16:37:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-3631687457434388940</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeLigUDagI/AAAAAAAAAQs/qlkOLlCu3VI/s1600/DSC00185.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeLigUDagI/AAAAAAAAAQs/qlkOLlCu3VI/s320/DSC00185.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja porque meu time perdeu. Jogou bem, mas perdeu. E também porque eu tenho vivido bem até aqui (ou até algum tempo atrás), esteja com certo volume de jogo,&amp;nbsp;mas tenha certo receio de que...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja porque um amor morreu. Um não, vários amores tenham morrido. Morrer, que é desprender-se do tempo e passar a existir somente em consciências. Muitas pessoas moram só ai. Portanto, existe uma coisa pior que a morte: é nem estar morto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja porque meu cachorro me olha com cara de pidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja porque o poema não quer sair, está com medo do mundo que lhe é estranho. Eu sou esse poema, talvez. Tenho certo receio de não me escrever. Na verdade o receio é de me escrever e ser abstruso (desses que requer dicionário para causar nos outros a falsa sensação de que se compreende).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez sejam esses 'e se...' que, às vezes,&amp;nbsp;não nos deixam dormir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja a falha, impossível de perdão e redenção. Confessá-la pareceria um gesto de piedade para com os réus (e não para consigo). Seria inútil fazê-lo até mesmo nesse blog perdido na web.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja a canção do Vinícius que ganha vida no player. Talvez seja o Clarice que me espera na cabeceira. Talvez seja a saudade de dois dias seculares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez fosse o cigarro que acabei de jogar fora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fotografia de Wellington Souza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-3631687457434388940?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/N5G_imHHmrQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-09T20:37:03.166-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeLigUDagI/AAAAAAAAAQs/qlkOLlCu3VI/s72-c/DSC00185.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/ou-talvez-nao-seja-nada-disso.html</feedburner:origLink></item><item><title>Eu iria...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/VpeoQXhsRz8/ei-iria.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:12:59 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-7540991537807453741</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMi9rmdHI/AAAAAAAAARc/hcPa8N2bigM/s1600/joana+americana.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMi9rmdHI/AAAAAAAAARc/hcPa8N2bigM/s320/joana+americana.JPG" width="110" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;... escrever toda uma postagem sobre as vantagens e prazeres de se fazer compras pela internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro parágrafo seria sobre com eu não gosto de sair para fazer compras (exceto de livros - sebos e livrarias). O segundo sobre como é tediante ir às compras, andar, pechichar (a parte boa é xavecar vendedoras, mas ele é todo perdido caso você não compre). Depois ia falar das minhas&amp;nbsp;experiências frustradas nesse mundo virtual (tipo a caixa de ferramentas que comprei no Walmart para o meu pai, que tive que trocar pois especificaram o produto errado na page; e uma compra mais atual, em que o pessoal do SBCFast me engambelou na compra de uma memória para o computador - mais de um mês e nada do produto chegar). Para finalizar, discorreria sobre minhas boas aquisições (tipo, o box da poesia reunida do Drummond, no site do submarino.com; ou o livros de contos do Rubem Fonseca, na americanas.com - &amp;nbsp;ambos, a preços bem atrativos!). A ultima passagem seria o tênis que comprei sexta (e que, espero, chegue essa semana) para praticar minhas corridas. O atual está fodendo meu joelho e isso não é legal. Não mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas resolvi não postar nesse sitio sacro-santo nada tão fútil como divagar sobre o que um pobre-diabo anda fazendo com o imenso tempo livre que tem. O que interessa ao mundo se o cara tem tanto o que não fazer em casa que passa dias pesquisando produtos de consumo duráveis? Qual será o próximo passo: casas ilegais de bingo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixa eu ir dormir, vai, que segunda-feira acordarei cedo para correr (com o&amp;nbsp;tênis&amp;nbsp;antigo, ainda) e depois estudar para os concursos que me inscrevi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que ninguém aguenta mais isso aqui!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS1: Sítio sacro-santo foi irônico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS2 .: Alguns micro contos no twitter @souwell&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS3: Ah, nem era importante esse PS mesmo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-7540991537807453741?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/VpeoQXhsRz8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:12:59.614-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMi9rmdHI/AAAAAAAAARc/hcPa8N2bigM/s72-c/joana+americana.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/ei-iria.html</feedburner:origLink></item><item><title>Concisos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/AWeGSkXQqHk/concisos.html</link><category>concisos</category><category>blog</category><category>poema</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:13:07 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-2451218640794459412</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMmswQx3I/AAAAAAAAARs/xOKlVXWnkx0/s1600/paix%C3%A3o.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMmswQx3I/AAAAAAAAARs/xOKlVXWnkx0/s320/paix%C3%A3o.JPG" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;PRECE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo posso&lt;br /&gt;
quando Ele&lt;br /&gt;
não me enfraquece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;...OUTRO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é que eu goste de ser&lt;br /&gt;
assim;&lt;br /&gt;
apenas não sei ser...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;ACORDAR&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Todas as noites podo minhas asas&lt;br /&gt;
pecaminosas&lt;br /&gt;
que teimam em amanhecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;PARAFRASEANDO ALGUÉM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de ti,&lt;br /&gt;
hasteei bandeira&amp;nbsp;branca&lt;br /&gt;
e pedi paz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;i&gt;todos os poemas são meus e foram escritos originalmente para a Revista Samizdat&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-2451218640794459412?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/AWeGSkXQqHk" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:13:07.138-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmeMmswQx3I/AAAAAAAAARs/xOKlVXWnkx0/s72-c/paix%C3%A3o.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/concisos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Cooper feito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/XYqF1OLgucA/cooper-feito.html</link><category>blog</category><category>conto</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:13:13 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-877174297321194215</guid><description>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmZMsMRK9yI/AAAAAAAAANU/vOhZfv74MsM/s1600/DSC00163.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmZMsMRK9yI/AAAAAAAAANU/vOhZfv74MsM/s320/DSC00163.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conto escrito para o blog &lt;a href="http://www.estoriasgozadas.blogspot.com/"&gt;Estórias Gozadas&lt;/a&gt; e publicado originalmente lá.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comentários, vagos ou efusivos, são sempre bem-vindos!!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ESTE CONTO É PROIBIDO PARA MENOS DE 18 ANOS. CASO ESTEJA NESTA FAIXA ETÁRIA, DESLOQUE-SE PARA A POSTAGEM ANTERIOR!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;____________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COOPER FEITO&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por Wellington Souza&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre, todas as manhãs (seja ela de sábado, domingo, ou feriado) como o meu sagrado meio mamão macho e bebo um copo de leite semidesnatado e vou ao parque que fica próximo à minha casa correr. Faço um severo alongamento igual a um que vi no youtube, feito por bailarinas da antiga União Soviética. Dei um jeito de fazer o download, pois manjo muito de informática, e decorei os procedimentos. Tem até uns velhinhos lá no parque que discretamente me imitam, mas, modéstia a parte, eles não me acompanham quando estico minhas pernas até os meus pés ficarem acima da cabeça, apoiados numa barra, e assim permanecer por um minuto e meio cronometrado. Também faço exercícios de massa muscular como barras, flexões variadas, abdominais. Vou pra lá correr e ver mulher, mas delas falo já – como mestre de cerimônias que se preze, tenho que começar pelo trivial, ambientar o leitor ao diálogo e depois pumba!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dias atrás, quando eu ainda era um desempregado. Sim, hoje me considero um profissional liberal mesmo que sem ter firma aberta. Quando eu ainda me considerava um frustrado socialmente (não que eu fosse desses babacas depressivos, não). Frustrado porque o que eu gostava de fazer não me dava dinheiro e, por isso, trabalhava por algum tempo num emprego-diurno, com dizem os americanos... até juntar dinheiro para ficar outro tempo fazendo somente o que eu gosto. Dinheiro para comprar mamão, leite semidesnatado e carne. O que é uma vida sem prazeres, afinal? É o mesmo que nada – se você não sente prazer é porque você não dá prazer, e de que serve um homem se não dá prazer a ninguém?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse dia aí, do qual eu ia falar antes de ficar divagando, fiz tudo como de costume. Tomei o café da manhã, corri até o parque, me alonguei trocando olhares com as mulheres, depois fui para a corrida. No alongamento de depois do Cooper feito foi que vi as duas: uma sentada no banco e a outra deitada, com a cabeça no colo da primeira. Eram mulheres jovens e, certamente, estavam matando aula, pois usavam uniforme de uma escola particular que fica próxima daqui. Não eram lá muito bonitas, mas intimidade e isso me enfeitiça. Não titubeei, postei bem em frente a elas e comecei minha sessão de alongamento e olhares fugazes que, depois, tornaram-se voluptuosos. Elas começaram a dar risadinhas, mas o ponto alto no flerte foi quando a que estava sentada começou a acariciar a barriga da deitada. Não agüentei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Vocês têm horas?”. “Tenho sim, peraí” “dez e seis”, a outra respondeu. “Obrigado, é que meu relógio quebrou...”. Silêncio e olhares. Elas seguravam o riso, mas não deixavam de me encarar. Nunca fui muito bom de xaveco, dessas conversas moles que os homens desenvolvem para mostrar às mulheres que são capazes de lhes dar proteção e prazer (nesta ordem). Agachei-me e apoiei o cotovelo no joelho da que estava sentada, sem tirar os olhos de seus olhos. “Você está todo suado!” “suado e salgado” respondi. Sei que foi idiotice, mas menos idiota que ficar calado. “Credo!” “ah, outro dia você disse que eu estava salgada e se lambuzou toda” interveio a deitada, “pare de falar assim com o moço!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, nessa hora meu coração foi a mil. E olha a adrenalina não costuma fazer muito efeito no meu corpo, ainda mais após um treino puxado como foi o de hoje, mas dessa vez fiquei fervendo mesmo. “Quero as duas”, eu disse, sem piscar. Elas se riram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo, me passaram o endereço da casa de uma delas e marcamos para o dia seguinte, às três da tarde, pois é hora que a doméstica do apartamento vai embora. Era só chegar à portaria e falar que era o técnico de informática. Elas queriam que eu falasse que era o encanador, mas não tenho nem cara nem idade de encanador e, se tem uma coisa que faço que se aproxime de uma profissão, essa coisa é trabalhar o físico e a mente de computadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No outro dia peguei leve no treino para ter energia para as duas. Já fiz isso antes, mas é sempre uma missão bolivariana conquistar dois continentes de forma satisfatória. Arrumei-me, coloquei a camiseta regata da sorte e fui. Na portaria falei o combinado, “sou Aldebaran, técnico de informática”. “Já estava avisado que chegaria, pode subir.” Essa foi fácil, pensei, mesmo usando meu nickname. Mas quando estava passando em frente à cabine, ele ainda me perguntou sobre a pasta com o material de trabalho. Nunca respondo nada rápido, mas dessa vez fui ligeiro e me alegro até hoje por ter falado que era apenas um orçamento de análise de hardware. Quanto mais difícil a resposta, mais entendida ela é, disso sempre eu soube e não importava que troquei software por hardware – que se dane.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conferi o número do apartamento antes de tocar a campainha, estava ok. Respirei fundo e pumba! Mas aí começou minha confusão mental: por que diabos uma senhora de meia idade, vestida de roupão, abriria a porta, sorrindo? Três já é demais, pensei. Que fosse isso... mas elas poderiam ter me avisado que entrou mais uma na jogada. “Entre, por favor”. “Com licença”. “O computador fica lá no quarto, você prefere consertá-lo lá ou aqui na sala mesmo?” Não esperava essa pergunta, então escolhi o quarto, depois de hesitar um pouco. “Vocês cobram adiantado, não é? O dinheiro está aqui em cima, pode pegá-lo e guardá-lo. Mas se solte um pouco mais, até parece que nunca consertou umcomputador antes!” O sorrisinho faceiro dela e a entonação que dava à palavra computador me deixavam ressabiado. Resolvi, então, perguntar “e as meninas que chamaram os meus serviços... acho que precisarei delas para arrumar o computador” .“Ah sim, elas estão no cursinho pré-vestibular. Mas o computador que precisa de reparo é o meu”. Daí a ficha realmente caiu. Não estava querendo acreditar mas era fato, as danadinhas (e a danadona) me deram um golpe. Eu era, definitivamente, um puto. Estava já me voltando para ir embora, indignado, quando vi as três onças em cima da mesa. ‘Afinal’, pensei, ‘de que serve um homem se não dá prazer pra ninguém?’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enchi o peito de ar e fui para cima da La Vecchia Signora. No quarto, a primeira coisa que fiz foi fechar a janela, afinal, o que os olhos não veem o pau não recusa. Mas ela tratou de acender a luz para “ver esse seu corpão que, durante uma hora, será meu”. E foi mesmo. Ela é alucinante. Tem um domínio técnico apurado que promove uma transa sistemática com tudo sob controle – causa e consequência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No quesito libertinagem, as mulheres mais experientes dão um banho nas mais mocinhas. E isso fascina todo homem que sonha reproduzir todas as sacanagens acumuladas em anos de filmes do gênero. E o buraco símbolo dessa distinção entre as idades femininas é o ânus. Uma mulher pode se considerar amadurecida quando tem segurança o suficiente para compartilhar esse laço estreito com o homem que escolheu para ser seu naquela noite. Não é questão de ser promíscua, e sim de aceitar toda forma de prazer sem ter a preocupação maior do que os outros irão pensar a seu respeito. E nesse quesito, meus amigos, essa dona daria aula de pós-graduação devido ao trabalho em pesquisa teórica e de campo que sua técnica exige. O controle muscular da cavidade e a sintonia com os movimentos do corpo me fez nunca desejar que o gozo chegasse e parte de mim caísse fraca, flácida, encolhida em si mesma. Mas, quando esse ponto chegou e eu não pude segurar, a capacidade altruísta dessa senhora foi tamanha que essa mesma parte de mim nem sentiu o baque da energia dissipada no momento máximo do futebol e agüentou outra partida sem tempo técnico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, o cu perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando estava esgotado, ela me avisou que havíamos passado da hora cheia, que é de praxe nesses serviços. “Como é a primeira vez que arrumo seu computador, a prioridade é a satisfação da cliente.” Ela sorriu e pude prestar atenção à sua face rechonchuda e aos dentes manchados de nicotina e, mesmo nessa situação, de puto de uma dona de casa infeliz, sorri de volta. Afinal de que vale um homem se não...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vestindo-me, perguntei qual era a jogada com as meninas. “Pedi três vezes para elas me arrumarem um garanhão nas academias da redondeza. Mas, das duas vezes, vieram saradões que tinham, por assim dizer, disfunção erétil de origem emocional e não cumpriram bem o proposto. O outro não quis fazer o serviço. Então, dessa vez, pedi que elas fossem ao parque estadual.” “Mas quem são elas?” “Ah, elas moram aqui no condomínio. Em troca desse favor deixo que elas usem um dos quartos para brincarem em paz.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixei meu telefone com ela e pedi que me indicasse para amigas. Já me acostumara com a idéia – o ser humano se adapta a tudo, dizem. Como ela dissera que não tinha amigas na mesma situação, então falei que tudo bem. O dinheiro que ganhei nessa tarde investi em propaganda, afinal, essa é a alma do negócio, não? E deu certo, foi assim que arrumei uma profissão que me permite fazer o que mais gosto. Só adicionei amendoim e catuaba à minha dieta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E serei eternamente grato àquele cu perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-877174297321194215?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/XYqF1OLgucA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:13:13.143-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/SmZMsMRK9yI/AAAAAAAAANU/vOhZfv74MsM/s72-c/DSC00163.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/cooper-feito.html</feedburner:origLink></item><item><title>Paranóia?? Sonho??</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/e653KKRkLOk/paranoia.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:13:18 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-6141449386398225983</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1243/4593471867_46225306d6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://farm2.static.flickr.com/1243/4593471867_46225306d6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O poeta é fingidor e finge tão completamente que é dor a dor que deverás sente.” F. Pessoa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tiroteio. Sinto-me no meio de um tiroteio. Mas como sou surdo, apenas tenho ciência do perigo que meu ‘eu’ futuro corre, sem viver, propriamente, o pandemônio que me (nos) cerca. Repto, os atiradores são como o Deus teórico: onipotente, onisciente e, infelizmente, onipresente. Paranóia? Sei lá. Mas sei que estão me matando, todos os tiros tangenciam meu corpo. Alguns chamam isso de Tempo, outros de Destino – outros, ainda, desconhecem esse processo e são, verdadeiramente, felizes por não existirem. “Penso, logo existo”. Melhor: “penso, logo desisto” como alguém parodiou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas isso tudo é balela. De ser infeliz por não ser burro. Coisa de quem tem problemas em se relacionar que levam a outros problemas que afastam as pessoas mais ainda. Problemas afastam pessoas – te unem a duas, afastam quinze¹. Coisa de quem se acha mais inteligente que a média por saber dos motivos de sua infelicidade. Pois então: felizes não sabem que são infelizes em suas vidinhas. Coisa de quem não suportaria pensar que outros descobriram o motivo de suas infelicidades e conseguiram superar isso, de maneira indutiva* e sem efeitos colaterais – enquanto se acha muito muito por ter deduções** que a convence.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei que tenho um problema. Um não, dois. O segundo problema é não saber (ou, inconscientemente, não querer saber) qual é o primeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¹: Fui pra felicidade quando uma pessoa estava com problemas e não me aproximei. Hoje estou infeliz e não sei como ela está. Dizem que pessoas passam, mas não passam. Vão embora, mas não passam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Indução: Método de obtenção de conhecimento no qual, ao observar os efeitos chega-se à causa. Permite, em laboratórios, estimular as causas para verificar se surtem tais efeitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;** Dedução: A partir de premissas tidas como verdadeiras a obtenção de uma conclusão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;necessária e evidente. Método de ciências não experimentais, com as sociais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publicações nesse meio tempo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/search/label/Wellington%20Souza"&gt;Revista Samizdat - revista eletrônica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.revistasunshine.com.br/"&gt;SunShine - edição Outono&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://estoriasgozadas.blogspot.com/search/label/Wellington%20Souza"&gt;Estórias gozadas - Conto: Cooper Feito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Créditos da imegem&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/whatshesaid_/4593471867/in/set-72157624029188606/" target="_blank"&gt;the view from the afternoon&lt;/a&gt;, por &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/whatshesaid_/" target="_blank"&gt;Yéssica Klein Mori&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-6141449386398225983?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/e653KKRkLOk" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:13:18.875-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://farm2.static.flickr.com/1243/4593471867_46225306d6_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/paranoia.html</feedburner:origLink></item><item><title>Versos livres e uma mulher em que não existo.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/PfactqdDRco/versos-livres-e-uma-mulher-em-que-nao.html</link><category>blog</category><category>poema</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:18:32 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-8869460045665084725</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i.olhares.com/data/big/284/2840924.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://i.olhares.com/data/big/284/2840924.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;05.03.2009&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vou culpá-la,&lt;br /&gt;
posto que somente tem culpa &amp;nbsp;aquele que age,&lt;br /&gt;
e pelo mesmo motivo não haverá perdão&lt;br /&gt;
– só se perdoa a quem erra.&lt;br /&gt;
Essa melancolia&lt;br /&gt;
também&lt;br /&gt;
só existe de um lado:&lt;br /&gt;
só um lado viveu&lt;br /&gt;
e só em uma cabeça fatos reais aconteceram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não houve dialética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É como uma balança que só pende para um lado&lt;br /&gt;
ou uma ponte,&lt;br /&gt;
que só cai em uma margem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem ao menos posso julgá-la displicente,&lt;br /&gt;
pois só o é quem ignora o perigo&lt;br /&gt;
e &amp;nbsp;nunca ofereci perigo algum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Créditos da imagem&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://br.olhares.com/ser_mulher_foto2840924.html"&gt;Ser mulher&lt;/a&gt;, por&lt;a href="http://br.olhares.com/filomanuela"&gt; filomena manuela cunha freitas teixeira&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-8869460045665084725?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/PfactqdDRco" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:18:32.525-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/04/versos-livres-e-uma-mulher-em-que-nao.html</feedburner:origLink></item><item><title>QUEIMADURA DE GELO</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/CKNnJ7cLiJ8/queimadura-de-gelo.html</link><category>blog</category><category>poema</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:20:26 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-844588681618565113</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1084/4726464902_99f71f3976_b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://farm2.static.flickr.com/1084/4726464902_99f71f3976_b.jpg" width="232" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;18.09&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Quer, mas não muito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;muito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;por pouco tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Breve,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;ali&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;e pronto:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;sem contatos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;contágios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;ou outras trocas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;além da de fluidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Depois,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;em casa, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;quererá&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;por muito tempo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;um pouco&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;que seja&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;daquilo que foi&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;muito e pouco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Daquilo que se foi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Créditos da imagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;do álbum &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/1qdphotos/sets/72157624336965496/" target="_blank"&gt;Valentina's Eye Ensaio2&lt;/a&gt;, de &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/1qdphotos/" target="_blank"&gt;Ju Blasina&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-844588681618565113?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/CKNnJ7cLiJ8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:20:26.285-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://farm2.static.flickr.com/1084/4726464902_99f71f3976_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/03/queimadura-de-gelo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Se estão lendo isso aqui...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/A9WH0SkgGcI/se-estao-lendo-isso-aqui.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:20:33 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-1659059328833757000</guid><description>&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TH7mOqkRmTI/AAAAAAAAA4E/2DGK3aPPgV0/s1600/front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TH7mOqkRmTI/AAAAAAAAA4E/2DGK3aPPgV0/s320/front.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bah!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se estão lendo isso aqui, é porque terminei o template do blog. O antigo, além de ser antigo*, estava muito poluído e aquele esquema de “continue lendo” não ajudava muito os meus preguiçosos e esparsos leitores. Enfim, mas essa mudança não interessa a ninguém (nem mesmo a mim, agora que a concluí.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Antigo: A ordem, no meio da gestão empresarial do meio do século passado até meados dos anos 80, era a preocupação com a qualidade dos produtos. Qualidade e durabilidade. Daí vemos os clássicos Mercedes, Cadillacs, as grandes Brastemp, o bule de café que minha tem há quase meio século... Mas atualmente, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a ... puts, me fugiu a palavra... malditas traduções imbecis e ilógicas... – pausa para consulta Google / não achei*- enfim, recapitulando, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a sua capacidade de apresentar novos produtos aos consumidores (e os fazerem acreditar que obsolescência dos antigos). Está aqui um blog novinho (tá bom, recauchutado) e, por isso, deve ser sempre visitado! Ouviram? Hohohoho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Megalomanias à parte, estou de volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nesse período de exílio, continuei escrevendo mensalmente poemas e contos para a &lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/"&gt;Samizdat&lt;/a&gt;, me firmei na &lt;a href="http://www.rubensmedeyros.blogspot.com/"&gt;SunShine&lt;/a&gt; (a edição de outono vem ai e a de Verão estava demais – Se não viram, cliquem no banner ao lado e deleitem-se) e nasceu um blog muito interessante dos cumpanheiros Rafael e Liliane, o &lt;a href="http://www.estoriasgozadas.blogspot.com/"&gt;Estórias Gozadas&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(só lendo para entenderem!)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraço a todos e logo mais haverá postagens novas, pois, como vimos hoje, tudo que é velho desmancha no ar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bah!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, e gurus da blogosfera, vão te catar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.S.: Parabéns Bi!! E muito obrigado por me fazer não ter palavras que expressem o meu muito obrigado, meu amor e o quanto me sinto bem ao seu lado! (coisas que apenas um longo abraço dizem).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.S.: Alguém pode, por favos, me indicar um bom CD de música brasileira? O mais excêntrico possível (não tenha medo de parecer ridículo. Ou melhor, o pecado não é ter medo, e sim se dobrar a ele). Se for instrumental ou pouco canto, faz meu tipo. Trilha sonora também. Respondo o comentário, OK!?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-1659059328833757000?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/A9WH0SkgGcI" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:20:33.663-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_xyl08o6dacI/TH7mOqkRmTI/AAAAAAAAA4E/2DGK3aPPgV0/s72-c/front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/03/se-estao-lendo-isso-aqui.html</feedburner:origLink></item><item><title>Ano Novo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/Gj8oDgW0Vpc/ano-novo.html</link><category>blog</category><category>poema</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:20:40 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-6411097608717855600</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jargão: “Começou o ano.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Depois da ultima postagem, na qual postei receitas gastronômicas que fiz para o final de ano, resolvi repensar meus conceitos tanto de blog quando de ser humano atuante em sociedade. Célula em um corpo virtual. Hoje, portanto, estou bem menos “experimental”. rsrsrs&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dizem que o ciclo de vida moderno é: crescer, estudar, trabalhar (contribuindo para a previdência), se aposentar e morrer. Ou pelo menos era. Devemos colocar o desemprego ai no meio. O desemprego e a opção de virar hippie. Até que se acabem as minhas economias, estou na opção de hippie (desempregado por opção)!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os planos para vida de não trabalhador? Não tenho, ainda. A primeira coisa a ser feita é buscar investimento seguro para a grana guardada. Ações de algum banco, possivelmente. Ainda bem que sou um cara pouco materialista e não me fiz nenhuma dívida. (Fora a dívida moral que tenho com os ‘meus’, não é?). Mas dívida moral se paga de outra forma. Se é que se paga. Melhor, se paga mas não se zera. Se retribui. Ah, também tenho que adquirir uma garrafa de conhaque (Presidente, Dreyer???) para tomar choconhaque (vai vir um frio...........)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12.0pt;"&gt;Aos poucos também retornarei à rotina de pseudo escritor. Esse frio (já falei dele?) que faz em São Paulo não nos ajuda em nada na dura tarefa de existir, mas como os dedos ainda respondem aos estímulos vou me fazendo, aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Retomarei também o projeto do livro (e-book, à princípio) da coletânea poética. Instalar o InDesign e zás! Falta só acabar de escolher o programa!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lá se vão dois poemas. Um inédito e outro que sairá no Revista Samizdat deste mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;CAÍ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;08.07.2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não como um anjo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que se liberta ou&lt;/div&gt;&lt;div&gt;um fruto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;para germinar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como um gato&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sempre de pé,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;um rei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;derrubado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ante a eminência do mate.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como uma folha&lt;/div&gt;&lt;div&gt;na primavera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caí como as noites&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e como a geada:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;natural,frio – quieto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;às vezes, a morte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;nos cai feito uma luva&lt;/div&gt;&lt;div&gt;de boxe;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;noutras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;de veludo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 1.1em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/2010/03/helena-febril.html" style="color: #333333; font-weight: bold; text-decoration: none;"&gt;HELENA FEBRIL&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header-line-1" style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Suava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Seus poros emanavam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;não apenas líquido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;que em vão tentavam retirar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;do corpo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;o calor excessivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Fluíam também&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;olhares-de-sereia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Era imprescindível amar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;A febre ansiava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;barro para forjar um corpo varão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;e dele&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;de sua costela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;sair mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/2010/03/helena-febril.html"&gt;in Revista Samizdat&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;ANEXO I&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;SIGNO ASCENDENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Signo Ascendente é um dos doze signos zodiacais que se elevava no horizonte leste no exato momento em que você nasceu.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;A interpretação do Ascendente (transcrição parcial) mostra como as pessoas o vêem e como você gostaria de ser visto por elas. Em síntese, é a máscara que você usa quando se expõe ao mundo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;ASCENDENTE EM LEÃO&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Altamente orgulhoso e algumas vezes até grosseiro, você gosta de impressionar e ser o&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; observado pelos outros como uma pessoa especial. É hiper-extrovertido, agressivo, pouco afetuoso e raramente se satisfaz, principalmente quando ocupa uma posição subordinada, porque é um líder nato e não gosta de ser mandado sob hipótese alguma. Você precisa ter algo de "seu" - que seja só seu - um negócio, um projeto, uma casa ou qualquer outra coisa, que possa ser desenvolvida conforme sua vontade, visão.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.astral-online.com/cgi-bin/ascendente.cgi"&gt;http://www.astral-online.com/cgi-bin/ascendente.cgi&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nossa, pesquisei um pouco sobre esse esquema ai... mas nem vou postar aqui por que é muito “queima filme”... rsrsrs&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-6411097608717855600?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/Gj8oDgW0Vpc" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:20:40.056-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2010/03/ano-novo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Receitas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/Lh4NZIPeopQ/bom-devido-epoca-postarei-hoje-duas.html</link><category>blog</category><category>receitas</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:20:56 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-1560312205724690776</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bom, devido à época, postarei hoje duas receitas, uma que copiei e adaptei e outra que eu mesmo inventei sem a ajuda de ninguém!! rsrs&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A gastronomia deve ser tratada como uma arte, ao meu ver, pois requer habilidade e destreza, além de agradar e deixar satisfeito até o mais bronco dos seres humanos. E o ato de fazer deve ser prazeroso também, nunca se enfie sozinho na cozinha para fazer, chame as pessoas que comerão (o prato) para um agradável bate-papo! Mesmo porque, se você não for lá muito habilidoso na arte e fizer merda, haverá alguém por perto para chamar o SAMU ou o serviço funerário. O lado ruim é que a forma idiota de como você foi pro beleléu ficará registrado (isso se seu amigo (a) não for junto para a terra de pés-juntos!)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Enfim, vamos a elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;1°) MISTO QUENTE COM CASQUINHA DE PARMESÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Receita mais básica para o dia-a-dia, para depois da balada ou para comer entre uma comida e outra.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;Ingredientes:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Pão de forma&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;recheio (recomendo queijo e presunto, um clássico!)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Margarina&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Queijo ralado (o ideal é comprar parmesão e ralar na hora, mas o queijo processado fica com um sabor muito bom também!)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;Itens:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Uma tostadeira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;Preparo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Bom, a única coisa especial aqui é o preparo do pão.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Passe manteiga e polvilhe o queijo ralado por cima. Em vez de colocar essa parte amanteigada por dentro, coloque-a por fora, para que derreta a manteiga e toste o queijo em contato com o metal. O pão deve ser recheado normalmente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Esse é meu sanduba preferido e, na época em que eu morava sozinho, fez um sucesso danado!!! rsrs&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2°) Peru bêbado na cerveja com bacon.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Ingredientes:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;12 longnecks de cerveja branca (recomendação do gourmet: marca Antarctica deixa no congelador o dia todo. Essas garrafas dificilmente congelam.)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Suco de 3 limões&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1 peru de 4 a 5 kg sem tempero&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2 litros de água fervente&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1 cebola grande&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;6 dentes de alho&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;½ xícara de chá de óleo&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1 colher de sopa de &lt;u&gt;tempero&lt;/u&gt;: ervas finas&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2 colheres de sal&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;200 g de bacon em fatias finas (grossura&amp;nbsp;de&amp;nbsp;salaminho)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;manteiga&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Itens&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Alguns amigos para te zoarem enquanto você trabalho o peru.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Liquidificador.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Saco plástico usado para colocar legumes em supermercados (daqueles transparentes).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Papel alumínio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Modo de preparo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O melhor horário para temperar o peru é à noite, pois ele ficará de resguardo por 8 horas mais ou menos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Abra uma longNeck e brinde com for lhe acompanhar à cozinha.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Lave o peru em água corrente e esfregue o suco de limão nele. Deixe ele descansar enquanto você vai colocar música para tocar e pegar outra cerveja (a primeira vai rápido, né?!)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jogue a água fervente sobre o peru (por dentro e por fora). Esse processo tirará a gordura e possíveis temperos que possam ter vindo com ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Reserve.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora vamos ao molho. Pegue o liquidificador e bata duas cervejas, a cebola, o alho, o óleo e as ervas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Coloque sal depois e bata mais um pouco. Não se assuste se essa merda começar a espumar, pois isso é normal quando misturamos sal com cerveja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bom momento para abrir outra cerveja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Coloque o peru dentro de um saco plástico. Por uma questão de higiene, aconselho a pegar um saco transparente ‘virgem’, desses que tem no mercado para colocar frutas e legumes. E jogue o “caldo” acima dentro do saco, feche, e leva à geladeira por, no mínimo, 8 horas. Analogias entre esse saco e uma camisinha são desnecessárias aqui, mas na hora podem ser engraçadas!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bom, acabe de tomar as cervejas com seus amigos numa boa. (E lembre-se de lembrá-los de trazer mais no dia seguinte!)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No outro dia... e com uma leeeeeeve ressaca...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Calcule bem, pois o serão necessárias umas 3 horas de forno para o bicho ficar no esquema e o ideal é servir assim que ele estiver pronto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deixe o forno aquecendo a 180° Celsius.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Transfira a ave para uma assadeira. Vá enfiando uma faca no bicho e jogando o molho por cima (com a faca ainda cravada), de modo que o molho penetre bem (no bom sentido, né!). Pegue manteiga e esfregue no bicho. Dobre as asas para baixo para que elas não queimem ao assar e amarre as coxas com um barbante. Por ultimo, cubra-o com bacon e depois com papel alumínio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Leve ao forno por umas duas horas e pouco...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Depois, descubra-o e aumente a temperatura do forno para uns 250° C e deixe por uns 40 min. ou até ele dourar. De vez em quando, jogue o molho encima dele com uma concha ou algo assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Coloque o peru na mesa, que já está pronto para os seus amigos meterem a boca nele!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Espero que e as dicas tenham sido úteis!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E fala ai, mulherada: homem que cozinha não ganha pontos extras, não??!!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Abraços, bom natal e um ótêmo ano novo!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-1560312205724690776?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/Lh4NZIPeopQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:20:56.153-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/12/bom-devido-epoca-postarei-hoje-duas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Trabalho e crise existencial</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/j3zq2PorrYU/trabalho-e-crise-existencial.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:21:02 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-8907259489872423015</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nas primeiras vezes a sensação é de êxtase. Aceitação num mundo complicado, que só se via em filmes, novelas, comerciais de aparelho celular, carros e margarina. Parecia que todos, enfim, me aceitavam como eu sou (eu como falei que era no vestíbulo da coisa).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Duas semanas foram assim, todos os dias a mesma curtição, conhecendo as pessoas, compartilhando, rindo e concordando, sempre, com o dono da “bola”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas na terceira semana, acabou. Murchou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes, estava fazendo o que gostava na teoria e o sabor feérico da coisa é ótimo. A prática é uma merda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tinha comigo o conceito que envelhecemos quando paramos de aprender e acho que essa teoria ainda é válida, posto que não consegui refutá-la. A rotina (o tempo gasto nela) nos envelhece, pois nos impossibilita de continuar aprendendo. E é a esse envelhecimento que não estamos preparados para enfrentar. Enjoamos do jogo assim que desvendamos todos os seus macetes. Enjoamos do celular quando nos familiarizamos com todas as suas funções e atalhos. Enjoamos das mulheres quando todos os seus orifícios estão explorados. Enjoamos de tudo quando cai na rotina. (Sinceramente, nessa ultima oração ia escrever ‘vida’ no lugar de ‘tudo’, mas não uso esse santo termo em vão). Flexiono os verbos na primeira pessoa do plural para deixar o texto mais aconchegante, pois o singular é singular. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na ida, sou o filho da puta que acordou que ira passar o dia todo na rotina financeira (contas a pagar, fazer boletos de pedidos, reclamar com o gerente do banco que preciso de dinheiro para uma compra e que o mesmo ainda não foi liberado, ouvir reclamação de que um boleto ainda não chegou, ligar cobrando CNPJs inadimplentes, etc).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na volta, sou o filho da puta cansado que paquera mulheres em todos os lugares (ponto de ônibus, cachaçaria onde paro para tomar uma cerveja (Itaipava a R$ 3,00), ônibus, farmácia, supermercado, restaurante no almoço, fila da lotérica, fila do churros, fila do sorvete MacColosso) e que geralmente não é correspondido porque elas estão cansadas demais para esses joguinhos. Mas que quando é correspondido não faz nada, está somente querendo testar e passar o tempo, resíduo da supracitada rotina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, sou o filho da puta que tem um domingo sem futebol pela frente. A chuva impossibilita de ir comprar jornal e levar o cachorro para passear (tirá-lo dessa rotina de cão).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-8907259489872423015?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/j3zq2PorrYU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:21:02.100-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/12/trabalho-e-crise-existencial.html</feedburner:origLink></item><item><title>Herança de cachorro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/jkU2KT8v0yQ/nao-nao.html</link><category>blog</category><category>espelho</category><category>conto</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:21:26 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-4316244846025052640</guid><description>&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Não sei até quando ficarei acabando, endurecendo. Será que quando parar de vez de enxergar os bichinhos enfileirados e de ouvir os Grandes baterem o portão ficarei como a mesa ou a cadeira? Balançar o rabo está cada vez mais doído.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Será que há uma cerimônia em que me farão mobília, como quando os humanos se juntam com balões e cercam a mesa, apagam a luz e gritam? Um monte de coisa nova aparece depois. Possível. A ração acaba. A gente não pode acabar. O dia escurece e todos quietam, mas logo a luz os anima. Os ressuscita.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Com o vovô aconteceu algo estranho. Ele estava acabando também, principalmente depois de vir morar aqui. Antes sorria, mas daí passou a só ficar deitado. A tigela era comida na cama, comida não, bebida : só caldo. Ficou um tempo assim até o levarem embora e todos entristecerem de nem brincarem comigo (nessa época ainda brincávamos).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Dias depois foi tanta choradeira, corre-corre, e passaram noite toda fora. Na volta trouxeram um relógio bem grande.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acho que o vovô virou relógio, pois sempre grunhem ‘vovô’ e ‘relógio’ seguidos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Deve ser isso. De certo me transformarei num puff para eles se esparramarem na sala.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;******&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, não. Não me esqueci da senha do blogspot, não. Apesar das duas semanas sem me dedicar ao teclado, ainda continuo em pé e inquieto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos às novas, depois mini-conto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A good news everyone é que me empregaram. Depois de quase seis meses lutando comigo mesmo, me preocupando apenas em não ter preocupações "maiores", enfim surgiu um patrão. Para quem ainda não sabe sou "formado" (" pois não sou formado formado, tenho que entregar a monografia ainda) em economia e estou fazendo análises da "saúde" da empresa. O trabalho é puxado, fico fora de casa das 8 da manhã às 20 da noite, mas estou feliz. O ambiente lá é ótimo, respondo direto ao diretor da empresa (de importação e distribuição). Mas ainda estou no período de experiência, por isso "pisando em ovos"!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso ainda não me sinto completo. Sabem quando se come em restaurante e falta algo na &lt;i&gt;parmegiana&lt;/i&gt;, um tempero, um &lt;i&gt;coentro&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e você degusta o prato se lembrando da que sua mãe ou sua tia fazia (ou faz). Dizem os budistas que a origem do sofrimento humano está nos desejos de &lt;i&gt;ter&lt;/i&gt; alguma coisa e de &lt;i&gt;vir a ser&lt;/i&gt; alguém. Somos&amp;nbsp;insaciáveis e frustrados (não sempre, mas quase sempre).&amp;nbsp;"Eita vida besta, meu Deus".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Raul traduziu uma música do Jay Vaquer muito boa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Que é que você quer ser quando crescer?Alguma coisa importante?&lt;br /&gt;
Um cara muito brilhante?&lt;br /&gt;
Quando você crescer!&lt;br /&gt;
Não Adianta, Perguntas não valem nada&lt;br /&gt;
É sempre a mesma jogada, um emprego e uma namorada&lt;br /&gt;
Quando você crescer"&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O restante da música está no link &lt;a href="http://vagalume.uol.com.br/jay-vaquer/quando-voce-crescer.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No mais está tudo OK. E com vocês, também??&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continho escrito para a Oficina de Escritores da revista Samizdat, organizada pelo Volmar (V.). Não achei que ficou dos melhores, mas...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-4316244846025052640?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/jkU2KT8v0yQ" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:21:26.614-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/11/nao-nao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Japoneses e concisos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/UI7QZ6CA2xg/japoneses-e-concisos.html</link><category>blog</category><category>poema</category><category>espelho</category><category>a dinâmica dos fluídos</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:21:45 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-5109770818540771041</guid><description>Por enquanto, nada de trabalho e essa é a maior desnovidade que tenho. Concursos? O da Casa da Moeda e do Banco Central. Mas, como diria um amigo meu: enquanto você fica ai com essas besteiras (tipo atualizar blog) tem japonês estudando!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por falar em nipônicos, se tem um povo que eu admiro são é esse. Pela determinação, obstinação e estilo de vida moderado que os ilhéus tem. Determinação até quando o assunto é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dar cabo&lt;/span&gt; da própria vida, diga-se de passagem. Vi numa reportagem uma jovem de 101 anos subindo num pé de limão. Ela e a neta, cinquentona! Muitos elementos da cultura deles vieram da China (como o Budismo e a escrita) mas nada que tire seus méritos. O hai-cai é 100% japa, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou indo correr no parque florestal aqui perto de casa (hoje rompi a barreira dos 2 Km - um pequeno passa para a humanidade, mas grande para um homem) e têm um monte de velhinhos que fazem Taixixuam (um tupiniquim falando), a maioria deles são nipos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fora os pastéis que eles fazem, né: quêqueisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizando, informo que voltei a postar micro-contos no twitter http://twitter.com/souzawell. Não sou muito popular nesse lugar mas a primeira coletânea do &lt;a href="http://hiper-link.blogspot.com/2009/11/e-zines.html"&gt;Tamanho Não É .Doc&lt;/a&gt; em que participo me animou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fiquem com dois poeminhas concisos que fiz por esses dias (Acho que não são hai-cai's. Há quem chame isso de poetrix). Profiro poeminhas mesmo ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.S.: O título da postagem não é um trocadinho ou algo que o valha!! rsrsrs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;IMIGRAÇÃO AO BRASIL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cais, na cidade do Porto.&lt;br /&gt;
A barca muda almas de infernos:&lt;br /&gt;
pessoas se desvanecem na morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BACCO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há como aceitar&lt;br /&gt;
cordeiros&lt;br /&gt;
– não sendo um deus assim como eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-5109770818540771041?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/UI7QZ6CA2xg" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:21:45.261-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/11/japoneses-e-concisos.html</feedburner:origLink></item><item><title>SAMIZDAT: Desejo e castidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/G2ERLYN9YVw/samizdat-desejo-e-castidade.html</link><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:50:09 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-1322945924597407318</guid><description>&lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/2009/11/desejo-e-castidade.html"&gt;SAMIZDAT: Desejo e castidade&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-1322945924597407318?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/G2ERLYN9YVw" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-06T02:50:09.970-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/11/samizdat-desejo-e-castidade.html</feedburner:origLink></item><item><title>E-zines</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/KcqL/~3/etqGxkGTrss/e-zines.html</link><category>artigo</category><category>blog</category><category>e-zine</category><category>a dinâmica dos fluídos</category><author>souzawell@yahoo.com.br (Wellington Souza)</author><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:34:56 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4246195532995429564.post-3691105846488003818</guid><description>Uma coisa legal e útil que tenho visto na net por esses tempos são os entusiastas com a literatura. Literatura marginal? Não usaria esse termo no sentido "esquerdista" ou "do submundo". E sim apenas porque não é distribuído em massa. Apesar de se sustentar nos pilares da internet, esta "literatura subtítulo" não tem o apelo comercial que as grandes editoras podem proporcionar aos seus escritores escolhidos. São contos, poemas, poesias, prosas poéticas, crônicas que, teoricamente, têm a mesma estrutura das comercializadas, mas são distribuídas à margem do grande público e dos profissionais críticos da área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos tempos pós vanguardistas, o que justifica uma obra de arte?  Depois que um mictório foi exposto em um museu, TUDO o que desperta algum sentimento no homem pôde ser chamado de arte. Ou seja, tudo pode ser chamado de arte. Ante essa crise de objeto de estudo para os críticos busca-se conceitos e padrões para uma nova definição de arte; e um desses padrões que difenciam um objeto feito para urinar de um feito para enfeitar as salas-de-estar refinadas é a presença em exposições e museus. A abertura ao grande público. A isso automaticamente somamos a catalogalização etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim ocorre na produção literária. O que diferencia um texto literário de um "não" é impressão deste em periódicos (livro, jornal, revista, e-zine etc) e a distribuição a distribuição comercial à sociedade. Mas será que os textos que se escreve informalmente nestes vários espaços sibernéticos não podem ser tratados como literários? E de "literatura marginal"?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei. E pra falar a verdade, nem quero saber. Só sei que faço, e gosto do que faço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
***&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestes dias tive duas boas notícias: Uma é que uma jovem copiou um poema meu no blog dela. Deixou a entender que era copiado de outro lugar (o poema esta em vermelho, contrastando com o texto) mas não deu os devidos créditos (o que me deixou meio assim ¬¬). Em outro post estava um do Drummond. Será que isso justifica a alcunha de poeta? rsrsrs!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As outras são os fantásticos trabalhos realizados pela &lt;a href="http://www.oficinaeditora.com/"&gt;Oficina Editora&lt;/a&gt;. Os e-books são poucos, mas bons, vale conferir. E a meninas dos olhos é a revista Samizdat, que chega à sua 22° edição (minha terceira) de muita literatura e um ótimo acabamento. Outro projeto criativo é o livro de microcontos "Tamanho não é doc.", que tem como conteúdo contos de até 140 caracteres (à la Twitter). Este está na segunda edição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue os dois links:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AGORA VOU DORMIR, AMANHÃ TEM COOPER ÀS 07:30!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://calameo.com/books/000002238cddc542afeee"&gt;Tamanho não é .DOC II&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-top: 8px;"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" height="147" width="240"&gt;&lt;param name="movie" value="http://v.calameo.com/2.0/cmini.swf?bkcode=000002238cddc542afeee&amp;amp;langid=en&amp;amp;clickTo=public&amp;amp;clickTarget=_blank&amp;amp;autoFlip=0&amp;amp;showArrows=1&amp;amp;page=1"&gt;&lt;param name="scale" value="noscale" /&gt;&lt;param name="loop" value="false" /&gt;&lt;param name="salign" value="t" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;embed src="http://v.calameo.com/2.0/cmini.swf" type="application/x-shockwave-flash" scale="noscale" allowScriptAccess="always" loop="false" salign="t" wmode="transparent" style="width:240px; height:147px" flashvars="bkcode=000002238cddc542afeee&amp;amp;langid=en&amp;amp;clickTo=public&amp;amp;clickTarget=_blank&amp;amp;autoFlip=0&amp;amp;showArrows=1&amp;amp;page=1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 11px;"&gt;&lt;a href="http://calameo.com/upload/"&gt;Publish at Calaméo&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://calameo.com/browse/"&gt;browse&lt;/a&gt; others.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAPuJ0Bt_3kVPtFBFq38WzSSHet1oZAhg8UhByajOa_pp8NmYP_mOjlVWiGWjWMpjz7sGxuFtRyO9J8z2kmf6iPMAm1T1UN_Jxj5vhwlmeD47uZ53dzIpyMnk.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAPuJ0Bt_3kVPtFBFq38WzSSHet1oZAhg8UhByajOa_pp8NmYP_mOjlVWiGWjWMpjz7sGxuFtRyO9J8z2kmf6iPMAm1T1UN_Jxj5vhwlmeD47uZ53dzIpyMnk.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 800px; margin: 0 10px 10px 0; width: 566px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que Samizdat? , Henry Alfred Bugalho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ENTREVISTA&lt;br /&gt;
Antonio Luiz M. C. Costa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AUTOR EM LÍNGUA PORTUGUESA&lt;br /&gt;
Carta a El Rei D. Manuel (excerto), Pero Vaz de Caminha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MICROCONTOS&lt;br /&gt;
Primeira Lição Colonial, Simone Santana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONTOS&lt;br /&gt;
O Messias do Ocidente, Joaquim Bispo&lt;br /&gt;
Imagem de Barro, Wellington Souza&lt;br /&gt;
O Troféu, Volmar Camargo Junior&lt;br /&gt;
O Sorteio , Henry Alfred Bugalho&lt;br /&gt;
Relações Postais, José Guilherme Vereza&lt;br /&gt;
Ventanas (I), Sheyla Smanioto Macedo&lt;br /&gt;
A Sogra, Mariana Valle&lt;br /&gt;
12 de outubro sob ataque, Léo Borges&lt;br /&gt;
We’ll always have Paris, Barbara Duffles&lt;br /&gt;
Duetos Assassinos, Giselle Sato&lt;br /&gt;
Conspiração ZHAARP - Big Bang Microcósmico - Capítulo 4, Dênis Moura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TRADUÇÃO&lt;br /&gt;
Carta de Cristóvão Colombo anunciando o descobrimento da América&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEORIA LITERÁRIA&lt;br /&gt;
Caminhos para o autor independente, Henry Alfred Bugalho&lt;br /&gt;
Jogue sua Gramática no Lixo, Guilherme Augusto Rodrigues&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRÔNICA&lt;br /&gt;
Eu não gosto de ninguém da América do Sul, Léo Borges&lt;br /&gt;
Quem é você, quem sou eu?, Ju Blasina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POESIA&lt;br /&gt;
Laboratório Poético, Volmar Camargo Junior&lt;br /&gt;
Blavino, Ju Blasina&lt;br /&gt;
Poetrix, Ju Blasina&lt;br /&gt;
Sonata da Criação, Wellington Souza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SOBRE OS AUTORES DA SAMIZDAT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.revistasamizdat.com/2009/11/samizdat-22.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Volte Sempre!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4246195532995429564-3691105846488003818?l=www.wellsouza.benfazeja.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/KcqL/~4/etqGxkGTrss" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-02T02:34:56.486-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><enclosure url="http://v.calameo.com/2.0/cmini.swf" length="102071" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://v.calameo.com/2.0/cmini.swf" fileSize="102071" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Uma coisa legal e útil que tenho visto na net por esses tempos são os entusiastas com a literatura. Literatura marginal? Não usaria esse termo no sentido "esquerdista" ou "do submundo". E sim apenas porque não é distribuído em massa. Apesar de se sustenta</itunes:subtitle><itunes:author>Wellington Souza</itunes:author><itunes:summary>Uma coisa legal e útil que tenho visto na net por esses tempos são os entusiastas com a literatura. Literatura marginal? Não usaria esse termo no sentido "esquerdista" ou "do submundo". E sim apenas porque não é distribuído em massa. Apesar de se sustentar nos pilares da internet, esta "literatura subtítulo" não tem o apelo comercial que as grandes editoras podem proporcionar aos seus escritores escolhidos. São contos, poemas, poesias, prosas poéticas, crônicas que, teoricamente, têm a mesma estrutura das comercializadas, mas são distribuídas à margem do grande público e dos profissionais críticos da área. Nos tempos pós vanguardistas, o que justifica uma obra de arte? Depois que um mictório foi exposto em um museu, TUDO o que desperta algum sentimento no homem pôde ser chamado de arte. Ou seja, tudo pode ser chamado de arte. Ante essa crise de objeto de estudo para os críticos busca-se conceitos e padrões para uma nova definição de arte; e um desses padrões que difenciam um objeto feito para urinar de um feito para enfeitar as salas-de-estar refinadas é a presença em exposições e museus. A abertura ao grande público. A isso automaticamente somamos a catalogalização etc. Assim ocorre na produção literária. O que diferencia um texto literário de um "não" é impressão deste em periódicos (livro, jornal, revista, e-zine etc) e a distribuição a distribuição comercial à sociedade. Mas será que os textos que se escreve informalmente nestes vários espaços sibernéticos não podem ser tratados como literários? E de "literatura marginal"? Não sei. E pra falar a verdade, nem quero saber. Só sei que faço, e gosto do que faço. *** Nestes dias tive duas boas notícias: Uma é que uma jovem copiou um poema meu no blog dela. Deixou a entender que era copiado de outro lugar (o poema esta em vermelho, contrastando com o texto) mas não deu os devidos créditos (o que me deixou meio assim ¬¬). Em outro post estava um do Drummond. Será que isso justifica a alcunha de poeta? rsrsrs!! As outras são os fantásticos trabalhos realizados pela Oficina Editora. Os e-books são poucos, mas bons, vale conferir. E a meninas dos olhos é a revista Samizdat, que chega à sua 22° edição (minha terceira) de muita literatura e um ótimo acabamento. Outro projeto criativo é o livro de microcontos "Tamanho não é doc.", que tem como conteúdo contos de até 140 caracteres (à la Twitter). Este está na segunda edição. Segue os dois links: AGORA VOU DORMIR, AMANHÃ TEM COOPER ÀS 07:30!! Tamanho não é .DOC IIPublish at Calaméo or browse others. Por que Samizdat? , Henry Alfred Bugalho ENTREVISTA Antonio Luiz M. C. Costa AUTOR EM LÍNGUA PORTUGUESA Carta a El Rei D. Manuel (excerto), Pero Vaz de Caminha MICROCONTOS Primeira Lição Colonial, Simone Santana CONTOS O Messias do Ocidente, Joaquim Bispo Imagem de Barro, Wellington Souza O Troféu, Volmar Camargo Junior O Sorteio , Henry Alfred Bugalho Relações Postais, José Guilherme Vereza Ventanas (I), Sheyla Smanioto Macedo A Sogra, Mariana Valle 12 de outubro sob ataque, Léo Borges We’ll always have Paris, Barbara Duffles Duetos Assassinos, Giselle Sato Conspiração ZHAARP - Big Bang Microcósmico - Capítulo 4, Dênis Moura TRADUÇÃO Carta de Cristóvão Colombo anunciando o descobrimento da América TEORIA LITERÁRIA Caminhos para o autor independente, Henry Alfred Bugalho Jogue sua Gramática no Lixo, Guilherme Augusto Rodrigues CRÔNICA Eu não gosto de ninguém da América do Sul, Léo Borges Quem é você, quem sou eu?, Ju Blasina POESIA Laboratório Poético, Volmar Camargo Junior Blavino, Ju Blasina Poetrix, Ju Blasina Sonata da Criação, Wellington Souza SOBRE OS AUTORES DA SAMIZDAT http://www.revistasamizdat.com/2009/11/samizdat-22.htmlVolte Sempre!</itunes:summary><itunes:keywords>artigo, blog, e-zine, a dinâmica dos fluídos</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.wellsouza.benfazeja.com/2009/11/e-zines.html</feedburner:origLink></item><copyright>Esses trabalhos são protegidos pelo Free-Copyright</copyright><media:credit role="author">Wellington Souza</media:credit><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

