<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770</id><updated>2024-11-06T00:05:05.768-03:00</updated><title type='text'>COTIDIANO AMAZÔNICO</title><subtitle type='html'>Este espaço tem como objetivo mostrar parte da realidade de quem vive na Amazônia, assim como problemas sociais e ambientais pouco conhecidos ou ignorados pelo restante do Brasil. Espero que aqueles que visitarem este blog possam ficar a par das coisas que de fato acontecem na Amazônia.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-6087402928566222023</id><published>2015-11-14T20:59:00.001-02:00</published><updated>2015-11-14T22:06:59.926-02:00</updated><title type='text'>Piratas de rio: perigo real na Amazônia</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Nas estradas fluviais, transportes marítimos de portes variados são meios necessários para o deslocamento de passageiros, abastecimento de suprimentos básicos e escoamento de parte da produção agrícola do Estado do Mato Grosso e do Pólo Industrial de Manaus para o restante do Brasil e no mundo, sendo fonte de vida e de renda da população nativa. Porém, a violência recorrente da pirataria, vem trazendo&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;&quot;&gt; morte, desespero e prejuízos milionários às embarcações atacadas, aterrorizando a tripulação e passageiros das cidades ribeirinhas, com ataques cada vez mais organizados e bárbaros pelos afluentes da Amazônia.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A exemplo da violência que assola os que circulam pela localidade, em 2001, repercutiu em todo o mundo o ataque que ocorreu próximo à cidade de Macapá, no Amapá, ao Veleiro Seamaster, que vitimou o velejador oceânico neozelandês&lt;/span&gt; Peter Blake, assassinado com um tiro nas costas ao ter a sua embarcação invadida por homens encapuzados e seus tripulantes esfaqueados.&amp;nbsp; Peter estava em uma missão de caráter científico, realizando estudos sobre o aquecimento global e era patrocinado por uma agência da ONU. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0u4Bpo1ME_4aqVV5yPjQunKDU9at0ZRE87zn_YzKatpVyADJfidGJnhMGzjG7uKA4OKr6mrQsNVuWZKU3JTOwboFDJNkDJ2XHgbU4ClG-LjjBDAJYPjqGTyWMw8fK16GtNe3hT9dMrm8/s1600/demais+fotos+062.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0u4Bpo1ME_4aqVV5yPjQunKDU9at0ZRE87zn_YzKatpVyADJfidGJnhMGzjG7uKA4OKr6mrQsNVuWZKU3JTOwboFDJNkDJ2XHgbU4ClG-LjjBDAJYPjqGTyWMw8fK16GtNe3hT9dMrm8/s320/demais+fotos+062.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Embarcação de passageiros em Breves- Foto: J. Jorge&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;No alvo dos criminosos, o Estreito de Breves, no Estado do Pará, é apontado como o local mais perigoso para o ataque de piratas, por ser estratégico e possibilitar a ligação entre os Estados do Amapá, Amazonas e Pará, onde passam diariamente balsas carregadas de combustível (botijões de gás, óleo diesel, gasolina, querosene, etc.) e componentes eletrônicos vindos de Manaus.&amp;nbsp; Decorrentes dos ataques morrem pessoas inocentes, como o acontecido em março deste ano, em que o chefe de máquinas de uma embarcação foi morto a tiros ao reagir à abordagem. Ainda no Estado do Pará, ocorreu outro caso que chamou a atenção pela ousadia e selvageria dos bandidos, no dia 01 de dezembro de 2012, uma balsa com 67 carretas carregadas de produtos eletrônicos encalhou no Furo do Arrozal, em frente à cidade de Barcarena, e mesmo com seguranças armados e com apoio da Polícia Militar, um grupo composto por mais de 20 piratas, jogou os seguranças ao rio, saqueou 13 carretas, deixando um prejuízo imensurável para a empresa dona da carga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Em sequência, destacam-se pelos ataques pontos localizados ao longo do rio Amazonas, entre as cidades de Parintins e Itacoatiara; no rio Madeira, entre as cidades Manicoré&lt;span style=&quot;background: letter-spacing: -.25pt;&quot;&gt; e Novo Aripuanã&lt;/span&gt;; no Rio Solimões, a partir da cidade de Manacapuru e no rio Negro, no trecho entre Manaus e novo Airão, onde tem ocorrido frequentemente ataques à balsas que transportam mercadorias para o interior do Estado. Pode-se citar dois casos recentes: em dezembro de 2014, dois homens que trabalhavam em um barco de médio porte, vendendo gasolina, óleo diesel e gelo para a população ribeirinha foram atacados, mortos, esquartejados e partes do corpo de uma das vítimas foram jogadas no rio. Outro ataque ocorreu em maio de 2015, quando uma balsa atracada em frente a cidade de Manaus, carregada com combustível avaliado em R$ 300 mil reais, foi abordada e todo o combustível levado pelos criminosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;No Estado do Amazonas, diversos ataques ocorreram ao longo dos últimos anos, muitos deles não chegam ao conhecimento das autoridades por medo de represália por parte dos criminosos. &lt;span style=&quot;background: letter-spacing: -.25pt;&quot;&gt;Esses piratas de rio agem sob a proteção da escuridão, conhecendo perfeitamente toda a geografia da região e se escondem nos inúmeros canais que cortam a imensidão da Amazônia, tornando muito difícil sua identificação e captura. Também contam com um sistema que permite monitorar toda a comunicação das embarcações que navegam pelos principais rios, o que lhes permitem identificá-las e tomar conhecimento das mercadorias transportadas e preparar a abordagem para saquear todo o conteúdo. Alguns piratas presos, relatam sobre o roubo simulado: quando o dono da embarcação combina com os ladrões, o primeiro fica com o pagamento do seguro contratado e o segundo com a mercadoria. Porém, não se sabe ao certo se essa informação é verídica.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A missão de prevenir e combater a pirataria nos rios amazônicos é árdua, pois trata-se de uma área imensa, com centenas de rios, lagos, furos, paranás, igarapés, matas alagadas, matas de terra firme e manguezais que possibilitam inimagináveis opções de esconderijo aos criminosos (e eles as utilizam). Outro facilitador da ação dos criminosos seria a não disponibilização de pessoal e material por parte do Estado onde há problemática, tendo apenas uma delegacia fluvial da Polícia Civil em Belém e outra em Manaus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Com ações voltadas para um combate eficiente ao crime de pirataria, pode-se pensar inicialmente em investimentos maciços na área de segurança pública, com aquisição de embarcações que desenvolvam grandes velocidades em número suficiente para cobrir toda a malha fluvial onde os crimes ocorrem, contratação de pessoal, aplicação de treinamento voltado para o combate ao crime nos rios. Há quem defenda que seja criada a Polícia Fluvial Federal nos mesmos moldes da Polícia Rodoviária Federal, já que os grandes rios da Amazônia assemelham-se as grandes rodovias federais, por onde passam diariamente as riquezas produzidas pelo país. Mas, enquanto nada acontece, os navegantes amazônicos contam com a sorte, em alguns casos com seguranças armados e quiçá com a proteção divina.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Fontes:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;G1- Portal de notícias-&amp;nbsp;http://g1.globo.com/am/amazonas/index.html&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Portal do Holanda-&amp;nbsp;http://www.portaldoholanda.com.br/amazonia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; letter-spacing: -0.25pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Jornal A crítica -&amp;nbsp;http://acritica.uol.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/6087402928566222023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2015/11/nas-estradas-fluviais-transportes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6087402928566222023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6087402928566222023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2015/11/nas-estradas-fluviais-transportes.html' title='Piratas de rio: perigo real na Amazônia'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0u4Bpo1ME_4aqVV5yPjQunKDU9at0ZRE87zn_YzKatpVyADJfidGJnhMGzjG7uKA4OKr6mrQsNVuWZKU3JTOwboFDJNkDJ2XHgbU4ClG-LjjBDAJYPjqGTyWMw8fK16GtNe3hT9dMrm8/s72-c/demais+fotos+062.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-4677721403702220603</id><published>2013-12-24T11:38:00.002-02:00</published><updated>2014-06-22T16:10:23.037-03:00</updated><title type='text'>Pra descontrarir</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O senhor Irino, morador das
margens do Lago Grande de Monte-Alegre, no Pará, contou certa vez uma história
que deixou muita gente arrepiada diante dos detalhes relatados&amp;nbsp; que ele jurou ser a mais pura verdade. Há uma
ilha no Lago Grande, que por ser afastada da terra firme, pouca gente se arrisca
a ir, pois existem rumores de ser mal assombrada e tem gente que já viu muita “misura”
por lá. Mas, numa certa noite de luar com o vento calmo, o seu Irino ,
juntamente com um outro pescador resolveram tentar a sorte &amp;nbsp;e lançar as malhadeiras(redes de pesca) &amp;nbsp;nas proximidades da ilha.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao lançarem todas as redes,
resolveram ir à terra para descansar e aguardar a hora de revistar &amp;nbsp;as redes pra ver se algum peixe fora capturado, &amp;nbsp;assim o fizeram. A lua brilhava como se fosse um dia claro e eles adormeceram, deitados no pedregulho da Ilha da Mucura, como é conhecida a ilha em questão, acordando lá
pelas altas horas da noite com barulho de um galope de cavalos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN8YlokWvyr0B2UMVYuaEFsdx5Ho8nkrwq55eW3sLqZKSMU0abYFdRd-BLq-lDo10k_9rDZ5YnhXs4HJzqfPXsywJ4NSQJpPRnIFjfEyZO_nnoz6dH_bv76W5kPZvLtpw9ptEbstQM0JE/s1600/luua.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN8YlokWvyr0B2UMVYuaEFsdx5Ho8nkrwq55eW3sLqZKSMU0abYFdRd-BLq-lDo10k_9rDZ5YnhXs4HJzqfPXsywJ4NSQJpPRnIFjfEyZO_nnoz6dH_bv76W5kPZvLtpw9ptEbstQM0JE/s1600/luua.jpg&quot; height=&quot;256&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assustados, não tiveram ação pra
levantar e perceberam que os cavalos se aproximavam em alta velocidade e
passaram&amp;nbsp; por cima deles, mas &amp;nbsp;sem encostar uma pata, perceberam então que
se tratava de dois cavalos, um branco e um preto cujos pelos tinham um brilho
fora do comum refletindo a luz do luar. Os dois pescadores assustados,
lembraram-se que na ilha &amp;nbsp;não havia
moradores, muito menos animais e nessa hora ouviram um barulho que vinha da
mata de várzea atrás deles e quando olharam, ficaram assombrados com o que viram.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Havia um vulto de um ser humano
com um chapéu na cabeça&amp;nbsp;&amp;nbsp; que os chamava
, apontava para algo no chão que os dois pescadores identificaram como sendo um
caixão e havia também uma espécie de fogueira com um fogo na cor azul que o
ser, hora ou outra atiçava com areia que ele pegava no chão e atirava sobre o
fogo .&amp;nbsp; O medo tomava conta do coração
dos homens , mas a curiosidade em saber o que ou quem era aquela criatura que
os chamava, o que queria e por que estava ali , era maior e superava qualquer
sensação de assombração, mas ao chegarem mais perto, &amp;nbsp;perceberam que aquele&amp;nbsp; ser &amp;nbsp;tinha
os dedos (que apontavam para o caixão) ressecados como alguém que está morto há
algum tempo .&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse momento, quando seu Irino
olhou para trás, viu que seu companheiro não estava mais ali, havia corrido em direção
à canoa &amp;nbsp;e ele (Irino) não poderia ficar ali
junto àquele ser e também saiu em desabalada carreira rumo&amp;nbsp; à canoa onde já se encontrava seu companheiro
e dali saíram jurando nunca mais voltar. Ao narrar o acontecido, o pescador
transmitia segurança nas palavras e &amp;nbsp;transmitia também uma emoção que seria difícil
determinar se é história de pescador ou se, de fato ocorreu.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/4677721403702220603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2013/12/pra-descontrarir.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4677721403702220603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4677721403702220603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2013/12/pra-descontrarir.html' title='Pra descontrarir'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN8YlokWvyr0B2UMVYuaEFsdx5Ho8nkrwq55eW3sLqZKSMU0abYFdRd-BLq-lDo10k_9rDZ5YnhXs4HJzqfPXsywJ4NSQJpPRnIFjfEyZO_nnoz6dH_bv76W5kPZvLtpw9ptEbstQM0JE/s72-c/luua.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-4345855774647355782</id><published>2012-11-02T20:07:00.002-02:00</published><updated>2017-02-05T22:51:29.781-02:00</updated><title type='text'>O fenômeno terras caídas: comunidades podem sumir do mapa</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para quem viaja ao longo
dos Rios Amazonas, Solimões, Negro e demais rios, pode constatar um fenômeno
natural que ocorre quase todos os dias e que ameaça varrer do mapa várias
comunidades e até cidades situadas nas margens destes rios. Trata-se do
fenômeno “terras caídas”, que é provocado pela força da correnteza dos rios que
escava o solo das margens que em sua maioria é constituído por areia e barro,
provocando o desmoronamento destas margens e afetando toda a vida humana no
entorno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Este fenômeno é antigo,
mas só agora ganhou destaque devido a vários acidentes com mortes provocados
pela queda da ribanceiras(encostas) que por sua vez provocaram ondas de até 3,5
metros de altura&amp;nbsp; em uma comunidade próxima
a cidade de Parintins no Estado do Amazonas. O fato chamou a atenção da
imprensa local e nacional e desde então foram mobilizadas equipes da defesa
civil, de vários estados da Região Norte, apoiados por pesquisadores do Serviço
Geológico do Brasil, para monitorar as áreas onde o fenômeno é mais intenso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No Município de
Santarém, no Pará, o fenômeno ocorre com mais intensidade na comunidade de
Fátima do Urucurituba, situada às margens do Rio Amazonas que está ameaçada de
desaparecer do mapa, pois nos últimos anos o fenômeno “terras caídas” derrubou
por volta de 1300 metros de terra, afetando em cheio a vida de 71 famílias que
residem no local. A escola da comunidade foi levada pela força do fenômeno,
várias casas tiveram que mudar de local e para agravar mais a situação, nos
fundos da comunidade há um lago que limita a capacidade de mudança das casas de
local e pode ser o fator determinante para a extinção da comunidade, uma vez
que quando a última faixa de terra cair e o rio se juntar ao lago nada sobrará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;object class=&quot;BLOGGER-youtube-video&quot; classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; data-thumbnail-src=&quot;http://2.gvt0.com/vi/_VdMJk0yako/0.jpg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;320&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/_VdMJk0yako&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot;  src=&quot;http://www.youtube.com/v/_VdMJk0yako&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; Vídeo sobre terras caídas em Santarém- You Tube&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ainda no município de
Santarém, outras comunidades também estão ameaçadas de desaparecerem para
sempre, trata-se das comunidades de Arapemã e Saracura, situadas à margem
esquerda do Rio Amazonas em Frente a cidade de Santarém. A cada ano, estas
comunidades perdem grandes quantidades de terras que são levadas pelo rio e
forçam os moradores a mudarem suas casas de lugar e também reduz a área de
terra disponível para a agricultura que se pratica na época da&amp;nbsp; vazante do rio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Uma ação que pode
contribuir para o agravamento da situação é a intervenção humana, uma vez que
grandes construções são feitas às margens dos rios sem um estudo prévio das
condições do solo, que em sua maioria é impróprio para a ocupação. Destaco aqui
que antigamente os ribeirinhos sabiam conviver em perfeita harmonia com a
natureza, mas com a chegada do “progresso” as coisas mudaram, grandes
empreendimentos surgiram ás margens dos rios, ocupação desordenada das margens
e o tráfego intenso de navios cargueiros, dentre outros contribuem para a ocorrência
mais intensa do fenômeno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Nada pode ser feito
para consertar os estragos que já foram provocados pela queda das ribanceiras,
mas algo poder ser feito no tocante à conscientização de todos para que cessem
as construções de grande porte ao longo das margens dos rios, algo pode ser
feito para diminuir o tráfego de navios cargueiros pelo rio Amazonas ou se não
for possível fazê-lo, que estes passem em baixa velocidade ao longo de todo o
rio. Estas são apenas sugestões, se são válidas ou não, ninguém sabe, o que se
sabe é que o rio amazonas fica mais largo a cada dia e muitos geólogos e
geógrafos o consideram um” rio jovem”, e ao escrever este texto, pude entender
que talvez o fenômeno “terras caídas” contribui para que o Grande Rio num futuro
próximo se torne adulto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/4345855774647355782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/11/o-fenomeno-terras-caidas-comunidades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4345855774647355782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4345855774647355782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/11/o-fenomeno-terras-caidas-comunidades.html' title='O fenômeno terras caídas: comunidades podem sumir do mapa'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-6089381855289071067</id><published>2012-09-22T23:10:00.002-03:00</published><updated>2012-09-22T23:17:09.724-03:00</updated><title type='text'>Santarém e seus sonhos utópicos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Santarém, a “Pérola do Tapajós” como é conhecida, vive desde os primeiros dias de sua criação à espera do desenvolvimento, que está sempre vindo, mas nunca chega, tal como o dia de amanhã. Muito se fala no tão esperado “salto econômico” que a cidade pode dar ao ser contemplada com a sonhada pavimentação da rodovia Santarém-Cuiabá, a BR-163, que teoricamente traria o&amp;nbsp; crescimento para a economia e consequentemente a melhoria da qualidade de vida da população local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Recentemente, o governo federal anunciou o lançamento de um audacioso projeto que coloca Santarém na lista de cidades beneficiadas com a construção de uma ferrovia orçada em assombrosos 133 bilhões de reais. A ferrovia que liga o Centro-Oeste ao Porto de Santarém, servirá para reduzir os custos com o transporte da soja proveniente do Mato Grosso que é exportada através do porto santareno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;O vice-governador do Estado do Pará, Helenilson Pontes, ficou eufórico ao falar que “&lt;span style=&gt;ainda que a ferrovia ligando Santarém ao centro-oeste esteja em estudos, esse reconhecimento já foi alcançado”. A construção está prevista par acontecer daqui a 20 ou 25 anos, acredito que não é motivo para comemorar algo que sequer sabemos se irá de fato ocorrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Ainda focado no discurso do vice-governador, vemos claramente que continua o pensamento de continuarmos servindo como ponte, como “burros de carga”, como base, como escravos do capitalismo, pois essa obra se concluída servirá apenas para escoar a produção do Mato Grosso e nada ficará para a cidade, a exemplo do porto da Cargill que trouxe consigo miséria e terror para a região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;É hora de pensarmos numa maneira de tirar Santarém dessa poça de lama em que está submersa há décadas e não sonhar com algo que pode ou não acontecer daqui há 20 anos. Os problemas sociais estão aí, a cidade sofre com o inchaço populacional provocado pela expulsão de famílias de suas terras na área rural por grandes agricultores do centro-sul do país, para dar lugar à plantação de soja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;A cidade não tem um programa de tratamento de esgoto que atenda os requisitos mínimos, para que os dejetos não sejam lançados diretamente nos rios. A infraestrutura da cidade, de forma geral, é precária, ruas necessitam urgentemente de asfalto ou mesmo de barro para tapar os buracos; a educação deixou a desejar na avaliação do IDEB(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que avalia como está o ensino nas séries iniciais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Teríamos motivo para comemorar se Santarém deixasse de ser “cavalo de sela” dos empresários do centro-sul, que só usam a estrutura portuária da cidade e nada deixam em troca. Seria extremamente útil se o município impusesse como condição para a construção de grandes empreendimentos, a construção/reforma de escolas, de hospitais, asfaltamento &amp;nbsp;de ruas, construção de estações de tratamento de esgoto, etc. para que a cidade deixasse de viver à margem do desenvolvimento, como pessoas que vivem á margem de estradas e só veem o progresso passar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Santarém, que um dia sonhou ser a capital do Estado do Tapajós, luta contra problemas do século passado, como esgoto lançado nos rios, como ruas de terra batida e esburacadas, como o lixão a céu aberto que envergonha a todos &amp;nbsp;que tem uma mínima noção de educação ambiental. Problemas que se resolvidos colocariam a cidade numa posição de destaque no cenário nacional e quiçá, mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 8.5pt 6pt; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;&quot;&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Posso aqui, correndo o risco de parecer ridículo, fazer uma comparação da cidade no estado atual com uma pessoa que vive nas ruas, com suas roupas sujas, descalça e faminta – mas se alguém ou se algum organismo der a atenção que essa pessoa necessita como alimentação, roupas limpas, calçados, um abrigo e &amp;nbsp;até mesmo um emprego, a pessoa será outra, terá outra aparência e se sentirá mais humana, mais importante. Assim seria Santarém, se alguém olhasse com carinho, se preocupasse com os problemas(que são muitos), aos poucos soluciona-los de acordo com a ordem prioritária, logo &amp;nbsp;estaria vestida, limpa, calçada e estabilizada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style= font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;A cidade tem um potencial turístico extraordinário que contrasta com a miséria que &amp;nbsp;se expande quase que diariamente e de certa forma sufoca este potencial. Desejo ver a cidade onde nasci cheia de grandes realizações destinadas ao bem estar de seu povo e não dos empresários migratórios, que usam a cidade sem nada deixar como recompensa a não ser buracos, destruição e miséria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/6089381855289071067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/santarem-e-seus-sonhos-utopicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6089381855289071067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6089381855289071067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/santarem-e-seus-sonhos-utopicos.html' title='Santarém e seus sonhos utópicos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-7995238227904033966</id><published>2012-09-19T20:52:00.001-03:00</published><updated>2012-09-19T20:52:59.850-03:00</updated><title type='text'>Curicaca: Preservação à bala</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Quando eu ainda
era criança, ouvia falar no temor que tinham os pescadores das comunidades de
Piracaba e Periquito(atual Santa Cruz) &amp;nbsp;em encontrar um grupo de homens armados &amp;nbsp;da comunidade de Curicaca que tinham o intuito
de afugentar àqueles que adentrassem o rio Maicuru para esticar suas redes em
busca de peixes “melhores’. Este grupo de homens saia de suas casas com o
objetivo de patrulhar o rio Maicuru até sua foz, no lago grande de Monte
Alegre, no Estado do Pará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Muitas histórias
estão ligadas à preservação do rio Maicuru(do Curicaca para baixo), entre elas:
dois assassinatos, inúmeras agressões físicas e verbais, juras de morte e muita
especulação e medo tanto por parte dos pescadores e suas redes que insistem em
invadir o rio para pescar quanto por parte dos comunitários de Curicaca que não
sabem o que ou quem os aguardam a cada patrulha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Não se sabe ao
certo quando começou e sequer sabe-se quem foi o mentor das patrulhas organizadas
por homens armados com espingardas, revólveres e facões. O que se sabe é que
essa iniciativa funcionou por bastante tempo, os pescadores das comunidades
vizinhas que tradicionalmente pescam com redes tinham um certo medo em estica-las
no rio que era rico em “peixes graúdos” como pirarucu,tambaqui, surubim, entre
outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Quando a
patrulha que era composta por até vinte homens divididos em várias canoas
encontrava alguém pescando com redes, que aqui são chamadas de “malhadeiras”,
eles tomavam as redes, se o pescador tivesse arma, esta também era apreendida e
de vez em quando(quase todas as vezes) o pescador era agredido fisicamente e
sofria ameaças diversas. A confusão estava feita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;No&amp;nbsp; fim dos anos 80, a primeira morte ligada à
essa disputa, o então líder do pessoal que preservava, Henrique de Cristo foi
assassinado numa “tocaia” quando voltava do cemitério no dia 2 de novembro,
levando um tiro nas costas disparado por um indivíduo de codinome “caçarola”. A
morte do líder estremeceu em parte o movimento de preservação, jogando uma
nuvem de desconfiança e medo no restante do grupo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Foi apontado
como mandante do crime um pescador da comunidade de Piracaba que ficou preso
por alguns dias, mas absolvido por falta de provas. Quanto ao assassino,
cumpriu alguns anos da pena e posto em liberdade, porém numa noite escura,
quando voltava de uma caçada, foi assassinado &amp;nbsp;com golpes de facão e semi-esquartejado, o(s)
assassino(s) nunca foram localizados, alguém foi preso acusado de participação,
mas liberado por falta de provas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Hoje, o
movimento de preservação está enfraquecido e “ apenas algumas famílias
preservam a vontade de ver o rio e seus peixes protegidos, outros se deixaram
seduzir pela “malhadeira” e a usam no rio (escondido, é claro), pois é mais
fácil e mais rápido de apanhar os peixes do que o arpão e a tarrafa”, afirma
Juarez de Jesus, filho do lugar e &amp;nbsp;funcionário do Sindicato dos Trabalhadores
Rurais do Município. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;A situação da
comunidade de Curicaca que tentou à sua maneira manter seu &amp;nbsp;meio ambiente preservado para as futuras
gerações, mostra a vontade de um povo em preservar a natureza em que vive e de
que depende, mostra também que a união de um grupo em torno de um objetivo
comum traz resultados eficazes. Pessoas tombaram no meio da jornada, mas de
alguma forma, serviram de combustível para que os demais continuassem o sonho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 5.65pt 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;É claro que o
método utilizado pelos moradores de Curicaca não é legal, não é adequado, não é
o correto para se lidar como este tipo de situação, mas foi a maneira que eles
encontraram para manter equilibrado o meio ambiente ao redor do lugarejo. É
claro que existem outras mil opções de preservação com ajuda dos órgãos de preservação
da natureza, como ONGs, organismos do Estado, associações, etc. que poderiam
dar suporte aos comunitários para que estes deixassem de usar as armas e dessa
forma parassem de fazer a preservação à bala.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/7995238227904033966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/curicaca-preservacao-bala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7995238227904033966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7995238227904033966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/curicaca-preservacao-bala.html' title='Curicaca: Preservação à bala'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-7060961194594230511</id><published>2012-09-13T19:14:00.000-03:00</published><updated>2012-09-13T19:14:30.402-03:00</updated><title type='text'>Fugindo do  propósito do blog- Um breve relato </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 14.1pt;&quot;&gt;
As pessoas que
atravessaram a década de 1950 contavam com um aparato de utensílios para a casa
muito diferente do que vemos hoje no interior de nossos lares. Eu nasci e fui
criado no interior do Amazônia, num lugar tão distante que só se pode chegar de
barco ou em certas épocas do ano, de carro, mas este último só pode transitar
no verão amazônico, pois no inverno os barcos imperam. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 14.1pt;&quot;&gt;
Tomando a
Amazônia como referência, meu pai foi balateiro (seringueiro - balata é uma
árvore que produz borracha assim como a seringueira) de &lt;st1:metricconverter productid=&quot;1940 a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;1940 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1967 e acumulou uma
verdadeira enciclopédia de histórias referente à essa época. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 14.1pt;&quot;&gt;
A primeira
coisa que se fazia era conseguir um fornecedor para os suprimentos necessários
para um período de 6 meses selva adentro. Esse período que se ficava no
interior da mata compreendia o período entre os meses de janeiro a junho ou
fevereiro a julho, dependia da situação, vale ressaltar que esse período
coincide com as cheias na Amazônia e era justamente por isso que iam nessa
época, para facilitar o escoamento da borracha do interior da mata até a
cidade, já que no período de seca era impossível transportar. Era necessário
levar “do alfinete ao foguete” para sobreviver durante o período de extração do
leite do látex. Eram organizadas grandes caravanas com mini-frotas de &lt;st1:metricconverter productid=&quot;8 a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;8 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 10 canoas carregadas de
suprimentos e pessoal necessários para a exploração do produto e um detalhe: não
havia motor para a impulsão, era tudo no remo ou no “varijão”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 14.1pt;&quot;&gt;
Os homens
saiam da cidade de Monte-Alegre, no Oeste do Pará em direção ao alto rio
Maicuru ou alto rio Paru, um ano exploravam um rio e no ano seguinte exploravam
o outro. Quando chegavam em uma cachoeira, o procedimento era descarregar toda
a mercadoria subir a encosta, e dar a volta na cachoeira, inclusive
carregava-se as canoas, era um esforço tremendo. Calculava-se que a viagem de
ida demorava em torno de um mês, já a volta por estar descendo o rio e trazendo
a borracha que vinha sendo conduzida pela correnteza presa a enormes cabos de
manilha e sinalizada com bóias demorava um pouquinho mais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Pois bem, ao chegarem ao local
onde seria instalado o barracão chefe, onde eram armazenados todos os
suprimentos necessários para o período em que estivessem ali, descarregavam as
canoas e tratavam de construir os tapiris para acomodar os suprimentos. Mas não
se ficava no barracão chefe, este servia apenas como local de armazenagem de
suprimentos, ia-se muito além na mata onde estavam as balateiras.&amp;nbsp; Lá faziam barracões menores para morar pelo
período em que se fizesse a coleta do leite&amp;nbsp;
e quando acabasse os mantimentos, era só ir buscar no barracão chefe,
viagem que demorava um dia para ir e voltar. A caça era primordial para a
sobrevivência, uma vez que os mantimentos levados eram complementares e os
homens dependiam de suas “miras” para aquisição de carne de mamíferos, aves ou
peixe. E assim ficavam até atingir a produção esperada ou chegar a época de
voltar e entregar a produção ao fornecedor dos suprimentos que somava os
débitos com os lucros da produção e falava quanto era o lucro ou o prejuízo do
balateiro, dependendo do que este fez enquanto estava no balatal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Passada esta fase, o balateiro
voltava para casa, onde sua esposa (quem tinha) a esperava. Geralmente quando
ele ia para a mata deixava a mulher grávida e quando voltava já encontrava o
filhinho nascido de alguns meses ou encontrava a esposa em vésperas de dar á
luz e ficar pronta para engravidar quando chegasse a época do balateiro partir
novamente para as matas em busca da borracha. E esta era a vida. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Na casa não
havia luz elétrica, havia uma lamparina, que era alimentada com querosene, o
fogão era à lenha e não havia cama, todos dormiam em redes coladas umas as
outras. A casa era de palha desde o telhado até as paredes e o piso de barro
batido, o único meio de comunicação era o rádio, acomodado em uma enorme caixa
de madeira do tamanho de um microondas de hoje, era movido por oito pilhas e
tinha uma antena enorme que cruzava a casa e ia para o lado de fora onde subia
até uma imensa vara cravada na terra. Esse rádio era tudo, ouvia-se o que
acontecia no Brasil e no mundo, ouvia-se a radio novela, etc...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; Com seu trabalho, o balateiro
saiu da casa de palha e foi morar numa casa de tábuas com telhas de barro e com
quartos divididos, comprou uma geladeira que funcionava a querosene, havia um
tanque para o combustível embaixo onde se girava uma manivela e acendia-se um
pavio e a geladeira começava a funcionar. Foi um grande salto, a família
começou a beber a famosa água gelada, que poucos podiam na época. O homem
montou uma venda que tinha de tudo, desde agulhas, bebidas geladas até armas de
fogo. Foi um salto, mas ainda não havia luz elétrica, não havia fogão a gás (
em casa), não havia televisão, enfim,&amp;nbsp;
não havia muita coisa, mas havia o suficiente para sobreviver dentro das
condições da época.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Comparando a casa em questão e a
vida do velho balateiro falecido em 2007 com as condições atuais, pode-se dizer
que ele vivia numa situação precária, mas era o suficiente para levar uma vida
razoável para a época, hoje temos motor em praticamente todas as canoas que
trafegam pelos rios, igarapés e lagos da Amazônia.&amp;nbsp; O programa luz no campo do governo federal
levou a energia elétrica ao lugarejo onde o balateiro vivia, mas este morreu antes
de ver esse feito, nos últimos anos de sua vida tinha um gerador que funcionava
de 18 as 21h.&amp;nbsp; A televisão em cores
chegou e todos do lugar tem uma acompanhada de uma antena &amp;nbsp;parabólica, o ferro de passar, antes movido á
brasa, hoje é uma necessidade e é elétrico e todos também o &amp;nbsp;tem, a geladeira&amp;nbsp; indispensável para a conservação de alimentos
é um ítem que praticamente todos a tem, já a velha geladeira a querosene&amp;nbsp; hoje é só um utensílio no deposito. O
transporte que leva as pessoas do lugarejo até a cidade é o ônibus e em grandes
invernos é substituído pelo barco. Antes os moradores iam a pé no verão e de
canoa a remo no inverno.&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Sem dúvida nenhuma, nossa vida foi absurdamente
facilitada pela transformação que sofreu a humanidade em relação aos meios tecnológicos,
estes facilitaram nossas vidas&amp;nbsp; nos
poupando esforços que antes eram feitos de maneira arcaica, hoje fazemos num
estalar de dedos ou num piscar de olhos , depende de quem o faz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/7060961194594230511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/fugindo-do-proposito-do-blog-um-breve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7060961194594230511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7060961194594230511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/fugindo-do-proposito-do-blog-um-breve.html' title='Fugindo do  propósito do blog- Um breve relato '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-5874444720405777658</id><published>2012-09-10T23:02:00.001-03:00</published><updated>2012-09-10T23:02:32.628-03:00</updated><title type='text'>Hidrelétricas: Energia limpa?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Desde
que comecei a me interessar pela causa ambiental amazônica, tenho ouvido muito
falar sobre o termo “energia limpa” que é fruto de debates intermináveis por
parte de cientistas, governos e especialistas interessados nos benefícios &amp;nbsp;desse tipo de energia. Um exemplo que é
amplamente divulgado é o caso do Brasil com suas gigantescas usinas
hidrelétricas alimentadas pela força da água dos rios que fazem girar as
turbinas e transformando-se &amp;nbsp;em
eletricidade, mas esta forma&amp;nbsp; tida como
energia limpa causa tanto mal ao meio ambiente como qualquer outra fonte de
energia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Recentemente,
a revista científica &lt;i&gt;Nature Climate
Change&lt;/i&gt; , que é altamente conceituada no meio científico, divulgou estudo
derrubando a tese de que a energia gerada por centrais hidrelétricas é limpa.
Segundo a revista, as usinas localizadas no interior da Amazônia emitem nos
primeiros anos, uma imensa quantidade de gases poluentes que agridem a camada
de ozônio e dessa forma contribuindo significativamente para o efeito estufa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigBTT42D1H1BY0V5TMgoHtx-xgMTeZy8MGuBgUSE5YFD6tI3EW7aaPt9IEZUWDsrKIQOjyh74lMohtLUBexBz_xbR-Edm-U-4MiyFDfHJQnx3FDYj6kOqADDjVoGpvfwsW0ZqbwBeWmv0/s1600/GP01FRL_layout.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;211&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigBTT42D1H1BY0V5TMgoHtx-xgMTeZy8MGuBgUSE5YFD6tI3EW7aaPt9IEZUWDsrKIQOjyh74lMohtLUBexBz_xbR-Edm-U-4MiyFDfHJQnx3FDYj6kOqADDjVoGpvfwsW0ZqbwBeWmv0/s320/GP01FRL_layout.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Hidrelétrica de Balbina,AM- Foto: IHU&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Outro
fator que pesa contra as usinas &amp;nbsp;hidrelétricas é o fato de precisarem de
grandes áreas para serem transformadas em reservatório de água, áreas que
eliminam toda a vida vegetal e animal que habitava ali. Também precisam
deslocar ribeirinhos de suas casas onde viviam há várias gerações e são
obrigados a se acomodarem em um lugar qualquer determinado pelo governo, muitas
vezes sem direito de escolha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;É
evidente que o Brasil com o crescimento econômico alcançado nos últimos anos e
com o aumento da população e formação de novas cidades, precisará de toda a
energia elétrica disponível. È evidente que precisamos das hidrelétricas que
são responsáveis por volta de 90% da energia que consumimos, mas deveríamos
saber que não são tão limpas assim como o governo brasileiro nos vende a imagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Finalmente
faço algumas perguntas: Será que uma fonte de energia que mata toda a fauna e
flora de uma região pode ser considerada limpa? Será que uma hidrelétrica que
expulsa a população nativa pra formar um imenso reservatório, pode ser limpa?
Ao emitir por &amp;nbsp;vários anos gases nocivos,
provenientes da decomposição de material orgânico submerso, que contribuem para
o efeito estufa, essa fonte de energia pode ser limpa? &amp;nbsp;Como leigo no assunto, fiquei surpreso ao
saber que “energia limpa” tão defendida por nosso governo não passa de um mito.
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Fonte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Terra
da Gente: Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://www.terradagente.com.br/noticias/NOT,0,0,393368,Hidreletricas+nao+geram+energia+limpa+aponta+estudo.aspx&quot;&gt;http://www.terradagente.com.br/noticias/NOT,0,0,393368,Hidreletricas+nao+geram+energia+limpa+aponta+estudo.aspx&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 14.2pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Instituto Humanitas Unisinos: Disponível em: &amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/509099-hidreletricas-no-amazonas-temos-um-exemplo-negativo-no-nosso-quintal-entrevista-especial-com-anderson-bittencourt&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/509099-hidreletricas-no-amazonas-temos-um-exemplo-negativo-no-nosso-quintal-entrevista-especial-com-anderson-bittencourt&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 21.2pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/5874444720405777658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/hidreletricas-energia-limpa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/5874444720405777658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/5874444720405777658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/hidreletricas-energia-limpa.html' title='Hidrelétricas: Energia limpa?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigBTT42D1H1BY0V5TMgoHtx-xgMTeZy8MGuBgUSE5YFD6tI3EW7aaPt9IEZUWDsrKIQOjyh74lMohtLUBexBz_xbR-Edm-U-4MiyFDfHJQnx3FDYj6kOqADDjVoGpvfwsW0ZqbwBeWmv0/s72-c/GP01FRL_layout.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-9169258829835597181</id><published>2012-09-06T10:11:00.003-03:00</published><updated>2012-09-06T10:11:35.368-03:00</updated><title type='text'>Dia da Amazônia (em tempo)</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Ontem (05 de setembro) foi comemorado o dia da Amazônia, infelizmente não pude postar nada devido vários problemas de técnicos. Para tentar corrigir o equívoco, publico um relatório de uma encontro denominado &quot; XI ENCONTRO VERDE DAS AMÉRICAS&quot; que participei durante três dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
O XI Encontro Verde das Américas aconteceu em Brasília, nas
dependências do Museu Nacional nos dias 20, 21 e 22 de setembro de 2011,
alicerçado no tema “Em busca de soluções”, desencadeou uma série de discussões
sobre a questão do meio ambiente contando com a presença de autoridades
nacionais e internacionais, especialistas nos mais diversos assuntos referentes
aos problemas na relação homem-natureza, representantes da Igreja Católica, da
comunidade indígena, estudantes, etc...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
Num mundo cada vez mais quente, cada vez mais seco, cada vez mais
faminto, cada vez mais dependente de combustíveis fósseis, além de outras
muitas deficiências, faz-se necessária a realização debates entre cientistas,
representantes do Estado e da sociedade em geral para avaliarmos o que vemos
fazendo ao longo de centenas de anos com a nossa Terra. &amp;nbsp;Retiramos dela tudo aquilo que precisamos
desde os primórdios de nossa existência, mas agora chegamos a um nível de
exploração perigoso que ameaça a nossa sobrevivência, assim como a existência
do Planeta Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
No encontro, foram discutidos temas voltados para a preservação do
Cerrado, que é um bioma muito importante para o Brasil por abrigar as nascentes
de três das maiores bacias hidrográficas do país, por estar localizado sobre o Aqüífero
Guarany, por possuir um terço da &amp;nbsp;biodiversidade brasileira e por estar ameaçado
pelo avanço da agricultura para o plantio de soja , avanço da pecuária,
derrubada da vegetação para produção do carvão vegetal, além de outras ações
agressivas. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
O problema do abastecimento de água no mundo foi muito discutido, pois
a possibilidade de faltar água potável na Terra em poucos anos é real e em
alguns países a falta d’água já existe. O grande desafio é tornar as pessoas
conscientes sobre o problema. Foram propostas ações para evitar o desperdício
de água, ações que todos sabem, mas não o fazem, ações simples que não custam
nada, como desligar uma torneira enquanto se escova os dentes, por exemplo. Há
outros problemas como a contaminação de rios, igarapés, nascentes, lagos ,
lagoas e etc... com esgoto sem tratamento despejado diretamente sobre eles, com
agrotóxicos oriundos da agricultura, com lixo, com vazamento de resíduos
tóxicos de industrias e muitos outros que agravam o problema.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
Houve discussões sobre a questão do consumo que está muito alto e a
produção que &amp;nbsp;também alcança um nível
nunca antes visto pela humanidade, um nível que está além da capacidade de
reposição pela natureza que já &amp;nbsp;não tem
como repor o que se retira e se houver essa reposição, só será em idade
geológica, ou seja, milhões de anos. Um outro problema relacionado ao consumo é
a produção de lixo que é absurdamente sem controle, muitos países estão
operando com capacidade máxima para o processamento do lixo produzido.&amp;nbsp; A solução para a maioria desse lixo que se
produz sem parar é a reciclagem, pois materiais descartados por uma pessoa,
pode servir de meio de sustento para outra, além de contribuir com o meio
ambiente, ajuda a diminuir &amp;nbsp;a quantidade
de lixo que vai ser jogada nos lixões ou outro destino mais moderno.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOCYAX4n-bG_i0VzxfQVl5pKS3GDhHWHaVaFHjBhImX1xCyc-y3RQN-032dGj164bk_3BQMU01jZxe2O8ZBedg2Jx5ehiNYHYfU4wt_GPD5R3F_4JW2PaJlSmdaX15iEmsgZCvxe-sQqc/s1600/dia_da_arvoremanaus2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOCYAX4n-bG_i0VzxfQVl5pKS3GDhHWHaVaFHjBhImX1xCyc-y3RQN-032dGj164bk_3BQMU01jZxe2O8ZBedg2Jx5ehiNYHYfU4wt_GPD5R3F_4JW2PaJlSmdaX15iEmsgZCvxe-sQqc/s320/dia_da_arvoremanaus2.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Campanha do dia da àrvore &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Foto: Amazonas Sustentável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
A energia não ficou de fora das discussões, especialistas debateram o
desafio de gerar energia limpa&amp;nbsp; sem
agredir o meio natural e ao mesmo tempo promovendo a melhoria da qualidade de
vida dos moradores da região onde os projetos serão implantados. A situação da
hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, foi bastante explorada, mostrou-se o
lado dos índios representados por Marcos Terena (líder indígena) e o lado do
governo, através de um diretor da Eletrobrás( empresa estatal da área de
energia elétrica). Outra questão relacionada à&amp;nbsp;
energia foi a situação da produção de etanol e seu reflexo no meio
ambiente e na economia do país. A situação da descoberta do pré-sal no tocante
ao petróleo também entrou na pauta. O uso de energias limpas como na Embaixada
italiana em Brasília que é totalmente ecológica, pois utiliza painéis solares
para gerar eletricidade, além de usar um sistema ecológico para tratamento do
esgoto nas dependências da Embaixada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.85pt; margin-right: 2.85pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; As mudanças
climáticas que perigosamente levam o planeta ao caos, por derreter as calotas
polares, aumentar o nível dos oceanos, provocar chuvas fortes e tempestades
violentas em um lugar e seca em outro, também dominaram as rodas de debates. &amp;nbsp;Poluímos muito o ar, com uso indiscriminado de
automóveis movidos a combustível fóssil que produzem o CO2 (dióxido de
carbono), nossas fábricas lançam toneladas de gases venenosos na atmosfera a
cada segundo e muitas outras formas de poluição acontecem. O mundo entrou em
estado de alerta devido às constantes agressões feitas pelo homem ao meio
natural. Derrubamos florestas para formação de pastagem, agricultura,
construção de cidades, hidrelétricas, estradas etc.. e não nos preocupamos com
toda a vida animal que existia ali antes de derrubarmos. Não paramos para
pensar que uma ação nossa aqui, reflete em todo o planeta, pois o planeta é
interligado. Nosso desejo por consumir, por produzir, por adquirir capital, vai
nos levar a destruição se nada de concreto for feito imediatamente, a começar
pela educação e outra medida seria nos incluirmos como parte da&amp;nbsp; natureza também, para termos a visão de que
se fazemos mal a natureza, consequentemente estaremos fazendo mal a nós mesmos.&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; Um evento desse porte é uma fonte de informações
valiosa, pois reúne em um mesmo lugar especialistas de diversas áreas com
ações voltadas para o meio ambiente e estes, compartilham seus pensamentos,
seus projetos e suas preocupações com todos os presentes. É uma oportunidade
para nos interar a respeito daquilo que só ouvíamos falar e agora podemos
aprender com quem realmente entende do assunto. Certamente com as lições
captadas em um encontro como este, nossa mente se abre, nosso peito se enche de
responsabilidade, pois a partir do momento&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;que você comprova que o planeta onde vivemos corre o risco de deixar de
existir por nossa culpa, nos faz repensar nossas ações e se começarmos a mudar
nossos hábitos em prol de uma natureza sadia, cedo ou tarde chamaremos a
atenção de nosso vizinho, nossa rua, bairro, cidade, país e quem sabe, do
mundo. Basta acreditarmos, nos educarmos, pararmos de agredir àquela que sempre
nos deu tudo e não pediu nada &lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid=&quot;em troca. Agora&quot; style=&quot;font-size: 12pt;&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em troca. Agora&lt;/st1:personname&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt; é nossa vez de retribuir tudo o que
nos foi oferecido, é tempo de dar atenção especial, carinho e tudo o que for possível
para frearmos as ações sem controle que estão por determinar o fim do planeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/9169258829835597181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/dia-da-amazonia-em-tempo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/9169258829835597181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/9169258829835597181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/dia-da-amazonia-em-tempo.html' title='Dia da Amazônia (em tempo)'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOCYAX4n-bG_i0VzxfQVl5pKS3GDhHWHaVaFHjBhImX1xCyc-y3RQN-032dGj164bk_3BQMU01jZxe2O8ZBedg2Jx5ehiNYHYfU4wt_GPD5R3F_4JW2PaJlSmdaX15iEmsgZCvxe-sQqc/s72-c/dia_da_arvoremanaus2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-1010890956136165000</id><published>2012-09-04T19:41:00.001-03:00</published><updated>2012-09-04T20:10:26.324-03:00</updated><title type='text'>Curiosidades sobre o desenvolvimento da Região Norte</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&amp;nbsp; O
desenvolvimento sempre foi objeto de busca incessante pelos povos ao redor da
Terra, muitas vezes (grande maioria) esse desenvolvimento chega trazendo
consigo uma série problemas que caminham paralelos. Mas o desejo de desenvolver
determinada região é tão forte que as conseqüências desse feito ficam em
segundo plano, ainda que estas possam num futuro próximo ou em um futuro
distante, comprometer a própria existência da vida naquela região. É o que
parece estar acontecendo com a Região Norte, região que foi desbravada à força
e que em virtude da ocupação sem planejamento adequado &amp;nbsp;encontra-se em
situação preocupante. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na
região o onde começo da migração intensa deu-se no fim do século 19 e
intensificou-se no século 20 cujo &amp;nbsp;motivo que levou a essa migração (
principalmente de nordestinos ) foi a exploração da borracha. È uma região
gigantesca em termos territoriais e também gigantesca em diversidade de vida de
todos os tipos.&amp;nbsp; Por estar distante do
Centro-Sul do país, a Região Norte demorou a ser povoada e com a mentalidade do
governo militar que era preciso “ocupar para não entregar”, deu-se então a
invasão da região por parte de inúmeros fazendeiros da Região Sul e Sudeste dispostos a
desmatar imensas áreas para dar lugar a plantações de grãos e para a criação de
gado com a benção do governo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Foi
criada a SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) para promover
o desenvolvimento da região através de incentivos fiscais para atrair empresas
para a região. Foi então criada a Zona Franca de Manaus&amp;nbsp; que com seus incentivos fiscais atraiu as
maiores empresas do planeta para se instalarem na Amazônia, o que provocou um
inchaço na cidade de Manaus pois atraiu milhares de pessoas de toda a região
norte e até de outras regiões em busca de emprego nas empresas recém- chegadas.
Essa industrialização da cidade de Manaus através da chegada de milhares de
empresas alavancou a economia do Estado do Amazonas e trouxe um outro problema,
a poluição do meio ambiente pelos resíduos tóxicos despachados pelas fábricas,&amp;nbsp; mas isso não era problema para a época, o
importante era desenvolver a região mesmo que para isso fosse necessário acabar
com o meio ambiente( hoje, a realidade é outra, existe uma preocupação com a natureza por parte das empresas).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqlDngCkPG6b2xlGmqxcVwkmG-CjPpfnpXPuFHSsZMI88pUS4z_g2toBdhKNcsm42ffWNpvOpKNVRPz-rlTul8QnnAk_39zivbGAIKa_9Okqmi6f9mA9pyL0BlBS14c-Hw4A_xoazhyphenhyphenz8/s1600/j01vistaAereaFabrica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;188&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqlDngCkPG6b2xlGmqxcVwkmG-CjPpfnpXPuFHSsZMI88pUS4z_g2toBdhKNcsm42ffWNpvOpKNVRPz-rlTul8QnnAk_39zivbGAIKa_9Okqmi6f9mA9pyL0BlBS14c-Hw4A_xoazhyphenhyphenz8/s320/j01vistaAereaFabrica.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Fábrica do projeto Jarí- Foto: Site Centro-Oeste&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Com
seus incentivos fiscais garantidos até 2023, a Zona Franca de Manaus garante
emprego de forma direta e indireta para 500 mil pessoas e é responsável por
injetar alguns milhões de reais no comércio, no setor de serviços e outros
setores do Estado do Amazonas. É inegável que as empresas que estão em Manaus
farão muita falta, caso deixem a cidade, no caso de uma “não renovação” dos
incentivos fiscais a partir de 2023.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Outro
projeto que merece destaque é o Projeto Jarí que nos anos 1960 e 1970 foi
instalado na divisa entre os estados do Pará e Amapá ( na época era território)
por um milionário norte americano com o objetivo principal de extrair celulose
na região e posteriormente se expandiria para outros ramos como a mineração,
pecuária&amp;nbsp; e agricultura.&amp;nbsp; A área pertencente ao empresário era
gigantesca e para que o projeto fosse adiante&amp;nbsp;
foi necessário montar uma verdadeira estrutura como a construção de
escolas, hospitais etc. Até uma cidade foi inaugurada para abrigar os
trabalhadores do projeto. Mas o projeto se tornou inviável e o empresário
negociou com o governo uma saída para a situação. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Hoje, vemos &amp;nbsp;na Região Norte uma significativa melhoria nos
padrões de vida( ainda não é o ideal) da população. No Norte temos o Estado cada vez mais presente,
seja através das Forças Armadas com assistência a saúde das populações, com
projetos de infraestrutura em vários municípios através do projeto Calha Norte
, instituído para “promover a Ocupação e o desenvolvimento ordenado e
sustentável da região&quot;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;É muito difícil promover o desenvolvimento dessa
região sem esbarrar no problema da degradação do meio ambiente. No passado
foram usados “slogans” para incentivar a ocupação das áreas desabitadas sem
levar em conta os impactos que essa ocupação traria à natureza. Após vários
anos, notamos que essas ações desencadeadas pelo Estado foram responsáveis por
colocar abaixo milhões de hectares de florestas intocadas até então. Dizimamos
várias tribos de índios que habitavam as florestas muito antes da chegada dos
portugueses, culturas que desapareceram para sempre. Envenenamos a água de rios
buscando ouro nos garimpos do rio Tapajós no Pará e em outros lugares. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Diante
de atos tão tenebrosos que promovemos, devemos parar por um minuto e por a mão
na consciência e nos perguntar: fizemos isso para o bem da humanidade? E nossos
filhos e netos? O que deixaremos para eles? Com a ciência a nosso favor,
poderíamos começar a usar os recursos naturais de forma responsável através da
mudança de nossos hábitos de consumo. A população da região Norte ainda conta
com assistência precária do Estado que parece não justificar os milhões de
reais destinados ao desenvolvimento da região.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Centro-Oeste: Disponível em: &amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/Jari/projjari.htm&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/Jari/projjari.htm&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;SUFRAMA- Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.suframa.gov.br/&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.suframa.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/1010890956136165000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/odesenvolvimento-sempre-foi-objeto-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1010890956136165000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1010890956136165000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/odesenvolvimento-sempre-foi-objeto-de.html' title='Curiosidades sobre o desenvolvimento da Região Norte'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqlDngCkPG6b2xlGmqxcVwkmG-CjPpfnpXPuFHSsZMI88pUS4z_g2toBdhKNcsm42ffWNpvOpKNVRPz-rlTul8QnnAk_39zivbGAIKa_9Okqmi6f9mA9pyL0BlBS14c-Hw4A_xoazhyphenhyphenz8/s72-c/j01vistaAereaFabrica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-1336387385856778146</id><published>2012-09-01T11:20:00.001-03:00</published><updated>2012-09-02T21:47:06.491-03:00</updated><title type='text'>Biopirataria: Um nome novo para um problema antigo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Segundo o dicionário, biopirataria é a “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;atividade&amp;nbsp;ilegal ou criminosa relacionada com os recursos biológicos”, este ramo da pirataria vem se tornando comum no ambiente amazônico dia após dia. O primeiro caso que se tem notícia por aqui foi o famoso contrabando de mudas da seringueira (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span 12.0pt=&quot;12.0pt&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; new=&quot;new&quot; quot=&quot;quot&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Hevea brasiliensis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span 12.0pt=&quot;12.0pt&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; new=&quot;new&quot; quot=&quot;quot&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;) da Amazônia por cientistas ingleses no fim do século XIX que levou o Brasil a diminuir fortemente a exploração da borracha extraída da planta, uma vez que as mudas levadas pelos britânicos se adaptaram perfeitamente ao solo e clima asiáticos para onde foram levadas. Outro caso que requer atenção foi o contrabando feito pelo Brasil de mudas de café da Guiana Francesa, fato que marcou o início do ciclo econômico conhecido como &lt;i&gt;ciclo do café&lt;/i&gt; (1800-1930) e fez do café o principal produto de exportação do país por um século.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span 12.0pt=&quot;12.0pt&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; new=&quot;new&quot; quot=&quot;quot&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;&amp;nbsp;Biopirataria não significa somente a retirada ilícita de animais e vegetais de um determinado ecossistema, é também e principalmente a apropriação criminosa do saber popular de comunidades tradicionais, é a apropriação criminosa da propriedade intelectual indígena, é apropriar-se sem consentimento de uma tradição secular de determinado povo no tocante ao uso dos recursos naturais. Vale ressaltar que o conhecimento do homem da floresta é compartilhado por todos que ali vivem, portanto não é uma mercadoria que se pode comprar nas prateleiras de um supermercado ou de uma farmácia. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span 12.0pt=&quot;12.0pt&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; new=&quot;new&quot; quot=&quot;quot&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Recentemente o Brasil travou uma batalha com o Japão pelo direito ao uso do &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;nome da fruta amazônica cupuaçu (&lt;i&gt;Theobroma grandiflorum&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;) registrada em todo o mundo pela empresa japonesa&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;ASAHI FOODS que proibia totalmente a comercialização e uso de qualquer produto que tivesse o nome cupuaçu patenteado pela empresa. Após exaustivas batalhas em tribunais internacionais o Brasil obteve vitória e repatriou o nome e todos os direitos relativos à fruta que existe há milênios por aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNSsrDBAG2zYT1-FO6QgqONuMNJKqOp20ZqtyQjJVBxl8qQtsKVK4vZB3LHOnp9Mf4bBFx40RIts1mvktS7LSTsTeAAHmofbX0J6KriYHFgPbELg5jNxMIqkzPRs9PfCVow0-eYwQqpHs/s1600/sapo-amazonia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;226&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNSsrDBAG2zYT1-FO6QgqONuMNJKqOp20ZqtyQjJVBxl8qQtsKVK4vZB3LHOnp9Mf4bBFx40RIts1mvktS7LSTsTeAAHmofbX0J6KriYHFgPbELg5jNxMIqkzPRs9PfCVow0-eYwQqpHs/s320/sapo-amazonia.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;font-size: small; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span 12pt=&quot;12pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Sapo( Dendrobates tinctorius) encontrado&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;recentemente no Pará- Foto: Mater Natura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;font-size: small; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span 12pt=&quot;12pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Biopiratas atuam livremente na Amazônia com aval das tribos indígenas que talvez não tenham a noção do perigo real que estes criminosos representam para a aldeia e para o futuro das próximas gerações.&amp;nbsp; O caso a que me refiro aconteceu na tribo Munduruku&amp;nbsp; que assinou um contrato com a empresa estrangeira CELESTIAL GREEN, onde “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;concede à empresa o direito de realizar todas as análises e estudos técnicos, incluindo acesso sem restrições a toda a área, aos seus agentes e representantes” e ainda&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;todos os direitos de quaisquer certificados&lt;span background1=&quot;background1&quot;&gt; ou benefícios que se venha a obter através da biodiversidade desta área&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span 12pt=&quot;12pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Existem muitos outros casos que merecem destaque e que certamente deixariam os leitores indignados por estarem ocorrendo debaixo de nossas vistas sem que possamos interferir. É uma situação que requer uma interferência direta e urgente do Estado nas áreas onde estão ocorrendo ameaças ao bem natural legitimamente brasileiro, através de assistência aos índios, aos ribeirinhos e a população de forma geral para que estes possam se sentir protegidos e para que seja criada uma barreira contra a presença estrangeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span 12pt=&quot;12pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Quem sabe em algum lugar esquecido pelo poder público, mas lembrado por organizações maldosas que compram a população local com roupas usadas, com médicos e remédios e com algum dinheiro, possa estar em algum vegetal ou animal a cura para os males que a humanidade ainda não descobriu &amp;nbsp;(câncer e AIDS, por exemplo). Nesse caso, o Brasil detentor da matéria-prima, seria prejudicado, pois não cuidou bem daquilo que deveria: o saber popular das populações tradicionais, que associado à ciência pode gerar muitos benefícios à população do Planeta e que estão sendo valorizados pelos biopiratas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 25.5pt 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span 115=&quot;115&quot; 12pt=&quot;12pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; line-height:=&quot;line-height:&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span 115=&quot;115&quot; 14pt=&quot;14pt&quot; background-repeat:=&quot;background-repeat:&quot; font-family:=&quot;font-family:&quot; font-size:=&quot;font-size:&quot; imes=&quot;imes&quot; initial=&quot;initial&quot; line-height:=&quot;line-height:&quot; new=&quot;new&quot; roman=&quot;roman&quot; serif=&quot;serif&quot;&gt;Fonte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Dicionário online Priberam&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt; Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=biopirataria&quot;&gt;http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=biopirataria&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Biomania&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt; - Disponível em:&amp;lt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=3752&quot;&gt;http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=3752&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Portal Japão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;- Disponível em:&amp;lt; &lt;a href=&quot;http://www.japao.org.br/modules/news/article.php?storyid=49&quot;&gt;http://www.japao.org.br/modules/news/article.php?storyid=49&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Projeto Escola Legal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;- Disponível em:&amp;lt; &lt;a href=&quot;http://www.projetoescolalegal.org.br/?p=1989&quot;&gt;http://www.projetoescolalegal.org.br/?p=1989&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Mater Natura&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;- Disponível em:&amp;lt; &lt;a href=&quot;http://novo.maternatura.org.br/news.php?news=563&quot;&gt;http://novo.maternatura.org.br/news.php?news=563&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/1336387385856778146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/biopirataria-um-nome-novo-para-um.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1336387385856778146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1336387385856778146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/09/biopirataria-um-nome-novo-para-um.html' title='Biopirataria: Um nome novo para um problema antigo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNSsrDBAG2zYT1-FO6QgqONuMNJKqOp20ZqtyQjJVBxl8qQtsKVK4vZB3LHOnp9Mf4bBFx40RIts1mvktS7LSTsTeAAHmofbX0J6KriYHFgPbELg5jNxMIqkzPRs9PfCVow0-eYwQqpHs/s72-c/sapo-amazonia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-130499068031044904</id><published>2012-08-31T09:28:00.002-03:00</published><updated>2012-08-31T22:18:36.938-03:00</updated><title type='text'>Amazônia: Responsabilidade de todos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.0cm; margin-right: 2.0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Amazônia, o &quot;Santuário
Esmeralda&quot;( conforme expressão do cantor e compositor David Assayag), está
encolhendo a cada dia,&amp;nbsp; vítima da
exploração criminosa e consentida dos recursos naturais que ela detém. A pecuária,
a agricultura em grande escala, a abertura de garimpos clandestinos, a
exploração ilegal de madeira, o lançamento de bilhões de litros de esgoto &lt;i&gt;in natura&lt;/i&gt; nos rios, alem de outros,
deixam à mostra a vulnerabilidade desse bioma que perde volume, sangra e sofre
silenciosamente enquanto aguarda por atitudes salvadoras do ser humano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Ao
longo do tempo muita coisa mudou por aqui, desde a chegada dos portugueses por
volta de 1540. Começou com as colheita das chamadas ‘&lt;i&gt;drogas do sertão’&lt;/i&gt;, passou por lavouras diversas, pela febre da
borracha, pela explosão do garimpo, pela construção de hidrelétricas e enfrenta
há muito tempo a exploração ilegal de madeira, o desmatamento para dar lugar à
agricultura e a explosão demográfica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A
exploração racional dos recursos naturais associada à conscientização de todos configura-se
como melhor forma de combatermos o crescente encolhimento da maior floresta
tropical do planeta. Muita coisa tem sido dita sobre a preservação e uso
sustentável dos recursos naturais ao redor do planeta, muitas reuniões
envolvendo chefes de Estado, autoridades em meio ambiente, cientistas das mais
diversas áreas e a sociedade em geral, mas os resultados após exaustivos
debates mostraram-se tímidos ou ineficazes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/NWBJSRMU18w?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Amazônia de Roberto Carlos- You tube&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif;&quot;&gt;É
importante que todos entendam que não se preserva o meio ambiente com palavras,
com promessas ou com omissão. Faz-se necessário que o Estado esteja envolvido
diretamente no combate aos crimes ambientais implementando políticas sociais
emergenciais (em alguns casos) e duradouras no tocante ao tratamento de esgoto
das cidades ribeirinhas, na assistência aos pequenos agricultores que utilizam
o método de queimada para limpeza do solo para o cultivo, no preparo e
aparelhamento moderno dos agentes fiscalizadores a fim de contribuir para uma vigilância
eficaz, além de outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 7.05pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Amazônia está em processo acelerado de degradação
e pode, em médio prazo, deixar de ser verde para se tornar cinza (fruto das
queimadas) ou amarela (agricultura em larga escala). Qualquer que seja a causa
real da destruição do meio ambiente, seja aqui ou em qualquer lugar, é evidente
que estamos submetendo a natureza a um tratamento que pela cruel indiferença
perante o sofrimento e pela total falta de “humanidade”, chega a ser quase
inacreditável. Precisamos fazer a nossa parte para que as gerações que ainda
virão possam usufruir daquilo que temos hoje e para que &amp;nbsp;o Planeta Terra tenha
sua “vida útil” prolongada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/130499068031044904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/a-amazonia-o-santuarioesmeralda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/130499068031044904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/130499068031044904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/a-amazonia-o-santuarioesmeralda.html' title='Amazônia: Responsabilidade de todos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-3580617996475549783</id><published>2012-08-25T19:30:00.000-03:00</published><updated>2012-08-27T16:09:40.500-03:00</updated><title type='text'>MAMIRAUÁ: UM EXEMPLO PARA O PLANETA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 39.7pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
As Unidades de Conservação, sejam de proteção integral ou de
desenvolvimento sustentável, tem sido a forma mais eficaz de preservarmos as
formas de vida que habitam o meio natural, dando a elas descanso, refúgio e
proteção contra as ações nada civilizadas do homem. Um exemplo de sucesso e
superação é o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Estado do
Amazonas, que abriga um autêntico santuário da vida selvagem e mantém as
populações tradicionais como parceiras.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 39.7pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&amp;nbsp;O Instituto de Desenvolvimento
Sustentável Mamirauá tem suas raízes no ano de 1980, quando o Primatólogo José
Marcio Ayres começa seus estudos na região do Médio Solimões. Mais tarde, em
1985, José Marcio Ayres e o fotógrafo Luis Cláudio Marigo encaminham ao governo
federal uma proposta para a criação de uma área para proteção, principalmente
voltada para a proteção do primata Uacari-branco (&lt;i&gt;cacajao calvus calvus&lt;/i&gt;) que constava na lista oficial de animais
ameaçados de extinção, medindo em torno de 200 mil hectares. Solicitação
atendida pelo governo federal em 1986 quando criou&amp;nbsp; a Estação Ecológica de Mamirauá (EEM). &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
A Estação Ecológica recém-criada foi então transferida para a
responsabilidade do governo do Estado do Amazonas que a incorporou através do
decreto &lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;nº 12.836 de 9
de março de 1990 e aumentou sua área para os limites que conhecemos hoje,
totalizando 1, 124 mil hectares e tem como limites o rio Solimões, o rio Japurá
e o canal Uati-paraná, na região do médio Solimões no Estado do Amazonas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;Por ser a Estação
Ecológica uma espécie de Unidade de Conservação de proteção integral que proíbe
a permanência de moradores em sua área, o modelo de estação ecológica para
Mamiruá tornou-se inviável, pois haviam inúmeras famílias que viviam ali há
anos e a criação da reserva não lhes acrescentaria nada, pelo contrário, lhes
tiraria tudo o que tinham. Nos anos de 1994 e 1995 após várias discussões
envolvendo autoridades ambientais, o governo do Estado e a população local com
o apoio de pesquisadores que elaboraram um plano de manejo e apresentaram uma
proposta que mudaria a categoria de Estação Ecológica para Reserva de
Desenvolvimento Sustentável. Essa proposta foi aceita pelo governo do Estado do
Amazonas e em 1996 foi criada a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá
e no mesmo ano é divulgado seu plano de manejo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;No ano de 1998 foi
criada pelo governo do Amazonas a Reserva Amanã&amp;nbsp;
vizinha a reserva Mamirauá e que faz a ligação entre esta e o Parque
Nacional do Jaú.&amp;nbsp; Juntas Mamirauá e Amanã
formam o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá que foi a Primeira
Unidade de Conservação do país a utilizar o modelo de desenvolvimento
sustentável. É a maior Unidade de Conservação do Brasil localizada em área de
várzea e é um dos sítios brasileiros da convenção de Ramsar das Nações Unidas
que confere grau de importância a áreas alagadas em todo o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;Com o objetivo de
incentivar o uso de maneira sustentada dos recursos naturais nas Reservas de
Mamirauá e Anamã&amp;nbsp; e também para conservar
a biodiversidade e proporcionar a melhoria da qualidade de vida das populações
residentes nas reservas, foi criado o plano de manejo. Quando foi implantado,
esse plano de manejo abrangia uma área de 260 mil hectares, mas devido a
necessidade de atender um número maior de ribeirinhos, essa foi expandida para
a totalidade das reservas. Essa recente expansão autorizada pelo governo do
Estado do Amazonas, em fevereiro de 2011, atendeu assim a solicitação do
Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e da sociedade civil da
região que implementaram mudanças ao plano de manejo elaborado em 1995. &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 28.25pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;O plano de manejo
atual foi elaborado por pesquisadores do IDSM, auxiliados pela sabedoria da
população local, monitorando as espécies utilizadas no manejo e em concordância
com a legislação ambiental . Esse plano, através de suas várias modalidades,
começou a funcionar no ano de 1998, em caráter experimental em comunidades
selecionadas onde a população possuía o dom para a atividade econômica e que
tivessem acesso aos recursos a serem manejados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjemOcWGbctVx6yFJH1lP4MNVys6ZcpQ36fTsoYvNZ_akYKJEYr9Cy1HNxpoAr4IkLKakB81FOlWdfglGNP00puJ0AW_kGHTCabhftopuUkzxlmFPZ9u-f35FTcSU_JtG3PMdjlxdx56qo/s1600/uacari-branco-f%C3%AAmea+em+close.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;212&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjemOcWGbctVx6yFJH1lP4MNVys6ZcpQ36fTsoYvNZ_akYKJEYr9Cy1HNxpoAr4IkLKakB81FOlWdfglGNP00puJ0AW_kGHTCabhftopuUkzxlmFPZ9u-f35FTcSU_JtG3PMdjlxdx56qo/s320/uacari-branco-f%C3%AAmea+em+close.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 28.25pt;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Macaco Uacari branco(graças a ele, existe a reserva Mamirauá)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small; line-height: 150%; text-indent: 28.25pt;&quot;&gt;Foto: Pousada Uacari &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 28.25pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;O Instituto de
Desenvolvimento Sustentável Mamirauá ( IDSM) assiste aos moradores das reservas
de Mamirauá e Amanã dando a eles total suporte para o desenvolvimento das
atividades implementadas dentro das reservas: orientações para o fortalecimento
da gestão comunitária, para a capacitação e aperfeiçoamento das práticas de
produção e assessoria para o licenciamento e comercialização dos produtos
produzidos nas reservas. Existem várias atividades desenvolvidas, dentre os
quais pode-se destacar a agricultura familiar, o artesanato, utilização dos
recursos florestais,&amp;nbsp; utilização dos
recursos pesqueiros e o turismo de base comunitária.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;Agricultura familiar &lt;/b&gt;-
Desenvolvido por pesquisadores do IDSM, tem como principal objetivo promover o
manejo agroecológico dos agroecossistemas através de um diagnóstico do manejo
secular realizado pelas comunidades ribeirinhas e apartir desse diagnóstico
implementar técnicas modernas e simples para melhorar essa atividade. Há também
o incentivo ao manejo de abelhas nativas sem ferrão, a criação familiar de
animais de pequeno porte como galinhas, patos, perus, porcos e carneiros, além
da produção de hortaliças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;Artesanato &lt;/b&gt;–
Incentivado apartir do ano de 1998, inicialmente teve como objetivo repassar o
oficio para as novas gerações pois poderia perder-se no tempo caso não houvesse
a prática. Hoje é um oficio muito valorizado e respeitado dentro e fora das
reservas, tendo em vista a grande procura pelos ecoturistas que visitam as
reservas e desejam levar uma lembrança de Mamirauá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;Recursos florestais&lt;/b&gt; –
Implementada com o objetivo de realizar a extração sustentável da madeira por
meio de planejamento, de seleção, monitoramento e execução do projeto com
participação ativa dos ribeirinhos interessados na exploração desse recurso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Recursos pesqueiros –&lt;/b&gt; A pesca
é a atividade econômica mais importante para os ribeirinhos da Amazônia e por
isso, o IDSM implantou apartir do ano de 1997 o programa de manejo da pesca com
o objetivo de promover a exploração sustentável dos recursos pesqueiros nas
reservas do instituto. Tendo como principal produto de comercialização o
internacionalmente conhecido Pirarucu ( &lt;i&gt;Arapaima
gigas&lt;/i&gt; ) que anualmente tem uma comercialização de 1000 toneladas. Além do
Pirarucu existem outras espécies economicamente viáveis como o Tambaqui (&lt;i&gt;Colossoma&lt;/i&gt; &lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 13.5pt; line-height: 150%;&quot;&gt;macropomum&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;), além de
outras espécies.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Turismo de base comunitária – &lt;/b&gt;Dentro
da Reserva Mamirauá foi construída uma pousada para a hospedagem de
visitantes&amp;nbsp; interessados em conhecer as
atividades desenvolvidas na reserva, assim como as maravilhas naturais
existentes nessa região. A pousada é administrada pelos próprios ribeirinhos
que receberam treinamento para a atividade. O programa tem como objetivo
promover assessoria técnica para as iniciativas de turismo de base comunitária
e subsidiar o manejo dessa atividade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
Além das atividades citadas anteriormente, o IDSM recebe cientistas de
várias universidades do Brasil e também do exterior&amp;nbsp; interessados em desenvolver estudos
relacionados ao desenvolvimento sustentável e também sobre as espécies animais
e vegetais (muitas endêmicas) que habitam a área das reservas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá&amp;nbsp; é um exemplo de Unidade de Conservação que
deu certo. Com planejamento, mobilização da sociedade civil, pesquisadores de
várias universidades, ribeirinhos moradores das reservas e autoridades governamentais&amp;nbsp; empenhados em proteger&amp;nbsp; a natureza . É um exemplo impressionante que
prova que com vontade política e com a ajuda da população e pesquisadores, é
possível a exploração sustentável dos recursos naturais através de manejo
adequado e promover melhoria da qualidade de vida dos moradores locais sem
precisar agredir o meio ambiente. O exemplo de sucesso desse modelo de
exploração nos deixa orgulhosos em saber que em algum lugar do Brasil a
natureza está sendo bem cuidada. Está havendo uma perfeita sincronia entre o
homem e o meio ambiente. É a prova que poderemos preservar a natureza sem criar
mitos.&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;b&gt;Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá&lt;/b&gt;- Disponível em:&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.mamiraua.org.br/&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.mamiraua.org.br/&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 42.55pt; margin-right: 42.55pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Pousada Uacari Branco&lt;/b&gt;- Disponível em:&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.pousadauacari.com.br/galeria/viewphoto.asp?i=uacari-branco-f%EAmea+em+close.JPG&amp;amp;f=ecoturismo&amp;amp;sh=728&amp;amp;sw=1024&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.pousadauacari.com.br/galeria/viewphoto.asp?i=uacari-branco-f%EAmea+em+close.JPG&amp;amp;f=ecoturismo&amp;amp;sh=728&amp;amp;sw=1024&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/3580617996475549783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/mamiraua-um-exemplo-para-o-planeta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/3580617996475549783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/3580617996475549783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/mamiraua-um-exemplo-para-o-planeta.html' title='MAMIRAUÁ: UM EXEMPLO PARA O PLANETA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjemOcWGbctVx6yFJH1lP4MNVys6ZcpQ36fTsoYvNZ_akYKJEYr9Cy1HNxpoAr4IkLKakB81FOlWdfglGNP00puJ0AW_kGHTCabhftopuUkzxlmFPZ9u-f35FTcSU_JtG3PMdjlxdx56qo/s72-c/uacari-branco-f%C3%AAmea+em+close.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-6686946294211026942</id><published>2012-08-22T23:14:00.005-03:00</published><updated>2012-08-25T10:41:46.818-03:00</updated><title type='text'>Raposa Serra do Sol: miséria e riqueza</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;Com sua demarcação assinada pelo Presidente da República em 2005 e ratificada pelo Supremo Tribunal Federal(STF) em 2009, a reserva indígena Raposa Serra do Sol, localizada no Estado de Roraima, ocupa uma área de 1,7 milhões de hectares, o que representa por volta de 7% da área total do Estado. Na reserva, vivem quase 20 mil índios de várias etnias que agora podem usufruir de toda a extensão demarcada com exclusividade, já que todos os não índios foram obrigados a deixar a reserva, sendo necessária uma operação da polícia federal para garantir a desocupação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;A reserva indígena Raposa Serra do Sol finalmente saiu do papel após uma luta de 88 anos ( segundo documentos oficiais, a criação da reserva foi recomendada em 1917) e trouxe consigo grandes problemas vinculados aos dois lados interessados na demarcação: os “brancos” que viviam na área da reserva e os índios que reivindicaram o direito à terra. Por um lado, os brancos que viviam na área plantavam arroz que abastecia o Estado e também os estados vizinhos e respondia por 6% do PIB de Roraima, além de outras propriedades de criação de gado e por outro lado, os índios de diversas etnias apoiados pela Fundação Nacional do Índio(FUNAI) e outros órgãos estatais,além de diversas ONGs. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;Após a demarcação, houve uma série de atos violentos por parte dos arrozeiros (plantadores de arroz) que incendiaram várias casas dos índios, bloquearam estradas, ameaçaram de morte e chegaram até estacionar um carro bomba em frente a instalação onde estavam diversos policiais federais, designados para retirar os brancos da reserva, além de muitas outras ações em represália à decisão do STF. Até o governador do Estado entrou na briga decretando sete dias de luto oficial em protesto à demarcação das terras, alegando que o Estado só teria a perder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI0bNlchM6I1fWKF2F9XkC3yrw0-6g6VnoBF79GIVb_odNlKrM7xb8kQPklTilHns1jM_6i9SDGFq6RjSqVLtvoa6ij_UWMbwQsC91ZGNAtDuKgsIzEKR_fV0_P6uPQdPwMno1FL6dL1o/s1600/raposa-serra-do-sol2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI0bNlchM6I1fWKF2F9XkC3yrw0-6g6VnoBF79GIVb_odNlKrM7xb8kQPklTilHns1jM_6i9SDGFq6RjSqVLtvoa6ij_UWMbwQsC91ZGNAtDuKgsIzEKR_fV0_P6uPQdPwMno1FL6dL1o/s320/raposa-serra-do-sol2.jpg&quot; width=&quot;297&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 10.5pt; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Reserva Raposa Serra do Sol- Fonte: Blog Geografia Hoje&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;As consequências dessa ação do governo federal foram sentidas algum tempo depois, na periferia de Boa Vista (capital de Roraima), surgiram 4 favelas que em sua maioria são povoadas por brancos que viviam na área da reserva e foram expulsos e ainda aguardam a indenização por parte da União. As favelas também são ocupadas por vários índios que trabalhavam nas propriedades dos arrozeiros e vendiam sua produção(mandioca,frutas e pequenos animais) para estes e &amp;nbsp;que agora não tem como sobreviver na reserva, uma vez que não existe mais o salário que garantia seu sustento, assim como não há para quem vender sua produção de subsistência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;O que não foi&amp;nbsp; divulgado, que talvez seja o principal motivo da vontade dos índios &amp;nbsp;demarcarem a reserva é que na Raposa Serra do Sol existe a maior reserva de ouro do planeta; existe a maior reserva de nióbio que supera em 14 vezes a quantidade conhecida no mundo, capaz de ser explorada por mil e duzentos anos ininterruptos; há a segunda maior reserva de urânio do planeta; há reserva de diamantes, zinco e muitos outros minérios. Coincidentemente, surgiram vários garimpos clandestinos de ouro e diamante, operados pelos índios que livres da concorrência do homem branco, podem explorar “por baixo dos panos” uma riqueza que por lei pertence à União, mas por estar localizada em uma reserva indígena, não pode ser explorada, teoricamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;A demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, certamente atendeu a interesses internacionais alimentados por ONGs que detinham de alguma forma o conhecimento do potencial mineral da área e que agora usufruem com a ajuda dos índios que ficaram, da exploração ilegal dos minérios. A criação da reserva trouxe até agora mais prejuízos&amp;nbsp; do que benefícios para o Estado de Roraima e quem sabe trará muito mais prejuízos, dessa vez ao Brasil, pois os limites da reserva extendem-se até&amp;nbsp; a fronteira com a problemática Venezuela e com a Guiana, que pode ser (se não já for) a porta de entrada para estrangeiros atuarem livremente na reserva, sem que possamos saber que eles estão ali e o que estão fazendo. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; margin-right: 14.1pt; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 10.5pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistascorpo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Revista Veja&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;- Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/raposa-serra-do-sol/&quot; style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/raposa-serra-do-sol/&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 10.5pt;&quot;&gt;Site&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Âmbito&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Jurídico&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;- Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php/%20http:/www.dgmarket.com/tenders/%3Chttp:/jus.uol.com.br/Windows%20Vista/Documents/monozinha/Mono%20p%20entrega/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Dos%20Estados%20Unidos%20Do%20Brasil.%20Promulgada%20em:%2010%20de%20novembro%20de%201937.%20Online,%20disponivel%20em:%20%3Chttp:/www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/materias.asp?n_link=revista_artigos_leitura&amp;amp;artigo_id=6974&amp;amp;revista_caderno=5&quot; style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php/%20http:/www.dgmarket.com/tenders/%3Chttp:/jus.uol.com.br/Windows%20Vista/Documents/monozinha/Mono%20p%20entrega/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Dos%20Estados%20Unidos%20Do%20Brasil.%20Promulgada%20em:%2010%20de%20novembro%20de%201937.%20Online,%20disponivel%20em:%20%3Chttp:/www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/materias.asp?n_link=revista_artigos_leitura&amp;amp;artigo_id=6974&amp;amp;revista_caderno=5&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Blog Geografia Hoje&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;-Disponível em:&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://geografianovest.blogspot.com.br/2009/10/os-dois-lados-da-raposa-serra-do-sol.html&quot;&gt;http://geografianovest.blogspot.com.br/2009/10/os-dois-lados-da-raposa-serra-do-sol.html&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small; line-height: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/6686946294211026942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/raposa-serra-do-sol-miseria-e-riqueza_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6686946294211026942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/6686946294211026942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/raposa-serra-do-sol-miseria-e-riqueza_22.html' title='Raposa Serra do Sol: miséria e riqueza'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI0bNlchM6I1fWKF2F9XkC3yrw0-6g6VnoBF79GIVb_odNlKrM7xb8kQPklTilHns1jM_6i9SDGFq6RjSqVLtvoa6ij_UWMbwQsC91ZGNAtDuKgsIzEKR_fV0_P6uPQdPwMno1FL6dL1o/s72-c/raposa-serra-do-sol2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-5563148465573241954</id><published>2012-08-20T20:58:00.001-03:00</published><updated>2012-08-30T16:28:09.961-03:00</updated><title type='text'>Preço da Amazônia: 50 bilhões de dólares</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; É de partir o coração saber que em torno de 3 milhões de
hectares&amp;nbsp; de terras da Amazônia foram
compradas por estrangeiros nos últimos anos, a notícia é do &lt;i&gt;Portal Amazônia.com &amp;nbsp;&lt;/i&gt;e &amp;nbsp;serve como alerta, pois esse número tende a
aumentar com a aprovação no congresso nacional da liberação de compra de terras
por empresas brasileiras com capital estrangeiro. Na prática, esse tipo de
aquisição favorecerá o investidor estrangeiro que indiretamente é o dono das
terras que foram adquiridas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; No ano de 2008, veio à tona uma denúncia amplamente
divulgada pela imprensa brasileira de que o &amp;nbsp; megaempresário
sueco-britânico &amp;nbsp;Johan Eliach havia
comprado as terras de uma madeireira falida no Estado do Amazonas, a área
adquirida por este senhor soma a impressionante marca de 160 mil hectares de
floresta em pleno Brasil. Essa área é maior que a cidade de São Paulo e agora
está nas mãos de um estrangeiro que é o fundador da ONG &amp;nbsp;COOL EARTH ( terra legal - em português) que
teoricamente tem o propósito de “ajudar” os ribeirinhos da comunidade de Democracia, no município de Manicoré, Estado do Amazonas, onde ficam as terras adquiridas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/0cKVaEUVkFI?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Reportagem do Fantástico- You Tube&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; Ainda focando em Johan Eliasch, a ABIN( Agência Brasileira
de Inteligência) e a Polícia Federal abriram investigação para apurar como se
deu a aquisição de uma grande quantidade de terras amazônicas por ele e também
para apurar o incentivo do empresário a um grupo de empresários para investirem
na Amazônia, pois seria possível compra-la por 50 bilhões de dólares.&amp;nbsp; Vejam senhoras e senhores, nossa Amazônia tem
um preço e com a conivência do congresso nacional em breve teremos uma
multiplicação de áreas controladas por estrangeiros bem superiores aos 3
milhões de hectares atuais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; É indispensável que haja uma fiscalização eficiente e
imparcial para apurar qual o número exato de hectares de terras amazônicas está
nas mãos de estrangeiros. Entendo que é necessário proteger, entendo que temos
a obrigação de proteger, mas não é vendendo pequenas ou grandes porções de
terras a estrangeiros que vamos garantir a proteção da natureza na Amazônia. Se
continuarem a fatiar esse patrimônio natural brasileiro em pouco tempo este bem
comum estará internacionalizado e&amp;nbsp; nada
podemos fazer.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: G1- Disponível em:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL585991-5598,00-GOSTO+DE+ARVORES+FLORESTA+DIZ+MAIOR+COMPRADOR+DE+TERRAS+NA+AMAZONIA.html&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL585991-5598,00-GOSTO+DE+ARVORES+FLORESTA+DIZ+MAIOR+COMPRADOR+DE+TERRAS+NA+AMAZONIA.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
EXAME.COM- Disponível em:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://exame.abril.com.br/economia/agronegocio/noticias/comissao-da-camara-aprova-compra-de-terras-por-estrangeiros&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://exame.abril.com.br/economia/agronegocio/noticias/comissao-da-camara-aprova-compra-de-terras-por-estrangeiros&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PORTAL AMAZÔNIA.COM- Disponível em:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.portalamazonia.com.br/editoria/amazonia/estrangeiros-dominam-3-mi-de-hectares-de-terra-na-amazonia/&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.portalamazonia.com.br/editoria/amazonia/estrangeiros-dominam-3-mi-de-hectares-de-terra-na-amazonia/&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
YOU TUBE- Disponível em:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&amp;amp;v=0cKVaEUVkFI&amp;amp;NR=1&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&amp;amp;v=0cKVaEUVkFI&amp;amp;NR=1&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/5563148465573241954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/preco-da-amazonia-50-bilhoes-de-dolares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/5563148465573241954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/5563148465573241954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/preco-da-amazonia-50-bilhoes-de-dolares.html' title='Preço da Amazônia: 50 bilhões de dólares'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-7979880864452766727</id><published>2012-08-19T12:51:00.002-03:00</published><updated>2012-09-22T21:45:44.747-03:00</updated><title type='text'>A soja no Oeste do Pará: &quot;O grão da discórdia&quot;</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;O Greenpeace
publicou um documentário no ano de 2007 que &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;retrata as conseqüências da invasão da cultura
da soja no Oeste do Estado do Pará, mais especificamente na cidade de Santarém. Essa invasão foi e é responsável por devastar uma área gigantesca de floresta
para ceder de maneira forçada lugar ao plantio deste grão que está sendo
chamado de “grão da discórdia”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/vtf-9H9tru0?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Documentário do GREENPEACE- YOU TUBE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; Paralela a
essa invasão, está o porto da CARGILL ( multinacional norte-americana líder
mundial em exportação de soja) situado na cidade de Santarém que movimenta 60
mil toneladas de soja por ano e tem pretensão de aumentar para 90 mil
toneladas. A maioria da soja que chega ao porto da empresa em questão é
proveniente do Estado do Mato Grosso que chega até Santarém pela BR-163, a
rodovia Santarém-Cuiabá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; Mas onde
quero chegar? Bem, pelo que foi divulgado amplamente pela imprensa local, o
porto foi construído sem a licença de instalação e sem um estudo de impacto
ambiental que possibilitasse seu funcionamento dentro dos padrões estabelecidos
pelas leis ambientais. Após o Ministério público &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;entrar no caso, houve uma mobilização da
Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará, visando solucionar o impasse,
porém de forma surpreendente e após uma reunião à &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;portas fechadas, como revela o GREENPEACE, a
licença&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;foi concedida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; Várias
entidades, incluindo o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de
Santarém, a Pastoral da Terra e outras, repudiaram a decisão do governo
paraense, alegando que houve fraude, pois uma empresa terceirizada emitiu o
relatório sobre o estudo de impacto ambiental, usando informações falsas (segundo
as entidades contrárias) para favorecer a Cargill.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; Outra
situação negativa que o porto graneleiro de&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Santarém trouxe foi a invasão de grandes produtores de soja do centro-sul
do país que adquirem as terras de pequenos produtores, muitas dessas propriedades
são adquiridas sob ameaça. Uma vez adquiridas essas propriedades juntam-se e
formam uma só propriedade, onde o novo proprietário trata de preparar para o
plantio da soja, utilizando técnicas rústicas de limpeza, como a derrubada e
queimada da vegetação .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP9KFmM_T6xpaQlxDjH78SqDvgWX9o6KvGECFD4N3X8MDbEomzxk5CtmcSnTZE4GLRAsXxANFy5fNGt8DvegK1HTFN9eZOqSon-qh0m46K2m8OzYXo8uSHct9gtkLTFwrW0dzp_NaUhXI/s1600/soja.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP9KFmM_T6xpaQlxDjH78SqDvgWX9o6KvGECFD4N3X8MDbEomzxk5CtmcSnTZE4GLRAsXxANFy5fNGt8DvegK1HTFN9eZOqSon-qh0m46K2m8OzYXo8uSHct9gtkLTFwrW0dzp_NaUhXI/s320/soja.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Área de Plantio de soja em Santarém- Foto: Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;A soja, seja a vinda do Mato Grosso
, seja a cultivada nos limites do município de Santarém, só &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; traz &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;prejuízos ao meio ambiente, pois ambas
utilizam-se de métodos nada convencionais para se fixarem na região, provocam o
inchaço populacional do município, uma vez que os pequenos proprietários que
forçados a vender suas terras avançam para a cidade, formando favelas onde
antes era vegetação e aumentando os problemas sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 22px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Há
muitas controvérsias sobre este grão que é um dos produtos de orgulho do Brasil
com diversas variedades adaptadas a qualquer região do país. O fato é que este
grão minúsculo é o responsável pela perda de uma imensa área na Amazônia que
cresce a cada ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
Há
uma grande maioria da sociedade brasileira que considera que a soja traz o
progresso para a região onde é plantada, mas isso parece não acontecer na
Amazônia, em especial no Oeste do Pará, pois o que a soja traz para a região é
somente a destruição do meio ambiente. Teoricamente seriam gerados muitos
empregos na região em virtude das plantações, mas na prática não é isso o que
realmente ocorre. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; No
geral, quero trazer a todos uma informação que talvez a maioria das pessoas no
Brasil não sabem: a soja, ao mesmo tempo que ela coloca o Brasil na condição de
segundo maior exportador do grão, o coloca também na condição de campeão de
desmatamento e consequentemente campeão em destruição de toda a vida animal das
áreas devastadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: GREENPEACE- Disponível em:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Sinal-verde-para-terminal-da-Cargill-em-Santarem---/&quot;&gt;http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Sinal-verde-para-terminal-da-Cargill-em-Santarem---/&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
GAZETA DE SANTARÉM-Disponível em:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.gazetadesantarem.com.br/cidade/a-plantinha-da-discordia-avanca-no-oeste-do-para-um-novo-ciclo/&quot;&gt;http://www.gazetadesantarem.com.br/cidade/a-plantinha-da-discordia-avanca-no-oeste-do-para-um-novo-ciclo/&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
YOU TUBE- Disponívem em:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.0cm; margin-right: 1.0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=vtf-9H9tru0&amp;amp;feature=related&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=vtf-9H9tru0&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/7979880864452766727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/a-soja-no-oeste-do-para-o-grao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7979880864452766727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/7979880864452766727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/a-soja-no-oeste-do-para-o-grao-da.html' title='A soja no Oeste do Pará: &quot;O grão da discórdia&quot;'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP9KFmM_T6xpaQlxDjH78SqDvgWX9o6KvGECFD4N3X8MDbEomzxk5CtmcSnTZE4GLRAsXxANFy5fNGt8DvegK1HTFN9eZOqSon-qh0m46K2m8OzYXo8uSHct9gtkLTFwrW0dzp_NaUhXI/s72-c/soja.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-4368975814486393085</id><published>2012-08-18T20:59:00.004-03:00</published><updated>2012-08-19T18:15:50.479-03:00</updated><title type='text'>Preservar a natureza é preservar a raça humana</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Não faz tanto tempo assim desde que a Revolução Industrial mudou &amp;nbsp;o destino da humanidade com a implantação de indústrias dos mais variados setores que devoraram e ainda devoram matéria-prima bruta retirada da natureza para transformar em um produto acabado e contribuindo significativamente para a degradação do meio natural. &lt;br /&gt;
No momento em que governos, cientistas, ONGs e a sociedade de forma geral estudam uma forma de mudar os hábitos da população mundial, a natureza mostra sua fúria através de furacões cada vez mais violentos, chuvas em grande quantidade que destroem casas e provocam um caos generalizado na região em que ocorrem; além de muitas outras manifestações violentas.&lt;br /&gt;
Já sabemos que estamos com a capacidade máxima de exploração dos recursos naturais, nosso consumo está além, muito além da capacidade de reposição pela natureza. Dessa forma, é necessário que se faça de maneira urgente uma intervenção no nosso modo de ver a natureza a começar introduzindo na cabeça das pessoas a idéia de que também somos partes do meio ambiente, também somos natureza e sendo assim, quando agredimos o meio ambiente estamos agredindo a nós mesmos.&lt;br /&gt;
È necessário também que se criem áreas de conservação como o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Estado do Amazonas, que é a primeira reserva de desenvolvimento sustentável do Brasil, além de ser a única do mundo localizada totalmente em área de mata de várzea. Esta reserva é um exemplo de sucesso, pois concilia preservação do meio ambiente, geração de emprego e renda através dos vários projetos desenvolvidos na reserva e é um vasto campo de pesquisa para cientistas de todo o globo terrestre que vem realizar pesquisas em uma área totalmente preservada.&lt;br /&gt;
Ao preservarmos uma área de floresta de várzea, terra firme; cerrado, caatinga, etc..., estamos garantindo que a vida tenha uma chance: os animais que vivem naquela área e que morrerão por não terem para onde ir; os vegetais, muitos ainda desconhecidos da ciência e que talvez contenham a cura para alguns males da humanidade. Quando preservamos, depositamos nossas esperanças para o futuro daquela área, garantimos que todo um ecossistema se mantenha em condições de dar continuidade ao ciclo natural. &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpUKTtUg8scIUbZGe9jDM26090OQkJLvjr4DK495Dt3fwHIVjqS07yM_aphElOtLXI74qeQHWbqELn-NXvq2QoRWIt2QHtd_TOJt6kCWHD6nB19eKr9qOjMFsnkQZdnlaNNvEqt_yEbUs/s1600/sociedad-mamiraua.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;211&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpUKTtUg8scIUbZGe9jDM26090OQkJLvjr4DK495Dt3fwHIVjqS07yM_aphElOtLXI74qeQHWbqELn-NXvq2QoRWIt2QHtd_TOJt6kCWHD6nB19eKr9qOjMFsnkQZdnlaNNvEqt_yEbUs/s320/sociedad-mamiraua.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Manejo do Pirarucu na Reserva Mamirauá- Foto: Equator Initiative&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conservação é chave para a sobrevivência da humanidade, pois tudo está interligado, se cometemos um desastre ambiental aqui, as conseqüências serão sentidas em escala mundial. É mais fácil conservar o que temos hoje do que amargarmos um prejuízo incontável com a degradação do meio natural em escala global que fatalmente nos levará a extinção, exemplos em pequena escala não faltam, basta olharmos e analisarmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/4368975814486393085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/preservar-natureza-e-preservar-raca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4368975814486393085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4368975814486393085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/preservar-natureza-e-preservar-raca.html' title='Preservar a natureza é preservar a raça humana'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpUKTtUg8scIUbZGe9jDM26090OQkJLvjr4DK495Dt3fwHIVjqS07yM_aphElOtLXI74qeQHWbqELn-NXvq2QoRWIt2QHtd_TOJt6kCWHD6nB19eKr9qOjMFsnkQZdnlaNNvEqt_yEbUs/s72-c/sociedad-mamiraua.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-2890504064195711580</id><published>2012-08-17T19:01:00.000-03:00</published><updated>2012-08-25T16:03:41.000-03:00</updated><title type='text'>Água potável: Desafio do século XXI</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;strike&gt;&lt;/strike&gt;Ao ler a reportagem do portal de notícias G1, em que o Comandante Militar da Amazônia afirma que &quot;&lt;i&gt;A Amazônia abriga as respostas e soluções para os grandes problemas da humanidade: água potável, biodiversidade, recursos minerais&quot;&lt;/i&gt;,uma coisa chamou minha atenção: A água existente no interior do &quot;santuário esmeralda&quot; privilegia o Brasil em relação às outras nações. Segundo projeções da ONU, em 2100 o mundo terá 10 bilhões de habitantes e uma pergunta que me faço hoje é: Teremos água para saciar-lhes a sede? &lt;br /&gt;
Hoje, temos uma população de  7 bilhões de habitantes e  já enfrentamos dificuldades de abastecimento de água potável em vários cantos do planeta. Estes problemas que acontecem em lugares distantes, aproximam-se de nossa realidade tranquila no tocante a esse bem indispensável à sobrevivência da raça humana e da vida de forma geral na terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante que todos os brasileiros conscientizem-se sobre o uso correto da água. É necessário que seja interrompido o criminoso despejo de mercúrio nos rios á procura do ouro, processo que continua sendo utilizado nos garimpos da Amazônia, apesar de ser provado cientificamente que este metal pesado é altamente prejudicial à saúde, podendo causar câncer, além de outras consequências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg5fRkYLl9SzoQkABF4yjY-eqCiY-L4EJnJ4X5LQBHim61aiBRXyAkna30wdNfgTXNvhZl274yMkJZq_XKI9gqg379zmCQ4eSYewUTGpjhzOIckCsBQ6eeb8Tth6JC2HFlEebRpt1wuOo/s1600/mercurio-sera-utilizado-garimpos-Amazonas_ACRIMA20120815_0087_15.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg5fRkYLl9SzoQkABF4yjY-eqCiY-L4EJnJ4X5LQBHim61aiBRXyAkna30wdNfgTXNvhZl274yMkJZq_XKI9gqg379zmCQ4eSYewUTGpjhzOIckCsBQ6eeb8Tth6JC2HFlEebRpt1wuOo/s320/mercurio-sera-utilizado-garimpos-Amazonas_ACRIMA20120815_0087_15.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;Garimpo em atividade-FONTE: Jornal A Crítica&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário que se implemente uma fiscalização eficiente no tocante à preservação ambiental nas nascentes dos rios, igarapés,lagos e outros. É necessário que se implemente ainda uma rede eficiente de coleta e tratamento de esgoto, uma vez que perto de 100% dos municípios ás margens do Rio Amazonas e afluentes lançam seus esgotos sem tratamento algum diretamente no rio. Por fim, faz-se necessário urgentemente que o estado em todas as esferas se interesse pelas causas ambientais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A água é um bem essencial à sobrevivência da humanidade e de todos os seres que habitam o planeta Terra. Ao estarmos privilegiados por ter as duas maiores bacias hidrográficas e o maior rio do planeta, deveríamos também saber cuidar bem daquilo que nos pertence, pois a colocação do Comandante Militar da Amazônia que citei no início é sábia. Se não houver por parte de todos e de cada um, uma nova visão a respeito da água, estaremos condenados a ser no século que se inicia, não mais um país de futuro, mas um país sem futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;
Fonte:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;
G1: &lt;/b&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/08/rica-extensa-e-vulneravel-amazonia-e-preocupacao-numero-1-do-exercito.html&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;
JORNAL A CRÍTICA: &lt;/b&gt;http://acritica.uol.com.br/amazonia/Governo-Amazonas-autorizar-mercurio-garimpo_0_755924506.html&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;
REVISTA VEJA:&lt;/b&gt; http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/qual-o-papel-do-brasil-em-um-mundo-de-7-bilhoes-de-pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/2890504064195711580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/agua-potavel-desafio-do-seculo-xxi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/2890504064195711580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/2890504064195711580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/agua-potavel-desafio-do-seculo-xxi.html' title='Água potável: Desafio do século XXI'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg5fRkYLl9SzoQkABF4yjY-eqCiY-L4EJnJ4X5LQBHim61aiBRXyAkna30wdNfgTXNvhZl274yMkJZq_XKI9gqg379zmCQ4eSYewUTGpjhzOIckCsBQ6eeb8Tth6JC2HFlEebRpt1wuOo/s72-c/mercurio-sera-utilizado-garimpos-Amazonas_ACRIMA20120815_0087_15.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-1219379318100616980</id><published>2012-08-16T17:27:00.000-03:00</published><updated>2012-08-19T20:16:35.450-03:00</updated><title type='text'>ONGs na Amazônia: Perigo disfarçado.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
O Exército Brasileiro vê com desconfiança a atuação de certas ONGs no interior da Amazônia, segundo o Portal G1, o Comandante Militar da Amazônia, General Eduardo Villas-Boas, está preocupado com a atuação dessas Organizações no coração amazônico, pois estas estariam  envolvidas com &quot;a venda ilegal de terras indígenas, a apropriação indevida de recursos da floresta por estrangeiros, além de impedir o desenvolvimento da região&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3ulEf62J3OQpVlSv-nUKfYvPbmzsdiAuQHo4O1ni0V9u9j1jfEFa9iWfKOmftUqLGhZrhk1_hqJMrHZB1Uo3IwGAvP2EQ0f_8llMr6aaBqlzdYA11w-cKztGjuzHmUnJ2i5SaobBsutg/s1600/Ongs+amaz%25C3%25B4nia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3ulEf62J3OQpVlSv-nUKfYvPbmzsdiAuQHo4O1ni0V9u9j1jfEFa9iWfKOmftUqLGhZrhk1_hqJMrHZB1Uo3IwGAvP2EQ0f_8llMr6aaBqlzdYA11w-cKztGjuzHmUnJ2i5SaobBsutg/s320/Ongs+amaz%25C3%25B4nia.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;FONTE:BLOG Planeta MS http://planetams.blogspot.com.br/2012/05/amazonia-o-paraiso-das-ongs.html&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preocupação do Comandante Militar da Amazônia deve ser compartilhada por todos os brasileiros que tem a responsabilidade de governar o país, pois já estamos em estado de alerta contra um inimigo que já está entre nós, disfarçado de homem bom. Num momento em que os olhos do país estão voltados para o julgamento do &quot;mensalão&quot;, certamente não sobrará tempo para dar atenção aos problemas que a Amazônia enfrenta com as más ONGs. Até o vice-presidente da República Michel Temer, concorda que devemos dar maior atenção aos assuntos da Amazônia ao afirmar que &quot;é uma casa abandonada&quot;. O Exército Brasileiro trava uma batalha diária nas áreas de fronteira contra o isolamento, o sucateamento do material e armamento, dentre outras muitas dificuldades. Mesmo assim, continua firme no propósito que deveria ter a adesão de todos: o amor e a defesa da Pátria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: G1- Disponível em:&lt;br /&gt;
&amp;lt; http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/08/rica-extensa-e-vulneravel-amazonia-e-preocupacao-numero-1-do-exercito.html&quot;&amp;gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/1219379318100616980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/ongs-na-amazonia-perigo-disfarcado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1219379318100616980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1219379318100616980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/ongs-na-amazonia-perigo-disfarcado.html' title='ONGs na Amazônia: Perigo disfarçado.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3ulEf62J3OQpVlSv-nUKfYvPbmzsdiAuQHo4O1ni0V9u9j1jfEFa9iWfKOmftUqLGhZrhk1_hqJMrHZB1Uo3IwGAvP2EQ0f_8llMr6aaBqlzdYA11w-cKztGjuzHmUnJ2i5SaobBsutg/s72-c/Ongs+amaz%25C3%25B4nia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-1429539534832986911</id><published>2012-08-15T20:00:00.001-03:00</published><updated>2012-08-24T20:28:20.726-03:00</updated><title type='text'>Viagem de barco: belezas naturais e um relato preocupante</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; font-size: 12px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrYEc0ad1gPt3alCRyrCXR-lx9XuYiwODRyOPQ3Tor2zyxcPcQ8r3LJdhYboHvIESMMCEu-hSDRdb6VP4Hq8-AMAnCZem0gR2vbE9wBOXRmYuRrfYKT_T89NSEOjbLGh3vcbmFKG5xjd4/s1600/demais+fotos+068.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrYEc0ad1gPt3alCRyrCXR-lx9XuYiwODRyOPQ3Tor2zyxcPcQ8r3LJdhYboHvIESMMCEu-hSDRdb6VP4Hq8-AMAnCZem0gR2vbE9wBOXRmYuRrfYKT_T89NSEOjbLGh3vcbmFKG5xjd4/s320/demais+fotos+068.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12px; font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;CRIANÇAS À ESPERA DE DOAÇÕES- FOTO: ACERVO PESSOAL&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
É uma experiência fantástica atravessar a Amazônia navegando pelo rio Amazonas e afluentes a bordo de uma embarcação regional. Os rios na região servem como meios transitáveis, pois como diria o poeta e compositor paraense Rui Barata &quot;esse rio é minha rua&quot;, e &amp;nbsp;navegar nas &quot;ruas&quot; da bacia amazônica é uma oportunidade para ver a vida dura, porém, fascinante dos ribeirinhos que habitam essa parte do país.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
O barco - meio de transporte mais usado devido à peculiaridade geográfica da região- sai de Belém carregado de passageiros e de carga que são distribuídos nos portos intermediários. Muitos desses barcos que carregam pessoas e mercadorias no interior da Amazônia são de grande porte, são os chamados navios a motor (feitos de ferro ou madeira), alguns suportam mais de quinhentos passageiros; neles há espaço para armar rede (grande maioria dos passageiros); há camarotes com ar condicionado e, certos navios, oferecem suíte- para aqueles que desejam privacidade e estão dispostos a pagar mais; geralmente os barcos de linha apresentam uma área de lazer, onde se pode desfrutar de música ao vivo ou música mecânica; e há as refeições fornecidas pela embarcação e pagas à parte pelo passageiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
Deixando a descrição da embarcação de lado e voltando os olhos para o rio e suas margens, nota-se o quanto é única e imensamente fantástica a natureza amazônica. Ela nos deixa perplexos diante da forma espantosa que se desenha à cada curva que o rio faz; e quando o rio não faz curva alguma, nos deixa perplexos diante&amp;nbsp; da beleza linear que se desenha.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
Contrastando com a beleza natural, observa-se, após algumas horas de viagem, uma quantidade enorme de pequenas embarcações, cada uma com 2, 3 até 4 ocupantes, na sua &amp;nbsp;maioria crianças, esperando que os passageiros dos barcos joguem&amp;nbsp; roupas, alimentos e outras coisas úteis para elas. Este hábito de esperar as embarcações na esperança de recolher alimentos e objetos, envoltos em sacolas plásticas, atiradas por algum passageiro, é a principal ocupação destas crianças durante todo o dia.&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;Ao longo do rio, no Estreito de Breves, o número de canoas carregadas de crianças esperando pelas doações &amp;nbsp;aumenta, e nelas, para conseguir a simpatia dos passageiros, sempre há uma criança de no máximo 3 anos acenando, enquanto &amp;nbsp;as outras, maiores, ficam&amp;nbsp; gritando para os passageiros. Essas crianças têm a incrível habilidade de &amp;nbsp;fazer a canoa minúscula resistir as ondas produzidas pelos barcos e de atracarem nele em movimento para comercializarem açaí em polpa, camarão, e, de vez em quando, algumas meninas sobem a bordo para comercializarem seus corpos- &amp;nbsp;lado vergonhoso da realidade dessa região tão desprovida de atenção dos organismos estatais.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;O senhor Orivaldo Santos, marinheiro com mais de &amp;nbsp;40 anos de experiência no trajeto Belém-Manaus, nos relata que o caso das crianças pedintes nem sempre foi assim: há muitos anos as embarcações que faziam a rota passavam em alta velocidade e provocavam ondas que destruíam as canoas que ficavam atracadas nos trapiches¹ das casas. &amp;nbsp;E, para evitar que essas canoas fossem destruídas, os pais mandavam as crianças saírem com as embarcações. Os passageiros, achando que as crianças estavam no meio do rio para pedir alguma coisa, começaram a atirar sacolas nas águas e a partir daí começou essa situação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;Ainda segundo o senhor Orivaldo Santos, a prostituição das meninas do Estreito de Breves acontece uma vez ou outra. Ele &amp;nbsp;conta que as crianças vêm a bordo para trocar suas frutas e camarão por óleo diesel e gasolina, pois o dinheiro não tem muita serventia na região, e esses combustíveis servem de moeda de troca no comércio local. &amp;nbsp;Acontece que algumas meninas, se aproveitando da facilidade de subir a bordo, viram a chance de conseguir algo mais vendendo seus corpos, &quot;mas não são todas&quot;, ressalta o marinheiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-g57iWlazaatQBuDf6_NvMS03_mPIkdYMK3PDvggl1nNxEuQcqHHWYFdSkFpt7pGC9CeIuqpmH1xca2trwWDyEahqmlqmynwyDB-cgwMuWWGzPwO-3p_RHTBmuKS944jTunXclj1BTS0/s1600/demais+fotos+114.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-g57iWlazaatQBuDf6_NvMS03_mPIkdYMK3PDvggl1nNxEuQcqHHWYFdSkFpt7pGC9CeIuqpmH1xca2trwWDyEahqmlqmynwyDB-cgwMuWWGzPwO-3p_RHTBmuKS944jTunXclj1BTS0/s320/demais+fotos+114.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;CRIANÇAS À ESPERA DE DOAÇÕES- FOTO: ACERVO PESSOAL&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;As crianças pedintes do baixo Rio Amazonas assemelham-se aos meninos e meninas de rua dos centros urbanos: os rios são as ruas e rodovias; e os barcos são os carros. E as prostitutas juvenis equivalem às prostitutas de rua das cidades, com a diferença de que, aqui, a prostituição é realizada na frente de suas casas e com o aval de seus pais. É bom destacar que, a regra do aval dos pais serve tanto para os pedintes quanto para a prostituição, pois os próprios pais foram pedintes e as mães, muitas delas foram prostitutas um dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;Tirando essa lamentável realidade que é a prostituição e os pedintes aquáticos, a viagem através do Rio Amazonas é apaixonante! Vemos coisas que só existem aqui, neste pedaço do Brasil esquecido e só citado quando há escândalos ou outra coisa ruim e que tenha potencial para vender jornais e revistas, e aumentar a audiência das televisões. È uma região que precisa ser olhada com carinho e que precisa de investimentos pesados em todas as áreas, em especial na área social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: verdana, arial, serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, arial, serif;&quot;&gt;Quem sabe, essas crianças que hoje vendem sua inocência; vendem camarão, açaí e acenam na esperança de conseguir algo, consigam atrair a atenção do governo para dar início a erradicação dessas práticas que hoje são atração turística : um turismo da vergonha. Quem sabe se o Estado se fizer presente na região com a implementação de políticas sociais emergenciais - nas áreas da saúde, educação, alimentação, agropecuária sustentável... - possamos navegar pelo Rio Amazonas e apreciar sua beleza sem ver as cenas que hoje tomam nosso coração de profunda tristeza. Quem sabe, possamos navegar pelo Grande Rio desfrutando das suas belezas naturais e se orgulhando do seu desenvolvimento social.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/1429539534832986911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/viagem-de-barco-belezas-naturais-e-um.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1429539534832986911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/1429539534832986911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/viagem-de-barco-belezas-naturais-e-um.html' title='Viagem de barco: belezas naturais e um relato preocupante'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrYEc0ad1gPt3alCRyrCXR-lx9XuYiwODRyOPQ3Tor2zyxcPcQ8r3LJdhYboHvIESMMCEu-hSDRdb6VP4Hq8-AMAnCZem0gR2vbE9wBOXRmYuRrfYKT_T89NSEOjbLGh3vcbmFKG5xjd4/s72-c/demais+fotos+068.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-3467666372872828323</id><published>2012-08-13T22:59:00.002-03:00</published><updated>2012-08-15T18:15:29.880-03:00</updated><title type='text'>Nova Guerra Fria se desenha na América Latina</title><content type='html'>Como se sabe, a Colômbia vem sendo patrocinada pelos EUA no tocante ao treinamento, logística e todo o restante do aparato necessário para travar ferozmente uma guerra no combate às FARC. Esta iniciativa tem apresentado resultados ora positivos, ora negativos, pois noticia-se que vez ou outra as forças governamentais são alvo de emboscadas montadas pelas FARC.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEyi0qymdvf4DJR_CawyNih1i8cReafV1JDP7qrXkejaLaAqFxGADAAHTtjjmWfBSFlY8H7_LeclcMRcrCqZmazD_FXGYG3J5t6UYpm_NjuEjefJTJhp-Xs4f0YfCzr7um-7UmUp4qGRw/s1600/Sistema-misil%25C3%25ADstico-antia%25C3%25A9reo-ruso-Pechora-2M-580x386.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;212&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEyi0qymdvf4DJR_CawyNih1i8cReafV1JDP7qrXkejaLaAqFxGADAAHTtjjmWfBSFlY8H7_LeclcMRcrCqZmazD_FXGYG3J5t6UYpm_NjuEjefJTJhp-Xs4f0YfCzr7um-7UmUp4qGRw/s320/Sistema-misil%25C3%25ADstico-antia%25C3%25A9reo-ruso-Pechora-2M-580x386.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Por outro lado, a Venezuela se arma até os dentes patrocinada pela adormecida (mas não morta) Rússia. De vez em quando é publicado na mídia noticiário sobre a compra de armamentos, aviões, tanques de guerra, etc. da Rússia pela Venezuela.&lt;br /&gt;
Estes acontecimentos passam despercebidos pela maioria das pessoas&amp;nbsp;latino-americanas e pode desencadear um conflito real entre Colômbia e Venezuela alimentado nos bastidores por uma queda de braço ainda que não declarada entre EUA e Rússia. Vamos ficar de olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &amp;lt;&lt;a href=&quot;http://portuguese.ruvr.ru/2012_06_30/helicopteros-centros-de-manutencao-venezuela-russia-exportacoes-armamentos/&quot;&gt;http://portuguese.ruvr.ru/2012_06_30/helicopteros-centros-de-manutencao-venezuela-russia-exportacoes-armamentos/&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120411_plano_colombia_lf.shtml&quot;&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120411_plano_colombia_lf.shtml&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/2012/03/25/importacoes-venezuelanas-de-armas-crescem-555-em-cinco-anos/&quot;&gt;http://www.forte.jor.br/2012/03/25/importacoes-venezuelanas-de-armas-crescem-555-em-cinco-anos/&lt;/a&gt;&amp;gt;.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/3467666372872828323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/nova-guerra-fria-se-desenha-na-america.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/3467666372872828323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/3467666372872828323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2012/08/nova-guerra-fria-se-desenha-na-america.html' title='Nova Guerra Fria se desenha na América Latina'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEyi0qymdvf4DJR_CawyNih1i8cReafV1JDP7qrXkejaLaAqFxGADAAHTtjjmWfBSFlY8H7_LeclcMRcrCqZmazD_FXGYG3J5t6UYpm_NjuEjefJTJhp-Xs4f0YfCzr7um-7UmUp4qGRw/s72-c/Sistema-misil%25C3%25ADstico-antia%25C3%25A9reo-ruso-Pechora-2M-580x386.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9044613241407634770.post-4052380767495680239</id><published>2011-10-20T22:22:00.000-02:00</published><updated>2011-10-20T22:22:17.638-02:00</updated><title type='text'>Matas de Várzea</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgd_sgsY6MrafZvCKKGpv7vR-oselJzSRAmQ3YcC230ckXOcTetKJeL5MIyw6xLZkc2qjUA_aHCMLnS6n5nxCJWac_Y7jm75C7tVaYZ2UZeG5114sx5PBib42mV9AKHcayhpnue1PuS7Ck/s1600/demais+fotos+128.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgd_sgsY6MrafZvCKKGpv7vR-oselJzSRAmQ3YcC230ckXOcTetKJeL5MIyw6xLZkc2qjUA_aHCMLnS6n5nxCJWac_Y7jm75C7tVaYZ2UZeG5114sx5PBib42mV9AKHcayhpnue1PuS7Ck/s320/demais+fotos+128.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;As matas de Várzea representam uma parcela significativa da floresta amazônica. Grande parte desse rico ecossistema vem sendo destruído rapidamente para ceder lugar à pastagem do capim mojuí(&lt;i&gt;Brachiaria mutica&lt;/i&gt; biotipo 2) que é uma espécie de capim aquático que tem a vida útil de aproximadamente dois anos devido ao ataque de peixes na época das cheias.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOoDNDhjGkpNGoG5hJYLyzg2Gm8ZKPnbUUlt53ulyC8GyIFvCqMBnE_VLTRjxcbl1q1Xtx0Ef6ipbg_f2npLQNaKl_TtGUEJvk1B4aaBPJRO413Obzvc3eGtvEclUb3Uwro6TyDZSfvts/s1600/demais+fotos+116.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOoDNDhjGkpNGoG5hJYLyzg2Gm8ZKPnbUUlt53ulyC8GyIFvCqMBnE_VLTRjxcbl1q1Xtx0Ef6ipbg_f2npLQNaKl_TtGUEJvk1B4aaBPJRO413Obzvc3eGtvEclUb3Uwro6TyDZSfvts/s320/demais+fotos+116.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A derrubada deste tipo de vegetação se dá tanto pelos grandes quanto pelos pequenos proprietários de terras ás margens de rios e lagos da bacia amazônica. É importante ressaltar que muitos ribeirinhos derrubam a mata simplesmente por derrubar, dizem que é para limpar a frente de suas casas, mas acabam por destruir um ambiente que a natureza demorou muitos anos para construir.&lt;br /&gt;
A mata de várzea na época das cheias é um refúgio para os peixes, além de ser fonte de alimento, pois os peixes vêm para este local em busca dos frutos das árvores que ficam maduros na época da cheia. É a natureza dando uma aula de sincronia. Com a derrubada das árvores, há consequentemente um desequilíbrio natural, pois os peixes não terão onde se esconder de predadores, nem terão o que comer. Com isso, não haverá peixes na região onde aconteceu o desmatamento e como o peixe é a base da alimentação da população ribeirinha, esta sofrerá com escassez do pescado e não se dão conta que elas mesmas foram as causadoras do desaparecimento dos peixes que elas dependem&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Tudo pela Amazônia!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cobradefogo.blogspot.com/feeds/4052380767495680239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2011/10/matas-de-varzea.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4052380767495680239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9044613241407634770/posts/default/4052380767495680239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cobradefogo.blogspot.com/2011/10/matas-de-varzea.html' title='Matas de Várzea'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16713352756916819937</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgd_sgsY6MrafZvCKKGpv7vR-oselJzSRAmQ3YcC230ckXOcTetKJeL5MIyw6xLZkc2qjUA_aHCMLnS6n5nxCJWac_Y7jm75C7tVaYZ2UZeG5114sx5PBib42mV9AKHcayhpnue1PuS7Ck/s72-c/demais+fotos+128.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>