<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394</id><updated>2024-12-18T19:23:34.157-08:00</updated><category term="vida no trabalho"/><category term="notícias"/><category term="saúde do trabalhador"/><category term="saúde mental"/><category term="trabalho"/><category term="precarização"/><category term="Apresentação"/><category term="Dia do trabalhador"/><category term="aplicativos"/><category term="gênero"/><category term="home office"/><category term="inteligência emocional"/><category term="mcmindfulness"/><category term="mindfulness"/><category term="suicídio"/><title type='text'>Vida no trabalho</title><subtitle type='html'>Blog mantido pelas equipes da Coordenadoria de Organização e Qualidade de Vida no Trabalho  e do Núcleo de Psicologia do Trabalho, ambos da Universidade Federal do Ceará.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>307</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-7179841363586315133</id><published>2022-11-18T10:16:00.001-08:00</published><updated>2022-11-18T10:16:48.955-08:00</updated><title type='text'>&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM GABRIEL CABRAL </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPFfFwnXXTIKENFoFGj-BiP8LDUSjOMvTUhlNs5mwQIlCF0pXBG1VeDcz5tSnf3dTUcDKkZj9hmHYlGdQcPd-WOtwPMkR2eHc7BuRMVV88MQ2yGFRU0wigyouKu_s7jNITg2CZrEjmH-nK/s1600/1668795404917739-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot;   src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPFfFwnXXTIKENFoFGj-BiP8LDUSjOMvTUhlNs5mwQIlCF0pXBG1VeDcz5tSnf3dTUcDKkZj9hmHYlGdQcPd-WOtwPMkR2eHc7BuRMVV88MQ2yGFRU0wigyouKu_s7jNITg2CZrEjmH-nK/s1600/1668795404917739-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para além do Departamento de Psicologia, existem outras experiências que devem ser ouvidas e divulgadas. Por isso, o Nutra entrevistou Gabriel Cabral, mestrando em Química Inorgânica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gabriel Cabral, estudante de mestrado em Química Inorgânica pela UFC (Universidade Federal do Ceará), ao ser indagado sobre sua pesquisa - relata que, atualmente, nos tratamentos de câncer o medicamento utilizado é à base de platina, mas esse remédio ocasiona diversos efeitos colaterais, por exemplo, problemas renais e neurológicos. Diante disso, Cabral tenta desenvolver um novo fármaco à base de cobre - este possui nutrientes às células humanas -, com a capacidade de eliminar a doença.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto, o desenvolvimento do medicamento pode contribuir a salvar uma vida, assim diz Gabriel, esperançoso com seu projeto. Além disso, ele possui profundo interesse pela temática. Assim, há dois anos no mestrado, ele conta que aprendeu bastante. Nesse sentido, pôr em prática as técnicas e os equipamentos estudados na graduação é algo que Gabriel aprecia muito. Entretanto, este expressa certo descontentamento na sua produção científica, pois, por se tratar de uma teoria totalmente experimental, é constante a quantidade de vezes que a teoria proposta é falha, além de haver uma grande limitação de equipamentos e reagentes disponíveis, isso causa atrasos. Ademais, Gabriel permanece cerca de 12 horas diárias no laboratório de segunda à sexta, e em alguns sábados precisa comparecer pela manhã. Isso aliado ao fato de receber uma bolsa de 1500,00 reais é algo que o desencanta. Ele, Gabriel, pontua que é impossível ter outra fonte de renda para além da bolsa acadêmica, assim, afirma que o dinheiro recebido é pouquíssimo. Dessa maneira, profere que, diante da realidade brasileira, o valor recebido não vale a pena ser seu “ganha pão”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nessa conjuntura, segundo Gabriel, no Brasil não há muitos institutos de pesquisa voltados à área de seu projeto, portanto, supõe-se que existe uma possibilidade frutífera para alavancar essa demanda em seu país.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante do exposto, Cabral postula uma dica valorosa aos futuros mestrandos: “Pense bastante a razão pela qual você está fazendo esse mestrado/doutorado. Estabeleça limites em relação a sua carga de trabalho e lembre-se que quem melhor conhece sua pesquisa é você mesmo; ouça as dicas do seu orientador, mas não tome como verdade absoluta tudo que ele diz.”&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/7179841363586315133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/11/apos-relatos-de-vivencias-da-pos_18.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7179841363586315133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7179841363586315133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/11/apos-relatos-de-vivencias-da-pos_18.html' title='&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM GABRIEL CABRAL '/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPFfFwnXXTIKENFoFGj-BiP8LDUSjOMvTUhlNs5mwQIlCF0pXBG1VeDcz5tSnf3dTUcDKkZj9hmHYlGdQcPd-WOtwPMkR2eHc7BuRMVV88MQ2yGFRU0wigyouKu_s7jNITg2CZrEjmH-nK/s72-c/1668795404917739-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-2497926291115779435</id><published>2022-11-17T14:11:00.001-08:00</published><updated>2022-11-17T14:11:01.687-08:00</updated><title type='text'>&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM CHICO ALENCAR </title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPMREIGiVmzbcys_tdTP8TS6mPk50aO_siQezafPn1ce23BYXi4QTZrpQIO7GQ-wjEDK76yLynsgnFQ4Mz_RWmiP45CIa-Dlm-5PJ_pSI_4G0UknQKIlU9nBV8cT0MObkCfPEQJrak9pw_/s1600/1668723052526562-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot;   src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPMREIGiVmzbcys_tdTP8TS6mPk50aO_siQezafPn1ce23BYXi4QTZrpQIO7GQ-wjEDK76yLynsgnFQ4Mz_RWmiP45CIa-Dlm-5PJ_pSI_4G0UknQKIlU9nBV8cT0MObkCfPEQJrak9pw_/s1600/1668723052526562-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dando continuidade ao &quot;Após: Relatos de Vivências da Pós-graduação&quot; trouxemos a entrevista com Chico Alencar. Chico é formado em Psicologia pela UFC (Universidade Federal do Ceará), possui mestrado também pela UFC e, atualmente, está no doutorado, na mesma universidade. É membro do Núcleo de Psicologia do Trabalho (NUTRA) desde o quarto semestre da graduação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando indagado sobre sua proposta de pesquisa, Chico relata que no mestrado a ideia foi realizar um estudo sobre processos de informalização do trabalho e migração laboral, a partir de uma investigação de inspiração etnográfica sobre uma categoria de trabalhadores informais conhecida no Ceará, principalmente, como galegos ou crediaristas. Assim, na pesquisa, Chico se propôs a vivenciar e compreender a estrutura e atividade dos galegos, seus processos organizativos e os impactos das atividades que eles exercem sobre a subjetividade desses trabalhadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto, Chico decidiu pesquisar sobre esse tema, pois, quando morava no interior do estado do Piauí, percebeu uma realidade recorrente de pessoas que - por não disporem de oportunidades de trabalho -, saiam do município para trabalhar nas periferias de médias e grandes cidades como galegos/crediaristas. Dessa maneira, ao ingressar no NUTRA, teve contato com a discussão que envolve a Psicologia e o mundo do trabalho. Então, Chico definiu que iria associar as reflexões feitas no núcleo com o contexto em que foi criado (no interior). Posto isso, tomou a atividade dos galegos como objeto de pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, Chico conta que foi uma experiência, extremamente, gratificante. Ele não nega que foi desafiadora, pois, por se tratar de uma pesquisa etnográfica, foi necessária vivenciar, na prática, a rotina de trabalho dos galegos. Ademais, pontua que não mudaria nada em sua trajetória de pesquisa, o que deixa claro seu contentamento. Sua pesquisa foi atravessada por inúmeras reflexões a respeito do mundo do trabalho, por exemplo, o fato de que trabalhadores criam inserções econômicas diante de uma falta de oportunidade e, para além disso, como essas inserções impactam nas subjetividades dos trabalhadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, Chico traz uma dica importante para futuros pesquisadores: “A dica que deixo é principalmente sobre o cuidado que se deve ter com a organização do tempo. Uma pós-graduação exige muito do estudante, os prazos são curtos, então é fundamental ter um bom planejamento.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/2497926291115779435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/11/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2497926291115779435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2497926291115779435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/11/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html' title='&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM CHICO ALENCAR '/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPMREIGiVmzbcys_tdTP8TS6mPk50aO_siQezafPn1ce23BYXi4QTZrpQIO7GQ-wjEDK76yLynsgnFQ4Mz_RWmiP45CIa-Dlm-5PJ_pSI_4G0UknQKIlU9nBV8cT0MObkCfPEQJrak9pw_/s72-c/1668723052526562-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-4092135111828355862</id><published>2022-10-11T13:36:00.001-07:00</published><updated>2022-10-11T13:36:17.917-07:00</updated><title type='text'>&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM PATRÍCIA LEMOS </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxXGV4CPoA-7Y-N7RUVPcgqDdEc-mOx7pzTaXEre_z_-4rf3mz7DjscfzqbWn3ZCyWyAiUcM-BnTd87fsi4tMT2KbBpL-9Qu7nBkLZywM7kZjWiz40RfSc-FAqaUGaGDQlAVn-r4vqkruH/s1600/1665520574425911-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot;   src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxXGV4CPoA-7Y-N7RUVPcgqDdEc-mOx7pzTaXEre_z_-4rf3mz7DjscfzqbWn3ZCyWyAiUcM-BnTd87fsi4tMT2KbBpL-9Qu7nBkLZywM7kZjWiz40RfSc-FAqaUGaGDQlAVn-r4vqkruH/s1600/1665520574425911-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Patrícia Lemos, estudante do curso de Doutorado da UFC (Universidade Federal do Ceará), possui a pesquisa voltada às questões raciais e o modo como o racismo afeta, sobretudo, as mulheres, e como estas podem desenvolver estratégias de enfrentamento e alteração de suas realidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dessa maneira, suas participações em coletivos de resistência negra e feministas; o acompanhamento da realidade de outras mulheres pretas e o modo como a discriminação racial atravessou sua experiência; bem como, o compromisso ético que esta discussão implica, levaram-na a pesquisar sobre a temática e perceber em si um interesse, desamisadamente, profundo na temática estudada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para mais, ela conta que a experiência na pós-graduação está sendo intensa em diversos sentidos: diante do nível de excelência do curso, que exige dos discentes grande compromisso e dedicação à produção acadêmica. Patrícia, por morar em outra cidade, precisa realizar deslocamentos semanais. Ademais, precisa conciliar as atividades do trabalho e de vida com a dinâmica ativa da pós-graduação. Por outro lado, o curso possibilita oportunidades de espaços de diálogos e aprimoramento das funções acadêmicas, ao passo que, significativamente, acrescenta no processo de construção docente. Assim, há a interação com outras pessoas e suas respectivas pesquisas, consequentemente, isso amplia o conhecimento científico e de mundo; permite a criação de novos e sólidos vínculos afetivos, além da desconstrução e reinvenção de percepções e ações. O curso também pode levar à abertura de novos campos e oportunidades de ascensão no trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto, Patrícia, quando perguntada a respeito da possibilidade de ter feito algo de diferente em sua trajetória, diz que se pudesse, teria investido mais na escrita e na produção acadêmica, na participação em grupos de pesquisa. Além disso, prepararia-se mais cedo para concursos públicos na área docente. No entanto, em geral, acredita que construiu um percurso comprometido e exitoso nos seus projetos. Para mais, ela deixa uma dica valiosa aos futuros pós-graduandos: “a dica é estar aberto às possibilidades de crescimento, mesmo quando elas parecem “exigentes” e nos provocam estranhamentos. Aproveitar as diferentes oportunidades o máximo possível. Ter organização, estabelecer prioridades, evitar a procrastinação para não vivenciar ciclos de exaustão e frustração posteriores. Quando vivenciada com equilíbrio e maturidade, a pós-graduação pode ser uma experiência grandiosa.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/4092135111828355862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/10/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/4092135111828355862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/4092135111828355862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/10/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html' title='&quot;Após&quot;: Relatos de Vivências da pós-graduação - ENTREVISTA COM PATRÍCIA LEMOS '/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxXGV4CPoA-7Y-N7RUVPcgqDdEc-mOx7pzTaXEre_z_-4rf3mz7DjscfzqbWn3ZCyWyAiUcM-BnTd87fsi4tMT2KbBpL-9Qu7nBkLZywM7kZjWiz40RfSc-FAqaUGaGDQlAVn-r4vqkruH/s72-c/1665520574425911-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-5817469209645452033</id><published>2022-09-28T10:08:00.001-07:00</published><updated>2022-09-28T10:09:47.934-07:00</updated><title type='text'>&quot;Após: Relatos de Vivências da pós-graduação&quot; </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfE62PXcFc3AYdM4vG9T0W-e2LyOTl3HaRRkYDcjvnuKuDy7UTaoRKbknP6WDXVg2Y9-HAXr0_xApEdORHF3dXYPX0hbwOS_Cl18T0KbRBb1ZgdtnlocoDdVfxj_fG1h917OhD3BPdIAR9/s1600/1664384875403986-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfE62PXcFc3AYdM4vG9T0W-e2LyOTl3HaRRkYDcjvnuKuDy7UTaoRKbknP6WDXVg2Y9-HAXr0_xApEdORHF3dXYPX0hbwOS_Cl18T0KbRBb1ZgdtnlocoDdVfxj_fG1h917OhD3BPdIAR9/s1600/1664384875403986-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Olá, classe trabalhadora!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para a quarta entrevista, conversamos com Vaneska Meyer, doutoranda do programa de pós-graduação do curso de Psicologia da UFC (Universidade Federal do Ceará). Além disso, a entrevistada possui especialização em Gestão de Pessoas e Psicodrama, isto é, é psicodramatista. Atua tanto na clínica quanto na academia (é professora do curso de Psicologia na Universidade Estadual do Ceará).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nessa perspectiva, Vaneska pontuou que sua pesquisa de mestrado foi a respeito do trabalho das donas de casa. Assim, afirma que não é um trabalho que é dado a devida atenção no que tange a valorização. Além disso, destaca que não é visto pelo mercado, pois não apresenta uma troca monetária. Ele possui um objetivo amoroso, por assim dizer. Ademais, para a pesquisa de doutorado, Vaneska está estudando como a pandemia afetou o trabalho reprodutivo dos homens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sob esta ótica, a professora deixa claro ao decorrer da entrevista o motivo pelo qual escolheu este tema para o mestrado e doutorado, isto é, o trabalho de reprodução e manutenção da vida. Nesse sentido, elabora que foi justamente a partir da sua experiência própria como mulher trabalhadora do lar que percebeu inúmeras diferenças entre homens e mulheres que desempenham este trabalho. Portanto, ao pensar esse cenário, Vaneska indagou-se sobre estas formas de trabalho, por exemplo, “De que forma a gente transforma a realidade para que os fenômenos do trabalho possam recair de maneira mais ou menos igualitária entre homens e mulheres?” Assim, Vaneska reitera que foram estas inquietações que a fizeram pesquisar a respectiva temática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, Vaneska conta a respeito dos pontos positivos e negativos em relação a sua pesquisa. Para ela, aproximar-se do próprio objeto de estudo, por ser uma mulher que realiza um trabalho doméstico reprodutivo e perceber, dentro de sua pesquisa, sua própria realidade, é um ponto positivo. Entretanto, é necessário, em certa medida, distanciar-se desse olhar mais pessoal, para assim, obter um olhar mais impessoal, no sentido de abstrair-se de cena.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ademais, ela relata que se houvesse a possibilidade de retroceder sua trajetória: teria feito o mestrado/doutorado antes de engravidar, pois possui duas filhas pequenas - e, pontua: “é um desafio.” Ela afirma que o mundo do trabalho perpassa por inteiro sua pesquisa, tendo em vista que esta é a respeito do trabalho reprodutivo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, Vaneska deixa uma linda dica para futuros mestrandos e doutorandos: apaixone-se pelo seu tema. Ela acredita ser a melhor maneira de ter um trabalho bem sucedido, pois, assim, será possível enfrentar inúmeras dificuldades que, eventualmente, aparecerão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/5817469209645452033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/5817469209645452033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/5817469209645452033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencias-da-pos.html' title='&quot;Após: Relatos de Vivências da pós-graduação&quot; '/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfE62PXcFc3AYdM4vG9T0W-e2LyOTl3HaRRkYDcjvnuKuDy7UTaoRKbknP6WDXVg2Y9-HAXr0_xApEdORHF3dXYPX0hbwOS_Cl18T0KbRBb1ZgdtnlocoDdVfxj_fG1h917OhD3BPdIAR9/s72-c/1664384875403986-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-3376212906126258959</id><published>2022-09-20T16:25:00.002-07:00</published><updated>2022-09-20T16:25:36.109-07:00</updated><title type='text'>&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqlOx5JEBPBqv-8l_FL6Y7y_iPv8ypXpuw2LN_4eIZ1YYT8tyHeuAAm04dqV3blB0251-XYOGq3QUVdjR-Oyehc9935Sj2TJs7EYb8I1bwgDTNt0wyA0KnNkHesz7bE9ADvQos-ph_JCC2BYeCZHQ02wrQSvAd14bhj3d7l-jBx_taKNwNFyN8zfbuBw/s731/WhatsApp%20Image%202022-09-20%20at%2020.17.13.jpeg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;419&quot; data-original-width=&quot;731&quot; height=&quot;183&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqlOx5JEBPBqv-8l_FL6Y7y_iPv8ypXpuw2LN_4eIZ1YYT8tyHeuAAm04dqV3blB0251-XYOGq3QUVdjR-Oyehc9935Sj2TJs7EYb8I1bwgDTNt0wyA0KnNkHesz7bE9ADvQos-ph_JCC2BYeCZHQ02wrQSvAd14bhj3d7l-jBx_taKNwNFyN8zfbuBw/s320/WhatsApp%20Image%202022-09-20%20at%2020.17.13.jpeg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Olá, classe trabalhadora!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A psicóloga Eveline, integrante do Núcleo de Psicologia do Trabalho (NUTRA) e doutoranda em Psicologia, foi a terceira entrevistada. A pesquisa da Eveline é voltada para os processos de precarização do trabalho a partir da trajetória laboral de trabalhadores de comida de rua e a forma como isso reflete sobre questões ligadas à informalidade e aos discursos sobre empreendedorismo e trabalho por conta própria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;Para explicar sua pesquisa para pessoas que estão fora do contexto da universidade, a pesquisadora explica que o fato de estudar ao longo dos anos da graduação em Psicologia sobre esses processos de precarização da realidade dos trabalhadores brasileiros a levou a refletir e questionar o discurso empreendedor sempre divulgado na mídia sobre &quot;ser seu próprio patrão&quot; e, assim, obter sucesso no trabalho. Ela explica que esse discurso revela realidades discursivas que são paradoxais e que levaram-na ao desejo de ouvir os depoimentos dos próprios trabalhadores, bem como, conhecer seus cotidianos de vida e trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Para Eveline, a pesquisa em si é maravilhosa, o fato de poder ouvir tantas trajetórias diferentes, os caminhos e descaminhos é um privilégio. A pesquisadora considera que escutar os trabalhadores nos faz repensar nossos próprios achismos enquanto investigadores, sujeitos e trabalhadores. No entanto, o caminho da pesquisa não é fácil, há empecilhos e percalços, principalmente se relacionarmos ao período mais recente da pandemia. Em sua experiência, fazer pesquisa é um trabalho árduo, mas vale a pena todo o percurso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ademais, se tratando de sua trajetória acadêmica, Eveline diz que poderia ter feito muitas coisas de forma diferente e que isso teria facilitado sua vida, acelerado a pesquisa, a escrita, aumentado a leitura de livros e de artigos. Porém, conclui que tudo é como é e que todo o caminho que fez a trouxe para onde está hoje, seu arcabouço teórico, seu delineamento metodológico, a escuta das histórias de vida desses trabalhadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A pesquisadora ainda explica que partindo da consideração de que o trabalho ocupa posição central em nossa produção subjetiva, tudo o que nos propomos a fazer é perpassado por ele e por isso pode-se afirmar que o mundo do trabalho repercute grandemente em sua pesquisa. As mais recentes transformações na esfera laboral são pontos importantíssimos em sua pesquisa, isso fica ainda mais evidente ao investigar sobre trajetórias do trabalho, na medida em que se estuda a história de vida dos trabalhadores&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A dica da Eveline para os futuros pesquisadores é que ao se propor a realizar uma pesquisa de mestrado ou doutorado você deve ter em mente que fazer pesquisa requer gostar de pesquisa. Muitas vezes o percurso da pesquisa fica nublado e o&amp;nbsp; que te faz seguir em frente é o aspecto afetivo por aquilo que você vem se dedicando há anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Portanto, nota-se, de acordo com o relato de Eveline, que o mundo do trabalho atravessa profundamente o cotidiano dos indivíduos e como é importante produzir conteúdos sobre este tema e explicita-se a importância de valorizar as pesquisas realizadas no âmbito das universidades públicas como uma forma de promover análises, mudanças e desenvolvimento social.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/3376212906126258959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3376212906126258959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3376212906126258959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos_20.html' title='&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqlOx5JEBPBqv-8l_FL6Y7y_iPv8ypXpuw2LN_4eIZ1YYT8tyHeuAAm04dqV3blB0251-XYOGq3QUVdjR-Oyehc9935Sj2TJs7EYb8I1bwgDTNt0wyA0KnNkHesz7bE9ADvQos-ph_JCC2BYeCZHQ02wrQSvAd14bhj3d7l-jBx_taKNwNFyN8zfbuBw/s72-c/WhatsApp%20Image%202022-09-20%20at%2020.17.13.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-8339045453768607469</id><published>2022-09-13T10:52:00.001-07:00</published><updated>2022-09-13T10:52:59.559-07:00</updated><title type='text'>&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfFcuQq88rrrrlOnZyWbtvsERRNuK8l-Cxngq-P6VPa6piD-LNzhMJZ-NCe9DGSGKAVy3WA6xpLxhZsK2HRtd-HfwYN7V1scT5YPdW1TGYn27lFm_jq1Jzy1fTn2zM929FgK1Z8kyvJPNo/s1600/1663091574128905-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot;   src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfFcuQq88rrrrlOnZyWbtvsERRNuK8l-Cxngq-P6VPa6piD-LNzhMJZ-NCe9DGSGKAVy3WA6xpLxhZsK2HRtd-HfwYN7V1scT5YPdW1TGYn27lFm_jq1Jzy1fTn2zM929FgK1Z8kyvJPNo/s1600/1663091574128905-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Olá, classe trabalhadora!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A segunda entrevista realizada pelo NUTRA (Núcleo de Psicologia do Trabalho) foi com Dímitre Moita -  psicólogo, mestre e doutor em Psicologia pela UFC (Universidade Federal do Ceará). Ele, em sua trajetória acadêmica, desenvolveu forte curiosidade pela Psicologia Social do Trabalho. Assim, aprofundou-se bastante no tema em sua vida universitária, por exemplo, foi membro do NUTRA. Atualmente, Dímitre é professor universitário do curso de Psicologia da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, onde ministra aulas nas disciplinas de Psicologia; Psicologia Social; Psicologia Social do Trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto, para entender a pesquisa de doutorado de Dímitre, o mesmo explicitou que consiste no entendimento de um modo específico de trabalho, isto é, como trabalhar com desenvolvimento de software; como os sujeitos dão manutenção aos programas, sites e aplicativos. Dessa maneira, ao ser indagado sobre suas motivações sobre a temática, Dímitre afirma que vislumbrou uma possibilidade de contribuir com a classe trabalhadora da área explicitada, aprofundando o diálogo a respeito dos impactos na vida particular desta, além de colaborar com a Psicologia Social do Trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Destarte, nota-se o quanto foi engrandecedora a pesquisa de pós-graduação de Dímitre. Ele afirma que: “Minha experiência de pós-graduação foi essencial para a constituição de quem sou hoje, para a definição de um lugar no mundo e de uma luta.” Infelizmente, Dímitre relata algumas barreiras diante da pesquisa: prazos, demandas de produção e condições precárias de sustento financeiro. Além disso, o entrevistado relata que se fosse possível fazer algo diferente em sua trajetória, ele teria integrado às práticas de pesquisa aos grupos sociais estudados. Quando foi perguntado sobre como o mundo do trabalho repercute em sua pesquisa, Dímitre pontua: “O mundo do trabalho é o substrato da minha pesquisa.” Desse modo, é notório que o desejo dele é colaborar para a compreensão das transformações do mundo do trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, Dímitre elabora uma dica para presentes e futuros pesquisadores: “A pós-graduação é um momento riquíssimo de formação e pode ser ainda mais rico quanto mais coletivamente vivenciado. Integrar grupos de pesquisa, se aproximar de colegas que estudam temáticas afins, cursar disciplinas em outros programas, participar das discussões sobre a estrutura do próprio curso, da representação discente, de reuniões de colegiado, enfim, quanto maiores as chances de experimentar uma imersão no curso, melhor!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até a próxima!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/8339045453768607469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos_44.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8339045453768607469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8339045453768607469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos_44.html' title='&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfFcuQq88rrrrlOnZyWbtvsERRNuK8l-Cxngq-P6VPa6piD-LNzhMJZ-NCe9DGSGKAVy3WA6xpLxhZsK2HRtd-HfwYN7V1scT5YPdW1TGYn27lFm_jq1Jzy1fTn2zM929FgK1Z8kyvJPNo/s72-c/1663091574128905-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-6501459062411563910</id><published>2022-09-06T15:03:00.000-07:00</published><updated>2022-09-13T10:50:46.885-07:00</updated><title type='text'>&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-K-oykHBy_bD22e4uvslbEpf24Ne2HIR2tTmkS9RFHEZh5PF3V3Fwr5Z0oj6YB3GJ78KSyC8_SCQc98Z0MhDD6bM5e1mEZA_1xNtKjAbnIfgyjE7qo705eaLEgTgU8sZqs4n6EgqB7lX-/s1600/1662501702722137-0.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
    &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-K-oykHBy_bD22e4uvslbEpf24Ne2HIR2tTmkS9RFHEZh5PF3V3Fwr5Z0oj6YB3GJ78KSyC8_SCQc98Z0MhDD6bM5e1mEZA_1xNtKjAbnIfgyjE7qo705eaLEgTgU8sZqs4n6EgqB7lX-/s1600/1662501702722137-0.png&quot; width=&quot;400&quot;&gt;
  &lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Olá, classe trabalhadora!&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como sabemos, as universidades públicas são o principal motor do desenvolvimento da ciência brasileira e, apesar dos cortes orçamentários expressivos dos investimentos nas pesquisas que aconteceram nos últimos anos e da falta de reconhecimento das universidades como responsáveis pela investigação científica no País pelos setores governamentais e pela sociedade, a ciência que se desenvolve dentro da universidade pública resiste e continua a duras penas a se desenvolver. É preciso reconhecer a importância da pesquisa e entender que as universidades públicas constituem a melhor solução para o desenvolvimento científico brasileiro. Sabendo disso o Núcleo de Psicologia do Trabalho (NUTRA), com o objetivo de divulgar as pesquisas produzidas no Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará e as experiências dos pesquisadores, entrevistou alguns estudantes da pós-graduação da UFC e divulgaremos essas pesquisas pelo Instagram e pelo blog Vida no Trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Camila Ribeiro, foi a primeira entrevistada, graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mas que iniciou seus estudos no curso de Psicologia da Universidade Estadual do Ceará em 2016. Atualmente, é pós-graduanda do mestrado em Psicologia na UFC na linha &quot;Subjetividade e Crítica do Contemporâneo&quot;, orientada pela Prof. Dra. Mariana Cavalcanti Liberato, é interessada em temas relacionados ao campo de estudos das imagens, produção de subjetividade, Saúde Coletiva, Saúde Mental, Reforma Psiquiátrica, Direitos Humanos, Interseccionalidade e Arte, a partir de referenciais da Esquizoanálise e dos Estudos Decoloniais e Feministas. Além disso, é colaboradora do Projeto de Extensão &quot;PASÁRGADA - Promoção de Arte, Saúde e Garantia de Direitos&quot;.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Explicando sua pesquisa para pessoas fora da Universidade, Camila diz que &quot;Minha pesquisa busca pensar o lugar da arte no cenário atual da saúde mental, investigando as novas relações que se estabelecem entre esta e uma realidade de desmonte dos serviços públicos de assistência à saúde, crise político-econômica e mudanças multissetoriais geradas pela pandemia. Para isso, pretendo acompanhar os usos da arte que ainda resistem em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Geral de Fortaleza, Ceará, de forma a criar um mapa de como se encontram as relações entre cuidado e arte nesse serviço, levando em conta o panorama trazido anteriormente, mas também - e principalmente - a conjuntura fortalezense vigente. Também aspiro, através de intervenções, fortalecer práticas de cuidado com arte no CAPS, seja com usuários, seja com profissionais do serviço.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que a levou a pesquisar sobre esse tema foi a sua inserção, em 2020, no CAPS Geral IV através de uma extensão do Pasárgada em parceria com o Programa de Educação Tutorial (PET), após isso Camila se apaixonou pelo campo da Saúde Mental e pelas temáticas de luta que o atravessam, como a Reforma Psiquiátrica e a Luta Antimanicomial. Justamente por conta desse projeto, acabou se inserindo no CAPS por meio do Estágio II. A arte, como dispositivo que atravessa a extensão, foi algo que perpassou boa parte das suas práticas em Psicologia. Camila relata também que &quot;Quando submeti meu projeto de mestrado, minha ideia inicial estava ligada aos estudos de imagens, em que eu pretendia analisar, através de oficinas com usuários de um&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;CAPS Geral de Fortaleza, o cuidado produzido no encontro entre arte audiovisual e atenção psicossocial. Ao longo do primeiro semestre do mestrado, esse projeto foi mudando, saindo do audiovisual para a fotografia, mas sem nunca sair da questão das imagens e dos seus usos políticos dentro do meu campo de pesquisa. No entanto, ao longo do meu processo na pós-graduação e do meu contato, agora como pesquisadora, com a saúde mental, outras questões foram pedindo passagem e fui sendo chamada para pensar o panorama atual da Reforma Psiquiátrica no Brasil e o lugar da arte em meio a tudo isso. Minha pesquisa nasce então de algo que foi se tornando urgente para mim na medida que fui percebendo as mudanças nas práticas de cuidado em saúde mental, a ambulatorização dos serviços, o desgaste dos profissionais, o incentivo à internação psiquiátrica, entre outras questões. Também veio de um processo de amadurecimento enquanto pesquisadora, assim como de um resgate daquilo que deu sentido para minha prática em psicologia: o cuidado com arte.&quot; Ao falar sobre esse processo de amadurecimento, Camila também expõe um ponto muito importante na trajetória de pesquisa que é a possibilidade e a flexibilidade para possíveis mudanças durante os estudos, novas temáticas, novas questões e novas reflexões acerca dos assuntos podem surgir e nem sempre o projeto de pesquisa seguirá uma trajetória linear.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sobre a sua experiência na pós-graduação, a pesquisadora garante que está sendo uma experiência muito diferente da graduação, um espaço para desconstrução de muitas coisas, como o &quot;ser&quot; pesquisadora, do fazer pesquisa e de tudo que atravessa essa prática. Esse momento envolve muitas questões, dúvidas e angústias, mas a pesquisadora acredita que tudo isso faz parte do processo. Camila conta que &quot;Quando você entra, você normalmente vem com uma ideia pronta de fazer pesquisa e, muitas vezes, traz conhecimentos fechados na sua cabeça que precisam ser repensados para que sua pesquisa possa fluir e fazer alguma diferença. Se eu pudesse resumir, a pós-graduação tem servido para cutucar, entre outras coisas, o meu ego enquanto sujeito pesquisador. Esse processo de amadurecimento&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e até mesmo de transformação que você passa (se você se permitir) seria um pró dessa experiência. Já um contra, infelizmente, é a situação das bolsas de pesquisa, pois está se empenhando nesse processo sem nenhum tipo de suporte financeiro é desmotivador. Fora isso, vale muito a pena seguir nesse trajeto.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sobre o que poderia ter sido feito de diferente em sua trajetória até o momento, Camila diz que teria se envolvido mais em pesquisa na graduação e, além disso, teria explorado mais a Psicologia ao invés de ficar presa em saberes e formas de fazer ciência específicos. A pesquisadora diz sentir falta de ter tido outras experiências e entrado em contato com outros sentidos e campos dentro da Psicologia. &quot;Mas nunca é tarde para seguir outros caminhos. No fim da minha graduação e agora no mestrado estou me abrindo mais para outras experiências e conhecimentos e isso tem feito toda a diferença na minha trajetória.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao explicar como o mundo do trabalho repercute em sua pesquisa, Camila explica uma das coisas que chamou sua atenção e foi importante para a &quot;virada&quot; de tema da sua pesquisa foi o desgaste físico e psicológico dos profissionais dos CAPS, os quais têm lidado, entre outras coisas, com elevadas exigências de trabalho, baixos salários, falta de recursos, superlotação dos serviços, dificuldades no trabalho em equipe e com a própria fragilidade da rede de assistência à saúde mental, que tem sofrido diversos ataques e desmontes de ordem macropolítica. &quot;Como resultado, a precarização da infraestrutura e dos processos de trabalho desses serviços tem afetado diretamente as práticas de cuidado oferecidas, aumentando a sua vulnerabilidade. Assim, essas questões do mundo do trabalho aparecem diariamente nos serviços substitutivos, de forma que isso deve ser mantido em vista a todo momento na minha pesquisa e foi o que me levou a querer envolver tanto usuários como trabalhadores do CAPS nas minhas intervenções.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A entrevista de Camila se encerra com a sua valiosa dica de veterana, &quot;A minha dica é ser equilibrade, aproveitando tanto projetos de extensão e ensino, como de pesquisa. Você não precisa fazer TUDO e adentrar todos os laboratórios, mas ter pelo menos uma boa experiência em cada eixo desse. E a minha segunda dica seria manter-se aberto. A graduação é também um momento de experimentação. Seguir um só caminho a graduação toda nem sempre significa que você vai seguir aquilo para sempre e quando você mudar de perspectiva, vai sentir falta de alguns conhecimentos e experiências que não conseguiu ter por ter se mantido fechado. Gosta de uma determinada abordagem? Tudo bem, mas não há problema em se envolver em outros projetos e atividades que não partem desse saber. Por algum motivo, a gente trata a graduação como especialização, o que nem sempre é interessante de se fazer. Então minha dica final é essa: não trate a graduação como especialização.&quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esperamos que conhecer um pouco mais dessas pesquisas faça nascer em cada um a vontade de seguir essa trajetória acadêmica ou até buscar formas de reconhecer a relevância desses estudos para a sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/6501459062411563910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6501459062411563910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6501459062411563910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/09/apos-relatos-de-vivencia-da-pos.html' title='&quot;Após: Relatos de vivência da pós-graduação&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-K-oykHBy_bD22e4uvslbEpf24Ne2HIR2tTmkS9RFHEZh5PF3V3Fwr5Z0oj6YB3GJ78KSyC8_SCQc98Z0MhDD6bM5e1mEZA_1xNtKjAbnIfgyjE7qo705eaLEgTgU8sZqs4n6EgqB7lX-/s72-c/1662501702722137-0.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-8411082168339625849</id><published>2022-06-28T13:56:00.000-07:00</published><updated>2022-06-28T13:56:02.822-07:00</updated><title type='text'>LGBT+ e o Trabalho no Mês do Orgulho!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEgoAWpSDgGhVMTQvgQwBZjAV9SD5SUgXvfZImwyy6426mJs_PSELrwLMG_OdueGpwEpPtE43FkjFNpvYJdyvkmUv1TiTRJWChNq4Psn1S6-kMbz8oQ18bGQOW2b0kb3gaymvLUGxT77fxSIsp8u8CUjVj8LYvfBSFjUG0RX39gpv4N_o4ZhHO_Rk7cieQ&quot;&gt;&lt;img height=&quot;344&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEgoAWpSDgGhVMTQvgQwBZjAV9SD5SUgXvfZImwyy6426mJs_PSELrwLMG_OdueGpwEpPtE43FkjFNpvYJdyvkmUv1TiTRJWChNq4Psn1S6-kMbz8oQ18bGQOW2b0kb3gaymvLUGxT77fxSIsp8u8CUjVj8LYvfBSFjUG0RX39gpv4N_o4ZhHO_Rk7cieQ=w673-h344&quot; width=&quot;673&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mês de junho é a época do ano em que o movimento LGBTQIA+ possui mais visibilidade, tendo em vista um evento histórico, mas não devemos esquecer que a luta é contínua e acontece em todos os meses do ano. Dessa forma, a escolha do mês de junho não foi algo aleatório, mas sim uma referência à revolta de Stonewall que ocorreu em Nova York no dia 28 de junho quando um grupo de homossexuais decidiu enfrentar e resistir frente a frequente violência policial sofrida pela população LGBTQIA+, o grupo permaneceu vários dias confinado no bar Stonewall Inn e recebeu o apoio de uma multidão que aprovava a resistência amontoada do lado de fora do bar, desde então o dia 28 de junho é tido como O Dia Internacional do Orgulho Gay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história do Brasil, a população LGBTQIA+ foi perseguida, passou por longos processos de marginalização, exclusão social e foi criminalizada quando as relações entre pessoas do mesmo gênero eram proibidas por leis. Mesmo depois da descriminalização, os preconceitos sociais e os estereótipos existentes não foram eliminados e, na verdade, a homossexualidade e a transexualidade ainda eram consideradas doenças no país. Somente no final do século XX, quando o Movimento LGBT nasceu de maneira organizada, políticas públicas e direitos voltados para a proteção da comunidade foram reivindicados. As vitórias mais recentes do movimento LGBT no Brasil foram o reconhecimento das uniões civis homoafetivas, o direito do uso do nome social por travestis e transexuais e a criminalização da LGBTfobia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, apesar das vitórias e da luta constante do movimento LGBT, essa minoria ainda está sub-representada na política brasileira e continua vulnerável a diversas formas de violência, além de possuir dificuldades no acesso a empregos, educação, cultura e saúde, o que impossibilita a adoção e a construção de novas medidas contra a LGBTfobia. Outro fator de impedimento se refere ao fato que a população LGBTQIA+ brasileira segue sendo &quot;desconhecida&quot;, uma vez que os levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são limitados e, muitas vezes, permeados por preconceitos e pela dificuldade de auto identificação de algumas pessoas. Ignorar esses dados é apagar a identidade dessas pessoas, limitar os modos de expressão que estão fora do que é considerado como padrão tradicional e, principalmente, ignorar o reconhecimento do problema público de exclusão social que essa parcela da população sofre em decorrência da LGBTfobia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mês de junho, mais do que nunca, devemos dar a devida visibilidade à luta pelas reivindicações dos direitos da população LGBTQIA+ no Brasil, país onde, principalmente durante os últimos 4 anos, o regresso, o preconceito e a intolerância são escancarados e expostos até mesmo nas falas dos nossos representantes políticos que passam a validar esse tipo de prática, muito comum em uma parcela da população mais conservadora do país, que se autodenomina de &quot;cidadãos de bem&quot; e se apoiam na defesa e na preservação da &quot;família tradicional brasileira&quot; para justificar o preconceito, a violência e a discriminação. Vale lembrar que, segundo o relatório elaborado pelo Grupo Gay da Bahia sobre mortes violentas de LGBTQIA+, o Brasil é o país onde a cada 26 horas uma pessoa LGBT é vítima de homicídio ou comete suicídio e, ainda assim, não se fala ou se dá a devida atenção à necessidade da garantia e da implementação dos direitos LGBTQIA + no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, nota-se que no cenário brasileiro ainda há diversos desafios para que este torne-se um ambiente mais receptivo vide a diversidade do seu povo. Mesmo diante de inúmeros avanços, permeia pela sociedade um sentimento prejudicial diante de determinados grupos, como o grupo LGBTQIA+. Assim, faz-se imprescindível relatar o contexto no mercado de trabalho. Infelizmente, os dados sobre o mercado de trabalho para a população LGBT são assustadores. Segundo pesquisa realizada pelo Center for Talent Innovation, 33% das empresas existentes no Brasil não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de chefia. Além disso, ainda segundo o relatório, 41% dos funcionários deste grupo afirmam já terem sofrido algum tipo de discriminação em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Portanto, são notórios os desafios enfrentados por esses sujeitos que, mesmo possuindo um excelente currículo e desempenho, são discriminados por serem quem são. Isso evidencia um problema extremamente profundo, visto que as consequências afetam, além do psicológico dos sujeitos, também suas vidas financeiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, 61% dos funcionários LGBT no Brasil escolhem esconder de colegas e gestores a sua orientação sexual por receio de represálias e possíveis demissões, segundo pesquisa do Santo Caos. Nessa perspectiva, compreende-se que há também um preconceito muito velado, por parte de colegas e gestores, que se mostra por meio de piadas e comentários às escondidas. Evidencia-se, então, que o ambiente de trabalho, muitas vezes, pode mostrar-se um ambiente extremamente estressante e criador de distúrbios mentais. O sujeito percebe-se em um local não empático, no qual precisa esconder-se para não atrair comentários maldosos. Ao negar-se, desenvolve inúmeros problemas que, ao longo do tempo, podem ser insustentáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre a temática, a Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (ANTRA) nos apresenta dados assustadores sobre o número de mortes de pessoas Trans. No Brasil, entre 2017 e 2021, ocorreram 781 mortes de pessoas trans brasileiras. O Ceará é o segundo estado que mais mata, atrás apenas de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Dani Albi, em entrevista para a Agência Brasil (2019), diz que pessoas trans recebem um maior estímulo para saírem da escola. Segundo a professora, são mais de 70% trans e travestis que abandonam o ensino básico em nosso país. Assim, não recebendo ensino básico que prejudicará, não somente a socialização dessa pessoa, como também, terá impactos na inserção no mercado formal de trabalho. Sendo, então, capturadas pelo mercado informal, por exemplo, o de prostituição. Desse modo, serão expostas às violências da rua: a maioria dos assassinatos de pessoas trans são mulheres Trans e travestis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso, vemos que os entraves da inserção de pessoas trans no mercado de trabalho formal vem muito antes do recrutamento e da seleção. Começa nas violências vividas nas escolas que obrigam essas pessoas a se privarem de um direito básico que não é assegurado pelo Estado, sendo ele muitas vezes conivente com essas violências através do silêncio dos profissionais dessas instituições. De acordo com a Antra (2022) a maioria dos assassinos de pessoas trans e travestis são soltos logo após serem apreendidos, mesmo confessando o crime. O conhecimento da impunidade pode ser um fator que reforça a execução desses corpos. Corpos marginalizados e destituídos da socialização escolar e muitas vezes da família e trabalho. Ainda segundo a associação, é reservado para pessoas trans e travestis um requinte de crueldade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É notória a pouca movimentação de políticas públicas para ações de suporte e introdução dessas pessoas no mercado formal. Nota-se um distanciamento de pessoas trans e travestis de espaços de socialização desde pouca idade. Esse aspecto pode contribuir para criar uma imagem distorcida dessa população, reforçado por setores conservadores do nosso país. O distanciamento entre suas performances de gênero e seus sexos biológicos afastam recrutadores dessa comunidade, dessa maneira, nos alertando para uma mudança radical no entendimento do corpo e performances de gênero em nosso mundo diverso e múltiplo. É necessário que as empresas entendam que pessoas LGBTQIA+ existem antes e depois de Junho. Esses corpos não se desintegram em purpurina no dia 30 de junho. Resistem 24h por dia, todo dia, todo ano. Vive-se por aquelas que se foram e por aquelas que virão e aquelas que sobrevivem hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu jamais pedirei a qualquer um de vocês por respeito. Eu vou exigir!”,&lt;br /&gt;Dominique Jackson 2020.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/8411082168339625849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/06/lgbt-e-o-trabalho-no-mes-do-orgulho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8411082168339625849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8411082168339625849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/06/lgbt-e-o-trabalho-no-mes-do-orgulho.html' title='LGBT+ e o Trabalho no Mês do Orgulho!'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEgoAWpSDgGhVMTQvgQwBZjAV9SD5SUgXvfZImwyy6426mJs_PSELrwLMG_OdueGpwEpPtE43FkjFNpvYJdyvkmUv1TiTRJWChNq4Psn1S6-kMbz8oQ18bGQOW2b0kb3gaymvLUGxT77fxSIsp8u8CUjVj8LYvfBSFjUG0RX39gpv4N_o4ZhHO_Rk7cieQ=s72-w673-h344-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-2909335684583650624</id><published>2022-05-02T07:44:00.002-07:00</published><updated>2022-05-02T07:45:39.321-07:00</updated><title type='text'>Primeiro de maio, dia de festa!?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEhPb4Q-5Tcok03XET-bYbbs-zdt2h7ezD82OrhrdF7r4QRK-IJ0o8se4Y9XNo-G_Pcg4kjAvi0WRNq5NPmywaEOrVhVhsghF0KiHHu5n4-1yk1-UNFafgDP0qwf-mM3GTkt84ZullroJq-LR4rHIohZ-wmg5fUkZXkBJGuZ3-DfNNsGkOdgHHU1qV8x4Q&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; data-original-height=&quot;634&quot; data-original-width=&quot;960&quot; height=&quot;321&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEhPb4Q-5Tcok03XET-bYbbs-zdt2h7ezD82OrhrdF7r4QRK-IJ0o8se4Y9XNo-G_Pcg4kjAvi0WRNq5NPmywaEOrVhVhsghF0KiHHu5n4-1yk1-UNFafgDP0qwf-mM3GTkt84ZullroJq-LR4rHIohZ-wmg5fUkZXkBJGuZ3-DfNNsGkOdgHHU1qV8x4Q=w563-h321&quot; width=&quot;563&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; Como já virou tradição, em abril, nós que fazemos o NUTRA nos reunimos para refletir sobre possíveis realizações para o primeiro de maio, data comemorativa do Trabalho. Esse momento tornou-se tradição porque a categoria trabalho é o elemento que constitui o eixo articulador da nossa filiação a Psicologia Social do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nossa reflexão já nos levou a diferentes propostas de ações que resgatem a centralidade autêntica da atividade laboral. Sim, estamos inseridos na academia e, portanto, refletimos sobre categorias teóricas determinantes que se entrelaçam na abordagem do tema – trabalho concreto e abstrato, precarização e flexibilização, temporalidade e espacialidade, neoliberalismo, subjetividade do trabalhador, dentre tantas outras. Nosso compromisso se reafirma, no entanto, com a classe trabalhadora, cada dia mais diversa e complexa. Adentramos numa corrida muitas vezes reativa de acompanhar as grandes mutações que operam no mundo do trabalho. As vezes compreendemos “na carne” a experiência de Sisifo, noutras, alimentamos a esperança de girarmos a chave para empreendermos uma transformação que derive dos trabalhadores no enfrentamento aos processos que atenuam e tendem a tomar como natural, processos que debilitam a resistência da força coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esse ano, por força do nosso planejamento, decidimos eleger como temática interna de nossa formação a questão das possíveis formas de resistência que podem ser articuladas pela classe trabalhadora. Essa opção parte do reconhecimento de que os modelos de inserção laboral e de práticas organizativas estão cada vez mais diversos e diferentes daqueles que foram experimentados na sociedade salarial. O neoliberalismo tem fomentado uma arquitetura diferenciada do modo de ser trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estamos diante de um cenário que se transmuta. Os direitos sociais foram ganhos obtidos pela força coletiva que tinham nos sindicatos o seu ícone perfeito. Eles, os sindicatos, nasceram em lugares com grande concentração de trabalhadores, como afirma Yanis Varoufakis, ex-ministro das finanças da Grécia. Diante, porém, nos novos modelos de organização do trabalho, pautados na desconcentração, na competitividade, no individualismo, na cultura digital – vocábulos precípuos do glossário neoliberal – o capitalismo engrossa a premissa do que Garcia Vega denominou em artigo publicado no El País, de tecnofeudalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O culto ao individualismo, de forma especial, é a “mais mortal” arma encontrada pelo ideário neoliberal para enfrentar a resistência que pode ser desenvolvida pela classe trabalhadora. Se pensarmos num cenário de lutas de classe, vemos que os trabalhadores estão quase que privados de uma capacidade reativa diante da aliança que se expande entre corporações, políticos conservadores e mídia favorável ao interesse do capital. As reformas trabalhista e previdenciária, ocorridas em nosso país nos últimos anos, são bastante representativas dessa aliança e somadas à premissa do individualismo e da competitividade, tornam a ideia de consciência de classe bastante difusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quando a lógica do mercado prevalece sobre os interesses sociais, acessamos a ideia de que a precarização se torna uma estratégia de produção subjetiva principalmente para os novos trabalhadores, aqueles que não experimentaram a força coletiva como resistência aos processos de exploração do capital, típicos da sociedade salarial. Isso acaba tendo reverberação entre aqueles que estão formalmente inseridos, porque se veem ameaçados de perder aquilo que foi fruto das conquistas sindicais ou, o que se torna mais preocupante, submete os precários – seja sobre a alcunha de empreendedores, seja como reconhecidamente fragilizados – à incerteza, a ausência de tempo pessoal e de um projeto de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nosso desafio agora é entendermos que é preciso pensar sobre estratégias de resistência, até porque os modos de organização do trabalho experimentados na contemporaneidade são distintos. Algumas das investigações que realizamos por meio da iniciação científica, dissertações e teses de nossos membros têm se voltado a pensar sobre essa temática. Esse será um assunto a ser debatido ao longo desse ano no NUTRA na nossa formação interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se por ocasião do primeiro de maio resolvemos trazer essa reflexão a tona, é porque reconhecemos que apesar de árdua, nossa luta deve ser cotidiana e que mesmo ao identificar que a data comemorativa cai num dia de domingo, ou talvez até por isso, nossa festa ou comemoração deve ser atravessada pela nossa luta em prol do trabalho. Que o primeiro de maio nos leve a sair do nosso isolamento e resgate nossa comunhão, como base para nossa resistência.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*Imagem Sebastião Salgado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/2909335684583650624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/05/primeiro-de-maio-dia-de-festa-como-ja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2909335684583650624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2909335684583650624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2022/05/primeiro-de-maio-dia-de-festa-como-ja.html' title='Primeiro de maio, dia de festa!?'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEhPb4Q-5Tcok03XET-bYbbs-zdt2h7ezD82OrhrdF7r4QRK-IJ0o8se4Y9XNo-G_Pcg4kjAvi0WRNq5NPmywaEOrVhVhsghF0KiHHu5n4-1yk1-UNFafgDP0qwf-mM3GTkt84ZullroJq-LR4rHIohZ-wmg5fUkZXkBJGuZ3-DfNNsGkOdgHHU1qV8x4Q=s72-w563-h321-c" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-7054992018975620551</id><published>2021-06-28T08:21:00.004-07:00</published><updated>2021-06-28T08:21:49.554-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>A Saúde mental dos (as) trabalhadores (as) sem trabalho</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;276&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOAwMx4D71u2uLUQkQiyih1pN5-W5BZNOWw7q_Yqn7qSPUDx5UI5uinmMZpI9laDFNFtU6zM_yySXusehcuQ0JmzSFCVlqiOTp9R8zqCxqVKsLV2vR5ZARYXSKxI7YRrdXGBpNJTVqVRSp/w581-h276/desemprego.jpg&quot; width=&quot;581&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho ostenta uma gama de significados para os sujeitos. Nesse sentido, segundo Barros e Oliveira (2009), além do campo econômico ele caracteriza também um papel social, uma forma de inserção na sociedade, bem como é estruturante da organização social, como também de identidade e interação social dentre outros. Já Antunes (2005) nos relata que o mundo do trabalho tem sido vital para mulheres e homens e que através do ato laborativo, que Marx chamou de “atividade vital”, essas pessoas se diferenciariam de animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, em vista dessa variedade de significado, pode-se presumir os impactos que o desemprego acarreta na saúde mental dos (as) trabalhadores (as). De acordo com Barros e Oliveira, (2009) pessoas em situação de desemprego possuem, com mais frequência e intensidade, sofrimentos relacionados à baixa autoestima, sentimento de vergonha e humilhação. O (a) trabalhador (a), no momento que vivencia essa experiência do desemprego, ainda segundo os autores, perde sua identidade social, perde seu status de “homem/mulher trabalhadora (a)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É perceptível nos programas policiais sensacionalistas de nosso país o discurso da maioria dos familiares das vítimas da violência, de evidenciar que a pessoa em questão possuía um trabalho, era um (a) trabalhador (a), denotando que ser trabalhador (a) possui um valor ético-moral. O pensamento cristão pode ser um corroborador dessa ideia. Antunes (2005), a respeito disso, afirma que o pensamento cristão sobre trabalho é entendido como um martírio e caminho para a salvação, dando sequência a um entendimento da questão do trabalho que por vezes é controverso. Então é frequente nos (as) trabalhadores (as) que se encontram em situação de desemprego, o sentimento de desamparo, exclusão e vergonha (Barros e Oliveira, 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a ideologia dominante culpabiliza o (a) trabalhador (a) por sua condição de desemprego, apontando que sua desqualificação ou falta de empregabilidade e proatividade é a razão para sua situação, logo, esse sujeito sofre pela falta material, perda de identidade e agora, também, pela responsabilidade de sua própria condição de desamparo (Barros e Oliveira, 2009). O que simplifica erroneamente uma temática complexa, excluindo aspectos históricos, sociais, políticos e econômicos vigentes em nossa sociedade que contribuem para a condição de desemprego de muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, no mês de junho de 2020, segundo Barros (2020), foram registrados 12,4 milhões de desempregados, atingindo assim 13,1% da população brasileira. Essa situação se agrava pelo contexto de pandemia do novo coronavirus (COVID-19) que, de acordo com Brooks e colaboradores (2020), aumenta a probabilidade de um quadro de ansiedade, disposição a depressão e afins. Corroborando para uma intensificação do sofrimento já proporcionado pelo desemprego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista do exposto, é nítida a influência negativa do desemprego na vida dos (as) trabalhadores (as). Contudo, isso não quer dizer que quem não esteja desempregado não tenha sua saúde mental afetada. Conforme Pinheiro e Monteiro (2007), há nos trabalhadores (as) um medo imperativo do desemprego, da falta de seu “ganha pão amanhã”. O trabalho precário torna-se então uma forma de sobrevivência desses sujeitos, mesmo sendo contra sua própria vontade (Nardi, 2006). Assim, submetem-se a esse tipo de trabalho para não se tornarem mais um entre milhões que compõem a classe trabalhadora sem trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Referência&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;*Imagem: Ana Rayssa/CB/D.A&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinheiro, L,R. Monteiro, J,K. Refletindo sobre desemprego e agravos à saúde mental. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho. 2007. Disponível em: ,http://pepsic.bvsalud.org/pdf/cpst/v10n2/v10n2a04.pdf &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antunes,R. O CARACOL E SUA CONCHA: Ensaio sobre a Nova Morfologia do Trabalho. Boitempo. São paulo. 2005.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nardi, H,C. Ética, Trabalho, Subjetividade. Ed. UFRGS, 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barros, C,A. Oliveira, T,L. Saúde Mental de Trabalhadores Desempregados. Rev. Psico., Organ. Trab. v.9 n.1. Florianópolis. 2009. Disponível: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rpot/v9n1/v9n1a06.pdf&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Barros, A. Desemprego sobe para 13,1% e atinge 12,4 milhões na 4ª semana de junho. Agência IBGE notícias. 2020. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/28310-desemprego-sobe-para-13-1-e-atinge-12-4-milhoes-na-4-semana-de-junho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brooks,S,K.Webster,R,K.Smith,L,E.Woodland,L.Wesseley,S.Greenberg,N. Rubin,G,J. The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. The lancet,2020. Disponível em: https://www.thelancet.com/action/showPdf?pii=S0140-6736%2820%2930460-8&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/7054992018975620551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/06/a-saude-mental-dos-as-trabalhadores-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7054992018975620551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7054992018975620551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/06/a-saude-mental-dos-as-trabalhadores-as.html' title='A Saúde mental dos (as) trabalhadores (as) sem trabalho'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOAwMx4D71u2uLUQkQiyih1pN5-W5BZNOWw7q_Yqn7qSPUDx5UI5uinmMZpI9laDFNFtU6zM_yySXusehcuQ0JmzSFCVlqiOTp9R8zqCxqVKsLV2vR5ZARYXSKxI7YRrdXGBpNJTVqVRSp/s72-w581-h276-c/desemprego.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-9000338384381803536</id><published>2021-05-01T05:53:00.000-07:00</published><updated>2021-05-01T05:53:46.941-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dia do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="precarização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>1º de Maio: A classe trabalhadora hoje tem algo a comemorar?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;529&quot; data-original-width=&quot;780&quot; height=&quot;245&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTMfra5Av7h2Ra5NapXCEgKzMNNmOOmYVXQyaEdvsY8LWImGZWHxFiOBjZrdkuMfZaoCO6nUFL68-M0P-DT1mJ2e4_M9ZxmE_0hp9nP807-ZaKAnnLS8fB3sWjc_7foztwMsugifcUH1Ed/w577-h245/1st+maio.jpg&quot; width=&quot;577&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em 1º de maio de 1886 nos Estados Unidos trabalhadores iniciaram uma grande greve na busca pela redução da absurda carga horária que era imposta à classe trabalhadora da época. O governo vigente respondeu com violência aos apelos de milhares de trabalhadores em todo o país. Prisões arbitrárias, julgamentos controversos e logo a morte de operários sindicalistas. Em Paris, em 1889, a segunda internacional homenageia os trabalhadores mortos, conhecidos como os mártires de Chicago, e institui o 1º de maio como o dia do trabalhador. No Brasil, segundo Silva e Ribeiro (1995), a data foi oficializada em 1925, sendo, ao decorrer do tempo, experienciada de forma distinta. Ora com festejo e homenagem organizado por sindicatos e autoridades públicas, ora apenas com debates referentes ao salário e, posteriormente, com uma tentativa de volta às ruas, mas com repressão da ditadura na década de 60.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando falamos de hoje, o (a) trabalhador (a) tem motivos para comemorar? Vivenciamos neste momento a pandemia do novo coronavírus, a qual de acordo com a World Health Organization (WHO) (2021) até o dia 30 de abril de 2021 mundialmente eram 150.110.310 casos confirmados e 3.158.792 de mortos. É nesse cenário trágico que a classe trabalhadora se encontra. Abarrotada no transporte público, expostos (as) ao vírus que, em muitos casos, já foi fatal para algum ente querido, os trabalhadores lutam para não se juntarem aos 13,9 milhões de desempregados que o IBGE totalizou no quarto semestre de 2020. É negado às (os) trabalhadoras (es), que tanto contribuíram e contribuem para nosso país, auxílio na renda nesse momento tão desolador no qual muitas (os) perderam seus empregos em vistas das medidas de distanciamento social tão importantes para o combate ao vírus. Vimos nos noticiários trabalhadoras domésticas serem acusadas de trazerem o vírus para a família de seus patrões, serem infectadas e morrerem sem a presença da família, não podendo realizar completamente os rituais religiosos e/ou&amp;nbsp; de despedida de seus entes em seus últimos momentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante da crise sanitária, social, política e econômica em virtude da Pandemia, estamos vivenciando mudanças bruscas em nossa relação com a vida, com os outros e com nós mesmos. O trabalho, atividade que sempre ocupou lugar central nas vidas de muitas pessoas, hoje para uma minoria pode ser motivo mantenedor de equilíbrio frente ao caos e sensação de desamparo que se vivencia no mercado laboral. Infelizmente, temos percebido que para a maioria da população a situação está sendo bem desafiadora. Dificuldades de adequação ao home office, o medo de continuar saindo para trabalhar com o vírus em circulação, ou pior, ficar em situação de desemprego. Essas são algumas de muitas situações diferentes em que os trabalhadores se encontram hoje. Sem saber o que se pode esperar do futuro, como manter o equilíbrio e reagir a isso tudo? Acreditamos que essa é uma luta coletiva e contínua, como sempre foi! É importante entender que estamos vivenciando um problema complexo e que está fora do controle individual e que exige ações coletivas. Apesar de estarem em situações diversas, há uma reestruturação e intensificação laboral comum a todos os trabalhadores e desempregados, de todos os diferentes setores. Pode essa, ser uma possibilidade de fortalecimento do sentimento de coletividade e cooperação social da classe que vem sendo enfraquecida pelas engrenagens do capitalismo? Essa cooperação é forte o suficiente para gerar uma resistência da classe trabalhadora nesse contexto de crise? Qual o poder dela diante das mudanças no mundo do trabalho que ocorrerão no pós Pandemia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, temos que fortalecer a ideia de que a luta e a mudança da realidade laboral são ações coletivas e que precisamos nos unir para cuidarmos de nossa saúde mental também enquanto coletivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A classe trabalhadora hoje tem algo a comemorar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Referência&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desemprego 2021 Disponivel em: https://www.ibge.gov.br/explica/desemprego.php acesso: 28/04/2021&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;NASCIUTTI, Jacyara Rochael. Pandemia e perspectivas no mundo do trabalho. Caderno de Administração, v. 28, n. Edição E, p. 82-88, 2020.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;World Health Organization (WHO). Who coronavirus (COVID-19) Disponivel em :https://covid19.who.int/ Acesso: 01. Mai 2021.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/9000338384381803536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/05/1-de-maio-classe-trabalhadora-hoje-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/9000338384381803536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/9000338384381803536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/05/1-de-maio-classe-trabalhadora-hoje-tem.html' title='1º de Maio: A classe trabalhadora hoje tem algo a comemorar?'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTMfra5Av7h2Ra5NapXCEgKzMNNmOOmYVXQyaEdvsY8LWImGZWHxFiOBjZrdkuMfZaoCO6nUFL68-M0P-DT1mJ2e4_M9ZxmE_0hp9nP807-ZaKAnnLS8fB3sWjc_7foztwMsugifcUH1Ed/s72-w577-h245-c/1st+maio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-7634992163411169805</id><published>2021-01-13T13:00:00.000-08:00</published><updated>2021-01-13T13:00:05.475-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gênero"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="home office"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>Trabalho doméstico na pandemia: Após o almoço no home office, de quem é a louça?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicEF1AmfmpzHWoABwT6whLeYvTAnHtZGpnPvWJiwJcan7oveoVGrQrS3IePyhburuvNFDmjNF8ib7K8_GDQAUQNbP7ok1-ShAiCldATIaimJKv7mT0JMhOxPD093L2E6s6Hye3whMfubsg/s1500/td.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1001&quot; data-original-width=&quot;1500&quot; height=&quot;496&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicEF1AmfmpzHWoABwT6whLeYvTAnHtZGpnPvWJiwJcan7oveoVGrQrS3IePyhburuvNFDmjNF8ib7K8_GDQAUQNbP7ok1-ShAiCldATIaimJKv7mT0JMhOxPD093L2E6s6Hye3whMfubsg/w625-h496/td.jpg&quot; width=&quot;625&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em dezembro de 2019 foi identificado um novo tipo de vírus que muitos países não estavam preparados para enfrentar. Autoridades governamentais do mundo orientaram aos seus cidadãos e cidadãs, que potencialmente tiveram contato com a infecção, que permanecessem em suas casas em quarentena (Brooks et al., 2020), para que não houvesse uma maior disseminação do até então desconhecido Coronavirus. A partir desse cenário, visou-se a implementação de home office em várias empresas. Ou seja, os trabalhadores e trabalhadoras iriam exercer suas atividades de modo remoto em suas casas. Antunes (2020), coloca que tal prática se caracteriza quase como um verdadeiro &quot;laboratório de experimentação” advinda do avanço informacional-digital que não é atual, mas que vem se intensificando com o tempo. O autor ainda afirma que a prática dessa forma (home office) traz alguns aspectos como: individualização do trabalho, menos práticas solidárias e coletivas no espaço de trabalho, fim da separação da divisão tempo de trabalho e tempo de vida, dentre outras que no ponto de vista do capital são vantajosas para os empresários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A duplicação e justaposição entre trabalho produtivo e reprodutivo, no home office, segundo Antunes (2020), incide no aumento do trabalho feminino nos lares brasileiros que, agora, em vista da pandemia, se fazem também “escritórios”. Em 2019, 92,1% das mulheres realizaram atividades domésticas, contra 78,6% dos homens (IBGE, 2019). A pesquisa considerou como tarefas domésticas atividades como: preparar ou servir alimento, arrumar a mesa, lavar a louça, cuidar da limpeza, cuidar dos animais domésticos, fazer compras e demais atividades feitas no lar. Com relação ao cuidado de pessoas, entendido pelo IBGE (2019), dentre outras ações, como o auxílio nos cuidados pessoais e nas atividades educacionais, 36,8% das mulheres afirmaram realizar essas atividades e 25, 9% dos homens cumprem o mesmo trabalho. Além disso, Brooks e colaboradores (2020) trazem que a experiência da quarentena pode trazer para as pessoas danos críticos à saúde mental, sintomas graves de depressão, estresse pós-traumático, raiva e baixo rendimento no trabalho. Contudo,como estamos vendo, a experiência da quarentena não é vivida igualmente entre homens e mulheres, sendo provável que dentro das residências brasileiras tenhamos, neste momento, trabalhadoras ainda mais adoecidas e sobrecarregadas com trabalho home office e o trabalho doméstico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esta pandemia, que outrora era apresentada, nas redes sociais e mídia, como “democrática, sem distinção de classe, raça e gênero”, distingue precisamente quem tem o direito, primeiramente ao emprego, em vista de que 14,6 milhões de brasileiros (as) foram afastados de seus empregos entre 24/05 e 30/05 (IBGE, 2020); e, também, os privilégios entre o trabalhador e a trabalhadora em regime home office. Pois, é sobre a mulher que o trabalho doméstico irá reincidir. Diferenciando profundamente a experiência da quarentena já tão danosa à saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, não se pode generalizar para todas as mulheres a vivência do trabalho doméstico como igual. Krúpskaia (1909-1910/2020) aponta que a mulher de posses transfere à empregada o dever do cumprimento dos afazeres de casa. Ainda assim, o trabalho recai para uma mulher, estendendo a relação de opressão. Pode-se observar algumas diferentes situações que muitas empregadas, em sua maioria negras, vivenciam nesse período de pandemia. Muitas foram demitidas pela crise instaurada, e até mesmo, pelo receio de serem vetores do vírus (DIEESE, 2020). Outras foram mantidas permanentemente sem poderem retornar a sua própria casa (ONU MULHERES, OIT, CEPAL, 2020). Também, houve as que se beneficiaram com ações governamentais na tentativa de manter o emprego de trabalhadoras que tiveram seus contratos suspensos ou salário reduzido, (DIEESE, 2020), uma alternativa para as famílias que não queriam demitir suas funcionárias. Ainda tiveram aquelas que não foram liberadas de seus trabalhos. Antunes (2020) nos lembra o caso de uma empregada doméstica que não foi liberada de seus serviços e foi infectada pela patroa que não a avisou que testava positivo para coronavirus, e que dias depois veio a falecer. Assim, ainda segundo Antunes, a produção social, que deveria atender às necessidades humanas-sociais, se entrega para a auto-reprodução do capital, tendo como consequência a “mercadorização da vida”. É negado às mulheres empregadas, pobres e negras o direito à quarentena. É imposto a essas trabalhadoras cuidados com sua saúde como de sua família, e ainda a realização das tarefas domésticas de sua casa e de seus patrões, tendo em vista que seu trabalho não oferece a opção home office. Ficando entre a exposição ao vírus e o desemprego em meio a uma devastadora pandemia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por fim, a fala de Krúpskaia sobre a hipocrisia do “respeito” pelo trabalho doméstico, no século passado, ainda se faz presente no século XXI, já que muitos que pronunciam esse respeito por esse trabalho jamais de fato o fazem (Krúpskaia, 1909-1910/2017). Segundo ela, enquanto a vida familiar estiver ligada a tarefas como limpar, cozinhar, educar os filhos e afins, o trabalho doméstico ainda recairá sobre a mulher, e aquelas que forem contra essa situação serão acusadas de não “amar” seus esposos e famílias. Ademais, como disse Silvia Federici em relação à falsa ideia de amor construída pelo patriarcado, (Tzul, 2017), tudo se faz por amor, que por amor se limpa e cozinha, mas esquecem de considerar que o que chamam de amor, não é nada mais que serviço não pago. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema do trabalho doméstico tem sido estudado no NUTRA, principalmente, sob a supervisão da pesquisadora Antônia Vaneska Timbó de Lima Meyer, professora substituta do curso de Psicologia da Universidade Estadual do Ceará (UECE), coordenadora do Núcleo de Apoio Psicossocial à Comunidade da UECE (NAPSI) e membro do NUTRA. Recomendamos, para um maior aprofundamento do tema, a leitura de sua dissertação de mestrado intitulada “O lugar do trabalho reprodutivo: um estudo com donas de casa da cidade de Fortaleza”, defendida em 2018 sob orientação do prof. Cássio A. Bras de Aquino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Apesar da discussão aqui abordada ser referente ao gênero Feminino, o texto foi redigido por um extensionista homem cis, com supervisão de sua orientadora, compreendemos a importância do protagonismo das mulheres e o local de reflexão e de mudança comportamental do homem cis na discussão. Estamos abertos ao diálogo e feedback de todas e todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O termo quarentena se difere de isolamento,porque o último se caracteriza como isolamento da pessoa que já tenha sido contaminada pelo vírus, distanciando-se das pessoas saudáveis, (Brooks et al., 2020).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem: Edilene Pereira, 41 anos. Toni Pires.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTUNES,R. Coronavirus: O trabalho sob fogo cruzado. 1. ed. São Paulo. Boitempo. 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BROOKS,S,K.WEBSTER,R,K.SMITH,L,E.WOODLAND,L.WESSELY,S.GREENBERG,N. RUBIN,G,J. The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. The lancet,2020. Disponível em: https://www.thelancet.com/action/showPdf?pii=S0140-6736%2820%2930460-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICO. Como ficou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda na Lei 14.020/2020(conversão da MP 936/2020). 2020.Disponível em: https://www.dieese.org.br/notatecnica/2020/notaTec243lei14.020_MP936.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICO. Quem cuida das cuidadoras: trabalho doméstico remunerado em tempos de coronavírus. 2020. Disponível em: https://www.dieese.org.br/estudosepesquisas/2020/estPesq96covidTrabalhoDomestico.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. 2019. Disponível em https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101722_informativo.pdf Acesso: 17/06/2020&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua-COVID19. 2020 Disponível em: https://covid19.ibge.gov.br/ acesso: 18/06/2020&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KRÚPSKAIA,N,K. Deve-se ensinar “coisas de mulheres” aos meninos? A revolução das mulheres, emancipação feminina na Rússia soviética. Boitempo. 2017. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A IGUALDADE DE GÊNERO E O EMPODERAMENTO DAS MULHERES – ONU MULHERES, ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRABALHO – OIT; COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE – CEPAL.Trabalhadoras remuneradas do lar na América Latina e no Caribe frente à crise do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Covid-19. Disponível em: https://www.cepal.org/pt-br/documentos/trabalhadoras-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;remuneradas-lar-america-latina-caribe-crise-covid-19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TZUL, G. EL Patriarcado del Salario: “Lo que llaman amor, nosotras lo llamamos trabajo no pagado”. 2017. Disponível em: https://www.resumenlatinoamericano.org/2017/02/14/el-patriarcado-del-salario-lo-que-llaman-amor-nosotras-lo-llamamos-trabajo-no-pagado/&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/7634992163411169805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/01/trabalho-domestico-na-pandemia-apos-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7634992163411169805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7634992163411169805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2021/01/trabalho-domestico-na-pandemia-apos-o.html' title='Trabalho doméstico na pandemia: Após o almoço no home office, de quem é a louça?'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicEF1AmfmpzHWoABwT6whLeYvTAnHtZGpnPvWJiwJcan7oveoVGrQrS3IePyhburuvNFDmjNF8ib7K8_GDQAUQNbP7ok1-ShAiCldATIaimJKv7mT0JMhOxPD093L2E6s6Hye3whMfubsg/s72-w625-h496-c/td.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-4678253320234039389</id><published>2020-12-11T13:18:00.000-08:00</published><updated>2020-12-11T13:18:20.281-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="precarização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>IDOSOS (AS) NO MERCADO DE TRABALHO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLb40QELlR-ZzmD7giasNOgbBuYBqw85gj6WVy7J3RYxNdi-UesweKO_dSBbu-n7NdszmCg3-cdCYhYXAGYjocUJY7QkuryVb_mqOFGAyjb2djRsm50V0DVuxUSihchFHLgv7AHcgGCEoX/s660/idosos+-+saude+do+trabalhador.jpeg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLb40QELlR-ZzmD7giasNOgbBuYBqw85gj6WVy7J3RYxNdi-UesweKO_dSBbu-n7NdszmCg3-cdCYhYXAGYjocUJY7QkuryVb_mqOFGAyjb2djRsm50V0DVuxUSihchFHLgv7AHcgGCEoX/s16000/idosos+-+saude+do+trabalhador.jpeg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período da vida comumente chamado “terceira idade” é ainda, muitas vezes, tido em nossa sociedade como um período de improdutividade, de decadência da força e da vida. Segundo Ramos, Souza e Caldas ( 2008) tais preconceitos derivam da falta de informação diante do potencial das pessoas idosas. Dessa forma, cria-se no mercado de trabalho uma estigmatização do envelhecimento como sinônimo de um processo degradante. Também podemos inferir que a falta de políticas públicas mais eficazes, tal como o déficit na fiscalização nas leis de proteção ao idoso fortificam a discriminação sofrida por essa população.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os autores Muniz e Barros (2014) afirmam que pela lógica mercantil rígida, tão presente em nossa sociedade atual, parar de trabalhar traz danos profundos aos âmbitos profissional, familiar e social da vida do trabalhador. Assim, o sujeito velho é isolado da sociedade e, nesse momento, é atribuído a ele uma imagem de um ser improdutivo e impotente. Segundo as Organização Mundial da Saúde (OMS) (2005), o grupo composto por pessoas “mais velhas” é formado por pessoas com idade a partir de 60 anos, e espera-se que até 2025 o Brasil seja o sexto país com a maior população de idosos no mundo (33,4 milhões). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista desse cenário de crescimento dessa população, é de grande importância a realização de discussões sobre a temática para a sua desmistificação e inclusive a realização de ações de preparação para a aposentadoria. Pois, de acordo com Ramos, Souza e Caldas (2008), embora por vezes o trabalho possa ser de alguma forma aversivo, sua perda promove um sentimento de solidão, angústia e até mesmo sentimentos destrutivos que podem, em última instância, levar à morte. Ademais, o trabalho continuado mesmo depois da aposentadoria, seja ele remunerado ou não, é um caminho trilhado por muito dos idosos hoje, tanto pelo benefício oferecido não suprir necessidades básicas, ou porque o aposentado é a fonte principal da renda da família (MUNIZ e BARROS, 2014) ou mesmo como uma forma de fortalecer o sentimento de pertença e integração social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com os autores supracitados, com esse grupo de pessoas com mais de 60 anos adentrando no mercado de trabalho, quando conseguem, se fazem necessárias adequações tanto dos sujeitos quanto das empresas no processo produtivo que nem sempre é fácil para o indivíduo. Em vista das altas taxas de desemprego e, segundo Muniz e Barros (2014), por estarem inseridos num sistema capitalista que exalta o jovem e busca a extinção do velho, esses indivíduos se veem muitas vezes obrigados a aceitar a precarização e desvalorização diante de uma sociedade que tende a não valorizar sua experiência, a não protegê-lo e também não cria políticas públicas para um acompanhamento dessa população que tende a crescer ainda mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista disso, podemos observar que há contradições nessa relação do idoso no mercado de trabalho e que queremos evidenciar em uma primeira discussão aqui no blog. Se por um lado, o idoso pode ser percebido como um corpo velho improdutivo e isolado, não se pode negar que, muitas vezes ele é o provedor da renda familiar e, em muitas situações, a sua experiência é essencial na solução de situações e conflitos laborais mais complexos. As altas taxas de desemprego, que os economistas neoliberais, segundo Nardi (2006), chamam de “taxa natural” do desemprego, são uma ferramenta de pressão perante, em específico aqui discutido, o (a) trabalhador (a) velho (a). Esses, portanto, mesmo sem conseguir dar continuidade ao seu trabalho e por ser a renda fundamental no seio familiar, adentram ao trabalho informal (MUNIZ e BARROS, 2014). Tais aspectos são característicos da globalização, que tende ao sucateamento de políticas sociais para um “possível” crescimento de acordo com a lógica neoliberal (NARDI, 2006). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses processos são bem conhecidos da população, mesmo que o teor político não seja percebido em um primeira momento. Tais ações de ataque aos trabalhadores, mais especificamente, velhos podem ser encontradas em produções da sétima arte, como no filme “Eu, Daniel Blake” que conta a história de um artesão que após um ataque cardíaco começa uma batalha contra o sistema de benefício social. O filme aborda questões aqui já discutidas de forma sensível, porém, deve-se lembrar que ainda assim é uma obra ficcional e comercial. Mas que é de grande valia para os espectadores. É nítida a supervalorização do capital diante da vida da classe trabalhadora que tanto foi explorada em toda sua vida e no final da mesma não tem as mínimas condições de gozar a cultura, o lazer e o convívio familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também convidamos aos leitores do Blog a conhecerem projetos que promovem ações de promoção de saúde no trabalho como o “Projeto de Valorização do Aposentado” e “Projeto de preparação para a Aposentadoria” que fazem parte do “Programa Saúde e Bem-Estar no Trabalho” desenvolvido pela Coordenadoria de Qualidade de Vida no Trabalho da Pro-Reitoria de Gestão de Pessoas da UFC. Segue o contato para mais informações: coqvt.progep@ufc.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Imagem retirado do site: eshoje.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;referências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização Mundial de Saúde (OMS). Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde; 2005. Disponível em &amp;lt;https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf&amp;gt; Acesso em: 31 out. 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nardi,H,C. Ética, Trabalho, Subjetividade. Ed. UFRGS. 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muniz, T,S. Barros, A. O trabalho idoso no mercado de trabalho do capitalismo contemporâneo. Ciências humanas e sociais.103-106. 2014. Disponível em: &amp;lt;https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/1079&amp;gt; Acesso em: 30 out. 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramos, E,L. Souza, N,V,O. Caldas, C,P. Qualidade de vida do idoso trabalhador. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em : &amp;lt;http://files.bvs.br/upload/S/0104-3552/2008/v16n4/a507-511.pdf&amp;gt; Acesso em 30 out. 2020.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/4678253320234039389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2020/12/idosos-as-no-mercado-de-trabalho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/4678253320234039389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/4678253320234039389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2020/12/idosos-as-no-mercado-de-trabalho.html' title='IDOSOS (AS) NO MERCADO DE TRABALHO'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLb40QELlR-ZzmD7giasNOgbBuYBqw85gj6WVy7J3RYxNdi-UesweKO_dSBbu-n7NdszmCg3-cdCYhYXAGYjocUJY7QkuryVb_mqOFGAyjb2djRsm50V0DVuxUSihchFHLgv7AHcgGCEoX/s72-c/idosos+-+saude+do+trabalhador.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-5052645726980453111</id><published>2019-11-11T05:42:00.002-08:00</published><updated>2019-11-11T05:42:47.381-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inteligência emocional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mcmindfulness"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mindfulness"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><title type='text'>A apropriação do Mindulness como espiritualidade do capitalismo, o Mcmindfulness.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbMsfLP3usp5VfWm02WH_eQzEiEB6UkqF1t9PItKmHyvCXg9vDVEG7ZwapV-l0ArA7pQyXMJ248o8qbeK3eXAVKABjiOSK6Qr-W1qcpsD9uo00n5d8oeex13lpLpx3A6DfhxUKD4eRtekd/s1600/imdest-mcmindfulness-ronald.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;516&quot; data-original-width=&quot;900&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbMsfLP3usp5VfWm02WH_eQzEiEB6UkqF1t9PItKmHyvCXg9vDVEG7ZwapV-l0ArA7pQyXMJ248o8qbeK3eXAVKABjiOSK6Qr-W1qcpsD9uo00n5d8oeex13lpLpx3A6DfhxUKD4eRtekd/s640/imdest-mcmindfulness-ronald.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: -0.05pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: -0.05pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Temos visto nos últimos anos, principalmente com a
expansão da “profissão” de coacing (tema pra outro texto) um crescente discurso,
dentro das organizações de trabalho, falando sobre o controle das emoções e inteligência
emocional, o que não deveria ser algo ruim, mas, a forma como isso vem sendo
tratado é que é o problema. Tem se colocado o controle ou a falta de controle
das emoções como o centro dos problemas laborais, como se o fato de alguém
desenvolver problemas dentro do ambiente laboral tais como estresse crônico ou
depressão fosse responsabilidade desses indivíduos, porque este não tem
controle sobre as emoções, o perigo disso é que esse modo de pensamento descartando
totalmente o contexto aboral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: -0.05pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 20.9pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Nessa onda de culpabilização e responsabilização do
trabalhador pelos problemas e patologias laborais surge mais uma moda revolucionária,
o &lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;“McMindfulness” uma forma de derivação da
prática espiritual &lt;i&gt;mindfulness&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;.
“&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Mindfulness é um conjunto de técnicas e práticas&lt;/span&gt;
que nasceu há séculos na Índia e o seu propósito não era apenas tirar o estresse
e fazer com que as pessoas se sentissem um pouco melhor, mas percorrer um
caminho espiritual que incluía muitas outras coisas além da meditação&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; padding: 0cm;&quot;&gt;per
si.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Um caminho de desenvolvimento ético e moral, que levava à
sabedoria e à compaixão, contudo o &lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;“McMindfulness”
é uma deturpação dessa prática, a secularização da técnica e o seu relativismo
carente de uma base moral abriu uma série de usos duvidosos do mindfulness,
chamados pelos seus críticos de “McMindfulness”, uma apropriação do capitalismo
por “profissionais” charlatões que buscam responsabilizar única e exclusivamente
o trabalhador pela sua qualidade laboral que &lt;/span&gt;ocorre quando o mindfulness
é usado, intencionalmente ou involuntariamente, para propósitos egoístas e que
melhoram o ego, o que contraria os ensinamentos budistas e abraâmicos para
deixar o apego ao ego e desenvolver meios hábeis compassivos para todos.&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 20.9pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;“O
McMindfulness tem como objetivo reduzir o stress dos indivíduos, mas não se
interessa pelas causas sociais do stress”&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;é vendido como se fosse uma panaceia para
qualquer estado mental de ansiedade. A prática de mindfulness não é indicada
para toda a gente, e alguns estudos começam a mostrar que pode, aliás, causar
ainda mais ansiedade e que a meditação tem efeitos adversos para algumas
pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;“Em vez de abandonar o ego,
McMindfulness promove o auto-engrandecimento; a sua função terapêutica é
confortar, entorpecer, ajustar e acomodar o eu dentro de uma sociedade
neoliberal, corporativizada, militarizada e individualista, baseada no ganho
privado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O McMindfulness tem como
objetivo reduzir o stress dos indivíduos, mas não se interessa pelas causas
sociais do stress. “No mundo empresarial, os cursos de mindfulness têm um
grande apelo porque se converteram num método moderno para subjugar a
inquietação dos funcionários, promovendo uma aceitação tácita do status quo, e
numa ferramenta instrumental para manter a atenção focada nos objetivos
empresariais”. O mindfulness, eles argumentam, precisa recuperar uma estrutura
ética que vai além do ajuste individual a uma sociedade baseada no capitalismo
de mercado que contribui para o stress e outras fontes de infelicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;As práticas do
McMindfulness psicologizam e medicalizam os problemas é cego para o atual
contexto moral, político e cultural do neoliberalismo. “Como resultado, não
compreende que uma sociedade individualista, terapeutizada e mercantilizada é,
em si mesma, uma grande geradora de sofrimento e angústia social”. Em vez
disso, o melhor que pode fazer, ironicamente, é nos oferecer uma “cura” individualista
e mercantilizada. Retira da empresa/organização a responsabilidade
pelo estresse que esta causa no trabalhador e coloca-a nos indivíduos, por isso
esta prática está sendo conhecida como a “espiritualidade do capitalismo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;FONTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;http://visao.sapo.pt/atualidade/entrevistas-visao/2019-10-27-O-mindfulness-e-a-espiritualidade-do-capitalismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 20.9pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;https://verdademundial.com.br/2019/08/o-mindfulness-capitalista/&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;PARA REFLETIR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;





















&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A apropriação e deturpação da prática de &lt;em&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-style: normal; padding: 0cm;&quot;&gt;mindfulness nos
mostra que, o mercado e o capital tem a capacidade de fazer uso de diversas
armas para se manter, sem que tenha a necessidade de se modificar. É importante
entendermos que o sofrimento no contexto aboral é diverso e amplo,
responsabilizar somente o trabalhador por sua saúde laboral é no mínimo
irresponsabilidade, por isso devemos ficar sempre atentos e informados para não
reproduzirmos esse discurso.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/5052645726980453111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/11/a-apropriacao-do-mindulness-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/5052645726980453111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/5052645726980453111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/11/a-apropriacao-do-mindulness-como.html' title='A apropriação do Mindulness como espiritualidade do capitalismo, o Mcmindfulness.'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbMsfLP3usp5VfWm02WH_eQzEiEB6UkqF1t9PItKmHyvCXg9vDVEG7ZwapV-l0ArA7pQyXMJ248o8qbeK3eXAVKABjiOSK6Qr-W1qcpsD9uo00n5d8oeex13lpLpx3A6DfhxUKD4eRtekd/s72-c/imdest-mcmindfulness-ronald.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-8839292025909569449</id><published>2019-09-23T18:20:00.000-07:00</published><updated>2019-09-23T18:20:08.098-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="suicídio"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><title type='text'>Setembro Amarelo, trabalho e suicídio</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0580yF7GSTAbjXpZEsz4Lk0aJDSdVf4pYbC1y05mBgD6YpQd2iECQAwWiFuvTz48PrnRNxDTuPc3R1AVNQ-SZlnl1MWsZDP1OndwOIx28KJ0Af7yh9xG5KhAsud3SRWe_SzL4Oqa0LEdi/s1600/image_setembro_amarelo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;560&quot; data-original-width=&quot;840&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0580yF7GSTAbjXpZEsz4Lk0aJDSdVf4pYbC1y05mBgD6YpQd2iECQAwWiFuvTz48PrnRNxDTuPc3R1AVNQ-SZlnl1MWsZDP1OndwOIx28KJ0Af7yh9xG5KhAsud3SRWe_SzL4Oqa0LEdi/s320/image_setembro_amarelo.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Setembro é considerado o mês luta e prevenção do suicídio. O
Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do
suicídio. No Brasil, foi criado em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da
Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de
Psiquiatria), com a proposta de associar à cor ao mês que marca o Dia Mundial
de Prevenção do Suicídio (10 de setembro). Entre as principais “causas” do
suicídio estão os a distúrbios mentais, alimentares, depressão ou momentos de
crise e estresse assim como o abuso, violência e perdas, além disso, as taxas
também são altas em grupos que sofrem preconceito como refugiados, migrantes ou
LGBT+.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Mas qual o impacto dessa companha dentro do contexto de saúde do
trabalhador?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Como tentativas de suicídio estão diretamente ligadas a
transtornos mentais, o ambiente laboral pode ser considerado tanto um fator de
risco quanto de proteção ligado a isso. &lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; letter-spacing: -0.3pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; letter-spacing: -0.3pt;&quot;&gt;O trabalho de um modo
geral, seja enquanto atividade remunerada ou não sempre atribuiu sentido a vida
do homem, com o passar das épocas a identidade e a dignidade do indivíduo passou a ser tanto moldada uanto fortalecida pelo trabalho enquanto atividade remunerada&lt;/span&gt;. Com as varias mudanças que o papel do trabalho foi sofrendo devido as mudanças que foram acontecendo na sociedade aumentou também a exigência e insegurança do trabalhador para poder dar conta de tudo que lhe é pedido, e, muitas vezes devido ao medo de perder o seu emprego esse trabalhador sse sujeita a situaões que podem causar ou agravar preuios a sua saúde mental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Essa crescente onda de&amp;nbsp;trabalho precarizado,
flexível, fragmentado como reflexo principalmente do grande aumento no número de desemprego&amp;nbsp;usa, frequentemente, a
sistemática de controle e autocontrole do indivíduo, que desestrutura emocionaete os trabaladores podendo levá-os mitas vees a eaustao tanto corporal qanto emmocional&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Standard&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Junto disso, o cansaço decorrente dessa tensão e angústia deixa
tais trabalhadores vulneráveis para o adoecimento mental, ou mesmo a piora
desse quadro. Em decorrência disso, os índices desse tipo de adoecimento têm
crescido ultimamente, assim como os afastamentos do trabalho por questões de
saúde mental ou até mesmo de doenças e impactos físicos que acometem também o
psicológico do indivíduo. &lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; letter-spacing: -0.3pt;&quot;&gt;De acordo com os dados da
pasta federal, as notificações de transtornos mentais relacionados ao trabalho
passaram de 122, em 2007, para 8.621 em 2017 – 60% das pessoas acometidas são
mulheres, e 40%, homens.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 9.75pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Apesar de todos esses dados, a questão do suicídio relacionado ao
trabalho ainda é um tema tabu e ignorado. Na realidade, quando se fala de saúde
mental, muito se fala de questões individuais e pouco se fala de questões
sociais e do trabalho. Discutimos muito a questão do indivíduo ter a
necessidade de sobrevivência daquele trabalho, e até mesmo de sentido da vida. &lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Segundo
a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão
associados a distúrbios mentais, sendo a depressão o mais comum deles, seguida
do transtorno bipolar e do abuso de substâncias. Já o estudo do Ministério da
Saúde aponta que muitos dos transtornos são provocados por variáveis
encontradas no cotidiano profissional.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;A esse quadro se acrescenta o incremento de atos de violência nas
relações laborais, associado ao estímulo à competitividade e à instalação da
indiferença com o sofrimento do outro. No marco das transformações, os
trabalhadores se sentem isolados e solitários em coletivo, sem reconhecimento
de suas potencialidades e criatividade, sem autonomia e liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 12.6pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Esses fatores são responsáveis pelo desencadeamento de diferentes
e novas patologias que estão na base do estado de mal-estar, responsável pelo
aumento de suicídios no e do trabalho, mostrando a nova estética da violência
em um mundo do trabalho globalizado, no qual o corpo do suicida contém pistas e
histórias, sobre o mundo do trabalho, que não foram reveladas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Além de outros
desdobramentos que são perceptíveis na falta de produtividade,
de motivação&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e na &lt;span class=&quot;StrongEmphasis&quot;&gt;falta de engajamento nas atribuições&lt;/span&gt;, além dos problemas de saúde, dentre elas, a depressão&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Situações
de estresse e depressão, muitas vezes, podem ser intensificadas pelo ambiente
físico no qual as pessoas frequentam”.&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 5.7pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 5.7pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Os homens são a maioria quando se fala em mortes por suicídio:
eles representam 79% dos casos. No entanto, as mulheres ocupam o triste
primeiro lugar no número de tentativas: dados do Ministério da Saúde apontam
que, das 48.204 pessoas que tentaram tirar a própria vida entre 2011 e 2016,
69% era mulheres e 31% homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 5.7pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 5.7pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;As campanhas te se mostrado muito importante no contexto de abrir um
espaço de fala sobre o assunto possibilitando uma maior sensibilização desse
trabalhador ou do empregador sobre o assunto, através da informação é possível eu
pessoas próximas possam perceber mudanças no comportamento de colegas de trabalho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 5.7pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 5.7pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 5.7pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 5.7pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Fonte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 5.7pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 5.7pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2019/09/02/setembro-amarelo-entenda-a-campanha-de-prevencao-ao-suicidio.htm&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 15.45pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;https://www.metropoles.com/brasil/saude-br/disturbios-no-trabalho-estimulam-tentativas-de-suicidio-2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 15.45pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Para Refletir&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 15.45pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Diante desse quadro devesse leva em consideração fatores eu podem
servir de proteção para que o suicídio não seja um fim em si mesmo. Os fatores
protetores na prevenção do suicídio podem incluir um bom suporte familiar,
prática de exercícios físicos, alimentação saudável, boa higiene do sono,
estabelecer limites, não sobrecarregar-se, aprender a dizer ‘não’, gerir o
estresse, além de acesso a serviços e cuidados de saúde mental”. Como uma alternativa
individual mas o mais importante é buscar ajuda o mais rápido possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 15.45pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Outro braço de atuação são as campanhas de prevenção do suicídio e
apoio emocional. É preciso dar espaço para debater o tema. “Um dos maiores
problemas na prevenção é o silêncio, então só de se trazer dados confiáveis já
há uma redução nos riscos. Muitas vezes relatar problemas emocionais pode ser
considerado um sinal de fraqueza, fazendo com que as pessoas reprimam as suas
emoções e não se exponham, aumentando também o risco”, comenta Correia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Textbody&quot; style=&quot;line-height: 115%; mso-pagination: none; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit;&quot;&gt;Seja quem estiver enfrentando pensamentos suicidas – você, um
colega de trabalho ou um subordinado –, o apoio é fundamental para superar essa
tempestade.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/8839292025909569449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/09/setembro-amarelo-trabalho-e-suicidio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8839292025909569449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8839292025909569449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/09/setembro-amarelo-trabalho-e-suicidio.html' title='Setembro Amarelo, trabalho e suicídio'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0580yF7GSTAbjXpZEsz4Lk0aJDSdVf4pYbC1y05mBgD6YpQd2iECQAwWiFuvTz48PrnRNxDTuPc3R1AVNQ-SZlnl1MWsZDP1OndwOIx28KJ0Af7yh9xG5KhAsud3SRWe_SzL4Oqa0LEdi/s72-c/image_setembro_amarelo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-6886761130688406679</id><published>2019-08-23T06:32:00.001-07:00</published><updated>2019-09-07T07:55:23.263-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aplicativos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="precarização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde do trabalhador"/><title type='text'>Trabalhadores de aplicativos. A precarização e seus impactos.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCRPjtKKWBPkXX6Fh4uPcjAw3DkNDVUTHSQ45g7JUMvupFsNwuGQKFsnrVjauYuipdLuFhUYFuUFPnOLUX1SxEeajbKcwp5UBeQU5HYfupRMYGX2DkGhUmKNr0dWY31_lsJHypWmFDRrCA/s1600/arton29642-bbafe.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;401&quot; data-original-width=&quot;603&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCRPjtKKWBPkXX6Fh4uPcjAw3DkNDVUTHSQ45g7JUMvupFsNwuGQKFsnrVjauYuipdLuFhUYFuUFPnOLUX1SxEeajbKcwp5UBeQU5HYfupRMYGX2DkGhUmKNr0dWY31_lsJHypWmFDRrCA/s1600/arton29642-bbafe.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr  BCX0 SCXW70222568&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; cursor: text; direction: ltr; font-size: 12px; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{2d082b49-05f1-4ea8-aace-7b83f3113437}{107}&quot; paraid=&quot;1158968210&quot; style=&quot;background-color: transparent; font-family: &amp;quot;segoe ui&amp;quot;, &amp;quot;segoe ui web&amp;quot;, arial, verdana, sans-serif; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;TextRun SCXW70222568 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , &amp;quot;calibri_msfontservice&amp;quot; , sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{2d082b49-05f1-4ea8-aace-7b83f3113437}{107}&quot; paraid=&quot;1158968210&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; text-align: justify; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;O Brasil hoje tem, cerca de 13 milhões de desempregados segundo
dados recentes do&amp;nbsp;IBGE&amp;nbsp;(IBGE, 2019), com isso tem se percebido um
aumento considerável no número de pessoas que tem recorrido ao trabalho
informal como forma de conseguir seu sustento diário. Esse tipo de trabalho
sempre foi uma realidade para o brasileiro de forma geral, visto que não há
vagas no mercado de trabalho formal para todos, por isso nos últimos anos as buscas pela atuação no mercado de trabalho
informal mostrou-se como uma alternativa para esse público, que não conseguiu sua colocação nos meios formais ou mesmo para os que buscam um complemento de renda e essas possibilidades ainda foram foram atualizadas com o surgimento e aumento das plataformas digitais de
serviços.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;As plataformas
digitais tem se mostrado como alternativa de trabalho acessível e um meio de conseguir
dinheiro “rápido”, isso se dá devido ao grande montante de usuários que recorre
a elas pela comodidade que proporciona, esse crescimento traz consigo também a
necessidade de pessoas para fazer o trabalho necessário para ela existir. Os trabalhadores
que recorrem a essa meio de trabalho, o fazem devido ao fato que essas &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;facilitam
o acesso a dinheiro em tempos de crise, e também pela ilusão presente de que
este trabalhador não tem patrão, formando um trabalhador &lt;i&gt;just in time,&lt;/i&gt; aquele que cumpre a demanda que surge e ganha de
acordo com seu trabalho.&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;Isso
pode ser interessante num primeiro momento, pois aquele que estava desempregado
há um tempo irá conseguir dinheiro para pagar suas contas, contudo a
desvantagem que esse tipo de trabalho tem trazido consigo é o agravo do estado
de precarização laboral, a realidade que se apresenta é que esses usos das
tecnologias vêm precarizando as relações de trabalho através da sedução de, por
exemplo, uma ilusória ideia de liberdade por não ter patrão. “Ao mesmo tempo em
que se livra do vínculo empregatício, a uberização (precarização) mantém, de
formas um tanto evidentes, o controle, gerenciamento e fiscalização sobre o
trabalho”, sem mesmo proporcionar alguma segurança para este trabalhador, estas
relações de trabalho segundo Aquino (2008),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;estaria demarcada por
formas cada vez mais frágeis de inserção e permanência no mundo do trabalho.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Devido a
essa realidade precária das relações de trabalho desse trabalhador digital, e o
fato deste só ganhar pelo que trabalha, sem direitos adicionais, muitos destes
trabalhadores tem se sujeitado a trabalhar várias horas do dia, sem descanso
semanal ou mesmo sem nenhuma qualidade ou saúde para conseguir realizar sua
atividade laboral, visto que até os veículos utilizados para a realização das
tarefas na maioria das vezes pertence ao próprio trabalhador ou a terceiros,
esse contexto tem gerado grande o número de acidentes e incidentes relacionados
a esses trabalhadores, tais como acidentes no percurso devido à grande carga de
entrega ou carga horária elevada, o que acentua no cansaço desse trabalhador ou
prejuízos para os trabalhadores devido a perda ou roubo dos veículos utilizados
nesse trabalho que é de responsabilidade dos trabalhadores, &amp;nbsp;entre outras
coisas que acarreta prejuízos na saúde desse trabalhador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;Um trabalhador formal está sujeito às mesmas
adversidades presente que pode se apresentar nessa forma de trabalho digital
informal, mas a diferença gritante que percebemos aqui é a de que, quando algo
acontece com alguns desses funcionários digitais, eles mesmos terão que arcar
com o ônus do ocorrido, visto que as empresas para qual estes prestam
serviço na sua grande maioria não se responsabilizará por essas questões, pois
o trabalhador é “seu próprio chefe” seguindo o discurso do empreendedorismo, ao
mesmo tempo essas grandes empresas ganham uma porcentagem significativa em cima
da atividade desse trabalhador, com isso percebemos que há um desequilíbrio nessa
balança e os trabalhadores acabam arcando com todos os prejuízos dessa relação de
trabalho.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Para compreendermos esse fenômeno da crescente uberização do
contexto laboral,&amp;nbsp;é necessário,&amp;nbsp;uma visão mais&amp;nbsp;ampla dos
contextos existentes,&amp;nbsp;e buscar compreender isso é também um&amp;nbsp;exercício
de&amp;nbsp;empatia para com esses trabalhadores digi&lt;/span&gt;tais que&amp;nbsp;estão dispostos
a&amp;nbsp;atuar nesse contexto e se&amp;nbsp;submeterem a condições de trabalho que
não apesentam quase que nenhuma segurança para a realização de suas tarefas.
Ao fazermos esse exercício podemos perceber que o contexto laboral pode sim ser
tanto um fator de proteção, que ajudará a melhoras a vida desse trabalhador,
quanto um fator de risco, trazendo um adoecimento ou agravando se esse contexto
não oferece para o seu funcionário uma forma digna e decente de desenvolver seu
trabalho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;segoe ui&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr  BCX0 SCXW70222568&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; cursor: text; direction: ltr; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{ef7c1716-40af-40d8-b36e-c3b973e2bc7f}{126}&quot; paraid=&quot;185399285&quot; style=&quot;background-color: transparent; font-size: 12px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;EOP SCXW70222568 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr SCXW146448303 BCX0&quot; style=&quot;clear: both; cursor: text; direction: ltr; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW146448303 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{61702b4b-08c7-47e5-88d7-30c2b4ab3f68}{119}&quot; paraid=&quot;20539883&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;TextRun SCXW146448303 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;EOP SCXW146448303 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; text-align: justify;&quot;&gt;https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/03/29/internas_economia,1042184/brasil-tem-13-1-milhoes-de-desempregados-ate-fevereiro-revela-ibge.shtml&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{ef7c1716-40af-40d8-b36e-c3b973e2bc7f}{126}&quot; paraid=&quot;185399285&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;EOP SCXW70222568 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;font-family: inherit; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr SCXW146448303 BCX0&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; clear: both; cursor: text; direction: ltr; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative; user-select: text;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW146448303 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{61702b4b-08c7-47e5-88d7-30c2b4ab3f68}{88}&quot; paraid=&quot;889741428&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;EOP SCXW146448303 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/6826-uberizacao-traz-ao-debate-a-relacao-entre-precarizacao-do-trabalho-e-tecnologia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;EOP SCXW146448303 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;http://webcache.googleusercontent.com/searchq=cache:P8UeDdVDAAwJ:seer.uece.br/%3Fjournal%3Dopublicoeoprivado%26page%3Darticle%26op%3Ddownload%26path%255B%255D%3D140%26path%255B%255D%3D211+&amp;amp;cd=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{ef7c1716-40af-40d8-b36e-c3b973e2bc7f}{126}&quot; paraid=&quot;185399285&quot; style=&quot;background-color: transparent; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr  BCX0 SCXW70222568&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; cursor: text; direction: ltr; font-size: 12px; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{cc772bd1-a34d-47d0-abf2-89886aae38c3}{5}&quot; paraid=&quot;261144123&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;TextRun SCXW70222568 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;PARA REFLETIR&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;EOP SCXW70222568 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;OutlineElement Ltr  BCX0 SCXW70222568&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; cursor: text; direction: ltr; font-size: 12px; margin: 0px; overflow: visible; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;Paragraph SCXW70222568 BCX0&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; paraeid=&quot;{cc772bd1-a34d-47d0-abf2-89886aae38c3}{67}&quot; paraid=&quot;1345760613&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-user-drag: none; background-color: transparent; color: windowtext; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; user-select: text; vertical-align: baseline;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;TextRun SCXW70222568 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;O número de pessoas que tem recorrido ao trabalho informal através das plataformas digitais de prestação de serviços aumentou bastante, devido a diversos fatores, porem a precarização que acompanha esses trabalhadores traz consigo diversos&amp;nbsp;problemas, tais como, a falta de suporte do aplicativo para&amp;nbsp;com esse trabalhadores em caso de doença, a falta de estabilidade e segurança no trabalho, a falta de compromisso por parte&amp;nbsp;das grandes empresas donas dos aplicativos, etc. Iss&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;TextRun SCXW70222568 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;o tudo so&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;TextRun SCXW70222568 BCX0&quot; data-contrast=&quot;auto&quot; lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot; xml:lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;mado a insegurança na prática do trabalho&amp;nbsp;pode trazer grandes prejuízos para esse trabalhador, por isso são necessários&amp;nbsp;questionarmos essas novas práticas laborais, questionarmos&amp;nbsp;esse novo modelo de emprego que tem crescido e como tudo isso tem afetado a saúde desse trabalhador, para que possamos pensar em alternativas&amp;nbsp;mais humana de trabalho e emprego.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;EOP SCXW70222568 BCX0&quot; data-ccp-props=&quot;{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}&quot; style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 19.425px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/6886761130688406679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/08/trabalhadores-de-aplicativos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6886761130688406679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6886761130688406679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/08/trabalhadores-de-aplicativos.html' title='Trabalhadores de aplicativos. A precarização e seus impactos.'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCRPjtKKWBPkXX6Fh4uPcjAw3DkNDVUTHSQ45g7JUMvupFsNwuGQKFsnrVjauYuipdLuFhUYFuUFPnOLUX1SxEeajbKcwp5UBeQU5HYfupRMYGX2DkGhUmKNr0dWY31_lsJHypWmFDRrCA/s72-c/arton29642-bbafe.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-6520410949967052542</id><published>2019-04-22T09:29:00.003-07:00</published><updated>2019-04-22T09:29:40.963-07:00</updated><title type='text'>Abril Verde - Mês da Conscientização sobre a Saúde e Segurança do Trabalhador</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikfemO8prvVi2jp5YAnjC6RWidxLw5M4ADbCmnJn3FT16enYV5J7PrU9fVBQCK7Qx_QIyUjRbd0lckxojtRJdN67GuCSx-dOf7L28ejgvvemUnfpEREOcbUxaDmczUb1Z1eHjZsopTU5x4/s1600/images.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;225&quot; data-original-width=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikfemO8prvVi2jp5YAnjC6RWidxLw5M4ADbCmnJn3FT16enYV5J7PrU9fVBQCK7Qx_QIyUjRbd0lckxojtRJdN67GuCSx-dOf7L28ejgvvemUnfpEREOcbUxaDmczUb1Z1eHjZsopTU5x4/s1600/images.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;O
mês de Abril traz consigo uma campanha muito importante para o trabalhador e
ainda pouco conhecida, é a campanha Abril Verde que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333;&quot;&gt;visa à conscientização e à prevenção de acidentes de trabalho&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;,
já ouviu falar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Esta campanha teve inicio em 2014 &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333;&quot;&gt;Criado como um movimento de iniciativa da população, o Abril
Verde conta com a participação voluntária e espontânea de pessoas que desejam
apontar a necessidade para a implantação de uma nova cultura para a prevenção
de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. O objetivo é garantir
segurança, tranquilidade e melhores condições trabalhistas para todos os brasileiros.
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&quot;&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;tem como intuito trazer à
sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A
mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e
Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os acidentes de trabalho e
os agravos à saúde do trabalhador, e mobilizar o envolvimento da sociedade, dos
órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações,
sociedade civil organizada para prevenir e alertar sobre os problemas que
ocorrem no mundo do trabalho e em decorrência do mesmo. Essa iniciativa quer
trazer saúde e a prevenção para dentro do local onde passamos grande parte do
nosso dia, da nossa vida e produzimos a riqueza da sétima economia do
mundo.&quot;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: black;&quot;&gt;O mês de Abril foi escolhido pois é
neste mês mais especificamente no dia 28 de abril que pessoas&amp;nbsp;de todo o
mundo celebram o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do
Trabalho”.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background: white; box-sizing: border-box; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 15pt; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e
escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no
estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005,
foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas
de Acidentes e Doenças do Trabalho, além disso também é comemorado em abril o
dia mundial da saúde demonstrando assim a importância deste mês e o motivo de
escolha da cor verde, que é usada como símbolo dos cursos de saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background: white; box-sizing: border-box; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 15pt; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Para se ter ideia da importância da data a cada 48 segundos um trabalhador
sofre um acidente em seu ambiente de trabalho, e a quase cada 4 horas ocorre um
acidente fatal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #181818;&quot;&gt;numa lista com mais de 200 países, ocupamos o quarto
lugar no ranking das nações que mais registram mortes durante atividades
laborais, atrás apenas dos Estados Unidos, Tailândia e China. Nos acidentes de
trabalho, somos o quinto colocado, depois de Colômbia, França, Alemanha e,
novamente, EUA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333;&quot;&gt;“É possível buscar a ajuda do Movimento Abril Verde para que
você possa implantar os procedimentos de segurança necessários e também tudo o
que se precisa para que a conscientização do trabalhador ocorra. A dica é que
sejam realizados debates, seminários, palestras, mobilizações sociais em grupo
e voluntárias, adoção do símbolo da campanha Abril Verde, o laço verde, em todo
o ambiente corporativo e também em forma de sinalizações pessoais aos
funcionários, iluminação com tons de verde em empresas que possuem este recurso
e diversos outros métodos para chamar a atenção da população à prevenção e a
segurança trabalhista.&lt;/span&gt;”&lt;span style=&quot;color: #181818;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.abrilverde.com.br/site/#home&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; text-align: left;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.abrilverde.com.br/site/#home&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.anamt.org.br/portal/2019/03/27/abril-verde-campanha-visa-a-conscientizacao-e-a-prevencao-de-acidentes-de-trabalho/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.anamt.org.br/portal/2019/03/27/abril-verde-campanha-visa-a-conscientizacao-e-a-prevencao-de-acidentes-de-trabalho/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cesteh.ensp.fiocruz.br/noticias/brasil-e-um-dos-paises-com-maior-numero-de-mortes-e-acidentes-de-trabalho-no-mundo-sera-o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.cesteh.ensp.fiocruz.br/noticias/brasil-e-um-dos-paises-com-maior-numero-de-mortes-e-acidentes-de-trabalho-no-mundo-sera-o&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Courier New, Courier, monospace;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;Para Refletir: O trabalho ocupa um lugar primordial&amp;nbsp;na vida da maioria das pessoas, muitas moldam suas personalidades a partir do sonho&amp;nbsp;de exercer uma profissão, entendo isso podemos&amp;nbsp;perceber o quanto essa campanha é importante. Promover um ambiente de Trabalho sem riscos ao trabalhador é imprescindível para o bom desenvolvimento&amp;nbsp;de sua atividade laboral, entendendo que esses riscos vão alem de somente físicos,mas também&amp;nbsp;é necessário&amp;nbsp;o cuidado com a saúde mental. O trabalho de conscientização deve ser cada vez mais forte e massivo, para assim alcançar o maior numero de pessoas e instituições&amp;nbsp;possível, mas não basta somente a conscientização, é necessário a adesão e compromisso de todos os atores&amp;nbsp;envolvidos,&amp;nbsp;pois é mais que indispensável que o trabalhador tenha condições tanto físicas&amp;nbsp;quanto mentais para exercer suas tarefas sem&amp;nbsp; riscos a sua saúde, contribuindo assim para uma maior qualidade de vida.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/6520410949967052542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/04/abril-verde-mes-da-conscientizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6520410949967052542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/6520410949967052542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/04/abril-verde-mes-da-conscientizacao.html' title='Abril Verde - Mês da Conscientização sobre a Saúde e Segurança do Trabalhador'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikfemO8prvVi2jp5YAnjC6RWidxLw5M4ADbCmnJn3FT16enYV5J7PrU9fVBQCK7Qx_QIyUjRbd0lckxojtRJdN67GuCSx-dOf7L28ejgvvemUnfpEREOcbUxaDmczUb1Z1eHjZsopTU5x4/s72-c/images.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-3342552013646082820</id><published>2019-03-31T08:04:00.002-07:00</published><updated>2019-03-31T08:12:20.531-07:00</updated><title type='text'>Mulheres e o mercado de trabalho: os desafios da igualdade</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXAY07jKfYPkLyvv03eizu5Y0tpbxjGXuEwc9sI0t9F3BaIRrNL__1aPfFaMNfJVjDmd4CfLlfIJ0K6cJrAUshVY8SqNkth8EzzxDY7AQGBT3xTCoB7-ODlj30BeaQbdDwBkZ_IRlRs7LH/s1600/56defc5582bee10ed506128fdiamulher_site1.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;456&quot; data-original-width=&quot;620&quot; height=&quot;235&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXAY07jKfYPkLyvv03eizu5Y0tpbxjGXuEwc9sI0t9F3BaIRrNL__1aPfFaMNfJVjDmd4CfLlfIJ0K6cJrAUshVY8SqNkth8EzzxDY7AQGBT3xTCoB7-ODlj30BeaQbdDwBkZ_IRlRs7LH/s320/56defc5582bee10ed506128fdiamulher_site1.jpeg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
As mulheres são maioria da população no Brasil. Vivem mais tempo, têm mais educação formal e ocupam 44% das vagas de emprego registradas no país.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;&amp;nbsp;No entanto, o número de mulheres desempregadas é 29% maior que o de homens. E quando falamos das posições de liderança, embora a porcentagem de mulheres CEOs no Brasil tenha crescido de 5% em 2015 para 16% em 2017, elas ainda representam apenas 2,8% dos cargos mais altos.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Pode ser que você já tenha visto essas informações, mas talvez ainda não tenha parado para entender a fundo as barreiras enfrentadas por uma mulher que tenta se desenvolver profissionalmente e construir sua carreira no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Para ajudar a entender melhor e eliminar essas barreiras dentro da sua empresa, que tal dar uma olhada no que os dados dizem sobre o assunto?&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;EQUIPARAÇÃO SALARIAL: temos mesmo que esperar um século?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Cem anos. De acordo com o relatório do último Fórum Econômico Mundial, esse é o tempo estimado para que a diferença salarial entre homens e mulheres desapareça. Atualmente, elas recebem 74,5% do salário dos homens ocupando os mesmos cargos.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Entre 2013 e 2017, as buscas no Google por &quot;desigualdade de gênero no mercado de trabalho&quot; cresceram 451% e por “mulher ganha menos” aumentaram 298%.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;4&lt;/span&gt;Isso sugere que apesar do caminho em direção à equidade de gênero ainda ser longo, elas estão cada dia mais interessadas pelo assunto e conscientes dessa urgência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Por outro lado, a consciência sozinha cria um mecanismo de pressão? Em teoria, não. Mas é um bom ponto de partida para pensar em iniciativas que empoderem as mulheres para irem atrás do que lhes é de direito.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;MATERNIDADE: é justo ter que escolher entre filhos e carreira?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
A americana Maya Angelou, escritora, ativista de direitos civis e historiadora, disse que a esperança e o medo não podem ocupar o mesmo lugar.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;5&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Certamente não estava descrevendo o mercado de trabalho, mas poderia representar o que muitas profissionais brasileiras sentem na pele quando decidem ser mães.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
As buscas por “congelamento de óvulos “ cresceram 89% nos últimos cinco anos – 25% somente no ano passado – e servem como um belo indicativo de que, mesmo as mulheres que querem ter filhos, ainda sentem a necessidade de adiar a maternidade por receio de perder oportunidades enquanto tentam conciliar carreira e família. A procura por termos relacionando demissão, estabilidade e licença maternidade cresceu mais de 300% nos últimos 5 anos.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Já as buscas por “MEI licença maternidade” cresceram mais de 700%, sugerindo que um grande número de mulheres considera abraçar o empreendedorismo depois de serem mães.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;7&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Os dados da pesquisa Mulher Empreendedora realizada pela Robert Half em 2016&amp;nbsp;confirmam essa hipótese, revelando que, em 85% das empresas brasileiras, metade das profissionais deixa o emprego após o nascimento do primeiro filho.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;8&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
É um bom momento para as empresas que já perceberam que, para não perder mão de obra qualificada, é preciso fazer algumas transformações no ambiente corporativo. As mulheres são capacitadas e não querem ficar paradas. A exemplo disso, a busca por ‘empresas que contratam grávidas’ cresceu 221% entre 2015 e 2017.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;9&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;ASSÉDIO NO AMBIENTE DE TRABALHO: 2018 e ainda precisamos falar disso&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Se um comportamento deixa alguém desconfortável, ele precisa ser repensado. Observando as pesquisas no Google, vemos um forte movimento nessa direção: as co-buscas (pesquisas realizadas em um intervalo de 30 minutos) sobre assédio e machismo dobraram de 2016 para 2017.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
No último ano, vimos o início do que pode vir a ser o debate definitivo para estabelecer mais segurança para mulheres em seus ambientes de trabalho. Movimentos como Time’s Up e Me Too partiram de Hollywood trazendo à tona histórias e nomes para mostrar que nenhuma indústria está livre do problema. Dentro do tema, “assédio moral no trabalho” é atualmente o 2º termo mais buscado no Google. O lado positivo disso? Está cheio de gente tentando resolver o problema. Só em janeiro de 2018 mais de 1000 vídeos sobre o termo&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;&quot;mansplaining&quot;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(quando um homem se propõe a explicar as coisas para uma mulher, assumindo automaticamente que, por ser mulher, ela não tem conhecimento ou compreensão do tema) foram publicados no YouTube para ensinar as pessoas sobre a importância de respeitar o espaço, a voz e a vez delas.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;REPRESENTATIVIDADE : inspiração para ir mais longe&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Mulheres são mais educadas formalmente e mais qualificadas para as vagas de emprego. Elas representam 55,1% das universitárias e 53,5% do total de alunos de pós-graduação, de acordo com o IBGE.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;11&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Apesar disso, uma pesquisa da HP mostra que elas só se candidatam para uma vaga se forem capazes de preencher todos os pré-requisitos. Já os homens mandam o currículo com apenas 60% das habilidades exigidas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Mas elas estão cada vez mais engajadas em reivindicar os espaços que podem - e devem - ocupar nesse processo de transformação do mercado. A expressão “empoderamento feminino” foi 4x mais buscada em 2017 do que em 2012. Quando falamos de &quot;empoderamento feminino no mercado de trabalho&quot;, são mais de 459 mil resultados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Há um interesse constante e crescente em descobrir maneiras, informações e outras mulheres que possam inspirar essa transição.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;&quot;AJUDA NÃO VALE&quot;: uma divisão de tarefas mais justa é fundamental para a mudança&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Mas o mercado de trabalho não é o único desafio: ainda existe a questão da dupla jornada. Um levantamento recente da Oxfam mostra que ter um emprego e ser a maior - às vezes, a única - responsável pelos afazeres domésticos e cuidados com a família, ainda é a realidade da maioria das mulheres no mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Para ilustrar o que isso significa, segundo o estudo, se fôssemos remunerá-las por suas horas de trabalho em casa, seriam injetados 10 trilhões em dólares na economia mundial.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;12&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Com uma maior parceria dentro do ambiente familiar, mais mulheres conseguiriam se dedicar à conquista dos cargos que sonham.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;box-sizing: inherit; color: #424242; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; font-weight: 400; line-height: 1.3; margin: 3.75rem 0px 1em;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; color: #616161;&quot;&gt;FAZENDO PARTE DA MUDANÇA: vamos acelerar essa transformação?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
As soluções em prol da igualdade de gênero podem surgir de onde menos esperamos. Na prática, algumas ações básicas (e até mesmo óbvias) ajudam a encurtar essa jornada. Em um processo seletivo, por exemplo, é importante ter em mente que esse é um momento fundamental de trazer mais diversidade para seu time. As empresas em que mulheres ocupam pelo menos 30% dos papéis de liderança são 1.4 vezes mais propensas a ter um crescimento contínuo e lucrativo.&lt;span style=&quot;box-sizing: inherit; font-size: 15px; line-height: 0; position: relative; top: -0.5em; vertical-align: baseline;&quot;&gt;13&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Assim, que tal incentivar mulheres a candidatarem-se para as suas vagas? Dê chance para que elas possam mostrar o seu trabalho, avalie as candidatas única e exclusivamente pela sua competência profissional. E se você for líder de uma mulher, incentive-a a ir ainda mais longe na carreira, ofereça oportunidades de crescimento e dê o devido crédito quando o trabalho for dela. Estimule diálogos abertos e honestos sobre igualdade de gênero, onde todos tenham espaço para errar, aprender, questionar e pedir ajuda.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Cabe a todos nós estimularmos a mudança de consciência dentro das empresas. Talvez o mais importante seja percebermos que, todos nós, de alguma forma, ainda somos parte do problema. Ninguém está livre de ter algum tipo de viés, e estarmos atentos a isso já é um passo rumo à transformação. Vamos juntos!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Fonte: thinkwithgoogle&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Disponível em:&lt;a href=&quot;https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/mulheres-e-o-mercado-de-trabalho-os-desafios-da-igualdade/&quot; style=&quot;font-size: 1.25rem;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/mulheres-e-o-mercado-de-trabalho-os-desafios-da-igualdade/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: inherit; color: #757575; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.25rem; line-height: 1.8; margin-bottom: 1.875rem;&quot;&gt;
Para Refletir: No mês em que se comemora o dia Internacional da mulher podemos notar que ainda há muito o que se conquistar. As lutas das mulheres durante mais de um século depois da tragédia que originou essa comemoração já resultou em grandes conquistas, tanto sociais quanto no que diz respeito ao mundo do trabalho, mas ainda há muito o que se fazer e para isso não basta apenas conhecer essa luta, mas é um dever de todos apoiar e participar de forma ativa na manutenção do que já foi conquistado e no avanço de novas conquistas femininas na sociedade.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/3342552013646082820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/03/mulheres-e-o-mercado-de-trabalho-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3342552013646082820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3342552013646082820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2019/03/mulheres-e-o-mercado-de-trabalho-os.html' title='Mulheres e o mercado de trabalho: os desafios da igualdade'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXAY07jKfYPkLyvv03eizu5Y0tpbxjGXuEwc9sI0t9F3BaIRrNL__1aPfFaMNfJVjDmd4CfLlfIJ0K6cJrAUshVY8SqNkth8EzzxDY7AQGBT3xTCoB7-ODlj30BeaQbdDwBkZ_IRlRs7LH/s72-c/56defc5582bee10ed506128fdiamulher_site1.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-8395466805797264596</id><published>2018-06-26T17:43:00.000-07:00</published><updated>2018-06-26T17:43:34.065-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>Em Portugal, existe um banco onde a moeda não é o dinheiro e sim o tempo.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ9I7V6T8pM30rv8lKn3PcphV4evBuH5Wm3O1j2QnalPVB80jwU4PkrovjWUKDee_lgZcTP1_Zwq65fqauUDL6n7iU4_BxsZKftSDE46xvsYm2Rur7HnLzu-Gnn1FxDalw0otoje5pbSsq/s1600/Banco-do-Tempo-696x335.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;335&quot; data-original-width=&quot;696&quot; height=&quot;154&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ9I7V6T8pM30rv8lKn3PcphV4evBuH5Wm3O1j2QnalPVB80jwU4PkrovjWUKDee_lgZcTP1_Zwq65fqauUDL6n7iU4_BxsZKftSDE46xvsYm2Rur7HnLzu-Gnn1FxDalw0otoje5pbSsq/s320/Banco-do-Tempo-696x335.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&quot;O Banco do Tempo funciona como um sistema de troca de ações solidárias. A instituição troca o dinheiro pelo tempo para que as pessoas possam fazer serviços umas para as outras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Cada membro oferece e recebe um serviço. Por exemplo, tratando-se de um médico, ele pode oferecer uma consulta a quem não tem condições de pagar pelo serviço e, depois, receber um serviço em troca de outro membro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;“Através das trocas e dos encontros, o Banco de Tempo enriquece o mundo relacional das pessoas que nele participam, joga um papel importante na recuperação, em novos moldes, da solidariedade entre vizinhos e no combate à solidão; favorece a colaboração entre pessoas de diferentes gerações, proveniências e condições sociais. Contribui também para o desenvolvimento e partilha de talentos e facilita o acesso a serviços que dificilmente poderiam ser obtidos, dado o seu valor de mercado. O Banco de Tempo suscita questionamentos e incentiva mudanças no modo como vivemos em sociedade”, diz o site do banco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;O serviço é pago com um “cheque do tempo”. Quem prestou o serviço deposita o cheque, que é creditado em sua conta, e pode a partir daí obter serviços oferecidos pelos outros membros do banco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Cada hora de trabalho prestada por um membro equivale a uma hora de serviço qualquer que ele precise no futuro. O bacana é que todas as horas têm o mesmo valor, independente do serviço oferecido. Uma economia solidária e justa.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;b style=&quot;background-color: white; font-family: heveltica; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Fonte: Revista Pazes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;background-color: white; color: #999999; font-family: heveltica; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #666666; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; font-weight: 400;&quot;&gt;Disponível em:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.revistapazes.com/banco-moeda-e-tempo/&quot;&gt;https://www.revistapazes.com/banco-moeda-e-tempo/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;u style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 12pt; font-weight: bold; text-align: justify;&quot;&gt;Para refletir:&lt;/u&gt;&lt;b style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;Em Portugal, criaram o Banco do Tempo, uma instituição que visa a troca de serviços entre os usuários, tendo objetivos díspares das atuais entidades financeiras presente no mundo capitalista. Nele o sujeito oferece seus serviços profissionais ou não, e recebe um &quot;cheque do tempo&quot; que é creditado em sua conta, podendo assim ser usado para obter serviços de outros usuários. Em última instância, a solidariedade é a única moeda de troca presente nesta instituição, pois todos os serviços &lt;/span&gt;permutados possuem igual valor,&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;independente da especialidade, nível de complexidade ou atividade oferecida. O Banco do Tempo uniformiza o tempos dos sujeitos e transpassa assim as particularidades de cada profissão, promovendo a colaboração entre diferentes gerações e classes sociais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/8395466805797264596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/em-portugal-existe-um-banco-onde-moeda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8395466805797264596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8395466805797264596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/em-portugal-existe-um-banco-onde-moeda.html' title='Em Portugal, existe um banco onde a moeda não é o dinheiro e sim o tempo.'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ9I7V6T8pM30rv8lKn3PcphV4evBuH5Wm3O1j2QnalPVB80jwU4PkrovjWUKDee_lgZcTP1_Zwq65fqauUDL6n7iU4_BxsZKftSDE46xvsYm2Rur7HnLzu-Gnn1FxDalw0otoje5pbSsq/s72-c/Banco-do-Tempo-696x335.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-699582977872338291</id><published>2018-06-19T17:32:00.000-07:00</published><updated>2018-06-19T17:49:06.170-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>Renda básica universal: a última fronteira do Estado de bem-estar social</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg07Ye_nTTqxush2yIzPwBAUoQohZDiSlMT6ioaCE7SQlBuMkfaGmnJ8grFn5o0rcl4Kttq_BmuMqkx-SevpElWaWyp9QEfnp2HUNXH07zDqbwljERozqVb2xdpM-GH2hmhqL7XYvMBTPyv/s1600/1529054985_121637_1529058334_noticia_normal_recorte1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1068&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;427&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg07Ye_nTTqxush2yIzPwBAUoQohZDiSlMT6ioaCE7SQlBuMkfaGmnJ8grFn5o0rcl4Kttq_BmuMqkx-SevpElWaWyp9QEfnp2HUNXH07zDqbwljERozqVb2xdpM-GH2hmhqL7XYvMBTPyv/s640/1529054985_121637_1529058334_noticia_normal_recorte1.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;(&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;Um
grupo de pessoas faz fila para entrar em um refeitório social em Madri&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;foto-autor&quot;&gt;VÍCTOR SAINZ)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-autor&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;“Os testes com salário garantido para todos os cidadãos
independentemente de estar trabalhando se multiplicam pelo mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;



&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“Porque
aqueles que existem são &lt;span style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;cada vez
menos eficazes diante da desigualdade&lt;/span&gt; ou do &lt;span style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;desaparecimento
de milhares de empregos por causa da robotizarão&lt;/span&gt;, da economia dos
algoritmos e da inteligência artificial”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“Em vários países da OCDE, apenas uma em cada
quatro pessoas que procuram trabalho recebe algum subsídio”, diz Herwig
Immervoll, chefe de Políticas Sociais para o Emprego da organização que reúne
as nações mais desenvolvidas do planeta”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“Sob este céu escuro começa o debate da Renda
Básica Universal (RBU). Uma renda mínima que todas as pessoas receberiam
“simplesmente” por existir”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“A Renda Básica Universal pode ser uma
ferramenta útil diante da desigualdade, mas isso não é o fim da história”, diz
Branko Milanović, economista e professor da Escola de Políticas Públicas da
Universidade de Maryland”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“Os críticos da proposta apelam à experiência e
ao dinheiro. “Não existe nenhum país neste momento que a esteja aplicando, não
há nenhuma prova sólida, prolongada no tempo e com caráter universal para
introduzi-la”, critica Miguel Ángel Bernal, professor no Instituto de Estudos
da Bolsa de Valores (IEB) da Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&quot;Um país cuja distribuição de renda tenha
muitos ricos e poucos pobres poderia financiar uma renda universal. Mas as
economias ocidentais não são assim. Sua distribuição tem um viés para rendas
menores e, como resultado, um sistema dessa natureza necessitaria de impostos
mais altos, causando problemas econômicos e políticos”, diz Nicholas Barr,
professor de Economia Pública da London School of Economics. E conclui: “Uma
RBU completa não é viável”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;“Um dos projetos-piloto mais entusiasmantes
acontece em Stockton. Uma cidade na Califórnia deprimida pela pobreza,
violência de gangues, desemprego e sem-teto. Seu prefeito, Michael Tubbs, de 27
anos, o mais jovem dos EUA e o primeiro afro-americano a ocupar o posto na
cidade, tem um palpite. Seu programa-piloto, que começará no outono, consiste
em dar 500 dólares por mês a 100 famílias durante dois anos e avaliar os
resultados”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;Fonte: EL PAÍS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; font-weight: 400;&quot;&gt;Disponível em:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/15/economia/1529054985_121637.html?id_externo_rsoc=FB_CC&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/15/economia/1529054985_121637.html?id_externo_rsoc=FB_CC&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;MsoHyperlink&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Para refletir:&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;A notícia relata a experiência de vários países que adotaram a Renda Básica Universal (RBU) como tentativa de solucionar o problema da desigualdade social ou o desaparecimento de milhares de empregos por causa da robotização. Trata-se de uma renda mínima que todos receberiam independente de estar trabalhando ou não. A notícia também faz alusão ao fato de que a adoção dessa medida pode significar a &quot;última fronteira&quot;, ou seja, o fim do &quot;Estado de bem-estar social&quot;. O &quot;Estado de Bem-estar Social (traduzido do inglês Welfare Satate)&quot; é uma forma de organização política na qual o Estado tem a função de garantir e organizar a vida social, econômica e política de uma determinada região, com foco no combate e erradicação das desigualdades sociais. No entanto, a notícia sugere que apesar da criação da Renda Básica Universal funcionar como uma forma de combate as desigualdades sociais, ela por si só não resolveria esse problema. Além disso, alguns críticos apontam que nos países ocidentais onde as políticas de estado são voltadas para rendas menores, teriam como  resultado, um sistema dessa natureza necessitaria de impostos mais altos, causando problemas econômicos e políticos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 17.12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 17.12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 17.12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;MsoHyperlink&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;foto-texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/699582977872338291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/renda-basica-universal-ultima-fronteira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/699582977872338291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/699582977872338291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/renda-basica-universal-ultima-fronteira.html' title='Renda básica universal: a última fronteira do Estado de bem-estar social'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg07Ye_nTTqxush2yIzPwBAUoQohZDiSlMT6ioaCE7SQlBuMkfaGmnJ8grFn5o0rcl4Kttq_BmuMqkx-SevpElWaWyp9QEfnp2HUNXH07zDqbwljERozqVb2xdpM-GH2hmhqL7XYvMBTPyv/s72-c/1529054985_121637_1529058334_noticia_normal_recorte1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-2905343705376539135</id><published>2018-06-05T19:03:00.000-07:00</published><updated>2018-06-05T19:04:49.629-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>&quot;Brasil entra na lista suja da OIT&quot;</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;tahoma&amp;quot; , &amp;quot;geneva&amp;quot; , sans-serif; font-size: 17px;&quot;&gt;Retrocessos trazidos pela reforma trabalhista fazem do país uma referência internacional em violações aos tratados de proteção dos trabalhadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;area_print&quot; id=&quot;post-34070&quot; style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;credito_do_texto&quot; style=&quot;background: url(&amp;quot;about:blank&amp;quot;) 0% 45% no-repeat; border: 0px; float: left; line-height: 2em; margin: 0px; min-height: 30px; padding: 0px 0px 0px 13px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Por Gilson Camargo e César Fraga*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;atalhos_midias&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: right; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;ul style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: right; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;robots-nocontent sd-block sd-social sd-social-icon sd-sharing&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: left; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;icone_compartilha&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;ul style=&quot;background: transparent; border: 0px; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;li class=&quot;share-facebook&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: left; font-size: 12px; margin: 0px 0px 0px 8px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;share-facebook sd-button share-icon no-text&quot; href=&quot;https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2018/05/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit/?share=facebook&quot; id=&quot;sharing-facebook-34070&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Compartilhar no Facebook&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: url(&amp;quot;images/facebookn.jpg&amp;quot;) center center no-repeat transparent; border: 0px; color: #666666; display: block; height: 16px; line-height: 1.5em; margin: 0px; padding: 3px; text-indent: -9999px; text-shadow: none; vertical-align: baseline; width: 16px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;share-twitter&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: left; font-size: 12px; margin: 0px 0px 0px 8px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;share-twitter sd-button share-icon no-text&quot; href=&quot;https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2018/05/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit/?share=twitter&quot; id=&quot;sharing-twitter-34070&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique para compartilhar no Twitter&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: url(&amp;quot;images/twitter2.jpg?1&amp;quot;) center center no-repeat transparent; border: 0px; color: #666666; display: block; height: 16px; line-height: 1.5em; margin: 0px; padding: 3px; text-indent: -9999px; text-shadow: none; vertical-align: baseline; width: 16px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;share-google-plus-1&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: left; font-size: 12px; margin: 0px 0px 0px 8px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;share-google-plus-1 sd-button share-icon no-text&quot; href=&quot;https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2018/05/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit/?share=google-plus-1&quot; id=&quot;sharing-google-34070&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Compartilhe no Google+&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: url(&amp;quot;images/googleplus2.jpg?1&amp;quot;) center center no-repeat transparent; border: 0px; color: #666666; display: block; height: 16px; line-height: 1.5em; margin: 0px; padding: 3px; text-indent: -9999px; text-shadow: none; vertical-align: baseline; width: 16px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;share-end&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; float: left; font-size: 12px; margin: 0px 0px 0px 8px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content&quot; itemprop=&quot;description&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: both; margin: 0px; padding: 8px 0px 10px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;isc-source aligncenter&quot; id=&quot;isc_attachment_34071&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: both; margin: 0px auto; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption aligncenter&quot; id=&quot;attachment_34071&quot; style=&quot;background: url(&amp;quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/themes/mantra/images/pins/mantra_dot.png&amp;quot;); border-radius: 4px; border: 0px; box-sizing: border-box; clear: both; line-height: 10px; margin: 0px auto 20px; max-width: 100%; padding: 0px 7px 4px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 710px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;isc-source &quot; id=&quot;isc_attachment_34071&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;OIT relacionou o país entre as 24 nações que descumprem as normas internacionais, durante a 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra&quot; class=&quot;size-full wp-image-34071 with-source with-source&quot; height=&quot;467&quot; sizes=&quot;(max-width: 700px) 100vw, 700px&quot; src=&quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01.jpg&quot; srcset=&quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01.jpg 700w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01-185x123.jpg 185w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01-555x370.jpg 555w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01-225x150.jpg 225w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/geneb01-150x100.jpg 150w&quot; style=&quot;background: transparent; border-radius: 0px; border: 1px solid rgb(204, 204, 204) !important; box-shadow: none !important; box-sizing: border-box; height: auto; margin: 0px; max-width: 100%; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 696px;&quot; title=&quot;OIT relacionou o país entre as 24 nações que descumprem as normas internacionais, durante a 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra |  Foto: Crozet/Pouteau/ Fotos Públicas | &quot; width=&quot;700&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;credito-foto null semLegenda &quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: right; float: left; font-size: 0.8em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: -12px; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 696px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption-text&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; font-size: 12px; line-height: 1.3em; margin-bottom: 5px; margin-top: 5px; padding: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;OIT relacionou o país entre as 24 nações que descumprem as normas internacionais, durante a 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;credito-foto aligncenter &quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: both; display: block; float: left; font-size: 0.8em; margin: 0px auto; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 696px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Foto: Crozet/Pouteau/ Fotos Públicas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Em plena crise gerada pela greve dos caminhoneiros, que são uma referência de categoria heterogênea e fragmentada entre contratados, terceirados e quarteirizados, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) incluiu o Brasil na lista de países acusados de descumprir as normas internacionais de proteção dos trabalhadores por conta da precarização das relações e das formas de contratação e enfraquecimento da estrutura sindical criados pela reforma trabalhista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;A decisão foi divulgada oficialmente nesta terça-feira, 29, em sessão da Comissão de Normas da 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra. A sessão foi acompanhada pelo procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury e pelo procurador e assessor internacional da instituição, Thiago Gurjão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;O Brasil entrou no grupo de 24 países, ao lado de Haiti e Camboja, depois de consultas feitas pelo Ministério Público do Trabalho e denúncias de sindicatos contra a reforma trabalhista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;A OIT integra o sistema das Nações Unidas e possui um comitê que irá analisar a denúncia de violação de convenções internacionais ratificadas pelo Brasil. Em 2017, antes da aprovação da reforma trabalhista, o Brasil chegou a ser incluído na lista mais ampla e preliminar, mas acabou excluído da relação definitiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;isc-source alignleft&quot; id=&quot;isc_attachment_34072&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; display: inline; float: left; margin: 4px 23.0938px 0px 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption alignleft&quot; id=&quot;attachment_34072&quot; style=&quot;background: url(&amp;quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/themes/mantra/images/pins/mantra_dot.png&amp;quot;); border-radius: 4px; border: 0px; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; line-height: 10px; margin: 4px 14.6875px 20px 0px; max-width: 100%; padding: 0px 7px 4px; text-align: center; vertical-align: baseline; width: 490px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;isc-source &quot; id=&quot;isc_attachment_34072&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Exposição do país se deve à reforma trabalhista, ressaltou o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury&quot; class=&quot;wp-image-34072 with-source with-source&quot; height=&quot;320&quot; sizes=&quot;(max-width: 480px) 100vw, 480px&quot; src=&quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513.jpg&quot; srcset=&quot;https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513.jpg 700w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513-185x123.jpg 185w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513-555x370.jpg 555w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513-225x150.jpg 225w, https://www.extraclasse.org.br/wp-content/uploads/2018/05/1075954-df_mcamgo_abr_20170510_0513-150x100.jpg 150w&quot; style=&quot;background: transparent; border-radius: 0px; border: 1px solid rgb(204, 204, 204) !important; box-shadow: none !important; box-sizing: border-box; height: auto; margin: 0px; max-width: 100%; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 476px;&quot; title=&quot;Exposição do país se deve à reforma trabalhista, ressaltou o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury |  Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil | &quot; width=&quot;480&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;credito-foto null semLegenda &quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: right; float: left; font-size: 0.8em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: -12px; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 476px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption-text&quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; font-size: 12px; line-height: 1.3em; margin-bottom: 5px; margin-top: 5px; padding: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Exposição do país se deve à reforma trabalhista, ressaltou o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;credito-foto alignleft &quot; style=&quot;background: transparent; border: 0px; clear: right; display: inline; float: left; font-size: 0.8em; margin: 4px 14.2656px 0px 0px; padding: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline; width: 476px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Para Fleury, a inclusão expõe o Brasil internacionalmente e é fruto da aprovação, de forma açodada, de uma reforma que torna precárias as relações de trabalho no país. “É uma pena o Brasil ser exposto internacionalmente, entretanto, isso é resultado da reforma trabalhista, que só visou a precarização das relações de trabalho, criando formas alternativas e precarizantes de contratação e, principalmente, visando o enfraquecimento da estrutura sindical”, afirma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Segundo o procurador-geral do MPT, o movimento dos caminhoneiros mostra como entidades com baixa representatividade entre suas categorias têm dificuldade de negociar: “O Brasil inteiro sente o enfraquecimento da estrutura sindical com o movimento dos caminhoneiros, das empresas, que tem trazido o grande drama de se fazer um movimento muito rapidamente, entretanto não tem como sair dele pela falta de legitimidade, pela falta de representatividade das entidades sindicais dos trabalhadores. Essa situação vai com certeza se refletir nas outras categorias, com a ampla pejotização”, acrescenta Fleury.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;“A inclusão do Brasil na lista de casos vai ao encontro do que o MPT já vinha alertando quanto aos riscos de insegurança jurídica e prejuízos no cenário internacional decorrentes do descumprimento de convenções ratificadas pelo país, com prejuízos para as instituições públicas, trabalhadores, empregadores e a sociedade como um todo”, acrescenta o assessor internacional do MPT, procurador Thiago Gurjão. Segundo ele, o MPT espera que “os mecanismos de supervisão internacionais sirvam de orientação e referência para possíveis alterações legislativas de adequação aos preceitos internacionais, assim como para a atuação dos integrantes do sistema de justiça, responsáveis por interpretar e aplicar a legislação, o que significa necessariamente observar as convenções internacionais ratificadas pelo Brasil”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Direito à sindicalização e à negociação coletiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: transparent; border: 0px; color: #666666; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&quot;No início desse ano, o Comitê de Peritos da OIT pediu ao governo brasileiro a revisão dos pontos da reforma trabalhista que permitem a prevalência de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;negociações coletivas&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&amp;nbsp;sobre a lei. O Comitê confirmou o entendimento de que a reforma trabalhista viola a Convenção nº 98, sobre direito de sindicalização e de negociação coletiva, ratificada pelo Brasil. Foi pedida ainda a revisão da possibilidade de contratos individuais de trabalho estabelecerem condições menos favoráveis do que o previsto na lei. A reforma trabalhista estabelece a possibilidade do negociado prevalecer sobre o legislado, inclusive para redução de direitos. Prevê também a livre negociação entre empregador e empregado com diploma de nível superior e que receba salário igual ou superior a duas vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Centrais pedem revogação da reforma&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&quot;Também fizeram parte da Conferência representantes das centrais sindicais brasileiras:&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&amp;nbsp;Central Única dos Trabalhadores (CUT),&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB),&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;,&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&amp;nbsp;Força Sindical (FS)&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST)&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;União Geral dos Trabalhadores (UGT).&quot;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1.5em; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background: transparent; border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; font-weight: 400; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-style: normal;&quot;&gt;&quot;Para as centrais, a decisão da confirma as denúncias contra as práticas anti-sindicais do governo que se tornaram ainda mais graves com a tramitação do projeto da reforma no Congresso Nacional, aprovada sem diálogo com as representações de trabalhadores e trabalhadoras, neste caso, violando também a Convenção 144 da OIT. A nota diz ainda “diante da decisão da OIT, os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros esperam agora que o governo reconheça a gravidade do erro cometido e faça a revogação imediata da reforma trabalhista”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;Judiciário trabalhista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;Para o desembargador do trabalho Luiz Alberto de Vargas, do TRT da 4ª Região, a posição do Comitê de Peritos reitera o que o representante do OIT manifestou nas poucas audiências públicas realizadas no Senado: “há aspectos muito preocupantes na reforma trabalhista, que precarizam o trabalho em sentido oposto ao que preconiza a OIT, ou seja, o compromisso dos países com o trabalho decente, aquele que assegura aos trabalhadores um emprego que respeita um padrão mínimo de direitos como previstos nas convenções internacionais ratificadas pela maioria dos países, inclusive o Brasil”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 16px;&quot;&gt;Fonte: Extra Classe.&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;strong style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 14px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; font-weight: 400;&quot;&gt;Disponível em:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #777777; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2018/05/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit/&quot;&gt;https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2018/05/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 17.12px;&quot;&gt;&lt;u style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 12pt; font-weight: bold;&quot;&gt;Para refletir:&lt;/u&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;o Brasil agora integra o corpo de países da lista suja da OIT (Organização Internacional do Trabalho), tendo como principal promovedor deste fato a reforma trabalhista implantada pelo atual governo. A recente greve dos caminhoneiros também é citada logo no início da matéria, uma categoria de trabalhadores marcada pelas grandes jornadas e péssimas condições de trabalho. A &quot;moderna&quot; reforma imposta pelo governo só &lt;/span&gt;contribuiu&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;e flexibilizou a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;criação e a manutenção de classes de trabalhadores semelhantes aos caminhoneiros. Em outra palavras, ela&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;apenas cronifica e intensifica o processo de precarização das relações/ contratações de trabalho e enfraquece os sindicatos, espalhando uma sombra negra cada vez mais densa e imprevisível sobre o futuro de cada trabalhador brasileiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!!&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/2905343705376539135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2905343705376539135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/2905343705376539135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/06/brasil-entra-na-lista-suja-da-oit.html' title='&quot;Brasil entra na lista suja da OIT&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-8930298591746086539</id><published>2018-05-14T14:25:00.001-07:00</published><updated>2018-05-14T15:06:27.082-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>“A felicidade de trabalhar das oito da manhã às três da tarde”.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
 &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;
  &lt;o:AllowPNG/&gt;
 &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt;
&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
 &lt;w:WordDocument&gt;
  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;
  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;
  &lt;w:TrackMoves/&gt;
  &lt;w:TrackFormatting/&gt;
  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;
  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;
  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;
  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;
  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;
  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;
  &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;
  &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;
  &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;
  &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;
  &lt;w:Compatibility&gt;
   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;
   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;
   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;
   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;
   &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;
   &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;
   &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;
   &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;
   &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;
  &lt;/w:Compatibility&gt;
  &lt;m:mathPr&gt;
   &lt;m:mathFont m:val=&quot;Cambria Math&quot;/&gt;
   &lt;m:brkBin m:val=&quot;before&quot;/&gt;
   &lt;m:brkBinSub m:val=&quot;&amp;#45;-&quot;/&gt;
   &lt;m:smallFrac m:val=&quot;off&quot;/&gt;
   &lt;m:dispDef/&gt;
   &lt;m:lMargin m:val=&quot;0&quot;/&gt;
   &lt;m:rMargin m:val=&quot;0&quot;/&gt;
   &lt;m:defJc m:val=&quot;centerGroup&quot;/&gt;
   &lt;m:wrapIndent m:val=&quot;1440&quot;/&gt;
   &lt;m:intLim m:val=&quot;subSup&quot;/&gt;
   &lt;m:naryLim m:val=&quot;undOvr&quot;/&gt;
  &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt;
&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
 &lt;w:LatentStyles DefLockedState=&quot;false&quot; DefUnhideWhenUsed=&quot;false&quot;
  DefSemiHidden=&quot;false&quot; DefQFormat=&quot;false&quot; DefPriority=&quot;99&quot;
  LatentStyleCount=&quot;375&quot;&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;0&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Normal&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;9&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;heading 9&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index 9&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;toc 9&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Normal Indent&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;footnote text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;annotation text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;header&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;footer&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;index heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;35&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;caption&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;table of figures&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;envelope address&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;envelope return&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;footnote reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;annotation reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;line number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;page number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;endnote reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;endnote text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;table of authorities&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;macro&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;toa heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;10&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Title&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Closing&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Signature&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;1&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;Default Paragraph Font&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Message Header&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;11&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Subtitle&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Salutation&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Date&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text First Indent&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text First Indent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Note Heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Block Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Hyperlink&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;FollowedHyperlink&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;22&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Strong&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;20&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Emphasis&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Document Map&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Plain Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;E-mail Signature&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Top of Form&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Bottom of Form&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Normal (Web)&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Acronym&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Address&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Cite&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Code&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Definition&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Keyboard&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Preformatted&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Sample&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Typewriter&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Variable&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Normal Table&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;annotation subject&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;No List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Contemporary&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Elegant&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Professional&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Subtle 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Subtle 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Web 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Web 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Web 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Balloon Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; Name=&quot;Table Grid&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Theme&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; Name=&quot;Placeholder Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;1&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;No Spacing&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; Name=&quot;Revision&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;34&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Paragraph&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;29&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Quote&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;30&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Intense Quote&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;60&quot; Name=&quot;Light Shading Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;61&quot; Name=&quot;Light List Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;62&quot; Name=&quot;Light Grid Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;63&quot; Name=&quot;Medium Shading 1 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;64&quot; Name=&quot;Medium Shading 2 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;65&quot; Name=&quot;Medium List 1 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;66&quot; Name=&quot;Medium List 2 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;67&quot; Name=&quot;Medium Grid 1 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;68&quot; Name=&quot;Medium Grid 2 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;69&quot; Name=&quot;Medium Grid 3 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;70&quot; Name=&quot;Dark List Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;71&quot; Name=&quot;Colorful Shading Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;72&quot; Name=&quot;Colorful List Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;73&quot; Name=&quot;Colorful Grid Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;19&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Subtle Emphasis&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;21&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Intense Emphasis&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;31&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Subtle Reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;32&quot; QFormat=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Intense Reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;33&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Book Title&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;37&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;Bibliography&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;39&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;TOC Heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;41&quot; Name=&quot;Plain Table 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;42&quot; Name=&quot;Plain Table 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;43&quot; Name=&quot;Plain Table 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;44&quot; Name=&quot;Plain Table 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;45&quot; Name=&quot;Plain Table 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;40&quot; Name=&quot;Grid Table Light&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot; Name=&quot;Grid Table 1 Light&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot; Name=&quot;Grid Table 6 Colorful&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot; Name=&quot;Grid Table 7 Colorful&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;Grid Table 5 Dark Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot; Name=&quot;List Table 1 Light&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot; Name=&quot;List Table 6 Colorful&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot; Name=&quot;List Table 7 Colorful&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;List Table 1 Light Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;List Table 2 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;List Table 4 Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;50&quot; Name=&quot;List Table 5 Dark Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;List Table 6 Colorful Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;List Table 7 Colorful Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Mention&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Smart Hyperlink&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Hashtag&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Unresolved Mention&quot;/&gt;
 &lt;/w:LatentStyles&gt;
&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
&lt;style&gt;
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
 {mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;;
 mso-tstyle-rowband-size:0;
 mso-tstyle-colband-size:0;
 mso-style-noshow:yes;
 mso-style-priority:99;
 mso-style-parent:&quot;&quot;;
 mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
 mso-para-margin-top:0cm;
 mso-para-margin-right:0cm;
 mso-para-margin-bottom:8.0pt;
 mso-para-margin-left:0cm;
 line-height:107%;
 mso-pagination:widow-orphan;
 font-size:11.0pt;
 font-family:&quot;Calibri&quot;,sans-serif;
 mso-ascii-font-family:Calibri;
 mso-ascii-theme-font:minor-latin;
 mso-hansi-font-family:Calibri;
 mso-hansi-theme-font:minor-latin;
 mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;
 mso-bidi-theme-font:minor-bidi;
 mso-fareast-language:EN-US;}
&lt;/style&gt;
&lt;![endif]--&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcQmFHVhwxUDQlwRrp0nyiSPmaB8KA7_-L-pQFkj3o604ZpDoXCJYLbkRSZYd7XcRjpNjEzViUxdpsoou46_CRTK_Qjl8oVYEsGaJWl28-R5-UHjx3KHs9zu5YYKZGzOira8VUjYsEU9SM/s1600/1419616033_794119_1419616381_noticia_normal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;349&quot; data-original-width=&quot;560&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcQmFHVhwxUDQlwRrp0nyiSPmaB8KA7_-L-pQFkj3o604ZpDoXCJYLbkRSZYd7XcRjpNjEzViUxdpsoou46_CRTK_Qjl8oVYEsGaJWl28-R5-UHjx3KHs9zu5YYKZGzOira8VUjYsEU9SM/s1600/1419616033_794119_1419616381_noticia_normal.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 17.12px; text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;(&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &amp;quot;benton sans&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.9941px; text-align: right;&quot;&gt;&lt;b&gt;Final da jornada de trabalho na sede da empresa em Madri.)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;Terça-feira. São 15h no relógio. Milhares de
pessoas começam a sair de um edifício em um bairro no subúrbio de Madri. &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://brasil.elpais.com/tag/madrid/a/&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 12pt;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Parece o
intervalo para o almoço; na verdade, é a saída do trabalho. Não é um feriado ou
o horário especial de Natal. Neste escritório é o cotidiano. Acontece todos os
dias desde 2008. Naquele ano, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;a empresa espanhola Iberdrola &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;concordou com seus funcionários, cerca de 9.000 trabalhadores, em universalizar
a jornada intensiva: trabalhar de 7h15 até 14h50 com 45 minutos de
flexibilidade à hora de entrar ou sair todos os dias do ano”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;“Seis anos depois,
Castresana, que esteve no comando dessa mudança, defende a decisão com números:
“Melhoramos a produtividade e ganhamos mais de meio milhão de horas por ano.
Reduzimos as faltas em 20% e os acidentes de trabalho em 15%”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;“Na parte da manhã, você
chega com outra mentalidade”, diz Teresa Roch, 31, que trabalha no departamento
de recursos humanos. Depois de algum tempo trabalhando na Escócia, entrou na
Iberdrola em julho de 2013”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Quando você faz um horário por 30 anos, é
difícil”, disse Castresana. &#39;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;É uma grande mudança na cultura de trabalho&#39;. “Posso não fazer a jornada
intensiva?”, chegou a pedir um funcionário. Pilates, natação, inglês... Logo
depois de se concentrar no trabalho, nos corredores começaram a falar das
atividades extra-trabalho. “Não sei se alguém chegou a se inscrever em alguma
delas”, brinca Montes. Em pouco tempo, ninguém queria nem ouvir falar de passar
a tarde em frente ao computador&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;“Os funcionários
tornaram-se conscientes de que precisam aproveitar bem o tempo para fazer seu
trabalho e ir embora na hora certa”, acrescenta. “Evitam interrupções e se
concentram no esforço. O resultado: maior produtividade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;A nossa vida está marcada pelo tempo. Além
das horas de trabalho, que articulam o dia, somos marcados pelo ritmo da vida,
a maneira como organizamos nosso tempo livre (horário pessoal), assim como o
cronograma da sociedade: aquelas horas que se pode comprar, ir ao cinema ou jantar
em um restaurante. “Na Espanha, com mais horas de luz e a possibilidade de
realizar atividades quase a qualquer hora, as pessoas não têm tanta pressa para
ir para casa”, diz Castresana”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;“Uma má gestão dos
horários de trabalho e a falta de medidas de flexibilidade podem acarretar um
impacto negativo significativo sobre as empresas.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: Jornal El País.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/26/internacional/1419616033_794119.html?id_externo_rsoc=TW_BR_CM&amp;amp;%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;https://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/26/internacional/1419616033_794119.html?id_externo_rsoc=TW_BR_CM&amp;amp;%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;u&gt;Para
refletir:&lt;/u&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;A notícia acima&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;
&lt;/b&gt;relata a experiência bem sucedida&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt; &lt;/b&gt;da empresa espanhola Iberdrola &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;ao propor a redução da jornada de trabalho dos seus
funcionários. A empresa passou a adotar o horário de 7h15 até 14h50 com 45
minutos de flexibilidade à hora de entrar ou sair todos os dias do ano. De
acordo com Ramón Castresana, diretor de Recursos Humanos da empresa, os ganhos propiciados
pela medida foram: aumento da produtividade, redução do absenteísmo e dos
acidentes de trabalho, fato corroborado com a opinião de alguns funcionários. Segundo
a notícia, é importante também ressaltar que a nossa vida está marcada pelo
tempo. Além das horas de trabalho, que articulam o dia, somos marcados pelo
ritmo da vida, a maneira como organizamos nosso tempo livre (horário pessoal),
assim como o cronograma da sociedade: aquelas horas que se pode comprar, ir ao
cinema ou jantar em um restaurante. Nas sociedades capitalistas atuais cada vez
é diminuída a fronteira entre tempo de trabalho e tempo livre, pois o trabalho tem
invadido mais o tempo livre dos trabalhadores por meio da disseminação
de tecnologias como celulares e tablets e computadores portáteis. Por
isso, vale frisar que a redução da carga horária de trabalho e a separação
entre trabalho e vida pessoal são fatores importantes para a promoção da saúde
e da qualidade de vida dos trabalhadores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: white; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/8930298591746086539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/05/a-felicidade-de-trabalhar-das-oito-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8930298591746086539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/8930298591746086539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/05/a-felicidade-de-trabalhar-das-oito-da.html' title='“A felicidade de trabalhar das oito da manhã às três da tarde”.'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcQmFHVhwxUDQlwRrp0nyiSPmaB8KA7_-L-pQFkj3o604ZpDoXCJYLbkRSZYd7XcRjpNjEzViUxdpsoou46_CRTK_Qjl8oVYEsGaJWl28-R5-UHjx3KHs9zu5YYKZGzOira8VUjYsEU9SM/s72-c/1419616033_794119_1419616381_noticia_normal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-692169223315525978</id><published>2018-05-01T13:22:00.000-07:00</published><updated>2018-05-14T15:10:00.428-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><title type='text'>1º de Maio: Dia do Trabalhador</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;_5pbx userContent _3576&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A imagem pode conter: uma ou mais pessoas&quot; class=&quot;spotlight&quot; src=&quot;https://scontent.ffor8-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/31693121_748362678700672_6369752566611312640_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;oh=116f18b48e23199c7bcd87d01c67c1c1&amp;amp;oe=5B63B0F7&quot; style=&quot;height: 315px; width: 502px;&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste
 dia no qual o mundo faz memória à luta por condições mais dignas de 
trabalho, o NUTRA (Núcleo de Psicologia do Trabalho) não poderia manter 
uma postura neutra diante da nossa atual conjuntura laboral. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao 
escolhermos o trabalho como nosso objeto de estudo ao longo dos nossos 
23 anos de existência como um programa de extensão, pesquisa e ensino da
 UFC, temos observado o deterioro progressivo das condições de trabalho a
 partir da adoção de uma legislação que faz uso do medo e da dominação 
do empresariado como elementos de controle sobre a população 
trabalhadora. A destituição progressiva dos direitos laborais, somadas à
 crise política que assola nosso país fazem do momento atual um instante
 de grande risco, aprofundando as desigualdades sociais com extremos 
representados de um lado pela classe trabalhadora, e por outro, pelas 
grandes corporações, que associadas aos Estados enfraquecidos, ditam 
formas cada vez mais limitadas de participação social e atuação 
democrática.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As consequências que advirão desse desmonte legal não 
tardarão em revelar-se, com impactos na saúde e qualidade de vida dos 
trabalhadores, no debilitamento dos laços sociais e na fratura da 
sociedade como um todo. É preciso denunciar e discutir em todos os 
nossos espaços de atuação o que representa o ataque aos direitos 
duramente conquistados pelas gerações que nos antecederam e que hoje são
 aniquilados de forma acelerada e dissimulados com outras ações de 
caráter político, apostando na nossa incapacidade de reação ao volume de
 ataques que são feitos. Não podemos ceder a apatia, é preciso reagir e 
lutar na medida da nossa possibilidade, crendo que nossa atuação é 
cotidiana e disseminada em todos os espaços onde aplicamos o nosso agir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt; Texto: NUTRA UFC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;_58cn&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;*N&amp;quot;,&amp;quot;type&amp;quot;:104}&quot; href=&quot;https://www.facebook.com/hashtag/psicologiasocialdotrabalho?source=feed_text&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_5afx&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_58cl _5afz&quot;&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;_58cm&quot;&gt;psicologiasocialdotrabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class=&quot;_58cn&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;*N&amp;quot;,&amp;quot;type&amp;quot;:104}&quot; href=&quot;https://www.facebook.com/hashtag/diainternacionaldotrabalho?source=feed_text&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_5afx&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_58cl _5afz&quot;&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;_58cm&quot;&gt;diainternacionaldotrabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class=&quot;_58cn&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;*N&amp;quot;,&amp;quot;type&amp;quot;:104}&quot; href=&quot;https://www.facebook.com/hashtag/lutastrabalhistas?source=feed_text&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_5afx&quot;&gt;&lt;span class=&quot;_58cl _5afz&quot;&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;_58cm&quot;&gt;lutastrabalhistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/692169223315525978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/05/1-de-maio-dia-do-trabalhador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/692169223315525978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/692169223315525978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/05/1-de-maio-dia-do-trabalhador.html' title='1º de Maio: Dia do Trabalhador'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-3704724456782915268</id><published>2018-04-16T07:47:00.000-07:00</published><updated>2018-05-16T16:06:45.195-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>&quot;O doutorado é prejudicial à saúde mental&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAcNI0Xuj3Wb91I8YLedHEHQEOKqEOwEdHhV4YbOaBQ_0dz5SogjebnuS4fCkIbDzsj4tT4Gg2Yn8KcLqW9w7w01JEZqXo1pqvT8YbSvxaOrFxySJFau3vJXwJRpP-J_L3Ovx41yPTP-YH/s1600/1521113964_993420_1521130149_noticia_normal_recorte1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1068&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;425&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAcNI0Xuj3Wb91I8YLedHEHQEOKqEOwEdHhV4YbOaBQ_0dz5SogjebnuS4fCkIbDzsj4tT4Gg2Yn8KcLqW9w7w01JEZqXo1pqvT8YbSvxaOrFxySJFau3vJXwJRpP-J_L3Ovx41yPTP-YH/s640/1521113964_993420_1521130149_noticia_normal_recorte1.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;(&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 12.9941px; text-align: right;&quot;&gt;Estudantes da Universidade de Barcelona estudam na biblioteca do edifício histórico da instituição.&lt;/span&gt;) &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: justify;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px; text-align: justify;&quot;&gt;Nos últimos anos foram publicadas diversas pesquisas que alertam sobre o estado de saúde mental dos alunos de doutorado. Um exemplo recente é o trabalho que acaba de sair na&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-color: white; border: 0px; box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: times, &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 17.008px; font-stretch: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Nature Biotechnology&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px; text-align: justify;&quot;&gt;, apontando que os doutorandos são seis vezes mais propensos a desenvolverem ansiedade e depressão&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;em comparação com a população geral. Segundo esse trabalho, dirigido pelo pesquisador Nathan Vanderford, da Universidade de Kentucky (EUA), isto significa que 39% dos candidatos a doutor sofrem de depressão moderada ou severa, frente a 6% da população geral.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;Poderíamos pensar que esses resultados se devem a cortes nas condições de trabalho, ou que sejam algo intrínseco a empregos altamente competitivos, sejam ou não doutorados; entretanto, outro estudo, este realizado pela Universidade de Gent (Flandres, Bélgica), conclui que os doutorandos, em comparação com outros grupos profissionais com alta formação, sofrem com maior frequência sintomas de deterioração na sua saúde mental. “Esta é uma publicação muito importante, porque progressivamente estamos compreendendo que existem problemas de saúde mental entre os doutorandos, e estudos como este nos ajudam a entender melhor suas causas”, afirma Vanderford.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;Para aprofundar esse tema, Katia Levecque, pesquisadora da Universidade de Gent e primeira autora do estudo belga, reuniu uma amostra de 3.659 doutorandos de universidades flamengas, que seguem um programa muito similar ao do resto da Europa e Estados Unidos,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&amp;nbsp;e quantificou a frequência com que os alunos afirmaram ter experimentado nas últimas semanas algum entre 12 sinais associados ao estresse e, potencialmente, a problemas psiquiátricos (especialmente a depressão). Entre essas características estão sentir-se infeliz ou deprimido, sob pressão constante, perda de autoconfiança ou insônia devido às preocupações.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;Os resultados foram que 41% dos doutorandos se sentiam sob pressão constante, 30% deprimidos ou infelizes, e 16% se sentiam inúteis. Além disso, metade deles relatavam conviver com pelo menos 2 dos 12 sinais avaliados no teste.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;O estudo também examina se entre os doutorandos existem condições que aumentem as possibilidades de ter ou desenvolver um problema psiquiátrico. Levecque conclui, por exemplo, que o desenvolvimento desses sintomas é independente da disciplina do doutorado, sejam ciências, ciências sociais, humanidades, ciências aplicadas ou ciências biomédicas. Não ocorre o mesmo quanto ao gênero, já que as mulheres&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;que fazem doutorado têm 27% mais possibilidades de sofrerem problemas psiquiátricos que os homens.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;Outro fator que pode influir na saúde do estudante, nesse caso tanto negativa quanto positivamente, é o tipo de orientador: a saúde mental dos doutorandos era melhor do que o normal quando tinham um mentor cuja liderança lhes inspirava. Pelo contrário, outros estilos de liderança eram neutras, ou no caso dos orientadores que se abstinham de dirigir ou guiar o doutorando&amp;nbsp;— um tipo de liderança&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-color: white; border: 0px; box-sizing: border-box; font-size: 17.008px; font-stretch: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;laissez-faire&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&amp;nbsp;— seus orientandos tinham 8% mais chances de desenvolverem sofrimento psicológico. “Mas, além do estilo de liderança, há outros fatores importantes, como o nível de pressão no ambiente profissional, o próprio controle sobre o ritmo de trabalho ou quando fazer pausas, que também estão relacionadas com o orientador. Por isso o orientador é relevante tanto direta como indiretamente para a saúde mental dos doutorandos”, detalha a pesquisadora.&quot; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: times, &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: times, &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&quot;Todo esse trabalho feito pela Universidade de Gante deixa claro que mesmo em países como a Bélgica, onde as condições econômicas são favoráveis, o desenvolvimento do doutorado expõe os alunos a situações tóxicas para sua saúde mental, acima do que é habitual em outros ambientes similares. Sobre isto, Levecque enfatiza o valor de melhorar a assistência em saúde mental aos doutorandos, já que eles são um dos pilares da produção científico-tecnológica em nível mundial; e dá três conselhos básicos: “Em primeiro lugar, forme-se e dedique tempo a conhecer sua própria saúde… e a de outras pessoas. Em segundo lugar, fale de um modo explícito sobre a saúde mental. E finalmente, no nível das organizações, estas deveriam se preocupar com o bem-estar dos seus empregados tanto por razões humanitárias como financeiras: o bem-estar do funcionário e sua eficácia trabalhista estão altamente correlacionados”.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: El País.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Disponível em:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/15/ciencia/1521113964_993420.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/15/ciencia/1521113964_993420.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Para refletir:&lt;/b&gt; &lt;/u&gt;a saúde mental dos doutorandos é colocada em pauta na notícia acima, elencando duas pesquisas que também abordaram o tema em diferentes países. Iniciando o assunto com a manchete da conceituada revista&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;background-color: white; border: 0px; box-sizing: border-box; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;font-size: 17.008px;&quot;&gt;Nature Biotechnology, &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 17.008px;&quot;&gt;apontando&amp;nbsp;que os doutorandos são 6 vezes mais propensos a desenvolverem ansiedade e depressão comparados a população geral. No mesmo estudo, dirigido pelo pesquisador Nathan Vanderford (Universidade de Kentucky), ele também chega a esmiuçar&amp;nbsp;os dados, afirmando que daquela população 39% dos doutorandos sofrem de depressão moderada ou severa, contra 6% da população geral. Ao decorrer da publicação são citados diversos resultados para ratificar a mesma ideia: a saúde mental dos doutorandos está em risco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;. Em outra pesquisa realizada pela Universidade Gent (Bélgica), verificou-se que os doutorandos sofrem mais com depressão, estresse, ansiedade que outros profissionais categorizados com alta formação. Com relação ao gênero, as mulheres aparecem com 27% mais chance de desenvolverem algum transtorno psiquiátrico que os homens. O tipo de orientador e seus estilos de liderança também foram colocados como importantes variáveis no estudo, sendo a área de pesquisa do doutorando (ex.: ciências humanas, exatas ou etc.) considerada como neutra nos achados. Essas pesquisas deixam evidente a necessidade de criar medidas protetivas capazes de melhorar e prover assistência adequada a este público tão importante e, ao mesmo tempo, tão vulnerável em nossa sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 17.008px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/3704724456782915268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/04/o-doutorado-e-prejudicial-saude-mental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3704724456782915268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/3704724456782915268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/04/o-doutorado-e-prejudicial-saude-mental.html' title='&quot;O doutorado é prejudicial à saúde mental&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAcNI0Xuj3Wb91I8YLedHEHQEOKqEOwEdHhV4YbOaBQ_0dz5SogjebnuS4fCkIbDzsj4tT4Gg2Yn8KcLqW9w7w01JEZqXo1pqvT8YbSvxaOrFxySJFau3vJXwJRpP-J_L3Ovx41yPTP-YH/s72-c/1521113964_993420_1521130149_noticia_normal_recorte1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2077214033218323394.post-7397482897273178444</id><published>2018-03-30T13:58:00.002-07:00</published><updated>2018-05-16T16:09:47.232-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida no trabalho"/><title type='text'>&quot;Número de trabalhadores com carteira é o menor da história&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://ogimg.infoglobo.com.br/economia/22401279-c8b-0df/FT1086A/420/xcarteira111.jpg.pagespeed.ic.p22rG-Hkij.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;385&quot; src=&quot;https://ogimg.infoglobo.com.br/economia/22401279-c8b-0df/FT1086A/420/xcarteira111.jpg.pagespeed.ic.p22rG-Hkij.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;background-color: white; font-size: medium;&quot;&gt;&quot;Em fevereiro, houve recuo de 1,8%, para 33,1 milhões de pessoas, menor grupo desde 2012&quot;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&quot;RIO - O número de trabalhadores com carteira assinada encolheu 1,8% em fevereiro, na comparação com igual mês do ano passado, para 33,1 milhões de pessoas — o menor contingente da série histórica da Pnad Contínua Mensal, iniciada em 2012. A queda representa uma redução de 611 mil pessoas no grupo dos empregados formais. Enquanto isso, a informalidade avançou, confirmando uma característica da retomada do mercado de trabalho de meados de 2017 para cá. Na comparação anual, o número de empregados sem carteira cresceu 5%, para 10,8 milhões de pessoas. Já o contingente de trabalhadores por conta própria cresceu 4,4%, para 23,1 milhões de pessoas&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; box-sizing: border-box; text-align: left; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;Segundo estimativa do IBGE, aproximadamente 40% dos brasileiros ocupados estavam na informalidade, seja trabalhando sem carteira, por conta própria, ou na categoria de trabalhador auxiliar. Para o coordenador de trabalho e rendimento do instituto, Cimar Azeredo, essa característica do mercado de trabalho relativiza a alta de 2% do número de trabalhadores na ativa, crescimento semelhante ao do patamar pré-crise&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;O número de empregados com carteira está 3,5 milhões abaixo do pico histórico, alcançado em agosto de 2014, quando o país chegou a ter 36,6 milhões de trabalhadores formais&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;— Estamos com o mesmo crescimento que se teve em 2014, só que naquele ano era de emprego com carteira — compara Cimar — O que se tem é um aumento de ocupação, muito voltada para a informalidade. É um processo de recuperação gradativo? É cedo para falar isso? São conclusões muito ligadas ao juízo de valor de cada um.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;arroba publicidade clearfix&quot; data-google-query-id=&quot;CLbs05T3lNoCFQwghwodMs8P-g&quot; id=&quot;pub-retangulo-2&quot; style=&quot;background-position: 0px center; border: 0px; box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 12px; font-stretch: normal; line-height: normal; margin-bottom: 5px; margin-top: 5px; text-align: right; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;google_ads_iframe_/85042905/info.web.oglobo/economia/materia_7__container__&quot; style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; border: 0pt none; box-sizing: border-box; text-align: justify; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; box-sizing: border-box; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;EM FEVEREIRO, TAXA DE DESEMPREGO FICOU EM 12,6%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; box-sizing: border-box; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;Em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 12,6%. O indicador recuou em relação ao registrado em fevereiro do ano passado (13,2%), mas subiu em relação a novembro (12%), último dado comparável, principalmente por causa das demissões de trabalhadores temporários de início de ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; font-size: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;O número veio em linha com o esperado pelo mercado financeiro, segundo sondagem da Bloomberg. Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, também destacou que a alta da taxa no início do ano é esperada&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&quot;— Esse aumento já era esperado porque é sazonal. Existe um movimento de contratação de trabalhadores em dezembro, mas com a chegada de janeiro e fevereiro, essas pessoas são dispensadas. No fim do ano, tem uma movimentação maior no comércio. E esse processo se desfaz, normalmente, em janeiro e fevereiro. Estranho seria a taxa não subir. Para que ela não subisse, teria que haver um processo de melhora no cenário econômica de forma que o mercado retivesse essa mão de obra, o que não está acontecendo — afirma Cimar.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: O Globo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Disponível em:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://oglobo.globo.com/economia/numero-de-trabalhadores-com-carteira-o-menor-da-serie-historica-22537779&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://oglobo.globo.com/economia/numero-de-trabalhadores-com-carteira-o-menor-da-serie-historica-22537779&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box; color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 12pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: &amp;quot;times&amp;quot; , &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; box-sizing: border-box; text-align: left; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Para refletir:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; a notícia acima demonstra o avanço da informalidade no mercado nacional, relatando uma diminuição de 611 mil trabalhadores de carteira assinada em relação ao ano anterior. Além disso, elenca os possíveis caminhos tomados por essa parcela da população (mais de 600 mil), citando o crescente número de empregados sem carteira assinada (+5%), trabalhadores autônomos (+4,4%), sazonalidade do mercado e os efeitos &quot;pós&quot; crise como motivos para essa retração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Em contrapartida, ficam algumas perguntas: será que falta emprego com carteira assinada e sobra em outras modalidades? Ou as pessoas, de fato, preferem seguir o mercado informal mesmo com toda sua imprevisibilidade? &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: times, &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666666; font-family: times, &amp;quot;times new roman&amp;quot;, serif;&quot;&gt;Acesse, comente e compartilhe, sua opinião é importante!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;-webkit-font-smoothing: antialiased; box-sizing: border-box; text-align: left; text-rendering: optimizeLegibility;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/feeds/7397482897273178444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/03/numero-de-trabalhadores-com-carteira-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7397482897273178444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2077214033218323394/posts/default/7397482897273178444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vidanotrabalhoufc.blogspot.com/2018/03/numero-de-trabalhadores-com-carteira-e.html' title='&quot;Número de trabalhadores com carteira é o menor da história&quot;'/><author><name>Vida no Trabalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082563775248624383</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>