<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Crônicas da Cidade</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Fenelon das Neves)</managingEditor><pubDate>Fri, 1 Nov 2024 07:20:35 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">56</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><copyright>por Fenelon Milhomem</copyright><itunes:subtitle/><itunes:category text="Society &amp; Culture"><itunes:category text="Personal Journals"/></itunes:category><itunes:author>Fenelon Milhomem</itunes:author><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email><itunes:name>Fenelon Milhomem</itunes:name></itunes:owner><item><title>teste</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2019/04/teste.html</link><pubDate>Tue, 30 Apr 2019 00:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-1075459911596078559</guid><description>&lt;!-- Inicio. radio hosting USAstreams.com html5 player --&gt;
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</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>O que é certo é certo </title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2019/04/o-que-e-certo-e-certo.html</link><category>chaguinha</category><category>cidade</category><category>coletivo</category><category>conto</category><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>onibus</category><category>radio uft</category><category>topogigo</category><category>uft fm</category><pubDate>Mon, 29 Apr 2019 09:59:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-5354055007584304413</guid><description>
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Ao amanhecer do dia peguei, como de costume, a condução que me leva ao meu serviço. Passando por cães e marginais que ainda não haviam adormecido da noite anterior. Percebi que os passageiros do ônibus estavam mais irritados que o normal e o ônibus nem estava tão lotado assim. Pelo que pude ouvir de orelhada, o </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Caderno 1</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/09/caderno-1.html</link><pubDate>Sun, 9 Sep 2018 18:21:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-451008134142608385</guid><description>


Cadernos do Cárcere_ offline




&amp;nbsp;O primeiro, tal qual o último, que também não
consistia em nada. O título é esse mesmo que vossas senhorias conhecem dos
espólios narrativos dos professores de ensino médio, ou daqueles que ensinam “humanas”
nas universidades públicas país afora.



&amp;nbsp;Em que consiste? Bem, afigura-se que estou sem
internet e na falta de qualquer outro atrativo resolvi</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>O julgamento apressado, normalmente sai errado </title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/07/o-julgamento-apressado-normalmente-sai.html</link><pubDate>Tue, 17 Jul 2018 14:03:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-1608470279982533037</guid><description>
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&amp;nbsp;Certo dia, estava olhando nas ditas redes sociais, uma foto foi replicada inúmeras vezes dentro de meus círculos de amizade. Era a imagem do interior de um ônibus coletivo, nela aparecia um homem, que não era um idoso, sentado em uma das cadeiras amarelinhas, que são aquelas "de preferencia" para idosos, </description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4iTUFdKVctuCVmG3Q8CP_8i6FVH0eoajXgxkRF4Aw0MJ9TRd0f6C_0rrRMSOL5o8icLP1IZUs6nqkRUiAgbPakEXK-2wZXXSXUalHT5zdsbUSVh7pKH0tYtmDrNmw_c-WnbI4KkGwRWaW/s72-c/brunurbano_asspreferencial.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Puxa, prende e solta </title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/07/puxa-prende-e-solta.html</link><category>judiciario</category><category>militancia</category><category>o obvio ululante</category><category>os velhinhos</category><category>stf</category><pubDate>Mon, 16 Jul 2018 10:08:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-5700731306805458772</guid><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;
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&amp;nbsp; É meus amigos, os velhinhos do Supremos estão ficando doidos. Tão tudo ficando doido. Daqui uns dias vamos viver o mundo pos-realista de Kafka em "O processo", um poder Judiciário que manda em todos os aspectos da vida da população e ninguém é capaz de opinar sobre o que eles falam.&amp;nbsp;



&amp;nbsp</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>As vezes o equipamento pode destruir, ou ser destruído </title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/06/as-vezes-o-equipamento-pode-destruir-ou.html</link><category>chaguinha</category><category>cronica</category><category>dom casmurro</category><category>machado de assis</category><category>topogigo</category><pubDate>Sat, 30 Jun 2018 02:29:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-2546531289140760828</guid><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;
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&amp;nbsp;Pensei em começar com o "acordei hoje cedo, me levantei da cama e bla bla bla..." mas hoje decidi poupá-lo da dor de cabeça de ler a ladainha habitual. Estava a discutir com meu amigo Chaguinha:&amp;nbsp;



&amp;nbsp; - Olha, vou dizer, se o cara for bom mesmo, não importa o equipamento. Não importa ter a</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>O Branco, o nulo e as mulas</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/06/o-branco-o-nulo-e-as-mulas.html</link><category>chaguinha</category><category>cronicas</category><category>crônicas</category><category>eleições suplementares</category><category>Tocantins</category><pubDate>Fri, 29 Jun 2018 01:37:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-5511736287428134926</guid><description>&amp;nbsp;Certo, certo, vamos iniciar com a aquele papo superficial&amp;nbsp; e depois trataremos dos assuntos mais importantes. É certo, que aqueles que acompanham esse malfalado blog têm se perguntado porquê cargas d'aguas tem tantas postagens de outros autores. A explicação é simples, para que o mestre GOOGLE, assimile melhor qualquer site e o inclua nas pesquisas é necessário ter muitas </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><georss:featurename xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">Tocantins, Brasil</georss:featurename><georss:point xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-10.17528 -48.298247400000037</georss:point><georss:box xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">-18.215446 -58.669341400000036 -2.1351140000000015 -37.927153400000037</georss:box><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Cinco Minutos, José de Alencar</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/06/cinco-minutos-jose-de-alencar.html</link><category>cinco minutos</category><category>contos</category><category>josé de alencar</category><category>literatura brasileira</category><pubDate>Mon, 25 Jun 2018 23:54:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-7517961834500087323</guid><description>***************A D...IÉ uma história curiosa a que lhe vou contar, minha prima. Mas é uma história, e não umromance.Há mais de dois anos, seriam seis horas da tarde, dirigi-me ao Rocio para tomar oônibus de Andaraí.Sabe que sou o homem o menos pontual que há neste mundo; entre os meus imensosdefeitos e as minhas poucas qualidades, não conto a pontualidade, essa virtude dos reis,e esse mau costume</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Para Gostar de Ler, Vol. 5</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/05/para-gostar-de-ler-vol-5.html</link><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>para gostar de ler</category><pubDate>Tue, 22 May 2018 23:57:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-491813690922406624</guid><description>Carlos Drumond de AndradeFernando SabinoPaulo Mendes CamposRubem BragaPARA GOSTAR DE LERVolume 5editora áticaCrônicasEdição de textoJiro TakahashiEdição de arteAry Almeida NormanhaAntônio do Amaral RochaMario Cafiero/ilustração da capaAderbal Moura/ilustrações internasRené Etiene Ardanuy eMara Patrícia Seixas/arte finalColaboração na seleçãode textosEdson Lima GonçalvesFrancisco Marto de </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Viver! Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/04/viver-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 1 Apr 2018 23:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-6829970280197035991</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp;Fim dos tempos. AHASVERUS, sentado em uma rocha, fita longamente ohorizonte, onde passam duas águias cruzando-se. Medita, depois sonha. Vaideclinando o dia.
&amp;nbsp; &amp;nbsp;AHASVERUS. — Chego à cláusula dos tempos; este é o limiar da eternidade. Aterra está deserta; nenhum outro homem respira o ar da vida. Sou o último;posso morrer. Morrer! deliciosa idéia! Séculos de séculos vivi, </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Amor para além da vida e da morte, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/amor-para-alem-da-vida-e-da-morte.html</link><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><category>para gostar de ler</category><pubDate>Sat, 31 Mar 2018 00:15:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-5728389450275720958</guid><description>AMOR PARA ALÉM DA VIDA E DA MORTEHá vinte anos ou trinta (exatamente, trinta), ia passando eu por umcinema e paro um momento. A porta do cinema me fascina como a capa deum livro. E lá estava anunciado o filme da semana: De amor também se morre.Os artistas eram Charles Boyer, com trinta anos menos, e Olivia deHavilland. (Ou por outra: — não era Olivia de Havilland, mas a irmã deOlivia, cujo nome </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>D.Paula, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/dpaula-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 25 Mar 2018 23:38:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-7565400192352401275</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp; Não era possível chegar mais a ponto. D. Paula entrou na sala exatamente quandoa sobrinha enxugava os olhos cansados de chorar. Compreende-se o assombro datia. Entender-se-á também o da sobrinha, em se sabendo que D. Paula vive noalto da Tijuca, donde raras vezes desce; a última foi pelo Natal passado, eestamos em maio de 1882.
&amp;nbsp;

&amp;nbsp; &amp;nbsp; Desceu ontem, à tarde, e foi para</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>A virgem sonhava no jardim, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/a-virgem-sonhava-no-jardim-nelson.html</link><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><category>para gostar de ler</category><pubDate>Sat, 24 Mar 2018 00:13:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-1005214130770743777</guid><description>Não sei se vocês sabem o que aconteceu com o velho Confúcio. Certavez, uma virgem sonhava no jardim. E, de repente, um raio de sol tocou-lheo ventre. Assim nasceu Confúcio, filho de mulher e de um raio de sol. Enasceu com noventa anos, já de sapatos e já de guarda-chuva,Aos sete anos, achei que todo mundo imitava Confúcio. O sujeito jánascia com a cara e a idade definitivas. Por exemplo: — Rui </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Um Apólogo, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/um-apologo-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><pubDate>Sun, 18 Mar 2018 23:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-6764942194987047801</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp;Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir quevale alguma coisa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um arinsuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Duas mãos postas, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/duas-maos-postas-nelson-rodrigues.html</link><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><pubDate>Sat, 17 Mar 2018 00:12:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-6622724015469496593</guid><description>“Eu rezo! Pode deixar que eu rezo! Eu acredito na força da oração!”Quem falava assim, e trêmulo de fé, não era o vizinho do lado, nem oaçougueiro da esquina, nem o português do botequim. Não. Era d. Hélder,sim, sim, exatamente d. Hélder e não um qualquer. Eu pedia por alguém erepito: alguém da minha amizade ou, melhor dizendo, alguém do meuamor.E que fiz eu? Fiz a opção entre d. Hélder e d. </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Conto de Escola, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/conto-de-escola-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 11 Mar 2018 23:27:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-3406564657643588457</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp; A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de1840. Naquele dia — uma segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estaralguns instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã. Hesitavaentre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana, que não era então esse parqueatual, construção de gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Uma banana como Merenda, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/uma-banana-como-merenda-nelson-rodrigues.html</link><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><pubDate>Sat, 10 Mar 2018 02:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-5568296457506247797</guid><description>Eu e o Hélio Pellegrino temos um amigo que é o que se chama umerudito. E o pior é que se trata de um caso recente e diria mesmo defulminante erudição. A princípio suspeitei de uma deslavada escroqueriaintelectual. E aqui começa o mistério que desafia todo o meu raciocínio etoda a minha intuição. Do dia para a noite o semi-analfabeto aprendeu nãosei quantos idiomas.Já não digo francês, que todos </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Mariana, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/mariana-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 4 Mar 2018 22:53:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-7638657391897006779</guid><description>CAPÍTULO PRIMEIRO
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;"Que será feito de Mariana?" perguntou Evaristo a si mesmo, no largo da Carioca,

ao despedir-se de um velho amigo, que lhe fez lembrar aquela velha amiga.

&amp;nbsp; &amp;nbsp; Era em 1890. Evaristo voltara da Europa, dias antes, após dezoito anos deausência. Tinha saído do Rio de Janeiro em 1872, e contava demorar-se até 1874ou 1875, depois de ver algumas cidades </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Lili ardeu como uma estrela, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/03/lili-ardeu-como-uma-estrela-nelson.html</link><category>contos</category><category>cronicas</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><pubDate>Sat, 3 Mar 2018 03:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-8013480629644035797</guid><description>LILI ARDEU COMO UMA ESTRELANinguém confessa virtudes e repito: — a simples confissão devirtudes não interessa nem ao padre, nem ao psicanalista e nem ao médium,depois da morte. No caso particular desta série, não interessaria ao grandepúblico. Meus leitores, se é que os tenho, acompanham minhas confissõescom a mais cruel das expectativas. Ainda ontem, um colega, tomandocafezinho comigo, </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>A Causa Secreta, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/a-causa-secreta-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 25 Feb 2018 22:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-3414166854705702806</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço,olhava para o teto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha.Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, queestivera excelente, — de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casade saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Um menino de paixões de ópera, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/um-menino-de-paixoes-de-opera-nelson.html</link><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>dominio publico</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><category>para gostar de ler</category><pubDate>Sat, 24 Feb 2018 00:07:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-8729621185764918521</guid><description>Bem me lembro dos meus cinco, seis anos. O vizinho era, então, todoo meu horizonte humano. Ainda vejo as pessoas que moravam ao nossolado, ou em frente, ou na esquina. Os sujeitos se cumprimentavam assim: —“Bom dia, vizinho. Como vai, vizinho?”. E a simples palavra tinha umatensão, um frêmito, uma magia. Era como se “vizinho” fosse um enfáticonome wagneriano, uma espécie de Lohengrin prodigioso.O</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>A grande dor não se assoa, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/a-grande-dor-nao-se-assoa-nelson.html</link><category>cronica</category><category>cronicas</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><category>para gostar de ler</category><pubDate>Sat, 24 Feb 2018 00:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-1488790262176288832</guid><description>A grande dor não se assoa. Eis uma verdade eterna. Não se assoa.Falei, no capítulo anterior, da senhora do Lemos ou, como era maisconhecido, “Lemos Bexiga”. Com frenética e acrobática agilidade, deu umpulo impossível e caiu montada, solidamente montada, no caixão. Mas não ébem isso que eu queria dizer.O que eu queria dizer é que, da morte do Lemos até o fim do velório,ela não usou lenço uma única</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>A Desejada Das Gentes, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/a-desejada-das-gentes-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 18 Feb 2018 22:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-7084103601105521086</guid><description>— Ah! conselheiro, aí começa a falar em verso.
— Todos os homens devem ter uma lira no coração, — ou não sejam homens. Quea lira ressoe a toda a hora, nem por qualquer motivo, não o digo eu, mas de longeem longe, e por algumas reminiscências particulares... Sabe por que é que lhepareço poeta, apesar das Ordenações do Reino e dos cabelos grisalhos? é porquevamos por esta Glória adiante, costeando </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>O Grande Homem, Nelson Rodrigues</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/o-grande-homem-nelson-rodrigues.html</link><category>contos</category><category>cronicas</category><category>literatura brasileira</category><category>nelson rodrigues</category><category>o obvio ululante</category><pubDate>Sat, 17 Feb 2018 00:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-379865838863753054</guid><description>Sou um obsessivo e volto a falar de Guimarães Rosa. O que me feriu,na morte do ficcionista, foi a aridez do seu velório. Sei, evidente, que avisitação não parou. Como se saía e como se entrava! E, coisa curiosa: nãosenti, nas caras presentes, nenhum sentimento maior. Fora a família, só viduas pessoas marcadas pelo espanto da morte: — Franklin de Oliveira eGustavo Corção.(Parece uma perversidade </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item><item><title>Um Homem Célebre, Machado de Assis</title><link>https://cronicas-da-cidade.blogspot.com/2018/02/um-homem-celebre-machado-de-assis.html</link><category>contos fluminenses</category><category>literatura brasileira</category><category>machado de assis</category><pubDate>Sun, 11 Feb 2018 22:18:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6339790270917469961.post-4297309658333254337</guid><description>— Ah! o senhor é que é o Pestana? perguntou Sinhazinha Mota, fazendo um largogesto admirativo. E logo depois, corrigindo a familiaridade: — Desculpe meumodo, mas... é mesmo o senhor?
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vexado, aborrecido, Pestana respondeu que sim, que era ele. Vinha do piano,enxugando a testa com o lenço, e ia a chegar à janela, quando a moça o fezparar. Não era baile; apenas um sarau </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Fenelon Milhomem)</author></item></channel></rss>