<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825</atom:id><lastBuildDate>Wed, 06 Nov 2024 03:06:46 +0000</lastBuildDate><category>Aquecimento Global</category><category>efeito estufa</category><category>Amazônia</category><category>Aquecimento Global Urgente</category><category>Mato Grosso</category><category>Mudança Climática</category><category>ONU</category><category>Protocolo de Kioto</category><category>biodiversidade</category><category>queimadas</category><category>temperatura</category><category>ATIVIDADES DE PERCEPÇÃO AMBIENTAL</category><category>Agenda 21</category><category>Alta Floresta</category><category>Análise do desmatamento e o debate político no Brasil</category><category>Aquecimento Global: 50 perguntas e respostas que vão ao centro da questão</category><category>Bali</category><category>Buraco negro</category><category>Cada um é responsável</category><category>Conferência de Bali</category><category>Câmara</category><category>DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</category><category>DEVASTAÇÃO DAS FLORESTAS</category><category>Eco 92</category><category>Ecossocialismo</category><category>Famato</category><category>Flora</category><category>Floresta do Tapajós</category><category>Furacões</category><category>Germanwatch</category><category>Greenpeace</category><category>Humanidade tem 7 anos</category><category>IPCC</category><category>Ibama</category><category>Incêndios florestais</category><category>Maggi</category><category>Mata Atlântica</category><category>Meio Ambiente</category><category>Meio Ambiente e Desenvolvimento</category><category>Mustela nigripes</category><category>Nasa</category><category>Natureza</category><category>New York Review of Books</category><category>O cavalo selvagem</category><category>O planeta esquenta</category><category>O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas</category><category>ONG</category><category>ONGs</category><category>Pantanal</category><category>Para professores de ensino fundamental</category><category>Península Antártica</category><category>Pesquisa Ambiental da Amazônia</category><category>Pesquisa Espacial</category><category>Preservemos a natureza</category><category>Prêmio Moto-Serra de Ouro</category><category>Recicle</category><category>Recupere</category><category>Recuse</category><category>Reduza</category><category>Repense</category><category>Respeite</category><category>Reutilize</category><category>Secas</category><category>Sete passos para salvar a Terra</category><category>TV CNN</category><category>Ted Turner</category><category>Turner</category><category>UICN</category><category>agricultores</category><category>agricultura</category><category>ambiente</category><category>aquecimento</category><category>aquecimento do planeta</category><category>assoreamento</category><category>atividade em sala de aula</category><category>biodiversidade urbana</category><category>bioma amazônia</category><category>cidade</category><category>combustíveis fósseis</category><category>debates</category><category>desmatamentos</category><category>ecológico</category><category>equilíbrio ambiental</category><category>erosão</category><category>estações</category><category>floresta tropical</category><category>florestas</category><category>florestas tropicais</category><category>galáxia</category><category>gases</category><category>gás carbônico</category><category>ilhas urbanas</category><category>invasão extraterrestre</category><category>lince ibérico</category><category>mamíferos</category><category>mata ciliar</category><category>metano</category><category>monocultura</category><category>mudanças Climáticas</category><category>o planeta tem pressa</category><category>pacto</category><category>pesquisa escolar</category><category>planeta</category><category>planeta Terra</category><category>preservação ambiental</category><category>progresso</category><category>raios infravermelhos</category><category>satélite</category><category>seminários</category><category>sustentável</category><category>tarefa para casa</category><category>vegetação</category><category>vida</category><category>água potável</category><title>Aquecimento Global</title><description>Abordagem dinâmica do aquecimento global.</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (EC)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3215244897596664309</guid><pubDate>Tue, 25 May 2010 21:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-25T14:14:52.055-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alta Floresta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazônia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">biodiversidade urbana</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ONU</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sustentável</category><title>Alta Floresta poderá ser classificada com a 1ª Cidade sustentável pela ONU</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alta Floresta poderá ser considerada pela Organização das Nações Unidas(ONU) a primeira cidade sustentável da Amazônia e a quinta cidade do mundo a receber o título. A proposta está sendo desenvolvida pelas prefeitura de Alta Floresta em parceria com a de Curitiba e Fundação Ecológica Cristalino (FEC) e será apresentada no Encontro sobre Cidade e Biodiversidade, promovido pela ONU em outubro deste ano, na cidade de Nagoya, no Japão. Os levantamentos para a candidatura estão acontecendo desde o ano passado e têm a colaboração do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), considerada a cidade com melhor planejamento urbano do Brasil, e poderá envolver mais 15 municípios do Portal da Amazônia mato-grossense.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6f6YC1oKJNFbGIxmjXi3fJAglItnWY5rLVVK6qKlBypg-Bjtq_Vqufyw3RrziEKk32KyKmB9ILVTHrCK1FgA_FGBkO-lNgDM9MyOgKtCNnaRSnw_EGQyyueRKWHPLA_q63CNhFVkfRE/s1600/ALTA+FLORESTA+MT.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6f6YC1oKJNFbGIxmjXi3fJAglItnWY5rLVVK6qKlBypg-Bjtq_Vqufyw3RrziEKk32KyKmB9ILVTHrCK1FgA_FGBkO-lNgDM9MyOgKtCNnaRSnw_EGQyyueRKWHPLA_q63CNhFVkfRE/s400/ALTA+FLORESTA+MT.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Cidade de Alta Floresta - MT&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um das principais justificativas para a candidatura de Alta Floresta e o Portal da Amazônia é a proximidade com extensas áreas conservadas de floresta Amazônica com alto grau de biodiversidade, espécies raras e endêmicas (que só existem naquele lugar) da fauna e da flora. O arquiteto Edson Da Riva Carvalho, coordenador do Programa de Planejamento Urbano e Territorial da FEC, explica que a qualidade do processo de urbanização das cidades irá refletir diretamente na conservação e uso sustentável das áreas de borda da floresta Amazônica. Estas cidades localizadas no extremo Norte do Estado ainda possuem áreas extensas de floresta, um ambiente favorável para a existência da biodiversidade dentro da área do município. É comum ver bandos de araras, macacos e capivaras em pontos preservados da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com trabalhos relacionados à área de permacultura e planejamento urbano sustentável, Edson diz que a sustentabilidade das cidades preocupa a ONU pois mais da metade dos habitantes do mundo vive em áreas urbanas que ocupam 2% do superfície territorial do planeta e consomem 75% os recursos. &quot;O processo de urbanização esta acontecendo numa escala muito rápida. A iniciativa de trabalhar com biodiversidade urbana esta diretamente ligada às questões de planejamento das nossas cidades, cujo modelo convencional nunca se preocupou com este tema e focava apenas na solução de problemas urbanos a curto prazo. Hoje, estamos vendo nos jornais e noticiários que este formato esta em crise, representado pelas catástrofes e problemas ambientais que afetam milhões de pessoas em cidades de todo o mundo&quot;, diz. A impermeabilização do espaço urbano, com asfaltos e outras formas de pavimentação, retirada da cobertura vegetal, drenagem de córregos e áreas umidas e até mesmo o aterramento de olhos d água são alguns dos motivos para as atuais catastrofes naturais. &quot;Desenvolvemos áreas habitacionais em locais totalmente inapropriados para a vida humana e agora, muitas vezes,queremos culpar a natureza pelas catástrofes,&quot; completou o arquiteto. &lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.gazetadigital.com.br/&quot;&gt;A Gazeta Natureza&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2010/05/alta-floresta-podera-ser-classificada.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6f6YC1oKJNFbGIxmjXi3fJAglItnWY5rLVVK6qKlBypg-Bjtq_Vqufyw3RrziEKk32KyKmB9ILVTHrCK1FgA_FGBkO-lNgDM9MyOgKtCNnaRSnw_EGQyyueRKWHPLA_q63CNhFVkfRE/s72-c/ALTA+FLORESTA+MT.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6038389529802412067</guid><pubDate>Tue, 25 May 2010 20:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-25T13:58:47.705-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Flora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">florestas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mato Grosso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pacto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><title>Pacto pela vida</title><description>&lt;div style=&quot;color: #274e13; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Flora e florestas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Vinte e seis entidades não governamentais e instituições públicas, incluindo o governo de Mato Grosso, estão discutindo, há mais de um ano, como implantar o programa de Redução das Emissões do Desmatamento e da Degradação florestal (Redd).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAr4UYq9XMC71_avmCsQHQ7fSaWRmyODZ6xVtIk3DTPaAM6OVfjmV3eHr0DpGoz7wAXmAMt5KDxsLL15nJgYO-l4EaexgsyBbTyXx4yQIJlPghyphenhyphenV0P_dRqzdNY_KGAQuLBb269fFc-TeQ/s1600/FLORESTA+E+FLORA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAr4UYq9XMC71_avmCsQHQ7fSaWRmyODZ6xVtIk3DTPaAM6OVfjmV3eHr0DpGoz7wAXmAMt5KDxsLL15nJgYO-l4EaexgsyBbTyXx4yQIJlPghyphenhyphenV0P_dRqzdNY_KGAQuLBb269fFc-TeQ/s400/FLORESTA+E+FLORA.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Trata-se de um verdadeiro pacto pela valorização da floresta e pelo fim do desmatamento na Amazônia brasileira. Estudos realizados apontam que, no contexto do regime internacional de enfrentamento das mudanças climáticas, é possível mobilizar recursos e adotar instrumentos capazes de garantir uma redução forte e sustentável do desmatamento na Amazônia. E isso pode ser feito por meio da implantação de Redd.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mato Grosso reúne condições importantes para a implantação do mecanismo de Redd, tais como ferramentas adequadas de licenciamento ambiental das propriedades rurais, uma estrutura própria de gestão florestal, situação fundiária relativamente definida, apoio ao pacto por parte do governo estadual, de organizações da sociedade civil e de setores econômicos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os pesquisadores indicam que as ações preparatórias para se implantar efetivamente o mecanismo de Redd são o aprimoramento do controle do desmatamento, refinamento da linha de base a ser usada como referência para o cálculo das metas de redução, e desenho dos instrumentos específicos de Redd. &quot;A regularização ambiental é um fator importante para o sucesso do programa. Assim, é necessário trazer o maior número possível de propriedades rurais para o cadastro do Estado, focando em áreas com maior risco de desmatamento, paralelamente com as negociações setoriais e as iniciativas de cadastramento sistemático em nível municipal&quot;, comenta um dos coordenadores das pesquisas sobre Redd do Instituto Centro de Vida (ICV), Sergio Guimarães.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os autores buscaram como referência as experiências de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) para conservação de florestas na América Latina. Segundo dados coletados, essas experiências indicam que o instrumento deve oferecer incentivos adequados aos proprietários rurais e se apoiar em uma rede institucional forte para assegurar uma gestão eficiente e monitoramento adequado. Além disso, a transparência da informação sobre implantação, resultados e impactos ambientais e socioeconômicos nas áreas de implantação é fundamental para permitir o controle social sobre o programa. Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.gazetadigital.com.br/&quot;&gt;A Gazeta&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2010/05/pacto-pela-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAr4UYq9XMC71_avmCsQHQ7fSaWRmyODZ6xVtIk3DTPaAM6OVfjmV3eHr0DpGoz7wAXmAMt5KDxsLL15nJgYO-l4EaexgsyBbTyXx4yQIJlPghyphenhyphenV0P_dRqzdNY_KGAQuLBb269fFc-TeQ/s72-c/FLORESTA+E+FLORA.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-505600893137070267</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2009 12:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T05:48:03.754-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecossocialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudanças Climáticas</category><title>Ecossocialismo ou barbárie!</title><description>&lt;!-- cartouche --&gt; &lt;div style=&quot;font-family: arial; text-align: justify;&quot; class=&quot;texte&quot;&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O ser humano há muito tempo vem relacionando-se de forma  desordenada com a natureza, usando e ocupando a Terra de maneira predatória,  causando um desequilíbrio ecológico sem precedentes. O século XXI já se inicia  com desastres ambientais e crises profundas na ordem mundial que vai de tsunamis  e furacões até às guerras que se espalham pelo mundo. O aceleramento das  mudanças climáticas é conseqüência dessa relação do homem com a natureza,  produzindo assim impactos catastróficos nas vidas humanas, animal e vegetal.  Esse acontecimento é real e comprovada por uma pesquisa (IPCC) Painel  Intergovernamental de Mudanças Climáticas de 2007 realizada por pesquisadores do  mundo que comprovam essa mudança do clima.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Mas não é o Aquecimento Global e as mudanças Climáticas que  afligem e preocupam os governos, os meios de comunicação e a maioria da  população, a verdadeira preocupação é a crise no sistema financeiro mundial. E  essa crise é analisada separadamente das relações sociais e ambientais, como se  não houvesse qualquer interferência entre elas.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Diferentemente desses, existem pessoas organizadas ou não que  acreditam que essa crise é sistêmica. Ela é ao mesmo tempo econômica uma vez que  interfere profundamente no trabalho, na produção e no consumo das pessoas,  aumentando o preço de produtos básicos para a sobrevivência humana. Política, já  que os direcionamentos dados a cada problemática são diversos e relacionados a  pensamentos ideológicos. Também é social, pois as estruturas da sociedade não  dão conta das necessidades e desafios atuais, interferindo, diretamente, na  forma de organização das sociedades. E, profundamente, ambiental, já que a  natureza é fator limitante para a sobrevivência das pessoas, pois é dela que são  retirados os recursos que geram o ciclo de produção e consumo e reprodução da  humanidade. E, além disso, é ética, por colocar em cheque valores como o  individualismo e a responsabilidade com as atuais e futuras gerações. Nenhuma  dessas crises estão isoladas umas das outras. Isso quer dizer que a crise  ecológica e o colapso social estão profundamente relacionados. Suas  conseqüências deveriam ser vistas como manifestações diferentes, mas com causas  nas mesmas forças estruturais, o capitalismo.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Essa crise é resultado do modelo de civilização que vivemos que  coloca o desenvolvimento e o lucro acima dos limites do planeta e de todas as  formas de vida. Devemos perceber que os recursos naturais são limitados e que  não podemos destruí-los para o benefício de uma parcela da humanidade,  excluindo, massacrando e explorando a maioria da população. Mas ao mesmo tempo,  a Terra é rica e abundante tendo condições de alimentar todos os povos, com  respeito e distribuição dos recursos de forma igual e sempre com o cuidado para  com a nossa grandiosa e generosa Mãe Terra. Cuidar da Terra é perceber que somos  parte integrante dela e que podemos viver em harmonia com todos os seres, sem  degradar. Satisfazendo as nossas necessidades.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Por isso é fundamental romper com o atual modelo de  desenvolvimento, o capitalismo, que já se mostrou incapaz de regular e, muito  menos, de superara as crises que criou. Ele não consegue resolver a crise  ecológica porque fazê-lo significa colocar limites ao processo de acumulação,  uma opção inaceitável para um sistema baseado na maximização do lucro. Devemos  partir para a superação desse sistema, e construir o ecossocialismo. Um modelo  de sociedade que estabeleça uma relação igualitária entre a humanidade com ela  mesma e com a natureza.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O Ecossocialismo é, então, uma das opções políticas que atuam no  interior do ambientalismo. É parte do movimento sócio-ambiental que é  anti-capitalista unindo a luta ecológica à causa socialista. Assim, ele se  contrapõe tanto com os socialistas que não consideram a importância estratégica  da luta ecológica, como com os ecologistas que não atuam no sentido  anti-capitalista.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Construir o Ecossocialismo significa lutar pela não separação dos  produtores (trabalhadores) dos meios de produção (ferramentas necessárias para  que os trabalhadores consigam transformar a matéria prima em produto) que é um  dos princípios do socialismo, associada com a redefinição da trajetória e  objetivo da produção em um contexto ecológico, ou seja, repensar todo o processo  produtivo; a necessidade desse produto para a humanidade, como ele será  produzido, que recursos ele necessita para ser produzido, se pode ser  substituído por outro que cause menos impacto, como e onde ele será  descartado.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Ele integra o socialismo e a ecologia especificamente em relação  aos “limites ao crescimento”, essencial para a sustentabilidade da sociedade.  Isso sem impor escassez, sofrimento ou repressão à sociedade. Propõe uma  profunda transformação das necessidades, uma mudança de dimensão qualitativa,  não quantitativa na vida das pessoas. O que quer dizer valorização dos valores  de uso em detrimento dos valores de troca sob uma perspectiva ecológica.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;i class=&quot;spip&quot;&gt;“&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não se trata de contrapor a sobrevivência humana à  de outras espécies, trata-se de entender que elas são inseparáveis e que nossa  sobrevivência como seres humanos depende da salvaguarda do equilíbrio ecológico  e da diversidade das espécies.” &lt;/span&gt;*&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;i class=&quot;spip&quot;&gt;Michael Lowi&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Lutar pelo ecossocialismo é também estar junto na luta das  mulheres. É compreender que não existirá uma sociedade verdadeiramente justa e  igualitária se as mulheres continuarem a serem descriminadas, violentadas e  desvalorizadas em relação ao outro sexo, o homem, e nem se o feminino não  estiver no mesmo patamar que o masculino. É lutar para que as mulheres tenham  autonomia sobre seus corpos podendo decidir sobre ele.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;É também combater o racismo. Não permitir que nenhum ser seja  descriminado pela sua cor, cabelos, olhos, vestimenta, música, ou qualquer outro  tipo de forma. Deve haver o respeito pelas diferentes culturas, diferentes  maneiras de viver.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Os Ecossocialistas também estão na batalha pela livre orientação  sexual. Não aceitam que pessoas sejam julgadas e condenadas pela escolha sexual  que fazem. As pessoas devem ser livres para amar.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;É lutar pela soberania dos povos. Nenhum povo deve ser subjugado  por outro.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Construir o Ecossocialismo é também carregar as bandeiras  geracionais. É perceber que cada geração tem necessidades diferentes. É  compreender que os jovens são sujeitos de direitos. A juventude não una, é  diversa, múltipla. Ela é mais do que uma etapa na trajetória de vida dos  indivíduos, é mais do que uma fase preparatória para a vida adulta. A condição  juvenil possui &quot;valor&quot; por si mesma. Ela exige uma série de políticas públicas  gerais, e também específicas, que se mostrem aptas a minimizar os riscos e os  problemas sociais que recai principalmente sobre essa geração, bem como  maximizar as oportunidades de inserção econômica, social, política e cultural  dos jovens.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;A juventude tem um papel importante nessa construção. 51 milhões  de jovens brasileiros com idade entre 15 anos e 29 anos** enfrentam diversos  riscos e problemas no seu cotidiano causados pelo modelo de desenvolvimento da  nossa sociedade, que só tende a piorar quando chegarem à idade adulta. Esses  jovens que enfrentam riscos e problemas só conseguirão superá-los com a sua  inserção na mobilização social e política das organizações da sociedade  civil.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Para os ecossocialistas as lutas não estão separadas. Por isso, as  crises podem e devem ser vistas como oportunidades revolucionárias, e como tal  temos o dever de afirmá-las para superá-las.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt; [&lt;a class=&quot;spip_note&quot; id=&quot;nh1&quot; title=&quot;[1] * Michael Lowi, texto; Ecologia e Socialismo extraído do (...)&quot; href=&quot;#nb1&quot; name=&quot;nh1&quot;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong class=&quot;spip&quot;&gt;Rebeca Raso - Estudante de Economia Doméstica  da UFC, Integrante da Juventude Alternativa Terrazul, Coletivo Jovem pelo Meio  Ambiente Ceará, REJUMA e Rede Brasileira de Ecossocialistas  Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.terrazul.m2014.net/spip.php?article610&quot;&gt;Terrazul&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;a class=&quot;spip_out&quot; href=&quot;http://www.juventudeterrazul.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;strong class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;a class=&quot;spip_out&quot; href=&quot;http://www.juventudeterrazul.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/06/ecossocialismo-ou-barbarie.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-4011612372909531889</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2009 11:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T05:00:50.861-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planeta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recicle</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recupere</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recuse</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reduza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Repense</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Respeite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reutilize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sete passos para salvar a Terra</category><title>Sete passos para salvar a Terra</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;font-family: arial;&quot; id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;font-family: arial;&quot; id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot; class=&quot;Materia&quot;&gt;Parece, mas o título deste artigo não é coerente. É que a ideia de  super-herói está no inconsciente coletivo da humanidade. Pois quando se fala de  consertar o que está além de si, dar conselhos, opiniões, a maioria está  disposta, parece fácil. Portanto, o termo &quot;salvar a Terra&quot; não propicia uma  reflexão profunda, quando se refere às questões ambientais. A verdade é que se  trata de &quot;salvar&quot; a própria raça humana, pois é ela que está em perigo de  extinção, isso é óbvio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;O planeta, como em todas as eras de aquecimento e arrefecimento que já houve, se refez, brotou, floriu novamente ao longo dos quase 5 bilhões de  existência. A vida do homem, que há pouco existe por aqui, é que está em jogo.  Cuidar do meio ambiente, portanto, é uma defesa   em causa própria, é manter qualidade   de vida para si e para as próprias gerações que virão. Falta mesmo é amor e  gratidão na relação do homem com o meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;Em tempos de aceleradas alterações climáticas o maior dilema ético é sobre o  que cada um pode fazer para que o planeta superaqueça menos do que o esperado.  Dentre tantas alternativas propostas por cientistas, governos e empresas, também  individualmente todos podem contribuir como agentes de mudança nessa causa  coletiva, a exemplo da prática dos 7 Rs. Você pode associar cada um dos sete  passos a seguir a um dia da semana, como técnica de neuroaprendizagem. São  exemplos ao alcance de todos que desejam se tornar gestores conscientes do  próprio consumo na relação com o meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;1. Domingo - Reduza: Um dos vilões da degradação ambiental é o consumismo. O  consumo exacerbado além de causar diferenças sociais, também provoca o  desperdício. Use ao máximo o que você comprar nesta semana; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;2. Segunda-feira - Reutilize: Reinvente sua relação com aquilo que você não  utiliza mais para o mesmo fim. Seja criativo, descubra alternativas para o que  você não usa mais com a finalidade inicial. As pessoas são frequentemente muito  imaginativas ao reutilizarem os objetos, ao invés de jogá-los fora;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;3. Terça-feira - Recicle: Refaça ou destine o que não pode ser reutilizado  para que seja transformado e reintroduzido na cadeia produtiva com outras formas  de utilidade, e ainda gerar renda. Muito pouco do que se descarta é lixo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;4. Quarta-feira - Repense: Antes de adquirir ou produzir, pergunte a si mesmo  sobre o que pode ser feito de forma que cause menor impacto ambiental. Repensar  o estilo de vida é uma mudança de dentro para fora, mudança de conceito, de  paradigma, de produção, de consumo e acima de tudo, de ganho. É resignificar o  próprio conjunto de valores, reavaliar ações e adotar novas formas de pensar e  agir;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;5. Quinta-feira - Recuse: Compre aquilo que tiver procedência. Se não tiver,  exija. Saiba de onde vem o que você consome e quanto custou isso ao meio  ambiente. Aceite o que for sustentável. Qualquer produto que esteja de acordo  com os princípios sustentáveis agrega valor para quem produz e mais consciência  para quem consome. Redirecione sua forma de consumo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;6. Sexta-feira - Recupere: Contribua de alguma forma para recuperar e  conservar a biodiversidade. Comece pelo quintal da sua casa, pelas praças do seu  bairro, pelo ar do seu ambiente. Plante árvores, doe também, se puder. Muita  coisa em nosso planeta sofre com a poluição e a degradação, é preciso pensar em  como recuperar tudo que vem sendo destruído. Proponha também soluções ao  governo, as empresas e a sociedade; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;7. Sábado - Respeite: Considere o planeta como um organismo vivo, reveja a  relação que mantém com a mãe natureza e cuide mais dela. Entender as formas de  vida que existem é a primeira atitude para respeitá-las. Mais amor é a solução  para esse caso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;No próximo domingo reinicie os 7 passos. Essa atitude pode provocar-lhe a  maior das mudanças, a de si mesmo. Criar um comportamento novo como o senso de  autopreservação, aos poucos, se tornará um hábito coerente com a natureza e toda  a complexa biodiversidade nela existente. Isso pode significar o ar mais limpo  para respirar e um consumo mais saudável, ecologicamente correto. Divulgue esses  passos. Cuidar do planeta é efetivamente fazer o que estiver ao seu redor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;O objetivo maior da humanidade será o de viver em harmonia consigo, com os  demais seres e com o meio ambiente. O filósofo Platão, discípulo de Sócrates,  disse que tudo começa no mundo das ideias. E o pensar sustentável é o que conduz  a uma atitude ambientalmente responsável, que motiva o ser humano a agir em prol  da mudança e fazer diferente. Há uma expressão que diz: &quot;Você não pode escolher  como vai morrer ou quando. Você só pode decidir como vai viver agora&quot;. Pense  nisso e faça do &quot;agora&quot; um ambiente melhor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: left; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;  style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Autor:Jair Donato é jornalista em Cuiabá, consultor de empresas, professor  universitário, especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail:  jairdomnato@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;Materia&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot; class=&quot;Materia&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/06/sete-passos-para-salvar-terra.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6119689042116139846</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2009 22:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-17T16:04:22.250-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aquecimento do planeta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">combustíveis fósseis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">efeito estufa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Protocolo de Kioto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">temperatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">água potável</category><title>Perguntas e respostas sobre Aquecimento Global</title><description>&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table  style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;&quot; bg=&quot;&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;9&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;perguntasCorpo&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;table style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;&quot; width=&quot;142&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                                    &lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/aquecimento_global/imagens/aquecimento_global.jpg&quot; width=&quot;300&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;166&quot; /&gt;&lt;/td&gt;                                 &lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                               &lt;span class=&quot;perguntasCorpo&quot;&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;br /&gt;                            O alerta dos cientistas sobre o aquecimento global                                e suas conseqüências, que há poucos anos mobilizava                                apenas órgãos técnicos de governos e ambientalistas,                                hoje se tornou um tema onipresente. O combate ao                                aumento do efeito estufa está na retórica dos políticos                                e nos planos de negócios dos empresários. Virou                                ferramenta de marketing na publicidade e de autopromoção                                entre celebridades. Em todo o mundo, a possibilidade                                de ocorrerem catástrofes cada vez mais devastadoras                                por causa da elevação da temperatura no planeta                                é tema obrigatório nas rodas de conversa. Entenda                                por que o planeta esquenta, e o que a elevação da                                temperatura pode fazer com ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;15&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;                         &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;1.                            O que é o efeito estufa? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;p&gt; O efeito estufa é o fenômeno natural pelo qual a energia                            emitida pelo Sol - em forma de luz e radiação - é acumulada                            na superfície e na atmosfera terrestres, aumentando                            a temperatura do planeta. De suma importância para a                            existência de diversas espécies biológicas, o efeito                            estufa acontece principalmente pela ação de dióxido                            de carbono (CO2), CFCs, metano, óxido nitroso e vapor                            de água, que formam uma barreira contra a dissipação                            da energia solar. A maioria dos cientistas climáticos                            crê que um aumento na quantidade desses gases provoca                            uma elevação da temperatura da Terra. &lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;vertical-align: top;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background=&quot;../../../../veja_online_2006/imagens/fio_sep_horizontal.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;                         &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;2&quot; id=&quot;2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;2.                            A emissão desses gases está aumentando?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;p&gt; Com o desmatamento e a queima de combustíveis fósseis                            cada vez mais intensos, a concentração desses gases                            está aumentando, especialmente as de CO2 e metano. Desde                            1800, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera                            cresceu 30%, enquanto a de metano aumentou 130%. Analisando                            camadas de gelo da Antártica, cientistas europeus descobriram                            que o ritmo de aumento na concentração de CO2 é impressionante:                            nos últimos 150 anos, o gás propagou-se pela atmosfera                            do planeta cerca de 200 vezes mais rápido que nos últimos                            650.000 anos. &lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;perguntasTopo&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/aquecimento_global/index.shtml#topo&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;3&quot; id=&quot;3&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;3.                            Quais são os maiores emissores de gases do efeito estufa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Os maiores emissores de gases responsáveis pelo efeito                            estufa são Estados Unidos, União Européia, China, Rússia,                            Japão e Índia. Entre essas nações, os Estados Unidos                            - responsáveis por cerca de 36% do total mundial - lideram                            as emissões tanto em termos absolutos como per capita.                            Entre 1990 e 2002, os EUA aumentaram em 15% o nível                            de emissão de gases, chegando a 6 bilhões de toneladas                            ao ano. Para efeito de comparação, todos os países membros                            da UE emitiram, juntos, cerca de 3,4 bilhões em 2002.                            A China, terceira colocada no ranking, emitiu 3,1 bilhões                            de toneladas.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;15&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td background=&quot;../../../../veja_online_2006/imagens/fio_sep_horizontal.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;                         &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;4&quot; id=&quot;4&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;4.                            Quais são as evidências do aquecimento do planeta?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;p&gt; Há diversas evidências de que a temperatura                            global aumentou. Os termômetros subiram 0,6°C                            entre meados do século XIX e o início                            do século XXI - desses, 0,5°C apenas nos                            últimos 50 anos. Outra evidência é                            a elevação de 10 cm a 20 cm no nível                            dos oceanos nesse período. Além disso,                            as regiões glaciais do planeta estão diminuindo:                            em algumas zonas do Ártico, por exemplo, a cobertura                            de gelo encolheu até 40% em décadas recentes.                            Cientistas também consideram prova do aquecimento                            global a diferença de temperatura entre a superfície                            terrestre e a troposfera - zona atmosférica mais                            próxima do solo. &lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt; &lt;td background=&quot;../../../../veja_online_2006/imagens/fio_sep_horizontal.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;5&quot; id=&quot;5&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;5.                            Quanto a temperatura pode subir?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Os atuais modelos científicos prevêem que, se nada                            for feito, a temperatura global pode aumentar entre                            1,4°C e 5,8°C até 2100. Cientistas menos otimistas acreditam                            que a temperatura de certas áreas do globo pode subir                            até 8°C no período, e que, mesmo com um corte radical                            na emissão de gases, os efeitos do aquecimento continuarão.                            Isso porque são necessárias décadas para que as moléculas                            dos gases que já estão na atmosfera sejam desfeitas                            e parem de acumular energia solar em excesso.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;perguntasTopo&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/aquecimento_global/index.shtml#topo&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;      &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;6&quot; id=&quot;6&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;6.                            Os atuais modelos de previsão de clima são confiáveis?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os debates em torno da eficácia e precisão dos atuais                            modelos de previsão climática são acalorados. Uma minoria                            científica crê que os sistemas computadorizados são                            demasiadamente simplificados, incapazes de simular as                            complexidades do clima real. Porém, a maior parte comunidade                            científica mundial defende que as atuais análises feitas                            em computador, apesar de precisarem ser aperfeiçoadas,                            já são confiáveis para simulações de futuro próximo                            - intervalos de 25 ou 30 anos.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt; &lt;td background=&quot;../../../../veja_online_2006/imagens/fio_sep_horizontal.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;                         &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;7&quot; id=&quot;7&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;7.                            Quais serão os principais efeitos do aquecimento?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;p&gt;Os cientistas climáticos são unânimes em afirmar que                            o impacto do aquecimento será enorme. A maioria prevê                            falta de água potável, mudanças drásticas nas condições                            de produção de alimentos e aumento no número de mortes                            causadas por inundações, secas, tempestades, ondas de                            calor e fenômenos naturais como tufões e furacões. Além                            disso, pesquisadores europeus e americanos estimam que,                            caso as calotas polares derretam, haverá uma elevação                            de cerca de 7 metros no nível dos oceanos. Outro impacto                            provável é a extinção de diversas espécies animais e                            vegetais.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt; &lt;td background=&quot;../../../../veja_online_2006/imagens/fio_sep_horizontal.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/pix.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;                         &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;8&quot; id=&quot;8&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;8.                            Quais países serão mais afetados?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;p&gt;Apesar de os grandes responsáveis pelo aquecimento                            global serem as nações desenvolvidas da América do Norte                            e Europa Ocidental, os chamados países em desenvolvimento                            serão os que mais sentirão efeitos negativos. Isso acontecerá                            porque essas nações possuem menos recursos financeiros,                            tecnológicos e científicos para lidar com os problemas                            de inundações, secas e, principalmente, com os surtos                            de doenças decorrentes. A malária, por exemplo, deve                            passar a matar cerca de 1 milhão de pessoas ao ano com                            o aquecimento do planeta.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;perguntasTopo&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/aquecimento_global/index.shtml#topo&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;9&quot; id=&quot;9&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;9.                            Quais espécies animais serão mais afetadas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo as estimativas da Convenção das Nações Unidas                            para Mudanças do Clima (UNFCCC), a maioria das espécies                            atualmente ameaçadas de extinção pode deixar de existir                            nas próximas décadas. As projeções indicam que 25% das                            espécies de mamíferos e 12% dos tipos de aves seriam                            totalmente banidos do planeta com o aumento da temperatura,                            que provocaria mudanças drásticas principalmente nos                            frágeis ecossistemas florestais e pantanosos. &lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;perguntasTopo&quot; align=&quot;right&quot;&gt;•&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;10&quot; id=&quot;9&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;10.                            Como impedir um aquecimento global exagerado?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cientistas e engenheiros defendem que a solução para                            o aquecimento global exagerado está no desenvolvimento                            de tecnologias energéticas que emitam menos dióxido                            de carbono. Entre as mais pesquisadas atualmente estão                            a fissão nuclear, células combustíveis de hidrogênio,                            desenvolvimento de motores elétricos e também o aprimoramento                            de motores à combustão pela diminuição do consumo e                            pela diversificação de substâncias combustíveis. No                            Brasil, ganha destaque o desenvolvimento de matrizes                            energéticas de origens vegetais, como o etanol, o biodiesel                            e também o Hbio.&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;perguntasTopo&quot; align=&quot;right&quot;&gt;•&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;table class=&quot;perguntasCorpo&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntasTituloPergunta&quot;&gt;&lt;a name=&quot;11&quot; id=&quot;9&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;11.                            Qual a importância do Protocolo de Kioto para conter                            o aquecimento?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O protocolo de Kioto - que entrou em vigor em fevereiro                            de 2005 e conta com a participação de 163 nações - prevê                            que até 2012 seus signatários reduzam as emissões combinadas                            a níveis 5% abaixo dos índices de 1990. A eficácia do                            acordo, contudo, é limitada, pois até o momento os Estados                            Unidos, maior emissor mundial de dióxido de carbono,                            não ratificaram o pacto. Especialistas acreditam que                            as resoluções de Kioto apenas combatem a camada mais                            superficial do problema do aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte; Veja&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/04/perguntas-e-respostas-sobre-aquecimento.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6378793032014850635</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2009 22:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-17T15:27:10.172-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazônia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">biodiversidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bioma amazônia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Floresta do Tapajós</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ibama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisa Ambiental da Amazônia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vegetação</category><title>Até onde a Amazônia pode resistir?</title><description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;Do                Descobrimento até o final da década de 70, apenas                4% de toda a Amazônia havia sido devastada. Isso corresponde                a arrancar menos que um gomo de uma laranja. Nos últimos                vinte anos, já se foram mais dois gomos. Hoje, a área                desmatada da floresta equivale à de um país como a                França. Essa ainda seria uma situação confortável                se o futuro não prometesse coisa muito pior. Caso nada seja                feito para estancar a destruição, daqui a apenas vinte                anos poderão restar somente 28% de mata virgem na Amazônia,                na hipótese mais benigna, ou ainda menos – 4,7% –,                a se confirmarem as hipóteses mais pessimistas levantadas                pelo grupo de cientistas liderado pelo biólogo americano                William Laurance, pesquisador do Smithsonian Tropical Research Institute,                um dos centros de pesquisa da prestigiosa Smithsonian Institution                dos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia                (Inpa), em Manaus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;           &lt;br /&gt;           &lt;/div&gt;&lt;table style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;&quot; width=&quot;180&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot;&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td height=&quot;199&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Alberto Cesar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;img src=&quot;http://veja.abril.com.br/221100/imagens/ambiente3.jpg&quot; width=&quot;180&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;&quot;  &gt;William                    Laurance: devastação em torno de uma hidrelétrica                    como a de Samuel vai a até 25 quilômetros das bordas                    do reservatório &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;             Laurance, de 43 anos, criou um modelo de previsão matemática                do desmatamento com base nas obras construídas na Amazônia.                Ele é autor de mais de cinqüenta artigos e de dois livros                sobre a região e vive em Manaus há cinco anos. Metido                em bermudas largas, camisas pólo e sandálias, é                capaz de passar horas sobre um pequeno computador portátil                redigindo seus textos e fazendo cálculos. Com sua fórmula,                o cientista projetou quanto pode ser destruído em volta de                cada nova obra planejada no programa Avança Brasil, que começou                a ser implementado pelo governo em janeiro deste ano. O que ele                analisa, no fundo, é a medida da ocupação humana                na maior reserva florestal contínua do planeta, uma região                que abriga quinze vezes mais espécies de peixes que todos                os rios europeus, guarda 20% da água potável do mundo                e tem a maior linhagem de aves, primatas, roedores, jacarés,                sapos, insetos e lagartos da Terra. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; No                meio dessa biodiversidade, o governo planeja pavimentar ou construir                8&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000 quilômetros de estradas.                Até 2007, devem estar operando mais de uma dezena de portos                e quatro aeroportos novos ou ampliados, dois gasodutos, três                usinas termelétricas, toda a segunda etapa da hidrelétrica                de Tucuruí, mais a de Belo Monte, no Rio Xingu, e as hidrovias                Araguaia–Tocantins (2&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;250 quilômetros)                e do Madeira (1 056 quilômetros), além de milhares                de quilômetros de linhas de transmissão de energia                e de um novo trecho de 1&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;400 quilômetros                da Ferrovia Norte–Sul. Em oito anos, a região terá                recebido quase 40 bilhões de reais em investimentos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;           &lt;table style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;&quot; width=&quot;445&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot;&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fotos Janduari Simões&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;img style=&quot;width: 131px; height: 188px;&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/221100/imagens/ambiente4.jpg&quot; /&gt; &lt;/td&gt;                 &lt;td valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);font-size:78%;&quot; &gt;Janduari Simões&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;/span&gt; &lt;img style=&quot;width: 274px; height: 191px;&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/221100/imagens/ambiente5.jpg&quot; /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;&quot;  &gt;&lt;b&gt;Nepstad                    e seu experimento na Floresta do Tapajós: simulação                    de uma seca para estudar a reação da Amazônia                    na hipótese de ocorrer um mega El Niño&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;No                passado, a implantação de projetos dessa magnitude                criou situações que podem ser medidas com precisão                – e é dessas medições que parte a projeção                sombria de Laurance. Alguns dos piores resultados da ocupação                podem ser vistos às margens de rodovias como a Belém–Brasília,                aberta nos anos 60, e a PA-150, o corredor da madeira no leste do                Pará. Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Ambiental                da Amazônia (Ipam) mediu a devastação provocada                por essas duas rodovias, mais a da BR-364, que liga Cuiabá                a Porto Velho, todas construídas nas últimas três                décadas. Ao longo da Belém–Brasília, 55%                da vegetação foi derrubada numa faixa de 50 quilômetros                de cada lado da estrada. Às margens da PA-150, o índice                ficou em 40% e, para a Cuiabá–Porto Velho, em 33%. O                trabalho do Ipam concluiu ainda que dois terços do desmatamento                total da Amazônia ocorreram nas vizinhanças de rodovias.                &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;                Nas projeções do biólogo William Laurance,                às margens de uma estrada como a Cuiabá–Santarém,                aberta nos anos 70 e cuja pavimentação está                prevista no Avança Brasil, o desmatamento pode espalhar-se                por até 200 quilômetros lateralmente ao asfalto. No                caso das hidrelétricas, o avanço sobre a mata alcança                uma extensão de até 25 quilômetros a partir                das bordas dos reservatórios. Considerando o potencial de                devastação de cada obra, a equipe projetou os totais                desmatados. Para montar o cenário otimista, definiu-se a                possibilidade de preservação de todas as reservas                já existentes na Amazônia, florestais e indígenas.                Na hipótese pessimista, calcula-se que os limites não                serão respeitados em reservas à margem das estradas,                por exemplo. O estudo conclui que as obras do Avança Brasil                poderão incrementar em até um quarto os 20&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                quilômetros quadrados devastados todos os anos na floresta,                totalizando uma superfície maior do que a do Estado de Sergipe                podada a cada ano. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;&quot;É                como permitir que se corte ao meio um bolo que antes era comido                pelas bordas&quot;, diz Laurance, ao tratar da ação humana                sobre a floresta. Ele se refere sobretudo à atividade das                madeireiras, as pioneiras no avanço sobre a mata. O fenômeno                da penetração seguindo a estrada como uma faca que                vai separando nacos da região já pode ser observado                no oeste do Pará, no entorno da BR-163, que liga a capital                de Mato Grosso a Santarém. O esgotamento de antigos pólos                madeireiros em outras regiões faz com que serrarias migrem                dessas áreas para as margens da rodovia. Embora a estrada                tenha sido aberta na década de 70 e permaneça sem                pavimentação num trecho de mais de 1&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                quilômetros, quase impossível de transpor na época                das chuvas, as madeireiras avançam em direção                ao &quot;meio do bolo&quot;. Ali existe um corredor de escoamento – precário,                mas há –, e por ele milhares de metros cúbicos                de espécies de alto valor comercial, como o ipê e o                cedro, seguem para o sul ou sobem para o Porto de Santarém,                para exportação. &quot;A Cuiabá–Santarém                é a verdadeira estrada da integração nacional&quot;,                diz Edgar Antônio Brandt, presidente do Sindicato dos Madeireiros                do Sudoeste do Pará, em Novo Progresso. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Esse                município e a localidade de Moraes de Almeida, 100 quilômetros                ao norte, concentram o mais novo pólo madeireiro da Amazônia.                No final de 1997, não havia nem quinze serrarias instaladas                por lá. Até o fim deste ano serão mais de 100.                Em toda a rodovia, 150. Elas comem pelo menos 75&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                hectares de floresta por ano. Cerca de 1,5 milhão de metros                cúbicos de madeira – com a qual se pode lotar mais de                uma centena de navios – são retirados anualmente de                lugares onde três anos atrás não se cortava                uma única tora. Em 1995, Novo Progresso contava com 6&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                habitantes. Hoje tem 24&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000. A vizinha                Moraes de Almeida viveu o auge da produção de ouro,                na década de 80, com 2&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000 habitantes,                escolas, hospitais, posto policial e até agência bancária.                Quando o metal acabou, dez anos atrás, chegou a ter só                26 moradores. Agora, retomou o tamanho original. Como associa a                chegada das madeireiras com progresso, a população                das duas cidades se une aos destruidores da mata para reivindicar                o asfaltamento da Cuiabá–Santarém. &quot;Seria a realização                de um sonho&quot;, afirma o prefeito de Novo Progresso, Juscelino Alves                Rodrigues, do PSDB. O sindicato dos madeireiros calcula que, com                o asfalto, o custo do frete da madeira, de 140 reais por metro cúbico,                cairia quase à metade, tornando a região mais competitiva                para esse tipo de comércio. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; A                ação destrutiva começa com a retirada da madeira.                Em seguida, os madeireiros partem para uma área nova, e a                terra arrasada que deixam para trás se transforma em local                de plantação ou pastagem para gado. Pelas experiências                do passado, sabe-se que o ciclo de aproveitamento da mata por esse                modelo dura de vinte a 25 anos, gerando prosperidade e crescimento.                Depois, vem a decadência. Ambientalistas acreditam que o asfalto                é um meio de acelerar esse processo e que o governo deveria                estudar mais o impacto de um programa como o Avança Brasil                antes de iniciá-lo. Em Brasília, o ministro do Meio                Ambiente, José Sarney Filho, afirma que os projetos previstos                para a Amazônia podem ser revistos, se ficar demonstrado que                prejudicarão a floresta. Diz Sarney Filho que o BNDES tem                800&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000 reais para a elaboração                de um relatório de impacto ambiental sobre esses planos.                &quot;Dependendo do resultado, o Avança Brasil pode até                ser modificado&quot;, garante o ministro. Os brasileiros devem ouvir                declarações como essa com muita desconfiança.                Governo após governo, Brasília sempre optou por projetos                desmiolados para a Amazônia. Nunca, até hoje, o bom                senso prevaleceu. Preferiu-se sempre uma aparência de movimentação                e de progresso, à custa do meio ambiente. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;&quot;Não                dá para imaginar a instalação de uma redoma                sobre a floresta, condenando populações locais ao                abandono&quot;, diz José Paulo Silveira, secretário de                Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério                do Planejamento, responsável pelo Avança Brasil. &quot;A                ocupação é inevitável e, portanto, é                melhor que seja planejada.&quot; Para entender esse raciocínio,                deve-se ter em mente que existem 19 milhões de brasileiros                vivendo nos nove Estados da Amazônia Legal, a maior parte                deles precisando de médico, dentista, mantimento e até                democracia – coisas que hoje custam a chegar por trilhas e                barcos. Já há exemplos de estudos e de atividades                na Amazônia que podem dar emprego e dignidade a essa gente,                sem destruição. Pesquisadores do Instituto do Homem                e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), sediado em Belém,                concluíram que a atividade madeireira é a grande vocação                da região, que tem 83% de sua área imprestável                para a agricultura ou a pecuária. O que parece um contra-senso                – ambientalistas defendendo madeireiros – pode servir                para demonstrar que, dependendo da maneira como é feita,                a atividade das serrarias ajuda a preservar, em vez de devastar.                Basta que se adote em larga escala o chamado manejo florestal, que                consiste em selecionar as árvores a ser cortadas, retirá-las                com o menor dano possível aos exemplares em volta e depois                dar tempo para que aquela área da floresta se regenere. Ao                contrário do que se costuma imaginar, não é                nem o caso de plantar novas árvores. Basta deixar de pé                os espécimes mais jovens e, dependendo do tipo de árvore,                preservar alguns exemplares adultos, para gerar novas sementes.                Essa atividade madeireira, que alia progresso econômico com                preservação da natureza, exige, no entanto, um zelo                formidável do poder público na tarefa de dar a permissão                para o abate de árvores e fiscalizar ferozmente o cumprimento                das regras de regeneração pelos empresários                madeireiros. Do jeito que a coisa está, as madeireiras só                destroem. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; A                pedido do Ministério do Meio Ambiente, o Imazon produziu                outro relatório, em que identifica áreas públicas                com potencial para a criação de florestas nacionais.                Nessas áreas, nas quais já estão demarcadas                florestas que somam 83&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000 quilômetros                quadrados, é permitida a exploração planejada                de recursos naturais. Elas são arrendadas a terceiros mediante                concorrência pública, e a retirada de árvores                obedece a um planejamento, com fiscalização posterior                do uso dessas áreas para evitar a destruição                da natureza. Planeja-se chegar a 500&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                quilômetros quadrados – ou 10% da área total da                Amazônia Legal. O Imazon calcula que com mais 200&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                quilômetros quadrados seria possível produzir o mesmo                volume de madeira retirado hoje da região. &quot;A criação                de florestas controladas nas áreas para onde a indústria                madeireira tende a se instalar é essencial para assegurar                o manejo nessas novas fronteiras&quot;, diz o estudo. Como se vê,                preservar não é tão difícil. Basta que                a autoridade pública substitua a retórica pelo desejo                efetivo de evitar a destruição do maior tesouro vegetal                do planeta. O Fundo Mundial para a Natureza, uma organização                preservacionista, estima em 500 bilhões de dólares                o volume de dinheiro a ser tirado da exploração econômica                de espécies selvagens. O Brasil entra nesse cálculo                com 8% da madeira explorada no mundo, quase toda ilegalmente. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Para                o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, a preservação                da Amazônia passa necessariamente por esse tipo de mudança                na exploração dos recursos da floresta. Não                se trata de proibir o acesso à riqueza natural, condenando                os habitantes da área à falta de assistência.                Trata-se, isso sim, de criar condições para a exploração                racional e a fiscalização implacável. Isso                foi o que não se viu até agora. O Instituto Brasileiro                do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),                a quem cabe zelar pela preservação e pelo uso racional                dos recursos naturais, tem hoje menos de 200 homens nessa função                na Amazônia. Mesmo diante das lições do passado,                Sarney Filho rejeita as previsões catastrofistas sobre a                infra-estrutura que será levada à selva nos próximos                anos. Acha que será possível conciliar progresso e                preservação do meio ambiente. &quot;O governo está                muito atento à questão ambiental&quot;, diz o ministro.                O Brasil reza para que ele esteja certo e tenha os meios de realizar                sua profecia. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Pode                ser que o ministro tenha razão e a catástrofe não                ocorra, mas com a Amazônia sempre é necessário                cuidado. Todas as experiências anteriores de ocupação                resultaram em fiasco. No auge da exploração da borracha,                era tamanha a riqueza dos empresários do látex que                eles se vestiam como ingleses e estouravam garrafas de champanhe                francês em Manaus com a naturalidade de quem abre latinhas                de cerveja. Atualmente, falta até água limpa na capital                do Estado do Amazonas, que é banhada pelos rios Negro e Solimões,                dois gigantes. Quando o bilionário americano Daniel Ludwig                começou seu sonho de fazer no Amapá uma superfábrica                de polpa de papel, há três décadas, pescava-se                o gigantesco pirarucu na periferia de Manaus. Agora, é necessário                entrar 200 quilômetros mata adentro para pegar um exemplar                de bom tamanho. O grande projeto de rasgar a floresta com a Transamazônica                acabou num lamaçal rapidamente reabsorvido pela selva. As                colônias criadas em Rondônia transformaram o Estado                numa imensa capoeira. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Hoje                se sabe que o que parece uma indestrutível massa vegetal                plantada sobre rios imemoriais é, na verdade, um frágil                sistema sujeito a se desintegrar diante do menor abalo. Se toda                a história da Terra durasse um ano, a vida da selva seria                de um segundo. Há 80 milhões de anos, a floresta era                um braço de mar. Depois foi um pântano por longo período                e se tornou um cerrado, até mais ou menos 1 milhão                de anos atrás. Não é pequeno o risco de que,                numa próxima etapa, a mata ceda lugar a um descampado. A                própria situação climática tem demonstrado                esse perigo. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; O                fenômeno El Niño – conhecido há mais de                vinte anos, porém imprevisível – age na costa                do Peru, do outro lado da Cordilheira dos Andes, mas repercute na                Amazônia com secas prolongadas. Ele aumenta em até                4 graus centígrados a temperatura da água do Pacífico.                Uma massa de ar aquecido eleva-se naquela região e acaba                descendo do lado de cá, sobre a floresta brasileira. A estiagem,                numa época em que o tempo deveria ser úmido, multiplica                os incêndios. E o calor de cada incêndio mata árvores                que estarão ressequidas na queimada seguinte, o que cria                mais matéria-prima para o fogo. Acreditava-se até                agora que os danos decorrentes do El Niño seriam menores                com a redução das queimadas. Neste ano, por exemplo,                o governo federal e o de Mato Grosso formaram brigadas de fiscais                e conseguiram reduzir pela metade o total de focos de incêndio                no Estado em relação ao ano passado. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Só                que esse efeito do El Niño é apenas o visível,                o que acontece na superfície. Embaixo da floresta, no meio                do entrelaçamento de raízes que vão a 20 metros                de profundidade para capturar nutrientes, essa seca causa danos                cumulativos. A água armazenada no solo não volta aos                níveis normais com a próxima estação                chuvosa e a mata fica mais sujeita à destruição.                O fogo é o grande risco. Todos esses complicadores do El                Niño vêm sendo estudados e descritos pelo americano                Daniel Nepstad, do Centro de Pesquisa Woods Hole (WHRC), de Massachusetts,                nos Estados Unidos, e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia                (Ipam), entidade com sede em Belém. Nepstad, um biólogo                de 42 anos doutorado pela Universidade de Yale, soma quase uma década                de estudos na região e realiza um experimento dentro da Floresta                Nacional do Tapajós, próxima à cidade paraense                de Santarém. Ele cobriu 1 hectare de mata, área equivalente                a um quarteirão, com 6&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000 painéis                de plástico dispostos horizontalmente a 1,5 metro do chão.                Eles impedem que a chuva chegue ao solo, ao coletar a água                e despejá-la a uma distância de 200 metros, por um                sistema de calhas. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; O                processo simula a ação de um mega El Niño,                deixando as raízes das árvores sem água. Computadores,                aparelhos de medição instalados na vegetação                e enormes buracos ao pé de algumas plantas completam o cenário.                Ao lado do experimento, outro hectare de mata – sem a cobertura                plástica – serve para comparação. Entre                outras descobertas, Nepstad registrou que algumas árvores                se defendem da seca estendendo suas raízes a até 50                metros do tronco, lateralmente, em busca de umidade. &quot;Queremos saber                quanto tempo esse pedaço de floresta agüenta até                se tornar inflamável e, eventualmente, cair em pedaços                com a mortalidade de árvores&quot;, diz ele. As árvores                perdem folhas e isso é fatal, porque elas criam uma camada                de material inflamável no chão, ao mesmo tempo que                o sol alcança o solo e os troncos. Um lugar antes escuro                e úmido torna-se quente e seco. Isso facilita tanto o incêndio                ateado pelo homem quanto o fogo provocado naturalmente pela ação                de raios. &lt;/span&gt;              &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt; Pelo                lado da ação do homem, há alternativas para                a exploração da Amazônia que não implicam                devastação. A pesca esportiva, incipiente na área,                reúne 35 milhões de adeptos no mundo e movimenta 38                bilhões de dólares por ano. Já se conhece um                método de criação em cativeiro de pirarucu                pelo qual cada exemplar leva metade do tempo normal para chegar                ao peso de abate – mas a piscicultura não é largamente                explorada. O ecoturismo gera 200&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;000                empregos só nos Estados Unidos e faz girar 260 bilhões                de dólares por ano no mundo – menos de 0,05% disso na                Amazônia. O Brasil está atrasado em todas essas frentes,                assim como está longe de encontrar o modo racional de explorar                reservas minerais enterradas na região e avaliadas em 1 trilhão                de dólares. Só o projeto das florestas nacionais é                pouco para conter a ameaça de devastação prevista                nas pesquisas da equipe do biólogo William Laurance. Mesmo                que os números que ele aponta possam ser piores que a realidade,                eles indicam um perigo muito grave. Esperar para comprovar na prática                que o cientista pode estar errado não é uma aposta                confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/221100/p_066.html&quot;&gt;Veja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;&quot;  &gt;Christian                Schwartz, &lt;i&gt;de Novo Progresso&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;              &lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/04/ate-onde-amazonia-pode-resistir.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6942475686939566870</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2009 20:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-17T13:39:38.219-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">biodiversidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eco 92</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">florestas tropicais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">gás carbônico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente e Desenvolvimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Protocolo de Kioto</category><title>Meio Ambiente e Desenvolvimento</title><description>&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;A Revista Veja escreveu antes do evenco Eco 92: o mundo tem um encontro marcado no Rio de Janeiro para decidir que tipo de planeta será legado às próximas gerações. Líderes de mais de uma centena de países e outros 30.000 participantes reúnem-se na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ou Eco 92, o mais abrangente e ambicioso encontro internacional já realizado em toda a história da humanidade. Sua ambição é criar um código de conduta que, se for mesmo montado conforme os planos, terá o poder de alterar as relações entre os países e influir na vida de cada ser humano. Se fracassar, apagará a esperança de dotar a comunidade internacional de uma tábua de mandamentos práticos e morais capaz de substituir o vácuo das ideologias. Caso os países representados não mostrem o discernimento, a coragem e o músculo político para implementar as correções de rumo esperadas em torno das discussões sobre progresso e meio ambiente, o desfecho da conferência poderá redundar num desastre global sem precedentes. Na hipótese oposta, as pessoas estarão impedidas de esquecer o Rio de Janeiro de junho de 1992. Ali se terá construido a mais profunda mudança mundial em tempos de paz.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot; class=&quot;depois&quot;&gt;O que aconteceu depois&lt;/h3&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;Dez anos depois da Eco 92, mais de 100 chefes de Estado e 60.000 delegados foram a Johanesburgo, na África do Sul, para discutir os progressos e problemas registrados desde o Rio de Janeiro. O balanço dos dez anos continha pouca coisa que pudesse sugerir que o encontro melhorasse significativamente a situação ambiental. A reunião no Rio tratou sobretudo de mudanças climáticas e biodiversidade. Os participantes concordaram com um programa ousado de combate à deterioração da terra, do ar e da água. Também decidiram buscar o crescimento econômico sem degradar o meio ambiente. Apesar das juras de amor à natureza feitas naquela época, pouca coisa saiu do papel. Dez anos transcorridos, apenas quarenta nações adotavam algum tipo de estratégia preservacionista. O que chegou a ser feito foi apenas um arranhão numa realidade desastrosa. Em 2002, as ameaças aos recursos naturais eram ainda maiores. Florestas, peixes, água e ar limpos estavam mais escassos. Duas das mais importantes fontes de biodiversidade, os recifes de coral e as florestas tropicais, foram tremendamente degradadas. As emissões de gás carbônico, o grande responsável pelas mudanças climáticas e pelo aquecimento global, cresceram 10%. Nos Estados Unidos, que abandonaram o Protocolo de Kioto, o tratado assinado por 178 países para controlar as emissões desse gás, o salto foi de 18%.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;Quanto ao crescimento sustentado, assunto tão debatido, a coisa parece caminhar para o fiasco. Usando estatísticas da ONU, o Fundo Mundial para a Natureza, a organização ambientalista mais conhecida pela sigla WWF, concluiu que os 15% mais ricos da humanidade (o que inclui as minorias abastadas nos países pobres) consomem energia e recursos em nível tão alto que providenciar um estilo de vida comparável para o restante do mundo iria requerer os recursos de 2,6 planetas do tamanho da Terra. Essa estatística ajuda a entender o dilema existente entre desenvolvimento e preservação ambiental. Os anos 90 foram de imenso crescimento na economia global. Perversamente, muito dessa prosperidade teve conseqüências desastrosas para o meio ambiente. Antes da reunião de Johanesburgo, a ONU divulgou um relatório sobre o impacto do atual padrão de desenvolvimento na qualidade de vida e nos recursos naturais. Ele diz que 2,4% das florestas foram destruídas nos anos 90, uma área equivalente ao território de Mato Grosso. O desmatamento é maior na África, que perdeu 7% de sua cobertura vegetal, e na América Latina, com 5%. A proporção de recifes de coral ameaçados saltou de 10% para 27%, apesar de protegidos pela Convenção da Biodiversidade. O consumo global de combustíveis fósseis cresceu 10%. Apenas três países ricos, Alemanha, Inglaterra e Luxemburgo, mantiveram estáveis suas emissões de dióxido de carbono, o gás do efeito estufa.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;Pela presença do homem em seu habitat, animais estão sendo extintos num ritmo cinqüenta vezes mais rápido que o do trabalho seletivo da evolução natural das espécies. Metade das espécies de grandes primatas, nossos parentes mais próximos na árvore da evolução, deve desaparecer nas próximas duas décadas, se nada mais consistente for feito para salvá-los. Individualmente, as agressões citadas acima seriam absorvidas pelo ecossistema global, acostumado a desastres naturais. O problema é a orquestração. Sem se dar conta, 6 bilhões de seres humanos se tornaram um fardo pesado demais para o planeta. Um estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), divulgado também em 2002, revelou que o homem ultrapassou em 20% os limites de exploração que o planeta pode suportar sem se degradar. O cálculo partiu do pressuposto de que se pode explorar até 1,9 hectare por ser humano. Qualquer avanço além dessa cota nos deixaria sujeitos a catástrofes meteorológicas, como enchentes e secas, e perda de qualidade de vida para as populações futuras. Nessa conta, já estamos no vermelho, com a dívida contraída com a Mãe Natureza crescendo de forma assustadora. A média mundial de exploração é de 2,3 hectares por pessoa, contra 1,3 hectare há quarenta anos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;Mas o efeito mais terrificante por suas implicações no cotidiano das pessoas talvez seja o aquecimento global. A década de 90 foi a mais quente desde que se fizeram as primeiras medições, no fim do século XIX. Uma conseqüência notável foram o derretimento de geleiras nos pólos e o aumento de 10 centímetros no nível do mar em um século. A Terra sempre passou por ciclos naturais de aquecimento e resfriamento, da mesma forma que períodos de intensa atividade geológica lançaram à superfície quantidades colossais de gases que formavam de tempos em tempos uma espécie de bolha gasosa sobre o planeta, criando um efeito estufa natural. Ocorre que agora a atividade industrial está afetando de forma pouco natural o clima terrestre. Em 2001, cientistas de 99 países se reuniram em Xangai, na China, e concluíram que o fator humano no aquecimento é determinante. Desde 1750, nos primórdios da Revolução Industrial, a concentração atmosférica de carbono aumentou 31%, e mais da metade desse crescimento ocorreu de cinqüenta anos para cá. Amostras retiradas das geleiras da Antártica revelam que as concentrações atuais de carbono são as mais altas dos últimos 420.000 anos e, provavelmente, dos últimos 20 milhões de anos.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/04/meio-ambiente-e-desenvolvimento.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6280381789031577532</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2009 20:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-17T13:12:43.092-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Furacões</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Incêndios florestais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mudança Climática</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O planeta esquenta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Secas</category><title>O planeta esquenta e a catástrofe é iminente</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ondas de calor inéditas. Furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E toda a sorte de desastres naturais que fogem ao controle humano.        &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;Há décadas, pesquisadores alertavam que o planeta sentiria no futuro o impacto do descuido do homem com o ambiente. Na virada do milênio, os avisos já não eram mais necessários – as catástrofes causadas pelo aquecimento global se tornaram realidades presentes em todos os continentes do mundo. O desafios passaram a ser dois: se adaptar à iminência de novos e mais dramáticos desastres naturais; e buscar soluções para amenizar o impacto do fenômeno.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;Em tempos de aquecimento planetário, uma nova entidade internacional tomou as páginas de jornais e revistas de toda a Terra – o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), criado pela ONU para buscar consenso internacional sobre o assunto. Seus aguardados relatórios ganharam destaque por trazer as principais causas do problema, e apontar para possíveis caminhos que podem reverter alguns pontos do quadro.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;         &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;Em 2007, o painel escreveu e divulgou três textos. No primeiro, de fevereiro, o IPCC responsabilizou a atividade humana pelo aquecimento global – algo que sempre se soube, mas nunca tinha sido confirmado por uma organização deste porte.  Advertiu também que, mantido o crescimento atual dos níveis de poluição da atmosfera, a temperatura média do planeta subirá 4 graus até o fim do século. O relatório seguinte, apresentado em abril, tratou do potencial catastrófico do fenômeno e concluiu que ele poderá provocar extinções em massa, elevação dos oceanos e devastação em áreas costeiras.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;A surpresa veio no terceiro documento da ONU, divulgado em maio. Em linhas gerais, ele diz o seguinte: se o homem causou o problema, pode também resolvê-lo. E por um preço relativamente modesto – pouco mais de 0,12% do produto interno bruto mundial por ano até 2030. Embora contestado por ambientalistas e ONGs verdes, o número merece atenção.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;O 0,12% do PIB mundial seria gasto tanto pelos governos, para financiar o desenvolvimento de tecnologias limpas, como pelos consumidores, que precisariam mudar alguns de seus hábitos. O objetivo final? Reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que impede a dissipação do calor e esquenta a atmosfera.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;        &lt;/span&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;O aquecimento global não será contido apenas com a publicação dos relatórios do IPCC. Nem com sua conclusão de que não sai tão caro reduzir as emissões de gases. Apesar de serem bons pontos de partida para balizar as ações, os documentos não têm o poder de obrigar uma ou outra nação a tomar providências. Para a obtenção de resultados significativos, o esforço de redução da poluição precisa ser global. O fracasso do Tratado de Kioto, ao qual os Estados Unidos, os maiores emissores de CO2 do mundo, não aderiram, ilustra os problemas colocados diante das tentativas de conter o aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte:Veja em profundidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/04/o-planeta-esquenta-e-catastrofe-e.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3810099890932247705</guid><pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-15T16:14:21.029-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><title>Aquecimento Global e a falta de vontade política.</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;A proposta  deste blog partiu de uma idéia que surgiu ao ver as noticias sobre aquecimento  global e notar que estas até trazem algumas sugestões tecnológicas para a  solução, porém o problema sempre esta na falta de vontade política.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Devido o Aquecimento Global ser uma questão mundial há a  necessidade de uma ação em conjunto de todos ou pelo menos a grande maioria dos  paises do mundo. Mais o que ocorre e que cada pais tem suas dificuldades e  prioridades deixando a questão sempre em segundo plano, ou seja governantes não  podem propor a redução dos gases causadores do efeito estufa em detrimento da  economia sem perder votos e apoio de grandes grupos econômicos. Pois o seu  eleitor muitas vezes não tem a questão como prioridade ou as vezes nem conhece  sobre o assunto mais tem a economia como prioridade. Empresas não querem nem  ouvir falar no assunto pois a redução dos gases do efeito estufa implicaria em  novos investimentos em equipamentos para a redução destes gases ou para a  m&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;udança da matriz energética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Pois bem a proposta é a seguinte: Se os governantes perceberem  que o seu eleitorado é sensível a questão (e os políticos são muito atentos as  opiniões e tendência do eleitorado) darão maior prioridade a questão ambiental.  Se as empresas perceberem que nos consumidores estamos mais propensos a consumir  produtos que tenha como valor agregado o combate ao aquecimento global como por  exemplo um certificado impresso na embalagem atestando que o seu produto ao ser  fabricado não produz CO2 ou que um determinado automóvel tem menores índices de  emissão de gases-estufa, certamente darão prioridade a questão, fazendo desta  mudança uma oportunidade para um salto tecnológico para uma economia mais  sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;A proposta não é de afrontamento ou de protesto isto é coisa  para os profissionais da área os militantes ambientalista. Esta proposta é  dirigida a todos os cidadãos como eu como você, trabalhadores, empresários,  estudantes, donas de casa, profissionais liberais enfim pessoas de toda a  sociedade e com interesses diversos, porém conscientes e informados sobre esta  questão do aquecimento global que nos afeta a todos independente do pais onde  vivemos ou da nossa classe social conseqüentemente com uma mudança de postura na  maneira de votar ou na maneira de consumir, isto sim que ajudará em muito com  que governos e empresas priorizem a questão pois nos cidadãos somos a base  política e econômica. Esta mudança de postura não será um choque nem uma  revolução mais sim uma mudança espontânea, onde os governos e empresas terão que  se adaptar a seus eleitores e consumidores ou seja terão que adaptarem-se as  mudanças da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O desenvolvimento da atividade humana não produziu somente  problemas como o aquecimento global, a humanidade experimenta atualmente níveis  de riqueza nunca antes observados, porem precisamos saber resolver os efeitos  colaterais deste desenvolvimento, efeitos estes como o aquecimento global que  não foi previsto, mais pode ser resolvido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Uma das coisas boas que o desenvolvimento tecnológico produziu  foi a internet e justamente esta ferramenta que pode propiciar um movimento no  sentido de conscientizar as pessoas sobre a questão pelo mundo a fora,  independente da língua, crenças ou cultura em prol de um bem comum a toda a  humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Assim o que você precisa fazer é ter uma postura mais consciente  como eleitor e consumidor e divulgar este site para que um numero cada vez maior  de pessoas se informem sobre o problema climático do aquecimento global, assim  sem tomar nosso tempo, sem prejuízo as nossas atividades diárias poderemos  através desta poderosa rede que é a internet e da consciência da nossa força  política e econômica como eleitores e consumidores ajudar a resolver esta  questão do aquecimento global.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Cadastre-se em nosso site para receber periodicamente boletins  informando você com noticias sobre o assunto e sobre campanhas promovidas para  persuadir órgãos, governo ou empresas a mudarem de postura em relação ao  aquecimento global e para mostrar o quanto as pessoas estão atentas sobre a  questão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2009/04/aquecimento-global-e-falta-de-vontade.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3412531287953166655</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T18:25:33.526-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ecológico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">New York Review of Books</category><title>Pequenos passos para contribuir com o meio ambiente</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgg2TnIJg4wiEZY_yhg4rt4n1u550k-OqIa6wRZ3O4Kat6fr9VrZRun67Br5Fr_YOZGve5q3oRmdJKbVBm_0wuPCumlmPXnqFiLZdh0XatfeEDoZKS0Qi_wnCc4t_I2JU_uMnsIDUopHFQ/s1600-h/Alex+Steffen+-+Pequenos+passos+salvar+ambiente.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgg2TnIJg4wiEZY_yhg4rt4n1u550k-OqIa6wRZ3O4Kat6fr9VrZRun67Br5Fr_YOZGve5q3oRmdJKbVBm_0wuPCumlmPXnqFiLZdh0XatfeEDoZKS0Qi_wnCc4t_I2JU_uMnsIDUopHFQ/s400/Alex+Steffen+-+Pequenos+passos+salvar+ambiente.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5254215487243761666&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Alex Steffen diz que pessoas têm de traçar planos ousados para contribuir&lt;br /&gt;com o  ambiente e não se contentar com pequenos passos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;h1 style=&quot;text-align: center; color: rgb(0, 102, 0);&quot;&gt;Pequenos passos são insuficientes, diz ativista sobre soluções para o ambiente&lt;!--/TITULO--&gt; &lt;/h1&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;!--noindex--&gt;&lt;!--PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--PUBLICIDADE--&gt; &lt;script language=&quot;javascript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!-- folha_ads_show( &quot;online.ambiente&quot; , &quot;180x150&quot; , &quot;0&quot; ) ; //--&gt;&lt;/script&gt;  &lt;script language=&quot;javascript1.1&quot; src=&quot;http://bn.uol.com.br/js.ng/site=folha&amp;amp;chan=online.ambiente&amp;amp;size=180x150&amp;amp;page=7&amp;amp;expble=0&amp;amp;conntype=0&amp;amp;tile=284176313060838?&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;img src=&quot;http://bn.i.uol.com.br/1x1.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/PUBLICIDADE--&gt;&lt;!--/PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--/noindex--&gt;&lt;!--/--&gt;&lt;!--TEXTO--&gt; &lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;articleBy&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Chega de falar de problemas e não apontar soluções. Munido com essa  convicção, o jornalista norte-americano Alex Steffen, 40, abandonou os trabalhos  que realizava junto a organizações de preservação ambiental e decidiu construir  uma frente de batalha própria: o site Worldchanging &lt;a href=&quot;http://www.worldchanging.com/&quot;&gt;(www.worldchanging.com).&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde 2003, o site --que conta com cerca de 50 colaboradores em todo o  mundo-- noticia iniciativas em prol de uma civilização &quot;mais inteligente, mais  eficiente e que trabalhe de forma mais harmônica com a natureza&quot;, segundo define  seu criador. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O caldeirão de idéias, pesquisas e propostas em temas tão diversos como  design e empreendedorismo social também desembocou em um livro, &quot;Worldchanging:  A User&#39;s Guide for the 21st Century&quot; (Worldchanging: guia do usuário para o  século 21 --ed. HNA Books; US$ 21,83; 608 págs.). Incensado por publicações como  a &quot;New York Review of Books&quot;, foi classificado como imprescindível para os  &quot;heróis cotidianos&quot; de que o mundo precisa, nas palavras de Al Gore,  ex-vice-presidente dos EUA, autor do prefácio. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o jornalista, o movimento ecológico vem se transformando porque seus  porta-vozes compreenderam que todos desejam conforto e prosperidade. E, para os  tempos que correm, defende outra mudança no discurso verde: o estímulo a ações  de impacto imediato e amplo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#39;Pequenos passos não são suficientes. Prefiro ver alguém pensando em uma  grande mudança, em como modificar a companhia em que trabalha, por exemplo.&#39;  Leia a seguir trechos da entrevista que Steffen concedeu à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, de seu  escritório em Seattle. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Folha - Por que o ativismo do passado não funcionou, como você diz?&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Alex Steffen -&lt;/b&gt; Tratava-se, majoritariamente, de um movimento de  crítica. Acho que a grande mudança dos últimos dez anos é que muitos  ambientalistas se tornaram conscientes de que, sim, é necessário protestar  contra a destruição da natureza, mas muito mais importante agora é tentar  imaginar que tipo de sistema pode substituir aquele que temos hoje, de forma que  haja prosperidade para mais pessoas. Ser ecológico tinha muito a ver com voltar  ao passado, viver de modo simples, e as pessoas não têm grande interesse nisso.  Na maioria dos lugares e das vezes, as pessoas querem opções para viver de forma  mais moderna e próspera. Parte da questão hoje é ser realista sobre o que pode  ser abandonado. Como, sabendo que as pessoas querem determinadas coisas, podemos  redesenhar nossa civilização material para fazê-la mais inteligente, mais  eficiente e trabalhar de forma mais harmônica com a natureza. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Folha - Quais são os principais desafios dessa tarefa?&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Steffen -&lt;/b&gt; Há uma tendência hoje em falar de pequenos passos, do que  você pode fazer para viver de forma mais ecológica, e que são coisas boas e que  devemos fazer. Mas não são suficientes. Prefiro ver alguém pensando em algo  grande, em como modificar a companhia em que trabalha ou o sistema educacional  de onde vive. Os maiores desafios têm a ver com mudar o pensamento. Todos  crescemos em sociedades em que se agia como se tudo fosse ilimitado. Se todos  queremos ser ricos, temos que pensar de forma diferente. Nos Estados Unidos, por  exemplo, tivemos problemas de energia. O que precisávamos fazer seria uma grande  transição na maneira como criamos energia e em quão eficientemente a usamos,  mas, em vez disso, o debate político por aqui são os motivos de não podermos  explorar mais petróleo. A transição de que precisamos não vai se dar com  pequenas reformas. Necessita da disseminação de uma onda global de inovação. O  desafio é que nunca fizemos isso antes. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Folha - Qual será o melhor presidente para os EUA em termos de políticas  ambientais?&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Steffen -&lt;/b&gt; Worldchanging é apartidário, então talvez seja melhor dizer  o que creio que precisa acontecer. Quem quer que ganhe em novembro, os EUA  precisam mudar completamente sua abordagem em relação ao ambiente. Somos os  piores poluidores do planeta. Somos o lar da maioria dos cientistas e de muitas  das universidades &#39;top&#39; do mundo, e muitos pesquisadores estão mergulhando nessa  questão. O planeta como um todo tem a oportunidade de mudar. É necessário que o  mundo inteiro se comprometa com esse tema, mas especialmente os EUA, para  liderar o caminho. É nossa obrigação nos tornarmos sustentáveis primeiro. Será  em benefício de nós mesmos se o fizermos. E se os EUA e a Europa liderarem o  caminho rumo à sustentabilidade, o mundo os seguirá e terá muito mais  ferramentas para trabalhar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Folha - Qual a sua opinião a respeito do debate sobre desenvolvimento e  preservação na Amazônia?&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Steffen -&lt;/b&gt; A Amazônia é um dos grandes patrimônios da humanidade, e os  brasileiros têm que cuidar dessa área de forma responsável. Sabemos que uma das  maiores causas para a mudança climática é o desmatamento. A resposta não é  desenvolver a Amazônia ou ser pobre, essa não é a escolha. Há alternativas para  preservar a Amazônia e criar riqueza. É o caso em que, novamente, é necessária a  colaboração internacional. Se os brasileiros desejam se comprometer com a  preservação da Amazônia e iniciar um novo modelo de desenvolvimento, que a  comunidade internacional leve isso em conta em negociações, em programas de  desenvolvimento, em mecanismos de transferência de tecnologia etc. A Amazônia é  muito importante para todo o planeta, e há melhores soluções do que a lotear. O  tipo de desenvolvimento que o Brasil vai ter será muito melhor se o país buscar  um caminho sustentável agora do que se tentar seguir um modelo baseado na  disponibilidade de recursos por mais algumas décadas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id=&quot;articleBy&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;DENISE MOTA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;colaboração para a Fonte:  &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u451472.shtml&quot;&gt;&lt;b&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div id=&quot;articleBy&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u451472.shtml&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/10/pequenos-passos-para-contribuir-com-o.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgg2TnIJg4wiEZY_yhg4rt4n1u550k-OqIa6wRZ3O4Kat6fr9VrZRun67Br5Fr_YOZGve5q3oRmdJKbVBm_0wuPCumlmPXnqFiLZdh0XatfeEDoZKS0Qi_wnCc4t_I2JU_uMnsIDUopHFQ/s72-c/Alex+Steffen+-+Pequenos+passos+salvar+ambiente.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-386424275508409821</guid><pubDate>Mon, 06 Oct 2008 22:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T15:46:30.864-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ONGs</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ONU</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ted Turner</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Turner</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TV CNN</category><title>Aquecimento global, fundador da CNN pede acordo para combater</title><description>&lt;h1 style=&quot;text-align: center; color: rgb(0, 102, 0);&quot;&gt;Fundador da CNN pede acordo para combater aquecimento global&lt;!--/TITULO--&gt; &lt;/h1&gt;&lt;!--noindex--&gt;&lt;!--PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--PUBLICIDADE--&gt; &lt;script language=&quot;javascript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!-- folha_ads_show( &quot;online.ambiente&quot; , &quot;180x150&quot; , &quot;0&quot; ) ; //--&gt;&lt;/script&gt;  &lt;script language=&quot;javascript1.1&quot; src=&quot;http://bn.uol.com.br/js.ng/site=folha&amp;amp;chan=online.ambiente&amp;amp;size=180x150&amp;amp;page=7&amp;amp;expble=0&amp;amp;conntype=0&amp;amp;tile=199773202769869?&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;img src=&quot;http://bn.i.uol.com.br/1x1.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/PUBLICIDADE--&gt;&lt;!--/PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--/noindex--&gt;&lt;!--/--&gt;&lt;!--TEXTO--&gt; &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;articleBy&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;articleBy&quot;&gt;&lt;p&gt;da &lt;b&gt;Efe&lt;/b&gt;, em Barcelona &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O empresário norte-americano Ted Turner previu nesta segunda-feira (6) um  futuro catastrófico para o homem caso os líderes mundiais não cheguem a acordos,  nos próximos 50 anos, para combaterem o aquecimento global ou frearem a  deterioração do ambiente. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ted Turner, fundador da rede de TV CNN, fez esta declaração durante discurso  no Congresso Mundial da Natureza, do qual participa como representante da ONU  (Organização das Nações Unidas) e que foi iniciado hoje em Barcelona. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais de 7.000 especialistas em assuntos ambientais, grupos indígenas, ONGs,  empresas e instituições debaterão em Barcelona a defesa da diversidade dos  ecossistemas e a luta contra a mudança climática. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Turner advertiu sobre os riscos de não se chegar a consensos sobre assuntos  fundamentais como desarmamento nuclear, aquecimento do planeta, crescimento da  população mundial, conservação das florestas ou desertificação. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Não podemos fracassar&quot;, disse Turner, para quem os próximos 50 anos serão  fundamentais. &quot;A humanidade tem a possibilidade de viver em um mundo similar a  um jardim do Éden ou morrer em um inferno ardendo entre chamas&quot;, declarou o  representante da ONU. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre as principais ameaças à humanidade, Turner destacou a proliferação do  armamento nuclear, que se concentra especialmente nas mãos dos Estados Unidos e  da Rússia, mas que também está ao alcance de países como o Irã. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A afirmação de Turner de que a existência de armamento nuclear transforma o  homem em uma &quot;espécie em perigo de extinção&quot; mereceu aplausos dos presentes à  cerimônia de abertura do congresso. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o fundador da CNN, frear a deterioração do ambiente e combater suas  ameaças é possível com o uso dos orçamentos que os Estados dedicam para fins  militares. &quot;Necessitamos de um novo Renascimento&quot;, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Mediterrâneo&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já um grupo de especialistas ambientais defendeu a necessidade urgente de se  criar uma rede de áreas marinhas protegidas para salvaguardar a biodiversidade  no Mar Mediterrâneo, que tem apenas 3,8% de proteção ou gestão. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Mediterrâneo dispõe de 7% de todas as espécies marinhas conhecidas, das  quais boa parte é considerada exclusiva da região. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste sentido, os especialistas alertaram que, por se tratar de um mar  fechado e rodeado por uma costa &quot;superpopulosa&quot;, o Mediterrâneo está sendo  gravemente danificado pela exploração excessiva de seus recursos e uma  contaminação ligada à presença humana.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u452979.shtml&quot;&gt;Folha Online&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/10/aquecimento-global-fundador-da-cnn-pede.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-6119321487265673912</guid><pubDate>Mon, 06 Oct 2008 22:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T15:39:25.746-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lince ibérico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mamíferos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mustela nigripes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O cavalo selvagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">UICN</category><title>Sem proteção &quot;Lista vermelha&quot; internacional indica que um quarto das espécies de mamíferos está ameaçada de extinção</title><description>&lt;h1 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ameaça de extinção atinge um quarto dos mamíferos, diz estudo&lt;!--/TITULO--&gt;  &lt;/h1&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;!--noindex--&gt;&lt;!--PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--PUBLICIDADE--&gt; &lt;script language=&quot;javascript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!-- folha_ads_show( &quot;online.ambiente&quot; , &quot;180x150&quot; , &quot;0&quot; ) ; //--&gt;&lt;/script&gt;  &lt;script language=&quot;javascript1.1&quot; src=&quot;http://bn.uol.com.br/js.ng/site=folha&amp;amp;chan=online.ambiente&amp;amp;size=180x150&amp;amp;page=7&amp;amp;expble=0&amp;amp;conntype=0&amp;amp;tile=797667074767151?&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;img src=&quot;http://bn.i.uol.com.br/1x1.gif&quot; width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table style=&quot;text-align: left; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; class=&quot;secondPhoto&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;credit&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr align=&quot;center&quot;&gt; &lt;td class=&quot;photo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u453043.shtml&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&amp;quot;Lista vermelha&amp;quot; internacional indica que um quarto das espécies de mamíferos está ameaçada de extinção&quot; src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/08280259.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;330&quot; height=&quot;220&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:85%;&quot; &gt;&lt;span class=&quot;kicker&quot;  style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Sem proteção&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt; &quot;Lista vermelha&quot; internacional indica que um  quarto&lt;br /&gt;das espécies de mamíferos está ameaçada de extinção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/PUBLICIDADE--&gt;&lt;!--/PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;!--/noindex--&gt;&lt;!--/--&gt;&lt;!--TEXTO--&gt; &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;articleBy&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;articleBy&quot;&gt;&lt;p&gt;da &lt;b&gt;France Presse&lt;/b&gt;, em Barcelona &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A metade das espécies de mamíferos está em declínio numérico e um quarto está  ameaçada de extinção, segundo a &quot;lista vermelha&quot; da  (União Internacional  para a Natureza), publicada nesta segunda-feira, em Barcelona. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os especialistas da UICN, um dos principais organismos em matéria de  biodiversidade, dedicou aos mamíferos o estudo mais completo já realizado sobre  o tema. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh_ZHmI3uU7tNDseOm_pMul7jMCobe_PCNJBQucAwyzW2794tiX2eSbtiyqp8G6L8QqF72_hu7EiJGXvES4pz2vc6kBhz6pF6v6DBBoewTHeVKSPyVxeBBBzyk_8g66VR7KnuM20F7otM/s1600-h/Animal+Lince+ib%C3%A9rico.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh_ZHmI3uU7tNDseOm_pMul7jMCobe_PCNJBQucAwyzW2794tiX2eSbtiyqp8G6L8QqF72_hu7EiJGXvES4pz2vc6kBhz6pF6v6DBBoewTHeVKSPyVxeBBBzyk_8g66VR7KnuM20F7otM/s400/Animal+Lince+ib%C3%A9rico.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5254173679944407538&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;table class=&quot;fe330&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align=&quot;center&quot;&gt; &lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Reprodução&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr align=&quot;center&quot;&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;Lince ibérico (à esq.), diabo da Tasmânia e cervo do Pai Davi estão entre os mamíferos ameaçados de extinção, em diferentes graus de risco na lista da UICN&quot; src=&quot;http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/08280204.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A UICN confirma a gravidade da crise atual: uma em cada quatro espécies de  mamíferos está ameaçada de extinção, ou seja, 1.141 de 5.487 espécies  registradas. No entanto, a realidade pode ser pior devido à falta de informação  sobre 836 mamíferos, advertiu a organização, que realiza seu quarto congresso  até 14 de outubro, em Barcelona. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para os cientistas, a ausência de informações relativas a uma espécie é  geralmente um mau presságio. &quot;Na realidade, o número de mamíferos ameaçados de  extinção poderá atingir 36%&quot;, considera Jan Schipper, um especialista da UICN,  em um artigo publicado nesta segunda-feira a revista &quot;Science&quot;. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Nossos resultados mostram uma imagem muito sombria da situação global dos  mamíferos no mundo&quot;, ressalta, indicando que &quot;a metade está em declínio&quot;. Ao  menos 76 espécies de mamíferos já desapareceram desde 1500. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No total, a lista vermelha da UICN, criada em 1963, lista 16,9 mil espécies  de animais ou de plantas ameaçadas de extinção, contra 16,3 mil em 2007. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na categoria de risco mais elevado, a de &quot;perigo crítico&quot;, há 3.246 espécies,  enquanto que 4.770 são consideradas &quot;em perigo&quot; e 8.912 estão &quot;vulneráveis&quot;.  &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A expressão &quot;em perigo crítico&quot; significa que a probabilidade de extinção da  espécie é muito grande. Na lista vermelha 2008, 188 mamíferos foram  classificados nesta categoria, como o lince ibérico (&lt;i&gt;Lynx pardinus&lt;/i&gt;). &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Algumas espécies como o cervo do Pai Davi de origem chinesa (&lt;i&gt;Elaphurus  davidianus&lt;/i&gt;) não existem mais em estado selvagem e vivem apenas em cativeiro.  &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cerca de 450 mamíferos foram classificados na categoria &quot;em perigo&quot;, como o  diabo da Tasmânia (&lt;i&gt;Sarcophilus harrisii&lt;/i&gt;), um marsupial carnívoro cuja  população caiu mais de 60% nos dez últimos anos, em motivo do aumento de casos  de tumor canceroso facial. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O gato pescador (&lt;i&gt;Prionailurus viverrinus&lt;/i&gt;), no Sudeste Asiático, passou  da categoria &quot;vulnerável&quot; para &#39;em perigo&#39;, vítima da destruição de seu habitat  natural. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas a situação ainda pode ser revertida: graças a diferentes programas de  conservação, resultados animadores foi obtidos com 5% dos mamíferos ameaçados.  Com isso, o toirão americano (&lt;i&gt;Mustela nigripes&lt;/i&gt;) é considerado  simplesmente &quot;em perigo&quot;, depois de ter sido reintroduzido com sucesso no  México, enquanto que anteriormente era classificado como &quot;extinto em estado  selvagem&quot;. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O cavalo selvagem (&lt;i&gt;Equus ferus&lt;/i&gt;) foi reintroduzido com sucesso na  Mongólia. &quot;Quanto mais esperarmos, mais caro custará para impedirmos novas  extinções de espécies&quot;, advertiu Jane Smart, responsável pelo programa de  espécies da UICN.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u453043.shtml&quot;&gt; Folha Online&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/10/sem-proteo-lista-vermelha-internacional.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh_ZHmI3uU7tNDseOm_pMul7jMCobe_PCNJBQucAwyzW2794tiX2eSbtiyqp8G6L8QqF72_hu7EiJGXvES4pz2vc6kBhz6pF6v6DBBoewTHeVKSPyVxeBBBzyk_8g66VR7KnuM20F7otM/s72-c/Animal+Lince+ib%C3%A9rico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-4409339283883133993</guid><pubDate>Sat, 23 Aug 2008 23:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-23T16:18:29.456-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise do desmatamento e o debate político no Brasil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Câmara</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">floresta tropical</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Maggi</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mato Grosso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisa Espacial</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prêmio Moto-Serra de Ouro</category><title>Análise do desmatamento e o debate político no Brasil</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot; &gt;&lt;strong&gt;&lt;span id=&quot;a18bb&quot;&gt;&lt;span id=&quot;marromtit&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Análise do desmatamento desencadeia debate político no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#99753b;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;color:#99753b;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;v10bb&quot;&gt;Por Alexei Barrionuevo*&lt;br /&gt;Em São José dos Campos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Gilberto Câmara, cientista que dirige a agência espacial brasileira, fica mais à vontade analisando dados de satélite sobre a Amazônia do que quando forçado a estar no centro das atenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas desde janeiro, Câmara está no meio de um pé-de-guerra político entre cientistas e poderosos interesses econômicos no Brasil. Tudo começou quando ele e seus colegas engenheiros divulgaram um relatório que mostrava que o desmatamento na porção brasileira da floresta tropical havia crescido novamente depois de dois anos de declínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, Câmara, que dirige o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial, viu-se obrigado a defender as descobertas de sua organização contra um dos homens mais ricos e poderosos do Brasil: Blairo Maggi, governador do maior Estado agrícola do país, o Mato Grosso, e empresário conhecido como o &quot;Rei da Soja&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maggi ficou tão preocupado com o relatório - que desencadeou duras medidas de repressão aos negócios em seu Estado - que pediu, e conseguiu, uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os riscos não poderiam ser maiores para Lula. A administração da Amazônia sempre foi um assunto delicado, com muitos brasileiros temendo que os poderes mundiais tentem impor suas normas sobre a floresta tropical. Mas nos últimos anos, o debate em relação à Amazônia se intensificou, com muitos outros países vendo a preservação da floresta tropical intacta como a chave para controlar o aquecimento global. Ao mesmo tempo, a economia brasileira decolou - em grande parte por causa dos empreendimentos que estão pedindo mais terras da Amazônia para plantações e pastos, e mais árvores para a exploração de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula passou os últimos anos caminhando numa linha tênue, tentando manter a imagem de primeiro presidente &quot;verde&quot; do Brasil, o que lhe valeu o reconhecimento internacional, sem ameaçar a indústria agrícola brasileira numa época de aumento de preços dos grãos e da carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas de Câmara tornaram o equilíbrio do presidente mais difícil e transformaram a disputa que vinha fermentando há tempos entre os empresários e ambientalistas em todo o mundo quase em uma guerra. Não ajudou em nada o fato de que o relatório, divulgado em janeiro, baseava-se amplamente numa medida relativamente nova de desmatamento chamada desmatamento progressivo, que é amplamente aceita pela comunidade ambientalista mas que Maggi alega ser uma mentira. O Instituto de Pesquisa Espacial, Inpe, argumenta que a desaceleração do desmatamento, que faz com que partes da floresta sejam reduzidas aos poucos e não de uma só vez, pode ser tão devastador quanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As críticas preocuparam os cientistas dentro e fora do Brasil, incluindo Câmara. &quot;A ciência&quot;, diz ele, &quot;não deveria se curvar ao poder.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta do presidente foi mais amena; ele disse a Maggi que o Inpe iria rever seu trabalho. Mas o cientista disse que o instituto não foi pressionado para modificar seu posicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não é a primeira vez no mundo em que as pessoas contestam números porque não gostam deles&quot;, diz Thomas E. Lovejoy, presidente do grupo de pesquisas ambientais The Heinz Center, em Washington. &quot;Mas é a primeira vez que isso acontece no Brasil. A pressão dos interesses econômicos agrícolas está de fato fazendo diferença em Brasília&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe relatou em janeiro que o desmatamento havia aumentado cerca de 11.150 quilômetros quadrados entre agosto e dezembro do ano passado. Esse número está a caminho de exceder os quase 18 mil quilômetros quadrados registrados entre agosto de 2006 e agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados do instituto também mostraram que 54% do desmatamento havia ocorrido no Mato Grosso, o Estado de Maggi, onde os cientistas disseram que os fazendeiros e madeireiras estão avançando cada vez mais para dentro da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do desmatamento é ilegal. Os proprietários podem desmatar apenas 20% de suas terras na floresta. Mesmo assim, o relatório foi uma dor de cabeça para o governo. Lula havia ganhado atenção internacional nos últimos anos por causa do crescimento do programa de biocombustíveis do país e por causa da queda de dois anos no desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que o Inpe está sendo atacado, os ambientalistas se preocupam publicamente que o presidente possa se render às pressões do agronegócio. A comunidade ambiental ficou ainda mais alarmada quando Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e respeitada defensora da floresta tropical, renunciou ao cargo esse mês. Ao deixar o governo, ela notou a pressão por parte de governadores orientados para a indústria, incluindo Maggi, para reverter as medidas de repressão do governo federal contra a destruição da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula respondeu ao relatório do Inpe com novas e duras medidas, incluindo a imposição de restrições de crédito para os envolvidos no desmatamento ilegal e criando uma operação policial combinada chamada Arco de Fogo, que conduz vistorias-surpresa para pegar madeireiros ilegais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe usa dois satélites para obter seus dados, um que cruza a Amazônia inteira a cada 15 dias e outro que cruza a região a cada mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência tem dois sistemas para medir o desmatamento. Um satélite anual chamado Prodes mede áreas de desmatamento tão pequenas quanto 15 acres, enquanto um sistema de baixa resolução chamada Deter foi projetado para mapear áreas maiores que 60 acres em tempo real, fornecendo informações para as autoridades agirem rapidamente para evitar mais desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A controvérsia em relação aos números do Inpe está centrada na informação fornecida pelo Deter. No passado, diz Câmara, o instituto detectava principalmente os vastos trechos de terra desmatada em suas análises. Mas os pesquisadores ambientais vinham pedindo há anos para que os pesquisadores dos satélites expandissem o monitoramento para incluir as áreas desmatadas pelos madeireiros e pelo fogo de superfície, e não somente as áreas que haviam sido totalmente cortadas. O Inpe usa o termo degradação progressiva para se referir ao processo sistêmico de degradação florestal cada vez mais comum na Amazônia nos anos recentes. O instituto começou a incluir esses dados em sua análise em 2005, disse Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último alerta de desmatamento mostrou que cerca de um terço das novas áreas desmatadas estavam em degradação progressiva, e mais de 75% estavam &quot;severamente degradadas&quot;, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Temos de nos perguntar o que acontece entre a floresta e o corte total&quot;, diz Câmara, que tem 52 anos e trabalha no instituto há 26. &quot;Tendo em mente que se você vai fazer um trabalho de prevenção e fiscalização, precisa estar lá o mais rápido possível.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, se os fazendeiros, madeireiras e outros estiverem desmatando ilegalmente, mesmo que devagar, o governo tem uma chance maior de pegá-los antes que uma grande área de floresta seja afetada se o satélite identificar as áreas que estão sendo reduzidas. &quot;Estamos satisfeitos com a tecnologia que temos&quot;, diz ele. &quot;É o maior uso de dados remotos para a proteção ambiental de forma sistemática em todo o mundo&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para Maggi, que governa o Estado que se tornou uma locomotiva do crescimento da indústria agrícola brasileira, foi difícil aceitar a notícia de que o Mato Grosso era novamente o pior agressor da floresta. Enquanto é elogiado por muitos por ter sido pioneiro na expansão do Brasil no mercado mundial de soja, sua posição pró-indústria e suas ações como presidente de um negócio crescente de soja tornaram-no alvo freqüente de ambientalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Greenpeace deu a ele o Prêmio Moto-Serra de Ouro em 2005 por ter sido o brasileiro que mais contribuiu com a destruição da floresta tropical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe de gabinete de Maggi, Alexander Torres Maia, não respondeu às ligações para comentar a reportagem, nem a uma lista de perguntas enviadas por e-mail na semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos recentes, Maggi atenuou sua defesa explícita dos direitos dos empresários por necessidade política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não impediu seu governo de questionar os dados dos satélites. Autoridades do Mato Grosso dizem que a secretaria de meio ambiente do Estado nunca ouviu falar em desmatamento progressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Podíamos ver que isso não era desmatamento, era a queima de campos e desmatamento antigo&quot;, disse o secretário de meio ambiente do Mato Grosso, Luis Henrique Chaves Daldegan, em entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretaria do meio ambiente do Mato Grosso trabalhou para reunir evidências para provar que o Inpe havia superestimado o desmatamento no Estado. Técnicos compararam as imagens de satélite desde 2000, viajaram para locais em que havia controvérsias e fotografaram a paisagem atual. Segundo Daldegan, as fotos provam que as áreas que o Inpe diz terem sido desmatadas recentemente foram na verdade desmatadas no passado, desde 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 25 de março, a secretaria do Estado forneceu a Câmara um relatório detalhado que incluía 854 fotos de áreas no Mato Grosso que o Inpe havia incluído em seus números. O relatório sustentava que apenas 10% das áreas haviam sido desmatadas recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de os ministros terem publicamente apoiado o Inpe na disputa, Lula instruiu o instituto para que respondesse a contestação do Mato Grosso até 5 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo antes da reunião entre Maggi e o presidente para discutir a frustração do governador com o Inpe e suas descobertas, Câmara colocou 10 dos 50 especialistas que produziram a análise de desmatamento para trabalhar na análise das fotos e dados do Mato Grosso. Eles trabalharam intensamente por seis semanas, disse ele, às vezes carimbando suas análises de fotos depois da meia-noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Havia claramente uma necessidade de urgência&quot;, disse Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, o Inpe disse que 96% de sua avaliação inicial estava correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O Inpe está muito orgulhoso, e as pressões internas foram quase tão grandes quanto as pressões externas para mostrar que a ciência iria vencer&quot;, disse Câmara. Ele, todavia, concordou em usar satélites de alta-resolução no futuro para melhorar a credibilidade da análise do instituto. Daldegan disse que ainda não está satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não achamos que é o fim da história&quot;, disse Câmara. &quot;Mas eles não pediram para que parássemos de fornecer esses dados. Então isso já foi um avanço.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;*Andrew Downie contribuiu com a reportagem em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;v10nb&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;b&gt;Tradução:&lt;/b&gt; Eloise De Vylder&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a id=&quot;v10bb&quot; href=&quot;http://www.nytimes.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;Visite o site do The New York Times&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:system;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Lucida Calligraphy&#39;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000bf;&quot;&gt;Mirian Santana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/08/anlise-do-desmatamento-e-o-debate.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-7917401251894151272</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2008 02:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-17T19:50:43.666-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">atividade em sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ATIVIDADES DE PERCEPÇÃO AMBIENTAL</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Para professores de ensino fundamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tarefa para casa</category><title>Para professores de ensino fundamental, atividades de  percepção ambiental</title><description>&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-family:arial;&quot; &gt;Sugestão de atividade em sala de aula ou tarefa para casa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255); font-family: arial;font-family:arial;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;ATIVIDADES DE PERCEPÇÃO AMBIENTAL&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;hr /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 128, 128);font-size:100%;&quot; &gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 128, 128);font-family:arial;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;VISÃO&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Oriente os alunos para que observem, listem, desenhem, descrevem, comentem,  representem os componentes do ambiente da sala de aula, do panorama visto da  janela (da casa, da escola, do jardim etc.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Exercício 1&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Identificar o que é da natureza e o que foi  feito e transformado pelo homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;u&gt;Objetivo&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Despertar para uma percepção crítica da  interferências do homem sobre eles.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Exercício 2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Conduza-os à percepção das cores da natureza  (azul do céu, branco e cinza das nuvens, tons de verde da planta, os diferentes  tons das flores, as divisas tonalidades das estações do ano etc.) e recorra ao  lápis de cor para atentar para os seus tons como modelo das cores com que o  homem extrai da natureza e utiliza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Exercício 3&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Induzi-los a comparar um ambiente bonito (um  jardim bem cuidado, por ex.) com um ambiente degradado e sofrido pela ação do  homem (sem flores, sem gramado, com bancos destruídos).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Exercício 4&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Fazer a mesma comparação acima, com as  construções (casas, prédios, escolas etc.) conservadas e as depredadas por atos  de vandalismo, a fim de desenvolver o conceito de conservação/preservação, pois  ele é responsável por tudo que o cerca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:85%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Fonte: http://educar.sc.usp.br/biologia/atividades/m_a_atv8.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/08/para-professores-de-ensino-fundamental.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-5061459582098134798</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-17T18:55:52.386-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">assoreamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">DEVASTAÇÃO DAS FLORESTAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">efeito estufa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">erosão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mata Atlântica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mata ciliar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">monocultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">queimadas</category><title>DEVASTAÇÃO DAS FLORESTAS</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdFUSp1yhxNvGVWiRPxaFLcG6Cd24uPZzUIBn64CwWy55a3ONrDh62T83JCPSk8oN96Nv_9r-A9QJcX1-g3Vn983VpMcYxPpez-b96EQKvI1Cv0Xlo9ai2M69JIjtdu-f3DVizQmy-O7Q/s1600-h/DERRUBADA+DE+MATA.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdFUSp1yhxNvGVWiRPxaFLcG6Cd24uPZzUIBn64CwWy55a3ONrDh62T83JCPSk8oN96Nv_9r-A9QJcX1-g3Vn983VpMcYxPpez-b96EQKvI1Cv0Xlo9ai2M69JIjtdu-f3DVizQmy-O7Q/s400/DERRUBADA+DE+MATA.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5235669202393772898&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold;&quot;&gt;A árvore, antes e depois&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:85%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold;font-size:130%;color:#0000ff;&quot;  &gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;D&lt;/span&gt;EVASTAÇÃO DAS &lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;F&lt;/span&gt;LORESTAS&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O homem precisa satisfazer suas diversas necessidades, e para  isso está sempre recorrendo à Natureza, retirando dela tudo aquilo que precisa.  Para isso damos o nome de &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/glossario.html#Explor&quot;&gt;&lt;i&gt;exploração&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Hoje, já sentimos as conseqüências da exploração indiscriminada  dos recursos naturais no nosso dia-a-dia e temos conhecimento dos problemas  enfrentados pelo planeta com tudo isso. Um dos maiores recursos naturais  explorados pelo nosso país são as florestas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Exploração das Florestas&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;As florestas guardam uma grande riqueza em sua diversidade.  Plantas e animais desconhecidos, madeira, minérios e outros recursos explorados  fazem parte deste tesouro e são de grande interesse - principalmente econômico -  para o homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxBZjSbsZNirZEmVkVmeXNExXfIp2HAg0TcHy1zm6ys7qKUw0jKyNwWxCpFgNvgC53nygRFA488z_wHdQKoquAMbjjoRImP3GJUCJPBhCtp9P5dRqQWDgLRe8jOza8Mr_0F19KEmRGw2c/s1600-h/QUEIMADA+DA+FLORESTA.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxBZjSbsZNirZEmVkVmeXNExXfIp2HAg0TcHy1zm6ys7qKUw0jKyNwWxCpFgNvgC53nygRFA488z_wHdQKoquAMbjjoRImP3GJUCJPBhCtp9P5dRqQWDgLRe8jOza8Mr_0F19KEmRGw2c/s400/QUEIMADA+DA+FLORESTA.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5235667292598228994&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:100%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Queimadas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;A exploração leva à retirada da vegetação natural para a  obtenção de madeira, usada pelas fábricas de móveis, pela indústria de papel e  celulose ou para exportação. Com isso, a área devastada pode ser utilizada para  a &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/glossario.html#Mono&quot;&gt;&lt;i&gt;monocultura&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; agrícola, para a formação  de pastos, para criação de animais, e ainda explorada pela indústria  mineradora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Aos poucos, pela exploração descontrolada, as florestas vão  desaparecendo. Animais e vegetais que poderiam ser utilizados pela Ciência e  pela Medicina desaparecem, pois já não possuem mais seu &lt;i&gt;habitat&lt;/i&gt;, os solos  são compactados ou degradados pela &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/glossario.html#Erosao&quot;&gt;&lt;i&gt;erosão&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e os rios sofrem &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/glossario.html#Assor&quot;&gt;&lt;i&gt;assoreamento&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; devido à retirada da &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/glossario.html#MatCil&quot;&gt;&lt;i&gt;mata ciliar&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Precisamos, antes de tudo, repensar a importância que as  florestas possuem em nossas vidas, assim como as áreas verdes em nossas cidades,  e as conseqüências da real possibilidade de seu desaparecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS5eUTKYtmm3b2wFMclW9CyCGh6fbbWMP4Hi-TA1OK9gpN840nbIxk43V6fCRmeeZKSpzMvfl3yTQubj9NNQET0cE3UlHBHp8wNpM47IBjS5nNC2kOJTKo2pdJ4DCOeb1A1gK0lasiz3c/s1600-h/DESMATAMENTO.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS5eUTKYtmm3b2wFMclW9CyCGh6fbbWMP4Hi-TA1OK9gpN840nbIxk43V6fCRmeeZKSpzMvfl3yTQubj9NNQET0cE3UlHBHp8wNpM47IBjS5nNC2kOJTKo2pdJ4DCOeb1A1gK0lasiz3c/s400/DESMATAMENTO.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5235666653830146946&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:85%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;Comercialização da madeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Precisamos pensar também na possibilidade de Exploração e  Natureza poderem &quot;conviver&quot; de forma equilibrada (ver texto sobre  Desenvolvimento Sustentável) sem causar danos maiores ao nosso ambiente e à  nossa forma de viver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Você sabia...&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- que a Mata Atlântica cobria todo o litoral brasileiro (1  milhão de km2) e hoje está reduzida a apenas 4% do seu estado original?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- que a Floresta Amazônica brasileira representa 40% das  reservas de florestas tropicais úmidas ainda existentes no planeta?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- que as queimadas contribuem para a emissão de grandes  quantidades de gás carbônico na atmosfera, contribuindo para o &lt;i&gt;efeito  estufa&lt;/i&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- que as matas, além de diminuírem os riscos de erosão,  contribuem também para a manutenção do ciclo hidrológico e da estabilidade  climática?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- que as florestas tropicais possuem solos muito pobres e que a  sua manutenção é realizada pela rápida reciclagem dos materiais  (s&lt;i&gt;errapilheira&lt;/i&gt; e animais mortos) em decomposição encontrados nestes  lugares?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font-family: arial;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Texto: Raquel Baraldi Ramos Soares&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;hr style=&quot;height: 2px; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family: arial;font-size:85%;&quot; &gt;Bibliografia Recomendada&lt;/span&gt;  &lt;p style=&quot;font-family: arial;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;CIP - BRASIL. Educação Ambiental: uma abordagem pedagógica  dos temas da atualidade. 3&lt;sup&gt;a &lt;/sup&gt;Edição. Erexim: CRAB, 1995. 88 p.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/08/devastao-das-florestas.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdFUSp1yhxNvGVWiRPxaFLcG6Cd24uPZzUIBn64CwWy55a3ONrDh62T83JCPSk8oN96Nv_9r-A9QJcX1-g3Vn983VpMcYxPpez-b96EQKvI1Cv0Xlo9ai2M69JIjtdu-f3DVizQmy-O7Q/s72-c/DERRUBADA+DE+MATA.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-8277827470074530931</guid><pubDate>Sun, 17 Aug 2008 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-17T15:38:25.841-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Agenda 21</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">invasão extraterrestre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planeta Terra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">preservação ambiental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">progresso</category><title>DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</title><description>&lt;center style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&quot;A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma  forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem  comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias  necessidades&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Você já parou para pensar no que significa a palavra  &quot;progresso&quot;? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e  muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos  imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a  qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no  transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de  bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós,  humanos, não pagamos nada?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um  preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo  feito, tem acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta  Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o  mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou uma  outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos,  estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então  vamos trocar algumas idéias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:100%;&quot; &gt;&lt;i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E o Desenvolvimento Sustentável?&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes  desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo,  por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam  dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento  Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a  preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;As pessoas que trabalharam na &lt;a href=&quot;http://www.bdt.org.br/bdt/agenda21/&quot;&gt;&lt;i&gt;Agenda 21&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; escreveram a  seguinte frase: &quot;A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma  forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem  comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias  necessidades&quot;. Ficou confuso com tudo isso? Então calma, vamos por partes. Essa  frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em  harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o  ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem,  de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das  condições de sobrevivência). Será que dá para fazer isso? Será que é possível  conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que  propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido  como: &quot;equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos  sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e  justiça social&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser  entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser  considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você  nunca tenha pensado: qual a diferença entre &lt;i&gt;crescimento&lt;/i&gt; e  &lt;i&gt;desenvolvimento&lt;/i&gt;? A diferença é que o &lt;i&gt;crescimento&lt;/i&gt; não conduz  automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração  nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que  se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O  &lt;i&gt;desenvolvimento&lt;/i&gt;, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim,  mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a  população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do  planeta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos  como metas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;dir&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Wingdings;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Wingdings;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/dir&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;dir style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;1 - A satisfação das necessidades básicas da  população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;2 - &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A solidariedade para com as gerações  futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de  viver);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;3 - &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A participação da população envolvida  (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer  cada um a parte que lhe cabe para tal);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;4 -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; A preservação dos recursos naturais  (água, oxigênio, etc);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;5 - …&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; A elaboração de um sistema social  garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação  da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por  exemplo os índios);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;6 -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; A efetivação dos programas  educativos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/dir&gt; &lt;p style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Na tentativa de chegar ao DS, sabemos que a Educação Ambiental  é parte vital e indispensável, pois é a maneira mais direta e funcional de se  atingir pelo menos uma de suas metas: a participação da população.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Texto: Marina Ceccato Mendes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;hr /&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-weight: bold; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;i&gt;Bibliografia Recomendada&lt;/i&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;SATO, M.; SANTOS, J. E. &lt;u&gt;Agenda 21 em sinopse&lt;/u&gt;. São  Carlos, 1996. 41 p. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais,  Universidade Federal de São Carlos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;CAVALCANTI, C. &lt;u&gt;Desenvolvimento e natureza&lt;/u&gt;: estudos para  uma sociedade sustentável. São Paulo, Cortez Editora, 1995. 429 p.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/08/desenvolvimento-sustentvel.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-5629884146544614912</guid><pubDate>Sun, 17 Aug 2008 21:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-17T14:40:43.139-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cada um é responsável</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Preservemos a natureza</category><title>Cada um é responsável</title><description>Preservemos a natureza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);&quot;&gt;ESTAMOS EM MANUTENÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;BREVE O BLOG VOLTA O NORMAL REFORMULADO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/08/cada-um-responsvel.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3580084757061950479</guid><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-05T10:03:09.219-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humanidade tem 7 anos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">IPCC</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas</category><title>Aquecimento Global, Humanidade tem 7 anos</title><description>&lt;div id=&quot;titulo&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;div1&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;div2&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;div3&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo&quot;&gt;&lt;h1 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div id=&quot;titulo&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;div1&quot;&gt;&lt;div class=&quot;div2&quot;&gt;&lt;div class=&quot;div3&quot;&gt;&lt;div class=&quot;conteudo&quot;&gt;&lt;h1 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Humanidade tem 7 anos para estabilizar emissões, diz IPCC&lt;/h1&gt; &lt;div id=&quot;selo&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/bbc/&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--/titulo--&gt; &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;texto&quot;&gt; O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em  inglês) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a  humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases que causam  o efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos,  pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso.  Não podemos permitir um atraso maior&quot;, afirmou. Pachauri disse a ministros da  União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as  tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a  liderança nas negociações mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Se a União Européia não liderar,  temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da  mudança climática vai desmoronar&quot;, disse. &quot;Vocês não conseguirão trazer os  Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão  trazer outros países do mundo também.&quot; Limite A União Européia quer limitar o  aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também  estabelecido por muitos cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pachauri também alertou para esta  meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está  se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão  aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das  geleiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo  global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência  for encerrado em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados  Unidos Al Gore dividiram o prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e  alerta a respeito do aquecimento global&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; id=&quot;texto&quot;&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/07/aquecimento-global-humanidade-tem-7.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-110953295064596594</guid><pubDate>Sat, 17 May 2008 17:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-17T11:30:37.696-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ambiente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global: 50 perguntas e respostas que vão ao centro da questão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o planeta tem pressa</category><title>Aquecimento Global: 50 perguntas e respostas que vão ao centro da questão.</title><description>&lt;p  style=&quot;text-align: center;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-size:180%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;revistasChapeu&quot;&gt;Ambiente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:180%;&quot; &gt;&lt;span class=&quot;revistasTitulo&quot;&gt;O planeta tem pressa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;font-family: arial; text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;font-family: arial; text-align: center;&quot; class=&quot;revistasSubTitulo&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;Até mesmo os mais incrédulos já concordam:  a temperatura da&lt;br /&gt;Terra está subindo e a maior parte do problema é provocada  por&lt;br /&gt;ações do homem, como a queima de combustíveis fósseis. Ainda&lt;br /&gt;persistem  divergências acerca do tamanho do impacto sobre a&lt;br /&gt;vida humana. As soluções  também são controversas. VEJA&lt;br /&gt;listou 50 perguntas e respostas que vão ao  centro da questão.&lt;br /&gt;O conjunto demonstra que é preciso agir agora&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;font-family: arial; text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot; class=&quot;revistasAssinatura&quot;&gt;Ronaldo  França e Ronaldo Soares&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot; class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;&lt;br /&gt;Previsões&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;1&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Existe alguma dúvida científica incontestável de que o planeta está se  aquecendo?&lt;/b&gt; Não. Nem os cientistas mais céticos colocam esse fato em dúvida.  Nos últimos 100 anos, a temperatura média mundial subiu 0,75 grau Celsius.  Também não existe contestação séria ao fato de que isso vem ocorrendo em um  ritmo muito elevado. Entre 1910 e 1940 (portanto, em trinta anos), a temperatura  média do planeta se elevou 0,35 grau. Entre 1970 e hoje (38 anos), subiu 0,55  grau. Nos últimos doze anos o planeta experimentou onze recordes consecutivos de  altas temperaturas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;2&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Além das medições, existem outras evidências irrefutáveis do aquecimento?  &lt;/b&gt;O derretimento do gelo especialmente na calota norte, o Ártico, que vem  perdendo área a cada verão, é uma forte evidência. Na calota sul, a Antártica,  as perdas são menores e há até aumento da massa total de gelo mesmo com  diminuição da área. Paradoxo? Não. Esse aumento é atribuído ao aquecimento  global, que elevou a umidade na região, em geral mais seca do que o Deserto do  Saara. Com mais chuvas, forma-se mais gelo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;3&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Os cientistas dispõem de instrumentos confiáveis para avaliar as mudanças  climáticas? &lt;/b&gt;Os sinais do aquecimento global não são produto de modelos de  computador, mas de medições por instrumentos precisos. Entre as mais concretas  estão as medições feitas por satélites e por sondas flutuantes nos oceanos, que  fornecem dados em tempo real, segundo a segundo. São consideradas também as  medições menos diretas, como a que detecta a espessura e a extensão do chamado  &quot;permafrost&quot;, o terreno eternamente congelado no Círculo Polar Ártico. Até as  flutuações de cores nas auroras boreais fornecem dados sobre a temperatura da  Terra. O interessante é que todas as medições, diretas e indiretas, apontam para  o aquecimento, sem discrepâncias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Daniel Beltra/AP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente2.jpg&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;FLORESTA AMEAÇADA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;O Lago Curuai, no Pará, durante a seca de 2005: fenômeno  pode se repetir em decorrência das queimadas na Amazônia, que atrasam a estação  das chuvas &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;4&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;A temperatura da Terra tem ciclos naturais de aquecimento e resfriamento. Por  que o aquecimento verificado agora não é natural?&lt;/b&gt; Há menos de quarenta anos,  na década de 70, alguns cientistas chegaram a prever que o planeta estava  entrando em uma nova era glacial, tamanha a agressividade dos invernos no  Hemisfério Norte. Essa previsão não pode ser comparada à previsão de aquecimento  de agora. Nunca houve consenso sobre a iminência de uma nova era glacial,  tratava-se de pura especulação. Agora existe um consenso mundial entre os  cientistas de todas as tendências de que o planeta está se aquecendo. Menos  consensual, mas majoritária, é a noção de que o aquecimento é causado pelo atual  estágio civilizatório humano, em especial as atividades industrial e de consumo.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;5&lt;/span&gt;  &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;Por quais períodos de aquecimento a Terra já  passou?&lt;/span&gt; Nos últimos 650 000 anos foram identificados pelo menos quatro. O  primeiro há 410 000 anos, o segundo há 320 000, o terceiro há 220.000 e o quarto  há 110 000. Em todos esses casos, mesmo sem intervenção humana, houve aumento da  concentração de gases que capturam o calor e acentuam o chamado efeito estufa. A  fonte mais provável desses gases foram as grandes erupções vulcânicas.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;6  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Se a meteorologia não consegue afirmar com 100% de certeza se vai  fazer sol no fim de semana, como ela pode prever o que vai acontecer daqui a  cinqüenta ou 100 anos? &lt;/b&gt;Saber se vai dar praia ou não é mesmo mais complexo  do que fazer um modelo confiável de longo prazo. A modelagem climática lida com  tendências e faz afirmações gerais sobre mudanças mínimas na temperatura global.  Já a meteorologia imediata trabalha sobre o microclima e sua interação com  outros eventos climáticos mais gerais. Essas interações são, por definição,  caóticas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;7&lt;/span&gt;  &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;As estimativas de que a temperatura média do  planeta subirá até 4 graus até 2100 são confiáveis?&lt;/span&gt; Esse é o cenário mais  pessimista projetado pelos cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudança  Climática (IPCC), que reúne as maiores autoridades do mundo nesse ramo da  pesquisa. É um cenário catastrófico, mas ele só ocorrerá, na avaliação dos  cientistas, se nada for feito. A projeção mais otimista dá conta de que o  aumento projetado seria de 1,8 grau. Isso exigiria um corte de até 70% nas  emissões de gases até o ano 2050. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;8&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Em que pontos os cientistas divergem?&lt;/b&gt; Todos concordam que o mundo está  mesmo se aquecendo. As principais divergências são sobre a extensão da  influência humana e, em especial, sobre se vale a pena ainda buscar a qualquer  custo a redução drástica das emissões de gases do efeito estufa. Quem discorda  dessa linha sugere que todo o esforço científico e financeiro dos países seja  colocado no desenvolvimento de tecnologias que permitam à civilização conviver  com os efeitos de um planeta mais quente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;9&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Quando o aquecimento passou a acontecer com mais intensidade?&lt;/b&gt; O acúmulo  de gases começou com o advento da Revolução Industrial, no século XVIII. O  aquecimento é diretamente proporcional à atividade industrial. Portanto, quanto  mais intensa ela for, mais dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso  (N2O) serão lançados na atmosfera. Os problemas começaram a se manifestar agora  porque esses gases tendem a se acumular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;10&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Quanto a temperatura global já subiu? &lt;/b&gt;Durante o século XX, a temperatura  média global subiu cerca de 0,75 grau.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;11&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;O ex-vice-presidente americano Al Gore ganhou o Oscar e o Nobel da Paz por  seu filme em que mostra conseqüências trágicas do aquecimento. Todas as suas  previsões estão corretas? &lt;/b&gt;Al Gore optou por mostrar as conseqüências  esperadas para os piores cenários. Fez um filme de propaganda, e não um  documentário científico. Um exemplo: ele ressalta a previsão de que o nível do  mar subirá 6 metros até 2100. O IPCC falava em um aumento máximo de 60  centímetros. Gore, o catastrofista, exagerou feio. A favor dele, diga-se que as  previsões têm sido recalibradas para cima. Os mesmos cientistas do IPCC  consideram agora que se pode chegar a 1,2 metro de elevação do nível do mar em  2100. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;440&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Fotos Tony Karumba/AFP e Kevork  Djansezian/AP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente4.jpg&quot; height=&quot;195&quot; width=&quot;440&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;TERRAS SUBMERSAS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;Vilarejo castigado por enchente no Quênia e o ex-vice Al  Gore: Oscar e Nobel para o alerta contra o  aquecimento&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;Razões&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;12&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;O aquecimento global é provocado pela ação humana?&lt;/b&gt; Como se viu, a Terra  já experimentou ciclos de aquecimento muito antes de o homem fazer sua primeira  fogueira. O que parece claro, agora, é que a atividade humana está contribuindo  para o aumento no ritmo da elevação da temperatura média global. Isso se dá pela  emissão principalmente de CO2, o que dificulta a dissipação do calor para o  espaço. Atualmente, a atividade humana produz mais CO2 do que a natureza. Antes  da Revolução Industrial, as emissões de origem humana somavam 290 ppm (partes  por milhão) de CO2. Agora chegam a 380 ppm. Uma das principais razões é a  ineficiência energética. Para se ter uma idéia, uma única lâmpada, ao final de  sua vida útil, terá consumido em eletricidade o equivalente a 250 quilos de  carvão (cálculo, claro, válido para os países que geram energia elétrica com  carvão mineral).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;13  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Por que a emissão de CO2 aumenta a temperatura?&lt;/b&gt; O aumento da  concentração de gases cria uma barreira na atmosfera. Ela impede que o calor do  sol, quando refletido pela Terra, se dissipe no espaço. O calor fica retido  entre a superfície do planeta e a camada de gases. Daí o nome efeito estufa. O  CO2 é o principal vilão porque sua presença é predominante. Equivale a 70% da  concentração desses gases.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;14&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Que outros fatores podem concorrer para o aumento da concentração  de gases do efeito estufa? &lt;/b&gt;Além da atividade humana, fatores naturais  contribuem para as alterações climáticas: o processo de decomposição natural de  florestas, o aumento na atividade solar e as erupções vulcânicas. Mas nenhum  desses fatores produziu transformações com a velocidade que a atividade humana  vem provocando. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;15  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Qual o principal agente da emissão de CO2?&lt;/b&gt; A queima de  combustíveis fósseis. Ela é responsável por cerca de 80% das emissões globais  desse gás, o que coloca o mundo numa espécie de sinuca de bico. Não há  desenvolvimento sem consumo de energia, e a energia disponível em larga escala  depende de carvão, petróleo e gás natural. A principal razão é que os  combustíveis fósseis, quando queimados, emitem, em forma de gás, o carbono que  ficava armazenado no subsolo. Isso aumenta a concentração na atmosfera.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;16&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Qual o peso do desmatamento e das queimadas nesse fenômeno?  &lt;/b&gt;Cerca de 18% das emissões de CO2 são originadas de queimadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Jonathan Wood/Getty Images&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente5.jpg&quot; height=&quot;205&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;EFEITO PROLONGADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;A Austrália vive uma de suas mais graves secas: reflexo  na  produção de alimentos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;17  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Qual a parcela de responsabilidade dos países emergentes no  aquecimento global?&lt;/b&gt; Quando se analisa historicamente, a parcela de culpa  desses países é pequena. A questão é como eles vão se comportar daqui em diante.  Como são muito populosos e têm grande potencial de crescimento econômico, podem  se tornar os grandes vilões do futuro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;18  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Qual a participação do Brasil, em especial?&lt;/b&gt; A maior  preocupação em relação ao Brasil é quanto às queimadas e aos desmatamentos.  Esses dois fatores respondem por 75% das emissões de CO2 no país. Se forem  consideradas apenas as emissões de CO2 decorrentes da queima de combustíveis  fósseis, o Brasil é o 16º maior poluidor do mundo. Mas, se for levada em conta a  devastação ambiental, o país salta para a quarta posição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;19  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;É razoável esperar que os países emergentes reduzam sua taxa de  crescimento para não contribuir ainda mais para o aquecimento global?&lt;/b&gt; É uma  resposta difícil. Agora que o Hemisfério Sul começou a crescer e proporcionar  melhores condições de vida a sua população surge a questão da sustentabilidade –  que não existia quando os atuais países ricos se industrializaram. O melhor que  as nações ricas podem fazer é ajudar as emergentes a ter acesso mais rápido a  tecnologias limpas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;Conseqüências&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;20  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;O ritmo de crescimento da temperatura dá sinais de estar  arrefecendo?&lt;/b&gt; Não. Tudo indica que ele está sendo mantido e continuará  assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;21&lt;/span&gt;&lt;b&gt; Por que acreditar que esse ritmo será  mantido?&lt;/b&gt; O aquecimento que se observa hoje é uma soma das ações do passado  com as ações presentes. Não há, a médio prazo, nenhuma alternativa energética  com potencial de substituir os combustíveis fósseis em larga escala. Para mudar  radicalmente as emissões, seriam necessárias intervenções muito profundas, que  dificilmente seriam feitas de uma hora para outra. O ritmo de implementação das  ações previstas no Tratado de Kioto – principal instrumento dos países e das  organizações multilaterais para a redução das emissões de gases do efeito estufa  – está sendo mais lento do que se esperava. O tratado é até agora um fracasso.  Os países não-signatários de Kioto aumentaram suas emissões em ritmo menor do  que os que assinaram o documento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;22&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Até que temperatura a vida na Terra é viável?&lt;/b&gt; A experiência em regiões  desérticas e tropicais mostra que a vida humana em sociedade é possível à  temperatura constante de 45 graus. Isso não significa que a vida seria tolerável  se todo o planeta atingisse esse pico de temperatura. O desarranjo obrigaria a  humanidade a buscar novas estratégias de sobrevivência. Por outro lado, nem o  mais pessimista dos cientistas acredita que o aquecimento global ofereceria  risco de sobrevivência para toda a raça humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;23&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Há o risco de morrer gente?&lt;/b&gt; Sim. Muitos cientistas acreditam que a onda  de calor que matou mais de 30 000 pessoas na Europa durante o verão de 2003 já  seja reflexo do aquecimento global. Se essas ondas se tornarem mais freqüentes,  farão mais vítimas, principalmente entre os mais pobres (que não têm  alternativas de proteção) e os mais indefesos, caso de crianças e idosos.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;24&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Quais as conseqüências previsíveis para o Brasil?&lt;/b&gt; A mais grave seria a  mudança de vegetação em metade da Amazônia, que se tornaria uma espécie de  savana ou cerrado, já a partir de 2050. Isso porque a temperatura na região  subiria pelo menos 3 graus. Com a temperatura média do país, que hoje é de 25  graus, passando aos 29 graus, milhares de famílias teriam de deixar o sertão  nordestino em busca de regiões de clima mais ameno. O nível do mar também  subiria nas cidades litorâneas, como Recife e Rio de Janeiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;25  &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Há risco de aumento de doenças como malária, febre amarela ou dengue,  por exemplo?&lt;/b&gt; Esse é um ponto controverso. Os que discordam são em número  muito maior do que os que concordam. A exceção são aquelas doenças em que a  relação é direta, caso da dengue, cujo mosquito transmissor se reproduz em maior  escala no calor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;26&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;As geleiras vão derreter completamente?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;Não vão. A previsão  mais pessimista indica que 2% de todas as geleiras derreterão até 2100. Esse  derretimento é que levará ao aumento de 1,2 metro no nível do mar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;27&lt;/span&gt;&lt;b&gt; Quais os riscos de faltar água? A água  potável vai acabar? Os rios vão secar? É possível dizer também que o sertão  nordestino vai se desertificar?&lt;/b&gt; A disponibilidade hídrica do planeta não  mudará. A distribuição das chuvas pelo globo é que será alterada. Aumentará a  disponibilidade de água em alguns lugares, principalmente nas latitudes médias e  nas regiões tropicais úmidas. Quanto às regiões equatoriais, existe muita  incerteza. Mas pode-se dizer que haverá mais seca nas regiões áridas e  semi-áridas. O fim da água potável pode ocorrer, mas não somente por causa do  aquecimento. Está relacionado também à poluição provocada pelo homem e ao  aumento de demanda por água, principalmente para a agricultura  irrigada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;28&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Que outros impactos poderiam ocorrer no dia-a-dia das pessoas?&lt;/b&gt; As chuvas  seriam muito mais intensas, e isso afetaria todas as regiões. Espera-se que haja  um maior número de noites quentes e ondas de calor, mas também invernos mais  rigorosos. A temperatura variaria em extremos. Se for mantido o atual ritmo de  emissões – e levando-se em conta as projeções de crescimento econômico,  populacional etc. –, haverá elevação do nível do mar, redução de florestas,  enchentes nas regiões mais úmidas, secas mais severas nas regiões de clima árido  e semi-árido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;29&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;A disponibilidade de alimentos estará comprometida? &lt;/b&gt;Depende do aumento da  temperatura. Se a elevação for de 2 graus (no máximo), poderá haver aumento da  área plantada, incorporando-se vastas áreas do Canadá e da Sibéria à produção  mundial. Se a temperatura subir além disso, 4 graus ou mais, toda a agricultura  mundial será prejudicada. Outro problema é a mudança das chuvas, que pode  provocar secas mais severas na África e no sul da Ásia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Greg Vojtko/AP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente3.jpg&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;PAISAGEM AMEAÇADA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;Incêndio na Califórnia em 2007: drama causado pelo  agravamento das secas no planeta &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;30&lt;/span&gt;  &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;Pode-se esperar que o aquecimento inviabilize a  vida em algumas regiões do planeta, provocando migrações populacionais em massa?  &lt;/span&gt;Mais uma vez depende de quanto a temperatura vai aumentar. No pior  cenário, haverá migração em massa de populações pobres, da ordem de dezenas de  milhões de pessoas, em razão da falta de água para beber e para a agricultura.  No sudeste da Ásia também podem ocorrer fugas em massa, mas por causa de  inundações. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;31&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt; A elevação do  nível do mar poderá engolir partes inteiras do litoral dos países?&lt;/span&gt; Caso  se confirme a elevação do nível da água do mar entre 30 e 60 centímetros, os  efeitos serão reduzidos. Mas a aceleração do degelo na Groenlândia e na  Antártica Ocidental obrigou os cientistas a rever suas previsões. Um exemplo: a  Holanda tem mais de 40% de seu território abaixo do nível do mar. Se a elevação  da água for pequena, será possível contornar o problema com a construção de  diques. Mas, se chegar ao limite máximo imaginado pelos cientistas, o país  poderá perder uma parte enorme de seu território. Durante o século XX, o aumento  do nível do mar na costa brasileira foi de 20 centímetros. A média global foi de  17 centímetros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;32&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt; &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;O aquecimento global será a principal causa de extinção  de espécies?&lt;/span&gt; Sim. Já neste século e no próximo, o aquecimento vai superar  os dois grandes vilões atuais, que são a caça predatória e a fragmentação de  hábitats. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;33&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Já há alguma espécie ameaçada por esse motivo?&lt;/b&gt; Pelo menos 74 espécies de  sapo desapareceram nas montanhas da América Central devido ao aumento de 1 grau  na temperatura média. Isso mudou o microclima e fez com que um fungo da pele dos  sapos se desenvolvesse descontroladamente. Os anfíbios de todo o planeta também  correm perigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;34&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Pode-se esperar algum benefício do aquecimento ou apenas tragédia?&lt;/b&gt; Os  impactos são principalmente negativos, pois perturbam um sistema já equilibrado.  Mas há alguns positivos, sim, como o incremento à agricultura em lugares hoje  muito frios e a diminuição, na média mundial, na freqüência de noites muito  frias, o que trará benefícios à saúde humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;Soluções&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;35&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;O mundo não tem problemas que exigem enfrentamento mais urgente do que o  aquecimento global?&lt;/b&gt; A fome, a falta d’água e as doenças matam mais gente  hoje. Mas o mundo não pode se dar ao luxo de ignorar o aquecimento global. Isso  porque, além de efeitos desastrosos, tudo o que se fizer agora só terá resultado  décadas à frente. Além disso, para muitos dos problemas atuais há soluções  tecnológicas iminentes. O buraco na camada de ozônio é um exemplo. Ele se  fechará num futuro próximo, graças a ações já empreendidas. No caso do  aquecimento, se o mundo parar de emitir gases de efeito estufa hoje, o problema  ainda levará séculos para ser resolvido. Alguns limites já foram até  ultrapassados. O melhor exemplo é o gelo ártico. Em 2050, ele poderá desaparecer  totalmente durante o verão. Não há mais o que fazer. Não se pode esperar mais  cinco ou dez anos para começar a agir vigorosamente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;36&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Quanto será necessário investir na suavização dos efeitos da mudança  climática?&lt;/b&gt; Num primeiro cálculo, estimou-se que seriam necessários 150  bilhões de dólares anuais para cumprir as metas do Protocolo de Kioto. Mas é  possível que a conta seja menor, dados o avanço tecnológico e os ganhos em  eficiência energética. Um exemplo são os combustíveis fósseis, os que mais  emitem gases do efeito estufa. Já existem hoje tecnologias capazes de reduzir em  20% as emissões. Há outros exemplos mais simples. Os sistemas de iluminação com  LED, diodos de efeito luminoso, têm eficiência quase vinte vezes superior à das  lâmpadas de bulbo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;250&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Divulgação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente6.jpg&quot; height=&quot;178&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;MINIVILÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;O besouro que proliferou com o aquecimento: ameaças às  florestas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;37&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;É possível reverter totalmente o aquecimento?&lt;/b&gt; Não. O máximo que se pode  fazer é reduzir o ritmo. Caso se reduzam as emissões globais entre 60% e 70% até  2050, a temperatura subirá até o fim do século entre 2 e 2,5 graus. Se não se  fizer nada, ela poderá aumentar entre 4 e 5 graus no mesmo período, com efeitos  desastrosos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;38&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Reduzir a emissão de gases do efeito estufa, como o CO2, é mesmo o melhor  caminho?&lt;/b&gt; O que importa é a concentração &quot;líquida&quot;, ou seja, a diferença  entre o que é emitido e o que é absorvido pela Terra. Ao mesmo tempo em que se  reduz a emissão de gases do efeito estufa, pode-se investir no seqüestro de  carbono, seja biológico (caso do aumento de área de florestas), seja geológico  (armazenagem de gás carbônico no subsolo, tecnologia ainda em estudo). Há ainda  o aumento da eficiência energética em relação à que se tem hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;39&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;É economicamente viável reduzir as emissões de CO2 em escala suficiente para  resolver o problema?&lt;/b&gt; Se nada for feito, a economia mundial sofrerá um abalo  descomunal. O Estudo Stern (do ex-economista-chefe do Banco Mundial Nicholas  Stern) fala em perdas anuais de até 20% no PIB mundial (o conjunto de riquezas  produzidas pelas nações). Em economia, o que torna possível pagar o preço de uma  solução é o valor do prejuízo causado pela inação. O estudo calcula que o  investimento necessário para resolver o problema chegaria a 1% do  PIB.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;40&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Não seria mais fácil resolver o problema através do desenvolvimento  tecnológico?&lt;/b&gt; Ainda que se obtenha um elevado grau de desenvolvimento  tecnológico, vai demorar para que isso aconteça. Não há tempo para esperar sem  trabalhar para reduzir as emissões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;41&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;Fontes de energia alternativa suprem as necessidades de redução de emissssões  de CO2?&lt;/b&gt; Todas as fontes renováveis, juntas, não substituiriam sequer metade  da quantidade do combustível fóssil usado hoje. Portanto, é preciso reduzir as  emissões de CO2 em no mínimo 55% até 2050. O papel das fontes de energia  alternativas é auxiliar nesse esforço, assim como na busca de eficiência  energética. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;42&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;  Não seria mais fácil aceitar que as mudanças climáticas são inevitáveis e  investir em formas de conviver com elas?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;  Buscar formas de adaptação será necessário de qualquer jeito. A diferença está  no grau de intervenção que será necessário. Dependerá da extensão das mudanças  climáticas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;43&lt;/span&gt;&lt;b&gt; Atitudes individuais, como economizar papel  e água, por exemplo, surtem algum efeito? &lt;/b&gt;Somente com atitudes individuais  se poderá promover uma mudança no perfil do consumo, com impacto ambiental  significativo. O planeta tem de buscar a máxima reciclagem dos produtos e  torná-los mais duradouros. E isso deve ocorrer paralelamente às mudanças em  grande escala, como a substituição de fontes de energia e a otimização no uso  dos transportes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;44  &lt;/span&gt;O que é de responsabilidade dos países e o que compete exclusivamente aos  cidadãos? &lt;/b&gt;Devido à urgência, são os governos que devem começar a fazer sua  parte primeiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;table  style=&quot;text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;font-family:arial;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Jamil Bittar/Reuters&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/imagens/ambiente7.jpg&quot; height=&quot;193&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot;&gt;FONTES ALTERNATIVAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot;&gt;Energia eólica e o biodiesel: em busca da  redução das emissões de CO2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p face=&quot;arial&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;45  &lt;/span&gt;É possível esperar que a humanidade consiga se adaptar plenamente, seja  qual for a intensidade da mudança climática?&lt;/b&gt; Dependendo da elevação da  temperatura, torna-se impossível a adaptação, em razão da falta de água para  beber e para a agricultura. Mas é preciso dizer que as mudanças não afetarão a  humanidade de forma igual. Quem mora na Sibéria, por exemplo, se beneficiará.  Para os países pobres da África, Ásia e América Latina, no entanto, elas serão  prejudiciais, com o risco de migrações em massa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face=&quot;arial&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;46  &lt;/span&gt;O controle de emissões de gás carbônico conforme estabelecido no Tratado  de Kioto terá algum resultado prático? &lt;/b&gt;O único efeito prático do tratado foi  deslanchar um vigoroso esforço mundial para o desenvolvimento de tecnologias  alternativas. O esforço conjunto dos países é o único caminho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face=&quot;arial&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;47  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;b&gt;Por que os Estados Unidos não  querem assiná-lo?&lt;/b&gt; O principal argumento é o impacto negativo na  competitividade da economia americana. É grande a influência da indústria  automobilística e do petróleo sobre as decisões do governo americano. Para  escapar das pressões internacionais, o governo daquele país resolveu investir  bilhões de dólares na busca de tecnologias mais limpas e tem conseguido melhores  resultados do que os dos signatários do protocolo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p face=&quot;arial&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;48&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;O que governos e organismos internacionais já estão fazendo de concreto?  &lt;/b&gt;Alguns países, como Inglaterra e Alemanha, estão tão avançados na redução  das emissões e na busca de novas tecnologias que deverão alcançar, já no próximo  ano, as metas definidas para 2012. A União Européia começou a se impor novas  metas, mais arrojadas, para 2020. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;49&lt;/span&gt;  &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;As medidas compensatórias, como o mercado de  créditos de carbono, terão resultados globais expressivos?&lt;/span&gt; O resultado  ainda é pequeno, pois o mercado de carbono funciona como compensação. Ou seja, o  que se planta de novas árvores no Brasil apenas compensa o CO2 emitido por outro  país. Ele não vai além, promovendo uma redução líquida. Conclusão: é bem-vindo,  mas insuficiente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasTituloBox&quot;&gt;50&lt;/span&gt;  &lt;span class=&quot;revistasCorpoBold&quot;&gt;Há tempo para evitar o desastre?&lt;/span&gt; Há tempo  de evitar as conseqüências mais negativas, mas não todas. A Terra já está se  aquecendo. O objetivo viável é evitar que se aqueça catastroficamente.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;   &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fonte&lt;/span&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/070508/p_094.shtml&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;Revista Veja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;Entre os especialistas  consultados &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;&lt;i&gt;por &lt;/i&gt;VEJA&lt;i&gt; na  elaboração deste questionário&lt;br /&gt;destacam-se alguns dos integrantes do Painel  Intergovernamental sobre Mudança Climática.&lt;br /&gt;São eles os cientistas Carlos  Nobre, José Marengo, Roberto Schaeffer e Suzana Kahn Ribeiro, que colaboraram na  revisão das respostas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class=&quot;revistasNotaRodape&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/05/aquecimento-global-50-perguntas-e.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3816644359171149278</guid><pubDate>Sat, 02 Feb 2008 20:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:31.696-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">agricultores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">agricultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desmatamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">equilíbrio ambiental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Famato</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pantanal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">queimadas</category><title>O Brasil e o Aquecimento Global</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLOIRgO7B2WpVCgvkhMDIcqwfyIz10ScYIDiCPIe_azBPoVQp2Rnq1YUeZ4fenuDBQMpMyngMawdwvqGkBddBTvWM1NrtCwcZ9uIN5voA4-yA2AZEJN-wOlEoGf3ZztgrrVae1vRSZ0ak/s1600-h/Queimadas.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5162483200922635538&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLOIRgO7B2WpVCgvkhMDIcqwfyIz10ScYIDiCPIe_azBPoVQp2Rnq1YUeZ4fenuDBQMpMyngMawdwvqGkBddBTvWM1NrtCwcZ9uIN5voA4-yA2AZEJN-wOlEoGf3ZztgrrVae1vRSZ0ak/s400/Queimadas.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:180%;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt; Vai continuar assim?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Recentemente foram divulgados dados, que aponta o Brasil com grande crescimento em desmatamentos e queimadas. Os dados de 2007 foram bem superiores aos de 2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Em virtude disso, o Presidente Lula convocou os ministros da agricultura e meio ambiente para debater sobre a situação e encontrar meios para redução do desmatamento e queimadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Logos após as reuniões, o governo anunciou um conjunto de medidas e punições aos infratores. Porém ouvindo, pela rádio CBN de Cuiabá, o presidente de uma ONG, não me lembro o nome, e o presidente da Famato, que representa os agropecuaristas, os dois tinham a mesma opinião, o governo não tem condições humanas nem técnicas para execução das medidas anunciadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Segundo o presidente da Famato, apenas 8% das terras desmatadas e queimadas é de propriedade privada, sendo que os outros 92% é terra devoluta, da união. Bem, será que o governo vai fiscalizar, multar e punir o próprio governo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;A verdade que devido a extensão territorial do Brasil, representamos muito no equilíbrio ambiental. Temoas os maiores rios, as maiores florestas, o Pantanal, a diversidade de fauna e flora, e muitas outros. Nós não temos o direito de impedir nossos filhos e netos de sonhar, ter qualidade de vida, em nome de uma &quot;briga&quot; entre paises para ver quem desmata mais ou menos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Com toda essa riqueza, temos tesouros e trunfos para debatermos com os demais paises, principalmente as grandes potências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;E não será tomando pequenas propriedades de agricultores que se resolve o problema. Muito pelo contrario, essas pessoas virão para as cidades, e sem capacitação, passarão a viver na miséria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;É hora, ou já devia ter acontecido um programa educativo nessas regiões mais afetadas, convencer a população a preservar o meio ambiente de forma consciente e não na base da força.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;É preciso que governates dessam de seus palanques, pare de fazer marketing de popularidade a qualquer custo, e convide os técnicos, a sociedade, para com seriedade e responsabilidade achem os caminhos para solução definitiva dos problemas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/02/o-brasil-e-o-aquecimento-global.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLOIRgO7B2WpVCgvkhMDIcqwfyIz10ScYIDiCPIe_azBPoVQp2Rnq1YUeZ4fenuDBQMpMyngMawdwvqGkBddBTvWM1NrtCwcZ9uIN5voA4-yA2AZEJN-wOlEoGf3ZztgrrVae1vRSZ0ak/s72-c/Queimadas.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-3237478374642685005</guid><pubDate>Sat, 02 Feb 2008 19:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:31.873-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">debates</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">efeito estufa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">gases</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pesquisa escolar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">raios infravermelhos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">seminários</category><title>Aquecimento Global: Efeito estufa</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxsh3xUS2MYLhw68lgck6_ND8zl9DWmvWwlS5RMfn0rcv5LhHg4DyB9Ojnbt_gQKRHcf0sIWuukSDHFfcFTmgvP73wBD_e-lUgd3eqEdiUcG9YEkBxgqtzAAzIA_7r3sAKlO_0oZCbWNI/s1600-h/Efeito+Estufa.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5162469933768658178&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxsh3xUS2MYLhw68lgck6_ND8zl9DWmvWwlS5RMfn0rcv5LhHg4DyB9Ojnbt_gQKRHcf0sIWuukSDHFfcFTmgvP73wBD_e-lUgd3eqEdiUcG9YEkBxgqtzAAzIA_7r3sAKlO_0oZCbWNI/s400/Efeito+Estufa.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Procurando trazer uma diversidade de opiniões e dados científicos, disponibilizando material para pesquisa escolar, para debates e seminários sobre aquecimento global, publicamos artigo do &lt;a href=&quot;http://www.aquecimentoglobal.com.br/index.php?pg=efeito&quot;&gt;&lt;strong&gt;site&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; do mesmo nome sobre o efeito estufa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Efeito estufa é um processo que acontece quando uma parcela dos raios infravermelhos refletidos pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como conseqüência disso, a temperatura da Terra fica contida e não é soltada ao espaço permanecendo maior do que seria na ausência desse gases. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como aquecimento global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2O), CFC´s (CFxClx)) absorvem alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos piores gases é o metano, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono é produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases soltados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome «efeito estufa» é um nome infeliz porque a atmosfera não se comporta como uma estufa (ou como um cobertor). Numa estufa, o aquecimento dá-se essencialmente porque a convecção é suprimida. Não há troca de ar entre o interior e o exterior. Ora acontece que a atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: em média, a temperatura da atmosfera é constante e a energia absorvida transforma-se imediatamente na energia cinética e potencial das moléculas que existem na atmosfera. A atmosfera não reflete a energia radiada pela Terra. Os seus gases, principalmente o dióxido de carbono, absorvem-na. E se radia, é apenas porque tem uma temperatura finita e não por ter recebido radiação. A radiação que emite nada tem que ver com a que foi absorvida. Tem um espectro completamente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante destacar que o efeito estufa, muitas vezes referido pela imprensa como o grande vilão da história, é na verdade benéfico para a vida na Terra, pois é ele que mantém as condições ideais para a manutenção da vida, com temperaturas mais amenas e adequadas. Porém, o excesso dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, ao qual desencadeia um fenômeno conhecido como Aquecimento Global, que é o grande vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta. São a maioria e omnipresentes na mídia. Do outro lado estão os &quot;céticos&quot;, que afirmam que o aquecimento acelerado está muito mais relacionado com causas intrínsecas da dinâmica da Terra, do que com as reclamadas desmatamento e poluição que mais rápido causam os efeitos indesejáveis à vida sobre a face terrestre do que propriamente a capacidade de reposição planetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os lados apresentam argumentos e são apoiados por forças sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poluição dos últimos duzentos anos tornou mais espessa a camada de gases existentes na atmosfera. Essa camada impede a dispersão da energia luminosa proveniente do Sol, que aquece e ilumina a Terra, e também retém a radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície do planeta. O efeito do espessamento da camada gasosa é semelhante ao de uma estufa de vidro para plantas, o que originou seu nome. Muitos desses gases são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Sua existência é indispensável para a existência de vida no planeta, mas a densidade atual da camada gasosa é devida, em grande medida, à atividade humana. Em escala global, o aumento exagerado dos gases responsáveis pelo efeito estufa provoca o aquecimento do global, o que tem conseqüências catastróficas. O derretimento das calotas polares e de geleiras, por exemplo, eleva o nível das águas dos oceanos e dos lagos, submergindo ilhas e amplas áreas litorâneas densamente povoadas. O superaquecimento das regiões tropicais e subtropicais contribui para intensificar o processo de desertificação e de proliferação de insetos nocivos à saúde humana e animal. A destruição de habitats naturais provoca o desaparecimento de espécies vegetais e animais. Multiplicam-se as secas, inundações e furacões, com sua seqüela de destruição e morte. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: Site Aquecimento Global&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/02/aquecimento-global-efeito-estufa.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxsh3xUS2MYLhw68lgck6_ND8zl9DWmvWwlS5RMfn0rcv5LhHg4DyB9Ojnbt_gQKRHcf0sIWuukSDHFfcFTmgvP73wBD_e-lUgd3eqEdiUcG9YEkBxgqtzAAzIA_7r3sAKlO_0oZCbWNI/s72-c/Efeito+Estufa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-8986726240493514696</guid><pubDate>Sat, 02 Feb 2008 19:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:32.058-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Germanwatch</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mudança Climática</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ONG</category><title>Aquecimento Global: Brasil ocupa 8ª posição</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZpHJm4dExCzRHeZcXhtVDj6Sy6DCOtEOb0MEDfBXzo0fwxQ1IV3qsJRJosCocLNXH-C_x5TUb5uYKDN0fDdyqsF2cOzkzdYEABKZQ4WVuUa5natx4d3PHlk8eF8vaI-u0_kWYeuY4I_s/s1600-h/Mapa+do+Brasil+-+Verde.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5162464045368495346&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZpHJm4dExCzRHeZcXhtVDj6Sy6DCOtEOb0MEDfBXzo0fwxQ1IV3qsJRJosCocLNXH-C_x5TUb5uYKDN0fDdyqsF2cOzkzdYEABKZQ4WVuUa5natx4d3PHlk8eF8vaI-u0_kWYeuY4I_s/s400/Mapa+do+Brasil+-+Verde.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Brasil é o 8º em ranking dos países que &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;mais lutam contra mudança climática&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;O Brasil ficou em oitavo lugar na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta, segundo um índice elaborado pela ONG Germanwatch e que é liderado pela Suécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo também destaca os esforços do México e da Argentina, mas mostra um alerta em relação à Austrália, Estados Unidos e Arábia Saudita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de Performance sobre Mudança Climática 2008 avalia os esforços dos principais países emissores de CO2, e foi elaborado pela Germanwatch por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as 20 primeiras colocações, além do Brasil, estão México (4º lugar) - atrás somente de Suécia, Alemanha e Islândia - e a Argentina (10º lugar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também fazem parte da lista 12 dos 27 países da União Européia (UE), entre eles Reino Unido (7º), França (18º), Hungria (6º) e Malta (14º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia (50º), Canadá (53º), Austrália (54º), EUA (55º) e Arábia Saudita (56º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do índice, publicado pela Germanwatch desde 2006, é aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), índia (4,23%) e Alemanha (3%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: EFE&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/02/aquecimento-global-brasil-ocupa-8-posio.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZpHJm4dExCzRHeZcXhtVDj6Sy6DCOtEOb0MEDfBXzo0fwxQ1IV3qsJRJosCocLNXH-C_x5TUb5uYKDN0fDdyqsF2cOzkzdYEABKZQ4WVuUa5natx4d3PHlk8eF8vaI-u0_kWYeuY4I_s/s72-c/Mapa+do+Brasil+-+Verde.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-7630841388356590093</guid><pubDate>Thu, 17 Jan 2008 23:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:32.650-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">estações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ilhas urbanas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">satélite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">temperatura</category><title>Evidências do aquecimento global</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLH1b9DnN0qAvqFmi4ID2BlDCHpwY4Q99E7tWaCyCYlaR0i6NIpLP-v39A2fUBggJm-8SNrAiArE_AOiwjsUBHs3r0mIyVc77D82_7_dhhI_8h9cO-ds3GG_OkCO0mVz0WFVjnS7Q_nKs/s1600-h/Aquecimento+Global+6.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5156588029730308002&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLH1b9DnN0qAvqFmi4ID2BlDCHpwY4Q99E7tWaCyCYlaR0i6NIpLP-v39A2fUBggJm-8SNrAiArE_AOiwjsUBHs3r0mIyVc77D82_7_dhhI_8h9cO-ds3GG_OkCO0mVz0WFVjnS7Q_nKs/s400/Aquecimento+Global+6.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4hrhcDGvikZbuWEAPX3TdV1UejUvPTZ_adpcexHZQLLygLeA6ej9MOD7sR-bUXth5UPBoAfwxt8Y4RUpt-mHgj-_WwOE4AZJksHF5ohg_UjO-zCZYczvyDMruxdBaPmfxwtmdl9dGZ3g/s1600-h/Aquecimento+Global+GrÃ¡fico.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5156586745535086482&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4hrhcDGvikZbuWEAPX3TdV1UejUvPTZ_adpcexHZQLLygLeA6ej9MOD7sR-bUXth5UPBoAfwxt8Y4RUpt-mHgj-_WwOE4AZJksHF5ohg_UjO-zCZYczvyDMruxdBaPmfxwtmdl9dGZ3g/s400/Aquecimento+Global+Gr%C3%A1fico.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhK39sXyiOYCW4tagzCkopRaeg2mdDUWW1XSZDLD_DlD8evgq8loRSFQZPEBLcNj2dpdL33o7oDco9wI2DbrnAN1jQ6s56L-Hwg3fr7oTUG2QkjT5-jpOol20K06bQqc3wmJhnxI_KQLAA/s1600-h/Aquecimento+Global+GrÃ¡fico.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5156586543671623554&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhK39sXyiOYCW4tagzCkopRaeg2mdDUWW1XSZDLD_DlD8evgq8loRSFQZPEBLcNj2dpdL33o7oDco9wI2DbrnAN1jQ6s56L-Hwg3fr7oTUG2QkjT5-jpOol20K06bQqc3wmJhnxI_KQLAA/s400/Aquecimento+Global+Gr%C3%A1fico.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações meteorológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos efeitos de &quot;ilhas urbanas&quot; mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6 ± 0.2 ºC durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000[12]. De 1945 a 1976, houve um arrefecimento que fez com que temporariamente a comunidade científica suspeitasse que estava a ocorrer um arrefecimento global[13].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento verificado não foi globalmente uniforme. Durante as últimas décadas, foi em geral superior entre as latitudes de 40°N e 70°N, embora em algumas áreas, como a do Oceano Atlântico Norte, tenha havido um arrefecimento[14]. É muito provável que os continentes tenham aquecido mais do que os oceanos[15]. Há, no entanto que referir que alguns estudos parecem indicar que a variação em irradiação solar pode ter contribuído em cerca de 45–50% para o aquecimento global ocorrido entre 1900 e 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global das mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60. A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retração os glaciais e da cobertura de neve das montanhas em regiões não polares durante todo o século XX[16]. No entanto, a retração dos glaciais na Europa já ocorre desde a era Napoleônica e, no Hemisfério Sul, durante os últimos 35 anos, o derretimento apenas aconteceu em cerca de 2% da Antártida; nos restantes 98%, houve um esfriamento e a IPPC estima que a massa da neve deverá aumentar durante este século. Durante as décadas de 1930 e 1940, em que a temperatura de toda a região ártica era superior à de hoje, a retração dos glaciais na Groelândia era maior do que a atual. A diminuição da área dos glaciais ocorrida nos últimos 40 anos, deu-se essencialmente no Ártico, na Rússia e na América do Norte; na Eurásia (no conjunto Europa e Ásia), houve de fato um aumento da área dos glaciais, que se pensa ser devido a um aumento de precipitação[17].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos divulgados em Abril de 2004 procuraram demonstrar que a maior intensidade das tempestades estava relacionada com o aumento da temperatura da superfície da faixa tropical do Atlântico. Esses fatores teriam sido responsáveis, em grande parte, pela violenta temporada de furacões registrada nos Estados Unidos, México e países do Caribe. No entanto, enquanto, por exemplo, no período de quarto-século de 1945-1969, em que ocorreu um ligeiro aquecimento global, houve 80 furacões principais no Atlântico, no período de 1970-1994, quando o globo se submetia a uma tendência de aquecimento, houve apenas 38 furacões principais. O que indica que a atividade dos furacões não segue necessariamente as tendências médias globais da temperatura[18]. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2008/01/evidncias-do-aquecimento-global.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLH1b9DnN0qAvqFmi4ID2BlDCHpwY4Q99E7tWaCyCYlaR0i6NIpLP-v39A2fUBggJm-8SNrAiArE_AOiwjsUBHs3r0mIyVc77D82_7_dhhI_8h9cO-ds3GG_OkCO0mVz0WFVjnS7Q_nKs/s72-c/Aquecimento+Global+6.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-2267206747911783411</guid><pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:32.852-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bali</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Conferência de Bali</category><title>O Legado de Bali</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrNp8z8DfEg5lo5jl8qA1FQQe0sJGyue36_RnhX409bUMR7vSPSfXqLlPA8gd1pWinT0uI84L99r63xdDBpn_nrZQfaB6YWAuZhIatlhKOYdfomD9ZgQjRfTxauhOw-2Pd-3FQugtL54s/s1600-h/Aquecimento+Global+5.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5146933497299678194&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrNp8z8DfEg5lo5jl8qA1FQQe0sJGyue36_RnhX409bUMR7vSPSfXqLlPA8gd1pWinT0uI84L99r63xdDBpn_nrZQfaB6YWAuZhIatlhKOYdfomD9ZgQjRfTxauhOw-2Pd-3FQugtL54s/s400/Aquecimento+Global+5.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Foram duas semanas árduas, nas quais a tentativa de acompanhar a maior e mais complexa conferência do clima já realizada produziu muita notícia e nenhuma pausa para reflexão. Agora que a COP-13 acabou e o Mapa do Caminho finalmente foi traçado (a lápis, é bem verdade), pipocam aqui e ali visões diferentes sobre o que, de fato, Bali deixa para o mundo. Acordo histórico ou fiasco? Um pequeno grupo de pessoas mudou o destino do planeta, no desejo expresso por Al Gore na última quinta-feira, ou o futuro dos nossos filhos foi queimado pelas gentilezas diplomáticas e a estrutura de veto da ONU?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente o Mapa do Caminho é um texto aguado, sem menção a objetivos de estabilização de gás carbônico e que ignora a ciência. Notem que a já ilustre nota de rodapé que remete ao trabalho do IPCC foi uma vitória, conseguida a duríssimas penas na madrugada de sábado pelo grupo co-chefiado pelo embaixador brasileiro Everton Vargas. Se fosse feita a vontade dos americanos, nem isso haveria. Os EUA literalmente redigiram os parágrafos mais críticos do texto, o 1b1 e 1b2 - que falam das ações a serem adotadas pelos países desenvolvidos e pelos países em desenvolvimento -, incluindo frases literalmente copiadas e coladas do discurso de &quot;conversão&quot; de George W. Bush em junho, como &quot;levando em consideração as circunstâncias nacionais&quot; (ou seja, fazemos o que quisermos e quando pudermos). A imensa pressão internacional que se exerceu sobre o governo dos EUA, com ameaças explícitas da UE de boicote ao convescote inútil das &quot;Grandes Economias&quot; em Honolulu, denúncia de Al Gore, &quot;traição&quot; da Austrália (que se juntou àquele pequeno lugar chamado resto do mundo e ratificou Kyoto) e esporro de Ban Ki-moon, abalou tanto Washington quanto o suposto terremoto da semana retrasada em Bali. Paula Dobriansky e sua gangue, afirmou um delegado, estavam &quot;com instruções duríssimas&quot; do QG republicano e sem a menor margem de negociação. A única opinião pública que sempre interessou a qualquer governante americano, de qualquer partido, é a doméstica. Só que essa também está contra Bush - o empresariado inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cedendo de última hora a compromissos &quot;mensuráveis, reportáveis e verificáveis&quot; com &quot;comparabilidade&quot; no Mapa do Caminho seguindo a melhor receita diplomática do bode na sala (arme um retrocesso, ceda meio milímetro e dê ao público a aparência de que fez alguma coisa), Bush evitou o fiasco doméstico que seria ser responsabilizado sozinho pelo fracasso de Bali, salvou sua feira de negócios no Havaí e ainda empurrou o mico para os democratas. Jogada de mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso quer dizer, no entanto, que o mapa de Bali seja um caminho para lugar nenhum. É verdade que a estrutura de veto da ONU tende a diluir compromissos, mas ela precisa continuar a ser o fórum para atacar o mais global dos problemas. Até agora, a única opção às Nações Unidas que apareceu contra o aquecimento global foi justamente colocada na mesa por Bush, de quem nenhum de nós compraria uma SUV usada. Outra coisa que os críticos da ONU estão minimizando é que o efeito estufa saiu do gueto ambiental e passou a ser um tema que decide eleições. Portanto, o nível de pressão para que o sistema de veto produza resultados é sem precedentes, e o fato de Bali não ter sido um fiasco total (como foram as COPs de Haia, em 2000, e Nairóbi, em 2006) é prova disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mapa do Caminho inclui os EUA, impede que nações como o Japão e o Canadá &quot;pulem&quot; de trilho e define pela primeira vez na história a participação GLOBAL no ataque ao aquecimento. A palavra &quot;global&quot; é a senha que os democratas estavam esperando no mandato de negociação para tornar o futuro protocolo &quot;ratificável&quot; pelo Senado. Os países do G77, grandes estrelas da COP-13, romperam o jogo do empurra e deram um passo à frente, anulando a lógica americana do &quot;você primeiro&quot;. Em outro golpe de mestre, disseram: &quot;Nós primeiro, mas nos seus termos&quot;. Nada disso pode ser desprezado. O texto final não fecha a possibilidade de metas estritas de meio-termo (de resto, acordadas por 37 nações que ainda participam do Protocolo de Kyoto) de 25% a 40% de corte de CO2 até 2020 e do pico de emissões em 10 a 15 anos. Há espaço para negociá-las - depois da eleição americana, claro - já que elas estão contidas nos cenários do IPCC aos quais a infame nota de rodapé faz menção. Portanto, o Mapa do Caminho leva ao futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bali foi um avanço e um momento histórico. E suas últimas 24 horas foram de arrepiar. Atire o primeiro bloco de carvão quem não se impressionou com o discurso totalmente fora de tom de Ban Ki-moon, chamando os diplomatas de &quot;traidores do planeta&quot;, e quem não sentiu uma ponta de esperança ao ver Ricardo Lagos nos corredores fofocando com ambientalistas (!) e armando a volta do secretário-geral para a Indonésia para enquadrar os negociadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um privilégio para qualquer jornalista cobrir um evento desses. Na melhor das hipóteses, meus filhos saberão que eu estive presente ao evento que começou a mudar a economia global e salvou a Terra. Na pior, ficará na lembrança como o dia em que um apagado diplomata coreano perdeu a compostura. Ambas são boas histórias para contar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://bali40graus.folha.sites.uol.com.br/perfil.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Claudio Angelo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;, 32, é editor de Ciência da Folha. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Jornalista formado pela Universidade de São Paulo, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;cobre assuntos de ciência e ambiente desde 1998. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Link: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://bali40graus.folha.blog.uol.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;http://bali40graus.folha.blog.uol.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2007/12/o-legado-de-bali.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrNp8z8DfEg5lo5jl8qA1FQQe0sJGyue36_RnhX409bUMR7vSPSfXqLlPA8gd1pWinT0uI84L99r63xdDBpn_nrZQfaB6YWAuZhIatlhKOYdfomD9ZgQjRfTxauhOw-2Pd-3FQugtL54s/s72-c/Aquecimento+Global+5.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6462236028318866825.post-5363792288933063861</guid><pubDate>Sat, 22 Dec 2007 20:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T00:53:33.054-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Península Antártica</category><title>Efeitos manifesta em todo mundo</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvJraY-Z5uknUJ2Gklj6LiI-eTabbayS9fIOukkjJHD2wRNIgjCnFhyopw2XcBUog3pV44cc4Jby0jitr5e7ALgYN_OdsGpXmwvGGKHFhrmIRsnyj3tGOafGYsX9KEk395N8sERUA_tAA/s1600-h/Aquecimento+Global+4.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5146891337900700610&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvJraY-Z5uknUJ2Gklj6LiI-eTabbayS9fIOukkjJHD2wRNIgjCnFhyopw2XcBUog3pV44cc4Jby0jitr5e7ALgYN_OdsGpXmwvGGKHFhrmIRsnyj3tGOafGYsX9KEk395N8sERUA_tAA/s400/Aquecimento+Global+4.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pedaços da gigantesca plataforma de gelo Larsen B, na península Antártica, após sua queda. O iminente sumiço da plataforma Larsen (dividida em secções A e B) foi um dos maiores alertas dos últimos tempos sobre os efeitos do aquecimento global. Desde 1950, a península Antártica é a região que mais esquenta no mundo (as médias subiram 2,5 ºC)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquecimentoglobal-urgente.blogspot.com/2007/12/efeitos-manifesta-em-todo-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (EC)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvJraY-Z5uknUJ2Gklj6LiI-eTabbayS9fIOukkjJHD2wRNIgjCnFhyopw2XcBUog3pV44cc4Jby0jitr5e7ALgYN_OdsGpXmwvGGKHFhrmIRsnyj3tGOafGYsX9KEk395N8sERUA_tAA/s72-c/Aquecimento+Global+4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>