<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522</id><updated>2024-10-04T20:46:01.165-07:00</updated><category term="navios de guerra"/><category term="fab"/><category term="guerra"/><category term="navios"/><category term="armas"/><category term="marinha"/><category term="marinha do brasil"/><category term="Internacional"/><category term="avião"/><category term="avião caça"/><category term="caça"/><category term="caças"/><category term="caças de combate"/><category term="china"/><category term="exercito"/><category term="exercito brasileiro"/><category term="Tensão entre Filipinas e na China cresce"/><category term="aeronaves"/><category term="afarc"/><category term="ameaçada"/><category term="armas anti carro"/><category term="armas de fogo"/><category term="armas de guerra"/><category term="armas de guerra voadoras"/><category term="armas inteligentes"/><category term="armas leves do exercito brasileiro"/><category term="armas não tripuladas"/><category term="avião a jato"/><category term="avião bombardeiro"/><category term="avião de combate"/><category term="aviões"/><category term="bae system"/><category term="bae system e eads"/><category term="batalha aéria"/><category term="bazo ocas"/><category term="blindado guarani"/><category term="blindado sobre rodas"/><category term="blindados"/><category term="boeing"/><category term="bombardeiros da segunda guerra mundial"/><category term="bope"/><category term="brasil"/><category term="caça de combate ta-50"/><category term="caça f-18 super"/><category term="caça gripen"/><category term="caça rafale"/><category term="caça ta-50"/><category term="caças da segunda guerra"/><category term="chacina"/><category term="combates aéreos"/><category term="eads"/><category term="eagle"/><category term="embaixador morto"/><category term="empresas"/><category term="eua envia navios para costa"/><category term="f-22"/><category term="filipinas"/><category term="força aérea"/><category term="força aérea de omã"/><category term="fotos de avião"/><category term="frota"/><category term="frota chinesa de navios"/><category term="frota japonesa"/><category term="fusão entre duas grandes empresas"/><category term="fuzil"/><category term="fuzileiros"/><category term="gripen"/><category term="guarani"/><category term="guerra ao tráfico"/><category term="guerra islâmica"/><category term="guerra na líbia"/><category term="guerra no atlântico"/><category term="guerra no rio"/><category term="heckler"/><category term="heckler e koch psg-1"/><category term="islamitas matam embaixador"/><category term="jato"/><category term="koch psg-1"/><category term="líbia"/><category term="mar"/><category term="marinha do brasil ácina contrato"/><category term="marinha dos eua"/><category term="mata soldado da afrc"/><category term="misseis"/><category term="morre embaixador"/><category term="morre embaixador americano"/><category term="morto"/><category term="navios patrulha"/><category term="navios patrulha da marinha do brasil"/><category term="notícias"/><category term="notícias internacionais"/><category term="pac equipamentos"/><category term="possível fusão"/><category term="possível guerra"/><category term="repórter"/><category term="rifles"/><category term="segunda guerra"/><category term="segunda guerra mundial"/><category term="sequestro"/><category term="sniper"/><category term="soldado"/><category term="ta-50"/><category term="tanques"/><category term="tecnologia"/><category term="tensão"/><category term="torre de blindado"/><category term="torre não tripulada do guarani"/><category term="traficantes preso"/><category term="vants"/><category term="vants para forças armadas"/><category term="veículo não tripulado"/><category term="violência"/><title type='text'>Área Militar </title><subtitle type='html'>oque acontece hoje e agora no mundo militar; armamentos; potencias militares ; guerras.  Em primeira mão pra vocês!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>652</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-3013682238774771768</id><published>2012-12-25T09:01:00.004-08:00</published><updated>2012-12-25T09:01:26.907-08:00</updated><title type='text'>ONU aprova ação militar para livrar Mali de extremistas vinculados à Al-Qaeda.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/12/dw5lkremcpubozxybwuap9xll.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25648&quot; height=&quot;362&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/12/dw5lkremcpubozxybwuap9xll-580x362.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Segurança da ONU autorizou nesta quinta-feira uma ação militar para tirar o norte do Mali do controle de extremistas vinculados à rede Al-Qaeda, mas reivindicou que primeiramente haja progresso na reconciliação política, nas eleições e no treinamento de soldados e policiais africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma resolução adotada de forma unânime pelo órgão mais poderoso das Nações Unidas argumentou que é necessário existir um plano com duas abordagens, política e militar, para reunificar o país, que está em tumulto desde um golpe de Estado em março .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Segurança autorizou uma força liderada pelo continente africano para apoiar as autoridades do Mali em recuperar o norte – uma área do tamanho do Texas -, mas não estabeleceu nenhum prazo para a ação militar. Em vez disso, impôs tarefas que devem ser cumpridas antes do início das operações ofensivas, começando com o progresso em um cronograma político para restaurar a ordem constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução também enfatiza que um planejamento militar adicional é necessário antes de a força liderada pelos africanos ser enviada para o norte e pede que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, “confirme com antecedência a satisfação do conselho com a operação militar ofensiva planejada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe das forças de paz da ONU, Herve Ladsous, disse recentemente não esperar que uma operação militar comece antes de setembro ou outubro do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mali mergulhou em confusão depois que o golpe de março criou um vácuo de segurança. Isso permitiu que os tuaregues seculares, que por muito tempo se sentiam marginalizados pelo governo do país, transformassem metade do norte como sua terra natal . Mas, meses depois, os rebeldes foram expulsos por grupos islâmicos alinhados à Al-Qaeda, que agora impuseram a rígida lei da sharia (código islâmico) no norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o conselho passou meses negociando qual ação tomar, o Ansar Dine (Defensores da Fé), grupo islâmico por trás de execuções públicas e amputações no norte do Mali, expandiu seu alcance. Os militantes, cujo território inclui Timbuktu , apedrejaram até a morte um casal acusado de adultério , cortaram as mãos de ladrões e recrutaram crianças com idades de 12 anos. Homens fortemente armados também atacaram bares que vendem álcool e proibiram homens e mulheres de socializarem nas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 13 de novembro, a União Africana pediu que o Conselho de Segurança endossasse uma intervenção militar para libertar o norte do Mali. O plano, acordado pelos líderes da África Ocidental conhecido com Ecowas , pediu que 3,3 mil soldados fossem enviados ao Mali por um período inicial de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução da ONU autoriza uma Missão de Apoio Internacional Liderada pela África, a ser conhecida como Afisma, por um período inicial de um ano, mas não menciona seu tamanho. Ela dá boas-vindas a contribuições de soldados prometidas pela Ecowas e pede que os Estados-membros, incluindo da região vizinha de Sahel, contribuam com tropas para a missão. Diplomatas do conselho dizem que os soldados africanos mais bem treinados para conflitos no deserto são do Chade, da Mauritânia e do Níger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: Associated Press via &lt;a href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-12-20/onu-aprova-acao-militar-para-livrar-mali-de-extremistas-vinculados-a-al-qaeda.html&quot;&gt;Portal iG&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/3013682238774771768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/12/onu-aprova-acao-militar-para-livrar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3013682238774771768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3013682238774771768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/12/onu-aprova-acao-militar-para-livrar.html' title='ONU aprova ação militar para livrar Mali de extremistas vinculados à Al-Qaeda.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-1872361750400506130</id><published>2012-12-25T09:00:00.004-08:00</published><updated>2012-12-25T09:00:43.064-08:00</updated><title type='text'>O fantasma das armas químicas na Síria.</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Otan teme cartada final do ditador Assad para se manter no poder ou o acesso de terroristas a arsenal&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/12/syria-chemical-weapons.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #006837; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignnone  wp-image-25659&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/12/syria-chemical-weapons.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; title=&quot;SYRIA: Chemical weapons&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Aos grandes riscos que o Oriente Médio enfrenta hoje – batalha campal no Egito, conflito entre Israel e palestinos – somou-se outro com consequências potencialmente trágicas: o temor crescente de um ataque químico na Síria. O regime de Bashar al-Assad estaria pronto para utilizar armas químicas como cartada desesperada para sobreviver no poder, segundo a Turquia, os Estados Unidos e a Otan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 14, os EUA autorizaram o envio de uma bateria antimísseis e de soldados àfronteira com a Turquia, após a aprovação pela Otan do pedido turco. Foguetes de artilharia sírios já haviam cruzado a fronteira, e Ancara acredita que os mísseis Scud soviéticos, aos quais o regime começou a recorrer, podem aterrissar na Turquia. A mensagem da Otan ao regime foi clara: que não se meta fora de seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A possível utilização de armas químicas seria totalmente inaceitável para toda a comunidade internacional e, se alguém recorrer a estas terríveis armas, eu espero uma reação imediata da comunidade internacional – disse, em tom de alerta, o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regime de Assad reagiu dizendo que isso é “pretexto” para uma intervenção estrangeira. Usando ou não essas armas, um elemento é suficiente para alarmar as potências internacionais: a Síria é o primeiro país com armas de destruição em massa a mergulhar numa guerra civil, e esse arsenal pode cair nas mãos de grupos terroristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Barril de pólvora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“O país é um barril de pólvora química pronto para explodir”, alertou um relatório de julho do Centro James Martin de Estudos de Não Proliferação do Instituto Monterey de Estudos Internacionais. O instituto cita pelo menos quatro locais de produção dessas armas: al-Safira, Hama, Homs e Latakia, enquanto os depósitos estariam em Khan Abu Shamat (a nordeste de Damasco) e Furqlus (perto de Homs). E está convencido que o arsenal – criado essencialmente contra Israel – é vasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eles têm gases que foram usados na Primeira Guerra Mundial, como mostarda e cianeto. Também desenvolveram gases nervosos (que atacam o sistema nervoso e provocam morte por asfixia) e também têm o mais moderno e persistente gás nervoso VX – disse Leonard Spector, vice-diretor do Centro James Martin, numa entrevista à rádio “Voice of America”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E o temor é nas mãos de quem esse arsenal pode cair: al-Qaeda, Hezbollah?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;- A Síria tem provavelmente um dos maiores e mais sofisticados programas de armas químicas do mundo – avaliou o presidente da Federação de Cientistas Americanos (FAS, na sigla em inglês), Charles Blair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blair lembrou que os insurgentes sírios estão se radicalizando. Ele teme que a revolta acabe nas mãos de jihadistas, e as armas, com terroristas. Blair argumenta que é difícil guardar armas quando um governo desmorona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Durante a intervenção americana no Iraque, mais de 330 toneladas de explosivos militares desapareceram da instalação militar de al-Qaqaa. Mais de 200 toneladas do mais poderoso explosivo do Iraque, HMX, usado por alguns Estados para detonar a bomba atômica, estavam lacrados pela Agência Internacional de Energia Atômica. E várias toneladas deste HMX selado desapareceram – relata Blair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fora dos tratados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Armas químicas têm uma longa história de tragédias. Começaram a ser usadas na Primeira Guerra Mundial. Um ataque com elas tem consequências imprevisíveis. Em 1995, a seita Verdade Suprema matou 13 pessoas e deixou 5.500 intoxicadas ao usar gás sarin, uma das armas que acredita-se que a Síria possuiria, no metrô de Tóquio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos países prometeu destruir seus estoques com a Convenção de Armas Químicas. E também assinaram tratados que proíbem o uso de armas biológicas. Em 2008, EUA e Rússia declararam ter destruído 40% de seus estoques. Apenas oito países, entre eles Síria e Coreia do Norte, não assinaram o tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de armas químicas do país teria começado nos anos 1970. Ninguém sabe em que pé está, mas especialistas dizem que o país conseguiu produzir o VX. Oficialmente, a Síria não assume que tenha estas armas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não creio que usarão armas químicas. Seria um suicídio, significaria o abandono dos aliados. Os russos não vão aceitar e até os iranianos estão inquietos – opinou Salam Kawakibi, diretor do Arab Reform Initiative, em Paris. – Mas o regime pode ameaçar usá-las para reforçar sua posição numa eventual negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: O Globo, via&lt;a href=&quot;http://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha?p_p_id=arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d&amp;amp;p_p_lifecycle=0&amp;amp;p_p_state=maximized&amp;amp;p_p_mode=view&amp;amp;p_p_col_id=column-3&amp;amp;p_p_col_count=1&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_journalArticleId=2423169&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_ano=2012&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_mes=12&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_dia=23&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.action=%2Fview%2Farquivo!viewJournalArticle&amp;amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.mode=view#.UNb0bneunkM&quot;&gt; resenha do EB&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FOTO: Engineering &amp;amp; Technology Magazine&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
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</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/1872361750400506130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/12/o-fantasma-das-armas-quimicas-na-siria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1872361750400506130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1872361750400506130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/12/o-fantasma-das-armas-quimicas-na-siria.html' title='O fantasma das armas químicas na Síria.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-4742114978530627689</id><published>2012-11-29T03:53:00.000-08:00</published><updated>2012-11-29T03:53:20.422-08:00</updated><title type='text'>P-3AM: como se caça um submarino.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;post-content&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/4742114978530627689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/p-3am-como-se-caca-um-submarino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4742114978530627689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4742114978530627689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/p-3am-como-se-caca-um-submarino.html' title='P-3AM: como se caça um submarino.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/GzR_hi_yNs8/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-3150444277978379242</id><published>2012-11-29T03:49:00.002-08:00</published><updated>2012-11-29T03:49:23.997-08:00</updated><title type='text'>Operação Atlântico III – Exercício de postos de combate .</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;embed-youtube&quot; style=&quot;border: 0px; display: block; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;iframe class=&quot;youtube-player&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;390&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/BHtpCMGpq6Y?version=3&amp;amp;rel=1&amp;amp;fs=1&amp;amp;showsearch=0&amp;amp;showinfo=1&amp;amp;iv_load_policy=1&amp;amp;wmode=transparent&quot; style=&quot;border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; type=&quot;text/html&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/3150444277978379242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/operacao-atlantico-iii-exercicio-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3150444277978379242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3150444277978379242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/operacao-atlantico-iii-exercicio-de.html' title='Operação Atlântico III – Exercício de postos de combate .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/BHtpCMGpq6Y/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-7740618478559977357</id><published>2012-11-29T03:48:00.000-08:00</published><updated>2012-11-29T03:48:03.777-08:00</updated><title type='text'>Exército chileno testa UAV.</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;embed-youtube&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; display: block; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;iframe class=&quot;youtube-player&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;390&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/1yzPMlPUqCg?version=3&amp;amp;rel=1&amp;amp;fs=1&amp;amp;showsearch=0&amp;amp;showinfo=1&amp;amp;iv_load_policy=1&amp;amp;wmode=transparent&quot; style=&quot;background-color: transparent; border-width: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; type=&quot;text/html&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/7740618478559977357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/exercito-chileno-testa-uav.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7740618478559977357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7740618478559977357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/exercito-chileno-testa-uav.html' title='Exército chileno testa UAV.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/1yzPMlPUqCg/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-9121675539946035312</id><published>2012-11-29T03:47:00.000-08:00</published><updated>2012-11-29T03:47:33.792-08:00</updated><title type='text'>Exército da RD Congo lança ofensiva contra rebeldes do M23.</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/article-m23-congo2-1127.jpg&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #006837; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25286&quot; height=&quot;426&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/article-m23-congo2-1127-580x426.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC) lançaram nesta terça-feira uma ofensiva contra as diferentes posições do grupo rebelde do M23 em Mushaki, no sul da província de Kivu do Norte, no leste do Congo, uma cidade que ainda não tinha registrado confrontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tida como uma “contra-ofensiva”, essa ação do Exército da RDC ocorre depois que os rebeldes não atenderam as exigências apresentadas no último sábado durante a Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (ICGLR), as quais ordenava a retirada de suas tropas da cidade de Goma em um prazo de 48 horas.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Por conta do término do prazo dado na última cúpula de Campala, fomos obrigados a lançar esta ofensiva em Mushaki. Acho que esta é uma advertência para os insurgentes, que devem se retirar de todas as posições que ocupam atualmente”, afirmou à Agência Efe o porta-voz das FARDC, Leon Richard Kasonga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exército do Congo realizou este ataque contra os rebeldes do M23 no mesmo dia que os insurgentes aceitaram se retirar de Goma, mas sob determinadas condições, como o estabelecimento de um calendário de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra parte, o chefe da Missão da ONU na RDC (MONUSCO), Roger Meece, respondeu hoje as acusações generalizadas contra os capacetes azuis que surgiram no país após a tomada de Goma por parte dos rebeldes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A MONUSCO tem prioridade de proteger os civis. Somos uma força de paz estabelecida pelo Conselho de Segurança e não um Exército de guerra”, afirmou Meece hoje durante uma entrevista coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acho que a percepção de certas pessoas é que somos passivos, mas esse não é o caso. Esta percepção não se reflete nas declarações do governo e das Forças Armadas da RDC, e eles são os que sabem o que fizemos”, acrescentou o representante especial do secretário das Nações Unidas, Ban Ki-moon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa de sua atuação na última ofensiva dos insurgentes, a MONUSCO recebeu várias críticas relacionadas à sua suposta passividade e pelo fato de não ter feito o suficiente para frear o avanço dos insurgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No distrito de Bunia, por exemplo, os universitários da cidade atacaram o quartel-general da MONUSCO para manifestar o descontentamento dos jovens com o papel do órgão no conflito, enquanto milhares de mulheres congolesas pediram à missão de paz redefinir seu mandato em Bukavu e em Kinshasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O M23 é formado por soldados congoleses amotinados e, supostamente, fiéis ao rebelde Bosco Ntaganda, procurado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra e lesa-humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ntaganda se juntou às forças da RDC há três anos ao contribuir com a pacificação de Kivu do Norte. Na ocasião, em 2009, o rebelde ajudou a deter Laurent Nkunda, um antigo senhor de guerra e general do Exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDC ainda se encontra imersa em um frágil processo de paz após a segunda guerra do Congo (1998-2003), que implicou a vários países africanos, e tem desdobrada em seu território a maior missão da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: Agência EFE via &lt;a href=&quot;http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI6336310-EI188,00-Exercito+do+Congo+lanca+ofensiva+contra+rebeldes+do+M.html&quot;&gt;Terra Notícias&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/9121675539946035312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/exercito-da-rd-congo-lanca-ofensiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/9121675539946035312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/9121675539946035312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/exercito-da-rd-congo-lanca-ofensiva.html' title='Exército da RD Congo lança ofensiva contra rebeldes do M23.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-1106836335885067256</id><published>2012-11-29T03:44:00.004-08:00</published><updated>2012-11-29T03:44:53.483-08:00</updated><title type='text'>Venezuela – Em 1 Semana perde 3 aviões e 1 helicóptero .</title><content type='html'>&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/11034.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Queda do K-8 da FANB, em primeiro plano os Tucanos da Esquadrilha da Fumaça da FAB.  Foto - AVN&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Caracas - Uma aeronave de treinamento K8, de fabricação chinesa, apresentou uma falha mecânica e caiu nas cercanias da Base Aérea El Libertador de Palo Negro, estado Aragua, ao  final do desfile aéreo que foi realizado para comemorar o Día da Aviação Militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em uma reportagem da televisão estatal Venezolana de Televisión (VTV) foi  confirmado o  acidente e se informou que os dois pilotos, se ejetaram e foram transferidos sem ferimentos aoHospital Militar de Aragua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua parte, o Serviço de Busca e Salvamento (SAR) informou que um helicóptero modelo Cougar, de fabricação francesa, se precipitou ao solo durante as atividades de resgate do K-8 e seus tripulantes sairam ilesos  mas não foram informados mais dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta informação não tem sido confirmada já que as autoridades não comentaram o ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a transmissão que realizava VTV do ato militar, com a presença do vice-presidente Nicolás Maduro e demais autoridades do país, foram  mostradas algumas imagens nas quais se observava  ao fundo uma intensa nuvem de fumaça, que devem ser das aeronaves sinistradas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este incidente ocorreu a cinco días de um fato similar onde na mesma base  aérea dois OV-10 Bronco se espatifaram no solo após colidirem no ar. Neste acidente morreu um dos três pilotos, major José Rafael Marín Barrios, os demais saíram ilesos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Venezuela recebeu as primeiras seis aeronaves K-8 em março de 2010. Com o acidente do dia 27 de Novembro são duas as aeronaves acidentadas das 18 adquiridas. O outro ocorreu em 2010.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/1106836335885067256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/venezuela-em-1-semana-perde-3-avioes-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1106836335885067256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1106836335885067256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/venezuela-em-1-semana-perde-3-avioes-e.html' title='Venezuela – Em 1 Semana perde 3 aviões e 1 helicóptero .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-8970393534085658680</id><published>2012-11-29T03:43:00.001-08:00</published><updated>2012-11-29T03:43:05.633-08:00</updated><title type='text'>Legacy 500 - Realiza primeiro voo “impecável” .</title><content type='html'>&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/11007.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;A EMBRAER voou, no dia 27 Novembro 2012, pela primeira vez o Legacy 500, marcando o início de uma nova geração de jatos executivos. Foto - EMBRAER&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;São José dos Campos, Brasil, 27 de novembro de 2012 – A Embraer voou hoje pela primeira vez o Legacy 500, marcando o início de uma nova geração de jatos executivos. O bem-sucedido primeiro voo do Legacy 500 é o marco inicial de seu programa de testes em voo. As primeiras entregas da aeronave estão previstas para o início de 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este jato extraordinário simboliza o futuro da aviação executiva e é fruto da inovação, talento e dedicação que fazem parte da cultura da Embraer”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Esta é a aeronave que nos levará de importante competidor da indústria de jatos executivos para a liderança do mercado”, disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 quebra todos os paradigmas de jatos desta categoria ao oferecer o que nunca foi oferecido antes. É inestimável a importância do sistema eletrônico de voo fly-by-wire. Essa tecnologia é para a aviação executiva o que o GPS tem sido para a navegação. Isso garantirá maior segurança, precisão, eficiência e conforto para cada voo da aeronave.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pilotos de teste Mozart Louzada e Eduardo Camelier, acompanhados dos engenheiros de ensaios em voo Gustavo Monteiro Paixão e Alexandre Figueiredo, voaram o Legacy 500 por 1 hora e 45 minutos, executando ampla variedade de testes de sistemas e avaliando características de desempenho e dirigibilidade. Em razão da extensa utilização de simuladores e da campanha de testes em solo, a aeronave foi capaz de atingir um significativo envelope operacional logo em seu voo inaugural. Vários sistemas foram acionados, inclusive recolhimento do trem de pouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A partir do momento em que você entra no cockpit, é possível afirmar que se trata claramente de uma nova e surpreendente geração de jatos executivos&quot;, disse o comandante Louzada. “O voo foi um sucesso, exatamente como o previsto no plano. Foi impecável.” A cabine espaçosa tem um manche lateral de controle (sidestick) e o mais avançado sistema de aviônica disponível hoje no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Legacy 500 é o que a indústria denomina de projeto “clean-sheet”, ou seja, desenvolvido do zero, sem utilizar desenhos de outras aeronaves.  Seu design é baseado em uma extensiva pesquisa de mercado realizada com operadores e clientes. “Nós ouvimos com entusiasmo e agimos com agressividade”, disse Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 é realmente o produto que o mercado deseja e busca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro jato executivo da categoria midsize a incorporar o sistema de controle eletrônico fly-by-wire, a aeronave tem uma cabine de 1,82 metro de altura e piso plano.“De longe, o Legacy 500 tem a maior cabine de toda a categoria, com o conforto e a tecnologia encontrados somente em aeronaves maiores e bem mais caras”, disse Pellegrini. “Ele elevará, sem dúvida, o padrão da indústria para projetos futuros em relação à tecnologia, desempenho, estilo e conforto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Legacy 500 será seguido pelo quarto projeto clean-sheet da Embraer Aviação Executiva, o Legacy 450, da categoria midlight, que entrará em serviço um ano depois. “Projetos clean-sheet são parte do nosso DNA. Eles são a razão da nossa sensibilidade às necessidades dos clientes”, afirmou Pellegrini. Os bem-sucedidos jatos Phenom 100 e Phenom 300 também são projetos clean-sheet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois modernos motores Honeywell HTF 7500E, de baixo consumo de combustível e capazes de produzir até 6.540 libras de força propulsora equipam o Legacy 500, bem como a aviônica Pro Line Fusion da Rockwell Collins com sistema de visão sintética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Especificações do Legacy 500     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alcance (Reservas NBAA, 200nm de alternado, LRC, 4 passageiros)     5.556 km&lt;/span&gt;&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;High-Speed Cruise/Velocidade máxima de cruzeiro        Mach 0,82&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;TOFL @ MTOW, ISA, SL (Distância de decolagem)        1.402 km&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Teto (Altitude máxima de operação)                                 13.716 km&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Configuração dos assentos                                               2 + 8/12&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Altura máxima da cabine                                                   1,82 m&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Largura máxima da cabine                                                2,08 m&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Comprimento da cabine                                                    8,17 m&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Capacidade externa de bagagem                                     3,11 m³&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Capacidade interna de bagagem                                      1,13 m³&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Capacidade total de bagagem                                          4,24 m³&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/8970393534085658680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/legacy-500-realiza-primeiro-voo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8970393534085658680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8970393534085658680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/legacy-500-realiza-primeiro-voo.html' title='Legacy 500 - Realiza primeiro voo “impecável” .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-7589193833857892776</id><published>2012-11-27T05:41:00.001-08:00</published><updated>2012-11-27T05:41:11.701-08:00</updated><title type='text'>Ministro chinês diz que avanço militar não ameaça o mundo.</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/size_590_militares-china.jpg&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #006837; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25258&quot; height=&quot;435&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/size_590_militares-china-580x435.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O desenvolvimento do Exército da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;China&lt;a href=&quot;http://exame.abril.com.br/topicos/china&quot; style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;não representa nenhuma ameaça para o mundo, afirmou o ministro da Defesa chinês, Liang Guanglie, nesta terça-feira, em um esforço para acalmar os temores entre os vizinhos asiáticos em meio a prolongadas disputas marítimas.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estados Unidos, Japão e muitos outros Estados do Sudeste Asiático têm expressado com frequência preocupações com o aumento de dois dígitos nos gastos da China com Defesa e com a expansão de alcance naval, alegando que os planos de Pequim não são transparentes.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Não há absolutamente nenhuma necessidade disso”, disse Liang à Reuters, quando questionado sobre as preocupações dos países vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Exército chinês precisa desenvolver-se, mas não há nenhuma ‘preocupação’ ou ‘medo’ como dizem os estrangeiros”, disse, antes de uma reunião com o Secretário da Marinha norte-americana, Ray Mabus, que está de visita no país. “A China não se trata disso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente influência militar da China coincidiu com um tom diplomático mais assertivo, evidente em disputas com o Japão e o Sudeste Asiático, com relação a ilhas disputadas. A China também disse aos Estados Unidos, que voltaram o foco de sua política externa para a Ásia, para não se envolverem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando no Ministério da Defesa chinês, Liang ressaltou a necessidade de cooperação entre os governos chinês e norte-americano, que pediu à China para que compartilhasse mais sobre suas ambições militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós devemos desenvolver laços entre nós, entre nossos dois Exércitos, tocar em algumas de nossas diferenças, resolver pontos de vista conflitantes”, disse Liang antes de se encontrar com Mabus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exército chinês realizou testes de voos com seus primeiros caças furtivos e inaugurou seu primeiro porta-aviões, que foi comprado da Ucrânia e reformado. Este mês, revelou um novo helicóptero de combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China também tem aumentado sua evidência nos mares do Sul e do Leste da China este ano, reafirmando sua soberania sobre ilhas ou águas que também são contestadas pelas Filipinas, Vietnã, Malásia, Japão e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/ministro-da-defesa-chines-diz-que-avanco-militar-nao-ameaca-o-mundo&quot;&gt;EXAME&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/7589193833857892776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/ministro-chines-diz-que-avanco-militar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7589193833857892776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7589193833857892776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/ministro-chines-diz-que-avanco-militar.html' title='Ministro chinês diz que avanço militar não ameaça o mundo.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-6672424542739743337</id><published>2012-11-27T02:32:00.004-08:00</published><updated>2012-11-27T02:32:52.168-08:00</updated><title type='text'>CHINA - Projetista do caça J-15 Luo Yang morre de ataque cardíaco.</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Um dia após o grande feito da Marinha do Exército Popular da China o projetista do caça J-15 morreu de enfarte&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10999.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;O projetista chefe do J-15, o primeiro caça chinês a conseguir decolar de porta-aviões, Luo Yang, morreu ontem (25) aos 51 anos, vítima de um ataque cardíaco.&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O projetista chefe do J-15, o primeiro caça chinês a conseguir decolar de porta-aviões, Luo Yang, morreu ontem (25) aos 51 anos, vítima de um ataque cardíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luo era o Presidente e General Manager da Shenyang Aircraft Corp, uma subsidiária da Aviation Industry Corp. of China (AVIC).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10991.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;J-15&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia anterior, o caça J-15 tinha realizado, com sucesso, uma aterrissagem e decolagem no primeiro porta-aviões da China, &quot;Liaoning&quot;. Quando a embarcação estava ancorando no porto, Luo Yang se sentiu mal e sofreu um ataque cardíaco a caminho do hospital. O óbito foi declarado às 23h00.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/q2LSmpqAZ74&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;asset relatedNews&quot; style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px;&quot;&gt;
&lt;hr style=&quot;border-style: solid none none; border-top-color: rgb(221, 221, 221); height: 1px; margin: 15px 0px 5px; padding: 0px;&quot; /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/6672424542739743337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-projetista-do-caca-j-15-luo-yang.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6672424542739743337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6672424542739743337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-projetista-do-caca-j-15-luo-yang.html' title='CHINA - Projetista do caça J-15 Luo Yang morre de ataque cardíaco.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/q2LSmpqAZ74/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-7939621427535436804</id><published>2012-11-27T02:31:00.002-08:00</published><updated>2012-11-27T02:31:19.979-08:00</updated><title type='text'>FARC - Holandesa diz que se sente realizada como guerrilheira.</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Holandesa Tanja Nijmeijer participa das negociações de paz com o governo colombiano em Havana, Cuba, e age como garota propaganda do grupo narcotraficante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10988.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Tanja Nijmeijer participa das negociações de paz com o governo colombiano em Havana, Cuba&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerrilheira holandesa Tanja Nijmeijer, que integra a delegação das FARC que participa das negociações de paz com o governo colombiano em Havana, afirmou à AFP que não imagina sua vida fora da organização insurgente, à qual aderiu há uma década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não posso voltar atrás e nem quero voltar atrás&quot;, disse Nijmeijer, filóloga de 34 anos, em entrevista exclusiva à AFP na Praça da Revolução, em Havana, diante da imagem do guerrilheiro argentino-cubano Ernesto Che Guevara, a quem &quot;todos os membros das FARC adoram&quot;, declarou.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&quot;Sinto-me realizada como guerrilheira das Farc e não sei o que teria sido de mim (de outra forma). De repente seria dona de casa, teria três filhos, estaria divorciada, mas isso não teria me realizado da forma que me realiza ser guerrilheira&quot;, acrescentou a holandesa, que está em Cuba desde 5 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Única integrante europeia conhecida da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Nijmeijer ganha um brilho nos olhos quando fala de seu ingresso, há mais de uma década, na guerrilha mais antiga da América Latina, considerada organização terrorista por Washington e a União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Estou nas FARC porque é a forma de luta que o povo colombiano escolheu, porque não lhe restou outra opção a não ser lutar com armas&quot;, afirmou Nijmeijer, que tem como nome de guerra &#39;Alexandra&#39; e que na guerrilha faz trabalhos de tradução, comunicação e ensino do Marxismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;No final das contas, o que me motivou para estar nas fileiras das FARC é que concebo a luta &#39;fariana&#39; (das FARC) como um centro de luta no mundo e penso que o povo colombiano é uma vanguarda de luta&quot;, acrescentou, falando um espanhol fluente com sotaque colombiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela admitiu que &quot;foi muito dura&quot; sua adaptação à vida na guerrilha e, sobretudo, &quot;à cultura do camponês colombiano. &quot;Tem sido um sacrifício por um lado, mas me sinto muito realizada e muito contente de estar nas fileiras&quot; das FARC. &quot;Estou há dez anos casada com o exército do povo e estou me saindo muito bem&quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Em Havana, lutamos sem fuzil&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomeada pelas FARC uma de suas delegadas para o diálogo com o governo do presidente Juan Manuel Santos, que esta quarta-feira continuava pelo terceiro dia consecutivo no Palácio das Convenções de Havana, Nijmeijer assegurou que a organização guerrilheira está preparada para lutar pela paz &quot;com ou sem fuzil&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Nós lutamos com fuzil ou sem fuzil e estamos aqui em Havana para lutar sem fuzil. Queremos lutar por um processo de paz, queremos que o povo colombiano possa viver em paz&quot;, disse Nijmeijer, a integrante da delegação insurgente mais perseguida por jornalistas da América Latina e da Europa em Havana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Para mim é uma honra estar aqui, uma honra poder contribuir com o processo de paz na Colômbia, e quanto a Cuba, aqui me sinto bem (...) Cuba é linda&quot;, afirmou Nijmeijer, que teve a sua nomeação como porta-voz interpretada como um golpe de imagem das Farc no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerrilheira, que viajou a Cuba depois que a Promotoria colombiana suspendeu duas ordens de captura contra ela, uma pelo crime de rebelião e outra com fins de extradição, espera que através das negociações &quot;por fim se possa fazer a paz&quot; na Colômbia, mas &quot;uma paz com justiça social, com educação para todo o povo&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nijmeijer é acusada nos Estados Unidos do sequestro, em 2003, de três empreiteiros americanos, que foram libertados em uma operação das forças militares da Colômbia em 2008 juntamente com a ex-candidata à Presidência Ingrid Betancourt, de nacionalidade colombiana e francesa. Uma saudação aos indignados do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nijmeijer, que afirmou em Havana o desejo de viajar à Holanda para explicar &quot;o porquê da luta na Colômbia&quot;, elogiou os movimentos dos &quot;indignados&quot; em todo o mundo, cuja luta considerou &quot;muito importante&quot;. &quot;Quero parabenizar todos os jovens do mundo que estiverem lutando neste momento, aos operários na Grécia, a todos os movimentos sociais que há no mundo, porque estas lutas são muito importantes nesta época&quot;, disse a guerrilheira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este diálogo que governo e as FARC celebram em Havana é a quarta tentativa de paz entre as partes. O processo conta com o apoio de Noruega e Cuba, como países garantes, e de Venezuela e Chile, como acompanhantes. Na Colômbia opera também a guerrilha guevarista Exército de Libertação Nacional (ELN), que pode começar também um processo de paz com o governo Santos, segundo declarou o grupo insurgente em um comunicado publicado na segunda-feira da semana passada.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/7939621427535436804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/farc-holandesa-diz-que-se-sente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7939621427535436804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/7939621427535436804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/farc-holandesa-diz-que-se-sente.html' title='FARC - Holandesa diz que se sente realizada como guerrilheira.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-973941221181001573</id><published>2012-11-27T02:30:00.001-08:00</published><updated>2012-11-27T02:30:14.119-08:00</updated><title type='text'>China quer desafiar Estados Unidos.</title><content type='html'>&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10966.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;EPA&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os construtores navais militares chineses estão desenvolvendo o espírito do 18º congresso do PC Chinês. Depois da &quot;oferta ao congresso&quot; do porta-aviões Liaoning, eles se preparam para construir novos navios, declarou o presidente da Corporação Estatal de Construção Naval da China(CSSC) Hu Wenming.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus estaleiros foi concluído o equipamento do cruzador porta-aviões Varyag, comprado à Ucrânia e transformado em Liaoning.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta é a primeira declaração, feita depois do 18º congresso do PCC, que confirma a orientação para a modernização e reequipamento da marinha de guerra da China, sublinhou o perito doInstituto do Extremo Oriente Yakov Berger:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A China intenciona, já há muito tempo, criar a sua frota de porta-aviões. Por enquanto ainda só está sendo estudado o modelo com base no Varyag, mais tarde haverá uma nova construção. Esse objetivo foi referido antes do congresso e já no congresso foi confirmado&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hu Wenming declarou que a China está preparada para construir mais bases aéreas flutuantes, não referindo um número concreto. Entretanto, o país irá aumentar também a sua capacidade industrial para a produção de armamento e equipamentos para porta-aviões. Segundo o major-general na reserva Vladimir Dvorkin, a China terá toda a capacidade para abandonar a sua situação de único membro permanente do Conselho de segurança da ONU que não possui um único porta-aviões completamente fabricado por meios próprios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não se trata de uma tarefa simples, mas eu penso que a China irá conseguir, visto que já está a criar uma frota de submarinos porta-mísseis. É uma questão de tempo e de recursos. Recursos é uma coisa que a China possui, mas os prazos, com certeza que não serão muito curtos. Mas os chineses nunca pensam à escala do que é imediato&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de construção de porta-aviões está diretamente associado à intenção de possuir novos argumentos nas disputas territoriais com os vizinhos, sublinha Yakov Berger:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O Japão teve de nacionalizar com urgência as ilhas Senkaku, ou Diaoyudao em chinês. Do ponto de vista da China, se trata de uma venda de ilhas chinesas. A modernização da marinha de guerra deve ser vista como uma resposta a esse passo&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vladimir Dvorkin considera que o grupo de porta-aviões será um novo argumento da China na disputa geoestratégica com os EUA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O objetivo é conservar a sua influência nos mares e estreitos costeiros. Neste momento, nessas zonas predomina a marinha norte-americana. Os EUA apostaram no reforço da sua presença na região do Pacífico, justificando isso com os interesses de segurança. Os porta-aviões são a resposta da China a esses planos dos EUA&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que se apresenta, o antagonismo entre os EUA e a China no Oceano Pacífico irá aumentar. Isso se deve, em primeiro lugar, à intenção do Pentágono em transferir para lá até 60% de toda a sua marinha, incluindo os grupos de porta-aviões principais. Isso será um golpe nos interesses da China, que considera a região como uma área dos seus interesses e onde tenciona ser ela a ditar as regras. No entanto, parece que os porta-aviões só por si serão insuficientes para alterar a situação político-militar. Pequim entende isso muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, podemos esperar perfeitamente novas &quot;prendas&quot; político-militares. Desta vez a propósito da sessão de primavera da Assembleia Nacional dos Representantes do Povo da China, na qual será eleito o novo governo do país.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/973941221181001573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-quer-desafiar-estados-unidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/973941221181001573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/973941221181001573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-quer-desafiar-estados-unidos.html' title='China quer desafiar Estados Unidos.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-3713747660230346743</id><published>2012-11-27T02:28:00.000-08:00</published><updated>2012-11-27T02:28:16.793-08:00</updated><title type='text'>ESTRATÉGIA - Quando um Oceano inteiro é pequeno demais.</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos de duas Potências Mundiais em um cenário de turbulências econômicas, como isso modela o futuro de suas Forças e que lições o Brasil pode tirar dos recentes episódios&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10951.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Caça Chinês J-15, derivado do Sukhoi Su-33 em operação no CV-16 Lianing. Foto - Xinhua&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Quando um Oceano inteiro é pequeno demais&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O que mais me fascina na seara das relações internacionais, e em particular no que concerne aos assuntos de estratégia e defesa, é a dinâmica do balanço das forças. A instabilidade financeira mundial tem ditado novas normas, o que torna ainda mais complexas as ações de garantia do equilíbrio entre diferentes interesses. A ordem-do-dia global é validada até mesmo pelas nações mais ricas: “Fazer cada vez mais, com cada vez menos!”. Um claro reflexo é a mudança de táticas e adoção de novas estratégias de emprego para que façam face à mutabilidade das ameaças e ao mesmo tempo adequem-se à realidade dos redimensionamentos orçamentários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Em Washington, falando no National Press Club, o Almirante Jonathan Greenert, Chefe das Operações Navais, dissipou a impressão de que a US Navy estaria momentaneamente sofrendo um processo de downsizing, no que coincide com o descomissionamento do USS Enterprise, porta-aviões com 50 anos de atividade, e com a previsão de entrada em serviço do USS Gerald Ford postergada para não antes de 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que para apoiar a atuação global dos Estados Unidos é necessário o emprego de 11 porta-aviões, e hoje o comandante Greenert disponibiliza de 10. O Optempo (tempo operacional) também aumentou de 6 para no mínimo 7 meses no mar. E o desenvolvimento bélico da China é certamente o maior motivador para que a proporção de navios alocados entre as costas leste e oeste americanas estejam progressivamente indo da atual 45:55 para a planejada 40:60, onde estes 60% incluem os mais avançados e poderosos navios de sua frota. Assim, Greenert afirma que a força naval está em crescimento...onde é mais preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra evidência da adaptação aos desafios orçamentários e otimização de recursos, é o aprimoramento de novas ações conjuntas entre a USAF e a US Navy. Esta ação repousa na “AirSea Battle”, um modelo de coordenação de suas caras máquinas de combate em uma atuação de high-tech war (guerra baseada na vantagem tecnológica) apta a assegurar a superioridade em regiões onde potências emergentes, como a China, demonstrem incremento do poderio militar. Para se entender melhor o que isso significa, deve-se relembrar que a USAF desativou sua última aeronave de ataque eletrônico em 1998 e passou a confiar a capacidade de evitar e confundir radares inimigos quase que unicamente na tecnologia “stealth” ou furtiva. Já a US Navy, tanto embora vá operar o 5ª geração, F-35, manterá o F/A-18E/F (mesmo caça da Boeing concorrente no F-X2) como espinha dorsal de sua frota de aviões de combate até no mínimo 2035, e sua versão especializada em guerra eletrônica, o EA-18G Growler é fator chave no emprego da Força Aeronaval, e um dos pilares destas operações combinadas com a Força Aérea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de compor uma frota de 114 aeronaves, a Marinha Americana recebe um novo EA-18G Growler a cada duas semanas, com a missão de prover ao poderio naval dos EUA as condições necessárias a atuar em áreas de exclusão de voo baseadas em novas capacidades de defesa, em particular Anti-Access/Area-Denial (A2/AD) como as recentemente desenvolvidas pelo gigante asiático cuja costa oriental é banhada pelo Pacífico, e onde concentra grande parte de seus principais interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal estratégia do desenvolvimento A2/AD da China é obter vantagem das limitações de bases físicas para operações das forças americanas ou a partir de plataformas aliadas, e as principais ameaças aos Carrier Battle Groups da US Navy baseiam-se nos mísseis balísticos antinavio lançados de terra e mísseis supersônicos de cruzeiro lançados de aeronaves de caça e ataque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mais recente conquista da Armada Chinesa, semana passada um J-15 Flying Shark (“clone” dos Su-33 russos) realizou com sucesso operações de decolagem e pouso no seu primeiro e único porta-aviões, o Liaoning, (incorporado ao serviço em 25 de setembro deste ano), o que aguçou ainda mais as pretensões da China e rendeu declarações de seus comandantes de construir com a indústria nacional, outros navios do tipo a fim de expansão das capacidades de mobilidade de sua máquina de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito há da guerra de informações, e com cuidado, e inteligência, deve-se filtrar a propaganda da real capacidade de realização e emprego. Há quem questione a qualidade e eficiência dos armamentos chineses, em particular as de radares, mísseis e os recentes caças “stealth” estampados na capa das principais mídias especializadas. Particularmente, depois de ver que meu iPad é &quot;Designed by Apple in California, Assembled in China&quot; não sou tão cético assim (pelo menos no que diz respeito ao acesso aos desenhos técnicos e condições de aprender algo com isso). Cedendo o benefício da dúvida e considerando que tais tecnologias sejam verdadeiramente inferiores, damos de cara com outro elemento desta medição de forças e percebemos que o preço da “assimetria”, por si só, é bem caro. Se considerarmos todo o custo de pesquisa e desenvolvimento envolvidos, é fácil chegar à relação de que se gasta 20 bilhões de dólares para rechaçar um sistema de ataque de 200 mil, oriundo de uma cópia ou similar tecnologicamente limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo é, que a temperatura das águas daquele frio Oceano tem se elevado, e não necessariamente devido ao aquecimento global. Cada lado se apoia nas vantagens que possa desenvolver, e, toda moeda tem claramente dois lados. Para exemplificar esta dualidade, se considerarmos apenas o desempenho tático das aeronaves envolvidas em um hipotético cenário de combate, um kill ratio de 20:1, ou seja, vinte aeronaves inimigas abatidas para cada própria perdida – em razão da vantagem tecnológica de um dos lados, percebe-se o tirocínio e razoabilidade da preocupação do primeiro comandante da Navy Weapons School – Top Gun, Dan ‘Yank” Pedersen, de que “se está cometendo os mesmos erros que lá atrás forçaram a criação de Top Gun. Encantados com nossa tecnologia de ponta, não rivalizados no ar em várias guerras, todos apostam que nossa vantagem perdurará para sempre. Eu estou apostando na China! Eles podem por 6.000 novas aeronaves por dia na frente de combate. E aí? O que vamos fazer?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que o Brasil pode apreender destes, entre os mais recentes episódios de posicionamento de players globais no campo das relações exteriores? O equilíbrio de forças é buscado como forma de promover a paz e dissuadir ameaças. Portanto, vulnerabilidade, letargia e obsolescência não podem em momento algum serem justificadas pelo discurso do pacifismo ou por uma alegada política de boa vizinhança. Ela carrega sim, a incerteza, o medo e a insegurança, e fatalmente tece o estopim do conflito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma frase Napoleão Bonaparte resumiu a adaptação necessária às mudanças e movimentos do poder, que ditam a conquista da paz pela preparação para a guerra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deve mudar de táticas a cada dez anos aquele que deseja manter a sua superioridade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os avanços tecnológicos, os intervalos de tempo mudam, tornam-se menores. O princípio, porém, este parece feito ao dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que o Brasil busca por reestruturações de suas Forças Armadas com a modernização de seus equipamentos e adequações às tecnologias já empregadas em várias nações, cabe a reflexão, até mesmo dos mais reticentes a estes investimentos, de que por mais pacífico que um povo seja, não está isolado da realidade global e que tal realidade afeta direta e indiretamente os rumos de qualquer país, seja nos aspectos econômicos, territoriais e do exercício de soberania sobre suas próprias riquezas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/q2LSmpqAZ74&quot; style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px;&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/3713747660230346743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/estrategia-quando-um-oceano-inteiro-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3713747660230346743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/3713747660230346743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/estrategia-quando-um-oceano-inteiro-e.html' title='ESTRATÉGIA - Quando um Oceano inteiro é pequeno demais.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/q2LSmpqAZ74/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-6663486681063744471</id><published>2012-11-24T02:36:00.002-08:00</published><updated>2012-11-24T02:36:30.902-08:00</updated><title type='text'>Brasil e Suécia buscam ampliar cooperação na área de defesa.</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/amorim_karin22.jpg&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #006837; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-full wp-image-25182&quot; height=&quot;350&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/amorim_karin22.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Dispostos a ampliar a cooperação no setor de defesa, os ministros da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e da Suécia, Karin Enström, tiveram reunião bilateral nesta quarta-feira, em Brasília. Durante o encontro, realizado na sede do Ministério da Defesa, os representantes das duas nações conversaram sobre as possibilidades de desenvolvimento de projetos e de ações conjuntas na área militar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abrir a reunião, o ministro Amorim destacou a importância de a Suécia ser um país neutro e, a exemplo do Brasil, não fazer parte de alianças militares de defesa coletiva, além de defender internacionalmente princípios como democracia, desenvolvimento e promoção da paz.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, Amorim fez breves considerações sobre o ambiente estratégico brasileiro. “Brasil é um país que tem múltiplas maneiras de se inserir no cenário internacional”, disse. E completou: “Nossas relações com os países da América do Sul, América Latina e Caribe são as melhores. Temos também interesse estratégico no Atlântico Sul”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro falou ainda sobre a importância da participação do Brasil em blocos estratégicos como IBAS (Índia, Brasil e África do Sul) e BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Ele também mencionou a ampla relação brasileira com outras nações, citando como exemplos França, Grã Bretanha, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. Amorim ressaltou, no entanto, a importância de o Brasil estabelecer aliança com países como a Suécia, que compartilham visão semelhante sobre o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ato contínuo, a ministra sueca recordou que os dois países mantém relações que já duram décadas. Enström explicou que, ao longo do tempo, indústrias da Suécia se instalaram no Brasil e passaram a produzir no território nacional visando os mercados interno e externo.  “Somos um país pequeno, mas temos algo em comum. Por isso espero que essa reunião seja o início de um novo entendimento na área de defesa”, afirmou a ministra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karin Enströn contou que, nos últimos anos, seu país vem desenvolvendo uma política de segurança e de defesa focada em manter a cooperação com os países com os quais estabelece parcerias. “Queremos fazer parte não de uma aliança militar, mas de um sistema em que prevaleça a cooperação mútua”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ciência sem fronteiras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Na reunião bilateral, a ministra relatou a importância da defesa cibernética na atualidade. Segundo ela, na Suécia o setor tem enorme importância nos mais diversos segmentos da economia e do dia a dia da população. Tal fato tem levado o governo sueco a trabalhar em cooperação com outras nações para o desenvolvimento de mecanismos que protejam, por exemplo, o ciberespaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois ministros trataram também da formação de cidadãos, com ênfase no “Ciência Sem Fronteiras”, programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. De acordo com a ministra, o governo sueco está disposto a ofertar 2,5 mil vagas em instituições de ensino seu país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última parte do encontro, Karin Enströn tratou da modernização dos caças brasileiros no âmbito do programa FX-2, da Força Aérea. A empresa sueca Saab é uma das concorrentes com o caça Gripen NG. O ministro Amorim explicou que o tema ainda é objeto de análise pela presidenta Dilma Rousseff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não mencionou o prazo para a tomada de decisão, mas disse esperar que o desfecho da concorrência internacional ocorra em breve. Segundo o ministro, a crise financeira mundial dos últimos anos foi um dos principais motivos que levaram o governo brasileiro a não tomar a decisão até o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao término da reunião, Amorim sugeriu que Karin Enströn, em oportunidade futura, retorne ao Brasil para conhecer organizações militares instaladas, por exemplo, em São Paulo e Rio de Janeiro. Já a ministra sueca, manifestou interesse em receber o colega brasileiro em Estocolmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;https://www.defesa.gov.br/index.php/noticias-do-md/2455453-21112012-defesa-brasil-e-suecia-buscam-ampliar-cooperacao-na-area-de-defesa-.html&quot;&gt;Ministério da Defesa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/6663486681063744471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/brasil-e-suecia-buscam-ampliar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6663486681063744471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6663486681063744471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/brasil-e-suecia-buscam-ampliar.html' title='Brasil e Suécia buscam ampliar cooperação na área de defesa.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-8896538826957226837</id><published>2012-11-24T02:33:00.005-08:00</published><updated>2012-11-24T02:33:57.057-08:00</updated><title type='text'>Bolívia aceita convite para se tornar membro pleno do Mercosul .</title><content type='html'>&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10919.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Presidente boliviano, Evo Morales, conversa com a presidente Dilma Rouseff durante conferência anual do Mercosul em Mendoza, na Argentina, em junho deste ano. - Foto: REUTERS&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Bolívia aceitou o convite oficial para se tornar um membro pleno do bloco sul-americano Mercosul e espera que os acordos referentes sejam assinados durante uma cúpula de líderes da região em dezembro, disse o presidente boliviano, Evo Morales, nesta quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Bolívia seguirá os passos da Venezuela, que neste ano se tornou o quinto membro pleno do Mercosul, integrado originalmente por Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, embora os paraguaios estejam suspensos temporariamente após um polêmico julgamento político que resultou no impeachment do ex-presidente Fernando Lugo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Esta proposta que nos fazem... para que sejamos membro pleno, estamos de acordo&quot;, disse Morales em discurso durante um ato militar transmitido ao vivo pela emissora de televisão estatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morales disse que o convite do Mercosul foi feito simultaneamente ao Equador, que assim como a Bolívia é atualmente membro de outro grupo regional de integração, a Comunidade Andina de Nações (CAN), da qual a Venezuela se retirou.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/8896538826957226837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/bolivia-aceita-convite-para-se-tornar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8896538826957226837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8896538826957226837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/bolivia-aceita-convite-para-se-tornar.html' title='Bolívia aceita convite para se tornar membro pleno do Mercosul .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-2760806718079091419</id><published>2012-11-24T02:33:00.001-08:00</published><updated>2012-11-24T02:33:11.295-08:00</updated><title type='text'>Por que a Turquia precisa dos sistemas de mísseis da Otan? .</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Turquia precisa de mísseis Patriot para se defender de granadas vindas da Síria? Especialistas e críticos veem outros motivos por trás do pedido de ajuda à Otan, incluindo temores de um conflito entre Israel e o Irã.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10928.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Otan deve atender em breve o pedido da Turquia para implementação de sistemas de mísseis do tipo Patriot ao longo da fronteira do país com a Síria. Com o provável envio dos armamentos dentro de algumas semanas, a Otan estará dando o passo mais ousado até agora em relação à crise da Síria e alçando o conflito, que já dura 20 meses, a um novo patamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns políticos ocidentais consideram que a aliança está se deixando arrastar para o conflito. Já especialistas em segurança falam em intimidação e veem a medida como um meio de evitar que os combates atinjam o território turco.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&quot;O pedido da Turquia por Patriots é uma tentativa de intimidação&quot;, afirma o acadêmico turco Mustafa Kibaroglu, especializado em segurança. &quot;Afinal, será que Síria, Irã ou outro país ainda se atreveriam a lançar um ataque de mísseis contra a Turquia depois de ver que a Otan está claramente apoiando o país?&quot;, questiona, ressaltando que a implementação dos mísseis teria principalmente um significado político, mas também reforçaria a proteção da Turquia em caso de o conflito recrudescer ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Medo de armas químicas&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o presidente turco, Abdullah Gül, disse temer que a Síria use armas químicas contra a Turquia e sugeriu que os mísseis da Otan podem deter a ameaça. Gül disse ao jornal Financial Times que a Síria tem armas químicas e antigos sistemas soviéticos para usá-las. &quot;Tem que ser realizado um planejamento mínimo de emergência, e isso é o que a Otan está fazendo&quot;, frisou. O governo sírio anunciou em julho que só usaria armas químicas ou biológicas se o país for atacado por forças externas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas em segurança turcos não creem num ataque militar da Síria à Turquia, já que isso significaria um ataque à Otan, embora existam preocupações de que, caso o regime perca o controle da situação, certos grupos possam explorar o vácuo de poder. Os mísseis Patriot seriam uma significativa melhora nas atuais condições de defesa aérea de Ancara. Entretanto, por serem especialmente concebidos para a defesa contra mísseis e aviões, não fornecem proteção contra as atuais ameaças enfrentadas pela Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exército sírio continua sua luta contra os insurgentes na área de fronteira, e projéteis ocasionalmente têm atingido o território turco. Um explosivo disparado na Síria atingiu uma cidade de fronteira turca no início de outubro, matando cinco civis. Desde então, o Exército turco tem respondido a disparos vindos do outro lado, provocando preocupações de que o conflito possa se espalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Zona de exclusão aérea&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Devido ao grande alcance dos Patriot, o pedido da Turquia à Otan tem sido interpretado por alguns observadores como a primeira etapa de um plano maior para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Síria. A Turquia tem sido uma defensora da criação de uma zona de exclusão aérea que salvaguarde os refugiados e também forneça aos insurgentes um refúgio seguro contra ataques aéreos sírios. Mas Ancara não conseguiu convencer seus aliados até agora.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diplomatas ocidentais ressaltam que tal zona teria que ser apoiada por uma força aérea forte e que a sua criação envolveria sérios riscos, já que o regime sírio tem recursos avançados de defesa aérea. Para convencer os aliados europeus da necessidade da instalação dos mísseis Patriot, a Turquia sublinhou, na sua carta de pedido à Otan, que eles terão função apenas defensiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A implementação não apoiará, de maneira alguma, uma zona de exclusão aérea ou qualquer outra operação ofensiva&quot;, garantiu na quarta-feira o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen. &quot;Ela iria contribuir para o arrefecimento da violência da crise ao longo da fronteira sudoeste da Otan. E seria uma demonstração concreta de solidariedade da aliança&quot;, sublinhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fim do isolamento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Muitos observadores turcos veem a implementação como um alívio para o governo de Ancara, que estava ficando cada vez mais isolado devido a sua política agressiva em relação ao regime de Assad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Kibaroglu, os membros da Otan estão avaliando positivamente a implantação dos Patriot como um sinal de solidariedade e como uma medida para intimidar a Síria, mas também esperam que a implementação venha a promover uma cooperação mais estreita com a Turquia e dar à Otan uma maior influência sobre o governo Erdogan em relação à sua política para a Síria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Os Patriots podem evitar uma escalada da crise e podem dissuadir qualquer reação descontrolada da Síria em relação a uma medida mais dura tomada pela Turquia&quot;, avaliou Kibaroglu. &quot;Mas parece haver também expectativas de que a Turquia atenda às expectativas da Otan com relação à política para a Síria.&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Maiores preocupações na região&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O pedido de Ancara à Otan tem sido criticado pela oposição turca, que acusa o governo Erdogan de grandes falhas na política externa, que teriam levado a um aumento das tensões na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O governo está escondendo a realidade da população&quot;, acusa Faruk Logoglu, ex-embaixador da Turquia em Washington e deputado da principal força de oposição, o Partido Republicano do Povo. Na sua opinião, Erdogan decidiu solicitar os Patriots não devido à crise com a Síria e sim por causa de Israel. &quot;Após a operação israelense em Gaza, aumentou a ameaça iraniana contra Israel. Os Patriots vão defender a nova estação de radar da Otan em Kurecik, que é essencial para a proteção do espaço aéreo de Israel&quot;, frisa. &quot;Os Patriots vão servir à segurança de Israel.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kibaroglu também afirma que preocupações regionais mais amplas desempenharam um papel na decisão da Turquia. &quot;A instalação de mísseis Patriot pode ser vista como uma medida que não se limita a proteger a Turquia da Síria, mas também de uma possível ameaça futura do Irã&quot;, observa. &quot;Após as operações de Israel contra Gaza, os próximos acontecimentos na região são imprevisíveis. Existe uma necessidade de se proteger o espaço aéreo da Turquia em caso de um possível confronto futuro entre Israel e o Irã.&quot;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/2760806718079091419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/por-que-turquia-precisa-dos-sistemas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/2760806718079091419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/2760806718079091419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/por-que-turquia-precisa-dos-sistemas-de.html' title='Por que a Turquia precisa dos sistemas de mísseis da Otan? .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-1821381826697021037</id><published>2012-11-24T02:31:00.002-08:00</published><updated>2012-11-24T02:31:48.102-08:00</updated><title type='text'>Coreia do Sul não descarta lançamento de outro míssil norte-coreano.</title><content type='html'>&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10923.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Coreia do Sul não descarta que o regime norte-coreano esteja planejando o lançamento de um novo foguete de longo alcance após a fracassada tentativa de abril, informaram fontes militares e governamentais sul-coreanas, nesta sexta-feira, à Agência local &quot;Yonhap&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não podemos excluir a possibilidade do lançamento de um míssil, mas há diversos fatores, como as eleições presidenciais (em dezembro, na Coreia do Sul) e as conversas bilaterais entre Coreia do Norte e Japão, que indicam que o melhor é esperar e ver o que acontece&quot;, assinalou uma fonte governamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações foram produzidas depois que os meios de imprensa japoneses, apoiando-se em supostas imagens de um satélite americano, revelassem que o regime de Kim Jong-un poderia estar preparando para o mês que vem um novo teste com um projétil de longo alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas informações alertavam sobre movimentos na base norte-coreana de Dongchang-ri, que indicariam a possível preparação de um novo lançamento como o que houve em abril, que valeu a Pyongyang a condenação internacional por considerar que o lançamento foi um teste de míssil disfarçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Estamos avaliando se haverá um lançamento de míssil e vigiamos de perto da situação&quot;, acrescentou a fonte sul-coreana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as imagens do satélite, é possível observar pedaços similares aos do míssil que fizeram parte do lançamento norte-coreano de abril e o novo teste poderia ser viável já neste mês.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/1821381826697021037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/coreia-do-sul-nao-descarta-lancamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1821381826697021037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/1821381826697021037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/coreia-do-sul-nao-descarta-lancamento.html' title='Coreia do Sul não descarta lançamento de outro míssil norte-coreano.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-4981210791845628038</id><published>2012-11-23T01:32:00.004-08:00</published><updated>2012-11-23T01:32:53.070-08:00</updated><title type='text'>Análise: Vocabulário do jornalismo israelense.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121120gazaisraelpm01.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25164&quot; height=&quot;304&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121120gazaisraelpm01-580x304.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por Yonatan Mendel&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Há um ano, me candidatei à vaga de correspondente do jornal israelense Ma´ariv nos territórios ocupados. Falo árabe, lecionei em escolas palestinas e participei de muitos projetos judaico-palestinos. Na entrevista, o chefe perguntou como eu poderia ser objetivo. Eu havia passado tempo demais com os palestinos, e acabaria sendo tendencioso em favor deles. Não consegui o emprego. Minha entrevista seguinte foi no Walla.com, o site mais popular de Israel. Dessa vez, consegui o emprego e me tornei correspondente do Walla no Oriente Médio. Logo entendi o que Tamar Liebes, diretor do Instituto Smart de Comunicação da Universidade Hebraica de Jerusalém, quis dizer quando afirmou que “os jornalistas e editores se vêem como atores dentro do movimento sionista, e não como observadores críticos”.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Isso não significa que o jornalismo israelense não seja profissional. A corrupção, as mazelas sociais e a desonestidade são perseguidas com louvável determinação por jornais, tevês e rádios. O fato de os israelenses terem sido informados do que o ex-presidente Moshe Katsav [que renunciou após ser acusado de estupro] fez ou deixou de fazer com suas secretárias prova que a mídia desempenha o papel de cão de guarda, mesmo sob risco de causar constrangimento nacional e internacional. O nebuloso contrato imobiliário de Ehud Olmert, os negócios da misteriosa ilha grega de Ariel Sharon, o romance secreto de Binyamin Netanyahu, a conta bancária secreta de Yitzhak Rabin nos Estados Unidos: tudo isso é livremente discutido na imprensa israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de “segurança”, não há tal liberdade. Só há “nós” e “eles”, as Forças de Defesa de Israel, FDI, e “o inimigo”. O discurso militar, o único discurso permitido, triunfa sobre qualquer outra narrativa. Não que os jornalistas israelenses cumpram ordens ou um código escrito: apenas preferem pensar coisas boas das suas forças de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Morte por engano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das matérias sobre o conflito há duas partes em luta: as Forças de Defesa de Israel de um lado e os palestinos de outro. Quando um incidente violento é relatado, as FDI confirmam ou o Exército diz, mas os palestinos alegam: “Os palestinos alegaram que um bebê ficou gravemente ferido pelos disparos das FDI.” Isso é alguma invenção? “Os palestinos alegam que colonos israelenses os ameaçaram.” Mas quem são os palestinos? Todos os palestinos – cidadãos de Israel, habitantes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, as pessoas em campos de refugiados de Estados árabes vizinhos e aquelas vivendo na diáspora – fazem a alegação? Por que então uma reportagem séria relata uma alegação feita pelos palestinos? Por que tão raramente há um nome, um departamento, uma organização ou uma fonte dessa informação? Será porque isso lhe daria um aspecto mais confiável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os palestinos não estão fazendo alegações, seu ponto de vista simplesmente não é ouvido. O Keshev (Centro para Proteção da Democracia em Israel) analisou como os principais canais de televisão e jornais israelenses cobriram as vítimas palestinas num determinado mês – dezembro de 2005. Foram encontradas 48 matérias sobre a morte de 22 palestinos. Apenas oito desses relatos, no entanto, traziam a versão das FDI e uma reação palestina. Nos outros quarenta exemplos, o fato foi relatado apenas do ponto de vista dos militares israelenses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael11.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25163&quot; height=&quot;391&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael11-580x391.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo: em junho de 2006, quatro dias depois de o soldado israelense Gilad Shalit ser seqüestrado no lado israelense da cerca de segurança de Gaza, segundo a imprensa israelense, Israel deteve cerca de sessenta integrantes do Hamas, entre os quais trinta membros eleitos do Parlamento e oito ministros do governo palestino. Numa operação bem planejada, Israel capturou e encarcerou o ministro palestino para Assuntos de Jerusalém, os ministros de Finanças, Educação, Assuntos Religiosos, Assuntos Estratégicos, Assuntos Domésticos, Habitação e Prisões, além dos prefeitos de Belém, Jenin e Qalqilya, o presidente do Parlamento palestino e um quarto dos seus integrantes. Que essas autoridades tenham sido tiradas de suas camas tarde da noite e transferidas para território israelense, provavelmente para servir (como Gilad Shalit) de moeda de barganha, não fez da operação um seqüestro. Israel nunca seqüestra. Israel detém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exército israelense nunca mata ninguém intencionalmente, muito menos comete homicídio – uma situação a qual qualquer outra organização armada invejaria. Mesmo quando uma bomba de 1 tonelada é jogada sobre uma densa área residencial de Gaza, matando um homem armado e catorze civis inocentes, inclusive nove crianças, ainda assim não são mortes intencionais nem homicídios: são assassinatos dirigidos. Um jornalista israelense pode dizer que os soldados das FDI atingiram palestinos, ou que os mataram, ou que os mataram por engano, e que os palestinos foram atingidos, ou foram mortos ou mesmo que encontraram a morte (como se estivessem procurando), mas homicídio está fora de cogitação. A conseqüência, quaisquer que sejam as palavras usadas, foi a morte, nas mãos das forças de segurança israelenses, desde o início da segunda intifada, de 2 087 palestinos que nada tinham a ver com a luta armada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sangue nas mãos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;As Forças de Defesa de Israel, tal como são mostradas na mídia israelense, têm outra estranha capacidade: a de nunca iniciar ou decidir um ataque, nem de lançar uma operação. As FDI simplesmente respondem. Elas respondem aos foguetes Qassam, respondem aos ataques terroristas, respondem à violência palestina. Isso torna tudo tão mais lógico e civilizado: as FDI são forçadas a lutar, a destruir casas, a balear palestinos e a matar 4 485 deles em sete anos, mas nenhum desses fatos é responsabilidade dos soldados. Eles estão enfrentando um inimigo abjeto, e reagem de acordo com seu dever. O fato de suas ações – toques de recolher, prisões, cercos por mar, tiros e mortes – serem a principal causa da reação palestina não parece interessar à mídia. Como os palestinos não podem responder, os jornalistas israelenses escolhem outro verbo de um léxico que inclui vingar, provocar, atacar, incitar, apedrejar e disparar os mísseis Qassam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael05.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25162&quot; height=&quot;380&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael05-580x380.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistando Abu-Qusay, porta-voz das Brigadas de Al-Aqsa em Gaza, em junho de 2007, perguntei a ele sobre a razão para disparar mísseis Qassam contra a cidade israelense de Sderot. “O Exército pode responder”, disse eu, sem perceber que já estava influenciado. “Mas nós estamos respondendo aqui”, disse Abu-Qusay. “Não somos terroristas, não queremos matar… estamos resistindo às contínuas incursões de Israel na Cisjordânia, aos seus ataques, ao seu cerco em nossas águas e ao fechamento das nossas terras.” As palavras de Abu-Qusay foram traduzidas para o hebraico, mas Israel continuou entrando todas as noites na Cisjordânia, e os israelenses não viram mal nenhum nisso. Afinal de contas, era só uma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época em que havia muitas incursões israelenses em Gaza, perguntei o seguinte aos meus colegas: “Se um palestino armado cruza a fronteira, entra em Israel, dirige até Tel Aviv e atira em pessoas nas ruas, ele será o terrorista, e nós seremos as vítimas, certo? Porém, se as FDI cruzam a fronteira, dirigem vários quilômetros Gaza adentro e começam a disparar contra os atiradores palestinos, quem é o terrorista e quem é o que resiste? Como é possível que os palestinos que vivem nos territórios ocupados nunca possam recorrer à autodefesa, enquanto o Exército israelense é sempre o defensor?” Meu amigo Shay, da editoria de arte, esclareceu as coisas para mim: “Se você for à Faixa de Gaza e atirar nas pessoas, você será um terrorista. Mas quando o Exército faz isso, é uma operação para deixar Israel mais seguro. É a implementação de uma decisão do governo!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra distinção interessante entre “nós” e “eles” apareceu quando o Hamas exigiu a libertação de 450 prisioneiros ligados ao grupo, em troca do soldado Gilad Shalit. Israel anunciou que libertaria prisioneiros, mas não aqueles com sangue nas mãos. São sempre os palestinos – nunca os israelenses – que têm sangue nas mãos. Isso não quer dizer que os judeus não possam matar os árabes, mas eles não terão sangue nas mãos, e se forem presos serão soltos depois de poucos anos. Sem falar naqueles que têm sangue nas mãos e chegaram a primeiro-ministro. Somos não só mais inocentes quando matamos, como também mais suscetíveis quando feridos. Em geral, a descrição de um míssil Qassam que atinja Sderot será mais ou menos assim: “Um Qassam caiu ao lado de uma residência, três israelenses tiveram ferimentos leves e dez outros sofreram um choque.” Não se deve minimizar tais males: um míssil atingindo uma casa no meio da noite de fato deve causar um grande choque. Deve-se lembrar, no entanto, que o choque só vale para os judeus. Os palestinos aparentemente são uma gente muito calejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Detenção administrativa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As Forças de Defesa de Israel, num outro motivo de inveja para todos os outros Exércitos, matam só as pessoas mais importantes. “Um membro de alto escalão do Hamas foi morto” é quase um coro na mídia israelense. Membros de baixo escalão do Hamas nunca foram achados ou nunca foram mortos. Shlomi Eldar, correspondente de uma estação de televisão na Faixa de Gaza, escreveu bravamente sobre esse fenômeno no livro Eyeless in Gaza [Sem Olhos em Gaza], de 2005. Quando Riyad Abu Zaid foi assassinado, em 2003, a imprensa israelense fez eco ao anúncio das FDI de que o homem seria o chefe da ala militar do Hamas em Gaza. Eldar, um dos poucos jornalistas investigativos de Israel, descobriu que o homem era apenas um secretário do clube de prisioneiros do Hamas. “Foi uma das muitas ocasiões em que Israel ‘incrementou’ um ativista palestino”, escreveu Eldar. “Depois de todo assassinato, cada pequeno ativista é `promovido´ a grande.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno pelo qual as declarações das FDI imediatamente se traduzem em reportagens é resultado tanto da falta de acesso à informação quanto da má vontade de jornalistas em provar que o Exército está errado, ou em mostrar soldados como criminosos. “As FDI estão agindo em Gaza” (ou em Jenin, ou em Tulkarm, ou em Hebron) é a expressão oferecida pelo Exército e adotada pela mídia. Por que dificultar a vida dos ouvintes? Por que lhes contar o que os soldados fazem, descrevendo o medo que geram, o fato de que eles vêm com armas e veículos pesados e esmagam a vida urbana, aumentando o ódio, a dor e o desejo de vingança?&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael10.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25161&quot; height=&quot;419&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/121121gazaisrael10-580x419.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro, para tentar conter os militantes que disparavam foguetes Qassam, Israel decidiu interromper a eletricidade em Gaza durante algumas horas por dia. Embora isso significasse, por exemplo, que a energia deixaria de chegar a hospitais, foi dito que “o governo israelense decidiu aprovar essa medida como outra arma não-letal”. Outra coisa que os soldados fazem é limpar – khisuf. Em hebraico comum, khisuf significa expor algo oculto, mas no linguajar das FDI significa limpar uma área de esconderijos em potencial para atiradores palestinos. Durante a última intifada, escavadeiras israelenses D9 destruíram milhares de casas palestinas, arrancaram milhares de árvores e deixaram um rastro de milhares de estufas danificadas. É melhor saber que o Exército limpou a área do que enfrentar a realidade de que o Exército destrói as propriedades, o orgulho e a esperança dos palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra palavra útil é coroamento (keter, que também pode ser traduzida como “cerco”), eufemismo para um cerco no qual quem sair de casa se arrisca a ser baleado. Zonas de guerra são lugares onde os palestinos podem ser mortos, mesmo as crianças que não sabem que entraram numa zona de guerra. Crianças palestinas, aliás, tendem a ser promovidas a adolescentes palestinos, especialmente quando são acidentalmente mortas. Mais exemplos: postos avançados e isolados dos israelenses na Cisjordânia são chamados de postos ilegais, talvez em contraste com os assentamentos israelenses, que são aparentemente legais. Detenção administrativa significa prender pessoas que não foram levadas a julgamento e nem mesmo receberam acusação formal (em abril de 2003, havia 1.119 palestinos nessa situação). A OLP (Ashaf) é sempre citada por sua sigla, e nunca por seu nome completo, Organização para a Libertação da Palestina: Palestina é uma palavra que quase nunca é usada – há um presidente palestino, mas não um presidente da Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que o público quer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“Uma sociedade em crise forja um novo vocabulário para si”, escreveu David Grossman no livro The Yellow Wind [O Vento Amarelo], “e gradualmente uma nova linguagem emerge, cujas palavras não mais descrevem a realidade, mas tentam, em vez disso, escondê-la.” Essa “nova linguagem” foi adotada voluntariamente pela mídia, mas se alguém precisar de um conjunto oficial de diretrizes ele pode ser encontrado no Relatório Nakdi, um documento redigido pelo órgão público Autoridade de Radiodifusão Israelense. Divulgado inicialmente em 1972, e atualizado três vezes desde então, o relatório se destinava a “esclarecer algumas das regras profissionais que regulam o trabalho de uma pessoa da imprensa”. A proibição do termo Jerusalém Oriental era uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As restrições não se limitam à geografia. Em 20 de maio de 2006, a emissora mais popular da televisão israelense, o Canal 2, noticiou “outro assassinato dirigido em Gaza, um assassinato que pode atenuar os disparos dos Qassam” (376 pessoas já morreram em assassinatos dirigidos, sendo 150 delas civis que não eram alvos de assassinatos). Ehud Ya’ari, um conhecido correspondente israelense que cobre assuntos árabes, no estúdio, disse: “O homem que foi morto é Muhammad al Dahdouh, da Jihad Islâmica… Isso é parte da outra guerra, uma guerra para diminuir o número dos ativistas que disparam os Qassam.” Nem Ya’ari nem o porta-voz das FDI se preocuparam em noticiar que quatro civis palestinos inocentes também foram mortos na operação, e que três outros ficaram feridos, inclusive uma menina de 5 anos chamada Maria, que ficará paralítica do pescoço para baixo. Esse “descuido”, revelado pela jornalista israelense Orly Vilnai-Federbush, só mostra o quanto não sabemos sobre aquilo que julgamos saber.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/ga000.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-25160&quot; height=&quot;399&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/ga000-580x399.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Uma coisa interessante é que, desde que o Hamas tomou a Faixa de Gaza, um dos novos xingamentos na mídia israelense é Hamastão, palavra que aparece no noticiário “quente”, a parte supostamente sagrada dos jornais, que deveria apresentar os fatos sem editorializá-los. O mesmo vale para movimentos como Hamas ou Hezbollah, descritos em hebraico como organizações, e não como partidos ou movimentos políticos. Intifada nunca recebe o seu significado árabe de “revolta”; e Al-Quds, que quando usada por políticos é uma palavra que se refere apenas aos “lugares sagrados de Jerusalém Oriental”, ou a “Jerusalém Oriental”, é entendida pelos correspondentes israelenses como Jerusalém, o que efetivamente implica uma determinação palestina em tomar a capital inteira.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi curioso observar as reações dos jornais ao assassinato de Imad Moughniyeh, na Síria, em fevereiro. Eles competiram entre si quanto à maneira de designá-lo: arquiterrorista, mestre-terrorista, maior terrorista da Terra. A imprensa israelense levou alguns dias para deixar de louvar os assassinos de Moughniyeh e começar a fazer o que deveria ter feito inicialmente: perguntar quais as conseqüências da morte dele. O jornalista Gideon Levy acha que essa é uma tendência israelense: “A cadeia de `chefes terroristas´ liquidados por Israel, de Ali Hassan Salameh a Abu Jihad, passando por Abbas Musawi e Yihyeh Ayash até o xeque Ahmed Yassin e Abdel Aziz Rantisi (todas elas “operações” que celebramos com grande pompa e circunstância por um doce e inebriante momento), até agora apenas provocou ataques duros e dolorosos de vingança contra Israel e os judeus mundo afora.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repórteres israelenses especializados em assuntos árabes devem evidentemente falar árabe – muitos deles, de fato, estudaram o idioma nas escolas do aparato de segurança – e precisam conhecer a história e a política do Oriente Médio. E têm de ser judeus. Visivelmente, a mídia israelo-judaica prefere contratar jornalistas com um conhecimento mediano do idioma árabe a falantes nativos, pois estes seriam cidadãos palestinos de Israel. Aparentemente, jornalistas judeus são mais bem equipados que os árabes israelenses para explicar “o que os árabes pensam”, quais são “os objetivos árabes” e “o que os árabes dizem”. Talvez seja assim porque os editores sabem o que o seu público quer ouvir. Ou, mais importante, o que o público israelense prefere não ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem licença&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se as palavras ocupação, apartheid e racismo (sem falar em cidadãos palestinos de Israel, bantustões, limpeza étnica e Nakba [&quot;catástrofe&quot;, a palavra com a qual os palestinos se referem à criação de Israel, em 1948]) estão ausentes do discurso israelense, os cidadãos de Israel podem passar a vida inteira sem saber com o que estão convivendo. Por exemplo, racismo (Giz’anut, em hebraico). Se o Parlamento israelense legisla que 13% das terras do país só podem ser vendidas para judeus, então ele é um Parlamento racista. Se em sessenta anos o país só teve um ministro árabe, então Israel tem tido governos racistas. Se, em sessenta anos de manifestações, balas de borracha e munição de verdade só foram usadas contra manifestantes árabes, então Israel tem uma polícia racista. Se 75% dos israelenses admitem que se recusariam a ter um árabe como vizinho, então é uma sociedade racista. Ao não reconhecer que Israel é um lugar onde o racismo molda as relações entre judeus e árabes, os judeus israelenses se tornam incapazes de lidar com o problema, ou mesmo com a realidade das suas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma negação da realidade está refletida na recusa ao termo apartheid. Devido à sua associação com a África do Sul branca, os israelenses acham muito duro usar a palavra. Isso não quer dizer que exatamente o mesmo tipo de regime vigore hoje nos territórios ocupados, mas um país não precisa ter bancos de praça “apenas para brancos” para ser um Estado que pratica o apartheid. Afinal, apartheid significa “separação”, e, se nos territórios ocupados os colonos têm uma estrada, e os palestinos precisam usar estradas alternativas ou túneis, então é um sistema rodoviário de apartheid. Se o muro de separação construído sobre centenas de hectares de terra confiscada na Cisjordânia separa as pessoas (inclusive palestinos de ambos os lados do muro), então é um muro de apartheid. Se nos territórios ocupados há dois Judiciários, um para colonos judeus e outro para os palestinos, então é uma Justiça de apartheid.&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.gophoto.it/view.php?i=http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/ga140.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;size-medium wp-image-25159 aligncenter&quot; height=&quot;382&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/11/ga140-580x382.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também os próprios territórios ocupados. Notavelmente, não há territórios ocupados em Israel. O termo é ocasionalmente usado por algum colunista ou político de esquerda, mas no noticiário ele inexiste. No passado, foram chamados de territórios administrados, para esconder o fato real da ocupação. Foram então chamados de Judéia e Samaria. E, na grande imprensa israelense de hoje, são chamados de os territórios (Ha-Shtachim). O termo ajuda a preservar a noção de que os judeus são as vítimas, o povo que age apenas em autodefesa, a metade moral da equação, e que os palestinos são os agressores, os caras ruins, as pessoas que lutam por razão nenhuma. O exemplo mais simples explica isso: “Um cidadão dos territórios foi apanhado contrabandeando armas ilegais.” Poderia fazer sentido que os cidadãos de um território ocupado tentassem resistir ao ocupante, mas não faz sentido se eles forem apenas dos territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas israelenses não estão incrustados no aparato estatal de segurança, e nunca ninguém lhes pediu que fizessem seu público se sentir bem a respeito da política militar de Israel. As restrições às quais eles se submetem são observadas voluntariamente, quase inconscientemente – o que torna sua prática ainda mais perigosa. Apesar disso, a maioria dos israelenses acha que sua mídia é esquerdista demais, insuficientemente patriota e que não está do lado de Israel. E que a imprensa estrangeira é pior. Durante a última intifada, Avraham Hirchson, então ministro de Finanças, exigiu que as transmissões da CNN a partir de Israel fossem interrompidas, sob a alegação de que eram “transmissões distorcidas e programas tendenciosos que são nada mais que uma campanha de incitação contra Israel”. Manifestantes israelenses pediram o fim da “cobertura indigna de confiança e provocadora do terror feita pela CNN”, reclamando em seu lugar a cobertura da Fox News. Israelenses com até 50 anos são obrigados a prestar um mês de serviço militar reservista por ano. “O civil”, disse certa vez Yigael Yadin, um dos primeiros chefes das FDI, “é um soldado com licença anual de 11 meses.” Para a mídia israelense, não existe licença.&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;FONTE; &lt;a href=&quot;http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-20/anais-da-imprensa/vocabulario-do-jornalismo-israelense&quot;&gt;Revista Piauí, edição 20. Ano: 2008&lt;/a&gt;. via O Estado de S. Paulo (Texto originalmente publicado no London Review of Books e reproduzido pela Revista Piauí e pelo Observatório de Imprensa)&lt;br /&gt;FOTOS: Operação Pillar of Defense – novembro de 2012 via &lt;a href=&quot;http://www.militaryphotos.net/&quot;&gt;militaryphotos.net&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/4981210791845628038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/analise-vocabulario-do-jornalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4981210791845628038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4981210791845628038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/analise-vocabulario-do-jornalismo.html' title='Análise: Vocabulário do jornalismo israelense.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-8933688291388628570</id><published>2012-11-23T01:29:00.002-08:00</published><updated>2012-11-23T01:29:21.820-08:00</updated><title type='text'>KC-390 - Companhia nacional perde espaço .</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Série de três artigos publicados no jornal Valor&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10894.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Vista lateral do KC-390 - Arte Embraer&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O programa de desenvolvimento e produção do novo cargueiro militar KC-390 já criou cerca de mil&amp;nbsp;&lt;/span&gt;oportunidades&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;de trabalho dentro da Embraer, entre novos contratados e funcionários que foram remanejados de outros programas, diz o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar. Mas para os fornecedores locais, as oportunidades têm sido pequenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O KC-390 é um projeto mobilizador de recursos. No pico do desenvolvimento, em meados de 2013, acreditamos que 7,8 mil pessoas venham a fazer parte desse programa no Brasil&quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além da geração de novas tecnologias e formação de recursos humanos especializados, Aguiar destaca que a aeronave tem potencial de US$ 18,7 bilhões em exportações nos próximos 20 anos, o que representará a geração de um saldo líquido da balança comercial da ordem de US$ 9,4 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Nas fases de produção e desenvolvimento o KC-390 deverá gerar um total de 3,4 mil empregos diretos e 17 mil indiretos, algo em torno de R$ 6,8 bilhões&quot;, disse o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguiar admite, no entanto, que apesar de existir um esforço da Embraer e do governo para o adensamento da cadeia produtiva, a participação da indústria nacional no programa do KC-390 se dará de forma mais efetiva na fase de produção. &quot;Tem muito pouco dessa cadeia conosco na fase de desenvolvimento. Quase nada é feito no Brasil&quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Embraer informou que oito empresas brasileiras ou com operações no Brasil estão envolvidas hoje no desenvolvimento do cargueiro, como a AEL Sistemas, controlada pelo grupo israelense Elbit; a Eleb, uma empresa da Embraer; LH Collus e Aerotron. Na área de engenharia foram contratadas as empresas Aernnova e Alestis, de origem espanhola; a Sobraer, do grupo belga Sonaca; e a Akaer, criada por ex engenheiros da Embraer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No programa de desenvolvimento do caça AMX, considerado uma das bases mais importantes para o desenvolvimento dos jatos que levaram a Embraer a liderança mundial no segmento de aviação regional, segundo o Valor apurou, houve um envolvimento mais amplo da indústria nacional em todos os sistemas críticos do produto. &quot;No caso do KC-390 o envolvimento mais pesado se dará na área de aeroestruturas&quot;, comentou uma fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes do setor comentam que um envolvimento maior da cadeia nacional no desenvolvimento do KC-390 era a grande&amp;nbsp;&lt;/span&gt;oportunidade&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;que as empresas teriam para evoluir e reduzir a dependência da Embraer, capacitando-as para se tornarem fornecedoras de nível global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase de produção do KC-390, de acordo com as fontes consultadas, a cadeia continuará fornecendo peças usinadas e serviços, atividades consideradas de baixo valor agregado. &quot;Até o projeto do ferramental do KC está sendo feito fora do país. Para a indústria nacional só resta cortar ferro e metal&quot;, afirmou uma das fontes ouvidas pelo Valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o gerente do Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi), Agliberto Chagas, o grande problema do baixo índice de participação da indústria nacional na fase de desenvolvimento do KC-390, que envolve maior valor agregado, é que as empresas não tem capacidade financeira para suportar o risco de desenvolvimento do programa, devido às dificuldades para apresentar garantias para conseguir um financiamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Falta acesso a capital para investimento competitivo com garantia e fundo de aval&quot;. O BNDES, segundo ele, exige, além das garantias reais, o balanço contábil auditado. O banco chegou a disponibilizar um crédito de R$ 200 milhões para as empresas da cadeia, mas como existe a dificuldade das garantias, não houve tomador e o prazo para solicitar os recursos se encerra em março de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe do Departamento de Exportação do BNDES, Márcio Migon, disse que o banco tem se esforçado para ajudar as empresas da cadeia, mas que o setor também precisa ser mais pró-ativo e empreendedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A especialista em projetos na área aeronáutica da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Cynthia Mattos, disse que o governo vem trabalhando em algumas medidas que deverão aumentar a competitividade da cadeia, tendo em vista a necessidade de se fortalecer o conteúdo de engenharia e de desenvolvimento básico do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;No longo prazo todos esses programas mobilizadores e de aumento da capacidade empresarial e tecnológica da cadeia vão permitir que outras oportunidades surjam e não sejam perdidas como aconteceu no KC-390&quot;, comentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), Walter Bartels, disse que instrumentos como o regime especial de tributação para a indústria aeronáutica (Retaero), embora se proponha a reduzir a carga fiscal efetiva do setor, não tem sido muito utilizado pelas pequenas empresas. &quot;O acesso aos benefícios do regime é complicado, porque exige mudanças na forma de executar os balanços financeiros das empresas para se adequar às exigências da Receita Federal&quot;, disse.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10896.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Operações do KC-390 - Arte Embraer &quot; /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/8933688291388628570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/kc-390-companhia-nacional-perde-espaco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8933688291388628570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8933688291388628570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/kc-390-companhia-nacional-perde-espaco.html' title='KC-390 - Companhia nacional perde espaço .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-8140509786467340668</id><published>2012-11-23T01:27:00.002-08:00</published><updated>2012-11-23T01:27:22.623-08:00</updated><title type='text'>SNIPER - Novo Recorde de Distância 2.815m .</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Novo Recorde de Distância para Tiro de Sniper no Afeganistão: 2.815m&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10880.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Sniper australiano em operação no Afeganistão.&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Uma equipe de snipers das forças especiais australianas utilizou dois fuzis Barret modelo M82 A1 em calibre 12,7x99mm OTAN (.50 BMG) para abater um comandante Taleban à distância de 2,815 metros, estabelecendo um novo recorde mundial.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O feito ocorreu na província de Helmand onde a equipe de snipers do 2º Regimento de Comandos (2nd Commando Regiment) operava. Durante as operações a equipe observou o deslocamento do que parecia uma fração de guerrilheiros Talebans através de suas lunetas de espotagem. Após a confirmação de que tais alvos eram de fato inimigos e do recebimento de autorização para o engajamento, a equipe procurou identificar o alvo de maior&amp;nbsp;&lt;/span&gt;valor&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;no grupo, rapidamente individualizando aquele que seria o comandante da fração. Ao preparar o disparo e confirmar por meio de todos os instrumentos disponíveis que o alvo se encontrava à distância de 2.815 m, optaram por efetuar o disparo simultâneo de dois fuzis Barret .50 para aumentar as chances de acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os snipers acionaram os gatilhos de seus fuzis Barret M82 A1 simultaneamente, lançando os dois projéteis de 47 gramas num vôo que durou seis segundos até que um deles atingiu o alvo, neutralizando-o imediatamente. Como foi utilizada a técnica do disparo simultâneo, não foi possível determinar qual dos snipers atingiu o alvo, sendo apenas certo que um novo recorde de acerto a longa distância foi estabelecido: pouco menos de 3 quilômetros. A esta distância os demais guerrilheiros Talebans não foram capazes nem mesmo de ouvir o disparo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recorde anterior pertencia ao sniper inglês Craig Harrison, que utilizando seu fuzil L115 A3 (Accuracy International AWM) no calibre .338 Lapua Magnum (8,6x70mm), foi capaz de abater a guarnição de uma metralhadora de emprego geral PKM, composta por dois guerrilheiros Taleban,  a 2.475 metros de distância. O novo recorde, 340 metros maior, permanece anônimo.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10881.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Fuzil Barret modelo M82 A1 em calibre 12,7x99mm OTAN, .50 BMG. &quot; /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/8140509786467340668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/sniper-novo-recorde-de-distancia-2815m.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8140509786467340668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/8140509786467340668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/sniper-novo-recorde-de-distancia-2815m.html' title='SNIPER - Novo Recorde de Distância 2.815m .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-4917367733819966093</id><published>2012-11-23T01:26:00.000-08:00</published><updated>2012-11-23T01:26:13.920-08:00</updated><title type='text'>ARGENTINA – CHINA – Acordo de Defesa .</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Ministro da Defesa Puricelli firmou acordo com a Administração Estatal de Ciência, Tecnología e Indústria para Defesa da China&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10906.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;A Argentina através do ministro de Defesa, Arturo Puricelli firmou um  Memorando de Cooperação em Logística com a Administração Estatal de Ciência, Tecnología e Indústria para Defesa da China (SASTIND), na quinta-feira, 22 Novembro em Buenos Aires. Foto MD AR.&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Argentina através do ministro de Defesa, Arturo Puricelli firmou um  Memorando de Cooperação em Logística com a Administração Estatal de Ciência, Tecnología e Indústria para Defesa da China (SASTIND), nesta quinta-feira, 22 de Novembro, em Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com a presença do Vice-presidente da SASTIND, Liu Donkui, o ministro Puricelli deu as boas-vindas para a delegação do país asiático, constituída por representantes da mais variadas áreas de produção para a  Defesa.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; “Nuestra intención es seguir trabajando en la profundización de las relaciones en materia de ciencia, tecnología e industria para la Defensa entre la Argentina y China”, declarou o ministro Puricelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O MoU se enquandra com o estabelecido durante a  visita do ministro argentino à China, no passado mês de  julho, e promove a compra ou cedência de equipamentos, armamentos e acessórios; a transferência de tecnologia e informação; o estudo, desenvolvimento e produção conjunta; o intercâmbio de pessoal; e a provisão de serviços de apoio técnico e logístico na área de armamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Puricelli destacou o convênio entre a Fábrica Argentina de Aviones “Brigadier San Martín” (FAdeA) e a empresa estatal chinesa CATIC para a produção do primeiro helicóptero multimissão que será fabricado na Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Es uno de los proyectos de cooperación que más nos interesa desarrollar”, expressou Puricelli a respeito do helicóptero CZ-11, cujo protótipo foi apresentado em Outubro na FAdeA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com o memorando, o Ministério de Defensa e a  SASTIND se comprometem  a ampliar os  esforços para o intercâmbio e cooperação direta entre as indústrias de Defesa Nacional de ambos países, em um  marco de respeito e confiança mútua, igualdade e benefício recíproco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro  Puricelli convidou a  delegação chinesa, que já tinha visitado as instalações do Complejo Industrial Naval Argentino (CINAR), a conhecer também o  Instituto de Investigaciones Científicas y Técnicas para la Defensa (CITEDEF) e a fábrica da  FAdeA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por sua parte, o chefe da  delegação da China ressaltou que seu objetivo  era “complementar o conhecimento comum e aprofundar a cooperação” dentro dos parâmetros  que foram  estabelecidos durante a visita de Puricelli ao seu par Liang Guanglie meses atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Representantes das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;empresas&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;NORINCO (especializada em equipamentos militares terrestres), e CEIEC (eletrônica) apresentaram suas  capacidades e ofereceram  possíveis linhas de cooperação que poderão ser desenvolvidas no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pelo lado argentino estavam presentes além do ministro Puricelli, os secretários de Assuntos Internacionais, Alfredo Forti; e de Planejamento, Mauro Vega;o chefe do gabinete do Ministério de Defesa, Carlos Esquivel; o titular de CINAR, Mario Fadel; e o  presidente da FAdeA, Raúl Argañaraz, entre outros funcionários.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10907.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;O helicóptero chin~es CZ-11, cópia do Fennec (Esquilo) da Eurocopter, em testes na Argentina. Foto - MR AR&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/4917367733819966093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/argentina-china-acordo-de-defesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4917367733819966093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/4917367733819966093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/argentina-china-acordo-de-defesa.html' title='ARGENTINA – CHINA – Acordo de Defesa .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-89126018487764382</id><published>2012-11-23T01:25:00.000-08:00</published><updated>2012-11-23T01:25:01.691-08:00</updated><title type='text'>TOA - Operação Tucuruí .</title><content type='html'>&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;23ª Bda Inf Sl - Exercício de Adestramento Avançado em Operações de Defesa Externa - Operação Tucuruí&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13; font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10892.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Instrução de Tiro de Fração Nível Grupo de Combate  - Foto 23ª Bda Inf Sl&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O Exército Brasileiro, por meio da 23ª Brigada de Infantaria de Selva (23ª Bda Inf Sl), sediada em Marabá-PA,  e subordinada à 8ª Divisão do Exército e ao Comando Militar da Amazônia (CMA), realizou no período de 04 a 11 de novembro Exercício de Adestramento Avançado em Operações de Defesa Externa - Operação Tucuruí.  A chamada “BRIGADA MARECHAL SOARES DE ANDREA&quot;, é pioneira entre as Brigadas de Selva do Exército Brasileiro, foi criada em 1976.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manobra militar compreendeu a área de hidrelétrica de Tucuruí e os municípios do seu entorno:  Marabá, Itupiranga, Novo Repartimento e Tucuruí . Teve por objetivo preparar e treinar a tropa do Exército para defender a infraestrutura crítica dentro do conceito do Programa Proteger.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10887.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Marcha para o combate através selva- Foto 23ª Bda Inf Sl&quot; /&gt;&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #3d3d3d; font-family: Arial, Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.222222328186035px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Na Operação Tucuruí foram  realizadas  várias Ação Cívico Social (ACISO),incluindo  apoio médico-odontológico às comunidades dos municípios envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;A  23ª Bda Inf Sl&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Foram mobilizados na Operação Tucurui cerca de 1.000 militares, 60 viaturas, blindados e embarcações militares. Mobilizando  todas as unidades que compõem a 23ª Bda Inf Sl:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 50º Batalhão de Infantaria de Selva (50º BIS) - Imperatriz  - Maranhão ( inclui parte do estado de Tocantins)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 51º Batalhão de Infantaria de Selva (51º BIS) – Altamira – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 52º Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS )  -  Marabá – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS) - Itaituba – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 1º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva (1º GAC Sl) – Marabá – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 23º Batalhão Logístico de Selva – Marabá – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 23º Esquadrão de Cavalaria de Selva – Tucuruí – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 23ª Companhia de Comunicações de Selva – Marabá – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- Companhia de Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva – Marabá – Pará;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;- 33º Pelotão de Polícia do Exército – Marabá – Pará.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Com uma estrutura desse porte, esta Grande Unidade é considerada a mais completa Brigada de Selva da América Latina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Brigada tem sob sua responsabilidade uma área de aproximadamente 900 mil quilômetros quadrados (o equivalente a 11% do território nacional ou a região sudeste do Brasil), abrangendo parcela dos estados do Pará, do Maranhão e do Tocantins. Essa área, afastada dos grandes centros políticos e econômicos do País, compreende 101 municípios. Inclui também os grandes projetos hidrelétricos de Tucuruí e o futuro Belo Monte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Para avaliarmos a extensão,   cada viatura do 50º BIS  percorreu  ao término do exercício cerca de 1.200 quilômetros, sendo que desses a maioria foi no eixo da BR 230 - Rodovia Transamazônica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O comandante da  23ª Bda Inf Sl é o  General-de-Brigada ESTEVAM CALS THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.defesanet.com.br/images/resize/site/upload/news_image/2012/11/10889.jpg/620/380/true/false&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3d3d3d; cursor: pointer; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; margin: 0px; opacity: 1; padding: 0px;&quot; title=&quot;Saída das tropas para a realização do Isolamento da Usina de Tucuruí - Foto 23ª Bda Inf Sl&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;A Operação Tucuruí&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;As ações de grande porte desdobradas em toda a área de influência da área da hidrelétrica de Tucuruí traz a experiência das ações de 2007 quando a  represa foi invadida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O risco tanto para as instalações da própria represa e seus equipamentos como potencial ao sistema de distribuição de energia elétrica interligado nacional foi marcante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A característica da Operação Tucuruí  foi desde o seu próprio nome e o transcorrer das ações foi exatamente o foco nas ações de infiltração e exfiltração nas áreas da represa .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O  51º BIS operou recentemente no canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;importância&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;da 23ª Bda Inf Sl e da Operação Tucuruí pode ser avaliada na visita, dia 31 de outubro,  do 2º Subchefe do Estado Maior do Exército, General-de-Brigada Roberto Jungthon.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/89126018487764382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/toa-operacao-tucurui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/89126018487764382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/89126018487764382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/toa-operacao-tucurui.html' title='TOA - Operação Tucuruí .'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-6282750897446156770</id><published>2012-11-22T01:23:00.003-08:00</published><updated>2012-11-22T01:23:55.848-08:00</updated><title type='text'>Estados Unidos desenvolvem drone caçador de submarinos.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/sub-zoom.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-52741&quot; height=&quot;386&quot; src=&quot;http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/sub-zoom-580x386.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A guerra anti-submarinos sempre foi realizada por capitães atentos que procuravam seus alvos nos mares antes de lançarem contramedidas como cargas de profundidade ou torpedos para abater os inimigos submersos. O trabalho requer habildade e experiência, assim como o que há de mais avançado em sonares e radares. Mas agora o Pentágono pretende desenvolver drones caçadores de submarinos capazes de perseguir o alvo por mais de dois meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de ser lançado ao mar, como os os veículos não-tripulados menores em operação atualmente, o “Veículo Autônomo de Trajetória Contínua” deixará seu ancoradouro, realizará patrulhas ao longo da costa, e então perseguirá submarinos inimigos até que deixem a área. O único envolvimento humano na operação é manobrar o drone em baías movimentadas.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O veículo não terá armamentos, nem evitará ser detectado pelo inimigo. “O desafio é criar e planejar um sistema que seja capaz de rastrear os submarinos e, ao mesmo tempo, evite o tráfego de superfície”, explica John Dolan, principal desenvolvedor de sistemas na National Robotics Engineering Center da Carnegie Mellon University (CMU). A instituição está trabalhando em conjunto com a empresa Science Applications International Corporation (SAIC), dentro de um contrato no valor de 58 milhões de dólares com duração de três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dolan comenta que a universidade pretende construir algo novo, um veículo “que não desista” independente das intempéries no mar, ou de como o alvo se comporte. “Esse robô estará [no mar] por conta própria durante muito tempo sem intervenção humana. Mesmo que ocorram imprevistos”, explica Dolan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expecificações como comprimento, peso e propulsão ainda são desconhecidas. Pesquisadores da CMU estão trabalhando atualmente na autonomia e nos sistemas de controle do drone, enqunto a SAIC constrói a plataforma. O veículo precisa ser capaz de navegar pelo oceano enquanto persegue submarinos, e também enviar dados atuaçlizados aos operadores e comandantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Capitão-de-Mar-e-Guerra Bill Sommer, encarregado do do programa de guerra anti-submarina da Naval Postgraduate School, no estado da California, o raciocínio por trás desse tipo de embarcação é simples: dinheiro. “Construir um navio de guerra é um dos empreendimentos mais caros que existem”, afirma. Sommer também aponta que o tamanho da frota está diminuindo com o tempo, e cada navio precisa desempenhar mais tarefas no mar. “É por isso que precisamos de autonomia. Precisamos de mais dados para cobrir a área de forma confiável”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) – agência militar responsável por pesquisas em áreas estratégicas – uma vez em operação, o drone caçador de submarinos será capaz de operar por até 80 dias e percorrer 6.200 quilômetros sem reabastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://news.discovery.com/tech/drone-submarine-pentagon-darpa-20121120.html&quot;&gt;Discovery News&lt;/a&gt; (Tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/6282750897446156770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/estados-unidos-desenvolvem-drone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6282750897446156770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/6282750897446156770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/estados-unidos-desenvolvem-drone.html' title='Estados Unidos desenvolvem drone caçador de submarinos.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-2482107942150035104</id><published>2012-11-22T01:22:00.003-08:00</published><updated>2012-11-22T01:22:59.358-08:00</updated><title type='text'>China ‘está pronta’ para construir porta-aviões.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/liaoning-21.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-51134&quot; height=&quot;377&quot; src=&quot;http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/liaoning-21-580x377.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; display: block; font-size: 13px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O jornal China Daily publicou ontem (20) declarações do presidente da China State Shipbuilding Corp, Hu Wenming, afirmando que o país “está pronto para construir seus próprios porta-aviões”. As declarações vêm logo após o 18º Congresso do Partido Comunista chinês, e quase dois meses após o comissionamento do Liaoning, primeiro navio -aeródromo da Marinha do Exército de Liberação Popular. O antigo Variag foi adquirido da Ucrânia e passou por uma extensa reforma antes de ser rebatizado e comissionado. A incorporação do navio representou um marco do crescimento militar e marítimo da China, e também intensificou especulações e o clima de ansiedade regional com a expansão da esfera de influência de Pequim.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Nós devemos aprimorar nossas pesquisas prórpias no que se refere a armamentos e equipamentos, bem como nossa capacidade de produção. Esses elementos devem ser compatíveis com o poder político do país, e devemos ser capazes de construir nossos porta-aviões de forma independente”, declarou Wenming, ao China Daily durante o Congresso do PC chinês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a disputas territoriais acirradas com países vizinhos, o presidente Hu Jintao disse em seu discurso durante o Congresso que a China continuará com suas reivindicações ao mesmo tempo em que se afirma como “um poder marítimo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de quase dez anos após a aquisição do porta-aviões, o China State Shipbuilding Corp, maior estaleiro do país, realizou as obras de reforma no porto de Dailan, no noroeste da China. De acordo com a imprensa estatal, o navio de 300 metros de comprimento está se preparando para as primeiras decolagens e pousos de aeronaves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe de inteligência de Taiwan afirmou no começo deste ano que a China planeja construir mais dois navios-aeródromos. Apesar das especulações de que os trabalhos já estava em andamento, não há evidências da construção dos navios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final do Congresso do Partido Comunista na semana passada, o atual vice-presidente, Xi Jinping, foi apontado como sucessor de Hu Jintao, e deve tomar posse do governo em março do ano que vem.&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin-bottom: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://www.defensenews.com/article/20121120/DEFREG03/311200006/Shipbuilder-China-Should-Build-Aircraft-Carriers?odyssey=nav|head&quot;&gt;Defense News&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.chinadaily.com.cn/cndy/2012-11/20/content_15942977.htm&quot;&gt;China Daily&lt;/a&gt; (Tradução e adaptação do Poder Naval a partir de originais em inglês)&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20.78333282470703px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/feeds/2482107942150035104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-esta-pronta-para-construir-porta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/2482107942150035104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5462510522212494522/posts/default/2482107942150035104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://areamilitar2012.blogspot.com/2012/11/china-esta-pronta-para-construir-porta.html' title='China ‘está pronta’ para construir porta-aviões.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480660920995182585</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5462510522212494522.post-8572056369291606572</id><published>2012-11-22T01:19:00.000-08:00</published><updated>2012-11-22T01:19:17.907-08:00</updated><title type='text'>Novo Astros para a Indonésia não será do modelo 2020.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #003300; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 1.2em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/08/Astros-II.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; color: #006837; font-size: 16px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignnone size-medium wp-image-10500&quot; height=&quot;367&quot; src=&quot;http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/08/Astros-II-580x367.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; display: block; font-size: 16px; margin: 0px auto; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; title=&quot;Astros II&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A versão mais avançada do lançador de foguetes de artilharia Astros-2, vai equipar batalhões especializados do Exército da Indonésia. Há duas semanas, em Jacarta, a Avibrás Aeroespacial, de São José dos Campos (SP), assinou o acordo comercial para fornecer pouco mais de US$ 400 milhões – cerca de R$ 800 milhões – em unidades do sistema de armas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrato é amplo: envolve dois grupos completos do Astros – carretas lançadoras, blindados de comunicações, comando e controle, e viaturas para o radar de coordenação, junto das centrais de meteorologia.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O tamanho exato do pacote está protegido por cláusula de confidencialidade. No entanto, o número é estimado em 40 veículos. O sigilo protege também as especificações do tipo de munição escolhido. O sistema emprega foguetes com alcance entre 9 e 100 quilômetros. Os modelos maiores, SS-60 e SS-80, podem receber ogivas múltiplas, levando até 70 pequenas granadas, dispersadas sobre o alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão selecionada pelos indonésios é a Mk-6, a mais avançada do portfólio da Avibrás. Ainda não é a série 2020, definida pelo Exército brasileiro, e que utilizará misseis de cruzeiro para atingir objetivos a 300 quilômetros, além de um foguete guiado com possibilidade variada de configuração. O programa é prioritário no Ministério da Defesa, incluído no PAC-Equipamentos pela presidente Dilma Rousseff. Foram liberados R$ 45,3 milhões para a fase inicial. O custo total é de R$ 1,09 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Astros da Indonésia sairá da fábrica com pesada carga eletrônica. Isso permitirá a futura incorporação da nova munição inteligente que cumpre atualmente as etapas de certificação – é o caso do míssil, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ministro da Defesa, Celso Amorim, “o negócio mostra a importância de o Brasil dedicar-se ao trabalho com novos protagonistas e parceiros”. Para Amorim, “a Indonésia tem grande importância no contexto mundial e já adquiriu aviões Super Tucano da Embraer”. A aviação de Jacarta adquiriu 16 turboélices, no arranjo de ataque leve, vigilância eletrônica e apoio à tropa terrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concorrência pesada. Para cumprir o contrato, a Avibrás vai instalar um escritório técnico na capital indonésia. É o segundo da empresa na região. O primeiro é o de Kuala Lumpur, na Malásia, país onde o Astros faz parte de um comando estratégico desde 2010. A encomenda do exército malaio bateu em R$ 500 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A concorrência na Indonésia foi muito pesada”, diz o presidente da empresa, Sami Hassuani. A negociação começou em 2008 e exigiu “agilidade e prova de capacidade técnica o tempo todo”. O resultado, entretanto, é bastante bom. Sami estima que os documentos finais serão firmados em no máximo 90 dias e as entregas finalizadas em três anos, “mas a convivência com o cliente vai se estender por até 30 anos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tempo, no entendimento do mercado de equipamento militar, é o que é dedicado ao aperfeiçoamento tecnológico, encomendas suplementares e sobretudo ao atendimento da abertura de novas parcerias. O impacto da encomenda indonésia será grande no polo industrial de São José dos Campos. Na Avibrás, já se sabe, serão criadas 300 empregos diretos – e 600 outros na cadeia dos fornecedores, quase todos da região do Vale do Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assinatura do protocolo inicial foi no dia 8, em Jacarta, pelo diretor da Agência de Aquisições do Ministério da Defesa indonésio, Ediwan Prabowo, e por Sami Hassuani. Dois dias depois, o presidente do país, Susilo Bambang Yudhoyono, viu uma carreta lançadora do Astros, já pintada com as cores do exército local e armada com quatro foguetes SS-80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação, na feira de material de Defesa Indo Defence, implicou uma operação complexa. A fabricante não tinha um veículo de demonstração. Mandou para a Indonésia uma unidade operacional, de série – um carro de guerra, pronto para o combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazo era curto. Um jato cargueiro Boeing 747 foi fretado pela Avibrás para levar toneladas de material por metade do planeta sem risco. Deu certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;FONTE: O Estado de São Paulo, via&lt;a href=&quot;http://www.forte.jor.br/Brasileira%20Avibr%C3%A1s%20fecha%20contrato%20de%20US$%20400%20milh%C3%B5es%20com%20a%20Indon%C3%A9sia%20%20Defesa.%20Fabricante%20de%20S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20dos%20Campos%20(SP)%20fornecer%C3%A1%20a%20vers%C3%A3o%20mais%20avan%C3%A7ada%20do%20lan%C3%A7ador%20de%20foguetes%20de%20artilharia%20Astros-2%20para%20batalh%C3%B5es%20especiais%20do%20Ex%C3%A9rcito%20do%20pa%C3%ADs%20asi%C3%A1tico;%20para%20cumprir%20o%20contrato,%20empresa%20abrir%C3%A1%20escrit%C3%B3rio%20na%20capital%20Jacarta%20%20ROBERTO%20GODOY%20%20A%20vers%C3%A3o%20mais%20avan%C3%A7ada%20do%20lan%C3%A7ador%20de%20foguetes%20de%20artilharia%20Astros-2,%20vai%20equipar%20batalh%C3%B5es%20especializados%20do%20Ex%C3%A9rcito%20da%20Indon%C3%A9sia.%20H%C3%A1%20duas%20semanas,%20em%20Jacarta,%20a%20Avibr%C3%A1s%20Aeroespacial,%20de%20S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20dos%20Campos%20(SP),%20assinou%20o%20acordo%20comercial%20para%20fornecer%20pouco%20mais%20de%20US$%20400%20milh%C3%B5es%20-%20cerca%20de%20R$%20800%20milh%C3%B5es%20-%20em%20unidades%20do%20sistema%20de%20armas.%20%20O%20contrato%20%C3%A9%20amplo:%20envolve%20dois%20grupos%20completos%20do%20Astros%20-%20carretas%20lan%C3%A7adoras,%20blindados%20de%20comunica%C3%A7%C3%B5es,%20comando%20e%20controle,%20e%20viaturas%20para%20o%20radar%20de%20coordena%C3%A7%C3%A3o,%20junto%20das%20centrais%20de%20meteorologia.%20%20O%20tamanho%20exato%20do%20pacote%20est%C3%A1%20protegido%20por%20cl%C3%A1usula%20de%20confidencialidade.%20No%20entanto,%20o%20n%C3%BAmero%20%C3%A9%20estimado%20em%2040%20ve%C3%ADculos.%20O%20sigilo%20protege%20tamb%C3%A9m%20as%20especifica%C3%A7%C3%B5es%20do%20tipo%20de%20muni%C3%A7%C3%A3o%20escolhido.%20O%20sistema%20emprega%20foguetes%20com%20alcance%20entre%209%20e%20100%20quil%C3%B4metros.%20Os%20modelos%20maiores,%20SS-60%20e%20SS-80,%20podem%20receber%20ogivas%20m%C3%BAltiplas,%20levando%20at%C3%A9%2070%20pequenas%20granadas,%20dispersadas%20sobre%20o%20alvo.%20%20A%20vers%C3%A3o%20selecionada%20pelos%20indon%C3%A9sios%20%C3%A9%20a%20Mk-6,%20a%20mais%20avan%C3%A7ada%20do%20portf%C3%B3lio%20da%20Avibr%C3%A1s.%20Ainda%20n%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20s%C3%A9rie%202020,%20definida%20pelo%20Ex%C3%A9rcito%20brasileiro,%20e%20que%20utilizar%C3%A1%20misseis%20de%20cruzeiro%20para%20atingir%20objetivos%20a%20300%20quil%C3%B4metros,%20al%C3%A9m%20de%20um%20foguete%20guiado%20com%20possibilidade%20variada%20de%20configura%C3%A7%C3%A3o.%20O%20programa%20%C3%A9%20priorit%C3%A1rio%20no%20Minist%C3%A9rio%20da%20Defesa,%20inclu%C3%ADdo%20no%20PAC-Equipamentos%20pela%20presidente%20Dilma%20Rousseff.%20Foram%20liberados%20R$%2045,3%20milh%C3%B5es%20para%20a%20fase%20inicial.%20O%20custo%20total%20%C3%A9%20de%20R$%201,09%20bilh%C3%A3o.%20%20O%20Astros%20da%20Indon%C3%A9sia%20sair%C3%A1%20da%20f%C3%A1brica%20com%20pesada%20carga%20eletr%C3%B4nica.%20Isso%20permitir%C3%A1%20a%20futura%20incorpora%C3%A7%C3%A3o%20da%20nova%20muni%C3%A7%C3%A3o%20inteligente%20que%20cumpre%20atualmente%20as%20etapas%20de%20certifica%C3%A7%C3%A3o%20-%20%C3%A9%20o%20caso%20do%20m%C3%ADssil,%20por%20exemplo.%20%20Para%20o%20ministro%20da%20Defesa,%20Celso%20Amorim,%20%22o%20neg%C3%B3cio%20mostra%20a%20import%C3%A2ncia%20de%20o%20Brasil%20dedicar-se%20ao%20trabalho%20com%20novos%20protagonistas%20e%20parceiros%22.%20Para%20Amorim,%20%22a%20Indon%C3%A9sia%20tem%20grande%20import%C3%A2ncia%20no%20contexto%20mundial%20e%20j%C3%A1%20adquiriu%20avi%C3%B5es%20Super%20Tucano%20da%20Embraer%22.%20A%20avia%C3%A7%C3%A3o%20de%20Jacarta%20adquiriu%2016%20turbo%C3%A9lices,%20no%20arranjo%20de%20ataque%20leve,%20vigil%C3%A2ncia%20eletr%C3%B4nica%20e%20apoio%20%C3%A0%20tropa%20terrestre.%20%20Concorr%C3%AAncia%20pesada.%20Para%20cumprir%20o%20contrato,%20a%20Avibr%C3%A1s%20vai%20instalar%20um%20escrit%C3%B3rio%20t%C3%A9cnico%20na%20capital%20indon%C3%A9sia.%20%C3%89%20o%20segundo%20da%20empresa%20na%20regi%C3%A3o.%20O%20primeiro%20%C3%A9%20o%20de%20Kuala%20Lumpur,%20na%20Mal%C3%A1sia,%20pa%C3%ADs%20onde%20o%20Astros%20faz%20parte%20de%20um%20comando%20estrat%C3%A9gico%20desde%202010.%20A%20encomenda%20do%20ex%C3%A9rcito%20malaio%20bateu%20em%20R$%20500%20milh%C3%B5es.%20%20%22A%20concorr%C3%AAncia%20na%20Indon%C3%A9sia%20foi%20muito%20pesada%22,%20diz%20o%20presidente%20da%20empresa,%20Sami%20Hassuani.%20A%20negocia%C3%A7%C3%A3o%20come%C3%A7ou%20em%202008%20e%20exigiu%20%22agilidade%20e%20prova%20de%20capacidade%20t%C3%A9cnica%20o%20tempo%20todo%22.%20O%20resultado,%20entretanto,%20%C3%A9%20bastante%20bom.%20Sami%20estima%20que%20os%20documentos%20finais%20ser%C3%A3o%20firmados%20em%20no%20m%C3%A1ximo%2090%20dias%20e%20as%20entregas%20finalizadas%20em%20tr%C3%AAs%20anos,%20%22mas%20a%20conviv%C3%AAncia%20com%20o%20cliente%20vai%20se%20estender%20por%20at%C3%A9%2030%20anos%22.%20%20Esse%20tempo,%20no%20entendimento%20do%20mercado%20de%20equipamento%20militar,%20%C3%A9%20o%20que%20%C3%A9%20dedicado%20ao%20aperfei%C3%A7oamento%20tecnol%C3%B3gico,%20encomendas%20suplementares%20e%20sobretudo%20ao%20atendimento%20da%20abertura%20de%20novas%20parcerias.%20O%20impacto%20da%20encomenda%20indon%C3%A9sia%20ser%C3%A1%20grande%20no%20polo%20industrial%20de%20S%C3%A3o%20Jos%C3%A9%20dos%20Campos.%20Na%20Avibr%C3%A1s,%20j%C3%A1%20se%20sabe,%20ser%C3%A3o%20criadas%20300%20empregos%20diretos%20-%20e%20600%20outros%20na%20cadeia%20dos%20fornecedores,%20quase%20todos%20da%20regi%C3%A3o%20do%20Vale%20do%20Para%C3%ADba.%20%20A%20assinatura%20do%20protocolo%20inicial%20foi%20no%20dia%208,%20em%20Jacarta,%20pelo%20diretor%20da%20Ag%C3%AAncia%20de%20Aquisi%C3%A7%C3%B5es%20do%20Minist%C3%A9rio%20da%20Defesa%20indon%C3%A9sio,%20Ediwan%20Prabowo,%20e%20por%20Sami%20Hassuani.%20Dois%20dias%20depois,%20o%20presidente%20do%20pa%C3%ADs,%20Susilo%20Bambang%20Yudhoyono,%20viu%20uma%20carreta%20lan%C3%A7adora%20do%20Astros,%20j%C3%A1%20pintada%20com%20as%20cores%20do%20ex%C3%A9rcito%20local%20e%20armada%20com%20quatro%20foguetes%20SS-80.%20%20A%20apresenta%C3%A7%C3%A3o,%20na%20feira%20de%20material%20de%20Defesa%20Indo%20Defence,%20implicou%20uma%20opera%C3%A7%C3%A3o%20complexa.%20A%20fabricante%20n%C3%A3o%20tinha%20um%20ve%C3%ADculo%20de%20demonstra%C3%A7%C3%A3o.%20Mandou%20para%20a%20Indon%C3%A9sia%20uma%20unidade%20operacional,%20de%20s%C3%A9rie%20-%20um%20carro%20de%20guerra,%20pronto%20para%20o%20combate.%20%20O%20prazo%20era%20curto.%20Um%20jato%20cargueiro%20Boeing%20747%20foi%20fretado%20pela%20Avibr%C3%A1s%20para%20levar%20toneladas%20de%20material%20por%20metade%20do%20planeta%20sem%20risco.%20Deu%20certo.&quot;&gt; Resenha do EB&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
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