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Catecismo de Heidelberg - Domingo 35. Pergunta 97. Então, não podemos fazer nenhum tipo de imagem?&lt;br /&gt;
Resposta: &lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Deus não pode nem deve ser visivelmente representado de nenhuma maneira. As criaturas podem ser representadas, mas Deus nos proíbe fazer ou ter imagens delas para adorá-las ou para servir a Deus por meio delas (Êx 34.13, 14, 17; Nm 33.52; 2Rs 18.4,5; Is 40.25)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtCfyS3pi-UJ8j-S16_61jLF5EDc6rQgzpPyTZA05a_5s31yQyg98Z9ezVUvHaH8lIS-Le3_fjZCwRoZSAp6ypQGmUvvuW2w-3Zq_R1Q8OlN9Gf2uwb7IC2jkNn3rPmzu58GBXf0RRlt7k/s1600/idolatra+evangelico.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtCfyS3pi-UJ8j-S16_61jLF5EDc6rQgzpPyTZA05a_5s31yQyg98Z9ezVUvHaH8lIS-Le3_fjZCwRoZSAp6ypQGmUvvuW2w-3Zq_R1Q8OlN9Gf2uwb7IC2jkNn3rPmzu58GBXf0RRlt7k/s1600/idolatra+evangelico.jpg&quot; height=&quot;211&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;O que a palavra idolatria lhe sugere? Selvagens prostrados diante de um poste-ídolo? Estátuas com faces cruéis nos templos hinduístas? Danças religiosas dos sacerdotes de Baal ao redor do altar levantado por Elias? Tudo isto clara e certamente é idolatria, mas precisamos pensar na existência de formas bem mais sutis de idolatria. Veja o segundo mandamento, Ele diz &quot;Não farás pra ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senho, o teu Deus, sou Deus zeloso...&quot; (Êx. 20:4,5). Sobre o que este mandamento está falando? Se ele estivesse isolado, seria natural supor referência à adoração de imagens de outros deuses além de Jeová - os ídolos da Babilônia, por exemplo, que Isaías ridicularizou (Is 44:9; 46:1), ou o paganismo do mundo greco-romano dos tempos de Paulo, sobre os quais ele escreveu em Romanos 1:23-25: &quot;e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes, e répteis [...] Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador...&quot;. Em seu contexto, porém, é pouco provável que o segundo mandamento esteja se referindo a este tipo de idolatria, pois se assim fosse só repetiria o pensamento do primeiro mandamento sem lhe acrescentar nada. Assim, tomamos o segundo mandamento - como tem sido sempre feito - como indicativo do seguinte princípio (citando Charles Hodge): &quot;... a idolatria consiste não só no culto a falso deuses, mas também no culto ao verdadeiro Deus através de imagens&quot;. Na aplicação cristã isto quer dizer que não devemos fazer uso na adoração de nenhuma representação visual ou pictórica do Deus triúno, nem das pessoas da Trindade. O mandamento não se refere ao objeto de nossa adoração, mas à maneira como está é feita; nenhuma estátua ou figura daquele que adoramos deve ser usada como auxílio à adoração. À primeira vista parece estranho que tal proibição esteja colocada entre os dez princípios básico da religião bíblica, pois não vemos, de imediato, muita razão para isso. Que mal pode haver, perguntamos, se o adorador rodear-se de estátuas e quadros se eles o ajudam a elevar o coração a Deus? Acostumamo-nos a tratar o tema sobre se tais objetos devem ser usados ou não, como uma questão de temperamento e gosto pessoal. Sabemos que muitas pessoas possuem crucifixos e figuras de Cristo no quarto. Dizem que olhar para esses objetos ajuda-as a focalizar os pensamentos em Cristo. Sabemos que muitas pessoas se julgam capazes de adorar com mais liberdade e facilidade em igrejas cheias desses ornamentos que em igrejas sem eles[...] Deus diz categoricamente: &quot;Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem&quot; para ser usada em adoração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
Paker&lt;/h4&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/3729726222670132464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/3729726222670132464' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3729726222670132464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3729726222670132464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2014/06/a-nova-idolatria.html' title='A Nova Idolatria'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtCfyS3pi-UJ8j-S16_61jLF5EDc6rQgzpPyTZA05a_5s31yQyg98Z9ezVUvHaH8lIS-Le3_fjZCwRoZSAp6ypQGmUvvuW2w-3Zq_R1Q8OlN9Gf2uwb7IC2jkNn3rPmzu58GBXf0RRlt7k/s72-c/idolatra+evangelico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-271540737293278403</id><published>2013-05-25T13:31:00.002-03:00</published><updated>2013-05-25T13:31:43.474-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Série Ordo salutis"/><title type='text'>Série &quot;Ordo salutis&quot;</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Mf1uT3RkDAs/UaDnW4xxWQI/AAAAAAAAAwE/gCbLCSa8Lkg/s1600/livro+interroga%C3%A7%C3%A3o.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Mf1uT3RkDAs/UaDnW4xxWQI/AAAAAAAAAwE/gCbLCSa8Lkg/s1600/livro+interroga%C3%A7%C3%A3o.png&quot; height=&quot;236&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Olá leitores, vou
tentar nas próximas postagens definir algumas informações básicas sobre o
Cristianismo, que foi dividido em algumas religiões, entretanto não vou
comentar a princípio sobre essas ramificações. Mas é comum observar diversos
cristãos com pensamentos distorcidos sobre o Evangelho, onde coloco a culpa
principalmente nas igrejas que os mesmos congregam e também na própria pessoa
que não tem a menor força de vontade de estudar. Porque diante do momento
tecnológico que estamos inseridos, é absurdo ouvir de algumas pessoas que não
sabe nada sobre introduções do Cristianismo. Então vou postar um panorama sobre
&lt;/span&gt;“&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Ordo salutis&lt;/i&gt;” (correspondente
no latim para “a ordem da salvação”), que se refere a sequencia na salvação do cristão.
Então vamos começar com Eleição?!! Muitos ainda têm dúvida sobre predestinação,
amor e vontade (soberana e boa vontade de Deus). Farei conexão com o termo que
passei a minha adolescência escutando: &quot;Jovem, aceite Jesus em seu coração?&quot;.
E imagino que muitos de vocês já foram questionados com essa mesma pergunta na
rua ou dentro de alguma igreja. Então vamos entender o que é eleição e perceber
o quanto é esdrúxula essa pergunta, que na maioria das vezes, é proclamada por cristãos
da linha pentecostal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aguardem a primeira postagem.
Ainda essa semana será adicionada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Comentem sobre suas dúvidas para
que eu possa responder nas próximas postagens.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Abraço,&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mylle Matias&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/271540737293278403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/271540737293278403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/271540737293278403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/271540737293278403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/05/serie-ordo-salutis.html' title='Série &quot;Ordo salutis&quot;'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Mf1uT3RkDAs/UaDnW4xxWQI/AAAAAAAAAwE/gCbLCSa8Lkg/s72-c/livro+interroga%C3%A7%C3%A3o.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-6118630388166405554</id><published>2013-04-23T17:11:00.001-03:00</published><updated>2013-04-23T17:11:17.750-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A Justificação Ainda é Importante?</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaI9_LKLfG2M8rxsbqn5ui15h4K5M_6INLVerwHRwI6QruYQ8PUrWCAZATNQnpiyd41B1hUFcVHYlLeamzZYIzkRVHWCu6GDw30wmGsORs-a8_uemxJbXuSNj3Ty14cdWwEERYdTTTUTUk/s1600/00026.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaI9_LKLfG2M8rxsbqn5ui15h4K5M_6INLVerwHRwI6QruYQ8PUrWCAZATNQnpiyd41B1hUFcVHYlLeamzZYIzkRVHWCu6GDw30wmGsORs-a8_uemxJbXuSNj3Ty14cdWwEERYdTTTUTUk/s1600/00026.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;strong&gt;Michael Horton&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é professor de Apologética e Teologia Sistemática na&amp;nbsp;&lt;em&gt;Westminster Seminary California&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(EUA). É formado pela&amp;nbsp;&lt;em&gt;Biola University&lt;/em&gt;, mestre pelo&amp;nbsp;&lt;em&gt;Westminster Seminary California&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e obteve seu pós-doutorado pela Universidade de&amp;nbsp;&lt;em&gt;Coventry e Wycliffe Hall&lt;/em&gt;, em Oxford. Horton é autor de vários livros, incluindo&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Cristão e a Cultura e Face a Face com Deus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(CEP).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Há muito tempo, o nome &lt;em&gt;evangélico&lt;/em&gt;
 identificava aqueles que eram comprometidos não somente com o 
cristianismo histórico, mas também com a doutrina da justificação 
somente pela graça por meio da fé somente em Cristo. Em nossos dias, 
porém, isso pode não ser verdade. Cada vez mais, a erudição evangélica é
 desafiada por tendências nos estudos bíblicos (em especial, a Nova 
Perspectiva sobre Paulo) para abandonarem o entendimento da justificação
 sustentado pela Reforma. Reconciliações recentes (como a Declaração 
Conjunta de Luteranos e Católicos Romanos e &quot;Evangélicos e Católicos 
Juntos&quot;) têm revisado e relativizado esta doutrina fundamental. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt1&quot; name=&quot;_ntref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Admiravelmente,
 em um novo livro que contém ensaios sobre a justificação escritos por 
protestantes de igrejas históricas (luteranos e reformados) e por 
católicos romanos, os protestantes rejeitam a doutrina da Reforma (por 
apelarem à Nova Perspectiva sobre Paulo), ao passo que Joseph&amp;nbsp; 
Fitzmeyer, proeminente erudito católico romano de Novo Testamento, 
demonstra a exatidão técnica da exegese da Reforma quanto às passagens 
importantes. Mark Noll, o grande erudito evangélico, em seu livro &lt;em&gt;Is The Reformation Over?&lt;/em&gt; (A Reforma Acabou?) parece falar em nome de muitos protestantes conservadores quando responde sim.&lt;br /&gt;
 O
 criticismo franco da doutrina da justificação conforme definida em 
nossas confissões e catecismos reformados se tornou comum até em igrejas
 conservadoras. Embora as cortes eclesiásticas destas denominações irmãs
 tenham exibido solidariedade estimulante em sustentar a posição 
confessional e instaurar processo contra os ministros que se opõem a 
ela, é trágico que controvérsias sobre esta doutrina cardeal surjam em 
nossos círculos.&lt;br /&gt;
 A maioria das pessoas nas igrejas não estão 
familiarizadas com a doutrina da justificação. Frequentemente, ela não é
 uma parte da dieta de pregação e da vida da igreja, nem um tema 
predominante na subcultura cristã. Ou com rigor austero, ou com boas 
sugestões para o viver melhor, &quot;fundamentalistas&quot; e &quot;progressistas&quot; 
sufocam, igualmente, o evangelho em moralismo, por meio de exortações 
constantes à transformação social e/ou pessoal que mantém as ovelhas 
olhando para si mesmas e não para fora de si mesmas, para Cristo. Mesmo 
em muitas igrejas formalmente comprometidas com o ensino da Reforma, 
pessoas podem achar a doutrina da justificação na parte de trás de seu 
hinário (na seção de confissões), mas ela é levada realmente a sério no 
ensino, na pregação, na adoração e na vida da congregação? Em média, o 
artigo de destaque mais publicado em revistas ou em &lt;em&gt;best-sellers&lt;/em&gt;
 cristãos diz respeito a &quot;boas obras&quot; - tendências em espiritualidade, 
ativismo social, crescimento de igreja e discipulado. No entanto, é 
muitíssimo claro que a justificação permanece fora de cogitação. Quando a
 justificação não é abertamente rejeitada, ela é frequentemente 
ignorada. Talvez o perdão de pecados e a justificação são apropriados 
para &quot;ser salvo&quot;, mas depois vem a essência do negócio - o viver 
cristão, como se pudesse haver qualquer santidade de vida genuína que 
não resulte de uma confiança perpétua em que &quot;agora... nenhuma 
condenação há para os que estão em Cristo Jesus&quot; (Rm 8.1).&lt;br /&gt;
 É 
impossível especificarmos todas as razões para tal atitude em relação a 
esta doutrina que constitui o âmago do próprio evangelho. No entanto, 
neste artigo comentarei duas das principais fontes.&lt;br /&gt;
 &lt;strong&gt;Cultura Cristã como Moralismo de Autoajuda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 Embora
 os reformadores tenham dito isso de maneiras diferentes, foi o teólogo 
reformado J. H. Alsted que, no início do século XVII, identificou a 
doutrina da justificação como o &quot;artigo pelo qual a igreja se mantém de 
pé ou cai&quot;. Contudo, no século seguinte, denominações protestantes que 
haviam selado esta confissão com o sangue de mártires foram 
sujeitando-a, gradualmente, a várias formas de moralismo que 
predominavam na época do Iluminismo - e, em muitos casos, piores do que 
as distorções que haviam provocado a Reforma. Até nos círculos 
pietistas, onde a fé vital em Cristo era preservada, a balança se 
inclinou cada vez mais em favor de obediência e piedade subjetivas, e, 
assim, a justificação foi subordinada à santificação.&lt;br /&gt;
 Quando o 
arminianismo ganhou forças, um novo legalismo (identificado pelos 
círculos reformados como &quot;neo-nomianismo&quot;) entrou nas igrejas 
comprometido formalmente com a doutrina evangélica e produziu uma 
suspeita da pregação de eleição e justificação como motivações para o 
&quot;antinomianismo&quot;. Depois de ler a obra &lt;em&gt;A Serious Call to a Devout and Holy Life&lt;/em&gt;
 (Uma Chamada Solene a uma Vida Piedosa e Santa), de William Law, John 
Wesley se convenceu de que o calvinismo remanescente na Igreja da 
Inglaterra impedia um avivamento genuíno da piedade interior e o 
discipulado comprometido. Embora Wesley viesse, por fim, a abraçar a 
doutrina da justificação, ele ficou preocupado com que a justificação 
levaria à licenciosidade, se não fosse subordinada à santificação.&lt;br /&gt;
 Nas
 colônias americanas, o Grande Despertamento, sob a liderança de 
Jonathan Edwards e George Whitefield, proclamaram as boas novas da graça
 justificadora de Deus em Cristo. Entretanto, na época do Segundo Grande
 Despertamento, uma teologia contrária se tornou a teologia operante de 
muitos grupos protestantes na nova república. A igreja é uma sociedade 
de reformadores morais, disse o seu principal evangelista, Charles 
Finney. Se o calvinismo era verdade, como poderia haver qualquer 
transformação genuína da sociedade?&lt;br /&gt;
 Os críticos de Finney o 
acusaram de pelagianismo - a antiga heresia que ensinava, em essência, 
que não nascemos inerentemente pecaminosos e que somos salvos por seguir
 o exemplo moral de Cristo. Indo além dos erros da Igreja de Roma, a &lt;em&gt;Teologia Sistemática&lt;/em&gt;
 de Finney negava explicitamente o pecado original e insistia em que o 
poder da regeneração está nas mãos do próprio pecador, rejeitava 
qualquer noção de uma expiação vicária, em favor da influência moral e 
de teorias de governo morais, e considerava a doutrina da justificação 
pela justiça imputada como &quot;impossível e absurda&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt2&quot; name=&quot;_ntref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 No
 que diz respeito ao complexo de doutrinas que ele associava com o 
calvinismo (incluindo o pecado original, a expiação vicária, a 
justificação e o caráter sobrenatural do novo nascimento), Finney 
concluiu: &quot;Nenhuma doutrina é mais perigosa do que esta para a 
prosperidade da igreja, e nada é mais absurdo&quot;. &quot;Um avivamento não é um 
milagre&quot;, ele declarou. De fato, &quot;Não há nada na religião que esteja 
além dos poderes comuns da natureza&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt3&quot; name=&quot;_ntref3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Ache os métodos mais proveitosos (&quot;estímulos&quot;, ele os chamou), e haverá
 conversão. &quot;Um avivamento declinará e cessará&quot;, Finney alertou, &quot;se &lt;em&gt;os cristãos&lt;/em&gt; não &lt;em&gt;forem frequentemente reconvertidos&lt;/em&gt;&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt4&quot; name=&quot;_ntref4&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 No final de seu ministério, quando Finney considerou a situação de 
muitos que haviam experimentado seus avivamentos, ele temia que a fome 
interminável por experiências cada vez maiores pudesse levar à exaustão 
espiritual. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt5&quot; name=&quot;_ntref5&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 De fato, suas preocupações eram justificáveis. A região em que 
predominaram os avivamentos de Finney é agora referida pelo 
historiadores como o &quot;distrito queimado&quot;, um canteiro tanto de desilusão
 como de proliferação de várias seitas. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt6&quot; name=&quot;_ntref6&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Desde então, o evangelicalismo tem se caracterizado por uma sucessão de
 movimentos entusiastas aclamados como &quot;avivamentos&quot;, que se extinguem 
tão rapidamente quanto se espalham. Paulo poderia dizer hoje sobre o 
protestantismo americano o que ele disse sobre os seus irmãos segundo a 
carne:&lt;br /&gt;
 Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando 
estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus. Porque o
 fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê (Rm 10.3-4).&lt;br /&gt;
 Há
 duas religiões, disse Paulo: &quot;a justiça decorrente das obras&quot; e &quot;a 
justiça decorrente da fé&quot;. Enquanto a primeira segue fervorosamente seus
 esquemas de autossalvação, como que tentando trazer Cristo para baixo 
ou levantando-o dentre os mortos, a segunda apenas recebe a palavra de 
Cristo e descansa somente nela (vv. 5-8). &quot;Como, porém, invocarão aquele
 em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como 
ouvirão, se não há quem pregue?... E, assim, a fé vem pela pregação, e a
 pregação, pela palavra de Cristo&quot; (vv. 14, 17).&lt;br /&gt;
 Não parece 
incorreto considerar as alegações teológicas de Finney como pelagianas. E
 sua influência permanece conosco hoje, tanto no protestantismo 
ecumênico como no evangélico. Dietrich Bonhoeffer viu isto claramente em
 sua visita aos Estados Unidos, ao descrever o cristianismo americano 
como &quot;protestantismo sem a Reforma&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt7&quot; name=&quot;_ntref7&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Em vez da influência de um testemunho verdadeiramente evangélico, foi a
 propagação rápida do avivalismo arminiano, especialmente no próspero 
Oeste, que se mostrou mais eficaz em produzir &quot;resultados&quot;. A doutrina 
em geral, e o calvinismo em específico, impediu o surgimento de uma 
América cristã. &quot;Obras e não credos&quot; têm uma linhagem extensa na 
história do movimento.&lt;br /&gt;
 Em geral, os americanos são o tipo de 
pessoas &quot;prospere por seus próprios esforços&quot;. Isto é o que, em parte, 
justifica a enorme validade dos negócios e da indústria americana. Mas 
também se tornou uma religião. Aqueles que saíram da miséria para a 
riqueza dificilmente aceitarão o fato de que, pelo menos diante de Deus,
 eram pecadores desamparados que precisavam ser resgatados.&lt;br /&gt;
 No 
contexto contemporâneo, o protestantismo americano, da esquerda ou da 
direita, está comprometido com o legado de Finney, quer saiba, quer não.
 Isso pode ser reconhecido no &quot;evangelho social&quot; da esquerda e nas 
lamentações moralistas da direita; no pragmatismo de &quot;como&quot; do movimento
 de crescimento de igreja e na vasta literatura e pregação de autoajuda 
que se tornou a dieta da subcultura cristã; e na obsessão terapêutica 
por espiritualidade interior e ativismo social que pode ser vista no 
movimento Igreja Emergente. Mesmo quando o evangelho é formalmente 
afirmado, ele se torna um instrumento para motivar a vida pessoal e 
pública (salvação por obras), e não um anúncio de que a ira justa de 
Deus foi satisfeita e de que seu favor imerecido foi dado gratuitamente 
em Jesus Cristo.&lt;br /&gt;
 Digo tudo isto com profunda tristeza por ter de 
dizê-lo, porque é a pior coisa que pode ser dita sobre uma igreja. Paulo
 falou severamente com os coríntios por causa de sua imoralidade, mas 
nunca questionou se eles eram realmente uma igreja. Mas, quando a igreja
 da Galácia estava confundindo o evangelho da justificação gratuita de 
Deus por meio da fé, Paulo os advertiu de que estavam em risco de serem 
excluídos - excomungados, &quot;anátemas&quot;.&lt;br /&gt;
 E a preocupação que 
expressei não se limita a alguns poucos calvinistas e luteranos&amp;nbsp; 
petulantes. De acordo com o bispo William Willimon, da Igreja Metodista 
Unida, &quot;a autossalvação é o alvo de muito da nossa pregação&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt8&quot; name=&quot;_ntref8&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Willimon percebe que muito da pregação contemporânea presume que a 
conversão é algo que nós produzimos por meio de nossas próprias palavras
 e ordenanças. &quot;Neste respeito, somos herdeiros de Charles G. Finney&quot;, o
 qual pensávamos que a conversão não é um milagre, e sim um &quot;resultado 
puramente filosófico [ou seja, científico] do uso correto dos meios 
constituídos&quot;.&lt;br /&gt;
 Esquecemos que houve um tempo em que os 
evangelistas eram obrigados a defender suas &quot;novas medidas&quot; de 
avivamentos, que houve um tempo em que os pregadores tinham de defender 
sua preocupação com a reação dos ouvintes aos seus detratores 
calvinistas, os quais pensavam que o evangelho era mais importante do 
que seus ouvintes. Estou aqui argumentando que avivamentos são 
miraculosos, que o evangelho é tão estranho, tão contrário às nossas 
inclinações naturais e às enfatuações de nossa cultura, que nada menos 
do que um milagre é exigido a fim de que haja um verdadeiro ouvir. Minha
 posição é, portanto, mais próxima da posição do calvinista Jonathan 
Edwards do que da posição de Finney. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt9&quot; name=&quot;_ntref9&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Apesar
 disso, &quot;o futuro homilético, infelizmente, está com Finney e não com 
Edwards&quot;, levando ao guru de marketing evangélico George Barna, que 
escreve:&lt;br /&gt;
 Jesus Cristo era um especialista em comunicação. Ele 
comunicou sua mensagem em diversas maneiras e com resultados que seria 
um crédito para as agências modernas de marketing e propaganda. Ele 
promoveu seu produto da maneira mais eficiente possível: por comunicá-lo
 com as &quot;melhores perspectivas&quot;... Ele entendia completamente o seu 
produto, desenvolveu um incomparável sistema de distribuição, fomentou 
um método de promoção que penetrou cada continente e ofereceu seu 
produto a um preço que está ao alcance de todo consumidor (sem tornar o 
produto tão acessível a ponto de perder seu valor). &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt10&quot; name=&quot;_ntref10&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 A
 pergunta que surge naturalmente diante de tais observações é esta: É 
possível dizer que Jesus fez alguma coisa nova? &quot;Infelizmente&quot;, diz 
Willimon, &quot;a maioria da pregação evangelística que conheço é um esforço 
para aprofundar pessoas cada vez mais em sua subjetividade, e não uma 
tentativa de resgatá-las de tal subjetividade&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt11&quot; name=&quot;_ntref11&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Nossa verdadeira necessidade, sintamos ou não, é que distorcemos 
sistematicamente e ignoramos a verdade. Esta é a razão por que 
precisamos de &quot;uma palavra externa&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt12&quot; name=&quot;_ntref12&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 &quot;Portanto, em um sentido, não descobrimos o evangelho; ele nos 
descobre. &#39;Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu 
vos escolhi a vós outros&#39; (Jo 15.16).&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt13&quot; name=&quot;_ntref13&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; &quot;A história é &lt;em&gt;euangelion&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;boas&lt;/em&gt;
 novas, porque ela é a respeito da graça. Mas é também novas porque não é
 conhecimento comum, não é o que nove entre dez americanos já sabem. O 
evangelho não vem naturalmente. Ele vem como Jesus.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt14&quot; name=&quot;_ntref14&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 A
 fé e a prática evangélica proclamadas nas Escrituras é sempre não 
natural para nós. Nascidos em pecado, corrompidos em nós mesmos, supomos
 instintivamente que somos pessoas boas que poderiam ser melhores, se 
tivéssemos um bom plano, ambiente e exemplos. Quando visitamos pessoas 
em seu leito de morte, ficamos desconcertados quando encontramos velhos 
membros de igrejas de confissão reformada expressando sua esperança de 
terem sido suficientemente bons para que Deus os aceite. Nascemos 
pelagianos, confiando em nós mesmos e não em Deus; e esta é a nossa 
condição padrão mesmo como cristãos. Essa é a razão por que nunca 
admitimos o evangelho; ele tem de ser a dieta principal não somente para
 o começo da peregrinação cristã, mas também para o meio e para o fim. 
Quando as coisas se deterioram em nossa fé pessoal ou coletiva, a 
direção é sempre a mesma: caímos de novo na justiça de obras.&lt;br /&gt;
 Períodos
 de vitalidade e saúde genuínas são sempre a consequência de 
redescobrirmos o evangelho da graça; épocas de declínio estão sempre 
associados com o eclipse do evangelho de um resgate totalmente divino, 
na pessoa e obra de Jesus Cristo. Visto que Satanás perdeu a guerra no 
Gólgota e no sepulcro, ele tem voltado os seus ataques para a fé dos 
crentes no evangelho e para o progresso do evangelho até aos confins da 
terra. Ele conhece o nosso ponto fraco e o explora. Se não pode destruir
 a igreja por perseguição, Satanás a enfraquecerá por meio de heresia. E
 o &quot;pelagianismo&quot; - a autossalvação em todas as suas formas - é seu 
melhor &lt;em&gt;best-seller&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;
 Depois de realizar, com sua equipe, 
inúmeros estudos nos últimos anos, o sociólogo Christian Smith, da 
Universidade da Carolina do Norte, concluiu que a religião da juventude 
americana pode ser caracterizada como &quot;deísmo moralista e terapêutico&quot;. 
Quando o entrevistamos recentemente para o ministério &lt;em&gt;White Horse Inn&lt;/em&gt; e para a revista &lt;em&gt;Modern Reformation&lt;/em&gt;, ele disse que não há nenhuma diferença entre os que não frequentam a igreja e os jovens criados em igrejas evangélicas hoje.&lt;br /&gt;
 &lt;strong&gt;Quem Precisa da Justificação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 Deus
 justifica o ímpio. Isso é muito radical. É mais radical do que a 
afirmação de que Deus cura o moralmente enfermo e dá graça àqueles que 
estão dispostos a cooperar para isso ou que ele recompensa aqueles que 
tentam fazer o seu melhor. Nem precisamos negar abertamente a 
justificação. Ela é relevante apenas quando paramos de fazer a pergunta 
mais importante. Você tem problemas no casamento e com os filhos? Com 
certeza. Não vive de acordo com suas expectativas? Todos não vivem assim
 também? Não está conseguindo o máximo da vida e precisa de algum 
conselho legal? Sou todo ouvidos. Mas não nos importamos com o fato de 
que somos &quot;pecadores nas mãos de um Deus irado&quot;, se nunca nos deparamos 
com um Deus santo. E, se não sentimos uma grande necessidade, não 
clamamos por um grande Salvador.&lt;br /&gt;
 Os católicos romanos e os protestantes costumavam debater sobre &lt;em&gt;como&lt;/em&gt;
 os nascidos em pecado original são salvos pela graça. No entanto, essas
 categorias teológicas estão sendo substituídas, entre os divisores 
católico/protestante e liberal/evangélico, por categorias terapêuticas, 
pragmáticas e consumistas que parecem tornar irrelevante o próprio 
discurso sobre o evangelho. A pergunta &quot;Como posso ser aceito por um 
Deus santo?&quot; é substituída por uma busca por autorrealização, 
autorrespeito, autoestima e esforço próprio. E há abundância de 
pregadores que fomentarão o nosso narcisismo, tratando de nossa ferida 
como se não fosse tão grave e dizendo-nos como podemos ter nossa melhor 
vida agora mesmo.&lt;br /&gt;
 A justificação se torna um símbolo vazio quando
 Deus não é mais um problema para a humanidade, e sim um ícone 
controlável ou de uma transcendência irrelevante ou de uma fonte 
imanente e proveitosa de bem-estar terapêutico e causas morais. Não 
sendo mais perdidos, agora somos mais semelhantes a vítimas 
disfuncionais, mas bem intencionadas, que apenas precisam de 
&quot;capacitação&quot; e melhores instruções. Nossa experiência é remota daquela 
dos israelitas reunidos ao pé do monte Sinai, quando ouviram a terrível 
voz de Deus e imploraram por um mediador.&lt;br /&gt;
 Quando a santidade de Deus é obscurecida, a condição pecaminosa do homem é ajustada, primeiramente, ao nível de &lt;em&gt;pecados&lt;/em&gt;
 - ou seja, a atos ou hábitos específicos que exigem repreensão e 
melhora. Cansados de intimidações que realmente trivializam a condição 
pecaminosa, a próxima geração adota uma abordagem mais positiva, 
oferecendo &quot;dicas para viver&quot; que tornarão a vida mais feliz, mais 
saudável e mais realizadora. Por fim, a dimensão vertical é quase 
perdida. O que torna o pecado &lt;em&gt;pecaminoso&lt;/em&gt; é o fato de que ele é,
 antes de tudo, uma ofensa contra Deus (Sl 51.3-5). Todavia, o resultado
 dessa mentalidade que obscurece a santidade de Deus, é que não é mais 
concebível que Deus tenha se tornado carne para sofrer a sua própria 
ira. O propósito da cruz é levar-nos ao arrependimento por mostrar-nos 
quanto Deus nos ama (a teoria de influência moral da expiação), para 
demonstrar a justiça de Deus (a teoria de governo moral) ou para 
libertar os oprimidos de estruturas sociais injustas (&lt;em&gt;Christus Victor&lt;/em&gt;). Mas uma coisa que a cruz &lt;em&gt;não pode&lt;/em&gt; ser é o meio pelo qual somos &quot;justificados por seu [de Cristo] sangue&quot;, &quot;somos por ele salvos da ira&quot; (Rm 5.9).&lt;br /&gt;
 De
 fato, o teólogo luterano George Lindbeck explorou recentemente a 
relação inseparável entre a justificação e a expiação, concluindo que, 
mesmo onde aquela é formalmente afirmada, a ampla falta de interesse em 
nossa rejeição franca da linguagem tradicional da expiação deixa-a sem 
especificidade suficiente. Pelo menos na prática, a visão de salvação de
 Abelardo, a salvação por seguir o exemplo de Cristo (e a cruz como a 
demonstração do amor de Deus que motiva o arrependimento) agora parece 
ter uma distinção clara em relação à teoria de satisfação de Anselmo 
sobre a expiação. &quot;A expiação não está no topo das agendas 
contemporâneas de católicos ou de protestantes&quot;, Lindbeck conjectura. 
&quot;Mais especificamente, as versões penal e vicária da teoria de 
satisfação de Anselmo que predominaram entre o povo durante centenas de 
anos estão desaparecendo. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt15&quot; name=&quot;_ntref15&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Isso é tão verdadeiro para os protestantes evangélicos quanto para os protestantes liberais. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt16&quot; name=&quot;_ntref16&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Aqueles que continuaram a usar a linguagem &lt;em&gt;sola fide&lt;/em&gt;
 presumiam estar em concordância com os reformadores, não importando 
quanto; mas, sob a influência do pietismo e do avivalismo norteado por 
conversões, eles transformaram a fé que salva em uma boa obra meritória 
do livre-arbítrio, uma decisão voluntária de crer que Cristo sofreu a 
punição do pecado na cruz em &lt;em&gt;meu favor&lt;/em&gt;, em favor de cada pessoa
 individualmente. Embora pareça muito improvável, devido à metáfora 
usada na Bíblia (e à passagem joanina da qual ela vem), todos são, 
portanto, capazes de &quot;nascer de novo&quot;, se apenas tentarem o máximo que 
puderem. Assim, com a perda do entendimento da Reforma quanto à fé que 
justifica como um dom do próprio Deus, a teoria de expiação sustentada 
por Anselmo se tornou culturalmente associada com uma justiça própria 
que era tanto moral quanto religiosa e, por conseguinte, era mais 
ofensiva, seus críticos pensavam, do que a justiça própria basicamente 
moral dos liberais abelardianos. Avançando em nossa história: os 
liberais cessaram progressivamente de ser abelardianos. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt17&quot; name=&quot;_ntref17&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 &quot;Nossa
 cultura terapêutica de sentir-nos cada vez melhor é contrária à 
pregação da cruz&quot; e nossa &quot;sociedade consumista&quot; fez da doutrina um 
pária. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt18&quot; name=&quot;_ntref18&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 &quot;Uma característica mais desconcertante deste desenvolvimento, que tem 
afetado igrejas professamente confessionais, é o silêncio a seu 
respeito. Tem havido poucos protestos audíveis.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt19&quot; name=&quot;_ntref19&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Até teologias mais contemporâneas a respeito da cruz promovem o padrão 
de Jesus como Modelo, mas a própria justificação é raramente descrita em
 harmonia com o padrão da Reforma, mesmo por evangélicos conservadores, 
Lindbeck sugere. A maioria deles, como já indicamos, são conversionistas
 apegados a versões arminianas da &lt;em&gt;ordo salutis&lt;/em&gt;, que estão muito mais distantes da teologia da Reforma do que esteve o Concílio de Trento. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt20&quot; name=&quot;_ntref20&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; &quot;Onde a cruz estava, agora há um vácuo.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt21&quot; name=&quot;_ntref21&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Hoje, o evangelicalismo parece mais com Erasmo do que com Lutero. &lt;br /&gt;
 &lt;strong&gt;A Justificação Promove a Paixão pela Renovação Genuína&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 Hoje,
 um número cada vez maior de teólogos e líderes evangélicos repetem a 
acusação de Pelágio contra Agostinho, de Roma contra os reformadores e 
do liberalismo protestante contra o evangelicalismo, ou seja, nas 
palavras de Albert Schweitzer: &quot;Não há lugar para ética na doutrina da 
justificação sustentada pela Reforma&quot;. Seguindo teólogos evangélicos 
como Stanley Grenz, Brian McLaren e outros líderes da &quot;Igreja Emergente&quot;
 desafiam explicitamente &lt;em&gt;sola fide&lt;/em&gt; como um obstáculo ao 
principal ponto do cristianismo: seguir o exemplo de Jesus. Embora o 
viver autêntico traga valor ao evangelho, o seguir o exemplo de Jesus 
está &lt;em&gt;se tornando&lt;/em&gt; cada vez mais &lt;em&gt;o evangelho&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;
 A 
observação de G. C. Berkouwer ainda é relevante em nossos próprios dias,
 quando ele escreveu que &quot;o problema da renovação de vida é atrair a 
atenção dos moralistas&quot;.&lt;br /&gt;
 Entre inúmeras forças caóticas e 
desmoralizantes, está ressoando, como pela última vez, o clamor por 
ajuda e ensino, pela reorganização de um mundo desordenado. A terapia 
prescrita talvez varie, a chamada por rearmamento moral e espiritual é 
uniformemente insistente... Estas são as questões que temos de 
responder. Pois, implícita nelas, está a intenção de destruir a conexão 
entre a justificação e a santificação, bem como o vínculo entre a fé e a
 santificação. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt22&quot; name=&quot;_ntref22&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Paulo
 relaciona tudo, inclusive a santificação, os problemas de ética e 
harmonia eclesiástica, à cruz e à ressurreição de Cristo.&lt;br /&gt;
 Outro 
dia, um pastor me contou que alguns de seus colegas expressaram a 
preocupação de que pregar muito a graça, especialmente a justificação, 
era perigoso - se não fosse logo acompanhada por advertências à 
obediência. Conhecendo bem este pastor, fiquei surpreso com o fato de 
que estivessem apontando para ele esta preocupação. Afinal de contas, 
ele é correto em sua teologia. Afirma e prega o terceiro uso da lei 
(como um guia para a obediência cristã). Às vezes, esquecemos que Paulo 
foi acusado de ser antinomiano - ou seja, de convidar as pessoas a pecar
 para que a graça fosse mais abundante. Mas, em vez de evitar a doutrina
 da justificação (Rm 3-5) que ele sabia haveria de provocar essa questão
 de novo, o apóstolo explicou como o evangelho é a resposta para a 
tirania do pecado, bem como da sua condenação (Rm 6). O evangelho da 
justificação gratuita é a fonte de santificação genuína e não seu 
inimigo. No entanto, isso é contrário ao que o nosso senso comum 
sugeriria. É a lógica do evangelho e não a lógica de justiça de obras.&lt;br /&gt;
 Como
 uma cultura nativa, o evangelicalismo americano é ativista. Somos 
acostumados a ser produtores e consumidores, mas não recebedores - pelo 
menos, pecadores desamparados e ímpios que têm de reconhecer que sua 
salvação é um dom gratuito, independente de sua decisão e esforço (Rm 
9.16). Obcecados com o que acontece conosco, a espiritualidade 
evangélica tem por muito tempo - pelo menos na prática - obscurecido as 
boas novas daquilo que aconteceu de uma vez por todas fora de nós. A 
justificação pode ser relevante para evitar a ira de Deus (pelo menos 
onde ela ainda é afirmada), mas ela é realmente tão importante para a 
vida cristã? Não seria mais proveitoso e prático aprender passos que 
conduzem à vitória sobre o pecado em nossa vida e nossa cultura?&lt;br /&gt;
 No livro &lt;em&gt;Revisioning Evangelical Theology&lt;/em&gt;
 (Revisando a Teologia Evangélica), Stanley Grenz argumenta que o 
evangelicalismo é mais uma &quot;espiritualidade&quot; do que uma &quot;teologia&quot;, mais
 interessado na piedade individual do que em credos, confissões e 
liturgias. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt23&quot; name=&quot;_ntref23&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;23&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; A experiência dá origem a - na verdade, ele diz, &quot;determina&quot; - doutrina, e não vice-versa. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt24&quot; name=&quot;_ntref24&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;24&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 O principal ponto da Bíblia é como as histórias podem ser usadas no 
viver diário - por isso, a ênfase em devoções diárias. &quot;Embora alguns 
evangélicos pertençam a tradições eclesiásticas que entendem, em algum 
sentido, a igreja como um despenseiro de graça, em geral vemos nossas 
congregações principalmente como uma comunhão crentes.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt25&quot; name=&quot;_ntref25&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;25&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Compartilhamos nossas jornadas (nosso &quot;testemunho&quot;) de transformação pessoal. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt26&quot; name=&quot;_ntref26&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;26&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Portanto, &quot;uma mudança fundamental de autoconsciência pode estar em 
andamento&quot; no evangelicalismo, &quot;uma mudança de identidade baseada em 
credo para uma identidade baseada em espiritualidade&quot; que é mais 
semelhante ao misticismo medieval do que à ortodoxia protestante. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt27&quot; name=&quot;_ntref27&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;27&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; Consequentemente, a espiritualidade é interior e quietista&quot;, &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt28&quot; name=&quot;_ntref28&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;28&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; preocupada com combater &quot;a natureza inferior e o mundo&quot;, &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt29&quot; name=&quot;_ntref29&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;29&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; por meio de &quot;um compromisso pessoal que se torna o foco crucial das afeições do crente&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt30&quot; name=&quot;_ntref30&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Portanto, a origem da fé não é atribuída a um evangelho externo, mas 
surge de uma experiência interior. &quot;Visto que a espiritualidade é gerada
 a partir do interior do indivíduo, motivação interior é crucial&quot; - mais
 importante, de fato, do que &quot;grandes afirmações teológicas&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt31&quot; name=&quot;_ntref31&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;31&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 A
 vida espiritual é, antes de tudo, a imitação de Cristo... Em geral, 
evitamos rituais religiosos. Rejeitamos a aderência servil a ritos, mas o
 fazer o que Jesus faria é o nosso conceito de verdadeiro discipulado. 
Consequentemente, a maioria dos evangélicos não aceitam o 
sacramentalismo de muitas igrejas tradicionais, nem se unem aos quacres 
que eliminam completamente os sacramentos. Praticamos o batismo e a Ceia
 do Senhor, mas entendemos o significado destes ritos de maneira 
prudente. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt32&quot; name=&quot;_ntref32&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;32&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Ele diz que estes ritos são praticados como estímulos para a experiência pessoal e não por obediência à ordem divina. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt33&quot; name=&quot;_ntref33&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;33&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Prossiga
 no dever; coloque sua vida em ordem, para que, pela uso dos meios de 
ajuda, você cresça e veja se não amadurece espiritualmente&quot;, nós 
exortamos. De fato, se um crente chega ao ponto em que sente que a 
estagnação se estabeleceu, o conselho evangélico é redobrar os seus 
esforços no dever de praticar as disciplinas. &quot;Examine a si mesmo&quot;, o 
conselheiro espiritual evangélico admoesta. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt34&quot; name=&quot;_ntref34&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;34&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Vamos
 à igreja, ele diz, mas não para recebermos &quot;os meios de graça&quot;, e sim 
para que tenhamos comunhão, recebamos &quot;instrução e encorajamento&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt35&quot; name=&quot;_ntref35&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;35&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; A ênfase no crente individual é evidente, ele diz, na expectativa de &quot;achar um ministério&quot; na comunhão local. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt36&quot; name=&quot;_ntref36&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;36&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Tudo isso é contrário a uma ênfase em doutrina e, Grenz acrescenta, uma
 ênfase em &quot;um princípio material e formal&quot; - em outras palavras, &lt;em&gt;solo Christo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;solo Scriptura&lt;/em&gt;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt37&quot; name=&quot;_ntref37&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;37&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Quando
 a transformação pessoal e social se torna o principal ponto de fé e 
prática, não devemos admirar que a linha distintiva entre catolicismo 
romano e evangelicalismo se obscurece. Para Roma, é claro, a 
justificação é simplesmente santificação: a transformação moral do 
crente. A graça é oferecida, mas temos de cooperar com ela, se temos 
finalmente de ser aceitos e renovados. De fato, com sua história mais 
longa e mais sofisticada de influência cultural, a superioridade de Roma
 na arena de transformação do mundo é aparente. De fato, uma vez que 
nosso interesse em melhorarmos a nós mesmos e ao mundo tenha tornado 
irrelevante (ou mesmo problemática) a justificação somente pela fé, por 
que os mórmons e os evangélicos devem continuar divididos? Não mais 
divididos por doutrina, a &quot;cultura de protestantismo&quot; da América ameaça 
submergir totalmente o evangelicalismo, como o fez nas principais 
denominações ecumênicas. As únicas denominações que&amp;nbsp; ficarão com alguma 
identidade serão, talvez, os partidos Republicano e Democrata.&lt;br /&gt;
 De
 acordo com o que já consideramos, a justificação não é o primeiro 
estágio da vida cristã, e sim a fonte permanente de santificação e boas 
obras. Lutero resume: &quot;&#39;Porque você crê em mim&#39;, diz Deus, &#39;e sua fé se 
apropria de Cristo, que eu lhe dei gratuitamente como Justificador e 
Salvador, portanto, seja justo&#39;. Assim, Deus aceita você e o considera 
justo tão somente por causa de Cristo, em quem você crê&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt38&quot; name=&quot;_ntref38&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;38&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Não importando qualquer outra boa nova (concernente ao novo nascimento,
 à vitória de Cristo sobre a tirania do pecado e à promessa de nos 
renovar durante toda a nossa vida, à ressurreição de nosso corpo e ao 
livramento da presença do pecado) ou quaisquer exortações úteis que 
possamos oferecer, o anúncio que Lutero resume nestas palavras cria 
sozinho e sustenta a fé que não somente justifica, mas também santifica.&lt;br /&gt;
 As
 boas obras podem ser realizadas agora livremente para Deus e o nosso 
próximo sem qualquer temor de punição ou de agonia quanto aos motivos 
confusos de cada ato. Por causa da justificação em Cristo, até as nossas
 boas obras podem ser &quot;salvas&quot;, para aprimorar não a parte de Deus, nem 
mesmo a nossa, e sim a do nosso próximo. Como Calvino explica,&lt;br /&gt;
 Mas
 se, libertos desta exigência severa da lei ou, melhor, de todo o rigor 
da lei, eles ouvem a si mesmos sendo chamados com cordialidade paternal 
por Deus, eles responderão com alegria e grande ardor e seguirão esta 
orientação. Resumindo: aqueles que estão presos ao jugo da lei são, 
igualmente, servos que recebem certas tarefas de seus senhores, cada 
dia. Estes servos pensam que não fizeram nada e não ousam comparecer 
diante de seus senhores, se não cumprirem a medida exata de seus 
deveres. Mas filhos, que são tratados mais generosa e brandamente por 
seus pais, não hesitam em oferecer-lhes obras incompletas, feitas pela 
metade e até deficientes, crendo que sua obediência e prontidão de mente
 será aceita por seus pais, embora não tenham realizado o que seus pais 
tencionavam. Devemos ser esse tipo de filho, crendo firmemente que 
nossos serviços serão aprovados por nosso Pai muitíssimo misericordioso,
 ainda que esses serviços sejam insignificantes, rudes e imperfeitos... E
 precisamos desta segurança em grau profundo, pois, sem ela, tentaremos 
fazer tudo em vão. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt39&quot; name=&quot;_ntref39&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;39&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 &quot;Por
 causa da justificação&quot;, acrescenta Ames, &quot;a corrupção das boas obras 
não impede que elas sejam aceitas e recompensadas por Deus&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt40&quot; name=&quot;_ntref40&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;40&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Este
 ponto de vista não somente fundamenta as boas obras na fé, mas também 
liberta os crentes para amarem e servirem seu próximo sem o motivo de 
obterem alguma coisa ou o temor de perderem o favor divino. Ele nos 
libera para um ativismo que abrange o mundo e é profundamente consciente
 de que, embora nosso amor e serviço nada contribuam para Deus e sua 
avaliação de nossa pessoa, eles são, apesar de realizados com 
fragilidade, indiferença e imperfeição, meios pelos quais Deus cuida da 
criação.&lt;br /&gt;
 Mesmo com a terminologia medieval, a teologia reformada pode manter o seguinte:&lt;br /&gt;
 A
 renovação não é um mero suplemento, um acréscimo, à salvação dado na 
justificação. O âmago da santificação é a vida que se desenvolve da 
justificação. Não há contraste entre a justificação como o ato de Deus e
 a santificação como o ato do homem. O fato de que Cristo é a nossa 
santificação não é exclusivo, e sim inclusivo, de uma fé que se apega 
tão somente a ele em toda a vida. A fé é o eixo sobre o qual tudo gira. 
Embora a própria fé não crie a santificação, ela nos preserva de 
autossantificação e de moralismo. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt41&quot; name=&quot;_ntref41&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;41&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 A
 questão real, disse Berkouwer, é se a justificação é suficiente para 
fundamentar toda as bênçãos comunicadas em nossa união com Cristo. &quot;O 
mesmo catecismo [&lt;em&gt;Heidelberg&lt;/em&gt;, Dia do Senhor, pergunta 24] que 
nos nega até uma justiça parcial de nós mesmos menciona o propósito 
solene com o qual os crentes começam a viver&quot; de acordo com todos os 
mandamentos.&lt;br /&gt;
 É o começo que tem sua base unicamente na 
justificação pela fé... Não é verdade que a santificação apenas sucede a
 justificação. O Dia do Senhor, pergunta 31, que discute as chaves do 
reino, ensina que o reino é aberto e fechado pela proclamação &quot;aos 
crentes, um e todos, de que, quando eles recebem a promessa do evangelho
 por meio da fé verdadeira, todos os seus pecados lhes são realmente 
perdoados&quot;. Este &quot;quando&quot; ilustra a relevância permanente da correlação 
entre a fé e a justificação... O propósito da pregação dos Dez 
Mandamentos é que os crentes possam &quot;tornar-se mais fervorosos em buscar
 a remissão dos pecados e a justiça em Cristo&quot; [Catecismo de Heidelberg,
 Pergunta 115]... Por conseguinte, nunca há progresso no caminho da 
salvação onde a justificação é tirada de vista. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt42&quot; name=&quot;_ntref42&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;42&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 &quot;A
 santificação genuína - seja repetido - permanece firme ou decai com 
esta orientação permanente direcionada para a justificação e a remissão 
dos pecados.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt43&quot; name=&quot;_ntref43&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;43&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Quando falamos sobre santificação, não deixamos a justificação para 
trás. &quot;Não estamos aqui preocupados com a transição da teoria para a 
prática; como se devêssemos proceder de uma fé na justificação para as 
realidades da santificação, porque podemos, da mesma maneira, falar 
sobre a realidade da justificação e da nossa fé na santificação.&quot; &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt44&quot; name=&quot;_ntref44&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;44&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;
 Paulo ensina que os crentes são &quot;santificados em Cristo Jesus&quot; (1 Co 
1.2, 30; 6.11; 6.11; 1 Ts 5.23; cf. At 20.32; 26.18). Como Bavinck o 
diz: &quot;Muitos reconhecem, de fato, que somos justificados pela justiça de
 Cristo, mas parecem pensar que - pelo menos, agem como se pensassem - 
têm de ser santificados por uma santidade que eles mesmos adquiriram&quot;. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt45&quot; name=&quot;_ntref45&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;45&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 &quot;O
 apóstolo Paulo&quot;, Berkouwer escreve, &quot;prega santidade com repetido 
fervor, mas de maneira nenhuma ele compromete sua declaração inequívoca:
 &#39;Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este 
crucificado&#39; (1 Co 2.2)&quot;.&lt;br /&gt;
 Nem por um momento ele afrontaria as 
implicações dessa confissão. Por conseguinte, em cada exortação ele 
devia estar relacionando seu ensino à cruz de Cristo. Deste centro, 
todos os raios brilham em direção ao exterior - atingindo a vida de 
cidades e vilas, de homens e mulheres, de judeus e gentios; atingindo 
famílias, jovens e idosos, conflitos e desafetos, imoralidade e 
bebedeira.&lt;br /&gt;
 Se queremos manter em perspectiva este centro, bem 
como os raios mais suaves e mais intensos que fluem dele, temos de ser 
plenamente cientes de que, em mudarmos da justificação para a 
santificação, não estamos nos retirando da esfera da fé. Não estamos 
aqui preocupados com a transição da teoria para a prática; como se 
devêssemos proceder de uma fé na justificação para as realidades da 
santificação, porque podemos, da mesma maneira, falar sobre a realidade 
da justificação e da nossa fé na santificação .&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt46&quot; name=&quot;_ntref46&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;46&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Isso
 significa que Berkouwer achava &quot;incompreensível&quot; que o ponto de vista 
da Reforma tenha sido criticado como algo que não exercia qualquer 
influência na santificação ou na vida de santidade. Ela tem tudo a ver 
com a santificação, porque ela leva tudo de volta à fé em Cristo. &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_nt47&quot; name=&quot;_ntref47&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;47&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 Portanto,
 a santificação não é um projeto humano que suplementa o projeto divino 
de justificação, nem um processo de negociar as relações causais entre o
 livre-arbítrio e a graça infundida; é, antes, o impacto da Palavra 
justificadora de Deus em cada aspecto da vida humana. É tempo de 
colocarmos os bois na frente do carro novamente, para que, 
primeiramente, a igreja seja, outra vez, um lugar onde a obra salvadora 
de Deus será conhecida e experimentada e, também, para que aquela 
genuína renovação pessoal e coletiva possa surgir a partir da contínua 
maravilha do evangelho: a justificação gratuita de Deus para os ímpios -
 até mesmos cristãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref1&quot; name=&quot;_nt1&quot; title=&quot;&quot;&gt;1&lt;/a&gt; - Ver Michael Horton, &quot;What&#39;s All the Fuss About?: The Status of the Justification Debate&quot;, &lt;em&gt;Modern Reformation &lt;/em&gt;11, no. 2 (March/April 2002), pp. 17-21.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref2&quot; name=&quot;_nt2&quot; title=&quot;&quot;&gt;2&lt;/a&gt; - Charles G. Finney, &lt;em&gt;Systematic Theology&lt;/em&gt; (Minneapolis: Bethany, 1976), p. 320.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref3&quot; name=&quot;_nt3&quot; title=&quot;&quot;&gt;3&lt;/a&gt; - Charles G. Finney, &lt;em&gt;Revivals of Religion&lt;/em&gt; (Old Tappan, NJ: Revell, n. d.), pp. 4-5.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref4&quot; name=&quot;_nt4&quot; title=&quot;&quot;&gt;4&lt;/a&gt; - Finney, &lt;em&gt;Revivals of Religion&lt;/em&gt;, p. 321. Ênfase no original.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref5&quot; name=&quot;_nt5&quot; title=&quot;&quot;&gt;5&lt;/a&gt; - Ver Keith J. Hardman, &lt;em&gt;Charles Grandison Finney: Revivalist and Reformer&lt;/em&gt; (Grand Rapids: baker, 1990) pp. 380, 394. &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref6&quot; name=&quot;_nt6&quot; title=&quot;&quot;&gt;6&lt;/a&gt; - Ver, por exemplo, Whitney R. Cross, &lt;em&gt;The Burned Over District: The Social and Intellectual History of Enthusiastic Religion in Western New York, 1800-1850&lt;/em&gt; (Ithaca, N.Y.: Cornell University Press, 1982).&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref7&quot; name=&quot;_nt7&quot; title=&quot;&quot;&gt;7&lt;/a&gt; - Dietrich Bonhoeffer, &quot;Protestantism without the Reformation, em &lt;em&gt;No Rusty Swords: Letters, Lectures and Notes, 1928-1936&lt;/em&gt;, ed. Edwin H. Robertson, trans. Edwin H. Robertson e John Bowden (London: Collins, 1965), pp. 92-118.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref8&quot; name=&quot;_nt8&quot; title=&quot;&quot;&gt;8&lt;/a&gt; - William H. Willimon, &lt;em&gt;The Intrusive Word: Preaching to the Unbaptized&lt;/em&gt; (Eugene, Ore.: Wipf &amp;amp; Stock, 2002), p. 53.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref9&quot; name=&quot;_nt9&quot; title=&quot;&quot;&gt;9&lt;/a&gt; - Willimon, p. 20.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref10&quot; name=&quot;_nt10&quot; title=&quot;&quot;&gt;10&lt;/a&gt; - Willimon, p. 21, citando George Barna, &lt;em&gt;Marketing the Church: What They Never Taught You about Church Growth&lt;/em&gt; (Colorado Springs, NavPress, 1988), p. 50.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref11&quot; name=&quot;_nt11&quot; title=&quot;&quot;&gt;11&lt;/a&gt; - Willimon, p. 38.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref12&quot; name=&quot;_nt12&quot; title=&quot;&quot;&gt;12&lt;/a&gt; - Willimon, p. 38.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref13&quot; name=&quot;_nt13&quot; title=&quot;&quot;&gt;13&lt;/a&gt; - Willimon, p. 43.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref14&quot; name=&quot;_nt14&quot; title=&quot;&quot;&gt;14&lt;/a&gt; - Willimon, p. 52.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref15&quot; name=&quot;_nt15&quot; title=&quot;&quot;&gt;15&lt;/a&gt; - George Lindbeck. &quot;Justification and Atonement: An Ecumenical Trajectory&quot;, em Joseph A. Burgess e Marc Kolden, eds., &lt;em&gt;By Faith Alone: Essays on Justification in Honor of Gerhard O. Forde&lt;/em&gt; (Grand Rapids: Eerdmans, 2004), p. 205&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref16&quot; name=&quot;_nt16&quot; title=&quot;&quot;&gt;16&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 205, 206.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref17&quot; name=&quot;_nt17&quot; title=&quot;&quot;&gt;17&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 207.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref18&quot; name=&quot;_nt18&quot; title=&quot;&quot;&gt;18&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 207.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref19&quot; name=&quot;_nt19&quot; title=&quot;&quot;&gt;19&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 208.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref20&quot; name=&quot;_nt20&quot; title=&quot;&quot;&gt;20&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 209.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref21&quot; name=&quot;_nt21&quot; title=&quot;&quot;&gt;21&lt;/a&gt; - Lindbeck, pp. 211.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref22&quot; name=&quot;_nt22&quot; title=&quot;&quot;&gt;22&lt;/a&gt; - G. C. Berkouwer, &lt;em&gt;Studies in Dogmatics: Faith and Sanctification&lt;/em&gt; (Grand Rapids: Eerdmans, 1952), pp. 11-12.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref23&quot; name=&quot;_nt23&quot; title=&quot;&quot;&gt;23&lt;/a&gt; - Stanley Grenz, &lt;em&gt;Revisioning Evangelical Theology: A Fresh Agenda for the 21st Century&lt;/em&gt; (Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 1993), pp. 17, 31 e em todo o volume.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref24&quot; name=&quot;_nt24&quot; title=&quot;&quot;&gt;24&lt;/a&gt; - Grenz, pp. 30, 34.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref25&quot; name=&quot;_nt25&quot; title=&quot;&quot;&gt;25&lt;/a&gt; - Grenz, p. 32.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref26&quot; name=&quot;_nt26&quot; title=&quot;&quot;&gt;26&lt;/a&gt; - Grenz, p. 33.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref27&quot; name=&quot;_nt27&quot; title=&quot;&quot;&gt;27&lt;/a&gt; - Grenz, pp. 38, 41.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref28&quot; name=&quot;_nt28&quot; title=&quot;&quot;&gt;28&lt;/a&gt; - Grenz, pp. 41-42.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref29&quot; name=&quot;_nt29&quot; title=&quot;&quot;&gt;29&lt;/a&gt; - Grenz, p. 44.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref30&quot; name=&quot;_nt30&quot; title=&quot;&quot;&gt;30&lt;/a&gt; - Grenz, p. 45.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref31&quot; name=&quot;_nt31&quot; title=&quot;&quot;&gt;31&lt;/a&gt; - Grenz, p. 46.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref32&quot; name=&quot;_nt32&quot; title=&quot;&quot;&gt;32&lt;/a&gt; - Grenz, p. 48.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref33&quot; name=&quot;_nt33&quot; title=&quot;&quot;&gt;33&lt;/a&gt; - Grenz, p. 48.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref34&quot; name=&quot;_nt34&quot; title=&quot;&quot;&gt;34&lt;/a&gt; - Grenz, p. 52.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref35&quot; name=&quot;_nt35&quot; title=&quot;&quot;&gt;35&lt;/a&gt; - Grenz, p. 54. &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref36&quot; name=&quot;_nt36&quot; title=&quot;&quot;&gt;36&lt;/a&gt; - Grenz, p. 55.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref37&quot; name=&quot;_nt37&quot; title=&quot;&quot;&gt;37&lt;/a&gt; - Grenz, p. 62.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref38&quot; name=&quot;_nt38&quot; title=&quot;&quot;&gt;38&lt;/a&gt; - Martin Luther, &lt;em&gt;Lectures on Galatians 1535&lt;/em&gt;, vol. 26, &lt;em&gt;Luther&#39;s Works&lt;/em&gt;, eds. Jaroslav Pelikan e Walter A. Hansen (St. Louis: Concordia Publishing House, 1963), p. 132.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref39&quot; name=&quot;_nt39&quot; title=&quot;&quot;&gt;39&lt;/a&gt; - John Calvin, &lt;em&gt;Institutes of Christian Religion&lt;/em&gt;, 3.19.5.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref40&quot; name=&quot;_nt40&quot; title=&quot;&quot;&gt;40&lt;/a&gt; - William Ames, &lt;em&gt;Marrow of Theology&lt;/em&gt; (Grand Rapids: Baker Academic, 1997), p. 171.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref41&quot; name=&quot;_nt41&quot; title=&quot;&quot;&gt;41&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 93.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref42&quot; name=&quot;_nt42&quot; title=&quot;&quot;&gt;42&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 77.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref43&quot; name=&quot;_nt43&quot; title=&quot;&quot;&gt;43&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 78.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref44&quot; name=&quot;_nt44&quot; title=&quot;&quot;&gt;44&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 20.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref45&quot; name=&quot;_nt45&quot; title=&quot;&quot;&gt;45&lt;/a&gt; - Citado em Berkouwer, p. 22.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref46&quot; name=&quot;_nt46&quot; title=&quot;&quot;&gt;46&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 20.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=485#_ntref47&quot; name=&quot;_nt47&quot; title=&quot;&quot;&gt;47&lt;/a&gt; - Berkouwer, p. 20. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;Trecho da mensagem pregada por Leonardo Sahium na Conferência Fiel Juntos em Cristo 2012. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/6118630388166405554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/6118630388166405554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6118630388166405554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6118630388166405554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/04/a-justificacao-ainda-e-importante.html' title='A Justificação Ainda é Importante?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaI9_LKLfG2M8rxsbqn5ui15h4K5M_6INLVerwHRwI6QruYQ8PUrWCAZATNQnpiyd41B1hUFcVHYlLeamzZYIzkRVHWCu6GDw30wmGsORs-a8_uemxJbXuSNj3Ty14cdWwEERYdTTTUTUk/s72-c/00026.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-4383124598132413236</id><published>2013-04-10T19:28:00.000-03:00</published><updated>2013-04-10T20:37:28.002-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>Marco Feliciano e a polêmica: Ignorância Cristã VS. Política</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEir6OPaNlpnt9tsgOA_Zgbf9z2ZRTOg2ipyaVamfl7mC0QwH5jV8wCEQd_pSkr8qk3Q2wVUlOIOQEPOvb9U53pYKZWrNwgoOYVjwjbjjScpmQUaD5TE_hLrt9-AB8pr_ImvFjM1cNcmp2tU/s1600/%C3%8Dndice+mf.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEir6OPaNlpnt9tsgOA_Zgbf9z2ZRTOg2ipyaVamfl7mC0QwH5jV8wCEQd_pSkr8qk3Q2wVUlOIOQEPOvb9U53pYKZWrNwgoOYVjwjbjjScpmQUaD5TE_hLrt9-AB8pr_ImvFjM1cNcmp2tU/s1600/%C3%8Dndice+mf.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;E&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%;&quot;&gt;u
&lt;b&gt;NÃO &lt;/b&gt;tenho nenhuma relação com o pastor Marco Feliciano, &lt;b&gt;DISCORDO &lt;/b&gt;de sua
teologia e doutrina, por serem totalmente contrárias aos ensinamentos cristãos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A
polêmica dos últimos dias é sobre as colocações de Marco Feliciano que vira
notícia internacional. Não se faz outra coisa no Brasil além de se criticar o
deputado. Ele é pastor da Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento e
deputado federal brasileiro eleito pelo Partido Social Cristão (PSC). Em março
de 2013, Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e
Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;As
polêmicas...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;-
Um vídeo que mostra o pastor e deputado federal explicando que a morte de John
Lennon e do grupo Mamonas Assassinas teria sido provocada por castigo divino...
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;

&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;

&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;-
Em outro vídeo, Feliciano insinua que Caetano Veloso e Lady Gaga fizeram pacto
com o demônio.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;

&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;

&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;-
Feliciano falou que Deus que deu o mandato.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Quer
dizer se um Cristão disser: &quot;Deus me deu este mandato&quot;, os Ateus e o
Dep. JW logo se manifestam (quem sabe no sentido bíblico?) dizendo que o Estado
é Laico!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas,
o Dep. JW diz que os ORIXÁS (divindades pagãs, falsas, ou Demônios, segundo o
Cristianismo) deram-lhe o mandato e TODOS ficam calados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;-
O deputado Feliciano nas redes sociais provocou polêmica com declarações que
são consideradas homofóbicas e racistas. É alvo de protestos de artistas, que
se manifestam contra a permanência de Feliciano no cargo de presidente da CDHM.
Com isso a campanha Marco Feliciano não me representa ganha força na web.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Segundo Azevedo...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&amp;nbsp;A
expressão &quot;não me representa&quot; é uma tolice autoritária, de viés
ditatorial, e um emblema da era da ignorância mimada e saliente. Ou &quot;Dilma
não me representa&quot;. E daí?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Houve
protestos no Rio e em São Paulo contra a permanência legal e democrática de
Feliciano. No RJ os organizadores do evento afirmaram que 1.500 manifestantes
saíram às ruas, mas a PM informou que foi apenas 150. Não estou falando que a
quantidade define quem está certo. Apenas chamo a atenção para o fato de que
aquele que promove um ato público está procurando demonstrar musculatura
popular - E se, por hipótese, os que querem que Feliciano fique na comissão reunirem
50 mil pessoas? Se a intolerância de uma maioria é fascismo, a de uma minoria é
ditadura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Então
a frase não passa de uma tolice autoritária, típica de gente que não entende o
que é processo democrático e pretende vencer no berro, e é um emblema desses
tempos de minorias mimadas pela imprensa e pelos Poderes constituídos. É claro
que Feliciano não representa esses gatos-pingados que vão às ruas ou milhares
pela internet. Os representantes dessa turma são outros. Jean Wyllys, por
exemplo, chegou à Câmara sobre uma montanha de 13 mil votos. Feliciano não os
representa, é certo, mas 212 mil pessoas votaram nele. Assim, quando um tolinho
levanta o cartaz &quot;não me representa&quot;, está supondo que o regime
democrático deve servir só aos propósitos do seu umbigo; existe para satisfazer
as suas vontades; compraz-se em cumprir a sua pauta. Ou é assim, ou eles
resolvem que é chegada a hora de cassar o mandato do eleito - &quot;afinal, ele
não nos representa&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Pergunta
até tola de tão óbvia: se os evangélicos saírem em marcha bradando cartazes de
Jean Wyllys com a frase “não nos representa”, isso seria expressão de
homofobia? “Ah, só porque ele é gay…” E Feliciano? Só porque é evangélico?
“Não! É porque ele é homofóbico e racista.” Lamento! As duas acusações são
improcedentes. No fim das contas, E É ESTE O JOGO QUE SE PRATICA, EMBORA NÃO SE
QUEIRA DIZER O NOME, essa celeuma toda existe porque ele é evangélico e tem uma
pauta que não coincide com as dos militantes. Sim, ele não os representa, mas
representa outros brasileiros, em número estupidamente maior. Feliciano
é um deputado do Parlamento brasileiro. Tem prerrogativas. A menos que cometa
um dos crimes que resultam em cassação de mandato — e isso não está configurado
—, seu mandato é intocável! “Ah, mas a gente não gosta dele!” Paciência! Dado o
jogo democrático, terão de engoli-lo — caso ele se mostre mesmo disposto a
resistir ao maior massacre de que tenho memória na imprensa para quem não
cometeu crime nenhum. Alguns políticos respondem politicamente pelos crimes de
que são acusados ou tantos outros que são eleitos (ex. José Genuíno, Paulo
Maluf e João Paulo Cunha), eles fizeram o quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;a)
Renunciam ao posto?;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;b)
estimulam a baderna;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;c)
chamam a Polícia Legislativa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Alguém
tem alguma dúvida sobre qual alternativa eles escolheram? Decidiram aderir à
pauta da imprensa e das celebridades para ver se os jornalistas esquecem, como
esqueceram, as suas biografias. Estão usando o caso Feliciano como lavanderia
da própria reputação. É só mais uma feiura que se junta a essa comédia de
erros. Vamos
parar com essa tolice de “não me representa”. O Parlamento, queridas minorias
mimadas e celebridades, não existe com o fito exclusivo de representá-las.
Também representa os outros, muito especialmente as… maiorias. A questão é
saber se se vai buscar o diálogo ou o confronto. Feliciano
só é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara porque os
petistas deram de ombros pra ela, não a quiseram. O PSC pleiteava outra, mas os
“cúpidos do bem” — desesperados para abarcar áreas mais influentes — não
quiseram negociar. Foi o que restou aos aliados. Antes mesmo que Feliciano
dissesse um “a”, começou a gritaria nas redes sociais, com Jean Wyllys à frente
e a adesão quase unânime da imprensa ao linchamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O
que quer dizer “não me representa”? Que o sujeito discorda das ideias do outro?
E daí? Nesse particular, a Dilma não me representa. O Lula nunca me
representou. Mas jamais propus que fossem depostos por isso. A governanta não ME
representa, já que não votei nela, mas representa um Poder. Igualzinho ao
Feliciano! A ignorância supostamente ilustrada do que seja democracia,
especialmente das celebridades, é de lascar! Vão se instruir um pouquinho!
Tentem saber como funciona o regime democrático.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ah,
sim, quase me esqueço: o Feliciano também não me representa. Como sou uma
democrata (e, diga-se de passagem, também uma cristã reformada), acho que ele
tem de cumprir seu mandato. É possível discordar de alguém sem aderir a uma
campanha de linchamento. É possível fazer-se ouvir no Congresso sem agredir os
fundamentos da democracia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A
propósito: as celebridades que estão emprestando a sua fama à causa representam
quem mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas
com tudo isso, eis que volta o debate sobre homossexualidade. &lt;b&gt;Algumas
considerações rápidas do Voltemos ao Evangelho:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;1)
Um discurso sem amor, sem graça e sem evangelho não é uma resposta cristã.
Moralismo, mesmo em defesa da família, não é uma resposta cristã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;2)
A prática homossexual é pecaminosa. Orgulho também. Farisaísmo também. Todos
enviam a pessoa para o inferno e Cristo pode salvar cada um daqueles que se
arrependerem e crerem no Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;3)
Um cristão deve, sim, abandonar a prática homossexual. Agora entenda, isso não
é como trocar de camiseta. Ame mais do que julgue. Você tem tentações
heterossexuais (e muitas vezes cai nelas) e nem por isso acha que está cortado
da graça. Não seja hipócrita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;4)
Estude o assunto antes de falar besteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Comece
com este excelente artigo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/02/como-deveriam-ser-os-debates-sobre-homossexualidade/#axzz2Q5UuGm00&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Trevin Wax – Como deveriam ser os debates sobre homossexualidade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Creio
que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. O calvinismo
define o pecado como qualquer falta de conformidade para com, ou transgressão
da lei de Deus. Salvo pela graça, ou seja, salvo do pecado e de seus efeitos, o
cristão é santificado por meio de uma obediência cada vez mais completa aos
Mandamentos de Deus. Todos
cremos na lei, de forma que todos cremos em legislar moralidade. Eu creio na
moralidade de Deus. Em qual moralidade você crê? Como
cristã tenho orado pelo Brasil rogando ao Deus Eterno que tenha misericórdia de
nós e que abençoe essa nação bem como também todos aqueles que se encontram
investidos de autoridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Pr. Paulo Cesar do grupo Logos disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Eu
sinto verdadeiro espanto no meu coração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Em
constatar que o evangelho já mudou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Quem
ontem era servo agora acha-se Senhor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;E
diz a Deus como Ele tem que ser ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas
o verdadeiro evangelho exalta a Deus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ele
é tão claro como a água que eu bebi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;E
não se negocia sua essência e poder&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Se
camuflado a excelência perderá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O
evangelho é que desvenda os nossos olhos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;E
desamarra todo nó que já se fez&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Porém,
ninguém será liberto, sem que clame&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Arrependido
aos pés de Cristo, o Rei dos reis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O
evangelho mostra o homem morto em seu pecar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sem
condições de levantar-se por si só ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A
menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;E
o justifique, e o apresente ao Pai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mostra
ainda a justiça de um Deus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Que
é bem maior que qualquer força ou ficção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Que
não seria injusto se me deixasse perecer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas
soberano em graça me escolheu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;É
por isso que não posso me esquecer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sendo
seu servo, não Lhe digo o que fazer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Determinando
ou marcando hora para acontecer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O
que Sua vontade mostrará.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O
evangelho é que desvenda os nossos olhos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;E
desamarra todo nó que já se fez&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Porém,
ninguém será liberto, sem que clame&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Arrependido
aos pés de Cristo, o Rei dos reis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Porém,
ninguém será liberto, sem que clame&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Arrependido
aos pés de Cristo, o Rei dos reis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Amo
o Evangelho, porque ele me limpa do pecado!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/4383124598132413236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/4383124598132413236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4383124598132413236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4383124598132413236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/04/marco-feliciano-e-polemica.html' title='Marco Feliciano e a polêmica: Ignorância Cristã VS. Política'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEir6OPaNlpnt9tsgOA_Zgbf9z2ZRTOg2ipyaVamfl7mC0QwH5jV8wCEQd_pSkr8qk3Q2wVUlOIOQEPOvb9U53pYKZWrNwgoOYVjwjbjjScpmQUaD5TE_hLrt9-AB8pr_ImvFjM1cNcmp2tU/s72-c/%C3%8Dndice+mf.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-1072530226705991052</id><published>2013-03-02T11:17:00.000-03:00</published><updated>2013-03-02T11:17:36.359-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="E-book gratuito"/><title type='text'>E-book Controvérsia: Como um Cristão Deve Lidar com Debates</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;Baixe gratuitamento o e-book&amp;nbsp;&lt;span&gt;&quot;&lt;a href=&quot;http://r20.rs6.net/tn.jsp?e=001nTPTiJvpmONTtBa7r-mFHgmi4sPz_Ag7T4Q07EEPVod84Klzm95D0LQniSlOXawsL4JlzpqDh2Pu81Zljg-3aOiqhdyH35TiMh7yYgCAazllY6rYV15i-gAnI-MUV2g2&quot; shape=&quot;rect&quot; style=&quot;color: black; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Controvérsia: Como um Cristão Deve Lidar com Debates&lt;/a&gt;&quot;, &lt;span&gt;com textos de John Newton e Sinclair Ferguson (entre outros),&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;traduzido pelo blog&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://r20.rs6.net/tn.jsp?e=001nTPTiJvpmONTtBa7r-mFHgmi4sPz_Ag7T4Q07EEPVod84Klzm95D0LQniSlOXawsL4JlzpqDh2Pu81Zljg-3aOiqhdyH35TiMh7yYgCAazllY6rYV15i-gAnI-MUV2g2&quot; shape=&quot;rect&quot; style=&quot;color: #333333; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Voltemos Ao Evangelho&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/07/controversia-como-um-cristao-deve-lidar-com-debates-e-book/#axzz2KoJrmucZ&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Clique aqui para baixar!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbeSpHXy0O-UDBIi9yiS6QKKw7tWWKbaf7ROR7Ux5X-yJ5_6AJwlWWDCAQLeqJR_5tvlU92QLfSsAIe8R3OHyud3YiCZmquPQGWDi79y8MbvuCd0oqRyvY96_hH2nG20adjIYy7GoSOPt9/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbeSpHXy0O-UDBIi9yiS6QKKw7tWWKbaf7ROR7Ux5X-yJ5_6AJwlWWDCAQLeqJR_5tvlU92QLfSsAIe8R3OHyud3YiCZmquPQGWDi79y8MbvuCd0oqRyvY96_hH2nG20adjIYy7GoSOPt9/s1600/images.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;268&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/1072530226705991052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/1072530226705991052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1072530226705991052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1072530226705991052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/03/e-book-controversia-como-um-cristao.html' title='E-book Controvérsia: Como um Cristão Deve Lidar com Debates'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbeSpHXy0O-UDBIi9yiS6QKKw7tWWKbaf7ROR7Ux5X-yJ5_6AJwlWWDCAQLeqJR_5tvlU92QLfSsAIe8R3OHyud3YiCZmquPQGWDi79y8MbvuCd0oqRyvY96_hH2nG20adjIYy7GoSOPt9/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-2092265338430806776</id><published>2013-03-02T11:13:00.002-03:00</published><updated>2013-03-02T11:13:37.651-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Wilson Porte"/><title type='text'> NAMORO: O que a Bíblia diz sobre isso? (Parte 1)</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Wilson Porte Jr.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpbjRJXT1bW1hrUXzpFH_QMketxRUPcQ2MRwg4uf8W3myfmNzqp_2PpmJsr1pKPVxY7RA-2ySy6PrKuxsueIV0VY3DhzGjmJld8j0fiFlZoQHk_8FsAHVWdlW2-qu2wHlwAHTTst8awxIm/s1600/namoroooooo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpbjRJXT1bW1hrUXzpFH_QMketxRUPcQ2MRwg4uf8W3myfmNzqp_2PpmJsr1pKPVxY7RA-2ySy6PrKuxsueIV0VY3DhzGjmJld8j0fiFlZoQHk_8FsAHVWdlW2-qu2wHlwAHTTst8awxIm/s1600/namoroooooo.jpg&quot; height=&quot;213&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Então, o que é o namoro? Uma vez que a Bíblia aparentemente não fala sobre isso, podemos praticá-lo como quisermos?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pois é, nós não encontramos a palavra 
“namoro” na Bíblia. Todavia, a Palavra de Deus fala de compromissos 
pré-nupciais (noivado) e pós-nupciais (sexo/casamento).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um bom exemplo que temos é o 
relacionamento entre José e Maria. Eles eram noivos e não se conheciam 
sexualmente (Mt 1.18 e Lc 1.27). Havia um compromisso sério entre eles, 
que, na época, eram provavelmente adolescentes. Casamentos aconteciam 
cedo há dois mil anos atrás. Diferentemente de nosso tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span id=&quot;more-5927&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O namoro é um traço de nossa cultura que
 não existia na época bíblica. Os cristãos dão ao namoro o mesmo peso do
 noivado, entendendo-o como uma preparação para o casamento. Para os 
cristãos, namoro não é curtição, mas preparação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cristãos não namoram para se conhecer. 
Cristãos namoram porque já se conhecem o suficiente para caminhar um 
tempo, rumo ao matrimônio. Eu costumo colocar o namoro na mesma 
categoria do noivado. A Bíblia não me dá a categoria “namoro”. Logo, eu a
 defino com aquilo que há de mais próximo dela, o noivado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bíblia não reconhece um relacionamento
 entre cristãos que não estejam se preparando para o casamento. Há 
muitos que afirmam: “será que todos os casais cristãos namoram para 
casar?” Realmente, eu não sei. Mas, deveriam! Se não podem pensar em 
casar, não devem nem começar a namorar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em meu artigo da semana que vem, veremos
 o que a Bíblia diz sobre a pessoa com quem o cristão deve namorar. Será
 com qualquer um? Veremos. Até lá!&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/2092265338430806776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/2092265338430806776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2092265338430806776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2092265338430806776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/03/namoro-o-que-biblia-diz-sobre-isso.html' title=' NAMORO: O que a Bíblia diz sobre isso? (Parte 1)'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpbjRJXT1bW1hrUXzpFH_QMketxRUPcQ2MRwg4uf8W3myfmNzqp_2PpmJsr1pKPVxY7RA-2ySy6PrKuxsueIV0VY3DhzGjmJld8j0fiFlZoQHk_8FsAHVWdlW2-qu2wHlwAHTTst8awxIm/s72-c/namoroooooo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-314073710248029867</id><published>2013-03-02T11:04:00.000-03:00</published><updated>2013-03-02T11:04:18.372-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'>Pastores, nós não somos curandeiros - Russell Moore </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/6KzutQO7QzM?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pastor, você já se sentiu esgotado, como
 se todo mundo olhasse para você e esperasse que você fizesse alguma 
mágica para resolver todos os problemas deles? Neste vídeo, Russell 
Moore nos convida a lembrar que nós fomos chamados à fidelidade.&lt;/div&gt;
&lt;span id=&quot;more-5932&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Transcrição&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Irmãos, nós não somos curandeiros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Digo isso porque há muitos anos atrás, 
eu ouvi um pastor dizer: “Sabe, me sinto como um curandeiro, pois eu 
venho às pessoas em suas situações e crises, eu oro por elas, faço 
aquilo que eu devo fazer, eu as visito, me levanto e prego meus sermões,
 e sinto como se todos esperassem algum tipo de magia de mim em todas as
 áreas de minha vida.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E quando ouvi esse pastor dizer isso, o 
que ouvi foi exaustão. E foi o tipo de exaustão que vem quando esperamos
 que nós mesmos sejamos o veículo da graça de Deus e da construção do 
reino de Deus, em vez do Espírito trabalhando através de nós. Há uma 
sensação de exaustão, de fadiga, de desapontamento quando vemos pessoas 
por quem dedicamos nossas vidas irem embora. Quando vemos ministérios 
pelos quais dedicamos nossas vidas, e eles não parecem crescer, e 
sentimos como se estivéssemos falhando, pois não temos a magia e os 
ingredientes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas as Escrituras não nos chamam à 
magia. Elas nos chamam à fidelidade, e nos dizem que os frutos que Jesus
 traz acontecem frequentemente muitíssimo tempo depois de partirmos. É 
realmente surpreendente para mim quando olho para o Novo Testamento. 
Todo mundo parece ter um complexo de messias, exceto o próprio Messias. 
Ele parece ser capaz de se afastar das multidões, de ver o propósito de 
Deus, de ver o plano de Deus, e de alegrar-se nesse tipo de 
tranquilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quero encorajá-los, pastores e líderes, 
que enquanto nos movemos e direção à fidelidade, e enquanto tentamos 
cumprir o ministério que nos foi dado, não façamos isso através de 
magia. Não façamos isso através de nossas próprias habilidades, ou 
nossos próprios dons. E não nos desesperemos quando olhamos à volta e 
dizemos: “Eu não vejo o que eu esperava ver.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É o poder de Deus. É o Evangelho de Jesus Cristo. Não é magia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por Russell D. Moore © 2013 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: &lt;a href=&quot;http://satisfacaoemdeus.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.satisfacaoemdeus.org&lt;/a&gt;. Original: &lt;a href=&quot;http://www.desiringgod.org/blog/posts/brothers-we-are-not-witchdoctors&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brothers, We Are Not&amp;nbsp;Witchdoctors&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: &lt;a href=&quot;http://www.blogfiel.com.br/2013/02/pastores-nos-nao-somos-curandeiros.html%20%E2%80%8E&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pastores, nós não somos curandeiros!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/314073710248029867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/314073710248029867' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/314073710248029867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/314073710248029867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/03/pastores-nos-nao-somos-curandeiros.html' title='Pastores, nós não somos curandeiros - Russell Moore '/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-4218323749858457261</id><published>2013-02-21T13:50:00.000-03:00</published><updated>2013-02-21T13:52:21.818-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'>O Agir do Espírito Santo - Steven Lawson</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/0YveTybblQM?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trecho da mensagem pregada por Steven Lawson na Conferência Fiel para Pastores e Líderes 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeos Completos: http://www.editorafiel.com.br/detalhes_videoteca.php?id_conf=54 </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/4218323749858457261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/4218323749858457261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4218323749858457261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4218323749858457261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/o-agir-do-espirito-santo-steven-lawson.html' title='O Agir do Espírito Santo - Steven Lawson'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-1305967130035313232</id><published>2013-02-21T13:48:00.000-03:00</published><updated>2013-02-21T13:51:49.466-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'>A Harmonia da Diversidade - Sillas Campos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/t0vprOoC3uU?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trecho da mensagem pregada por Sillas Campos na Conferência Fiel para Pastores e Líderes 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeos Completos: http://www.editorafiel.com.br/detalhes_videoteca.php?id_conf=54</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/1305967130035313232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/1305967130035313232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1305967130035313232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1305967130035313232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/a-harmonia-da-diversidade-sillas-campos.html' title='A Harmonia da Diversidade - Sillas Campos'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-695816504718154821</id><published>2013-02-17T15:19:00.003-03:00</published><updated>2013-02-17T15:19:40.768-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A Glória de Deus no Chamado para Pregar às Nações</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4BQV_vaKUXy4XRwQ80ZLSMlV_aJvDbns6Ce8m7WpnCqSCec5LyFOgBwtN3kbYet9PlGA_9vwMxq1IQ-bbzGAxBvcy6kpMae8UfJlpcaBWXq6NmXZcNwMLk4fDayhNybbwgx9pch9qM9RC/s1600/00056.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4BQV_vaKUXy4XRwQ80ZLSMlV_aJvDbns6Ce8m7WpnCqSCec5LyFOgBwtN3kbYet9PlGA_9vwMxq1IQ-bbzGAxBvcy6kpMae8UfJlpcaBWXq6NmXZcNwMLk4fDayhNybbwgx9pch9qM9RC/s1600/00056.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;strong&gt;Franklin Ferreira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Gostaria de usar o texto de Jeremias 
1.4-19 para tratar de três temas vitais ao ministério cristão de ensino:
 a vocação, a pregação e seu conteúdo, e a coragem necessária para 
permanecer firme. Na verdade, gostaria de usar o texto de Jeremias como 
um texto de formação, que entrelace nossas vocações de ensino à vocação 
de Jeremias, que nos ajude a recuperar o senso de chamado para pregar a 
mensagem de Deus às nações. Antes de continuar, fazem-se necessárias 
algumas palavras introdutórias. Jeremias, que significa &quot;aquele que 
exalta o Senhor&quot;, começou seu ministério no reinado de Josias, que 
iniciou uma reforma e renovação da aliança, de curta duração. Ele 
pertencia a uma família de sacerdotes e recebeu seu chamado quando tinha
 18 anos, na segunda década do século sétimo a.C., na pequena cidade de 
Anatote, a cinco quilômetros de Jerusalém. Na verdade, Jeremias viveu em
 meio a um turbulento momento político na história da região: a Assíria 
entrara em declínio como império, o Egito tentava recuperar sua 
influência, e a Babilônia era o poder em ascensão no leste. Pouco 
depois, Josias foi morto em Megido e, em rápida sucessão, três de seus 
filhos, Joacaz, Jeoaquim e Zedequias, e um neto, Joaquim, sucederam-no 
no trono. Por não temerem a Deus, esses reis conduziram o povo da 
aliança aos eventos mais devastadores da história de Judá: a invasão 
babilônica, a destruição do templo e o exílio no estrangeiro.&lt;br /&gt;
 Nós
 hoje vivemos numa encruzilhada da história. A igreja tem crescido 
globalmente. Aqui no Brasil há muitos pastores devotos, crentes sérios, 
igrejas saudáveis, sinais da obra do Espírito Santo. Ao mesmo tempo, há 
superficialidade e infidelidade bíblica, traição ministerial, divisões, 
idolatria por crescimento de igreja a qualquer custo. Na esfera pública 
temos governos populistas, corrupção, pessoas morrendo em portas de 
hospitais, violência crescendo assustadoramente e impunidade ampla, 
geral e irrestrita. Há preocupantes sinais de ameaças à liberdade de 
culto e de expressão. Diante desse quadro, (1) qual deve ser a imagem 
cultivada por aqueles chamados a obedecer à ordem de pregar a palavra de
 Deus? (2) Qual deve ser o conteúdo de tal mensagem? (3) Como aqueles 
chamados a pregar essa soberana Palavra devem se portar?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Vocação (4-8)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Vamos
 nos deter um pouco nos versículos 4-7: O relato começa com a afirmação 
&quot;a mim me veio, pois, a palavra do Senhor&quot; (Jr 1.4). Essas palavras ou 
expressões equivalentes ocorrem outras vezes no livro (Jr 7.1; 11.1; 
14.1; 16.1; 18.1). A palavra way&#39;hi (&quot;continuou a vir&quot;) sugere que este 
chamado veio não de forma súbita, mas de forma persistente. &quot;Antes que 
eu te formasse&quot;: estas primeiras palavras do Senhor a Jeremias revelam 
que foi iniciativa de Deus o fato de ele ter sido escolhido para ser 
profeta. O nome de Deus domina a cena: nessa pequena passagem o nome do 
Senhor é citado 12 vezes! Ele o predestinou para anunciar a mensagem, e 
antes mesmo de seu nascimento, Jeremias foi consagrado (&quot;separado&quot;, 
&quot;santificado&quot;) por Deus para essa tarefa (Jr 1.5; cf. Gl 1.15). Desde a 
concepção até a consagração, Deus tinha preparado cada etapa do 
processo, conhecendo todas as necessidades e sabendo como supri-las. Em 
outras palavras, Jeremias recebeu o caráter e a personalidade 
necessários para a obra profética. &quot;E te constituí&quot;: significa &quot;dei&quot;, 
isto é, antes mesmo de Jeremias nascer ele foi dado. Essa é a maneira de
 Deus agir. Ele fez isso com seu próprio Filho, Jesus Cristo (Jo 3.16). 
Deus o ofereceu às nações. Deus continua enviando aqueles que ele chama a
 pregar às nações, em obediência ao chamado e em imitação a seu Filho 
(1Co 11.1).&lt;br /&gt;
 Por outro lado, a reação de Jeremias mostra que ele 
não era voluntário (Jr 1.6). Ele menciona sua idade: &quot;Eis que não sei 
falar, porque não passo de uma criança&quot;. Na verdade, ele não queria 
dizer que era uma &quot;criança&quot;, mas que ainda não chegara aos trinta anos, 
que era o tempo quando os levitas iniciavam oficialmente seu ministério,
 sendo, portanto, muito jovem para atender o chamado. Mas Deus responde a
 objeção: &quot;Não digas: Não passo de uma criança&quot; (Jr 1.7). A compreensão 
de que ele tinha sido escolhido como instrumento da revelação de Deus 
para uma geração endurecida forneceu a convicção de que sua missão 
provinha de Deus, e levou-o a proclamar a palavra do Senhor a uma nação 
teimosa e rebelde. E ele recebeu forças da comunhão constante com Deus 
em oração (cf. Jr 12-20, as cinco &quot;confissões&quot; de Jeremias). &quot;Porque a 
todos a quem eu te enviar irás; e tudo quanto eu te mandar falarás&quot;: 
Quanto mais próximo do exílio, o cumprimento da profecia, mais sua 
timidez inicial é substituída por coragem, o que mostra o quanto ele 
amadureceu em sua vocação.&lt;br /&gt;
 Como acontece com Jeremias no 
versículo 8, os servos de Deus receberam muitas vezes a ordem &quot;não 
temas&quot;, como Abraão (Gn 15.1), Moisés (Nm 21.34; Dt 3.2), Daniel (Dn 
10.12, 19), Maria (Lc 1.30), Simão (Lc 5.10) e Paulo (At 27.24). Diante 
do medo, uma emoção terrível e paralisante, Deus assegura que sustentará
 seu servo. Jeremias não estaria livre de oposição e até de perigo 
físico, porém cumpriria seu ministério em todas as dificuldades, porque 
Deus estaria com ele para fortalecê-lo. Portanto, Jeremias submeteu-se à
 sua vocação. E, mesmo sem sair de Jerusalém, ele seria um profeta às 
nações – a mensagem de Deus ecoaria por Egito, Filistia, Moabe, Amom, 
Edom, Damasco, Quedar, Hazor, Elão e Babilônia (Jr 46-51). Talvez, como 
Jeremias, nunca viajemos para fora de nosso país para anunciar a 
mensagem de Deus. Mas, ainda assim, podemos ser instrumentos para levar a
 Palavra de Deus às nações.&lt;br /&gt;
 Parece que o estilo de vida dos 
homens que exercem hoje a vocação profética no Brasil está em ruínas. 
Esta vocação proclamadora foi substituída por estratégias comandadas por
 burocratas religiosos munidos de planos de negócios. Pensa-se hoje no 
pastor como alguém &quot;que faz as coisas&quot; ou que &quot;faz as coisas 
acontecerem&quot;. Pastores construtores de templos. Pastores 
administradores. Pastores executivos. Pastores seniores. Essa definição 
se aplica aos modelos básicos de liderança em nossa cultura: políticos, 
homens de negócios, celebridades e atletas. Mas nossa vocação precisa 
ser modelada por Deus, pelas Escrituras e pela oração. O elemento 
central da vocação profética não é de alguém &quot;que faz as coisas&quot;, e sim 
de alguém colocado na comunidade para estar atento e chamar a atenção ao
 que Deus fala em sua Palavra, palavra de juízo e denúncia, mas palavra 
de graça, misericórdia e renovação.&lt;br /&gt;
 Neste sentido, precisamos 
relembrar: Deus chama alguns membros da santa comunidade sacerdotal para
 pregar o evangelho, as boas novas da livre graça de Deus. Essa vocação é
 uma obra interna de Deus, que chama os servos da Palavra. E embora seja
 interno, o chamado para o ministério inevitavelmente virá acompanhado 
por um testemunho externo. Ou seja, aqueles chamados para a pregação da 
Palavra demonstrarão dons e aptidões para o exercício do ministério. 
Eles são equipados pelo Espírito Santo para pastorear, evangelizar, 
pregar e ensinar – e frutos visíveis serão evidenciados por conta desse 
chamado interno. E será confirmado diante da igreja este chamado 
interno, por conta dos frutos externos da obra da graça que já aconteceu
 interiormente. Portanto, a vocação profética não pode ser reduzida a 
mero trabalho. Este pode ser quantificado e avaliado. Pode-se dizer se 
este chegou ao fim ou não, assim como se pode ser contratado ou 
demitido. Uma vocação não é um trabalho. A vocação profética é sobre a 
pregação da Palavra, sobre a administração dos sacramentos, sobre chamar
 o povo de Deus a adorar o Pai, Filho e Espírito Santo, é sobre lembrar 
semanalmente à comunidade da fé os privilégios e responsabilidades da 
aliança.&lt;br /&gt;
 Karl Barth afirmou que quem não houver sido chamado para
 pregar, que não o faça, pois não será pequeno mal que causará se subir 
ao púlpito sem haver sido escolhido por Deus para isto. Por outro lado, 
se você foi chamado para anunciar a santa Palavra, você só tem um, e um 
único oficio: anunciar fielmente &quot;todo o desígnio de Deus&quot; (At 20.27), 
portando-se como alguém que pertence exclusivamente ao Senhor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Conteúdo e Pregação (9-16)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Analisando
 os versículos 9-10, percebemos que tocando na boca do jovem, Deus 
simboliza a comunicação de sua mensagem. Agora o Senhor proclama sua 
mensagem às nações tendo Jeremias por arauto. Para transmitir esta 
mensagem, Deus usa metáforas baseadas na agricultura e na construção, 
constituída por três pares de verbos, os dois primeiros negativos e o 
terceiro positivo: o profeta deve arrancar e derribar, destruir e 
arruinar para então edificar e plantar (Jr 1.10). Toda a corrupção na 
nação deve ser arrancada e derrubada, e somente depois disto é que se 
pode edificar e plantar de novo. Portanto, a mensagem do profeta teria 
duas funções. Em primeiro lugar, essa mensagem era uma declaração sobre a
 maldição da aliança que seria executada em seu devido tempo (Dt 
28.1-68). Em segundo lugar, as bênçãos da aliança se tornariam 
realidade. Deus quer renovar, reconstruir e restaurar seu povo, mas 
antes da renovação é necessária a remoção radical do pecado e da 
infidelidade à aliança e eleição. A ruína é inevitável, enquanto a nação
 persistir no pecado, mas a palavra de renovação oferece esperança de 
restauração. Usando a linguagem do Novo Testamento, Deus tem primeiro de
 remover o pecado, antes de o pecador começar a crescer na graça e no 
conhecimento de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;
 Jeremias, entretanto, é humano. Ele
 reage inicialmente com medo e inadequação. São reveladas então a 
Jeremias duas visões inaugurais, descritas nos versículos 11-13. A 
primeira é a de &quot;uma vara de amendoeira&quot; (Jr 1.11). Em hebraico, a 
palavra &quot;amendoeira&quot; (shaqéd) e o verbo &quot;eu velo sobre&quot; (shoqéd) têm som
 semelhante. Há um jogo de palavras aqui que ilustra a prontidão com que
 Deus cumpre suas promessas. Sempre que o profeta visse a cada primavera
 uma amendoeira em flor, ele seria lembrado de que o Senhor está 
observando para assegurar que sejam cumpridas todas as palavras 
transmitidas em seu nome (Jr 1.12). A segunda visão tinha um tom mais 
sinistro, &quot;uma panela ao fogo&quot; (ou &quot;fervendo&quot;), literalmente uma panela 
sobre a qual alguém sopra, e cuja boca se inclina do Norte, indicando 
que seu conteúdo se derrama em direção ao sul (Jr 1.13). Essa visão 
indica a invasão babilônica, que virá do norte (Jr 20.4).&lt;br /&gt;
 Percebemos
 nos versículos 14-16 que o exército da Babilônia executará o propósito 
de Deus de punir a idolatria de Judá e a quebra da aliança do Sinai. O 
verbo qtr, &quot;queimar incenso&quot; (Jr 1.16), é usado em outras passagens 
significando queimar a gordura dos sacrifícios (cf. 1Sm 2.16; Sl 66.15).
 A tensão entre o culto aos ídolos e a adoração exclusiva ao Senhor 
chegaram ao clímax. A guerra viria para interromper um modo de vida 
inútil, impuro e indolente, obrigando o povo a voltar seus olhos para o 
que é essencial e eterno. Mas Jeremias não vai trazer o fim por meio da 
espada ou da ação política. Ele é chamado a proclamar a palavra do 
Senhor quantas vezes for necessário, custe o que custar, e um alto preço
 será exigido dele.&lt;br /&gt;
 Aqueles chamados ao ofício de anunciar a 
Palavra de Deus não são chamados a trocar a mensagem da aliança pelo 
discurso político. Nenhuma ideologia é absoluta e nem pode ser 
confundida com o evangelho. Sempre que a igreja ou mesmo pastores e 
teólogos identificaram determinada ideologia com o reino de Deus ou com a
 mensagem bíblica, essa foi não apenas distorcida, mas acabou sendo 
perdida. Portanto, a preocupação primeira daqueles chamados a anunciar a
 Palavra de Deus não é tanto com a mudança da sociedade civil, mas com a
 reforma e renovação da igreja por meio da mensagem de Deus. Aqueles 
chamados ao ofício de anunciar a palavra de Deus não são chamados para 
lidar com aqueles que ouvem e se submetem à mensagem profética como se 
fossem problemas. É fácil reduzir as pessoas a problemas, pois na maior 
parte das vezes é fácil solucionar esses problemas. Mas os profetas são 
chamados a conduzir as pessoas dos ídolos a Deus, da rebelião para a 
aliança, por meio da Palavra, da adoração e da oração. Aqui somos meros 
instrumentos nas mãos de Deus. As pessoas não devem ser vistas como 
problemas em busca de solução, mas como pecadores que podem ser 
renovados à imagem de Deus. Portanto, a vocação é sobre conduzir as 
pessoas a Deus, por meio de sua Palavra, em humildade. Trata-se de 
permanecer junto ao povo.&lt;br /&gt;
 A tentação à qual os profetas estão 
sujeitos é considerar Deus uma mercadoria, utilizá-lo para legitimar a 
idolatria (cf. Jr 23.21-40). Qual é, então, o conteúdo da mensagem 
profética? Deve-se conhecer o Senhor (Jr 8.7; 24.7; 31.31-34). Este 
conhecimento se dá por meio do Messias, o Renovo Justo, descendente de 
Davi, que executa juízo e justiça na terra (Jr 33.14-18), a fonte de 
águas vivas (Jr 2.13), o bálsamo de Gileade (Jr 8.22), o Bom Pastor (Jr 
23.4), o Renovo Justo (Jr 23.5), o Senhor justiça nossa (Jr 23.6), 
aquele que trará a nova aliança (Jr 31.31-34). E este novo conhecimento 
redunda em preocupação pelo aflito e necessitado e na prática da justiça
 e retidão.&lt;br /&gt;
 A mensagem profética é o convite para &quot;voltar&quot; (Jr 
4.1-2; cf. 9.24; 22.2, 13, 15; 23.5; 33.15). Este termo e seus cognatos 
foram usados quase cem vezes neste livro e são o significado literal da 
palavra &quot;arrependimento&quot;. Implica voltar-se dos próprios caminhos para a
 aliança (Jr 6.16), é um chamado à comunidade para um retorno à 
&quot;verdade&quot;, &quot;juízo&quot; e &quot;justiça&quot;. Em suma, o povo é chamado ao 
arrependimento e ao conhecimento de Deus por meio do Messias. E o 
remédio de Deus para o coração enfermo (Jr 17.9) será gravar sua lei no 
coração da nova comunidade (Jr 31.31-34). Portanto, o verdadeiro profeta
 é aquele que procura distanciar o povo do mal, enfatizando as 
exigências de Deus na aliança (Jr 23.14, 22).&lt;br /&gt;
 Usando a linguagem 
do Novo Testamento, aqueles dentre nós chamados ao santo ministério da 
Palavra, devem pregar as realidades grandiosas e magníficas de Deus e do
 Espírito Santo, da Escritura e da criação, da cruz de Cristo e da 
aliança, da salvação e de uma vida santa, a oração, o batismo, a santa 
ceia. E isso deve ser pregado no púlpito, nas salas de aula e na 
visitação pastoral, ansiando por vidas moldadas pela Palavra de Deus, 
renovada pelo Espírito Santo, de uma humildade disposta ao sacrifício, 
que erguem a Deus um louvor santo, sofrendo sem perder o contentamento, 
orando sem cessar, perseverando na santidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Segurança (17-19)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na
 seção composta dos versículos 17-19 podemos ver que o desânimo que o 
profeta sentiu ao entender o conteúdo da profecia é combatido por uma 
ordem direta: &quot;cinge os lombos&quot; (Jr 1.17), que pode ser traduzida como: 
&quot;e você, prepare-se!&quot; A frase é um termo militar hebraico usado para 
descrever um soldado vestido e devidamente preparado para tomar sua 
espada. Antes mesmo de nascer, ele foi convocado para lutar nessa 
batalha. Não lhe foram concedidos alguns anos nos quais pudesse refletir
 e decidir em que lado se posicionaria ou mesmo se iria lutar. Ele foi 
escolhido. Deus o chamou para ser um guerreiro. Então, ele deve ser fiel
 ao anunciar a Palavra de Deus e não deve temer a ninguém. Mais do que 
isso, o Senhor incita Jeremias a se preparar para a batalha. Se Jeremias
 perder sua coragem, Deus o abandonará por sua falta de fé: &quot;Não te 
espantes diante deles, para que eu não te infunda espanto na sua 
presença&quot;. Devemos entender: há uma verdadeira batalha espiritual sendo 
travada. Há maldade, crueldade e infelicidade. Há superstição e 
ignorância; brutalidade e dor. Não existe zona neutra no Universo. Cada 
centímetro quadrado é área de combate. Deus se levanta contra tudo isso.
 Ele está salvando, resgatando, abençoando, provendo, julgando, 
renovando: &quot;Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar 
vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra,
 insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com 
toda a longanimidade e doutrina&quot; (2Tm 4.1-2).&lt;br /&gt;
 Deus, então, faz 
uma das promessas mais ricas que ele pode fazer aos seus servos: &quot;Tu, 
pois, cinge os lombos, dispõe-te e dize-lhes tudo quanto eu te mandar; 
não te espantes diante deles, para que eu não te infunda espanto na sua 
presença. Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de 
ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá,
 contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu 
povo. Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão&quot;. Mesmo com todos contra
 ele, Deus estará ao seu lado, fazendo-o invencível. A presença de Deus 
lhe dá a certeza de que ele será uma fortaleza invencível, firme como 
uma &quot;coluna de ferro&quot; e resistente aos ataques como &quot;muros de bronze&quot;. E
 sua mensagem afetará pessoas de todas as classes sociais em Judá, dos 
líderes políticos e sacerdotes ao cidadão comum.&lt;br /&gt;
 No início do 
verão de 1942, uma crente luterana, Sophie Scholl, participou da 
produção e distribuição de panfletos de um pequeno movimento de 
resistência pacífica chamado Rosa Branca. Ela foi presa, junto com seu 
irmão, Hans Scholl, e outro universitário, Christoph Probst, em 18 de 
fevereiro de 1943, depois que o reitor da Universidade de Munique os 
surpreendeu distribuindo esses panfletos no pátio da universidade. Em 22
 de fevereiro de 1943 os três foram julgados em menos de quatro horas, 
acusados de alta traição e decapitados no mesmo dia. Suas últimas 
palavras foram: &quot;Como podemos esperar que a justiça prevaleça quando são
 poucos os que estão dispostos a se doarem individualmente a uma causa 
justa? Um dia bonito e ensolarado, e eu tenho de partir, mas o que 
importa a minha morte, se através de nós milhares de pessoas forem 
despertadas e instadas à ação?&quot; Sophie Scholl foi martirizada com 21 
anos. Mesmo tão jovem, ela se opôs ao totalitarismo nazista, por causa 
de sua fé, num contexto de repressão, censura e conformismo. Isso é 
coragem invencível! Se você foi chamado a anunciar a Palavra, fique 
firme! A promessa e a graça de Deus estão com você! Como diz a canção do
 grupo Logos:&lt;br /&gt;
 Meu servo, não temas!&lt;br /&gt;Não temas, pois eu te escolhi!&lt;br /&gt;Sei que é difícil, mas confia em mim!&lt;br /&gt;Confia em mim e então,&lt;br /&gt;Tu verás o meu poder!&lt;br /&gt;
 Durante
 seus quarenta anos de ministério, Jeremias foi invencível. Diversas 
vezes passou por intensa agonia, mas não traiu sua vocação. Ele foi 
desprezado e perseguido, mas jamais deixou de anunciar a mensagem de 
Deus. Ele foi tremendamente pressionado para que fizesse concessões, 
desistisse e se escondesse, porém, jamais cedeu. Cada músculo do seu 
corpo foi exigido até o limite da fadiga. Mas ele foi corajosamente 
&quot;coluna de ferro&quot; e &quot;muros de bronze&quot;. Muitos se oporiam, mas Deus 
prometeu estar com ele e protegê-lo: &quot;Eu sou contigo, diz o Senhor, para
 te livrar&quot; (Jr 1.19).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Jeremias
 foi o profeta mais rejeitado e resistido da história israelita. Ele 
recebeu a ordem de não se casar ou ter filhos (Jr 16.1-4), uma 
experiência incomum de celibato. Experimentou oposição, castigos e 
prisões (Jr 11.18-23; 12.6; 18.18; 20.7; 26.9-19; 28.5-17; 37.11-38.28).
 Muitas vezes é chamado de o &quot;profeta chorão&quot; (Jr 9.1; 13.17; 14.17). 
Quando levado para o Egito, contra a sua vontade, caiu no esquecimento –
 de acordo com a tradição, ele morreu naquele país, dez anos depois, 
apedrejado por seus compatriotas, que ainda se recusavam a aceitar sua 
mensagem. Mas não somos chamados a andar por vista, mas por fé. Jeremias
 foi grandemente honrado pelos escritores do Novo Testamento. Sua 
profecia é citada 40 vezes, a metade no Apocalipse (cf. 50.8; Ap 18.4; 
50.32; Ap 18.8; 51.59s; Ap 18.24s). A mais longa citação do Antigo 
Testamento no Novo Testamento é a passagem da &quot;nova aliança&quot; (Jr 
31.31-34; cf. Hb 8.8-13). As denúncias de Jeremias contra o povo como 
incircunciso de coração e ouvido (Jr 6.10; 9.26) foram repetidas por 
Estevão (At 7.51), uma pregação que lhe custou a vida. As lições tiradas
 da visita à casa do oleiro (Jr 18.1-10) foram aplicadas por Paulo ao 
chamado dos gentios por Deus (Rm 9.20-24). E Jeremias, que foi 
considerado o mais humano dos profetas, recebeu a maior honra, ter sido 
comparado ao Filho do Homem (Mt 16.14). Que obedeçamos nossa vocação, 
preguemos fielmente a mensagem recebida, que finquemos os pés no chão 
com coragem, para que em tudo Deus seja glorificado.&lt;br /&gt;
 &quot;Todavia, o 
meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito. 
Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o 
Senhor. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o 
manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não 
retêm as águas&quot; (Jr 2.11-13).&lt;br /&gt;
 &quot;Dai glória ao Senhor, vosso Deus, 
antes que ele faça vir as trevas, e antes que tropecem vossos pés nos 
montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em sombra de
 morte e a reduza à escuridão&quot; (Jr 13.16).&lt;br /&gt;
 &quot;Não nos rejeites, por
 amor do teu nome; não cubras de opróbrio o trono da tua glória; 
lembra-te e não anules a tua aliança conosco&quot; (Jr 14.21).&lt;br /&gt;
 &quot;Ó 
Senhor, Esperança de Israel! Todos aqueles que te deixam serão 
envergonhados; o nome dos que se apartam de mim será escrito no chão; 
porque abandonam o Senhor, a fonte das águas vivas. Cura-me, Senhor, e 
serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor&quot; (Jr 
17.13-14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Issiaka Coulibaly, &quot;Jeremias&quot;, em Tokunboh Adeyemo (ed. geral), Comentário bíblico africano. São Paulo: Mundo Cristão, 2010.&lt;br /&gt;Karl Barth, Carta aos Romanos. São Paulo: Fonte Editorial, 2009.&lt;br /&gt;F. Cawley, &quot;Jeremias&quot;, em F. Davidson (ed.), Novo comentário da Bíblia. São Paulo: Vida Nova, s/d.&lt;br /&gt;J. G. S. S. Thomson, &quot;Jeremias&quot;, em J. D. Douglas (ed.), Novo dicionário da Bíblia. São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 794-800.&lt;br /&gt;R. K. Harrison, Jeremias e lamentações; introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova &amp;amp; Mundo Cristão, 1989.&lt;br /&gt;Eugene H. Peterson, Memórias de um pastor. São Paulo: Mundo Cristão, 2011.&lt;br /&gt;Eugene H. Peterson, Ânimo; o antídoto bíblico contra o tédio e a mediocridade. São Paulo: Mundo Cristão, 2008.&lt;br /&gt;J.
 R. Soza, &quot;Jeremias&quot;, em T. Desmond Alexander &amp;amp; Brian S. Rosner, 
Novo dicionário de teologia bíblica. São Paulo: Vida, 2009, p. 324-329.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Editora Fiel &lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/695816504718154821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/695816504718154821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/695816504718154821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/695816504718154821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/a-gloria-de-deus-no-chamado-para-pregar.html' title='A Glória de Deus no Chamado para Pregar às Nações'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4BQV_vaKUXy4XRwQ80ZLSMlV_aJvDbns6Ce8m7WpnCqSCec5LyFOgBwtN3kbYet9PlGA_9vwMxq1IQ-bbzGAxBvcy6kpMae8UfJlpcaBWXq6NmXZcNwMLk4fDayhNybbwgx9pch9qM9RC/s72-c/00056.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-3154204680933954386</id><published>2013-02-17T15:11:00.003-03:00</published><updated>2013-02-17T15:11:51.177-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A Primazia da Glória de Deus</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;center&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ4BHPl15nfEZqLZpJbRbFd8yRtc4oBsLBx1nJOtZtWkZtSaPbFUUUydBDkUk9Wmjaw9qPwjrdxWrRDYvHrSqkbawBFjq0qvOXa6OqUYHPT_rMFbHiPjvVeaCsQF_oMCLKmXnsiTot91d-/s1600/00085.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ4BHPl15nfEZqLZpJbRbFd8yRtc4oBsLBx1nJOtZtWkZtSaPbFUUUydBDkUk9Wmjaw9qPwjrdxWrRDYvHrSqkbawBFjq0qvOXa6OqUYHPT_rMFbHiPjvVeaCsQF_oMCLKmXnsiTot91d-/s1600/00085.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Matt Chandler&lt;/b&gt; é o pastor da The 
Village Church, que conta com uma frequência de 10.000 pessoas em seus 
cultos, na região metropolitana de Dallas, Texas, EUA. Matt é autor e 
preletor em conferências teológicas nos EUA e seus sermões são acessados
 aos milhares pelo iTunes. Antes de assumir o pastorado em The Village 
Church, Matt exerceu, durante dez anos, um vibrante ministério 
itinerante de pregação do evangelho nos EUA e em outros países, 
anunciando a glória de Deus e a beleza do evangelho de Jesus Cristo.&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&amp;nbsp;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&amp;nbsp;&lt;/center&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;Ao examinarmos o que &lt;em&gt;é &lt;/em&gt;a
 criação, em toda sua maravilha e diversidade, e ponderarmos como essa 
criação veio a existir, temos de nos lembrar de que toda a complexidade e
 beleza do Universo não foi feita com a intenção de acabar em si mesma, 
mas sim, traçar sua origem ao Criador.&lt;br /&gt;
 Deus criou tudo, e tudo 
que fez era bom, mas aquilo que criou para ser bom não era um fim em si 
mesmo, foi-nos dado como bom para que nós fôssemos impelidos a adorá-lo.
 Noutras palavras, quando você e eu tomamos um bocado de comida, isso 
deveria nos induzir à adoração – não da comida, claro, mas do Criador 
dos alimentos. Quando eu ou você sentimos o calor do abraço de nosso 
filho, isso deveria atiçar em nós a adoração. Ao sentir o calor do sol 
em nosso rosto, isso deveria criar adoração. Quando sentimos o cheiro da
 chuva, isso deveria fazer com que adorássemos quem a fez. Poderíamos 
continuar com exemplo após exemplo, sem fim. A bondade da criação não é 
para declarar a si mesma, mas agir como sinaleiro que aponte para o céu.
 Por esta razão é que Paulo podia dizer: &quot;Portanto, quer comais, quer 
bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus&quot;
 (1Co 10.31). Ele trabalha com o pressuposto de que qualquer coisa que 
façamos pode ser feito para a glória de Deus.&lt;br /&gt;
 Afinal, nunca estamos em estado de &lt;em&gt;não adoração&lt;/em&gt;.
 É fácil ver que fomos criados para adorar. Somos totalmente 
desesperados por isso. Desde o fanatismo nos esportes até os tablóides 
das celebridades, e todas as outras espécies de &lt;em&gt;voyeurismos &lt;/em&gt;que
 hoje em dia são normais em nossa cultura, evidenciamos que fomos 
criados para olhar para algo além de nós mesmos e nos maravilharmos, 
desejarmos, gostarmos com zelo, amarmos com afeto. Nossos pensamentos, 
nossos desejos, nossos comportamentos são sempre orientados a alguma 
coisa, ou seja, sempre estamos adorando – atribuindo valor a algo. Se 
não for Deus, o alvo desse culto é algum ídolo. Mas de qualquer jeito, 
não há como desligar o interruptor de adoração de nossos corações. Tim 
Keller escreve: &lt;br /&gt;
 &lt;center&gt;
&lt;em&gt;Quando o seu significado na vida
 é endireitar a vida de outro, pode ser que chamem isso de 
&quot;codependência&quot;, mas na verdade, é idolatria. Um ídolo é aquilo que você
 vê e diz no fundo do coração: se eu tiver isso, sentirei que minha vida
 tem propósito, saberei que tenho valor, obterei significado e 
segurança. Existem muitas maneiras de descrever essa espécie de relação 
com alguma coisa, mas talvez a melhor delas seja a palavra adoração.&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
Na
 verdade, cada vez que orientamos o âmago de nosso coração a alguma 
coisa, estaremos adorando essa coisa. O alvo das Escrituras é dirigir 
nossa adoração ao único Deus verdadeiro do Universo, e o próprio 
Universo foi projetado, não para ocupar nosso culto, mas para mover o 
mais íntimo de nosso coração a contemplar o seu Deus. Os céus, afinal, 
não proclamam a glória de si mesmos, mas a glória de Deus.&lt;br /&gt;
 Sendo 
assim, a criação nos leva a olhar algo além de nós e nos maravilharmos 
disso. Toda a criação nos foi dada para que contemplássemos o tremendo 
Deus que tudo criou e o fez bom. João Calvino escreve:&lt;br /&gt;
 &lt;center&gt;
&lt;em&gt;Desde
 a criação do Universo, ele criou as insígnias pelas quais mostra-nos 
sua glória em todo tempo e todo lugar que lançarmos os olhos... Como a 
glória de seu poder e sabedoria brilham mais no alto, o céu muitas vezes
 é chamado de seu palácio... No entanto, onde quer que lancemos os 
olhos, não existe um único lugar no Universo onde não possamos discernir
 pelo menos algumas centelhas de sua glória.&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
Isso
 coloca sobre nós a responsabilidade de exercer domínio sobre a criação 
para a glória de Deus, não para nossa própria glória nem pela própria 
criação. Porque Deus declarou boa a criação, temos a responsabilidade, 
como mordomos, de cuidar bem dela, não como servos da criação, mas como 
servos de Deus. Isso torna o que muitas vezes chamamos de &quot;cuidados da 
criação&quot; um aspecto válido da responsabilidade de sermos bons mordomos 
da boa dádiva de Deus, mas torna a adoração da criatura ou criação algo 
totalmente fora dos limites aceitos por Deus. Assim, os que colocam o 
mundo natural, seja ela a flora ou fauna, em valor maior do que os seres
 humanos estão envolvidos em idolatria. Igualmente, quem coloca um 
objeto de culto – quer o chamem de deus ou deusa ou qualquer outra coisa
 – dentro da própria criação, está envolvendo idolatria. Dessa espécie 
de disfunção de adoração, temos desde a espiritualidade da Nova Era até o
 panteísmo e até o eco-terrorismo anárquico. Qualquer pessoa que quer 
queimar um prédio onde moram pessoas para salvar árvores, ou arpoar um 
marinheiro para salvar as baleias, está presa a uma adoração pervertida.&lt;br /&gt;
 Contudo,
 fomos feitos para adorar, planejados para dar glória a algo bem maior 
que nós mesmos. Sendo assim, interagimos com a terra de modo a sempre 
mover o coração e mente quanto à bondade, beleza e graça de Deus naquilo
 que ele nos deu, desde sua criatividade na invenção de sabores até sua 
beneficência em dar-nos o calor do Sol. O testemunho consistente das 
Escrituras é este: a principal empreitada de Deus é para sua própria 
glória. Conforme aprendemos no primeiro capítulo, o ponto principal da 
Bíblia é o glorioso respeito devido a Deus. Assim, o propósito principal
 da vida humana deve ser considerar a glória de Deus.&lt;br /&gt;
 Imagino que
 a maioria dos que leem este livro terá pelo menos três refeições no 
dia, ou no mínimo, poderia comer se quisesse. Perdemos de vista que a 
maior parte do resto do mundo não consegue fazer isso. Assim, em vez de 
fazer uma oração trivial de agradecimento a Deus pedindo que abençoe o 
alimento, por que não entrar em cheia e dizer: &quot;Obrigado, Deus, porque o
 Senhor provê isso, e o fez de modo a requerer muito pouco esforço da 
minha parte, e porque o Senhor poderia tirar tudo isso em um único 
instante, mas não o faz&quot;? Que tal gratidão pela provisão de Deus acima 
da gratidão pela glória criativa de Deus na criação de sabores e em como
 tudo combina?&lt;br /&gt;
 É a razão da criação de Deus. A razão da bondade de sua criação. Nosso reconhecimento e prazer na glória de Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Trecho do livro &quot;O Evangelho Explícito&quot;, publicado pela Editora Fiel em 2013&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tradução:&lt;/strong&gt; Elizabeth Gomes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;strong&gt;Revisão:&lt;/strong&gt; Márcia Gomes&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/3154204680933954386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/3154204680933954386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3154204680933954386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3154204680933954386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/a-primazia-da-gloria-de-deus.html' title='A Primazia da Glória de Deus'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ4BHPl15nfEZqLZpJbRbFd8yRtc4oBsLBx1nJOtZtWkZtSaPbFUUUydBDkUk9Wmjaw9qPwjrdxWrRDYvHrSqkbawBFjq0qvOXa6OqUYHPT_rMFbHiPjvVeaCsQF_oMCLKmXnsiTot91d-/s72-c/00085.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-6334078578800256959</id><published>2013-02-16T19:32:00.002-03:00</published><updated>2013-02-16T19:32:42.925-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>O Verdadeiro Amor</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWSZdXWbZgA_H3w-vO9_-ZS8xG-K8ihtWQHdDyuex4MpyZ6l39ATSNY2mfsbHh7OURYrEV-_GHJeoMlqM26FXU0eEzaea7O9CFB2rmGdOf3cly-GTp0vQFFwr7OUOhr4zrdOEyNGoPMfH/s1600/00009.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWSZdXWbZgA_H3w-vO9_-ZS8xG-K8ihtWQHdDyuex4MpyZ6l39ATSNY2mfsbHh7OURYrEV-_GHJeoMlqM26FXU0eEzaea7O9CFB2rmGdOf3cly-GTp0vQFFwr7OUOhr4zrdOEyNGoPMfH/s1600/00009.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;center&gt;
&lt;em&gt;John MacArhtur, autor de 
mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace 
Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do 
Master&#39;s College and Seminary e do ministério &quot;Grace to You&quot;; John e sua
 esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&quot;Tudo o que você precisa é de amor&quot;, assim cantavam os &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;.
 Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma 
certa verdade. Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se 
trata, na verdade, de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. 
Longe de ser &quot;tudo o que precisa&quot;, é algo que deve evitar a todo o 
custo.&lt;br /&gt;
 O apóstolo Paulo fala-nos sobre esse tema em Efésios 
5:1-3. Ele escreveu: &quot;Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos 
amados. E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si
 mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Mas a 
prostituição, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre 
vós, como convém a santos&quot;.&lt;br /&gt;
 A simples ordem do verso 2 (&quot;E andai 
em amor, como também Cristo vos amou&quot;) resume toda a obrigação moral do 
cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define 
completamente o dever do cristão, e este tipo de amor é exatamente &quot;tudo
 o que você precisa&quot;. Romanos 13:8 diz, &quot;porque quem ama aos outros 
cumpriu a lei&quot;. Os mandamentos resumem-se a estas palavras: &quot;Amarás o 
próximo como a ti mesmo, já que o amor é o cumprimento da lei.&quot; Gálatas 
5:14 ecoa a mesma verdade: &quot;Porque toda a lei se cumpre numa só palavra,
 nesta: &quot;Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.&quot; Da mesma maneira Jesus 
ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos 
sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mt. 22:38-40). Em 
outras palavras: &quot;e, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o 
vínculo da perfeição.&quot; (Cl 3:14).&lt;br /&gt;
 Quando o apóstolo Paulo nos diz
 para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois
 ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e 
que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor, mais 
centrado nos outros que em si próprio, é Cristo, que se entregou para 
nos salvar dos nossos pecados. &quot;Ninguém tem maior amor do que este, de 
dar alguém a sua vida pelos seus amigos.&quot; (João 15:13). E &quot;amados, se 
Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.&quot; (1 João 
4:11).&lt;br /&gt;
 Em outras palavras, o amor verdadeiro é sempre um 
sacrifício, uma entrega de nós mesmos, é misericordioso, compassivo, 
compreensivo, amável, generoso e paciente. Estas e muitas outras 
qualidades positivas e benignas (ver 1 Co. 13:4-8) são as que as 
Sagradas Escrituras associam ao amor divino.&lt;br /&gt;
 Mas reparemos no 
lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. Aquele que ama os 
outros verdadeiramente, como Cristo nos ama, deve recusar todo o tipo de
 amor falso. O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades 
satânicas. Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A 
passagem continua: &quot;Nem torpezas, nem parvoíces, nem chocarrices, que 
não convêm; mas antes, ações de graças. Porque bem sabeis isto: que 
nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança 
no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; 
porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da 
desobediência. Portanto, não sejais seus companheiros.&quot; (Ef 5:4–7).&lt;br /&gt;
 A imoralidade é, talvez, o substituto favorito do amor na nossa atual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego &lt;em&gt;porneia&lt;/em&gt;,
 o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta 
desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da 
paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor 
verdadeiro, porque procura a autogratificação em vez do bem aos outros. A
 impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega 
aqui o termo &lt;em&gt;akatharsia&lt;/em&gt;, o qual se refere a todo o tipo de 
imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à 
sujidade, à impureza e à ganância, que são as características 
particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não 
tem nada a ver com o amor verdadeiro, e o apóstolo afirma claramente que
 não tem lugar para ele no caminho do cristão.&lt;br /&gt;
 A ganância é outra
 corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de 
autogratificação. É exatamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando
 &quot;se entregou por nós&quot; (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a 
ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e,
 de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado &quot;não tem 
herança no Reino de Cristo e de Deus.&quot;&lt;br /&gt;
 E tais pecados, diz o 
apóstolo Paulo, &quot;nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos.&quot; 
(v. 3). &quot;Portanto, não sejais seus companheiros&quot;, ou seja, daqueles que 
praticam tais coisas, diz-nos o verso 7.&lt;br /&gt;
 Em outras palavras, não 
demonstraremos amor verdadeiro a não ser que sejamos intolerantes com 
todas as perversões populares do amor.&lt;br /&gt;
 Hoje em dia, a maioria das
 conversas sobre o amor ignora este princípio. &quot;O amor&quot; foi redefinido 
como uma ampla tolerância que ignora o pecado e que abraça o bem e o mal
 de igual forma. Mas isso não é amor, é apatia. &lt;br /&gt;
 O amor de Deus 
não tem nada a ver com isso. Lembra-te que a mais suprema manifestação 
do amor de Deus é a Cruz, sinal que Cristo &quot;vos amou, e se entregou a si
 mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.&quot; (V. 2).
 A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de 
arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: &quot;Nisto está o
 amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a 
nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.&quot; (1 João 
4:10). Em outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para 
desviar a ira de um Deus ofendido. Longe de perdoar os nossos pecados 
com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo 
pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos 
pecadores. Este é o coração do Evangelho. Deus manifesta o seu amor de 
uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericórdia sem 
compromisso. O amor verdadeiro &quot;não folga com a injustiça, mas folga com
 a verdade.&quot; (1 Co. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados
 para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois, harmonioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;
Fonte: The Gospel Coalition&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/6334078578800256959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/6334078578800256959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6334078578800256959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6334078578800256959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/o-verdadeiro-amor.html' title='O Verdadeiro Amor'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWSZdXWbZgA_H3w-vO9_-ZS8xG-K8ihtWQHdDyuex4MpyZ6l39ATSNY2mfsbHh7OURYrEV-_GHJeoMlqM26FXU0eEzaea7O9CFB2rmGdOf3cly-GTp0vQFFwr7OUOhr4zrdOEyNGoPMfH/s72-c/00009.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-3228888792347068071</id><published>2013-02-14T13:07:00.000-03:00</published><updated>2013-02-14T13:16:04.374-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="E-book gratuito"/><title type='text'>E-book gratuito: Desejo e Engano (Albert Mohler)</title><content type='html'>O que é verdadeira espiritualidade? Deus promete saúde e prosperidade a todos os crentes? Como os dons espirituais atuam? Respondendo a essas perguntas, Albert Mohler faz um exame do movimento carismático e de seu efeito na igreja de Cristo. Este livro é uma tentativa de considerar, com base na perspectiva do 
cristianismo bíblico, vários assuntos controversos e  problemáticos 
sobre a sexualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0qfitBGi4yDrbzRbp34PhIizp20BDq8V72F8LMFP56lKDy40qX_INCpbopTPftCX0FoTwfRdY4vaTqqgpu0tu2FCwRHkQlgLZt9Uxc8BSDpG09h-GzE1KR-ForzqXsQrxQW6IcrreCM4k/s1600/%C3%8Dndice.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0qfitBGi4yDrbzRbp34PhIizp20BDq8V72F8LMFP56lKDy40qX_INCpbopTPftCX0FoTwfRdY4vaTqqgpu0tu2FCwRHkQlgLZt9Uxc8BSDpG09h-GzE1KR-ForzqXsQrxQW6IcrreCM4k/s1600/%C3%8Dndice.jpg&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.editorafiel.com.br/desejoeengano/index.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Clique aqui para baixar!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está pronto para responder às mais relevantes questões da sexualidade hoje?</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/3228888792347068071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/3228888792347068071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3228888792347068071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/3228888792347068071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/e-book-gratuito-desejo-e-engano-albert.html' title='E-book gratuito: Desejo e Engano (Albert Mohler)'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0qfitBGi4yDrbzRbp34PhIizp20BDq8V72F8LMFP56lKDy40qX_INCpbopTPftCX0FoTwfRdY4vaTqqgpu0tu2FCwRHkQlgLZt9Uxc8BSDpG09h-GzE1KR-ForzqXsQrxQW6IcrreCM4k/s72-c/%C3%8Dndice.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-6398755477212808168</id><published>2013-02-07T21:06:00.000-03:00</published><updated>2013-02-07T21:12:08.685-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos - Josué"/><title type='text'>Livre arbítrio: Tenho liberdade para crer?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGB3L1FA8IyfKZxxL6aEUzY8poAtSDSROo3TD14CE9NM9_o2Ps9t1Oa1tdQUFQyWpXkMOtzzdmvhSrYl-xRK69SN6xu3m1o5Pmy9Uc-mKDBqXrrdlMQpstGrkN52Qh0IspYTG0fZ_YW8NV/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGB3L1FA8IyfKZxxL6aEUzY8poAtSDSROo3TD14CE9NM9_o2Ps9t1Oa1tdQUFQyWpXkMOtzzdmvhSrYl-xRK69SN6xu3m1o5Pmy9Uc-mKDBqXrrdlMQpstGrkN52Qh0IspYTG0fZ_YW8NV/s1600/images.jpg&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É comum pensar que a teologia reformada nega o livre-arbítrio humano e 
se mostra contrária a passagens que enfatizam a importância da decisão 
humana no processo de salvação. Na realidade, porém, a teologia 
reformada sempre reconheceu as atividades reais da vontade humana na 
salvação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; Embora a expressão “livre-arbítrio” não apareça nas Escrituras, num 
sentido técnico ou teológico, é correto dizer que a Bíblia tanto afirma 
como nega, de várias maneiras, que as pessoas possuam livre-arbítrio. Os
 teólogos reformados costumam abordar essa questão distinguindo entre a 
livre agência humana, o livre-arbítrio moral e a liberdade absoluta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em primeiro lugar, a livre agência simplesmente reconhece&amp;nbsp; que os seres
 humanos são criaturas que possuem vontade própria. Ao contrário de 
pedras, árvores, montanhas e outras partes da criação, os seres humanos 
fazem escolhas morais. Todos os seres humanos são agentes livres, no 
sentido de que tomam decisões ao que farão. Por esse motivo, também 
somos moralmente responsáveis pelas nossas escolhas voluntárias. Foi 
assim com Adão tanto antes quanto depois de ele ter pecado; é assim 
agora e o será para os cristãos glorificados – um fato que é refletido 
ao longo da Bíblia. Todas as pessoas têm o dever de fazer escolhas 
certas e responsáveis (Js 24:15; 2Sm 12:1-10; Jo 7:24; Rm 1:18-32; 
14:13). No entanto, a livre agência não inclui a capacidade de fazer 
qualquer escolha moral em qualquer circunstancia, nem a capacidade de 
escolher algo contrário à própria natureza. Uma vez que a obediência e 
fé no evangelho são contrárias a natureza humana decaída (Rm 8:4-8), o 
conceito de livre agência não afirma que o homem decaído possui o 
livre-arbítrio para fazer tais coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O livre-arbítrio moral, por sua vez, é uma capacidade de escolher entre
 todas as opções morais que uma situação apresenta. Muitos teólogos 
cristãos do século 2º. (por exemplo, Clemente de Alexandria e Orígenes),
 ensinavam que a natureza humana decaída possui o livre-arbítrio. 
Negavam que os seres humanos limitados pela sua condição moral decaída, 
insistindo em vez disso que os homens são capazes de escolher qualquer 
rumo que desejarem, incluindo a decisão, pelo seu próprio poder e 
vontade, de crer no evangelho e obedecer a ele. Essa visão contrasta 
nitidamente com as Escrituras. Agostinho e teólogos reformados afirmaram
 corretamente apesar de a humanidade possuir livre-arbítrio moral antes 
da queda, o pecado original nos privou do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma vez que somo descendentes de Adão, não temos a capacidade natural 
de discernir e escolher o caminho de Deus ou de crer no evangelho, pois 
não temos nenhuma inclinação natural para com Deus. Nosso coração é 
escravo do pecado e somente a graça e a regeneração podem nos libertar 
dessa servidão. Por isso Paulo ensinou em Romanos 6:16-23 que somente as
 pessoas libertas do domínio do pecado podem escolher entre a justiça 
livremente e de todo coração. Uma inclinação do coração para agradar a 
Deus é um dos aspectos da liberdade que Cristo concede aos seus 
seguidores (Jo 8:34-36; Gl 5:1,13).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
 Tem havido, e ainda há teólogos cristãos que argumentam de várias 
maneiras que, a fim de terem qualquer relevância, as escolhas humanas 
devem ser absolutamente livres dos decretos soberanos de Deus. A 
teologia reformada rejeita categoricamente este erro. Em primeiro lugar,
 é evidente que possuímos várias limitações físicas e mentais 
decorrentes da ordem natural determinada por Deus para este mundo. Não 
temos a liberdade absoluta em nenhuma área. Ademais, as Escrituras 
ensinam que Deus tem um plano imutável que abrange todos os 
acontecimentos que ocorrem, desde os maiores até os menores (Is 46:10; 
Mt 10:29-31). As escolhas humanas estão incluídas nesse plano, mas não 
podem, jamais, impedir ou frustrar os propósitos de Deus (Is 8:10; 
14:26-27). Portanto, assim como estamos certos de que nenhum ser humano 
decaído tem a capacidade moral de escolher crer no evangelho, podemos 
ter certeza de que ninguém tem a capacidade de frustrar os propósitos de
 Deus nem a salvação que ele determinou para nós em Cristo (Rm 8:28-30).
 Todos os &lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;foram predestinados à salvação receberão o chamado eficaz, 
serão regenerados e escolherão crer. Essa limitação de nossa vontade não
 é, de maneira alguma, um fatalismo que diminui a importância da escolha
 humana, mas sim, uma afirmação sublime do nosso lugar importante no 
mundo de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Artigo extraido da Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2ª Edição Revisada e Ampliada&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/6398755477212808168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/6398755477212808168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6398755477212808168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6398755477212808168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/livre-arbitrio-tenho-liberdade-para-crer.html' title='Livre arbítrio: Tenho liberdade para crer?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGB3L1FA8IyfKZxxL6aEUzY8poAtSDSROo3TD14CE9NM9_o2Ps9t1Oa1tdQUFQyWpXkMOtzzdmvhSrYl-xRK69SN6xu3m1o5Pmy9Uc-mKDBqXrrdlMQpstGrkN52Qh0IspYTG0fZ_YW8NV/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-1514814305235050644</id><published>2013-02-06T23:53:00.000-03:00</published><updated>2013-02-06T23:53:01.189-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos - Números"/><title type='text'>Honestidade, juramentos e votos: Devo jurar?</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A verdade nos relacionamentos, especialmente entre os cristãos, é um mandamento divino (Ef 4.25; Cl 3.9), e dizer a verdade é parte essencial da piedade autêntica (Sl 15.1-3). Deus proíbe a mentira, o engano e as interpretações maliciosamente equivocadas (Êx 20.16; Lv 19.11), e Jesus indica que Satanás é a origem das mentiras (Jo 8.44). Aqueles que, como Satanás, dizem inverdades a fim de enganar e/ou prejudicar a reputação de outros são condenados nas Escrituras como sendo particularmente abomináveis em sua impiedade (Sl 5.9; 12.1-4; 52.2-5; Jr 9.3-6; Ap 22.15). Uma maneira de reconhecer a dignidade do nosso próximo que, como nós, foi criado à imagem de Deus, é entender que, de um modo geral, ele tem direito à verdade. Assim, dizer a verdade, uma prática que demonstra o devido respeito pelos fatos, pelo nosso próximo e, acima de tudo, por Deus, se torna um elemento fundamental da religião autêntica e da expressão sincera de amor ao próximo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os juramentos são declarações solenes que invocam Deus como testemunha daquilo que é declarado e prometido, tornando o mentiroso digno de punição. As Escrituras aprovam os juramentos e os consideram apropriados em ocasiões solenes (Gn 24.1-9; Ed 10.5; Ne 5.12; cf. 2Co 1.23; Hb 6.13-17). No tempo da Reforma, os anabatistas rejeitavam todos os tipos de juramento como parte do seu repúdio do envolvimento com o mundo secular. Afirmavam que Jesus havia condenado os juramentos, sem perceber que, na verdade, ele argumentou contra o abuso desse tipo de declaração, e não contra os juramentos legítimos (Mt 5.33-37; cf Tg 5.12).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os votos a Deus são o equivalente devocional dos juramentos e, como estes, devem ser tratados como extrema seriedade (Dt 23.21; Ec 5.4-6) e, uma vez feitos, devem ser cumpridos (Sl 15.4; cf Js 9.15-19). Deus exige que levemos a sério não apenas as palavras dele, mas também as nossas. No entanto, os votos nunca devem ser usados como desculpa para desobedecer à Palavra de Deus (Mc 7.11). Veja CFW 21.5; 22.1-5; CM 13; CH 101.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Artigo extraido da Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2ª Edição Revisada e Ampliada&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/1514814305235050644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/1514814305235050644' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1514814305235050644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1514814305235050644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/honestidade-juramentos-e-votos-devo.html' title='Honestidade, juramentos e votos: Devo jurar?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-4629932857670637702</id><published>2013-02-03T11:42:00.001-03:00</published><updated>2013-02-03T11:45:59.121-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos - Levítico"/><title type='text'>O padrão de Deus para a adoração: Como devo adorar a Deus?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj7ZHRSfGCLDP1VArhJHebrpBSsMXYG06uKl-nG8aJwdywgP-jEQCGDzDBtVCRfpQ_4EMbiBb0KyHTi59SWN0-G3yY_O0TYHMqr4SEEO0NDo9j4sut-fiYodjQW95L76f8TIjEuhq_4kHM/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj7ZHRSfGCLDP1VArhJHebrpBSsMXYG06uKl-nG8aJwdywgP-jEQCGDzDBtVCRfpQ_4EMbiBb0KyHTi59SWN0-G3yY_O0TYHMqr4SEEO0NDo9j4sut-fiYodjQW95L76f8TIjEuhq_4kHM/s1600/images.jpg&quot; height=&quot;265&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Adorar significa honrar e glorificar a Deus reconhecendo com gratidão, 
de maneiras prescritas por ele, a maravilha dos seus atributos e atos. 
Pode-se fazer distinção entre a adoração particular, que inclui a 
adoração com o sentido mais geral de um modo de vida (Rm 12.1; lCo 
10.31), e a adoração pública, a reunião de cristãos na presença de Deus 
(2Cr 20.18; 29.28; Ne 8.6). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adoração é sempre acompanhada de reverência e alegria diante do 
privilégio de nos aproximarmos do poderoso Criador com absoluta 
humildade e confissão sincera dos nossos pecados e necessidades. Assim 
como a adoração é e continuará sendo um elemento central da vida nos 
novos céus e nova terra (Is 66.22-23; Ap 4.8-11,5.9-14; 7.9-17; 
11.15-18; 15.2-4; 19.1-10), também deve ser central na vida da igreja na
 terra; a adoração deve ser uma das atividades mais importantes tanto na
 vida particular quanto comunitária de todos os cristãos (Cl 3.16-17). &lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3959392784952762708&quot; name=&quot;more&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
As prescrições da lei de Moisés eram bem mais específicas para a 
adoração do que para qualquer outra área da vida. Esse fato não apenas 
mostra que a adoração devia ser cuidadosamente regulamentada pela 
Palavra de Deus, como também sugere que a lei mosaica revela diversos 
detalhes acerca da adoração agradável a Deus. Vários aspectos das 
prescrições mosaicas apontam para Cristo e perderam a validade depois 
que ele veio ao mundo. No entanto, os princípios morais subjacentes que 
essas prescrições ilustravam continuam em vigor. Ainda assim, no livro 
de Salmos e em várias outras fontes do Antigo Testamento, Deus fornece 
instruções, hinos e orações para a adoração em Israel e os cristãos de 
hoje podem usá-los em seu culto, aplicando-os devidamente à luz da 
revelação mais plena do Novo Testamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As principais características do padrão de adoração pública fornecido por Deus a Israel eram: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
(1) O sábado - o sétimo dia depois de seis de trabalho devia ser 
separado como dia santo de descanso, a ser observado como memorial da 
criação (Gn 2.3; Êx 20.8-11) e redenção (Dt 5.12-15). Deus insistiu na 
observância do sábado (Êx 16.21-30; 20.8-9; 31.12-17; 34.21; 35.1-3; Lv 
19.3,30; 23.3; cf. Is 58.13-14) e declarou a transgressão do mesmo um 
crime passível da pena capital (Êx 31.14; Nm 15.32-36). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(2) A instituição de três festas anuais (Êx 23.14-17; 34.23; Dt 16.16), 
durante as quais os israelitas se reuniam no santuário de Deus, 
ofereciam sacrifícios para celebrar a generosidade de Deus, buscavam e 
reconheciam a reconciliação e a comunhão com ele e comiam e bebiam 
juntos como expressão de alegria. As festas da Páscoa e dos Pães Asmas, 
observadas no décimo quarto dia do primeiro mês, comemoravam o êxodo (Êx
 12; Lv 23.5-8; Nm 28,16-25; Dt 16.1-8). A Festa das Semanas, também 
chamada de Festa da Sega e dia das Primícias marcava o final da colheita
 dos cereais e era realizada cinquenta dias depois do sábado que dava 
início à Páscoa (Ex 23.16; 34.22; Lv 23.15-22; Nm 28.26-31; Dt 16.9-12).
 Por fim, a Festa dos Tabernáculos, também chamada de Festa da Colheita,
 realizada entre o décimo quinto e o vigésimo segundo dia do sétimo mês,
 no final do ano agrícola, lembrava o povo como Deus havia conduzido 
Israel pelo deserto (Lv 23.39-43; Nm 29,12-38; Dt 16.13-15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) O Dia da Expiação era observado no décimo dia do sétimo mês. Nessa 
data importante do calendário anual, o sumo sacerdote aplicava sangue no
 altar central do santuário a fim de expiar pelos pecados cometidos por 
Israel no ano anterior, e o bode expiatório era enviado para o deserto 
como sinal de que os pecados não estavam mais no meio do povo (Lv 16). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(4) O sistema sacrificai regular incluía holocaustos diários e mensais 
(Nm 28.1-15), além de vários tipos de sacrifícios pessoais. A exigência 
comum a todos esses sacrifícios era que a oferta fosse perfeita e que o 
sangue do animal oferecido fosse derramado no altar de holocausto para 
fazer expiação (Lv 17.11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rituais de purificação pessoal (Lv 12-15; Nm 19) e devoção pessoal 
(p, ex., consagração do primogênito; Êx 13,1-16) também faziam parte do 
padrão determinado por Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a nova aliança, na qual os tipos do Antigo Testamento dão lugar aos 
seus cumprimentos, o sacerdócio, o sacrifício e a intercessão de Cristo 
suplantam todo o sistema mosaico de expiação pelo pecado (Hb 7-10). O 
batismo (Mt 28.19) e a Ceia do Senhor (Mt 26.26-29;1 Co 11.23-26) 
substituem a circuncisão (Gl 2.3-5; 6,12-16) e a Páscoa (1 Co 5.7-8). Do
 mesmo modo, os cristãos não precisam mais observar o calendário judaico
 de festas (Gl 4.10; Cl 2.16), e os conceitos de contaminação e 
purificação cerimonial impostos por Deus para criar a consciência 
veterotestamentária de que alguns comportamentos, condições e exposições
 separavam a pessoa de Deus, deixaram de ter aplicação direta (Mc 7.19; 
lTm 4.3-4). Até mesmo o sábado foi renovado é agora é observado no 
primeiro dia da semana, o dia da ressurreição de Jesus, também chamado 
de &quot;dia do Senhor&quot; (At 20.7; Ap 1.10). A princípio, essas mudanças foram
 sendo feitas de acordo com o que estava acontecendo no momento, mas o 
padrão de louvor, ações de graças, desejo, confiança, pureza e serviço 
que constitui e caracteriza a verdadeira adoração continua inalterado 
até os dias de hoje.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Artigo extraido da Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2ª Edição Revisada e Ampliada&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/4629932857670637702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/4629932857670637702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4629932857670637702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/4629932857670637702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/o-padrao-de-deus-para-adoracao-como.html' title='O padrão de Deus para a adoração: Como devo adorar a Deus?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj7ZHRSfGCLDP1VArhJHebrpBSsMXYG06uKl-nG8aJwdywgP-jEQCGDzDBtVCRfpQ_4EMbiBb0KyHTi59SWN0-G3yY_O0TYHMqr4SEEO0NDo9j4sut-fiYodjQW95L76f8TIjEuhq_4kHM/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-2980315589651793390</id><published>2013-02-02T14:55:00.001-03:00</published><updated>2013-02-02T14:55:17.700-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos - Êxodo"/><title type='text'>A lei de Deus: O que é essa lei?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6RTDe8ZGBhhFAdiZoM67Drt37XsN4jeYv1Lj_TtGlcvYQyKdLDQCkGfCy713srgwAWlek3TpL61017Ao8OwWh7QGS0ZgAWh3U-le8cOR5cQ-uixmMOP3fEE3OkUwx6tVhqH1u3KGhZ-vf/s1600/A-Lei-de-Deus.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6RTDe8ZGBhhFAdiZoM67Drt37XsN4jeYv1Lj_TtGlcvYQyKdLDQCkGfCy713srgwAWlek3TpL61017Ao8OwWh7QGS0ZgAWh3U-le8cOR5cQ-uixmMOP3fEE3OkUwx6tVhqH1u3KGhZ-vf/s1600/A-Lei-de-Deus.jpg&quot; height=&quot;251&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A lei de Deus é uma expressão do caráter santo e moral d Deus (Tg 2.10-11). Nesse sentido, a lei de Deus é eterna, como o próprio Deus é eterno. Além disso, ela é também a boa dádiva de Deus para a humanidade (Rm 7.12). Deus criou a humanidade e o mundo para operar em conformidade com sua lei. Por esse motivo, quando a lei de Deus é compreendida e aplicada corretamente, ela é nosso deleite e alegria, nosso caminho para uma vida de sucesso, e não um fardo ou maldição (Js 1.8-9; Sl 112.1; 119.14, 16, 47-48, 97-113, 127-128, 163-167).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porém, a identificação, a interpretação e a aplcação correta da lei de Deus é uma tarefa complexa que exige uma análise das Escrituras como um todo. Deus revelou a sua lei a Adão e Eva na forma de suas responsabilidades gerais como portadores da imagem de Deus (Gn 1.27-30) e na proibição com respeito ao fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.15-17). Deus também revelou a sua lei a Noé e aos patriarcas israelitas de várias maneiras apropriadas às suas respectivas circunstâncias. No tempo de Moisés, Deus descreveu a sua lei em detalhes, de acordo com o estágio da história da salvação em que seu povo se encontrava e também inspirou a sua primeira codificação. Outras revelações transmitidas ao povo de Deus pelos profetas do Antigo Testamento também aplicaram a lei eterna de Deus a Israel, especialmente durante o período monárquico (2Sm 23.1-2; 24.11). Por fim, a lei eterna de Deus foi revelada por Cristo e seus apóstolos, cujos ensinamentos são sintetizados como sendo de autoridade no Novo Testamento (p. ex., Mt 5-7). Uma vez que o caráter de Deus é imutável e nunca se contradiz, em nenhum momento os princípios de conduta exigidos num estágio da revelação contradizem outras prescrições. E, no entanto, nunca são exatamente iguais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A expressão mais complexa da lei eterna de Deus na revelação bíblica aconteceu no período de Moisés, o grande legislador de Israel. Tradicionalmente, a teologia reformada dividiu a lei mosaica em três partes: a lei moral, a lei cerimonial (rituais, cultos, etc) e as leis civis ou judiciais (regras socias e criminais). Desde que nos lembremos que essas categorias se sobrepõem de várias maneiras, essa distinção tríplice é útil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os Dez Mandamentos expressam os princípios morais básico da lei de Deus em dez regras simples, mas abrangentes. Essas leis são declaradas de modo um tanto abstrato e, portanto, podem ser aplicadas com relativa facilidade a todas as pessoas, lugares e épocas. As leis judiciais e cerimoniais, porém, são estreitamente ligadas a aspectos e circunstâncias da época. As cerimônias foram criadas para o culto no tabernáculo e no templo, e as leis judiciais visavam guiar Israel como nação teocrática. Esses aspectos da lei Moisés são relativamente difíceis de serem aplicados à ea do Novo Testamento, pois as cerimônias e a organização política de Israel se cumpriram em Cristo. Ainda assim, os princípios morais que alicerçam as leis cerimoniais e judiciais ainda devem ser aplicados ao nosso tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, o próprio Novo Testamento orienta o modo de vida dos cristãos do período posterior ao ministério de Cristo aqui na terra ao fornecer suas próprias regras ou leis. A vida cristã não é desprovida de leis externas. Jesus ensinou vários princípios morais e demonstrou repetidamente como seus ensinamentos eram aplicações verdadeiras da lei de Moisés (Mt 5-7; 12.11-12; Mc 2.23-28). Os apóstolos também ensinaram os mandamentos de Deus à igreja (Jo 13.34; 1Co 14.37; 1Jo 2.7-8) e mostraram em várias ocasiões que essas prescrições eram aplicações da revelação do Antigo Testamento. Quando Paulo declarou, não estar &quot;sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo&quot; (1Co 9.21), po exemplo, quis dizer que tinha a obrigação de guardar toda a lei de Deus do mesmo modo que Cristo e os apóstolos a haviam aplicado às circunstâncias da igreja primitiva. Devemos seguir o exemplo de Jesus e de ser apóstolos e discernir os princípios morais ensinados ao longo das Escrituras e aplicá-los zelosamente à igreja e ao mundo de nosso tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Artigo extraido da Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2ª Edição Revisada e Ampliada&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/2980315589651793390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/2980315589651793390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2980315589651793390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2980315589651793390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/02/a-lei-de-deus-o-que-e-essa-lei.html' title='A lei de Deus: O que é essa lei?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6RTDe8ZGBhhFAdiZoM67Drt37XsN4jeYv1Lj_TtGlcvYQyKdLDQCkGfCy713srgwAWlek3TpL61017Ao8OwWh7QGS0ZgAWh3U-le8cOR5cQ-uixmMOP3fEE3OkUwx6tVhqH1u3KGhZ-vf/s72-c/A-Lei-de-Deus.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-933106599928211653</id><published>2013-01-31T12:39:00.000-03:00</published><updated>2013-01-31T12:39:35.129-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos - Êxodo"/><title type='text'>A autorrevelação de Deus: Ele tem um nome?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No&amp;nbsp; undo moderno, o nome de uma pessoa é apenas um rótulo de identificação. Nos tempos bíblicos, porém, os nomes pessoais costumavam ser escolhidos para informar, descrever de algum modo o caráter da pessoa ou as circunstâncias na ocasião do seu nascimento. Do mesmo modo, as Escrituras se referem com frequência aos nomes de Deus como modo de revelar o seu caráter. O Antigo Testamento celebra constantemente o fato de que Deus tornou o seu nome conhecido a Israel. Dentre os muitos nomes de Deus no Antigo Testamento, temos, na tradução para a nossa língua, deus Todo-Poderoso (Gn 17.1; 35.11), Altíssimo (Nm 24.16), Deus Altíssimo (Gn 14.18-22), o Criador de Israel (Is 43.15), o Santo (Is 43.15), o Santo de Israel (Sl 89.18).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não há dúvida de que o nome mais importante de Deus no Antigo Testamento é Yahweh, conforme a grafia empregada pelos estudiosos mais recentes (Jeová na grafia mais antiga), ou &quot;o Senhor&quot;, como em várias traduções modernas da Bíblia. Apesar de Deus ter-se revelado aos patriarcas como Yahweh antes do tempo de Moisés (Gn 15.7; 28.13), ele declarou a Moisés que esse nome era especialmente significativo em seu tempo e o seria para o restante da história de Israel. Quando Deus falou a Moisés da sarça ardente, Moisés perguntou qual era o nome Deus. A primeira resposta foi &quot;Eu Sou o que Sou&quot; (ou &quot;Eu Sereis o que Serei), nome abreviado em seguida para &quot;Eu Sou&quot;. Deus é &quot;O Senhor (o nome usado no lugar de Yahweh, traduzida como &quot;Eu Sou&quot;), o Deus de vossos pais&quot; (êx 3.6, 13-16).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O nome Yahweh é envolto em grande mistério. Tradicionalmente, esse nome em todas as suas formas era considerado o foco do caráter eterno, autossuficiente, autônomo e soberano de Deus, o modo sobranatural de existências que o sinal da sarça ardente havia indicado. Em tempos mais recentes, esse nome é associado de momdo bastante próximo à ideia de Deus é fiel e guarda a sua aliança. Quando Deus falou pela primeira vez na sarça ardente, revelou-se como Aquele que havia feito promessas aos patriarcas por meio da aliança firmada com eles (Êx 3.6). Essa revelação levou Moisés a perguntar o nome de Deus. Quando Deus revelou o seu nome como Yahweh, anunciou que não era apenas o Deus do passado, mas também o Deus que se lembra das promessas que havia feito na aliança e que opera em favor para os israelitas no Egito. Numa ocasião posterior de sua vida (Êx 33.18 - 34.7), Moisés pediu para ver a &quot;glória&quot; de Deus e, em resposta a esse pedido, Deus proclamou seu nome, Yahweh, da seguinte maneira: &quot;Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocenta o culpado...&quot;. A fidelidade de Deus em cumprir suas alianças reaparece com frequência em passagens posteriores das Escrituras (Dt 7.9; Ne 9.7-8; Is 61.8; Jr 31.31-34). Tudo isso faz parte da revelação de sua natureza, pela qual ele deve ser adorado para sempre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim, não é difícil entender por que o nome de Deus é ligado muitas vezes à sua posse e autorização (Êx 23.21; Dt 18.19; 2Cr 7.14, Is 43.7). Também representa a presença invocável de Deus no templo de Salomão, onde está intimamente associado aos olhos atentos, ouvidos abertos e coração receptivo de Deus (2Cr 7.14-15). Nesse sentido, o nome de Deus é o objeto de oração e louvor (Sl 8.1; 113.1-3; 145.1-2; 148.5,13).&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Artigo extraido da Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2ª Edição Revisada e Ampliada&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/933106599928211653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/933106599928211653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/933106599928211653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/933106599928211653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/a-autorrevelacao-de-deus-ele-tem-um-nome.html' title='A autorrevelação de Deus: Ele tem um nome?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-6498601320978799207</id><published>2013-01-24T15:01:00.002-03:00</published><updated>2013-01-24T15:01:48.809-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A Bíblia diz que o cristão não pode criticar?</title><content type='html'>Por&lt;span class=&quot;sep&quot;&gt;: André Sanchez&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content group&quot;&gt;
                    &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em alguns dos textos que produzo, vez ou outra, 
trago criticas àquilo que avalio não estar em conformidade com a Palavra
 de Deus, a sã doutrina. É evidente que estou ciente de que trazer 
criticas a certos comportamentos e grupos no meio gospel desagradaria 
algumas pessoas, mas, nas últimas semanas, tenho recebido, 
principalmente, dois tipos de comentários bem repetidamente: O primeiro 
dizendo que, como cristão, não posso julgar, que a Bíblia proíbe isso. 
Sobre esse comentário já escrevi uma resposta no artigo &lt;a href=&quot;http://www.esbocandoideias.com/2012/01/a-biblia-diz-que-o-cristao-nao-pode-julgar-o-crente-pode-julgar.html&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;A Bíblia diz que o cristão não pode julgar?&quot;&gt;“A Bíblia diz que o cristão não pode julgar?”&lt;/a&gt;.
 O segundo dizendo que a Bíblia não diz para o cristão criticar. Uma 
pessoa chegou a me dizer que não acreditava ser possível se fazer uma 
crítica construtiva e que os cristãos não devem “falar mal” ou criticar 
um assunto, pessoa ou grupo “a” ou “b”, antes, devem orar sobre aquilo 
ao invés de provocar discussões sobre o tema, através da critica, 
principalmente se se tratar de criticas a líderes de igrejas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_Q9kOnMp68CDdZ8S3un-ZQqnTVm8qWubOMXe_5b4nVQxw02TnO4AyEf5937KDBcHVBCmqK96e2DiJvuTk08XFBG7oZMlHJ8Idb3-cR7EnVapxlKCQ0siARkMxzaNF87952gC0IH52gUIX/s1600/o-cristao-pode-criticar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_Q9kOnMp68CDdZ8S3un-ZQqnTVm8qWubOMXe_5b4nVQxw02TnO4AyEf5937KDBcHVBCmqK96e2DiJvuTk08XFBG7oZMlHJ8Idb3-cR7EnVapxlKCQ0siARkMxzaNF87952gC0IH52gUIX/s1600/o-cristao-pode-criticar.jpg&quot; height=&quot;195&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://i1.wp.com/www.esbocandoideias.com/wp-content/uploads/2013/01/o-cristao-pode-criticar.jpg?resize=600%2C367&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A Bíblia diz que o cristão não pode criticar?&quot; class=&quot;aligncenter size-full wp-image-3062&quot; data-lazy-loaded=&quot;true&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://i1.wp.com/www.esbocandoideias.com/wp-content/uploads/2013/01/o-cristao-pode-criticar.jpg?resize=600%2C367&quot; style=&quot;display: block;&quot; title=&quot;A Bíblia diz que o cristão não pode criticar?&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, resolvi pontuar, em uma breve pesquisa que fiz, alguns textos 
bíblicos a respeito das criticas. Não vou me ater nas explicações desses
 textos. Vou apenas citá-los e deixar que cada um faça sua critica – se 
você achar que a Bíblia aprova o cristão ser crítico – se não aprova 
isso, não faça nada, apenas medite nesses textos, se é que isso é 
possível.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Paulo critica os falatórios profanos de Himeneu e Fileto:&lt;/b&gt; “Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem Himeneu e Fileto.” (2 Timóteo 2.17)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Jesus critica a postura dos fariseus com relação ao próximo:&lt;/b&gt; 
“Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros 
dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.” 
(Mateus 23.4)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Jesus critica – com palavras e atitudes – os que contaminavam o 
templo com sua vendas profanas e os chama de salteadores (ladrões):&lt;/b&gt; 
“Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e 
compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que 
vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada 
casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.” 
(Mateus 21.12-13)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;João critica as palavras e atitudes maliciosas de Diótrefes:&lt;/b&gt; 
“Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a 
primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, 
far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós 
palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo 
acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da 
igreja.” (3 João 1.9 -10)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Paulo critica a atitude de Elimás, o mágico, por atrapalhar a pregação da palavra de Deus ao procônsul :&lt;/b&gt;
 “Todavia, Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo, fixando
 nele os olhos, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de 
toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perverter os 
retos caminhos do Senhor?” (Atos dos Apóstolos 13.9-10)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Paulo critica a atitude fingida de Pedro e dos que estavam com ele: “&lt;/b&gt;E
 também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio 
Barnabé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. Quando, porém, vi 
que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a 
Cefas, na presença de todos: se, sendo tu judeu, vives como gentio e não
 como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gálatas
 2.13)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Jesus critica alguns grupos de religiosos de sua época: “&lt;/strong&gt;Ai
 de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos 
sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente 
estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós 
exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios
 de hipocrisia e de iniquidade. Ai de vós, escribas e fariseus, 
hipócritas, porque edificais os sepulcros dos profetas, adornais os 
túmulos dos justos e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos 
pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas! Assim, 
contra vós mesmos, testificais que sois filhos dos que mataram os 
profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de 
víboras! Como escapareis da condenação do inferno?’ (Mateus 23.27-33)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PS.: É evidente que nem todo tipo de critica é boa e edificante. 
Existem pessoas que criticam com o único e exclusivo intuito de causar 
problemas. Porém, não podemos negar que a critica faz parte da defesa da
 fé e da exposição e defesa da verdade. Nem sempre ela é agradável, mas 
ela é necessária em muitos momentos – e é sim bíblica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;E VOCÊ, ACHA QUE A BÍBLIA NOS PROÍBE DE CRITICAR?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Fonte: Blog Esboçando Ideias.&lt;span class=&quot;sep&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;author vcard&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/6498601320978799207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/6498601320978799207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6498601320978799207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/6498601320978799207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/a-biblia-diz-que-o-cristao-nao-pode.html' title='A Bíblia diz que o cristão não pode criticar?'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_Q9kOnMp68CDdZ8S3un-ZQqnTVm8qWubOMXe_5b4nVQxw02TnO4AyEf5937KDBcHVBCmqK96e2DiJvuTk08XFBG7oZMlHJ8Idb3-cR7EnVapxlKCQ0siARkMxzaNF87952gC0IH52gUIX/s72-c/o-cristao-pode-criticar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-1096494558288231856</id><published>2013-01-23T14:18:00.000-03:00</published><updated>2013-01-23T14:19:50.613-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="E-book gratuito"/><title type='text'>E-book gratuito: Sermões para Crianças</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;left&quot; style=&quot;color: #014b8c; font-size: 12pt; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;E-book gratuito lançado pelo Projeto Ryle&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot; style=&quot;font-size: 12pt; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3spwZptseL2J6-zK-URtZs694V6uUERRRNEgI_nYuc2Vb-Fy9AtLrbdB_eyHXHTzxu_Aap6aS7cIqTKRBRULfptWxAKxpOMS5up_zMIreNR3zinfdavBv7WScQe0pHGkAt8sy-xnglzjJ/s1600/%C3%8Dndice.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3spwZptseL2J6-zK-URtZs694V6uUERRRNEgI_nYuc2Vb-Fy9AtLrbdB_eyHXHTzxu_Aap6aS7cIqTKRBRULfptWxAKxpOMS5up_zMIreNR3zinfdavBv7WScQe0pHGkAt8sy-xnglzjJ/s1600/%C3%8Dndice.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif;&quot;&gt;Baixe gratuitamento o e-book&amp;nbsp;&quot;&lt;a href=&quot;http://r20.rs6.net/tn.jsp?e=001fFw5-mrB6PzN9pvfxvnERfzj6Kc26OWPw7XttTiiExW0j-wQONJKKG4x8pV3gwIbQfyBCPqFuAgkDV71uXiVgaKfGH30sHArlChQILmUFCDNU6fcVEFK0GKtRCf56ldg&quot; shape=&quot;rect&quot; style=&quot;color: black; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sermões para Crianças&lt;/a&gt;&quot;, escrito por J.C. Ryle e&amp;nbsp;traduzido pelo ministério &lt;a href=&quot;http://r20.rs6.net/tn.jsp?e=001fFw5-mrB6PxWKJu5m5FmxFKySX3kGhcjUu3uy2bZw4p3Pqoo9LJq7AScUkJZYI972Y2Ogad8dO1jpVd0yRBQKNXXoqex_yv0RhwCptdEVcYOyzHF9f6hv4TmG5sEk81I&quot; shape=&quot;rect&quot; style=&quot;color: #333333; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Projeto Ryle&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Esse livro contêm 7 sermões escritos especialmente para crianças.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica, Calibri, Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.projetoryle.com.br/wp-content/uploads/2013/01/ebook_sermoes_para_criancas_ryle_v4.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sermões para Crianças - escrito por J.C.Ryle&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/1096494558288231856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/1096494558288231856' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1096494558288231856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/1096494558288231856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/e-book-gratuito-sermoes-para-criancas.html' title='E-book gratuito: Sermões para Crianças'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3spwZptseL2J6-zK-URtZs694V6uUERRRNEgI_nYuc2Vb-Fy9AtLrbdB_eyHXHTzxu_Aap6aS7cIqTKRBRULfptWxAKxpOMS5up_zMIreNR3zinfdavBv7WScQe0pHGkAt8sy-xnglzjJ/s72-c/%C3%8Dndice.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-5267628839710705605</id><published>2013-01-23T14:07:00.001-03:00</published><updated>2013-01-23T14:07:50.437-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'>Uma Admoestação a Jovens Evangélicos que Abraçam a Cultura (John Piper) </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/iCqZQhj5lfU?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica (2Tm &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=iCqZQhj5lfU#&quot;&gt;4:10&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste
 vídeo, John Piper nos alerta sobre um amor pelo mundo que torna o 
ministério impossível -  um amor pelo mundo que ou leva ao abandono do 
ministério, ou torna o ministério tão secular que ele se torna inútil. </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/5267628839710705605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/5267628839710705605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/5267628839710705605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/5267628839710705605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/uma-admoestacao-jovens-evangelicos-que.html' title='Uma Admoestação a Jovens Evangélicos que Abraçam a Cultura (John Piper) '/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-8813106954321958330</id><published>2013-01-23T14:03:00.000-03:00</published><updated>2013-01-23T14:03:00.857-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'> Steven Lawson - As Profecias Cumpridas Demonstram a Inspiração </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;object width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot; class=&quot;BLOGGER-youtube-video&quot; classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; data-thumbnail-src=&quot;https://ytimg.googleusercontent.com/vi/w_OuhN8_bf8/0.jpg&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;https://www.youtube.com/v/w_OuhN8_bf8&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot;  src=&quot;https://www.youtube.com/v/w_OuhN8_bf8&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste vídeo, Steven Lawson fala sobre as inúmeras profecias da Bíblia, 
exemplificando com as várias profecias cumpridas no próprio Velho 
Testamento e as profecias cumpridas em Cristo, e como elas atestam que a
 Bíblia é a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução: Editora Fiel © Todos os direitos reservados. </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/8813106954321958330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/8813106954321958330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/8813106954321958330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/8813106954321958330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/steven-lawson-as-profecias-cumpridas.html' title=' Steven Lawson - As Profecias Cumpridas Demonstram a Inspiração '/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-809489331013116975</id><published>2013-01-23T13:57:00.002-03:00</published><updated>2013-01-23T13:57:55.735-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeos"/><title type='text'>Quem Não é Covarde? (2Tm. 1.7) - Solano Portela </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;object width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot; class=&quot;BLOGGER-youtube-video&quot; classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; data-thumbnail-src=&quot;https://ytimg.googleusercontent.com/vi/Edx_LalCR78/0.jpg&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;https://www.youtube.com/v/Edx_LalCR78&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot;  src=&quot;https://www.youtube.com/v/Edx_LalCR78&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Trecho da mensagem pregada por Solano Portela na Conferência Fiel para Pastores e Líderes 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Brasil&lt;br /&gt;Tema: Alicerces da fé cristã - O que me torna um cristão?&lt;br /&gt;Ano: 2012&lt;br /&gt;Preletor: Solano Portela </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/809489331013116975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/809489331013116975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/809489331013116975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/809489331013116975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/quem-nao-e-covarde-2tm-17-solano-portela.html' title='Quem Não é Covarde? (2Tm. 1.7) - Solano Portela '/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-8132924502276250290</id><published>2013-01-23T13:52:00.003-03:00</published><updated>2013-01-23T13:52:48.876-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>Os Notáveis Sem Nomes</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;center&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeCyLLARZWCSgGlCMTKzLRyEpQvFgD2xtX4AZgozJ5vJbcI5jSMRvDP312zyXc-iJ113RebGa8tjiny1Pxl1WPJ8V6WqCd0Yp_moEqa29qqxgOzyig7kekma7l4xuMlX6B0Iyb5-dF2FHu/s1600/00068.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeCyLLARZWCSgGlCMTKzLRyEpQvFgD2xtX4AZgozJ5vJbcI5jSMRvDP312zyXc-iJ113RebGa8tjiny1Pxl1WPJ8V6WqCd0Yp_moEqa29qqxgOzyig7kekma7l4xuMlX6B0Iyb5-dF2FHu/s1600/00068.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Jaime Marcelino é pastor da 
Igreja Presbiteriana de Cidade Nova, em Manaus, e fundador da 
Conferência Encontros da Fé Reformada em sua região. Ele prega, 
frequentemente, em conferências no Brasil, tendo participado da 
Conferência Fiel em 2006. Jaime é casado com Francisca, com quem tem 
duas filhas.&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;
Num mundo altamente competitivo 
como o nosso, é natural que &quot;todos&quot; os homens busquem patamares 
socioeconômicos cada vez maiores! Afinal, desde que ocorreu a queda da 
humanidade em Adão, conscientemente ou não, existe uma perversa 
concorrência universal! Por isso, já ouvimos pai ou mãe falando: &#39;estude
 mais e mais, meu filho, senão você não será alguém na vida&#39;.&lt;br /&gt;
 Então,
 desde o nascimento até o momento da morte, a competitividade se faz 
presente no nosso dia a dia, quando o que vale é estudar na &quot;melhor 
escola&quot;, ganhar o &quot;melhor salário&quot;, ser &quot;cabeça e não calda&quot;, ser o 
&quot;melhor atleta&quot;, etc. Mas, o que está por trás desse modo de pensar? 
Parece que tudo isso tem a ver com a ideia de grandeza, que torna o 
homem mais forte, mais famoso e mais feliz, dizem!&lt;br /&gt;
 Por outro lado, lendo o que o apóstolo Paulo escreveu ao seu companheiro de jugo em Filipenses 4: 3: &quot;&lt;em&gt;também com Clemente e com os demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no Livro da Vida&lt;/em&gt;&quot;, eu julgo ser animador considerar algo daqueles a quem Paulo chamou de &quot;&lt;em&gt;meus cooperadores&lt;/em&gt;&quot;,
 mas cujos nomes não foram mencionados! Terá sido isso um demérito? O 
que diz o mundo acerca disso? Não é verdade que tendemos a nos 
entristecer quando os homens se esquecem de nós? Ou quando os outros 
recebem mais destaques do que nós?&lt;br /&gt;
 Consideremos, então, a seguir, algumas coisas em Filipenses 4: 3, sabendo, de antemão, que os &quot;&lt;em&gt;cooperadores&lt;/em&gt;&quot;
 de Paulo foram preciosíssimos aos olhos de nosso Senhor Jesus Cristo, o
 Senhor da glória, ainda que seus nomes não tenham sido registrados! &lt;br /&gt;
 &lt;strong&gt;Quem são os notáveis sem nomes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 A
 simples resposta para essa pergunta é: pela maneira do apóstolo Paulo 
descrever esses que estamos chamando de notáveis, não sabemos quem eles 
são. Porque, quando o apóstolo fez seu apelo ao seu &quot;&lt;em&gt;fiel companheiro de jugo&lt;/em&gt;&quot;, citou apenas o nome de &quot;&lt;em&gt;Clemente&lt;/em&gt;&quot;; e, quanto aos seus outros &lt;em&gt;cooperadores&lt;/em&gt;, não lhes designou &quot;nomes&quot;. Na verdade, deles o apóstolo somente disse: &lt;strong&gt;&quot;e com os demais cooperadores meus...&quot;&lt;/strong&gt;.
 Em outras palavras, esses tais, pelo menos para nós e para o mundo, 
desde que a carta foi escrita, ficaram no anonimato. Ou seja, não se 
sabe quem eles são; não se sabe quais são seus respectivos nomes! 
Entretanto, embora não possamos identificá-los, estamos certos de que 
eles foram tidos por notáveis, em razão da obra que realizaram. Isto é 
certo e justo, uma vez que o apóstolo inspirado chamou-os de &quot;&lt;em&gt;cooperadores meus&lt;/em&gt;&quot;. Então, certamente eles eram pessoas &quot;&lt;em&gt;que obtiveram bom testemunho por sua fé&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn1&quot; id=&quot;_ftnref1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;
 Em
 síntese, eles são aqueles homens e mulheres (provavelmente havia 
mulheres) que ficaram conhecidos, não pelos seus nomes, mas pelo que 
fizeram, isto é, pelas suas boas obras.&amp;nbsp; Ora, pensemos em alguns poucos 
exemplos: Quem, porventura, conhece alguém que, mesmo sendo escravo 
(hoje diríamos que se trata de uma empregada doméstica), foi um 
excelente instrumento para que o Deus de Israel fosse conhecido de um 
famoso estrangeiro? Qual é o nome dessa pessoa? A Bíblia mostra a obra 
dessa pessoa, mas não a identifica pelo nome. Na verdade, a Bíblia 
simplesmente a chama de &quot;&lt;em&gt;uma menina&lt;/em&gt;&quot;. Quem é, pois, essa &quot;&lt;em&gt;menina&lt;/em&gt;&quot;?
 O que ela fez? Tal menina influenciou um comandante e um rei 
estrangeiros, de maneira que, pelo menos um deles, chamado Naamã, 
conheceu a bondade do Deus de Israel &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn2&quot; id=&quot;_ftnref2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Além dessa &quot;&lt;em&gt;menina&lt;/em&gt;&quot;,
 citemos outro exemplo bíblico de &quot;um notável sem nome&quot;: uma idosa que 
fez uma notável oferta! Ora, todos nós sabemos que dar ou ofertar faz 
parte do quadro das &quot;&lt;em&gt;boas obras... as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas&lt;/em&gt;&quot;
 (Ef 2: 10). Por outro lado, sabemos que muitos, de fato, ofertam ou 
contribuem, porém poucos agradam a Deus nesta questão. Por quê? Porque, 
geralmente, os religiosos ofertam sem a graça do Senhor, isto é, a 
maioria dos religiosos não sabe, por experiência, o que está escrito:&lt;br /&gt;
 &lt;em&gt;&quot;Cada um &lt;u&gt;contribua&lt;/u&gt; segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem &lt;u&gt;dá com alegria&lt;/u&gt;. Deus pode fazer-vos abundar em &lt;u&gt;toda graça&lt;/u&gt;, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda &lt;u&gt;boa obra&lt;/u&gt;&quot;&lt;/em&gt; (2Co 9: 7,8). &lt;br /&gt;
 Perguntemos:
 ofertar ou contribuir, segundo a graça do Senhor, é tarefa para muitos 
ou para poucos? E mais: Quais são os nomes daqueles que estão entre nós e
 que ofertam ou contribuem corretamente, por estarem cheios de graça de 
Deus? Quem os conhece? Quem sabe identificá-los com absoluta certeza? 
Ora, somente o Senhor Deus sabe quais os que &quot;&lt;em&gt;dão com alegria&lt;/em&gt;&quot;,
 isto é, os que ofertam com desprendimento. Portanto, vejamos o exemplo 
disso, naquela pessoa idosa que nem nós, nem o mundo, sabemos qual é o 
seu nome; o Senhor, porém, o sabe! Trata-se de uma &quot;&lt;strong&gt;certa viúva pobre&lt;/strong&gt;&quot; (Lc 21: 1-4):&lt;br /&gt;
 &lt;em&gt;&quot;Estando
 Jesus a observar, viu os ricos lançarem suas ofertas no gazofilácio. 
Viu também certa viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas;&lt;/em&gt;&lt;em&gt; e
 disse: Verdadeiramente, vos digo que esta viúva pobre deu mais do que 
todos. Porque todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; 
esta, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento&quot;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
 Qual
 é o nome dessa viúva? Qual, dentre as multidões, estava interessado 
nela? Do ponto de vista humano, os ricos não eram vistos como grandes 
doadores? No entanto, essa mulher sem nome foi tida como a maior 
contribuinte dentre todos. Em outras palavras, ela era conhecida de Deus
 e não dos homens. Diante de tudo isso, podemos estar certos de que, 
aqui, temos &lt;strong&gt;um princípio bíblico&lt;/strong&gt; extraordinário, a saber: &quot;&lt;u&gt;não importa tanto o ser reconhecido dos homens, mas sim, ser conhecido de Deus&lt;/u&gt;&quot;.
 Ora, todos nós sabemos quantos esforços muitos estão realizando para se
 tornarem conhecidos dos homens. Na verdade, o fazer seu nome notório é 
próprio do homem natural. Daí surgirem com facilidade disputas e 
concorrências, ainda que de forma velada, em todos os lugares, inclusive
 no meio religioso. É por isso, pois, que nosso Senhor advertiu Seus 
discípulos a que não andassem buscando o reconhecimento ou aplausos dos 
homens; pois, se assim o fizessem, não receberiam o &quot;&lt;em&gt;galardão do Pai celestial&lt;/em&gt;&quot;, que está continuamente atento às necessidades dos Seus filhos &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn3&quot; id=&quot;_ftnref3&quot; name=&quot;_ftnref3&quot; title=&quot;&quot;&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;
 Mais
 uma vez, atrevo-me a proferir uma espécie de máxima bíblica: que 
adianta o homem ser conhecido do mundo inteiro, e não ser conhecido de 
Deus? Que adianta ter o seu nome gravado em letras de ouro, seja nos 
prédios públicos ou escrito nos mais famosos jornais, e não fazer a 
vontade de Deus, que é glorificá-Lo? Ora, quando isso acontece, a Bíblia
 diz tratar-se de irracionalidade, como podemos ver no Livro dos Salmos &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn4&quot; id=&quot;_ftnref4&quot; name=&quot;_ftnref4&quot; title=&quot;&quot;&gt;4&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;
 Por
 outro lado, que testemunho maravilhoso a Bíblia dá, através do apóstolo
 Paulo, dos homens e mulheres mencionados em Filipenses, ainda que eles 
não sejam identificados por seus respectivos nomes! No entanto, eles são
 os conhecidos de Deus; Deus os ama; Deus lhes conferiu dignidade; Deus 
lhes deu o glorioso nome de cristão; sobre eles repousa o Espírito da 
glória e de Deus. Mais ainda: eles podem não ser conhecidos dos homens, 
agora; todavia, virá o &lt;em&gt;Dia&lt;/em&gt; em que todos eles serão &quot;&lt;em&gt;manifestados com &lt;/em&gt;[Cristo Jesus], &lt;em&gt;em glória&lt;/em&gt;&quot;, e todos os homens e mulheres de todos os tempos os verão como notáveis e felizes! &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn5&quot; id=&quot;_ftnref5&quot; name=&quot;_ftnref5&quot; title=&quot;&quot;&gt;5&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;
 Assim, penso que a pergunta &quot;quais são os verdadeiros notáveis sem 
nomes?&quot; foi devidamente respondida: são os desconhecidos dos homens, mas
 bem conhecidos de Deus!&lt;br /&gt;
 Qual é, pois, o seu nome, meu irmão, que
 lê esse artigo nesse momento? E qual é o seu nome, minha irmã? Vocês 
são conhecidos dos homens? Vocês estão lutando, como dizem, &quot;por um 
lugar ao sol&quot;? Não se preocupem se, por acaso, o que vocês fazem para o 
Senhor, ninguém o sabe! Continuem trabalhando, &quot;&lt;em&gt;não à vista dos homens&lt;/em&gt;&quot;,
 mas para o Senhor. Que as mulheres dos pastores não se preocupem se 
elas forem chamadas de &quot;mulheres sem nomes&quot;. Lembrem-se: o Senhor Deus 
conhece seu labor! Que os que se colocam em oração continuamente não se 
preocupem em fazer isso conhecido dos homens, pois o que importa é que 
suas orações sejam ouvidas por Deus, que diz: &quot;&lt;em&gt;taças de ouro cheias de incenso [...] são as orações dos santos&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn6&quot; id=&quot;_ftnref6&quot; name=&quot;_ftnref6&quot; title=&quot;&quot;&gt;6&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.
 Enfim, que cada um trabalhe com discrição, sem alarde, fazendo tudo 
para o SENHOR, sem se importar com os elogios dos homens, pois agindo 
assim, receberemos o louvor que procede de Deus e não dos homens &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn7&quot; id=&quot;_ftnref7&quot; name=&quot;_ftnref7&quot; title=&quot;&quot;&gt;7&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Afinal, o Senhor disse: &quot;&lt;em&gt;Aos que Me honram, honrarei, porém os que Me desprezam serão desmerecidos&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn8&quot; id=&quot;_ftnref8&quot; name=&quot;_ftnref8&quot; title=&quot;&quot;&gt;8&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por que tais pessoas são tidas por notáveis?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 a) &lt;strong&gt;Eles são considerados notáveis&lt;/strong&gt; ou &quot;eminentes&quot; ou &quot;dignos de louvor&quot;, &lt;strong&gt;por causa da natureza da obra que realizaram&lt;/strong&gt;! O que eles fizeram? Realizaram obras dignas do evangelho de nosso Senhor – Paulo os chamou de: &quot;&lt;em&gt;cooperadores meus&lt;/em&gt;&quot;. Oh! Que maravilhosa obra é o envolvimento direto ou indireto na evangelização de pessoas! Por isso, a Bíblia afirma: &quot;&lt;em&gt;Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!&lt;/em&gt;&quot;.&lt;br /&gt;
b) &lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;les são considerados notáveis, &lt;strong&gt;porque seus nomes se encontram em lugar sobremodo destacado&lt;/strong&gt;. Ou seja, ainda que não os conheçamos pelos respectivos nomes, seus &quot;&lt;em&gt;nomes se encontram no Livro da Vida&lt;/em&gt;&quot;. Porventura, há maior honra do que esta? Há grandeza comparada com os nomes que estão no &quot;&lt;em&gt;Livro da Vida&lt;/em&gt;&quot;? Que privilégio é saber que, naquele &lt;em&gt;Dia,&lt;/em&gt; nosso Senhor Jesus ordenará que Seus fiéis sentem-se, como Ele disse, &quot;&lt;em&gt;no meu trono, assim como eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn9&quot; id=&quot;_ftnref9&quot; name=&quot;_ftnref9&quot; title=&quot;&quot;&gt;9&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;! Quanta honra! Quanta dignidade têm aqueles cujos &lt;em&gt;nomes se encontram no Livro da Vida&lt;/em&gt;! Isso é tão elevado que não há nenhuma alegria deste mundo que o suplante; por isso, disse o Senhor Jesus: &quot;&lt;em&gt;Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn10&quot; id=&quot;_ftnref10&quot; name=&quot;_ftnref10&quot; title=&quot;&quot;&gt;10&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Que gloriosa notoriedade!&lt;br /&gt;
 c) &lt;strong&gt;Eles são notáveis por causa da sua notável e perpétua condição. &lt;/strong&gt;Quem são eles de fato e de verdade? Qual é a condição deles? Resposta: eles são &quot;&lt;em&gt;um tesouro particular do SENHOR&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn11&quot; id=&quot;_ftnref11&quot; name=&quot;_ftnref11&quot; title=&quot;&quot;&gt;11&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;; eles fazem parte da grande família de Deus, da &quot;&lt;em&gt;igreja dos primogênitos arrolados nos céus&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn12&quot; id=&quot;_ftnref12&quot; name=&quot;_ftnref12&quot; title=&quot;&quot;&gt;12&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Eles são aqueles em quem o Deus eterno se alegrará eternamente, como está escrito: &quot;&lt;em&gt;O
 SENHOR, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se 
deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em
 ti com júbilo&lt;/em&gt;&quot; &lt;sup&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftn13&quot; id=&quot;_ftnref13&quot; name=&quot;_ftnref13&quot; title=&quot;&quot;&gt;13&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. &lt;br /&gt;
 Há,
 pois, algo que seja mais importante e mais digno de apreciação, algo 
que seja considerado como a fonte mais segura de gozo, alegria e 
exultação, do que a certeza de ter seu nome arrolado nos céus? 
Certamente, esses notáveis sem nome têm uma promessa que é simplesmente 
indescritível – &quot;&lt;em&gt;eles verão a Deus&lt;/em&gt;&quot; por toda a eternidade! 
Essas, pois, são as três maravilhosas razões para estes homens e 
mulheres serem tidos por &quot;os notáveis sem nomes&quot;: a) A natureza da obra 
que realizaram; b) Seus nomes se encontram em lugar sobremodo destacado;
 e c) Sua notável e perpétua condição!&lt;br /&gt;
 E você que lê esse artigo nesse momento, está certo de que seu nome está escrito no &quot;&lt;em&gt;Livro da Vida&lt;/em&gt;&quot;?
 Se não, saiba que todos os notáveis de quem escrevi também já estiveram
 sem Deus no mundo e sem Cristo; no entanto, eles creram que &lt;em&gt;Jesus Cristo veio ao mundo para salvar pecadores&lt;/em&gt;. Então, creia e você terá a verdadeira grandeza, a que procede de Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref1&quot; id=&quot;_ftn1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;1&lt;/a&gt; - Hebreus 11:39&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref2&quot; id=&quot;_ftn2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; title=&quot;&quot;&gt;2&lt;/a&gt; - 2 Reis 5:1-19&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref3&quot; id=&quot;_ftn3&quot; name=&quot;_ftn3&quot; title=&quot;&quot;&gt;3&lt;/a&gt; - Mateus 6:1-6&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref4&quot; id=&quot;_ftn4&quot; name=&quot;_ftn4&quot; title=&quot;&quot;&gt;4&lt;/a&gt; - Salmos 49:11,12; 16-20&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref5&quot; id=&quot;_ftn5&quot; name=&quot;_ftn5&quot; title=&quot;&quot;&gt;5&lt;/a&gt; - Colossenses 3:3,4&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref6&quot; id=&quot;_ftn6&quot; name=&quot;_ftn6&quot; title=&quot;&quot;&gt;6&lt;/a&gt; - Apocalipse 5:8&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref7&quot; id=&quot;_ftn7&quot; name=&quot;_ftn7&quot; title=&quot;&quot;&gt;7&lt;/a&gt; - Romanos 2:29&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref8&quot; id=&quot;_ftn8&quot; name=&quot;_ftn8&quot; title=&quot;&quot;&gt;8&lt;/a&gt; - 1 Samuel 2:30&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref9&quot; id=&quot;_ftn9&quot; name=&quot;_ftn9&quot; title=&quot;&quot;&gt;9&lt;/a&gt; - Apocalipse 3:21&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref10&quot; id=&quot;_ftn10&quot; name=&quot;_ftn10&quot; title=&quot;&quot;&gt;10&lt;/a&gt; - Lucas 10:20&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref11&quot; id=&quot;_ftn11&quot; name=&quot;_ftn11&quot; title=&quot;&quot;&gt;11&lt;/a&gt; - Malaquias 3:16,17&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref12&quot; id=&quot;_ftn12&quot; name=&quot;_ftn12&quot; title=&quot;&quot;&gt;12&lt;/a&gt; - Hebreus 12:23&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=451#_ftnref13&quot; id=&quot;_ftn13&quot; name=&quot;_ftn13&quot; title=&quot;&quot;&gt;13&lt;/a&gt; - Sofonias 3:17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Editora Fiel &lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/8132924502276250290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/8132924502276250290' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/8132924502276250290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/8132924502276250290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/os-notaveis-sem-nomes.html' title='Os Notáveis Sem Nomes'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeCyLLARZWCSgGlCMTKzLRyEpQvFgD2xtX4AZgozJ5vJbcI5jSMRvDP312zyXc-iJ113RebGa8tjiny1Pxl1WPJ8V6WqCd0Yp_moEqa29qqxgOzyig7kekma7l4xuMlX6B0Iyb5-dF2FHu/s72-c/00068.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959392784952762708.post-2350110910141418080</id><published>2013-01-23T13:48:00.004-03:00</published><updated>2013-01-23T13:48:57.570-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A Morte de Uma Igreja</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-TTvmZNwrsAVyx3b2HZfs9d84-5aqhCos28RaJFaDp8HvZsYInkLwkOueMrb3RhRJ-NR2g7LPHcqvx4yiP97cDiMwVqXIpKLKoeGj0kvZZTfKl0mhzXVLKzJHX_A4ZXlRS8_L-kG5Tkkz/s1600/00082.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-TTvmZNwrsAVyx3b2HZfs9d84-5aqhCos28RaJFaDp8HvZsYInkLwkOueMrb3RhRJ-NR2g7LPHcqvx4yiP97cDiMwVqXIpKLKoeGj0kvZZTfKl0mhzXVLKzJHX_A4ZXlRS8_L-kG5Tkkz/s1600/00082.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Hernandes Dias Lopes é bacharel 
em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul em Campinas-SP e doutor 
em Ministério pelo Reformed Theological Seminary em Jackson, 
Mississippi, nos Estados Unidos. Foi pastor da Primeira Igreja 
Presbiteriana de Bragança Paulista no período de 1982 a 1984 e desde 
1985 é o pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória-IPB.
 Hernandes é conferencista e escritor de mais de 70 obras. É casado com 
Udemilta Pimentel Lopes e pai de Thiago e Mariana.&lt;/center&gt;
&lt;center&gt;
&amp;nbsp;&lt;/center&gt;
&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt;As
 sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, 
estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As
 glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas 
debaixo de pesadas pedras. Hoje, nessa mesma região tem menos de 1% de 
cristãos. Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz 
uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas
 ainda hoje?&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;texto_artigo_desc&quot;&gt; Em primeiro lugar, a morte de uma igreja acontece 
quando ela se aparta da verdade. Algumas igrejas da Ásia Menor foram 
ameaçadas pelos falsos mestres e suas heresias. Foi o caso da igreja de 
Pérgamo e Tiatira que deram guarida à perniciosa doutrina de Balaão e se
 corromperam tanto na teologia como na ética. Uma igreja não tem 
antídoto para resistir a apostasia quando abandona sua fidelidade às 
Escrituras nem a inevitabilidade da morte quando se aparta dos preceitos
 de Deus. Temos visto esses sinais de morte em muitas igrejas na Europa,
 América do Norte e também no Brasil. Algumas denominações históricas 
capitularam-se tanto ao liberalismo como ao misticismo e abandonaram a 
sã doutrina. O resultado inevitável foi o esvaziamento dessas igrejas 
por&amp;nbsp; um lado ou o seu crescimento numérico por outro, mas um crescimento
 sem compromisso com a verdade e com a santidade. Não podemos confundir 
numerolatria com crescimento saudável. Nem sempre uma multidão sinaliza o
 crescimento saudável da igreja. Uma igreja pode ser grande e mesmo 
assim estar gravemente enferma. Sempre que uma igreja troca o evangelho 
da graça por outro evangelho, entra por um caminho desastroso. &lt;br /&gt;
 Em
 segundo lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela se mistura com
 o mundo. A igreja de Pérgamo estava dividida entre sua fidelidade a 
Cristo e seu apego ao mundo. A igreja de Tiatira estava tolerando a 
imoralidade sexual entre seus membros. Na igreja de Sardes não havia 
heresia nem perseguição, mas a maioria dos crentes estava com suas 
vestiduras contaminadas pelo pecado. Uma igreja que flerta com o mundo 
para amá-lo e conformar-se com ele não permanece. Seu candeeiro é 
apagado e removido. Alguém disse: &quot;Fui procurar a igreja e a encontrei 
no mundo; fui procurar o mundo e o encontrei na igreja&quot;. A Palavra de 
Deus é clara: ser amigo do mundo é constituir-se inimigo de Deus. Quem 
ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Há pouca ou quase nenhuma 
diferença hoje entre o estilo de vida daqueles que estão na igreja e 
daqueles que estão comprometidos com os esquemas do mundo. O índice de 
divórcio entre os cristãos é tão alto como daqueles que não professam a 
fé cristã. O número de jovens cristãos que vão para o casamento com uma 
vida sexual ativa é quase o mesmo daqueles que não frequentam uma igreja
 evangélica. A bancada evangélica no Congresso Nacional é conhecida como
 a mais corrupta da política brasileira. A teologia capenga produz uma 
vida frouxa. Precisamos voltar aos princípios da Reforma e clamar por um
 reavivamento!&lt;br /&gt;
 Em terceiro lugar, a morte de uma igreja acontece 
quando ela não discerne sua decadência espiritual. A igreja de Sardes 
olhava-se no espelho e dava nota máxima para si mesma, dizendo ser uma 
igreja viva, enquanto aos olhos de Cristo já estava morta. A igreja de 
Laodicéia considerava-se rica e abastada, quando na verdade era pobre e 
miserável. O pior doente é aquele que não tem consciência de sua 
enfermidade. Uma igreja nunca está tão à beira da morte como quando se 
vangloria diante de Deus pelas suas pretensas virtudes. O cristão não 
deve ser um fariseu. O fariseu aplaudia a si mesmo por causa de suas 
virtudes, mas olhava para os publicanos e os enchia de acusações 
descaridosas. O cristão verdadeiro não é aquele que faz um solo do hino 
&quot;Quão grande és tu&quot; diante do espelho, mas aquele chora diante de Deus 
por causa de seus pecados.&lt;br /&gt;
 Em quarto lugar, a morte de uma igreja
 acontece quando ela não associa a doutrina com a vida. A igreja de 
Éfeso foi elogiada por Jesus pelo seu zelo doutrinário, mas foi 
repreendida por ter abandonado seu primeiro amor. Tinha doutrina, mas 
não vida; ortodoxia, mas não ortopraxia; teologia boa, mas não vida 
piedosa. Jesus ordenou a igreja a lembrar-se de onde tinha caído, a 
arrepender-se e a voltar à prática das primeiras obras. Se a doutrina é a
 base da vida, a vida precisa ser a expressão da doutrina. As duas 
coisas não podem viver separadas. Doutrina sem vida produz orgulho e 
aridez espiritual; vida sem doutrina desemboca em misticismo pagão. Uma 
igreja viva tem doutrina e vida, ortodoxia e piedade, credo e conduta!&lt;br /&gt;
 Em
 quinto lugar, a morte de uma igreja acontece quando falta-lhe 
perseverança no caminho da santidade. As igrejas de Esmirna e Filadélfia
 foram elogiadas pelo Senhor e não receberam nenhuma censura. Mas, num 
dado momento, nas dobras do futuro, essas igrejas também se afastaram da
 verdade e perderam sua relevância. Não basta começar bem, é preciso 
terminar bem. Falhamos, muitas vezes, em passar o bastão da verdade para
 a próxima geração. Um recente estudo revela que a terceira geração de 
uma igreja já não tem mais o mesmo fervor da primeira geração. É preciso
 não apenas começar a carreira, mas terminar a carreira e guardar a fé! É
 tempo de pensarmos: como será nossa igreja nas próximas gerações? Que 
tipo de igreja deixaremos para nossos filhos e netos? Uma igreja viva ou
 igreja morta?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Editora Fiel &lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/feeds/2350110910141418080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/3959392784952762708/2350110910141418080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2350110910141418080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959392784952762708/posts/default/2350110910141418080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myllebusqueoencontrar.blogspot.com/2013/01/a-morte-de-uma-igreja.html' title='A Morte de Uma Igreja'/><author><name>Mylle Matias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16690720514939884212</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnj5mm2Y0-iVTxF047oTMLVQmWHnOQ49uqeWX3DYYRcNIOxc41qwRgmfHcu2E3SaPcC9CAk8MsmV7Djkf7pz04ram1ByO9Xr4RjFyu37iLI2aWOMWJSryCh_oVMtvOs2I/s220/10945559_742191409211159_8273768322835046972_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-TTvmZNwrsAVyx3b2HZfs9d84-5aqhCos28RaJFaDp8HvZsYInkLwkOueMrb3RhRJ-NR2g7LPHcqvx4yiP97cDiMwVqXIpKLKoeGj0kvZZTfKl0mhzXVLKzJHX_A4ZXlRS8_L-kG5Tkkz/s72-c/00082.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>